O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Vinte anos da Pedra Filosofal e de Harry Potter.

Nesta semana que deixamos para trás, tivemos a emoção do aniversario de 20 anos da primeira publicação de Harry Potter – HP.  Com o livro “Harry Potter and the Philosopher’s Stone” (Harry Potter e a Pedra Filosofal), J.K. Rowling trouxe ao mundo – dos trouxas (ou em inglês “Muggles”) – nosso querido Harry, seus amigos Hermione e Rony e muita, mas muita emoção.

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Obs.: Para os que não tiveram a oportunidade (😲) de ler este e os demais livros da série, segue o significado do termo “Trouxa”: Um “Trouxa” é uma pessoa que nasceu em uma família não mágica e é incapaz de fazer magia. A maioria dos trouxas não sabem que a magia existe e que aqueles que a detêm organizaram sua própria sociedade separada do mundo trouxa.  Existem os “Nascidos-Trouxas”, que é o nome dado aos bruxos e bruxas nascidos de dois pais “trouxas”. Muitos são tratados por sangue-ruim, sendo um apelido muito desagradável, que segundo alguns supremacistas, não são dignos de estudar magia.

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Voltando ao livro, foi primeiramente publicado no Reino Unido pela editora londrina Bloomsbury em 1997 e tem sido comercializado em vários outros países, sendo traduzido para mais de 65 idiomas.  A criação de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” está intimamente ligada aos acontecimentos que tiveram lugar na vida de JK, a partir de 1990.  Naquele ano, ela se mudou para Manchester e, depois de uma semana buscando um apartamento na cidade, retornou para Londres de trem e teve a ideia, e durante o resto da viagem, ela desenvolveu a ideia em sua mente, já que não tinha como escrever, fato que reconheceu como benéfico para o processo criativo da trama. Neste fluxo de ideias apareceram Harry e outros personagens, tais como Rony, Nick quase sem Cabeça, Hagrid, Pirraça e, além disso, Rowling decidiu que a história seria dividida em sete livros.

Assim que chegou a casa, ela começou a escrever o primeiro livro, que levou cerca de cinco anos para ser escrito. Durante esses cinco ano se dedicou à criação de todo o universo que envolve a história de Harry Potter.  A autora havia escrito os primeiros parágrafos em guardanapos em uma viagem à Escócia. Posteriormente, continuou a escrever seu livro em uma máquina de escrever.  No final de 1990, a mãe de Rowling morreu de esclerose múltipla, o que, a autora confessa, influenciou sua escrita profundamente. A consequência deste evento manifestou-se em sua escrita, no fato de Harry ser órfão e no tratamento dado ao tema “morte” em todos os seus livros.

Após a aprovação do livro, a editora pagou a Rowling 2.500 libras. No entanto, o comprimento do livro não era a maior preocupação da editora, mas sim o nome da autora. Little (agência Christopher Little Literary Agents) havia percebido que homens não liam ficções escritas por mulheres, então os editores pediram para Rowling adotar um pseudônimo que não mostrasse seu nome completo. Antes da publicação, Rowling adotou o pseudônimo “J. K. Rowling”, para ocultar o nome “Joanne”. A letra “K” se refere a “Kathleen”, o nome de sua avó. A editora inicialmente sugeriu o nome de Harry Potter and the School of Magic (Harry Potter e a Escola de Magia), mas Rowling se opôs, e ficou decidido quanto ao título

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Curiosidade: 1. Na edição americana, o título é “Harry Potter and the Sorcerer’s Stone” devido a editora que comprou os direitos (Scholastic Corporation) “entender” que uma criança não gostaria de ler um livro com a palavra “filósofo” no título e, depois de alguma discussão, a edição americana foi publicada em setembro de 1998 sob o título que Rowling sugeriu, Harry Potter e A Pedra do Feiticeiro. Rowling afirmou que ela se arrependeu dessa mudança e teria lutado se ela estivesse em uma posição mais forte na época.

german2. Na edição alemã, o nome de JK – Joanne – aparece na capa.

Capa francesa3. Na edição francesa o livro tenha foi publicado com o título idealizado pela editora inglesa “Harry Potter à l’École des sorciers” (Harry Potter e a Escola de Magia).

Antes de publicar o livro, o editor da Bloomsbury enviou cópias para vários críticos e editores, com o objetivo de reunir algumas opiniões e percepções. Com isso, também procurou conseguir algumas críticas que apoiariam a publicação de uma obra de autor desconhecido. Depois de receber elogios, Cunningham (considerado o editor com um toque mágico) contratou Thomas Taylor, um ilustrador, também desconhecido, para a edição do livro, devido, em parte, à falta de orçamento. A ilustração da capa permaneceu inalterada em edições posteriores, mas a contracapa foi alterada, mostrando Alvo Dumbledore com uma barba marrom ao invés de uma prata, como é descrita no livro.

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Curiosidade: Obter uma pedra filosofal (Lapis Philosophorum) era um dos principais objetivos dos alquimistas em geral na Idade Média. Com ela, o alquimista poderia transmutar qualquer “metal inferior” em ouro, como também transmutar seres do reino científico-biológico Animalia (reino animal) sem sacrificar algo que dê um valor considerável em troca. Com uma pedra filosofal, também seria possível obter o Elixir da Longa Vida, que permitiria prolongar a vida “indefinidamente”.  Ao longo da história, criações de pedras filosofais foram atribuídas a várias personalidades, como Paracelsus e Fulcanelli, porém é “inegável” que a lenda mais famosa refere-se a Nicolas Flamel, um alquimista real que viveu no Século XIV. Segundo o mito, Flamel encontrou um antigo livro que continha textos intercalados com desenhos enigmáticos. Porém, mesmo após muito estudá-lo, Flamel não conseguiria entender do que se tratava. Segundo a lenda, ele teria encontrado um sábio judeu em uma estrada em Santiago na Espanha, que fez a tradução do livro, que tratava de cabala e Alquimia, possuindo a fórmula para uma pedra filosofal. Por meio deste livro, Nicolas Flamel teria conseguido fabricar uma pedra filosofal. Segundo a lenda, esta seria a razão da riqueza de Flamel, que inclusive fez várias obras de caridade, adornando-as com símbolos alquímicos. Ao falecer, a casa de Flamel teria sido saqueada por caçadores de tesouros ávidos por encontrar pedras filosofais. A lenda conta que, na realidade, ambos, Flamel e sua esposa, não faleceram, e que em suas tumbas foram encontradas apenas suas roupas no lugar de seus corpos.  Flamel, participa indiretamente do livro de nossa querida autora.

O primeiro livro de Rowling ganhou vários prêmios literários no mundo da língua inglesa. Entre os prêmios recebidos em território britânico, destacam-se o National Book Award, que foi concedido em 1997. Nesse mesmo ano, a Youth Libraries Group homenageou a autora com uma medalha de ouro do prêmio Nestlé Smarties Book Prize, que elegeu “A Pedra Filosofal” como o melhor romance para leitores entre a faixa de 9 a 11 anos, superando os livros de Philip Pullman e de Henrietta Branford. Para Julia Eccleshare, este prêmio definiu a popularidade do livro, afirma, já que além de ter sido pré-selecionado por um júri de críticos, ilustradores e escritores, o resultado final dependeu da votação de crianças, um forte indicador para a aceitação do livro. São muitos os prêmios e todos só vem atestar a maravilha que é a obra que deu início a saga de Harry Potter.

O PHANTASTICUS já falou muito sobre Harry Potter, mas tem um post muito especial sobre nossa professora Joanne Rowling.

Post do dia 28 de março de 2015: jotacortizo.wordpress.com/2015/03/28/j-k-rowling-de-professora-a-grande-bruxa-que-concebeu-de-maestra-a-la-gran-bruja-que-concibio-h-potter/.  Se quiser relembrar o post, basta colar o link do seu browser.

Uma das grandes lições que temos com a história de abertura da saga é que você deve encontrar amigos leais assim como Harry encontrou Rony e Hermione. O bruxo não teria vivido nenhuma de suas aventuras se não tivesse criado laços fortes de amizade com os seus companheiros. Nunca subestime a importância de um amigo.  Outra grande lição que temos em “Harry Potter e a Pedra Filosofal” é a virtude da humildade, apresentando a modéstia extraordinária de seu herói e, fazendo dessa modéstia uma parte importante do sucesso de Harry em obter a Pedra Filosofal. A humildade de Harry é, sem dúvida, compreensível durante seus dez miseráveis anos de negligência e crueldade com os Dursley. Mas Harry não deixa de ser humilde quando ganha fama, riqueza e popularidade em Hogwarts.

E por último, uma das lições que recebemos neste livro é que o desejo não é necessariamente errado ou ruim, como Dumbledore explica a Harry antes de mostrar-lhe o espelho do desejo de Ojesed; a possibilidade de Harry poder ver seus pais vivos é tocante e nobre. Mas o desejo exagerado é perigoso na medida em que pode fazer as pessoas perderem sua perspectiva de vida, razão pela qual Dumbledore avisa a Harry para não usar o espelho novamente. Dumbledore ilustra o poder e grandeza de quem renunciou aos desejos quase completamente quando diz que tudo que quer é um par de meias quentes. Esta restrição é o modelo para o próprio desenvolvimento de Harry na história.

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Então, só resta ao PHANTASTICUS desejar um feliz aniversário à publicação e muitos anos de leitura.

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Veinte años de la Piedra Filosofal y de Harry Potter.

Esta semana que dejamos atrás, tuvimos la emoción del aniversario de 20 años de la primera publicación de Harry Potter – HP. Con el libro “Harry Potter and the Philosopher’s Stone” (Harry Potter y la Piedra Filosofal), JK Rowling trajo al mundo – de los Muggles – nuestro querido Harry, sus amigos Hermione y Ron y mucho, pero Mucha emoción.

Para los que no tuvieron la oportunidad (😲) de leer este y los demás libros de la serie, sigue el significado del término “Mugabe”: Un “Mugabe” es una persona que nació en una familia no mágica y es incapaz de Hacer magia. La mayoría de los muggles no saben que la magia existe y que aquellos que la detienen organizaron su propia sociedad separada del mundo muggle. Hay los “Nacidos-Mugas”, que es el nombre dado a los brujos y brujas nacidos de dos padres “muggles”. Muchos son tratados por sangre-mal, siendo un apodo muy desagradable, que según algunos supremacistas, no son dignos de estudiar magia.

Volviendo al libro, primero fue publicado en el Reino Unido por la editorial londinense Bloomsbury en 1997 y ha sido comercializado en varios otros países, siendo traducido a más de 65 idiomas. La creación de “Harry Potter y la Piedra Filosofal” está íntimamente ligada a los acontecimientos que tuvieron lugar en la vida de JK, a partir de 1990. Ese año se mudó a Manchester y, después de una semana buscando un apartamento en la ciudad, regresó Para Londres en tren y tuvo la idea, y durante el resto del viaje, ella desarrolló la idea en su mente, ya que no tenía como escribir, hecho que reconoció como beneficioso para el proceso creativo de la trama. En este flujo de ideas aparecieron Harry y otros personajes, como Ron, Nick casi sin cabeza, Hagrid, Pirra, y, además, Rowling decidió que la historia se dividir en siete libros.

Cuando llegó a casa, empezó a escribir el primer libro, que tardó unos cinco años en escribir. Durante estos cinco años se dedicó a la creación de todo el universo que envuelve la historia de Harry Potter. La autora había escrito los primeros párrafos en servilletas en un viaje a Escocia. Posteriormente, continuó escribiendo su libro en una máquina de escribir. A finales de 1990, la madre de Rowling murió de esclerosis múltiple, lo que, la autora confiesa, influenció su escritura profundamente. La consecuencia de este evento se manifestó en su escritura, en el hecho de que Harry era huérfano y en el trato dado al tema “muerte” en todos sus libros.

Después de la aprobación del libro, la editorial pagó a Rowling 2.500 libras. Sin embargo, la longitud del libro no era la mayor preocupación de la editorial, sino el nombre de la autora. (Little Christopher) había percibido que los hombres no leían ficciones escritas por mujeres, así que los editores pidieron a Rowling adoptar un pseudónimo que no mostrar su nombre completo. Antes de la publicación, Rowling adoptó el pseudónimo “J. K. Rowling”, para ocultar el nombre “Joanne”. La letra “K” se refiere a “Kathleen”, el nombre de su abuela. La editorial inicialmente sugirió el nombre de Harry Potter and the School of Magic (Harry Potter y la Escuela de Magia), pero Rowling se opuso, y se decidió en el título

En la edición americana, el título es “Harry Potter and the Sorcerer’s Stone” debido a la editorial que compró los derechos (Scholastic Corporation) “entender” que un niño no le gustaría leer un libro con la palabra “filósofo” en el título Y después de alguna discusión, la edición americana fue publicada en septiembre de 1998 bajo el título que Rowling sugirió, Harry Potter y La Piedra del Hechicero. Rowling afirmó que ella se arrepintió de ese cambio y habría luchado si ella estuviera en una posición más fuerte en la época.

  1. En la edición alemana, el nombre de JK – Joanne – aparece en la portada.
  2. En la edición francesa el libro ha sido publicado con el título ideado por la editorial inglesa “Harry Potter à l’École des sorciers” (Harry Potter y la Escuela de Magia).

Antes de publicar el libro, el editor de Bloomsbury envió copias a varios críticos y editores, con el objetivo de reunir algunas opiniones y percepciones. Con ello, también intentó conseguir algunas críticas que apoyaría la publicación de una obra de autor desconocida. Después de recibir elogios, Cunningham (considerado el editor con un toque mágico) contrató a Thomas Taylor, un ilustrador, también desconocido, para la edición del libro, debido, en parte, a la falta de presupuesto. La ilustración de la portada permaneció inalterada en ediciones posteriores, pero la contraportada fue cambiada, mostrando al blanco Dumbledore con una barba marrón en lugar de una plata, como se describe en el libro.

Curiosidad: Obtener una piedra filosofal (Lapis Philosophorum) era uno de los principales objetivos de los alquimistas en general en la Edad Media. Con ella, el alquimista podría transmutar cualquier “metal inferior” en oro, como también transmutar seres del reino científico-biológico Animalia (reino animal) sin sacrificar algo que dé un valor considerable a cambio. Con una piedra filosofal, también sería posible obtener el Elixir de la larga vida, que permitiría prolongar la vida “indefinidamente”. A lo largo de la historia, las creaciones de piedras filosofales se atribuyeron a varias personalidades, como Paracelsus y Fulcanelli, pero es “innegable” que la leyenda más famosa se refiere a Nicolas Flamel, un alquimista real que vivió en el siglo XIV. Según el mito, Flamel encontró un antiguo libro que contenía textos intercalados con dibujos enigmáticos. Sin embargo, incluso después de mucho estudiarlo, Flamel no podría entender lo que se trataba. Según la leyenda, él habría encontrado un sabio judío en una carretera en Santiago en España, que hizo la traducción del libro, que trataba de cabala y Alquimia, poseyendo la fórmula para una piedra filosofal. A través de este libro, Nicolas Flamel habría logrado fabricar una piedra filosofal. Según la leyenda, esta sería la razón de la riqueza de Flamel, que incluso hizo varias obras de caridad, adornándolas con símbolos alquímicos. Al fallecer, la casa de Flamel habría sido saqueada por cazadores de tesoros ávidos por encontrar piedras filosofales. La leyenda cuenta que, en realidad, ambos, Flamel y su esposa, no fallecieron, y que en sus tumbas sólo se encontraron su ropa en lugar de sus cuerpos. Flamel, participa indirectamente del libro de nuestra querida autora.

El primer libro de Rowling ganó varios premios literarios en el mundo del inglés. Entre los premios recibidos en territorio británico, se destacan el National Book Award, que fue concedido en 1997. En ese mismo año, Youth Libraries Group homenajeó a la autora con una medalla de oro del premio Nestlé Smarties Book Prize, que eligió “La Piedra Filosofal “como el mejor romance para los lectores entre la banda de 9 a 11 años, superando los libros de Philip Pullman y de Henrietta Branford. Para Julia Eccleshare, este premio definió la popularidad del libro, afirma, ya que además de haber sido preseleccionado por un jurado de críticos, ilustradores y escritores, el resultado final dependía de la votación de niños, un fuerte indicador para la aceptación del libro . Son muchos los premios y todos sólo vienen a certificar la maravilla que es la obra que dio inicio a la saga de Harry Potter.

PHANTASTICUS ya habló mucho sobre Harry Potter, pero tiene un post muy especial sobre nuestra profesora Joanne Rowling.

Del 28 de marzo de 2015: jotacortizo.wordpress.com/2015/03/28/jk-rowling-de-professora-a-grande-brux-que-concebe-de-maestra-la-la-gran-bruja -que-concibio-h-potter /. Si quieres recordar el post, basta con pegar el enlace de tu navegador.

Una de las grandes lecciones que tenemos con la historia de apertura de la saga es que usted debe encontrar amigos leales así como Harry encontró a Ron y Hermione. El brujo no habría vivido ninguna de sus aventuras si no hubiera creado lazos fuertes de amistad con sus compañeros. Nunca subestime la importancia de un amigo. Otra gran lección que tenemos en “Harry Potter y la Piedra Filosofal” es la virtud de la humildad, presentando la modestia extraordinaria de su héroe y, haciendo de esta modestia una parte importante del éxito de Harry en obtener la Piedra Filosofal. La humildad de Harry es, sin duda, comprensible durante sus diez miserables años de negligencia y crueldad con los Dursley. Pero Harry no deja de ser humilde cuando gana fama, riqueza y popularidad en Hogwarts.

Por último, una de las lecciones que recibimos en este libro es que el deseo no es necesariamente incorrecto o mal, como Dumbledore le explica a Harry antes de mostrarle el espejo del deseo de Ojesed; La posibilidad de que Harry pueda ver a sus padres vivos es conmovedor y noble. Pero el deseo exagerado es peligroso en la medida en que puede hacer que la gente pierda su perspectiva de vida, por lo que Dumbledore le advierte a Harry para no usar el espejo de nuevo. Dumbledore ilustra el poder y la grandeza de quien renunció a los deseos casi completamente cuando dice que todo lo que quiere es un par de calcetines calientes. Esta restricción es el modelo para el propio desarrollo de Harry en la historia.

Entonces, sólo queda al PHANTASTICUS desear un feliz cumpleaños a la publicación y muchos años de lectura.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt-br.harrypotter.wikia.com/wiki/Trouxa

pt-br.harrypotter.wikia.com/wiki/Nascido-trouxa

pt.wikipedia.org/wiki/Harry_Potter_e_a_Pedra_Filosofal

geekiebooks.files.wordpress.com/2016/02/hp1-capa.jpg?w=640

static.independent.co.uk/s3fs-public/styles/story_medium/public/thumbnails/image/2016/02/26/13/3-Harry-Potter-and-the-Philosophers-Stone.jpg

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pt.wikipedia.org/wiki/Pedra_filosofal

topstars.com.br/filmes-imagens/H/harry-potter-e-a-pedra-filosofal-2001-3.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Harry_Potter_and_the_Philosopher%27s_Stone#/media/File:Harry_Potter_and_the_Sorcerer%27s_Stone.jpg

images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/412W7VNY0FL.jpg

universia.com.br/destaque/noticia/2013/09/11/1048883/7-lices-voce-pode-aprender-com-harry-potter.html

demonstre.com/harry-potter-e-a-pedra-filosofal/

gottahaverockandroll.com/ItemImages/000019/jul16-294_lg.jpeg

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