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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A Espada e a Magia do Diamante de David Eddings.

Apesar de o prólogo te remeter a um livro de Tolkien (temos até um troll-anão), esta impressão passa logo no primeiro capítulo.  Ganha uma narrativa rápida e emocionante.  E eis que surge          um legítimo representante da “espada e magia” – um subgênero da fantasia, geralmente caracterizados por heróis espadachins envolvidos em conflitos emocionantes e violentos.

The Elenium

Entretanto… Ah! Claro.  O livro que falamos é “The Diamond Throne” (O Trono de Diamante) do americano David Carroll Eddings, mais conhecido por assinar suas obras só por David Eddings.  Foi publicado em 1989 (no Brasil em 2015) e é a obra que dá início a série “The Elenium” – que possui mais dois livros: The Ruby Knight (O Cavaleiro de Rubi) publicado em 1990 (Brasil 2016) e The Sapphire Rose (tradução literal A Safira Rosa) publicado em 1991.

“The Diamond Throne” desenvolve uma narrativa em terceira pessoa, que segue os passos de Sir Sparhawk, o “campeão de rainha” do reino de Elenia – no universo de Eosia – que volta para casa depois de dez anos de exílio (que fora ordenado pelo pai da rainha, Rei Aldreas, enquanto vivo). Sparhawk descobre que a rainha Ehlana foi acometida por uma doença misteriosa (quiça envenenada) e que foi feito um feitiço – forjado com a magia de Sephrenia, uma feiticeira que ajuda no treinamento dos cavaleiros pandions na arte da magia – para preservá-la dentro de um “casulo” de diamante (preste atenção na capa do livro), onde ela ficará suspensa até que se possa achar uma cura. Mas o feitiço tem data de validade, então Sparhawk terá que agir rápido para salvar a vida de sua soberana, a qual não vê desde que ela era criança e impedir Annias, um clérigo corrupto, a usurpar o trono de Elenia junto com o bastardo príncipe Lycheas, que é um jovem extremamente tolo, filho da antiga amante do Rei Aldreas, a princesa Arissa.

Bhelliom

O cavaleiro parte em busca do “Bhelliom”, um poderoso artefato mágico feito de uma safira esculpida em forma de uma rosa, o único objeto com poder suficiente para curar o veneno administrado na Rainha Ehlana.  E … Chega de spoilers.

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O universo de Eosia é medieval, mas de um jeito especial: o foco é a religião, e as instituições mais importantes são ordens religiosas militantes/militares (assim como os Templários Cruzados). A principal delas é a ordem dos cavaleiros pandions (à qual Sparhawk pertence), muito semelhante à Igreja católica em termos de organização, hierarquia e até características do deus monoteísta (“o deus eleno todo-poderoso”). Existem outras religiões em outro continente, claramente inspiradas nas orientais.

Uma observação interessante referente ao livro é que ele transborda RPG, a começar pelo seu protagonista.  Sparhawk – caso isso fosse uma aventura de RPG – seria um Paladino. Adicione o seu fiel escudeiro, nosso querido Kurik, Vanion, Kalten, dos cavaleiros Sir Tynian, Sir Bevier e Sir Ulath, o jovem Talen e da feiticeira Sephenia, na missão para salvar a rainha da “maldição”.  Bem, a única coisa que falta para ser uma aventura de D&D (Dungeons and Dragons) são os dados.

O livro tem uma pegada sarcástica e que te leva – em alguns momentos – a dar algumas gargalhadas.

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E para finalizar, se tivermos que comparar a obra de Eddings com outra, talvez uma que possa ser utilizada seja com “Les Trois Mousquetaires” (Os Três Mosqueteiros) romance de Alexandre Dumas.  Veja por exemplo o clérigo Annias é o mesmo Cardeal Richelieu e Sparhawk e seus companheiros os mosqueteiros reais.

David-Eddings

Sobre nosso autor de hoje, Eddings nasceu em Washington DC (EUA) em julho de 1931 e nos deixou em junho de 2009.  Descubriu seu amor pela fantasia através do romance medieval “The Canterbury Tales” (Contos da Cantuária) de Geoffrey Chaucer.  Eddings carimbou sua entrada no mundo da LitFan graças a um esboço de um mapa que fez uma manhã antes de ir trabalhar. Este esboço mais tarde se tornaria a base geográfica do mundo Aloria, mas Eddings não iria perceber até anos mais tarde. Vendo uma cópia de O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien em uma livraria, é dito que murmurou para si mesmo: “Isto é ainda está por aqui?” e ele ficou surpreso ao saber o exemplar estava na septuagésima oitava edição do livro. Foi quando Eddings percebeu que o mundo da fantasia pode ser promissor para os seus talentos e imediatamente começou a trabalhar em seu esboço esquecido.  E daí… Com uma narrativa pesada e extremamente detalhada, Eddings cria um mundo realista em que você vive e respira com os personagens.  Aclamado, o autor divide opiniões, alguns amam, outros odeiam, mas ninguém pode negar que sua escrita de fantasia é sem dúvida arrebatadora.

Curiosidade: A esposa de David, Leigh Eddings, figura, por vezes, como coautora de muitos de seus livros.

Sua frase mais famosa resume sua filosofia como autor: “Eu não recebo ordens de leitores”, disse ele em uma entrevista com SFFWorld.

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Jota Cortizo

Versión española: La Espada y la Magia del Diamante de David Eddings.

A pesar de que el prólogo te remite a un libro de Tolkien (tenemos hasta un troll-enano), esta impresión pasa luego en el primer capítulo. Gana una narrativa rápida y emocionante. Y he aquí que surge un legítimo representante de la “espada y la magia” – un subgénero de la fantasía, generalmente caracterizados por héroes espadachines involucrados en conflictos emocionantes y violentos. Pero … ¡Ah! Por supuesto. El libro que hablamos es “The Diamond Throne” (El Trono de Diamante) del americano David Carroll Eddings, más conocido por firmar sus obras sólo por David Eddings. En el año 2005 se publicó en 1989 (en Brasil en 2015) y es la obra que da inicio a la serie “The Elenium” – que tiene dos libros más: The Ruby Knight (El caballero de Rubí) publicado en 1990 (Brasil 2016) y The Sapphire Rose (En español).

“The Diamond Throne” desarrolla una narrativa en tercera persona, que sigue los pasos de Sir Sparhawk, el “campeón de reina” del reino de Elenia – en el universo de Eosia – que regresa a casa después de diez años de exilio (que había sido ordenado Por el padre de la reina, Rey Aldreas, mientras vivo). Sparhawk descubre que la reina Ehlana fue acometida por una enfermedad misteriosa (quiega envenenada) y que fue hecho un hechizo – forjado con la magia de Sephrenia, una bruja que ayuda en el entrenamiento de los caballeros pandions en el arte de la magia – para preservarla dentro de Un “capullo” de diamante (preste atención a la portada del libro), donde ella quedará suspendida hasta que se pueda encontrar una cura. Pero el hechizo tiene fecha de caducidad, entonces Sparhawk tendrá que actuar rápido para salvar la vida de su soberana, la cual no ve desde que era niño e impedir a Annias, un clérigo corrupto, a usurpar el trono de Elenia junto con el bastardo príncipe Lycheas, que es un joven extremadamente tonto, hijo de la antigua amante del Rey Aldreas, la princesa Arissa. El caballero parte en busca del “Bhelliom”, un poderoso artefacto mágico hecho de un zafiro esculpido en forma de una rosa, el único objeto con suficiente poder para curar el veneno administrado en la Reina Ehlana. Y … Llega de spoilers.

El universo de Eosia es medieval, pero de una manera especial: el foco es la religión, y las instituciones más importantes son órdenes religiosas militantes / militares (así como los Templarios cruzados). La principal de ellas es la orden de los caballeros pandions (a la que pertenece Sparhawk), muy similar a la Iglesia católica en términos de organización, jerarquía e incluso características del dios monoteísta (“el dios el elenco todopoderoso”). Hay otras religiones en otro continente, claramente inspiradas en las orientales.

Una observación interesante referente al libro es que desborda RPG, empezando por su protagonista. Sparhawk – si eso fuera una aventura de RPG – sería un Paladín. Añade tu fiel escudero, nuestro querido Kurik, Vanion, Kalten, de los caballeros Sir Tynian, Sir Bevier y Sir Ulath, el joven Talen y la hechicera Sephenia, en la misión para salvar a la reina de la maldición. Bueno, lo único que falta para ser una aventura de D & D son los datos.

El libro tiene una huella sarcástica y que te lleva, en algunos momentos, a dar algunas carcajadas.

Y para finalizar, si tenemos que comparar la obra de Eddings con otra, tal vez una que pueda ser utilizada sea con “Les Trois Mousquetaires” (Los Tres Mosqueteros) novela de Alexandre Dumas. Por ejemplo, el clérigo Annias es el mismo Cardenal Richelieu y Sparhawk y sus compañeros los mosqueteros reales.

Sobre nuestro autor de hoy, Eddings nació en Washington DC (EEUU) en julio de 1931 y nos dejó en junio de 2009. Descubrió su amor por la fantasía a través de la novela medieval “The Canterbury Tales” (Cuentos de la Canterbury) de Geoffrey Chaucer. Eddings selló su entrada en el mundo de LitFan gracias a un bosquejo de un mapa que hizo una mañana antes de ir a trabajar. Este esbozo más tarde se convertiría en la base geográfica del mundo Aloria, pero Eddings no se daría cuenta hasta años más tarde. Al ver una copia de El Señor de los Anillos, de J. R. R. Tolkien en una librería, se dice que murmuró para sí mismo: “Esto es todavía está por aquí?” Y se sorprendió al saber que el ejemplar estaba en la septuagésima octava edición del libro. Cuando Eddings percibió que el mundo de la fantasía puede ser prometedor para sus talentos e inmediatamente comenzó a trabajar en su bosquejo olvidado. Y de ahí … Con una narración pesada y extremadamente detallada, Eddings crea un mundo realista en el que usted vive y respira con los personajes. Aclamado, el autor divide opiniones, algunos aman, otros odian, pero nadie puede negar que su escritura de fantasía es sin duda arrebatadora.

Curiosidad: La esposa de David, Leigh Eddings, figura, a veces, como coautora de muchos de sus libros.

Su frase más famosa resume su filosofía como autor: “No recibo órdenes de lectores”, dijo en una entrevista con SFFWorld.

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Jota Cortizo

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