Clássicos III – Moby Dick, a fúria branca

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Clássicos III – Moby Dick, a fúria branca.

O PHANTASTICUS continua com o projeto de valorização dos clássicos da literatura de fantasia/aventura.  É primordial reforçar a importância destes grandes livros, para muitas gerações – até os dias de hoje.

O livro de hoje, foi um dos grandes livros que li em minha vida. Recheado de ação e realismo, trouxe uma narrativa importante na minha visão de mundo – até então.  É válido ressaltar que para muitos esta pode ser uma leitura ultrapassada, mas ultrapasse este preconceito e mergulhe nas páginas do livro e tenho certeza absoluta que quem o fizer, não vai se arrepender.  E que tal começar com nosso clássico de hoje.  Com vocês….

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“Moby-Dick; or, The Whale” (Moby-Dick ou A Baleia).

Este livro tem como autor o estadunidense Herman Melville e foi publicado em 1851.  Uma peculiaridade sobre o autor é que ele faleceu – em 1891 – quase completamente esquecido, sem conhecer o sucesso que sua mais importante obra, que estamos abordando hoje, alcançaria no século XX. O livro, foi dividido em três volumes, e quando publicado em 1851 com o título de “A baleia” não obteve sucesso de crítica, tendo sido considerado o principal motivo para o declínio da carreira do autor.

Moby-Dick

O nome da obra é o do cachalote enfurecido, de cor branca, “Moby Dick” que havendo sido ferido várias vezes por baleeiros, conseguiu destruí-los.  O livro foi revolucionário para a época, com descrições intrincadas e imaginativas das aventuras do narrador – Ismael – suas reflexões pessoais e grandes trechos de não-ficção, sobre variados assuntos, como baleias, métodos de caça a elas, arpões, a brancura do “protagonista” Moby Dick, detalhes sobre as embarcações, funcionamentos e armazenamento de produtos extraídos das baleias.

Curiosidade: O romance foi inspirado no naufrágio do navio “Essex”, comandado pelo capitão George Pollard, quando este foi atingido por uma baleia e afundou. Outra fonte de inspiração foi o cachalote albino Mocha Dick, supostamente morta na década de 1830 ao largo da ilha chilena de Mocha, que atacava os navios com premeditada ferocidade.

Ahab

Um dos grandes personagens do livro é o capitão Ahab – capitão do navio baleeiro “The Pequod”. É um sujeito instruído, que o difere dos seus marujos, mas é extremamente ranzinza e teimoso e devido ao seu caráter difícil tem muitos problemas de relacionamento com seus tripulantes. Ainda assim, mesmo com este temperamento, todos o respeitam muito, muito em parte por seu jeito autoritário e explosivo. Ahab é um experiente capitão e tem uma personalidade forte, normalmente odeia ser contrariado e escuta muito pouco as opiniões.  Ahab nutri um ódio profundo pela baleia branca devido ao fato dela ter arrancado sua perna que o obriga a substituir o membro por uma “prótese” de osso de baleia, deixando-o coxo.

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Já Moby Dick, era a cachalote branca temida por todos os baleeiros.  Extremamente inteligente e muito mais forte e de maior tamanho que as outras baleias – diversos relatos apresentavam o gigante branco como defensor das demais e que ela ao ver suas companheiras serem caçadas as ajudava e destruía os baleeiros.

O livro pode despertar rancores quanto a crueldade para com as baleias.  Fato.  Não entenda estes marujos e seus capitães nem como vilões e nem sequer como heróis.  Entenda apenas o fato de que em pleno século XIX esta era uma atividade essencial, dada a dependência do óleo das baleias para fornecer combustível para iluminação das casas e ruas, como lubrificante, e na fabricação de sabão e até mesmo margarina.  Outros produtos de valor eram o espermacete, utilizado na indústria de cosméticos, o âmbar e as barbatanas para fazer espartilhos.

Curiosidade: O autor da obra, realmente trabalhou como marinheiro em navios de caça à baleia. Ele descreve as atividades com minúcia, o papel de cada homem naquele trabalho, os detalhes, tudo com um notável conhecimento de causa.

Por último, não podemos deixar de explora – um pouco – um dos protagonistas.  Ismael, o único tripulante sobrevivente do “Pequod”, é o narrador do livro. Como personagem, ele é alguns anos mais jovem que um narrador. Como ele era o narrador em primeira pessoa, a maioria das críticas de Moby Dick confundiu Ishmael com o próprio autor ou o desconsiderou. A partir de meados do século XX, os críticos distinguiram Ismael de Melville, estabelecendo a consciência mística e especulativa do personagem como uma força central em contraste com a força de vontade monomaníaca do capitão Ahab.  O leitor não é informado quanto tempo depois da viagem Ismael começa a contar sua aventura, a segunda frase “alguns anos atrás” é a única pista. Ele é o narrador, “a sensibilidade envolvente do romance” e “a imaginação através da qual todos os assuntos do livro passam”. Ele molda sua narrativa com o uso de muitos gêneros diferentes, incluindo sermões, peças teatrais, solilóquios, leituras emblemáticas. E há um segundo Ismael, que é o jovem que parte em busca de sustento e aventuras, e entra em uma aventura sombria do qual se torna o único sobrevivente.

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O clássico teve muitas adaptações, seja para cinema, tv e até para HQ’s.  Mas uma das principais foi para as telonas em 1956 e foi dirigido por John Huston, com roteiro de Ray Bradbury. O filme teve Gregory Peck (como Capitão Ahab), Richard Basehart (como Ismael) e Orson Welles (como Mapple) como principais estrelas.  Em 1998 a USA Network produziu a minissérie homônima ao livro e que teve como protagonistas Patrick Stewart (Capitão Ahab), Henry Thomas (Ismael) e Gregory Peck (Mapple).

Bem, terminamos.  Espere aí! Vale fechar com uma frase do nosso escritor de hoje.  Herman Melville: “Aquele que nunca falhou não pode ser um grande homem”.

Bem, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Clases III – Moby Dick, la furia blanca.

El PHANTASTICUS continúa con el proyecto de valorización de los clásicos de la literatura de fantasía / aventura. Es primordial reforzar la importancia de estos grandes libros, para muchas generaciones, hasta los días de hoy.

El libro de hoy, fue uno de los grandes libros que leí en mi vida. Recogido de acción y realismo, trajo una narrativa importante en mi visión de mundo – hasta entonces. Es válido resaltar que para muchos esta puede ser una lectura superada, pero sobrepase este preconcepto y sumérge en las páginas del libro y estoy segura absoluta que quien lo haga, no se arrepentirá. Y que tal comenzar con nuestro clásico de hoy. Con ustedes….

“Moby-Dick; o The Whale “(Moby-Dick o La Ballena).

Este libro tiene como autor al estadounidense Herman Melville y fue publicado en 1851. Una peculiaridad sobre el autor es que él falleció-en 1891- casi completamente olvidado, sin conocer el éxito que su más importante obra, que estamos abordando hoy, alcanzaría en el siglo XX. El libro, fue dividido en tres volúmenes, y cuando fue publicado en 1851 con el título de “La ballena” no obtuvo éxito de crítica, siendo considerado el principal motivo para el declive de la carrera del autor.

El nombre de la obra es el del cachalote enfurecido, de color blanco, “Moby Dick” que habiendo sido herido varias veces por balleneros, logró destruirlos. El libro fue revolucionario para la época, con descripciones intrincadas e imaginativas de las aventuras del narrador – Ismael – sus reflexiones personales y grandes extractos de no ficción, sobre variados asuntos, como ballenas, métodos de caza a ellas, arpones, la blancura del ” protagonista “Moby Dick, detalles sobre las embarcaciones, funcionamientos y almacenamiento de productos extraídos de las ballenas.

Curiosidad: La novela fue inspirada en el naufragio del barco “Essex”, comandado por el capitán George Pollard, cuando éste fue alcanzado por una ballena y se hundió. Otra fuente de inspiración fue el cachalote albino Mocha Dick, supuestamente muerta en la década de 1830 frente a la isla chilena de Mocha, que atacaba a los barcos con premeditada ferocidad.

Uno de los grandes personajes del libro es el capitán Ahab – capitán del buque ballenero “The Pequod”. Es un sujeto instruido, que lo diferencia de sus marujos, pero es extremadamente ranzinza y terco y debido a su carácter difícil tiene muchos problemas de relación con sus tripulantes. Aún así, incluso con este temperamento, todos lo respetan mucho, muy en parte por su manera autoritaria y explosiva. Ahab es un experimentado capitán y tiene una personalidad fuerte, normalmente odia ser contrariado y escucha muy poco las opiniones. Ahab nutri un odio profundo por la ballena blanca debido a que ella ha arrancado su pierna que le obliga a sustituir al miembro por una “prótesis” de hueso de ballena, dejándolo cojo.

Moby Dick, era el cachalote blanco temido por todos los balleneros. Extremadamente inteligente y mucho más fuerte y de mayor tamaño que las otras ballenas – diversos relatos presentaban el gigante blanco como defensor de las demás y que ella al ver a sus compañeras ser cazadas las ayudaba y destruía a los balleneros.

El libro puede despertar rencores como la crueldad hacia las ballenas. Hecho. No entienda estos marujos y sus capitanes ni como villanos ni siquiera como héroes. Entiende sólo el hecho de que en pleno siglo XIX esta era una actividad esencial, dada la dependencia del aceite de las ballenas para suministrar combustible para iluminación de las casas y calles, como lubricante, y en la fabricación de jabón e incluso margarina. Otros productos de valor eran el esperma, utilizado en la industria de cosméticos, el ámbar y las aletas para hacer corsés.

Curiosidad: El autor de la obra, realmente trabajó como marinero en buques de caza de ballenas. Él describe las actividades con minucia, el papel de cada hombre en aquel trabajo, los detalles, todo con un notable conocimiento de causa.

Por último, no podemos dejar de explotar -un poco, uno de los protagonistas. Ismael, el único tripulante sobreviviente del “Pequod”, es el narrador del libro. Como personaje, él es algunos años más joven que un narrador. Como él era el narrador en primera persona, la mayoría de las críticas de Moby Dick confundió a Ishmael con el propio autor o lo desconsideró. A partir de mediados del siglo XX, los críticos distinguieron a Ismael de Melville, estableciendo la conciencia mística y especulativa del personaje como una fuerza central en contraste con la fuerza de voluntad monomaníaca del capitán Ahab. El lector no es informado cuánto tiempo después del viaje Ismael comienza a contar su aventura, la segunda frase “algunos años atrás” es la única pista. Él es el narrador, “la sensibilidad envolvente de la novela” y “la imaginación a través de la cual todos los asuntos del libro pasan”. Él moldea su narrativa con el uso de muchos géneros diferentes, incluyendo sermones, piezas teatrales, sololones, lecturas emblemáticas. Y hay un segundo Ismael, que es el joven que parte en busca de sustento y aventuras, y entra en una aventura sombría del que se convierte en el único sobreviviente.

El clásico tuvo muchas adaptaciones, ya sea para cine, televisión e incluso para HQ’s. Pero una de las principales fue para las pantallas en 1956 y fue dirigido por John Huston, con el guión de Ray Bradbury. La película tuvo Gregory Peck (como Capitán Ahab), Richard Basehart (como Ismael) y Orson Welles (como Mapple) como principales estrellas. En 1998 la USA Network produjo la miniserie homónima al libro y que tuvo como protagonistas Patrick Stewart (Capitán Ahab), Henry Thomas (Ismael) y Gregory Peck (Mapple). Bien, terminamos. ¡Espera! Vale cerrar con una frase de nuestro escritor de hoy. Herman Melville: “Aquel que nunca falló no puede ser un gran hombre”.

¿Bueno, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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en.wikipedia.org/wiki/Moby-Dick pt.wikipedia.org

pt.wikipedia.org/wiki/Herman_Melville

br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20110224142349AA45WBh&guccounter=1

pt.wikipedia.org/wiki/Moby_Dick

en.wikipedia.org/wiki/Ishmael_(Moby-Dick)

alinevalek.com.br/blog/2015/01/moby-dick-e-a-crueldade/

upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fc/Bottle_of_whale_oil.jpg/320px-Bottle_of_whale_oil.jpg

i2.wp.com/minilua.com/wp-content/uploads/2014/08/Moby-Dick.jpg

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cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2011/05/mobydick1.jpg

upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/36/Moby-Dick_FE_title_page.jpg/320px-Moby-Dick_FE_title_page.jpg

publikador.com/publikador/images-upload/users/duofox-graphic-design-arte-e-literatura-moda-e-cultura/15705/moby-dick-uma-odisseia-de-metaforas-e-simbolismos.jpg

cinemadelwest.com.br/arquivos_loja/4330/Fotos/thumbs3/produto_Foto1_1840521.jpg

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Os corajosos e ousados de Godric Gryffindor

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Os corajosos e ousados de Godric Gryffindor.

O PHANTASTICUS vai falar hoje sobre uma figura enigmática de uma das grandes obras de LitFan dos últimos anos.  Tido como um homem de grande bravura, ousadia e coragem, ele era tido como o melhor duelista do seu tempo.  Seu lema: “Nós vamos ensinar todos aqueles com atos corajosos ao seu nome”.  Com vocês, um dos quatro fundadores da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, Godric Gryffindor.

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Gryffindor é um dos personagens criados pela autora inglesa J. K. Rowling em sua saga “Harry Potter”.  Ele veio de um pântano que agora é conhecido como Godric Hollows (também o lugar de nascimento de Harry James Potter em 31 de julho de 1980) uma pequena vila de West Country, na Inglaterra.  Nasceu em uma família tradicionalmente bruxa, na Inglaterra, em uma época em que poucos admitiam possuir magia em seu sangue, devido às perseguições. Não havia um ensino completo sobre magia, já que poucos bruxos se arriscavam a ensinar e a aprender esta arte, por isso eram necessários vários duros anos de preparação. Então, ainda jovem iniciou seus estudos em escolas de bruxaria secretas por todo o pais. Tornou-se um bruxo bastante poderoso e dominava vários ramos da magia, principalmente a transformação. Ele valorizava muito a coragem, a bravura, o controle dos nervos e o cavalheirismo. A casa que leva seu nome, tem como mascote o leão e suas cores são escarlate e dourado. A diretora desta casa (ao longo dos sete livros) é a professora Minerva McGonagall (professora de Transfiguração e, também, Diretora Adjunta), e o fantasma da casa é Sir Nicholas de Mimsy-Porpington, mais comumente conhecido como Nick Quase Sem Cabeça. De acordo com a escritora, a casa corresponde ao elemento fogo.

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Um dos “acessórios” mais importantes da saga (fora as varinhas) e uma das relíquias dos fundadores da escola de magia, é a espada de Gryffindor.  A arma foi feita há um milênio por duendes, os ferreiros mais habilidosos do mundo bruxo, e é, portanto, encantada. Moldada a partir de prata pura, é cravejada por rubis, a pedra que representa a casa na ampulheta que conta os pontos das casas em Hogwarts. O nome de Godric Gryffindor está gravado logo abaixo do punho.

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A espada foi feita de acordo com as especificações de Godric Gryffindor por Ragnuk, o Primeiro, o mais refinado dos duendes ferreiros, e, portanto, Rei (na cultura dos duendes, o governante não trabalha mais que os outros, mas mais habilmente). Quando ela foi finalizada, Ragnuk a cobiçou tanto que ele fingiu que Gryffindor a havia roubado dele, e enviou subordinados para roubá-la de volta. Gryffindor se defendeu com sua varinha, mas não matou os atacantes.  Ele os enviou, de volta, para o seu Rei enfeitiçados, para entregarem a ameaça de que se ele tentasse roubar Gryffindor novamente, o bruxo iria desembainhar a espada contra todos eles.

Obs.: O duende rei tomou a ameaça seriamente e deixou com Gryffindor a posse da espada, mas continuou ressentido até sua morte. Essa foi a base para a falsa lenda do roubo feito por Gryffindor que persiste, em algumas partes da comunidade de duendes, até hoje.

A espada de Gryffindor pode ter sido inspirada na lenda de Excalibur, a espada do Rei Arthur, que em algumas versões deve ser retirada da pedra pelo devido rei. A ideia de aptidão para carregar a espada ecoa no retorno da espada de Gryffindor para membros merecedores da casa do seu verdadeiro dono.  A espada (assim como uma varinha mágica) parece ser quase consciente, respondendo aos apelos por ajuda dos sucessores escolhidos de Gryffindor; e, assim como uma varinha, parte de sua magia é absorver aquilo que a fortalece e que pode, posteriormente, ser usado contra inimigos.

Se quiser ter uma visão dos quatro fundadores de Hogwarts não deixe de ler o post do PHANTASTICUS de 26 de novembro de 2016: //jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/os-fundadores-de-hogwarts/.

Curiosidade: sobre Godric, que foi um grande lutador pelos direitos dos “trouxas” (conta-se que seria “nascido-trouxa”) –  de acordo com J.K. Rowling.  E sobre sua espada, como as armas forjadas por duendes possuem o poder de absorver tudo que a fortaleça, o veneno do basilisco impregna a espada, permitindo a esta ser usada para destruir três horcruxes de Voldemort (o anel dos Peverell, o medalhão de Slytherin, e a cobra Nagini). Esta espada também foi uma tentativa de Voldemort para criar uma de suas horcruxes, mas ele nunca conseguiu isso graças à vigilância incessante de Albus Dumbledore.

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Um último ponto (e por que não uma curiosidade) sobre Godric é que ele preocupado com a seleção futura dos alunos, tirou o próprio chapéu e tornou-o capaz de classificar os alunos imparcialmente.  E eis que nasceu o Chapéu Seletor.  Mágico isso!

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Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Los valientes y osados de Godric Gryffindor.

El PHANTASTICUS va a hablar hoy sobre una figura enigmática de una de las grandes obras de LitFan de los últimos años. Tido como un hombre de gran bravura, osadía y coraje, él era tenido como el mejor duelista de su tiempo. Su lema: “Vamos a enseñar a todos aquellos con actos valientes a su nombre”. Con ustedes, uno de los cuatro fundadores de la Escuela de Magia y Brujería de Hogwarts, Godric Gryffindor.

Gryffindor es uno de los personajes creados por la autora inglesa J. K. Rowling en su saga “Harry Potter”. Él vino de un pantano que ahora es conocido como Godric Hollows (también el lugar de nacimiento de Harry James Potter el 31 de julio de 1980) una pequeña aldea de West Country, en Inglaterra. Nació en una familia tradicionalmente bruja, en Inglaterra, en una época en que pocos admitían poseer magia en su sangre, debido a las persecuciones. No había una enseñanza completa sobre la magia, ya que pocos magos se arriesgaban a enseñar ya aprender este arte, por lo que eran necesarios varios duros años de preparación. Entonces, aún joven inició sus estudios en escuelas de brujería secretas por todo el país. Se convirtió en un brujo bastante poderoso y dominaba varias ramas de la magia, principalmente la transformación. Él valoraba mucho el coraje, la bravura, el control de los nervios y el caballerismo. La casa que lleva su nombre, tiene como mascota el león y sus colores son escarlata y dorado. La directora de esta casa (a lo largo de los siete libros) es la profesora Minerva McGonagall (profesora de Transfiguración y también directora adjunta), y el fantasma de la casa es Sir Nicholas de Mimsy-Porpington, más comúnmente conocido como Nick Casi sin Cabeza. De acuerdo con la escritora, la casa corresponde al elemento fuego.

Uno de los “accesorios” más importantes de la saga (fuera de las varillas) y una de las reliquias de los fundadores de la escuela de magia, es la espada de Gryffindor. El arma fue hecha hace un milenio por duendes, los hereros más hábiles del mundo brujo, y es, por lo tanto, encantada. Moldada a partir de plata pura, es clavada por rubíes, la piedra que representa la casa en el reloj de arena que cuenta los puntos de las casas en Hogwarts. El nombre de Godric Gryffindor está grabado justo debajo del puño.

La espada fue hecha de acuerdo con las especificaciones de Godric Gryffindor por Ragnuk, el primero, el más refinado de los duendes herreros, y por lo tanto Rey (en la cultura de los duendes, el gobernante no trabaja más que los demás, pero más hábilmente). Cuando ella fue finalizada, Ragnuk la codició tanto que él fingió que Gryffindor la había robado de él, y envió subordinados para robarla de vuelta. Gryffindor se defendió con su varita, pero no mató a los atacantes. Él los envió, de vuelta, a su Rey hechizado, para entregar la amenaza de que si él intentase robar a Gryffindor nuevamente, el brujo desenvaina la espada contra todos ellos.

Obs .: El duende rey tomó la amenaza seriamente y dejó con Gryffindor la posesión de la espada, pero continuó resentido hasta su muerte. Esta fue la base para la falsa leyenda del robo hecho por Gryffindor que persiste, en algunas partes de la comunidad de duendes, hasta hoy.

La espada de Gryffindor puede haber sido inspirada en la leyenda de Excalibur, la espada del Rey Arturo, que en algunas versiones debe ser retirada de la piedra por el debido rey. La idea de aptitud para llevar la espada resuena en el retorno de la espada de Gryffindor a miembros merecedores de la casa de su verdadero dueño. La espada (así como una varita mágica) parece ser casi consciente, respondiendo a los llamados por ayuda de los sucesores escogidos de Gryffindor; y, al igual que una varita, parte de su magia es absorber lo que la fortalece y que posteriormente puede ser usado contra enemigos.

Si quieres tener una visión de los cuatro fundadores de Hogwarts no dejes de leer el post del PHANTASTICUS del 26 de noviembre de 2016: //jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/os-fundadores-de-hogwarts/.

Curiosidad: sobre Godric, que fue un gran luchador por los derechos de los “muggles” (se cuenta que sería “nacido-muggle”) – de acuerdo con J.K. Rowling. Y sobre su espada, como las armas forjadas por duendes poseen el poder de absorber todo lo que la fortalece, el veneno del basilisco impregna la espada, permitiendo a ésta ser usada para destruir tres horcruxes de Voldemort (el anillo de los Peverell, el medallón de Slytherin, , y la serpiente Nagini). Esta espada también fue un intento de Voldemort para crear una de sus horrendas, pero él nunca lo consiguió gracias a la vigilancia incesante de Albus Dumbledore.

Un último punto (y por qué no una curiosidad) sobre Godric es que él preocupado por la selección futura de los alumnos, sacó su propio sombrero y lo hizo capaz de clasificar a los alumnos imparcialmente. Y he aquí que nació el Sombrero Selector. ¡Mágico eso!

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

pt.wikipedia.org/wiki/Godric_Gryffindor

pottermore.com/explore-the-story/godric-gryffindor

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opdiario.com/2015/06/de-jk-rowling-espada-de-gryffindor.html

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pottermore.wikia.com/wiki/Gryffindor_Crest

numsabo.wordpress.com/2010/04/26/as-7-espadas-famosas-da-historia/

cdn1.bigcommerce.com/server600/cfe7c/products/3140/images/8108/Gryffindor-_HP__82582.1507263201.1280.1280.jpg?c=2

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historia-da-magia-rpg.weebly.com/12-godric-gryffindor.html

pt.wikipedia.org/wiki/Harry_James_Potter#/media/File:Harry_James_Potter1.jpg

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Clássicos II – A Ilha do Tesouro, por Robert L. Stevenson

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Clássicos II – A Ilha do Tesouro, por Robert L. Stevenson.

O PHANTASTICUS dá sequência ao projeto de valorização dos clássicos da literatura de fantasia/aventura.  Gostaria de reforçar a importância destes grandes livros, para muitas gerações.   O livro de hoje, foi um dos primeiros que li em minha infância e deu um “sabor todo especial” a minha imaginação. Vale ressaltar que para muitos pode ser uma leitura ultrapassada, mas se der uma chance e mergulhar nestas páginas tenho certeza absoluta que quem o fizer não se arrependerá.  E vamos deixar de blá, blá, blá e começar com nosso clássico de hoje.  E com vocês…..

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“Treasure Island” (A Ilha do Tesouro).  Obra escrita e publicada pelo escocês Robert Louis Stevenson em 1883.

Stevenson foi um influente novelista, poeta e escritor de roteiros de viagem britânico, nascido na Escócia. Escreveu muitos clássicos importantes (que iremos falar futuramente).  Considerado um dos mais importantes escritores britânicos do século XIX, está entre os autores mais traduzidos em todo o mundo. Foi, em vida, também um ferrenho ativista político, crítico social e humanista.

No livro, um garoto chamado Jim Hawkins cujos pais são proprietários e moradores de uma pequena pensão (mais conhecida como Hospedaria Almirante Benbow), numa cidade litorânea da Inglaterra, vive diversas aventuras após a chegada de um velho lobo do mar – Capitão Billy Bones, um ex-pirata, que vem a morrer na hospedaria – em circunstâncias muito misteriosas. Pouco depois que seu pai também morre e Hawkins descobre um mapa no baú do Capitão, que ficara com eles, e parte para uma aventura primeiro a bordo do navio Hispaniola e, depois, na Ilha do Esqueleto (ou Ilha do Tesouro) onde os “X” (sim, mais de um) marcam a fortuna escondida pelo lendário Capitão Flint – o mais sanguinário dos piratas que alguma vez cruzou os mares. O livro é uma narrativa cheia de ação e aventura, falando muito de “bucaneiros e ouro enterrado”. Sua influência é enorme na percepção popular de piratas, incluindo elementos como escunas, a Mancha Negra, ilhas tropicais e marinheiros de uma perna com papagaios em seus ombros.

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Uma curiosidade: Foi nesse livro que pela primeira vez apareceu um mapa do tesouro, onde a arca cheia de ouro enterrada estava marcada com um grande X, hoje tão comum nesse tipo de história.

Enquanto Hawkins é a versão perfeita do garoto aventureiro, conhecemos Long John Silver, o cozinheiro do navio, é a dinamicidade do pirata. Esperto, egoísta, capaz de trair a tudo e a todos, mas com um lado fraco por Hawkins, talvez por ver-se quando mais jovem no menino, ele é o grande personagem da obra. Dono de uma habilidade ímpar com a palavra, capaz de convencer todos de qualquer coisa que quiser, Silver, que fora imediato do Capitão Flint, é, de certa forma, visto com uma reverência temerosa por Hawkins que reconhece sua natureza traiçoeira, mas também suas qualidades que incluem um controle absoluto da muleta que usa no lugar de sua perna perdida anos atrás e sua lábia destruidora, além de um verniz inegável de coragem e uma certa – ainda que extremamente duvidosa – moralidade. Se Hawkins é o protagonista e com quem mais facilmente nos identificamos, é por Silver que torcemos secretamente.

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“Treasure Island” foi originalmente serializado na revista infantil “Young Folks” entre 1881 e 1882 sob o título “Treasure Island” (O Motim da Hispaniola), creditado ao pseudônimo de “Capitão George North”. Foi publicado pela primeira vez como um livro em 14 de novembro de 1883, pela Cassell & Co. (o livro foi publicado um dia após o aniversário do autor, que então fazia 33 anos).

Neste ano, o livro completará 135 anos de publicação. Fantástico!!

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O livro recebeu muitas adaptações para cinema, TV e teatro ao longo do tempo (foram cerca de 50).  Uma delas com Orson Wells interpretando Long John Silver, de 1972 teve uma grande aceitação.  Uma outra produção, de 1990, nos trouxe Charlton Heston as Long John Silver e o então jovem Christian Bale (com dezesseis anos quando do lançamento) como Jim Hawkins.  Demais!!!

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Ler e reler “A Ilha do Tesouro” é um prazer inenarrável. E passar as aventuras de Jim Hawkins, e os piratas com quem ele se envolve, para as novas gerações é obrigação de todos nós. Afinal, piratas com perna de pau e papagaio no ombro são absolutamente irresistíveis.  Não são?

“A ficção é para o homem adulto o que o brinquedo representa para a criança”. Esta frase, atribuída ao escocês Robert Louis Stevenson, representa não apenas o espírito da sua obra, mas, sobretudo, o poder da LitFan enquanto mundo alternativo, um mergulho num mundo paralelo onde o leitor se torna um outro, viajando até mundos distantes e fazendo, da impossibilidade, o seu dia a dia.

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Que tal? Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Clásicos II – La Isla del Tesoro, por Robert L. Stevenson.

El PHANTASTICUS da seguimiento al proyecto de valorización de los clásicos de la literatura de fantasía / aventura. Me gustaría reforzar la importancia de estos grandes libros para muchas generaciones. El libro de hoy, fue uno de los primeros que leí en mi infancia y dio un “sabor todo especial” a mi imaginación. Es importante resaltar que para muchos puede ser una lectura superada, pero si da una oportunidad y sumergirse en estas páginas tengo certeza absoluta que quien lo haga no se arrepentirá. Y vamos a dejar de bla, bla, bla y empezar con nuestro clásico de hoy. Y con ustedes …..

“Treasure Island” (La Isla del Tesoro). Obra escrita y publicada por el escocés Robert Louis Stevenson en 1883.

Stevenson fue un influyente novelista, poeta y escritor de guiones de viaje británico, nacido en Escocia. Escribió muchos clásicos importantes (que vamos a hablar en el futuro). Considerado uno de los más importantes escritores británicos del siglo XIX, está entre los autores más traducidos en todo el mundo. Fue, en vida, también un férreo activista político, crítico social y humanista.

En el libro, un chico llamado Jim Hawkins cuyos padres son propietarios y moradores de una pequeña pensión (más conocida como Hostal Almirante Benbow), en una ciudad costera de Inglaterra, vive diversas aventuras después de la llegada de un viejo lobo del mar – Capitán Billy Bones, un ex pirata, que viene a morir en el albergue – en circunstancias muy misteriosas. Poco después que su padre también muere y Hawkins descubre un mapa en el baúl del Capitán, que se quedó con ellos, y parte para una aventura primero a bordo del barco Hispaniola y luego en la Isla del Esqueleto (o la Isla del Tesoro) donde los ” “X” (sí, más de uno) marcan la fortuna escondida por el legendario Capitán Flint – el más sanguinario de los piratas que alguna vez cruzó los mares. El libro es una narrativa llena de acción y aventura, hablando mucho de “bucaneros y oro enterrado”. Su influencia es enorme en la percepción popular de piratas, incluyendo elementos como escunas, la Mancha Negra, islas tropicales y marineros de una pierna con loros en sus hombros.

Una curiosidad: Fue en ese libro que por primera vez apareció un mapa del tesoro, donde el arca llena de oro enterrada estaba marcada con un gran X, hoy tan común en ese tipo de historia.

Mientras que Hawkins es la versión perfecta del chico aventurero, conocemos a Long John Silver, el cocinero de la nave, es la dinámica del pirata. Espero, egoísta, capaz de traicionar a todo ya todos, pero con un lado débil por Hawkins, tal vez por verse cuando más joven en el niño, él es el gran personaje de la obra. Dono de una habilidad impar con la palabra, capaz de convencer a todos de cualquier cosa que quiera, Silver, que fuera inmediato del Capitán Flint, es, en cierto modo, visto con una reverencia temerosa por Hawkins que reconoce su naturaleza traicionera, pero también sus las cualidades que incluyen un control absoluto de la muleta que usa en lugar de su pierna perdida años atrás y su labios destructor, además de un barniz innegable de coraje y una cierta -aunque extremadamente dudosa- moralidad. Si Hawkins es el protagonista y con quien más fácilmente nos identificamos, es por Silver que torcemos secretamente.

“Treasure Island” fue originalmente serializado en la revista infantil “Young Folks” entre 1881 y 1882 bajo el título “Treasure Island”, acreditado al pseudónimo de “Capitán George North”. Fue publicado por primera vez como un libro el 14 de noviembre de 1883, por Cassell & Co. (el libro fue publicado un día después del aniversario del autor, que entonces hacía 33 años).

Este año, el libro completará 135 años de publicación. Fantástico!!

El libro recibió muchas adaptaciones para el cine, la televisión y el teatro a lo largo del tiempo (fueron alrededor de 50). Una de ellas con Orson Wells interpretando a Long John Silver, de 1972 tuvo una gran aceptación. Otra producción, de 1990, nos traía Charlton Heston a las Long John Silver y el entonces joven Christian Bale (con dieciséis años en el lanzamiento) como Jim Hawkins. ¡¡¡Increíble!!!

Leer y releer “La Isla del Tesoro” es un placer inenarrable. Y pasar las aventuras de Jim Hawkins, y los piratas con quienes se involucra, para las nuevas generaciones es obligación de todos nosotros. Después de todo, los piratas con pierna de palo y loro en el hombro son absolutamente irresistible. ¿No son?

“La ficción es para el hombre adulto lo que representa el juguete para el niño”. Esta frase, atribuida al escocés Robert Louis Stevenson, representa no sólo el espíritu de su obra, sino, sobre todo, el poder de la LitFan como mundo alternativo, un buceo en un mundo paralelo donde el lector se convierte en otro, viajando hasta mundos distantes y haciendo de la imposibilidad, su día a día.

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Jota Cortizo

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planocritico.com/critica-a-ilha-do-tesouro-de-robert-louis-stevenson/

wikimedia.org/wikipedia/en/e/e9/Treasureposter.jpg

deusmelivro.com/mil-folhas/a-ilha-do-tesouro-robert-louis-stevenson-5-4-2016/

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Clássicos I – As Viagens Fantásticas de Gulliver, por Jonathan Swift

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Clássicos I – As Viagens Fantásticas de Gulliver, por Jonathan Swift.

O PHANTASTICUS começa um projeto para valorizar os clássicos da literatura de fantasia.  Dar a devida importância aos grandes livros, que preencheram a infância, a juventude e a idade adulta de boa parte das pessoas – que puderam ter esta oportunidade, pois vamos ser realistas.   Eu cresci com a leitura, brilhante, destas linhas, que me inebriavam e que enriqueceram minha imaginação e minha criatividade.  Bem, seguindo esta linha, vamos ao primeiro clássico.  Um livro que já sofreu várias adaptações para cinema, tv, e o que mais você quiser imaginar, e que nos encanta até hoje.  Com vocês…..

Gulliver

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Gulliver’s Travels – As Viagens de Gulliver.  A obra foi escrita por Jonathan Swift e publicada em 1726 – faltam 8 aninhos para a obra completar 3 séculos de publicação.  Isto mesmo! 300 anos.

Swift, escritor anglo-irlandês, panfletário político, poeta e clérigo, nos apresenta o conflito entre duas ilhas – Blefuscu e Liliput provavelmente inspiradas no conflito entre França e Inglaterra, respectivamente, no começo do século XVIII. E no meio deste conflito temos: Gulliver. O médico Lemuel Gulli, é o único sobrevivente de um naufrágio.  Ele consegue alcançar uma praia desconhecida. Exausto, desaba e adormece. Ao acordar, se vê amarrado até os cabelos ao chão.  Aí, começa a história.  Gulliver é aprisionado por uma raça de pessoas minúsculas, com menos de 15 centímetros de altura, que são os habitantes daquela ilha, de nome Lilliput. Depois de promessas de bom comportamento, ele passa residir em Lilliput e vira um favorito da corte local, e o rei lhe dá permissão para andar pela cidade desde que ele não machuque seus súditos.  Mas, como veremos no romance, o povo de Liliput age de forma traiçoeira contra Gulliver, e depois …

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Inicialmente, os Lilliputeanos são hospitaleiros com Gulliver, mas eles também têm receio da ameaça que seu tamanho representa a eles. Os Lilliputeanos logo se mostram um povo que gosta de exibições de autoridade e poder, e propenso a dar grande ênfase a questões triviais. Por exemplo, qual lado de um ovo que uma pessoa deve quebrar vira a base de uma divisão política profunda dentro da nação. Gulliver ajuda os a subjugar seus vizinhos da ilha de Blefuscu ao roubar seus navios. Porém, ele se recusa a reduzir Blefuscu a uma província de Lilliput, desagradando o rei e sua corte.

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Gulliver é acusado de traição, por, dentre outros crimes, urinar na capital quando ele estava apagando um incêndio e salvando várias vidas, é declarado culpado e é sentenciado a ser cegado. Com a ajuda de um amigo na corte, ele foge para Blefuscu. Lá, ele encontra um barco abandonado, e é avistado por um navio que o leva de volta para casa.  Termina a primeira das viagens do médico.  Mas muitas aventuras ainda o aguardavam – ao todo, o livro se divide em quatro viagens.

O escritor, nos mostra – nesta primeira viagem – as diferenças entre a população das duas ilhas – o povo de Blefuscu se mostra honesto e correto, enquanto os Lillipputeanos são mesquinhos, arrogantes e não cumpridores de suas promessas.  Swift compara com a França e a Inglaterra – dando algumas das características inglesas aos cidadãos de Lilliput, mostrando a má vontade de Swift em relação a seus conterrâneos britânicos.

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Vale lembrar que Swift escreveu este livro ao longo das duas primeiras décadas do século XVIII – onde a Inglaterra ainda vivia um processo de expansão marítima e de novas descobertas. Destacava-se, no período, o exotismo, as diferenças entre os britânicos e os nativos dessas “novas” terras.  Isto tudo, reforça a visão fantástica sobre política, sociedade e tudo mais deste brilhante autor.  E… Bem, vamos encerrar.  Mas que tal aproveitar e buscar este grande clássico e rememorar o quanto ele nos traz de fantasia, ficção, sátira e tantas coisas mais.

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Para finalizar, o livro de J. Swift foi e é um sucesso, recebendo várias adaptações para filmes, televisão e rádio.  Vejam algumas:  Le Voyage de Gulliver à Lilliput et chez les géants: Um curta mudo francês, diritigo por Georges Méliès; As Viagens de Gulliver (filme de 1939): produzido pela Fleischer Studios e Paramount Pictures; The Three Worlds of Gulliver (1960); The Adventures of Gulliver (1968): Série animada dirigida por William Hanna e Joseph Barbera; Gulliver’s Travels (1977); Gulliver’s Travels (1979): Desenho animado feito na Austrália; Gulliver in Lilliput (1982): Minissérie de televisão estrelada por Frank Finlay e Elisabeth Sladen; Gulliver’s Travels (1992): Série de televisão animada; Gulliver’s Travels (1996): Minissérie de televisão estrelada por Ted Danson e Mary Steenburgen; “Gulliver’s Travels” (1999): Drama de rádio das aventuras de Gulliver em Lilliput, produzida pela série Radio Tales para a National Public Radio; Albhutha Dweepu (2005): Um filme malasiano baseado nas viagens de Gulliver, estrelando Prithviraj and Mallika Kapoor; Gulliver’s Travels (2010) Versão planejada para as aventuras de Gulliver em Lilliput, estrelando Jack Black, Billy Connolly, James Corden, Amanda Peet, Chris O’Dowd.

O autor, nasceu em 30 de novembro de 1667 e veio a falecer em 19 de outubro de 1745 com 77 anos.  Terminamos o post com uma de suas frases:

“Um homem nunca deveria ter vergonha de confessar que errou, pois na verdade é como dizer, por outras palavras, que hoje ele é mais sábio do que foi ontem.”

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Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Clásicos I – Los Viajes Fantásticos de Gulliver, por Jonathan Swift.

El PHANTASTICUS comienza un proyecto para valorar los clásicos de la literatura de fantasía. Dar la debida importancia a los grandes libros, que llenaron la infancia, la juventud y la edad adulta de buena parte de las personas – que pudieron tener esta oportunidad, pues vamos a ser realistas. Yo crecí con la lectura, brillante, de estas líneas, que me embriagaban y que enriquecieron mi imaginación y mi creatividad. Bueno, siguiendo esta línea, vamos al primer clásico. Un libro que ya ha sufrido varias adaptaciones para cine, televisión, y lo que más usted quiere imaginar, y que nos encanta hasta hoy. Con ustedes…..

Gulliver’s Travels – Los Viajes de Gulliver. La obra fue escrita por Jonathan Swift y publicada en 1726 – faltan 8 anillos para la obra completar 3 siglos de publicación. ¡Eso mismo! 300 años.

  1. Swift, escritor anglo-irlandés, panfleto político, poeta y clérigo, nos presenta el conflicto entre dos islas – Blefuscu y Liliput probablemente inspiradas en el conflicto entre Francia e Inglaterra, respectivamente, a comienzos del siglo XVIII. Y en medio de este conflicto tenemos: Gulliver. El médico Lemuel Gulli, es el único sobreviviente de un naufragio. Él consigue alcanzar una playa desconocida. Exausto, deshace y adormece. Al despertar, se ve atado hasta los cabellos al suelo. Entonces comienza la historia. Gulliver es atrapado por una raza de personas minúsculas, con menos de 15 centímetros de altura, que son los habitantes de aquella isla, de nombre Lilliput. Después de promesas de buen comportamiento, pasa a residir en Lilliput y se convierte en un favorito de la corte local, y el rey le da permiso para caminar por la ciudad desde que no lastimar a sus súbditos. Pero, como veremos en la novela, el pueblo de Liliput actúa de forma traicionera contra Gulliver, y después …

Inicialmente, los Lilliputeanos son hospitalarios con Gulliver, pero también temen la amenaza que su tamaño representa a ellos. Los Lilliputeanos pronto se muestran un pueblo que gusta de exhibiciones de autoridad y poder, y propenso a dar gran énfasis a cuestiones triviales. Por ejemplo, qué lado de un huevo que una persona debe romper se convierte en la base de una división política profunda dentro de la nación. Gulliver les ayuda a subyugar a sus vecinos de la isla de Blefuscu al robar sus barcos. Sin embargo, se niega a reducir Blefuscu a una provincia de Lilliput, desagradando al rey y su corte.

Gulliver es acusado de traición, por, entre otros crímenes, orinar en la capital cuando él estaba apagando un incendio y salvando varias vidas, es declarado culpable y es sentenciado a ser cegado. Con la ayuda de un amigo en la corte, él huye a Blefuscu. Allí, encuentra un barco abandonado, y es avistado por un barco que lo lleva de vuelta a casa. Termina la primera de los viajes del médico. Pero muchas aventuras aún le aguardaban – en su totalidad, el libro se divide en cuatro viajes.

El escritor, nos muestra – en este primer viaje – las diferencias entre la población de las dos islas – el pueblo de Blefuscu se muestra honesto y correcto, mientras que los Lillipputeanos son mezquinos, arrogantes y no cumplidores de sus promesas. Swift se compara con Francia e Inglaterra, dando algunas de las características inglesas a los ciudadanos de Lilliput, mostrando la mala voluntad de Swift en relación a sus compatriotas británicos.

Vale recordar que Swift escribió este libro a lo largo de las dos primeras décadas del siglo XVIII, donde Inglaterra aún vivía un proceso de expansión marítima y de nuevos descubrimientos. Se destacaba, en el período, el exotismo, las diferencias entre los británicos y los nativos de esas “nuevas” tierras. Esto todo, refuerza la visión fantástica sobre política, sociedad y todo lo demás de este brillante autor. Y … Bueno, vamos a cerrar. Pero qué tal aprovechar y buscar este gran clásico y rememorar cuánto nos trae de fantasía, ficción, sátira y tantas cosas más.

Para finalizar, el libro de J. Swift fue y es un éxito, recibiendo varias adaptaciones para películas, televisión y radio. Vean algunas: Le Voyage de Gulliver a Lilliput et chez les géants: Un corto mudo francés, diritigo por Georges Méliès; Los viajes de Gulliver (película de 1939): producido por Fleischer Studios y Paramount Pictures; Los tres mundiales de Gulliver (1960); Las aventuras de Gulliver (1968): Serie animada dirigida por William Hanna y Joseph Barbera; Gulliver’s Travels (1977); Gulliver’s Travels (1979): Dibujo animado hecho en Australia; Gulliver in Lilliput (1982): Miniserie de televisión estrellada por Frank Finlay y Elisabeth Sladen; Gulliver’s Travels (1992): Serie de televisión animada; Gulliver’s Travels (1996): Miniserie de televisión protagonizada por Ted Danson y Mary Steenburgen; “Gulliver’s Travels” (1999): Drama de radio de las aventuras de Gulliver en Lilliput, producida por la serie Radio Tales para la National Public Radio; Albhutha Dweepu (2005): Una película maleta basada en los viajes de Gulliver, protagonizada por Prithviraj and Mallika Kapoor; Gulliver’s Travels (2010) Versión planeada para las aventuras de Gulliver en Lilliput, protagonizada por Jack Black, Billy Connolly, James Corden, Amanda Peet, Chris O’Dowd.

El autor, nació el 30 de noviembre de 1667 y falleció el 19 de octubre de 1745 con 77 años. Terminamos el post con una de sus frases:

“Un hombre nunca debería tener vergüenza de confesar que se equivocó, pues en realidad es como decir, en otras palabras, que hoy es más sabio de lo que fue ayer.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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pt.wikipedia.org/wiki/As_Viagens_de_Gulliver

sc02.alicdn.com/kf/HTB10Sv6KVXXXXXsaXXXq6xXFXXXP/Gulliver-s-Travels.jpg

3.bp.blogspot.com/_YFbXKOW1NoQ/TRpCGCjyVzI/AAAAAAAAD_A/wut0BJILDZ0/s1600/gullivers%2Btravels.jpg

static.tvtropes.org/pmwiki/pub/images/001_gullivers_travels_2725.jpg

wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/43/Gullivers_travels.jpg/250px-Gullivers_travels.jpg

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kdfrases.com/autor/jonathan-swift

aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/as-viagens-de-gulliver.phtml

aventurasnahistoria.uol.com.br/orinoco/media/images/large/2017/03/17/gulliver-ilustracao.jpg

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Liberdade! ¡La libertad!

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: Liberdade!

13 de maio de 1888.  Nesta data, chegava ao fim, um dos momentos mais nefastos da história do Brasil.  Nesta data, a “Lei Áurea” é sancionada por Dona Isabel, princesa imperial do Brasil, e pôs ao fim a escravidão no Brasil.  Muita coisa foi feita nestes 130 anos, mas muito ainda tem de ser realizado, para estancar de vez toda a injustiça.  Ainda assim, a lei sancionada foi um grande passo.

A escravidão não foi uma exclusividade de nosso país.  Vem praticamente desde que o homem é homem.  É o momento que o forte, rico e poderoso massacra o fraco, pobre e desprotegido.  O planeta, em todos os seus principais momentos sempre se utilizou deste meio.  Grandes economias foram movidas por escravos.  Desde os faraós do Egito antigo, passando pelo grandioso Império Romano até o poderoso Império Britânico.  Sempre com a finalidade de impor a força ou obter lucros. O poder sobre os destinos de muitos em prol dos bolsos de poucos.

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A data tem de servir para pensar.  Pensar em tudo.  Até em nossas atitudes.  Mas, vamos seguir.  E hoje, o PHANTASTICUS vai explorar um pouco este tema nas páginas de ficção.  E nada melhor que reviver a “libertação da Baía dos Escravos”.  Um momento épico da obra de George RR Martin em sua poderosa série “A Song of Ice and Fire” (Crônicas de Gelo e Fogo) – mais conhecida como “Game of Thrones”, título do primeiro livro e, também, da série da HBO que projetou a obra mundialmente.

ATENÇÃO COM POSSÍVEIS SPOILERS

A “libertação da Baía dos Escravos” é uma campanha militar liderada por Daenerys Targaryen, com o objetivo de libertar a população escravizada de seus mestres nas três cidades, ao longo da costa da baía, que cresceram com proeminência: Astapor, Yunkai e Meereen.  A Baía dos Escravos é uma região geográfica e cultural de Essos. Construída das cinzas do Império Ghiscari, a baía tornou-se o maior centro de compra e venda de escravos do mundo conhecido. Geograficamente, flui para o Golfo da Mágoa.

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Astapor, Yunkai e Meereen se favoreciam da baía e de escravos.  Muitos escravos.  A campanha começou em Astapor (onde Daenerys obteve seu exército de Imaculados) e seguiu seu rumo até a fim da escravidão nestas cidades.  A Targaryen enfrentou com seus exércitos os       “Bons Mestres de Astapor”, Yunkai, os “Filhos da Harpia” e os “Grandes Mestres de Meereen”.  Na série televisiva, já temos a conclusão deste evento enquanto nos livros os embates ainda seguem.

Vou deixando vocês por hoje, com a seguinte reflexão: A escravidão ainda existe, seja pela falta de oportunidades, pela falta de cultura, pela falta de tantas coisas mais.  Assim, é nosso dever combater esta situação – seja com pequenas atitudes.  Pense e reflita.  O que podemos fazer para mudar este quadro.

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Vallar

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: ¡La libertad!

13 de mayo de 1888. En esta fecha, llegaba al fin, uno de los momentos más nefastos de la historia de Brasil. En esta fecha, la “Ley Áurea” es sancionada por Doña Isabel, princesa imperial de Brasil, y puso fin a la esclavitud en Brasil. Mucho se ha hecho en estos 130 años, pero aún queda mucho por hacer, para detener de una vez toda la injusticia. Sin embargo, la ley sancionada fue un gran paso.

La esclavitud no fue una exclusividad de nuestro país. Viene prácticamente desde que el hombre es hombre. Es el momento que el fuerte, rico y poderoso masacra al débil, pobre y desprotegido. El planeta, en todos sus principales momentos siempre se utilizó de este medio. Las grandes economías fueron movidas por esclavos. Desde los faraones de Egipto antiguo, pasando por el grandioso Imperio Romano hasta el poderoso Imperio Británico. Siempre con el fin de imponer la fuerza o obtener ganancias. El poder sobre los destinos de muchos en favor de los bolsillos de pocos.

La fecha tiene que servir para pensar. Pensar en todo. Hasta en nuestras actitudes. Pero, vamos a seguir. Y hoy, el PHANTASTICUS va a explorar un poco este tema en las páginas de ficción. Y nada mejor que revivir la “liberación de la Bahía de los Esclavos”. Un momento épico de la obra de George RR Martin en su poderosa serie “La canción del hielo y el fuego” – más conocida como “Game of Thrones”, título del primer libro y también de la serie de HBO que proyectó la obra mundialmente.

ATENCIÓN CON POSIBLES SPOILERS

La “liberación de la Bahía de los Esclavos” es una campaña militar liderada por Daenerys Targaryen, con el objetivo de liberar a la población esclavizada de sus maestros en las tres ciudades, a lo largo de la costa de la bahía, que crecieron con prominencia: Astapor, Yunkai y Meereen. La Bahía de los Esclavos es una región geográfica y cultural de Essos. Construida de las cenizas del Imperio Ghiscari, la bahía se convirtió en el centro de compra y venta de esclavos del mundo conocido. Geográficamente, fluye hacia el Golfo de la Milla.

Astapor, Yunkai y Meereen se favorecían de la bahía y de los esclavos. Muchos esclavos. La campaña comenzó en Astapor (donde Daenerys obtuvo su ejército de Inmaculados) y siguió su rumbo hasta la esclavitud en estas ciudades. La Targaryen enfrentó con sus ejércitos los “buenos maestros de Astapor”, Yunkai, los “Hijos de la Harpia” y los “Grandes Maestros de Meereen”. En la serie televisiva, ya tenemos la conclusión de este evento mientras que en los libros los embates siguen.

Yo los dejaré por hoy, con la siguiente reflexión: La esclavitud aún existe, sea por la falta de oportunidades, por la falta de cultura, por la falta de tantas cosas más. Así, es nuestro deber combatir esta situación – sea con pequeñas actitudes. Piense y reflexione. ¿Qué podemos hacer para cambiar este cuadro?

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Jota Cortizo

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pt-br.gameofthrones.wikia.com/wiki/Libertação_da_Baía_dos_Escravos

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pt-br.gameofthrones.wikia.com/wiki/Baía_dos_Escravos

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Star Wars day – Dia de Star Wars

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Versão em português: A paternidade da ficção científica.

Olá a todos.  Antes de tudo, gostaria de ressaltar que em minha opinião assim como “dia das mães” e “dia dos pais” tem de ser todos os dias assim deve ser com o “Star Wars day” (dia de Star Wars).  Seja vendo um dos filmes e animações ou lendo um dos livros, todos os dias devem ser de Star Wars.  Mas, com algumas horas de atraso (hoje durante a construção do post), venho cá render minha homenagem a este fenômeno chamado “STAR WARS”.

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O 4 de maio é considerado um feriado pelos fãs da franquia “Star Wars” para celebrar a cultura de Star Wars e honrar os filmes. O dia é chamado de “Star Wars day” (dia de Star Wars) por causa da popularidade de um trocadilho com o modo de chamar esse dia em inglês.  Como a frase “May the Force be with you” (em português, “Que a Força esteja com Você”) é uma citação famosa e falada (ou escrita) muitas e muitas vezes nos filmes (e livros) de Star Wars, os fãs comumente dizem “May the fourth be with you” (em português, “Quatro de maio esteja com você”) neste dia. Com isso, pode-se notar que o trocadilho apenas funciona em inglês, ficando sem sentido em português.

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O PHANTASTICUS já fez vários posts sobre a franquia que mostram o quão importante ela se tornou para o mundo da ficção – seja ele em uma película ou em celulose.  Seguem os links de 3 deles para que – caso desejem – relembrem.

/jotacortizo.wordpress.com/2015/11/21/a-fantastica-saga-star-wars-na-literatura-la-saga-fantastica-de-star-wars-en-la-literatura/

/jotacortizo.wordpress.com/2015/12/20/a-literatura-de-star-wars-la-literatura-de-star-wars/

/jotacortizo.wordpress.com/2016/02/21/a-forca-das-mulheres-de-star-wars-la-fuerza-de-las-mujeres-de-star-wars/

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Para ajudar algumas pessoas que não estão “tão afeitas” ao mundo Star Wars e sua cultura, começamos com a ordem cronológica dos filmes – para um melhor entendimento.

Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma — prequela – que foi para as telonas em 1999;

Star Wars Episódio II: Ataque dos Clones — prequela – estreou nos cinemas em 2002;

Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith — prequela – fechou a segunda trilogia em 2005;

Hans Solo – antologia – ainda sem data para ir aos cinemas (previsto para este ano de 2018);

Rogue One: Uma História Star Wars — antologia – estreou nos cinemas em 2016;

Star Wars ou Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança — trilogia original – estreia da primeira trilogia nos cinemas em 1977;

Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca — trilogia original – foi para os cinemas em 1980.

Star Wars Episódio VI: O Retorno de Jedi — trilogia original – fechou a primeira trilogia em 1983

Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força — sequela – abriu a terceira trilogia em 2015;

Star Wars Episódio VIII: O Último Jedi — sequela – foi para as telonas em 2017;

Star Wars Episódio IX – sequela – prevista para chegar aos cinemas em 2019;

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A franquia criada por George Lucas foi arremetida a um sucesso – quase – inimaginável.  Alavancados pelo perverso Darth Vader e por seu … upps, quase um spoiler … inimigo Luke Skywalker, a “space opera” conquistou muitos corações.  E quando digo muitos, entendam – SÃO MUITOS!

Na literatura, são mais de uma centena de livros. Infantis, juvenis e para toda geração nerd (e me incluo nesta geração) que acompanha a mais de 40 anos as aventuras neste mundo incrível.

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Só de livros ditos canônicos temos 13 livros.  Veja os títulos:

  • Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma por Terry Brooks;
  • Star Wars Episódio II: O Ataque dos Clones por R. A. Salvatore;
  • Star Wars: Dark Disciple (2015), por Christie Golden;
  • Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith por Matthew Stover;
  • Star Wars: Lordes dos Sith | Lords of the Sith (20 de Junho de 2016), por Paul S. Kemp;
  • Star Wars: Tarkin (November 2014), por James Luceno;
  • Star Wars: Um Novo Amanhecer | Star Wars: A New Dawn (September 2014), por John Jackson Miller;
  • Star Wars Episode IV: A New Hope (1976), por Alan Dean Foster & George Lucas;
  • Star Wars: Heir to the Jedi (2015), por Kevin Hearne;
  • Star Wars: Battlefront: Twilight Company (2015), por Alexander Freed;
  • Star Wars Episode V: The Empire Strikes Back (1980), por Donald F. Glut;
  • Star Wars Episode VI: Return of the Jedi (1983), por James Kahn;
  • Star Wars: Marcas da Guerra | Star Wars: Aftermath (2015), por Chuck Wendig.

Bem, que tal um livro, uma revista, um filme “Star Wars”? E como “aperitivo” deixo um vídeo dos “Boogie Storm”.  Vale a pena ver o vídeo e acompanhar esta turma.

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Día de Star Wars.

Hola a todos. En primer lugar, quisiera resaltar que en mi opinión, así como “día de las madres” y “día de los padres” tiene que ser todos los días así debe ser con el “Star Wars day” (día de Star Wars). Si ve una de las películas y animaciones o leyendo uno de los libros, todos los días deben ser de Star Wars. Pero, con algunas horas de retraso (hoy durante la construcción del post), vengo aquí a rendir mi homenaje a este fenómeno llamado “STAR WARS”.

El 4 de mayo es considerado un feriado por los fans de la franquicia “Star Wars” para celebrar la cultura de Star Wars y honrar las películas. El día se llama “Star Wars day” (día de Star Wars) debido a la popularidad de un juego de palabras con el modo de llamar ese día en inglés. Como la frase “”May the Force be with you” ” (en español, “Que la fuerza te acompañe”) es una famosa cita y hablado (o escrito) muchas, muchas veces en las películas (y libros) fans de Star Wars comúnmente dicen ” May the fourth be with you ” (en español, “Cuatro esté con vosotros”) en este día. Con esto, se puede señalar que el juego de palabras sólo funciona en inglés, no consiguiendo sentido en español.

PHANTASTICUS ya ha hecho varios mensajes sobre la franquicia que muestran lo importante que se ha convertido en el mundo de la ficción, ya sea en una película o en celulosa. A continuación, los enlaces de 3 de ellos para que – si lo desean – recuerde.

/jotacortizo.wordpress.com/2015/11/21/a-fantastica-saga-star-wars-na-literatura-la-saga-fantastica-de-star-wars-en-la-literatura/

/jotacortizo.wordpress.com/2015/12/20/a-literatura-de-star-wars-la-literatura-de-star-wars/

/jotacortizo.wordpress.com/2016/02/21/a-forca-das-mulheres-de-star-wars-la-fuerza-de-las-mujeres-de-star-wars/

Para ayudar a algunas personas que no están “tan afectadas” al mundo de las Star Wars y su cultura, comenzamos con el orden cronológico de las películas – para un mejor entendimiento.

Star Wars Episodio I: La Amenaza Fantasma – prequela – que fue para las pantallas en 1999;

Star Wars Episodio II: Ataque de los Clones – prequela – estrenó en los cines en 2002;

Star Wars Episodio III: La venganza de los Sith – prequela – cerró la segunda trilogía en 2005;

Hans Solo – antología – aún sin fecha para ir a los cines (previsto para este año de 2018);

Rogue One: Una historia Star Wars – antología – estrenó en los cines en 2016;

Star Wars o Star Wars Episodio IV: Una Nueva Esperanza – trilogía original – estreno de la primera trilogía en los cines en 1977;

Star Wars Episodio V: El Imperio Contraataca – Trilogía original – fue para los cines en 1980.

Star Wars Episodio VI: El retorno de Jedi – trilogía original – cerró la primera trilogía en 1983

Star Wars Episodio VII: El Despertar de la Fuerza – secuela – abrió la tercera trilogía en 2015;

Star Wars Episodio VIII: El último Jedi – secuela – fue para las pantallas en 2017;

Star Wars Episodio IX – secuela – prevista para llegar a los cines en 2019;

La franquicia creada por George Lucas fue arremetida a un éxito – casi – inimaginable. Y en el caso de que se trate de una de las más importantes, Y cuando digo muchos, entiendan – ¡SON MUCHOS!

En la literatura, son más de un centenar de libros. Infantiles, juveniles y para toda la generación nerd (y me incluyo en esta generación) que acompaña a más de 40 años las aventuras en este mundo increíble.

Sólo de libros dichos canónicos tenemos 13 libros. Ver los títulos:

  • Star Wars Episodio I: La Amenaza Fantasma por Terry Brooks;
  • Star Wars Episodio II: El Ataque de los Clones por R. A. Salvatore;
  • Star Wars: Dark Disciple (2015), por Christie Golden;
  • Star Wars Episodio III: La venganza de los Sith por Matthew Stover;
  • Star Wars: Lores de los Sith | Lords of the Sith (20 de junio de 2016), por Paul S. Kemp;
  • Star Wars: Tarkin (November 2014), por James Luceno;
  • Star Wars: Un Nuevo Amanecer | Star Wars: A New Dawn (September 2014), por John Jackson Miller;
  • Star Wars Episodio IV: A New Hope (1976), por Alan Dean Foster & George Lucas;
  • Star Wars: Heir to the Jedi (2015), por Kevin Hearne;
  • Star Wars: Battlefront: Twilight Company (2015), por Alexander Freed;
  • Star Wars Episodio V: The Empire Strikes Back (1980), por Donald F. Glut;
  • Star Wars Episodio VI: Return of the Jedi (1983), por James Kahn;
  • Star Wars: Marcas de la Guerra | Star Wars: Aftermath (2015), por Chuck Wendig.

Bueno, ¿qué tal un libro, una revista, una película “Star Wars”? Y como “aperitivo” dejo un vídeo de los “Boogie Storm”. Es importante ver el vídeo y acompañar a esta clase.

https://www.youtube.com/watch?v=Ax7tmaYObIQ

¿Te gustó el post? Aprovecha el blog y lee la cantidad de mensajes que desea. Y deja tu comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, dejar una sugerencia. Nos veremos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

pt.wikipedia.org/wiki/Dia_de_Star_Wars

vrandfun.com/wp-content/uploads/2018/05/star-wars-day-may-4th.jpg

santacarona.com/wp-content/uploads/2017/05/star-wars.jpg

3.bp.blogspot.com/-n6vW7uPyyOA/Vn6iwkfVoGI/AAAAAAAAA6Y/OKFlfC2Mplo/s1600/star-wars-seven-movie-marathon-155731-570×330.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_livros_de_Star_Wars

youtube.com/watch?v=Ax7tmaYObIQ

meliuz.com.br/blog/star-wars-ordem-dos-filmes/

media.giphy.com/media/l0K4k1O7RJSghST3a/giphy.gif

media.giphy.com/media/gDBb286qDqqfm/giphy.gif

s3.amazonaws.com/rapgenius/The-force-will-be-with-you-always-gif.gif

http2.mlstatic.com/kit-livros-star-wars-6-livros–D_NQ_NP_109111-MLB20490604055_112015-F.jpg

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A paternidade da ficção científica – Paternidade compartilhada

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A paternidade da ficção científica.

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Chega um momento em que precisamos esclarecer todos os fatos. Em 05 de fevereiro de 2015 o PHANTASTICUS postou sobre o homem que é tido como pai da ficção científica – o mestre Jules Gabriel Verne, mais conhecido nos países de língua portuguesa por Júlio Verne.  Com todo merecimento.  Aproveite e releia o post.

//jotacortizo.wordpress.com/2015/02/05/julio-verne-e-o-nascimento-da-ficcao-cientifica/

Mas, paira uma dúvida. Uma grande dúvida.  Tido por muitos como o verdadeiro dono da paternidade, temos Hugo Gernsback que fundou uma das principais revistas de eletrônica quando não se falava ainda de eletrônica – a “Modern Electrics” – e foi autor de mais de 80 invenções patenteadas na época, coisas que só se tornaram viáveis muito tempo depois mostrando toda a capacidade deste visionário.  A revista evoluiu e se tornou a primeira do mundo exclusivamente dedicada à ficção científica – a “Amazing Stories”.  Nas suas páginas, a revista deu a sua primeira oportunidade a autores como Isaac Asimov, Arthur C. Clarke, Robert A. Heinlein, entre muitos outros.  Hoje ele cede seu nome ao prêmio “Hugo Award” que é entregue anualmente para os melhores trabalhos e realizações de fantasia ou ficção científica e que já foi conhecido como “Science Fiction Achievement Awards” até 1992.

Mas como encerrarmos com este dilema?  Com todas as realizações literárias dos dois homens, quem é o pai da ficção científica.

Bem, o PHANTASTICUS vai propor uma ‘paternidade compartilhada’.  Vejam se vocês concordam?

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A carreira literária de Júlio Verne começou a se destacar quando publicou a primeira novela, que foi um grande sucesso em 1862, o relato de viagem à África em balão, intitulado “Cinq semaines en ballon” (Cinco Semanas em Balão) com detalhes de coordenadas geográficas, culturas, animais, etc., onde os leitores se perguntavam se era ficção ou um relato verídico. Na verdade, Júlio Verne nunca havia estado em um balão ou viajado à África. Toda a informação sobre a história veio de sua imaginação e capacidade de pesquisa. Brilhante!

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O sucesso mobilizou Verne e sua produção emplacou. “Voyage au centre de la Terre” (Viagem ao Centro da Terra), de 1864, “Vingt mille lieues sous les mers”  (Vinte Mil Léguas Submarinas) de 1870 e “Le tour du monde en quatre-vingts jours” (A Volta ao Mundo em Oitenta Dias), de 1873 foram algumas das preciosidades criadas por JV.

Curiosidade: Seus últimos livros publicados, foram “Maître du monde” (O senhor do mundo), no ano de 1904 e “L’Invasion de la mer” (A Invasão do mar) no ano de 1905.  O primeiro livro conta a história de John Strock e sua investigação sobre a máquina do terror – um hibrido de avião-automóvel-barco-submarino que aparecia numa velocidade extraordinária, despertando variadas interpretações, de quem o observava, como ter parte com o demo).  Já no segundo livro, temos um grupo de engenheiros da França colonial que embarca em um projeto megalómano que pretende, através de canais, fazer a comunicação com o Mediterrâneo e criar um mar interior entre a Tunísia e a Argélia. Diversos conflitos irão ocorrer.

Paris

Um dos seus muitos livros foi “Paris au XXe siècle” (Paris no século XX). A peculiaridade deste, em especial, é que foi escrito em 1863 e somente publicado em 1989 – 126 anos depois, quando o manuscrito foi encontrado pelo bisneto de Verne. Livro de conteúdo depressivo, foi rejeitado pelo editor, que recomendou Verne não o publicar na época, por fugir à fórmula de sucesso dos livros já escritos, que falavam de aventuras extraordinárias. Verne seguiu seu conselho e guardou o manuscrito em um cofre, só sendo encontrado mais de um século depois.  Fantástico!  Até hoje Júlio Verne é o escritor cuja obra foi mais traduzida em toda a história, com traduções em 148 línguas, segundo estatísticas da UNESCO, tendo escrito mais de 100 livros.

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Já Hugo Gernsback, luxemburguês-americano, foi um inventor, escritor, editor e muito em especial, editor de revistas, mais conhecido por publicações incluindo a primeira revista de ficção científica. Suas contribuições para o gênero como editor – embora não como escritor – foram tão significativas que, juntamente com o romancista Jules Verne, ele é chamado de “O Pai da Ficção Científica”.

Ainda assim, Hugo mostrou talento nas linhas. Um dos exemplos é seu livro “Ralph 124C 41+” que foi “publicado” em doze partes na própria revista criada pelo autor.  Depois foi publicado “oficialmente” em 1911.  A engenhosidade de Hugo, em “Ralph 124C 41+”, já começa no título. O que parece um simples nome com um “monte” de números é um jogo de palavras – em inglês – “One (1) to (2) foresee (4C) for (4) one (1) another (+)” (Um para prever para o outro).  A grande genialidade apresentada aqui, neste livro, é que o autor conseguiu ter uma noção de quase toda a nossa tecnologia moderna que conhecemos hoje – mais de cem anos depois.  Algumas das previsões bem-sucedidas deste romance incluem a televisão (e até um canal de surf), controle remoto, videofone, serviço aéreo transcontinental, energia solar em uso prático, filmes sonoros, leite sintético e alimentos, tecido artificial, impressão de voz, gravadores e voo espacial. Ele também contém “… a primeira descrição precisa do radar, completa com diagrama …”, de acordo com Arthur C. Clarke.  Gênio!!

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Poderíamos passar muitas e muitas linhas falando destes dois fenômenos da LitFan.  Muitas!  Mas, ficaria enfadonho.  Em minha opinião, Júlio Verne é o grande pai da FC assim como Tolkien o é da Fantasia.  Mas, é apenas a minha opinião.  E qual é a sua?  Deixe seu comentário e sua opinião.

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: La paternidad de la ciencia ficción – Paternidad compartida.

Llega un momento en que necesitamos aclarar todos los hechos. El 5 de febrero de 2015, la PHANTASTICUS publicada en el hombre que es considerado como el padre de la ciencia ficción – el maestro Jules Gabriel Verne, conocido en los países de habla portuguesa de Julio Verne. Con todo merecimiento. Disfruta y reporta el post.

//jotacortizo.wordpress.com/2015/02/05/julio-verne-e-o-nascimento-da-ficcao-cientifica/

Pero, hay una duda. Una gran duda. En el caso de que se trate de una de las principales revistas de electrónica cuando no se hablaba todavía de electrónica, la “Modern Electrics” – y fue autor de más de 80 invenciones patentadas en la época, cosas que sólo se hicieron viables mucho tiempo después mostrando toda la capacidad de este visionario. La revista evolucionó y se convirtió en la primera del mundo dedicada exclusivamente a la ciencia ficción – la “Amazing Stories”. En sus páginas, la revista dio su primera oportunidad a autores como Isaac Asimov, Arthur C. Clarke, Robert A. Heinlein, entre muchos otros. Hoy se cede su nombre al premio “Hugo Award” que se entrega anualmente para los mejores trabajos y realizaciones de fantasía o ciencia ficción y que ya fue conocido como “Science Fiction Achievement Awards” hasta 1992.

Pero ¿cómo encerramos con este dilema? Con todas las realizaciones literarias de los dos hombres, quien es el padre de la ciencia ficción.

Bueno, el PHANTASTICUS va a proponer una ‘paternidad compartida’. ¿Ve si están de acuerdo?

La carrera literaria de Julio Verne comenzó a destacar cuando publicó la primera novela, que fue un gran éxito en 1862, el relato de viaje a África en globo, titulado “Cinq semaines en ballon” (Cinco Semanas en Globo) con detalles de coordenadas geográficas, culturas, animales, etc., donde los lectores se preguntaban si era ficción o un relato verídico. En verdad, Júlio Verne nunca había estado en un globo o viajado a África. Toda la información sobre la historia vino de su imaginación y capacidad de investigación. ¡Brillante!

El éxito movilizó a Verne y su producción emplacó. “Voyage au centre de la Terre”, de 1864, “Vingt mille lieues sous les mers” (Veinte Mil Leguas Submarinas) de 1870 y “Le tour du monde en quatre-vingts jours” (La vuelta, al Mundo en Ochenta Días), de 1873 fueron algunas de las preciosidades creadas por JV.

En el año 1904 y “L’Invasion de la mer” en el año 1905, el primer libro cuenta la historia, de John Strock y su investigación sobre la máquina del terror-un hibrido de avión-automóvil-barco-submarino que aparecía a una velocidad extraordinaria, despertando variadas interpretaciones, de quien lo observaba, como tener parte con el demo). En el segundo libro, tenemos un grupo de ingenieros de la Francia colonial que se embarca en un proyecto megalómano que pretende, a través de canales, hacer la comunicación con el Mediterráneo y crear un mar interior entre Túnez y Argelia. Varios conflictos se producirá.

Uno de sus muchos libros fue “París au XXe siècle” (París en el siglo XX). La peculiaridad de éste, en especial, es que fue escrito en 1863 y sólo publicado en 1989 – 126 años después, cuando el manuscrito fue encontrado por el bisnieto de Verne. El libro de contenido depresivo, fue rechazado por el editor, que recomendó a Verne no publicarlo en la época, por huir a la fórmula de éxito de los libros ya escritos, que hablaban de aventuras extraordinarias. Verne siguió su consejo y guardó el manuscrito en un cofre, sólo siendo encontrado más de un siglo después. Fantástico! Hasta hoy Julio Verne es el escritor cuya obra fue traducida en toda la historia, con traducciones en 148 lenguas, según estadísticas de la UNESCO, habiendo escrito más de 100 libros.

Hugo Gernsback, luxemburgués-americano, fue un inventor, escritor, editor y muy en especial, editor de revistas, más conocido por publicaciones incluyendo la primera revista de ciencia ficción. Sus contribuciones al género como editor -aunque no como escritor- fueron tan significativas que, junto con el novelista Jules Verne, es llamado “El Padre de la ciencia ficción”.

Sin embargo, Hugo mostró talento en las líneas. Uno de los ejemplos es su libro “Ralph 124C 41+” que fue “publicado” en doce partes en la propia revista creada por el autor. Después fue publicado “oficialmente” en 1911. La ingenuidad de Hugo, en “Ralph 124C 41+”, ya empieza en el título. Lo que parece ser un nombre simple con un número “lote” es un juego de palabras – en Inglés – “Un (1) a (2) Prever (4C) para (4) un (1) otra (+)” (A que se ha convertido en una de las más antiguas del mundo y que se ha convertido en una de las más antiguas del mundo. la televisión (y hasta un canal de surf), control remoto, videofono, servicio aéreo transcontinental, energía solar en uso práctico, películas sonoras, leche sintética y alimentos, tejido artificial, impresión de voz, grabadores y vuelo espacial, y contiene también ” … la primera descripción precisa del radar, completa con diagrama … “, de acuerdo con Arthur C. Clarke.

Podríamos pasar muchas y muchas líneas hablando de estos dos fenómenos de LitFan. Muchas! Pero, quedaría aburrido. En mi opinión, Júlio Verne es el gran padre de la FC así como Tolkien lo es de la Fantasía. Pero, es sólo mi opinión. ¿Y cuál es la tuya? Deja tu comentario y tu opinión.

¿Te gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

pt.wikipedia.org/wiki/Prêmio_Hugo

pt.wikipedia.org/wiki/Júlio_Verne

newtoncbraga.com.br/index.php/artigos/67-historia-da-eletronica/717-hugo-gernsback-o-pai-da-ficcao-cientifica.html

wikimedia.org/wikipedia/commons/a/ac/Jules_Verne_and_Mrs._Verne_ca.1900.jpg

amazon.com/images/I/51lNHJzGPeL._SX359_BO1,204,203,200_.jpg

wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cd/Verne.djvu.jpg

e-nigma.com.pt/criticas/invasaomar.html

pinterest.pt/pin/519039925782274980/

wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e1/ModernElectrics1912-02.jpg

wikimedia.org/wikipedia/commons/a/af/Verne-Sahara-1926.jpg

d1pkzhm5uq4mnt.cloudfront.net/imagens/capas/db3cc9cec431239c802e4cc1fab1073ddc26d890.jpg

fr.wikipedia.org/wiki/Jules_Verne

wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/bd/Amazing_Stories%2C_April_1926._Volume_1%2C_Number_1.jpg/800px-Amazing_Stories%2C_April_1926._Volume_1%2C_Number_1.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Amazing_Stories

en.wikipedia.org/wiki/Hugo_Gernsback

azquotes.com/public/pictures/authors/1c/b1/1cb11c0b012d14d0469ba24a0a77c476/5475824fbdca0_hugo_gernsback.jpg

livrosepessoas.com/tag/hugo-gernsback/

clickideia.com.br/portal/conteudos/c/29/21053

onh.nl/verhaal/teylers-museum-belicht-luchtballon-van-alle-kanten

2.bp.blogspot.com/_AVwI7bmbzvQ/TVFGcxtAzaI/AAAAAAAAAi4/S2jBaCGEuBM/s1600/julesverne-nautilus.jpg

i.ytimg.com/vi/_HAwNNOKZP8/maxresdefault.jpg

covers.openlibrary.org/w/id/6475675-M.jpg

bsnscb.com/data/out/85/39070855-geography-wallpapers.jpg

4.bp.blogspot.com/-jdegZXVb6eM/UgKM6vG7xhI/AAAAAAAAFCg/K9m6goZOFYg/s1600/Hugo+Gernsback+pantalla+plana.jpg

 

Uma justa homenagem

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Uma justa homenagem.

O PHANTASTICUS, hoje, pretende render uma justa homenagem a um grande autor que perdemos neste ano de 2018.

Em junho de 2016 o blog fez um post sobre o autor e quando releio o post, acho que faltou algo – dada a grandeza do nosso “homenageado”.

Ursula 3

Vamos falar um pouco sobre Ursula K. Le Guin, escritora americana, que veio a falecer em janeiro deste ano.  Como disse, em junho de 2016 fizemos uma postagem sobre a obra de Le Guin.  No post, falamos um pouco sobre Earthsea (Terramar) – a terra criada pela escritora.  Caso você queira reler o post segue o link:

//jotacortizo.wordpress.com/2016/06/11/o-descobrimento-de-terramar-e-a-genialidade-de-ursula-k-le-guin/

Ursula K. Le Guin tem um cartel de prêmios invejável.  Vejam só:

Margaret Edwards Award, Prêmio Prometheus na categoria Hall of Fame, Grand Prix de l’Imaginaire, Anexo:Prêmio Hugo de Melhor Conto, Hugo Award for Best Novelette, Janet Heidinger Kafka Prize, Prêmio Prometheus, Prémio PEN/Malamud, James Tiptree Jr. Award, Locus Award for Best Short Story, James Tiptree Jr. Award, Locus Award for Best Short Story, Locus Award for Best Short Story, Anexo:Prêmio Hugo de Melhor Romance, Anexo:Prêmio Hugo de Melhor Romance, Locus Award for Best Science Fiction Novel, Prêmio Nebula de Melhor Romance, Prêmio Nebula de Melhor Romance, Prêmio Nebula de Melhor Romance, Pilgrim Award, World Fantasy Award for Life Achievement, Prêmio Nebula de Melhor Romance, World Fantasy Award for Best Novella, Hugo Award for Best Novella, Endeavour Award, Endeavour Award, Locus Award for Best Novel, Locus Award for Best Novel, Damon Knight Memorial Grand Master Award, Nebula Award for Best Novelette, Locus Award for Best Fantasy Novel, Prêmio Nebula de Melhor Conto, Medalha Newbery, Locus Award for Best Fantasy Novel, World Fantasy Award for Best Novel, Library of Congress Living Legend, Programa Fulbright, James Tiptree Jr. Award

Literalmente, FANTÁSTICO!

Ursula 2

Ursula era considerada por muitos como a rainha da Literatura Fantástica e serviu de inspiração para diversos autores de LitFan, dentre eles, alguns medalhões da fantasia atual, tais como: George R. R. Martin, Joe Abercrombie e Neil Gaiman.  Foi uma escritora que seguiu nas corredeiras da contracultura (jornal “O Globo).

Nascida em 1929, viveu muitos momentos de nossa história e sentiu na pele seus efeitos.  Tudo lhe dizia respeito: paz, armas químicas, vida das mulheres, formas de organização social, descobertas de planetas, possibilidades de vida e muito, muito mais.

Ficção

Compreendia perfeitamente o que era ser uma mulher no meio literário – principalmente na LitFan. Acompanhou a própria mãe, Theodora Kroeber, tornar-se escritora somente depois dos 60 anos pois mesmo que sempre quisesse escrever, esperou os filhos crescerem para então se dedicar à escrita, fato que marcou a jovem Le Guin. Ursula então, escreve obras que colocam o feminismo no centro das indagações, como em “The Left Hand of Darkness” (A Mão Esquerda da Escuridão e “The Dispossessed: An Ambiguous Utopia” (Os Despossuídos).

Livros

Os livros de Le Guin são incríveis.  Os enredos são cativantes e nos fazem refletir – por vezes, muito tempo depois da leitura.  Ursula K. Le Guin nos apresentou “Earthsea” em livros curtos, por vezes com poucos detalhes e nem tão repletos de personagens épicos, mas que fazem o leitor pensar.  Pensar muito!

Le Guin desbravou o mundo da LitFan de muitas formas.  Um dos grandes momentos foi na noite de 19 de abril de 2003, num salão de festas do Radisson-Warwick Plaza Hotel, na Filadélfia, uma dúzia de convidados aguardava o sinal com máscaras na mão – cada um deles havia se infiltrado numa das mesas da cerimônia de entrega do Prêmio Nebula daquele ano, repleta de membros desavisados da Science Fiction and Fantasy Writers of America (SFWA), a organização que reúne os escritores de ficção científica dos Estados Unidos. Naquela noite, a grande Ursula K. Le Guin, embora ausente, seria homenageada como a segunda mulher a receber o título de Grande Mestre, concedido anualmente (com poucas exceções) pela SFWA desde 1975.

Os intrusos tinham um plano, mas deviam esperar secretamente pelo anúncio do título de Grande Mestre antes de levantarem as máscaras – que reproduziam o rosto da autora – para produzir algo especial: Ursula K. Le Guin estaria em todas as partes do recinto.

Eileen Gunn, amiga de Le Guin e também escritora de ficção, receberia o prêmio em nome dela. O sinal para que os divertidos intrusos entrassem em ação seria uma frase do discurso de Gunn (“Você pode pedir qualquer coisa a Ursula”). Logo em seguida, eles deveriam puxar conversa com os convidados, fazendo o papel da escritora. Era como se mais de dez Le Guins fossem homenageadas, em vez de apenas uma. Mais de dez mulheres. Como se a própria ficção científica estivesse dialogando com todas elas. Aquela noite, com sua generosidade e provocação, foi a síntese de uma carreira que misturou esses dois aspectos de forma brilhante.  A ausência de Le Guin não foi uma forma de protesto, embora tenhamos motivos para pensar o contrário.

Le Guin não tinha meias-palavras para mostrar o que pensava, especialmente quando o assunto era seu trabalho. A autora era conhecida por esbravejar quando sentia que a queriam enquadrar em determinado gênero. “Não quero ser reduzida a ‘escritora de ficção científica'”, disse ao The New York Times, em 2016. “As pessoas sempre tentam me tirar da cena literária, e estou de saco cheio disso.” Ela também era plenamente consciente da desigualdade de gênero num campo como a ficção científica. Em 1987, Le Guin se recusou a apoiar uma antologia toda de homens, escrevendo: “Não posso me imaginar ajudando a promover um livro… que, além de não conter nenhum texto de mulheres, possui um tom tão autocomplacente e exclusivamente masculino quanto o de um clube ou vestiário.”

Ursula

RIP

Enfim, Le Guin era Le Guin.  Sua mensagem ficará para sempre em suas linhas e em nossas mentes.  Sempre será lembrada e reverenciada.  Sempre será a desbravadora.  “God save the queen Le Guin”.

Que tal, gostou do post? Leia, leia, leia muito.

Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Un justo homenaje.

El PHANTASTICUS, hoy, pretende rendir un justo homenaje a un gran autor que perdimos en este año de 2018.

En junio de 2016 el blog hizo un post sobre el autor y cuando reí el post, creo que faltó algo – dada la grandeza de nuestro “homenajeado”.

Vamos a hablar un poco sobre Ursula K. Le Guin, escritora estadounidense, que falleció en enero de este año. Como dije, en junio de 2016 hicimos un post sobre la obra de Le Guin. En el post, hablamos un poco sobre Earthsea (Tierramar) – la tierra creada por la escritora. En el caso de que usted quiera releer el post sigue el enlace:

//jotacortizo.wordpress.com/2016/06/11/o-descobrimento-de-terramar-e-a-genialidade-de-ursula-k-le-guin/

Ursula K. Le Guin tiene un cartel de premios envidiable. Ver sólo:

En la categoría de Salón de la Fama, Grand Prix de l’Imaginaire, Anexo: Premio Hugo de Mejor Cuento, Hugo Award para Best Novelette, Janet Heidinger Kafka Prize, Premio Prometheus, Premio PEN / Malamud, James Tiptree Jr. La película se estrenará en el mes de mayo de este año, en la que participará en el Festival Internacional de Cine de Cannes. La película se estrenará en el mes de mayo de este año, en la que participará en el Festival Internacional de Cine de Cannes. , El Premio de la premiere, el Premio de la premiere, el Premio del Premio para la mejor novela, el premio al mejor álbum, el premio al mejor álbum, La Medalla de Newbery, el Premio de los premios para la mejor película de la fantasía, el premio de los premios de la historia de Hollywood, Biblioteca del Congreso de la Vida, Programa Fulbright, James Tiptree Jr. Award

¡Literalmente, FANTÁSTICO!

En los últimos años, la mayoría de las veces, la mayoría de las veces, la mayoría de las veces, la mayoría de las veces, la mayoría de las veces, Fue una escritora que siguió en las correderas de la contracultura (diario “O Globo).

Nacida en 1929, vivió muchos momentos de nuestra historia y sintió en la piel sus efectos. Todo le decía: paz, armas químicas, vida de las mujeres, formas de organización social, descubrimientos de planetas, posibilidades de vida y mucho, mucho más.

Comprendía perfectamente lo que era ser una mujer en el medio literario – principalmente en LitFan. En el caso de que se trate de una persona que no sea su padre, su madre, Theodora Kroeber, se convertirá en escritora sólo después de los 60 años, aunque siempre quisiera escribir, esperó a los hijos a crecer para entonces dedicarse a la escritura, hecho que marcó a la joven Le Guin. En el caso de las mujeres, en el caso de las mujeres, se trata de una de las más antiguas del mundo.

Los libros de Le Guin son increíbles. Los enredos son cautivantes y nos hacen reflexionar – a veces, mucho tiempo después de la lectura. Ursula K. Le Guin nos presentó “Earthsea” en libros cortos, a veces con pocos detalles y ni tan repletos de personajes épicos, pero que hacen pensar al lector. ¡Pensar mucho!

Le Guin desbravó el mundo de LitFan de muchas maneras. Uno de los grandes momentos fue la noche del 19 de abril de 2003, en un salón de fiestas del Radisson-Warwick Plaza Hotel, en Filadelfia, una docena de invitados aguardaba la señal con máscaras en la mano – cada uno de ellos se había infiltrado en una de las mesas la ceremonia de entrega del Premio Nebula de aquel año, repleta de miembros desaventados de la ciencia ficción y los escritores de América (SFWA), la organización que reúne a los escritores de ciencia ficción de Estados Unidos. En aquella noche, la gran Ursula K. Le Guin, aunque ausente, sería homenajeada como la segunda mujer a recibir el título de Gran Maestro, concedido anualmente (con pocas excepciones) por la SFWA desde 1975.

Los intrusos tenían un plan, pero debían esperar secretamente por el anuncio del título de Gran Maestro antes de levantar las máscaras – que reproducían el rostro de la autora – para producir algo especial: Ursula K. Le Guin estaría en todas partes del recinto.

Eileen Gunn, amiga de Le Guin y también escritora de ficción, recibiría el premio en su nombre. La señal para que los divertidos intrusos entrar en acción sería una frase del discurso de Gunn (“Usted puede pedir cualquier cosa a la Ursula”). Luego, ellos debían tirar conversación con los invitados, haciendo el papel de la escritora. Era como si más de diez Le Guins fueran homenajeados, en vez de una sola. Más de diez mujeres. Como si la propia ficción científica estuviera dialogando con todas ellas. Aquella noche, con su generosidad y provocación, fue la síntesis de una carrera que mezcló esos dos aspectos de forma brillante. La ausencia de Le Guin no fue una forma de protesta, aunque teníamos motivos para pensar lo contrario.

Le Guin no tenía medias palabras para mostrar lo que pensaba, especialmente cuando el asunto era su trabajo. La autora era conocida por romperse cuando sentía que la querían encuadrar en determinado género. “No quiero ser reducida a la escritora de ciencia ficción”, dijo a The New York Times en 2016. “La gente siempre intenta sacarme de la escena literaria, y estoy de saco lleno de eso. También era plenamente consciente de la desigualdad de género en un campo como la ciencia ficción. En 1987, Le Guin se negó a apoyar una antología de hombres, escribiendo: “No puedo imaginarme ayudando a promover un libro … que, además de no contener ningún texto de mujeres, tiene un tono tan autocomplacente y exclusivamente masculino, el de un club o un vestuario.

En fin, Le Guin era Le Guin. Su mensaje quedará para siempre en sus líneas y en nuestras mentes. Siempre será recordada y reverenciada. Siempre será la conquista. “God save the Queen Le Guin”.

¿Qué tal, le gustó el post? Lea, lea, lea mucho.

Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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garotasgeeks.com/morre-autora-ursula-k-le-guin-aos-88-anos/

oglobo.globo.com/cultura/livros/artigo-ursula-le-guin-nos-deixou-tarefa-de-sonhar-22326163

huffpostbrasil.com/2018/02/02/a-noite-em-que-ursula-k-le-guin-pregou-uma-peca-no-patriarcado_a_23350531/

dragonmountbooks.wordpress.com/2015/11/29/resenha-tales-from-earthsea/#jp-carousel-5304

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A quase extinção da magia, nas terras da Rainha – por Susanna Clarke

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: A quase extinção da magia, nas terras da Rainha – por Susanna Clarke.

Hoje, o PHANTASTICUS gostaria de perguntar para você que é leitor de literatura fantástica. Em sua opinião “Jonathan Strange & Mr. Norrell” é um livro famoso?  Pense.  Pense mais um pouco.  Que tal? Consegue responder?  Acredito que poucos leitores se arriscarão a responder sim (eu inclusive).  Mas, hoje, vamos tentar mostrar o quanto este livro é reconhecido (na crítica e nas vendas) como um dos títulos mais interessantes do gênero feito neste século.

S Clarke

Para começar, vamos falar um pouco de quem escreveu a obra.  Estamos falando da escritora britânica Susanna Mary Clarke.  A autora nasceu no condado de Nottingham e hoje tem 58 anos.  “Jonathan Strange & Mr. Norrell” foi seu primeiro livro e levou um pouco mais de dez anos entre o início de sua elaboração até a efetiva publicação, em setembro de 2004.  O livro foi uma grande aposta da editora britânica Bloomsbury, que adiantou um milhão de libras para a escritora.  E em sua primeira obra S. Clarke arremata 6 prêmios – inclusive o “Hugo” e o “World Fantasy” (fora mais 4 indicações).

Livro

Para começar, o livro já chama atenção pela introdução do premiadíssimo Neil Gaiman, e claro gera toda uma expectativa. Nele, nos deparamos com uma Inglaterra mágica, ou que certa vez já foi. A magia não é um segredo para poucos, mais sim uma ciência. Magos eram tão comuns quanto médicos. Mas, infelizmente, eram. Esses foram os tempos de ouro. Agora só existem estudiosos da magia, que leem livros e estudam sobre os magos que a praticaram. Essa é a Sociedade de York, uma sociedade de magos, mas nenhum deles praticante. É a maior sociedade do tipo na Inglaterra.

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Vejam a sinopse: A prática da magia foi considerada extinta da Inglaterra desde os tempos medievais do Rei Corvo. Em 1806, aqueles que se intitulam magos são apenas estudiosos da história da magia. Mas, um dia, dois desses magos teóricos resolvem investigar os motivos do desaparecimento da magia. E assim conhecem Mr. Norrell, um mago recluso que desafia a todos ao mostrar seus poderes. Para provar que a magia ainda existe, Mr. Norrell reúne os magos teóricos na catedral de York e faz com que as estátuas de pedra comecem a falar. Em troca de seu ato, exige a imediata dissolução da Sociedade de Magos. Agora com fama e poder, ele abandona a reclusão e vai para Londres, onde colabora com o governo no combate a Napoleão Bonaparte. Começa então a colocar em prática seu plano secreto de controlar a magia na Inglaterra. Tudo vai bem, até o momento em que seu discípulo, o arrogante e impetuoso Jonathan Strange, resolve se rebelar contra a visão restrita de Norrell sobre o lugar destinado à magia. Strange decide seguir seu próprio rumo como mago e resgatar os poderes do lendário Rei Corvo, mas acaba colocando em risco a si próprio, aos que o cercam e à toda a Inglaterra.

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Acontecimentos inusitados e personagens deste e do outro mundo, familiares e estranhos, atravessam o romance com uma boa dose de ironia e engenhosidade. Misturando ficção e fatos históricos, ‘Jonathan Strange & Mr. Norrell’ levou mais de dez anos para ser escrito e foi baseado em uma extensa pesquisa da autora sobre a história da magia inglesa. Apelidado de ‘Harry Potter para adultos’, o livro combina a mitologia fantástica de J.R.R. Tolkien com a comédia de costumes de Jane Austen, de quem Clarke é admiradora confessa, e ainda acena ao romantismo, à observação social de Charles Dickens e à literatura gótica de Anne Radcliffe.

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Precisa escrever algo mais? Susanna Clark criou todo um mundo e lendas nele presentes e o livro nos parece ser “somente um dos livros sobre magia presentes nesse mundo”. Repleto de notas de rodapé citando lendas e explicando palavras pertencentes a esse mundo. Vale ressaltar o Rei Corvo, o pai da magia, um humano criado por criaturas fantásticas que é a base de toda a magia inglesa. Um dos reis da Inglaterra, mas que desapareceu e levou a magia junto dele. Norrell tem aversão ao Rei Corvo e deseja que todos o esqueçam, mas Strange almeja preparar e presenciar a volta de seu reinado. Assim é a dinâmica deste livro que ainda conta com ilustrações de Portia Rosenberg que contribuem para a imersão do livro. E é assim, repleto de lendas e histórias paralelas que as linhas de Clarke irão te cativar.

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O livro, que se tornou um best seller, foi adaptado e virou minissérie, produzida e transmitida pela BBC One, onde temos os atores britânicos Eddie Marsan e Bertie Carvel interpretando e protagonizando Mr. Norrell e Strange, respectivamente.  A série estreou em 2015, com sete episódios, e teve boa receptividade do público.

Neil

Bem, vamos encerrar, e que melhor forma de terminar o post, se não pelas palavras de Neil Gaiman, na introdução do livro: “Adorei o rabugento Norrell e o não tão irresponsável quanto parece Strange. E John Uskglass, o Rei Corvo, que não aparece no título do livro a menos que esteja se escondendo atrás do &, mas que mesmo assim paira por ali. Adorei os personagens secundários, as notas de rodapé e a autora que, tenho certeza, não é a sra. Clarke, mas uma personagem própria, que escreve o livro mais perto do tempo de Strange e Norrell do que do nosso”.  Até!!

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: La casi extinción de la magia, en las tierras de la Reina – por Susanna Clarke.

Hoy, el PHANTASTICUS gustaría preguntarle que es lector de literatura fantástica. En su opinión “Jonathan Strange & Mr. Norrell” es un libro famoso? Piense. Piense un poco más. ¿Que tal? ¿Puedes responder? Creo que pocos lectores se arriesgarán a responder sí (yo incluso). Pero, hoy, vamos a intentar mostrar cuánto se reconoce este libro (en la crítica y en las ventas) como uno de los títulos más interesantes del género hecho en este siglo.

Para empezar, vamos a hablar un poco de quien escribió la obra. Estamos hablando de la escritora británica Susanna Mary Clarke. La autora nació en el condado de Nottingham y hoy tiene 58 años. “Jonathan Strange y Mr. Norrell” fue su primer libro y se llevó un poco más de diez años entre el inicio de su elaboración hasta la efectiva publicación en septiembre de 2004. El libro fue una gran apuesta de la editorial británica Bloomsbury, que adelantó un ” millón de libras para la escritora. Y en su primera obra S. Clarke remata 6 premios – incluso el “Hugo” y el “World Fantasy” (fuera más 4 nominaciones).

Para empezar, el libro ya llama la atención por la introducción del premiadísimo Neil Gaiman, y por supuesto genera toda una expectativa. En él, nos encontramos con una Inglaterra mágica, o que una vez ha sido. La magia no es un secreto para pocos, sino una ciencia. Los magos eran tan comunes como los médicos. Pero, por desgracia, eran. Estos fueron los tiempos de oro. Ahora sólo existen estudiosos de la magia, que leen libros y estudia sobre los magos que la practicaron. Esta es la Sociedad de York, una sociedad de magos, pero ninguno de ellos practicante. Es la mayor sociedad del tipo en Inglaterra.

La práctica de la magia fue considerada extinguida de Inglaterra desde los tiempos medievales del Rey Corvo. En 1806, aquellos que se titulan magos son sólo estudiosos de la historia de la magia. Pero, un día, dos de esos magos teóricos resuelven investigar los motivos de la desaparición de la magia. Y así conocen a Mr. Norrell, un mago recluso que desafía a todos al mostrar sus poderes. Para probar que la magia todavía existe, Mr. Norrell reúne a los magos teóricos en la catedral de York y hace que las estatuas de piedra empiecen a hablar. A cambio de su acto, exige la inmediata disolución de la Sociedad de Magos. Ahora con fama y poder, él abandona la reclusión y va a Londres, donde colabora con el gobierno en el combate a Napoleón Bonaparte. Comienza entonces a poner en práctica su plan secreto de controlar la magia en Inglaterra. Todo va bien, hasta el momento en que su discípulo, el arrogante e impetuoso Jonathan Strange, resuelve rebelarse contra la visión restringida de Norrell sobre el lugar destinado a la magia. Strange decide seguir su propio rumbo como mago y rescatar los poderes del legendario Rey Corvo, pero acaba poniendo en riesgo a sí mismo, a los que lo rodean ya toda Inglaterra. Acontecimientos inusitados y personajes de este y del otro mundo, familiares y extraños, atraviesan la novela con una buena dosis de ironía e ingeniosidad. La película se estrenará en el mes de mayo de este año, y se estrenará en el mes de mayo. El libro combina la mitología fantástica de JRR Tolkien con la comedia de las costumbres de Jane Austen, de quien Clarke es admiradora confesa, y aún agita al romanticismo, a la observación social de Charles Dickens ya la literatura gótica de Anne Radcliffe.

¿Necesita escribir algo más? Susanna Clark creó todo un mundo y leyendas en él presentes y el libro nos parece ser “sólo uno de los libros sobre magia presentes en ese mundo”. Repleto de notas a pie de página citando leyendas y explicando palabras pertenecientes a ese mundo. Vale resaltar al Rey Corvo, el padre de la magia, un humano creado por criaturas fantásticas que es la base de toda la magia inglesa. Uno de los reyes de Inglaterra, pero que desapareció y llevó la magia junto a él. Norrell tiene aversión al Rey Corvo y desea que todos lo olviden, pero Strange desea preparar y presenciar la vuelta de su reinado. Así es la dinámica de este libro que aún cuenta con ilustraciones de Portia Rosenberg que contribuyen a la inmersión del libro. Y es así, repleto de leyendas e historias paralelas que las líneas de Clarke te cautivarán.

El libro, que se convirtió en un best seller, fue adaptado y se convirtió en miniserie, producida y transmitida por la BBC One, donde tenemos a los actores británicos Eddie Marsan y Bertie Carvel interpretando y protagonizando a Mr. Norrell y Strange, respectivamente. La serie se estrenó en 2015, con siete episodios, y tuvo buena receptividad del público.

Bueno, vamos a terminar, y que mejor forma de terminar el post, si no por las palabras de Neil Gaiman, en la introducción del libro: “Me encantó el rabioso Norrell y el no tan irresponsable como parece Strange. Y John Uskglass, el Rey Corvo, que no aparece en el título del libro a menos que se esté escondiendo detrás del &, pero que aun así pase por allí. Me encantó los personajes secundarios, las notas al pie y la autora que, estoy seguro, no es la sra. Clarke, pero un personaje propio, que escribe el libro más cerca del tiempo de Strange y Norrell que del nuestro. ¡¡Hasta!!

¿Te gustó el post? Aprovecha el blog y lee la cantidad de mensajes que desea. Y deja tu comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, dejar una sugerencia. Nos veremos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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en.wikipedia.org/wiki/Susanna_Clarke

pensador.com/melhores_livros_de_fantasia/

leitorcabuloso.com.br/2015/07/resenha-jonathan-strange-mr-norrell-da-susana-clarke-editora-cia-das-letras/

saraiva.com.br/jonathan-strange-mr-norrell-181841.html

lwcurrey.com/pages/books/141186/susanna-clarke/jonathan-strange-mr-norrell

bloomsbury.com/us/jonathan-strange-mr-norrell-9781582346038/

bloomsbury.com/us/jonathan-strange-and-mr-norrell-9781620409909/

c.wallhere.com/photos/e0/e8/horse_wood_magic_wind_transformation-786426.jpg

livrosemserie.com.br/2015/06/17/resenha-fora-de-serie-jonathan-strange-mr-norrell/

seattletimes.nwsource.com/ABPub/2004/09/03/2002025499.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Jonathan_Strange_&_Mr_Norrell

omelete.com.br/series-tv/artigo/jonathan-strange-mr-norrell-nossa-serie-nao-e-como-once-upon-a-time-que-depois-de-um-tempo-voce-nao-aguenta-mais-diz-produtor/

showdomedo.blogspot.com.br/2017/02/os-druidas.html

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nerdgeekfeelings.com/video-jonathan-strange-mr-norrell-veja-o-1o-trailer-da-serie-de-tv/

bookwormscientist.com/eu-finalmente-li-jonathan-strange-mr-norrell/

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DIA DE LER TOLKIEN

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Dia de ler Tolkien.

Ontem, dia 25 de março, foi o dia de ler Tolkien! Se tornou uma tradição entre os fãs de J.R.R.Tolkien ler trechos ou capítulos de sua obra em comemoração no dia 25 de março. Essa iniciativa começou em 2003, pela sociedade Tolkien Inglesa (que passou a ser internacional), a famosa Tolkien Society, e segue firme ao longo dos anos.

Mas por que o dia 25 de março? Foi exatamente neste dia que ocorreu a derrota de Sauron, na guerra do anel.

Tolkien possui uma obra que abrange mais de 50 livros — grande parte deles publicados postumamente. Essa vasta obra contém a criação de um autor que formou uma mitologia completa para compor o mundo que mudou a forma de escrever sobre fantasia e, até os dias atuais, serve de guia para diversos autores, músicos, cineastas, pintores etc.

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O PHANTASTICUS deixou passar um dia para – meio como forma de protesto – enfatizar que: TODO DIA É DIA DE LER TOLKIEN.

O post de hoje foi curto em linhas, mas longo em intenções e aspirações.  Então, que tal começar logo.

Abraços e até o próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: DÍA DE LEER TOLKIEN.

Ayer, 25 de marzo, fue el día de leer Tolkien! Se convirtió en una tradición entre los fans de J.R.Tolkien leer fragmentos o capítulos de su obra en conmemoración el 25 de marzo. Esta iniciativa comenzó en 2003, por la sociedad Tolkien Inglesa (que pasó a ser internacional), la famosa Tolkien Society, y sigue firme a lo largo de los años.

Pero ¿por qué el 25 de marzo? Fue precisamente en este día que ocurrió la derrota de Sauron, en la guerra del anillo.

Tolkien posee una obra que abarca más de 50 libros – gran parte de ellos publicados postumamente. Esta vasta obra contiene la creación de un autor que formó una mitología completa para componer el mundo que cambió la forma de escribir sobre fantasía y, hasta los días actuales, sirve de guía para diversos autores, músicos, cineastas, pintores, etc.

El PHANTASTICUS dejó pasar un día para – medio como forma de protesta – enfatizar que: TODO DÍA ES DÍA DE LEER TOLKIEN.

El post de hoy fue corto en líneas, pero largo en intenciones y aspiraciones. Entonces, que tal comenzar pronto.

Y en el siguiente post.

Jota Cortizo

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