Os Fantásticos exércitos da LitFan II

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: Os Fantásticos exércitos da LitFan II.

Meus caríssimos amigos, o PHANTASTICUS volta a um tema de muitas nuances.  Guerras e exércitos.  A LitFan respira este clima bélico, mas para que nos mobilize (e ensine) a seguir o caminho contrário.  O blog já mencionou os exércitos da Literatura Fantástica.  Um dos posts foi “Os Sensacionais Exércitos da Literatura Fantástica” (em 02/04/2016) – se você quiser reler, segue o link: jotacortizo.wordpress.com/2016/04/02/os-sensacionais-exercitos-da-literatura-fantastica-los-sensacionales-ejercitos-de-la-literatura-fantastica/

Imaculados 1

Imaculados 2Bem, abriremos o post com uma das forças militares que nos mobilizou, por demais, tanto nos livros quanto na TV.  O PHANTASTICUS traz a força dos Imaculados – força militar que conhecemos nos livros de George Martin – “A Song of Ice and Fire” (Crônicas de Gelo e Fogo).  Os “Dovaogēdy” (em Alto Valiriano – língua fictícia do romance) são uma força militar composta por escravos e usados com defensores, mercenários ou soldados de carreira, soldados fixos, e podem ser adquiridos em algumas Cidades Livres, a que fornece os melhores imaculados é a cidade livre de Yunkai.

Os imaculados são escravos treinados para serem soldados, seu treinamento é brutal, eles são tirados desde a infância de suas mães para se tornarem os soldados “perfeitos”, eles têm um treinamento extremamente rude e brutal, onde de cada 500 “alunos” no máximo 1 a 10 sobrevivem. Neste processo, eles são castrados porque assim os desejos não influenciam, ou seja, eles não estupram além de que assim não possuem relacionamentos amorosos e o seu último teste é ir até uma casa, pegar um bebê de uma escrava, mata-lo na frente de sua mãe e pagar uma moeda de ouro ao dono da criança.

Janizaros

Janizaros 2

Este processo ao qual eles são submetidos, em parte nos remete aos soldados Janízaros e as forças militares de Esparta.  Estes, na realidade, podem muito bem ter servido de inspiração para que George Martin elaborasse o formato dos Imaculados.  Os janízaros, constituíram a elite do exército dos sultões otomanos. A força, criada pelo sultão Murade I, era constituída de crianças cristãs capturadas em batalha, levadas como escravas e convertidas ao Islã.  Os jovens eram educados na lei islâmica e na língua turca, ao mesmo tempo que aprendiam a manejar armas e instruídos em artes militares. Os jovens cresciam tendo o próprio sultão como uma figura paterna, por quem estariam dispostos a defender até a morte mesmo contra seu próprio povo de origem. A justificativa para a adoção de um corpo de soldados convertidos em vez de turcos nativos era que os turcos deviam lealdade ao seu povo e às suas famílias, e poderiam tornar-se rebeldes em caso de uma ação do sultão contra outros turcos. Já os jovens cristãos só deviam lealdade ao sultão, e lutariam contra qualquer inimigo por ele.

Esparta 1

Quando ao exército espartano, era a força militar de Esparta, uma das principais cidades-estado da Grécia Antiga. O exército ocupava o centro do Estado espartano, cuja obrigação primordial de seus cidadãos era “serem bons soldados”. Sujeitos ao treinamento militar desde a infância, os espartanos formavam uma das mais temidas forças militares na história.  Era composto em sua maior parte por soldados de infantaria, equipados com lanças curtas, espadas e o “dyplon”, um pequeno escudo arredondado de bronze.

Curiosidade: Quando uma criança nascia em Esparta, ela era submetida a um minucioso exame para comprovar que não sofria de qualquer deformidade ou problema de saúde. Essa avaliação era conduzida pelos anciãos e, segundo a lenda, os bebês “reprovados” eram atirados em um poço chamado “Apothetae”.

Quando chegavam à tenra idade de 7 anos, os meninos espartanos eram tirados de suas casas — e da proteção de seus pais — e levados para iniciar o “Agoge”, ou seja, o treinamento oferecido pela cidade-estado para que eles se tornassem cidadãos de bem e, claro, guerreiros. Os garotos passavam a viver em uma espécie de acampamento militar e recebiam educação formal e física, além de aprender como caçar e sobre a arte da guerra.  Depois, quando alcançavam os 12 anos de idade, os meninos eram privados de qualquer vestimenta — com exceção de um manto vermelho —, e eram obrigados a dormir ao relento. Além disso, com o objetivo de treinar os garotos para a vida nos campos de batalha, eles eram incentivados a encontrar sua própria comida e até roubar a de seus companheiros, embora corressem o risco de serem chicoteados caso fossem pegos.

Uma das etapas mais brutais do treinamento dos jovens guerreiros era um ritual anual conhecido como “Diamastigosis”, que consistia em uma espécie de competição de resistência. Durante esse evento, os adolescentes eram duramente chicoteados diante do altar do santuário de Ártemis Orthia, e o objetivo da cerimônia era testar a bravura e a resistência dos garotos em relação à dor.

Curiosidade: Os espartanos mantinham escravos palestinos a quem chamavam de “Helots”, e eles eram absolutamente terríveis para eles. Entre as muitas atrocidades cometidas contra os escravos estava um ritual chamado “Cripteia”, destinado a semear o terror nos escravos e deixar os meninos prontos para a batalha.

Quando entramos por dentro da história, conseguimos encontrar muita da inspiração de Martin para formar suas linhas.

Dotraki 1

Dotraki 2

Outro exército tirado das páginas incríveis de George Martin e suas “crônicas” são os guerreiros Dothraki.  São um povo de uma cultura de guerreiros nômades em Essos, com uma história conhecida de mais 400 anos, aparentemente pouco antes Aegon I Targaryen desembarcar em Westeros. Eles vieram do oriente, expulsando os camponeses de seus casebres e nobres de suas propriedades, até que sobrassem apenas grama e ruínas desde a Floresta de Qohor até a cabeceira do Selhoru. Os Dothraki são pessoas grandes, possuem o cabelo preto, a pele em tons de cobre e olhos amendoados escuros. Eles possuem uma única cidade permanente – Vaes Dothrak.  Os Dothraki dependem muito de seus cavalos, pois esses animais são uma parte intrínseca de sua sociedade nômade. Eles os usam para alimentação, transporte, para roupas e como fonte de materiais para artesanato, e sua divindade é o Grande Garanhão, espelhando a importância dos cavalos na cultura Dothraki.

Os Dothraki são especialmente habilidosos em equitação e guerra montada. Eles cruzam o Mar Dothraki – uma vasta planície na região central de Essos. Localiza-se a leste das Cidades Livres, norte da Baía dos Escravos, e a oeste das Montanhas Ossos. Sua paisagem de estepes e planícies são o lar dos nômades Dothraki, exímios cavaleiros, que constantemente lutam entre si e com os habitantes das terras vizinhas – em tribos, conhecidas como khalasars que são lideradas pelo khal. Um khalasar é dividido em khas, cada um liderado por um capitão dos khals, os chamados kos. Quando um khal morre, um novo khal pode tomar controle do khalasar ou um khas pode partir e formar novos khalasars liderados pelos antigos kos.

Curiosidade: O arakh é a arma padrão utilizada pelos guerreiros Dothraki. Tem uma lâmina crescente em forma de lua com cerca de dois metros e meio de espessura, quase o mesmo comprimento, tornando-se meio espada e meia-foice. Embora incapaz de penetrar a armadura, o arakh dá ao usuário uma tremenda manobrabilidade dos pulsos.

A principal inspiração de George Martin para elaborar este grupo de cidadãos-guerreiros são os Mongóis e os Hunos.

Mongois

Os povos nômades da Mongólia formaram um dos maiores impérios a partir de uma série de conquistas militares continuadas por algumas gerações, tendo seu início ao término do século XII, começo do século XIII. Muitos dos seus oponentes acreditavam que o exército mongol era invencível. A sua campanha na Europa recuou apenas por motivo de morte na família soberana. Os possíveis reclamantes ao trono retornaram para casa com as suas forças e nunca mais voltaram.  Os mongóis eram caçadores e exploravam rebanhos, passando a maior parte da sua vida na sela de seus pôneis das estepes. Aprendiam a cavalgar e usar armas (especialmente o arco composto) ainda com pouca idade. Todo homem saudável com menos de 60 anos deveria caçar e guerrear. Os exércitos das tribos mongóis consistiam em toda a população masculina adulta. Lutavam sobre um código restrito de disciplina.  O saque era feito em conjunto, e por abandonar um companheiro em batalha, a pena era a morte. Esta disciplina, de mãos dadas com liderança, obtenção de informações inimigas, ergueu os mongóis de apenas uma multidão de cavaleiros, a um verdadeiro exército.

hunos

Já os Hunos, como um povo nômade, a vida e sociedade baseava-se no uso de cavalos tanto para as atividades pacíficas quanto para as atividades bélicas. Os hunos migraram da Ásia Central para o Leste Europeu a partir do ano 370, expulsando os povos que antes habitavam aquele território, como os alanos e, mais tarde, os ostrogodos, visigodos e vândalos, iniciando o episódio da história romana chamado de Invasões Bárbaras.

O equipamento do cavaleiro huno era parecido com a de cavaleiros das estepes comuns, sendo um fator importante em combate a sua fúria e impetuosidade para com seus inimigos. As armas usadas pelos cavaleiros hunos eram dardos, espadas longas, machados e o famigerado arco composto.  Para proteção, geralmente os cavaleiros hunos usavam um leve escudo de madeira e, protegendo o resto do corpo, resistentes roupas de lã e, como capacete, uma touca de couro ou um capacete de ferro.  As táticas de guerra hunas giravam em torno da cavalaria, com as tropas auxiliares, membros de outras tribos que eram sujeitos aos hunos, como os ostrogodos, servindo no papel de infantaria. Os hunos agiam predominantemente como cavaleiros arqueiros, assediando o inimigo com salvos de flechas até mesmo enquanto fugiam, usando o chamado “tiro parto”, virando de costas no cavalo para disparar as flechas. Por mais famosos que fossem com seu uso do arco, os hunos também eram exímios usuários de suas espadas, fazendo deles versáteis cavaleiros, igualmente hábeis tanto com o arco quanto com a espada.  Por mais que os hunos se envolvessem em combate direto, muitos levavam as técnicas do estilo de vida das estepes para o campo de batalha. Uma dessas técnicas era o uso do laço contra a cavalaria inimiga. O uso do laço contra os cavaleiros inimigos era para, justamente, tirá-los de seus cavalos e inutilizá-los para o combate, deixando mais fácil para que os outros hunos o matassem ou o capturassem.

Observação: Sioux, Cheienes e várias outras tribos americanas também ajudaram Martin a desenhar este povo bruto e ao mesmo tempo encantador.

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Bem, espero que todos vocês tenham gostado do post. E a minha dica de sempre é viajar – nas linhas da fantasia.  Assim, leiam.  Leiam muito.  Aproveitem e entrem no blog.  Leia quantos posts quiserem e deixe sua opinião.

Vejo todos vocês no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Los fantásticos ejércitos de LitFan II.

Mis queridos amigos, PHANTASTICUS vuelve a un tema de muchos matices. Guerras y ejércitos. LitFan respira este clima bélico, pero para movilizarnos (y enseñarnos) de la manera opuesta. El blog ya mencionaba los ejércitos de la literatura fantástica. Uno de los mensajes fue “Los ejércitos sensacionales de la literatura fantástica” (el 04/02/2016): si desea volver a leer, siga el enlace: jotacortizo.wordpress.com/2016/04/02/os-sensacionais-exercitos-da- literatura-fantástica-los-sensacionales-ejércitos-de-literatura-fantástica /

Bueno, abriremos el puesto con una de las fuerzas militares que nos movilizó, demasiado, tanto en libros como en televisión. PHANTASTICUS brinda la fuerza de la Inmaculada, la fuerza militar que conocemos de los libros de George Martin: “Una canción de hielo y fuego”. El “Dovaogēdy” (en el lenguaje valenciano superior de la novela) es una fuerza militar compuesta de esclavos y utilizada con defensores, mercenarios o soldados de carrera, soldados fijos, y puede comprarse en algunas ciudades libres, que ofrece la mejor inmaculada Es la ciudad libre de Yunkai.

Los inmaculados son esclavos entrenados para ser soldados, su entrenamiento es brutal, son sacados de la infancia de sus madres para convertirse en soldados “perfectos”, tienen un entrenamiento extremadamente grosero y brutal, donde de cada 500 “estudiantes” a lo sumo 1 a 10 sobreviven. En este proceso, son castrados porque sus deseos no los influyen, es decir, no violan más que porque no tienen relaciones románticas y su última prueba es ir a una casa, sacar a un bebé de un esclavo, matarlo enfrente de su madre y pagar una moneda de oro al dueño del niño.

Este proceso al que están sometidos, en parte nos remite a los soldados del Janissary y las fuerzas militares de Esparta. Estos, de hecho, bien pueden haber inspirado a George Martin para moldear la forma de la Inmaculada. Los janízaros, constituían la élite del ejército de los sultanes otomanos. La fuerza, creada por el sultán Murade I, estaba formada por niños cristianos capturados en batalla, tomados como esclavos y convertidos al Islam. Los jóvenes fueron educados en la ley islámica y en el idioma turco, mientras aprendían a usar armas y se entrenaban en artes militares. Los jóvenes crecieron teniendo al propio Sultán como una figura paterna, por quien estarían dispuestos a defender incluso hasta la muerte incluso contra su propia gente de origen. La justificación para la adopción de un cuerpo de soldados convertidos en lugar de turcos nativos fue que los turcos debían lealtad a su gente y sus familias y podían convertirse en rebeldes en caso de una acción del Sultán contra otros turcos. Ya los jóvenes cristianos debían lealtad al Sultán, y lucharían contra cualquier enemigo por él.

Cuando para el ejército espartano, era la fuerza militar de Esparta, una de las principales ciudades-estado de la antigua Grecia. El ejército ocupó el centro del estado espartano, cuya principal obligación de sus ciudadanos era “ser buenos soldados”. Sujetos a entrenamiento militar desde la infancia, los espartanos fueron una de las fuerzas militares más temidas en la historia. Consistía principalmente en soldados de a pie, equipados con lanzas cortas, espadas y el “dyplon”, un pequeño escudo de bronce redondeado.

Curiosidad: cuando una niña nació en Esparta, se sometió a un examen exhaustivo para demostrar que no sufría ninguna deformidad ni problema de salud. Esta evaluación fue llevada a cabo por los ancianos y, según la leyenda, los bebés “reprobados” fueron arrojados a un pozo llamado “Apothetae”.

Cuando llegaron a la temprana edad de 7 años, los niños espartanos fueron sacados de sus hogares (y de la protección de sus padres) y se los llevó a iniciar el “Agoge”, es decir, la capacitación ofrecida por la ciudad-estado para que se convirtieran en ciudadanos. De bien y, por supuesto, de guerreros. Los niños comenzaron a vivir en una especie de campamento militar y recibieron educación formal y física, así como también aprendieron a cazar y el arte de la guerra. Luego, cuando tenían 12 años, los niños fueron privados de cualquier vestimenta, excepto una túnica roja, y se vieron obligados a dormir al aire libre. Además, para entrenar a los muchachos para la vida en los campos de batalla, se les alentaba a encontrar su propia comida e incluso a robar la de sus compañeros, aunque corrían el riesgo de ser azotados si los atrapaban.

Una de las etapas más brutales del entrenamiento de los jóvenes guerreros fue un ritual anual conocido como “Diamastigosis”, que consistía en una especie de competición de resistencia. Durante este evento, los adolescentes fueron azotados con fuerza ante el altar del santuario de Artemis Orthia, y el propósito de la ceremonia fue poner a prueba la valentía y la resistencia de los niños en relación con el dolor.

Curiosidad: los espartanos tenían esclavos palestinos a los que llamaban “Helots”, y eran absolutamente terribles para ellos. Entre las muchas atrocidades cometidas contra los esclavos había una Un ritual llamado “Cryptia”, diseñado para sembrar el terror en esclavos y preparar a los niños para la batalla.

Cuando entramos en la historia, podemos encontrar gran parte de la inspiración de Martin para formar sus líneas.

Otro ejército extraído de las increíbles páginas de George Martin y sus “crónicas” son los guerreros Dothraki. Son un pueblo de una cultura guerrera nómada en Essos, con una historia conocida de más de 400 años, aparentemente poco antes de que Aegon I Targaryen aterrizara en Westeros. Vinieron desde el este, expulsando a los campesinos de sus chozas y nobles de sus propiedades, hasta que solo quedaron hierbas y ruinas desde el Bosque de Qohor hasta la cabeza de Selhoru. Los Dothraki son personas grandes con cabello negro, piel cobriza y ojos almendrados oscuros. Tienen una sola ciudad permanente: Vaes Dothrak. Los Dothraki dependen en gran medida de sus caballos, ya que estos animales son una parte intrínseca de su sociedad nómada. Los usan para comida, transporte, ropa y como fuente de materiales de artesanía, y su divinidad es el Gran Semental, lo que refleja la importancia de los caballos en la cultura Dothraki.

Los Dothraki son especialmente expertos en montar a caballo y en la guerra de monturas. Cruzan el mar Dothraki, una vasta llanura en el centro de Essos. Está ubicado al este de Free Cities, al norte de Slave Bay y al oeste de Bones Mountains. Su paisaje de estepas y llanuras es el hogar de los nobles caballeros Dothraki que luchan constantemente entre sí y con los habitantes de las tierras circundantes, en tribus conocidas como khalasares que son dirigidas por los khal. Un khalasar se divide en khas, cada uno dirigido por un capitán de los khals, llamado kos. Cuando muere un khal, un nuevo khal puede tomar el control del khalasar o un khas puede partir y formar nuevos khalasars liderados por los antiguos kos.

Curiosidad: el arakh es el arma estándar utilizada por los guerreros Dothraki. Tiene una hoja en forma de luna creciente de aproximadamente dos metros y medio de espesor, aproximadamente de la misma longitud, convirtiéndose en media espada y hoz. Aunque no puede penetrar la armadura, arakh le da al portador una tremenda maniobrabilidad en la muñeca.

La principal inspiración de George Martin para trabajar en este grupo de ciudadanos guerreros son los mongoles y los hunos.

Los pueblos nómadas de Mongolia formaron uno de los imperios más grandes de una serie de conquistas militares que continuaron durante algunas generaciones, a partir de finales del siglo XII, principios del siglo XIII. Muchos de sus oponentes creían que el ejército mongol era invencible. Su campaña en Europa se retiró solo por la muerte en la familia soberana. Los posibles reclamantes al trono regresaron a casa con su fuerza y ​​nunca regresaron. Los mongoles eran cazadores y manadas, y pasaban la mayor parte de sus vidas en la silla de montar de sus ponis de estepa. Aprendieron a montar y usar armas (especialmente el arco compuesto) a una edad temprana. Todo hombre sano menor de 60 años debe cazar y pelear. Los ejércitos de las tribus mongoles estaban formados por toda la población masculina adulta. Lucharon por un estricto código de disciplina. El saqueo fue hecho juntos, y para abandonar a un compañero en la batalla, la pena era la muerte. Esta disciplina, de la mano con el liderazgo, obteniendo inteligencia enemiga, elevó a los mongoles de solo una multitud de jinetes a un verdadero ejército.

En cuanto a los hunos, como pueblo nómada, la vida y la sociedad se basaban en el uso de caballos para actividades pacíficas y bélicas. Los hunos emigraron de Asia Central a Europa Oriental desde el año 370, expulsando a los pueblos que una vez habitaron el territorio, como los Alans y más tarde los Ostrogodos, Visigodos y Vándalos, comenzando el episodio de la historia romana llamado Las invasiones bárbaras.

El equipo de los caballeros hun se parecía al de los caballeros de la estepa ordinarios, y era un factor importante para combatir su furia e impetuosidad hacia sus enemigos. Las armas utilizadas por los jinetes hunos eran dardos, espadas largas, hachas y el arco compuesto infame. Para protegerse, los jinetes hunos usaban un escudo de madera liviana y, protegiendo el resto del cuerpo, ropa de lana resistente y, como un casco, una gorra de cuero o un casco de hierro. Las tácticas de guerra huna giraban en torno a la caballería, con tropas auxiliares, miembros de otras tribus que estaban sujetas a los hunos, como los ostrogodos, que desempeñaban el papel de infantería. Los hunos actuaban predominantemente como jinetes de tiro con arco, acosando al enemigo con rescates de flechas incluso mientras huían, utilizando el llamado “disparo de parto”, dándole la espalda al caballo para disparar las flechas. Famosos como eran por su uso del arco, los hunos también eran expertos en usar sus espadas, haciéndolos caballeros versátiles, igualmente hábiles con el arco y la espada. Tanto como se involucran los hunos. Sin combate directo, muchos llevaron las técnicas de estilo de vida de la estepa al campo de batalla. Una de estas técnicas fue el uso del arco contra la caballería enemiga. El uso del arco contra los caballeros enemigos era precisamente para eliminarlos de sus caballos y hacerlos inutilizables para el combate, facilitando que los otros hunos lo mataran o lo capturaran.

Nota: Sioux, Cheienes y varias otras tribus americanas también ayudaron a Martin a dibujar a esta gente cruda y al mismo tiempo encantadora.

Bueno, espero que a todos les haya gustado el post. Y mi consejo habitual es viajar, en las líneas de fantasía. Así que, lea. Lee mucho Disfruta y únete al blog. Lee tantas publicaciones como quieras y deja tu opinión.

Nos vemos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal-aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: i.pinimg.com/originals/57/0e/1c/570e1c66ee9be360e173e5b3e821f930.jpg

gameofthrones.fandom.com/pt-br/wiki/Imaculados

pt.wikipedia.org/wiki/Janízaro

megacurioso.com.br/historia-e-geografia/100583-como-os-espartanos-eram-treinados-para-se-transformar-em-guerreiros.htm

wiki.geloefogo.com/index.php/Dothraki

pm1.narvii.com/6636/054d7659c6a71f7bae0b484ee247e8258c1d1538_00.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Mongóis

tormentopabulum.wordpress.com/2015/01/02/cavaleiro-huno/

gameofthrones.fandom.com/pt-br/wiki/Arakh

i0.wp.com/fatosdesconhecidos.com.br/wp-content/uploads/2019/01/capa-38.jpg?resize=900,420

hypescience.com/educacao-militar-esparta/

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O Tesouro de Hoffmann

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: O Tesouro de Hoffmann.

Olá! Como vão todos vocês?  Bem, em tempos de FLIP, o PHANTASTICUS busca no amago da literatura fantástica e encontra um tesouro.  Um escritor conhecido como um dos maiores nomes da literatura fantástica mundial – e que por uma injustiça nossa, nunca foi comentado aqui no blog.  Assim, buscando reparar esta incorreção, falaremos do alemão Ernst Theodor Amadeus Wilhelm Hoffmann, mais conhecido por E. T. A. Hoffman.

A primeira curiosidade sobre o nosso “protagonista”: Sua admiração pela obra de Mozart era tão grande que adotou o nome Amadeus.

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Antes de mais nada se Hoffmann tivesse vivido em nossos tempos, seria o que chamamos de personalidade multimídia; além de escritor genial e compositor, também foi desenhista talentoso e jurista. Entre suas atividades artísticas, além da pintura, da crítica musical e da dramaturgia, exerceu direção teatral, regência orquestral e cenografia. Como compositor, foi autor de música de câmara e outras peças. Crítico musical perspicaz, foi um dos primeiros a proclamar a genialidade de Beethoven.

Hoffman não é muito conhecido aqui por nossas terras, mas suas obras são uma verdadeira preciosidade.  É tido como um dos representantes mais conhecidos da Romantismo alemão e um pioneiro do gênero de fantasia, com um gosto pelo macabro combinado com realismo, que influenciou diversos autores como Edgar Allan Poe, Nikolai Gogol, Charles Dickens, Charles Baudelaire, George MacDonald, Fiódor Dostoiévski, Vernon Lee, Franz Kafka e Alfred Hitchcock.

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Curiosidade número 2: Um fragmento do conto “Nußknacker und Mausekönig” (O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos), adaptado em francês por Alexandre Dumas, inspirou o compositor Piotr Ilitch Tchaikovsky a criar seu terceiro e último balé – o famoso “O Quebra-Nozes”.

A história de Hoffmann “Das Fräulein von Scuderi” (A Senhorita de Scuderi) é algumas vezes citada como a primeira história de detetive e exerceu uma influência direta sobre Poe no romance “Os Assassinatos da Rua Morgue”.  Bem, influências a parte, Hoffmann tem uma série de contos e romances, além de composições musicais e teatrais.  Mas, este não foi o único lado da vida do alemão.  Proveniente de uma família de magistrados, ele – por necessidade financeira – seguiu este rumo em muitos momentos de sua vida, chegando a se torna conselheiro da corte de apelações de Berlim.

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Entre as histórias criadas pela mente brilhante, de Hoffmann, podem-se destacar aquelas que contêm em sua narrativa o tema “do duplo” (o recurso de deixar o leitor na incerteza de determinada figura na história (ser humano ou autômato), presente em muitas de suas obras, entre as quais se destacam “Die Elixiere des Teufels” (Os Elixires do Diabo) (publicado em 1815), “Der Sandmann” (O Homem da Areia) (publicado em 1817) e “Prinzessin Brambilla” (Princesa Brambilla) (publicado em 1820).

“Eu imagino o meu Eu através de um espelho multiplicador: todas as figuras que se movem ao meu redor são Eus, e eu me irrito com o que fazem ou deixam de fazer.” – Disse Hoffmann.

 

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Mas a principal obra do nosso “eleito” é “Nachtstücke” (Peças Noturnas) publicado em 1817.  A obra é uma coletânea de oito contos que combinam um espírito de despreocupação e alegria com sinistros temas da irracionalidade humana. Os contos são redigidos num tom simples e populista.

Der Sandmann

O primeiro conto das peças, é “Der Sandmann” (O Homem de Areia).

Sinopse: No início do conto, o jovem Natanael escreve uma carta para seu amigo, Lothar, irmão de sua noiva Clara, contando uma experiência que acabara de ter: estava em seu quarto de estudante quando alguém bate à porta; ao abri-la, assusta-se com o homem que vê, o qual lhe traz uma lembrança da infância. Era um vendedor de barômetros. Ao ver esse homem, Natanael expulsa-o com tal rapidez que o sujeito praticamente rola pelas escadas. Ele se assusta com seu próprio susto.

Natanael escreve a Lotário explicando o que vira e tanto o assustara. Parte então de uma lembrança infantil e começa a descrever a casa de sua infância, uma casa com pai, mãe e filhos, os quais tinham por hábito, depois do jantar, ficar em torno do pai que fumava seu cachimbo. Mas, de vez em quando, as crianças eram postas na cama mais cedo, pois o Homem da Areia iria chegar. Natanael ouvia os passos pesados de um visitante, com o qual o pai estaria ocupado toda a noite. A babá contara a Natanael que o Homem da Areia era um homem perverso que chegava quando as crianças não iam para a cama, jogava areia nos olhos delas, fazendo com que saltassem fora. Ele então colocava os olhos num saco e os levava para alimentar seus filhos na lua.

Para descobrir mais sobre o Homem da Areia, Natanael se esconde no escritório de seu pai numa noite em que o visitante era esperado. Reconhece o visitante como o advogado Copéllius. De seu esconderijo, ele vê o visitante e o pai no que parece ser um experimento alquímico. Descoberto, Natanael é ameaçado de ter seus olhos arrancados e desmaia.

O Homem da Areia volta uma outra vez a sua casa, e então ocorre uma explosão que mata o pai de Natanael. Muitos anos depois, Natanael reconhece Copéllius no vendedor Copolla. Depois de um período de férias junto a sua noiva, que tenta tranquilizá-lo, Natanael volta aos estudos e decide comprar um binóculo de Copolla, para que este o deixe em paz. Com o binóculo ele vê Olímpia, por quem se apaixona perdidamente apesar de todos os avisos. Natanael enlouquece ao descobrir que Olímpia é uma boneca, construída por Copolla/Copéllius e o seu professor de física. Depois de internado num manicômio, Natanael parece recuperado, quando tenta jogar a noiva, Clara, do alto de uma torre, após olhar outra vez pelo binóculo. Pouco depois, Natanael se atira da torre.

Hoffmann

Curiosidade três: A obra de Hoffmann foi influência até para o trabalho do grande Sigmund Freud, criador da psicanálise.

O mundo perdeu Hoffmann de forma precoce.  Com somente 46 anos, o escritor se foi … Mas sua obra ficou eternizada.

“Como a pobre humanidade inclinada é presa dos restos insignificantes de sua liberdade e constrói um teto artificial para evitar olhar para o céu azul claro”. Frase do nosso homenageado.         

Bem, espero que todos vocês tenham gostado do post. E se querem viajar – viajar nas linhas da fantasia – leiam.  Leiam muito.  Aproveitem e entrem no blog e viajas em quantos posts quiserem.

Vejo todos vocês no próximo post.

cortizo

Jota Cortizo

Versión española: El tesoro de Hoffmann.

¡Hola! Como estan todos ustedes Bueno, en el tiempo de FLIP, PHANTASTICUS busca la fama de la literatura fantástica y encuentra un tesoro. Un escritor conocido como uno de los mejores nombres de la literatura fantástica en todo el mundo, y por nuestra injusticia, nunca se comentó aquí en el blog. Así, buscando reparar esta inexactitud, hablaremos del alemán Ernst Theodor Amadeus Wilhelm Hoffmann, mejor conocido como E. T. A. Hoffman.

La primera curiosidad sobre nuestro “protagonista”: su admiración por el trabajo de Mozart fue tan grande que adoptó el nombre de Amadeus.

En primer lugar, si Hoffmann hubiera vivido en nuestros tiempos, sería lo que llamamos personalidad multimedia; Además de genial escritor y compositor, también fue talentoso diseñador y jurista. Entre sus actividades artísticas, además de la pintura, de la crítica musical y la dramaturgia, ejerció la dirección teatral, la regencia orquestal y la escenografía. Como compositor, fue autor de música de cámara y otras obras de teatro. Un crítico musical inteligente, fue uno de los primeros en proclamar el genio de Beethoven.

Hoffman no es muy conocido aquí por nuestras tierras, pero sus obras son un verdadero tesoro. Se considera uno de los representantes más conocidos del romanticismo alemán y pionero del género fantástico, con un gusto por la macabra combinada con realismo, que influyó en muchos autores como Edgar Allan Poe, Nikolai Gogol, Charles Dickens, Charles Baudelaire, George MacDonald, Fyodor Dostoievski, Vernon Lee, Franz Kafka y Alfred Hitchcock.

La curiosidad número 2: Un fragmento del cuento “Nußknacker und Mausekönig” (El cascanueces y el rey de los ratones), adaptado en francés por Alejandro Dumas, inspirado compositor Pyotr Ilyich Tchaikovsky para crear su tercera y última de ballet – el famoso “El Cascanueces”.

La historia de Hoffmann “Das Fräulein von Scuderi” se cita a veces como la primera historia de detectives y tuvo una influencia directa en Poe en la novela “Los asesinatos de la calle Morgue”. Bueno, aparte de las influencias, Hoffmann tiene varios cuentos y novelas, así como composiciones musicales y teatrales. Pero este no era el único lado de la vida del alemán. Procedente de una familia de magistrados, él, por necesidad financiera, siguió este curso en muchos momentos de su vida, llegando a ser asesor del tribunal de apelaciones de Berlín.

Entre las historias creadas por la mente brillante de Hoffmann, el tema “doble” se puede mencionar los que contienen en su narrativa (la posibilidad de dejar al jugador en la figura dada la incertidumbre en la historia (robot humano o), presente en muchas de sus obras, entre las que se destacan “Die Elixiere des Teufels” (publicada en 1815), “Der Sandmann” (publicada en 1817) y “Prinzessin Brambilla” (Princesa Brambilla) (publicado en 1820).

“Me imagino a mi Ser a través de un espejo multiplicador: todas las figuras que se mueven a mi alrededor son yo, y me irrito con lo que hacen o no hacen”, dijo Hoffmann.

Pero la principal obra de nuestras piezas es (nocturna) “elegidos”, “Nachtstücke”, publicado en 1817. El libro es una colección de ocho cuentos que combinan el espíritu de despreocupación y alegría con temas de reclamaciones de la irracionalidad humana. Las historias están escritas en un tono simple y populista. El primer cuento de las piezas es “Der Sandmann” (El hombre de arena).

Sinopsis: Al comienzo de la historia, el joven Nathaniel escribe una carta a su amigo Lothar, hermano de su novia Clara, contando una experiencia que acaba de tener: estaba en su habitación de estudiante cuando alguien llama a la puerta; cuando lo abre, se asusta ante el hombre que lo ve, que le trae un recuerdo de la infancia. Era un vendedor de barómetro. Al ver a este hombre, Natanael lo expulsa con tal rapidez que el hombre prácticamente baja las escaleras. Él está asustado por su propio miedo.

Natanael le escribe a Lothair explicándole lo que había visto y lo asustó tanto. Forma parte de un recuerdo de la infancia y comienza a describir la casa de su infancia, una casa con padre, madre e hijos, que tenía un hábito después de la cena de quedarse con el padre que fumaba su pipa. Pero de vez en cuando los niños se acostaban antes, porque el Sandman llegaría. Natanael escuchó los pesados ​​pasos de un visitante, con quien su padre estaría ocupado toda la noche. La niñera le había dicho a Nathaniel que el hombre de arena era un hombre perverso que vendría cuando los niños no se acostaran, les arrojaran arena en los ojos y los hicieran saltar. Luego puso los ojos en un saco y los llevó a alimentar a sus hijos en la luna.

Para averiguar más sobre el Sandman, Nathaniel se esconde en la oficina de su padre una noche cuando se esperaba al visitante. Reconoce al visitante como el abogado Copéllius. Desde su escondite, ve al visitante y al padre en lo que parece ser un experimento alquímico. Descubierto, Nathaniel es amenazado con que le saquen los ojos y se desmaya.

El Sandman regresa a su casa nuevamente, y luego hay una explosión que mata al padre de Natanael. Muchos años después, Nathanael reconoce a Copéllius en el vendedor Copolla. Después de unas vacaciones con su novia, quien intenta tranquilizarlo, Nathanael regresa a la escuela y decide comprarle un binocular a Copolla, para que pueda dejarlo solo. Con binoculares ve a Olympia, de quien se enamora locamente a pesar de todas las advertencias. Nathanael se vuelve loco cuando descubre que Olympia es una muñeca, construida por Copolla / Copelius y su profesor de física. Después de ser hospitalizado en un manicomio, Nathaniel parece recuperado, cuando trata de interpretar a la novia, Clara, desde lo alto de una torre, después de mirar nuevamente a través de los binoculares. Poco después, Natanael se arroja desde la torre.

Curiosidad tres: el trabajo de Hoffmann fue influencia incluso para el trabajo del gran Sigmund Freud, creador del psicoanálisis.

El mundo perdió a Hoffmann temprano. Con solo 46 años, el escritor se ha ido … Pero su trabajo ha sido eternizado.

“Qué pobre se inclina la humanidad se queda con los restos insignificantes de su libertad y construye un techo artificial para evitar mirar el cielo azul claro”. Frase de nuestro homenajeado.

Bueno, espero que a todos les haya gustado el post. Y si quieren viajar – viajan en las líneas de fantasía – lean. Lee mucho Disfruta y únete al blog y viaja en tantas publicaciones como quieras.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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Capa: primeiraesetimaarte.com.br/wp-content/uploads/2018/06/NUN-CP-001r-Copia.jpg

estacaoliberdade.com.br/livraria/mundo-fantastico-eta-hoffmann

es.wikipedia.org/wiki/Los_elixires_del_diablo

pt.wikipedia.org/wiki/O_Quebra-Nozes_e_o_Rei_dos_Camundongos

uel.br/eventos/estudosliterarios/pages/arquivos/Ana%20Carolina%20Melges%20Pastorello%20Rocha_texto%20completo.pdf

cantinholiterario.blog/2019/02/24/nada-mais-maravilhoso-nada-mais-fantastico-que-a-vida-real-noturnos-1817/

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pt.wikipedia.org/wiki/O_Homem_da_Areia

becodonunca.com.br/resenha/o-homem-da-areia-de-e-t-a-hoffmann/

asset.tauschgnom.de/img/products/2017/8/0f/1102626/5e41ef0b6e92e7f2404845204262b2f5Die-Elixiere-des-Teufels-orig.jpg

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O Visionário – da Literatura Fantástica para a vida real

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: O Visionário – da Literatura Fantástica para a vida real.

Olá a todos! Hoje o PHANTASTICUS volta a falar de um visionário. Um dos grandes mestres da Ficção Científica e que tem suas linhas tais como predições do futuro (tecnológico).  E o futuro é sempre um mistério para todos nós e, sempre, desperta muito nossa curiosidade. Hoje, por mais que a tecnologia avance freneticamente a cada dia, ainda não somos capazes de prever, com precisão, os acontecimentos que ocorrerão no dia seguinte, tudo que podemos fazer é tentar imaginar algo ou… Ler algumas linhas deste autor. Desta forma, enxergamos o futuro com uma nitidez ímpar. E falando diretamente nisto, ninguém havia pensado na possibilidade de viajar no tempo, até que HG Wells citou algo semelhante em um de seus livros – “The Time Machine” (A Máquina do Tempo), com a primeira edição sendo publicada em 189 – e atualmente, existem muitas especulações sobre o assunto.

O PHANTASTICUS já falou consideravelmente sobre a obra HGW, mas tudo que falarmos é pouco para o merecimento dele.  Se quiser recordar, em nosso post de 22 de março de 2015 falamos sobre sua obra.  Que tal revisitar o post?

jotacortizo.wordpress.com/2015/03/22/h-g-wells-volta-no-tempo-e-muitas-transformacoes-volver-en-el-tiempo-y-muchos-cambios/

Hoje, vamos dar mais passos nas visões do britânico Herbert George Wells.  Primeiro, que tal se dissermos que HG descreve bombas atômicas que alimentavam uma devastadora guerra.  Surpreso!! “The World Set Free” (traduzindo literalmente, “O Mundo Liberado”) é um romance escrito em 1913 e publicado em 1914 que é baseado na previsão de um tipo de arma mais destrutivo e incontrolável que o mundo já havia visto. Ele apareceu primeiro em forma serializada com um final diferente como “Uma Trilogia Profética”, consistindo em três livros: “A Trap to Catch the Sun” (Uma Armadilha para Pegar o Sol), “The Last War in the World” (A Última Guerra no Mundo) e “The World Set Free” (O Mundo Liberado).

Fat Boy (lançada sobre Nagasaki)            Little Boy (lançada sobre Hiroshima)

Um tema frequente da obra de Wells, foi a história do domínio humano do poder e da energia através do avanço tecnológico, visto como um determinante do progresso humano. O romance começa assim: “A história da humanidade é a história da obtenção do poder externo. O homem é o animal que faz uso de ferramentas e que fabrica incêndios… Sempre com um recorde prolongado, salvo por um contratempo de vez em quando. ele está fazendo mais. ”

Muitas das ideias que Wells desenvolve em “The World Set Free” encontraram um desenvolvimento mais completo quando escreveu The Outline of History em 1918-1919.  O romance é dedicado “À interpretação de Radium de Frederick Soddy”, um volume publicado em 1909.  Os cientistas da época estavam bem conscientes de que a lenta decadência radioativa natural de elementos como o rádio continua por milhares de anos, e que enquanto a taxa de liberação de energia é insignificante, a quantidade total liberada é enorme. Wells usou isso como base para sua história.

As bombas de Wells não funcionavam com o mesmo mecanismo da bomba do “Projeto Manhattan”. No livro de Wells, as bombas por divisão atômica explodiam de forma contínua e duradora, espalhando energia destrutiva por muitos dias.  Enquanto a bomba atômica (da realidade da Segunda Guerra) tem um único momento de explosão, com a reação em cadeia causada pela divisão do átomo, criando uma grande explosão de energia devastadora.

Neste livro, Wells descreve, também, o movimento que obriga a humanidade sobrevivente a criar um governo único, que viesse a evitar conflitos futuros – amigos, está é a lógica da existência e funcionalidade da ONU – mais uma predição?

Capa 1

Outro livro, mais predições.  As armas usadas pelos marcianos em “The War of the Worlds” (Guerra dos Mundos) – publicado pela primeira vez em 1897 pela “Pearson’s Magazine” no Reino Unido e pela revista “Cosmopolitan” nos EUA, acontecendo a primeira aparição do romance em capa dura em 1898 – na invasão do planeta Terra foram chamadas de Raios de Calor, uma arma superpoderosa de incineração a partir de um flash concentrado de luz sem ruídos.

Livro The War of Worlds

A arma alienígena se tornou uma realidade em 1960, quando Theodore Maiman lançou o primeiro laser operacional criado em laboratório, nos EUA. Claro que a descrição da obra de Wells não era precisa o suficiente para se estabelecer um laser de luz de verdade, mas possui o mesmo mecanismo dessas armas que apareceram nos EUA. Que funcionam através da concentração de energia dirigida, como ocorre em micro-ondas, radiação eletromagnética, rádio e armas desenvolvidas pelas forças armadas estadunidenses.

The-War-of-the-Worlds-LVandamme-edition-announcement-poster-1906

O romance, escrito entre 1895 e 1897, é uma das primeiras histórias a detalhar um conflito entre a humanidade e uma raça extraterrestre. E a edição foi brilhantemente ilustrada por Henrique Alvim Corrêa, um artista brasileiro que viveu uma vida curta, mas intensa e produtiva (nascendo em 1876 e vindo a falecer em 1910, com 34 anos).

Orson Welles

Mas este livro de Wells deixou uma grande marca décadas depois.  Foi em um Halloween. Em 30 de outubro de 1938 o gênio Orson Welles, até então um competente radialista, dramatiza (de forma exuberante – e extremamente convincente) uma invasão marciana – toda baseada no livro de HG. Neste Halloween, por volta das 20 horas, na Rádio CBS, O.Welles durante seu programa “The Mercury Theatre on the Air” performou a história de “A Guerra dos Mundos”.  E foi tão convincente que milhares de americanos entraram em pânico acreditando na invasão.  Durante uma hora, trechos de músicas eram interrompidos por inserções de notícias extraordinárias relatando a evolução da invasão.  Tudo isto, feito por um ofegante jornalista que, direto do front, falava sobre o que via e a aniquilação que estava por vir.  Em determinado momento, chegou a noticiar que 7.000 pessoas foram obliteradas por uma única nave marciana.

Algumas partes da encenação traziam declarações oficiais do governo, que afirmavam a veracidade da invasão alienígena e pediam que a população não entrasse em pânico.

Observação: O problema maior, foi causado por milhares de pessoas que sintonizaram a rádio após a introdução que anunciava a dramatização.

Quando o pânico e o caos estavam instaurados, a CBS emitiu alertas de que tudo não passava de uma dramatização (mas isto só ocorreu 40 minutos após o seu início).

Os números sobre esta transmissão são assombrosos: 6 milhões de pessoas ouviram o programa, sendo que cerca de 28% acreditaram na invasão.

Uma coisa é certa.  Quando Welles encerrou a dramatização e se despediu dos ouvintes disparou “Se ele não podia ir à casa de cada um comemorando o Halloween, ele acabara de destruir o mundo aos seus ouvidos”.

Um fato importante: Orson Welles, querendo ou não, mostrou ao mundo o poder mobilizador de uma informação catastrófica.  Olha a FAKE NEWS!!

Voltando a obra de HG, poderíamos falar mais e mais.  Tipo: Em “When the Sleeper Wakes”, publicado em 1899, um homem desperta de um sono profundo depois de dois séculos. Ele acorda numa Londres distópica em que os cidadãos são controlados pelo sistema, através de tecnologias de entretenimento, como os atuais audiobooks e a televisão.  Ou talvez, sobre a obra “The Island of Dr. Moreau” (A Ilha do Dr. Moreau), que foi publicada em 1896, onde diversos visitantes se deparam com uma série de experimentos do doutor, uma coleção de criaturas bizarras e híbridas de animais, como o Urso-raposa ou o Homem-leopardo.  Eles são resultados de experiências de hibridismo realizadas por um médico maluco, que queria juntar características animais em corpos humanos, de uma maneira análoga ao que é hoje a engenharia genética.

Mas, vamos encerrar com este gostinho de quero mais.  É provável (muito provável) que o blog volte a falar desde “monstro” da LitFan.  Nossos aplausos ao autor e sua brilhante obra.

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Bem, espero que todos vocês tenham gostado do post. Aproveitem e entrem no blog e leiam quantos posts quiserem.

Vejo vocês no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: El visionario – de la literatura fantástica para la vida real.

¡Hola a todos! Hoy el PHANTASTICUS vuelve a hablar de un visionario. Uno de los grandes maestros de la Ficción Científica y que tiene sus líneas tales como predicciones del futuro (tecnológico). Y el futuro es siempre un misterio para todos nosotros y, siempre, despierta mucho nuestra curiosidad. Hoy, por más que la tecnología avance frenéticamente cada día, todavía no somos capaces de predecir con precisión los acontecimientos que ocurrir al día siguiente, todo lo que podemos hacer es intentar imaginar algo o … Leer algunas líneas de este autor. De esta forma, vemos el futuro con una nitidez impar. Y hablando directamente en esto, nadie había pensado en la posibilidad de viajar en el tiempo, hasta que HG Wells citó algo similar en uno de sus libros – “The Time Machine” (La máquina del tiempo), con la primera edición siendo publicada en 189 – y en la actualidad, hay muchas especulaciones sobre el tema.

El PHANTASTICUS ya habló considerablemente sobre la obra HGW, pero todo lo que hablamos es poco para el merecimiento de él. Si desea recordar, en nuestro post de 22 de marzo de 2015 hablamos sobre su obra. ¿Qué tal revisar el post?

jotacortizo.wordpress.com/2015/03/22/h-g-wells-volta-no-tempo-e-muitas-transformacoes-volver-en-el-tiempo-y-muchos-cambios/

Hoy, vamos a dar más pasos en las visiones del británico Herbert George Wells. Primero, que tal si decimos que HG describe bombas atómicas que alimentaban una devastadora guerra. ¡¡Sorprende!! “The World Set Free” (traduciendo literalmente, “El mundo liberado”) es una novela escrita en 1913 y publicada en 1914 que se basa en la predicción de un tipo de arma más destructiva e incontrolable que el mundo ya había visto. En el caso de que se trate de una trilogía profética, se compone de tres libros: “A Trap to Catch the Sun” (Una trampa para tomar el sol), “The Last War in the World” (La última guerra en el mundo) (“El mundo libre”).

Un tema frecuente de la obra de Wells, fue la historia del dominio humano del poder y de la energía a través del avance tecnológico, visto como un determinante del progreso humano. La historia de la humanidad es la historia de la obtención del poder externo. El hombre es el animal que hace uso de herramientas y que fabrica incendios … Siempre con un récord prolongado, salvo por un contratiempo de vez en cuando “Él está haciendo más.”

Muchas de las ideas que Wells desarrolla en “The World Set Free” encontraron un desarrollo más completo cuando escribió The Outline of History en 1918-1919. La novela es dedicada a la interpretación de Radium de Frederick Soddy, un volumen publicado en 1909. Los científicos de la época eran muy conscientes de que la lenta decadencia radiactiva natural de elementos como la radio continúa por miles de años, y que mientras la tasa de liberación de energía es insignificante, la cantidad total liberada es enorme. Wells lo usó como base para su historia.

Las bombas de Wells no funcionaban con el mismo mecanismo de la bomba del “Proyecto Manhattan”. En el libro de Wells, las bombas por división atómica explotan de forma continua y duradera, esparciendo energía destructiva por muchos días. Mientras la bomba atómica (de la realidad de la Segunda Guerra) tiene un único momento de explosión, con la reacción en cadena causada por la división del átomo, creando una gran explosión de energía devastadora.

En este libro, Wells describe, también, el movimiento que obliga a la humanidad sobreviviente a crear un gobierno único, que venga a evitar conflictos futuros – amigos, ¿está es la lógica de la existencia y funcionalidad de la ONU – más una predicción?

Otro libro, más predicciones. Las armas usadas por los marcianos en “The War of the Worlds” – publicado por primera vez en 1897 por la “Pearson’s Magazine” en el Reino Unido y la revista “Cosmopolitan” en los Estados Unidos, pasando la primera aparición de la novela en portada en la invasión del planeta Tierra fueron llamadas Rayos de Calor, un arma superpoderosa de incineración a partir de un flash concentrado de luz sin ruidos.

El arma alienígena se convirtió en una realidad en 1960, cuando Theodore Maiman lanzó el primer láser operativo creado en un laboratorio estadounidense. Por supuesto, la descripción de la obra de Wells no era lo suficientemente precisa para establecer un láser de luz de verdad, pero tiene el mismo mecanismo de esas armas que aparecieron en los Estados Unidos. Que funcionan a través de la concentración de energía dirigida, como ocurre en microondas, radiación electromagnética, radio y armas desarrolladas por las fuerzas armadas estadounidenses.

La novela, escrita entre 1895 y 1897, es una de las primeras historias a detallar un conflicto entre la humanidad y una raza extraterrestre. Y la edición fue brillantemente ilustrada por Henrique Alvim Corrêa, un artista brasileño que vivió una vida corta, pero intensa y productiva (naciendo en 1876 y falleciendo en 1910, con 34 años).

Pero este libro de Wells dejó una gran marca décadas después. Fue en un Halloween. El 30 de octubre de 1938 el genio Orson Welles, hasta entonces un competente radialista, dramatiza (de forma exuberante – y extremadamente convincente) una invasión marciana – toda basada en el libro de HG. En este Halloween, alrededor de las 20 horas, en la Radio CBS, O.Welles durante su programa “The Mercury Theatre on the Air” interpretó la historia de “La guerra de los mundos”. Y fue tan convincente que miles de estadounidenses entraron en pánico creyendo en la invasión. Durante una hora, los fragmentos de canciones se interrumpían por inserciones de noticias extraordinarias relatando la evolución de la invasión. Todo esto, hecho por un ofegante periodista que, directamente del frente, hablaba sobre lo que veía y la aniquilación que estaba por venir. En determinado momento, llegó a informar que 7.000 personas fueron obliteradas por una única nave marciana.

Algunas partes de la escena traían declaraciones oficiales del gobierno, que afirmaban la veracidad de la invasión alienígena y pedían que la población no entrar en pánico.

Nota: El problema mayor, fue causado por miles de personas que sintonizaron la radio después de la introducción que anunciaba la dramatización.

Cuando el pánico y el caos estaban instaurados, la CBS emitió alertas de que todo no pasaba de una dramatización (pero esto sólo ocurrió 40 minutos después de su inicio).

Los números sobre esta transmisión son asombrosos: 6 millones de personas oyeron el programa, siendo que cerca del 28% creyó en la invasión.

Una cosa es cierta. Cuando Welles terminó la dramatización y se despidió de los oyentes disparó “Si él no podía ir a la casa de cada uno conmemorando Halloween, acababa de destruir el mundo a sus oídos”.

Un hecho importante: Orson Welles, queriendo o no, mostró al mundo el poder movilizador de una información catastrófica. ¡Mira a FAKE NEWS !!

Volviendo la obra de HG, podríamos hablar más y más. Tipo: En “When the Sleeper Wakes”, publicado en 1899, un hombre despierta de un sueño profundo después de dos siglos. Se despierta en un Londres distópico en el que los ciudadanos son controlados por el sistema, a través de tecnologías de entretenimiento, como los actuales audiobooks y la televisión. O quizás, sobre la obra “The Island of Dr. Moreau”, que fue publicada en 1896, donde varios visitantes se enfrentan a una serie de experimentos del doctor, una colección de criaturas extrañas y híbridas animales, como el Oso-zorro o el Hombre-leopardo. Los resultados de las experiencias de hibridismo realizadas por un médico loco, que quería juntar características animales en cuerpos humanos, de una manera análoga a lo que es hoy la ingeniería genética.

Pero, vamos a terminar con este gusto de quiero más. Es probable (muy probable) que el blog vuelva a hablar desde “monstruo” de LitFan. Nuestros aplausos al autor y su brillante obra.

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Bueno, espero que todos ustedes hayan disfrutado del post. Disfrutar y entrar en el blog y leer la cantidad de mensajes que quieren.

Los veo en el próximo post.

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¡Bien, tchau!! Espero que les haya gustado el post. Disfrutar y entrar en el blog y leer la cantidad de mensajes que quieren.

Te veo en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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Capa: wikimedia.org/wikipedia/commons/a/ad/Celia-hovering-airship_mango_concept-art_02.png

fatosdesconhecidos.com.br/7-livros-que-acertaram-em-cheio-ao-prever-o-futuro/

wikimedia.org/wikipedia/en/5/54/TheWorldSetFreeHGWells.jpg

pictures.abebooks.com/GYANBOOK/22401092481.jpg

images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/41ysnuaOiKL._SX331_BO1,204,203,200_.jpg

thewaroftheworlds.com/archive/img/cosmo-april-1897-1.jpg

pictures.abebooks.com/CATSCURIOSITIES/15787608383.jpg

thehistoryblog.com/wp-content/uploads/2015/05/Martians-Blast-House.jpg

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toonpool.com/user/856/files/herbert_george_wells_258965.jpg

newstatesman.com/sites/default/files/Longreads_2019/05/2019_22_hg_wells.jpg

gavetadebaguncas.com.br/wells-welles-e-a-invasao-marciana-de-1938/

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Os Fundadores das Casas de Game of Thrones

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Os Fundadores das Casas de Game of Thrones.

Boas!!! Todos bem? Hoje o PHANTASTICUS vai falar um pouco sobre um grupo de fundadores.  Os homens que, na ficção, deram origem as casas de “Crônicas de Gelo e Fogo” (obra reconhecida por sua adaptação nas telas pela HBO, “Game of Thrones”).  O blog já falou, há quase 3 anos atrás, no post de 26/11/2016, sobre os fundadores das casas de Hogwards – a escola de magia e bruxaria da saga “Harry Potter”.  Se quiser reler, olha o link.

jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/os-fundadores-de-hogwarts/

Então, mãos à obra.  Vamos falar de …

O primeiro fundador que falaremos é o da casa “Stark” (muito explorado pela série e pelos livros).

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Brandon Stark, também conhecido como Bran, o Construtor ou Brandon o Construtor, foi um membro legendário dos Primeiros Homens da “Era dos Heróis”. Ele fundou a Casa Stark e reinou como o primeiro Rei do Norte.  Foi, também, quem construiu a Muralha e a fortaleza de Winterfell – algumas histórias dizem que ele fez isso com a ajuda de gigantes. De acordo com uma balada nos livros de meistre Childer – Reis de Inverno – ou nas “Lendas e Linhagens dos Starks de Winterfell”, Brandon também procurou ajuda das crianças da floresta, e aprendeu a entender a “Língua Verdadeira” para fazê-lo.

Winterfell                                      Muralha

Segundo a lenda, ele aconselhou Durran durante a construção de Ponta Tempestade, quando ele era apenas um menino. A ele também é tradicionalmente atribuído ter concedido “The Gift” (a Dádiva, uma faixa de terra de 25 léguas de largura) para a Patrulha da Noite, embora os meistres argumentem que deve ter sido um rei diferente no norte também chamado Brandon. Algumas histórias relatam que Brandon, o Construtor, foi um dos muitos filhos de Garth Greenhand (o Rei Supremo dos Primeiros Homens, liderando as excursões que levaram os Primeiros Homens a Westeros) – ou foi descendente de Brandon, lâmina de sangue (Bloody Blade), um dos filhos míticos de Greenhand.  Bran o Construtor, claro, não construiu toda Winterfell.  Mesmo o Winterfell original era uma enorme fortaleza, mas oito mil anos de acréscimos incrementais expandiram-se bastante em seu trabalho original. No entanto, ainda há muitas partes de Winterfell que dizem que datam do tempo de Bran o Construtor, e são tão fortes quanto as seções que foram adicionadas mais tarde.

Stark_de_Winterfell

Sobre os Stark, seu símbolo é um lobo gigante correndo através de um campo branco. Seu lema é “O inverno está chegando”, sendo uma das poucas casas nobres de Westeros que tem como seu lema não palavras de “encorajamento”, mas sim um “aviso”.  A casa gerou ramificações como a dos Karstarks de Karhold e os Greystark de Toca do Lobo – que vieram a se tornar casas suseranas aos reis do Norte e posteriormente aos Protetores do Norte (após o último rei do Norte, Torrhen Stark, se submeter a Aegon Targaryen, no final da Guerra da Conquista).

Curiosidade: O Rei da Noite, o 13º. Senhor Comandante da Patrulha da Noite, entre suas muitas origens possíveis, pode ter sido um Stark.

Lann

Agora, falaremos da Casa Lannister.  Assim, temos Lann, conhecido como Lann, o Esperto, que foi um herói lendário que viveu na “Era dos Heróis” e fundou a Casa Lannister.

A casa é descendente de ândalos, e Lann, segundo as histórias, apareceu vindo do leste. Alguns dizem que ele era um aventureiro ândalo do outro lado do Mar Estreito. Independentemente de suas origens, os relatos concordam que, de algum modo, ele tirou os Casterly de seu Rochedo e o tomou para si.

Popular entre cantores e contadores de histórias, ele supostamente tomou Rochedo Casterly da Casa Casterly usando apenas sua inteligência. Em outro conto, ele roubou o brilho do sol para dar cor aos seus cabelos.  Na versão mais comum da história, Lann descobriu uma passagem secreta para dentro do Rochedo Casterly, uma fenda tão estreita que teve de tirar as roupas e se besuntar com manteiga para se apertar nela. Uma vez lá dentro, no entanto, começou a fazer maldades, sussurrando ameaças nos ouvidos de Casterly adormecidos, uivando na escuridão como um demônio, roubando tesouros de um irmão para plantá-los nos aposentos do outro, organizando ciladas e armadilhas. Com tais métodos, ele conseguiu colocar os Casterly uns contra os outros e os convenceu de que o Rochedo era assombrado por alguma criatura vil que nunca os deixaria viver em paz.

Lann, o Esperto, nunca se intitulou rei, embora algumas histórias contadas séculos mais tarde tenham lhe conferido o título postumamente. Assim, o primeiro rei Lannister de verdade que se tem notícia é Loreon Lannister.

Lannister

É uma das grandes casas nobres dos Sete Reinos e a maior, mais poderosa e importante das Terras Ocidentais. Seu assento de poder é a fortaleza de Rochedo Casterly, embora um ramo menor da casa exista na cidade de Lannisporto. Seu símbolo é um leão dourado em um campo carmesim. Seu lema oficial é “Ouça-me Rugir!”. Contudo, um lema não-oficial, mas igualmente bem conhecido, é “Um Lannister sempre paga suas dívidas.

Rochedo Casterly

Rochedo Casterly

Os Lannisters governaram as Terras Ocidentais como Reis do Rochedo por milênios até a Guerra da Conquista, quando seus exércitos foram derrotados no Campo de Fogo. O rei Loren I Lannister teve que dobrar o joelho para Aegon Targaryen. Este, por sua vez, poupou a vida de Loren e permitiu que a Casa Lannister conservasse seu poder e suas terras, agora retendo o título de Protetores do Oeste em nome do Trono de Ferro.

Curiosidade: Corlos Casterly era um caçador que, segundo as histórias, um dia matou uma leoa em uma caverna e, depois de explorar um pouco mais, encontrou seus três filhotes. Quando decidiu poupar os leões, o caçador descobriu que a caverna, na verdade, era uma mina gigantesca de ouro. Para proteger seu minério, ele começou a morar próximo à caverna e ao rochedo e, conforme os anos se passaram, ali foi fundado o Rochedo Casterly, sede atual da Família Lannister.

Orys Baratheon

Deixamos os Lannisters para seguir para mais uma casa poderosa de Westeros.  Os Baratheons que foi fundada por Orys Baratheon e sua sede fica em Ponta Tempestade, a capital das Terras da Tempestade.  Mas, temos que ir um pouco além.  Lendas dizem que foi construída por Durran, o primeiro Rei da Tempestade, durante a Era da Aurora. Durran iria se casar com a filha dos deuses, Elenei, porém, durante a festa, eles assassinaram sua família e seus convidados, forçando o Rei a declarar guerra contra eles. Diz-se que ergueu seis castelos, cada um maior e mais formidável que outro, até finalmente construir Ponta Tempestade; alguns dizem que a construção teve ajuda de feitiços das Crianças da Floresta; outros acreditam que um garoto que, quando crescido, se tornaria Bran o Construtor, aconselhou Durran durante a construção. Assim surgiu a Casa Durrandon.

Ponta Tempestade

Ponta Tempestade

Muitos anos se passaram até chegarmos ao último Rei da Tempestade, Argilac o Arrogante, que abandonou suas impressionantes defesas para enfrentar Orys Baratheon em batalha durante a Guerra da Conquista de Aegon I – um erro que custou sua vida, seu castelo e seus títulos.  Orys se tornou Senhor e Protetor de Ponta Tempestade e suas terras.

Baratheon

Daí surgiu a Casa Baratheon.  Orys tomou o símbolo (um veado preto coroado em um campo dourado) da casa derrotada, além de seu lema – Nossa é a Fúria.  Fora isto, desposou Argella – filha de Argilac.

Curiosidade: Orys era o meio-irmão bastardo de Aegon Targaryen I, o Conquistador.

Aegon

E agora, por último, a Casa Targaryen.  A casa era uma das Quarenta Famílias, os chamados Senhores de dragões, da Cidade Franca de Valíria, um grande império que dominou a maior parte do continente oriental. Porém, os Targaryen não eram uma das famílias mais poderosas, sendo que a supremacia do império era disputada entre dois outros clãs mais importantes.

Antes da Perdição de Valíria, Daenys, a Sonhadora, previu o cataclisma que se seguiria. Seu pai, Aenar, deu ouvidos à filha e se mudou com a família para o posto mais ocidental do império valiriano, a ilha-fortaleza de Pedra do Dragão. Para os outros nobres valirianos, isso foi visto como fraqueza. Doze anos depois que os Targaryen haviam se instalado em Pedra do Dragão, ocorreu a Perdição, o que levou a destruição de Valíria e o colapso do império. Os Targaryen foram os únicos senhores de dragões que sobreviveram.

dragao-valiria

Aenar havia levado os cinco dragões da família para a ilha, mas quatro morreram em circunstâncias desconhecidas, deixando apenas Balerion. No entanto, dois ovos foram chocados, originando Vhagar e Meraxes.

Durante o Século de Sangue, período de caos e guerras que assolou as regiões que antes eram dominadas pela Cidade Franca, havia pressões para que os Targaryen se unissem a Volantis, a mais antiga das colônias valirianas, que tentava reconstruir o império. Frustrando as expectativas dos volantinos, os Targaryen permaneceram em Pedra do Dragão, conservando suas forças. Já muito depois, quando Volantis tentara conquistar Tyrosh, o jovem Aegon Targaryen voou de Pedra do Dragão em Balerion para esmagar os volantinos.

Ao invés de se voltar para Essos, Aegon demonstrou maior interesse por Westeros, continente que ele estava determinado a ser tornar o governante. Cem anos após a Perdição, Aegon e suas duas irmãs-esposas, Rhaenys e Visenya, seus dragões e um pequeno exército, desembarcaram na Baía da Água Negra, ponto de onde travaram a Guerra da Conquista, unificando seis dos Sete Reinos e criaram dali uma dinastia que duraria quase trezentos anos. Após as vitórias no campo de batalha, o Alto Septão ungiu Aegon como rei com seus sete óleos em Vilavelha, legitimando-o como o monarca absoluto. A área onde Aegon desembarcou tornou-se o local da nova capital, Porto Real. Pedra do Dragão tornou-se a sede do herdeiro do trono. A região em torno ficou conhecida como Terras da Coroa.

Desta forma, podemos considerar Aegon Targaryen como o fundador da Casa, nas terras de Westeros.

Curiosidade: Aqueles que são conhecidas como as características tradicionais de um Targaryen são, na verdade, traços típicos do antigo povo de Valíria. O cabelo da cor da mais brilhante prata ou do mais pálido ouro e os olhos de cor púrpura eram as principais características dos Valirianos.  Esta beleza rara não se encontrava em mais lugar nenhum do mundo e muitos apontavam como isso sendo prova do seu sangue não ser igual ao de outros homens. As velhas lendas Valirianas falavam de como este povo descendia de dragões e a afinidade com as criaturas corria no seu sangue.  Uma das explicações mais plausíveis para o visual diferente dos Valirianos era o fato de serem uma população isolada, algo que produziria características singulares. Com base na sua história familiar, os seus traços característicos eram algo que passaria de geração em geração através da prática de incesto.

A Casa Targaryen é uma antiga grande casa de Westeros e foi a casa real governante dos Sete Reinos por três séculos desde que conquistou e unificou o reino, até ser deposta durante a Rebelião de Robert e substituída pela Casa Baratheon. Os poucos Targaryen sobreviventes fugiram em exílio às Cidades Livres de Essos, do outro lado do Mar Estreito.

Casa_Targaryen_de_Porto_Real

O emblema da Casa Targaryen é um dragão vermelho de três cabeças sobre fundo negro. Seu lema é “Fogo e Sangue”.  O dragão de três cabeças simboliza Aegon Targaryen, O Conquistador, e suas duas irmãs, Rhaenys e Visenya Targaryen. Sob o lema “Fogo e Sangue”, o trio familiar conquistou e unificou Westeros com uma determinação como nunca tinha sido vista no continente.  Ao escolher ter um só dragão com três cabeças, os Targaryen estavam a simbolizar a força da sua união.

Bem, concluímos o post de hoje.  Foi uma experiência muito rica entrar no mundo de “Crônicas de Gelo e Fogo”.  Uma obra incrível do brilhante escritor George RR Martin.  Ainda temos muito a espera de Martin, que prometeu que o sexto livro não passa de 2020.  Não custa nada esperar (mas é uma agonia).

Bem, tchau!! Espero que tenham gostado do post. Aproveitem e entrem no blog e leiam quantos posts quiserem.

Te vejo no próximo post.

Escudos

cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Los Fundadores de las Casas de Game of Thrones.

¡¡ Bueno!!! ¿Todos bien? Hoy el PHANTASTICUS va a hablar un poco sobre un grupo de fundadores. Los hombres que, en la ficción, dieron origen a las casas de “Crónicas de Hielo y Fuego” (obra reconocida por su adaptación en las pantallas por HBO, “Game of Thrones”). El blog ya habló, hace casi 3 años, en el post de 26/11/2016, sobre los fundadores de las casas de Hogwards – la escuela de magia y brujería de la saga “Harry Potter”. Si desea releer, mira el enlace.

jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/os-fundadores-de-hogwarts/

Entonces, manos a la obra. Vamos a hablar de …

El primer fundador que hablaremos es el de la casa “Stark” (muy explorado por la serie y los libros).

Brandon Stark, también conocido como Bran, el Constructor o Brandon el Constructor, fue un miembro legendario de los Primeros Hombres de la Era de los Héroes. Él fundó la Casa Stark y reinó como el primer Rey del Norte. Fue, también, quien construyó la Muralla y la fortaleza de Winterfell – algunas historias dicen que lo hizo con la ayuda de gigantes. De acuerdo con una balada en los libros de Meistre Childer – Reyes de Invierno – o en las “Leyendas y Linajes de los Starks de Winterfell”, Brandon también buscó ayuda de los niños del bosque, y aprendió a entender la “Lengua Verdadera” para hacerlo.

Según la leyenda, él aconsejó a Durran durante la construcción de Ponta Tempestad, cuando era sólo un niño. A él también es tradicionalmente atribuido haber concedido “The Gift” (la donación, una franja de tierra de 25 leguas de ancho) para la Patrulla de la Noche, aunque los meistres argumentar que debe haber sido un rey diferente en el norte también llamado Brandon. Algunas historias relatan que Brandon, el Constructor, fue uno de los muchos hijos de Garth Greenhand (el Rey Supremo de los primeros hombres, liderando las excursiones que llevaron a los primeros hombres a Westeros) – o fue descendiente de Brandon, lámina de sangre (Bloody Blade), uno de los hijos míticos de Greenhand. Bran el Constructor, por supuesto, no construyó toda Winterfell. Incluso el Winterfell original era una enorme fortaleza, pero ocho mil años de aumentos incrementales se expandieron bastante en su trabajo original. Sin embargo, todavía hay muchas partes de Winterfell que dicen que datan del tiempo de Bran el Constructor, y son tan fuertes como las secciones que se agregaron más adelante.

Sobre los Stark, su símbolo es un lobo gigante corriendo a través de un campo blanco. Su lema es “El invierno está llegando”, siendo una de las pocas casas nobles de Westeros que tiene como su lema no palabras de “aliento”, sino un “aviso”. La casa generó ramificaciones como la de los Karstarks de Karhold y los Greystark de Toca del Lobo – que vinieron a convertirse en casas suseranas a los reyes del Norte y posteriormente a los Protectores del Norte (después del último rey del Norte, Torrhen Stark, someterse a Aegon Targaryen, al final de la Guerra de la Conquista).

Curiosidad: El Rey de la Noche, el 13º. Señor comandante de la Patrulla de la Noche, entre sus muchos orígenes posibles, puede haber sido un Stark.

Ahora hablaremos de la Casa Lannister. Así, tenemos Lann, conocido como Lann, el Elegante, que fue un héroe legendario que vivió en la “Era de los Héroes” y fundó la Casa Lannister.

La casa es descendiente de álamos, y Lann, según las historias, apareció viniendo del este. Algunos dicen que él era un aventurero ándalo del otro lado del Mar del Estrecho. Independientemente de sus orígenes, los relatos concuerdan que, de algún modo, sacó a los Casterly de su Roca y lo tomó para sí.

Popular entre cantantes y contadores de historias, él supuestamente tomó a Rochedo Casterly de la Casa Casterly usando apenas su inteligencia. En otro cuento, él robó el brillo del sol para dar color a sus cabellos. En la versión más común de la historia, Lann descubrió un pasaje secreto dentro de la Roca Casterly, una grieta tan estrecha que tuvo que quitarse la ropa y se besuntar con mantequilla para apretarla. Una vez dentro, sin embargo, empezó a hacer maldades, susurrando amenazas en los oídos de Casterly dormidos, aullando en la oscuridad como un demonio, robando tesoros de un hermano para plantarlos en los aposentos del otro, organizando trampas y trampas. Con estos métodos, él consiguió colocar a los Casterly unos contra otros y los convenció de que el Roche era asombrado por alguna criatura vil que nunca los dejaría vivir en paz.

Lann, el Elegido, nunca se tituló rey, aunque algunas historias contadas siglos más tarde le concedieron el título postumamente. Así, el primer rey Lannister de verdad que se tiene noticia es Loreon Lannister.

Es una de las grandes casas nobles de los Siete Reinos y la más grande, más poderosa e importante de las Tierras occidentales. Su asiento de poder es la fortaleza de Rochedo Casterly, aunque una rama menor de la casa exista en la ciudad de Lannisporto. Su símbolo es un león de oro en un campo carmesí. ¡Su lema oficial es “Escúchame Rugir!”. Sin embargo, un lema no oficial, pero igualmente bien conocido, es “Un Lannister siempre paga sus deudas.

Los Lannísters gobernaron las Tierras Occidentales como Reyes del Roche por milenios hasta la Guerra de la Co nquista, cuando sus ejércitos fueron derrotados en el Campo de Fuego. El rey Loren I Lannister tuvo que doblar la rodilla hacia Aegon Targaryen. Este, a su vez, ahorró la vida de Loren y permitió que la Casa Lannister conservara su poder y sus tierras, ahora reteniendo el título de Protectores del Oeste en nombre del Trono de Hierro.

Curiosidad: Corlos Casterly era un cazador que, según las historias, un día mató a una leona en una cueva y, después de explorar un poco más, encontró a sus tres cachorros. Cuando decidió ahorrar a los leones, el cazador descubrió que la cueva, en realidad, era una mina gigantesca de oro. Para proteger su mineral, empezó a vivir cerca de la cueva y de la roca y, conforme a los años pasados, allí se fundó el Roche de Casterly, sede actual de la Familia Lannister.

Dejamos los Lannisters para seguir hacia una casa de gran poder de Westeros. Los Baratheons que fue fundada por Orys Baratheon y su sede se encuentra en Ponta Tempestade, la capital de las Tierras de la Tormenta. Pero tenemos que ir un poco más allá. Las leyendas dicen que fue construida por Durran, el primer Rey de la Tormenta, durante la Era de la Aurora. Durran se casó con la hija de los dioses, Elenei, sin embargo, durante la fiesta, asesinaron a su familia y sus invitados, obligando al Rey a declarar la guerra contra ellos. Se dice que levantó seis castillos, cada uno más grande y formidable que otro, hasta finalmente construir Punta Tormenta; algunos dicen que la construcción tuvo ayuda de hechizos de los Niños del Bosque; otros creen que un chico que, cuando crecido, se convertiría en Bran el Constructor, aconsejó a Durran durante la construcción. Así surgió la Casa Durrandon. Muchos años se pasaron hasta llegar al último Rey de la Tormenta, Argilac el Arrogante, que abandonó sus impresionantes defensas para enfrentar a Orys Baratheon en batalla durante la Guerra de la Conquista de Aegon I, un error que le costó su vida, su castillo y sus títulos. Orys se convirtió en Señor y Protector de Punta Tormenta y sus tierras. De ahí surgió la Casa Baratheon. Orys tomó el símbolo (un ciervo negro coronado en un campo dorado) de la casa derrotada, además de su lema – Nuestra es la furia. Fuera de esto, desposó a Argella – hija de Argilac.

Curiosidad: Orys era el medio hermano bastardo de Aegon Targaryen I, el Conquistador.

Y ahora, por último, la Casa Targaryen. La casa era una de las Cuarenta Familias, los llamados señores de dragones, de la Ciudad Franca de Valíria, un gran imperio que dominó la mayor parte del continente oriental. Sin embargo, los Targaryen no eran una de las familias más poderosas, siendo que la supremacía del imperio era disputada entre otros dos clanes más importantes.

Antes de la Perdición de Valeria, Daenys, la Soñadora, predijo el cataclismo que se seguiría. Su padre, Aenar, oyó a su hija y se mudó con la familia al puesto más occidental del imperio valriano, la isla-fortaleza de Piedra del Dragón. Para los otros nobles valrianos, esto fue visto como debilidad. Doce años después que los Targaryen se habían instalado en Piedra del Dragón, ocurrió la Perdición, lo que llevó la destrucción de Valíria y el colapso del imperio. Los Targaryen fueron los únicos señores de dragones que sobrevivieron.

Aenar había llevado a los cinco dragones de la familia a la isla, pero cuatro murieron en circunstancias desconocidas, dejando sólo a Balerion. Sin embargo, dos huevos fueron golpeados, originando Vhagar y Meraxes.

Durante el Siglo de Sangre, período de caos y guerras que asoló las regiones que antes eran dominadas por la Ciudad Franca, había presiones para que los Targaryen se unieran a Volantis, la más antigua de las colonias valrinas, que intentaba reconstruir el imperio. Frustrando las expectativas de los volantinos, los Targaryen permanecieron en Piedra del Dragón, conservando sus fuerzas. Ya mucho después, cuando Volantis intentó conquistar a Tyrosh, el joven Aegon Targaryen voló de Piedra del Dragón en Balerion para aplastar a los volantinos.

En vez de volver a Essos, Aegon demostró mayor interés por Westeros, continente que estaba decidido a ser el gobernante. Cien años después de la Perdición, Aegon y sus dos hermanas-esposas, Rhaenys y Visenya, sus dragones y un pequeño ejército, desembarcaron en la Bahía del Agua Negra, punto de donde libraron la Guerra de la Conquista, unificando seis de los Siete Reinos y crearon de allí una la dinastía que duraría casi trescientos años. Después de las victorias en el campo de batalla, el Alto Septón ungió a Aegon como rey con sus siete aceites en Vilavelha, legitimándolo como el monarca absoluto. El área donde Aegon desembarcó se convirtió en el lugar de la nueva capital, Puerto Real. La piedra del dragón se convirtió en la sede del heredero del trono. La región en torno fue conocida como Tierras de la Corona.

De esta forma, podemos considerar a Aegon Targaryen como el fundador de la Casa, en las tierras de Westeros.

Curiosidad: Aquellos que se conocen como las características tradicionales de un Targaryen son, en realidad, rasgos típicos del antiguo pueblo de Valíria. El pelo del color de la más brillante plata o del más pálido oro y los ojos de color púrpura eran los principados a las características de los Valirianos. Esta belleza rara no se encontraba en ningún otro lugar del mundo y muchos apuntaban como eso siendo prueba de que su sangre no era igual a la de otros hombres. Las viejas leyendas Valirianas hablaban de cómo este pueblo descendía de dragones y la afinidad con las criaturas corría en su sangre. Una de las explicaciones más plausibles para el visual distinto de los Valirianos era el hecho de ser una población aislada, algo que produciría características singulares. Con base en su historia familiar, sus rasgos característicos eran algo que pasaría de generación en generación a través de la práctica de incesto.

La Casa Targaryen es una antigua gran casa de Westeros y fue la casa real gobernante de los Sete Reinos por tres siglos desde que conquistó y unificó el reino hasta que fue deportada durante la Rebelión de Robert y sustituida por la Casa Baratheon. Los pocos Targaryen sobrevivientes huyeron en exilio a las Ciudades Libres de Essos, al otro lado del Mar del Estrecho.

El emblema de la Casa Targaryen es un dragón rojo de tres cabezas sobre fondo negro. Su lema es “Fuego y Sangre”.

El dragón de tres cabezas simboliza a Aegon Targaryen, El Conquistador, y sus dos hermanas, Rhaenys y Visenya Targaryen. Bajo el lema “Fuego y Sangre”, el trío familiar conquistó y unificó a Westeros con una determinación como nunca había sido vista en el continente. Al elegir tener un solo dragón con tres cabezas, los Targaryen estaban simbolizando la fuerza de su unión.

Bien, concluimos el post de hoy. Fue una experiencia muy rica entrar en el mundo de “Crónicas de Hielo y Fuego”. Una obra increíble del brillante escritor George RR Martin. Todavía tenemos mucho la espera de Martin, que prometió que el sexto libro no pasa de 2020. No cuesta nada esperar (pero es una agonía).

¡Bien, tchau!! Espero que les haya gustado el post. Disfrutar y entrar en el blog y leer la cantidad de mensajes que quieren.

Te veo en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal-aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: drunkwookieblog.files.wordpress.com/2014/07/a_game_of_thrones_board_game_detail.jpg

gameofthrones.fandom.com/pt-br/wiki/Brandon_Stark_(Construtor)

legiaodosherois.uol.com.br/lista/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-a-familia-lannister-de-game-thrones.html#list-item-3

aminoapps.com/c/game-of-thrones-br/page/item/bran-o-construtor/7eLz_12mTNI53WQ3Vj6WNdJ4KwGzDk2xKVM

awoiaf.westeros.org/images/thumb/0/03/Brandon_stark_the_builder_by_feliche.jpg/427px-Brandon_stark_the_builder_by_feliche.jpg

pm1.narvii.com/6562/4096b06179adfb4274065b41901092a7d8a5b9ab_hq.jpg

wiki.geloefogo.com/images/d/d9/Stark_de_Winterfell.png

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cavernadobyte.com/wp/2017/07/10/os-15-brasoes-mais-bonitos-da-saga-as-cronicas-de-gelo-e-fogo/

wiki.geloefogo.com/index.php/Casa_Lannister

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gameofthrones.fandom.com/pt-br/wiki/Casa_Durrandon

aficionados.com.br/targaryen-game-of-thrones/

kanto.legiaodosherois.com.br/w760-h398-cfill/wp-content/uploads/2016/06/a5aeafaae8d22c9b33cb10f5182c5f30.jpg.jpeg

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wiki.geloefogo.com/index.php/Casa_Baratheon

gameofthrones.fandom.com/pt-br/wiki/Ponta_Tempestade

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wiki.geloefogo.com/index.php/Aegon_I_Targaryen

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Rocketman, da ficção ao dia-a-dia

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Rocketman, da ficção ao dia-a-dia.

Olá!! Esta semana, o post do PHANTASTICUS vai buscar inspiração no lançamento do filme “Rocketman” cinebiografia do grande Sir Elton John.  Alguns dirão: O que isto tem a ver com um blog de literatura? Bem, muito.  Como? Neste caso, a inspiração se dá pelo título do filme.

“Rocketman” (Astronauta).  Ao que nos remete? Ora! Ficção Cientifica, é claro!

Temos toda realidade que nos cerca sobre o tema desde a “Vostok I” – nave russa que levou, pela primeira vez, um ser humano ao espaço exterior.  Isto em abril de 1961.  Seu tripulante: o astronauta (a melhor definição é cosmonauta, mas para não fugir ao post …) Yuri Gagarin.

Mas na SciFi, temos muito a falar.  Começamos com um dos nossos mestres: Jules Gabriel Verne (conhecido nos países de língua portuguesa por Júlio Verne).  O francês nos agraciou com sua obra “De la Terre à la Lune, trajet direct en 97 heures 20 minutes” (Da Terra à Lua), publicado em … 1865.  Nele, Verne convida o leitor a uma viagem fantástica por aquilo que se entendia, em 1865, como um planeta vizinho e abundante em vida. Para realizar a viagem, um grupo de homens faz meticulosos cálculos de balística, levando em consideração o movimento relativo do planeta e seu satélite. Mais que isso, os personagens calculam a atração gravitacional dos dois corpos e descobrem que a melhor maneira de realizar a viagem é construir um tipo de projétil, posicioná-lo no rumo para a Lua e realizar uma detonação de enormes proporções, para que a força da explosão direcione o lançamento do projétil no caminho para o satélite.  Literalmente, uma loucura!  Para que este empreendimento se realizasse, foram construídos um canhão, uma bala oca, e um telescópio, todos de dimensões impensáveis, a quantidade de pólvora usada também era de volumes inimagináveis.

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Depois de disparada, a bala quando se aproximou da Lua, em vez de alunissar (pousar em solo lunar), entrou em órbita da própria lua. Os três passageiros apenas tinham mantimentos para 2 meses, ficando a saga em aberto.

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Vamos a outro mostro da LitFan: Herbert George Wells, conhecido como H. G. Wells.  O inglês nos agraciou com grandes obras de ficção científica (“A Máquina do Tempo”, “A Guerra dos Mundos” e tantos outros títulos), mas “The First Men in the Moon” (O Primeiro Homem na Lua) tem tudo a ver com o post de hoje.  O livro foi publicado em 1901 e nos trazia uma narrativa toda especial.  O narrador é um homem de negócios de Londres chamado Bedford, que se retira para o campo para escrever uma peça, com a qual espera aliviar seus problemas financeiros. Bedford aluga uma pequena casa rural em Lympne, em Kent, onde ele quer trabalhar em paz. Ele é incomodado todas as tardes, no entanto, precisamente ao mesmo tempo, por um transeunte fazendo barulhos estranhos. Depois de duas semanas, Bedford aborda o homem, que se mostra um físico recluso chamado Sr. Cavor. Bedford fica amigo de Cavor quando ele descobre que está desenvolvendo um novo material, “cavorita”, que pode anular a força da gravidade.

First-Men-in-the-Moon 2

Quando uma folha de “cavorita” é prematuramente processada, ela faz com que o ar fique acima do peso e atinja o espaço. Bedford vê na produção comercial de “cavorita” uma possível fonte de “riqueza suficiente para trabalhar qualquer tipo de revolução social que imaginamos; poderíamos possuir e ordenar o mundo inteiro”. Cavor acredita na ideia de uma espaçonave esférica feita de “aço, revestida de vidro” e com “janelas ou persianas” deslizantes feitas de cipreste para que possa ser dirigida, e convence um relutante Bedford a empreender uma viagem à Lua; Cavor tem certeza de que não há vida lá. No caminho para a Lua, eles experimentam a ausência de peso, que Bedford considera “extremamente tranquila”.  Na superfície da Lua, os dois homens descobrem uma paisagem desolada, mas à medida que o Sol nasce, a atmosfera fina e congelada vaporiza e plantas estranhas começam a crescer com extraordinária rapidez. Bedford e Cavor deixam a cápsula, mas se perdem na selva, que estava em rápido crescimento. Eles ouvem pela primeira vez uma explosão misteriosa vinda de baixo de seus pés. E eis que encontram “grandes bestas”, “monstros de mera gordura”, que eles chamam de “Mooncalves”, e “Selenites” de um metro de altura. A princípio, eles se escondem e se arrastam, mas os ficam tontos sob o efeito de fungos que agora proliferavam. Eles vagueiam meio que bêbados, até encontrarem um grupo de seis extraterrestres, que os capturam.  Os insetos lunares nativos (referidos como “Selenites”, depois de Selene, a deusa da lua) fazem parte de uma sociedade complexa e tecnologicamente sofisticada que vive no subsolo, mas isso só é revelado em comunicações de rádio recebidas de Cavor após o retorno de Bedford à Terra.  E… Bem, chega de spoilers (para quem ainda não leu).

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E, por último, vamos falar de um dos mais notáveis autores do gênero. Meus queridos, com vocês…. Arthur C. Clarke.  Este inglês (que depois se radicou no Sri Lanka – antigo Ceilão) se dedicou a escrever histórias fascinantes sobre viagens humanas ao espaço. Entre seus grandes trabalhos, está a série iniciada com “2001: A Space Odyssey” (2001: Uma Odisseia no Espaço), que se tornou um clássico também na sua adaptação para o cinema – o livro foi desenvolvido conjuntamente com sua versão cinematográfica, dirigida por Stanley Kubrick e publicado após o filme, em 1968.  Tudo começa …

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Com uma raça alienígena antiga e invisível, que usa um dispositivo com a aparência de um grande monólito cristalino para investigar mundos através da galáxia e, se possível, encorajar o desenvolvimento da vida inteligente. O livro mostra um desses monólitos aparecendo na África antiga, 3 milhões de anos aC. (no filme, 4 milhões de anos), onde inspira um grupo faminto de hominídeos para desenvolver ferramentas.

ODISSEIA NO ESPAÇO GIF ORIGINAL

Os homens-macaco usam suas ferramentas para matar animais e comer carne, acabando com a fome. Eles então usam as ferramentas para matar um leopardo, que os ameaçava; no dia seguinte, o personagem principal dos macacos, Moon-Watcher, usa um porrete (feito de um osso) para matar o líder de uma tribo rival. O livro sugere que o monólito foi fundamental para despertar a inteligência nos hominídeos.

O livro salta e em 1999, Dr. Heywood Floyd viaja para a Base Clavius ​​da Lua, onde um cientista explica que eles encontraram um distúrbio magnético, chamado Tycho Magnetic Anomaly One (ou TMA-1), na cratera Tycho. A escavação revelou uma grande placa preta, precisamente moldada a uma proporção de 1: 4: 9 (ou 12:22:32) e, portanto, acreditava no trabalho da inteligência. Visitar o TMA-1, Floyd e outros chegam exatamente quando a luz do sol cai sobre ele pela primeira vez desde que foi descoberto; emite uma transmissão de rádio penetrante que os cientistas determinam é dirigida a uma das luas de Saturno, Japetus (Iapetus).

Uma missão, a “Discovery One”, é enviada para Saturno. No caminho, o Dr. David Bowman e o Dr. Frank Poole são os únicos humanos conscientes a bordo; seus três colegas estão em animação suspensa, para serem despertados perto de Saturno. O HAL 9000, um computador artificialmente inteligente, endereçado como “Hal”, mantém a nave. Enquanto Poole está recebendo uma mensagem de aniversário de sua família na Terra, Hal diz a Bowman que a unidade de comunicação AE-35 da nave vai funcionar mal. Poole pega um dos pods extra-veiculares e troca a unidade AE-35; mas quando Bowman conduz testes na unidade AE-35 removida, ele determina que nunca houve nada de errado com isso. Poole e Bowman ficam desconfiados com a recusa de Hal em admitir que seu diagnóstico estava equivocado; Hal então afirma que a unidade AE-35 de substituição irá falhar. Ao se comunicar com a Terra, Poole e Bowman são direcionados a desconectar Hal para análise. Essas instruções são interrompidas quando perdem o sinal, e Hal informa que a unidade AE-35 está com defeito. E … Mais uma vez, paramos para te dar chance de ler o livro.  Vale a pena! O livro tem continuações intituladas “2010: Odyssey Two” (2010: Uma Odisseia no Espaço II); “2061: Odyssey Three” (2061: Uma Odisseia no Espaço III) e 3001: The Final Odyssey (3001: A Odisseia Final).

3 autores

Lua-sendo-atingida

O homem sonha e anseia com sua ida ao espaço e hoje isto não é mais ficção.  Pisamos na Lua em julho de 1969 e fazemos várias incursões ao espaço.  Verne, Wells e Clarke são grandes mentes que tiveram visões e transformaram-nas em páginas maravilhosas.  Quando as lemos, deixamos nos levar pelo sonho de Ícaro, que era alcançar o espaço e as estrelas, e voamos em nossa imaginação.

Ellon

E … A vida imita a arte. Elon Musk (Ele é o fundador, CEO e CTO da SpaceX; CEO da Tesla Motors; vice-presidente da OpenAI; fundador e CEO da Neuralink; e co-fundador e presidente da SolarCity. Até outubro de 2018 a fortuna de Musk é estimada em 22,1 bilhões de dólares, o que o posiciona como a 36ª pessoa mais rica do mundo segundo a Forbes) divulgou em janeiro uma foto do protótipo da nova espaçonave da sua companhia, a SpaceX – um protótipo descaradamente inspirado nos foguetes de desenhos animados e de filmes de ficção científica dos anos 1950.  A nave possui 9 metros de largura e está sendo construída em uma base no Texas, nos EUA.  Vale lembrar que, em setembro do ano passado, Musk anunciou o primeiro passageiro que irá para a Lua com a SpaceX. O empresário japonês Yasaku Maezawa comprou o pacote de viagem mais exótico que existe e irá para o nosso satélite natural em 2023.  Incrível!!

20190602-sir-elton-john-o-cinebiografado-do-momento-se-encontra-com-taron-egerton-o-ator-da-hora

E, para terminar, uma palhinha sobre “Rocketman” inspiração do post e cinebiografia de um dos meus cantores favoritos.  Sir Elton John.  Elton (que nasceu como Reginald Kenneth Dwight) já vendeu mais de 300 milhões de discos e emplacou dezenas de grandes sucessos.  Seu primeiro álbum, lançado em 1969, foi “Empty Sky” e nele encontramos um dos seus grandes hits “Skyline Pigeon”.  O sucesso “Rocketman” estava no álbum “Honky Château”, que foi lançado em 1972.  Mas minha música preferida é “Goodbye Yellow Brick Road” que deu o nome ao álbum lançado em 1973.  Então, o recado do blog é: Vejam o filme (que é ótimo), escutem as músicas com o coração e leiam os livros – com ardorosa paixão.

Tchau!! Espero que tenham gostado. Aproveitem e entrem no blog e leiam quantos posts quiserem.

Te vejo no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Rocketman, de la ficción al día a día.

¡¡Hola!! Esta semana, el post de PHANTASTICUS va a buscar inspiración en el lanzamiento de la película “Rocketman” cine biografía del gran Sir Elton John. Algunos dirán: ¿Qué tiene que ver con un blog de literatura? Bueno, mucho. ¿Cómo? En este caso, la inspiración se da por el título de la película.

“Rocketman” (Astronauta). ¿A qué nos remite? ¡Ahora! La película se estrenará el próximo mes.

Tenemos toda la realidad que nos rodea sobre el tema desde la “Vostok I” – nave rusa que llevó por primera vez a un ser humano al espacio exterior. Esto en abril de 1961. Su tripulante: el astronauta (la mejor definición es cosmonauta, pero para no huir al post …) Yuri Gagarin.

Pero en SciFi, tenemos mucho que hablar. Empezamos con uno de nuestros maestros: Jules Gabriel Verne (conocido en los países de habla portuguesa de Julio Verne). El francés nos agració con su obra “De la Terre à la Lune, trayecto directo en 97 heures 20 minutes” (De la Tierra a la Luna), publicado en … 1865. En él, Verne invita al lector a un viaje fantástico por aquello que se entendía, en 1865, como un planeta vecino y abundante en vida. Para realizar el viaje, un grupo de hombres hace meticulosos cálculos de balística, teniendo en cuenta el movimiento relativo del planeta y su satélite. Más que eso, los personajes calculan la atracción gravitacional de los dos cuerpos y descubren que la mejor manera de realizar el viaje es construir un tipo de proyectil, posicionarlo en el rumbo hacia la Luna y realizar una detonación de enormes proporciones, para que la fuerza de la explosión dirija el lanzamiento del proyectil en el camino hacia el satélite. ¡Literalmente, una locura! Para que este emprendimiento se realizara, se construyeron un cañón, una bala hueca, y un telescopio, todos de dimensiones impensables, la cantidad de pólvora usada también era de volúmenes inimaginables.

Después de disparada, la bala cuando se acercó a la Luna, en vez de alunizarse (aterrizaje en suelo lunar), entró en órbita de la propia luna. Los tres pasajeros sólo tenían víveres para 2 meses, quedando la saga en abierto.

Vamos a otro ejemplo de LitFan: Herbert George Wells, conocido como H. G. Wells. El inglés nos agració con grandes obras de ciencia ficción (“La máquina del tiempo”, “La guerra de los mundos” y tantos otros títulos), pero “The First Men in the Moon” (El primer hombre en la luna) tiene todo a ver con el post de hoy. El libro fue publicado en 1901 y nos traía una narrativa especial. El narrador es un hombre de negocios de Londres llamado Bedford, que se retira al campo para escribir una pieza, con la que espera aliviar sus problemas financieros. Bedford alquila una pequeña casa rural en Lympne, en Kent, donde quiere trabajar en paz. Él es incomodado todas las tardes, sin embargo, precisamente al mismo tiempo, por un transeúnte haciendo ruidos extraños. Después de dos semanas, Bedford aborda al hombre, que se muestra un físico recluido llamado Sr. Cavor. Bedford se hace amigo de Cavor cuando descubre que está desarrollando un nuevo material, “cavorita”, que puede anular la fuerza de la gravedad.

Cuando una hoja de “cavorita” es prematuramente procesada, hace que el aire quede por encima del peso y alcance el espacio. Bedford ve en la producción comercial de “cavorita” una posible fuente de “riqueza suficiente para trabajar cualquier tipo de revolución social que imaginamos, podríamos poseer y ordenar el mundo entero”. Cavor cree en la idea de una nave espacial esférica hecha de “acero, revestida de vidrio” y con “ventanas o persianas” deslizantes hechas de ciprés para que pueda ser dirigida, y convence a un renuente Bedford a emprender un viaje a la Luna; El miedo está seguro de que no hay vida allí. En el camino hacia la Luna, experimentan la ausencia de peso, que Bedford considera “extremadamente tranquila”. En la superficie de la Luna, los dos hombres descubren un paisaje desolado, pero a medida que el Sol nace, la atmósfera fina y congelada vaporiza y las plantas extrañas comienzan a crecer con extraordinaria rapidez. Bedford y Cavor dejan la cápsula, pero se pierden en la selva, que estaba en rápido crecimiento. Ellos oyen por primera vez una explosión misteriosa desde abajo de sus pies. Y he aquí que encuentran “grandes bestias”, “monstruos de mera grasa”, que ellos llaman “Mooncalves”, y “Selenites” de un metro de altura. Al principio, ellos se esconden y se arrastran, pero los quedan tontos bajo el efecto de hongos que ahora proliferaban. Ellos vagaban medio que borracho, hasta encontrar un grupo de seis extraterrestres, que los capturan. Los insectos lunares nativos (denominados “Selenites”, después de Selene, la diosa de la luna) forman parte de una sociedad compleja y tecnológicamente sofisticada que vive en el subsuelo, pero eso sólo es revelado en comunicaciones de radio recibidas de Cavor después del retorno de Bedford a la Tierra. Y … Bueno, llega de spoilers (para quien aún no ha leído).

Y, por último, vamos a hablar de uno de los más notable autores del género. Mis queridos, con ustedes …. Arthur C. Clarke. Este inglés (que luego se radicó en Sri Lanka – antiguo Ceilán) se dedicó a escribir historias fascina sobre viajes humanos al espacio. Entre sus grandes trabajos, está la serie iniciada con “2001: A Space Odyssey” (2001: Una Odisea en el espacio), que se convirtió en un clásico también en su adaptación al cine – el libro fue desarrollado juntamente con su versión cinematográfica, dirigida por Stanley Kubrick y publicado después de la película, en 1968. Todo comienza …

Con una raza alienígena antigua e invisible, que utiliza un dispositivo con la apariencia de un gran monolito cristalino para investigar mundos a través de la galaxia y, si es posible, alentar el desarrollo de la vida inteligente. El libro muestra uno de esos monolitos apareciendo en el África antigua, 3 millones de años aC. (en la película, 4 millones de años), donde inspira un grupo hambriento de homínidos para desarrollar herramientas.

Los hombres-mono usan sus herramientas para matar animales y comer carne, acabando con el hambre. Ellos entonces usan las herramientas para matar un leopardo, que los amenazaba; al día siguiente, el personaje principal de los monos, Moon-Watcher, usa un palo (hecho de un hueso) para matar al líder de una tribu rival. El libro sugiere que el monolito fue fundamental para despertar la inteligencia en los homínidos.

El libro salta y en 1999, el Dr. Heywood Floyd viaja a la Base Clavius ​​de la Luna, donde un científico explica que encontraron un disturbio magnético, llamado Tycho Magnetic Anomaly One (o TMA-1), en el cráter Tycho. La excavación reveló una gran placa negra, precisamente moldeada a una proporción de 1: 4: 9 (o 12:22:32) y, por lo tanto, creía en el trabajo de la inteligencia. Visitar el TMA-1, Floyd y otros llegan exactamente cuando la luz del sol cae sobre él por primera vez desde que fue descubierto; emite una transmisión de radio penetrante que los científicos determinan está dirigida a una de las lunas de Saturno, Japetus (Iapetus).

Una misión, el “Discovery One”, es enviada a Saturno. En el camino, el Dr. David Bowman y el Dr. Frank Poole son los únicos humanos conscientes a bordo; sus tres colegas están en animación suspendida, para ser despertados cerca de Saturno. El HAL 9000, un ordenador artificialmente inteligente, dirigido como “Hal”, mantiene la nave. Mientras Poole está recibiendo un mensaje de cumpleaños de su familia en la Tierra, Hal le dice a Bowman que la unidad de comunicación AE-35 de la nave va a funcionar mal. Poole toma uno de los pods extra-vehiculares y cambia la unidad AE-35; pero cuando Bowman conduce pruebas en la unidad AE-35 removida, él determina que nunca ha habido nada malo con eso. Poole y Bowman se desconfían con la negativa de Hal a admitir que su diagnóstico estaba equivocado; Hal entonces afirma que la unidad AE-35 de reemplazo fallará. Al comunicarse con la Tierra, Poole y Bowman se dirigen a desconectar Hal para el análisis. Estas instrucciones se interrumpen cuando pierden la señal, y Hal indica que la unidad AE-35 está defectuosa. Y … Una vez más, paramos para darle oportunidad de leer el libro. ¡Vale la pena! El libro tiene continuaciones tituladas “2010: Odyssey Two” (2010: Una Odisea en el espacio II); “2061: Odisea Tres” (2061: Una Odisea en el espacio III) y 3001: The Final Odisea (3001: La Odisea Final).

El hombre sueña y anhela con su ida al espacio y hoy esto no es más ficción. Pisamos en la Luna en julio de 1969 y hacemos varias incursiones al espacio. Verne, Wells y Clarke son grandes mentes que tuvieron visiones y las convirtieron en páginas maravillosas. Cuando las leemos, dejamos llevar por el sueño de Ícaro, que era alcanzar el espacio y las estrellas, y volar en nuestra imaginación.

Y … La vida imita el arte. Elon Musk (el fundador, CEO y CTO de SpaceX, CEO de Tesla Motors, vicepresidente de OpenAI, fundador y CEO de Neuralink, y co-fundador y presidente de SolarCity, hasta octubre de 2018 se estima la fortuna de Musk en 22.100 millones de dólares, lo que lo posiciona como la 36ª persona más rica del mundo según Forbes) divulgó en enero una foto del prototipo de la nueva nave espacial de su compañía, SpaceX – un prototipo descaradamente inspirado en los cohetes de dibujos animados y de películas de ciencia ficción de los años 1950. La nave tiene 9 metros de ancho y está siendo construida sobre una base en Texas, en Estados Unidos. Vale recordar que, en septiembre del año pasado, Musk anunció el primer pasajero que irá a la Luna con SpaceX. El empresario japonés Yasaku Maezawa compró el paquete de viaje más exótico que existe y va a nuestro satélite natural en 2023. ¡¡Increíble!!

Y, para terminar, una pajita sobre “Rocketman” inspiración del post y cinebiografía de uno de mis cantantes favoritos. Sir Elton John. Elton (que nació como Reginald Kenneth Dwight) ya vendió más de 300 millones de discos y emplazó decenas de grandes éxitos. Su primer álbum, lanzado en 1969, fue “Empty Sky” y en él encontramos uno de sus grandes éxitos “Skyline Pigeon”. El éxito “Rocketman” estaba en el álbum “Honky Château”, que fue lanzado en 1972. Pero mi música preferida es “Goodbye Yellow Brick Road” que dio el nombre al álbum lanzado en 1973. Entonces, el recado del blog es: Vean la película (que es genial), escuchen las canciones con el corazón y lean los libros – con ardorosa pasión.

Bye!! Espero que les haya gustado. Disfrutar y entrar en el blog y leer la cantidad de mensajes que quieren.

Te veo en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal-aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: pxhere.com/pt/photo/1586271

pt.wikipedia.org/wiki/Vostok_1

techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/08/grandes-previsoes-tecnologicas-da-literatura-de-ficcao-cientifica.html

pt.wikipedia.org/wiki/De_la_Terre_à_la_Lune

pt.wikipedia.org/wiki/H._G._Wells

en.wikipedia.org/wiki/The_First_Men_in_the_Moon

en.wikipedia.org/wiki/2001:_A_Space_Odyssey_(novel)

msn.com/pt-br/viagem/noticias/novo-foguete-da-spacex-parece-ter-saído-de-um-filme-de-ficção-cientifíca/ar-BBS7QXq

wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/7/77/2001_A_Space_Odyssey-Arthur_C._Clarke.jpg/220px-2001_A_Space_Odyssey-Arthur_C._Clarke.jpg

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Todos os Mundos da Torre Negra

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Todos os Mundos da Torre Negra.

Passavam das 16 horas do dia 19 de junho de 1999, quando o homem foi atropelado.  O carro, dirigido por Bryan Edwin Smith, atirou a vítima a cerca de quatro metros.  Os paramédicos atenderam e o quadro da vítima era muito sério: pulmão perfurado, várias fraturas sérias a ponto de haver a intenção de amputação da perna direita.  Mas, não foi preciso.  Após cinco cirurgias e muita terapia, o homem se recupera.  Seu primeiro desejo, solicitar a seus advogados que comprassem o carro que o atropelou.  E foi feito.  Por um pouco mais de dois mil dólares, a compra foi feita.  E logo que pode, a vítima – que em seu íntimo imaginava-se a destruí-la com as próprias mãos – encaminhou o carro para a um ferro velho, onde lá, o veículo foi esmagado.  Que loucura!!

Bem, o homem que protagonizou esta breve história real, foi o ninguém mais, ninguém menos que o escritor norte-americano, de terror, ficção sobrenatural, suspense, ficção científica e fantasia, Stephen King.  Sim!! O próprio!

stephen_king 1stephen_king 2

E este acidente quase (eu disse quase) levou o escritor a abandonar a carreira porque se sentia frustrado em relação às suas sequelas e não aguentava estar sentado de forma desconfortável. Depois melhorou e, assim, reconsiderou a decisão.

E o mundo perderia este gênio da LitFan.  Mas não perdeu!!!

Logo PHANTASTICUS 1

O PHANTASTICUS já escreveu diversos post que falavam ou envolviam S. King.  O mais detalhado foi “O gênio do horror e do medo Stephen King” postado em 25/07/2015.  Quer rever, olha o link:  jotacortizo.wordpress.com/2015/07/25/o-genio-do-horror-e-do-medo-stephen-king-el-genio-del-horror-y-el-miedo-stephen-king/.

O autor, que este ano completa 72 anos, já publicou 51 romance de ficção e mais 9 romances que compõem ou complementam a famosa série “Dark Tower” (Torre Negra).  Além disto, ainda publicou 8 livros com o pseudônimo Richard Bachman.

Books

Mas, vamos nos ater a Torre Negra.  Considerada pelo próprio King como sua obra mais ambiciosa, este livro, e seus subsequentes, foram inspirados no poema “Childe Roland to the Dark Tower Came”( poema épico escrito por Robert Browning em 1855, onde o título corresponde às últimas palavras do poema, e é uma passagem da peça Rei Lear de William Shakespeare), além de conterem inúmeras referências, como por exemplo, às lendas arthunianas e diversos elementos da cultura pop.

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Childe Roland to the Dark Tower Came – pintado por Thomas Moran em 1859

Em março de 1970, King começou a escrever “Dark Tower” quando tinha apenas 19 anos, e muita da sua inspiração veio dos livros de J. R. R. Tolkien e de filmes de caubóis do Velho Oeste.

Os cinco capítulos do livro foram primeiramente publicados na revista “The Magazine of Fantasy & Science Fiction”:

“The Gunslinger” (Outubro de 1978)

“The Way Station” (Abril de 1980)

“The Oracle and the Mountains” (Fevereiro de 1981)

“The Slow Mutants” (Julho de 1981)

“The Gunslinger and the Dark Man” (Novembro de 1981)

A primeira publicação do texto integral ocorreu em 1982, como uma edição limitada, tendo sua publicação em massa ocorrido apenas em 1988. Desde então o livro foi lançado em vários formatos diferentes, incluindo caixas contendo os demais volumes da série. Em 2003, King revisou a versão original de “The Gunslinger” (O Pistoleiro), acrescentando ou retirando algumas passagens, com o objetivo de manter o primeiro volume coerente com o restante da série.

A história principal ocorre em um mundo que é, de alguma forma, semelhante ao Velho Oeste, mas existe em um tempo alternativo ou universo paralelo ao nosso. Roland Deschain de Gilead existe neste lugar, onde “o mundo mudou”. No entanto, este mundo tem algumas coisas em comum com o nosso, incluindo memórias da música “Hey Jude” e rima infantil que começa “feijão, feijão, a fruta musical” (em inglês “feijão, feijão, a fruta musical”). Também aparecem vestígios negligenciados ou distorcidos de versões de tecnologia do mundo real, como a referência a uma bomba de gás que é adorada como um deus chamado “Amoco” e uma estação de passagem abandonada com uma bomba de água que recebe energia de uma “pilha atômica”.

Guns

Enquanto Roland viaja pelo deserto com sua mula em busca do homem de preto, ele conhece Brown, um fazendeiro, e Zoltan, seu corvo, que voluntariamente oferece proteção à noite. Enquanto lá, aprendemos sobre o tempo que ele passou em Tull através de um flashback. Tull era uma cidade pequena à qual Roland chegou pouco antes de começar este romance. O homem de preto já havia passado pela cidade; Ele trouxe um homem morto de volta à vida e deixou uma armadilha para Roland: as próprias pessoas. Depois de Roland passar algum tempo lá, o líder da igreja local revela que o homem de preto a engravidou e virou-a contra ele. Ela também coloca toda a cidade contra Roland; homens, mulheres e crianças. Para escapar vivo, Roland é forçado a matar todos os residentes da aldeia, incluindo Allie, sua amante. Contar esta história funciona para Roland como uma catarse. Quando ele se levanta no dia seguinte, sua mula está morta, obrigando-o a continuar a pé. Antes de sair, Brown pede permissão para comer a mula.

Na estação de passagem, Roland é o primeiro com Jake Chambers, que morreu em seu próprio universo quando foi empurrado na frente de um carro enquanto caminhava para a escola. Roland está quase morto quando chega à estação, e Jake traz água e carne seca enquanto ele se recupera. Jake não sabe há quanto tempo ele está na estação de travessia, ou como ele chegou lá exatamente. Ele se escondeu quando o homem de preto passou pelo lugar. Roland o hipnotiza para obter detalhes de sua morte, mas faz com que ele os esqueça antes de acordar (já que a morte de Jake foi extremamente violenta e dolorosa). Antes de deixar a estação de trânsito, eles encontram um demônio no porão, enquanto procuravam por comida. Depois de sua palestra, Roland arrebata a queixada do esqueleto no buraco, através do qual o demônio falou.

Em um flashback, aprendemos sobre uma reunião casual de Roland em uma cozinha que leva ao enforcamento de Hax, a cozinheira. Os aprendizes de pistoleiros são autorizados a testemunhar o enforcamento, com a permissão de seus pais. Roland revela como ele foi enganado antes de gritar com Cort, seu professor, pela traição de Marten. Ele conseguiu derrotar Cort em batalha, graças a sua engenhosa seleção de armas: David, seu falcão.

Depois de deixar a estação, Jake e Roland finalmente deixam o deserto e se mudam para terras mais acolhedoras. Roland resgata Jake de um encontro com um oráculo, e então copula com o próprio oráculo para aprender mais sobre seu destino e seu caminho para a Torre Negra. Roland entrega a mandíbula da estação que passa, de modo que o tempo passa enquanto ele sai. Depois que Roland retorna, Jake puxa sua mandíbula. Enquanto o casal continua seu caminho, aproximando-se de uma montanha, Jake começa a temer pelo que ele será de si mesmo.

Jake e Roland caminham até os túneis tortuosos sob a montanha, impulsionados por um velho carro de mineração. Durante a viagem, eles são atacados pelos “mutantes lentos”, monstruosas criaturas subterrâneas. Roland consegue derrotá-los e seguir seu caminho. Finalmente, eles encontram o Homem de Preto e, quando Jake se pendura perigosamente nos trilhos, Roland se depara com uma escolha decisiva: salvar Jake ou perseguir o Homem de Preto. É decidido pelo segundo. Jake diz para Roland, quando ele desliga: “Vá, então, há outros mundos além destes”. Então ele solta a borda e cai sem gritar.

Depois de sacrificar Jake na montanha, Roland consegue falar com o homem de preto. Este lê o destino de Roland de um pacote de cartas, incluindo “o marinheiro” (Jake), “o prisioneiro” (Eddie Dean), “a Senhora das Sombras” (Odetta Holmes), “morte” (embora não para Roland) e a própria Torre, como o centro de tudo. O homem de preto alega que ele é apenas um peão do verdadeiro inimigo de Roland, que agora controla a própria Torre Negra.

O homem de preto cria uma representação do universo, tentando assustar Roland, mostrando-lhe o que é realmente insignificante no grande esquema das coisas, e pede que ele desista de sua busca. Roland se recusa e o homem de preto o faz cair no sono. Quando ele acorda, dez anos Eles passaram e há um esqueleto ao lado deles, que eles assumem ser este homem. Roland, em seguida, senta-se na beira do Mar Ocidental, pensando nas três pessoas que ele foi contratado para trazer para todo o mundo: o prisioneiro, a senhora das sombras e “aquele que empurra”.

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Nas telonas, em agosto de 2017, tivemos o lançamento da adaptação.  Stephen King e Nikolaj Arcel confirmaram que o filme é uma continuação dos eventos da série de livros, seguindo Roland Deschain em sua “última rodada” equipado com o Horn of Eld. O filme foi indicado para ser uma combinação dos eventos de “The Gunslinger” (O Pistoleiro) volume I da série (1982), e do terceiro romance “The Waste Lands” (As Terras Devastadas) (1991), ao mesmo tempo, incorporando pontos de história significativos do “The Wind Through the Keyhole” (O Vento pela Fechadura) – publicado em 2012, mas que se posiciona entre os volumes IV e V.

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A série é composta dos seguintes livros:

1982 – A Torre Negra Vol. I – O Pistoleiro (publicado originalmente como cinco histórias separadas entre 1978 e 1981; edição revista e expandida publicada em 2003.) (The Gunslinger);

1987 – A Torre Negra Vol. II – A Escolha dos Três (The Drawing of the Three);

1991 – A Torre Negra Vol. III – As Terras Devastadas (The Waste Lands);

1997 – A Torre Negra Vol. IV – Mago e Vidro (Wizard and Glass);

2003 – A Torre Negra Vol. V – Lobos de Calla (2003; originalmente anunciado com o título A Sombra Rastejante.) (Wolves of the Calla);

2004 – A Torre Negra Vol. VI – Canção de Susannah (Song of Susannah);

2004 – A Torre Negra Vol. VII – A Torre Negra (The Dark Tower);

2012 – A Torre Negra – O Vento pela Fechadura (The Wind Through the Keyhole) (Esse livro, segundo o King, se encaixaria entre o 4 e o 5);

2016 – Charlie, The Choo-Choo – Livro ilustrado, aparece no livro As Terras Devastada;

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Desprezado por críticos literários e acadêmicos por ser considerado um autor “comercial”, seu trabalho gerou mais atenção desde os anos 90, embora alguns desses círculos continuem a rejeitar seus livros. Ele é regularmente criticado por seu estilo familiar em suas obras. histórias e a extensão excessiva de alguns de seus romances. Pelo contrário, seu senso de narração, seus personagens animados e coloridos e sua capacidade de brincar com os medos dos leitores têm sido alvo de elogios. Embora na maioria de suas histórias ele use o recurso do terror, ele também aborda regularmente tópicos como infância, racismo e guerra, fornecendo um retrato social muito realista dos Estados Unidos.

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Para nos despedir, segue uma frase de S. King, bem ao seu estilo:

“As pessoas me perguntam por que eu escrevo coisas tão brutas.  Gosto de dizer que tenho um coração de menino – está guardado num vidro em cima da minha escrivaninha.”

Meus queridos, que tal?  Espero que tenham gostado. Aproveitem e entrem no blog e leiam quantos posts quiserem.

Te vejo no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Todos los Mundos de la Torre Negra.

Pasaban de las 16 horas del 19 de junio de 1999, cuando el hombre fue atropellado. El coche, dirigido por Bryan Edwin Smith, disparó a la víctima a unos cuatro metros. Los paramédicos atendieron y el cuadro de la víctima era muy serio: pulmón perforado, varias fracturas serias al punto de haber la intención de amputación de la pierna derecha. Pero no fue necesario. Después de cinco cirugías y mucha terapia, el hombre se recupera. Su primer deseo, pedir a sus abogados que comprar el carro que lo atropelló. Y fue hecho. Por un poco más de dos mil dólares, la compra fue hecha. Y luego que puede, la víctima -que en su interior se imaginaba a destruirla con sus propias manos- encaminó el carro a un tren viejo, donde allí, el vehículo fue aplastado. ¡¡Que locura!!

Bueno, el hombre que protagonizó esta breve historia real, fue nadie más, nadie menos que el escritor norteamericano, de terror, ficción sobrenatural, suspenso, ciencia ficción y fantasía, Stephen King. Sí !! ¡El propio!

Y este accidente casi (dije casi) llevó al escritor a abandonar la carrera porque se sentía frustrado en relación a sus secuelas y no aguantaba estar sentado de forma incómoda. Después mejoró y, así, reconsideró la decisión.

Y el mundo perdería este genio de LitFan. ¡Pero no perdió!

El PHANTASTICUS ya escribió varios post que hablaban o envolvían a S. King. El más detallado fue “El genio del horror y del miedo Stephen King” publicado el 25/07/2015. ¿Quieres revisar, mira el enlace:  jotacortizo.wordpress.com/2015/07/25/-genio-do-horror-e-do-medo-stephen-king-el-genio-del-horror-y-el-miedo -Stephen-Lg /.

El autor, que este año cumple 72 años, ya ha publicado 51 novelas de ficción y más 9 novelas que componen o complementan la famosa serie “Dark Tower” (Torre Negra). Además, todavía publicó 8 libros con el seudónimo Richard Bachman.

Pero nos vamos a la Torre Negra. En el poema épico escrito por Robert Browning en 1855, en el que el título corresponde a las últimas palabras del poema, considerado el mismo King como su obra más ambiciosa, este libro, y sus subsiguientes, fueron inspirados en el poema “Childe Roland to the Dark Tower Came” y es un pasaje de la pieza Rey Lear de William Shakespeare), además de contener innumerables referencias, como por ejemplo, a las leyendas arthunianas y diversos elementos de la cultura pop.

 

Childe Roland to the Dark Tower Came – pintado por Thomas Moran en 1859

En marzo de 1970, King comenzó a escribir “Dark Tower” cuando tenía sólo 19 años, y mucha de su inspiración vino de los libros de J. R. R. Tolkien y de las películas de los vaqueros del Viejo Oeste. Los cinco capítulos del libro fueron publicados primero en la revista “The Magazine of Fantasy & Science Fiction”:

“The Gunslinger” (octubre de 1978)

“The Way Station” (abril de 1980)

“The Oracle and the Mountains” (febrero de 1981)

“The Slow Mutants” (julio de 1981)

“The Gunslinger and the Dark Man” (noviembre de 1981)

La primera publicación del texto completo ocurrió en 1982, como una edición limitada, teniendo su publicación masiva ocurrida sólo en 1988. Desde entonces el libro fue lanzado en varios formatos diferentes, incluyendo cajas conteniendo los demás volúmenes de la serie. En 2003, King revisó la versión original de “The Gunslinger”, añadiendo o retirando algunos pasajes, con el objetivo de mantener el primer volumen coherente con el resto de la serie.

La historia principal ocurre en un mundo que es, de alguna forma, semejante al Viejo Oeste, pero existe en un tiempo alternativo o un universo paralelo al nuestro. Roland Deschain de Gilead existe en este lugar, donde “el mundo ha cambiado”. Sin embargo, este mundo tiene algunas cosas en común con el nuestro, incluyendo memorias de la música “Hey Jude” y rima infantil que comienza “frijoles, frijoles, la fruta musical” (en inglés “frijoles, frijoles, la fruta musical”). También aparecen vestigios descuidados o distorsionados de versiones de tecnología del mundo real, como la referencia a una bomba de gas que es adorada como un dios llamado “Amoco” y una estación de paso abandonada con una bomba de agua que recibe energía de una “pila atómica”.

Mientras Roland viaja por el desierto con su mula en busca del hombre de negro, él conoce a Brown, un granjero, y Zoltan, su cuervo, que voluntariamente ofrece protección por la noche. Mientras tanto, aprendemos sobre el tiempo que pasó en Tull a través de un flashback. Tull era una ciudad pequeña a la que Roland llegó poco antes de comenzar este romance. El hombre de negro ya había pasado por la ciudad; Él trajo a un hombre muerto de vuelta a la vida y dejó una trampa para Roland: las propias personas. Después de que Roland pasara algún tiempo allí, el líder de la iglesia local revela que el hombre de negro la embarazó y la volvió contra él. También coloca a toda la ciudad contra Roland; hombres, mujeres y niños. Para escapar vivo, Roland es obligado a matar a todos los residentes de la aldea, incluyendo a Allie, su amante. Contar esta historia funciona para Roland como una catarsis. Cuando él se levanta al día siguiente, su mula está muerta, obligándolo a contin a pie. Antes de salir, Brown le pide permiso para comer la mula.

En la estación de paso, Roland es el primero con Jake Chambers, que murió en su propio universo cuando fue empujado frente a un coche mientras caminaba a la escuela. Roland está casi muerto cuando llega a la estación, y Jake trae agua y carne seca mientras se recupera. Jake no sabe cuánto tiempo está en la estación de travesía, o cómo llegó allí exactamente. Él se escondió cuando el hombre de negro pasó por el lugar. Roland lo hipnotiza para obtener detalles de su muerte, pero les hace olvidar antes de despertar (ya que la muerte de Jake fue extremadamente violenta y dolorosa). Antes de dejar la estación de tránsito, encuentran a un demonio en el sótano mientras buscaban comida. Después de su conferencia, Roland arrebata la queja del esqueleto en el agujero, a través del cual el demonio habló.

En un flashback, aprendemos sobre una reunión casual de Roland en una cocina que lleva al ahorcamiento de Hax, la cocinera. Los aprendices de pistoleros están autorizados a testificar el ahorcamiento, con el permiso de sus padres. Roland revela cómo fue engañado antes de gritar con Cort, su profesor, por la traición de Marten. Él consiguió derrotar a Cort en batalla, gracias a su ingeniosa selección de armas: David, su halcón.

Después de dejar la estación, Jake y Roland finalmente dejan el desierto y se mudan a tierras más acogedoras. Roland rescata a Jake de un encuentro con un oráculo, y luego copula con el propio oráculo para aprender más sobre su destino y su camino hacia la Torre Negra. Roland entrega la mandíbula de la estación que pasa, de modo que el tiempo pasa mientras él sale. Después de que Roland regrese, Jake tira de su mandíbula. Mientras la pareja continúa su camino, acercándose a una montaña, Jake comienza a temer por lo que será de sí mismo.

Jake y Roland caminan hasta los túneles tortuosos bajo la montaña, impulsados ​​por un viejo carro de minería. Durante el viaje, ellos son atacados por los “mutantes lentos”, monstruosas criaturas subterráneas. Roland consigue derrotarlos y seguir su camino. Finalmente, encuentran al Hombre de Negro y, cuando Jake se cuelga peligrosamente en los carriles, Roland se enfrenta a una elección decisiva: salvar a Jake o perseguir al Hombre de Negro. Es decidido por el segundo. Jake dice a Roland, cuando se apaga: “Ve, entonces, hay otros mundos más allá de estos”. Entonces él suelta el borde y cae sin gritar.

Después de sacrificar a Jake en la montaña, Roland consigue hablar con el hombre de negro. “Lea el destino de Roland de un paquete de cartas, incluyendo” el marinero “(Jake),” el prisionero “(Eddie Dean),” la señora de las sombras “(Odetta Holmes),” muerte “(aunque no para Roland) y la propia Torre, como el centro de todo. El hombre de negro alega que él es sólo un peón del verdadero enemigo de Roland, que ahora controla la propia Torre Negra.

El hombre de negro crea una representación del universo, tratando de asustar a Roland, mostrándole lo que es realmente insignificante en el gran esquema de las cosas, y le pide que se desista de su búsqueda. Roland se niega y el hombre de negro lo hace caer en el sueño. Cuando se despierta, diez años pasaron y hay un esqueleto al lado de ellos, que ellos asumen ser este hombre. Roland, a continuación, se sentó a la orilla del Mar Occidental, pensando en las tres personas que fue contratado para traer a todo el mundo: el prisionero, la señora de las sombras y el que empuja.

En las pantallas, en agosto de 2017, tuvimos el lanzamiento de la adaptación. Stephen King y Nikolaj Arcel confirmaron que la película es una continuación de los eventos de la serie de libros, siguiendo a Roland Deschain en su “última jornada” equipada con el Horn of Eld. La película fue nominada para ser una combinación de los eventos de “The Gunslinger” (El Pistolero) volumen I de la serie (1982), y de la tercera novela “The Waste Lands” (1991), al mismo tiempo, incorporando los puntos de historia significativos del “The Wind Through the Keyhole” (El viento por la cerradura) – publicado en 2012, pero que se posiciona entre los volúmenes IV y V.

La serie se compone de los siguientes libros:

(1982) – La Torre Negra Vol. I – El Pistolero (publicado originalmente como cinco historias separadas entre 1978 y 1981, edición revisada y ampliada publicada en 2003.) (The Gunslinger);

1987 – La Torre Negra Vol. II – La elección de los tres (The Drawing of the Three);

1991 – La Torre Negra Vol. III – Las Tierras devastadas (The Waste Lands);

1997 – La Torre Negra Vol. IV – Mago y Vidrio (Wizard and Glass);

(2003) – La Torre Negra Vol. V – Lobos de Calla (2003, originalmente anunciado con el título La Sombra Arrastra.) (Wolves of the Calla);

2004 – La Torre Negra Vol. VI – Canción de Susannah (Song of Susannah);

2004 – La Torre Negra Vol. VII – La Torre Negra (The Dark Tower);

2012 – La Torre Negra – El Viento por la Cerradura (Este libro, según el King, encajaría entre el 4 y el 5);

2016 – Charlie, The Choo-Choo – Libro ilustrado, aparece en el libro Las Tierras devastada;

 

Despreciado p o críticos literarios y académicos por ser considerado un autor “comercial”, su trabajo generó más atención desde los años 90, aunque algunos de esos círculos continúan rechazando sus libros. Él es regularmente criticado por su estilo familiar en sus obras. las historias y la extensión excesiva de algunos de sus romances. Por el contrario, su sentido de narración, sus personajes animados y coloridos y su capacidad de jugar con los miedos de los lectores han sido objeto de elogios. Aunque en la mayoría de sus historias utiliza el recurso del terror, él también aborda regularmente temas como la infancia, el racismo y la guerra, proporcionando un retrato social muy realista de los Estados Unidos.

Para despedirnos, sigue una frase de S. King, bien a su estilo:

“La gente me pregunta por qué escribo cosas tan brutas. Me gusta decir que tengo un corazón de niño – está guardado en un cristal encima de mi escritorio.

Mis queridos, ¿qué tal? Espero que les haya gustado. Disfrutar y entrar en el blog y leer la cantidad de mensajes que quieren.

Te veo en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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A Primeira Vez – da LitFan

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A Primeira Vez – da LitFan.

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Esta semana, o PHANTASTICUS vai iniciar uma jornada de muitas emoções.  Tanto para quem lê, quanto para quem escreve.  Como foi a primeira vez de cada autor.  Opps! Calma!! Não é isso que você está pensando.    O blog vai explorar a primeira publicação de alguns autores – muito importantes – da Lit Fan.

G Martin

E não poderíamos começar de melhor forma do que escrever sobre o primeiro livro de George RR Martin.  O laureado escritor que criou uma das maiores obras contemporâneas da LitFan – “A Song of Ice and Fire” (As Crônicas de Gelo e Fogo) – começou sua carreira escrevendo contos de ficção científica no começo da década de 1970.  Nunca perdeu a coragem – e a vontade – de publicar suas obras.  E aconteceu!!! Em 1976, George conseguiu publicar “A Song for Lya” (Uma Canção Para Lya) – uma coletânea de histórias.  E … Os sensitivos Lyanna e Robb chegam a um planeta onde humanos vivem com uma população chamada Shkeen, cuja religião envolve um culto no qual vermes se grudam ao cérebro dos indivíduos e os juntam a uma consciência coletiva. Todos amam a tudo e todos. Robb e Lya devem investigar por que muitos humanos estavam aderindo a esta religião a pedido de Dino Valcarenghi, governador do planeta, mas ao entrar em contato com uma nova filosofia de vida, Lyanna passa a questionar a sua própria maneira de viver e se relacionar.

Segundo George R. R. Martin, em “A Luz de Estrelas Distantes” (capítulo de comentário da “RRetrospectiva”) ao terminar de escrever esta história, em 1973, percebeu que aquela era a melhor coisa que já tinha escrito até então.

“A Song for Lya” foi publicada pela primeira vez na revista “Analog Science Fiction and Fact” em Junho de 1974. No ano seguinte, venceu o prêmio Hugo de melhor novela e foi indicada para a mesma categoria para os prêmios “Nebula” e “Jupiter”. Em 1976, foi republicado na coletânea “A Song for Lya and Other Stories”.  Depois em 1985, na coletânea “Nightflyers”, e em 2003 em “Dreamsongs Vol I”.

Nosso querido G.Martin começou sua luta muito cedo, até se consolidar como um dos maiores escritores da atualidade.  Bem, vamos a outra fera.  Que tal falar da fantástica J.K. Rowling criadora da saga “Harry Potter”?  Bem, ela é um exemplo de resiliência quando se trata de sua carreira.  Quando J.K. escreveu o primeiro livro da saga, em 1997, sua vida era muito diferente. Recém separada do marido, mãe de uma menina pequena e vivendo com ajuda de custo do governo, J.K. enfrentava também uma depressão, devido à morte da mãe, Anne. O luto inspirou a história de Harry, que perde os pais no primeiro livro.

jkrowling

Antes de publicar “Harry Potter and the Philosopher’s Stone” (Harry Potter e a Pedra Filosofal) já havia sido rejeitada por doze editoras.  Então, Joane adicionou um K (em homenagem à avó, Kathleen) em seu nome para tentar facilitar a aceitação e acatar a sugestão de um editor de não usar seu nome verdadeiro na assinatura dos livros. Isso porque ele não acreditava que meninos quereriam ler livros sobre um bruxinho escrito por uma mulher. Pode?

The_Cuckoo's_Calling

Bem, este foi o primeiro livro de JK como JK.  Mas… Depois de se consolidar como a mais bem-sucedida autora contemporânea, ela decidiu se voltar a um de seus maiores desejos como escritora: criar uma obra de ficção policial, a tradicional “história de detetive”.   Assim surgiu Robert Galbraith pseudônimo que JK escolheu para entrar no mundo da ficção policial.  E assim foi publicado “The Cuckoo’s Calling” em julho de 2013.  Assim, seria a “estreia” de Galbraith (JK).  O romance, nos mostra que depois de perder sua perna em uma mina no Afeganistão, Detetive Cormoran Strike investiga o suicídio de uma supermodelo, pensando estar apenas tocando sua vida como investigador privado. Strike conseguiu um cliente e os credores o estão chamando. Ele também terminou com sua namorada de longo prazo e está vivendo em seu escritório.

Então, John Bristow passa por sua porta com uma história impressionante: Sua irmã, a lendária modelo Lula Landry, conhecida por seus amigos como Cuckoo, notoriamente havia morrido alguns meses atrás. A polícia julgou como suicídio, mas John se recusa a acreditar nisto. O caso liga Strike com o mundo dos belos milionários, namorados rockstars e designers desesperados, e isso o introduziu a todas as mais diferentes formas de prazer, tentação, sedução e ilusões que o homem conhece. E … Vamos parar.  Ainda temos que falar de mais um grande escritor.

Agora, meus amigos, abram espaço para o grande mestre da LitFan.  O homem que inspirou boa parte dos escritores contemporâneos de fantasia, aventura e ação.

Tolkien

Com vocês…… John Ronald Reuel Tolkien, conhecido internacionalmente por J. R. R. Tolkien.  Ele revolucionou a escrita de sua época – até os dias de hoje.  Seu primeiro livro, oficial, foi “The Hobbit”, que teve a ideia inicial em 1928, enquanto Tolkien examinava documentos de alunos que queriam ingressar na Universidade e Tolkien contou que “um dos alunos deixou uma das páginas em branco – possivelmente a melhor coisa que poderia ocorrer a um examinador – e eu escrevi nela: Em um buraco no chão vivia um hobbit, não sabia e não sei por quê.”.  Foi a partir desta frase que ele começou a escrever “O Hobbit”, somente dois anos depois, mas o abandonou a meio.

Tolkien emprestou o manuscrito incompleto para a Reverenda Madre de Cherwell Edge na época, quando esta estava doente, e ele foi visto por Susan Dagnall, uma bacharel de Oxford , que trabalhava para Allen & Unwin (comprada em 1990 pela Editora Harper Collins) e analisado depois por Rayner Unwin (filho de Stanley Unwin, fundador da Allen & Unwin, na época com 10 anos de idade) que ficou maravilhado com a história. Dagnall ficou tão encantada com o material que encorajou Tolkien para que ele terminasse o livro, e em 1937 é publicada a primeira edição de “The Hobbit”.  Mas …. Tem sempre um, “mas”.  Mas, o primeiro livro (mesmo) escrito por Tolkien começou com alguns esboços que datam do início de 1925, quando Tolkien escreveu um “Esboço da Mitologia”.  No entanto, o conceito dos personagens, temas e histórias específicas foram desenvolvidos em 1917, quando Tolkien, então um oficial britânico que havia retornado da França após a Primeira Guerra Mundial, estava numa cama sofrendo da Febre das Trincheiras. Àquela época, ele chamou sua coleção de histórias de “The Book of Lost Tales” (O livro dos contos perdidos).

Muitos anos depois da guerra, encorajado pelo sucesso de “O hobbit”, Tolkien enviou uma versão incompleta, porém mais desenvolvida do seu trabalho inicial para seu editor, George Allen & Unwin, mas ele rejeitou o trabalho por ser muito obscuro e “demasiadamente celta”.  Ele, então, pediu a Tolkien que, ao invés desse, fizesse uma continuação para “O Hobbit”, ideia que se transformaria na mais famosa, mas não mais importante, obra dele: “The lord of the Rings” (O Senhor dos Anéis).

No fim dos anos 1950, ele começou novamente a trabalhar no primeiro trabalho Durante esse tempo, ele escreveu muito sobre estes tópicos, como o surgimento do mal em Arda, a origem dos Orcs, o costume dos Elfos e sua imortalidade, o Mundo Plano e a história do Sol e da Lua (veja Duas Árvores de Valinor). Por esses tempos, sérias dúvidas o acometeram sobre alguns aspectos fundamentais do trabalho e ele voltou às versões mais antigas das histórias. Parece que ele sentiu que devia solucionar esses problemas antes de publicar a versão final.

The Silmarillion

Mas… O gênio veio a falecer antes de poder publicar este trabalho.  Depois da morte de Tolkien, em 1973, seu filho – Christopher Tolkien – compilou a narrativa. Suas intenções parecem ter sido a de manter-se consistente, principalmente, com “O Senhor dos Anéis”. Às vezes, ele chegou a ter de criar alguma coisa, devido à escassez de anotações de seu pai. Vale observar que Tolkien, muitas vezes, escrevia o livro às pressas, até mesmo com anotações a lápis e, não raramente, ilegíveis. O livro foi, então, publicado no ano de 1977.  Seu nome “The Silmarillion” (O Silmarillion).  60 anos depois de seu pai iniciar o projeto, seu filho o conclui.  Sensacional!!!

The_one_ring_animated

Meus queridos, o post foi sobre a primeira vez, a primeira publicação, a primeira vontade, os primeiros esboços e … de três monstros da literatura fantástica.  Espero que tenha agregado um pouco para vocês e, também, espero que tenham gostado. Aproveitem e entrem no blog e leiam quantos posts quiserem.

Te vejo no próximo post.

cortizo

Jota Cortizo

Versión española: La primera vez – de LitFan.

Esta semana, PHANTASTICUS comenzará una jornada de muchas emociones. Tanto para quien lee, cuanto para quien escribe. Como fue la primera vez de cada autor. ¡Opps! ¡¡Calma!! No es eso lo que estás pensando. El blog va a explorar la primera publicación de algunos autores – muy importantes – de la Lit Fan.

Y no podríamos empezar de mejor manera que escribir sobre el primer libro de George RR Martin. El galardonado escritor que creó una de las mayores obras contemporáneas de la LitFan – “La canción del hielo y el fuego” – comenzó su carrera escribiendo cuentos de ciencia ficción a principios de la década de 1970. Nunca perdió el coraje – y la voluntad – de publicar sus obras. ¡Y sucedió! En 1976, George consiguió publicar “A Song for Lya” (una canción para Lya) – una colección de historias. Y … Los sensitivos Lyanna y Robb llegan a un planeta donde los humanos viven con una población llamada Shkeen, cuya religión involucra un culto en el que gusanos se pegan al cerebro de los individuos y los unen a una conciencia colectiva. Todos amamos a todo y todos. Robb y Lya deben investigar por qué muchos humanos se adhirieron a esta religión a petición de Dino Valcarenghi, gobernador del planeta, pero al entrar en contacto con una nueva filosofía de vida, Lyanna pasa a cuestionar su propia manera de vivir y relacionarse.

Según George R. R. Martin, en “La Luz de Estrellas Distantes” (capítulo de comentario de la “RRetrospectiva”) al terminar de escribir esta historia, en 1973, percibió que aquella era la mejor cosa que ya había escrito hasta entonces.

“Song for Lya” fue publicada por primera vez en la revista “Analog Science Fiction and Fact” en junio de 1974. Al año siguiente, venció el premio Hugo de mejor novela y fue nominada para la misma categoría para los premios “Nebula” y ” “Júpiter”. En 1976, fue republicado en la colección “A Song for Lya and Other Stories”. Después en 1985, en la colección “Nightflyers”, y en 2003 en “Dreamsongs Vol I”.

Nuestro querido G.Martin comenzó su lucha muy temprano, hasta consolidarse como uno de los mayores escritores de la actualidad. Bueno, vamos a la otra fiera. ¿Qué tal hablar de la fantástica J.K. Rowling creadora de la saga “Harry Potter”? Bueno, ella es un ejemplo de resiliencia cuando se trata de su carrera. Cuando J.K. escribió el primer libro de la saga, en 1997, su vida era muy diferente. Recién separada del marido, madre de una niña pequeña y viviendo con ayuda de costo del gobierno, J.K. enfrentaba también una depresión, debido a la muerte de su madre, Anne. El duelo inspiró la historia de Harry, que pierde a los padres en el primer libro.

Antes de publicar “Harry Potter and the Philosopher’s Stone” (Harry Potter y la Piedra Filosofal) ya había sido rechazada por doce editoriales. Entonces, Joane añadió un K (en homenaje a la abuela, Kathleen) en su nombre para intentar facilitar la aceptación y acatar la sugerencia de un editor de no usar su nombre verdadero en la firma de los libros. Eso porque no creía que los niños querían leer libros sobre un brujo escrito por una mujer. Puede?

Bueno, este fue el primer libro de JK como JK. Pero … Después de consolidarse como la más exitosa autora contemporánea, ella decidió volver a uno de sus mayores deseos como escritora: crear una obra de ficción policial, la tradicional “historia de detective”. Así surgió Robert Galbraith pseudónimo que JK escogió para entrar en el mundo de la ficción policial. Y así fue publicado “The Cuckoo’s Calling” en julio de 2013. Así, sería el “estreno” de Galbraith (JK). La novela, nos muestra que después de perder su pierna en una mina en Afganistán, Detective Cormoran Strike investiga el suicidio de una supermodelo, pensando estar apenas tocando su vida como investigador privado. Strike consiguió un cliente y los acreedores lo están llamando. También terminó con su novia a largo plazo y está viviendo en su oficina.

Entonces, John Bristow pasa por su puerta con una historia impresionante: Su hermana, la legendaria modelo Lula Landry, conocida por sus amigos como Cuckoo, notoriamente había muerto unos meses atrás. La policía juzgó como suicidio, pero John se niega a creer en ello. El caso liga a Strike con el mundo de los bellos millonarios, novios rockstars y diseñadores desesperados, y eso lo introdujo a todas las más diferentes formas de placer, tentación, seducción e ilusiones que el hombre conoce. Y … Vamos a parar. Todavía tenemos que hablar de otro gran escritor.

Ahora, mis amigos, abran espacio para el gran maestro de LitFan. El hombre que inspiró buena parte de los escritores contemporáneos de fantasía, aventura y acción.

Con ustedes … John Ronald Reuel Tolkien, conocido internacionalmente por J. R. R. Tolkien. Él revolucionó la escritura de su época – hasta los días de hoy. Su primer libro, oficial, fue “The Hobbit”, que tuvo la idea inicial en 1928, mientras Tolkien examinaba documentos de alumnos que querían ingresar en la Universidad y Tolkien contó que “uno de los alumnos dejó una de las páginas en blanco – posiblemente la mejor cosa que pueda a un examinador -y yo escribí en ella: En un agujero en el suelo vivía un hobbit, no sabía y no sé por qué. “Fue a partir de esta frase que comenzó a escribir” El Hobbit “, sólo dos años después, pero lo abandonó por la mitad.

Tolkien prestó el manuscrito incompleto para la Reverenda Madre de Cherwell Edge en la época, cuando ésta estaba enferma, y ​​fue visto por Susan Dagnall, una bachillera de Oxford, que trabajaba para Allen & Unwin (comprada en 1990 por la Editora Harper Collins) y analizado después por Rayner Unwin (hijo de Stanley Unwin, fundador de Allen & Unwin, en la época de 10 años) que se maravilló de la historia. Dagnall quedó tan encantada con el material que alentó a Tolkien para que terminara el libro, y en 1937 se publicó la primera edición de “The Hobbit”. Pero … Tiene siempre uno, “pero”. Pero, el primer libro (mismo) escrito por Tolkien comenzó con algunos esbozos que datan de principios de 1925, cuando Tolkien escribió un “Bosque de la Mitología”. Sin embargo, el concepto de personajes, temas e historias específicas fueron desarrollados en 1917, cuando Tolkien, entonces un oficial británico que había regresado de Francia después de la Primera Guerra Mundial, estaba en una cama sufriendo de la Fiebre de las Trincheras. En aquella época, él llamó su colección de historias de “The Book of Lost Tales” (El libro de los cuentos perdidos).

Muchos años después de la guerra, alentada por el éxito de “El hobbit”, Tolkien envió una versión incompleta, pero más desarrollada de su trabajo inicial para su editor, George Allen & Unwin, pero él rechazó el trabajo por ser muy oscuro y “demasiado celta “. En ese entonces, pidió a Tolkien que, en vez de eso, hiciera una continuación para “El Hobbit”, idea que se convertiría en la más famosa, pero no más importante, obra de él: “The lord of the Rings” (El Señor de los Anillos).

A finales de los años 1950 comenzó a trabajar en el primer trabajo. Durante ese tiempo, él escribió mucho sobre estos temas, como el surgimiento del mal en Arda, el origen de los Orcos, la costumbre de los Elfos y su inmortalidad, el Mundo Plano y la historia del Sol y la Luna (ver Dos Árboles de Valinor). Por esos tiempos, serias dudas lo acometieron sobre algunos aspectos fundamentales del trabajo y él volvió a las versiones más antiguas de las historias. Parece que sentía que debía solucionar estos problemas antes de publicar la versión final.

Pero … El genio falleció antes de poder publicar este trabajo. Después de la muerte de Tolkien, en 1973, su hijo – Christopher Tolkien – compiló la narrativa. Sus intenciones parecen haber sido la de mantenerse consistente, principalmente, con “El Señor de los Anillos”. A veces, llegó a tener que crear algo, debido a la escasez de anotaciones de su padre. Vale observar que Tolkien, muchas veces, escribía el libro a la prisa, incluso con anotaciones a lápiz y, no raramente, ilegibles. El libro fue entonces publicado en el año 1977. Su nombre “The Silmarillion” (El Silmarillion). 60 años después de que su padre iniciara el proyecto, su hijo lo concluyó. ¡¡¡Sensacional!!!

Mis queridos, el post fue sobre la primera vez, la primera publicación, la primera voluntad, los primeros esbozos y … de tres monstruos de la literatura fantástica. Espero que haya agregado un poco para ustedes y, también, espero que les haya gustado. Disfrutar y entrar en el blog y leer la cantidad de mensajes que quieren.

Te veo en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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geloefogo.com/mais-grrm/guia-mil-mundos/uma-cancao-para-lya

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pt.wikipedia.org/wiki/O_Silmarillion

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news.bbcimg.co.uk/media/images/65047000/jpg/_65047774_tolkien3.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/J._R._R._Tolkien

upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a2/The_one_ring_animated.gif

A Força das Mulheres da LitFan – Uma homenagem

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: A Força das Mulheres da LitFan – Uma homenagem.

Esta semana (mais específico o último domingo – dia 28/04) ficará para sempre marcado em minha memória.  Foi neste dia que – na série “Game of Thrones”, da HBO – que a pequena e “aparentemente frágil” Arya Stark eliminou o temido “The Night King” (Rei da Noite) o mestre – e primeiro – “White Walkers” (Caminhantes Brancos) e wights (cadáver reanimado seja ele humano ou animal).  Desta forma, não temos como fugir deste assunto (até porque não sai de muitas cabeças).  O PHANTASTICUS tem o prazer de retornar com este assunto – A Força das Mulheres da LitFan.

Caso queira relembrar, alguns posts com assunto similar, veja os links abaixo:

No dia 12 de julho de 2015 …. jotacortizo.wordpress.com/2015/07/12/as-mulheres-da-literatura-fantastica-las-mujeres-de-la-literatura-fantastica/;

No dia 21 de fevereiro de 2016 … jotacortizo.wordpress.com/2016/02/21/a-forca-das-mulheres-de-star-wars-la-fuerza-de-las-mujeres-de-star-wars/

Bem, vamos deixar de blá – blá – blá e entremos logo no assunto.  Sim.  A força das mulheres da LitFan (e de tudo o mais).

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Exemplos da força das mulheres não nos faltam, mesmo quando esta “força” não é demonstrada literalmente.  Vejamos: Apenas em “Game of Thrones” temos uma lista – das grandes: A nossa querida Arya Stark; sua irmã Sansa Stark (que mostrou toda a força e resiliência para chegar viva até Winterfell); nossa querida Brienne de Tarth, agora elevada a cavaleiro dos 7 reinos; a pequena, mas com estupenda força e heroísmo, Lyanna Mormont; a selvagem Ygritte; a perversa Cersei Lannister; e claro, da nossa rainha, que nasceu na tormenta, Daenerys Targaryen e tantas outras mais.  Isto é um exemplo na Fantasia.  Se formos buscar em nossa vida real, em nosso dia-a-dia, temos esposas, mães, irmãs, avós, filhas, tias, primas, sobrinhas, amigas, colegas que dariam (ou deram) suas vidas (literalmente ou não) e apoio por nós homens.  Fica aqui uma dica sutil. Muito respeito com o sexo forte.

Voltemos “As Crônicas de Gelo e Fogo” (A Song of Ice and Fire).  Vamos extrapolar e compreender tudo que Arya Stark viveu.  Em sua tenra infância, vivia como filha do Lorde de Winterfell e Protetor do Norte.  Eddard “Ned” Stark era um pai dedicado, mas severo.  Muito rigoroso, mas de uma justiça e de uma ética infindável.  Em resumo, um homem virtuoso e honrado.  E estas qualidades seguiram para seus filhos.  Arya é a segunda filha e o terceiro dos filhos de Lorde Ned e Lady Catelyn Stark.

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Galadriel

Moraine

Se quiser mais alguns exemplos, de outro “mundo” de fantasia, vamos para Star Wars.  Que tal a nossa querida Rey; a eterna Leia Organa e até mesmo até a Capitã Phasma.  Vamos para “The Lord of the Rings” (O Senhor dos Aneis) e encontramos Arwen Undömiel, a Estrela Vespertina dos elfos; a brava Lady Éowyn de Rohan e claro, toda a magia de Galadriel.  Temos em “The Wheel of Time” as brilhantes Nynaeve e Egwene, além da Aes Sedai Moraine Damodred.  E por aí vai.

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E para completar, mulheres incríveis que escreveram ficção e fantasia.  Mary Shelley com seu “Frankenstein: or the Modern Prometheus” (Frankenstein); Ursula K. Le Guin que nos deu “The Left Hand of Darkness” (A Mão Esquerda da Escuridão); Marion Zimmer Bradley com a maravilhosa “The Mists of Avalon” (As Brumas de Avalon); se fugirmos um pouco do gênero fechamos com a espetacular Agatha Christie com diversos livros do incrível detetive Hercule Poirot.

Esta é uma pequena homenagem ao muito que merecem todas as mulheres deste pequeno planeta.

Espero que tenha gostado. Aproveite e entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te vejo no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: La Fuerza de las Mujeres de LitFan – Un homenaje.

Esta semana (más específico el último domingo – día 28/04) quedará para siempre marcado en mi memoria. En la serie “Game of Thrones”, de HBO – que la pequeña y “aparentemente frágil” Arya Stark eliminó el temido “The Night King” (el Rey de la Noche) el maestro – y primero – “White Walkers” (“White Walkers”) Caminantes Blancos) y wights (cadáver reanimado sea él humano o animal). De esta forma, no tenemos como huir de este asunto (hasta porque no sale de muchas cabezas). El PHANTASTICUS tiene el placer de regresar con este tema – LA FUERZA DE LAS MUJERES DE LITFAN.

Si desea recordar, algunos puestos con un tema similar, vea los siguientes enlaces:

El día 12 de julio de 2015 …. jotacortizo.wordpress.com/2015/07/12/as-mulheres-de-literatura-fantastica-las-mujeres-de-la-literatura-fantastica/;

El día 21 de febrero de 2016 … jotacortizo.wordpress.com/2016/02/21/-forca-das-mulheres-de-star-wars-la-fuerza-de-las-mujeres-de-star- guerras /

Bueno, vamos a dejar de bla – bla – bla y entremos luego en el asunto. Sí. La fuerza de las mujeres de LitFan (y de todo lo demás).

Los ejemplos de la fuerza de las mujeres no nos faltan, aun cuando esta “fuerza” no se demuestra literalmente. Veamos: Sólo en “Game of Thrones” tenemos una lista – de las grandes: Nuestra querida Arya Stark; su hermana Sansa Stark (que mostró toda la fuerza y ​​resiliencia para llegar viva hasta Winterfell); nuestra querida Brienne de Tarth, ahora elevada a caballero de los 7 reinos; la pequeña, pero con estupenda fuerza y ​​heroísmo, Lyanna Mormont; el salvaje Ygritte; la perversa Cersei Lannister; y claro, de nuestra reina, que nació en la tormenta, Daenerys Targaryen y tantas otras más. Esto es un ejemplo en la fantasía. Si buscamos en nuestra vida real, en nuestro día a día, tenemos esposas, madres, hermanas, abuelas, hijas, tías, primas, sobrinas, amigas, colegas que darían (o dieron) sus vidas (literalmente o no) apoyo por nosotros hombres. Se queda aquí una sugerencia sutil. Mucho respeto con el sexo fuerte.

“Volvamos” Las Crónicas de Hielo y Fuego “(A Song of Ice and Fire). Vamos a extrapolar y comprender todo lo que vivió Arya Stark. En su tierna infancia, vivía como hija del Lord de Winterfell y Protector del Norte. Eddard “Ned” Stark era un padre dedicado, pero severo. Muy riguroso, pero de una justicia y de una ética interminable. En resumen, un hombre virtuoso y honrado. Y estas cualidades siguieron a sus hijos. Arya es la segunda hija y el tercero de los hijos de Lord Ned y Lady Catelyn Stark.

Si quieres más algunos ejemplos, de otro “mundo” de fantasía, vamos a Star Wars. Que tal nuestra querida Rey; la eterna Lea Organa e incluso hasta la Capitán Phasma. Vamos a “The Lord of the Rings” (El Señor de los Anillos) y encontramos a Arwen Undömiel, la Estrella Vespertina de los elfos; la brava Lady Éowyn de Rohan y claro, toda la magia de Galadriel. Tenemos en “The Wheel of Time” las brillantes Nynaeve y Egwene, además de la Aes Sedai Moraine Damodred. Y por ahí va.

Y para completar, mujeres increíbles que escribieron ficción y fantasía. Mary Shelley con su “Frankenstein: or the Modern Prometheus” (Frankenstein); Ursula K. Le Guin que nos dio “The Left Hand of Darkness” (La mano izquierda de la oscuridad); Marion Zimmer Bradley con la maravillosa “The Mists of Avalon” (Las Brumas de Avalon); si huimos un poco del género cerramos con la espectacular Agatha Christie con diversos libros del increíble detective Hercule Poirot.

Este es un pequeño homenaje al mucho que merecen todas las mujeres de este pequeño planeta.

Espero que te haya gustado. Disfrutar y entrar en el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te veo en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal-aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: sm.ign.com/ign_br/screenshot/default/lara-croft_273j.jpg

. en.wikipedia.org/wiki/White_Walker

pt.wikipedia.org/wiki/A_Song_of_Ice_and_Fire

gayexpress.co.nz/wp-content/uploads/2019/04/Maisie-online.jpg

assets.papelpop.com/wp-content/uploads/2018/07/got.jpg

metro.co.uk/wp-content/uploads/2019/04/lyanna-mormont-main-d0b2.jpg?quality=90&strip=all

jovemnerd.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Gwendoline-Christie-as-Captain-Phasma-via-Vanity-Fair-760×428.jpg

roleplayers.com.br/senhoras-dos-aneis/

bustle.com/articles/133978-9-lord-of-the-rings-women-ranked-by-character-development-including-elves-hobbits-alike

1.bp.blogspot.com/_LnLtk3_0E1Q/TOrMnttqkMI/AAAAAAAAIpg/84iQveUaItI/w1200-h630-p-k-no-nu/2d14x06.jpg

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A Força das Religiões da LitFan

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: A Força das Religiões da LitFan.

O PHANTASTICUS vai retornar com um tema tido como excepcional por muitos leitores.  A religião.

Já falamos, consideravelmente, no post de 24/02/2019.  Caso queira relembrar, veja o link abaixo:

jotacortizo.wordpress.com/2017/02/24/as-muitas-religioes-das-cronicas-de-gelo-e-fogo/

No post acima, explicamos – um pouco – a religião dos SETE e falamos um pouco da religião antiga, ambas de “Crônicas de Gelo e Fogo”, a incrível obra (ainda inacabada) que deu origem a sensacional a série televisiva “Game of Thrones” exibida pela HBO.

Nesta primeira parte do post, vamos aproveitar a própria série.  Então, “vamos dar a partida” … Vamos lá!

ASoIaF New

Em contraste com Westeros, no continente oriental de Essos através do Mar Estreito há um grande número de religiões locais, mas poucas religiões que estão espalhadas por grandes áreas geográficas. Mesmo assim, cada uma das “Cidades Livres” (cidades da Baía dos Escravos) pode conter adoradores de várias religiões locais diferentes que não podem ser encontradas em qualquer outro lugar do mundo. A Cidade Livre de Braavos tem uma composição religiosa muito diversa e cosmopolita. A única grande exceção a esta é a religião do Senhor da Luz, que é muito difundida, desde as Cidades Livres no Ocidente até Asshai, em Mais a Leste. De fato, nas cidades livres do sul, como Volantis, Lys e Myr, o Senhor da Luz é a religião majoritária, e tem pelo menos uma pluralidade em muitas outras grandes cidades do continente. Ainda assim, ao contrário de Westeros, onde a Fé dos Sete é (frequentemente) a religião exclusiva, em muitas cidades em Essos, onde a fé do Senhor da Luz é a religião majoritária, ainda existem minorias substanciais que adoram outras religiões.

Melissandre Thoros

O Senhor da Luz concentra-se na adoração do “um verdadeiro deus”, um deus de fogo conhecido como o Senhor da Luz.  Essa religião se baseia na existência de R’hllor, O Senhor da Luz, que é o deus da chama e da sombra, representante de tudo que é bom, a vida, o calor. Seu símbolo é um coração em chamas e ele luta contra a escuridão, o frio e a morte, representados pelo Grande Outro, o Senhor das Trevas.

Os chamados sacerdotes vermelhos, como Melisandre e Thoros de Myr, são membros do clero do Senhor da Luz, e são assim chamados porque usam vestes dessa cor. Em templos eles costumam acender fogueiras todas as noites e pedir a R’hllor para que amanheça novamente. Muito do que se pratica tem relação com fogo, desde encarar uma fogueira para ter visões até o ato de queimar alguém em forma de sacrifício. Eles acreditam que um grande poder exige um grande sacrifício. Isso está conectado com a profecia sobre o Azor Ahai, o herói que reforjará a espada Luminífera, acordará dragões de pedra e salvará o mundo.

azorahai

Azor Ahai – Existe uma história famosa – em alguns lugares ela tem outros nomes, como o Príncipe que foi Prometido – sobre o herói que salvou o mundo da escuridão. Ele forjou uma espada chamada “Luminífera” eguiu com que ela fosse efetiva contra os Outros.  A Batalha de Aurora ocorreu quando a Patrulha da Noite se uniu a esse herói e, com a ajuda dos Filhos da Floresta, conseguiram mandar Os Outros de volta ao Norte. Depois, a Muralha foi erguida, supostamente para mantê-los afastados.

Julgamentos por combate são uma prática aceita na fé de R’hllor; orações antes do combate pedem forças à R’hllor e pedem que ele escolha o vencedor com justiça. “A noite é escura e cheia de terrores”, é uma frase comum em orações para R’hllor.

Como outros tipos de magia, a magia do R’hllor parece ter desaparecido após a morte do último dragão Targaryen, mas com o regresso dos dragões no leste, as habilidades dos sacerdotes de R’hllor têm se fortalecido. Thoros, enquanto servia no templo de Myr, não descobriu nenhum tipo de novos poderes. No entanto, desde o retorno dos dragões, ele conseguiu ressuscitar Beric Dondarrion inúmeras vezes durante um ritual. Os poderes de Melisandre também foram aumentados desde a sua chegada à Muralha.

Atualmente existe a formação de dois novos círculos de culto em Westeros, seguindo um sacerdote vermelho de R’hllor. Thoros e Beric, juntos, fundaram a Irmandade Sem Bandeiras, uma organização criminosa ligada em parte pela sua adoração a R’hllor. Em Pedra do Dragão, Melisandre convenceu Stannis Baratheon para reivindicar o manto de Azor Ahai com sua magia de fogo. No entanto, após a morte final de Beric e a derrota de Stannis na Baía de Água Negra, a influência de Thoros e Melisandre sobre suas congregações diminuiu.

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Outras religiões das “Crônicas”:

Os Sacerdotes Barbudos de Norvos – uma ordem de sacerdotes guerreiros que governam a Cidade Livre de Norvos como uma teocracia.

A Cabra Negra de Qohor – uma deidade sombria que exige sacrifícios diários de sangue, adorado como a principal religião na Cidade Livre de Qohor.

O Deus de Muitas Faces – uma religião menor em Braavos adorado pelo culto misterioso de assassinos conhecidos como os Homens Sem Rosto.

Cantoras da Lua – uma das religiões mais proeminentes em Braavos.

A Religião valiriana – a religião da antiga Terra Valíria, pouco praticada após a Perdição destruir sua civilização há quatrocentos anos. Os Targaryens nomearam vários de seus dragões em homenagem aos deuses da antiga Valíria.

A religião Ghiscari – a religião principal seguida na Baía dos Escravos.

Grande Garanhão – os guerreiros nômades Dothraki das planícies centrais conhecidas como o Mar Dothraki possuem suas próprias crenças e costumes religiosos e adoram uma deidade conhecida como o Grande Garanhão.

Grande Pastor – uma divindade local dos Lhazareenos, um povo pacífico que habita a região de Lhazar, a nordeste da Baía dos Escravos e a sul do Mar de Dothraki. Esta religião sustenta que todos os homens são parte de um rebanho.

O Leão da Noite e a Donzela-Feita-de-Luz – deidades principais na religião de Yi Ti, no extremo leste de Essos.

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Bem, das “Crônicas” para “The Wheel of Time” (A Roda do Tempo).  Aqui, na obra de Robert Jordan (e posteriormente Brandon Sanderson, que a assumiu a obra após a morte do autor original), temos uma divindade conhecida apenas como o Criador, que criou o universo e a Roda do Tempo. A Roda não tem fins nem começos, ela apenas existe, e tece os dias na Terra. Ela roda graças ao “Poder Único”, obtido da “Fonte Verdadeira”, composta da energia de metades masculinas e femininas (Saidin e Saidar, respectivamente).

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Humanos que conseguem manipular essa força são chamados de canalizadores, e a principal organização (mencionada nos livros) capaz disso são as Aes Sedai, composta majoritariamente por mulheres e divididas em 7 Ajahs (além de uma “inclinada” para o mal – a Ajah Negra).

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O Criador aprisionara Shai’tan no momento da criação, mas um experimento malsucedido de Aes Sedai acidentalmente liberou sua energia maligna no mundo. Este é, portanto, o principal antagonista da série, prometendo poder e imortalidade para aqueles que aceitam se juntar a ele (conhecidos como Amigos das Trevas). Um século depois da quebra inicial da prisão do Tenebroso, iniciam-se guerras abertas entre as forças Tenebroso e os seguidores da Luz, tendo estas como seu líder Lews Therin Telamon, “o Dragão”. Lews Therin lidera um grupo de canalizadores homens e consegue selar novamente a prisão do Tenebroso, mas não sem efeitos colaterais, sendo saidin maculado pelo Shai’Than. Maculados, os Aes Sedai masculinos enlouquecem e causam a ruptura do mundo dando fim a era das lendas. As profecias dizem que um dia “O Sangue do Dragão Renascido sobre as pedras de Shayol Ghul libertará a humanidade da sombra”.

A religião da “Roda” não é formalizada em instituições, mas embasada nas crenças.  A mente criativa de R. Jordan nos põe em situações incríveis.  Nossa mente se transporta para as linhas brilhantemente escritas e sente cada momento.  Se quiser relembrar e conhecer um pouco mais desta obra, veja o post de 07/08/2016.  Vale a pena.  Aqui embaixo o link:

jotacortizo.wordpress.com/2016/08/07/um-mundo-de-luz-e-sombra-onde-o-bem-e-o-mal-travam-uma-batalha-eterna/

Falando diretamente sobre religião, Jordan explorou a o conceito encontrado em várias tradições e filosofias religiosas de origem indiana, como hinduísmo, sikhismo e budismo, que consideram o tempo como cíclico e consistindo de idades repetidas.  Uma roda que não para.  Construiu sua obra deste raciocínio, mas incrementou com influências de outras religiões orientais e ocidentais.  Por vezes você não percebe, mas a religião é o que todos realmente sabem. O Criador e o Escuro, a Roda, o Padrão, a Sombra, a Luz.  Em vez de orar, as pessoas de Randland sussurram fervorosamente “sob a Luz” ou “o Criador o protege”. A vida após a morte é até mesmo “conhecida”, que a Roda produz almas para renascer. E que os dignos vivem no Mundo dos Sonhos depois de morrerem.

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Deixando um pouco as linhas acima, mas mantendo a linha sobre religião, recomendamos o britânico Neil Gaiman.  Com seu “American Gods” (Deuses Americanos), que é um romance que mistura fantasia e várias vertentes da mitologia antiga e moderna, tudo centralizado em um misterioso e quieto protagonista de nome “Shadow”. Neil começou fazendo muito sucesso com “Sandman” mas deu o tom perfeito em “American Gods”.

Gaiman expõe em seu livro seguindo uma premissa central que os deuses e as criaturas mitológicas só existem porque as pessoas acreditam neles. Desta forma, estes (os deuses) chegaram aos Estados Unidos junto com os imigrantes, que os trouxeram, assim como seus rituais e tradições. Porém, o poder destes seres mitológicos foi diminuindo à medida que as crenças das pessoas foram desaparecendo. Mas, de uma certa forma, a queda de uns possibilitou a chegada de outros. Surgiram novos deuses, que refletem as obsessões dos americanos como a mídia, as celebridades, a tecnologia e as drogas, entre outros. O apogeu do livro se dá com o conflito entre deuses antigos e novos.  Um livro incrível.

Mais detalhes deste livro você tem no post de 10/01/2015.  Neste momento, o blog “engatinhava”.  Relembre:

jotacortizo.wordpress.com/2015/01/10/neil-gaiman-de-sandman-a-saga-dos-deuses-americanos/

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Ahh! Vele lembrar que este livro foi adaptado e virou série, que é exibida pelo canal Starz (EUA).

Bem, encerramos por aqui, mas voltaremos ao tema religião na LitFan.  Vale reforçar um conceito: RESPEITO.  Respeito a todo credo – e até a ausência dele.  A diversidade de nosso planeta nos possibilita uma gama incrível de religiões, seitas e crenças.  E respeitar esta diversidade TEM DE SER nossa missão.  Independentemente do que acreditamos, respeitar o pensamento alheio é o nosso maior desígnio.  Fica o recado.

Drakaris

E aí!! Gostou? Aproveite e entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te vejo no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: La Fuerza de las Religiones de LitFan.

El PHANTASTICUS volverá con un tema considerado excepcional por muchos lectores. La religión.

Ya hemos hablado, considerablemente, en el post de 24/02/2019. Si desea recordar, vea el enlace abajo:

jotacortizo.wordpress.com/2017/02/24/as-muitas-religioes-das-cronicas-de-gelo-e-fogo/

En el post anterior, explicamos – un poco – la religión de los SIETE y hablamos un poco de la religión antigua, ambas de “Crónicas de Hielo y Fuego”, la increíble obra (aún inacabada) que dio origen a sensacional la serie televisiva “Game of Thrones” exhibida por HBO.

En esta primera parte del post, vamos a aprovechar la propia serie. Entonces, “vamos a dar el partido” … ¡Vamos!

En contraste con Westeros, en el continente oriental de Essos a través del Mar del Estrecho hay un gran número de religiones locales, pero pocas religiones que se extienden por grandes áreas geográficas. Sin embargo, cada una de las “Ciudades Libres” (ciudades de la Bahía de los Esclavos) puede contener adoradores de varias religiones locales diferentes que no pueden encontrarse en ningún otro lugar del mundo. La Ciudad Libre de Bravos tiene una composición religiosa muy diversa y cosmopolita. La única gran excepción a esta es la religión del Señor de la Luz, que es muy difundida, desde las ciudades libres en Occidente hasta Asshai, en el más al este. De hecho, en las ciudades libres del sur, como Volantis, Lys y Myr, el Señor de la Luz es la religión mayoritaria, y tiene al menos una pluralidad en muchas otras grandes ciudades del continente. Sin embargo, a diferencia de Westeros, donde la Fe de los Siete es (a menudo) la religión exclusiva, en muchas ciudades en Essos, donde la fe del Señor de la Luz es la religión mayoritaria, todavía existen minorías sustanciales que adoran a otras religiones.

 

El Señor de la Luz se concentra en la adoración del “un verdadero dios”, un dios de fuego conocido como el Señor de la Luz. Esta religión se basa en la existencia de R’hllor, el Señor de la Luz, que es el dios de la llama y, de la sombra, representante de todo lo que es bueno, la vida, el calor. Su símbolo es un corazón en llamas y él lucha contra la oscuridad, el frío y la muerte, representados por el Gran Otro, el Señor de las Tinieblas.

Los llamados sacerdotes rojos, como Melisandre y Thoros de Myr, son miembros del clero del Señor de la Luz, y son así llamados porque usan vestiduras de ese color. En los templos se suelen encender las hogueras todas las noches y pedir a R’hllor para que amanezca de nuevo. Mucho de lo que se practica tiene relación con el fuego, desde encarar una hoguera para tener visiones hasta el acto de quemar a alguien en forma de sacrificio. Ellos creen que un gran poder exige un gran sacrificio. Esto está conectado con la profecía sobre el Azor Ahai, el héroe que reforzará la espada Luminífera, despertará a los dragones de piedra y salvará al mundo.

Azor Ahai – Hay una historia famosa – en algunos lugares ella tiene otros nombres, como el Príncipe que fue Prometido – sobre el héroe que salvó al mundo de la oscuridad. Él forjó una espada llamada “Luminífera” echó con que ella fuera efectiva contra los Otros. La Batalla de Aurora ocurrió cuando la Patrulla de la Noche se unió a ese héroe y, con la ayuda de los Hijos del Bosque, consiguieron mandar Los Otros de vuelta al Norte. Después, la Muralla fue erguida, supuestamente para mantenerlos alejados.

Los juicios por combate son una práctica aceptada en la fe de R’hllor; las oraciones antes del combate piden fuerzas a R’hllor y piden que elija el vencedor con justicia. “La noche es oscura y llena de terrores”, es una frase común en oraciones para R’hllor.

Como otros tipos de magia, la magia del R’hllor parece haber desaparecido después de la muerte del último dragón Targaryen, pero con el regreso de los dragones en el este, las habilidades de los sacerdotes de R’hllor se han fortalecido. Thoros, mientras servía en el templo de Myr, no descubrió ningún tipo de nuevos poderes. Sin embargo, desde el regreso de los dragones, él consiguió resucitar a Beric Dondarrion innumerables veces durante un ritual. Los poderes de Melisandre también fueron aumentados desde su llegada a la Muralla.

 

Actualmente existe la formación de dos nuevos círculos de culto en Westeros, siguiendo un sacerdote rojo de R’hllor. Thoros y Beric, juntos, fundaron la Hermandad Sin Banderas, una organización criminal ligada en parte por su adoración a R’hllor. En Piedra del Dragón, Melisandre convenció a Stannis Baratheon para reclamar el manto de Azor Ahai con su magia de fuego. Sin embargo, tras la muerte final de Beric y la derrota de Stannis en la Bahía de Agua Negra, la influencia de Thoros y Melisandre sobre sus congregaciones disminuyó.

Otras religiones de las “Crónicas”:

Los Sacerdotes Barbados de Norvos – una orden de sacerdotes guerreros que gobiernan la Ciudad Libre de Norvos como una teocracia.

La Cabra Negra de Qohor – una deidad sombría que exige sacrificios diarios de sangre, adorado como la principal religión en la Ciudad Libre de Qohor.

El Dios de muchas caras – una religión menor en Bravos adorado por el culto misterioso de asesinos conocidos como los hombres sin rostro.

Cantantes de la Luna – una de las religiones más prominentes en Bravos.

La Religión Valiriana – la religión de la antigua Tierra Valíria, poco practicada después de la Perdición destruir su civilización hace cuatrocientos años. Los Targaryens nombraron a varios de sus dragones en homenaje a los dioses de la antigua Valíria.

La religión Ghiscari – la religión principal seguida en la Bahía de los Esclavos.

Gran Semental – los guerreros nómadas Dothraki de las planicies centrales conocidas como el Mar Dothraki poseen sus propias creencias y costumbres religiosas y adoran una deidad conocida como el Gran Sementão.

Gran Pastor – una divinidad local de los Lhazareenos, un pueblo pacífico que habita la región de Lhazar, al noreste de la Bahía de los Esclavos y al sur del Mar de Dothraki. Esta religión sostiene que todos los hombres son parte de un rebaño.

El León de la Noche y la Doncella-Hecho de Luz – deidades principales en la religión de Yi Ti, en el extremo oriental de Essos.

Bueno, de las “Crónicas” a “The Wheel of Time” (La Rueda del Tiempo). En la obra de Robert Jordan (y posteriormente Brandon Sanderson, que la asumió la obra tras la muerte del autor original), tenemos una divinidad conocida apenas como el Creador, que creó el universo y la Rueda del Tiempo. La Rueda no tiene fines ni comienzos, sólo existe, y teje los días en la Tierra. En el caso de que se trate de una “fuente verdadera”, compuesta de la energía de mitades masculinas y femeninas (Saidin y Saidar, respectivamente). Los humanos que logran manipular esa fuerza son llamados canalizadores, y la principal organización (mencionada en los libros) capaz de eso son las Aes Sedai, compuesta mayoritariamente por mujeres y divididas en 7 Ajahs (además de una “inclinada” para el mal, la Ajah Negra).

El Creador aprisionó a Shai’tan en el momento de la creación, pero un experimento erróneo de Aes Sedai accidentalmente liberó su energía maligna en el mundo. Este es, por lo tanto, el principal antagonista de la serie, prometiendo poder e inmortalidad para aquellos que aceptan unirse a él (conocidos como Amigos de las tinieblas). Un siglo después de la ruptura inicial de la prisión del Tenebroso, se inician guerras abiertas entre las fuerzas Tenebroso y los seguidores de la Luz, teniendo éstas como su líder Lews Therin Telamon, “el Dragón”. Lews Therin lidera un grupo de canalizadores hombres y consigue sellar nuevamente la prisión del Tenebroso, pero no sin efectos colaterales, siendo saidin maculado por el Shai’Than. Maculados, los Aes Sedai masculinos enloquecen y causan la ruptura del mundo dando fin a la era de las leyendas. Las profecías dicen que un día “La Sangre del Dragón Renacido sobre las piedras de Shayol Ghul liberará a la humanidad de la sombra”.

La religión de la “Rueda” no es formalizada en instituciones, sino basada en las creencias. La mente creativa de R. Jordan nos pone en situaciones increíbles. Nuestra mente se transporta a las líneas brillantemente escritas y se siente cada momento. Si desea recordar y conocer un poco más de esta obra, vea el post de 07/08/2016. Vale la pena. Aquí abajo el enlace:

jotacortizo.wordpress.com/2016/08/07/um-mundo-de-luz-e-sombra-onde-o-bem-e-o-mal-travam-uma-batalha-eterna/

Hablando directamente sobre la religión, Jordan exploró el concepto encontrado en varias tradiciones y filosofías religiosas de origen indio, como el hinduismo, sikhismo y el budismo, que consideran el tiempo como cíclico y consistentes de edades repetidas. Una rueda que no para. Construyó su obra de este raciocinio, pero se incrementó con influencias de otras religiones orientales y occidentales. A veces no te das cuenta, pero la religión es lo que realmente saben. El Creador y el Oscuro, la Rueda, el Patrón, la Sombra, la Luz. En vez de orar, las personas de Randland susurran fervorosamente “bajo la Luz” o “el Creador lo protege”. La vida después de la muerte es incluso “conocida”, que la Rueda produce almas para renacer. Y que los dignos viven en el mundo de los sueños después de morir.

Dejando un poco las líneas arriba, pero manteniendo la línea sobre religión, recomendamos el británico Neil Gaiman. Con su “American Gods” (Dioses Americanos), que es una novela que mezcla fantasía y varias vertientes de la mitología antigua y moderna, todo centralizado en un misterioso y quieto protagonista de nombre “Shadow”. Neil empezó haciendo mucho éxito con “Sandman” pero dio el tono perfecto en “American Gods”.

Gaiman expone en su libro siguiendo una premisa central que los dioses y las criaturas mitológicas sólo existen porque la gente cree en ellos. De esta forma, estos (los dioses) llegaron a Estados Unidos junto a los inmigrantes, que los trajeron, así como sus rituales y tradiciones. Pero el poder de estos seres mitológicos fue disminuyendo a medida que las creencias de las personas desaparecieron. Pero, de cierta manera, la caída de unos posibilitó la llegada de otros. Se han surgido nuevos dioses, que reflejan las obsesiones de los estadounidenses como los medios, las celebridades, la tecnología y las drogas, entre otros. El apogeo del libro se da con el conflicto entre dioses antiguos y nuevos. Un libro increíble.

Más detalles de este libro tienes en el post de 10/01/2015. En este momento, el blog “enganchaba”. Recuerde:

jotacortizo.wordpress.com/2015/01/10/ne il-Gaiman-de-la-sandman-saga-la-dioses-americano /

Ahh! Ve a recordar que este libro fue adaptado y se convirtió en serie, que es exhibida por el canal Starz (EE.UU.).

Bien, cerramos por aquí, pero volveremos al tema religión en LitFan. Es importante reforzar un concepto: RESPETO. Respeto a todo credo – y hasta la ausencia de él. La diversidad de nuestro planeta nos permite una gama increíble de religiones, sectas y creencias. Y respetar esta diversidad TIENE DE SER nuestra misión. Independientemente de lo que creemos, respetar el pensamiento ajeno es nuestro mayor plan. Se queda el recado.

¡¡Y ahí!! ¿Te gusta? Disfrutar y entrar en el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te veo en el próximo post..

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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Capa:vignette.wikia.nocookie.net/gameofthrones/images/0/0e/Black_and_White_Lord_of_Light.jpg/revision/latest?cb=20150608200849

gameofthrones.fandom.com/pt-br/wiki/Religião

i.ytimg.com/vi/VxZdgv9WmnE/maxresdefault.jpg

omelete.com.br/game-thrones/game-of-thrones/game-of-thrones-os-outros-e-azor-ahai

gameofthrones.fandom.com/pt-br/wiki/R%27hllor

omelete.com.br/game-thrones/game-of-thrones/quem-e-o-deus-de-melisandre

pt.wikipedia.org/wiki/The_Wheel_of_Time

vignette.wikia.nocookie.net/wot/images/7/7f/Yellow_Aes_Sedai.jpg/revision/latest?cb=20131116115724

s.aficionados.com.br/imagens/azorahai.jpg

worldofcovers.files.wordpress.com/2011/05/robertjordanbs_wheeloftime1.jpg

3.bp.blogspot.com/-nmCgnssrv7g/XBUs2tuVd5I/AAAAAAAAXD8/uz51Yai67-MSRnkCqlUpZPEhLcXwUgKCACLcBGAs/s1600/Sofia%2BAugusto%2BSEven%2BAjahs.jpg

wot.fandom.com/wiki/Ajah

fangirlquest.com/wp-content/uploads/2016/12/american-gods-cover-art.jpg

comicsbeat.com/wp-content/uploads/2017/04/7b71c25e-b5a3-4da9-9dae-c8d6ce2fbcfa.jpg?w=640

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Valar Morghulis …Valar Dohaeris

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Valar Morghulis …Valar Dohaeris.

Hoje vivemos um frisson pela proximidade (é amanhã dia 14/04/2019) que estreia a oitava (e última) temporada da sensacional série “Game of Thrones”.  E o PHANTASTICUS não pode ficar fora deste momento mágico.  Assim, como dizem: Valar Morghulis …Valar Dohaeris.

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“Valar Morghulis”, é um termo em alto valiriano – muito utilizado em Essos, que é traduzido para a língua comum como “todos os homens devem morrer”.  E Valar Dohaeris serve como contra resposta, e significa “todos os homens devem servir”.

O blog já falou muitas vezes sobre a obra que deu origem a série da HBO.  A obra “A Song of Ice and Fire” (As Crônicas de Gelo e Fogo) teve mais de 10 posts e continuaremos a falar da obra do brilhante escritor George R R Martin.

Se você quer recordar alguns dos posts do PHANTASTICUS seguem os links.:

jotacortizo.wordpress.com/2017/07/15/game-of-thrones-supera-cronicas-de-gelo-e-fogo/

jotacortizo.wordpress.com/2016/05/28/uma-viagem-incrivel-a-westeros-e-outras-terras-criadas-por-george-r-r-martin-un-viaje-increible-a-westeros-y-otras-tierras-creadas-por-george-r-r-martin/

jotacortizo.wordpress.com/2015/04/12/got-game-of-thrones-o-mundo-fantastico-de-westeros-el-fantastico-mundo-de-westeros/

Hoje, o PHANTASTICUS vai explorar um pouco da “fonte” das expressões que dão título ao post.  Era uma vez… Vamos deixar disto.

Bem, no noroeste de Essos, bem na parte extrema do mapa, onde o mar estreito e o Mar Tremente se encontram, está Braavos.

Mapa de EssosBraavos 1

Uma cidade que fica em uma laguna, formada por várias ilhas. Por estar sempre perto da água, o meio mais rápido de locomoção são os barcos (Braavos é um dos maiores portos do mundo).  O aspecto mais interessante da cidade é que ela foi formada por escravos fugidos e isso a tornou um lugar livre e cheio de diversidade. Cada pessoa veio de um local diferente e todos são respeitados. Nenhuma religião se sobrepõe a outra e a maioria delas possui templos. Como cada um falava uma língua, o valiriano se tornou predominante, pois era o idioma de seus antigos mestres.

Fuga e fundação de Braavos

Ao contrário das outras cidades livres, Braavos nunca foi parte do povo livre de Valiría. Sendo a mais nova das cidades livres, Braavos foi fundada por escravos fugitivos. Os escravos se rebelaram e viajaram o mais longe possível. De acordo com as histórias de Braavos, era um grupo de mulheres escravas das terras de Jogos Nhai, os moonsingers, que predisseram onde o abrigo poderia ser encontrado. Assim, os escravos viajaram para a lagoa distante, escondidos da vista dos dragões. Os fundadores de Braavos arriscaram suas vidas pela liberdade e juraram que ninguém em sua cidade seria um escravo. Este voto tornou-se a “Primeira Lei de Braavos”.

Tita_de_Bravos

O Titã de Braavos é uma fortaleza em formato de um guerreiro, formada de pedra e bronze.

colosso-de-rodes-28160650279319

Curiosidade: Provável inspiração para o Titã, seria o seu equivalente histórico, o outrora orgulhoso “Colosso de Rhodes”. Erguido pelos gregos sobre o porto da esquecida polis de Rhodes, esse triunfo da engenharia do passado serviu, à semelhança do Titã, de farol para os viajantes – até ser derrubado de suas bases por um terremoto e desaparecer no mar.

A fortaleza/estátua guarda a entrada principal da cidade com seus 120 metros de altura. Cada pé está em cima de uma montanha e para entrar na cidade tem que se passar por baixo dele. O Titã também é uma arma de guerra – salpicado de seteiras e alçapões, constitui uma grande ameaça para invasores. Em tempos de guerra, as seteiras jorram flechas e os alçapões vomitam piche ardente sobre os atacantes.  Nos livros, ele possui cabelos verdes e seus olhos são imensas fogueiras de farol que iluminam o caminho dos navios. Em algumas moedas locais pode se ver o Titã.

Porto

Como falamos, Braavos é um dos maiores portos do mundo e desta forma, trouxe muita riqueza, se tornando a mais rica das Cidades Livres, e não por acaso é também a sede do Banco de Ferro, fonte de empréstimo de reis e lordes de Westeros.  Até Stannis Baratheon e Davos já se submeteram e se humilharam para ter ajuda financeira destes. Mas é preciso tomar cuidado pois o Banco sempre terá o que lhe é devido e é conhecido por derrubar senhores e príncipes. Por ter esse poder, o Banco de Braavos é uma das organizações mais importantes do mundo.

A esgrima dos braavosi é famosa. Eles lutam sem armaduras e com uma espada bem mais fina do que as de Westeros. Os melhores espadachins são conhecidos como dançarinos das águas. Lembra do professor de “dança” da Arya da primeira temporada? Syrio Forel, por exemplo, é um bravo mestre lutador de espadas, originalmente da Cidade Livre de Braavos, onde passou nove anos como “Primeira Espada” da cidade, antes de se mudar para Porto Real.  Lá foi o mestre de Arya Stark.

Arya

“Apenas existe um deus; e seu nome é Morte. E apenas tem uma coisa para se dizer para a Morte; ‘Hoje não’.” De Syrio Forel para Arya Stark.

Todos os deuses são honrados em Braavos e, portanto, há muitos templos e santuários que se encontram na cidade. A maioria dos templos está localizada na Ilha dos deuses no centro da cidade. Entre eles está o Templo dos Moonsingers, que liderou os refugiados originais de Braavosi para as ilhas. É o maior templo, e foi construído em mármore branco com uma cúpula prateada, janelas de vidro de leite que mostram todas as fases da lua, e um par de donzelas de mármore flanqueia seus portões.

Casa_do_Preto_e_do_Branco

Outro templo importante para a trama das “Crônicas” é a Casa de Preto e Branco (onde os “Homens Sem Rosto” estão instalados).  Lá o Deus de muitas faces é reverenciado – e lá Arya aperfeiçoa seu lado “Ninguém”, sob a tutela de Jaqen H’ghar.

“Jaqen H’ghar” é o pseudônimo assumido por um dos “Homens Sem Rosto” de Bravos, uma ordem temida de assassinos misteriosos, com raízes em Valíria, com a capacidade de mudar sua aparência à sua vontade. Ele já foi um criminoso de nome Lorathi que tirou Arya Stark de Porto Real. Depois que a persona Jaqen não é mais útil para ele, o Homem sem rosto se transforma em uma nova aparência e diz a Arya que ele a treinará para ser um Homem Sem Rosto se ela for com ele. Depois, Arya viaja para Bravos para procurar por Jaqen e encontra-lo na Casa de Preto e Branco, e ele a treina. Seu treinamento está completo ao matar o Waif e ele considera que ela não é “ninguém”.

Momento conspiração: Há uma teoria de que Syrio Forel e Jaqen H’ghar seriem a mesma pessoa – um Homem Sem Rosto.

Valar Morghulis …Valar Dohaeris são expressões (ou senhas) muito utilizadas pelos “Homens Sem Rosto”.

Bem, acho que agora encerramos o post de hoje e inicia-se a preparação para a estreia de GOT8Season.  E quando o primeiro episódio começar, HODOR!! HODOR!! (Hold the door) e não deixe ninguém te incomodar.

E aí!! Gostou? Aproveite e entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te vejo no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Valar Morghulis …Valar Dohaeris.

Hoy vivimos un frisson por la proximidad (es mañana día 14/04/2019) que estrena la octava (y última) temporada de la sensacional serie “Game of Thrones”. Y el PHANTASTICUS no puede quedarse fuera de este momento mágico. Así, como dicen: Valar Morghulis … Valar Dohaeris.

“Valar Morghulis”, es un término en alto valiriano – muy utilizado en Essos, que se traduce a la lengua común como “todos los hombres deben morir”. Y Valar Dohaeris sirve como contra respuesta, y significa “todos los hombres deben servir”.

El blog ya ha hablado muchas veces sobre la obra que dio origen a la serie de HBO. La obra “A Song of Ice and Fire” (Las Crónicas de Hielo y Fuego) tuvo más de 10 posts y seguiremos hablando de la obra del brillante escritor George R R Martin.

Si quieres recordar algunos de los posts de PHANTASTICUS siguen los links:

jotacortizo.wordpress.com/2017/07/15/game-of-thrones-supera-cronicas-de-gelo-e-fogo/

jotacortizo.wordpress.com/2016/05/28/uma-viagem-incrivel-a-westeros-e-outras-terras-criadas-por-george-rr-martin-un-viaje-increible-a-westeros-y- otras-Tierras-creadas por George-rr-Martin /

jotacortizo.wordpress.com/2015/04/12/got-game-of-thrones-o-mundo-fantastico-de-westeros-el-fantastico-mundo-de-westeros/

Hoy, el PHANTASTICUS va a explorar un poco de la “fuente” de las expresiones que dan título al post. Era una vez … Vamos a dejarlo.

Bien, en el noroeste de Essos, justo en la parte extrema del mapa, donde el mar estrecho y el Mar Tremente se encuentran, está Bravos.

Una ciudad que se encuentra en una laguna, formada por varias islas. Por estar siempre cerca del agua, el medio más rápido de locomoción son los barcos (Bravos es uno de los mayores puertos del mundo). El aspecto más interesante de la ciudad es que ella fue formada por esclavos huidos y eso la hizo un lugar libre y lleno de diversidad. Cada persona vino de un lugar diferente y todos son respetados. Ninguna religión se superpone a la otra y la mayoría de ellas tienen templos. Como cada uno hablaba una lengua, el valiriano se hizo predominante, pues era el idioma de sus antiguos maestros.

A diferencia de otras ciudades libres, Bravos nunca fue parte del pueblo libre de Valiría. Siendo la más joven de las ciudades libres, Bravos fue fundada por esclavos fugitivos. Los esclavos se rebelaron y viajaron lo más lejos posible. De acuerdo con las historias de Bravos, era un grupo de mujeres esclavas de las tierras de Juegos Nhai, los moonsingers, que predisieron donde el abrigo podría ser encontrado. Así, los esclavos viajaron a la laguna lejana, escondidos de la vista de los dragones. Los fundadores de Bravos arriesgaron sus vidas por la libertad y juraron que nadie en su ciudad sería un esclavo. Este voto se convirtió en la “Primera Ley de Bravos”.

El Titán de Bravos es una fortaleza en forma de un guerrero, formada de piedra y bronce.

Curiosidad: Probable inspiración para el Titán sería su equivalente histórico, el otrora orgulloso “Coloso de Rodas”. El triunfo de la ingeniería del pasado sirvió, al igual que el Titán, de faro para los viajeros, hasta ser derribado de sus bases por un terremoto y desaparecer en el mar, erigido por los griegos sobre el puerto del olvido polis de Rodas.

La fortaleza / estatua guarda la entrada principal de la ciudad con sus 120 metros de altura. Cada pie está sobre una montaña y entrar en la ciudad tiene que pasar por debajo de él. El Titán también es un arma de guerra – salpicado de siete y trampas, constituye una gran amenaza para los invasores. En tiempos de guerra, las siete ruedas manosean flechas y las trampas vomitan alquitrán ardiente sobre los atacantes. En los libros, él tiene cabellos verdes y sus ojos son inmensas fogatas de faro que iluminan el camino de los barcos. En algunas monedas locales se puede ver el Titán.

Como hemos hablado, Bravos es uno de los mayores puertos del mundo y de esta forma ha traído mucha riqueza, convirtiéndose en la más rica de las Ciudades Libres, y no por casualidad es también la sede del Banco de Hierro, fuente de préstamo de reyes y lores de Westeros. Hasta Stannis Baratheon y Davos ya se sometieron y se humillaron para tener ayuda financiera de éstos. Pero hay que tener cuidado porque el Banco siempre tendrá lo que le es debido y es conocido por derribar señores y príncipes. Por tener ese poder, el Banco de Braves es una de las organizaciones más importantes del mundo.

La esgrima de los braavosi es famosa. Ellos luchan sin armaduras y con una espada mucho más fina que las de Westeros. Los mejores espadachines son conocidos como bailarines de las aguas. ¿Recuerda el profesor de “danza” de Arya de la primera temporada? Sirio, por ejemplo, es un valiente maestro luchador de espadas, originalmente de la Ciudad Libre de Bravos, donde pasó nueve años como “Primera Espada” de la ciudad, antes de mudarse a Puerto Real. Allí fue el maestro de Arya Stark.

“Sólo existe un dios, y su nombre es Muerte, y sólo tiene una cosa para decir a la Muerte, ‘Hoy no’. De Syrio Forel para Arya Stark.

Todos los dioses son honrados en Bravos y, por lo tanto, hay muchos templos y santuarios que se encuentran en la ciudad. La mayoría de los templos están ubicados en la Isla de los dioses en el centro de la ciudad. Entre ellos está el Templo de los Moonsingers, que dirigió a los refugiados originales de Bravosi a las islas. Es el templo más grande, y fue construido en mármol blanco con una cúpula plateada, ventanas de cristal de leche que muestran todas las fases de la luna, y un par de doncellas de mármol flanquean sus puertas. Otro templo importante para la trama de las “Crónicas” es la Casa de Blanco y negro (donde los “hombres sin rostro” están instalados). Allí el Dios de muchas caras es reverenciado – y allí Arya perfecciona su lado “Nadie”, bajo la tutela de Jaqen H’ghar.

“Jaqen H’ghar” es el pseudónimo asumido por uno de los “hombres sin rostro” de Bravos, una orden temida de asesinos misteriosos, con raíces en Valíria, con la capacidad de cambiar su apariencia a su voluntad. Él ya fue un criminal de nombre Lorathi que sacó a Arya Stark de Puerto Real. Después de que la persona Jaqen no es más útil para él, el Hombre sin rostro se transforma en una nueva apariencia y le dice a Arya que él la entrenará para ser un Hombre sin rostro si ella va con él. Después, Arya viaja a Bravos para buscar por Jaqen y encontrarlo en la Casa de Blanco y Negro, y él la entrena. Su entrenamiento está completo al matar al Waif y él considera que ella no es “nadie”.

Momento conspiración: Hay una teoría de que Syrio Forel y Jaqen H’ghar serían la misma persona – un hombre sin rostro.

Valar Morghulis … Valar Dohaeris son expresiones (o contraseñas) muy utilizadas por los “Hombres sin Rostro”.

Bueno, creo que ahora cerramos el post de hoy y se inicia la preparación para el estreno de GOT8Season. ¡¡Y cuando el primer episodio comienza, HODOR!! HODOR!! (Hold the door) y no dejes que nadie te molestes.

¡¡Y ahí!! ¿Te gusta? Disfrutar y entrar en el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te veo en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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gameofthrones.fandom.com/pt-br/wiki/Syrio_Forel

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gameofthrones.fandom.com/wiki/Jaqen_H%27ghar

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omelete.com.br/game-of-thrones/bravos-e-os-homens-sem-rosto

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