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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A mitologia se funde a LitFan com seus seres mágicos e fantásticos.

Em alguns dos posts do PHANTASTICUS, já falamos sobre dragões, fênix, árvores mágicas, grifos, elfos, fadas, duendes, trolls, ogros, kobolds, nixies, sereias e tritões e centauros.

https://jotacortizo.wordpress.com/2016/07/03/a-continuacao-de-seres-fantasticos-la-continuacion-de-los-seres-fantasticos/

https://jotacortizo.wordpress.com/2015/07/04/as-criaturas-magicas-da-literatura-fantastica-las-criaturas-magicas-de-la-literatura-fantastica/

https://jotacortizo.wordpress.com/2015/05/17/a-literatura-fantastica-e-seus-seres-extraordinarios-la-literatura-fantastica-y-sus-seres-extraordinarios/

No post de hoje, vamos explorar outros seres maravilhosos e intrigantes, que a LitFan foi buscar na mitologia.  E para começar, vamos falar sobre um ser aterrorizante ser.  E com vocês…. O Minotauro.

Minotauros (touro de Minos) são enormes humanoides com cabeça e a cauda de touro, em um corpo de homem muito forte e musculoso.  É uma figura mitológica criada na Grécia Antiga. Este personagem povoou o imaginário dos gregos, levando medo e terror. De acordo com o mito, a criatura habitava um labirinto na Ilha de Creta que era governada pelo rei Minos.

Conta o mito que ele nasceu em função de um desrespeito de seu pai ao deus dos mares, Poseidon. O rei Minos, antes de tornar-se rei de Creta, havia feito um pedido ao deus para que ele se tornasse o rei. Poseidon aceita o pedido, porém pede em troca que Minos sacrificasse, em sua homenagem, um lindo touro branco que sairia do mar. Ao receber o animal, o rei ficou tão impressionado com sua beleza que resolveu sacrificar outro touro em seu lugar, esperando que o deus não percebesse.  Muito bravo com a atitude do rei, Poseidon resolve castigar o mortal. Faz com que a esposa de Minos, Pasífae, se apaixonasse pelo touro. Isso não só aconteceu como também ela acabou ficando grávida do animal. Nasceu desta união Astérion, o Minotauro. Desesperado e com muito medo, Minos solicitou a Dédalos que este construísse um labirinto gigante para prender a criatura. O labirinto foi construído no subsolo do palácio de Minos, na cidade de Cnossos, em Creta.

Após vencer e dominar, numa guerra, os atenienses, que haviam matado Androceu (filho de Minos), o rei de Creta ordenou que fossem enviados todo ano sete rapazes e sete moças de Atenas para serem devorados pelo Minotauro.  Após o terceiro ano de sacrifícios, o herói grego Teseu resolve apresentar-se voluntariamente para ir à Creta matar o Minotauro. Ao chegar à ilha, Ariadne (filha do rei Minos) apaixona-se pelo herói grego e resolve ajudá-lo, entregando-lhe um novelo de lã para que Teseu pudesse marcar o caminho na entrada e não se perder no grandioso e perigoso labirinto. Tomando todo cuidado, Teseu escondeu-se entre as paredes do labirinto e atacou o monstro de surpresa. Usou uma espada mágica, que havia ganhado de presente de Ariadne, colocando fim aquela terrível criatura. O herói ajudou a salvar outros atenienses que ainda estavam vivos dentro do labirinto. Saíram do local seguindo o caminho deixado pelo novelo de lã..

Fora do mito grego, sabemos que a natureza de um minotauro é mais próxima da de um animal do que de um homem; eles são menos inteligentes do que os seres humanos, mas seus sentidos são mais apurados. Eles têm um olfato altamente desenvolvido e também são seres muito astutos.  São sempre do sexo masculino e reproduzem com mulheres humanas. Sua média de vida é de cerca de 200 anos. Sua alimentação é carnívora e tem preferência por carne humana.

Nosso querido Monteiro Lobato incluiu este ser esplêndido em seu livro “O Minotauro”.  Nele relata as aventuras dos netos de Dona Benta na Grécia Antiga.  Temos, também, o espanhol Gabriel Garcia de Oro com seu “Minotauro – A Batalha do Labirinto” que relata a volta da raça de minotauros após uma grande guerra com os humanos.

Quantas vezes você já ouviu falar de aves perigosas.  O próximo ser mágico é a Hárpia, talvez uma das mais perigosas que já vimos.  As harpias são criaturas da mitologia grega, frequentemente representadas como aves de rapina, tais como abutres, da cintura para baixo e humana – praticamente sempre de mulher – da cintura para cima. A única exceção são seus braços que são uma união de asas com braços humanos com grandes garras afiadas nas pontas onde ficariam os seus dedos. Na história de Jasão, as harpias foram enviadas para punir o cego rei trácio Fineu, roubando-lhe a comida em todas as refeições. Os argonautas Zetes e Calais, filhos de Bóreas e Orítia, libertaram Fineu das hárpias, que, em agradecimento, mostrou a Jasão e os argonautas o caminho para passar pelas Simplégades. Eneias e seus companheiros, depois da queda de Troia, na viagem em direção à Itália, pararam na ilha das Harpias; mataram animais dos rebanhos delas, as atacaram quando elas roubaram as carnes, e ouviram de uma das Harpias terríveis profecias a respeito do restante de sua viagem.

Sua linguagem é baseada em um tipo de grito e cacarejo, muito desagradável. No entanto, as harpias pode cantar, com a graça suficiente, um canto mágico capaz de enfeitiçar quem quiser ouvir, especialmente humanos e semi-humanos. Elas usam esta canção quando estão presas ou quando querem atrair viajantes ocasionais para seu covil.

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Na LitFan temos um harpia que foge a está descrição.  É Ella, uma hárpia livre – que foi uma das harpias amaldiçoadas por Júpiter para comer apenas a comida de Fineu – e que mantém um relacionamento amoroso com Tyson (um ciclope, filho de Poseidon e meio-irmão de Percy Jackson).  A harpia Ella aparece pela primeira vez no livro “The Son of Neptune” (O Filho de Netuno) escrito por Rick Riordan, sendo uma das harpias amaldiçoadas por Fineu. A harpia é resgatada por Hazel, Frank e Percy e parte junto com eles para o resto da missão. Ella demonstra gostar muito de ler livros e tem a habilidade de gravar tudo que lê e recitar a partir do assunto em que as pessoas falam.  Temos, também, a participação das aves/mulheres no livro escrito pelo brasileiro Eduardo Spohr, “A batalha do Apocalipse”, que mostra duas querubins serventes de Miguel que são conhecidas como as “Rapinas” mas que também são chamadas ao longo da história de “Harpias”.

Para fechar o post, vamos falar sobre um dos seres mitológicos mais admirados.  O unicórnio.

Unicórnio é um animal mitológico que tem a forma de um cavalo, geralmente branco, com um único chifre em espiral. O nome “unicórnio” deriva do latino unicornis: do prefixo uni- e do substantivo cornu, “um só chifre”. Sua imagem está associada à pureza e à força. Segundo as narrativas são seres dóceis; porém são as mulheres virgens que têm mais facilidade para tocá-los.  Considerado um equino fabuloso benéfico, com um grande corno na cabeça, o unicórnio entra nos bestiários em associação à virgindade, já que o mito compreende que o único ser capaz de domar um unicórnio é uma donzela pura.

Acredita-se ser imortal, mas possivelmente pelo fato de que sua média de vida ser de mais de 1000 anos gerando estas interpretações de imortalidade. Sua longevidade é devido à mágica do seu chifre, o que os apresenta sempre com uma aparência jovem.

O unicórnio tem uma resistência a magia; É imune aos feitiços, as conjurações de morte e a veneno. Seu chifre mágico detecta veneno e cura ferimentos com um simples toque. Além disso, a sua magia lhes permite teleportar, se sentir a necessidade de fugir do perigo.  Permite pouco contato, exceto de donzelas de coração puro – humanas ou elfas.  Este fato tem sido explorado pelos vilões para captura-los. Uma vez que o unicórnio pode ser tocado, ele se torna uma montaria fiel e que protegerá seu cavaleiro até com sua própria vida.

O unicórnio tem sido uma presença frequente na literatura fantástica, surgindo em obras de Lewis Carroll, C.S. Lewis e Peter S. Beagle. Anteriormente, na sua novela A Princesa de Babilônia, Voltaire inclui um unicórnio como montaria do herói Amazan.

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Modernamente, na obra de J.K. Rowling, a série Harry Potter, o sangue do unicórnio era necessário para Voldemort manter-se vivo, porém o ato de matar uma criatura tão pura para beber-lhe o sangue dava ao praticante de tal ação apenas uma semi-vida – uma vida amaldiçoada. No livro diz-se que o unicórnio bebê é dourado, adolescente prateado e adulto branco-puro. Também é interessante observar, ainda na obra de Rowling, que a varinha do personagem Ronald Weasley possui o núcleo de pelo de unicórnio.

O que acharam? Demais!!

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Curiosidade histórica: O unicórnio faz parte de um dos mais importantes símbolos do Reino Unido. Ele e mais o leão são o suporte heráldico que aparecem no Real brasão de armas do Reino Unido. O leão representa a Inglaterra e o unicórnio a Escócia. Eles também são utilizados no brasão de armas do Canadá, desde 1921.

E aí, gostou do post de hoje? Leia e deixe seu comentário. Se preferir deixe uma sugestão. Até o próximo post.

Avatar Jota Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: La mitología se funde LitFan con sus seres mágicos y fantásticos.

¿ En algunos de los posts de PHANTASTICUS, hablamos de dragones, aves fénix, árboles mágicos, grifos, duendes, hadas, elfos, trolls, ogros, kobolds, nixies, sirenas y tritones y centauros.

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En el post de hoy, vamos a explorar otros seres maravillosos e intrigantes que LitFan fue a buscar en la mitología. Y para empezar, vamos a hablar de un ser ser aterradora. Y con ustedes …. El Minotauro.

Minotauros (Minos toro) son enormes humanoides con cabeza de toro y la cola en el cuerpo de un hombre muy fuerte y musculoso. Es una figura mitológica creada en la antigua Grecia. Este personaje ha poblado la imaginación de los griegos, con lo que el miedo y el terror. Según el mito, la criatura vivía en un laberinto en la isla de Creta que fue gobernado por el rey Minos.

Cuenta el mito que nació debido a un descuido de su padre al dios de los mares, Poseidón. Rey Minos, antes de convertirse en rey de Creta, había hecho una petición a Dios para que se convierta en rey. Poseidón acepta la solicitud, pero pidió a cambio que Minos sacrificó en su honor, un hermoso toro blanco que salir del mar. Al recibir el animal, el rey quedó tan impresionado por su belleza que decidió sacrificar otro toro en su lugar, con la esperanza de que Dios no iba a ver. Muy enojado con la actitud del rey, Poseidón decide castigar a los mortales. Hace que la esposa de Minos, Pasifae, se enamorara por el toro. Esto no sólo ocurrió, ya que también terminó recibiendo animal preñado. Fruto de esta unión Asterión, el Minotauro. Desesperada y muy asustado, Minos pidió a Dédalo esta construcción de un laberinto gigante para atrapar a la criatura. El laberinto fue construido en el sótano del palacio de Minos en la ciudad de Cnosos en Creta.

Después de ganar y dominar en una guerra, los atenienses, que había matado Androceo (hijo de Minos), el rey de Creta les ordenó que se enviarán todos los años siete niños y siete niñas de Atenas para ser devorados por el Minotauro. Después del tercer año de sacrificios, el héroe griego Teseo decide ser voluntario para ir a Creta para matar al Minotauro. Al llegar a la isla, Ariadna (hija del rey Minos) cae en el amor con el héroe griego y decide ayudarle, dándole un ovillo de lana para que Teseo podría marcar el camino a la entrada y no perderse en la gran y peligroso laberinto. Teniendo mucho cuidado, Teseo se ocultó dentro de las paredes del laberinto y atacó al monstruo sorpresa. Él utilizó una espada mágica, que había ganado regalo Ariadna, poniendo fin a la terrible criatura. El héroe ayudó a salvar a otros atenienses que seguían con vida en el interior del laberinto. Dejaron el lugar siguiendo el camino de la izquierda por la bola de lana ..

Fuera del mito griego, sabemos que la naturaleza de un minotauro es más cercano al de un animal que a un hombre; que son menos inteligentes que los humanos, pero sus sentidos son más partidarios. Tienen un sentido del olfato muy desarrollado y también son seres muy astutos. Siempre son masculinos y se reproducen con mujeres humanas. Su esperanza de vida media es de unos 200 años. Su alimentación es carnívora y prefiere la carne humana.

El brasileño Monteiro Lobato incluyó este espléndido en su libro “El Minotauro”. Narra las aventuras de los nietos de “Dona Benta en la antigua Grecia. También tenemos el español Gabriel García de Oro con su “Minotauro – La batalla del laberinto”, que relata el regreso de la carrera minotauro después de una gran guerra con los humanos.

¿Cuántas veces has oído hablar de las aves peligrosas. El siguiente es el ser mágico Arpía, quizás uno de los más peligrosos que hemos visto nunca. Las Arpías son criaturas de la mitología griega, a menudo representados como las aves rapaces como buitres, de cintura para abajo y humana – casi siempre mujeres – desde la cintura para arriba. La única excepción es que sus brazos son una unión de las alas con los brazos humanos con grandes garras afiladas en los extremos ¿A donde sus dedos. En la historia de Jason, fueron enviados a las arpías para castigar al rey tracio ciego Fineo, el robo de su comida en cada comida. Los argonautas Zetes y Calais, hijos de Bóreas y Orithyia, liberado Fineo de arpías, que, en agradecimiento, mostraron Jason y los argonautas la manera de pasar el Simplégades. Eneas y sus compañeros, después de la caída de Troya, el viaje hacia Italia, se detuvieron en la isla de las Arpías; animales muertos de sus rebaños, los atacaron cuando robaron la carne, y escucharon de las arpías profecías terribles sobre el resto de su viaje.

Su lenguaje se basa en una especie de grito y carcajada, muy desagradable. Sin embargo, las arpías pueden cantar, con bastante gracia, un rincón mágico capaz de encantar a cualquier persona que escuche, especialmente humanos y semi-humana. Utilizan esta canción cuando son detenidos o cuando quieren atraer a viajeros ocasionales a su guarida.

En LitFan tenemos una arpía que elude la descripción es. Ella es una arpía libre – que fue una de las arpías maldecidos por Júpiter para comer sólo alimentos Fineo – y mantiene una relación de amor con Tyson (un cíclope, hijo de Poseidón y un medio hermano de Percy Jackson). Ella harpía aparece por primera vez en el libro “El Hijo de Neptuno” (El Hijo de Neptuno), escrito por Rick Riordan, una de las arpías maldecidos por Fineo. La harpía es rescatado por Hazel, Frank y Percy y parte con ellos para el resto de la misión. Ella demuestra muy aficionado a la lectura de libros y tiene la capacidad de grabar todo lo que lee y recita de la materia en la que la gente habla. También contamos con la participación de los pájaros / mujeres en el libro escrito por el brasileño Eduardo Spohr, “La batalla Apocalypse”, que muestra a dos celadores querubines Miguel que son conocidos como los “Presas”, sino que también se llaman a lo largo de la historia de “arpías”.

Para cerrar el post, vamos a hablar de uno de los seres mitológicos más admirados. El unicornio.

Unicorn es un animal mitológico que tiene la forma de un caballo, generalmente de color blanco con un único cuerno en espiral. El nombre de “unicornio” procede de las Unicornis Latina: el prefijo uni y sustantivo Cornu, “uno de los cuernos”. Su imagen se asocia con la pureza y la fuerza. De acuerdo con los relatos son seres dóciles; Pero son las vírgenes que las mujeres tienen más facilidad para reproducirlos. Considerado un caballo fabuloso beneficiosa, con un gran cuerno en la cabeza, el unicornio entra en el bestiario en asociación con la virginidad como el mito entiende que el único ser capaz de domar a un unicornio es una doncella pura.

Se cree que es inmortal, pero posiblemente por el hecho de que su vida media es de más de 1000 años creando estas interpretaciones de la inmortalidad. Su longevidad se debe a la magia de su cuerno, que siempre se presenta con una apariencia juvenil.

El unicornio tiene una resistencia a la magia; Es inmune a los hechizos, la invocación de la muerte y veneno. Su cuerno mágico detecta veneno y sanar las heridas con un simple toque. Además, su magia les permite teletransportarse, sienten la necesidad de huir del peligro. Permite poco contacto con excepción doncellas de corazón puro – humano o elfo. Este hecho ha sido explotado por los malos para su captura. Una vez que el unicornio se puede tocar, se convierte en un fiel corcel y proteger su caballo a su propia vida.

El unicornio ha sido una presencia frecuente en la literatura fantástica, que aparecen en las obras de Lewis Carroll, C. S. Lewis y Peter S. Beagle. Anteriormente, en su novela La princesa de Babilonia, Voltaire incluye un unicornio como un héroe monte de Amazan.

Hoy en día, el trabajo de la serie de Harry Potter de JK Rowling, se necesitaba la sangre de unicornio de Voldemort para mantenerse con vida, pero la muerte de una criatura tan pura para beber su sangre dio el practicante de dicha acción sólo semi -la vida – una vida de maldición. En el libro se dice que el bebé unicornio es el oro, la plata y el adolescente-adulto puro. También es interesante observar también la obra de Rowling, que es de carácter varita Ronald Weasley tiene el núcleo del unicornio.

¿Qué le pareció? También !!

curiosidad histórica: unicornio parte de uno de los principales símbolos del Reino Unido. Él y el león heráldico es el soporte que aparece en el Escudo del Reino Unido. El león representa a Inglaterra y unicornio de Escocia. También se utilizan en el escudo de armas de Canadá, desde 1921.

Y entonces, como el post de hoy? Lee y deja tu comentario. Si prefiere dejar una sugerencia. Hasta el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

https://jotacortizo.wordpress.com/2016/07/03/a-continuacao-de-seres-fantasticos-la-continuacion-de-los-seres-fantasticos/

http://www.seresmitologicos.net/terrestres/minotauro

https://jotacortizo.wordpress.com/2015/07/04/as-criaturas-magicas-da-literatura-fantastica-las-criaturas-magicas-de-la-literatura-fantastica/

https://jotacortizo.wordpress.com/2015/05/17/a-literatura-fantastica-e-seus-seres-extraordinarios-la-literatura-fantastica-y-sus-seres-extraordinarios/

http://www.seresmitologicos.net/terrestres

http://www.suapesquisa.com/musicacultura/minotauro.htm

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https://www.wook.pt/livro/minotauro-a-batalha-do-labirinto-gabriel-garcia-de-oro/3549767

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http://pt.slideshare.net/ioticris/as-crnicas-de-narnia-vol-vii-a-ltima-batalha-cs-lewis

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http://ocaldeiraodosstreghe.blogspot.com.br/2008/04/o-unicrnio.html

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