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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A Primeira Vez – da LitFan.

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Esta semana, o PHANTASTICUS vai iniciar uma jornada de muitas emoções.  Tanto para quem lê, quanto para quem escreve.  Como foi a primeira vez de cada autor.  Opps! Calma!! Não é isso que você está pensando.    O blog vai explorar a primeira publicação de alguns autores – muito importantes – da Lit Fan.

G Martin

E não poderíamos começar de melhor forma do que escrever sobre o primeiro livro de George RR Martin.  O laureado escritor que criou uma das maiores obras contemporâneas da LitFan – “A Song of Ice and Fire” (As Crônicas de Gelo e Fogo) – começou sua carreira escrevendo contos de ficção científica no começo da década de 1970.  Nunca perdeu a coragem – e a vontade – de publicar suas obras.  E aconteceu!!! Em 1976, George conseguiu publicar “A Song for Lya” (Uma Canção Para Lya) – uma coletânea de histórias.  E … Os sensitivos Lyanna e Robb chegam a um planeta onde humanos vivem com uma população chamada Shkeen, cuja religião envolve um culto no qual vermes se grudam ao cérebro dos indivíduos e os juntam a uma consciência coletiva. Todos amam a tudo e todos. Robb e Lya devem investigar por que muitos humanos estavam aderindo a esta religião a pedido de Dino Valcarenghi, governador do planeta, mas ao entrar em contato com uma nova filosofia de vida, Lyanna passa a questionar a sua própria maneira de viver e se relacionar.

Segundo George R. R. Martin, em “A Luz de Estrelas Distantes” (capítulo de comentário da “RRetrospectiva”) ao terminar de escrever esta história, em 1973, percebeu que aquela era a melhor coisa que já tinha escrito até então.

“A Song for Lya” foi publicada pela primeira vez na revista “Analog Science Fiction and Fact” em Junho de 1974. No ano seguinte, venceu o prêmio Hugo de melhor novela e foi indicada para a mesma categoria para os prêmios “Nebula” e “Jupiter”. Em 1976, foi republicado na coletânea “A Song for Lya and Other Stories”.  Depois em 1985, na coletânea “Nightflyers”, e em 2003 em “Dreamsongs Vol I”.

Nosso querido G.Martin começou sua luta muito cedo, até se consolidar como um dos maiores escritores da atualidade.  Bem, vamos a outra fera.  Que tal falar da fantástica J.K. Rowling criadora da saga “Harry Potter”?  Bem, ela é um exemplo de resiliência quando se trata de sua carreira.  Quando J.K. escreveu o primeiro livro da saga, em 1997, sua vida era muito diferente. Recém separada do marido, mãe de uma menina pequena e vivendo com ajuda de custo do governo, J.K. enfrentava também uma depressão, devido à morte da mãe, Anne. O luto inspirou a história de Harry, que perde os pais no primeiro livro.

jkrowling

Antes de publicar “Harry Potter and the Philosopher’s Stone” (Harry Potter e a Pedra Filosofal) já havia sido rejeitada por doze editoras.  Então, Joane adicionou um K (em homenagem à avó, Kathleen) em seu nome para tentar facilitar a aceitação e acatar a sugestão de um editor de não usar seu nome verdadeiro na assinatura dos livros. Isso porque ele não acreditava que meninos quereriam ler livros sobre um bruxinho escrito por uma mulher. Pode?

The_Cuckoo's_Calling

Bem, este foi o primeiro livro de JK como JK.  Mas… Depois de se consolidar como a mais bem-sucedida autora contemporânea, ela decidiu se voltar a um de seus maiores desejos como escritora: criar uma obra de ficção policial, a tradicional “história de detetive”.   Assim surgiu Robert Galbraith pseudônimo que JK escolheu para entrar no mundo da ficção policial.  E assim foi publicado “The Cuckoo’s Calling” em julho de 2013.  Assim, seria a “estreia” de Galbraith (JK).  O romance, nos mostra que depois de perder sua perna em uma mina no Afeganistão, Detetive Cormoran Strike investiga o suicídio de uma supermodelo, pensando estar apenas tocando sua vida como investigador privado. Strike conseguiu um cliente e os credores o estão chamando. Ele também terminou com sua namorada de longo prazo e está vivendo em seu escritório.

Então, John Bristow passa por sua porta com uma história impressionante: Sua irmã, a lendária modelo Lula Landry, conhecida por seus amigos como Cuckoo, notoriamente havia morrido alguns meses atrás. A polícia julgou como suicídio, mas John se recusa a acreditar nisto. O caso liga Strike com o mundo dos belos milionários, namorados rockstars e designers desesperados, e isso o introduziu a todas as mais diferentes formas de prazer, tentação, sedução e ilusões que o homem conhece. E … Vamos parar.  Ainda temos que falar de mais um grande escritor.

Agora, meus amigos, abram espaço para o grande mestre da LitFan.  O homem que inspirou boa parte dos escritores contemporâneos de fantasia, aventura e ação.

Tolkien

Com vocês…… John Ronald Reuel Tolkien, conhecido internacionalmente por J. R. R. Tolkien.  Ele revolucionou a escrita de sua época – até os dias de hoje.  Seu primeiro livro, oficial, foi “The Hobbit”, que teve a ideia inicial em 1928, enquanto Tolkien examinava documentos de alunos que queriam ingressar na Universidade e Tolkien contou que “um dos alunos deixou uma das páginas em branco – possivelmente a melhor coisa que poderia ocorrer a um examinador – e eu escrevi nela: Em um buraco no chão vivia um hobbit, não sabia e não sei por quê.”.  Foi a partir desta frase que ele começou a escrever “O Hobbit”, somente dois anos depois, mas o abandonou a meio.

Tolkien emprestou o manuscrito incompleto para a Reverenda Madre de Cherwell Edge na época, quando esta estava doente, e ele foi visto por Susan Dagnall, uma bacharel de Oxford , que trabalhava para Allen & Unwin (comprada em 1990 pela Editora Harper Collins) e analisado depois por Rayner Unwin (filho de Stanley Unwin, fundador da Allen & Unwin, na época com 10 anos de idade) que ficou maravilhado com a história. Dagnall ficou tão encantada com o material que encorajou Tolkien para que ele terminasse o livro, e em 1937 é publicada a primeira edição de “The Hobbit”.  Mas …. Tem sempre um, “mas”.  Mas, o primeiro livro (mesmo) escrito por Tolkien começou com alguns esboços que datam do início de 1925, quando Tolkien escreveu um “Esboço da Mitologia”.  No entanto, o conceito dos personagens, temas e histórias específicas foram desenvolvidos em 1917, quando Tolkien, então um oficial britânico que havia retornado da França após a Primeira Guerra Mundial, estava numa cama sofrendo da Febre das Trincheiras. Àquela época, ele chamou sua coleção de histórias de “The Book of Lost Tales” (O livro dos contos perdidos).

Muitos anos depois da guerra, encorajado pelo sucesso de “O hobbit”, Tolkien enviou uma versão incompleta, porém mais desenvolvida do seu trabalho inicial para seu editor, George Allen & Unwin, mas ele rejeitou o trabalho por ser muito obscuro e “demasiadamente celta”.  Ele, então, pediu a Tolkien que, ao invés desse, fizesse uma continuação para “O Hobbit”, ideia que se transformaria na mais famosa, mas não mais importante, obra dele: “The lord of the Rings” (O Senhor dos Anéis).

No fim dos anos 1950, ele começou novamente a trabalhar no primeiro trabalho Durante esse tempo, ele escreveu muito sobre estes tópicos, como o surgimento do mal em Arda, a origem dos Orcs, o costume dos Elfos e sua imortalidade, o Mundo Plano e a história do Sol e da Lua (veja Duas Árvores de Valinor). Por esses tempos, sérias dúvidas o acometeram sobre alguns aspectos fundamentais do trabalho e ele voltou às versões mais antigas das histórias. Parece que ele sentiu que devia solucionar esses problemas antes de publicar a versão final.

The Silmarillion

Mas… O gênio veio a falecer antes de poder publicar este trabalho.  Depois da morte de Tolkien, em 1973, seu filho – Christopher Tolkien – compilou a narrativa. Suas intenções parecem ter sido a de manter-se consistente, principalmente, com “O Senhor dos Anéis”. Às vezes, ele chegou a ter de criar alguma coisa, devido à escassez de anotações de seu pai. Vale observar que Tolkien, muitas vezes, escrevia o livro às pressas, até mesmo com anotações a lápis e, não raramente, ilegíveis. O livro foi, então, publicado no ano de 1977.  Seu nome “The Silmarillion” (O Silmarillion).  60 anos depois de seu pai iniciar o projeto, seu filho o conclui.  Sensacional!!!

The_one_ring_animated

Meus queridos, o post foi sobre a primeira vez, a primeira publicação, a primeira vontade, os primeiros esboços e … de três monstros da literatura fantástica.  Espero que tenha agregado um pouco para vocês e, também, espero que tenham gostado. Aproveitem e entrem no blog e leiam quantos posts quiserem.

Te vejo no próximo post.

cortizo

Jota Cortizo

Versión española: La primera vez – de LitFan.

Esta semana, PHANTASTICUS comenzará una jornada de muchas emociones. Tanto para quien lee, cuanto para quien escribe. Como fue la primera vez de cada autor. ¡Opps! ¡¡Calma!! No es eso lo que estás pensando. El blog va a explorar la primera publicación de algunos autores – muy importantes – de la Lit Fan.

Y no podríamos empezar de mejor manera que escribir sobre el primer libro de George RR Martin. El galardonado escritor que creó una de las mayores obras contemporáneas de la LitFan – “La canción del hielo y el fuego” – comenzó su carrera escribiendo cuentos de ciencia ficción a principios de la década de 1970. Nunca perdió el coraje – y la voluntad – de publicar sus obras. ¡Y sucedió! En 1976, George consiguió publicar “A Song for Lya” (una canción para Lya) – una colección de historias. Y … Los sensitivos Lyanna y Robb llegan a un planeta donde los humanos viven con una población llamada Shkeen, cuya religión involucra un culto en el que gusanos se pegan al cerebro de los individuos y los unen a una conciencia colectiva. Todos amamos a todo y todos. Robb y Lya deben investigar por qué muchos humanos se adhirieron a esta religión a petición de Dino Valcarenghi, gobernador del planeta, pero al entrar en contacto con una nueva filosofía de vida, Lyanna pasa a cuestionar su propia manera de vivir y relacionarse.

Según George R. R. Martin, en “La Luz de Estrellas Distantes” (capítulo de comentario de la “RRetrospectiva”) al terminar de escribir esta historia, en 1973, percibió que aquella era la mejor cosa que ya había escrito hasta entonces.

“Song for Lya” fue publicada por primera vez en la revista “Analog Science Fiction and Fact” en junio de 1974. Al año siguiente, venció el premio Hugo de mejor novela y fue nominada para la misma categoría para los premios “Nebula” y ” “Júpiter”. En 1976, fue republicado en la colección “A Song for Lya and Other Stories”. Después en 1985, en la colección “Nightflyers”, y en 2003 en “Dreamsongs Vol I”.

Nuestro querido G.Martin comenzó su lucha muy temprano, hasta consolidarse como uno de los mayores escritores de la actualidad. Bueno, vamos a la otra fiera. ¿Qué tal hablar de la fantástica J.K. Rowling creadora de la saga “Harry Potter”? Bueno, ella es un ejemplo de resiliencia cuando se trata de su carrera. Cuando J.K. escribió el primer libro de la saga, en 1997, su vida era muy diferente. Recién separada del marido, madre de una niña pequeña y viviendo con ayuda de costo del gobierno, J.K. enfrentaba también una depresión, debido a la muerte de su madre, Anne. El duelo inspiró la historia de Harry, que pierde a los padres en el primer libro.

Antes de publicar “Harry Potter and the Philosopher’s Stone” (Harry Potter y la Piedra Filosofal) ya había sido rechazada por doce editoriales. Entonces, Joane añadió un K (en homenaje a la abuela, Kathleen) en su nombre para intentar facilitar la aceptación y acatar la sugerencia de un editor de no usar su nombre verdadero en la firma de los libros. Eso porque no creía que los niños querían leer libros sobre un brujo escrito por una mujer. Puede?

Bueno, este fue el primer libro de JK como JK. Pero … Después de consolidarse como la más exitosa autora contemporánea, ella decidió volver a uno de sus mayores deseos como escritora: crear una obra de ficción policial, la tradicional “historia de detective”. Así surgió Robert Galbraith pseudónimo que JK escogió para entrar en el mundo de la ficción policial. Y así fue publicado “The Cuckoo’s Calling” en julio de 2013. Así, sería el “estreno” de Galbraith (JK). La novela, nos muestra que después de perder su pierna en una mina en Afganistán, Detective Cormoran Strike investiga el suicidio de una supermodelo, pensando estar apenas tocando su vida como investigador privado. Strike consiguió un cliente y los acreedores lo están llamando. También terminó con su novia a largo plazo y está viviendo en su oficina.

Entonces, John Bristow pasa por su puerta con una historia impresionante: Su hermana, la legendaria modelo Lula Landry, conocida por sus amigos como Cuckoo, notoriamente había muerto unos meses atrás. La policía juzgó como suicidio, pero John se niega a creer en ello. El caso liga a Strike con el mundo de los bellos millonarios, novios rockstars y diseñadores desesperados, y eso lo introdujo a todas las más diferentes formas de placer, tentación, seducción e ilusiones que el hombre conoce. Y … Vamos a parar. Todavía tenemos que hablar de otro gran escritor.

Ahora, mis amigos, abran espacio para el gran maestro de LitFan. El hombre que inspiró buena parte de los escritores contemporáneos de fantasía, aventura y acción.

Con ustedes … John Ronald Reuel Tolkien, conocido internacionalmente por J. R. R. Tolkien. Él revolucionó la escritura de su época – hasta los días de hoy. Su primer libro, oficial, fue “The Hobbit”, que tuvo la idea inicial en 1928, mientras Tolkien examinaba documentos de alumnos que querían ingresar en la Universidad y Tolkien contó que “uno de los alumnos dejó una de las páginas en blanco – posiblemente la mejor cosa que pueda a un examinador -y yo escribí en ella: En un agujero en el suelo vivía un hobbit, no sabía y no sé por qué. “Fue a partir de esta frase que comenzó a escribir” El Hobbit “, sólo dos años después, pero lo abandonó por la mitad.

Tolkien prestó el manuscrito incompleto para la Reverenda Madre de Cherwell Edge en la época, cuando ésta estaba enferma, y ​​fue visto por Susan Dagnall, una bachillera de Oxford, que trabajaba para Allen & Unwin (comprada en 1990 por la Editora Harper Collins) y analizado después por Rayner Unwin (hijo de Stanley Unwin, fundador de Allen & Unwin, en la época de 10 años) que se maravilló de la historia. Dagnall quedó tan encantada con el material que alentó a Tolkien para que terminara el libro, y en 1937 se publicó la primera edición de “The Hobbit”. Pero … Tiene siempre uno, “pero”. Pero, el primer libro (mismo) escrito por Tolkien comenzó con algunos esbozos que datan de principios de 1925, cuando Tolkien escribió un “Bosque de la Mitología”. Sin embargo, el concepto de personajes, temas e historias específicas fueron desarrollados en 1917, cuando Tolkien, entonces un oficial británico que había regresado de Francia después de la Primera Guerra Mundial, estaba en una cama sufriendo de la Fiebre de las Trincheras. En aquella época, él llamó su colección de historias de “The Book of Lost Tales” (El libro de los cuentos perdidos).

Muchos años después de la guerra, alentada por el éxito de “El hobbit”, Tolkien envió una versión incompleta, pero más desarrollada de su trabajo inicial para su editor, George Allen & Unwin, pero él rechazó el trabajo por ser muy oscuro y “demasiado celta “. En ese entonces, pidió a Tolkien que, en vez de eso, hiciera una continuación para “El Hobbit”, idea que se convertiría en la más famosa, pero no más importante, obra de él: “The lord of the Rings” (El Señor de los Anillos).

A finales de los años 1950 comenzó a trabajar en el primer trabajo. Durante ese tiempo, él escribió mucho sobre estos temas, como el surgimiento del mal en Arda, el origen de los Orcos, la costumbre de los Elfos y su inmortalidad, el Mundo Plano y la historia del Sol y la Luna (ver Dos Árboles de Valinor). Por esos tiempos, serias dudas lo acometieron sobre algunos aspectos fundamentales del trabajo y él volvió a las versiones más antiguas de las historias. Parece que sentía que debía solucionar estos problemas antes de publicar la versión final.

Pero … El genio falleció antes de poder publicar este trabajo. Después de la muerte de Tolkien, en 1973, su hijo – Christopher Tolkien – compiló la narrativa. Sus intenciones parecen haber sido la de mantenerse consistente, principalmente, con “El Señor de los Anillos”. A veces, llegó a tener que crear algo, debido a la escasez de anotaciones de su padre. Vale observar que Tolkien, muchas veces, escribía el libro a la prisa, incluso con anotaciones a lápiz y, no raramente, ilegibles. El libro fue entonces publicado en el año 1977. Su nombre “The Silmarillion” (El Silmarillion). 60 años después de que su padre iniciara el proyecto, su hijo lo concluyó. ¡¡¡Sensacional!!!

Mis queridos, el post fue sobre la primera vez, la primera publicación, la primera voluntad, los primeros esbozos y … de tres monstruos de la literatura fantástica. Espero que haya agregado un poco para ustedes y, también, espero que les haya gustado. Disfrutar y entrar en el blog y leer la cantidad de mensajes que quieren.

Te veo en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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geloefogo.com/mais-grrm/guia-mil-mundos/uma-cancao-para-lya

pt.wikipedia.org/wiki/George_R._R._Martin

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pt.wikipedia.org/wiki/The_Cuckoo%27s_Calling

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pt.wikipedia.org/wiki/O_Silmarillion

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pt.wikipedia.org/wiki/J._R._R._Tolkien

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