Tags

, , , , ,

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Claire, a viajante no tempo direto de Outlander (post II).

Olá para todxs.  Viagens no tempo sempre encantaram toda a humanidade.  Desde o mais humilde até o mais arrogante, quem nunca sonhou com uma volta no relógio para consertar algo feito ou para testemunhar um fato a acontecer.

Capa

Bem, seguindo este tema, não temos como deixar de lado Outlander.  Estrela da grade da Netflix, nos remete as linhas da americana Diana Jacqueline Gabaldon.  Sua obra mescla diversos gêneros, com elementos de ficção histórica, romance, ficção de aventura, ficção científica e fantasia.  Em 26 de março de 2017 o PHANTASTICUS postou sobre a obra da autora.

Se quiser dar uma relembrada (ou conhecer) veja o link abaixo:

jotacortizo.wordpress.com/2017/03/26/a-viajante-de-diane-gabaldon/

Diana

Voltando, D. Gabaldon iniciou sua carreira em 1991 – sem apelar para a influência de seu pai Tony Gabaldon (1931–1998) que foi senador do estado do Arizona por dezesseis anos.

O livro emplacou e seguiu o rumo com outras publicações.

Livros

Depois de “Outlander” No Brasil “A Viajante do Tempo” ou “Nas Asas do Tempo”, em Portugal (1991 – publicado no Reino Unido e na Austrália como “Cross Stitch”) vieram: “Dragonfly in Amber” “A Libélula no Âmbar”, no Brasil ou “A Libélula Presa no Âmbar”, em Portugal (1992); “Voyager” “O Resgate no Mar”, no Brasil ou “A Viajante”, em Portugal  (1993); “Drums of Autumn” “Os Tambores de Outono” (1996); “The Fiery Cross” “A Cruz de Fogo” (2001); “A Breath of Snow and Ashes” “Um Sopro de Neve e Cinzas” (2005); “An Echo in the Bone” (2009) “Ecos do Futuro”; “Written in My Own Heart’s Blood” – ainda sem tradução mas literalmente seria “Escrito no sangue do meu coração”(2014).  Ainda sem data de publicação, a autora já tem “Go Tell the Bees That I Am Gone” que em tradução literal seria “Vá dizer às abelhas que eu fui embora”.

Com livros muito bem recebidos pela crítica e pelo público, em 2014 a série foi adaptada (e muito bem) e é exibida no Starz (que já prepara a exibição da quinta temporada) e na Netflix (3 temporadas).

Outlander 5S

Na série, vale a pena acompanhar pelo desempenho sensacional da irlandesa Caitriona Balfe que interpreta Claire Randall, a enfermeira durante a Segunda Guerra Mundial, que viaja com seu marido Frank à Escócia para uma reaproximação após cinco anos separados pela guerra. Mas, um feitiço (deixado por um culto celta) faz com que Claire volte 200 anos no tempo e se descobre sozinha no ano 1743. O escocês Sam Heughan, que interpreta Jamie Fraser também não decepciona.  E muitos outros atores agregam muito a série.

clarie-e-jamie-outlander

Mas, faço uma pergunta. Melhor ler ou ver a série? Bem, eu sou suspeito para responder.  Minha preferência recai completamente pelas páginas de um livro.  Mas há quem prefira os caminhos mais práticos.  Então, por que não combinar os dois? Bem, os livros envolvem um romance com fatos históricos, muita aventura, guerra, intrigas, sexo, honra, cultura das terras altas escocesas, e muita violência.  A história vai além disso ao mostrar Claire como uma personagem forte, determinada e que desafia o machismo em pleno século XVIII e que ao mesmo tempo se adapta para sobreviver em uma época tão difícil para as mulheres. Fora isto, todos os comentários recaem sobre os protagonistas da literatura (e da série). Claire e Jamie tem química entre eles e isto passa para cada linha, cada página.

Mas (e são tantos) vale a pena ler o livro e ver a série e conhecer um pouco da organização de Clãs na Escócia. A história deste povo está escrita com base em muitos conflitos, principalmente por causa de terras autônomas. Por volta do século XII, foram identificados os primeiros registros de uniformidade nas vestes de lã com padrão xadrez (tartan) de um grupo de escoceses, vinculados a um “senhor”, que era o dono das terras. Este lord (senhor) também conhecido como “Chief”, era o patriarca do clã, responsável por várias atribuições, dentre elas a de julgar e comandar as guerras/conflitos e contava com a total fidelidade de seus homens, que na maioria das vezes não eram membros da família, mas, sim, pessoal que trocava o serviço militar por proteção e um pedaço de terra. O mais curioso era que mesmo sem pertencer à família, os “protegidos” tinham que usar o nome do Chief em seus nomes, configurando, assim, a nomenclatura que persiste até hoje.

Os conflitos com os ingleses eram constantes. O ponto que os ingleses achavam intransponível eram os clãs. Porém, após a batalha de “Culloden”, o sistema de clãs sofreu um duro golpe. O uso do KILT (famosa “saia” escocesa) foi proibido por 100 anos e o sistema de clãs quase desapareceu.

maq-ant-croacia-390

O tecido xadrez típico da Escócia é chamado de “Tartan” e cada clã tem o seu. A relação de um clã com um tartan determinado iniciou-se em 1700. Há uma grande variedade de cores e desenhos e, fundamentalmente, têm que ver com o artesanato local e os recursos naturais de cada área.

Os donos das terras se viram numa situação tão difícil que passaram a cobrar uma taxa dos arrendatários. O clima ficou ainda pior quando fazendeiros ingleses compraram as terras para criação de gado. No ano denominado o “ano do carneiro” (1792), milhares de arrendatários foram expulsos de suas terras. Muitos deles foram para a Austrália, América e Canadá.

De volta a nossa escritora, a genética parece agir.  Sam Sykes, filho de Diana, também é escritor – do gênero de fantasia épica – e começa a trilhar um caminho de sucesso.  Estrou em 2010 com a série “Aeons’ Gate” (tradução literal “Portão dos Aeons”).  Hoje já tem cerca de dez livros publicados – já sua mãe tem vinte e seis livros no mercado.

Assim, entender o passado é uma das maiores virtudes da raça humana. Visitar a história nos faz compreender nosso presente e antecipar nosso futuro.

Espero que tenham gostado do post.  Até logo.  Vejo todos vocês no próximo post.

cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Claire, la viajera en el tiempo, directamente desde Outlander (post II).

¡Hola a todos! Los viajes en el tiempo siempre han encantado a toda la humanidad. Desde el más humilde hasta el más arrogante, que nunca ha soñado con girar el reloj para arreglar algo o para presenciar un hecho.

Bueno, siguiendo este tema, no tenemos forma de dejar a Outlander. Estrella de la red de Netflix, nos trae las líneas de la estadounidense Diana Jacqueline Gabaldon. Su trabajo combina diversos géneros con elementos de ficción histórica, romance, ficción de aventura, ciencia ficción y fantasía. El 26 de marzo de 2017, PHANTASTICUS publicó sobre el trabajo del autor.

Si desea dar un recordatorio (o saber), consulte el siguiente enlace:

jotacortizo.wordpress.com/2017/03/26/a-viajante-de-diane-gabaldon/

Al regresar, D. Gabaldon comenzó su carrera en 1991, sin apelar a la influencia de su padre Tony Gabaldon (1931-1998), quien fue senador del estado de Arizona durante dieciséis años.

El libro fue directo y siguió el curso con otras publicaciones.

Después de “Outlander” en Brasil, “The Time Traveler” o “On the Wings of Time” en Portugal (1991 – publicado en el Reino Unido y Australia como “Cross Stitch”) vino: “Dragonfly in Amber” “The Dragonfly in Amber “en Brasil o” The Dragonfly Stuck in the Amber “en Portugal (1992); “Voyager” “El rescate del mar” en Brasil o “El viajero” en Portugal (1993); “Tambores de otoño” “Los tambores de otoño” (1996); “La cruz ardiente” “La cruz del fuego” (2001); “Un soplo de nieve y cenizas” “Un soplo de nieve y cenizas” (2005); “Un eco en el hueso” (2009) “Ecos del futuro”; “Escrito en la sangre de mi propio corazón” – aún no traducido pero literalmente sería “Escrito en la sangre de mi corazón” (2014). Aún no publicado, el autor ya tiene “Ve a decirle a las abejas que me he ido”, que en traducción literal sería “Ve a decirle a las abejas que me he ido”.

Con libros muy bien recibidos por la crítica y el público, en 2014 la serie se adaptó (y muy bien) y se muestra en Starz (que ya se está preparando para la quinta temporada) y en Netflix (3 temporadas).

En la serie, vale la pena ver la sensacional actuación de la irlandesa Caitriona Balfe, que interpreta a Claire Randall, la enfermera de la Segunda Guerra Mundial, que viaja con su esposo Frank a Escocia para un acercamiento después de cinco años separados por la guerra. Pero un hechizo (dejado por un culto celta) hace que Claire retroceda 200 años en el tiempo y se encuentre sola en el año 1743. La escocesa Sam Heughan, que interpreta a Jamie Fraser, tampoco decepciona. Y muchos otros actores agregan mucho a la serie.

Pero, te hago una pregunta. ¿Mejor leer o ver la serie? Bueno, sospecho que responda. Mi preferencia es completamente por las páginas de un libro. Pero hay quienes prefieren las formas más prácticas. Entonces, ¿por qué no combinar los dos? Bueno, los libros involucran un romance con hechos históricos, mucha aventura, guerra, intriga, sexo, honor, cultura escocesa de las tierras altas y mucha violencia. La historia va más allá al mostrar a Claire como un personaje fuerte y decidido que desafía el machismo en el siglo XVIII y que al mismo tiempo se adapta para sobrevivir en un momento tan difícil para las mujeres. Aparte de eso, todos los comentarios recaen en los protagonistas de la literatura (y la serie). Claire y Jamie tienen química entre ellos y esto va para cada línea, cada página.

Pero (y tantos) vale la pena leer el libro y ver la serie y conocer un poco sobre la organización de los clanes en Escocia. La historia de este pueblo está escrita en base a muchos conflictos, principalmente debido a tierras autónomas. En el siglo XII, se identificaron los primeros registros de uniformidad en la túnica con estampado de tartán de un grupo de escoceses, vinculados a un “señor”, que poseía la tierra. Este señor (señor) también conocido como “Jefe”, era el patriarca del clan, responsable de varias atribuciones, incluyendo juzgar y comandar las guerras / conflictos y tenía la plena fidelidad de sus hombres, que la mayoría de las veces Eran miembros de la familia, pero personas que intercambiaban el servicio militar por protección y un pedazo de tierra. Lo más curioso fue que incluso sin pertenecer a la familia, los “protegidos” tuvieron que usar el nombre del Jefe en sus nombres, configurando así la nomenclatura que persiste hasta nuestros días.

Los conflictos con los ingleses fueron constantes. El punto que los ingleses encontraron insuperable fueron los clanes. Sin embargo, después de la batalla de “Culloden”, el sistema de clanes sufrió un duro golpe. El uso de KILT (famosa “falda” escocesa) ha estado prohibido durante 100 años y el sistema de clanes casi ha desaparecido.

La típica tela escocesa escocesa se llama “Tartán” y cada clan tiene el suyo. La relación de un clan con un tartán en particular comenzó en la década de 1700. Hay una gran variedad de colores y diseños, y fundamentalmente tienen que ver con la artesanía local y los recursos naturales de cada área.

Los terratenientes se encontraron en tal situación que comenzaron a cobrarle a los inquilinos una tarifa. El clima empeoró cuando los granjeros ingleses compraron la tierra para criar ganadería. En el año llamado “año del carnero” (1792), miles de inquilinos fueron expulsados de sus tierras. Muchos de ellos fueron a Australia, América y Canadá.

Volviendo a nuestro escritor, la genética parece actuar. Sam Sykes, el hijo de Diana también es escritor, del género de fantasía épica, y comienza a recorrer un camino de éxito. Debutó en 2010 con la serie “Puerta de los Eones” (traducción literal “Puerta de los Eones”). Hoy tiene unos diez libros publicados: su madre ya tiene veintiséis libros en el mercado.

Por lo tanto, comprender el pasado es una de las mayores virtudes de la raza humana. Visitar la historia nos hace comprender nuestro presente y anticipar nuestro futuro.

Espero que hayas disfrutado el post. Hasta luego. Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa:1.bp.blogspot.com/-8ymhmG5Hsgs/XPU2AfYT_gI/AAAAAAAACXI/0Hpue4yMrscwTCEuSFAf3LZb1OPBYqRNwCLcBGAs/s1600/steinsgate.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Diana_Gabaldon#Outlander_series

i.ebayimg.com/images/g/~bcAAOSw8w1X~orz/s-l1600.jpg

br.web.img3.acsta.net/pictures/19/01/01/23/30/2285404.jpg

dianagabaldon.com/wordpress/wp-content/uploads/2015/01/2012-12-15-DG-GrandCanyon.jpg

omelete.com.br/series-tv/outlander-claire-tentara-reconstruir-seu-relacionamento-com-jamie-diz-caitriona-balfe-sobre-3a-temporada

relicariodepapel.wordpress.com/2018/04/08/resenha-outlander-a-viajante-do-tempo-diana-gabaldon/

img.vixdata.io/pd/webp-large/pt/sites/default/files/c/cenas-serie-outlander-0817-1400×800.jpg

familiaatkinson.wordpress.com/2018/08/31/os-clas-escoceses-e-a-familia-atkinson/

viveramfelizesparasempreblog.files.wordpress.com/2017/02/clarie-e-jamie-outlander.jpg?w=816

sintonizeciencia.com.br/10-curiosidades-sobre-os-clas-escoceses/