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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: O Aniversário do Blog e as Máquinas Mortais de Philip Reeve.

Olá amigos.  Este, provavelmente, é o último post do ano.  Temos as festas de final de ano, além do aniversário do blog que, no próximo dia 27, faz três anos.  Então, temos que fechar com chave de ouro este difícil ano de 2017.

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Foi no dia 27 de dezembro de 2014 que o PHANTASTICUS nasceu com um pequeno post sobre o mestre Tolkien. Dali para frente, foram mais de 1.000 dias falando sobre a LitFan (Literatura Fantástica).  Olho para trás e vejo quanto foi feito e depois busco o futuro e entendo o quanto ainda pode ser realizado.  Se tudo der certo, em 2018 vem o meu primeiro livro e algumas incrementadas no blog.  Mas, vamos deixar de blá blá blá e vamos falar de LitFan.

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Hoje vamos falar do autor inglês Philip Reeve.  Começou como cartunista e ilustrador, se aventurou em alguns livros para pequeninos.  Mas foi na fantasia que Reeve voou alto.  Logo no primeiro livro ele emplacou o prêmio “Nestlé Smarties Book” e entrou na lista dos indicados ao “Shortchoad Book Award”. Sua obra deu origem a uma tetralogia “Mortal Engines”.  O primeiro livro, que deu nome à série, foi “Mortal Engines” (na tradução livre “Máquinas Mortais) e foi publicado em 2001.  Os seguintes foram “Predator’s Gold” (Tradução literal “Ouro Predador” publicado em 2003); “Infernal Devices” (Tradução literal “Aparelhos Infernais” publicado em 2005) e “A Darkling Plain” (Tradução literal “Uma Planície Escura” publicado em 2006).

Livros

“Mortal Engines” é um livro cheio de ação, aventuras e muitas, mas muitas intrigas. A leitura é rápida e interrupta, com muitas cenas de ação, além encontrarmos uma trama interessante e misteriosa entre seus personagens. A linguagem de Reeve é clara e sem exageros – ele dá muito foco a história e seus protagonistas. Fora que quem mergulhar em suas páginas verá a tecnologia a vapor empregada nos mais diferentes modos desde as gigantescas “Cidades Tracionadas”, seguindo por dirigíveis, barcos e até robôs.  É steampunk puro na veia.

Obs.: Steampunk – Trata-se de obras ambientadas no passado, no qual os paradigmas tecnológicos modernos ocorreram mais cedo do que na história real (ou em um universo com características similares), mas foram obtidos por meio da ciência já disponível naquela época – tais como computadores de madeira e aviões movidos a vapor. É um estilo normalmente associado ao futurista cyberpunk e, assim como este, tem uma base de fãs semelhante, mas distinta.  O gênero steampunk pode ser explicado de maneira muito simples, comparando-o a literatura que lhe deu origem. Baseado num universo de ficção cientifica criado por autores consagrados como Júlio Verne no fim do século XIX, ele mostra uma realidade espaço-temporal na qual a tecnologia mecânica a vapor teria evoluído até níveis impossíveis (ou pelo menos improváveis), com automóveis, aviões e até mesmo robôs movidos a vapor já naquela época.

No livro, o mundo existente é muito peculiar. Nele, temos os “tracionistas”, como são chamados os que vivem nas cidades que andam, que pouco sabem da nossa antiga civilização. Não é à toa que chamam a tecnologia dos antepassados de “Old-tec” e fazem menção a “guerra dos sessenta segundos” e como a guerra mudou o mundo como o conhecemos hoje.

Obs.: Pare para pensar: As guerras antigas recebem nomes de “batalha dos mil dias”, “guerra dos 100 anos”, e por aí vai.  Mas com o avanço tecnológico, se houvesse uma “Terceira Guerra Mundial” esse conflito global iria se revolver em poucos segundos.

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O universo pós-apocalíptico de Reeve, a humanidade evoluiu tanto sua tecnologia que acabou quase se destruindo completamente e destruindo boa parte do planeta junto (o que não é novidade, pelo menos na ficção). E quando a humanidade ressurge e se reorganiza, em plena era vitoriana a vapor, com as terras arruinadas a solução era única: As cidades não podiam mais ficar paradas no mesmo lugar, então elas se colocaram sobre esteiras e rodas (de onde vem o nome “cidades tracionadas”) e passaram a vagar pelos continentes em busca de outras cidades pra “comer”, ou seja, desmontar e usar os recursos daquela “cidade morta” pra fazer reparos e abastecer sua própria cidade.

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A Caçada, que é como chamam o momento em que uma cidade maior está perseguindo uma cidade menor para acabar com ela, e é uma das maiores diversões dos cidadãos das cidades grandes (claro): eles ficam nas amuradas da cidade só para ver tudo acontecer. Eles até chamam o processo de darwinismo municipal (como na seleção natural mesmo), onde só as cidades mais fortes sobrevivem. Mas é claro que tem aquelas pessoas que descobrem que “comer” as cidades menores, não seria tão natural assim, e que os caçadores de recompensa não são tão maravilhosos quanto parecem e que se metem em aventuras por várias cidades tracionadas, entrepostos de comércio, dirigíveis e até a lama estéril que agora é o solo do mundo todo. Neste conceito de “Darwinismo Municipal”, logo no início do livro, vemos Londres (tracionada) perseguindo uma pequena cidade de mineradores. E que grande perseguição! Como o campo de caça anda escasso, aquela pequena cidade seria uma presa muito esperada, já que Londres não se alimentava há muito tempo. Durante a narração da perseguição senti-me dentro da cidade torcendo junto com seus concidadãos para que a gigantesca cidade devorasse logo sua presa.

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Veja o que aconteceu com os nossos continentes, neste mundo dominado pelas “Cidades Tracionadas”:

The Great Hunting Ground (Grande Campo de Caça) – Consiste na Europa e no norte da Ásia, e é o domínio das cidades de tração. É um terreno desolado, em que o movimento constante das cidades destruiu toda a vegetação. A terra é identificada pelos habitantes da cidade como o “Out-Country”.

The Ice Wastes (Resíduos de Gelo) – Novo nome para o Ártico, em que as cidades de tração usam corredores de ferro para patinar no gelo. Em alguns lugares, o gelo é magro e correm o risco de cair no oceano.

África – Agora é dividida entre o deserto do Saara, governado por cidades de tração e as regiões do Sul, administradas por antitracionistas. As áreas do continente do sul incluem as cidades estáticas de Zagwa e Tibetsi, e a área das terras altas conhecida como as Montanhas da Lua.

O Continente Morto – América do Norte, supostamente reduzido a uma área desolada irradiada pela Guerra de 60 Minutos. Em “Predator’s Gold”, é provado que não está completamente morto; no Norte há florestas com alguns animais que sobreviveram à Guerra dos sessenta minutos.

Ásia – A fortaleza da Liga Antitração. A China oriental é evidentemente irradiada pela Guerra, e os Himalaias são agora o centro da civilização, onde as montanhas tornam impossível a aproximação das cidades.

Nuevo Maya (Novo Maia) – Novo nome para a América do Sul, separado da América do Norte quando “bombas lentas” destruíram a América Central durante a guerra. Os assentamentos estáticos governam os andes, mas as terras baixas são preenchidas com cidades de tração zigurat. Os protagonistas Tom e Hester visitam Nuevo Maya entre os dois primeiros livros. Philip Reeve disse que irá explorar o Nuevo Maya com mais detalhes no futuro.

Antártica – Mencionado apenas uma vez e, evidentemente, o domínio das cidades de tração de perfuração de petróleo. Tom e Hester visitam a Antártida entre os dois primeiros livros.

Austrália – Embora não seja mencionado na série original ou “Fever Crumb”, Philip Reeve diz que irá explorar lugares como Austrália e Nuevo Maya no futuro, como ele nunca teve a chance de fazê-lo no quarteto original.

Anchorage-in-Vineland (Ancoragem dentro de Vineland) – A versão estática e estável da Traction City de Anchorage, que decidiu parar de vagar pelo Ártico e se instala na terra verde e virgem de Vineland (na América do Norte). Quando Anchorage era uma Cidade de Tração, não era predatória, mas ganhou sua riqueza negociando com outras cidades sob líderes mais escrupulosos.

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Reeve publicou em 2009 uma trilogia prequel intitulada “Fever Crumb” (Tradução literal “Fragmento de Febre”, que ocorre séculos (ou milênios) antes dos eventos retratados na tetralogia original. O personagem principal é Fever Crumb, um engenheiro de Londres que é parcialmente descendente do Scriven, uma raça mutante de seres humanos. A série também apresentou o personagem Shrike, revelando suas origens antes de se tornar um Stalker (perseguidor ou caça recompensas).

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Em outubro de 2016, Peter Jackson, junto aos roteiristas Fran Walsh e Philipa Boyens, receberam o sinal verde para adaptarem a obra de Philip Reeve. Jackson está tentando adaptar o projeto desde 2009. A direção ficará a cargo de Christian Rivers, com quem trabalhou Jackson em O Hobbit. Esta será a estreia de Rivers na direção, mas ele vem trabalhando com Jackson nos últimos 25 anos em diversas funções, então certamente possui conhecimento o bastante para fazer o trabalho.  A produção do filme teve início, na Nova Zelândia, em março de 2017.  E o elenco traz os conhecidos Stephen Lang e Hugo Weaving além da cantora Jihae e da novata Leila George D’Onofrio.  O primeiro trailer do filme já entrou em circulação há cinco dias e é DEMAIS!!!!

Bem, terminamos.  Eu e o blog desejamos a todos um ótimo Natal e um 2018 coroado de muitas realizações e sucesso.

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Te encontro no próximo post.  Te encontro no próximo ano.

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Jota Cortizo

Versión española: El Aniversario del Blog y las Máquinas Mortales de Philip Reeve.

Hola amigos. Este, probablemente, es el último post del año. Y en el caso de que se trate de una de ellas, Entonces, tenemos que cerrar con llave de oro este difícil año de 2017.

Fue el día 27 de diciembre de 2014 que el PHANTASTICUS nació con un pequeño post sobre el maestro Tolkien. De allí adelante, fueron más de 1.000 días hablando sobre la LitFan (Literatura Fantástica). Ojo hacia atrás y veo cuánto se ha hecho y luego busco el futuro y entiendo cuánto aún puede ser realizado. Si todo sale bien, en 2018 viene mi primer libro y algunas incrementadas en el blog. Pero, vamos a dejar de bla bla bla y vamos a hablar de LitFan.

Hoy vamos a hablar del autor inglés Philip Reeve. Comenzó como dibujante e ilustrador, se aventuró en algunos libros para pequeños. Pero fue en la fantasía que Reeve voló alto. Luego en el primer libro él emplazó el premio “Nestlé Smarties Book” y entró en la lista de los nominados al “Shortchoad Book Award”. Su obra dio origen a una tetralogía “Mortal Engines”. El primer libro, que dio nombre a la serie, fue “Mortal Engines” (en la traducción libre “Máquinas Mortales) y fue publicado en 2001. Los siguientes fueron” Predator’s Gold “(Traducción literal” Ouro Predator “publicado en 2003); “Infernal Devices”, publicado en el 2005, y “The Darkling Plain” (Traducción literal “Una llanura oscura” publicado en 2006).

“Mortal Engines” es un libro lleno de acción, aventuras y muchas, pero muchas intrigas. La lectura es rápida e interrumpida, con muchas escenas de acción, además encontramos una trama interesante y misteriosa entre sus personajes. El lenguaje de Reeve es claro y sin exageraciones – él da mucho foco a la historia ya sus protagonistas. Fuera que quien buce en sus páginas verá la tecnología a vapor empleada en los más diferentes modos desde las gigantescas “Ciudades Tracionadas”, siguiendo por dirigibles, barcos e incluso robots. Es steampunk puro en la vena.

En el pasado, en el que los paradigmas tecnológicos modernos ocurrieron más temprano que en la historia real (o en un universo con características similares), pero fueron obtenidos por medio de la ciencia ya disponible en aquella época – tales como ordenadores de madera y aviones de vapor. Es un estilo normalmente asociado al futurista cyberpunk y, al igual que éste, tiene una base de fans similar, pero distinta. El género steampunk puede ser explicado de manera muy simple, comparándolo con la literatura que le dio origen. Basado en un universo de ficción científico creado por autores consagrados como Julio Verne a finales del siglo XIX, muestra una realidad espacio-temporal en la cual la tecnología mecánica a vapor habría evolucionado hasta niveles imposibles (o al menos improbables), con automóviles, aviones y incluso los robots movidos a vapor ya en aquella época.

En el libro, el mundo existente es muy peculiar. En él, tenemos los “tracionistas”, como son llamados los que viven en las ciudades que andan, que poco saben de nuestra antigua civilización. No es casual que llaman la tecnología de los antepasados ​​de Old-tec y mencionan la “guerra de los sesenta segundos” y cómo la guerra cambió el mundo como lo conocemos hoy.

Obs .: Pare para pensar: Las guerras antiguas reciben nombres de “batalla de los mil días”, “guerra de los 100 años”, y por ahí va. Pero con el avance tecnológico, si hubiera una “Tercera Guerra Mundial” ese conflicto global se revolver en pocos segundos.

El universo post-apocalíptico de Reeve, la humanidad evolucionó tanto su tecnología que acabó casi destruyendo completamente y destruyendo buena parte del planeta junto (lo que no es novedad, al menos en la ficción). Y cuando la humanidad resurge y se reorganiza, en plena era victoriana a vapor, con las tierras arruinadas la solución era única: Las ciudades no podían más quedarse paradas en el mismo lugar, entonces ellas se colocaron sobre esteras y ruedas (de donde viene el nombre “Ciudades traicionadas”) y pasaron a vagar por los continentes en busca de otras ciudades para “comer”, es decir, desmontar y usar los recursos de aquella “ciudad muerta” para hacer reparaciones y abastecer su propia ciudad.

La caza, que es como llaman el momento en que una ciudad más grande está persiguiendo a una ciudad más pequeña para acabar con ella, y es una de las mayores atracciones de los ciudadanos de las grandes ciudades (claro): se quedan en las amuradas de la ciudad sólo para ver todo suceder. Ellos incluso llaman el proceso de darwinismo municipal (como en la selección natural mismo), donde sólo las ciudades más fuertes sobreviven. Pero, por supuesto, tienen aquellas personas que descubren que “comer” las ciudades más pequeñas, no sería tan natural así, y que los cazadores de recompensa no son tan maravillosos como parecen y que se meten en aventuras por varias ciudades tratadas, depósitos de comercio, dirigibles y hasta el lodo estéril que ahora es el suelo de todo el mundo. En este concepto de “Darwinismo Municipal”, al principio del libro, vemos Londres (trazada) persiguiendo a una pequeña ciudad de mineros. ¡Y qué gran persecución! Como el campo de caza anda escaso, esa pequeña ciudad sería una presa muy esperada, ya que Londres no se alimentaba hace mucho tiempo. Durante la narración de la persecución me sentí dentro de la ciudad torciendo junto con sus conciudadanos para que la gigantesca ciudad devorara luego su presa.

Vea lo que sucedió con nuestros continentes, en este mundo dominado por las “Ciudades traicionadas”:

The Great Hunting Ground (Gran campo de caza) – Consiste en Europa y el norte de Asia, y es el dominio de las ciudades de tracción. Es un terreno desolado, en el que el movimiento constante de las ciudades destruyó toda la vegetación. La tierra es identificada por los habitantes de la ciudad como el “Out-Country”.

The Ice Wastes – Nuevo nombre para el Ártico, en el que las ciudades de tracción utilizan corredores de hierro para patinar en el hielo. En algunos lugares, el hielo es delgado y corren el riesgo de caer en el océano.

África – Ahora es dividida entre el desierto del Sahara, gobernado por ciudades de tracción y las regiones del Sur, administradas por antitracionistas. Las áreas del continente meridional incluyen las ciudades estáticas de Zagwa y Tibetsi, y el área de las tierras altas conocida como las Montañas de la Luna.

El Continente Muerto – América del Norte, supuestamente reducido a un área desolada irradiada por la Guerra de 60 Minutos. En “Predator’s Gold”, se demuestra que no está completamente muerto; en el Norte hay bosques con algunos animales que sobrevivieron a la Guerra de los sesenta minutos.

Asia – La fortaleza de la Liga Antitracion. La China oriental es evidentemente irradiada por la guerra, y los Himalayas son ahora el centro de la civilización, donde las montañas hacen imposible el acercamiento de las ciudades.

Nuevo Maya (Nuevo Maia) – Nuevo nombre para América del Sur, separado de América del Norte cuando “bombas lentas” destruyeron Centroamérica durante la guerra. Los asentamientos estáticos gobiernan los andes, pero las tierras bajas se rellenan con ciudades de tracción zigurat. Los protagonistas Tom y Hester visitan Nuevo Maya entre los dos primeros libros. Philip Reeve dijo que explorará el Nuevo Maya con más detalles en el futuro.

Antártica – Mencionado sólo una vez y, evidentemente, el dominio de las ciudades de tracción de perforación de petróleo. Tom y Hester visitan la Antártida entre los dos primeros libros.

Australia – Aunque no se menciona en la serie original o “Fever Crumb”, Philip Reeve dice que explorará lugares como Australia y Nuevo Maya en el futuro, ya que nunca tuvo la oportunidad de hacerlo en el cuarteto original.

Anchorage-in-Vineland (Anclaje dentro de Vineland) – La versión estática y estable de la Traction City de Anchorage, que decidió dejar de vagar por el Ártico y se instala en la tierra verde y virgen de Vineland (en América del Norte). Cuando Anchorage era una Ciudad de Tracción, no era predatoria, pero ganó su riqueza negociando con otras ciudades bajo líderes más escrupulosos.

En el caso de que se trate de una película de ficción o de una película de ficción, la película se estrenará en el mes de mayo, , que se ha convertido en una de las más antiguas del mundo.

En octubre de 2016, Peter Jackson, junto a los guionistas Fran Walsh y Philipa Boyens, recibieron la señal verde para adaptar la obra de Philip Reeve. Jackson está tratando de adaptar el proyecto desde 2009. La dirección estará a cargo de Christian Rivers, con quien trabajó Jackson en El Hobbit. Este será el estreno de Rivers en la dirección, pero él viene trabajando con Jackson en los últimos 25 años en diversas funciones, entonces ciertamente tiene suficiente conocimiento para hacer el trabajo. La producción de la película comenzó en Nueva Zelanda en marzo de 2017. Y el elenco trae a los conocidos Stephen Lang y Hugo Weaving además de la cantante Jihae y la novata Leila George D’Onofrio. ¡El primer tráiler de la película ya entró en circulación hace cinco días y es INCREÍBLE!!!!

Bien, terminamos. Yo y el blog deseamos a todos una gran Navidad y un 2018 coronado de muchos logros y éxito.

Te encuentro en el próximo post. Te encuentro el próximo año.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/Steampunk

logingamer.pt/wp-content/uploads/2017/05/peter-jackson-releases-a-beautiful-piece-of-concept-art-for-mortal-engines2.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Philip_Reeve

philip-reeve.com/

gotceleb.com/wp-content/uploads/photos/leila-george/mother-may-i-sleep-with-danger-screening-in-new-york/Leila-George:-Mother-May-I-Sleep-With-Danger-Screening–01-662×993.jpg

nivelepico.com/2016/10/26/peter-jackson-comeca-a-desenvolver-adaptacao-de-mortal-engines/

logingamer.pt/2017/05/27/peter-jackson-mostra-artwork-mortal-engines/

millennium.newport.lib.ca.us/record=b1112826~S16

fadamoderna.com/top-5-viagens-literarias/

weezbo.com/images/2012/12/1355293687_3-640×420.png

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en.wikipedia.org/wiki/Mortal_Engines_Quartet

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youtube.com/watch?v=ViXpw2zfLTg

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