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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: 1984, mas poderia ser 2020 * Um pouco mais de George Orwell

Olá meus carissímxs amigxs!! Todxs bem? Em casa?  O momento que vivemos é para pensar e repensar – em um artigo que escrevi para o Linkedin, falei em adaptação e remodelação.

Vivemos com medo.  Medo do vírus, medo da pandemia provocada pelo vírus, medo das pessoas.  Fomo alijados da convivência social (por merecidas razões) e isto impactou uma das grandes características do ser humano.  Mas, nos adaptamos.  Estamos remodelando nossos atos.  Mas o medo persiste.

Rebuscando material em alguns livros, achei um que foi publicado em 1949, falava de 1984 mas se ajusta – perfeitamente – ao momento (político/cívico/social) que vivemos.

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“Nineteen Eighty-Four” (Mil Novecentos e Oitenta e Quatro ou 1984) é perfeito.  Uma obra do grande (e visionário) escritor inglês Eric Arthur Blair.  Mas é certo que ninguém vai reconhecer este nome.  Mas se falarmos de seu pseudônimo… É certo!!! George Orwell.  Foi escritor, jornalista e ensaísta político inglês, nascido na Índia Britânica. Sua obra é marcada (e marcante) por uma inteligência perspicaz e bem-humorada, uma consciência profunda das injustiças sociais, uma intensa oposição ao totalitarismo e uma paixão pela clareza da escrita.  Simpatizante do anarquismo, o escritor faz uma defesa da auto-gestão ou autonomismo. Sua hostilidade ao Stalinismo e pela experiência do socialismo soviético, um regime que Orwell denunciou em seu romance satírico “Animal Farm” (A Revolução dos Bichos), se revelou uma característica constante em sua obra.

Sua consciência política e social o levou a lutar – como voluntário – pelo lado republicano da Guerra Civil Espanhola.

Nota: Um conflito armado ocorrido na Espanha entre 1936 e 1939. A guerra foi travada entre os republicanos, leais à Segunda República Espanhola, urbana e progressista, numa aliança de conveniência com os anarquistas e os comunistas, e os nacionalistas, uma aliança de falangistas, monarquistas, carlistas e católicos liderada pelo General Francisco Franco. Devido ao clima político internacional na época, a guerra teve muitas facetas, e diferentes pontos de vista a viram como uma luta de classes, uma guerra religiosa, uma luta entre ditadura e democracia republicana, entre revolução e contrarrevolução, entre fascismo e comunismo.[4] Os nacionalistas venceram a guerra no início de 1939 e governaram a Espanha até à morte de Franco em novembro de 1975.

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O PHANTASTICUS já teve o prazer de escrever sobre Orwell no post “O último romance de George Orwell e o surgimento do Grande Irmão”.

Se quiser relembrar, cole o link abaixo em seu navegador.

jotacortizo.wordpress.com/2016/04/10/o-ultimo-romance-de-george-orwell-e-o-surgimento-do-grande-irmao-la-ultima-novela-de-george-orwell-y-la-aparicion-de-gran-hermano/

George Orwel foi um visionário e muito de suas obras você observa nos dias de hoje.  Veja algumas duas “premonições” do inglês:

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“Big Brother”:  Na obra literária, quem está por trás de todo controle é o “Grande Irmão”. Essa “entidade superior” conhecida como Big Brother, na época, servia como uma metáfora de controle do governo sobre tudo aquilo que a população fazia – uma alusão ao olho que tudo vê.

Nos dias de hoje, além da óbvia referência televisiva ao reality show que faz sucesso – apesar de mais insólito a cada ano – levando este título, podemos ir além pensando que na nossa realidade nas redes sociais e serviços de busca.  Hoje vemos um controle total e absoluto sobre tudo aquilo que as pessoas pesquisam na internet e até sobre o que fazem, uma vez que já se tornou praticamente uma norma social vigente postar sempre atualizações de nossas vidas, atividades e cada acontecimento pessoal na internet.  Mas, este fluxo de informação pode ser usado contra você.  Sabemos se alguém namora ou se casa, se foi ao trabalho ou está doente, se teve um filho ou foi ao cinema, se está em casa ou em um show, se está viajando ou fazendo compras. Todos ali adicionados e conectados sabem e podem ter acesso, mesmo com ditas configurações de privacidade. Afinal é para que a coisa serve, pois registrar cada momento fugaz tornou – se uma necessidade. Melhor método de controle não há! Certo.  Pense!!

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Relações impessoais: Lendo 1984 vemos que as relações humanas diante dos olhos do “Grande Irmão” não se dão nunca de modo que mostrem afetividade.  As pessoas possuem relações até colaborativas em ambiente de trabalho ou família, mas não vemos no livro a presença de laços afetivos profundos como algo natural, bem visto ou que aconteça facilmente. Pessoas vivem juntas sob extremo clima de desconfiança, onde qualquer coisa dita ou sentida pode ser algo a ser usado contra si.  Não há comumente relações carinhosas ou românticas entre nenhum dos personagens, nem mesmo demonstrações de afeto entre casais ou familiares que não tenham de acontecer de modo clandestino. Até pais temem seus próprios filhos. Há trechos onde isto fica claro de um modo que nos faz inevitavelmente comparar com algo que já ouvimos falar ou vimos acontecer.  É para pensar.

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Bem, voltando dos pensamentos nebulosos. O livro estabelece, de forma muito clara que “quem controla o passado controla o presente”.  Este é um dos exemplos da maneira como Orwell interpreta a ação do poder sobre a população. “Guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é força”, sob o lema do Partido, personagens como Winston (protagonista) e Julia (amante do protagonista) vivem uma história tensa e interior. A ação é psicológica e se passa na maior parte do tempo, dentro do pensamento do personagem Winston Smith, homem que trabalha no “Ministério da Verdade”, numa função que pode ser definida como um “reescritor” do passado (e você reclamando das fake news). Pessoas mortas – vaporizadas – eram apagadas de jornais antigos, como se nunca tivessem existido. Previsões não cumpridas, metas governamentais não alcançadas, eram adulteradas nos meios de comunicação do passado, para que o Partido nunca perdesse sua credibilidade.

Nota do blog: Qualquer semelhança com algo que você tenha visto é mera “coincidência”.

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Dominada como uma colônia de abelhas, a população dirigia-se do trabalho para casa – moradias que eram estatais – alimentava-se do que lhes era dado pelo governo, vestia-se uniformemente. Mas sobre a massa parecia haver uma hierarquia que desfrutava deste domínio e colhia seus frutos – a alta cúpula desconhecida e invisível. Haveria, no pensamento do contestador Winston, alguém em algum lugar escondido, que também contestaria um dia a aquilo tudo. Alguma resistência oculta. O olhar de alguém lhe dava esperanças, algum vacilo nas frases decoradas. Tudo começa a mudar quando Winston parece ser tocado por um braço real desta resistência imaginária, e sua vida pacata de homem de meia idade encaminhasse para um desfecho, onde perguntas seriam respondidas talvez, onde a realidade poderia ser menos mentirosa.

É interessante acompanhar as características da sociedade descrita, bem como cada uma delas influenciou tantas das distopias contemporâneas, lidas não só por jovens, mas por leitores de todas as idades: a hierarquização das classes sociais; a opressão e a violência do governo; a alienação e distorção da verdade como forma de controle.

A distopia futurista “1984” é um dos romances mais influentes do século XX (e em minha opinião do XXI também).  Um inquestionável clássico moderno. Lançada poucos meses antes da morte do autor, é uma obra magistral que ainda se impõe como uma poderosa reflexão ficcional sobre a essência nefasta de qualquer forma de poder totalitário.  Uma grande crítica, uma grande análise, vinda de um pensador inconformado com os sistemas, tanto capitalista quanto socialista. O romance faz com que pensemos na dialética do poder e da manipulação de informações, do controle massificado. Realidade, liberdade e medo. Um romance que deveria ser lido por todos, em nome da expansão dos limites críticos e de pensamento, estudado e interpretado para que tais questões não passem despercebidas no nosso cotidiano, cujos caminhos já se apresentam intrincadamente ligados aos temas descritos por Orwell.

Orwell

Neste ano de 2020, completou-se 70 anos da morte (prematura) deste gênio.  Mas seu legado está aí para ser apreciado.

Fecho o post de hoje com uma frase do autor que muito me marca.

“Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade”.

Espero que tenham gostado do post.  Leiam o post, leiam o livro.  Vejo todos vocês no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: “1984”, pero podría ser 2020 * Un poco más que George Orwell

¡¡Hola, mis queridxs amigxs!! ¿Todxs está bien? ¿En casa? El momento en que vivimos es pensar y repensar: en un artículo que escribí para Linkedin, hablé sobre la adaptación y la remodelación.

Vivimos con miedo. Miedo al virus, miedo a la pandemia causada por el virus, miedo a las personas. Fuimos excluidos de la convivencia social (por razones merecidas) y esto afectó a una de las grandes características del ser humano. Pero nos adaptamos. Estamos remodelando nuestras acciones. Pero el miedo persiste.

Al buscar material en algunos libros, encontré uno que fue publicado en 1949, hablaba de 1984 pero encaja perfectamente con el momento (político / cívico / social) en el que vivimos.

“Mil novecientos ochenta y cuatro” (Mil novecientos ochenta y cuatro o 1984) es perfecto. Una obra del gran (y visionario) escritor inglés Eric Arthur Blair. Pero es cierto que nadie reconocerá este nombre. Pero si hablamos de su seudónimo … George Orwell. Fue un escritor, periodista y ensayista político inglés, nacido en la India británica. Su trabajo está marcado (y llamativo) por una inteligencia inteligente y de buen carácter, una profunda conciencia de las injusticias sociales, una intensa oposición al totalitarismo y una pasión por la claridad de la escritura. Simpatizante del anarquismo, el escritor defiende la autogestión o la autonomía. Su hostilidad al estalinismo y la experiencia del socialismo soviético, un régimen que Orwell denunció en su novela satírica “Animal Farm”, resultó ser una característica constante de su trabajo.

Su conciencia política y social lo llevó a luchar, como voluntario, por el lado republicano de la Guerra Civil española.

Nota: Un conflicto armado que tuvo lugar en España entre 1936 y 1939. La guerra se libró entre republicanos, leales a la Segunda República española, urbanos y progresistas, en una alianza de conveniencia con anarquistas y comunistas, y nacionalistas, una alianza de falangistas. , monárquicos, carlistas y católicos dirigidos por el general Francisco Franco. Debido al clima político internacional de la época, la guerra tuvo muchas facetas, y diferentes puntos de vista lo vieron como una lucha de clases, una guerra religiosa, una lucha entre la dictadura y la democracia republicana, entre la revolución y la contrarrevolución, entre el fascismo y el comunismo. 4] Los nacionalistas ganaron la guerra a principios de 1939 y gobernaron España hasta la muerte de Franco en noviembre de 1975.

PHANTASTICUS ya ha tenido el placer de escribir sobre Orwell en la publicación “La última novela de George Orwell y la aparición de Gran Hermano”.

Si desea recordar, pegue el siguiente enlace en su navegador.

jotacortizo.wordpress.com/2016/04/10/o-ultimo-romance-de-george-orwell-eo-surgimento-do-grande-irmao-la-ultima-novela-de-george-orwell-y-la- aparicion-de-gran-hermano /

George Orwel fue un visionario y gran parte de su trabajo se ve hoy. Aquí hay dos “premoniciones” en inglés:

“Gran Hermano”: En la obra literaria, quien está detrás de todo control es el “Gran Hermano”. Esta “entidad superior” conocida como Gran Hermano, en ese momento, sirvió como una metáfora para el control del gobierno sobre todo lo que hacía la población, una alusión al ojo que todo lo ve.

Hoy en día, además de la referencia de televisión obvia al reality show que es exitoso, aunque cada vez más inusual, tomando este título, podemos ir más allá pensando que en nuestra realidad en las redes sociales y los servicios de búsqueda. Hoy vemos un control total y absoluto sobre todo lo que las personas buscan en Internet e incluso sobre lo que hacen, ya que se ha convertido prácticamente en una norma social actual publicar siempre actualizaciones sobre nuestras vidas, actividades y cada evento personal en Internet. Pero, este flujo de información puede ser usado en su contra. Sabemos si alguien está saliendo o casándose, si fueron a trabajar o están enfermos, si tuvieron un hijo o fueron al cine, si están en casa o en un espectáculo, si están de viaje o de compras. Todo el mundo agregado y conectado allí sabe y puede tener acceso, incluso con estas configuraciones de privacidad. Después de todo, para eso es porque grabar cada momento fugaz se ha convertido en una necesidad. ¡No hay mejor método de control! Derecha. ¡¡Pensar!!

Relaciones impersonales: al leer 1984, vemos que las relaciones humanas a los ojos del “Gran Hermano” nunca suceden de una manera que muestre afecto. Las personas incluso tienen relaciones de colaboración en el lugar de trabajo o la familia, pero no vemos en el libro la presencia de lazos afectivos profundos como algo natural, bien visto o que sucede fácilmente. Las personas viven juntas en un clima extremo de desconfianza, donde todo lo que se dice o siente se puede usar en su contra. Por lo general, no hay relaciones afectivas o románticas entre ninguno de los personajes, ni siquiera manifestaciones de afecto entre parejas o miembros de la familia que no tienen que suceder clandestinamente. Incluso los padres temen a sus propios hijos. Hay pasajes donde esto se aclara de una manera que inevitablemente nos compara con algo que hemos escuchado o visto que sucedió. Es pensar.

Bueno volt Camino de pensamientos nublados. El libro establece muy claramente que “quien controla el pasado controla el presente”. Este es un ejemplo de la forma en que Orwell interpreta la acción del poder sobre la población. “La guerra es paz, la libertad es esclavitud, la ignorancia es fuerza”, bajo el lema del Partido, personajes como Winston (protagonista) y Julia (amante del protagonista) viven una historia tensa e interna. La acción es psicológica y tiene lugar la mayor parte del tiempo, dentro del pensamiento del personaje Winston Smith, un hombre que trabaja en el “Ministerio de la Verdad”, en un papel que puede definirse como un “reescritor” del pasado (y se queja de los falsos) Noticias). Las personas muertas, vaporizadas, fueron borradas de los viejos periódicos, como si nunca hubieran existido. Los pronósticos incumplidos, los objetivos gubernamentales no cumplidos, fueron adulterados en los medios de comunicación del pasado, para que el Partido nunca perdiera su credibilidad.

Nota del blog: cualquier parecido con algo que haya visto es una mera “coincidencia”.

Dominada como una colonia de abejas, la población pasó del trabajo a la casa, casas que eran propiedad del estado, alimentadas con lo que les había dado el gobierno, vestidas de uniforme. Pero sobre la masa parecía haber una jerarquía que disfrutaba de este dominio y cosechaba sus frutos: el alto domo desconocido e invisible. Habría, en el pensamiento del retador Winston, alguien escondido en algún lugar, que algún día también se opondría a todo esto. Alguna resistencia oculta. La mirada de alguien le dio esperanza, algunas dudas en las frases memorizadas. Todo comienza a cambiar cuando Winston parece ser tocado por un brazo real de esta resistencia imaginaria, y su vida pacífica como un hombre de mediana edad conduce a un resultado, donde las preguntas tal vez serían respondidas, donde la realidad podría ser menos mentirosa.

Es interesante seguir las características de la sociedad descrita, ya que cada una de ellas influyó en muchas de las distopías contemporáneas, leídas no solo por los jóvenes, sino por los lectores de todas las edades: la jerarquía de las clases sociales; opresión y violencia del gobierno; La alienación y la distorsión de la verdad como una forma de control.

La distopía futurista “1984” es una de las novelas más influyentes del siglo XX (y en mi opinión del 21 también). Un clásico moderno incuestionable. Lanzado unos meses antes de la muerte del autor, es una obra magistral que todavía se impone como una poderosa reflexión ficticia sobre la nefasta esencia de cualquier forma de poder totalitario. Una gran crítica, un gran análisis, proveniente de un pensador que no está de acuerdo con los sistemas, tanto capitalistas como socialistas. La novela nos hace pensar en la dialéctica del poder y la manipulación de la información, del control de masas. Realidad, libertad y miedo. Una novela que debería ser leída por todos, en nombre de la expansión de los límites críticos y de pensamiento, estudiada e interpretada para que tales preguntas no pasen desapercibidas en nuestra vida cotidiana, cuyos caminos ya están intrincadamente vinculados a los temas descritos por Orwell.

En este año de 2020, han pasado 70 años desde la muerte (prematura) de este genio. Pero su legado está ahí para ser apreciado.

Cierro la publicación de hoy con una frase del autor que me marca mucho.

“El periodismo es publicar lo que alguien no quiere que se publique. Todo lo demás es publicidad”.

Espero que hayas disfrutado el post. Lee el post, lee el libro. Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

 

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa:milwaukeeindependent.com/wp-content/uploads/2019/06/1984OrwellBigBrotherImage_01.jpg

companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12562

s2982.pcdn.co/wp-content/uploads/2017/02/1984-Eyes-Collage-1.png

pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Civil_Espanhola

observatoriodaimprensa.com.br/speculum/a-realidade-social-nas-tematicas-de-1984/

nomeumundo.com/2019/01/25/algumas-previsoes-distopicas-de-1984-george-orwell-parte-1/

pt.wikipedia.org/wiki/George_Orwell

i.guim.co.uk/img/media/4cb94c55b32d89a3c644f6490860da75f29b8f25/0_0_2560_1536/master/2560.jpg?width=300&quality=45&auto=format&fit=max&dpr=2&s=5320d591d627b4ff577fb9d8d0c4d037

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capinaremos.com/wp-content/uploads/sites/2/2017/08/orwell-1984-propaganda.jpg

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