A Saga e a Fama dos Irmãos Grimm

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: A Saga e a Fama dos Irmãos Grimm.

Um novo dia, um novo ano.  Emoções e expectativas.  Sonhos e ambições.  Chegadas e partidas.  Que 2018 seja emocionante e cheio de realizações para todos.

Bem, vamos ao que interessa.  Literatura Fantástica.  E aqui é o lugar certo para este contato (desculpem-me pela pretensão).  Aí vai!! No post do PHANTASTICUS de 12/11/2016 falamos do lado obscuro dos contos de fadas.  Isto parece um tema batido, mas sempre que vemos um desenho da Disney, um filme com uma versão adaptada e moderna, um livro com revelações e comparações – voltamos para o tema e pensamos a respeito.  Como surgiram estes contos?  Antes de seguir, fica a opção para quem quiser ler o post acima mencionado. “O Lado Obscuro dos Contos de Fadas – Nem tudo é o que parece”. Segue o link: jotacortizo.wordpress.com/2016/11/12/o-lado-obscuro-dos-contos-de-fadas-nem-tudo-e-o-que-parece/ (basta incluir o https//).

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Hoje vamos falar num (melhor dois) dos expoentes dos contos de fadas em nossas vidas.  Com vocês…. Os Irmãos Grimm.

Os irmãos Grimm, Jacob (Hanau, 4 de janeiro de 1785 – Berlim, 20 de setembro de 1863) e Wilhelm (Hanau, 24 de fevereiro de 1786 – Berlim, 16 de dezembro de 1859), foram acadêmicos, linguistas, poetas e escritores que nasceram no então Condado de Hesse-Darmstadt, atual Alemanha. Os dois dedicaram-se a “captura” e o registro de várias fábulas infantis, ganhando assim grande notoriedade, que gradativamente tomou proporções globais – mesmo tratando-se do século 18.

Os Irmãos Grimm passaram a infância na aldeia de Steinau, onde o pai era funcionário de justiça e Administração do conde de Hessen. Em 1796, com a morte repentina do pai, a família passou por dificuldades financeiras. Em 1798 Jacob e Wilhelm, os filhos mais velhos, foram levados para a casa de uma tia materna na cidade de Hassel, quando foram matriculados no Friedrichsgymnasium.

Depois de concluído o ensino médio, os irmãos ingressaram na Universidade de Marburg. Estudiosos e interessados nas pesquisas de manuscritos e documentos históricos receberam o apoio do professor Friedrich Carlvon Savigny, que colocou sua biblioteca particular à disposição dos irmãos, onde tiveram acesso às obras do Romantismo e às cantigas de amor medievais. Depois de formados, os Irmãos Grimm se fixaram em Kassel e ambos ocuparam o cargo de bibliotecário.

Em 1807, com o avanço do exército francês pelos territórios alemães, a cidade de Kassel passou a ser governada por Jérome Bonaparte, irmão mais novo de Napoleão, que a tornou capital do reino recém-instalado Reino da Vestfália. Essa situação despertou o espírito nacionalista do romantismo alemão. A busca das raízes populares da germanidade estava em voga.  Diretamente influenciados por Brentano (Clemens Wenzeslaus Brentano de La Roche foi um poeta e romancista alemão) e von Arnim (Carl Joachim Friedrich Ludwig Achim von Arnim foi um romancista e poeta alemão) que editaram e adaptaram as canções populares do Des Knaben Wunderhorn (A trompa mágica do menino ou Cornucópia), os irmãos começaram a coleção com o propósito de criar um tratado acadêmico de histórias tradicionais e de preservar as histórias como elas haviam sido transmitidas de geração para geração, uma prática que foi ameaçada pelo aumento da industrialização.

Obs.: A transmissão de geração para geração, na tradição oral, dá aos contos folclóricos uma mutabilidade importante. As versões de contos diferem de região para região “pegando pedaços de cultura e folclore local, desenhando uma curva de frase de uma música ou outra história e personagens com características retiradas do público testemunhando sua performance.”.  Os Grimm se apropriaram de histórias exclusivamente alemãs, como a história “Chapeuzinho Vermelho”, que já existia em muitas versões e regiões de toda Europa, “acreditando” que essas histórias eram reflexos da cultura germânica.

A coletânea de contos começou por volta de 1806 e, apesar da ideia romântica dos dois irmãos, de ir de povoado em povoado para recuperar histórias perdidas, tudo indica que o trabalho de campo foi mínimo, já que as pessoas selecionadas para contar suas histórias eram de seus próprios círculos de amizades e conhecidos.  Além disto, o trabalho como bibliotecários ajudou muito na pesquisa e na obtenção de informações e dos contos propriamente ditos. No dia 20 de dezembro de 1812 foi apresentada a primeira edição dos contos compilados pelos irmãos Jacob e Wilhelm Grimm.  “Kinder- und Hausmärchen” (Histórias das Crianças e do Lar) é um livro destinado a se transformar em um dos mais conhecidos do mundo.  E após 205 anos, estes contos continuam encantando crianças e marmanjos.  As histórias continuam vivas e atuais, mantendo como nunca seu poder de encantamento, mesmo tendo passados tantos anos.

Os irmãos continuaram publicando uma série de livros entre 1812 e 1830. Após o primeiro livro, os Grimm publicaram dois volumes de lendas alemãs e um volume de história literária. Eles passaram a publicar trabalhos sobre contos populares e dinamarqueses da Dinamarca e da mitologia nórdica, enquanto continuam a editar a coleção de contos folclóricos alemães e a gerar muitas e muitas … e muitas histórias.

Relembre alguns destes grandes personagens:

Rumpelstiltskin

Hänsel und Gretel (João e Maria)

Rapunzel

Schneewittchen (Branca de Neve)

 

No site http://www.grimmstories.com você encontra todos os 200 contos e as 10 lendas infantis dos irmãos Grimm. É uma experiência única.  O site tem os contos em 16 idiomas diferentes, incluindo o português.  Vale a pena!

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Completando, a história dos irmãos foi parar no cinema. O filme “Brothers Grimm” (Irmãos Grimm) foi lançado em 2005 e é uma adaptação livre dos contos com a história de Jacob e Wilhelm. No filme, os dois são caçadores que percorrem a Europa – na época comandada por Napoleão – enfrentando monstros em troca de dinheiro. Porém, as autoridades francesas os colocam para enfrentar uma maldição real em uma floresta encantada, onde jovens donzelas desaparecem. Uma história divertida que mistura a fantasia escrita pelos dois irmãos, tendo os próprios como personagens. Uma homenagem criativa.  Dirigido por  Terry Gilliam, o filme teve interpretando os irmão Grimm os grandes Matt Damon (Wilhelm Grimm) e Heath Ledger (Jakob Grimm).

Terminamos o primeiro post do ano.  Gostou? Aproveite entre no blog e leia quantos mais posts.  E deixe seu comentário – é muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão.

Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: La Saga y la Fama de los Hermanos Grimm.

Un nuevo día, un nuevo año. Emociones y expectativas. Sueños y ambiciones. Llegadas y salidas. Que 2018 sea emocionante y lleno de logros para todos.

Bueno, vamos a lo que interesa. Literatura Fantástica. Y aquí es el lugar adecuado para este contacto (disculpen por la pretensión). ¡¡Ahí va!! En el post del PHANTASTICUS del 12/11/2016 hablamos del lado oscuro de los cuentos de hadas. Esto parece un tema golpeado, pero siempre que vemos un diseño de Disney, una película con una versión adaptada y moderna, un libro con revelaciones y comparaciones – volvemos al tema y pensamos al respecto. ¿Cómo surgieron estos cuentos? Antes de seguir, queda la opción para quien quiera leer el post arriba mencionado. “El Lado Oscuro de los Cuentos de Hadas – No todo es lo que parece”. El siguiente es el enlace: jotacortizo.wordpress.com/2016/11/12/-lado-obscuro-dos-contos-de-fadas-nem- estudio-e-o-que-parece/ (basta incluir el https //).

Hoy vamos a hablar en uno (mejor dos) de los exponentes de los cuentos de hadas en nuestras vidas. Con ustedes … Los Hermanos Grimm.

Los hermanos Grimm, Jacob (Hanau, 4 de enero de 1785 – Berlín, 20 de septiembre de 1863) y Wilhelm (Hanau, 24 de febrero de 1786 – Berlín, 16 de diciembre de 1859), fueron académicos, lingüistas, poetas y escritores que nacieron en el entonces Condado de Hesse-Darmstadt, actual Alemania. Los dos se dedicaron a la “captura” y el registro de varias fábulas infantiles, ganando así gran notoriedad, que gradualmente tomó proporciones globales – incluso tratándose del siglo 18.

Los Hermanos Grimm pasaron la infancia en la aldea de Steinau, donde el padre era funcionario de justicia y Administración del conde de Hessen. En 1796, con la muerte repentina del padre, la familia pasó por dificultades financieras. En 1798 Jacob y Wilhelm, los hijos mayores, fueron llevados a la casa de una tía materna en la ciudad de Hassel, cuando fueron matriculados en el Friedrichsgymnasium.

Después de concluir la escuela secundaria, los hermanos ingresaron a la Universidad de Marburg. Estudiantes e interesados ​​en las investigaciones de manuscritos y documentos históricos recibieron el apoyo del profesor Friedrich Carlvon Savigny, que colocó su biblioteca particular a disposición de los hermanos, donde tuvieron acceso a las obras del Romanticismo ya las cantigas de amor medieval. Después de formados, los Hermanos Grimm se fijaron en Kassel y ambos ocuparon el cargo de bibliotecario.

En 1807, con el avance del ejército francés por los territorios alemanes, la ciudad de Kassel pasó a ser gobernada por Jérome Bonaparte, hermano menor de Napoleón, que la convirtió en capital del reino recién instalado Reino de Westfalia. Esta situación despertó el espíritu nacionalista del romanticismo alemán. La búsqueda de las raíces populares de la germanidad estaba en boga. En el caso de Brentano (Clemens Wenzeslaus Brentano de La Roche fue un poeta y novelista alemán) y von Arnim (Carl Joachim Friedrich Ludwig Achim von Arnim fue un novelista y poeta alemán) que editar y adaptar las canciones populares del Des Knaben Wunderhorn (La trompa la magia del niño o Cornucopia), los hermanos comenzaron la colección con el propósito de crear un tratado académico de historias tradicionales y de preservar las historias como se habían transmitido de generación a generación, una práctica que fue amenazada por el aumento de la industrialización.

Obs.: La transmisión de generación a generación, en la tradición oral, da a los cuentos folclóricos una mutabilidad importante. Las versiones de cuentos difieren de región a región “tomando pedazos de cultura y folclore local, dibujando una curva de frase de una música u otra historia y personajes con características retiradas del público dando testimonio de su desempeño.”. Los Grimm se apropiaron de historias exclusivamente alemanas, como la historia “Caperucita Roja”, que ya existía en muchas versiones y regiones de toda Europa, “creyendo” que esas historias eran reflejos de la cultura germánica.

La colección de cuentos comenzó alrededor de 1806 y, a pesar de la idea romántica de los dos hermanos, de ir de pueblo en pueblo para recuperar historias perdidas, todo indica que el trabajo de campo fue mínimo, ya que las personas seleccionadas para contar sus historias eran de sus propios círculos de amistades y conocidos. Además, el trabajo como bibliotecarios ayudó mucho en la investigación y en la obtención de informaciones y de los cuentos propiamente dichos. El 20 de diciembre de 1812 se presentó la primera edición de los cuentos compilados por los hermanos Jacob y Wilhelm Grimm. “Kinder- und Hausmärchen” (Historias de los Niños y del Hogar) es un libro destinado a convertirse en uno de los más conocidos del mundo. Y después de 205 años, estos cuentos siguen encantando a los niños y los maremotos. Las historias continúan vivas y actuales, manteniendo como nunca su poder de encantamiento, aun habiendo pasado tantos años.

Los hermanos continuaron publicando una serie de libros entre 1812 y 1830. Después del primer libro, los Grimm publicaron dos volúmenes de leyendas alemanas y un volumen de historia literaria. Ellos pasaron a publicar trabajos sobre cuentos populares y daneses de Dinamarca y de la mitología nórdica, mientras continúan editando la colección de cuentos folclóricos alemanes y generando muchas y muchas … y muchas historias.

Recuerda algunos de estos grandes personajes:

 

Rumpelstiltskin

 

Hänsel und Gretel (Juan y María)

 

Rapunzel

 

Schneewittchen (Blancanieves)

 

En el sitio http://www.grimmstories.com encontrarás los 200 cuentos y las 10 leyendas infantiles de los hermanos Grimm. Es una experiencia única. El sitio cuenta las historias en 16 idiomas diferentes, incluyendo el portugués. ¡Vale la pena!

Completando, la historia de los hermanos fue a parar al cine. La película “Hermanos Grimm” fue lanzada en 2005 y es una adaptación libre de los cuentos con la historia de Jacob y Wilhelm. En la película, los dos son cazadores que recorren Europa – en la época comandada por Napoleón – enfrentando monstruos a cambio de dinero. Sin embargo, las autoridades francesas los colocan para enfrentar una maldición real en un bosque encantado, donde jóvenes doncellas desaparecen. Una historia divertida que mezcla la fantasía escrita por los dos hermanos, teniendo los propios como personajes. Un homenaje creativo. La película, interpretada por Terry Gilliam, interpretó a los hermanos Grimm los grandes Matt Damon (Wilhelm Grimm) y Heath Ledger (Jakob Grimm).

Terminamos el primer post del año. ¿Te gusta? Aprovechar el blog y leer cuántos más mensajes. Y deje su comentario – es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia.

Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/Irm%C3%A3os_Grimm

1.bp.blogspot.com/_XhKEiKH6SOg/TKKnukwRplI/AAAAAAAAA9c/TTZOjU0D17s/s1600/Irmaos_Grimm2.jpg

alexandersantos.blogspot.com.br/2010/

upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/85/Wunderhorn.1874.titel.jpg/800px-Wunderhorn.1874.titel.jpg

ebiografia.com/irmaos_grimm/

upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/8c/Grimm%27s_Kinder-_und_Hausm%C3%A4rchen%2C_Erster_Theil_%281812%29.cover.jpg

llb-detmold.de/typo3temp/pics/d387b1bd4a.jpg

i.ytimg.com/vi/dAsMv4dJ_2Q/maxresdefault.jpg

vignette1.wikia.nocookie.net/onceuponatime8042/images/8/84/InfoboxRumpelstiltskin.jpg/revision/latest?cb=20170402224808

mercadolivros.net.br/leituras/irmaos-grimm/

myveronanj.com/wp-content/uploads/2014/11/hansel-gretel.jpg

static.artfire.com/uploads/products/2015/06/09/c9/12014730/large/rapunzel_and_flynn_rider_fan_art_8x8_handmade_craft_fabric_block_1ddb5140_438535.jpg

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upload.wikimedia.org/wikipedia/en/6/63/Brothers_grimm_movie_poster.jpg

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O Aniversário do Blog e as Máquinas Mortais de Philip Reeve

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Versão em português: O Aniversário do Blog e as Máquinas Mortais de Philip Reeve.

Olá amigos.  Este, provavelmente, é o último post do ano.  Temos as festas de final de ano, além do aniversário do blog que, no próximo dia 27, faz três anos.  Então, temos que fechar com chave de ouro este difícil ano de 2017.

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Foi no dia 27 de dezembro de 2014 que o PHANTASTICUS nasceu com um pequeno post sobre o mestre Tolkien. Dali para frente, foram mais de 1.000 dias falando sobre a LitFan (Literatura Fantástica).  Olho para trás e vejo quanto foi feito e depois busco o futuro e entendo o quanto ainda pode ser realizado.  Se tudo der certo, em 2018 vem o meu primeiro livro e algumas incrementadas no blog.  Mas, vamos deixar de blá blá blá e vamos falar de LitFan.

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Hoje vamos falar do autor inglês Philip Reeve.  Começou como cartunista e ilustrador, se aventurou em alguns livros para pequeninos.  Mas foi na fantasia que Reeve voou alto.  Logo no primeiro livro ele emplacou o prêmio “Nestlé Smarties Book” e entrou na lista dos indicados ao “Shortchoad Book Award”. Sua obra deu origem a uma tetralogia “Mortal Engines”.  O primeiro livro, que deu nome à série, foi “Mortal Engines” (na tradução livre “Máquinas Mortais) e foi publicado em 2001.  Os seguintes foram “Predator’s Gold” (Tradução literal “Ouro Predador” publicado em 2003); “Infernal Devices” (Tradução literal “Aparelhos Infernais” publicado em 2005) e “A Darkling Plain” (Tradução literal “Uma Planície Escura” publicado em 2006).

Livros

“Mortal Engines” é um livro cheio de ação, aventuras e muitas, mas muitas intrigas. A leitura é rápida e interrupta, com muitas cenas de ação, além encontrarmos uma trama interessante e misteriosa entre seus personagens. A linguagem de Reeve é clara e sem exageros – ele dá muito foco a história e seus protagonistas. Fora que quem mergulhar em suas páginas verá a tecnologia a vapor empregada nos mais diferentes modos desde as gigantescas “Cidades Tracionadas”, seguindo por dirigíveis, barcos e até robôs.  É steampunk puro na veia.

Obs.: Steampunk – Trata-se de obras ambientadas no passado, no qual os paradigmas tecnológicos modernos ocorreram mais cedo do que na história real (ou em um universo com características similares), mas foram obtidos por meio da ciência já disponível naquela época – tais como computadores de madeira e aviões movidos a vapor. É um estilo normalmente associado ao futurista cyberpunk e, assim como este, tem uma base de fãs semelhante, mas distinta.  O gênero steampunk pode ser explicado de maneira muito simples, comparando-o a literatura que lhe deu origem. Baseado num universo de ficção cientifica criado por autores consagrados como Júlio Verne no fim do século XIX, ele mostra uma realidade espaço-temporal na qual a tecnologia mecânica a vapor teria evoluído até níveis impossíveis (ou pelo menos improváveis), com automóveis, aviões e até mesmo robôs movidos a vapor já naquela época.

No livro, o mundo existente é muito peculiar. Nele, temos os “tracionistas”, como são chamados os que vivem nas cidades que andam, que pouco sabem da nossa antiga civilização. Não é à toa que chamam a tecnologia dos antepassados de “Old-tec” e fazem menção a “guerra dos sessenta segundos” e como a guerra mudou o mundo como o conhecemos hoje.

Obs.: Pare para pensar: As guerras antigas recebem nomes de “batalha dos mil dias”, “guerra dos 100 anos”, e por aí vai.  Mas com o avanço tecnológico, se houvesse uma “Terceira Guerra Mundial” esse conflito global iria se revolver em poucos segundos.

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O universo pós-apocalíptico de Reeve, a humanidade evoluiu tanto sua tecnologia que acabou quase se destruindo completamente e destruindo boa parte do planeta junto (o que não é novidade, pelo menos na ficção). E quando a humanidade ressurge e se reorganiza, em plena era vitoriana a vapor, com as terras arruinadas a solução era única: As cidades não podiam mais ficar paradas no mesmo lugar, então elas se colocaram sobre esteiras e rodas (de onde vem o nome “cidades tracionadas”) e passaram a vagar pelos continentes em busca de outras cidades pra “comer”, ou seja, desmontar e usar os recursos daquela “cidade morta” pra fazer reparos e abastecer sua própria cidade.

Cidades tracionadas 2

A Caçada, que é como chamam o momento em que uma cidade maior está perseguindo uma cidade menor para acabar com ela, e é uma das maiores diversões dos cidadãos das cidades grandes (claro): eles ficam nas amuradas da cidade só para ver tudo acontecer. Eles até chamam o processo de darwinismo municipal (como na seleção natural mesmo), onde só as cidades mais fortes sobrevivem. Mas é claro que tem aquelas pessoas que descobrem que “comer” as cidades menores, não seria tão natural assim, e que os caçadores de recompensa não são tão maravilhosos quanto parecem e que se metem em aventuras por várias cidades tracionadas, entrepostos de comércio, dirigíveis e até a lama estéril que agora é o solo do mundo todo. Neste conceito de “Darwinismo Municipal”, logo no início do livro, vemos Londres (tracionada) perseguindo uma pequena cidade de mineradores. E que grande perseguição! Como o campo de caça anda escasso, aquela pequena cidade seria uma presa muito esperada, já que Londres não se alimentava há muito tempo. Durante a narração da perseguição senti-me dentro da cidade torcendo junto com seus concidadãos para que a gigantesca cidade devorasse logo sua presa.

Cidades tracionadas 1

Veja o que aconteceu com os nossos continentes, neste mundo dominado pelas “Cidades Tracionadas”:

The Great Hunting Ground (Grande Campo de Caça) – Consiste na Europa e no norte da Ásia, e é o domínio das cidades de tração. É um terreno desolado, em que o movimento constante das cidades destruiu toda a vegetação. A terra é identificada pelos habitantes da cidade como o “Out-Country”.

The Ice Wastes (Resíduos de Gelo) – Novo nome para o Ártico, em que as cidades de tração usam corredores de ferro para patinar no gelo. Em alguns lugares, o gelo é magro e correm o risco de cair no oceano.

África – Agora é dividida entre o deserto do Saara, governado por cidades de tração e as regiões do Sul, administradas por antitracionistas. As áreas do continente do sul incluem as cidades estáticas de Zagwa e Tibetsi, e a área das terras altas conhecida como as Montanhas da Lua.

O Continente Morto – América do Norte, supostamente reduzido a uma área desolada irradiada pela Guerra de 60 Minutos. Em “Predator’s Gold”, é provado que não está completamente morto; no Norte há florestas com alguns animais que sobreviveram à Guerra dos sessenta minutos.

Ásia – A fortaleza da Liga Antitração. A China oriental é evidentemente irradiada pela Guerra, e os Himalaias são agora o centro da civilização, onde as montanhas tornam impossível a aproximação das cidades.

Nuevo Maya (Novo Maia) – Novo nome para a América do Sul, separado da América do Norte quando “bombas lentas” destruíram a América Central durante a guerra. Os assentamentos estáticos governam os andes, mas as terras baixas são preenchidas com cidades de tração zigurat. Os protagonistas Tom e Hester visitam Nuevo Maya entre os dois primeiros livros. Philip Reeve disse que irá explorar o Nuevo Maya com mais detalhes no futuro.

Antártica – Mencionado apenas uma vez e, evidentemente, o domínio das cidades de tração de perfuração de petróleo. Tom e Hester visitam a Antártida entre os dois primeiros livros.

Austrália – Embora não seja mencionado na série original ou “Fever Crumb”, Philip Reeve diz que irá explorar lugares como Austrália e Nuevo Maya no futuro, como ele nunca teve a chance de fazê-lo no quarteto original.

Anchorage-in-Vineland (Ancoragem dentro de Vineland) – A versão estática e estável da Traction City de Anchorage, que decidiu parar de vagar pelo Ártico e se instala na terra verde e virgem de Vineland (na América do Norte). Quando Anchorage era uma Cidade de Tração, não era predatória, mas ganhou sua riqueza negociando com outras cidades sob líderes mais escrupulosos.

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Reeve publicou em 2009 uma trilogia prequel intitulada “Fever Crumb” (Tradução literal “Fragmento de Febre”, que ocorre séculos (ou milênios) antes dos eventos retratados na tetralogia original. O personagem principal é Fever Crumb, um engenheiro de Londres que é parcialmente descendente do Scriven, uma raça mutante de seres humanos. A série também apresentou o personagem Shrike, revelando suas origens antes de se tornar um Stalker (perseguidor ou caça recompensas).

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Em outubro de 2016, Peter Jackson, junto aos roteiristas Fran Walsh e Philipa Boyens, receberam o sinal verde para adaptarem a obra de Philip Reeve. Jackson está tentando adaptar o projeto desde 2009. A direção ficará a cargo de Christian Rivers, com quem trabalhou Jackson em O Hobbit. Esta será a estreia de Rivers na direção, mas ele vem trabalhando com Jackson nos últimos 25 anos em diversas funções, então certamente possui conhecimento o bastante para fazer o trabalho.  A produção do filme teve início, na Nova Zelândia, em março de 2017.  E o elenco traz os conhecidos Stephen Lang e Hugo Weaving além da cantora Jihae e da novata Leila George D’Onofrio.  O primeiro trailer do filme já entrou em circulação há cinco dias e é DEMAIS!!!!

Bem, terminamos.  Eu e o blog desejamos a todos um ótimo Natal e um 2018 coroado de muitas realizações e sucesso.

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Te encontro no próximo post.  Te encontro no próximo ano.

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Jota Cortizo

Versión española: El Aniversario del Blog y las Máquinas Mortales de Philip Reeve.

Hola amigos. Este, probablemente, es el último post del año. Y en el caso de que se trate de una de ellas, Entonces, tenemos que cerrar con llave de oro este difícil año de 2017.

Fue el día 27 de diciembre de 2014 que el PHANTASTICUS nació con un pequeño post sobre el maestro Tolkien. De allí adelante, fueron más de 1.000 días hablando sobre la LitFan (Literatura Fantástica). Ojo hacia atrás y veo cuánto se ha hecho y luego busco el futuro y entiendo cuánto aún puede ser realizado. Si todo sale bien, en 2018 viene mi primer libro y algunas incrementadas en el blog. Pero, vamos a dejar de bla bla bla y vamos a hablar de LitFan.

Hoy vamos a hablar del autor inglés Philip Reeve. Comenzó como dibujante e ilustrador, se aventuró en algunos libros para pequeños. Pero fue en la fantasía que Reeve voló alto. Luego en el primer libro él emplazó el premio “Nestlé Smarties Book” y entró en la lista de los nominados al “Shortchoad Book Award”. Su obra dio origen a una tetralogía “Mortal Engines”. El primer libro, que dio nombre a la serie, fue “Mortal Engines” (en la traducción libre “Máquinas Mortales) y fue publicado en 2001. Los siguientes fueron” Predator’s Gold “(Traducción literal” Ouro Predator “publicado en 2003); “Infernal Devices”, publicado en el 2005, y “The Darkling Plain” (Traducción literal “Una llanura oscura” publicado en 2006).

“Mortal Engines” es un libro lleno de acción, aventuras y muchas, pero muchas intrigas. La lectura es rápida e interrumpida, con muchas escenas de acción, además encontramos una trama interesante y misteriosa entre sus personajes. El lenguaje de Reeve es claro y sin exageraciones – él da mucho foco a la historia ya sus protagonistas. Fuera que quien buce en sus páginas verá la tecnología a vapor empleada en los más diferentes modos desde las gigantescas “Ciudades Tracionadas”, siguiendo por dirigibles, barcos e incluso robots. Es steampunk puro en la vena.

En el pasado, en el que los paradigmas tecnológicos modernos ocurrieron más temprano que en la historia real (o en un universo con características similares), pero fueron obtenidos por medio de la ciencia ya disponible en aquella época – tales como ordenadores de madera y aviones de vapor. Es un estilo normalmente asociado al futurista cyberpunk y, al igual que éste, tiene una base de fans similar, pero distinta. El género steampunk puede ser explicado de manera muy simple, comparándolo con la literatura que le dio origen. Basado en un universo de ficción científico creado por autores consagrados como Julio Verne a finales del siglo XIX, muestra una realidad espacio-temporal en la cual la tecnología mecánica a vapor habría evolucionado hasta niveles imposibles (o al menos improbables), con automóviles, aviones y incluso los robots movidos a vapor ya en aquella época.

En el libro, el mundo existente es muy peculiar. En él, tenemos los “tracionistas”, como son llamados los que viven en las ciudades que andan, que poco saben de nuestra antigua civilización. No es casual que llaman la tecnología de los antepasados ​​de Old-tec y mencionan la “guerra de los sesenta segundos” y cómo la guerra cambió el mundo como lo conocemos hoy.

Obs .: Pare para pensar: Las guerras antiguas reciben nombres de “batalla de los mil días”, “guerra de los 100 años”, y por ahí va. Pero con el avance tecnológico, si hubiera una “Tercera Guerra Mundial” ese conflicto global se revolver en pocos segundos.

El universo post-apocalíptico de Reeve, la humanidad evolucionó tanto su tecnología que acabó casi destruyendo completamente y destruyendo buena parte del planeta junto (lo que no es novedad, al menos en la ficción). Y cuando la humanidad resurge y se reorganiza, en plena era victoriana a vapor, con las tierras arruinadas la solución era única: Las ciudades no podían más quedarse paradas en el mismo lugar, entonces ellas se colocaron sobre esteras y ruedas (de donde viene el nombre “Ciudades traicionadas”) y pasaron a vagar por los continentes en busca de otras ciudades para “comer”, es decir, desmontar y usar los recursos de aquella “ciudad muerta” para hacer reparaciones y abastecer su propia ciudad.

La caza, que es como llaman el momento en que una ciudad más grande está persiguiendo a una ciudad más pequeña para acabar con ella, y es una de las mayores atracciones de los ciudadanos de las grandes ciudades (claro): se quedan en las amuradas de la ciudad sólo para ver todo suceder. Ellos incluso llaman el proceso de darwinismo municipal (como en la selección natural mismo), donde sólo las ciudades más fuertes sobreviven. Pero, por supuesto, tienen aquellas personas que descubren que “comer” las ciudades más pequeñas, no sería tan natural así, y que los cazadores de recompensa no son tan maravillosos como parecen y que se meten en aventuras por varias ciudades tratadas, depósitos de comercio, dirigibles y hasta el lodo estéril que ahora es el suelo de todo el mundo. En este concepto de “Darwinismo Municipal”, al principio del libro, vemos Londres (trazada) persiguiendo a una pequeña ciudad de mineros. ¡Y qué gran persecución! Como el campo de caza anda escaso, esa pequeña ciudad sería una presa muy esperada, ya que Londres no se alimentaba hace mucho tiempo. Durante la narración de la persecución me sentí dentro de la ciudad torciendo junto con sus conciudadanos para que la gigantesca ciudad devorara luego su presa.

Vea lo que sucedió con nuestros continentes, en este mundo dominado por las “Ciudades traicionadas”:

The Great Hunting Ground (Gran campo de caza) – Consiste en Europa y el norte de Asia, y es el dominio de las ciudades de tracción. Es un terreno desolado, en el que el movimiento constante de las ciudades destruyó toda la vegetación. La tierra es identificada por los habitantes de la ciudad como el “Out-Country”.

The Ice Wastes – Nuevo nombre para el Ártico, en el que las ciudades de tracción utilizan corredores de hierro para patinar en el hielo. En algunos lugares, el hielo es delgado y corren el riesgo de caer en el océano.

África – Ahora es dividida entre el desierto del Sahara, gobernado por ciudades de tracción y las regiones del Sur, administradas por antitracionistas. Las áreas del continente meridional incluyen las ciudades estáticas de Zagwa y Tibetsi, y el área de las tierras altas conocida como las Montañas de la Luna.

El Continente Muerto – América del Norte, supuestamente reducido a un área desolada irradiada por la Guerra de 60 Minutos. En “Predator’s Gold”, se demuestra que no está completamente muerto; en el Norte hay bosques con algunos animales que sobrevivieron a la Guerra de los sesenta minutos.

Asia – La fortaleza de la Liga Antitracion. La China oriental es evidentemente irradiada por la guerra, y los Himalayas son ahora el centro de la civilización, donde las montañas hacen imposible el acercamiento de las ciudades.

Nuevo Maya (Nuevo Maia) – Nuevo nombre para América del Sur, separado de América del Norte cuando “bombas lentas” destruyeron Centroamérica durante la guerra. Los asentamientos estáticos gobiernan los andes, pero las tierras bajas se rellenan con ciudades de tracción zigurat. Los protagonistas Tom y Hester visitan Nuevo Maya entre los dos primeros libros. Philip Reeve dijo que explorará el Nuevo Maya con más detalles en el futuro.

Antártica – Mencionado sólo una vez y, evidentemente, el dominio de las ciudades de tracción de perforación de petróleo. Tom y Hester visitan la Antártida entre los dos primeros libros.

Australia – Aunque no se menciona en la serie original o “Fever Crumb”, Philip Reeve dice que explorará lugares como Australia y Nuevo Maya en el futuro, ya que nunca tuvo la oportunidad de hacerlo en el cuarteto original.

Anchorage-in-Vineland (Anclaje dentro de Vineland) – La versión estática y estable de la Traction City de Anchorage, que decidió dejar de vagar por el Ártico y se instala en la tierra verde y virgen de Vineland (en América del Norte). Cuando Anchorage era una Ciudad de Tracción, no era predatoria, pero ganó su riqueza negociando con otras ciudades bajo líderes más escrupulosos.

En el caso de que se trate de una película de ficción o de una película de ficción, la película se estrenará en el mes de mayo, , que se ha convertido en una de las más antiguas del mundo.

En octubre de 2016, Peter Jackson, junto a los guionistas Fran Walsh y Philipa Boyens, recibieron la señal verde para adaptar la obra de Philip Reeve. Jackson está tratando de adaptar el proyecto desde 2009. La dirección estará a cargo de Christian Rivers, con quien trabajó Jackson en El Hobbit. Este será el estreno de Rivers en la dirección, pero él viene trabajando con Jackson en los últimos 25 años en diversas funciones, entonces ciertamente tiene suficiente conocimiento para hacer el trabajo. La producción de la película comenzó en Nueva Zelanda en marzo de 2017. Y el elenco trae a los conocidos Stephen Lang y Hugo Weaving además de la cantante Jihae y la novata Leila George D’Onofrio. ¡El primer tráiler de la película ya entró en circulación hace cinco días y es INCREÍBLE!!!!

Bien, terminamos. Yo y el blog deseamos a todos una gran Navidad y un 2018 coronado de muchos logros y éxito.

Te encuentro en el próximo post. Te encuentro el próximo año.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/Steampunk

logingamer.pt/wp-content/uploads/2017/05/peter-jackson-releases-a-beautiful-piece-of-concept-art-for-mortal-engines2.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Philip_Reeve

philip-reeve.com/

gotceleb.com/wp-content/uploads/photos/leila-george/mother-may-i-sleep-with-danger-screening-in-new-york/Leila-George:-Mother-May-I-Sleep-With-Danger-Screening–01-662×993.jpg

nivelepico.com/2016/10/26/peter-jackson-comeca-a-desenvolver-adaptacao-de-mortal-engines/

logingamer.pt/2017/05/27/peter-jackson-mostra-artwork-mortal-engines/

millennium.newport.lib.ca.us/record=b1112826~S16

fadamoderna.com/top-5-viagens-literarias/

weezbo.com/images/2012/12/1355293687_3-640×420.png

i.pinimg.com/originals/cc/bc/6c/ccbc6c85e546c1df830ecff916acd5c4.jpg

img00.deviantart.net/6227/i/2009/254/3/4/mortal_engines_by_philip_reeve_by_3_hares.jpg

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thenewpotato.com/wp-content/uploads/2016/11/jihae-2016.jpg

upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d1/Hugo_Weaving_2014.jpg/1200px-Hugo_Weaving_2014.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Mortal_Engines_Quartet

images-na.ssl-images-amazon.com/images/M/MV5BMjE4NzYwNTc5Nl5BMl5BanBnXkFtZTcwMzQzOTUyNw@@._V1_UY317_CR9,0,214,317_AL_.jpg

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youtube.com/watch?v=ViXpw2zfLTg

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A influência Celta no Natal e na LitFan

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A influência Celta no Natal e na LitFan.

No dia 21 de dezembro (no hemisfério Norte) é comemorado o Yule – no calendário festivo Celta.

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É o momento, na Roda do Ano (que é o calendário que simboliza a concepção de tempo dos Celtas. Eles não viam o tempo de forma linear, mas circular, cíclico. Seus calendários levavam em conta não só o ciclo solar, como é o nosso, mas também o ciclo lunar), que o Rei do Azevinho (Senhor das Sombras) é vencido pelo Rei do Carvalho (o Rei do Sol, a Criança da Promessa) que chega. Ok, tudo bem.

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A história dos Celtas é extremamente representativa.  Mas, é impossível falar do Yule e de outras tradições sem mencionar o Natal (aproveitando, faltam pouquíssimos dias). Muitos dos costumes do Yule foram absorvidos pela Igreja Cristã – isto se chama “sincretismo”, que é a absorção de um sistema de crenças por outro. Foi quando o cristianismo absorveu e adaptou conceitos das religiões da Europa, moldando-os de acordo com os interesses da Igreja Católica numa tentativa de facilitar a propagação da religião cristã no continente europeu. E o melhor exemplo é a festa cristã do Natal, originalmente a festa pagã do Yule, que celebrava o solstício de inverno e o nascimento anual do Deus Sol, que a Igreja Católica transformou na atual celebração do nascimento de Jesus Cristo.

O Natal Cristão já foi festejado em várias datas diferentes no decorrer do século, mas se estabeleceu no dia 25 de dezembro, pois associou muitos dos costumes da antiga e milenar celebração do Solstício de Inverno, que ocorre por volta de 21 de dezembro no hemisfério Norte. As Tradições Cristãs dizem que Maria deu à luz Jesus no vigésimo quinto dia, mas não confirma de qual mês. Finalmente em 320 d.C., a Igreja Católica decidiu marcar o nascimento de Cristo em dezembro para absorver o culto sagrado do “Solstício de Inverno” (é um fenômeno da astronomia que marca o início do Inverno. É o instante em que o hemisfério Norte está inclinado cerca de 23,5º na direção do Sol.  O termo solstício tem a sua origem no latim solstitius que significa “ponto onde a trajetória do sol aparenta não se deslocar”. Consiste em sol + sistere que significa “parado”. No solstício de Inverno ocorre o dia mais curto do ano e consequentemente a noite mais longa do ano, em termos de iluminação por parte do sol) dos celtas e saxões.

Alguns costumes, também foram absorvidos pelos cristãos.  Por exemplo, a árvore de Natal, decorada com bolas e uma estrela no topo, não é nada mais nada menos que a antiga árvore que os pagãos decoravam nos tempos ancestrais com velas, comidas e bolas coloridas encimada por um pentagrama. As guirlandas, o azevinho, a Tora de Yule (uma fita vermelha, uma fita verde e uma fita dourada; alguns ramos verdes; uma tora de madeira – eis a “Tora”. Era utilizada para proteger a casa.  A tora do ano anterior era queimada na lareira, enquanto uma nova era decorada e colocada no lugar da antiga.) queimando no fogo são todos costumes pagãos.

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Bem, e já que falamos um pouco da miscigenação dos costumes religiosos, que tal voltarmos a literatura.  E nada melhor que falarmos da obra do grande mestre Tolkien.  Mas desta vez não vamos falar de hobbits e nem orcs.  Vamos falar do bom velhinho.  O livro “Letters from Father Christimas” (Cartas do Papai Noel), que é descrito em sua capa como sendo “as memoráveis cartas e desenhos de Tolkien para os filhos”, tem como protagonistas o Papai Noel, ursos polares, e elfos que vivem na chamada “Casa do Penhasco”, no Polo Norte. Obviamente, os quatro filhos de Tolkien (John, Michael, Christopher e Priscilla) também ocupam papel fundamental nas histórias, uma vez que cada carta escrita e desenho feito por Tolkien durante 1920 a 1943 foram direcionados para as crianças, acompanhando seus crescimentos e estimulando a fantasia em suas vidas, enquanto ainda podiam crer nela.  O livro é um apanhado de todas as correspondências natalinas enviadas por Tolkien para os filhos, quase sempre acompanhadas de um (ou mais de um) desenho. Nas cartas, Tolkien monta seus personagens de forma a facilitar a identificação e a construção de suas personalidades. É impossível, ao fim das cartas, não ter criado uma afeição pelo “Father Nicholas Christmas” ou Papai Noel, ou mesmo não ter se acostumado com os erros e graças do seu fiel escudeiro, o Urso Polar.  Tolkien se mostra tão cuidadoso com as histórias que seriam lidas unicamente pelos filhos quanto com as narrativas que ganharam as estantes de milhares de outras crianças e adolescentes. Em 1976, Baillie Tolkien, a esposa de Cristophen Tolkien, filho do autor, reuniu as cartas e ilustrações de forma cronológica, e as ofereceu para publicação.  A editora inglesa HarperCollins aceitou o desafio de transformar as cartas em um livro.

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Curiosidade 1: A primeira carta fora entregue a John Francis Reuel Tolkien, o primeiro de seus filhos, em 22 de dezembro de 1920 e a última, destinada à sua filha Priscilla Anne Reuel Tolkien, quando ela completou quatorze anos (tempo limite estabelecido pelo pai para o recebimento das cartas).

Curiosidade 2: Paul H. Kocher, enquanto escrevia para o jornal Mythprint, sugeriu que as criaturas em The Father Christmas Letters podem ter sido precursoras daqueles que apareceram nas obras posteriores de Tolkien, como a trilogia do Senhor dos Anéis, uma visão que era compartilhado por Laurence e Martha Krieg em uma revisão na revista Mythlore. Por exemplo, a carta de 1933 apresenta um ataque ao Urso Polar por um bando de duendes. Os Kriegs sugeriram, também, que o mago Gandalf poderia ter sido desenvolvido a partir do Pai Noel criado por Tolkien.

Bem, de volta aos Celtas, eles foram um dos povos culturalmente mais ricos, e precederam os gregos e romanos. Infelizmente são pouco lembrados, devido a inexistência de dados e documentos originais, sendo hipotética grande parte da sua história. Sabe-se que foram um povo muito místico com uma cultura repleta de simbologias e lendas, e existiram por 19 séculos desde 1800 a.C. até o século I d.C. com a invasão romana, ocupando boa parte da Europa ocidental. A Idade do Ferro também é marcada pelos celtas, que teriam trazido pela primeira vez à Europa a técnica da fundição, a maneira de moldar o ferro bruto em outras formas desejáveis.  Já falamos bastante deste grande povo aqui no PHANTASTICUS, e se você quiser relembrar vá até o post de 01 de novembro de 2015.

jotacortizo.wordpress.com/2015/11/01/a-importancia-dos-celtas-para-a-litfan-la-importancia-de-los-celtas-a-litfan/

Os celtas influenciaram muitos autores da LitFan, sendo uma das mais importantes a escritora americana Marion Zimmer Bradley, com a série “As Brumas de Avalon”.  Os celtas nos envolveram com suas lendas e crendices, que  se transformaram em linhas que nos remetem a recantos espetaculares deste mundo muito especial.

Amigos.  No próximo dia 27 o blog completa três anos.  Só isto já me deixa feliz.  Estou empolgado com tudo que pretendo para o próximo ano do blog.  Agradeço a todos que acompanham estas linhas e conto com o apoio de todos para mais um ano fantástico.

Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: La influencia celta en Navidad y en la LitFan.

El 21 de diciembre (en el hemisferio norte) se conmemora el Yule – en el calendario festivo Celta. Es el momento, en la Rueda del Año (que es el calendario que simboliza la concepción de tiempo de los Celtas, que no veían el tiempo de forma lineal, sino circular, cíclico, y sus calendarios tenían en cuenta no sólo el ciclo solar, (el Rey del Sol, el Niño de la Promesa) que venga el Rey del Carbón (el Rey del Sol, el Niño de la Promesa). OK todo bien. La historia de los Celtas es extremadamente representativa. Pero, es imposible hablar del Yule y de otras tradiciones sin mencionar la Navidad (aprovechando, faltan muy pocos días). Muchas de las costumbres del Yule fueron absorbidas por la Iglesia Cristiana – esto se llama “sincretismo”, que es la absorción de un sistema de creencias por otro. Fue cuando el cristianismo absorbió y adaptó conceptos de las religiones de Europa, moldeándolos de acuerdo con los intereses de la Iglesia Católica en un intento de facilitar la propagación de la religión cristiana en el continente europeo. Y el mejor ejemplo es la fiesta cristiana de la Navidad, originalmente la fiesta pagana del Yule, que celebraba el solsticio de invierno y el nacimiento anual del Dios Sol, que la Iglesia Católica transformó en la actual celebración del nacimiento de Jesucristo.

La Navidad cristiana ya fue festejada en varias fechas diferentes en el transcurso del siglo, pero se estableció el 25 de diciembre, pues asoció muchas de las costumbres de la antigua y milenaria celebración del solsticio de invierno, que se produce alrededor del 21 de diciembre en el hemisferio norte . Las tradiciones cristianas dicen que María dio a luz a Jesús en el vigésimo quinto día, pero no confirma de qué mes. Finalmente en el 320 dC, la Iglesia Católica decidió marcar el nacimiento de Cristo en diciembre para absorber el culto sagrado del “Solsticio de Invierno” (es un fenómeno de la astronomía que marca el inicio del Invierno, es el instante en que el hemisferio norte está inclinado que se encuentra en el latín solstitius que significa “punto donde la trayectoria del sol aparenta no se desplaza.” Consiste en sol + hermana que significa “parado”. En el solsticio de invierno se produce el día más corto del año y consecuentemente la noche más larga del año, en términos de iluminación por parte del sol) de los celtas y sajones.

Algunas costumbres, también fueron absorbidas por los cristianos. Por ejemplo, el árbol de Navidad, decorado con bolas y una estrella en la cima, no es nada más que el antiguo árbol que los paganos decoraban en los tiempos ancestrales con velas, comidas y bolas de colores encimadas por un pentagrama. Los guirnaldas, el acebo, la Tora de Yule (una cinta roja, una cinta verde y una cinta dorada, algunas ramas verdes, una tora de madera – he aquí la “Tora”, que se utilizó para proteger la casa. era quemada en la chimenea, mientras una nueva era decorada y colocada en el lugar de la antigua.) quemando en el fuego son todas las costumbres paganas.

Bien, y ya que hablamos un poco del mestizaje de las costumbres religiosas, que tal volver a la literatura. Y nada mejor que hablar de la obra del gran maestro Tolkien. Pero esta vez no vamos a hablar de hobbits ni orcos. Vamos a hablar del buen viejito. El libro “Letters from Father Christimas”, que se describe en su portada como “las memorables cartas y dibujos de Tolkien para los hijos”, tiene como protagonistas a Papá Noel, osos polares, y elfos que viven en la llamada “Casa del Acantilado”, en el Polo Norte. Obviamente, los cuatro hijos de Tolkien (John, Michael, Christopher y Priscilla) también desempeñan un papel fundamental en las historias, ya que cada carta escrita y dibujo hecha por Tolkien durante 1920 a 1943 fueron dirigidos a los niños, acompañando sus crecimientos y estimulando fantasía en sus vidas, mientras todavía podían creer en ella. El libro es un recogido de todas las correspondencias navideñas enviadas por Tolkien a los hijos, casi siempre acompañadas de uno (o más de uno). En las cartas, Tolkien monta a sus personajes para facilitar la identificación y la construcción de sus personalidades. Es imposible, al final de las cartas, no haber creado un afecto por el “Father Nicholas Christmas” o Papá Noel, o aún no haberse acostumbrado a los errores y gracias de su fiel escudero, el Oso Polar. Tolkien se muestra tan cuidadoso con las historias que serían leídas únicamente por los hijos como con las narrativas que ganaron las estanterías de miles de otros niños y adolescentes. En 1976, Baillie Tolkien, la esposa de Cristophen Tolkien, hijo del autor, reunió las cartas e ilustraciones de forma cronológica, y las ofreció para publicación. La editorial inglesa HarperCollins aceptó el desafío de transformar las cartas en un libro.

La primera carta fue entregada a John Francis Reuel Tolkien, el primero de sus hijos, el 22 de diciembre de 1920 y la última, destinada a su hija Priscilla Anne Reuel Tolkien, cuando cumplió catorce años (tiempo límite establecido por el padre para la recepción de las cartas).

Curiosidad 2: Paul H. Kocher, mientras escribía para el periódico Mythprint, sugirió que las criaturas en The Father Christmas Letters podrían haber sido precursoras de aquellos que aparecieron en las obras posteriores de Tolkien, como la trilogía del Señor de los Anillos, una visión que era compartida por Laurence y Martha Krieg en una revisión en la revista Mythlore. Por ejemplo, la carta de 1933 presenta un ataque al Oso Polar por una banda de duendes. Los Kriegs sugirieron, también, que el mago Gandalf podría haber sido desarrollado a partir del Padre Noel creado por Tolkien.

Bien, de vuelta a los Celtas, ellos fueron uno de los pueblos culturalmente más ricos, y precedieron a los griegos y romanos. Desafortunadamente son poco recordados, debido a la inexistencia de datos y documentos originales, siendo hipotética gran parte de su historia. Se sabe que fueron un pueblo muy místico con una cultura repleta de simbologías y leyendas, y existieron por 19 siglos desde 1800 a. C. hasta el siglo I d.C. con la invasión romana, ocupando buena parte de Europa occidental. La Edad del Hierro también está marcada por los celtas, que habrían traído por primera vez a Europa la técnica de la fundición, la manera de moldear el hierro bruto en otras formas deseables. Ya hemos hablado bastante de este gran pueblo aquí en el PHANTASTICUS, y si usted desea recordar vaya hasta el post del 01 de noviembre de 2015.

jotacortizo.wordpress.com/2015/11/01/a-importancia-dos-celtas-para-a-litfan-la-importancia-de-los-celtas-a-litfan/

Los celtas influenciaron a muchos autores de LitFan, siendo una de las más importantes la escritora estadounidense Marion Zimmer Bradley, con la serie “Las Brumas de Avalon”. Los celtas nos envolvieron con sus leyendas y creencias, que se transformaron en líneas que nos remiten a rincones espectaculares de este mundo muy especial.

Amigos. En el próximo día 27 el blog completa tres años. Sólo eso ya me deja feliz. Estoy emocionado con todo lo que quiero para el próximo año del blog. Agradezco a todos los que acompañan estas líneas y cuento con el apoyo de todos para un año fantástico.

Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

fabianavianna.wordpress.com/2011/12/21/origem-do-natal-pagao-yule-ou-natal-o-nascimento-da-crianca-da-promessa/

homoliteratus.com/a-religiao-celta-e-sua-influencia-na-literatura/

pt.wikipedia.org/wiki/Sincretismo#Sincretismo_religioso_cat.C3.B3lico

pt.wikipedia.org/wiki/Natal

significados.com.br/solsticio-de-inverno/

pt.wikipedia.org/wiki/Roda_do_Ano

tarotreadingsonline.co.uk/wp-content/uploads/2014/12/The-2-Kings.jpg

nathalie-pachecomoradadadeusa.blogspot.com.br/2012/08/fazendo-uma-tora-de-yule.html

polissemizando.files.wordpress.com/2014/05/roda-do-ano.png

tolkienbrasil.com/artigos/o-natal-com-tolkien/

i.pinimg.com/originals/d0/f8/e3/d0f8e3ad2120ebbe29aae2e6533f2466.jpg

apilgriminnarnia.files.wordpress.com/2015/07/tolkiens-father-christmas-letters-page.jpg?w=640

ochaplin.com/2013/12/cartas-do-papai-noel-um-fragmento-da-intimidade-de-j-r-r-tolkien.html

pt.wikipedia.org/wiki/J._R._R._Tolkien

templodeapolo.net/imagens/figuras/templodeapolo.net_yggdrasil-tree-mythology.jpg

en.wikipedia.org/wiki/The_Father_Christmas_Letters

en.wikipedia.org/wiki/The_Father_Christmas_Letters#/media/File:FatherChristmasLetters.JPG

2.bp.blogspot.com/-bzeh9sOBzLE/V39Bm7H8GCI/AAAAAAAACFs/gi8TxuXPjl8ONnbgTQGvWpEoQuAzVeWjwCLcB/s1920/790197-artwork-gandalf-gandalf-.jpg

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A Assassina mais famosa do reino, nas linhas de Sarah J. Maas

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: A Assassina mais famosa do reino, nas linhas de Sarah J. Maas.

Sempre buscando algo especial na LitFan, e hoje trazemos uma mulher com uma personalidade forte.  Ela é uma personagem bem diferente do que estamos acostumados a ter nas histórias de ficção épica. Se por um lado temos uma assassina, que não tem medo de falar o que pensa, também temos uma mulher que é preocupada com seu visual, sua aparência e seu físico e que se abala por seus amores (como qualquer outra pessoa).  Esta ambiguidade permeia a personagem Celaena, que é a assassina mais famosa do reino de Ardalan e que nos mostra todos estas facetas.  Por outro lado, temos a autora que começou muito nova e que nos deslumbra com linhas que trazem paixão e ação, vigor e realismo.  A escritora americana Sarah Janet Maas nos presenteia com tudo isto, em sua obra “Throne of Glass” (Trono de Vidro).

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Sarah nasceu em Nova York em 1986 e é da nova safra de autores da LitFan.  Seu primeiro livro (e que deu origem ao nome da série) foi publicado em 2012 e desde então Sarah não parou de publicar.  Já escreveu mais de 15 livros e não parece pensar em frear este ritmo.  Quando perguntada sobre o que a inspirou, com relação a sua série “Trono de Vidro”, Sarah retorna dizendo que a história é baseada na conhecida “Cinderella”, mas com uma faceta um pouco diferente. A autora nos pergunta: “E se a Cinderella não fosse uma serva, mas sim uma assassina? E se ela não quisesse ir ao baile para encontrar o príncipe e sim, ao contrário, matá-lo?”

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Incrível! Pela sinopse do primeiro livro você pode ter uma ideia do que lhe espera ao ler este livro: “Depois de cumprir um ano de trabalhos forçados nas minas de sal de Endovier por seus crimes, Celaena Sardothien, 18 anos, é arrastada diante do príncipe. Príncipe Dorian lhe oferece a liberdade sob uma condição: ela deve atuar como seu campeão em um concurso para encontrar o novo assassino real. Seus adversários são ladrões e assassinos, guerreiros de todo o império, cada um patrocinado por um membro do conselho do rei. Se ela vencer seus adversários em uma série de etapas eliminatórias servirá no reino durante três anos e em seguida terá sua liberdade concedida.

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Celaena acha suas sessões de treinamento com o capitão da guarda Westfall desafiadoras e exaustivas. Mas ela está entediada com a vida da corte. As coisas ficam um pouco mais interessantes quando o príncipe começa a mostrar interesse por ela… Mas é o rude capitão Westfall que parece entendê-la melhor.

Então um dos outros concorrentes aparece morto rapidamente seguido por outros… Pode Celaena descobrir quem é o assassino antes que ela se torne a nova vítima? A medida que a investigação da jovem assassina se desenrola a busca por respostas a leva descobrir um destino maior do que ela jamais poderia ter imaginado.”.

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A série tem uma mistura de fantasia épica com medieval, e conta com batalhas, guerras, magia, romance e, claro, uma grande protagonista, extremamente forte e determinada.  O sucesso foi rápido e estrondoso, arrebatando fãs mundo afora.  O primeiro volume foi eleito um dos melhores livros no ano pela Amazon, pela Kirkus (Kirkus Reviews: Book Reviews, Sites, Romance, Fantasy, Fiction) e pela YALSA (The Young Adult Library Services Association), além de estar entre os finalistas do Watertones Teen Book of the Year. E, todos os títulos da série ficaram entre os finalistas do Good Reads Awards e são best-sellers do New York Times.

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A série tem sequência com “Crown of Midnight” (Trono de Vidro – Coroa da meia-noite) publicado em 2013; “Heir of Fire” (Trono de Vidro – Herdeira do Fogo) publicado em 2014; “Queen of Shadows” (Trono de Vidro – Rainha das Sombras) publicado em 2015; “Empire of Storms” (Trono de Vidro – Império de Tempestades) publicado em 2016; “Tower of Dawn” (Trono de Vidro – Torre da Aurora) publicado neste último mês de setembro.  E as prequels: The Assassin and the Pirate Lord (tradução literal: A Assassina e O Senhor dos Piratas); The Assassin and the Healer (tradução literal: A Assassina e o Curandeiro); The Assassin and the Red Desert (tradução literal: A Assassina e o Deserto Vermelho); The Assassin and the Underworld (tradução literal: A Assassina e o Submundo); The Assassin and the Empire (tradução literal: A Assassina e o Império).

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E Sarah vai ganhando mais projeção.  Em setembro de 2016, foi anunciado uma adaptação televisiva produzida pela Hulu. A série deve ser intitulada “Queen of Shadows” (Rainha das Sombras), que é o nome do quarto livro da série, com a Mark Gordon Company servindo como o principal estúdio de projetos. A adaptação será escrita por Kira Snyder do “The 100”, com o piloto potencialmente dirigido por Anna Foerster da “Underworld: Blood Wars”.  No elenco, ainda indefinido, poderemos ter representando o papel de Celaena Sardothien as atrizes Cara Delevingne (de Suicide Squad) e Tiera Skovbye – entre várias candidatas.

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A americana cria uma atmosfera muito especial em seus livros.  Parece que você sente as dores e os sabores e que vê as cores em toda sua profusão.  Assim, vão se preparando para conhecer Celaena Sardothien, Nehemia Ytger, Dorian Havilliard, Chaol Westfall e tantos outros.  Assim, vamos encerrar o post com uma frase da autora que é por demais importante – para todos nós.

“Libraries were full of ideas—perhaps the most dangerous and powerful of all weapons.” (As bibliotecas estavam cheias de ideias, talvez a mais perigosa e poderosa de todas as armas).

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: La Asesina más famosa del reino, en las líneas de Sarah J. Maas.

Siempre buscando algo especial en LitFan, y hoy traemos a una mujer con una personalidad fuerte. Ella es un personaje muy diferente de lo que estamos acostumbrados a tener en las historias de ficción épica. Si por un lado tenemos una asesina, que no tiene miedo de hablar lo que piensa, también tenemos una mujer que está preocupada por su aspecto, su apariencia y su físico y que se sacude por sus amores (como cualquier otra persona). Esta ambiguidad impregna al personaje Celaena, que es la asesina más famosa del reino de Ardalan y que nos muestra todas estas facetas. Por otro lado, tenemos la autora que comenzó muy joven y que nos deslumbra con líneas que traen pasión y acción, vigor y realismo. La escritora estadounidense Sarah Janet Maas nos regala con todo esto, en su obra “Throne of Glass” (Trono de Vidrio).

Sarah nació en Nueva York en 1986 y es de la nueva cosecha de autores de LitFan. Su primer libro (y que dio origen al nombre de la serie) fue publicado en 2012 y desde entonces Sarah no dejó de publicar. Ya escribió más de 15 libros y no parece pensar en frenar este ritmo. Cuando se le preguntó sobre lo que la inspiró, con respecto a su serie “Trono de cristal”, Sarah regresa diciendo que la historia se basa en la conocida “Cenicienta”, pero con una faceta un poco diferente. La autora nos pregunta: “¿Y si la Cenicienta no fuera una sierva, sino una asesina? Y si ella no quisiera ir al baile para encontrar al príncipe y sí, al contrario, matarlo?

¡Increíble! Por la sinopsis del primer libro usted puede tener una idea de lo que le espera al leer este libro: “Después de cumplir un año de trabajos forzados en las minas de sal de Endovier por sus crímenes, Celaena Sardothien, de 18 años, es arrastrada ante el príncipe. Príncipe Dorian le ofrece la libertad bajo una condición: ella debe actuar como su campeón en un concurso para encontrar al nuevo asesino real. Sus adversarios son ladrones y asesinos, guerreros de todo el imperio, cada uno patrocinado por un miembro del consejo del rey. Si ella vencer a sus adversarios en una serie de etapas eliminatorias servirá en el reino durante tres años y luego tendrá su libertad concedida.

Celaena encuentra sus sesiones de entrenamiento con el capitán de la guardia Westfall desafiantes y exhaustivas. Pero ella está aburrida con la vida de la corte. Las cosas se ponen un poco más interesantes cuando el príncipe empieza a mostrar interés por ella … Pero es el grosero capitán Westfall que parece entenderla mejor.

Entonces uno de los otros competidores aparece muerto rápidamente seguido por otros … ¿Puede Celaena descubrir quién es el asesino antes de que ella se convierta en la nueva víctima? A medida que la investigación de la joven asesina se desenvuelve la búsqueda de respuestas la lleva a descubrir un destino mayor de lo que jamás hubiera imaginado.”.

La serie tiene una mezcla de fantasía épica con medieval, y cuenta con batallas, guerras, magia, romance y, por supuesto, una gran protagonista, extremadamente fuerte y determinada. El éxito fue rápido y estruendoso, arrebatando a los fans de todo el mundo. El primer volumen fue elegido uno de los mejores libros en el año por Amazon, por Kirkus (Kirkus Reviews: Book Reviews, Sitios, Romance, Fantasy, Fiction) y por la YALSA (The Young Adult Library Services Association), además de estar entre los finalistas del ” El amor de Dios. Y, todos los títulos de la serie quedaron entre los finalistas de los Good Reads Awards y son best-sellers del New York Times.

La serie tiene secuencia con “Crown of Midnight” (Trono de Vidrio – Corona de la medianoche) publicado en 2013; “Heir of Fire” (Trono de Vidrio – Heredera del Fuego) publicado en 2014; “Queen of Shadows” (Trono de Vidrio – Reina de las Sombras) publicado en 2015; “Empire of Storms” (Trono de Vidrio – Imperio de Tormentas) publicado en 2016; “Tower of Dawn” (Trono de Vidrio – Torre de la Aurora) publicado este último mes de septiembre. Y las precuelas: The Assassin and the Pirate Lord (traducción literal: La Asesina y El Señor de los Piratas); El Asesino y el Healer (traducción literal: La Asesina y el curandero); El Asassin y el Desierto Rojo (La Asasina y el Desierto Rojo); El Asassin and the Underworld (traducción literal: La Asesina y el submundo); (The Assassin and the Empire (traducción literal: La Asesina y el Imperio).

Y Sarah va ganando más proyección. En septiembre de 2016, se anunció una adaptación televisiva producida por Hulu. La serie debe ser titulada “Queen of Shadows” (Reina de las Sombras), que es el nombre del cuarto libro de la serie, con la Mark Gordon Company sirviendo como el principal estudio de proyectos. La adaptación será escrita por Kira Snyder del “The 100”, con el piloto potencialmente dirigido por Anna Foerster de la “Underworld: Blood Wars”. En el elenco, aún indefinido, podremos tener representando el papel de Celaena Sardothien a las actrices Cara Delevingne (de Suicide Squad) y Tiera Skovbye – entre varias candidatas.

La americana crea una atmósfera muy especial en sus libros. Parece que usted siente los dolores y los sabores y que ve los colores en toda su profusión. Así, se van preparando para conocer a Celaena Sardothien, Nehemia Ytger, Dorian Havilliard, Chaol Westfall y tantos otros. Así, vamos a cerrar el post con una frase de la autora que es demasiado importante – para todos nosotros.

“Las bibliotecas estaban llenas de ideas, tal vez la más peligrosa y poderosa de todas las armas.”.

¿Te gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

sarahjmaas.com/

pt.wikipedia.org/wiki/Sarah_J._Maas

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tmlqa.com.br/sarah-j-maas-a-autora-que-quer-nos-destruir/

livrosemserie.com.br/2014/03/31/resenha-trono-de-vidro-de-sarah-j-mass/

livrosefuxicos.com/2016/04/fuxicos-e-vicios-especial-serie-trono.html

soulgeek.com.br/wp-content/uploads/2016/04/trono-de-vidro-americana-horz.jpg

sarahjmaas.com/wp-content/uploads/2014/03/TowerOfDawn_12June_front-3.jpg

dailytrojan.com/wp-content/uploads/2013/09/web_SarahMaas.jpg

i2.wp.com/trecobox.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Livro-Trono-de-Vidro-Volume-1-Sarah-J-Maas-2276992.jpg?resize=650%2C380

br.web.img3.acsta.net/newsv7/16/09/11/21/50/082981.jpg

fluxo-geek.blogspot.com.br/2016/07/sarah-j-maas-ira-escrever-mais-livros.html

pt.tronodevidro.wikia.com/wiki/Wiki_Trono_de_Vidro

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images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/91FS0CoMUbL.__BG0,0,0,0_FMpng_AC_UL320_SR214,320_.jpg

upload.wikimedia.org/wikipedia/en/d/d8/Crown_of_Midnight_cover.jpeg

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Muito, mas muito mais de Star Wars

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: Muito, mas muito mais de Star Wars.

Vocês vão dizer que o PHANTASTICUS é um blog de literatura fantástica e que deve se ater a isto.  Bem, em contraponto a este pensamento, entendo que toda boa fantasia deve ser abordada no blog.  Aproveitando a proximidade do lançamento do novo filme da saga “Star Wars” (Guerra nas Estrelas), voltamos a abordar esta criação que tanto nos encanta.

Star_Wars_The_Last_Jedi

Já abordamos a saga (melhor chamar de franquia), criada por George Lucas, diversas vezes aqui no blog.  Seguem alguns destes posts: A Fantástica saga Star Wars na literatura (21/nov/2015); A nova trilogia Star Wars e a LitFan (12/dez/2015); A Literatura de Star Wars (20/dez/2015) e (um dos meus preferidos) A Força das Mulheres de Star Wars (21/fev/2016).  Se vocês querem dar uma relembrada, seguem os links.  Entrem no blog e divirtam-se.

jotacortizo.wordpress.com/2015/11/21/a-fantastica-saga-star-wars-na-literatura-la-saga-fantastica-de-star-wars-en-la-literatura/

jotacortizo.wordpress.com/2015/12/12/faltam-so-cinco-dias-a-nova-trilogia-star-wars-e-a-litfan-quedan-solo-cinco-dias-la-nueva-trilogia-star-wars-y-la-litfan/

jotacortizo.wordpress.com/2015/12/20/a-literatura-de-star-wars-la-literatura-de-star-wars/

jotacortizo.wordpress.com/2016/02/21/a-forca-das-mulheres-de-star-wars-la-fuerza-de-las-mujeres-de-star-wars/

Aí, provavelmente, você dirá: “Já esgotamos este assunto”.  Errado!! Assim como música boa não enjoa nunca, histórias boas (neste caso, ótimas) devem ser contadas e lidas (e vistas) sempre.  Neste próximo filme “Star Wars: The Last Jedi” (Star Wars: Os Últimos Jedi) reencontraremos com a destemida Rey, com o ardiloso (mas alquebrado) Kylo Ren, com Finn e (com muita ansiedade) nosso querido Luke Skywalker.  Sequência de “Star Wars: The Force Awakens” (Star Wars: O Despertar da Força” o filme tentará preencher algumas lacunas (e em minha opinião, gerará outras).  Mas evitarei falar do filme.

DNA Mutante

Vamos ressuscitar a velha história da cronologia da franquia.  Ao meu ver, ela não é muito velha, pois a franquia se renova e se altera (lembra um DNA mutante, que vai se adaptando e se modificando).  Hoje, qual seria a cronologia exata da saga.  Aí vai!

Star Wars Episódio I – A Ameaça Fantasma (Filme/1999): 31 anos antes da “Batalha de Yavin” (Contra primeira Estrela da Morte) no Episódio IV: Em meio a uma disputa política, o Jovem Anakin Skywalker é encontrado em Tatooine. Ele pode ser o escolhido, aquele que trará equilíbrio à Força. Obi-Wan Kenobi jura treiná-lo após a morte de seu mestre pelas mãos do Sith Darth Maul.

Star Wars Episódio II: Ataque dos Clones – (Filme/2002): 22 anos antes da “Batalha de Yavin” no Episódio IV: Anakin Skywalker se apaixona pela Senadora Padmé Amidala, apesar do código Jedi proibir relacionamentos. Obi-Wan descobre a existência de um exército secreto de clones, enquanto o conflito galáctico com as forças separatistas se torna uma guerra aberta em grande escala. Chanceler Palpatine ganha poderes especiais para enfrentar a crise.

Clone Wars – (Série de TV/2008 a 2014): De 22 a 19 anos antes da “Batalha de Yavin” no Episódio IV: Série animada sobre as Guerras Clônicas – intenso conflito entre a República e os Separatistas. Anakin se torna mestre de Ahsoka Tano e, ao lado de Obi-Wan Kenobi, enfrenta os inimigos da república nas linhas de frente. Eles descobrem cada vez mais a influência do lado sombrio nas forças Separatistas.

Darth Maul

Darth Maul — Son of Dathomir – (Quadrinhos/2014): De 22 a 19 anos antes da “Batalha de Yavin” no Episódio IV: Durante as Guerras Clônicas, essa minissérie em quadrinhos acompanha Darth Maul, que sobreviveu após ser cortado ao meio em Episódio I, e, agora, planeja vingança contra seu antigo mestre: Darth Sidius (Palpatine). Para isso, ele cria um poderoso sindicato do crime.

Dark_Disciple_Cover

Dark Disciple (Livro/2015): De 22 a 19 anos antes da “Batalha de Yavin” no Episódio IV: Durante as Guerras Clônicas, Asajj Ventress, ex-aprendiz Sith do líder separatista Conde Dookan, se junta ao ex-Jedi Quinlan Vos em uma missão para tentar assassinar o seu antigo mestre a fim de acabar com as Guerras Clônicas.

Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith (Filme/2005): 19 anos antes da “Batalha de Yavin” no Episódio IV: As Guerras Clônicas chegam ao fim de forma violenta. Anakin Skywalker cai para o lado sombrio da Força e se torna Darth Vader. Chanceler Palpatine se revela e transforma a República no temível Império Galáctico. Juntos, destroem a Ordem Jedi. A Estrela da Morte começa a ser construída. Enquanto isso, Padmé Amidala secretamente dá à luz a Luke Skywalker e Leia Organa.

Kanan – O Último Padawan (Quadrinhos/2015): 18 anos antes da “Batalha de Yavin” no Episódio IV: Um jovem Padawan chamado Caleb Dume sobrevive ao extermínio dos Jedi (Ordem 66) graças ao sacrifício de seu mestre. A história acompanha sua jornada enquanto luta para sobreviver até se tornar Kanan, o capitão da nave Ghost na série Rebels.

Lords of the Sith

Lords of the Sith (Livro/2015): 14 anos antes da “Batalha de Yavin” no Episódio IV: Darth Vader e seu mestre Darth Sidious, o Imperador Palpatine, vão ao planeta Ryloth, fonte de escravos e do narcótico Spice, para sufocar uma rebelião. Quando uma emboscada os deixa perdidos no planeta, a relação dos dois, precisa se fortalecer para que sobrevivam.

Tarkin (Livro/2014): 14 anos antes da “Batalha de Yavin” no Episódio IV: Essa é a história de como o famoso Grand Moff Tarkin sobe nas fileiras do império e se torna responsável pela Estrela da Morte. O oficial do império impiedosamente caça rebeldes e conquista respeito até do próprio Darth Vader, enquanto se torna o arquiteto do domínio absoluto do Império.

Um Novo Amanhecer (Livro/2015): 11 anos antes da “Batalha de Yavin” no Episódio IV: Seis anos antes dos eventos mostrados na série Rebels, o Jedi sobrevivente Kanan precisa decidir se deseja manter-se a salvo ou lutar contra o Império. Ele recebe ajuda de aliados improváveis, como a piloto Twi-Lek Hera Syndulla. A Guerra Civil Galáctica começa a ganhar forma.

Rebels (Série de TV/2014-2018): Começa 5 anos antes da “Batalha de Yavin” no Episódio IV: Kanan, Hera e o resto da tripulação da nave Ghost enfrentam o Império como guerrilheiros, desafiando a opressão nos mundos da orla exterior (parte da galáxia menos explorada e povoada) próximos ao planeta Lothal. Kanan também passa seus conhecimentos Jedi a um novo Padawan: Ezra.

Jim Erso

Rogue One (Filme/2016): Pouco antes da “Batalha de Yavin” no Episódio IV, acompanha um grupo de pilotos rebeldes do esquadrão Rogue que precisa roubar os planos da Estrela da Morte, a arma definitiva do Império. No longa conhecemos o sacrifício de Jyn Erso e sua equipe.

Aliança Rebelde

Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança (Filme/1977): Batalha de Yavin (considerado ano 0 da cronologia atual) – Ano 0 da franquia e grande Marco de Star Wars, por ser o primeiro filme e mostrar a importante Batalha de Yavin – quando a Aliança Rebelde enfrenta e vence a Estrela da Morte. Antes disso, Princesa Leia é capturada por Darth Vader e resgatada por Obi-Wan, Luke Skywalker, Han Solo e Chewbacca. Após a morte de Obi-Wan pelas mãos de Vader, Luke precisa se unir aos rebeldes, descobrir sua ligação com a Força e enfrentar a arma definitiva do Império.

Herdeiro dos Jedi (Livro/2015): Primeiro ano após a “Batalha de Yavin” no Episódio IV: As Habilidades de Luke Skywalker são postas à prova quando ele precisa realizar uma missão de espionagem com o objetivo final de resgatar um simpatizante rebelde de trás das linhas inimigas.

Battlefront – Twilight Company (Livro/2015): Começa 6 anos antes da “Batalha de Yavin” e termina 2 anos após o Episódio IV: Baseado no videogame Star Wars Battlefront, este romance acompanha a 61ª infantaria móvel, também conhecida como Twilight Company, força de elite Rebelde em missão para atacar o coração do Império em plena Guerra Civil Galáctica.

A Arma de um Jedi (Livro/2015): 2 anos após a “Batalha de Yavin” no Episódio IV: Esse romance infanto-juvenil acompanha Luke Skywalker em meio à Guerra Civil Galáctica entre Aliança e Império. O jovem piloto é considerado um herói por destruir a Estrela da Morte, mas Luke sente que precisa seguir o caminho da Força e é atraído até um planeta distante.

A Missão do Contrabandista (Livro/2015): 2 anos após a “Batalha de Yavin” no Episódio IV: Esse romance infanto-juvenil acompanha Han Solo e Chewbacca em uma missão secreta para a Aliança Rebelde, enquanto eles fogem de Caçadores de Recompensa. Logo, Han percebe que precisa acertar sua dívida com Jabba, o Hut, líder do crime no planeta Tatooine, se pretende continuar a ajudar os rebeldes.

Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca (Filme/1980): 3 anos após a “Batalha de Yavin” no Episódio IV: Luke se torna comandante da base rebelde em Hoth, que é encontrada e atacada por Darth Vader e forças imperiais. Separados, Luke viaja para Dagobah para encontrar Mestre Yoda, que irá treiná-lo como Jedi. Han Solo e Leia vão para a Cidade das Nuvens, onde Vader os captura para atrair o jovem Skywalker. Vader revela ser pai de Luke.

Alvo em Movimento (Livro/2015): 4 anos após a “Batalha de Yavin” no Episódio IV: Esse romance infanto-juvenil acompanha a Princesa Leia após a derrota dos Rebeldes em Hoth e a captura de Han Solo, na Cidade das Nuvens. Antes de resgatá-lo, porém, Leia, símbolo da resistência, é caçada pelo Império e, por isso, precisa liderar uma perigosa missão secreta para garantir a sobrevivência dos Rebeldes.

Star Wars – Episódio VI – O Retorno de Jedi (Filme/1983): 4 anos após a Batalha de Yavin no Episódio IV: Luke, Leia, Chewie e Lando resgatem Han Solo de Jabba, antes de se reagruparem com Rebeldes para atacar a segunda Estrela da Morte. Entretanto, Luke não aceita o fato de precisar destruir seu pai para vencer o Imperador e se entrega a fim de despertar novamente o bem em Darth Vader. Seu plano dá certo, a Segunda Estrela da Morte é destruída e o Imperador Palpatine é morto.

Before the Awakening (Livro/2015): Se passa pouco tempo antes de “O Despertar da Força”. Esse livro infanto-juvenil traz três histórias que acompanham as vidas dos protagonistas de O Despertar da Força (Finn, Rey e Poe Dameron) antes dos eventos do novo filme.

First Order

Star Wars: O Despertar da Força (Filme/2015): 34 anos após a “Batalha de Yavin” no Episódio IV: Trinta anos após destruição da Segunda Estrela da Morte e do Imperador, o terrível Império Galáctico não existe mais, porém a galáxia está em guerra entre a opressora Primeira Ordem e a Resistência. Quando uma arma devastadora pode garantir o controle da Primeira Ordem, Finn, Rey e Poe Dameron devem se unir a Leia, Han Solo e Chewbacca para colocar fim à nova ameaça.

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Star Wars: Os últimos Jedi (Filme/2017): O longa continua a saga da família Skywalker e ainda coloca os heróis de O Despertar da Força lado a lado com as maiores lendas da galáxia, como Luke Skywalker e Chewbacca, em uma aventura épica que desvenda antigos mistérios da Força e revelações surpreendentes do passado, enquanto vemos o treinamento de Rey e a busca pelo equilíbrio da Força.

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E… Ainda muita coisa vai surgir para reforçar todo o conteúdo filmo gráfico e literário desta saga.  E vamos aguardar os poucos dias que faltam para nos defrontarmos com as sinistras forças da primeira ordem e o restabelecimento (será) da Ordem Jedi.

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Então, “May the force be with you” – “Que a força esteja com você”!

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Mucho, mucho más de Star Wars.

Ustedes van a decir que el PHANTASTICUS es un blog de literatura fantástica y que debe atenerse a esto. Bueno, en contraposición a este pensamiento, entiendo que toda buena fantasía debe ser abordada en el blog. En cuanto a la proximidad del lanzamiento de la nueva película de la saga “Star Wars”, volvemos a abordar esta creación que tanto nos encanta.

Ya hemos abordado la saga (mejor llamar de franquicia), creada por George Lucas, varias veces aquí en el blog. A continuación, algunos de estos posts: La fantástica saga Star Wars en la literatura (21 / nov / 2015); La nueva trilogía Star Wars y la LitFan (12/10/2015); La Literatura de Star Wars (20/10/2015) y (uno de mis preferidos) La Fuerza de las mujeres de Star Wars (21 / feb / 2016). Si ustedes quieren dar una record, siguen los links. Entra en el blog y diviértete.

jotacortizo.wordpress.com/2015/11/21/a-fantastica-saga-star-wars-na-literatura-la-saga-fantastica-de-star-wars-en-la-literatura/

jotacortizo.wordpress.com/2015/12/12/faltam-so-cinco-dias-a-nova-trilogia-star-wars-e-a-litfan-quedan-solo-cinco-dias-la-nueva-trilogia-star-wars-y-la-litfan/

jotacortizo.wordpress.com/2015/12/20/a-literatura-de-star-wars-la-literatura-de-star-wars/

jotacortizo.wordpress.com/2016/02/21/a-forca-das-mulheres-de-star-wars-la-fuerza-de-las-mujeres-de-star-wars/

Entonces, probablemente, usted dirá: “Ya hemos agotado este asunto”. ¡Malo! Así como la buena música no mora nunca, historias buenas (en este caso, óptimas) deben ser contadas y leídas (y vistas) siempre. En esta próxima película “Star Wars: The Last Jedi” (Star Wars: Los últimos Jedi) volveremos a encontrar con la destemida Rey, con el ardiloso (pero alquebrado) Kylo Ren, con Finn y (con mucha ansiedad) nuestro querido Luke Skywalker. “Star Wars: The Force Awakens” (Star Wars: El Despertar de la Fuerza “la película intentará llenar algunas lagunas (y en mi opinión, generará otras), pero evitaré hablar de la película, vamos a resucitar la vieja historia de la cronología de la franquicia (…) En mi opinión, ella no es muy vieja, pues la franquicia se renueva y se altera (recuerda un ADN mutante, que se va adaptando y se modifica) Hoy, cuál sería la cronología exacta de la saga.

Star Wars Episodio I – La Amenaza Fantasma (Película / 1999): 31 años antes de la Batalla de Yavin (contra la Primera Estrella de la Muerte) en el Episodio IV: En medio de una disputa política, el Joven Anakin Skywalker se encuentra en Tatooine. El Obi-Wan Kenobi jura entrenarlo después de la muerte de su maestro por las manos del Sith Darth Maul.

Star Wars Episodio II: Ataque de los Clones – (Película / 2002): 22 años antes de la Batalla de Yavin en el Episodio IV: Anakin Skywalker se enamora de la Senadora Padmé Amidala, a pesar del código Jedi prohibir relaciones. Obi-Wan descubre la existencia de un ejército secreto de clones, mientras que el conflicto galáctico con las fuerzas separatistas se convierte en una guerra abierta a gran escala. El canciller Palpatine gana poderes especiales para enfrentar la crisis.

Clone Wars – (Serie de TV / 2008 a 2014): De 22 a 19 años antes de la Batalla de Yavin en el Episodio IV: Serie animada sobre las Guerras Clónicas – intenso conflicto entre la República y los Separatistas. Anakin se convierte en maestro de Ahsoka Tano y, al lado de Obi-Wan Kenobi, enfrenta a los enemigos de la república en las líneas de frente. Ellos descubren cada vez más la influencia del lado sombrío en las fuerzas separatistas.

En el episodio IV: Durante las guerras clónicas, esta miniserie de dibujos acompañada de Darth Maul, que sobrevivió después de ser cortado por la mitad Episodio I, y ahora planea venganza contra su antiguo maestro: Darth Sidius (Palpatine). Para ello, crea un poderoso sindicato del crimen.

En el episodio IV: Durante las Guerras Clónicas, Asajj Ventress, ex aprendiz Sith del líder separatista Conde Dooku, se une al ex Jedi Quinlan Vos, a los 22 a 19 años antes de la Batalla de Yavin. en una misión para intentar asesinar a su antiguo maestro a fin de acabar con las Guerras Clónicas.

Star Wars Episodio III: La Venganza de los Sith (Película / 2005): 19 años antes de la Batalla de Yavin en el Episodio IV: Las Guerras Clónicas llegan al final de forma violenta. Anakin Skywalker cae al lado sombrío de la Fuerza y ​​se convierte en Darth Vader. Canciller Palpatine se revela y transforma la República en el temible Imperio Galáctico. Juntos, destruyen la Orden Jedi. La Estrella de la Muerte comienza a ser construida. Mientras tanto, Padmé Amidala secretamente da a luz a Luke Skywalker y Leia Organa.

Kanan – El Último Padawan (Cómics / 2015): 18 años antes de la Batalla de Yavin en el Episodio IV: Un joven Padawan llamado Caleb Dume sobrevive al exterminio de los Jedi (Orden 66) gracias al sacrificio de su maestro. La historia acompaña su viaje mientras lucha para sobrevivir hasta convertirse en Kanan, el capitán de la nave Ghost en la serie Rebels.

Lords of the Sith (Libro / 2015): 14 años antes de la Batalla de Yavin en el Episodio IV: Darth Vader y su maestro Darth Sidious, el Emperador Palpatine, van al planeta Ryloth, fuente de esclavos y del narcótico Spice, para sofocar una rebelión. Cuando una emboscada los deja perdidos en el planeta, la relación de los dos, necesita fortalecerse para que sobrevivan.

Tarkin (Libro / 2014): 14 años antes de la “Batalla de Yavin” en el Episodio IV: Esa es la historia de cómo el famoso Grand Moff Tarkin sube en las filas del imperio y se vuelve responsable de la Estrella de la Muerte. El oficial del imperio despiadadamente caza rebeldes y conquista respeto hasta del propio Darth Vader, mientras se convierte en el arquitecto del dominio absoluto del Imperio.

Un nuevo amanecer (Libro / 2015): 11 años antes de la “Batalla de Yavin” en el Episodio IV: Seis años antes de los eventos mostrados en la serie Rebels, el Jedi sobreviviente Kanan necesita decidir si desea mantenerse a salvo o luchar contra el Imperio . Él recibe ayuda de aliados improbables, como la piloto Twi-Lek Hera Syndulla. La Guerra Civil Galáctica empieza a ganar forma.

Rebels (Serie de TV / 2014-2018): Comienza 5 años antes de la Batalla de Yavin en el Episodio IV: Kanan, Hera y el resto de la tripulación de la nave Ghost enfrentan al Imperio como guerrilleros, desafiando la opresión en los mundos de la orilla exterior (parte de la galaxia menos explotada y poblada) cerca del planeta Lothal. Kanan también pasa sus conocimientos Jedi a un nuevo Padawan: Ezra.

Rogue One (Película / 2016): Poco antes de la “Batalla de Yavin” en el Episodio IV, acompaña a un grupo de pilotos rebeldes del escuadrón Rogue que necesita robar los planes de la Estrella de la Muerte, el arma definitiva del Imperio. En el largo conocemos el sacrificio de Jyn Erso y su equipo.

Star Wars Episodio IV: Una Nueva Esperanza (Película / 1977): Batalla de Yavin (considerado el año 0 de la cronología actual) – Año 0 de la franquicia y gran Marco de Star Wars, por ser la primera película y mostrar la importante Batalla de Yavin – cuando la Alianza Rebelde enfrenta y vence la Estrella de la Muerte. Antes de eso, Princesa Leia es capturada por Darth Vader y rescatada por Obi-Wan, Luke Skywalker, Han Solo y Chewbacca. Después de la muerte de Obi-Wan por las manos de Vader, Luke necesita unirse a los rebeldes, descubrir su conexión con la Fuerza y ​​enfrentarse al arma definitiva del Imperio.

Heredero de los Jedi (Libro / 2015): Primer año después de la Batalla de Yavin en el Episodio IV: Las Habilidades de Luke Skywalker se ponen a prueba cuando necesita realizar una misión de espionaje con el objetivo final de rescatar a un simpatizante rebelde de atrás de las líneas enemigas.

En el videojuego Star Wars Battlefront, esta novela acompaña a la 61ª infantería móvil, también conocida como Twilight Company, que se estrenará en el mes de septiembre, fuerza de elite Rebelde en misión para atacar el corazón del Imperio en plena Guerra Civil Galáctica.

El Arma de un Jedi (Libro / 2015): 2 años después de la Batalla de Yavin en el Episodio IV: Esta novela infanto-juvenil acompaña a Luke Skywalker en medio de la Guerra Civil Galáctica entre Alianza e Imperio. El joven piloto es considerado un héroe por destruir la Estrella de la Muerte, pero Luke siente que necesita seguir el camino de la Fuerza y ​​es atraído hacia un planeta distante.

 

La Misión del Contrabandista (Libro / 2015): 2 años después de la “Batalla de Yavin” en el Episodio IV: Esta novela infanto-juvenil acompaña a Han Solo y Chewbacca en una misión secreta para la Alianza Rebelde, mientras ellos huyen de Cazadores de recompensa. Luego, Han se da cuenta de que necesita acertar su deuda con Jabba, el Hut, líder del crimen en el planeta Tatooine, se pretende seguir ayudando a los rebeldes.

Star Wars Episodio V: El Imperio Contraataca (Película / 1980): 3 años después de la “Batalla de Yavin” en el Episodio IV: Luke se convierte en comandante de la base rebelde en Hoth, que es encontrada y atacada por Darth Vader y fuerzas imperiales . Separados, Luke viaja a Dagobah para encontrar a Mestre Yoda, que le entrenará como Jedi. Han Solo y Leia van a la Ciudad de las Nubes, donde Vader los captura para atraer al joven Skywalker. Vader revela ser padre de Luke.

En el episodio IV: Ese romance infanto-juvenil acompaña a la Princesa Lea después de la derrota de los Rebeldes en Hoth y la captura de Han Solo, en la Ciudad de las Nubes. Antes de rescatarlo, sin embargo, Lea, símbolo de la resistencia, es cazado por el Imperio y, por eso, necesita liderar una peligrosa misión secreta para garantizar la supervivencia de los Rebeldes.

Star Wars – Episodio VI – El regreso de Jedi (Película / 1983): 4 años después de la Batalla de Yavin en el Episodio IV: Luke, Lee, Chewie y Lando rescatan Han Solo de Jabba, antes de reagruparse con Rebeldes para atacar la segunda Estrella de la Muerte. Sin embargo, Luke no acepta el hecho de que necesita destruir a su padre para vencer al Emperador y se entrega para despertar nuevamente el bien en Darth Vader. Su plan es correcto, la Segunda Estrella de la Muerte es destruida y el Emperador Palpatine es muerto.

Antes del Despertar (Libro / 2015): Se pasa poco tiempo antes de “El Despertar de la Fuerza”. Este libro infanto-juvenil trae tres historias que acompañan las vidas de los protagonistas de El Despertar de la Fuerza (Finn, Rey y Poe Dameron) antes de los eventos de la nueva película.

Star Wars: El Despertar de la Fuerza (Película / 2015): 34 años después de la Batalla de Yavin en el Episodio IV: Treinta años después de la destrucción de la Segunda Estrella de la Muerte y del Emperador, el terrible Imperio Galáctico ya no existe, pero la galaxia está en guerra entre la opresora Primera Orden y la Resistencia. Cuando un arma devastadora puede garantizar el control de la Primera Orden, Finn, Rey y Poe Dameron deben unirse a Le, Han Solo y Chewbacca para poner fin a la nueva amenaza.

Star Wars: Los últimos Jedi (Película / 2017): La larga continúa la saga de la familia Skywalker y aún coloca a los héroes de El Despertar de la Fuerza lado a lado con las mayores leyendas de la galaxia, como Luke Skywalker y Chewbacca, en una aventura épica que desvela antiguos misterios de la Fuerza y ​​revelaciones sorprendentes del pasado, mientras vemos el entrenamiento de Rey y la búsqueda del equilibrio de la Fuerza.

Y … Aún mucho va a surgir para reforzar todo el contenido filmo gráfico y literario de esta saga. Y vamos a esperar los pocos días que faltan para afrontar con las siniestras fuerzas del primer orden y el restablecimiento (será) de la Orden Jedi.

Entonces, “May the force be with you” – “Que la fuerza esté contigo”!

¿Te gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/Star_Wars:_Os_Últimos_Jedi#/media/File:Star_Wars_The_Last_Jedi.png

pt.wikipedia.org/wiki/Star_Wars:_Os_Últimos_Jedi

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Tal pai, tal filho – Um pouco da obra de Joe Hill

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Tal pai, tal filho – Um pouco da obra de Joe Hill.

No post do PHANTASTICUS de 30/10/2016 (véspera de Halloween) falamos de um dos livros do autor americano Joe Hill.  “Horns” (Cornos / O Pacto).  O livro foi publicado em 2010 e incorpora elementos de fantasia contemporânea, ficção criminal e ficção gótica. Ele emprega a narrativa erudita e não linear da terceira pessoa ao contar a história de Ig Perrish.  Ele acorda em uma manhã, depois de uma noite de bebedeira, na floresta perto de onde do cadáver de sua namorada – Merrin Williams.  Neste instante, ele descobre que brotaram chifres – ósseos e sensíveis – em suas têmporas. Ig é o segundo filho de um músico de renome e o irmão mais novo de uma jovem estrela de TV, Terry Perrish. Ig tinha posição e segurança dentro de sua cidade natal – Gideon, em New Hampshire, mas o estupro e assassinato de sua namorada, mudou tudo isso. Apesar de sua inocência (ele não foi nem acusado), Ig é amplamente considerado culpado pela opinião pública.  Enquanto Ig sai do apartamento que ele compartilha com sua amiga “com benefícios”, Glenna Nicholson, ele percebe que ela é estranhamente honesta com ele sobre seus desejos, seus sentimentos sobre sua presença indesejada e o fato de revelar seus segredos com muita facilidade.

À medida que a Ig vai a uma clínica médica para lidar com o crescimento de seus chifres, ele descobre que as pessoas têm uma compulsão súbita para expressar descaradamente seus impulsos, desejos e opiniões mais horrendas e animalescas, e que ninguém parece surpreso ao ver os chifres. Além disso, quando ele faz contato pele a pele com indivíduos, ele imediatamente aprende suas identidades e alguns de seus segredos mais sombrios. Eles esquecem suas conversas com ele assim que acabam além de esquecer os chifres.

Indo para casa, ele descobre que seus pais e avó o detestam e acreditam que ele é o assassino de Merrin; ele então conhece seu irmão, Terry, que parece ser o único membro simpatizante da família Perrish. Sob a influência do poder dos chifres, Terry confessa que sabe quem matou Merrin: o melhor amigo da infância, Lee Tourneau.

E assim começa sua busca pela elucidação do crime.

A quem quiser reler o post “É Halloween! É terror, é pavor” segue o link: jotacortizo.wordpress.com/2016/10/30/e-halloween-e-terror-e-pavor/

Horns-poster-UK-27ago2014-01Quanto ao livro, em 2014 foi para as telonas (no Brasil em 2015) tendo direção de Alexandre Aja e como protagonista o ator Daniel Radcliffe (nosso eterno Harry Potter).
joe-hill-authorphoto      stephen-king

Mas, apenas por um sutil momento, vamos deixar de lado os livros e nos ater ao escritor.  Joe Hill cujo nome de nascimento é Joseph Hillstrom King.  Talvez você tenha percebido, mas o sobrenome King não está lá a toa.  Joe Hill é filho do premiadíssimo escritor de horror/terror Stephen King.  Mas o filho segue os passos do pai.  Joe Hill já ganhou diversos prêmios por seus contos, incluindo dois “Bram Stoker”, o mais importante da literatura de horror. É autor de “A estrada da noite”, além da coletânea de contos “Fantasmas do século XX”.  Para muitos, ele é considerado uma versão mais jovem de Stephen King. Tão criativamente assustadora quanto, mas dotada de um humor ácido único e bem menos experiente, além de também bem menos prolixa que o original.

Em dado momento de sua carreira, ele revelou em uma entrevista “Eu poderia ser publicado só porque tinha um pai famoso. Não queria ter sucesso dessa forma, porque eu não acredito que seria um sucesso verdadeiro”.  Mas, esta decisão teve um preço amargo: até a publicação de seu primeiro conto, Joe amargou inúmeras rejeições de muitas editoras nos EUA, Inglaterra e Canadá. Neste período, ele escrevia sobre divórcios, frustrações de trabalho, paternidade e a vida no subúrbio, tentando ao máximo afastar-se da linha de trabalho do seu pai, mas ao mesmo tempo mergulhado em temas que, com pouco mais de vinte anos, ele estava bem longe de dominar.  Aí veio a reviravolta.  Ciente de que poderia escrever tão bem o mesmo gênero que seu pai, ele começou a aplicar sua criatividade em histórias de monstros, recheadas de menções ao paranormal e às mais bem descritas cenas de puro medo.  Daí para o sucesso, o caminho foi rápido.

Além de “Horns” vejam outras duas obras de Hill:

Nosferatu

“Nosferatu”: Victoria McQueen tem um misterioso dom: por meio de uma ponte no bosque perto de sua casa, ela consegue chegar de bicicleta a qualquer lugar no mundo e encontrar coisas perdidas. Ela mantém segredo sobre essa sua estranha capacidade, pois sabe que ninguém acreditaria. Ela própria não entende muito bem. E… Charles Talent Manx também tem um dom especial. Seu Rolls-Royce lhe permite levar crianças para passear por vias ocultas que conduzem a um tenebroso parque de diversões: a Terra do Natal. A viagem pela autoestrada da perversa imaginação de Charlie transforma seus preciosos passageiros, deixando-os tão aterrorizantes quanto seu aparente benfeitor. E chega então, o dia em que Vic sai atrás de encrenca… e acaba encontrando Charlie.  Mas isso faz muito tempo e Vic, a única criança que já conseguiu escapar, agora é uma adulta que tenta desesperadamente esquecer o que passou. Porém, Charlie Manx só vai descansar quando tiver conseguido se vingar. E ele está atrás de algo muito especial para Vic. Muito perturbador incrivelmente fascinante e repleto de reviravoltas carregadas de emoção, a obra-prima fantasmagórica e cruelmente brincalhona de Hill é uma viagem alucinante ao mundo do terror.

“Heart-Shaped Box” (A Estrada da Noite) – Ancorando o sobrenatural na realidade psicológica de personagens complexos e verossímeis, Joe Hill consegue um feito raro: em seu romance de estreia, já é considerado um novo mestre do suspense e do terror.  Uma lenda do rock pesado, o cinquentão Judas Coyne coleciona objetos macabros: um livro de receitas para canibais, uma confissão de uma bruxa de de 300 anos atrás, um laço usado num enforcamento, uma fita com cenas reais de assassinato. Por isso, quando fica sabendo de um estranho leilão na internet, ele não pensa duas vezes antes de fazer uma oferta. “Vou ‘vender’ o fantasma do meu padrasto pelo lance mais alto…”.  Por 1.000 dólares, o roqueiro se torna o feliz proprietário do paletó de um morto, supostamente assombrado pelo espírito do antigo dono. Sempre às voltas com seus próprios fantasmas – o pai violento, as mulheres que usou e descartou, os colegas de banda que traiu, Jude não tem medo de encarar mais um. Mas tudo muda quando o paletó finalmente é entregue na sua casa, numa caixa preta em forma de coração. Desta vez, não se trata de uma curiosidade inofensiva nem de um fantasma imaginário. Sua presença é real e ameaçadora. O espírito parece estar em todos os lugares, à espreita, balançando na mão cadavérica uma lâmina reluzente – verdadeira sentença de morte. O roqueiro logo descobre que o fantasma não entrou na sua vida por acaso e só sairá dela depois de se vingar. Numa corrida desesperada para salvar sua vida, Jude faz as malas e cai na estrada com sua jovem namorada gótica. Durante a perseguição implacável do fantasma, o astro do rock é obrigado a enfrentar seu passado em busca de uma saída para o futuro. As verdadeiras motivações de vivos e mortos vão se revelando pouco a pouco – e nada é exatamente o que parece. Com este livro, Hill recebeu os prêmios “Bram Stoker Award” e “International Thriller Writers Inc award” pelo “Melhor Primeiro Romance”.

O último livro de Hill, que foi publicado neste ano, é “The Fireman” (Mestre das chamas) e já levou o “Locus Award“ para a Melhor Novela de Terror.  No livro, ninguém sabe exatamente como nem onde começou. Uma pandemia global de combustão espontânea está se espalhando como rastilho de pólvora, e nenhuma pessoa está a salvo. Todos os infectados apresentam marcas pretas e douradas na pele e a qualquer momento podem irromper em chamas. Nos Estados Unidos, uma cidade após outra cai em desgraça. O país está praticamente em ruínas, as autoridades parecem tão atônitas e confusas quanto a população e nada é capaz de controlar o surto. O caos leva ao surgimento dos impiedosos esquadrões de cremação, patrulhas autodesignadas que saem às ruas e florestas para exterminar qualquer um que acreditem ser portador do vírus. Em meio a esse filme de terror, a enfermeira Harper Grayson é abandonada pelo marido quando começa a apresentar os sintomas da doença e precisa fazer de tudo para proteger a si mesma e ao filho que espera. Agora, a única pessoa que poderá salvá-la é o Bombeiro – um misterioso estranho capaz de controlar as chamas e que caminha pelas ruas de New Hampshire como um anjo da vingança. Do aclamado autor de A estrada da noite, este livro é um retrato indelével de um mundo em colapso, uma análise sobre o efeito imprevisível do medo e as escolhas desesperadas que somos capazes de fazer para sobreviver.

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Muitos arrepios te esperam.  E como disse no título do post “Tal pai, tal filho”.

Até o próximo post.

E se você gostou, deixe seu comentário ou sugestão. É muito importante.  Atééééé!!!!!!

Avatar Jota Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Tal padre, tal hijo – Un poco de la obra de Joe Hill.

En el post del PHANTASTICUS de 30/10/2016 (víspera de Halloween) hablamos de uno de los libros del autor estadounidense Joe Hill. “Horns” (Cornos / El Pacto). El libro fue publicado en 2010 e incorpora elementos de fantasía contemporánea, ficción criminal y ficción gótica. Él emplea la narrativa erudita y no lineal de la tercera persona al contar la historia de Ig Perrish. Él se despierta en una mañana, después de una noche de borrachera, en el bosque cerca de donde del cadáver de su novia – Merrin Williams. En este instante, descubre que brotaron cuernos – huesos y sensibles – en sus sienes. Ig es el segundo hijo de un músico de renombre y el hermano menor de una joven estrella de televisión, Terry Perrish. Ig tenía posición y seguridad dentro de su ciudad natal – Gideon, en New Hampshire, pero la violación y asesinato de su novia, cambió todo eso. A pesar de su inocencia (él no fue ni acusado), Ig es ampliamente considerado culpable por la opinión pública. En cuanto a Ig sale del apartamento que comparte con su amiga “con beneficios”, Glenna Nicholson, se da cuenta de que ella es extrañamente honesta con él sobre sus deseos, sus sentimientos sobre su presencia indeseada y el hecho de revelar sus secretos con mucha facilidad.

A medida que la Ig va a una clínica médica para lidiar con el crecimiento de sus cuernos, descubre que las personas tienen una compulsión repentina para expresar descaradamente sus impulsos, deseos y opiniones más horrendas y animales, y que nadie parece sorprendido al ver los cuernos. Además, cuando se pone en contacto con la piel con los individuos, inmediatamente aprende sus identidades y algunos de sus secretos más sombríos. Ellos olvidan sus conversaciones con él tan pronto como terminan más allá de olvidar los cuernos.

Yendo a casa, él descubre que sus padres y abuela lo detesta y creen que él es el asesino de Merrin; él entonces conoce a su hermano, Terry, que parece ser el único miembro simpatizante de la familia Perrish. Bajo la influencia del poder de los cuernos, Terry confiesa que sabe quién mató a Merrin: el mejor amigo de la infancia, Lee Tourneau.

Y así comienza su búsqueda por la elucidación del crimen.

A quien quiera releer el post “Es Halloween!  “Es terror, es pavor” sigue el enlace: jotacortizo.wordpress.com/2016/10/30/e-halloween-e-terror-e-pavor/

En cuanto al libro, en 2014 fue para las pantallas (en Brasil en 2015) teniendo dirección de Alejandro Aja y como protagonista el actor Daniel Radcliffe (nuestro eterno Harry Potter).

Pero, sólo por un sutil momento, vamos a dejar de lado los libros y nos atenemos al escritor. Joe Hill cuyo nombre de nacimiento es Joseph Hillstrom King. Tal vez te has dado cuenta, pero el apellido King no está allí. Joe Hill es hijo del premiadísimo escritor de horror / terror Stephen King. Pero el hijo sigue los pasos del padre. Joe Hill ya ganó varios premios por sus cuentos, incluyendo dos “Bram Stoker”, el más importante de la literatura de horror. Es autor de “La carretera de la noche”, además de la colección de cuentos “Fantasmas del siglo XX”. Para muchos, es considerado una versión más joven de Stephen King. Tan creativamente asustadora cuanto, pero dotada de un humor ácido único y mucho menos experimentado, además de también mucho menos prolífico que el original.

En un momento dado de su carrera, él reveló en una entrevista “Podría ser publicado sólo porque tenía un padre famoso. No quería tener éxito de esa forma, porque no creo que sería un éxito verdadero “. Pero, esta decisión tuvo un precio amargo: hasta la publicación de su primer cuento, Joe amargó innumerables rechazos de muchas editoriales en Estados Unidos, Inglaterra y Canadá. En este período, él escribía sobre divorcios, frustraciones de trabajo, paternidad y la vida en el suburbio, intentando al máximo alejarse de la línea de trabajo de su padre, pero al mismo tiempo sumido en temas que, con poco más de veinte años, él estaba muy lejos de dominar. Entonces vino el giro. Es consciente de que podría escribir tan bien el mismo género que su padre, empezó a aplicar su creatividad en historias de monstruos, rellenos de menciones al paranormal y las más bien descritas escenas de puro miedo. De ahí para el éxito, el camino fue rápido.

Además de “Horns” vean otras dos obras de Hill:

“Nosferatu”: Victoria McQueen tiene un misterioso don: por medio de un puente en el bosque cerca de su casa, ella consigue llegar en bicicleta a cualquier lugar en el mundo y encontrar cosas perdidas. Ella mantiene secreto sobre esa extraña capacidad, pues sabe que nadie creería. Ella misma no entiende muy bien. … Charles Talent Manx también tiene un don especial. Su Rolls-Royce le permite llevar a los niños a pasear por vías ocultas que conducen a un tenebroso parque de diversiones: la Tierra de Navidad. El viaje por la autopista de la perversa imaginación de Charlie transforma sus preciosos pasajeros, dejándolos tan aterrorizantes como su aparente benefactor. Y llega entonces, el día en que Vic sale tras de encantamiento … y acaba encontrando a Charlie. Pero eso hace mucho tiempo y Vic, el único niño que ya logró escapar, ahora es una adulta que intenta desesperadamente olvidar lo que pasó. Sin embargo, Charlie Manx sólo descansará cuando haya conseguido vengarse. Y él está detrás de algo muy especial para Vic. Muy perturbador increíblemente fascinante y repleto de vueltas de emoción, la obra maestra fantasmagórica y cruelmente juguetona de Hill es un viaje alucinante al mundo del terror.

“Heart-Shaped Box” (El Traje del muerto) – Anclando lo sobrenatural en la realidad psicológica de personajes complejos y verosímiles, Joe Hill logra un hecho raro: en su novela de estreno, ya es considerado un nuevo maestro del suspenso y del terror. Una leyenda del rock pesado, el cincuenta Judas Coyne colecciona objetos macabros: un libro de recetas para caníbales, una confesión de una bruja de 300 años atrás, un lazo usado en un ahorcamiento, una cinta con escenas reales de asesinato. Por eso, cuando se entera de una extraña subasta en internet, él no piensa dos veces antes de hacer una oferta. “Voy a vender” el fantasma de mi padrastro por la oferta más alta … “. Por 1.000 dólares, el rockero se convierte en el feliz propietario de la chaqueta de un muerto, supuestamente asombrado por el espíritu del antiguo dueño. Siempre a la vuelta con sus propios fantasmas – el padre violento, las mujeres que usó y descartó, los compañeros de banda que traicionó, Jude no tiene miedo de encarar uno más. Pero todo cambia cuando la chaqueta finalmente se entrega en su casa, en una caja negra en forma de corazón. Esta vez, no se trata de una curiosidad inofensiva ni de un fantasma imaginario. Su presencia es real y amenazadora. El espíritu parece estar en todas partes, al acecho, balanceando en la mano cadavérica una llanura reluciente – verdadera sentencia de muerte. El roquero pronto descubre que el fantasma no entró en su vida por casualidad y sólo saldrá de ella después de vengarse. En una carrera desesperada para salvar su vida, Jude hace las maletas y cae en la carretera con su joven novia gótica. Durante la persecución implacable del fantasma, la estrella del rock está obligada a enfrentar su pasado en busca de una salida para el futuro. Las verdaderas motivaciones de vivos y muertos se van revelando poco a poco – y nada es exactamente lo que parece. Con este libro, Hill recibió los premios “Bram Stoker Award” y “International Thriller Writers Inc award” por el “Mejor Primer Romance”.

El último libro de Hill, que fue publicado este año, es “The Fireman” (Maestro de las llamas) y ya ha llevado el “Locus Award” para la Mejor novela de terror. En el libro, nadie sabe exactamente cómo ni dónde empezó. Una pandemia global de combustión espontánea se está extendiendo como un rayo de pólvora, y ninguna persona está a salvo. Todos los infectados presentan marcas negras y doradas en la piel y en cualquier momento pueden irrumpir en llamas. En los Estados Unidos, una ciudad tras otra cae en desgracia. El país está prácticamente en ruinas, las autoridades parecen tan atónitas y confusas como la población y nada es capaz de controlar el brote. El caos lleva al surgimiento de los despiadados escuadrones de cremación, patrullas autodesignadas que salen a las calles y bosques para exterminar a cualquiera que crean ser portador del virus. En medio de esta película de terror, la enfermera Harper Grayson es abandonada por su marido cuando comienza a presentar los síntomas de la enfermedad y necesita hacer todo para protegerse a sí misma y al hijo que espera. Ahora, la única persona que podrá salvarla es el Bombero – un misterioso extraño capaz de controlar las llamas y que camina por las calles de New Hampshire como un ángel de la venganza. Desde el aclamado autor de El camino de la noche, este libro es un retrato indeleble de un mundo en colapso, un análisis sobre el efecto imprevisible del miedo y las elecciones desesperadas que somos capaces de hacer para sobrevivir.

Muchos temblores te esperan. Y como dijo en el título del post “Tal padre, tal hijo”.

Hasta el próximo post.

Y si te gusto, deja tu comentario o sugerencia. Es muy importante. ¡Hastaééé !!!!!!

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/Joe_Hill_(escritor)

en.wikipedia.org/wiki/Horns_(novel)

judao.com.br/o-filho-do-rei/

t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTajB4oNnUiRz_YrY9CSpUlDc1g_ezbVCQ80DG7CkYVQyh2NihD

listasliterarias.com/2014/09/7-livros-de-joe-hill-para-ter-na-estante.html

momentumsaga.com/2014/04/resenha-estrada-da-noite-de-joe-hill.html

apenasimpressoesliterarias.com.br/2013/10/resenha-estrada-da-noite-de-joe-hill.html

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books.google.com.br/books/about/Mestre_das_chamas.html?id=RsXTDgAAQBAJ&redir_esc=y

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pspublishing.co.uk/ekmps/shops/appleworld/images/the-fireman-signed-slipcased-hardcover-by-joe-hill-choose-your-edition-lettered-traycase-edition-[2]-3993-p.jpg

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Mais de meio século da Enterprise e de Star Trek

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Versão em português: Mais de meio século da Enterprise e de Star Trek.

No post do PHANTASTICUS de 21 de junho de 2015, falamos sobre uma das mais conceituadas franquias de SyFy (Science Fiction – Ficção Cientifica) do planeta – melhor, do universo.  Star Trek. No último oito de setembro, a franquia completou 51 anos.

Star Trek (NBC) TV Series
1966 - 1969
Shown: The Starship Enterprise

Que tal reler o post? Olha o link.

jotacortizo.wordpress.com/2015/06/21/viajando-na-fantasia-de-star-trek-jornada-nas-estrelas-de-viaje-por-la-fantasia-de-star-trek-viaje-a-las-estrellas/

Bem, lançada em 8 de setembro de 1966, a serie televisiva “Star Trek” ganha muitos e muitos corações.  Os “Trekkers” são centenas de milhares (senão milhões) espalhados pelo nosso planeta (quem sabe nosso sistema solar, ou quem sabe outros sistemas).  São ávidos consumidores de tudo que diz respeito aos tripulantes das naves da Frota Estelar.  Livros, filmes, jogos, quadrinhos e, claro, “lembrancinhas”.

Nestes 51 anos e alguns dias, a família “Star Trek” teve vários personagens que deixaram sua marca, principalmente os capitães – o mais marcante (em minha opinião) é o capitão James Tiberius Kirk.  Agora, o melhor personagem – está é barbada, pule de 10, moleza, etc… – foi o nosso querido Spock.  O oficial de ciências e primeiro oficial, originário do planeta Vulcano, dava um verdadeiro show de interpretação com seu raciocínio lógico apurado.  E seu interprete (na versão original) o eterno Leonard Nimoy marcou uma época e cada coração “trekker”.

Na literatura, a franquia rendeu muitos livros.  Vejam os primeiros livros: Star Trek publicado em janeiro de 1967; Star Trek 2 publicado em fevereiro de 1968; Star Trek 3 publicado em abril de 1969; Spock Must Die! Publicado em fevereiro de 1970; Star Trek 4        em julho de 1971; Star Trek 5         em fevereiro de 1972; Star Trek 6 em abril de 1972; Star Trek 7 em julho de 1972; Star Trek 8 em novembro de 1972; Star Trek 9 em agosto de 1973; Star Trek 10 em fevereiro de 1974; Star Trek 11 publicado em abril de 1975 – todos eles escritos por James Benjamin Blish, que foi um autor americano de fantasia e ficção científica. Nota: Blish também escreveu crítica de ficção científica sob o pseudônimo de William Atheling Jr.

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São dezenas de livros, sendo que alguns foram escritos pelos atores e roteiristas da série, tal como o “Star Trek: Return” (O Retorno do Capitão Kirk) escrito por William Shatner (interprete do Capitão Kirk) e teve como coautores Garfield Reeves-Stevens e Judith Reeves-Stevens.  Outro livro que chama a minha atenção, pois aborda um tema muito fora da ficção, é “Trekonomics: The Economics of Star Trek” (ainda não lançado no Brasil, mas com tradução literal seria “Trekonomia: A Economia de Star Trek”).  O autor, Manu Saadia, aprofunda os detalhes e as complexidades da sociedade do século 24.  Explora a pós-escassez e se nós, como seres humanos, estamos equipados para isso. Quais são as perspectivas de automação e inteligência artificial.  Um livro que mescla economia sobre a ficção.  Demais!!

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Nestes 51 anos muita coisa aconteceu.  Muitas aventuras e emoções.  E nada melhor do que mais um lançamento.  Produzida e exibida pela CBS (no Brasil você pode assistir no canal streaming Netflix) recebemos “Star Trek: Discovery”.  A série é uma prequela do original “Jornada nas Estrelas”, passado aproximadamente dez anos antes da missão original do Capitão James T. Kirk e de sua tripulação. Isto quer dizer que a nova série se passa também cerca de um século após o Capitão Jonathan Archer ter comandado a Enterprise original em “Star Trek: Enterprise”. Os roteiristas afirmam que Star Trek: Discovery vai manter uma continuidade da série antiga e que seus eventos vão explicar alguns pontos da trama original.

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Nela, conhecemos Michael Burnham,(interpretada pela norte-americana Sonequa Martin-Green – até então conhecida por seus papéis em “Once Upon a time” como Tamara e em “The Walking Dead” como Sasha Williams) uma humana criada por vulcanos, tende a suprimir suas emoções devido a sua educação inserida na cultura altamente lógica da sociedade vulcana. Porém, ela continua tentando se reconectar com o seu lado emocional enquanto luta contra uma nova ameça Klingon.

Se você quer “entrar” um pouco mais no mundo “Trekker” seguem duas sugestões de livros:

“Worlds of the Federation” (Mundos da Federação), da autora Lora Johnson (antigo Shane Johnson) e ilustrações de Don Ivan Punchatz, publicado em 1989.

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O livro é um manual dos mundos da “United Federation of Planets” (a Federação Unida dos Planetas é a aliança planetária interestelar mais conhecida na Galáxia e uma das potências mais importantes dos Quadrantes Alfa e Beta) e seus respectivos habitantes e cobre não apenas as histórias do Star Trek original, mas também da Star Trek: The Next Generation e Star Trek: The Animated Series.

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E temos o novíssimo “Star Trek: Discovery: Desperate Hours” (ainda não foi publicado no Brasil, mas a tradução literal seria “Star Trek: Discovery: Horas desesperadas”).  A história se baseia novela totalmente na nova série, onde a bordo da nave “Shenzhou”, a tenente Michael Burnham, uma mulher humana criada e educada entre os vulcanos, é promovida para primeiro oficial de ação. Mas se ela quiser manter o emprego, ela deve provar a capitã Philippa Georgiou que ela merece ter.  Ela tem a chance dele quando a “Shenzhou” deve proteger uma colônia da Federação que está sendo atacada por um antigo navio alienígena que surgiu das profundezas do espaço.  Para salvar milhares de vidas inocentes, Burnham deve infiltrar-se no navio alienígena. Mas para fazer isso, ela precisa enfrentar a verdade de seu passado problemático e buscar a ajuda de um homem que ela tentou evitar toda a sua vida – até agora.  O livro é escrito por David Mack, que também escreveu outros títulos da série literária “Star Trek”.

Bem, encerramos o post com a mais tradicional e incrível saudação do universo “Trekker”.

Live long

Live long and prosper in your world. Vida longa e próspera em seu mundo.  Comandante Spock e todo povo de Vulcano

Vulcan

Obs.: Vulcano é o planeta dos vulcanos. O nome oficial do planeta é Confederação de Surak. Ele é descrito na série Star Trek como uma planeta árido e quente, coberto principalmente por desertos e cadeias montanhosas, com apenas alguns pequenos mares e lagos isolados de água salgada remanescentes da evaporação dos oceanos que no passado cobriam parte do planeta. A gravidade na superfície do planeta é descrita também como sendo maior do que na Terra. A atmosfera de Vulcano é, porém menos densa do que a terrestre. Visto do espaço, o planeta aparece com coloração avermelhada.

Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Más de medio siglo de Enterprise y Star Trek.

En el post de PHANTASTICUS del 21 de junio de 2015, hablamos sobre una de las más prestigiosas franquicias de SyFy (Science Fiction – Ficción Científica) del planeta – mejor, del universo. Star Trek. En el último ocho de septiembre, la franquicia cumplió 51 años.

¿Qué tal releer el post? Mira el link.

jotacortizo.wordpress.com/2015/06/21/viajando-na-fantasia-de-star-trek-jornada-nas-estrelas-de-viaje-por-la-fantasia-de-star-trek-viaje-a-las-estrellas/

Bueno, lanzada el 8 de septiembre de 1966, la serie televisiva “Star Trek” gana muchos y muchos corazones. Los “Trekkers” son cientos de miles (si no millones) esparcidos por nuestro planeta (quién sabe nuestro sistema solar, o quién sabe otros sistemas). Son ávidos consumidores de todo lo que se refiere a los tripulantes de las naves de la Flota Estelar. Libros, películas, juegos, cómics y, por supuesto, “recuerdos”.

En estos 51 años y algunos días, la familia “Star Trek” tuvo varios personajes que dejaron su marca, principalmente los capitanes – el más destacado (en mi opinión) es el capitán James Tiberius Kirk. Ahora, el mejor personaje – está es barbada, salta de 10, moleza, etc … – fue nuestro querido Spock. El oficial de ciencias y primer oficial, originario del planeta Vulcano, daba un verdadero show de interpretación con su raciocinio lógico apurado. Y su interprete (en la versión original) el eterno Leonard Nimoy marcó una época y cada corazón “trekker”.

En la literatura, la franquicia rindió muchos libros. Vean los primeros libros: Star Trek publicado en enero de 1967; Star Trek 2 publicado en febrero de 1968; Star Trek 3 publicado en abril de 1969; Spock Must Die! Publicado en febrero de 1970; Star Trek 4 en julio de 1971; Star Trek 5 en febrero de 1972; Star Trek 6 en abril de 1972; Star Trek 7 en julio de 1972; Star Trek 8 en noviembre de 1972; Star Trek 9 en agosto de 1973; Star Trek 10 en febrero de 1974; Star Trek 11 publicado en abril de 1975 – todos ellos escritos por James Benjamin Blish, que fue un autor americano de fantasía y ciencia ficción. Nota: Blish también escribió crítica de ciencia ficción bajo el seudónimo de William Atheling Jr.

“Son decenas de libros, algunos de los cuales fueron escritos por los actores y guionistas de la serie, como el” Star Trek: Return “(El retorno del Capitán Kirk), escrito por William Shatner (interprete del Capitán Kirk) y tuvo como coautores Garfield Reeves-Stevens y Judith Reeves-Stevens. Otro libro que llama mi atención, pues aborda un tema muy fuera de la ficción, es “Trekonomics: The Economics of Star Trek” (aún no publicada en Brasil, pero con traducción literal sería “Trekonomía: La economía de Star Trek”). El autor, Manu Saadia, profundiza los detalles y las complejidades de la sociedad del siglo XX. Explora la post-escasez y si nosotros, como seres humanos, estamos equipados para ello. ¿Cuáles son las perspectivas de automatización e inteligencia artificial. Un libro que mezcla economía sobre la ficción. ¡Más!

En estos 51 años mucho sucedió. Muchas aventuras y emociones. Y nada mejor que un lanzamiento. Producido y transmitido por la CBS (en Brasil se puede ver en el canal de streaming de Netflix) recibió “Star Trek: Discovery”. La serie es una precuela del original “Jornada en las Estrellas”, pasado aproximadamente diez años antes de la misión original del Capitán James T. Kirk y de su tripulación. Esto quiere decir que la nueva serie se pasa también cerca de un siglo después de que el Capitán Jonathan Archer haya comandado la Enterprise original en “Star Trek: Enterprise”. Los guionistas afirman que Star Trek: Discovery va a mantener una continuidad de la serie antigua y que sus eventos van a explicar algunos puntos de la trama original. En ella, conocemos a Michael Burnham, (interpretada por la norteamericana Sonequa Martin-Green – hasta entonces conocida por sus papeles en “Once Upon a time” como Tamara y en “The Walking Dead” como Sasha Williams) una humana creada por vulcanos, tiende a suprimir sus emociones debido a su educación inserta en la cultura altamente lógica de la sociedad volcánica. Pero ella continúa tratando de reconectarse con su lado emocional mientras lucha contra una nueva amiga Klingon.

Si quieres “entrar” un poco más en el mundo “Trekker” siguen dos sugerencias de libros:

“Worlds of the Federation” (Mundos de la Federación), de la autora Lora Johnson (antiguo Shane Johnson) e ilustraciones de Don Ivan Punchatz, publicado en 1989.

El libro es un manual de los mundos de la Federación Unida de los Planetas (la Federación Unida de los Planetas) es la alianza planetaria interestelar más conocida en la Galaxia y una de las potencias más importantes de los Cuadrantes Alfa y Beta) y sus respectivos habitantes y cubre no sólo las historias del Star Trek original, sino también de Star Trek: The Next Generation y Star Trek: The Animated Series.

Y tenemos el nuevo “Star Trek: Discovery: Desperate Hours”  (aún no ha sido publicado en Brasil, pero la traducción literal sería “Star Trek: Discovery: Horas desesperadas”). La historia se basa en una novela totalmente en la nueva serie, donde a bordo de la nave “Shenzhou”, la teniente Michael Burnham, una mujer humana creada y educada entre los vulcanos, es promovida para el primer oficial de acción. Pero si ella quiere mantener el empleo, ella debe probar a la capitana Philippa Georgiou que ella merece tener. Ella tiene la oportunidad de él cuando la “Shenzhou” debe proteger una colonia de la Federación que está siendo atacada por un antiguo barco alienígena que surgió de las profundidades del espacio. Para salvar miles de vidas inocentes, Burnham debe infiltrarse en el barco alienígena. Pero para hacer esto, ella necesita enfrentar la verdad de su pasado problemático y buscar la ayuda de un hombre que ella intentó evitar toda su vida – hasta ahora. El libro es escrito por David Mack, que también escribió otros títulos de la serie literaria “Star Trek”.

Bueno, encerramos el post con el más tradicional y increíble saludo del universo “Trekker”.

“Live long and prosper in your world”. Vida larga y próspera en su mundo. Comandante Spock y todo el pueblo de Vulcano

Obs .: Vulcano es el planeta de los vulcanos. El nombre oficial del planeta es Confederación de Surak. Se describe en la serie Star Trek como un planeta árido y cálido, cubierto principalmente por desiertos y cadenas montañosas, con apenas algunos pequeños mares y lagos aislados de agua salada remanentes de la evaporación de los océanos que en el pasado cubrían parte del planeta. La gravedad en la superficie del planeta se describe también como siendo mayor que en la Tierra. La atmósfera de Vulcano es, pero menos densa que la terrestre. Desde el espacio, el planeta aparece con coloración rojiza.

Aprovecha el blog y lee la cantidad de mensajes que desea. Y deja tu comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, dejar una sugerencia. Nos veremos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/James_T._Kirk

startrek.com/

pt.wikipedia.org/wiki/Star_Trek_(série_original)

pt.wikipedia.org/wiki/Star_Trek#Livros

pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Naves_de_Star_Trek

pt.wikipedia.org/wiki/Spock

adra-matic.com/wp-content/uploads/2015/02/mr-spock.jpg

pre00.deviantart.net/7b80/th/pre/f/2013/274/c/4/c43bb8cd4019ae2ad704a77e3292e7c1-d6ork48.jpg

altoastral.com.br/star-trek-series/

en.wikipedia.org/wiki/List_of_Star_Trek_novels

moziru.com/images/drawn-explosion-spaceship-6.jpgt1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQJexau_QZR_dpwdSiK2ZF22pH-USW6Hwzqkd9Cb-MyHHX90WNL

aficionados.com.br/star-trek-discovery-cronologias/

cdn.impact-books.com/wp-content/uploads/star-trek-discovery-thumbnail.jpg

trekcore.com/blog/wp-content/uploads/2017/09/burnham-1.jpg

startrekdesktopwallpaper.com/new_wallpaper/StarTrek_UnitedFederationofPlanets_freedesktopwallpaper_1600.jpg

alforje.files.wordpress.com/2013/03/jornada-nas-estrelas-mundos-da-federac3a7c3a3o-capa_photoredukto.jpg

books.google.com/books/about/The_Worlds_of_the_Federation.html?id%3DsA5iYvo1bvgC%26source%3Dkp_cover&h=801&w=615&tbnid=LF-h-7n0lQigWM:&tbnh=160&tbnw=123&usg=__uC-a1YWf8mDR3xKeMF3RtfmSBXk%3D&vet=10ahUKEwiOz-jZws3XAhUOPJAKHZSpBsYQ_B0IiQIwCg..i&docid=DS6yE0f93rQndM&itg=1&sa=X&ved=0ahUKEwiOz-jZws3XAhUOPJAKHZSpBsYQ_B0IiQIwCg

simonandschuster.com/books/Star-Trek-Discovery-Desperate-Hours/David-Mack/Star-Trek-Discovery/9781501164613

saimg-a.akamaihd.net/saatchi/687056/art/2560620/1630542-7.jpg

pt.memory-alpha.wikia.com/wiki/Vulcano_(planeta)

vignette.wikia.nocookie.net/ptmemoryalpha/images/1/11/Vulcan.jpg/revision/latest?cb=20160730005801

cdn3.thr.com/sites/default/files/2016/06/star_trek_1966_h_2015.jpg

davidmack.pro/wp-content/uploads/2016/12/ST_DSC_DH.jpg

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Mais símbolos da LitFan e qual os seus significados e história

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Mais símbolos da LitFan e qual os seus significados e história.

Simbologia é a ciência que estuda a origem, a interpretação e a arte de criar símbolos. Todas as sociedades humanas possuem símbolos que expressam mitos, crenças, fatos, situações ou ideias, sendo umas das formas de representação da realidade. Os símbolos existem desde o inicio da humanidade ajudando formas de comunicação. Assim, ocorre o mesmo na literatura – e no nossa caso na LitFan.  Que tal rever o post “Os símbolos da LitFan e o que eles realmente significam” postado no blog em em 03 de setembro de 2016:

jotacortizo.wordpress.com/2016/09/03/os-simbolos-da-litfan-e-o-que-eles-realmente-significam/

Nele exploramos três símbolos marcantes da LitFan: “Relíquias da Morte”, “A Roda do Mundo” e o “Poder Angelical”.  Os criadores destes símbolos e a obra a que eles pertencem são respectivamente: JK Rowling, Robert Jordan e Cassandra Clare.

Hoje, vamos explorar mais alguns símbolos da LitFan.  E para começar, entramos no universo de Harry Potter, da escritora JK Rowling.  Nele, buscamos um dos símbolos mais macabros que podemos conhecer em nossas vidas. Terrível por todo o significado dele na LitFan.  E com vocês….a “Dark Mark” (a MARCA NEGRA ou Marca das Trevas).

Marce negra

A Marca Negra é o símbolo de Lord Voldemort que o liga a todos seus “Comensais da Morte”. Ela tanto é um marca induzida magicamente que todos os Comensais da Morte carregam em seu antebraço esquerdo quanto o efeito do feitiço Morsmordre – conjurado pelos mesmos.

Curiosidade: Este foi o encantamento usado para conjurar a Marca Negra, nos céus e os “Comensais da Morte” lançavam sobre as casas de qualquer pessoa que eles matavam, tal como um “cartão de visita”.  Talvez, este seja o motivo da marca causar tanto medo.  Desta forma, os parentes e amigos que chegassem lá, já sabiam que o pior acontecera ao ocupante da residência.

Morsmordre

A Marca Negra aparece como um crânio verde cintilante com uma serpente saindo de sua boca. Isso pode ter sido inspirado no esconderijo do basilisco na Câmara Secreta. Quando convocado, o basilisco iria emergir da boca de Salazar Slytherin (Sonserina no Brasil). A serpente é também o símbolo da casa e, portanto, apropriado para ser usado pelo herdeiro de Sonserina.  Devemos reconhecer, também, que a caveira – em geral – é associada à morte, servindo para tornar a imagem mais aterrorizante para os inimigos.

Trecho do livro: “… Você-Sabe-Quem e seus seguidores enviaram a Marca das Trevas para o ar sempre que mataram. O terror que inspirou … você não faz ideia, você é muito jovem. Apenas imagem voltando para casa e encontrando a Marca Negra pairando sobre sua casa e sabendo o que você está prestes a encontrar dentro … O pior medo de todos … o pior “.  Dito por -Arthur Weasley

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O símbolo também pode estar relacionado ao fato de que Lord Voldemort ter sido um “Ofidioglota”, um presente que ele pensou que o fez ao contrário do resto do mundo bruxo. A Marca Negra no antebraço é preta, enquanto a Marca Negra conjurada por meio do Morsmordre é verde. Diz-se também que a Marca Negra representa a imortalidade e poder.

Bem, agora vamos para um símbolo de certa forma discreto e pouco divulgado, mas extremamente polêmico quanto ao seu significado (justamente por que é pouco difundido).  Antes de revelar, tenho que confessar que este símbolo é explorado na serie televisiva e está muito longe dos livros.  Estou falando do broche Rei da Noite – THE NIGHT’S KING.

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Esteticamente, o símbolo nos lembra de um crânio de pássaro, especificamente o crânio de um corvo. Ver como o Rei da Noite é dito ter sido um antigo Comandante do Senhor da Vigília da Noite, a imagem de corvos seria apropriada para o seu símbolo.  Continuando, o design interior do broche se assemelha a uma torre de castelo com tampo de cone. Podemos ligar o simbolo do broche, com os “sacrifícios” impostos pelos “Outros” – como vimos em alguns episódios da série da HBO.  Vejam a imagem.

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De acordo com a “Old Encyclopedia Britnanica”, o Rei da noite se instalou no Fortenoite (é um dos castelos ao longo da Muralha. Foi o primeiro castelo da Muralha, e também o maior), o que, para tudo o que sabemos, poderia ter tido uma torre cônica como característica proeminente.

Curiosidade: De acordo com a lenda, o Rei da Noite viveu durante a Era dos Heróis, não muito depois da Muralha ser completada. Ele era um guerreiro destemido que foi nomeado como o décimo terceiro Senhor Comandante da Patrulha da Noite.  Mais tarde, ele se apaixonou por uma mulher “que tinha uma pele mais branca que a lua e olhos tão azuis quanto o céu”. Ele a perseguiu e a amou apesar da sua pele ser “fria como gelo”, e entregou também sua alma. O Rei da Noite então levou sua amada à fortaleza de Fortenoite e após sua união profana, ele se declarou rei e ela a sua rainha, e então governou Fortenoite como se fosse seu castelo particular por treze anos.  E daí, que durante seu obscuro reinado, atrocidades horríveis foram cometidas. Até que Brandon o transgressor, o Rei do Norte, e Joramun, o Rei-Para-Lá-da-Muralha, uniram forças e o Rei da Noite foi derrotado e a Patrulha libertada de sua opressão.  Foi mais tarde descoberto que o Rei da Noite fazia sacrifícios para os “Outros”. A maioria dos relatos históricos escritos dele foi destruída e seu próprio nome foi proibido de ser mencionado e caiu no esquecimento. É provável que logo após estes eventos, os lordes nortenhos tenham exigido para a Patrulha da Noite que não murassem suas fortalezas internas, para que elas pudessem ser acessíveis pelo sul.

Atenção: Meistres questionam a veracidade da lenda do Rei da Noite e sua rainha.

Transformação

Vale ressaltar a diferença com a série televisiva “Game of Thrones” onde as Crianças da Floresta criaram os Caminhantes Brancos como um meio de se defender durante a invasão dos Primeiros Homens a Westeros. Assim, na série, o Rei da Noite foi o primeiro dos Caminhantes, enquanto nos livros eles já existiam antes dele nascer.

Já falamos sobre The Night’s King em alguns posts do PHANTASTICUS. Reveja o post: jotacortizo.wordpress.com/2016/12/04/reis-amaldicoados-e-seus-suditos-fantasticos/ e jotacortizo.wordpress.com/2017/07/30/nights-watch-patrulha-da-noite-a-ordem-da-muralha/.

Ahh, não podemos deixar passar.  Tudo isto é criação do brilhante escritor George RR Martin.  George deixou – em entrevista – sua impressão sobre os dois “Reis da Noite” (do livro e da TV).  “Quanto ao Rei da Noite (a forma que eu prefiro), nos livros, ele é uma figura lendária, semelhante a Lann the Clever e Brandon the Builder, e não há mais chances de sobreviver ao presente do que eles”, disse ele.  Então, entre isso e a aparente origem na tela do Night King, podemos concluir que eles são dois personagens diferentes. Se houver uma conexão entre eles ou um significado para os nomes semelhantes, podemos descobrir mais tarde na TV ou quando o próximo livro sair (se isso acontecer – nossa observação, e de mais de meio planeta).

Fugindo um pouco da LitFan, gostaria de abordar o significado de alguns símbolos importantes.

J_R_R__Tolkien-logo         Runa usada como símbolo de J.R.R. Tolkien – que escreveu as obras “The Hobbit” e “

 

250px-Tolkien_The_two_trees         Duas Árvores de Valinor (para os mais íntimos são as árvores de Tolkien) – Laurelin e Telperion.

 

Percy Jacson         O tridente nos remete a série de livros “Percy Jackson” escrita por Rick Riordan.

Os símbolos estão sempre presentes em nossa vida e não – unicamente – na ficção.  Ele é uma imagem, ele é uma mensagem.  Cada símbolo nos faz captar a essência da coisa.  Nos leva a ter afinidade ou aversão.  Símbolos religiosos, símbolos da pseudo-ordem, símbolos da filosofia, símbolos, mais símbolos e mais símbolos.  Estamos cercados por símbolos e por vezes não os entendemos.  Vamos buscar entendê-los.

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Más símbolos de LitFan y sus significados e historia.

Simbología es la ciencia que estudia el origen, la interpretación y el arte de crear símbolos. Todas las sociedades humanas poseen símbolos que expresan mitos, creencias, hechos, situaciones o ideas, siendo unas de las formas de representación de la realidad. Los símbolos existen desde el inicio de la humanidad ayudando formas de comunicación. Así, ocurre lo mismo en la literatura – y en nuestro caso en la LitFan. ¿Qué tal revisar el post “Los símbolos de LitFan y lo que realmente significan” publicado en el blog el 3 de septiembre de 2016:

jotacortizo.wordpress.com/2016/09/03/los-simbolos-de-litfan-e-o-que-eles-realmente-significas/

En él exploramos tres símbolos marcantes de la LitFan: “Reliquias de la Muerte”, “La Rueda del Mundo” y el “Poder Angelical”. Los creadores de estos símbolos y la obra a la que pertenecen son respectivamente: JK Rowling, Robert Jordan y Cassandra Clare.

Hoy, vamos a explorar algunos símbolos de LitFan. Y para empezar, entra en el universo de Harry Potter, de la escritora JK Rowling. En él, buscamos uno de los símbolos más macabros que podemos conocer en nuestras vidas. Terrible por todo su significado en LitFan. Y con ustedes … la “Dark Mark” (la MARCA NEGRA o la Marca de las tinieblas).

La Marca Negra es el símbolo de Lord Voldemort que lo liga a todos sus “Mortífagos”. Ella es tanto una marca inducida mágicamente que todos los Mortífagos cargan en su antebrazo izquierdo como el efecto del hechizo Morsmordre – conjurado por los mismos.

Curiosidad: Este fue el encantamiento usado para lanzar la Marca Negra, en los cielos y los “Mortífagos” lanzaban sobre las casas de cualquier persona que mataban, tal como una “tarjeta de visita”. Tal vez, este es el motivo por el que la marca causa tanto miedo. De esta forma, los parientes y amigos que llegaran allí, ya sabían que lo peor ocurría al ocupante de la residencia.

La Marca Negra aparece como un cráneo verde brillante con una serpiente saliendo de su boca. Esto puede haber sido inspirado en el escondite del basilisco en la Cámara Secreta. Cuando fue convocado, el basilisco emergía de la boca de Salazar Slytherin (Sonserina en Brasil). La serpiente es también el símbolo de la casa y, por lo tanto, apropiado para ser utilizado por el heredero de Sonserina. Debemos reconocer, también, que la calavera-en general- está asociada a la muerte, sirviendo para hacer la imagen más aterrorizante para los enemigos.

Trecho del libro: “El que inspiró … usted no tiene idea, usted es muy joven, sólo una imagen que regresa a su casa y encontrando la Marca Negra flotando sobre su casa y sabiendo lo que usted está a punto de encontrar dentro … El peor miedo de todos … el peor “. Dicho por -Arthur Weasley

El símbolo también puede estar relacionado con el hecho de que Lord Voldemort haya sido un “Ofidioglota”, un regalo que él pensó que lo hizo al revés del resto del mundo brujo. La Marca Negra en el antebrazo es negra, mientras que la Marca Negra conjura por medio del Morsmordre es verde. Se dice también que la Marca Negra representa la inmortalidad y poder.

Bueno, ahora vamos a un símbolo de cierta forma discreto y poco divulgado, pero extremadamente polémico en cuanto a su significado (justamente por qué es poco difundido). Antes de revelar, tengo que confesar que este símbolo es explotado en la serie televisiva y está muy lejos de los libros. Estoy hablando del Broche Rey de la Noche – THE NIGHT’S KING.

El símbolo nos recuerda un cráneo de pájaro, específicamente el cráneo de un cuervo. Ver como el Rey de la Noche se dice haber sido un antiguo Comandante del Señor de la Vigilia de la Noche, la imagen de cuervos sería apropiada para su símbolo. Continuando, el diseño interior del broche se asemeja a una torre de castillo con tapa de cono. Podemos conectar el símbolo del broche, con los “sacrificios” impuestos por los “Otros” – como vimos en algunos episodios de la serie de HBO. Vean la imagen.

En el caso de la “Antigua Encyclopedia Británica”, el Rey de la noche se instaló en el Fortenoite (es uno de los castillos a lo largo de la Muralla, fue el primer castillo de la Muralla, y también el más grande), lo que, para todo lo que sabemos, podría haber tenido una torre cónica como característica prominente.

Curiosidad: De acuerdo con la leyenda, el Rey de la Noche vivió durante la Era de los Héroes, no mucho después de que la Muralla se completar. Él era un guerrero intrépido que fue nombrado como el decimotercero Señor Comandante de la Patrulla de la Noche. Más tarde, se enamoró de una mujer “que tenía una piel más blanca que la luna y ojos tan azules como el cielo”. Él la persiguió y la amó a pesar de que su piel era “fría como hielo”, y entregó también su alma. El Rey de la noche entonces llevó su amada a la fortaleza de Fortenoite y después de su unión profana, se declaró rey y ella a su reina, y entonces gobernó a Fortenoite como si fuera su castillo particular por trece años. Y de ahí, que durante su oscuro reinado, se cometieron atrocidades horribles. Hasta que Brandon el transgresor, el Rey del Norte, y Joramun, el Rey-Para-la-Muralla, unieron fuerzas y el Rey de la Noche fue derrotado y la Patrulla liberada de su opresión. Fue más tarde descubierto que el Rey de la Noche hacía sacrificios para los “Otros”. La mayoría de los relatos históricos escritos de él fueron destruidos y su propio nombre fue prohibido de ser mencionado y cayó en el olvido. Es probable que luego de estos eventos, los lores norteños hayan exigido a la Patrulla de la Noche que no murmuren sus fortalezas internas, para que ellas pudieran ser accesibles por el sur.

Atención: Meistres cuestionan la veracidad de la leyenda del Rey de la Noche y su reina.

Es importante resaltar la diferencia con la serie televisiva “Game of Thrones” donde los Niños del Bosque crearon a los Caminantes Blancos como un medio de defenderse durante la invasión de los Primeros Hombres a Westeros. Así, en la serie, el Rey de la Noche fue el primero de los Caminantes, mientras que en los libros ya existían antes de nacer.

Ya hablamos sobre The Night’s King en algunos puestos de PHANTASTICUS. Revisar el mensaje: jotacortizo.wordpress.com/2016/12/04/reis-amaldicoados-e-seus-suditos-fantasticos/ y jotacortizo.wordpress.com/2017/07/30/nights-watch-patrulha-da-noite -a-orden-de-muralla /.

Ahh, no podemos dejar pasar. Todo esto es la creación del brillante escritor George RR Martin. George dejó en una entrevista su impresión sobre los dos “Reyes de la Noche” (del libro y de la televisión). “En cuanto al Rey de la Noche (la forma que prefiero), en los libros, es una figura legendaria, similar a Lann the Clever y Brandon the Builder, y no hay más posibilidades de sobrevivir al presente que él”, dijo. Entonces, entre eso y el aparente origen en la pantalla del Night King, podemos concluir que ellos son dos personajes diferentes. Si hay una conexión entre ellos o un significado para los nombres similares, podemos descubrir más tarde en la televisión o cuando el próximo libro salga (si eso sucede – nuestra observación, y de más de medio planeta).

Fugando un poco de LitFan, me gustaría abordar el significado de algunos símbolos importantes.

Runa usada como símbolo de J.R.R. Tolkien – que escribió las obras “The Hobbit” y ”

Dos árboles de Valinor (para los más íntimos son los árboles de Tolkien) – Laurelin y Telperion.

El tridente nos remite a la serie de libros “Percy Jackson” escrita por Rick Riordan.

Los símbolos están siempre presentes en nuestra vida y no – únicamente – en la ficción. Él es una imagen, él es un mensaje. Cada símbolo nos hace captar la esencia de la cosa. Nos lleva a tener afinidad o aversión. Símbolos religiosos, símbolos de la pseudo-orden, símbolos de la filosofía, símbolos, más símbolos y más símbolos. Estamos rodeados de símbolos ya veces no los entendemos. Vamos a tratar de entenderlos.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/Simbologia

pt-br.harrypotter.wikia.com/wiki/Marca_Negra

potterheaven.com/conteudo/a-marca-negra/

harrypotter.wikia.com/wiki/Dark_Mark

harrypotter.wikia.com/wiki/Morsmordre

2.bp.blogspot.com/-GXmof_t1IOE/UX5OcPAu4qI/AAAAAAAAAdQ/1BtHsDfS2gY/s1600/Marce+negra.jpg

estantenerd.files.wordpress.com/2013/07/marcanegra.gif

aficionados.com.br/simbolos-harry-potter/

pm1.narvii.com/6433/23a8ee82ed47fc7980e48a78db4837fcad0d2b54_hq.jpg

recantodasletras.com.br/artigos/2176685

endgameofthrones.files.wordpress.com/2015/06/category5_species_1480_large_31.jpg

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pa1.narvii.com/6556/0d254567bbc8712c1ee2a3b6f42fa3bdcceabc02_hq.gif

game-of-thrones-br.aminoapps.com/page/item/rei-da-noite/X0B2_wvzFXI7qa2EwGaWPXjvYP8P18erkkb

heavy.com/entertainment/2017/08/game-of-thrones-is-bran-wearing-night-king-necklace-sigil-symbol-brooch-true-hoax-theory-photo/

inverse.com/article/34342-game-of-thrones-night-king-nights-white-walker-difference-explained

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Um pouco de Heráldica de “Game of Thrones”

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Versão em português: Um pouco de Heráldica de “Game of Thrones”.

No post de hoje, vamos desmistificar e “traduzir” o significado de alguns dos brasões de Game of Thrones, grande obra de George RR Martin.  E o primeiro é deveras importante.

E com vocês!!!

Uma estrela cadente sobre um olmo, tendo como fundo o pôr-do-sol.  Este é o brasão de Sor Duncan, o alto.

Dunk (como era conhecido) é um homem enorme que cresceu na Baixada das Pulgas, e que viria a se tornar escudeiro de Sor Arlan de Centarbor, um cavaleiro andante, e que depois de se dizer armado cavaleiro, teve como escudeiro e companheiro de aventuras o rei Aegon V (quando criança conhecido por Egg – redução de Aegon), e mais tarde o serviu como seu Senhor Comandante da Guarda Real sob o nome de Sor Duncan, o Alto.

Obs.: Tudo isto ocorre, duzentos anos após a Conquista, onde a dinastia Targaryen vive seu auge. Os Sete Reinos de Westeros atravessam um tempo de relativa paz, nos últimos anos do reinado do Bom Rei Daeron.  Mas…Muitas aventuras acontecem e Egg sentou-se no Trono de Ferro como Rei Aegon V Targaryen.  Ele pediu a Dunk para entrar para a Guarda Real e eventualmente tornar-se seu Senhor Comandante. Aegon deu ao seu primeiro filho o nome Duncan, que era conhecido como Duncan, o Pequeno, em contraste com seu homônimo.

Curiosidade: Sor Duncan escoltou Meistre Aemon e Brynden Rivers até a Muralha pelo comando de Aegon.

Em 236 d.C., Duncan marchou com Aegon V para suprimir a Quarta Rebelião Blackfyre. Ele matou o líder rebelde Daemon III Blackfyre em combate singular e botou o exército inimigo em fuga.  Ele também serviu como campeão do rei Aegon V em um julgamento por combate contra o lorde Lyonel Baratheon, quando este ergueu Ponta Tempestade em revolta contra o Trono de Ferro. A questão foi rapidamente resolvida quando Lyonel se ajoelhou perante Duncan e voltou a aceitar a vassalagem da Casa Targaryen.

Mas, em 259 d.C. Duncan acabou tombando, junto ao Rei Aegon e o Príncipe Duncan, na Tragédia de Summerhall. A Tragédia foi um incêndio em Summerhall, um castelo da casa Targaryen utilizado como palácio de verão.  A causa do fogo ainda é desconhecida, mas estava relacionada com o desejo do rei Aegon de restaurar os dragões para os Sete Reinos. Os últimos anos de seu reinado foram consumados por uma busca de sabedoria antiga sobre a criação de dragões de Valyria, e foi dito que Aegon encomendou viagens a lugares tão distantes como Asshai, com a esperança de encontrar textos e conhecimentos que não tinham sido preservados em Westeros.  Assim, a grande história de Duncan.  Se você quer se aprofundar, leia “A Knight of the Seven Kingdoms” (O Cavaleiro dos Sete Reinos) que foi publicado em 2015.

Agora outro brasão de uma família importante no contexto da garantia da (in) segurança no Norte.  São os Karstark of Karhold (ou simplesmente Karstark).

Seu brasão é um nascer do sol branco sobre um fundo negro.  Seu lema é “O Sol do Inverno”.  Os Karstark, na verdade, são uma vertente da família Stark, por isso o nome similar. Eles vêm de Karlon Stark, o filho mais novo de um dos Reis do Inverno, que ganhou terras na parte leste da região nortenha, durante uma rebelião dos Bolton, e criou o Forte Karhold. Daí, então, veio os Karstark.

Pontos importantes dos livros: Rickard Karstark assassinara Tion Frey e Willem Lannister em suas celas, como vingança pelas mortes de seus filhos Torrhen e Eddard (mortos por Jamie Lannister). Por isto, Robb sentenciara-o à morte. Em seu discurso antes de sua execução, Rickard apelou pela lealdade sua e de sua Casa para com os Stark, e amaldiçoou-o com uma acusação de fratricídio, devido à antiga relação entre os Karstark e os Stark.

Lorde Karstark

Os Karstark que sobreviveram à Batalha de Valdocaso juntaram-se às forças de Roose Bolton, e foram com ele às Gêmeas. Eles eram parte da força que Roose mantivera com ele após a Batalha do Vau Rubi.

Obs.: Na série televisiva, esta casa se alia aos Bolton para tomar (provisoriamente Winterfell e o norte).

E por último, mas não menos importante, temos a casa de uma das grandes personagens da trama das “Crônicas de Gelo e Fogo”.  E temos a Casa de Tarth.

A Casa Tarth de Solar do Entardecer é uma casa nobre que governa a ilha de Tarth, uma bela ilha, situada a leste de Ponta Tempestade e ao norte da Baía dos Naufrágios e que controla os Estreitos de Tarth entre a ilha e o continente.

Seu brasão é dividido em quatro partes com dois sóis sobre rosa se contrapondo a dois crescentes sobre azul.  Selwyn Tarth, chamado “Estrela da Tarde”, governa a Casa. Ele tem um único descendente, uma filha chamada Brienne.

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Brienne é mais alta e musculosa que a maioria dos homens.  É chamada de “Bela” como zombaria, devido ao fato de seu rosto ser excessivamente plano e porque tem uma boca muito grande, lábios finos, dentes proeminentes e acavalados e um nariz quebrado em vários lugares. Suas habilidades como guerreira deixam para trás todas as zombarias.  A guerreira é peça chave da trama de George Martin, e é uma das minhas personagens favoritas – ao lado de Arya Stark.

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Vamos – ocasionalmente – trazer mais alguns casos da heráldica de Game of Thrones.  Aproveitem o blog e leia quantos posts você quiser.  E, muito importante, deixe seu comentário. Até o próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Un poco de Heráldica de “Game of Thrones”.

En el post de hoy, vamos a desmitificar y “traducir” el significado de algunos de los blasones de Game of Thrones, gran obra de George RR Martin. Y el primero es realmente importante.

¡Y con ustedes!

Una estrella fugaz sobre un olmo, teniendo como fondo la puesta de sol. Este es el escudo de sor Duncan, el alto.

Dunk (como era conocido) es un hombre enorme que creció en la Bajada de las Pulgas, y que se convertiría en escudero de Sor Arlan de Centarbor, un caballero andante, y que después de decir armado caballero, tuvo como escudero y compañero de aventuras el rey Aegon V (cuando era niño conocido por Egg – reducción de Aegon), y más tarde lo sirvió como su Señor Comandante de la Guardia Real bajo el nombre de Sor Duncan, el Alto.

Obs.: Todo esto ocurre, doscientos años después de la Conquista, donde la dinastía Targaryen vive su auge. Los Siete Reinos de Westeros atravesan un tiempo de relativa paz, en los últimos años del reinado del Buen Rey Daeron. Pero … Muchas aventuras suceden y Egg se sentó en el Trono de Hierro como Rey Aegon V Targaryen. Él pidió a Dunk para entrar a la Guardia Real y eventualmente convertirse en su Señor Comandante. Aegon dio a su primer hijo el nombre Duncan, que era conocido como Duncan, el Pequeño, en contraste con su homónimo.

Curiosidad: Sor Duncan escogió a Meistre Aemon y Brynden Rivers a la Muralla por el mando de Aegon.

En 236 d.C., Duncan marchó con Aegon V para suprimir la Cuarta Rebelión Blackfyre. Él mató al líder rebelde Daemon III Blackfyre en combate singular y puso al ejército enemigo en fuga. Él también sirvió como campeón del rey Aegon V en un juicio por combate contra el lorde Lyonel Baratheon, cuando éste levantó Ponta Tempestad en revuelta contra el Trono de Hierro. La cuestión fue rápidamente resuelta cuando Lyonel se arrodilló ante Duncan y volvió a aceptar el vasallaje de la Casa Targaryen.

Pero, en 259 dC. Duncan terminó tumbando, junto al Rey Aegon y el Príncipe Duncan, en la Tragedia de Summerhall. La tragedia fue un incendio en Summerhall, un castillo de la casa Targaryen utilizado como palacio de verano. La causa del fuego aún es desconocida, pero estaba relacionada con el deseo del rey Aegon de restaurar los dragones a los Siete Reinos. Los últimos años de su reinado fueron consumados por una búsqueda de sabiduría antigua sobre la creación de dragones de Valyria, y se dijo que Aegon encargó viajes a lugares tan lejanos como Asshai, con la esperanza de encontrar textos y conocimientos que no habían sido preservados en Westeros. Así, la gran historia de Duncan. Si quieres profundizar, lee “A Knight of the Seven Kingdoms” (El caballero de los siete reinos) que se publicó en 2015.

Ahora otro escudo de una familia importante en el contexto de la garantía de la (in) seguridad en el Norte. Son los Karstark of Karhold (o simplemente Karstark).

Su escudo de armas es un amanecer blanco sobre un fondo negro. Su lema es “El sol del invierno”. Los Karstark, en realidad, son una vertiente de la familia Stark, por eso el nombre similar. En el caso de Karlon Stark, el hijo menor de uno de los Reyes del Invierno, que ganó tierras en la parte oriental de la región norteña durante una rebelión de los Bolton, creó el Fuerte Karhold. De ahí, entonces, vino los Karstark.

Los puntos importantes de los libros: Rickard Karstark asesinó a Tion Frey y Willem Lannister en sus celdas, como venganza por las muertes de sus hijos Torrhen y Eddard (muertos por Jamie Lannister). Por eso, Robb lo sentenció a la muerte. En su discurso antes de su ejecución, Rickard apeló por la lealtad suya y su casa a los Stark, y lo maldito con una acusación de fratricidio, debido a la antigua relación entre los Karstark y los Stark.

Los Karstark que sobrevivieron a la Batalla de Valdocaso se unieron a las fuerzas de Roose Bolton, y fueron con él a las gemelas. Ellos eran parte de la fuerza que Roose mantuvo con él después de la Batalla del Vau Rubí.

Obs.: En la serie televisiva, esta casa se alía a los Bolton para tomar (provisionalmente Winterfell y el norte).

Y por último, pero no menos importante, tenemos la casa de uno de los grandes personajes de la trama de las “Crónicas de Hielo y Fuego”. Y tenemos la Casa de Tarth.

La Casa Tarth de Solar do Atardecer es una casa noble que gobierna la isla de Tarth, una hermosa isla, situada al este de Ponta Tempestad y al norte de la Bahía de los Naufragios y que controla los estrechos de Tarth entre la isla y el continente.

Su escudo es dividido en cuatro partes con dos soles sobre rosa contraponiendo a dos crecientes sobre azul. Selwyn Tarth, llamado “Estrella de la Tarde”, gobierna la Casa. Él tiene un solo descendiente, una hija llamada Brienne.

Brienne es más alta y musculosa que la mayoría de los hombres. Se llama “Bela” como burla, debido al hecho de que su cara es excesivamente plana y porque tiene una boca muy grande, labios finos, dientes prominentes y acavalados y una nariz rota en varios lugares. Sus habilidades como guerrera dejan atrás todas las burlas. La guerrera es pieza clave de la trama de George Martin, y es uno de mis personajes favoritos – al lado de Arya Stark.

Vamos – ocasionalmente – traer algunos casos más de la heráldica de Game of Thrones. Disfrutar del blog y leer la cantidad de posts que desea. Y, muy importante, deje su comentario. Hasta el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

nerdpai.com/game-of-thrones-brasoes-das-07-familias/

img00.deviantart.net/4f54/i/2014/073/1/c/brienne_of_tarth_by_jerantino-d7a7u9a.jpg

westeros.org/Citadel/Heraldry/Entry/Ser_Duncan_the_Tall/

nerdist.com/wp-content/uploads/2016/05/ser-duncans-shield.jpg

wiki.gameofthronesbr.com/index.php/Duncan

awoiaf.westeros.org/images/f/f3/House_Tarth.PNG

pm1.narvii.com/6292/1863e9bd8ab266566fd42edf9768d9b9bc6327e0_hq.jpg

image.isu.pub/160801021051-7616e39fab1512968f59d06a7229e69e/jpg/page_1.jpg

barnesandnoble.com/w/a-knight-of-the-seven-kingdoms-george-r-r-martin/1121191960?ean=9780345533487#

pm1.narvii.com/6442/a1020f9196e712f964cc1a7c59181dad9cfc9df2_hq.jpg

wiki.gameofthronesbr.com/index.php/Arquivo:Tarth_de_Solar_do_Entardecer.png

wiki.gameofthronesbr.com/index.php/Arquivo:Duncan_o_Alto.png

awoiaf.westeros.org/index.php/File:Duncan_Lyonel.jpg

i.pinimg.com/originals/4f/d2/ba/4fd2ba2bc2f1a338023625786e33b41a.jpg

awoiaf.westeros.org/index.php/File:House_Karstark.PNG

hieloyfuego.wikia.com/wiki/Casa_Karstark

esacademic.com/pictures/eswiki/69/Emblema_karstark.gif

awoiaf.westeros.org/index.php/House_Karstark

temporadafinal.com/gallery/1919ddv–de-enero-arya-y-brienne.jpg

walldevil.com/wallpapers/w01/512375-a-song-of-ice-and-fire-crows-dragons-essos-fire-and-blood-game-of-thrones-hear-me-roar-house-baratheon-house-greyjoy-house-lannister-house-stark-house-targaryen-lions-maps-nights-watch-westeros-winter-is-coming-wolves.jpg

O Horror absoluto dos Livros de Sangue

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: O Horror absoluto dos Livros de Sangue.

Você já escutou falar ou – melhor – já leu os “Livros de Sangue” (no original “Books of Blood”)?

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Um clássico dos anos 80, que elevou seu autor ao pódio dos “mestres do terror”.  Existem seis livros no total, cada um tem como subtítulo simplesmente “Volume 1” e segue até o “Volume 6”, e posteriormente foi republicado em duas edições omnibus (na tradução literal, seria tudo, mas aqui o sentido seria um “consolidado dos volumes – tal qual nos mangás) contendo três volumes em cada livro. Cada volume contém quatro ou cinco histórias.

O autor deste (e de muitos outros) livros é originário da cidade inglesa de Liverpool e além de escritor é cineasta, roteirista, ator, produtor de cinema, artista plástico e dramaturgo.  Hoje vive nos EUA há quase trinta anos. Nasceu em 1952, filho de um escriturário e de uma pintora e assistente social. Vale ressaltar que sua mãe, também, tinha muito talento para contar histórias, o que o marcou profundamente desde os primeiros anos de vida.  Estamos falando de …. Clive Barker.

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Barker publicou os livros de sangue entre 1984 e 1985. Com a publicação do primeiro volume, o escritor tornou-se uma sensação da noite para o dia e foi saudado por Stephen King como “o futuro do horror”.  O livro ganhou o “British and World Fantasy Awards”.  O trabalho de Barker, mistura as histórias de terror e horror (para quem estranha, vejam a diferença – TERROR: qualidade do que é terrível , estado de pavor, pessoa ou coisa que amedronta, aterroriza. HORROR: forte impressão de repulsa ou desagrado, acompanhada ou não de arrepio, gerada pela percepção, intuição, lembrança de algo horrendo, ameaçador, repugnante; pavor) com temas de fantasia. As histórias implacavelmente sombrias acontecem invariavelmente em um ambiente contemporâneo, geralmente com pessoas comuns que se envolvem em eventos aterrorizantes ou misteriosos. Barker afirmou em “Faces of Fear” que uma inspiração para “Books of Blood” foi quando ele leu “Dark Forces” (Histórias de suspense e horror sobrenatural: é uma antologia de 23 histórias de terror originais, publicada pela primeira vez pela “The Viking Press” em 1980. Ganhou o prêmio “World Fantasy” pela melhor antologia /coleção em 1981) no início da década de 1980 e percebeu que uma coleção de história de terror não precisa ter nenhum tema estreito, tom ou restrições consistentes. As histórias podem variar do humorístico para o verdadeiramente horrível.

“Books of Blood” pode, em algumas edições, ter a capa de cada livro ilustrada pelo próprio Clive Barker.

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A espinha dorsal da série é uma pesquisadora psíquica, Mary Florescu, que contrata um médium charlatão chamado Simon Mcneal para investigar uma casa supostamente assombrada. Sozinho em um quarto no segundo andar, Mcneal inicialmente fingia ter visões. Mas, então fantasmas realmente vêm ate ele. O atacam e escrevem palavras em sua carne, e essas palavras, afirma o narrador, contam o resto das historias, historias escritas em um livro de sangue vivo literalmente. Este prólogo, juntamente com a historia final “On Jerusalem street” do Volume Seis, foi adaptado para o filme “Book of Blood” (Livro de sangue).  Escrito e dirigido por John Harrison, protagonizado por Jonas Armstrong  e Sophie Ward e que foi para as telonas em 2009.

Voltando ao autor, dois fatos o influenciaram durante a infância. Um deles foi a boarding house (uma espécie de pensão) que os pais mantinham para complementar a renda: muitos dos hóspedes eram atores de teatro, e o convívio com eles animou o interesse pelos palcos no pequeno Clive, que futuramente também se tornaria dramaturgo.  O outro fato foi o testemunho de uma tragédia. Quando tinha cerca de três anos, Barker foi com os pais a uma festa na cidade, durante a qual assistiu a um homem saltar de um avião portando asas improvisadas. Tratava-se de Léo Valentin, famoso paraquedista da época. Mas uma das asas quebrou-se e o “birdman” projetou-se com tudo rumo ao chão. Forçado a olhar para o lado no momento do choque, o menino passou a desenvolver um fascínio por imagens mórbidas, “proibidas”.  Essa atração só fez crescer quando, no início da adolescência, Barker travou contato com a literatura de horror. Contato intenso, por sinal, já que era ávido leitor de Edgar Allan Poe. O conto “Novos Assassinatos na Rua Morgue” (publicado em 1985), que está no segundo volume dos Livros de Sangue, dá a medida da influência exercida pelo autor americano.

Barker explora temáticas diferentes e convida o leitor a gravitar entre o sublime e o ofensivo, entre o irresistível e o medonho.  Nos Livros de Sangue, observamos uma operação que se tornaria marca do autor: o uso de seduções das mais diversas naturezas (muitas vezes sexuais) como isca, enquanto a toda a temática dos horrores permanece oculta, até surgir absoluta e com força sobre os personagens e os leitores.

Barker escreveu dezenas de livros e dirigiu, escreveu e produziu cerca de vinte filmes.  Um gênio da LitFan.

Terminamos com a frase do grande mestre do Horror – Stephen King.

“I have seen the future of Horror Fiction, and his name is … (Eu vi o futuro do Horror… E seu nome é) Clive Barker”.

Então, gostou do post? Faça uma visita ao blog e leia quantos posts você quiser.  Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: El horror absoluto de los Libros de Sangre.

¿ ¿Has escuchado hablar o – mejor – has leído los “Libros de Sangre” (en el original “Books of Blood”)?

Un clásico de los años 80, que elevó a su autor al podio de los “maestros del terror”. Hay seis libros en total, cada uno tiene como subtítulo simplemente “Volumen 1” y sigue hasta el “Volumen 6”, y posteriormente fue republicado en dos ediciones omnibus (en la traducción literal, sería todo, pero aquí el sentido sería un “consolidado de los” volúmenes – tal cual en los mangas) conteniendo tres volúmenes en cada libro. Cada volumen contiene cuatro o cinco historias.

El autor de este (y de muchos otros) libros es originario de la ciudad inglesa de Liverpool y además de escritor es cineasta, guionista, actor, productor de cine, artista plástico y dramaturgo. Hoy vive en Estados Unidos hace casi treinta años. Nació en 1952, hijo de un escriturario y de una pintora y asistente social. Es importante resaltar que su madre, también, tenía mucho talento para contar historias, lo que lo marcó profundamente desde los primeros años de vida. Estamos hablando de …. Clive Barker.

Barker publicó los libros de sangre entre 1984 y 1985. Con la publicación del primer volumen, el escritor se convirtió en una sensación de la noche a la mañana y fue saludado por Stephen King como “el futuro del horror”. El libro ganó los “British and World Fantasy Awards”. El trabajo de Barker, mezcla las historias de terror y horror (para quien extraña, vean la diferencia – TERROR: calidad de lo que es terrible, estado de pavor, persona o cosa que amedrenta, aterroriza HORROR: fuerte impresión de repulsa o desagrado, que es una de las más grandes de la historia de la humanidad. Las historias implacablemente sombrías ocurren invariablemente en un ambiente contemporáneo, generalmente con personas comunes que se involucra en eventos aterrorizantes o misteriosos. Barker afirmó en “Faces of Fear” que una inspiración para “Books of Blood” fue cuando leyó “Dark Forces” (Historias de suspenso y horror sobrenatural: es una antología de 23 historias de terror originales, publicada por primera vez por “The” “Viking Press” en 1980. Ganó el premio “World Fantasy” por la mejor antología / colección en 1981) a principios de la década de 1980 y percibió que una colección de historia de terror no necesita tener ningún tema estrecho, tono o restricciones consistentes. Las historias pueden variar del humorístico a lo verdaderamente horrible.

“Books of Blood” puede, en algunas ediciones, tener la portada de cada libro ilustrado por el propio Clive Barker.

La espina dorsal de la serie es una investigadora psíquica, Mary Florescu, que contrata a un médium charlatán llamado Simon Mcneal para investigar una casa supuestamente embrujada. Sólo en una habitación en el segundo piso, Mcneal inicialmente fingía tener visiones. Pero entonces los fantasmas realmente vienen a él. Lo atacan y escriben palabras en su carne, y esas palabras, afirma el narrador, cuentan el resto de las historias, historias escritas en un libro de sangre vivo literalmente. Este prólogo, junto con la historia final “On Jerusalem street” del Volumen Seis, fue adaptado para la película “Book of Blood” (Libro de sangre). Escrito y dirigido por John Harrison, protagonizado por Jonas Armstrong y Sophie Ward y que fue a las pantallas en 2009.

Volviendo al autor, dos hechos lo influenciaron durante la infancia. Una de ellas fue la boarding house (una especie de pensión) que los padres mantenían para complementar la renta: muchos de los huéspedes eran actores de teatro, y la convivencia con ellos animó el interés por los escenarios en el pequeño Clive, que en el futuro también se convertiría en dramaturgo. El otro hecho fue el testimonio de una tragedia. Cuando tenía cerca de tres años, Barker fue con los padres a una fiesta en la ciudad, durante la cual asistió a un hombre saltar de un avión portando alas improvisadas. Se trataba de Léo Valentín, famoso paracaidista de la época. Pero una de las alas se rompió y el “birdman” se proyectó con todo hacia el suelo. Forzado a mirar hacia el lado en el momento del choque, el niño pasó a desarrollar una fascinación por imágenes mórbidas, “prohibidas”. Esta atracción sólo hizo crecer cuando, al inicio de la adolescencia, Barker trabó contacto con la literatura de horror. Contacto intenso, por cierto, ya que era ávido lector de Edgar Allan Poe. El cuento “Nuevos Asesinatos en la Calle Morgue” (publicado en 1985), que está en el segundo volumen de los Libros de Sangre, da la medida de la influencia ejercida por el autor americano.

Barker explora temáticas diferentes e invita al lector a gravitar entre lo sublime y lo ofensivo, entre lo irresistible y lo horrible. En los Libros de Sangre, observamos una operación que se convertiría en el autor: el uso de seducciones de las más diversas naturalezas (a menudo sexuales) como cebo, mientras que toda la temática de los horrores permanece oculta, hasta que surge absoluta y con fuerza sobre los personajes y los lectores.

Barker escribió decenas de libros y dirigió, escribió y produjo cerca de veinte películas. Un genio de LitFan.

Terminamos con la frase del gran maestro del Horror – Stephen King. “He visto el futuro del horror, y su nombre es … Clive Barker”.

Entonces, ¿le gustó el post? Haga una visita al blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/999379-conheca-obras-de-6-mestres-da-literatura-de-horror.shtml

traca.com.br/capas/1002/1002421.jpg

horrornovelreviews.files.wordpress.com/2014/08/clive_barker_honda020212.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Clive_Barker

en.wikipedia.org/wiki/Books_of_Blood

2.bp.blogspot.com/-ojVTbUBtJuQ/U88PIkHSWlI/AAAAAAAAOoI/3gX6JHUPI9Q/s1600/Dark-Forces.jpg

jornalciencia.com/wp-content/uploads/2016/12/porque-algumas-pessoas-tem-medo-de-sangue.jpg

revistagalileu.globo.com/Cultura/noticia/2017/07/um-passeio-pela-perigosa-mente-de-clive-barker-criador-de-hellraiser.html

pt.wikipedia.org/wiki/Livros_de_Sangue

upload.wikimedia.org/wikipedia/en/0/0b/Book_of_Blood_Omnibus%2C_Volumes_1-3.jpg

posterposse.com/wp-content/uploads/2015/08/BOOKS_OF_BLOOD_thedarkinker.jpg

media.liveauctiongroup.net/i/4927/7342755_1.jpg?v=8C9D8C115DF2A60

filmxy.info/wp-content/uploads/2016/04/Book-Of-Blood-2009-280×390.jpg

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playstorm.com.br/livros-de-sangue-clive-barker/

stephenking.com.br/dicas-do-tio-king-clive-barker/

popcornhorror.com/wp-content/uploads/2014/11/10311752_10152507378071099_5773365833371660519_n.jpg