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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Clássicos II – A Ilha do Tesouro, por Robert L. Stevenson.

O PHANTASTICUS dá sequência ao projeto de valorização dos clássicos da literatura de fantasia/aventura.  Gostaria de reforçar a importância destes grandes livros, para muitas gerações.   O livro de hoje, foi um dos primeiros que li em minha infância e deu um “sabor todo especial” a minha imaginação. Vale ressaltar que para muitos pode ser uma leitura ultrapassada, mas se der uma chance e mergulhar nestas páginas tenho certeza absoluta que quem o fizer não se arrependerá.  E vamos deixar de blá, blá, blá e começar com nosso clássico de hoje.  E com vocês…..

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“Treasure Island” (A Ilha do Tesouro).  Obra escrita e publicada pelo escocês Robert Louis Stevenson em 1883.

Stevenson foi um influente novelista, poeta e escritor de roteiros de viagem britânico, nascido na Escócia. Escreveu muitos clássicos importantes (que iremos falar futuramente).  Considerado um dos mais importantes escritores britânicos do século XIX, está entre os autores mais traduzidos em todo o mundo. Foi, em vida, também um ferrenho ativista político, crítico social e humanista.

No livro, um garoto chamado Jim Hawkins cujos pais são proprietários e moradores de uma pequena pensão (mais conhecida como Hospedaria Almirante Benbow), numa cidade litorânea da Inglaterra, vive diversas aventuras após a chegada de um velho lobo do mar – Capitão Billy Bones, um ex-pirata, que vem a morrer na hospedaria – em circunstâncias muito misteriosas. Pouco depois que seu pai também morre e Hawkins descobre um mapa no baú do Capitão, que ficara com eles, e parte para uma aventura primeiro a bordo do navio Hispaniola e, depois, na Ilha do Esqueleto (ou Ilha do Tesouro) onde os “X” (sim, mais de um) marcam a fortuna escondida pelo lendário Capitão Flint – o mais sanguinário dos piratas que alguma vez cruzou os mares. O livro é uma narrativa cheia de ação e aventura, falando muito de “bucaneiros e ouro enterrado”. Sua influência é enorme na percepção popular de piratas, incluindo elementos como escunas, a Mancha Negra, ilhas tropicais e marinheiros de uma perna com papagaios em seus ombros.

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Uma curiosidade: Foi nesse livro que pela primeira vez apareceu um mapa do tesouro, onde a arca cheia de ouro enterrada estava marcada com um grande X, hoje tão comum nesse tipo de história.

Enquanto Hawkins é a versão perfeita do garoto aventureiro, conhecemos Long John Silver, o cozinheiro do navio, é a dinamicidade do pirata. Esperto, egoísta, capaz de trair a tudo e a todos, mas com um lado fraco por Hawkins, talvez por ver-se quando mais jovem no menino, ele é o grande personagem da obra. Dono de uma habilidade ímpar com a palavra, capaz de convencer todos de qualquer coisa que quiser, Silver, que fora imediato do Capitão Flint, é, de certa forma, visto com uma reverência temerosa por Hawkins que reconhece sua natureza traiçoeira, mas também suas qualidades que incluem um controle absoluto da muleta que usa no lugar de sua perna perdida anos atrás e sua lábia destruidora, além de um verniz inegável de coragem e uma certa – ainda que extremamente duvidosa – moralidade. Se Hawkins é o protagonista e com quem mais facilmente nos identificamos, é por Silver que torcemos secretamente.

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“Treasure Island” foi originalmente serializado na revista infantil “Young Folks” entre 1881 e 1882 sob o título “Treasure Island” (O Motim da Hispaniola), creditado ao pseudônimo de “Capitão George North”. Foi publicado pela primeira vez como um livro em 14 de novembro de 1883, pela Cassell & Co. (o livro foi publicado um dia após o aniversário do autor, que então fazia 33 anos).

Neste ano, o livro completará 135 anos de publicação. Fantástico!!

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O livro recebeu muitas adaptações para cinema, TV e teatro ao longo do tempo (foram cerca de 50).  Uma delas com Orson Wells interpretando Long John Silver, de 1972 teve uma grande aceitação.  Uma outra produção, de 1990, nos trouxe Charlton Heston as Long John Silver e o então jovem Christian Bale (com dezesseis anos quando do lançamento) como Jim Hawkins.  Demais!!!

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Ler e reler “A Ilha do Tesouro” é um prazer inenarrável. E passar as aventuras de Jim Hawkins, e os piratas com quem ele se envolve, para as novas gerações é obrigação de todos nós. Afinal, piratas com perna de pau e papagaio no ombro são absolutamente irresistíveis.  Não são?

“A ficção é para o homem adulto o que o brinquedo representa para a criança”. Esta frase, atribuída ao escocês Robert Louis Stevenson, representa não apenas o espírito da sua obra, mas, sobretudo, o poder da LitFan enquanto mundo alternativo, um mergulho num mundo paralelo onde o leitor se torna um outro, viajando até mundos distantes e fazendo, da impossibilidade, o seu dia a dia.

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Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Clásicos II – La Isla del Tesoro, por Robert L. Stevenson.

El PHANTASTICUS da seguimiento al proyecto de valorización de los clásicos de la literatura de fantasía / aventura. Me gustaría reforzar la importancia de estos grandes libros para muchas generaciones. El libro de hoy, fue uno de los primeros que leí en mi infancia y dio un “sabor todo especial” a mi imaginación. Es importante resaltar que para muchos puede ser una lectura superada, pero si da una oportunidad y sumergirse en estas páginas tengo certeza absoluta que quien lo haga no se arrepentirá. Y vamos a dejar de bla, bla, bla y empezar con nuestro clásico de hoy. Y con ustedes …..

“Treasure Island” (La Isla del Tesoro). Obra escrita y publicada por el escocés Robert Louis Stevenson en 1883.

Stevenson fue un influyente novelista, poeta y escritor de guiones de viaje británico, nacido en Escocia. Escribió muchos clásicos importantes (que vamos a hablar en el futuro). Considerado uno de los más importantes escritores británicos del siglo XIX, está entre los autores más traducidos en todo el mundo. Fue, en vida, también un férreo activista político, crítico social y humanista.

En el libro, un chico llamado Jim Hawkins cuyos padres son propietarios y moradores de una pequeña pensión (más conocida como Hostal Almirante Benbow), en una ciudad costera de Inglaterra, vive diversas aventuras después de la llegada de un viejo lobo del mar – Capitán Billy Bones, un ex pirata, que viene a morir en el albergue – en circunstancias muy misteriosas. Poco después que su padre también muere y Hawkins descubre un mapa en el baúl del Capitán, que se quedó con ellos, y parte para una aventura primero a bordo del barco Hispaniola y luego en la Isla del Esqueleto (o la Isla del Tesoro) donde los ” “X” (sí, más de uno) marcan la fortuna escondida por el legendario Capitán Flint – el más sanguinario de los piratas que alguna vez cruzó los mares. El libro es una narrativa llena de acción y aventura, hablando mucho de “bucaneros y oro enterrado”. Su influencia es enorme en la percepción popular de piratas, incluyendo elementos como escunas, la Mancha Negra, islas tropicales y marineros de una pierna con loros en sus hombros.

Una curiosidad: Fue en ese libro que por primera vez apareció un mapa del tesoro, donde el arca llena de oro enterrada estaba marcada con un gran X, hoy tan común en ese tipo de historia.

Mientras que Hawkins es la versión perfecta del chico aventurero, conocemos a Long John Silver, el cocinero de la nave, es la dinámica del pirata. Espero, egoísta, capaz de traicionar a todo ya todos, pero con un lado débil por Hawkins, tal vez por verse cuando más joven en el niño, él es el gran personaje de la obra. Dono de una habilidad impar con la palabra, capaz de convencer a todos de cualquier cosa que quiera, Silver, que fuera inmediato del Capitán Flint, es, en cierto modo, visto con una reverencia temerosa por Hawkins que reconoce su naturaleza traicionera, pero también sus las cualidades que incluyen un control absoluto de la muleta que usa en lugar de su pierna perdida años atrás y su labios destructor, además de un barniz innegable de coraje y una cierta -aunque extremadamente dudosa- moralidad. Si Hawkins es el protagonista y con quien más fácilmente nos identificamos, es por Silver que torcemos secretamente.

“Treasure Island” fue originalmente serializado en la revista infantil “Young Folks” entre 1881 y 1882 bajo el título “Treasure Island”, acreditado al pseudónimo de “Capitán George North”. Fue publicado por primera vez como un libro el 14 de noviembre de 1883, por Cassell & Co. (el libro fue publicado un día después del aniversario del autor, que entonces hacía 33 años).

Este año, el libro completará 135 años de publicación. Fantástico!!

El libro recibió muchas adaptaciones para el cine, la televisión y el teatro a lo largo del tiempo (fueron alrededor de 50). Una de ellas con Orson Wells interpretando a Long John Silver, de 1972 tuvo una gran aceptación. Otra producción, de 1990, nos traía Charlton Heston a las Long John Silver y el entonces joven Christian Bale (con dieciséis años en el lanzamiento) como Jim Hawkins. ¡¡¡Increíble!!!

Leer y releer “La Isla del Tesoro” es un placer inenarrable. Y pasar las aventuras de Jim Hawkins, y los piratas con quienes se involucra, para las nuevas generaciones es obligación de todos nosotros. Después de todo, los piratas con pierna de palo y loro en el hombro son absolutamente irresistible. ¿No son?

“La ficción es para el hombre adulto lo que representa el juguete para el niño”. Esta frase, atribuida al escocés Robert Louis Stevenson, representa no sólo el espíritu de su obra, sino, sobre todo, el poder de la LitFan como mundo alternativo, un buceo en un mundo paralelo donde el lector se convierte en otro, viajando hasta mundos distantes y haciendo de la imposibilidad, su día a día.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

s3.amazonaws.com/ogden_images/www.adirondackdailyenterprise.com/images/2017/11/15125237/RLStevensonDrawing.jpg

2.bp.blogspot.com/-lY1XpCQVidU/VYxy62AVGeI/AAAAAAAAQi0/pSb7ZA8J53Y/s1600/coleco-terramarear-a-ilha-do-thesouro-1933-.jpg

wikimedia.org/wikipedia/en/0/09/Treasureisland72.jpg

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pt.wahooart.com/Art.nsf/O/8BWT4B/$File/John-Singer-Sargent-Robert-Louis-Stevenson.JPG

pt.wikipedia.org/wiki/A_Ilha_do_Tesouro

planocritico.com/critica-a-ilha-do-tesouro-de-robert-louis-stevenson/

wikimedia.org/wikipedia/en/e/e9/Treasureposter.jpg

deusmelivro.com/mil-folhas/a-ilha-do-tesouro-robert-louis-stevenson-5-4-2016/

wikimedia.org/wikipedia/commons/0/06/Treasure-island01.png

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pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Louis_Stevenson

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