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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A família Tolkien e Os Filhos de Húrin.

Uma grande viagem.  Lendo qualquer obra de Tolkien nos encontramos em uma viagem pelos grandes mares da imaginação.  Entramos em tuneis que atravessam uma imensidão entre o racional e a emoção.  Lágrimas, sorrisos, sustos, arrepios.  Tudo isto é muito pouco quando temos um Tolkien nas mãos.

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O sul-africano John Ronald Reuel Tolkien tornou-se uma inspiração para todo e qualquer escritor – independente do gênero que escreve.  Suas obras atingiram milhões de pessoas e nos fazem sonhar (e até ter pesadelos).  Seus livros abriram brechas no universo cético de nossa mente e permitiram a entrada da fantasia.  Trouxe-nos a convivência com hobbits, elfos, trolls, magos e heróis.  Quem nunca se emocionou com a história de Aragorn (o segundo), filho de Arathorn um Guardião do Norte, com a alcunha de “Strider”. Herdeiro de Isildur e pretendente legítimo aos tronos de Arnor e Gondor. Também era um amigo e confidente de Gandalf, o mago, e parte integrante da missão para destruir o Um Anel e derrotar o Senhor das Trevas Sauron.  E os hobbits? Você se lembra? Cada aventura, cada emoção, cada lágrima com Frodo e Bilbo Baggins, Samwise Gamge ou simplesmente Sam, Meriadoc Brandybuck ou Merry, Peregrin Tûk ou Pippin e até Sméagol (também chamado de Gollum).  E a força da magia de Gandalf e Saruman.  Para muitas (mas muitas) pessoas, Tolkien transformou nossas vidas.  Relembre um pouco de Tolkien com nosso post (jotacortizo.wordpress.com/2017/01/30/tolkien-e-o-hobbit-o-primeiro-grande-sucesso/).

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Mas hoje, peço permissão para falar sobre o filho (e executor literário) de Tolkien: Christopher Reuel Tolkien (nascido em Leeds, na Inglaterra, em 21 de novembro de 1924) é o terceiro filho de J. R. R. Tolkien, e é mais conhecido por ser o editor de muitos trabalhos postumamente publicados de seu pai. Foi ele quem desenhou o mapa original para “The Lord of the Rings” (O Senhor dos Anéis) de seu pai.  Ele é, antes de tudo, um grande amante e incentivador da obra de seu pai.  Há muito ele tem sido parte da obra de seu pai, primeiro ainda criança, quando ouvia os contos sobre Bilbo Baggins (Bolseiro), e então como adolescente e adulto, ajudando o pai na fase ainda de gestação do “Senhor dos Anéis”, interpretando os mapas por vezes contraditórios do pai para os mapas da Terra Média para produzir as versões usadas nos livros, e, no fim dos anos 70, ele redesenhou o mapa para esclarecer a caligrafia e corrigir alguns erros e omissões.

Phantasticus

Hoje, o PHANTASTICUS vai “falar” um pouco de uma obra que tem muito de John e de Christopher (pai e filho).

“The Children of Húrin” (Os Filhos de Húrin) – J. R. R. Tolkien escreveu a versão original da história no final da década de 1910, que foi revista várias vezes depois, mas não ficou completa antes da morte do escritor em 1973. Christopher Tolkien editou os manuscritos para formar uma narrativa consistente e publicou em 2007 (como um trabalho independente).

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Tudo começa quando Morgoth, um Valar e o principal poder do mal, escapa do Reino de Valinor para o noroeste da Terra-média. Vale ressaltar que a trama se passa milhares de anos antes da aventura de Gandalf e sua Sociedade, quando o próprio Sauron, grande vilão da saga do Anel, não era mais do que um tenente do então Senhor do Escuro, Morgoth,

De sua fortaleza de Angband, Morgoth tenta obter o controle de toda a Terra-média, desencadeando uma guerra com os Elfos que habitam na terra de Beleriand ao sul.  No entanto, os Elfos conseguem conter seu ataque, e a maioria de seus reinos permanece invicto; Um dos mais poderosos destes é Doriath, governado por Thingol. Além disso, depois de algum tempo, os Elfos de Noldorin abandonam Valinor e perseguem Morgoth para a Terra-média para vingar-se dele. Juntamente com o Sindar de Beleriand, eles procedem a sitiar Angband, e estabelecem novas fortalezas e reinos na Terra-média, incluindo Hithlum governado por Fingon, Nargothrond por Finrod Felagund e Gondolin por Turgon.

Três séculos se passam durante os quais os primeiros homens aparecem em Beleriand. Estes são os Edain, descendentes desses Homens que se rebelaram contra o governo dos servos de Morgoth e viajaram para o oeste. A maioria dos Elfos os recebe, e eles recebem fieis em Beleriand. A Casa de Bëor governa a terra de Ladros, o Folk de Haleth retira-se à floresta de Brethil, e o senhorio de Dor-lómin é concedido à Casa de Hador. Mais tarde, outros homens entram Beleriand, os Easterlings, muitos dos quais estão em uma união secreta com Morgoth.

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Túrin, filho de Húrin da raça dos homens, morava em Dor-lómin com seu pai, sua mãe Morwen e sua irmã Urwen. Urwen morreu quando criança, vítima de uma praga. O pai de Túrin foi posteriormente preso por Morgoth após a Batalha das Lágrimas. Durante o encarceramento de Húrin, Túrin foi enviado por sua mãe para viver no reino Elf Doriath para sua proteção. Na sua ausência, Morwen deu à luz seu terceiro filho, Niënor, uma menina. Morgoth colocou uma maldição sobre Húrin e toda a sua família, pelo qual o mal lhes aconteceria durante toda a vida.

O rei Thingol de Doriath leva Túrin como filho adotivo. Durante seu tempo em Doriath Túrin faz amizade com um Elfo chamado Beleg, e os dois se tornam companheiros próximos. Túrin acidentalmente causa a morte do Elf Saeros, que tenta pular um barranco enquanto foge, mas cai e é morto. Túrin se recusa a retornar a Doriath para enfrentar julgamento e opta por deixar Doriath, tornando-se um fora da lei. Thingol, finalmente, o perdoa. Ele leva Beleg para procurar Túrin e trazê-lo de volta a Doriath.

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Morgoth consegue quebrar o cerco de Angband na Batalha da Chama Súbita. A Casa de Bëor é destruída e os Elfos e Edain sofrem grandes perdas.

Durante todo o livro, Túrin toma suas próprias decisões, influencia as pessoas/elfos, faz o caminho que bem entende. Por outro lado, tudo que ele faz deixa um rastro de destruição para trás.

Glaurung

Ele é o principal responsável pela queda de Nargothrond, ele que atrai o dragão Glaurung para o vilarejo onde mora, indiretamente ele provoca a ira de Mîn. Enfim, apesar dele ter liberdade, a maldição continua lá.  Ele troca de nome diversas vezes ao longo do livro, tentando fugir da personalidade anterior dele. O momento mais icônico disso é quando ele passa a se chamar Turambar, “senhor do próprio destino”. É o momento da história em que ele decide largar tudo de lado e viver uma vida pacata, porém até mesmo nessa parte uma desgraça acontece com ele (talvez a maior de todas) sem que Túrin saiba.  A história transcorre da forma mais intensa e com um final… É melhor parar de contar, mas é certo que tudo será surpreendente.

Além da genialidade de JRR Tolkien, temos que ressaltar o trabalho de seu filho, na construção deste livro.  Muito mais do que apenas um herdeiro, ele é um estudioso da obra do pai. Ele foi o responsável por juntar manuscritos e compor “O Silmarillion” e é dele, de novo, a responsabilidade pelo lançamento deste livro.  O trabalho dele é exemplar por causa disso. Em vez de apenas sentar e receber os direitos, ele estudou a fundo o que o pai publicou, apontando as diversas incoerências presentes nos diversos escritos e trazendo esses estudos mais detalhados para o leitor. No final da edição, ele transforma “Os filhos de Húrin” em uma leitura indispensável para quem quer entender como a história foi feita e reconstruída.  A publicação do livro aconteceu em 2007 e estreou no número um no The New York Times Fiction Hardcover lista dos mais vendidos em pouquíssimo tempo.

De acordo com a Houghton Mifflin, a editora dos Estados Unidos, foram vendidas 900,000 cópias em papel em todo o mundo nas duas primeiras semanas, o dobro das expectativas iniciais dos editores. HarperCollins, a editora britânica, afirmou 330,000 exemplares foram impressos no Reino Unido nas primeiras duas semanas.

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O nome Tolkien sempre no ponto mais alto da LitFan.

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Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: La familia Tolkien y los Hijos de Húrin.

Un gran viaje. Al leer cualquier obra de Tolkien nos encontramos en un viaje por los grandes mares de la imaginación. Entramos en tuneos que atravesan una inmensidad entre lo racional y la emoción. Lágrimas, sonrisas, sustos, escalofríos. Todo esto es muy poco cuando tenemos un Tolkien en las manos.

El sudafricano John Ronald Reel Tolkien se ha convertido en una inspiración para cualquier escritor, independiente del género que escribe. Sus obras alcanzaron a millones de personas y nos hacen soñar (y hasta tener pesadillas). Sus libros abrieron brechas en el universo escéptico de nuestra mente y permitieron la entrada de la fantasía. Nos llevó la convivencia con hobbits, elfos, trolls, magos y héroes. Quien nunca se emocionó con la historia de Aragorn (el segundo), hijo de Arathorn un Guardián del Norte, con el sobrenombre de “Strider”. Heredero de Isildur y pretendido legítimo a los tronos de Arnor y Gondor. También era un amigo y confidente de Gandalf, el mago, y parte integrante de la misión para destruir el Un Anillo y derrotar al Señor de las Tinieblas Sauron. ¿Y los hobbits? ¿Te acuerdas? Cada aventura, cada emoción, cada lágrima con Frodo y Bilbo Baggins, Samwise Gamge o simplemente Sam, Meriadoc Brandybuck o Merry, Peregrin Tûk o Pippin y hasta Sméagol (también llamado Gollum). Y la fuerza de la magia de Gandalf y Saruman. Para muchas (pero muchas) personas, Tolkien transformó nuestras vidas. Recuerda un poco de Tolkien con nuestro post (jotacortizo.wordpress.com/2017/01/30/tolkien-e-o-hobbit-o-primeiro-grande-sucesso/).

Pero hoy, pido permiso para hablar sobre el hijo (y ejecutor literario) de Tolkien: Christopher Reuel Tolkien (nacido en Leeds, Inglaterra, el 21 de noviembre de 1924) es el tercer hijo de JRR Tolkien, y es más conocido por ser El editor de muchos trabajos postumadamente publicados de su padre. Fue él quien diseñó el mapa original para “The Lord of the Rings” (El Señor de los Anillos) de su padre. Es, ante todo, un gran amante y alentador de la obra de su padre. Hace mucho tiempo que fue parte de la obra de su padre, primero aún niño, cuando escuchaba los cuentos sobre Bilbo Baggins (Becario), y entonces como adolescente y adulto, ayudando al padre en la fase de gestación del “Señor de los Anillos”, interpretando Los mapas a veces contradictorios del padre para los mapas de la Tierra Media para producir las versiones usadas en los libros, y al final de los años 70, rediseñó el mapa para aclarar la caligrafía y corregir algunos errores y omisiones.

Hoy, el PHANTASTICUS va a “hablar” un poco de una obra que tiene mucho de John y de Christopher (padre e hijo). “The Children of Húrin” – JRR Tolkien escribió la versión original de la historia a finales de la década de 1910, que fue revisada varias veces después, pero no quedó completa antes de la muerte del escritor en 1973. Christopher Tolkien editó Los manuscritos para formar una narrativa consistente y publicada en 2007 (como un trabajo independiente).

Todo comienza cuando Morgoth, un Valar y el principal poder del mal, escapa del Reino de Valinor al noroeste de la Tierra Media. Es importante resaltar que la trama se pasa miles de años antes de la aventura de Gandalf y su Sociedad, cuando el propio Sauron, gran villano de la saga del Anillo, no era más que un teniente del entonces Señor del Oscuro, Morgoth,

De su fortaleza de Angband, Morgoth intenta obtener el control de toda la Tierra Media, desencadenando una guerra con los Elfos que habitan en la tierra de Beleriand al sur. Sin embargo, los Elfos consiguen contener su ataque, y la mayoría de sus reinos permanece invicto; Uno de los más poderosos de ellos es Doriath, gobernado por Thingol. Además, después de algún tiempo, los Elfos de Noldorin abandonan a Valinor y persiguen a Morgoth a la Tierra Media para vengarse de él. Junto con el Sindar de Beleriand, proceden a sitiar Angband, y establecen nuevas fortalezas y reinos en la Tierra Media, incluyendo Hithlum gobernado por Fingon, Nargothrond por Finrod Felagund y Gondolin por Turgon.

Tres siglos pasan durante los cuales los primeros hombres aparecen en Beleriand. Estos son los Edain, descendientes de esos Hombres que se rebelaron contra el gobierno de los siervos de Morgoth y viajaron hacia el oeste. La mayoría de los Elfos los reciben, y ellos reciben fieis en Beleriand. La Casa de Bëor gobierna la tierra de Ladros, el Folk de Haleth se retira al bosque de Brethil, y el señorío de Dor-lómin es concedido a la Casa de Hador. Más tarde, otros hombres entran Beleriand, los Pasatiempos, muchos de los cuales están en una unión secreta con Morgoth.

Túrin, hijo de Húrin de la raza de los hombres, vivía en Dor-lómin con su padre, su madre Morwen y su hermana Urwen. Urwen murió cuando era niño, víctima de una plaga. El padre de Túrin fue posteriormente arrestado por Morgoth después de la Batalla de las Lágrimas. Durante el encarcelamiento de Húrin, Túrin fue enviado por su madre para vivir en el reino Elf Doriath para su protección. En su ausencia, Morwen dio a luz a su tercer hijo, Niënor, una niña. Morgoth colocó una maldición sobre Húrin y toda su familia, por lo cual el mal les ocurrir durante toda su vida.

El rey Thingol de Doriath lleva a Túrin como hijo adoptivo. Durante su tiempo en Doriath Túrin hace amistad con un Elfo llamado Beleg, y los dos se convierten en compañeros cercanos. Túrin accidentalmente causa la muerte del Elf Saeros, que intenta saltar un barranco mientras huye, pero cae y es muerto. Túrin se niega a regresar a Doriath para enfrentar el juicio y opta por dejar Doriath, convirtiéndose en un fuera de la ley. Thingol, finalmente, lo perdona. Él lleva a Beleg para buscar a Túrin y traerlo de vuelta a Doriath.

Morgoth consigue romper el cerco de Angband en la Batalla de la Llama Súbita. La Casa de Bëor es destruida y los Elfos y Edain sufren grandes pérdidas.

A lo largo del libro, Túrin toma sus propias decisiones, influye en las personas / elfos, hace el camino que entiende. Por otro lado, todo lo que hace deja un rastro de destrucción hacia atrás. Él es el principal responsable de la caída de Nargothrond, que atrae al dragón Glaurung hacia la aldea donde vive, indirectamente provoca la ira de Mîn. En fin, a pesar de tener libertad, la maldición continúa allí. Él cambia de nombre varias veces a lo largo del libro, tratando de huir de la personalidad anterior de él. El momento más icónico de ello es cuando pasa a llamarse Turambar, “señor del propio destino”. Es el momento de la historia en que decide dejar todo de lado y vivir una vida tranquila, pero incluso en esa parte una desgracia sucede con él (quizás la mayor de todas) sin que Túrin sepa. La historia transcurre de la forma más intensa y con un final … Es mejor dejar de contar, pero es seguro que todo será sorprendente.

Además de la genialidad de JRR Tolkien, tenemos que resaltar el trabajo de su hijo, en la construcción de este libro. Mucho más que sólo un heredero, él es un estudioso de la obra del padre. Él fue el responsable de juntar manuscritos y componer “El Silmarillion” y es de él, de nuevo, la responsabilidad por el lanzamiento de este libro. Su trabajo es ejemplar a causa de ello. En vez de sólo sentarse y recibir los derechos, estudió a fondo lo que el padre publicó, apuntando a las diversas incoherencias presentes en los diversos escritos y trayendo esos estudios más detallados al lector. Al final de la edición, él transforma “Los hijos de Húrin” en una lectura indispensable para quien quiere entender cómo la historia fue hecha y reconstruida. La publicación del libro tuvo lugar en 2007 y se estrenó en el número uno en el New York Times Ficción Hardcover lista de los más vendidos en muy poco tiempo.

De acuerdo con Houghton Mifflin, la editorial de Estados Unidos, se vendieron 900,000 copias en papel en todo el mundo en las dos primeras semanas, el doble de las expectativas iniciales de los editores. HarperCollins, la editorial británica, afirmó 330.000 ejemplares en el Reino Unido en las primeras dos semanas.

El nombre Tolkien siempre en el punto más alto de la LitFan.

¿Te gustó el post? Aprovecha el blog y lee la cantidad de mensajes que desea. Y deja tu comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, dejar una sugerencia. Nos veremos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/Aragorn

pt.wikipedia.org/wiki/Christopher_Tolkien

en.wikipedia.org/wiki/The_Children_of_Húrin

tolkienbrasil.com/artigos/sobre-christopher-um-ensaio-sobre-a-decisao-do-filho-de-tolkien-em-nao-permitir-mais-nenhuma-licenca-para-filmes-sobre-seus-trabalhos/

estamosemobras.com.br/2014/11/10/critica-os-filhos-de-hurin-j-r-r-tolkien/

valinor.com.br/6858

tolkienbrasil.com/artigos/colunas/eduardostark/o-pergaminho-de-os-filhos-de-hurin-filme-o-hobbit/

formigaeletrica.com.br/livros/os-filhos-de-hurin/

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