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O BLOG PHANTASTICUS, AGORA EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Lewis Carroll – O país das maravilhas que nos encanta há 150 anos.

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Em julho último, um dos grandes clássicos da literatura fantástica completou cento e cinquenta anos.  Isto mesmo: 150 anos.  Um século e meio encantando crianças e adultos. Quem ainda não entrou no mundo imaginário da pequena Alice? E quem não curtiu (e ainda curte) as excentricidades do “Chapeleiro Louco”, também chamado de “Chapeleiro Maluco”? E o gato de Cheshire, ou a Rainha de Copas, o coelho branco (sempre atrasado) e tantos outros incríveis personagens desta obra?

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Em 04 de julho de 1865, Lewis Carroll (pseudônimo de Charles Dodgson) entra para a galeria dos grandes mitos da literatura.  Com linhas envolventes, a obra “Alice in Wonderland” (Alice no País das Maravilhas) não é propriamente um conto de fadas. Nem poderia ser considerada (plenamente) uma obra surrealista, pois o absurdo lida com o humano. O livro se situa no campo da lógica; Carroll estabelece e adentra um universo lógico que parece ser um mistério e ter diversos caminhos para resolução.  Com um sem-número de jogos de palavras e com a desconstrução de ideias pré-estabelecidas, “Alice” traz inúmeros mistérios e muita simbologia.  A cada versão e a cada estudo envolvendo a obra, uma nova interpretação irrompe. E é exatamente esta riqueza de detalhes que faz com que o clássico continue sendo foco de teses e investigações, sempre a procura de novas perspectivas. Devemos sempre ter a consciência de que a ficção – criada por um autor – sempre será o reflexo da sociedade a que este pertence.  E como era este país das maravilhas? Um mundo povoado por criaturas inusitadas, a gama de esquisitices (e possíveis patologias) é vasta. A Rainha apresenta um quadro de narcisismo exacerbado, ausência de compaixão e de empatia, além de tendência a comportamento violento. A Lebre e o Chapeleiro, por exemplo, parecem viver um uma loucura compartilhada: têm vínculo emocional forte e comungam crenças delirantes, principalmente em relação ao tempo (ambos creem que são sempre 6 horas). A Duquesa é claramente incapaz de acolher um bebê: sacode o descontroladamente e recomenda que as crianças apanhem por espirrar, pois “obviamente” fazem isso para irritar os adultos. O Coelho Branco tem indícios de euforia e transtorno de ansiedade. O Albatroz sofre de narcolepsia. A centopeia é dependente de alucinógenos. Ufa! Que país é este?

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E a Alice? Temos muitas destas “Alices” espalhadas pelo mundo afora. Meninas racionais, ácidas nas palavras, corajosas e com muitas dúvidas na cabeça.  Meninas pressionadas pela família e/ou pela sociedade.  Meninas se transformando com a chegada da adolescência – a personagem vivencia uma série de modificações que a deixam em um estado de “não saber mais quem é”.

“Quem é você?” “Eu… eu… nem eu mesma sei, senhora, nesse momento… eu… enfim, sei quem eu era, quando me levantei hoje de manhã, mas acho que já me transformei várias vezes desde então.” (pág. 69 da edição de 1980).

Em “Alice” temos um mundo muito confuso, com identidades incertas e personagens duvidosos. E nosso querido Lewis Carroll parece fazer piada com o sistema da época: Alice usa longas palavras que ela não compreende, porque parecem importantes. Brincadeiras com palavras, humor, paródias e reversão de papéis são os ingredientes de livros infantis hoje, graças a Carroll.

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E o que (ou quem) inspirou Carroll nesta grandiosa obra? Uma menina de nome Alice Liddell foi a fonte de inspiração.  Alice Liddell nasceu em Londres a 04 de maio de 1852 e foi a segunda filha (terceiro filho) de Henry George Liddell, deão da Christ Church College, em Oxford, na Inglaterra. Em fevereiro de 1856, Henry Liddell assumiu o cargo de deão, e Charles Dodgson (Lewis Carroll), na época bibliotecária da Christ Church, conheceu Alice e encantou-se. Ela tinha apenas 10 anos de idade. Ele encontrou-a, quando ela participava numa sessão fotográfica com seu amigo Reginals Southey. Ele pode fotografá-la, com suas duas irmãs.  Alice tornou-se a maior paixão de Dodgson e fonte constante de inspiração para seus dois mais conhecidos livros. Mas a relação de um homem de 31 anos com crianças tão jovens causou estranheza. Lewis Carroll deixou de frequentar a casa da família, alimentando especulações e acusações que persistem até hoje.

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Lewis foi acusado de ser pedófilo, usuário de drogas, vítima de transtornos mentais e alucinações decorrentes de enxaqueca. Foi julgado e condenado ao sabor de cada época subsequente a dele. Muitos fatos depõem contra o escritor, como o fato de ele ter sistematicamente fotografado crianças nuas (pesquisadores apontam, por outro lado, ser esse um hábito comum naquela época, em uma espécie de culto à inocência infantil).  Outras teorias associam a imagem de Carroll ao uso do fungo ergot, fonte primária da droga alucinógena LSD, além de maconha. Mais uma vez a história faz o papel de defensora do criador de Alice – a substância psicoativa era prescrita como tratamento médico para diversos fins no século 19 e o haxixe era legalizado. Há, ainda, quem atribui os devaneios da história não à imaginação do romancista, mas a supostas enxaquecas ou crises convulsivas, cujos sintomas incluem alucinações visuais, auditivas e olfativas. Em sua defesa, ele sempre dizia que adorava crianças e se sentia muito ofendido se achassem que seu interesse era mais do que o gosto pela companhia.

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Esta proximidade entre a fantasia e a realidade, a ousadia e a loucura é que nos arrebatam.  Ter vivenciado está relação conturbada deu um toque a mais de excentricidade a obra e acabou atraindo mais leitores (e aficionados).

A obra caiu em domínio público há mais de um século e teve (e continua tendo) uma série de adaptações e versões de narrativas.  Milhares de resenhas inundam a web e, por vezes, parece estarmos falando de um dos mais recentes best sellers  a explodir no mercado literário.

Algumas adaptações da obra de Carroll:

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As diversas versões da obra, incluindo filmes, desenhos animados e peças de teatro ajudam a manter vivo o país mais misterioso e simbólico da literatura. Abaixo, segue uma série de adaptações do livro, incluindo audiobooks.

Alice in Wonderland  (Cecil Hepworth e Percy Stow 1903), filme mudo dirigido, que caiu em domínio público e está disponível na íntegra pela internet.

Alice’s Adventures in Wonderland (Edwin Stanton Porter, 1910) filme mudo

Alice no País das Maravilhas (W. W. Young, de 1915), filme mudo

Alice in Wonderland ( Lou Buninf,1949), filme stop motion

Alice in Wonderland (1951), filme de animação tradicional da Walt Disney Animation Studios, que na realidade mescla partes da história de “Alice no País das Maravilhas” com a sequência, “Alice através do Espelho”.

Alice of Wonderland in Paris, filme animado

Alice in Wonderland (or What’s a Nice Kid Like You Doing in a Place Like This?), (Hanna-Barbera, 1966) filme para televisão

Alice’s Adventures in Wonderland (William Sterling, 1972), musical britânico

Alice não mora mais aqui (Martin Scorsese, 1974)

Alice (Claude Chabrol 1977)

Fushigi no Kuni no Alice: (Nippon Animation, 1983) anime

Simplesmente Alice: (Woody Allen, 1990)

Adventures in Wonderland: (série de TV 1991-1995 TV Series), série da Disney onde Alice pode viajar para o “País das Maravilhas” através do espelho de seu banheiro.

Alice in Wonderland (filme de 1999), filme para televisão  pela SyFy

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Alice in Wonderland (2010): Filme dirigido por Tim Burton, estrelado por Johnny Depp, como o Chapeleiro Maluco e Mia Wasikowska como Alice.

Once Upon A Time In Wonderland:  Série do canal ABC onde Alice cresce e é internada em um hospício por afirmar que foi a um lugar estranho (País das Maravilhas), sendo depois salva pelo Valete de Copas e pelo Coelho Branco, que a ajudam a encontrar seu verdadeiro amor, um gênio da lâmpada chamado Cyrus.

O livro possui a continuação “Through the Looking-Glass and What Alice Found There” (Alice do Outro Lado do Espelho) que foi publicada em 1871.  Neste, a menina continua a viver forte emoções em um lugar onde tudo se torna possível graças ao poder da imaginação, do absurdo, do nonsense, da aventura sem limites…

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Professor de matemática, gago e tímido, Lewis Carroll deixou uma obra de difícil definição, que conquistou um lugar privilegiado no imaginário de várias gerações, com a fantasia e o nonsense como suas principais marcas. Carroll viveu até os 66 anos, morrendo repentinamente de pneumonia em 14 de janeiro de 1898. Sua obra já foi traduzida para 174 línguas.  Controvertido, questionado, inocente ou culpado, nada desmerece as letras que o autor nos legou.

Happy Birthday “Alice in Wonderland” – Feliz aniversário “Alice no pais das maravilhas”.

Abraços a todos e até o próximo post.

avatar_1422047464778           Jota Cortizo

Versión española: Lewis Carroll – El país de las maravillas que nos deleita hace 150 años.

En julio pasado, uno de los grandes clásicos de la literatura fantástica lo hizo ciento cincuenta años. Así es: 150 años. Un siglo y medio deleitando a niños y adultos. ¿Quién de nosotros no han entrado en el mundo imaginario de la pequeña Alice? ¿Y quién no le gusta (y todavía goza de) las excentricidades del “Sombrerero Loco”, también llamados “Sombrerero Loco”? ¿Y el gato de Cheshire y la reina de corazones, el Conejo Blanco (siempre tarde) y tantos otros personajes increíbles en este trabajo?

En el 4 de julio de 1865, Lewis Carroll (Charles Dodgson alias) se une a la galería de los grandes mitos de la literatura. Con las líneas que rodean, el libro “Alice in Wonderland” (Alicia en el País de las Maravillas) no es precisamente un cuento de hadas. Tampoco podría considerarse (totalmente) una obra surrealista, para las ofertas absurdas con el ser humano. El libro está en el campo de la lógica; Carroll establece y entra en un universo lógico que parece ser un misterio y tienen varios caminos para la resolución. Con una multitud de juegos con palabras y la deconstrucción de ideas preestablecidas, “Alice” trae numerosos misterios y mucho simbolismo. Cada versión y cada estudio de la obra, una nueva interpretación rompe. Es precisamente esta riqueza de detalle que hace el clásico sigue siendo foco de la tesis y la investigación, siempre en busca de nuevas perspectivas. Siempre debemos tener en cuenta que la ficción – creado por un autor – siempre será un reflejo de la sociedad a la que pertenece. ¿Y cómo fue este país de las maravillas? Un mundo poblado por criaturas inusuales, la gama de rarezas (y posibles patologías) es enorme. La Reina presenta un marco exacerbado narcisismo, la falta de compasión y empatía, y una tendencia a un comportamiento violento. La Liebre y el Sombrerero, por ejemplo, parecen vivir una compartieron loco: tiene fuerte vínculo emocional y comuna creencias delirantes, especialmente en relación con el tiempo (tanto creen que siempre son seis horas). La duquesa es claramente incapaz de acoger a un bebé: los batidos sin control y recomienda que los niños te pillan al estornudar, porque “obviamente” hacerlo para molestar a los adultos. El Conejo Blanco es evidencia de trastorno de euforia y ansiedad. Albatroz sufre de narcolepsia. El ciempiés depende de alucinógenos. ¡Uf! ¿Qué país es éste?

¿Y Alice? Tenemos muchos de estos “Alicias” repartidos por todo el mundo. Niñas racionales, ácidas en las palabras, valientes y llenos de dudas en la cabeza. Chicas presionados por la familia y / o la sociedad. Chicas girando con la llegada de la adolescencia – el personaje experimenta una serie de cambios que dejan en un estado de “no saber quién es más”.

“¿Quién eres tú?” “Yo … yo … aunque no sé, señora, ahora mismo … yo … bueno, yo sé quién era cuando me levanté esta mañana, pero creo que he Me volví varias veces desde entonces. “(Pág. 69 de la edición de 1980).

En “Alicia” tenemos un mundo muy confuso con identidades inciertas y personajes dudosos. Y nuestro querido Lewis Carroll parece burlarse del sistema de la época: Alice utiliza palabras largas que no entiende, porque parecen importantes. Juega con palabras, humor, parodias y cambio de roles son los ingredientes de los libros para niños hoy en día, gracias a Carroll.

¿Qué (o quién) inspirado Carroll en esta gran obra? Un nombre de niña Alice Liddell era la fuente de inspiración. Alice Liddell nació en Londres el 4 de mayo 1852 y fue la segunda hija (tercer hijo) de Henry George Liddell, decano de Christ Church College de Oxford, Inglaterra. En febrero de 1856, Henry Liddell asumió como decano y Charles Dodgson (Lewis Carroll), bibliotecario en el momento de la iglesia de Cristo, se reunió Alice y deleitó a sí mismos. Tenía sólo 10 años de edad. Lewis la conoció cuando ella participó en una sesión de fotos con su amigo Reginals Southey. Puede tomar fotografias con sus dos hermanas. Alice se convirtió en la mayor pasión de Dodgson y constante fuente de inspiración para sus dos libros más conocidos. Pero la relación de un hombre de 31 años con los niños tan jóvenes fue sorprendente. Lewis Carroll no pudo asistir a la casa de la familia, lo que alimentó las especulaciones y acusaciones persisten hoy en día.

Lewis fue acusado de ser un pedófilo, consumidor de drogas, víctima de los trastornos mentales y las alucinaciones causadas por migraña. Fue juzgado y condenado a gusto de cada momento posterior a su. Muchos hechos testifican contra el escritor, como el hecho de que él fotografió sistemáticamente niños desnudos (investigadores señalan, sin embargo, que este es un hábito común en la época, en una especie de culto a la inocencia de la infancia). Otras teorías asocian la imagen de Carroll al uso de hongo del cornezuelo de centeno, una fuente primaria de la droga alucinógena LSD y la marihuana. Una vez más, la historia es el papel de guardián del creador de Alice – la sustancia psicoactiva se prescribe como un tratamiento médico para diversos fines en el siglo 19 y el hachís fue legalizado. Hay también los que asigna los ensueños de la historia no la imaginación del novelista, pero los presuntos migrañas o convulsiones, cuyos síntomas incluyen alucinaciones visuales, auditivas y olfativas. En su defensa, él siempre dijo que amaba a los niños y se sintió muy ofendido si pensaban que su interés era más que un gusto por la empresa.

Esta proximidad entre la fantasía y la realidad, la audacia y la locura es para llevar. Han experimentado es conflictiva relación dio un toque más de la excentricidad de trabajar y terminó atraer a más lectores (y aficionados).

La obra cayó en el dominio público durante más de un siglo y tenía (y todavía tiene) una serie de adaptaciones y versiones de relatos. Miles de opiniones que inundan la web y, a veces parece que estamos hablando de uno de los últimos productos más vendidos para explotar en el mercado literario.

Algunas adaptaciones de la obra de Carroll:

Las distintas versiones de la obra, incluyendo películas, dibujos animados y juegos ayudan a mantener vivo el país más misterioso y simbólico de la literatura. A continuación se muestra una serie de adaptaciones de libros, incluyendo audiolibros.

Alicia en el país de las maravillas (Cecil Hepworth y Percy Stow 1903), dirigidas cine mudo, que ha caído en el dominio público y está disponible en su totalidad en el Internet.

Las aventuras de Alicia en el país de las maravillas (Edwin S. Porter, 1910) cine mudo

Alicia en el país de las maravillas (WW Young, 1915), película muda

Alicia en el país de las maravillas (Lou Buninf, 1949), se detiene el movimiento de la película

Alicia en el país de las maravillas (1951), película de animación tradicional de Walt Disney Animation Studios, que en realidad combina partes de la historia de “Alicia en el país de las maravillas”, con la secuela, “Alicia a través del espejo”.

Alicia de las Maravillas, en París, la película de animación

Alicia en el país de las maravillas (o ¿Qué es un buen chico como tú en un sitio como éste?) (Hanna-Barbera, 1966) película de la TV

Las aventuras de Alicia en el país de las maravillas (William Sterling, 1972), British Music

Alicia ya no vive aquí (Martin Scorsese, 1974)

Alice (Claude Chabrol 1977)

Fushigi no Kuni no Alice: (Nippon Animation, 1983) de anime

Simplemente Alice: (Woody Allen, 1990)

Aventuras en el país de las maravillas: (TV series Series de TV 1991-1995), serie de Disney, donde Alice pueden viajar al “país de las maravillas” a través del espejo de su cuarto de baño.

Alicia en el País de las Maravillas (película de 1999), película de la televisión de Syfy

Alicia en el país de las maravillas (2010): película dirigida por Tim Burton, protagonizada por Johnny Depp como el Sombrerero Loco y Mia Wasikowska como Alicia.

Once Upon A Time In Wonderland: la serie de ABC, donde Alice crece y es admitido a un hospital mental afirmando que se trataba de un lugar extraño (el país), y luego guarda la Copas Jack y el Conejo Blanco, la ayuda encontrar su verdadero amor, un genio de la lámpara llamado Ciro.

El libro tiene la secuela de “A través del espejo y lo que Alicia encontró allí” (Alice el Otro Lado del Espejo) que se publicó en 1871. En esto, la niña sigue viviendo emociones fuertes en un lugar donde todo es posible gracias al poder de la imaginación, del absurdo, absurdo, de la aventura sin límites …

Profesor de matemáticas, tartamudez y tímido, Lewis Carroll dejó una obra difícil de definir, que ganó un lugar especial en la imaginación de varias generaciones, con la fantasía y absurdo como sus principales marcas. Carroll vivió hasta los 66 años, muere repentinamente de neumonía el 14 de enero de 1898. Su obra ha sido traducida a 174 idiomas. Controvertido, cuestionado, inocente o culpable, nada desacreditar las cartas que el autor nos ha dado.

Feliz cumpleaños “Alice in Wonderland” – feliz cumpleaños “Alicia en el país de las maravillas”.

Abrazos a todos y hasta el próximo post.

Base da informação do post:

https://jotacortizo.wordpress.com/2015/04/21/lewis-carroll-o-eterno-que-pode-durar-um-segundo-el-eterno-que-puede-durar-solo-un-segundo/

http://time.com/3932222/alice-in-wonderland-broadway/

http://www.contandohistoria.com/alice_no_pais_das_maravilhas.htm

http://linklivros-site.blogspot.com.br/2015/08/um-seculo-e-meio-de-alice-criacao-de.html

https://pt.wikipedia.org/wiki/Alice_no_Pa%C3%ADs_das_Maravilhas

http://pensador.uol.com.br/frases_alice_no_pais_das_maravilhas/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Through_the_Looking-Glass

https://pt.wikipedia.org/wiki/Alice_Liddell

http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/loucuras_e_maravilhas_para_alice.html

https://timetravellerblog.files.wordpress.com/2007/08/lewis-carroll-article-english-3.jpg

http://vignette1.wikia.nocookie.net/lostpedia/images/a/a8/Alice.jpg/revision/latest?cb=20080811153310&path-prefix=es

http://www.revistadacultura.com.br/Libraries/Ler_para_Saber/alice_meio2.sflb.ashx

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2015/06/14/internas_viver,580995/alice-entre-o-ceu-e-o-inferno-e-as-muitas-idas-ao-pais-das-maravilhas.shtml

http://www.cartafundamental.com.br/single/show/373/os-150-anos-de-alice-no-pais-das-maravilhas

https://theredvintage.files.wordpress.com/2013/01/video-games-alice-alice-madness-returns-hd-wallpapers.jpg

http://socialnarguile.com.br/wp-content/uploads/2012/02/tumblr_lx4u8dVggU1qfpsaco1_500.jpg

http://www.culturamix.com/wp-content/gallery/alice-no-pais-das-maravilhas-2010/alice-no-pais-das-maravilhas-2010-5.jpg

http://www.lewiscarroll.org/

https://lechatdanstousesetats.files.wordpress.com/2014/01/lewis_carroll.jpg

http://www.alice150.com/

Jota Cortizo

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