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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Tsunami de leitura.

Olá para todos! Hoje o post é mais uma reflexão do que propriamente um comentário sobre um autor ou sobre um livro, ou talvez sobre um tema de fantasia.  Não é, em sua totalidade, um flash sobre a vida de um autor. Hoje o PHANTASTICUS vai falar sobre… eu.  E depois, vamos escolher um autor.

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Há momentos em que precisamos abrir o que pensamos e o que fazemos.  E hoje estou em um daqueles momentos em que isto é necessário.  Neste instante, parei para ver e percebi que estou em várias frentes de leitura.  Por vezes, se parece com um verdadeiro tsunami de livros e páginas.  Vamos lá: Estou relendo toda a série “Harry Potter”, da querida J.K. Rowling; Estou lendo “A Verdadeira História da Ficção Científica” de Adam Roberts, buscando conhecer e entender a evolução da literatura de Sci Fi; Estou lendo “Origem” do ótimo escritor Dan Brown, a quem admiro desde “O Código da Vinci” e “Anjos e Demônios”.  E por último, estou relendo – buscando oportunidades de melhorar o conteúdo – o manuscrito de meu primeiro livro.  Cada vez que faço isto, tento enxergar se vale a pena seguir com este projeto.  O Brasil não é um país de muitos leitores – infelizmente.  E tentando ganhar coragem com este projeto – que é extremamente importante para minha vida – verifiquei, recentemente, indicadores que desencorajam qualquer escritor.

Pesquisa

Na “Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil” realizada em 2015 e publicada em 2016, temos:

Praticamente metade da população alfabetizada no país não lê.  Os três maiores motivos dados como impeditivo para ler foram: Falta de tempo e NÃO GOSTAR DE LER e não ter paciência para ler – somados, chegam a 73%.  O grande rival da leitura de livros é: INTERNET e Redes Sociais.  A leitura, ficou em 10º lugar quando o assunto é “o que gosta de fazer no tempo livre”. Preocupante.

Um número mais preocupante: 74% dos pesquisados, não comprou um livro nos últimos 3 meses. Pior: 30% NUNCA comprou um livro.

E quem compra e lê? Bem, na pesquisa identificou-se que são lidos 4,96 livros por habitante/ano.  É a massa que lê – que passa um pouco de 50% – compensando a que não lê.  Estamos em um momento importante da nossa vida cívica.  As eleições estão muito próximas.  Pergunte-se: Quem, no Brasil, incentiva a leitura? Que candidatx incentiva a leitura?

Segue o link da pesquisa, para quem quiser entrar em mais detalhes: prolivro.org.br/home/images/2016/Pesquisa_Retratos_da_Leitura_no_Brasil_-_2015.pdf

Realizada pelo Ibope por encomenda do Instituto Pró-Livro, entidade mantida pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), a pesquisa ouviu 5.012 pessoas, alfabetizadas ou não, mesma amostra da pesquisa passada. Isso representa, segundo o Ibope, 93% da população brasileira.

A revista “The Economist”, uma das mais importantes do mundo, publicou uma matéria especial sobre o tema em 2006, tendo como base a pesquisa da época. “Brazil – A nation of non-readers” (Brasil – Uma nação de não leitores).  E, para deixar de blá, blá, blá, de lá para cá, pouca coisa mudou.

Em outra pesquisa, o país que mais lê no mundo é a Índia, que ocupa essa distinção desde 2005. Os indianos dedicam, em média, 10 horas e 42 minutos semanais para ler. Os seguintes três postos também são ocupados por países da Ásia: Tailândia, China e Filipinas. Já o quinto é, notavelmente, o Egito. Depois vem a República Tcheca, seguida da Rússia e da Suécia, empatada com a França. Depois vem a Hungria, empatada com a Arábia Saudita. Quanto à América Latina, o país mais leitor é a Venezuela, no 14º lugar. Depois vem Argentina (18º), México (25º) e Brasil (27º) com médias de leitura que rondam menos da metade de tempo que dedicam na Índia.

Market Research World – Índice de Cultura Mundial,

Assim, a frase de Franklin Roosevelt (32º Presidente dos Estados Unidos de 1933 até sua morte em 1945) me inspira a seguir independente das dificuldades e dos obstáculos – “Os únicos limites das nossas realizações de amanhã são as nossas dúvidas e hesitações de hoje.”

Bem, vamos mudar a “prosa”.  Voltando as linhas da ficção, vou fugir um pouco do terror provocado pela pesquisa e seguir com o que todos gostam.  Mas saio, hoje, da LitFan e sigo um pouco a linha do gênero Thriller, aventura, mistério e conspiração.  E vamos falar de Dan Brown, que é um dos meus autores prediletos.  Já li seis de seus livros e concluo o sétimo antes de acabar o mês.  Admiro muito o protagonista de boa parte de seus livros – o simbologista de Harvard, Robert Langdon.  A personagem foi criada como uma ficção de “alter ego” de si mesmo ou “o homem que deseja que poderia ser”. O próprio Brown nasceu a 22 de junho de 1964 em Exeter, New Hampshire, e a personagem fictícia de Langdon, é descrito como tendo nascido em 22 de junho, também em Exeter, e frequentando a mesma escola que Brown fez, a Universidade de Phillips Exeter.

Dan Brown recebeu os prêmios “Indies Choice Book Award for Adult Fiction” (O Código da Vinci – 2004) e “Goodreads Choice Awards” de Melhor Mistério e Thriller (Inferno – 2013).  Em uma entrevista, o escritor disse: “Aprendi: não leia nenhuma crítica. Porque, se você ler os elogios, pode acabar acreditando neles e se tornando preguiçoso. Vai ficar arrogante e achar que sabe tudo. E se você ler as críticas, pode começar a duvidar de si. O ideal é fechar os olhos e escrever o que você gostaria de ler”.

Muitos questionam o autor americano.  Alegam que ele tem uma forma padrão – em alguns casos escrevem/chamam até de fôrma (tal qual uma fôrma de bolo ou pão) de escrever.  Tem gente que ama, tem gente que detesta. Mas são mais de 150 milhões de livros vendidos em todo o mundo.  Assim, é inegável suas qualidades como autor e como seus livros se notabilizam.  Se o formato é sempre fixo, não dá para dizer o mesmo do conteúdo.  É inquestionável, a profundidade de Brown e os detalhes que ele expõe, sobre lugares, história, física, química, etc.  Dan Brown sempre “vai fundo” no assunto a que se propõe em cada livro.  Eu diria que esta “fórmula mágica” funciona muito bem e mantém sempre a leitura agradável e dinâmica.

Acho que vamos chegar ao fim. Esperem!! Vamos concluir com uma frase para lá de importante e fomentadora.

“Os livros não mudam o mundo. Os livros mudam as pessoas. E as pessoas mudam o mundo.” Mario Quintana.

Agora sim! Concluído o post! Que acharam? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. Se preferir, deixe uma sugestão. Nos encontramos no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Tsunami de lectura.

¡Hola para todos! Hoy el post es más una reflexión que propiamente un comentario sobre un autor o sobre un libro, o tal vez sobre un tema de fantasía. No es, en su totalidad, un flash sobre la vida de un autor. Hoy el PHANTASTICUS va a hablar de … yo. Y después, vamos a elegir un autor.

Hay momentos en que necesitamos abrir lo que pensamos y lo que hacemos. Y hoy estoy en uno de aquellos momentos en que esto es necesario. En este instante, paré para ver y percibí que estoy en varios frentes de lectura. A veces se parece a un verdadero tsunami de libros y páginas. Vamos allá: Estoy releyendo toda la serie “Harry Potter”, de la querida J.K. Rowling; “Estoy leyendo” La Verdadera historia de la ciencia ficción “de Adam Roberts, buscando conocer y entender la evolución de la literatura de Sci Fi; “Estoy leyendo” Origen “del gran escritor Dan Brown, a quien admiro desde” El Código da Vinci “y” Ángeles y Demonios “. Y por último, estoy relando – buscando oportunidades para mejorar el contenido – el manuscrito de mi primer libro. Cada vez que hago esto, intento ver si vale la pena seguir con este proyecto. Brasil no es un país de muchos lectores – por desgracia. Y tratando de ganar coraje con este proyecto – que es extremadamente importante para mi vida – he comprobado recientemente indicadores que desalientan a cualquier escritor. En la “Encuesta Cuadros de la Lectura en Brasil” realizada en 2015 y publicada en 2016, tenemos:

Casi la mitad de la población alfabetizada en el país no lee. Los tres mayores motivos dados como impedimento para leer fueron: Falta de tiempo y NO GUSTAR DE LEER y no tener paciencia para leer – sumados, llegan al 73%. El gran rival de la lectura de libros es: INTERNET y Redes Sociales. La lectura, quedó en el 10º lugar cuando el asunto es “lo que le gusta hacer en el tiempo libre”. Preocupante.

Un número más preocupante: el 74% de los encuestados, no compró un libro en los últimos 3 meses. Lo peor: 30% NUNCA compró un libro.

¿Y quién compra y lee? Bueno, en la investigación se identificó que se leen 4,96 libros por habitante / año. Es la masa que lee – que pasa un poco del 50% – compensando la que no lee. Estamos en un momento importante de nuestra vida cívica. Las elecciones están muy cerca. Pregúntese: ¿Quién, en Brasil, alienta la lectura? ¿Qué candidatx alienta la lectura?

Siga el enlace de la búsqueda de aquellos que quieren entrar en más detalles: prolivro.org.br/home/images/2016/Pesquisa_Retratos_da_Leitura_no_Brasil_-_2015.pdf

En el caso de que se produzca un cambio en la calidad de vida de las personas que viven con el VIH / SIDA, o no, la misma muestra de la investigación pasada. Esto representa, según el Ibope, el 93% de la población brasileña.

La revista “The Economist”, una de las más importantes del mundo, publicó una materia especial sobre el tema en 2006, teniendo como base la investigación de la época. “Brasil – La nación de no-lectores (Argentina – Una nación de no lectores). Y, para dejar de bla, bla, bla, de allá para allá, poca cosa cambió.

En otra investigación, el país que más lee en el mundo es la India, que ocupa esa distinción desde 2005. Los indios dedican, en promedio, 10 horas y 42 minutos semanales para leer. Los siguientes tres puestos también son ocupados por países de Asia: Tailandia, China y Filipinas. El quinto es, notablemente, Egipto. Después viene la República Checa, seguida de Rusia y Suecia, empatada con Francia. Después viene Hungría, empatada con Arabia Saudita. En cuanto a América Latina, el país más lector es Venezuela, en el 14º lugar. Después viene Argentina (18º), México (25º) y Brasil (27º) con promedios de lectura que rondan menos de la mitad de tiempo que dedican en la India.

Market Research World – Índice de Cultura Mundial,

Así, la frase de Franklin Roosevelt (32º presidente de los Estados Unidos de 1933 hasta su muerte en 1945) me inspira a seguir independientemente de las dificultades y los obstáculos – “Los únicos límites de nuestras realizaciones de mañana son nuestras dudas y vacilaciones de hoy. ”

Bueno, vamos a cambiar la “prosa”. Volviendo las líneas de la ficción, voy a huir un poco del terror provocado por la investigación y seguir con lo que a todos les gusta. Pero salgo, hoy, de la LitFan y sigo un poco la línea del género Thriller, aventura, misterio y conspiración. Y vamos a hablar de Dan Brown, que es uno de mis autores predilectos. He leído seis de sus libros y concluyo el séptimo antes de terminar el mes. Admiro mucho al protagonista de buena parte de sus libros – el simbólico de Harvard, Robert Langdon. El personaje fue creado como una ficción de “alter ego” de sí mismo o “el hombre que desea que podría ser”. El propio Brown nació el 22 de junio de 1964 en Exeter, New Hampshire, y el personaje ficticio de Langdon, es descrito como nacido el 22 de junio, también en Exeter, y frecuentando la misma escuela que Brown hizo, la Universidad de Phillips Exeter.

Dan Brown recibió los premios “Indies Choice Book Award for Adult Fiction” (El Código Da Vinci – 2004), y de “Goodreads Choice Awards” de Mejor Misterio y Thriller (Inferno – 2013). En una entrevista, el escritor dijo: “Aprendí: no lea ninguna crítica, porque si usted lee los elogios, puede acabar creyendo en ellos y volviéndose perezoso, va a estar arrogante y pensar que lo sabe todo. Y si usted lee las críticas, puede que es una de las más importantes de la historia de la humanidad, que se ha convertido en una de las más antiguas del mundo. Hay gente que ama, hay gente que detesta. Pero son más de 150 millones de libros vendidos en todo el mundo. Así, es innegable sus cualidades como autor y cómo sus libros se notan. Si el formato es siempre fijo, no se puede decir lo mismo del contenido. Es incuestionable, la profundidad de Brown y los detalles que él expone, sobre lugares, historia, física, química, etc. Dan Brown siempre “va profundamente” en el asunto a que se propone en cada libro. Yo diría que esta “fórmula mágica” funciona muy bien y mantiene siempre la lectura agradable y dinámica.

Creo que vamos a llegar al final. ¡¡Espera!! Vamos a concluir con una frase más allá de importante y fomentadora.

“Los libros no cambian el mundo, los libros cambian a la gente, y la gente cambia el mundo.” Mario Quintana.

¡Ahora sí! ¡Concluido el post! ¿Qué creyeron? Aprovecha el blog y lee la cantidad de posts que desea. Y deje su comentario. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Nos encontramos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Langdon

en.wikipedia.org/wiki/Dan_Brown

cultura.estadao.com.br/blogs/babel/44-da-populacao-brasileira-nao-le-e-30-nunca-comprou-um-livro-aponta-pesquisa-retratos-da-leitura/

santosbancarios.com.br/tim.php?src=uploads/images/backup/books.jpg&w=1600

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naocontoofinal.weebly.com/blog/dan-brown-e-tudo-igual

bvl.org.br/quais-sao-os-paises-mais-leitores-do-mundo/

http2.mlstatic.com/kit-livros-dan-brown-edico-econmica-6-livros–D_NQ_NP_752705-MLB28082368391_092018-F.jpg

noticias.gospelmais.com.br/files/2017/10/dan-brown-origem.jpg

vefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2018/05/22/o-ideal-e-fechar-os-olhos-para-as-criticas-diz-dan-brown.htm

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