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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A Continuação de Seres Fantásticos

Já falamos aqui no blog, de dragões, de sereias, de elfos, de centauros, das fadas, do Goblins, dos Duendes, dos Ogros, dos Anões, dos Kobolds e das Nixies.  Se quiser relembrar, seguem os links (gosto de rele-los frequentemente):

(https://wordpress.com/post/jotacortizo.wordpress.com/67)

(https://jotacortizo.wordpress.com/2015/05/17/a-literatura-fantastica-e-seus-seres-extraordinarios-la-literatura-fantastica-y-sus-seres-extraordinarios/)

(https://jotacortizo.wordpress.com/2015/07/04/as-criaturas-magicas-da-literatura-fantastica-las-criaturas-magicas-de-la-literatura-fantastica/)

Hoje, vamos viajar no fantástico e explorar alguns seres que se ou nos envolve com o fogo.  Fora os dragões, podemos iniciar com a maravilhosa e esplêndida fênix.

Fenix 0

E um pássaro da mitologia grega que, quando morria, entrava em autocombustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas. Outra característica da fênix é sua força que a faz transportar em voo cargas muito pesadas, havendo lendas nas quais chega a carregar elefantes. Podendo se transformar em uma ave de fogo.  Teria penas brilhantes, douradas, e vermelho-arroxeadas, e seria do mesmo tamanho ou maior do que uma águia. Segundo alguns escritores gregos, a fênix vivia exatamente quinhentos anos. Outros acreditavam que seu ciclo de vida era de 97 200 anos. No final de cada ciclo de vida, a fênix queimava-se numa pira funerária. A vida longa da fênix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual.

A crença na ave lendária que renasce das próprias cinzas existiu em vários povos da Antiguidade como gregos, egípcios e chineses. Em todas as mitologias o significado é preservado: a perpetuação, a ressurreição, a esperança que nunca têm fim.  Para os gregos, a fênix por vezes estava ligada ao deus Hermes e é representada em muitos templos antigos. Há um paralelo da fênix com o Sol, que morre todos os dias no horizonte para renascer no dia seguinte, tornando-se o eterno símbolo da morte e do renascimento da natureza.  Os egípcios a tinham por “Bennu” e estava relacionada a estrela “Sótis”, ou estrela de cinco pontas, estrela flamejante, que é pintada ao seu lado.  Na China antiga a fênix foi representada como uma ave maravilhosa e transformada em símbolo da felicidade, da virtude, da força, da liberdade, e da inteligência. Na sua plumagem, brilham as cinco cores sagradas: Púrpura, azul, vermelha, branco e dourado.

A ave tem toda uma representatividade.  No início da era Cristã esta ave fabulosa foi símbolo do renascimento e da ressurreição. Neste sentido, ela simboliza o Cristo ou o Iniciado, recebendo uma segunda vida, em troca daquela que sacrificou.  A bandeira da cidade de São Francisco mostra uma fênix, acreditado de estar um símbolo de renovação depois o sismo que devastou a cidade em 1906. A bandeira e o selo da cidade de Atlanta mostram uma fênix também.  No Acidente na mina San José em 2010, a cápsula que estava retirando um por um dos 33 mineiros foi chamada de Fênix, porque o resgate deles a uma profundidade muito funda de terra lembra a ressurreição da ave mítica das cinzas.

Na literatura fantástica, encontramos a fênix na série “As Crônicas de Nárnia” (The Magician’s Nephew – O Sobrinho do Mago) de C. S. Lewis; Na série Harry Potter de J. K. Rowling temos Fawkes, ave de estimação de Alvo Dumbledore, além de dar nome a ordem que combate Voldemort e seus seguidores; No romance de Terry Pratchett “Carpe Jugulum”, a busca da Phoenix constitui uma trama lado importante (Carpe Jugulum é um romance de fantasia em quadrinhos por Terry Pratchett, o vigésimo terceiro da série Discworld)

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Curiosidade: Duas penas de uma mesma fênix foram usadas para a fabricação das varinhas de Harry Potter e Lord Voldemort.

Depois da brilhante fênix, falaremos das árvores fantásticas.  Surpreso! Sim, as árvores da literatura fantástica não são meros vegetais de tronco lenhoso cujos ramos só saem a certa altura do solo.

Arvore 0

Temos as Árvores Coração (represeiro) que retratam um rosto para que os velhos deuses possam testemunhar eventos importantes através de seus olhos, encontramos estas árvores em “As Crônicas de Gelo e Fogo”, no brilhante trabalho de George RR Martin.

Curiosidade: O represeiro é uma espécie de árvore decídua encontrada por toda Westeros. As folhas de cinco pontas e a seiva dos represeiros são vermelho-sangue, enquanto a casca e a madeira são brancas. A maioria dos represeiros possuem faces esculpidas em seus troncos. Estas foram feitas pelos Filhos da Floresta em dias remotos, e agora são feitas pelos selvagens e outros descendentes dos Primeiros Homens. Em alguns casos, a seiva pode se acumular, dando às árvores olhos vermelhos. Sabe-se até que elas podem gotejar a seiva, como se as árvores estivessem chorando.

Arvore 1

Na obra de J. R. R. Tolkien, temos uma raça que foi criada por Yavanna uma Valar criadora de todos os animais e árvores, que para protegê-los criou os Ents, sendo está uma das raças de Arda mais antigas, até que os Elfos . Em “O Senhor dos Anéis”, é Barbárvore o Ent de maior destaque por ser o mais velho e mais sábio de todos os Ents vivos.

Arvore 2

Outra árvore famosa, o Salgueiro Lutador de J.K.  Rowling da saga “Harry Potter”, não fala e não temos como saber se tem consciência para que realmente possamos dizer que é um ser “mau”. O Salgueiro Lutador reage violentamente a qualquer um ou qualquer coisa que fique ao alcance de seus ramos, usados para bater nos invasores sem um sentido claro. A sua natureza brutal é aproveitada para trabalhar como um disfarce naturalista.  Ele foi plantado quando Dumbledore tornou-se diretor da escola, com propósito de ajudar o jovem Remus John Lupin (que fora mordido e transformado em lobisomem) a transformar-se, em todas as luas cheias, sem que oferecesse perigo a nenhum dos outros alunos.

Grifo 4

E por último, temos o Grifo.  Eles são definidos como criaturas lendárias, com as seguintes características: Seres alados; Possuem um corpo de leão, a cabeça de uma águia, têm o dorso coberto de penas, com patas enormes.  Fazia seu ninho em bolcacas e punha ovos de ouro sobre ninhos também de ouro. Outros ovos são frequentemente descritos como sendo de ágata.  Os grifos são inimigos mortais dos basiliscos.

Grifo 2

Curiosidade: Em casos raros de cruzamento com éguas, o “fruto” é uma criatura fantástica chamada de Hipogrifo.  É um animal muito parecido com um grifo (principalmente em sua personalidade temperamental e extremamente fácil de irritar.), mas que possui uma cauda e cascos equinos.

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O Grifo simboliza um signo zodiacal, devido ao senso de justiça apurado, o fato de valorizar as artes e a inteligência, e o fato de dominar os céus e o ar, simboliza o signo de Libra, a chamada balança. É, ao mesmo tempo, o rei das aves e o senhor do ar e rei das feras e o senhor da terra. O corpo do grifo associa a velocidade, o vôo e a aguçada visão da águia à força, a coragem e a majestade do leão. A força do leão e a sabedoria da águia, reunidas no grifo, simbolizavam a sabedoria e a força de Deus. Águia como vento e Leão como fogo.

Grifo 1

E onde os Grifos aparecem na literatura fantástica? No universo de J. K. Rowling em momento algum é citado um grifo. Mas quem é traçado em suas linhas é o Hipogrifo Bicuço (lembre-se que explicamos a origem do Hipogrifo algumas linhas atrás). Ele é quem ajuda na fuga de Sirus Black e que se torna um amigo próximo do mesmo, entrando em depressão após a morte deste.

Grifo 3

Em “As crônicas dos Kane” de Rick Riordan, o Grifo aparece em sua versão da mitologia egípcia (asas saindo do quadril) logo no começo do segundo livro e sua aparição é pequena, onde é apenas citada sua ligação com Hórus e é mostrado o quanto o animal é poderoso ao destruir uma maldição, quase sozinho.  Temos, também, um livro infantil – de poucas páginas, mas muita emoção – “O Menino e o Grifo” do autor carioca Luiz Antonio Aguiar.  Nesse livro iremos conhecer o Menino, ele mora em uma caverna desde sempre e a única coisa que conhece na vida é isso, pois ele nunca saiu de lá para conhecer outros lugares.  Para ele a caverna era o lugar ideal, pois lá é que se sente seguro.  E temos o Grifo, tido como um monstro das histórias antigas, ele é o melhor (e único) amigo do Menino, e está sempre próximo para ver como ele está.  O Grifo vive para matar os basiliscos e não gosta muito de conversar, já o Menino gosta muito de falar e sempre pergunta para seu amigo como são as coisas lá fora da caverna.  Daí segue o pequeno livro.  Aborda o medo e a insegurança, mas também, a lealdade e a amizade.

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Jota Cortizo

Versión española: La Continuación de los Seres Fantásticos

Ya hemos hablado aquí en el blog, dragones, sirenas, duendes, centauros, hadas, los duendes, duende, los ogros, enanos, Kobold y Nixies. Si quieres recordar, seguir los enlaces (como los transmiten a menudo):

(https://wordpress.com/post/jotacortizo.wordpress.com/67)

(https://jotacortizo.wordpress.com/2015/05/17/a-literatura-fantastica-e-seus-seres-extraordinarios-la-literatura-fantastica-y-sus-seres-extraordinarios/)

(https://jotacortizo.wordpress.com/2015/07/04/as-criaturas-magicas-da-literatura-fantastica-las-criaturas-magicas-de-la-literatura-fantastica/

Hoy en día, vamos de viaje y explorar algunos seres fantásticos que nos rodea o con fuego. Fuera de los dragones, podemos comenzar con el Phoenix maravillosa y espléndida. Y un pájaro mitología griega, cuando murió, entró autocombustão y después de un tiempo, renace de sus cenizas. Otra característica de la Phoenix es una fuerza que no llevan cargas muy pesadas en vuelo, con leyendas en las que viene elefantes de carga. Puede convertirse en un pájaro de fuego. Tiene plumas brillantes, oro y rojo púrpura, y sería el mismo tamaño o más grande que un águila. Según algunos autores griegos, el Fénix vivía exactamente quinientos años. Otros creían que su ciclo de vida era de 97.200 años. Al final de cada ciclo de la vida, el Fénix se quemó en una pira funeraria. La vida larga Phoenix y su renacimiento dramático de las cenizas lo transformaron en un símbolo de la inmortalidad y renacimiento espiritual.

La creencia en la legendaria ave que renace de sus cenizas existía en varios pueblos antiguos como los griegos, egipcios y chinos. En todas las mitologías que significa que se conserva: la perpetuación, la resurrección, la esperanza de que nunca tienen fin. Para los griegos, el fénix era a veces ligado al dios Hermes y está representado en muchos templos antiguos. Hay un paralelo del Fénix con el Sol, que muere todos los días en el horizonte para renacer al día siguiente, convirtiéndose en el símbolo eterno de la muerte y el renacimiento de la naturaleza. Los egipcios tenían la “Bennu” y se relacionó con la estrella “Sothis”, o una estrella de cinco puntas, estrella flamígera, que está pintado al lado de ella. En la antigua China, el Phoenix se representa como un pájaro hermoso y transformado en un símbolo de la felicidad, la virtud, la fuerza, la libertad y la inteligencia. En su plumaje, brillar los cinco colores sagrados: púrpura, azul, rojo, blanco y oro.

El pájaro tiene una representación entera. Al comienzo de la era cristiana este fabuloso pájaro era símbolo de renacimiento y resurrección. En este sentido, se simboliza a Cristo o el Iniciado, tener una segunda vida a cambio de que se sacrificaron. La bandera de la ciudad de San Francisco muestra una Phoenix, cree que es un símbolo de la renovación después del terremoto que asoló la ciudad en 1906. La bandera y el escudo de la ciudad de Atlanta muestra una Phoenix también. En el accidente en la mina San José, en 2010, la cápsula estaba quitando uno por uno a los 33 mineros fue llamado Phoenix, debido a su rescate a un nivel muy profundo profundidad de tierra recuerda la resurrección de la mítica ave de las cenizas.

En la literatura fantástica, nos encontramos con el Phoenix en la serie “Las Crónicas de Narnia” (El sobrino del mago – El sobrino del mago) de C. S. Lewis; En la serie de Harry Potter de J. K. Rowling tiene Fawkes, aves de compañía Albus Dumbledore, y para nombrar la orden de combatir a Voldemort y sus seguidores; La novela de Terry Pratchett “Carpe Jugulum”, la búsqueda de Phoenix es un importante marco lateral (Carpe Jugulum es una novela de fantasía de Terry Pratchett cómica, el vigésimo tercero de la serie Mundodisco)

La curiosidad: Dos plumas de la misma Phoenix fueron utilizados para la fabricación de varitas de Harry Potter y Lord Voldemort.

Después de la Phoenix brillante, hablar de árboles fantásticos. Sorprendido! Sí, los árboles de la literatura fantástica no son mera tronco leñoso vegetal cuyas ramas sólo salen de la altura desde el suelo. Tenemos los árboles del corazón (raraleña) interpretando a un cara a los viejos dioses para presenciar los eventos importantes a través de sus ojos, nos encontramos con estos árboles en “Canción de Hielo y Fuego”, la genial obra de George RR Martin.

Curiosidad: El raraleña es una especie de árbol de hoja caduca se encuentra en todo Poniente. Las hojas de cinco puntas y la savia de arcianos son de color rojo sangre, mientras que la corteza y la madera son de color blanco. La mayoría de arcianos tienen caras talladas en sus troncos. Éstos fueron hechos por los niños del bosque en los primeros días, y ahora se hacen por Wild y otros descendientes de los primeros hombres. En algunos casos, el jugo se puede acumular, dando a los árboles de los ojos rojos. Se sabe hasta que puedan gotear savia, como si los árboles estaban llorando.

En la obra de J. R. R. Tolkien, tenemos una carrera que fue creado por Yavanna un creador Valar de todos los animales y los árboles que protegen a los creó los Ents, siendo una de las razas más antiguas Arda hasta los Elfos. En “El señor de los anillos” es Bárbol el Ent siendo más prominente el más viejo y más sabio de todos los Ents viven.

Otro famoso árbol, el Sauce Boxeador de la saga de JK Rowling “Harry Potter”, que no parecen ser y no sé si consciente para que podamos realmente decir que es una “mala”. El Sauce Boxeador reacciona violentamente a cualquier persona o cualquier cosa que se pone al alcance de sus ramas, que se utiliza para golpear a los invasores sin una dirección clara. Su naturaleza brutal se aprovecha para trabajar como un disfraz naturalista. Fue plantado cuando Dumbledore se convirtió en director de la escuela, con el propósito de ayudar a los jóvenes Remus John Lupin (que había sido mordido y transformado en un hombre lobo) para convertirse, en todas las lunas llenas y sin peligro de que se ofrece a cualquiera de los otros estudiantes .

Por último, tenemos el Grifo. Se definen como las criaturas legendarias, con las siguientes características: los seres alados; Haga que el cuerpo de un león, la cabeza de un águila, han cubierto la parte posterior de plumas, con enormes patas. Hecho su nido en bolcacas y poner huevos de oro en los nidos de oro. Otros huevos se describen a menudo como ágata. Los grifos son enemigos mortales de sumadores.

Curiosidad: En casos raros que cruzan con yeguas, el “fruto” es una criatura fantástica llamada Hipogrifo. Es muy parecido a los animales con un grifo (sobre todo en su temperamental y muy fácil de irritar la personalidad.), Pero tiene una cola y cascos de los caballos.

El grifo simboliza un signo zodiacal, debido al sentido de justicia determinado, el hecho de valorar las artes y la inteligencia, y el hecho de dominar los cielos y el aire, que simboliza el signo de Libra, la balanza de llamadas. Es, al mismo tiempo, el rey de los pájaros y el señor de aire y el rey de los animales y el señor de la tierra. El cuerpo de Griffin combina velocidad, vuelo y con ganas de vista el águila a la fuerza, el valor y la majestad del león. La fuerza del león y el águila de la sabiduría, se reunieron en Griffin, simbolizan la sabiduría y el poder de Dios. Águila como el viento y León como el fuego.

Y donde los Griffin aparecen en la literatura fantástica? En el universo de J. K. Rowling, en cualquier momento se cita un grifo. Pero, ¿quién está dibujada en sus líneas es el hipogrifo Buckbeak (recordemos que explican el origen de las pocas líneas Hippogriff atrás). Él es el que ayuda a la fuga de Sirius Negro y se convierte en un amigo cercano de ella, entrando en la depresión después de su muerte. En “Las crónicas de Kane” de Rick Riordan, el Grifo aparece en su versión de la mitología egipcia (ala de la cadera) al principio del segundo libro y su aspecto es pequeña, que sólo se mencionó su relación con Horus y se muestra como el animal es capaz de destruir una maldición, casi solo. También tenemos un libro para niños – unas pocas páginas, pero mucha emoción – “El niño y el Grifo” carioca autor Luiz Antonio Aguiar. En este libro nos encontramos con Boy, que vive en una cueva para siempre y lo único que saben es que en la vida, porque nunca llegó a reunirse en otro lugar. Para él, la cueva era el lugar ideal, ya que no es que se sienten seguros. Y tenemos el Grifo, considerado un monstruo de viejas historias, es el mejor amigo (y único) del niño y siempre está cerca para ver cómo es. El Griffin vive para matar al basilisco y no le gusta hablar porque el niño le encanta hablar y siempre pregunte a su amigo cómo las cosas están fuera de la cueva. De ahí sigue el librito. Se aborda el miedo y la inseguridad, sino también la lealtad y la amistad.

Les gustó el post de hoy? Lee y deja tu comentario. Hasta la próxima.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

https://www.valinor.com.br/8488

https://pt.wikipedia.org/wiki/Fenix

https://carva1.wordpress.com/mitologia-fenix-e-outras/

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https://literaturaemartes.wordpress.com/2015/05/29/fenix/

https://en.wikipedia.org/wiki/Phoenix_(mythology)#/media/File:Phoenix-Fabelwesen.jpg

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https://pt.wikipedia.org/wiki/árvore

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http://www.superpagina.com.br/paginas/abstratas/explosao_de_cores_2.jpg

http://www.estudopratico.com.br/grifos-mitologia-grega/

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https://literaturaemartes.wordpress.com/2015/05/29/grifo/

http://brunnospage.blogspot.com.br/2006/10/grifo-griffin-grypho.html

https://jotacortizo.files.wordpress.com/2016/07/bef47-hh.png

http://vignette4.wikia.nocookie.net/acampamentomeiosangue/images/a/aa/Cronicas-irmaos-kane.jpg/revision/latest?cb=20140113075225&path-prefix=pt

https://mestredasresenhas.wordpress.com/2012/02/page/3/

http://www.luizantonioaguiar.com.br/

http://srtabookaholic.blogspot.com.br/2016/05/cantinho-infantil-o-menino-e-o-grifo.html

https://aldineisampaio.files.wordpress.com/2015/11/amondagar.jpg

https://images.pottermore.com/bxd3o8b291gf/4NddknTkV2MEIqYu0YumKq/e224d919ec2a3f05bd2e6ce354c0cc65/covers_all.jpg

http://i.imgur.com/PjuA4ZF.jpg

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