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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Rocketman, da ficção ao dia-a-dia.

Olá!! Esta semana, o post do PHANTASTICUS vai buscar inspiração no lançamento do filme “Rocketman” cinebiografia do grande Sir Elton John.  Alguns dirão: O que isto tem a ver com um blog de literatura? Bem, muito.  Como? Neste caso, a inspiração se dá pelo título do filme.

“Rocketman” (Astronauta).  Ao que nos remete? Ora! Ficção Cientifica, é claro!

Temos toda realidade que nos cerca sobre o tema desde a “Vostok I” – nave russa que levou, pela primeira vez, um ser humano ao espaço exterior.  Isto em abril de 1961.  Seu tripulante: o astronauta (a melhor definição é cosmonauta, mas para não fugir ao post …) Yuri Gagarin.

Mas na SciFi, temos muito a falar.  Começamos com um dos nossos mestres: Jules Gabriel Verne (conhecido nos países de língua portuguesa por Júlio Verne).  O francês nos agraciou com sua obra “De la Terre à la Lune, trajet direct en 97 heures 20 minutes” (Da Terra à Lua), publicado em … 1865.  Nele, Verne convida o leitor a uma viagem fantástica por aquilo que se entendia, em 1865, como um planeta vizinho e abundante em vida. Para realizar a viagem, um grupo de homens faz meticulosos cálculos de balística, levando em consideração o movimento relativo do planeta e seu satélite. Mais que isso, os personagens calculam a atração gravitacional dos dois corpos e descobrem que a melhor maneira de realizar a viagem é construir um tipo de projétil, posicioná-lo no rumo para a Lua e realizar uma detonação de enormes proporções, para que a força da explosão direcione o lançamento do projétil no caminho para o satélite.  Literalmente, uma loucura!  Para que este empreendimento se realizasse, foram construídos um canhão, uma bala oca, e um telescópio, todos de dimensões impensáveis, a quantidade de pólvora usada também era de volumes inimagináveis.

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Depois de disparada, a bala quando se aproximou da Lua, em vez de alunissar (pousar em solo lunar), entrou em órbita da própria lua. Os três passageiros apenas tinham mantimentos para 2 meses, ficando a saga em aberto.

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Vamos a outro mostro da LitFan: Herbert George Wells, conhecido como H. G. Wells.  O inglês nos agraciou com grandes obras de ficção científica (“A Máquina do Tempo”, “A Guerra dos Mundos” e tantos outros títulos), mas “The First Men in the Moon” (O Primeiro Homem na Lua) tem tudo a ver com o post de hoje.  O livro foi publicado em 1901 e nos trazia uma narrativa toda especial.  O narrador é um homem de negócios de Londres chamado Bedford, que se retira para o campo para escrever uma peça, com a qual espera aliviar seus problemas financeiros. Bedford aluga uma pequena casa rural em Lympne, em Kent, onde ele quer trabalhar em paz. Ele é incomodado todas as tardes, no entanto, precisamente ao mesmo tempo, por um transeunte fazendo barulhos estranhos. Depois de duas semanas, Bedford aborda o homem, que se mostra um físico recluso chamado Sr. Cavor. Bedford fica amigo de Cavor quando ele descobre que está desenvolvendo um novo material, “cavorita”, que pode anular a força da gravidade.

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Quando uma folha de “cavorita” é prematuramente processada, ela faz com que o ar fique acima do peso e atinja o espaço. Bedford vê na produção comercial de “cavorita” uma possível fonte de “riqueza suficiente para trabalhar qualquer tipo de revolução social que imaginamos; poderíamos possuir e ordenar o mundo inteiro”. Cavor acredita na ideia de uma espaçonave esférica feita de “aço, revestida de vidro” e com “janelas ou persianas” deslizantes feitas de cipreste para que possa ser dirigida, e convence um relutante Bedford a empreender uma viagem à Lua; Cavor tem certeza de que não há vida lá. No caminho para a Lua, eles experimentam a ausência de peso, que Bedford considera “extremamente tranquila”.  Na superfície da Lua, os dois homens descobrem uma paisagem desolada, mas à medida que o Sol nasce, a atmosfera fina e congelada vaporiza e plantas estranhas começam a crescer com extraordinária rapidez. Bedford e Cavor deixam a cápsula, mas se perdem na selva, que estava em rápido crescimento. Eles ouvem pela primeira vez uma explosão misteriosa vinda de baixo de seus pés. E eis que encontram “grandes bestas”, “monstros de mera gordura”, que eles chamam de “Mooncalves”, e “Selenites” de um metro de altura. A princípio, eles se escondem e se arrastam, mas os ficam tontos sob o efeito de fungos que agora proliferavam. Eles vagueiam meio que bêbados, até encontrarem um grupo de seis extraterrestres, que os capturam.  Os insetos lunares nativos (referidos como “Selenites”, depois de Selene, a deusa da lua) fazem parte de uma sociedade complexa e tecnologicamente sofisticada que vive no subsolo, mas isso só é revelado em comunicações de rádio recebidas de Cavor após o retorno de Bedford à Terra.  E… Bem, chega de spoilers (para quem ainda não leu).

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E, por último, vamos falar de um dos mais notáveis autores do gênero. Meus queridos, com vocês…. Arthur C. Clarke.  Este inglês (que depois se radicou no Sri Lanka – antigo Ceilão) se dedicou a escrever histórias fascinantes sobre viagens humanas ao espaço. Entre seus grandes trabalhos, está a série iniciada com “2001: A Space Odyssey” (2001: Uma Odisseia no Espaço), que se tornou um clássico também na sua adaptação para o cinema – o livro foi desenvolvido conjuntamente com sua versão cinematográfica, dirigida por Stanley Kubrick e publicado após o filme, em 1968.  Tudo começa …

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Com uma raça alienígena antiga e invisível, que usa um dispositivo com a aparência de um grande monólito cristalino para investigar mundos através da galáxia e, se possível, encorajar o desenvolvimento da vida inteligente. O livro mostra um desses monólitos aparecendo na África antiga, 3 milhões de anos aC. (no filme, 4 milhões de anos), onde inspira um grupo faminto de hominídeos para desenvolver ferramentas.

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Os homens-macaco usam suas ferramentas para matar animais e comer carne, acabando com a fome. Eles então usam as ferramentas para matar um leopardo, que os ameaçava; no dia seguinte, o personagem principal dos macacos, Moon-Watcher, usa um porrete (feito de um osso) para matar o líder de uma tribo rival. O livro sugere que o monólito foi fundamental para despertar a inteligência nos hominídeos.

O livro salta e em 1999, Dr. Heywood Floyd viaja para a Base Clavius ​​da Lua, onde um cientista explica que eles encontraram um distúrbio magnético, chamado Tycho Magnetic Anomaly One (ou TMA-1), na cratera Tycho. A escavação revelou uma grande placa preta, precisamente moldada a uma proporção de 1: 4: 9 (ou 12:22:32) e, portanto, acreditava no trabalho da inteligência. Visitar o TMA-1, Floyd e outros chegam exatamente quando a luz do sol cai sobre ele pela primeira vez desde que foi descoberto; emite uma transmissão de rádio penetrante que os cientistas determinam é dirigida a uma das luas de Saturno, Japetus (Iapetus).

Uma missão, a “Discovery One”, é enviada para Saturno. No caminho, o Dr. David Bowman e o Dr. Frank Poole são os únicos humanos conscientes a bordo; seus três colegas estão em animação suspensa, para serem despertados perto de Saturno. O HAL 9000, um computador artificialmente inteligente, endereçado como “Hal”, mantém a nave. Enquanto Poole está recebendo uma mensagem de aniversário de sua família na Terra, Hal diz a Bowman que a unidade de comunicação AE-35 da nave vai funcionar mal. Poole pega um dos pods extra-veiculares e troca a unidade AE-35; mas quando Bowman conduz testes na unidade AE-35 removida, ele determina que nunca houve nada de errado com isso. Poole e Bowman ficam desconfiados com a recusa de Hal em admitir que seu diagnóstico estava equivocado; Hal então afirma que a unidade AE-35 de substituição irá falhar. Ao se comunicar com a Terra, Poole e Bowman são direcionados a desconectar Hal para análise. Essas instruções são interrompidas quando perdem o sinal, e Hal informa que a unidade AE-35 está com defeito. E … Mais uma vez, paramos para te dar chance de ler o livro.  Vale a pena! O livro tem continuações intituladas “2010: Odyssey Two” (2010: Uma Odisseia no Espaço II); “2061: Odyssey Three” (2061: Uma Odisseia no Espaço III) e 3001: The Final Odyssey (3001: A Odisseia Final).

3 autores

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O homem sonha e anseia com sua ida ao espaço e hoje isto não é mais ficção.  Pisamos na Lua em julho de 1969 e fazemos várias incursões ao espaço.  Verne, Wells e Clarke são grandes mentes que tiveram visões e transformaram-nas em páginas maravilhosas.  Quando as lemos, deixamos nos levar pelo sonho de Ícaro, que era alcançar o espaço e as estrelas, e voamos em nossa imaginação.

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E … A vida imita a arte. Elon Musk (Ele é o fundador, CEO e CTO da SpaceX; CEO da Tesla Motors; vice-presidente da OpenAI; fundador e CEO da Neuralink; e co-fundador e presidente da SolarCity. Até outubro de 2018 a fortuna de Musk é estimada em 22,1 bilhões de dólares, o que o posiciona como a 36ª pessoa mais rica do mundo segundo a Forbes) divulgou em janeiro uma foto do protótipo da nova espaçonave da sua companhia, a SpaceX – um protótipo descaradamente inspirado nos foguetes de desenhos animados e de filmes de ficção científica dos anos 1950.  A nave possui 9 metros de largura e está sendo construída em uma base no Texas, nos EUA.  Vale lembrar que, em setembro do ano passado, Musk anunciou o primeiro passageiro que irá para a Lua com a SpaceX. O empresário japonês Yasaku Maezawa comprou o pacote de viagem mais exótico que existe e irá para o nosso satélite natural em 2023.  Incrível!!

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E, para terminar, uma palhinha sobre “Rocketman” inspiração do post e cinebiografia de um dos meus cantores favoritos.  Sir Elton John.  Elton (que nasceu como Reginald Kenneth Dwight) já vendeu mais de 300 milhões de discos e emplacou dezenas de grandes sucessos.  Seu primeiro álbum, lançado em 1969, foi “Empty Sky” e nele encontramos um dos seus grandes hits “Skyline Pigeon”.  O sucesso “Rocketman” estava no álbum “Honky Château”, que foi lançado em 1972.  Mas minha música preferida é “Goodbye Yellow Brick Road” que deu o nome ao álbum lançado em 1973.  Então, o recado do blog é: Vejam o filme (que é ótimo), escutem as músicas com o coração e leiam os livros – com ardorosa paixão.

Tchau!! Espero que tenham gostado. Aproveitem e entrem no blog e leiam quantos posts quiserem.

Te vejo no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Rocketman, de la ficción al día a día.

¡¡Hola!! Esta semana, el post de PHANTASTICUS va a buscar inspiración en el lanzamiento de la película “Rocketman” cine biografía del gran Sir Elton John. Algunos dirán: ¿Qué tiene que ver con un blog de literatura? Bueno, mucho. ¿Cómo? En este caso, la inspiración se da por el título de la película.

“Rocketman” (Astronauta). ¿A qué nos remite? ¡Ahora! La película se estrenará el próximo mes.

Tenemos toda la realidad que nos rodea sobre el tema desde la “Vostok I” – nave rusa que llevó por primera vez a un ser humano al espacio exterior. Esto en abril de 1961. Su tripulante: el astronauta (la mejor definición es cosmonauta, pero para no huir al post …) Yuri Gagarin.

Pero en SciFi, tenemos mucho que hablar. Empezamos con uno de nuestros maestros: Jules Gabriel Verne (conocido en los países de habla portuguesa de Julio Verne). El francés nos agració con su obra “De la Terre à la Lune, trayecto directo en 97 heures 20 minutes” (De la Tierra a la Luna), publicado en … 1865. En él, Verne invita al lector a un viaje fantástico por aquello que se entendía, en 1865, como un planeta vecino y abundante en vida. Para realizar el viaje, un grupo de hombres hace meticulosos cálculos de balística, teniendo en cuenta el movimiento relativo del planeta y su satélite. Más que eso, los personajes calculan la atracción gravitacional de los dos cuerpos y descubren que la mejor manera de realizar el viaje es construir un tipo de proyectil, posicionarlo en el rumbo hacia la Luna y realizar una detonación de enormes proporciones, para que la fuerza de la explosión dirija el lanzamiento del proyectil en el camino hacia el satélite. ¡Literalmente, una locura! Para que este emprendimiento se realizara, se construyeron un cañón, una bala hueca, y un telescopio, todos de dimensiones impensables, la cantidad de pólvora usada también era de volúmenes inimaginables.

Después de disparada, la bala cuando se acercó a la Luna, en vez de alunizarse (aterrizaje en suelo lunar), entró en órbita de la propia luna. Los tres pasajeros sólo tenían víveres para 2 meses, quedando la saga en abierto.

Vamos a otro ejemplo de LitFan: Herbert George Wells, conocido como H. G. Wells. El inglés nos agració con grandes obras de ciencia ficción (“La máquina del tiempo”, “La guerra de los mundos” y tantos otros títulos), pero “The First Men in the Moon” (El primer hombre en la luna) tiene todo a ver con el post de hoy. El libro fue publicado en 1901 y nos traía una narrativa especial. El narrador es un hombre de negocios de Londres llamado Bedford, que se retira al campo para escribir una pieza, con la que espera aliviar sus problemas financieros. Bedford alquila una pequeña casa rural en Lympne, en Kent, donde quiere trabajar en paz. Él es incomodado todas las tardes, sin embargo, precisamente al mismo tiempo, por un transeúnte haciendo ruidos extraños. Después de dos semanas, Bedford aborda al hombre, que se muestra un físico recluido llamado Sr. Cavor. Bedford se hace amigo de Cavor cuando descubre que está desarrollando un nuevo material, “cavorita”, que puede anular la fuerza de la gravedad.

Cuando una hoja de “cavorita” es prematuramente procesada, hace que el aire quede por encima del peso y alcance el espacio. Bedford ve en la producción comercial de “cavorita” una posible fuente de “riqueza suficiente para trabajar cualquier tipo de revolución social que imaginamos, podríamos poseer y ordenar el mundo entero”. Cavor cree en la idea de una nave espacial esférica hecha de “acero, revestida de vidrio” y con “ventanas o persianas” deslizantes hechas de ciprés para que pueda ser dirigida, y convence a un renuente Bedford a emprender un viaje a la Luna; El miedo está seguro de que no hay vida allí. En el camino hacia la Luna, experimentan la ausencia de peso, que Bedford considera “extremadamente tranquila”. En la superficie de la Luna, los dos hombres descubren un paisaje desolado, pero a medida que el Sol nace, la atmósfera fina y congelada vaporiza y las plantas extrañas comienzan a crecer con extraordinaria rapidez. Bedford y Cavor dejan la cápsula, pero se pierden en la selva, que estaba en rápido crecimiento. Ellos oyen por primera vez una explosión misteriosa desde abajo de sus pies. Y he aquí que encuentran “grandes bestias”, “monstruos de mera grasa”, que ellos llaman “Mooncalves”, y “Selenites” de un metro de altura. Al principio, ellos se esconden y se arrastran, pero los quedan tontos bajo el efecto de hongos que ahora proliferaban. Ellos vagaban medio que borracho, hasta encontrar un grupo de seis extraterrestres, que los capturan. Los insectos lunares nativos (denominados “Selenites”, después de Selene, la diosa de la luna) forman parte de una sociedad compleja y tecnológicamente sofisticada que vive en el subsuelo, pero eso sólo es revelado en comunicaciones de radio recibidas de Cavor después del retorno de Bedford a la Tierra. Y … Bueno, llega de spoilers (para quien aún no ha leído).

Y, por último, vamos a hablar de uno de los más notable autores del género. Mis queridos, con ustedes …. Arthur C. Clarke. Este inglés (que luego se radicó en Sri Lanka – antiguo Ceilán) se dedicó a escribir historias fascina sobre viajes humanos al espacio. Entre sus grandes trabajos, está la serie iniciada con “2001: A Space Odyssey” (2001: Una Odisea en el espacio), que se convirtió en un clásico también en su adaptación al cine – el libro fue desarrollado juntamente con su versión cinematográfica, dirigida por Stanley Kubrick y publicado después de la película, en 1968. Todo comienza …

Con una raza alienígena antigua e invisible, que utiliza un dispositivo con la apariencia de un gran monolito cristalino para investigar mundos a través de la galaxia y, si es posible, alentar el desarrollo de la vida inteligente. El libro muestra uno de esos monolitos apareciendo en el África antigua, 3 millones de años aC. (en la película, 4 millones de años), donde inspira un grupo hambriento de homínidos para desarrollar herramientas.

Los hombres-mono usan sus herramientas para matar animales y comer carne, acabando con el hambre. Ellos entonces usan las herramientas para matar un leopardo, que los amenazaba; al día siguiente, el personaje principal de los monos, Moon-Watcher, usa un palo (hecho de un hueso) para matar al líder de una tribu rival. El libro sugiere que el monolito fue fundamental para despertar la inteligencia en los homínidos.

El libro salta y en 1999, el Dr. Heywood Floyd viaja a la Base Clavius ​​de la Luna, donde un científico explica que encontraron un disturbio magnético, llamado Tycho Magnetic Anomaly One (o TMA-1), en el cráter Tycho. La excavación reveló una gran placa negra, precisamente moldeada a una proporción de 1: 4: 9 (o 12:22:32) y, por lo tanto, creía en el trabajo de la inteligencia. Visitar el TMA-1, Floyd y otros llegan exactamente cuando la luz del sol cae sobre él por primera vez desde que fue descubierto; emite una transmisión de radio penetrante que los científicos determinan está dirigida a una de las lunas de Saturno, Japetus (Iapetus).

Una misión, el “Discovery One”, es enviada a Saturno. En el camino, el Dr. David Bowman y el Dr. Frank Poole son los únicos humanos conscientes a bordo; sus tres colegas están en animación suspendida, para ser despertados cerca de Saturno. El HAL 9000, un ordenador artificialmente inteligente, dirigido como “Hal”, mantiene la nave. Mientras Poole está recibiendo un mensaje de cumpleaños de su familia en la Tierra, Hal le dice a Bowman que la unidad de comunicación AE-35 de la nave va a funcionar mal. Poole toma uno de los pods extra-vehiculares y cambia la unidad AE-35; pero cuando Bowman conduce pruebas en la unidad AE-35 removida, él determina que nunca ha habido nada malo con eso. Poole y Bowman se desconfían con la negativa de Hal a admitir que su diagnóstico estaba equivocado; Hal entonces afirma que la unidad AE-35 de reemplazo fallará. Al comunicarse con la Tierra, Poole y Bowman se dirigen a desconectar Hal para el análisis. Estas instrucciones se interrumpen cuando pierden la señal, y Hal indica que la unidad AE-35 está defectuosa. Y … Una vez más, paramos para darle oportunidad de leer el libro. ¡Vale la pena! El libro tiene continuaciones tituladas “2010: Odyssey Two” (2010: Una Odisea en el espacio II); “2061: Odisea Tres” (2061: Una Odisea en el espacio III) y 3001: The Final Odisea (3001: La Odisea Final).

El hombre sueña y anhela con su ida al espacio y hoy esto no es más ficción. Pisamos en la Luna en julio de 1969 y hacemos varias incursiones al espacio. Verne, Wells y Clarke son grandes mentes que tuvieron visiones y las convirtieron en páginas maravillosas. Cuando las leemos, dejamos llevar por el sueño de Ícaro, que era alcanzar el espacio y las estrellas, y volar en nuestra imaginación.

Y … La vida imita el arte. Elon Musk (el fundador, CEO y CTO de SpaceX, CEO de Tesla Motors, vicepresidente de OpenAI, fundador y CEO de Neuralink, y co-fundador y presidente de SolarCity, hasta octubre de 2018 se estima la fortuna de Musk en 22.100 millones de dólares, lo que lo posiciona como la 36ª persona más rica del mundo según Forbes) divulgó en enero una foto del prototipo de la nueva nave espacial de su compañía, SpaceX – un prototipo descaradamente inspirado en los cohetes de dibujos animados y de películas de ciencia ficción de los años 1950. La nave tiene 9 metros de ancho y está siendo construida sobre una base en Texas, en Estados Unidos. Vale recordar que, en septiembre del año pasado, Musk anunció el primer pasajero que irá a la Luna con SpaceX. El empresario japonés Yasaku Maezawa compró el paquete de viaje más exótico que existe y va a nuestro satélite natural en 2023. ¡¡Increíble!!

Y, para terminar, una pajita sobre “Rocketman” inspiración del post y cinebiografía de uno de mis cantantes favoritos. Sir Elton John. Elton (que nació como Reginald Kenneth Dwight) ya vendió más de 300 millones de discos y emplazó decenas de grandes éxitos. Su primer álbum, lanzado en 1969, fue “Empty Sky” y en él encontramos uno de sus grandes éxitos “Skyline Pigeon”. El éxito “Rocketman” estaba en el álbum “Honky Château”, que fue lanzado en 1972. Pero mi música preferida es “Goodbye Yellow Brick Road” que dio el nombre al álbum lanzado en 1973. Entonces, el recado del blog es: Vean la película (que es genial), escuchen las canciones con el corazón y lean los libros – con ardorosa pasión.

Bye!! Espero que les haya gustado. Disfrutar y entrar en el blog y leer la cantidad de mensajes que quieren.

Te veo en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal-aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: pxhere.com/pt/photo/1586271

pt.wikipedia.org/wiki/Vostok_1

techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/08/grandes-previsoes-tecnologicas-da-literatura-de-ficcao-cientifica.html

pt.wikipedia.org/wiki/De_la_Terre_à_la_Lune

pt.wikipedia.org/wiki/H._G._Wells

en.wikipedia.org/wiki/The_First_Men_in_the_Moon

en.wikipedia.org/wiki/2001:_A_Space_Odyssey_(novel)

msn.com/pt-br/viagem/noticias/novo-foguete-da-spacex-parece-ter-saído-de-um-filme-de-ficção-cientifíca/ar-BBS7QXq

wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/7/77/2001_A_Space_Odyssey-Arthur_C._Clarke.jpg/220px-2001_A_Space_Odyssey-Arthur_C._Clarke.jpg

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