Hoje gostaria de explorar – um pouco – a literatura fantástica brasileira, e claro, de um de seus bastiões.  Eduardo Spohr.

O escritor que deu um significado todo especial a anjos e demônios.  Narrou com maestria e riqueza de detalhes a batalha entre os guardiões celestes contra os caídos.   Mas, também, mostrou que mesmo sem estar atrelado a uma grande editora é possível fazer sucesso no mercado livreiro brasileiro.  Seu primeiro livro ”A Batalha do Apocalipse” foi publicado pelo selo NerdBooks e vendeu mais de quatro mil exemplares – sem  qualquer amparo de editoras.  Está performance chamou a atenção do Grupo Record, que acabou lançando “A Batalha” pelo selo Verus.  Hoje, Spohr trabalha na trilogia “Filhos do Éden” a qual já lançou dois livros.

Mas voltemos à “Batalha”, livro que catapultou Eduardo para o céu de estrelas das vendas de livros no Brasil. Em 2013 bateu 650.000 unidades vendidas.  No livro, o escritor mostra as facetas dos anjos do bem e do mal – e que por vezes, você ficará em dúvida sobre quem é quem no mundo angelical.

Veja um breve resumo:

“Depois da criação dos homens, ainda vivemos no sétimo dia, sendo governados agora pelos arcanjos. Existem cinco Arcanjos: Miguel, o Príncipe dos Anjos, herdeiro do título por ser o primogênito; Uziel, comandante dos exércitos de querubins (assassinado por Miguel na primeira cena); Rafael, que se exilou após a briga de seus irmãos; Gabriel, Mestre do Fogo, que, alguns anos antes da história começar, rebelou-se contra o Arcanjo Miguel. Lúcifer, a Estrela da Manhã, é agora Príncipe do Sheol, o inferno, depois de sua insurreição contra os arcanjos e queda do paraíso. Em dias de glória, o Arcanjo Miguel, o primeiro criado por Deus, o filho mais velho, sentiu-se diminuído e, cego pela inveja e pelo ciúmes pelos humanos, ordenou sua destruição em massa, mas foi barrado pela legião de querubins (a casta de guerreiros), os 18 anjos renegados, liderados por Ablon, seu general.

Esses 18 anjos foram condenados a Haled (terra), presos em seus avatares e para sempre perseguidos pelos guerreiros de Miguel, pois foram considerados traidores do céu e condenados a viverem presos juntos aos humanos que tanto defenderam até o fim dos tempos, o final do sétimo dia.

Lúcifer também fez uma revolução, alegando defender os humanos, mas era apenas a inveja pelo seu irmão que o motivava, fazendo-o levar para o Sheol (inferno) 1/3 do céu, onde lá foi criado o refúgio do mal, para onde todos os injustos e maldosos seriam mandados.”

Bem, até logo e nos encontramos no próximo post.

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