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O BLOG PHANTASTICUS, AGORA EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: O tempo escorrendo por nossas mãos e nossa mente.

Por quantas vezes, em sua vida, você pensou como o tempo passou rápido ou se arrastou naquele seu momento.  E quantas vezes você gostaria de viajar através deste tempo e voltar atrás para refazer alguma ação ou avançar para antever?  A ideia de viagem no tempo, para alguns cientistas, pode ser uma possibilidade real e não apenas ficção científica. Até hoje ainda existem teorias sobre a máquina do tempo. O físico brasileiro Mario Novello é um apaixonado pelas questões da origem do universo e das viagens no tempo e lidera uma equipe que nos últimos anos esteve teoricamente envolvida com a pesquisa da “time machine”, como essa possibilidade de viagem no passado é conhecida entre os físicos. Além do grupo brasileiro, outras duas equipes, na Rússia, trabalham no assunto. Eles investigaram uma possibilidade levantada em 1949 pelo matemático Kurt Gödel para as equações da relatividade geral de Einstein e Henri Poincare.

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Mas, o que é o tempo?  Uma das definições é a de que o tempo é o intervalo que se passa entre o acontecimento de dois eventos. Tempo é aquilo que você gastou desde que você começou a ler este artigo, por exemplo.  Até o início do século XX, pensávamos que o tempo era absoluto, ou seja, que era o mesmo para todos nós e que isso poderia ser facilmente constatado por meio de relógios. Um segundo na Terra teria o mesmo valor que um segundo em qualquer parte do universo. Porém, alguns avanços científicos provariam que esse modelo era insuficiente em determinadas ocasiões.  Uma das principais evidências surgiu quando a velocidade da luz começou a ser medida. Durante essas experiências, os físicos notaram que o resultado era sempre o mesmo. A velocidade da luz era constante, independentemente da posição do observador.  Se lembrarmos das aulas na escola, podemos calcular a velocidade ao dividir distância percorrida pelo tempo (v=x/t). Se você percorreu 60 quilômetros em uma hora, a sua velocidade era de 60 km/h, por exemplo.

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No caso da luz, a velocidade é constante. Ou seja, mesmo que a luz seja emitida por um objeto em movimento, a velocidade será sempre a mesma: 299.792.458 m/s. Se a velocidade não muda, alguma outra variável envolvida precisaria estar mudando. Nesse caso, a variável era o tempo.  Essa foi uma das descobertas de Albert Einstein durante a elaboração da Teoria Especial da Relatividade. A partir do estudo de Einstein, a nossa concepção sobre o tempo mudou: de absoluto imutável, o tempo passou a ser relativo, podendo variar de acordo com as condições em que foi medido.  Além disso, o tempo e o espaço passaram a se comportar como se fosse um objeto só, que foi batizado de espaço-tempo. Ou seja, ir e voltar no espaço equivale a ir e voltar no tempo. Mais do que isso, os cientistas perceberam que, ao se movimentar em uma velocidade muito grande, próxima à velocidade da luz, por exemplo, o tempo passa mais devagar do que para quem está parado ou andando em uma velocidade inferior.

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Mas por que esse nosso post aborda o tempo? É uma pequena homenagem a H. G. Wells, já que no último dia 13 de agosto completaram 69 anos de sua morte.  O visionário escritor britânico foi o autor da grande obra de ficção “The Time Machine” (A Máquina do Tempo). É um romance com a primeira edição em 1895, a partir do qual se realizaram dois filmes com o mesmo nome. Julga-se ser a primeira obra de ficção científica a propor o conceito da viagem no tempo usando um veículo que permite ao seu operador viajar propositadamente e de forma seletiva.

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Existem duas versões da obra para as telonas.  A versão de 1960 foi dirigida por George Pal e tendo Rod Taylor como ator principal, sendo relativamente fiel ao livro original apesar de adicionar alguns conceitos de sua época, e por adicionar licenças poéticas que tornam a história mais rápida e simples. O personagem principal recebeu também um nome, “George”, numa óbvia homenagem a Herbert George Wells. Já na versão de 2002, dos diretores Gore Verbinski e Simon Wells, por sinal bisneto de H.G.Wells, ocorrem alterações mais extensivas.  O personagem central da história é o cientista Alexander Hartdegen, interpretado por Guy Pearce, um homem obcecado por duas coisas: sua bela noiva Emma e a possibilidade de viajar no tempo; porém uma tragédia acaba vitimando a noiva do cientista. Desesperado ele resolve construir uma máquina do tempo para voltar no tempo e mudar o passado. Após muito pesquisar, Hartdegen consegue construir um aparelho capaz de transportar as pessoas pelo tempo. Ele retorna ao passado e tenta salvar sua noiva. Entretanto, apesar das tentativas, ela acaba sempre morrendo. Desesperado, o cientista resolve viajar até o futuro para descobrir por que ele é incapaz de alterar o passado. Testando suas teorias com a máquina, Alexander viaja de 1889 para o ano de 802 701d.C.. Lá ele descobre que a humanidade se dividiu em duas raças: os Morlock e os Eloi. Além disso, os seres humanos não são mais encarados como iguais entre si, mas como caças e caçadores. Lá ele encontra sua resposta. Se Emma não tivesse morrido, Hartdegen não teria construído a maquina, se a maquina não fosse criada, logo ele não poderia usa-la para voltar e salvar Emma. Torna-se um paradoxo.

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A ideia de viajar no tempo não se iniciou com Wells, ela já existia havia muito tempo, se não sempre, nos sonhos dos homens; mas certamente sua obra é umas das primeiras a serem mencionadas quando o tema é abordado.

As viagens no tempo são um tema frequente na ficção científica. O tratamento, que a ficção científica dá às viagens do tempo, pode ser dividido em duas categorias principais:

  1. A História é consistente e nunca poderá ser mudada

1.1 Os personagens não têm controle sobre a viagem no tempo (efeito Morphail).

1.2 Aplica-se o princípio de autoconsistência de Novikov (do Dr. Igor Novikov, Professor de Astrofísica da Universidade de Copenhague)

1.3 A alteração do passado não muda a História, mas cria uma História paralela.

  1. A História pode ser alterada

2.1 A História tem uma grande resistência à mudança

2.2 A História pode ser mudada facilmente (Back to the future)

A cada uma destas categorias correspondem os universos de Tipo 1 e de Tipo 2. As viagens num universo de tipo 1 não provocam paradoxos, embora os eventos em 1.3 possam parecer paradoxais.  Na situação 1.1, as leis da física limitam as viagens do tempo de modo a que os paradoxos não sejam possíveis. Se alguém tentar criar um paradoxo, deixa de ser capaz de controlar a viagem no tempo e acontecem coisas inesperadas.   Já na situação 1.2, o princípio de autoconsistência de Novikov afirma que a existência de um método para viajar no tempo obriga que os acontecimentos permaneçam autoconsistentes (sem paradoxos). As tentativas para violar a consistência estão condenadas ao fracasso, mesmo que tenham que ocorrer acontecimentos bastante improváveis.  Um excelente exemplo deste tipo de universo pode ser encontrado no romance literário “Timemaster” de Robert Forward.

Na situação 1.3, os eventos que aparentam ter causado um paradoxo criam na realidade uma nova linha do tempo. A antiga linha do tempo continua a existir. O viajante no tempo abandonou essa linha do tempo e encontra-se agora em outra. O problema desta explicação é que viola o princípio da conservação de massa e energia. Se o viajante abandona um universo para entrar em outro, o universo original perde massa. Por isso, o mecanismo de viagem no tempo envolve provavelmente uma troca de massas entre universos.  Num universo em que as viagens no tempo são permitidas, mas não se permitem paradoxos, o momento presente é o passado de um observador futuro, todos os eventos estão fixos e não há livre arbítrio (apesar de existir a ilusão de livre arbítrio). A História é como uma fita de um filme onde tudo já está fixo.

As viagens do tempo num universo de tipo 2 são mais difíceis de explicar. O maior problema consiste em explicar como é que mudanças no passado não parecem mudar significativamente a História. Uma explicação possível sugere que logo que a História é mudada, todas as memórias são automaticamente alteradas de modo a refletir essa mudança. Nem o personagem que muda a História perceberá de tê-lo feito porque não se lembraria do como as coisas eram antes.  Num universo destes seria muito difícil a um personagem saber se vive num universo de tipo 1 ou tipo 2.  No livro “The End of Eternity” (Fim da Eternidade), de Isaac Asimov, onde as mudanças na História causam desvios, mas depois se ajustam a uma linha-mestra. A depender da alteração, pode ser um desvio ínfimo, ou um de séculos, mas existiria uma espécie de inércia no percurso da História.

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Em ficção científica, o paradoxo temporal é um fenômeno derivado das viagens no tempo para o passado. Quando o viajante do tempo vai para o passado, sua presença perturbadora, na maioria das vezes, gera resultados logicamente impossíveis, ou seja, um paradoxo.  Um clássico exemplo é o paradoxo da causa e efeito: se o viajante altera algum evento passado com o objetivo de mudar o futuro, assim que o fizesse deixaria de existir o motivo original e consequentemente a própria viagem. O motivo da viagem é a sua causa, se ele desaparecer, a viagem, que é seu efeito, também desaparece. Os autores de ficção buscam resolver os paradoxos admitindo a coexistência de universos paralelos possibilitando que as alterações nos fatos passados possam gerar futuros alternativos.

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Em muitos livros de ficção científica, as viagens são feitas com máquinas do tempo, mas em alguns casos, as viagens são feitas graças aos poderes mentais dos personagens, como no livro “Time And Again” de Jack Finney. E temos diversas obras que se utilizam do tema: No livro de Paul Anderson, “There Will Be Time”, em “La planète des singes” (O Planeta dos Macacos) do francês Pierre Boulle – publicado em 1963, no livro “The Time Traveler’s Wife” (A Mulher do Viajante do Tempo) que foi publicado em 2003, da autora americana Audrey Niffenegger, no livro “The End of Eternity” (Fim da Eternidade), de Isaac Asimov, publicado em 1955, na série de livros “Caballo de Troya” (Operação Cavalo de Tróia) composta por nove livros e escrita pelo espanhol J. J. Benítez, no conto de ficção científica escrito por Ray Bradbury “A Sound of Thunder” (Um Som de Trovão), na ficção “Timemaster” de Robert Forward, publicada em 1992 e em tantos outros.

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Hoje me despeço com uma frase de uma dos atores do filme “Time Machine”: “Todos nós temos nossas máquinas de tempo. Algumas nos levam de volta, elas são chamadas recordações. Algumas nos levam adiante, elas são chamadas sonhos.” De Jeremy Irons.  Bem, espero que tenham gostado do post de hoje e um grande abraço a todos.

Até próximo post.

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Versión española: El tiempo se desliza por nuestras manos y pasa por nuestra mente.

¿Cuántas veces en su vida, usted pensó que con el tiempo rápido o se arrastró que su tiempo. ¿Y con qué frecuencia le gustaría viajar a través de este tiempo y volver a hacer de nuevo algún tipo de acción o avanzar a prevén? La idea de la viaje en el tiempo a algunos científicos, puede ser una posibilidad real y no sólo la ciencia ficción. Incluso hoy en día todavía hay teorías sobre la máquina del tiempo. El físico brasileño Mario Novello es un apasionado de las cuestiones sobre el origen del universo y el tiempo de viaje y dirige un equipo que en los últimos años ha participado en teoría con la investigación de la “máquina del tiempo”, como la posibilidad de viajar en el pasado que se conoce entre los físico. Además del grupo brasileño, otros dos equipos en Rusia, trabajan sobre el tema. Investigaron una posibilidad planteada en 1949 por el matemático Kurt Gödel a las ecuaciones de la relatividad general de Einstein y Henri Poincaré. Pero, ¿qué es el tiempo? Una de las definiciones es que el tiempo es el intervalo que transcurre entre la ocurrencia de dos eventos. El tiempo es lo que ha gastado desde que empezaste a leer este artículo, por ejemplo. A principios del siglo XX, pensamos que el tiempo era absoluto, es decir, que era el mismo para todos nosotros y esto podría ser fácilmente verificado por los relojes. Un segundo en la tierra tiene el mismo valor que un segundo en cualquier parte del universo. Sin embargo, algunos avances científicos demuestran que este modelo era insuficiente a veces. Una de las principales pruebas se produjo cuando la velocidad de la luz comenzó a ser medido. Durante estos experimentos, los físicos se dieron cuenta de que el resultado era siempre el mismo. La velocidad de la luz era constante, independientemente de la posición del observador. Si recordamos las lecciones en la escuela, se puede calcular la tasa dividiendo la distancia recorrida por el tiempo (v = x / t). Si usted viajó 60 kilometros en una hora, su velocidad era de 60 km / h, por ejemplo.

En el caso de la luz, la velocidad es constante. Es decir, incluso si la luz es emitida por un objeto en movimiento, la velocidad es siempre el mismo: 299 792 458 m / s. Si la velocidad no cambia, alguna otra variable que participan tendría que estar cambiando. En este caso, la variable era el momento. Ese fue uno de los descubrimientos de Albert Einstein durante la preparación de la Teoría Especial de la Relatividad. A partir del estudio de Einstein, nuestra concepción del tiempo ha cambiado: la inmutable absoluta, el tiempo se convirtió en relativo y puede variar de acuerdo a la condición en que se midió. Además, el tiempo y el espacio comenzaron a comportarse como solamente un objeto, que fue llamado el espacio-tiempo. Es decir, ir y venir en el espacio equivalente a ir y volver en el tiempo. Más que eso, los científicos se dieron cuenta de que, para mover a una velocidad muy alta, cerca de la velocidad de la luz, por ejemplo, el tiempo pasa más lentamente que para aquellos que están de pie o caminar a un ritmo más lento.

¿Pero que nuestro post habla sobre el tiempo? Es un pequeño homenaje a HG Wells, desde el pasado 13 de agosto completó 69 años de su muerte. El escritor británico visionario fue el autor de la gran obra de ficción, “The Time Machine” (La máquina del tiempo). Es una novela con la primera edición en 1895, de la que hizo dos películas del mismo nombre. Se cree que es la primera obra de ciencia ficción a proponer el concepto de viaje en el tiempo utilizando un vehículo que permite al operador desplazarse a propósito y de forma selectiva.

Hay dos versiones de la obra a la gran pantalla. La versión de 1960 fue dirigida por George Pal y con Rod Taylor como el actor principal, siendo relativamente fiel al libro original, mientras que la adición de algunos conceptos de su tiempo, y para agregar licencias poéticas que hacen más rápido y más simple historia. El personaje principal también recibió un nombre, “George”, un tributo obvio para Herbert George Wells. En la versión 2002, los directores de Gore Verbinski y Simon Wells, bisnieto HG Wells señal se producen cambios más extensos. El personaje central de la historia es el científico Alexander Hartdegen, interpretado por Guy Pearce, un hombre obsesionado con dos cosas: su hermosa novia Emma y la posibilidad de viajar en el tiempo; Pero una tragedia acaba de victimizar al científico novia. Desesperado, decide construir una máquina del tiempo para volver atrás en el tiempo y cambiar el pasado. Después de mucho buscar, Hartdegen puede construir un dispositivo capaz de transportar personas a través del tiempo. Regresa al pasado y tratar de salvar a su novia. Sin embargo, a pesar de los intentos, ella siempre termina muriendo. Desesperado, el científico decide viajar al futuro para averiguar por qué él no puede cambiar el pasado. Prueba de sus teorías con la máquina, Alexander viaja desde 1889 hasta el año 802 701d.C .. Allí descubre que la humanidad se dividió en dos razas: la Morlock y Eloi. Además, los seres humanos ya no son considerados como iguales entre sí, sino como luchadores y cazadores. Allí se encuentra su respuesta. Si no hubiera muerto Emma, ​​Hartdegen no habría construido la máquina si la máquina no se ha creado, por lo que no podría utilizarlo para regresar y salvar a Emma. Es una paradoja.

La idea del viaje en el tiempo no comenzó con Wells, ya existía desde hace mucho tiempo, si acaso, en los sueños de los hombres; pero sin duda su obra se encuentra entre los primeros en ser mencionado cuando se discute el tema.

Viaje en el tiempo es un tema frecuente en la ciencia ficción. El tratamiento, que la ciencia ficción da viajar en el tiempo, que se puede dividir en dos categorías principales:

  1. La historia es consistente y no se puede cambiar

1.1 Los personajes no tienen control sobre viajes en el tiempo (efecto Morphail).

1.2 Se aplica el principio de auto-consistencia de Novikov (Dr. Igor Novikov, Profesor de Astrofísica en la Universidad de Copenhague)

1.3 Cambiar el pasado no cambia la historia, sino que crea una historia paralela.

  1. La historia puede ser cambiado

2.1 La historia tiene una gran resistencia al cambio

2.2 La historia puede cambiar fácilmente (Regreso al Futuro)

Cada una de estas categorías se corresponden con el tipo de universos 1 y tipo 2. Tipo 1 viaje en un universo no provocar paradojas, aunque los eventos pueden parecer paradójico en 1.3. 1.1 En la situación, las leyes de la física limitar la forma de paradojas viaje en el tiempo que no son posibles. Si alguien trata de crear una paradoja, ya no es capaz de controlar el tiempo de viaje y las cosas inesperadas suceder. En la situación 1.2, el principio de la auto-consistencia de Novikov dijo que la existencia de un método para el viaje en el tiempo requiere que los acontecimientos siguen siendo auto-consistente (no hay paradojas). Los intentos de violar la consistencia están condenados al fracaso, incluso si tienen que producirse acontecimientos muy improbables. Un excelente ejemplo de este universo se puede encontrar en la novela literaria “Timemaster” Robert Forward.

1.3 En la situación, los acontecimientos que parecen haber causado una paradoja realmente crear una nueva línea de tiempo. Todavía existe la antigua línea de tiempo. El viajero del tiempo abandonó esta línea de tiempo y ahora está en otra. El problema con esta explicación es que viola el principio de conservación de la masa y la energía. Si el viajero sale de un universo para entrar en otro, el universo original, pierde masa. Por lo tanto, el mecanismo de desplazamiento en el tiempo probablemente implica un intercambio de masa entre mundos. En un universo en el que se permite viajar en el tiempo, pero no permite paradojas, el momento presente es el pasado de un observador futuro, todos los eventos son fijos y no hay libre albedrío (aunque existe la ilusión del libre albedrío). La historia es como una cinta de una película donde todo ya está fijada.

El viaje en el tiempo en un universo de tipo 2 son más difíciles de explicar. El mayor problema es explicar cómo los cambios en el pasado no parecen cambiar significativamente la historia. Una posible explicación sugiere que una vez que se cambia la historia, todos los recuerdos se cambian automáticamente para reflejar este cambio. Ni el personaje que cambia el aviso de la historia de tener que hacer porque no recuerdan cómo eran las cosas antes. En un universo de ellos sería muy difícil saber si un personaje vive en un universo de tipo 1 o tipo 2 En el libro “El Fin de la Eternidad” (Fin de la Eternidad), Isaac Asimov, donde los cambios en la historia de causa desviaciones, pero luego adaptarse a un maestro de línea. Dependiendo del cambio, puede ser una muy pequeña desviación, o siglos, pero no sería una especie de inercia en el curso de la historia.

En la ciencia ficción, la paradoja temporal es un fenómeno derivado del viaje en el tiempo hacia el pasado. Cuando el viajero que pasa el tiempo pasado, perturbar su presencia en lo más a menudo produce resultados lógicamente imposible, es decir, una paradoja. Un ejemplo clásico es la paradoja de la causa y el efecto: si el viajero cambia de un evento pasado con el fin de cambiar el futuro, por lo que dejó de existir la razón original y por lo tanto el viaje en sí. El objetivo del viaje es la causa, si desaparece, el viaje, que es su efecto, también desaparece. Los autores de ficción buscan resolver las paradojas que admiten la coexistencia de universos paralelos que permiten cambios en hechos pasados ​​pueden generar futuros alternativos.

En muchos libros de ciencia ficción, los viajes se hacen con máquinas del tiempo, pero en algunos casos, los viajes se realizan gracias a los poderes mentales de los personajes, como en el libro “Una y otra vez” por Jack Finney. Y tenemos varias obras que utilizan el tema: En el libro de Paul Anderson, “ya habrá tiempo” en “La planète des singes” (El planeta de los simios) del francés Pierre Boulle – publicado en 1963 en el libro “El Tiempo Esposa del viajero “(La mujer del viajero en el tiempo) que fue publicado en 2003 por el escritor estadounidense Audrey Niffenegger, en el libro” El Fin de la Eternidad “(Eternidad End), Isaac Asimov, publicado en 1955, en la serie de libros” Caballo de Troya “(Operación Caballo de Troya), compuesto de nueve libros y escrito por JJ Benítez española, en la ciencia ficción cuento de Ray Bradbury” El sonido del trueno “(El sonido del trueno), en la ficción” Timemaster “Robert Delantero, publicado en 1992, y muchos otros.

Hoy me despido con una frase de uno de los actores de la película “Time Machine”: “Todos tenemos nuestras máquinas del tiempo Algunas nos llevan de vuelta, son llamados recuerdos Algunos nos llevan hacia adelante, se llaman sueños…” Jeremy Irons.  Bueno, espero que hayan disfrutado el post de hoy y un fuerte abrazo a todos.

Hasta el próximo post.

avatar_1422047464778  Jota Cortizo

Base da informação do post:

https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Time_Machine_(romance)

http://www.tecmundo.com.br/fisica/8137-viajar-no-tempo-e-possivel-.htm

https://jotacortizo.wordpress.com/2015/03/22/h-g-wells-volta-no-tempo-e-muitas-transformacoes-volver-en-el-tiempo-y-muchos-cambios/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Viagem_no_tempo

https://pt.wikipedia.org/wiki/La_planète_des_singes

https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Mulher_do_Viajante_do_Tempo

https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Sound_of_Thunder

https://pt.wikipedia.org/wiki/Paradoxo_temporal

http://hypescience.com/wp-content/uploads/2014/02/viagem-no-tempo.jpg

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http://www.storiediscienza.it/wp-content/uploads/2013/08/timemachine.jpg

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http://www.nerdspot.com.br/wp-content/uploads/2013/05/viagem_notempo_Tabuleiro-RGB1.jpg

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https://jotacortizo.files.wordpress.com/2015/08/73add-neutrino.jpg

Jota Cortizo

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