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O BLOG PHANTASTICUS, AGORA EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Os Magos na Literatura Fantástica.

Mago ou magi (plural do termo persa magus, significando tanto “imagem” quanto “[homem] sábio”, do verbo cuja raiz é meh, “grande”, em sânscrito maha) é um termo usado desde o século IV a.C. para denotar um seguidor de Zoroastro, ou ainda, um seguidor do que a Civilização helenista associava com o Zoroastro, o que, em suma, era a habilidade de ler as estrelas e manipular o destino que elas previam. O sentido anterior ao período helenista é incerto.  Atualmente denota aquele que pratica a magia ou o ocultismo. No entanto, pode indicar, também, alguém que possui conhecimentos e habilidades superiores como, por exemplo, quando se diz que um músico é um “mago dos teclados”, pois toca com perfeição o instrumento musical.

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Mas vamos falar dos magos que conhecemos na LitFan e, para isso, temos que retornar um pouquinho e falar de uma grande civilização – os celtas – e de seus sacerdotes.  Eles foram um dos grandes povos da Europa, nos anos 600 a 50 a.C. Do norte dos alpes espalharam-se para o leste e oeste da Anatólia (atual Turquia) até a Espanha e Grã-Bretanha. Apesar de suas tribos viverem em constante conflito, quando César conquistou seus territórios para Roma em 52 a.C., os celtas estavam empenhados em uma unificação nacional – guiados por Boadiceia (também conhecida como Boudica ou Boudicca) e Vercingetórix em momentos e regiões diferentes, mas com um único pensamento. Caso a tivessem materializado, dificilmente teriam sido subjugados pelo inimigo romano.

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As tribos celtas, uma a uma, foram sendo absorvidas pelo Império Romano, com exceção das que habitavam o extremo Norte da Escócia e da Irlanda. Nessas regiões, o antigo modo de vida dos celtas continuou durante a era cristã e foi onde menos as civilizações se fundiram (qualquer semelhança com o povo livre que vive além da Muralha – mais conhecidos como “selvagens” – não é mera coincidência – Game of Thrones).

Os primeiros celtas não construíam templos para a adoração de seus deuses, mas mantinham altares em bosques dedicados a serem locais de adoração. Algumas árvores eram consideradas sagradas. E entre elas, o carvalho era a principal.  E quem melhor para entender este mundo que não os sacerdotes? – os druidas (no feminino druidesas ou druidisas).  Eram pessoas encarregadas das tarefas de aconselhamento, ensino, jurídicas e filosóficas dentro da sociedade celta. A palavra, druida parece provir do vocábulo dru-wid-s, formado pela junção de deru (carvalho) e wid (raiz indo-europeia que significa saber). Assim, druida significaria aquele(a) que tem o conhecimento do carvalho. A árvore, por ser uma das mais antigas e destacadas de uma floresta, representa simbolicamente todas as demais. Ou seja, o druida tem o conhecimento do carvalho e, assim, possui o saber de todas as árvores.

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Considerados por muitos como magos e bruxos, a filosofia dos druidas era fundamentada nos princípios do amor e da sabedoria. Eles adoravam a natureza e estavam sempre em busca do equilíbrio com ela e com os outros seres. Além disso, cultivavam a música e a poesia.  A sabedoria dos ensinamentos dos druidas foi passada para os clérigos e grandes filósofos, pois eles ensinavam a teologia e todas as outras ciências: astronomia, geografia, ciências naturais e história. Sua importância era tão grande, que foram combatidos por três imperadores romanos, que tentaram extingui-los – por decreto ou fisicamente – como classe sacerdotal.  Augusto, Tibério e Cláudio. O historiador latino Publius Cornelius Tacitus narra de maneira breve o que levou a destruição da cidadela druida na ilha de Mona (atual Anglesey), onde bosques inteiros foram derrubados, casas queimadas, altares postos ao chão e druidas passados no fio da espada.  Aquilo era considerado uma grande ironia, já que coube a um nascido em Lugdunum, na Gália (atual Lyon na França) – o Imperador Cláudio – dar cabo do último refúgio dos druidas que desde o tempo do ainda Imperador Augusto, eram perseguidos, sem trégua, para cessarem suas atividades em domínio romano. Ao final, no apagar das chamas lá por volta do ano 43 d.C , o Imperador Cláudio tinha varrido do mapa os druidas e conquistado a Bretanha para o Império Romano.

STC292400 The Massacre of Druids at Anglesey by the Romans in 60 AD, illustration from 'Hutchinson's Story of the British Nation', c.1920 (colour litho) by Dovaston, Margaret (1884-1954); Private Collection; (add.info.: Druids' power broken by Roman General Suetonius Paullinus;); The Stapleton Collection; English,  in copyright PLEASE NOTE: This image is protected by the artist's copyright which needs to be cleared by you. If you require assistance in clearing permission we will be pleased to help you.

Não resta dúvida que alguns druidas devem ter sobrevivido a este massacre, só que a estes restou como alternativa migrarem em direção para as províncias romanas rebeldes, onde não podiam encontrar outro destino além da morte.  Muitos foram se convertendo ao cristianismo, mas não deixaram de transmitir seus conhecimentos.

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Em resumo, o povo celta e seus sacerdotes foram (e são) imensa fonte de inspiração para os autores de LitFan.  Por exemplo, qual a semelhança que os druidas celtas tem do nosso querido Gandalf (conhecido ainda por Mithrandir, Olórin, Tharkûn, Íncanus, o Cinzento ou o Branco).  E, também, de Saruman (Curunír, Curumo, Sharkey ou o Branco) e Radagast (Aiwendil ou o Castanho)?  Estes grandes magos criados pelo gênio J. R. R. Tolkien teriam suas características básicas tiradas da mitologia céltica?  E que tal Dublendore (o grande professor/diretor Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore, da Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts), criação da brilhante J. K. Rowling?

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Nossos gênios da literatura se embasaram em estudos históricos deste grupo (e de outros tantos) para criar seus personagens.  Mas há um personagem muito especial que pode ter inspirado todos os demais (feiticeiros, magos, bruxos e tantos outros).  Merlim (como personagem literário) é criação do cronista medieval Godofredo de Monmouth – que foi um clérigo galês, um dos mais significantes autores no desenvolvimento das lendas arturianas. Foi ele que alocou Arthur na linha dos reis britânicos. A primeira obra escrita, por Godofredo, sobre o mago foi uma série de Profecias de Merlim (Prophetiae Merlini), cujo texto foi incorporado mais tarde, pelo mesmo,  na sua História dos Reis da Bretanha (Historia Regum Britanniae), em que Merlim é transformado pelo autor numa figura pseudo-histórica. Godofredo misturou as lendas galesas sobre o bardo Myrddin com a história de Ambrósio (Ambrosius), contada por Nênio na Historia Brittonum, com origem no século IX.  Robert de Boron, escritor francês do século XII, foi um dos que mais desenvolveu o personagem de Merlim. Em sua obra, Robert diz que o pai de Merlim era um demônio, e que o bebê era destinado a ser um profeta do mal. Porém, graças à virtude da mãe os planos do demônio são frustrados, e os poderes de Merlim passaram a servir boas causas. Como Godofredo, Robert também dá importância à relação de Merlim com Vortigerno e Uter, mas o papel do personagem é expandido. Merlim é o criador da Távola Redonda de Uter e é o responsável pela Espada na Pedra, que ao ser retirada por Artur lhe dá o direito de ser rei.

Sob uma visão geral, na LitFan, os magos são pesquisadores das artes arcanas da Idade Média. Muitas vezes, em jogos e filmes, aparecem como vilões principais e como herói coadjuvante. Em alguns RPG’s, alquimistas são considerados como uma subclasse, até porque são semelhantes em certos pontos, porém na maioria dos casos estes são consideradas classes distintas. Xamãs em alguns casos também podem ser considerados como uma outra subclasse, só que controlam apenas espíritos e veem o futuro através deles. Os magos costumam utilizar seu conhecimento em batalha no lugar das armas convencionais, mas não são restringidos na utilização dos mesmos. Eles são fisicamente fracos e podem, também, aparecer como mentores de personagens principais.  Magos geralmente aparecem como velhos sábios, portando cajados, vestindo robes ou túnicas e ainda podendo usar chapéu (geralmente cônico).

Ainda temos muitos outros magos na LitFan.  Mas ficarão para uma próxima oportunidade.  Espero que tenham gostado do post.

Um grande abraço para a todos e até a próxima.

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Versión española: Los Magos en la literatura fantástica.

Mago o magos (plural del término mago persa, que significa tanto “imagen” como “[hombre] sabio”, el verbo cuya raíz es meh, “grande” en sánscrito maha) es un término usado desde el siglo IV aC para develar un seguidor de Zoroastro, o incluso un seguidor de la civilización helenística asociado con Zoroastro, que, en definitiva, era la capacidad de leer las estrellas y manipular el destino predijeron. El sentido anterior de la época helenística es incierto. Actualmente denota que practica la magia o el ocultismo. Sin embargo, puede indicar, también, alguien que tiene conocimientos y habilidades superiores, por ejemplo, cuando se dice que un músico es un “mago de los teclados” porque juega a la perfección el instrumento musical.

Pero vamos a hablar de magos que conocemos en la LitFan y, por lo tanto, tenemos que retroceder un poco y hablar de una gran civilización – los celtas – y sus sacerdotes. Ellos fueron uno de los grandes pueblos de Europa, en los años 600-50 aC Alpes del Norte propaga hacia el este y oeste de Anatolia (actual Turquía) a España y Gran Bretaña. A pesar de sus tribus viven en constante conflicto, cuando César conquistó sus territorios a Roma en el año 52 antes de Cristo, los celtas se dedicaban a una unificación nacional – conducidos por Boudicca (también conocida como Boadicea o Boadicea) y Vercingétorix en diferentes épocas y regiones, pero con un solo pensamiento. Si hubieran materializado, no serían subyugados por el enemigo romano.

Las tribus celtas, uno por uno, fueron siendo absorbidos por el Imperio Romano, excepto que habitaron el extremo norte de Escocia e Irlanda. En estas regiones, la antigua forma de vida de los celtas continuó durante la era cristiana y fue donde menos civilizaciones fusionaron (cualquier parecido con la gente libre que viven más allá de la pared – mejor conocido como “salvajes” – no es una coincidencia – Juego de los Tronos).

Los primeros celtas no construyeron templos para la adoración de sus dioses, pero mantienen altares en huertos dedicados a ser los lugares de culto. Algunos árboles eran considerados sagrados. Y entre ellos, el roble era la principal. Y quién mejor para entender este mundo que los sacerdotes? – Los druidas (o druidesas). Fueron los responsables de las tareas de asesoramiento, enseñanza, legales y filosóficos en la sociedad celta. La palabra druida parece venir desde el s-DRU-wid palabra, formada por la unión de Deru (roble) y MED (conocimiento o saber). Así druida significa que (a) que tiene el conocimiento de la encina. El árbol, como una de las más antiguas y más prominente de un bosque, representa simbólicamente todos los demás. Es decir, el druida tiene conocimiento de roble y por lo tanto tiene conocimiento de todos los árboles. Considerado por muchos como las brujas y los magos, la filosofía de los druidas fue fundada en los principios de amor y sabiduría. Ellos amaban la naturaleza y siempre fue en busca del equilibrio con ella y con otros seres. Además, cultivaron la música y la poesía. La sabiduría de las enseñanzas de los druidas se pasó a los para el clero y los grandes filósofos porque enseñaban teología y todas las otras ciencias: astronomía, geografía, ciencias naturales e historia. Su importancia fue tan grande, que se luchó por tres emperadores romanos, que trataron de extinguir ellos – por decreto o físicamente – como una clase sacerdotal. Augusto, Tiberio y Claudio. El historiador romano Publio Cornelio Tácito narra de pronto lo que llevó a la destrucción del druida ciudadela en la isla de Mona (ahora Anglesey), donde los bosques enteros fueron talados, quemados casas, postes de altares al suelo y druidas pasaron a cuchillo. Se consideró una gran ironía, ya que cayó a uno nacido en Lugdunum, en la Galia (actual Lyon en Francia) – el emperador Claudio – para arruinar el último refugio de los druidas que desde la época del emperador Augusto todavía fueron perseguidos sin tregua a cesar sus actividades en el dominio romano. Al final, elimine las llamas allí alrededor del año 43 dC, el emperador Claudio había acabado con los druidas y ganado Bretaña al Imperio Romano.

No hay duda de que algunos druidas deberían haber sobrevivido a esta masacre, sólo éstas se mantuvieron como una alternativa a migrar hacia las provincias romanas rebeldes, donde no podían encontrar otro destino después de la muerte. Muchos se convirtieron al cristianismo, pero no dejó de transmitir sus conocimientos.

En resumen, el pueblo celta y sus sacerdotes eran (y son) enorme fuente de inspiración para los autores de LitFan. Por ejemplo, ¿cuál es la similitud que los druidas celtas tienen de nuestro querido Gandalf (conocido también por Mithrandir, Olórin, Tharkûn, Incánus el gris o blanco). Y también, por Saruman (Curunír, Curumo, Sharkey o blanco) y Radagast (Aiwendil o Brown)? Estos grandes magos creados por el genio JRR Tolkien habría sus características básicas tomado de la mitología celta? ¿Qué tal Dublendore (el gran maestro / director Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore, Escuela de Magia y Hechicería Hogwarts), la creación de la brillante JK Rowling?

Nuestra genios de la literatura si apoyado en los estudios históricos de este grupo (y muchos otros) para crear sus personajes. Pero hay un personaje muy especial que puede haber inspirado todas las demás (hechiceros, magos, magos y muchos otros). Merlin (como un personaje literario) es la creación de cronista medieval Geoffrey de Monmouth – que era un clérigo galés, uno de los autores más significativos en el desarrollo de las leyendas artúricas. Fue él quien asigna Arturo en la línea de los reyes británicos. La primera obra escrita por Godofredo en el mago era una serie de profecías de Merlín (Prophetiae Merlini), cuyo texto fue posteriormente incorporado por el mismo, en su Historia de los reyes de Gran Bretaña (Historia Regum Britanniae), en la que Merlín es transformado por el autor en una figura pseudo-histórico. Godofredo mezcló las leyendas galesas del bardo Myrddin con la historia de Ambrose (Ambrosio), contada por Nênio en Brittonum Historia, que se originó en el siglo IX. Robert de Boron, escritor francés del siglo XII, fue uno de los personajes más desarrollada Merlin. En su obra, Robert dice que el padre de Merlín era un demonio, y que el bebé estaba destinado a ser un profeta del mal. Pero gracias a la virtud de los planes de la madre demonio se sienten frustrados, y los poderes de Merlín comenzó a servir a las buenas causas. Como Godfrey, Robert también le da importancia a la relación con Merlín y Uther Vortigerno, pero el papel del personaje se expande. Merlín es el creador de la Mesa Redonda de Uther y es responsable de la espada en la piedra, que cuando se toma por Artur le da el derecho de ser rey.

Bajo una visión general sobre LitFan, los magos son los investigadores de las artes arcanas de la Edad Media. A menudo, en juegos y películas, aparecen como los principales villanos y como un héroe adjunto. En algunos RPG, alquimistas se consideran como una subclase, porque son similares en algunos aspectos, pero en la mayoría de los casos se consideran estas diferentes clases. Los chamanes en algunos casos también pueden ser considerados como otra subclase, sólo se controla sólo el ánimo y ver el futuro a través de ellos. Los magos a menudo usan sus conocimientos en la batalla en el lugar de las armas convencionales, pero no están limitados en el uso de los mismos. Son físicamente débiles y también pueden aparecer como los personajes principales mentores. Magos generalmente aparecen como sabios antiguos, llevando personal, vestido con túnicas o túnicas y todavía puede usar un sombrero (a menudo cónica).

Todavía tenemos muchos otros magos en LitFan. Pero la voluntad para la próxima oportunidad. Espero que hayan disfrutado el post.

Un fuerte abrazo a todos y hasta pronto.

Celta final de post  Jota Cortizo

Base da informação do post:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Druida

http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quem-foram-os-druidas

http://pt.wikipedia.org/wiki/Istari

http://magiamania.com/2010/01/03/druidas-los-magos-de-las-tribus-celtas/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Albus_Dumbledore

http://pt.wikipedia.org/wiki/Merlin

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mago

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_céltica

http://worldceltic.blogspot.com.br/2007/04/o-fim-do-druidismo.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Godofredo_de_Monmouth

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mago_(RPG)

http://wiki.gameofthronesbr.com/index.php/Mance_Rayder

http://es.wikipedia.org/wiki/Categoría:Líderes_Celtas

http://www.somosnerds.com.br/noticias/imagens/395/files/gandalf%20forever.jpg

http://www.mysticoville.com/blogs/magos/wp-content/uploads/Mago-Merlin.jpg

https://jotacortizo.files.wordpress.com/2015/06/bc5cb-2excaliburnapedra.jpg

https://ckrickett.files.wordpress.com/2013/03/dumbledore.jpg

https://floresdelotus13.files.wordpress.com/2012/06/acarvalho2.jpg

http://got-rpgmh.weebly.com/uploads/1/8/3/0/18307063/292828772.jpg

http://images.cdn.bridgemanimages.com/api/1.0/image/600wm.STC.9755920.7055475/292400.jpg

http://medievalrpg-habbinc.weebly.com/uploads/2/3/5/4/23540024/737686.gif

http://pt.wikipedia.org/wiki/Vercingetórix

http://ultradownloads.com.br/papel-de-parede/Gandalf-na-Floresta-O-Senhor-dos-Aneis/

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