Quem e o que são os STORMTROOPERS?

Tags

, , , , , , ,

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

phant 200 posts

Versão em português: Quem e o que são os STORMTROOPERS?

Olá meus queridos amigos.  Antes de começar o post de hoje, vou realizar um pequeno anseio.  Acompanho a LitFan por muito tempo e percebo o quanto – em alguns momentos – somos tidos como “sonhadores”, “avoados” e “lunáticos”.  Somos tidos como pessoas peculiares ou excêntricas.  Alguns são chamados de “nerds” e outros de “geeks”.  Bem, gostaria de dizer apenas uma coisa:

E daí!!!

Cada ser humano tem o livre arbítrio de buscar e tentar encontrar o caminho que lhe traz felicidade.  A LitFan proporciona isto para muitos.  Nestes 4 anos, aqui no blog, tenho a oportunidade de trocar impressões com algumas pessoas.  E isto é que vale. Isto preenche.  Isto nos torna mais …

HUMANOS

Seja um adolescente, um jovem ou que tenha um caminho percorrido a um pouco mais de tempo, suas opções têm de ser respeitadas.  Há um mundo…, espere! Temos muitos mundos dentro do nosso mundo.  Seguir o caminho que nos deixe feliz é nossa primazia.  Independente de ter 10, 20, 30, 40, 50 ou mais anos, sua mente tem de ser jovem e aberta.  A diversidade tem de ser aceita, EM TODO E QUALQUER MOMENTO.

Bem, chega de divagação.  Vamos ao post.

Hoje o PHANTASTICUS irá tratar sobre um tema que sempre povoou minha imaginação.  Apesar de ser uma história oriunda do cinema, gerou (e gera) muita literatura.  São livros e mais livros sobre a saga.

3589178_orig

E agora, direto da saga STAR WARS … nos encontramos com os stormtroopers.

Um mergulho profundo na evolução dos personagens mais icônicos – eles e Darth Vader são os símbolos mais facilmente reconhecíveis de Star Wars. Das versões sem nome e rosto do Star Wars original de 1977 ao Finn de John Boyega em “Star Wars: The Last Jedi”, há muito mais coisa sob o capacete do que até os mais fervorosos fãs podem esperar.

Nos primeiros rascunhos dos projetos-conceito de Star Wars e Ralph McQuarrie, os stormtroopers deviam usar sabre de luz e escudos de mão como armas comuns não limitadas ao Jedi ou Sith. George Lucas, ao compor informações básicas em 1977, afirmou que as mulheres existiam no Corpo de Stormtroopers.  Os primeiros stormtroopers eram os clonetroopers sobreviventes às Guerras Clônicas. Eles foram renomeados depois da Declaração de uma Nova Ordem de Palpatine, estes clones de Jango Fett foram imediatamente complementados por três novos lotes de Stormtroopers vindos da Orla Exterior após a batalha de Kamino.

A intenção original de George Lucas para o Império e seu exército é que eles eram os vilões. Eles não são tolerantes, eles são opressores. Todos os imperiais seriam homens brancos com um tipo bem característicos dos ingleses. Acho que, artisticamente, era uma tentativa de mostrar que eles eram muito imperialistas e intolerantes – talvez até, com uma forte inspiração nos soldados nazistas.

clone-trooper-stormtrooper

CLONETROOPERS: O BRAÇO ARMADO DA VELHA REPÚBLICA – A técnica de clonagem já era conhecida na Galáxia de Star Wars há muito tempo, e os habitantes do planeta Kamino se orgulhavam de ter excelência para realizá-la. Assim, clones idênticos a Jango Fett deram a Velha República um mega exército.  A técnica declonagem do povo de Kamino era tão apurada que conseguiam modificar o desenvolvimento metabólico dos clones, de forma que seu processo de crescimento fosse acelerado, e recebessem todas as habilidades do indivíduo que servira de matriz para a clonagem, tornando-se, assim, produtivos de forma muito mais rápida do que se fossem clonados com crescimento natural e precisassem desenvolver as habilidades desejadas individualmente.  Os clones recebiam alterações genéticas que os tornavam 100% obedientes a quem os encomendara, de forma que eram muito eficientes, não questionando as ordens recebidas e cumprindo-as fielmente, traço de grande valor para quem os comprava para usar em guerras. Diferentemente dos droides, porém, era mantida certa autonomia de comportamento, que os permitia tomar decisões próprias e rápidas quando necessário.

Jango Fett

Jango Fett

            Curiosidade: Jango Fett era um humano caçador de recompensas, amplamente considerado como o melhor da galáxia, nos anos que antecederam as Guerras Clônicas. Embora Fett usasse um conjunto de armadura Mandaloriana durante seu tempo como caçador de recompensas, o governo de Mandalore o considerava um renegado. Recrutado pelo Lorde Sith Darth Tyranus, Fett serviu como modelo genético das tropas clone do Grande Exército da República. Ao contrário de Fett, seus clones não tinham muito de sua independência, pois foram projetados para serem inteiramente leais à maligna República Galáctica. Fett tinha apenas um pedido para os Kaminoanos: a criação de Boba Fett, um clone inalterado que ele criaria como seu próprio “filho”. Fett foi assassinado mais tarde por Mace Windu durante a primeira batalha de Geonosis.  A morte de Fett incutiu um desejo de vingança em Boba, que inicialmente buscou uma vingança contra Windu antes de se concentrar em sua carreira como aspirante a caçador de recompensas. Com o tempo, Boba foi considerado como um dos mercenários mais mortais da história galáctica, como seu “pai” antes dele. Seu legado também foi preservado nos milhões de clones criados a partir de seu código genético. Compelido por sua programação para executar a Ordem 66 contra os Jedi, os clonetroopers revelaram-se como a arma secreta dos Sith, permitindo a Darth Sidious se proclamar Imperador do Império Galáctico. A progênie de Fett serviu como a primeira geração de stormtroopers; no entanto, as fileiras logo foram preenchidas não por clones, mas por recrutas e recrutas humanos.

A atuação dos CloneTroopers na guerra da República contra os separatistas foi muito importante, e a capacidade física das duplicatas, aliada ao comando de Cavaleiros Jedi, foi fundamental para o avanço republicano nos tempos conturbados mostrados nos Episódios II e III, tanto que o período foi denominado como Guerras Clônicas, um grande conflito que envolveria toda a galáxia e culminaria na ascensão de Palpatine ao poder.  Os clones, porém, haviam tido também a inserção de um chip em seu cérebro, pela República, ativado quando Palpatine se tornou Chanceler Supremo e promulgou a Ordem 66, que determinou o extermínio dos Jedi. Assim, os fiéis servidores dos Cavaleiros até aquele momento não tiveram como evitar se voltar contra eles, e muitos Jedi foram mortos por suas mãos.

Troopers

Suas armaduras podem ser separadas em duas fases:

Fase I: A armadura clone foi usada por muito tempo pelos soldados da República Galáctica como armadura padrão. Essa armadura era pesada, desconfortável e não muito aprovada entre os clones.  As armaduras não tinham muita distinção de patente em seus estágios iniciais. Por isso, implementaram o sistema de patentes através de cores na armadura, sendo Amarelo = Comandante; Vermelho = Capitão; Azul = Tenente e Verde = Sargento. Contudo, com o passar das Guerras Clônicas, alguns clones pintavam suas armaduras da forma que queriam, personalizando-a de acordo com unidades específicas como, por exemplo, representando seus batalhões.

Curiosidade:  As armaduras eram brancas, pois os Kaminoanos enxergavam apenas em ultravioleta.

Fase II: A armadura aprimorada, tendo sua resistência melhorada e lentes polarizadas. A Armadura Fase II foi introduzida em 21 ABY — o segundo ano de guerra —, sendo a base para a futura armadura Stormtrooper.  Foram implementados nessas armaduras novos filtradores de ar, sistema de oxigênio e botas magnéticas. Essas armaduras possibilitavam a pressurização, podendo lutar por mais tempo no vácuo.  Muitos clones personalizavam suas armaduras da forma que lhe agradavam, com pinturas das quais os caracterizavam/diferenciavam.

STORMTROOPERS: O BRAÇO ARMADO DO IMPÉRIO – Com o envelhecimento precoce dos CloneTroopers, foi necessário instituir uma nova força militar para defender os interesses de Palpatine, e isso foi alcançado pela construção de uma rede de academias de formação militar, que captavam jovens de toda a galáxia para o trabalho para o Império. Muitos CloneTroopers mais velhos se tornaram instrutores dos jovens soldados, servindo ao Imperador de uma última forma.

adesivo-star-wars-imperio-galactico-nova-republica

Death Trooper

Assim, durante os anos subsequentes à queda dos Jedi e da República, foi construído um aparato militar que retirava jovens humanoides de suas famílias (muitas vezes de forma violenta, outras vezes de forma mais tranquila) e os treinava para se tornarem soldados de Palpatine, responsáveis por trabalhar na submissão dos povos subjugados pelo imperador. De certa forma, funcionava como uma espécie de serviço militar obrigatório, e aqueles que se destacavam podiam ascender na hierarquia. Todo um corpo militar se constituiu, com hierarquização e elaboração de vários postos de comando. Havia toda uma linha de comando, que ascendia até o cargo de Moff, do qual Tarkin é apenas um dos representantes. Cargos específicos de comando de bases militares, grandes projetos militares ou mesmo de planetas inteiros de trabalho forçado também existiam, de forma que toda uma rede burocrática permitia o fiel cumprimento das ordens do Imperador.

kisspng-ottoman-empire-bashi-bazouk-fall-of-constantinople-artillery-5abab4ba4dd108.9139183015221854023187

Curiosidade: Uma possível inspiração seria a história da tropa de elite do exército otomano nos séculos XIX e XX. Os janízaros constituíram a elite do exército dos sultões otomanos. A força, criada pelo sultão Murade I, era constituída de crianças cristãs capturadas em batalha, levadas como escravas e convertidas ao Islã. Seu código de conduta era rigoroso e obrigava a obediência absoluta aos oficiais e outros pontos que denotavam obediência e servidão.  Os jovens eram educados na lei islâmica e na língua turca, ao mesmo tempo que aprendiam a manejar armas e instruídos em artes militares. Os jovens cresciam tendo o próprio sultão como uma figura paterna, por quem estariam dispostos a defender até a morte mesmo contra seu próprio povo de origem. A justificativa para a adoção de um corpo de soldados convertidos em vez de turcos nativos era que os turcos deviam lealdade ao seu povo e às suas famílias, e poderiam tornar-se rebeldes em caso de uma ação do sultão contra outros turcos. Já os jovens cristãos só deviam lealdade ao sultão, e lutariam contra qualquer inimigo por ele.  Observação:  Este comentário é uma opinião pessoal.

Troopers 2

Dentro das tropas, havia destacamentos especializados de Troopers (alguns existentes desde os exércitos de clones), que recebiam treinamento e denominações específicas conforme sua área de atuação: Snowtroopers (especializados em batalha em locais gelados), Sandtroopers (especializados em batalha em locais desérticos), Shocktroopers (usados como força policial e guarda costas de figuras importantes), Deathtroopers (aqueles de armadura escura que apareceram em Rogue One, com treinamento mais especializado), Shadowtroopers (também de armadura negra, se distinguiam pelo armamento pesado), Scouttrooper (com armadura mais leve, eram mais ágeis e apareceram no Retorno de Jedi, na superfície de Endor).  Existiam ainda os Magmatroopers (especializados no trabalho em locais vulcânicos), Seatrooper (especializados em trabalhos aquáticos), Spacetroopers (especializados no trabalho em ambientes com gravidade zero, cujo trabalho notável era a patrulha do lado de fora da Estrela da Morte), Heavy Stormtrooper (equipados com armamento muito pesado), Purge Trooper (possuindo grandes e pesadas armaduras e armamento de grosso calibre), Flametrooper (equipados com lança chamas, similares aos que apareceram em O Despertar da Força), Stormtrooper grenadier (equipados com lançadores de granadas), Snipertrooper (equipado com rifles de longo alcance)…

RESUMINDO: A diferença básica dos dois grupamentos militares envolve, portanto, sua constituição. No caso dos CloneTroopers, foi formado um corpo militar de clones idênticos a Jango Fett, com metabolismo acelerado, restrição de obediência e características físicas e habilidades idênticas ao seu modelo. Foram utilizados principalmente pela República na luta contra os separatistas, e serviram a Palpatine no extermínio dos Jedi e expansão inicial do Império.  Já os Stormtroopers, por outro lado, foram formados a partir de academias militares que captavam jovens humanoides de toda a galáxia para o serviço do Imperador, cada jovem tendo características físicas, habilidades e graus variáveis de obediência. Foram utilizados pelo Império durante todo o período de sua dominação, até a morte de Palpatine, na segunda Estrela da Morte. Posteriormente o grupamento teve mudanças com a ascensão de Snoke e a formação dos Cavaleiros de Ren, a Primeira Ordem e muito mais.  Fica para um próximo post.

Gostou? Te vejo no próximo post.  E mande suas sugestões.

cortizo

Jota Cortizo

Versión española: ¿Quién y cuáles son los STORMTROOPERS?

Hola mis queridos amigos. Antes de comenzar el post de hoy, voy a realizar un pequeño anhelo. Acompaño a LitFan por mucho tiempo y percibo cuánto-en algunos momentos – somos tenidos como “soñadores”, “avoados” y “lunáticos”. Somos tenidos como personas peculiares o excéntricas. Algunos se llaman “nerds” y otros de “geeks”. Bueno, me gustaría decir sólo una cosa:

¡Y DAÍ !!!

Cada ser humano tiene el libre albedrío de buscar e intentar encontrar el camino que le trae felicidad. LitFan proporciona esto para muchos. En estos 4 años, aquí en el blog, tengo la oportunidad de intercambiar impresiones con algunas personas. Y eso es lo que vale. Esto se relaciona. Esto nos hace más …

HUMANO

Sea un adolescente, un joven o que tenga un camino recorrido a un poco más de tiempo, sus opciones tienen que ser respetadas. Hay un mundo …, espere! Tenemos muchos mundos dentro de nuestro mundo. Seguir el camino que nos deja feliz es nuestra primacía. Independiente de tener 10, 20, 30, 40, 50 o más años, su mente tiene que ser joven y abierta. La diversidad tiene que ser aceptada, EN TODO Y CUALQUIER MOMENTO.

Bien, llega de divagación. Vamos al post.

Hoy el PHANTASTICUS tratar sobre un tema que siempre pobló mi imaginación. A pesar de ser una historia oriunda del cine, generó (y genera) mucha literatura. Son libros y más libros sobre la saga.

Y ahora, directo de la saga STAR WARS … nos encontramos con los STORMTROOPERS.

Una inmersión profunda en la evolución de los personajes más icónicos – ellos y Darth Vader son los símbolos más fácilmente reconocibles de Star Wars. De las versiones sin nombre y rostro de la Star Wars original de 1977 al Finn de John Boyega en “Star Wars: The Last Jedi”, hay mucho más bajo el casco de lo que hasta los más fervorosos pueden esperar.

En los primeros borradores de los proyectos-concepto de Star Wars y Ralph McQuarrie, los stormtroopers debían usar sable de luz y escudos de mano como armas comunes no limitadas al Jedi o Sith. George Lucas, al componer informaciones básicas en 1977, afirmó que las mujeres existían en el Cuerpo de Stormtroopers. Los primeros stormtroopers eran los clonetroopers sobrevivientes a las Guerras Clónicas. Ellos fueron renombrados después de la Declaración de una Nueva Orden de Palpatine, estos clones de Jango Fett fueron inmediatamente complementados por tres nuevos lotes de Stormtroopers venidos de la Orla Exterior después de la batalla de Kamino.

La intención original de George Lucas para el Imperio y su ejército es que ellos eran los villanos. Ellos no son tolerantes, ellos son opresores. Todos los imperios serían hombres blancos con un tipo bien característicos de los ingleses. Creo que, artísticamente, era un intento de mostrar que eran muy imperialistas e intolerantes-tal vez incluso con una fuerte inspiración en los soldados nazis.

CLONETROOPERS: La técnica de clonación ya era conocida en la Galaxia de Star Wars hace mucho tiempo, y los habitantes del planeta Kamino se enorgullecían de tener excelencia para realizarla. Así, clones idénticos a Jango Fett dieron la Antigua República un mega ejército. La técnica declinación del pueblo de Kamino era tan apurada que podían modificar el desarrollo metabólico de los clones, de forma que su proceso de crecimiento fuera acelerado, y recibieran todas las habilidades del individuo que sirvió de matriz para la clonación, productivos de forma mucho más rápida que si se clonan con crecimiento natural y necesitaban desarrollar las habilidades deseadas individualmente. Los clones recibían cambios genéticos que los hacían 100% obedientes a quien los había encargado, de forma que eran muy eficientes, no cuestionando las órdenes recibidas y cumpliéndolas fielmente, traza de gran valor para quien los compraba para usar en guerras. A diferencia de los droides, sin embargo, se mantenía cierta autonomía de comportamiento, que les permitía tomar decisiones propias y rápidas cuando era necesario.

Curiosidad: Jango Fett era un humano cazador de recompensas, ampliamente considerado como el mejor de la galaxia, en los años que precedieron a las Guerras Clónicas. Aunque Fett usaba un conjunto de armadura Mandaloriana durante su tiempo como cazador de recompensas, el gobierno de Mandalore lo consideraba un renegado. Reclutado por el señor Sith Darth Tyranus, Fett sirvió como modelo genético de las tropas clon del Gran Ejército de la República. A diferencia de Fett, sus clones no tenían mucho de su independencia, pues fueron proyectados para ser enteramente leales a la maligna República Galáctica. Fett tenía sólo un pedido para los Kaminoanos: la creación de Boba Fett, un clon inalterado que él creería como su propio “hijo”. Fett fue asesinado más tarde por Mace Windu durante la primera batalla de Geonosis.  La muerte de Fett incutió un deseo de venganza en Boba, que inicialmente buscó una venganza contra Windu antes de concentrarse en su carrera como aspirante a cazador de recompensas. Con el tiempo, Boba fue considerado como uno de los mercenarios más mortales de la historia galáctica, al sultán, y luchar contra cualquier enemigo por él. Nota: Este comentario es una opinión personal.

En las tropas, había destacamentos especializados de Troopers (algunos existentes desde los ejércitos de clones), que recibían entrenamiento y denominaciones específicas según su área de actuación: Snowtroopers (especializados en batalla en locales helados), Sandreros (especializados en batalla en lugares desérticos) , Shocktroopers (usados ​​como fuerza policial y guardia de figuras importantes), Deathtroopers (aquellos de armadura oscura que aparecieron en Rogue One, con entrenamiento más especializado), Shadowtroopers (también de armadura negra, se distinguían por el armamento pesado), Scouttrooper la armadura más ligera, eran más ágiles y aparecieron en el Retorno de Jedi, en la superficie de Endor). En el caso de los Magmatroopers (especializados en el trabajo en lugares volcánicos), Seatrooper (especializados en trabajos acuáticos), Spacetroopers (especializados en el trabajo en ambientes con gravedad cero, cuyo trabajo notable era la patrulla del lado de fuera de la Estrella de la Muerte), Heavy Stormtrooper (con armamento muy pesado), Purge Trooper (poseedor de grandes y pesadas armaduras de grueso calibre), Flametrooper (equipados con lanza llamas, similares a los que aparecieron en El Despertar de la Fuerza), Stormtrooper grenadier (equipados con lanzadores de granadas) , Snipertrooper (equipado con rifles de largo alcance) …

RESUMEN: La diferencia básica de los dos grupos militares involucra, por lo tanto, su constitución. En el caso de los CloneTroopers, se formó un cuerpo militar de clones idénticos a Jango Fett, con metabolismo acelerado, restricción de obediencia y características físicas y habilidades idénticas a su modelo. Fueron utilizados principalmente por la República en la lucha contra los separatistas, y sirvieron a Palpatine en el exterminio de los Jedi y expansión inicial del Imperio. Los Stormtroopers, por otro lado, fueron formados a partir de academias militares que captaban jóvenes humanoides de toda la galaxia para el servicio del Emperador, cada joven teniendo características físicas, habilidades y grados variables de obediencia. Fueron utilizados por el Imperio durante todo el período de su dominación, hasta la muerte de Palpatine, en la segunda Estrella de la Muerte. Posteriormente el grupaje tuvo cambios con la ascensión de Snoke y la formación de los Caballeros de Ren, la Primera Orden y mucho más. Se queda para un próximo post.

¿Te gusta? Te veo en el próximo post. Y mande sus sugerencias.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

encrypted-

Capa: wallpaperplay.com/walls/full/8/1/9/54212.jpg

vice.com/pt_br/article/3kpkx8/tudo-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-os-stormtroopers

pt.wikipedia.org/wiki/Stormtrooper_(Star_Wars)

habbo-sw.weebly.com/uploads/9/7/2/0/9720581/3589178_orig.jpg

ataberna.net/filmes/a-diferenca-entre-stormtroopers-e-clone-troopers-em-star-wars/

i.pinimg.com/564x/57/62/36/5762363f71618a3b9b017536681e6a3b.jpg

failwars.blog.br/starwars/toda-evoluo-dos-storm-troopers-de-star-wars/

ataberna.net/wp-content/uploads/2016/12/clone-trooper-stormtrooper.jpg

img.elo7.com.br/product/zoom/F9DF49/adesivo-star-wars-velha-republica-notebook.jpg

img.elo7.com.br/product/zoom/F740DF/adesivo-star-wars-republica-galactica-wars.jpg

img.elo7.com.br/product/zoom/F7407A/adesivo-star-wars-nova-republica-ordem-jedi.jpg

img.elo7.com.br/product/original/F73FF9/adesivo-star-wars-imperio-galactico-nova-republica.jpg

vignette.wikia.nocookie.net/battle-droids/images/e/e1/Jango_OS_TPB.jpg

i.redd.it/izpmxlf06wq01.png

aa1a5178aef33568e9c4-a77ea51e8d8892c1eb8348eb6b3663f6.ssl.cf5.rackcdn.com/p/full/f4561a62-01c1-4dd1-be93-ac4c3c18f9f7.jpg

 

 

Anúncios

A LitFan da China muito bem representada

Tags

, , , , , , , ,

phant 200 posts

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A LitFan da China muito bem representada.

Olá, meus caríssimos amigos.  Hoje o blog vai falar um pouco sobre a um dos principais escritores chineses de LitFan.  O homem que está mobilizando um grande público (e muitas opiniões) e que terá a sua primeira adaptação para o cinema.  Quero apresenta-los: Liu Cixin.

liu-cixin

Cixin, nascido em junho de 1963 é um engenheiro e um dos principais autores de ficção científica do país que tem cerca de 1/5 da população do planeta (bem próximo dos dois bilhões de habitantes). Ele foi ganhou nove vezes o Prêmio Galaxy (o de maior prestígio literário de ficção científica da China) e vencedor do Prémio Hugo (foi o primeiro autor asiático a receber esta premiação) em 2015.

trilogia

Sua obra principal é “The Three-body Problem“(O problema dos três corpos) (三体) – primeiro volume de sua trilogia “Lembrança da Terra do Passado”, publicado – na China – em 2007 e traduzido para o inglês em 2014.  Nesta trilogia, Liu apresenta o povo chinês e contatos e guerras seculares contra uma civilização alienígena. Imagine civilizações espalhadas por toda a galáxia com um sistema de “lei da selva”, embora a distância entre civilizações evite encontros indesejados, gerando a crença de que todo estranho é um risco. Todas as civilizações escondem sua localização e atacam qualquer um que exponha sua posição.

Neste primeiro livro, um cientista chinês sofrendo de depressão envia uma mensagem para um planeta em um sistema estelar triplo durante a Revolução Cultural. Trinta anos depois, outro cientista descobre uma civilização no planeta, que sofre efeitos negativos por causa dos três sóis – Trissolaris.  A civilização despachou uma frota de navios para conquistar a terra, cuja chegada é esperada em quatro séculos.

200px-Leonhard_Euler_2

O_PROBLEMA_DOS_TRES_CORPOS_1474223375596455SK1474223375B

Quando você vê o título do primeiro livro, pensa logo em um romance policial.  Doce engano.  “O problema dos três corpos” foi sugerido pelo físico suíço Leonhard Euler (1707-1783), onde ele estuda como três corpos podem orbitar entre si, segundo suas forças gravitacionais (ou perto disso). Esse é o mote do livro e, embora não pareça muito óbvio desde o começo, vai exercer enorme importância ao longo da história.  Cixin caminha pelos classicismos da ficção científica, na melhor escola de Arthur C. Clarke, usando como gatilho uma decisão científica que colocará, cinquenta anos depois, o planeta Terra às portas de uma invasão alienígena por uma civilização à beira do colapso.

1

Sinopse do livro: China, final dos anos 1960. Enquanto o país inteiro está sendo devastado pela violência da Revolução Cultural, um pequeno grupo de astrofísicos, militares e engenheiros começa um projeto ultrassecreto envolvendo ondas sonoras e seres extraterrestres. Uma decisão tomada por um desses cientistas mudará para sempre o destino da humanidade e, cinquenta anos depois, uma civilização alienígena a beira do colapso planeja uma invasão. O problema dos três corpos é uma crônica da marcha humana em direção aos confins do universo. Um jogo envolvente em que a humanidade tem tudo a perder.

A trilogia tem sequência com “The Dark Forest” (A floresta escura) (黑暗森林) publicado em 2008 e “Death’s End” (O fim da morte) (死神永生) publicado em 2010.

919

Floresta Negra começa com o conhecimento da invasão se espalhando pelo mundo. Porque não chegará por gerações, a reação da humanidade é silenciada no início, com uma espécie de espírito capaz de emergir entre as disputas internacionais esperadas. Um plano para lançar navios de geração como forma de salvar alguns remanescentes da humanidade é descartado como antiético e um dreno arriscado de recursos. Todos vamos enfrentar isso juntos. Mas assim que o Conselho de Defesa Planetária for formado e o otimismo inicial do pânico acabar, a humanidade se empenhará em um longo e escuro caminho em direção ao que parece ser uma certa aniquilação. Os Trisolarus foram monitorando nossas comunicações e interferindo na capacidade dos físicos de realizar medições precisas. Sem experimentação, a ciência não avançará, garantindo que nunca fecharemos a lacuna tecnológica antes que a frota alienígena conquistadora chegue. As coisas parecem muito ruins – além de se preparar para uma guerra quente, os personagens também devem combater o desespero global.  E… Chega!! No more spoilers!!

wandering

Bem, vamos voltar a temas mais amenos.  Agora, o principal autor sci-fi chinês da atualidade teve um conto adaptado para o cinema e a obra promete ser uma das principais realizações cinematográficas do país nos últimos anos. “The Wandering Earth” (A Terra Nômade), baseado no conto homônimo, mostra o potencial criativo de Cixin, e como sua formação como engenheiro agregou valor a sua escrita.

abertura

A história é ambientada em um futuro distante, quando o sol começa a entrar em colapso e se tornar uma gigante vermelha. Sabemos hoje que o sol produz sua energia a partir da fusão nuclear de hidrogênio. Com o fim do estoque desse elemento químico dentro da estrela, o processo passa a acontecer nas camadas mais externas do astro e seu diâmetro aumenta, o que pode causar desequilíbrio nas órbitas dos planetas ao redor. Os planetas com menos sorte podem ser engolidos nessa brincadeira.

É desse material que nasce a história de “Wandering Earth” e a solução apontada por Cixin é um dos ápices da inventividade do escritor. Uma série de engrenagens imensas, instaladas para regularizar o movimento de rotação da terra que já vinha apresentando falhas, vai ser usada para fazer o planeta sair voando por aí até achar um lugar mais agradável no espaço.

O conto foi publicado no ano 2000 e sua adaptação chegas as telonas neste ano de 2019 de parte do planeta em 2019.

The Wandering Earth foi exibido no final do ano passado na Space City em Pequim e foi muito elogiado por astronautas, cientistas e engenheiros ligados ao Programa Espacial da China. Depois da exibição, o autor e produtor executivo do filme, Cixin foi reconhecido como Embaixador Cultural Espacial da China.

Sobre novas adaptações dos livros e contos de Cixin, existem rumores de que a Amazon estaria interessada em produzir uma série de TV inspirada na trilogia “Lembrança da Terra do Passado”, mas até agora ainda não tem nada confirmado.

capa

Liu Cixin, em diversas entrevistas, fala que a ficção ajuda as jovens gerações a ter uma visão de longo prazo sobre o futuro da humanidade. Disse ainda que “os jovens da China, influenciados pela ficção científica, veem além das suas vidas diárias e se preocupam mais com o caminho que a humanidade irá trilhar”.

Curiosidade: Quando ele era um estudante, o livro favorito de Liu Cixin era “Jornada ao Centro da Terra”, de Júlio Verne. Isso pode parecer uma introdução bastante normal à ficção científica, mas Liu a leu em circunstâncias excepcionais; isso aconteceu quando estavam no auge da Revolução Cultural, em sua China natal, e toda a literatura ocidental era estritamente proibida.

E para terminar, fechamos com uma frase, do autor escolhido, que nos impacta fortemente: “Fraqueza e ignorância não são barreiras para a sobrevivência, mas a arrogância é”.

Gostou? Te vejo no próximo post.

Ah! E mande suas sugestões.

Jota Cortizo

Versión española: La LitFan de China muy bien representada.

Hola, mis queridos amigos. Hoy el blog va a hablar un poco sobre uno de los principales escritores chinos de LitFan. El hombre que está movilizando un gran público (y muchas opiniones) y que tendrá su primera adaptación para el cine. Quiero presentarlos: Liu Cixin.

Cixin, nacido en junio de 1963, es un ingeniero y uno de los principales autores de ciencia ficción del país que tiene cerca de 1/5 de la población del planeta (muy cerca de los dos mil millones de habitantes). Él fue ganó nueve veces el Premio Galaxy (el de mayor prestigio literario de ciencia ficción de China) y ganador del Premio Hugo (fue el primer autor asiático en recibir esta premiación) en 2015.

Su obra principal es “The Three-body Problem” (el problema de los tres cuerpos) – primer volumen de su trilogía “Recuerdo de la Tierra del Pasado”, publicado – en China – en 2007 y traducido al inglés en 2014 En esta trilogía, Liu presenta al pueblo chino y contactos y guerras seculares contra una civilización alienígena. Imagine civilizaciones dispersas por toda la galaxia con un sistema de “ley de la selva”, aunque la distancia entre civilizaciones evite encuentros indeseados, generando la creencia de que todo extraño es un riesgo. Todas las civilizaciones ocultan su ubicación y atacan a cualquier persona que exponga su posición.

En este primer libro, un científico chino que sufre de depresión envía un mensaje a un planeta en un sistema estelar triple durante la Revolución Cultural. Treinta años después, otro científico descubre una civilización en el planeta, que sufre efectos negativos a causa de los tres soles – Trisolaris. La civilización envió una flota de barcos para conquistar la tierra, cuya llegada se espera en cuatro siglos.

Cuando usted ve el título del primer libro, piensa pronto en una novela policial. Dulce engaño. “El problema de los tres cuerpos” fue sugerido por el físico suizo Leonhard Euler (1707-1783), donde estudia cómo tres cuerpos pueden orbitar entre sí, según sus fuerzas gravitacionales (o cerca de eso). Este es el mote del libro y, aunque no parece muy obvio desde el principio, va a ejercer una enorme importancia a lo largo de la historia. Cixin camina por los clasicismos de la ficción científica, en la mejor escuela de Arthur C. Clarke, usando como gatillo una decisión científica que colocará, cincuenta años después, el planeta Tierra a las puertas de una invasión alienígena por una civilización al borde del colapso.

En el país entero está siendo devastado por la violencia de la Revolución Cultural, un pequeño grupo de astrofísicos, militares e ingenieros comienza un proyecto ultrasecreto envolviendo ondas sonoras y seres extraterrestres. Una decisión tomada por uno de estos científicos cambiará para siempre el destino de la humanidad y, cincuenta años después, una civilización alienígena al borde del colapso planea una invasión. El problema de los tres cuerpos es una crónica de la marcha humana hacia los confines del universo. Un juego envolvente en el que la humanidad tiene todo que perder.

La trilogía tiene secuencia con “El bosque oscuro” (黑暗 森林) publicado en 2008 y “Death’s End” (El fin de la muerte) (死神 永生) publicado en 2010.

La Selva Negra comienza con el conocimiento de la invasión que se extiende por el mundo. Porque no llegará por generaciones, la reacción de la humanidad se silencia al principio, con una especie de espíritu capaz de emerger entre las disputas internacionales esperadas. Un plan para lanzar barcos de generación como forma de salvar algunos remanentes de la humanidad es descartado como antiético y un drenaje arriesgado de recursos. Todos vamos a enfrentarlo juntos. Pero una vez que el Consejo de Defensa Planetaria se formó y el optimismo inicial del pánico terminará, la humanidad se empeñará en un largo y oscuro camino hacia lo que parece ser una cierta aniquilación. Los Trisolarus fueron monitoreando nuestras comunicaciones e interfiriendo en la capacidad de los físicos de realizar mediciones precisas. Sin experimentación, la ciencia no avanzará, asegurando que nunca cerraremos la brecha tecnológica antes de que la flota alienígena conquistadora llegue. Las cosas parecen muy malas – además de prepararse para una guerra caliente, los personajes también deben combatir la desesperación global. Y … ¡Llega! No más spoilers !!

Bueno, vamos a volver a temas más agradables. Ahora, el principal autor sci-fi chino de la actualidad ha tenido un cuento adaptado al cine y la obra promete ser una de las principales realizaciones cinematográficas del país en los últimos años. “The Wandering Earth”, basada en el cuento homónimo, muestra el potencial creativo de Cixin, y cómo su formación como ingeniero agregó valor a su escritura.

La historia está ambientada en un futuro lejano, cuando el sol empieza a colapsar y convertirse en un gigante rojo. Sabemos hoy que el sol produce su energía a partir de la fusión nuclear de hidrógeno. Con el fin de la acción de ese elemento químico dentro de la estrella, el proceso pasa a ocurrir en las capas más externas del astro y su diámetro aumenta, lo que puede causar desequilibrio en las órbitas de los planetas alrededor. Los planetas con menos suerte pueden ser tragados en esta broma.

Es de ese material que nace la historia de “Wandering Earth” y la solución apuntada por Cixin es uno de los ápices de la inventiva del escritor. Una serie de engranajes inmensos, instalados para regularizar el movimiento de rotación de la tierra que ya venía presentando fallas, va a ser usada para hacer el planeta salir volando por ahí hasta encontrar un lugar más agradable en el espacio.

El cuento fue publicado en el año 2000 y su adaptación llega a las pantallas de este año de 2019 de parte del planeta en 2019.

The Wandering Earth fue exhibido a finales del año pasado en Space City en Pekín y fue muy elogiado por astronautas, científicos e ingenieros vinculados al Programa Espacial de China. Después de la exhibición, el autor y productor ejecutivo de la película, Cixin fue reconocido como Embajador Cultural Espacial de China.

Sobre nuevas adaptaciones de los libros y cuentos de Cixin, hay rumores de que Amazon estaría interesada en producir una serie de TV inspirada en la trilogía “Recuerdo de la Tierra del Pasado”, pero hasta ahora aún no ha confirmado nada.

Liu Cixin, en varias entrevistas, dice que la ficción ayuda a las jóvenes generaciones a tener una visión a largo plazo sobre el futuro de la humanidad. “Los jóvenes de China, influenciados por la ciencia ficción, ven más allá de sus vidas diarias y se preocupan más por el camino que la humanidad va a recorrer”.

Curiosidad: Cuando él era un estudiante, el libro favorito de Liu Cixin era “Jornada al Centro de la Tierra”, de Julio Verne. Esto puede parecer una introducción bastante normal a la ciencia ficción, pero Liu la leyó en circunstancias excepcionales; esto sucedió cuando estaban en el auge de la Revolución Cultural, en su China natal, y toda la literatura occidental estaba estrictamente prohibida.

Y, para terminar, cerramos con una frase, del autor escogido, que nos impacta fuertemente: “Debilidad e ignorancia no son barreras para la supervivencia, pero la arrogancia es”.

¿Te gusta? Te veo en el próximo post.

¡Ah! Y mande sus sugerencias.

Hasta el próximo post.

¿Te gustó el post? Envíe sus sugerencias.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

encrypted-

Capa: brasil247.com/images/e/08/e08f88ac5a4a801bee0f64b0343bee449b3222be.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Liu_Cixin

nasa.gov/sites/default/files/images/670221main_PIA14739_full.jpg

gavetadebaguncas.com.br/problema-dos-tres-corpos-cixin-liu/

es.wikipedia.org/wiki/Liu_Cixin

scifi.blogfolha.uol.com.br/2019/01/31/principal-escritor-chines-de-ficcao-cientifica-chega-aos-cinemas-veja-trailer/

meiobit.com/wp-content/uploads/2019/01/20190128the_wandering_earth_poster2-680×952.jpg

youtu.be/c8LAwozrXPo

chinahoje.net/wp-content/uploads/2018/09/liu-cixin.jpg

t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQYR-laaHaHC-WrNuaeU7_SXyaKuzBwKAVVDLk5ZdwaGMKqv9X_

static01.nyt.com/images/2014/05/27/t-magazine/tc27liucixin-2/tc27liucixin-2-jumbo.jpg

5b0988e595225.cdn.sohucs.com/images/20181012/420206c0c89244eeb7d0bf06b98dd0d6.jpeg

5b0988e595225.cdn.sohucs.com/images/20181012/fee7c52927764013928f3cb5f3ce1c44.jpeg

sohu.com/a/259045364_539430

image5.sixthtone.com/image/5/11/919.jpg

i0.wp.com/imagens.formigaeletrica.com.br/2016/09/o-problema-dos-tres-corpos-trilogia.jpg

barnesandnoble.com/blog/sci-fi-fantasy/the-dark-forest-is-another-engrossing-blend-of-splashy-sf-and-serious-science/

upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/60/Leonhard_Euler_2.jpg/200px-Leonhard_Euler_2.jpg

Guinada literária no blog traz Dan Brown

Tags

, , , , , , , ,

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

phant 200 posts

Versão em português: Guinada literária no blog traz Dan Brown.

Olá meus caros.  Hoje o PHANTASTICUS vem com uma mudança na condução dos posts.  Ao longo destes quatro anos, falamos muito de Literatura Fantástica – que é e sempre será a proposta principal do blog.  Mas, neste novo ano, quero dar uma pequena guinada tornando o blog um pouco mais abrangente – em alguns momentos – no formato literário a ser abordado.  Sendo assim, hoje que falar um pouco sobre um dos meus autores prediletos.  Um autor que praticamente todos os livros acabam gerando certa polêmica (e muitos debates).

dan

Com vocês o americano Daniel Gerhard Brown, mais conhecido por assinar seus livros como: Dan Brown.  Seus livros são sempre um sucesso, sendo que vários foram adaptados para as telonas dos cinemas e a repercussão de seus lançamentos é tanta, que sempre leva muitos outros autores (e outros seres viventes do mundo literário) para debater, defender, retrucar e questionar suas teses, gerando vários livros lançados na sequência – seja contrapondo, seja ratificando as ideias de D. Brown.

digital

Sua vida de escritor se iniciou com o livro “Digital Fortress” (Fortaleza Digital) publicado em 1998.  Seu segundo livro foi “Angels & Demons” (Anjos e Demônios) publicado em 2000 – que se tornou um grande sucesso após o seu quarto livro ser publicado.

deception

Seu terceiro livro foi “Deception Point” (no Brasil “Ponto de Impacto”) publicado em 2001.

o codigo

E então veio a grande explosão.  O grande sucesso.  Em 2003, Dan Brown publica seu maior sucesso, vendeu mais de 80 milhões de exemplares (últimas informações que apuramos) em todo o mundo, tornando-se um dos livros mais vendidos de todos os tempos. “The Da Vinci Code” (O Código Da Vinci) que é romance policial que tem como protagonista um simbologista norte-americano. Através da obra de Leonardo Da Vinci, onde encontra várias mensagens codificadas, tenta arranjar provas para desvendar um segredo milenar. O livro nos traz temas como prelados, seitas e fraternidades, como o ‘Priorado de Sião’, a Opus Dei e a Maçonaria, além do polêmico, possível, relacionamento de Jesus.

Curiosidade 1: Nos anos 1980, Dan foi a Europa para estudar História da Arte na Universidade de Sevilha, Espanha.  Lá, começou a estudar seriamente os trabalhos de Leonardo Da Vinci.  Estes estudos, mais tarde, teriam importância crucial em seu livro “The Da Vinci Code”.

Curiosidade 2: A esposa de D. Brown – Blythe Newlon – é historiadora da arte e colabora ativamente nas pesquisas de seus livros.

Curiosidade 3: Robert Langdon, protagonista dos principais livros de Dan, ganhou este nome por causa de John Langdon, o artista que criou o ambigrama da capa americana de “Angels & Demons” (Anjos e Demônios).

O sucesso do quarto livro impulsionou a carreira de D. Brown e os seus primeiros livros.  Assim, “Angels & Demons” explode como se fosse uma continuação do código, sendo que o livro é o precursor e o lançador do simbologista Robert Langdon.

O segundo livro “arrebenta” tiragem após tiragem e hoje, supera a marca de 40 milhões de exemplares.  O livro utiliza a ideia de um histórico conflito entre ciência e religião, em particular entre os Illuminati (uma sociedade secreta dada como extinta) e da Igreja Católica.

O sucesso é inevitável e Dan Brown é catapultado ao topo de várias listas.  Este mesmo sucesso, também, traz os muitos críticos de seu trabalho.

lost

Assim, em 2009 Dan Brown publica seu quinto livro (o terceiro com Robert Langdon como protagonista). “The Lost Symbol” (O Símbolo Perdido) que vendeu 1 milhão de copias nos Estados Unidos, no Canadá e no Reino Unido, apenas em seu primeiro dia de publicado.  Neste romance, o célebre professor de Harvard – Robert Langdon – é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, assim … Não! Sem spoilers.  Para a crítica do “The New York Times” “O símbolo perdido é denso, exótico, cheio de códigos e pistas, imagens impressionantes e a dinâmica incessante que torna impossível deixá-lo de lado. Esplêndido. Outra história arrebatadora de Robert Langdon.”

inferno

No sexto livro, Langdon nos traz “Inferno” e volta para o coração da Europa, onde ele se entrelaça em um mistério com ramificações globais … ligado aos detalhes sinistros e verdadeiramente fascinantes da obra magistral de Dante (Inferno é a primeira parte da “Divina Comédia” de Dante Alighieri, sendo as outras duas o Purgatório e o Paraíso.  A trama se inicia em Florença e acaba na incrível cisterna da Basílica de Santa Sofia, em Istambul, Turquia.

É um fenômeno.  Se contarmos todos os seus livros, a tiragem ultrapassa os 150 milhões.  Poucos autores no planeta têm estes números.  Brown é muito criticado por seu jeito comercial de escrever, mas tenho de admitir – e sem vergonha alguma – que sou um grande fã de seus livros.

origin

Seu último livro, “Origin” (Origem) que foi publicado em 2017, se mostrou um pouco pesado no começo, mas depois, ficou difícil parar de ler.

sagrada-familia-barcelona-4

Igreja Sagrada Família – em Barcelona

O livro é ambientado na Espanha e percorre lugares como Mosteiro de Montserrat, a Casa Milà e A Sagrada Família, em Barcelona, o Museu Guggenheim, em Bilbao, o Palácio Real de Madri e a Catedral de Sevilha.  Neste livro, predições, muita tecnologia e como sempre muita dose de ação – sempre às voltas com extremismo religioso.  Desta vez você vai – pelo menos ter contato – com as perguntas (e prováveis respostas) “De onde viemos? Para onde vamos?”.  É para pensar.

Em 2006, O Código Da Vinci, foi lançado como filme pela Columbia Pictures, com o diretor Ron Howard. Foi amplamente antecipado e lançado o Festival de Cinema de Cannes de 2006, arrecadando US $ 750 milhões em todo o mundo.  O protagonista de D.Brown foi personificado por Tom Hanks.  Já Angels & Demons, foi lançado em maio de 2009, com Howard e Hanks retornando.

inferno aaa

Em outubro de 2016. Tendo Ron Howard, novamente, como diretor, David Koepp adaptando o roteiro e Tom Hanks mais uma vez personificando como Robert Langdon, recebemos “Inferno”.

O que se especula é que a Imagine Entertainment está preparada para produzir uma série de televisão baseada no Digital Fortress, a ser escrita por Josh Goldin e Rachel Abramowitz.

Sobre Dan Brown, podemos falar que sua história é incrível e seu trabalho é esplêndido. Sua pesquisa envolveu sociedades secretas como os Iluminatti e a Maçonaria, dando ao leitor um olhar mais demorado e profundo sobre os ritos, a filosofia e quem realmente são. Junto disso, também falou de religião, simbologia e grandes organizações estadunidenses, tais como NSA (Agência de Segurança Nacional), ONU (Organização das Nações Unidas), NRO (Escritório Nacional de Reconhecimento), OMS (Organização Mundial da Saúde) e FBI (Departamento Federal de Investigação). Cada um de seus livros requereu de Brown uma longa pesquisa. Temos como exemplo o livro O Símbolo Perdido, o qual segundo o autor, levou 6 anos até que fosse publicado. Os lugares, alguns nomes de personagens da trama e as pesquisas que envolvem o tema central dos livros são ratificados veementemente como verdadeiras.

Portanto, posso concluir que Dan Brown é um autor que, no mínimo, merece a curiosidade de ser lido, pois traz ao leitor temáticas diferentes que instigam o conhecimento, a pesquisa e uma releitura sobre a realidade em que estamos inseridos.  Nos dá, também, uma visão sobre nosso passado e presente (e quiçá do futuro).

Até o próximo post.

Gostou do post? Mande suas sugestões.

cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Guinada literária en el blog trae Dan Brown.

Hola mis queridos. Hoy el PHANTASTICUS viene con un cambio en la conducción de los posts. A lo largo de estos cuatro años, hablamos mucho de Literatura Fantástica – que es y siempre será la propuesta principal del blog. Pero, en este nuevo año, quiero dar un pequeño giro haciendo el blog un poco más amplio – en algunos momentos – en el formato literario a ser abordado. Siendo así, hoy que hablar un poco sobre uno de mis autores predilectos. Un autor que prácticamente todos los libros acaban generando cierta polémica (y muchos debates). Con ustedes el americano Daniel Gerhard Brown, más conocido por firmar sus libros como: Dan Brown. Los libros son siempre un éxito, varios varios se adaptan a las pantallas de los cines y la repercusión de sus lanzamientos es tanta, que siempre lleva a muchos otros autores (y otros seres vivientes del mundo literario) para debatir, defender, retrucar y cuestionar sus tesis, generando varios libros lanzados en la secuencia – sea contraponiendo, sea ratificando las ideas de don Brown.

Su vida de escritor se inició con el libro “Digital Fortress” publicado en 1998. Su segundo libro fue “Ángeles y Demonios” publicado en 2000 – que se convirtió en un gran éxito después de su cuarto libro se publicará. Su tercer libro fue “Deception Point” (en Brasil “Punto de Impacto”) publicado en 2001. Y entonces vino la gran explosión. El gran éxito. En 2003, Dan Brown publica su mayor éxito, vendió más de 80 millones de ejemplares (últimas informaciones que hemos fijado) en todo el mundo, convirtiéndose en uno de los libros más vendidos de todos los tiempos. “The Da Vinci Code” (El Código Da Vinci) que es novela policial que tiene como protagonista a un simbólico norteamericano. A través de la obra de Leonardo Da Vinci, donde encuentra varios mensajes codificados, intenta arreglar pruebas para desentrañar un secreto milenario. El libro nos trae temas como prelados, sectas y fraternidades, como el Priorato de Sión, el Opus Dei y la Masonería, además del polémico, posible, relación de Jesús.

Curiosidad 1: En los años 1980, Dan fue a Europa para estudiar Historia del Arte en la Universidad de Sevilla, España. Allí empezó a estudiar seriamente los trabajos de Leonardo Da Vinci. Estos estudios, más tarde, tendrían una importancia crucial en su libro “The Da Vinci Code”.

Curiosidad 2: La esposa de D. Brown – Blythe Newlon – es historiadora del arte y colabora activamente en las investigaciones de sus libros.

Curiosidad 3: Robert Langdon, protagonista de los principales libros de Dan, ganó este nombre a causa de John Langdon, el artista que creó el ambigrama de la portada americana de “Ángeles y Demonios” (ángeles y demonios).

El éxito del cuarto libro impulsó la carrera de D. Brown y sus primeros libros. Así, “ángeles y demonios” explota como si fuera una continuación del código, siendo que el libro es el precursor y el lanzador del simbologista Robert Langdon.

El tercer libro “arrebata” tirada tras tirada y hoy, supera la marca de 40 millones de ejemplares. El libro utiliza la idea de un histórico conflicto entre ciencia y religión, en particular entre los Illuminati (una sociedad secreta dada como extinta) y la Iglesia Católica.

El éxito es inevitable y Dan Brown es catapultado al principio de varias listas. Este mismo éxito, también, trae a los muchos críticos de su trabajo.

Así, en 2009 Dan Brown publica su quinto libro (el tercero con Robert Langdon como protagonista). “The Lost Symbol” (el símbolo perdido) que vendió 1 millón de copias en Estados Unidos, Canadá y el Reino Unido, sólo en su primer día de publicación. En esta novela, el célebre profesor de Harvard – Robert Langdon – es invitado a la prisa por su amigo y mentor Peter Solomon – eminente masón y filántropo – a dar una conferencia en el Capitolio de Estados Unidos. Al llegar allí, descubre que cayó en una trampa. No hay ninguna conferencia, así … ¡No! No hay spoilers. “El símbolo perdido es denso, exótico, lleno de códigos y pistas, imágenes impresionantes y la dinámica incesante que hace imposible dejarlo a un lado, espléndido, otra historia arrebatadora de Robert Langdon.

En el sexto libro, Langdon nos trae “Inferno” y vuelve al corazón de Europa, donde se entrelaza en un misterio con ramificaciones globales … ligado a los detalles siniestros y verdaderamente fascinantes de la obra magistral de Dante (Inferno es la primera parte “La Divina Comedia” de Dante Alighieri, siendo las otras dos el Purgatorio y el Paraíso. La trama se inicia en Florencia y termina en la increíble cisterna de la Basílica de Santa Sofía, en Estambul, Turquía.

Es un fenómeno. Si contamos todos sus libros, la tirada supera los 150 millones. Pocos autores en el planeta tienen estos números. Brown es muy criticado por su manera comercial de escribir, pero tengo que admitir -y sin vergüenza alguna – que soy un gran fan de sus libros.

Su último libro, “Origin” (Origen) que fue publicado en 2017, se mostró un poco pesado al principio, pero después, quedó difícil parar de leer. El libro está ambientado en España y recorre lugares como Monasterio de Montserrat, la Casa Milà y La Sagrada Familia, en Barcelona, ​​el Museo Guggenheim, en Bilbao, el Palacio Real de Madrid y la Catedral de Sevilla. En este libro, predicciones, mucha tecnología y como siempre mucha dosis de acción – siempre a las vueltas con extremismo religioso. Esta vez usted va – al menos tener contacto – con las preguntas (y probables respuestas) “¿De dónde venimos? ¿A dónde vamos?”. Es para pensar.

En 2006, el Código Da Vinci, fue lanzado como película por Columbia Pictures, con el director Ron Howard. Fue ampliamente anticipado y lanzado el Festival de Cine de Cannes de 2006, recaudando 750 millones de dólares en todo el mundo. El protagonista de D.Brown fue personificado por Tom Hanks. En el caso de Angels & Demons, fue lanzado en mayo de 2009, con Howard y Hanks regresando.

En octubre de 2016. Teniendo Ron Howard, de nuevo, como director, David Koepp adaptando el guión y Tom Hanks una vez más personificando como Robert Langdon, recibimos “Inferno”.

Lo que se especula es que Imagine Entertainment está preparada para producir una serie de televisión basada en el Digital Fortress, que será escrita por Josh Goldin y Rachel Abramowitz.

Sobre Dan Brown, podemos hablar de que su historia es increíble y su trabajo es espléndido. Su investigación involucró a sociedades secretas como los Iluminatti y la Masonería, dando al lector una mirada más larga y profunda sobre los ritos, la filosofía y quienes realmente lo son. En este sentido, también habló de religión, simbología y grandes organizaciones estadounidenses, tales como NSA (Agencia de Seguridad Nacional), ONU (Organización de las Naciones Unidas), NRO (Oficina Nacional de Reconocimiento), OMS (Organización Mundial de la Salud) y FBI (Organización Mundial de la Salud) Departamento Federal de Investigación). Cada uno de sus libros requirió de Brown una larga investigación. Tenemos como ejemplo el libro El Símbolo Perdido, el cual según el autor, tardó 6 años hasta que fue publicado. Los lugares, algunos nombres de personajes de la trama y las investigaciones que involucran el tema central de los libros son ratificados vehemente como verdaderas.

Por lo tanto, puedo concluir que Dan Brown es un autor que, como mínimo, merece la curiosidad de ser leído, pues trae al lector temáticas diferentes que instigan el conocimiento, la investigación y una relectura sobre la realidad en que estamos insertos. También nos da una visión sobre nuestro pasado y presente (y quizá del futuro).

Hasta el próximo post.

¿Te gustó el post? Envíe sus sugerencias.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

encrypted-

Capa:abrilsuperinteressante.files.wordpress.com/2018/07/55afe9f082bee1486602a18fthinkstockphotos-462289863.jpeg?quality=70&strip=info

guiadasemana.com.br/arte/noticia/5-escritores-incriveis-e-polemicos-para-ler

wook.pt/autor/dan-brown/16087

wikimedia.org/wikipedia/pt/5/5f/AngelsAndDemons.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Dan_Brown

editoraarqueiro.com.br/ebooks/simbolo-perdido-o-2/

pt.wikipedia.org/wiki/Inferno_(livro_de_Dan_Brown)

dicasbarcelona.com.br/wp-content/uploads/2015/05/sagrada-familia-barcelona-4.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Origem_(livro_de_Dan_Brown)

vignette.wikia.nocookie.net/davincicode/images/5/57/Da_Vinci_Code_characters_poster.jpg/revision/latest?cb=20150623230955

resizing.flixster.com/hPZwBgZBRpppxKwnJr0adlPOtw4=/206×305/v1.bTsxMTE3MTA3MDtqOzE3OTk0OzEyMDA7ODAwOzEyMDA

sonypictures.com/movies/inferno/assets/images/onesheet.jpg

i.dailymail.co.uk/i/pix/2017/09/29/13/44DAFEB200000578-4929944-Dan_Brown_s_new_book_Origin_sees_the_return_of_Robert_Langdon_wh-m-45_1506686722147.jpg

obviousmag.org/um_jeito_diferente_de_sentir_o_mundo/2016/dan-brown-uma-simples-opiniao.html

O 200 Controverso e Polêmico

Tags

, , , , , , , , ,

Versão em português: O 200 Controverso e Polêmico.

phant 200 posts

Olá meus caros.  O PHANTASTICUS hoje comemora o ducentésimo post.  Ao longo destes quatro anos, falamos muito de Literatura Fantástica – que é a proposição do blog.  Assim, hoje vamos começar com uma série de posts (de forma alternada) com relação a autores que criam polêmica e controvérsia, em função de suas linhas e de seus pensamentos.

O “homenageado” de hoje, foi uma sugestão de um leitor querido.  Com vocês…..

john_norman

John Norman, que é o pseudônimo do acadêmico americano John Frederick Lange, Jr, doutor em filosofia e mestre em artes.

Uma das suas principais obras, de ficção, é “The Chronicles of Counter-Earth” (Crônicas da Contra-Terra ou Crônicas de Gor).  A série é inspirada principalmente pela série “Barsoom” de Edgar Rice Burroughs (o PHANTASTICUS postou em 08/08/2015 – Marte em guerra por Edgar Rice Burroughs) e pelo romance “Almuric” de Robert E. Howard.

Link para o post acima citado: jotacortizo.wordpress.com/2015/08/08/marte-em-guerra-por-edgar-rice-burroughs-marte-en-guerra-por-edgar-rice-burroughs/

Além da inspiração, a série é conhecida por seu conteúdo, que combina filosofia, fantasia científica e literatura erótica.  Aí é que reside a polêmica sobre o autor e suas linhas.  A exploração da sexualidade nas sociedades goreanas, em que algumas mulheres, chamadas “kajirae”, são escravas e propriedade das pessoas chamadas de “Livres”, e essa relação é descrita como natural e intrinsecamente desejada por toda mulher, é contundente por parte do autor.  Norman critica a sociedade moderna, argumentando que a tecnologia e o feminismo desviaram os seres humanos de seus instintos necessários para a sua felicidade e satisfação.  Este pensamento é retrogrado até para 1966, quando a obra começou a ser publicada, traz uma nuvem sobre o autor e sua obra.

gor-orbit-diagram.svg

Mas a série tem muita coisa interessante.  Gor é uma “contra-terra”, um planeta habitável na mesma órbita que a Terra, porém linearmente oposto a ela, o que mantém sua existência secreta.  Nele existe um mundo fantástico, dominado por uma fauna e flora alienígena com característica mitológica e civilizações humanas com vários paralelos a povos antigos, como os greco-romanos, os vikings e os nativos americanos.

220px-tarnsman_of_gor_vallejo_cover

tarn_tarnsmen

O primeiro volume, publicado em 1966, teve o título de “Tarnsman of Gor”.  Seu nome nos apresenta a forma mais avançada de transporte do planeta, que é a cavalgada de grandes aves predatórias chamadas “tarns” por homens conhecidos como “tarnsmen”.

A série é uma sobreposição de romance planetário e espada. O primeiro livro, publicado em 1966, “Tarnsman of Gor”, abre com lembranças das cenas do primeiro livro da série “Barsoom”, de Edgar Rice Burroughs; ambos apresentam o protagonista narrando suas aventuras depois de ser transportado para outro mundo. Estes paralelos terminam após os primeiros livros, quando as histórias dos livros começam a ser estruturadas ao longo de um arco de trama solto envolvendo as lutas da cidade-estado de Ar e a ilha de Cos para controlar a área do rio Vosk, bem como a luta em um nível mais alto entre os Priest-Kings (Sacerdotes-Reis) – uma espécie extraterrestre de aparência insetóide que são regentes dos bastidores de Gor – e Kurii (outra raça alienígena agressiva e invasiva, que apresenta muita tecnologia) para controlar o sistema solar.

priest kings

Nos romances, esses vários grupos populacionais são transplantes da Terra levados para lá por naves espaciais através dos Priest-Kings, Os humanos goreanos têm habilidades arquitetônicas, agrícolas e médicas avançadas (incluindo extensão de vida), mas são forçados a permanecer primitivos nos campos de transporte, comunicação e armamento (aproximadamente no nível da civilização mediterrânea clássica) devido a restrições impostas pela tecnologia. os Priest-Kings.  A limitação da tecnologia é imposta para garantir a segurança dos Sacerdotes-Reis e de outros seres indígenas e transplantados em Gor, que de outra forma possivelmente sofreriam danos devido às tendências beligerantes dos seres humanos.

priest-kings

O planeta Gor tem menor gravidade do que a Terra (o que permite a existência de grandes criaturas voadoras e torres altas conectadas por pontes aéreas nas cidades) e teria uma gravidade ainda menor se não fosse pela tecnologia dos Reis-Sacerdotes. A geografia conhecida de Gor consiste principalmente no litoral ocidental de um continente que vai do Ártico no norte ao sul do equador, com o oceano de Thassa a oeste, e a cordilheira de Voltai formando um limite oriental em muitas latitudes. Há também ilhas no oceano e algumas planícies relativamente pouco povoadas a leste do Voltai. A palavra “Gor” em si significa “pedra caseira” na língua goreana, a língua nativa das “cidades civilizadas do norte do conhecido Gor” (que se assemelha a antigas cidades-estado greco-romanas em muitos aspectos), e uma língua franca amplamente falada em muitas outras áreas).

Em uma entrevista para a Polygraff, John Norman falou longamente sobre a criação do universo Gor e suas influências.

“A Contra-Terra, ou Antichthon, é da cosmologia grega. A especulação sobre esse mundo, você vê, é antiga. Uma das premissas da série Goreana é que uma raça de alienígenas, de quem podemos falar como o Sacerdote- Reis, tem uma tecnologia à sua disposição, comparada com a nossa, seria algo assim na Idade do Bronze. ”

“Eu acho que, muito claramente, as três principais influências em meu trabalho são Homero, Freud e Nietzsche. Curiosamente, por mais óbvia que essa influência possa ser, poucos, ou nenhum, críticos, comentaristas ou outros chamaram atenção para isso.”

Alguns anos depois, em dezembro de 2000, J.Norman assim postou:

“Não é difícil encontrar, realmente. Basta olhar para um mundo que fica mil graus ao norte de monotrilho, mil graus a leste da ortodoxia, mil graus a oeste da conformidade ideológica, um continente longe das águas plácidas da mediocridade previsível, um mundo diferente, um real, um como não outro, um além do horizonte do mundo familiar, um emergente de mares distantes, tumultuosos e indomáveis, um mundo alerta a correntes profundas, que ouve sussurros secretos, que usam estrelas em seus cabelos.  Os mapas de cartógrafos ideologicamente servis podem optar por não mostrar o mundo Goreano, mas está lá, um maravilhoso e proibido continente. Alguns de vocês a conhecem e estão lá.” (worldofgor.com/)

Dentre as muitas críticas, os romances Gor foram desaprovados por seu foco nas relações entre homens dominantes e mulheres submissas, estas últimas frequentemente em posições de escravidão. A “The Encyclopedia of Fantasy” afirmou que os primeiros livros são “exercícios transitáveis” do estilo de ficção de Edgar Rice Burroughs, enquanto “volumes posteriores se degeneram em pornografia extremamente sexista e sadomasoquista envolvendo a humilhação ritual das mulheres e, como resultado, causaram ofensa generalizada”. O autor de ficção científica / fantasia Michael Moorcock (britânico que escreveu “Kane of Old Mars” e Elric of Melniboné”) sugeriu que os romances de Gor deveriam ser colocados nas prateleiras das livrarias, dizendo: “Eu não sou a favor da censura, mas sim de estratégias que marginalizam coisas que buscam objetificar as mulheres e sugerem que as elas gostam de ser espancadas.”

Ainda assim, a série teve duas adaptações para cinema: “Gor” (1987) e sua sequência “Outlaw of Gor” (1989).

Polêmicas a parte, o post de hoje busca dizer tão somente o seguinte.  Existem muitas formas de pensar e de agir.  Podemos concordar ou não – total ou parcial.  Ainda assim, vivemos em um mundo livre para nos expressar.  Ler a obra pode nos permitir entender uma visão ou ficar em total desacordo (meu caso).  Ainda assim, não podemos ser censores das obras – sejam romances, filmes, etc…  Nosso entendimento tem de se dar somente – e tão somente – em nosso eu.

Gostou do post? Mande suas sugestões.  Até os próximos duzentos.

Jota Cortizo

Versión española: El 200 de Controversia y Polémico.

Hola mis queridos. El PHANTASTICUS hoy conmemora el ducentésimo post. A lo largo de estos cuatro años, hablamos mucho de Literatura Fantástica – que es la proposición del blog. Así, hoy vamos a empezar con una serie de posts (de forma alternada) con relación a autores que crean polémica y controversia, en función de sus líneas y de sus pensamientos.

El “homenajeado” de hoy, fue una sugerencia de un lector querido. Con ustedes…..

John Norman, que es el pseudónimo del académico estadounidense John Frederick Lange, Jr, doctor en filosofía y maestro en artes.

Una de sus principales obras, de ficción, es “The Chronicles of Counter-Earth” (Crónicas de la Contra-Tierra o Crónicas de Gor). La serie es inspirada principalmente por la serie “Barsoom” de Edgar Rice Burroughs (el PHANTASTICUS publicado en 08/08/2015 – Marte en guerra por Edgar Rice Burroughs) y por la novela “Almuric” de Robert E. Howard.

Link para el post citado: jotacortizo.wordpress.com/2015/08/08/marte-em-guerra-por-edgar-rice-burroughs-marte-en-guerra-por-edgar-rice-burroughs/

Además de la inspiración, la serie es conocida por su contenido, que combina filosofía, fantasía científica y literatura erótica. Allí reside la polémica sobre el autor y sus líneas. La explotación de la sexualidad en las sociedades goreanas, en que algunas mujeres, llamadas “kajirae”, son esclavas y propiedad de las personas llamadas “Libres”, y esa relación es descrita como natural e intrínsecamente deseada por toda mujer, es contundente por parte del autor . Norman critica a la sociedad moderna, argumentando que la tecnología y el feminismo han desviado a los seres humanos de sus instintos necesarios para su felicidad y satisfacción. Este pensamiento se retrocede hasta 1966, cuando la obra comenzó a publicarse, trae una nube sobre el autor y su obra.

Pero la serie tiene mucha cosa interesante. Gor es una “contra-tierra”, un planeta habitable en la misma órbita que la Tierra, pero linealmente opuesta a ella, lo que mantiene su existencia secreta. En él existe un mundo fantástico, dominado por una fauna y flora alienígena con característica mitológica y civilizaciones humanas con varios paralelos a pueblos antiguos, como los greco-romanos, los vikingos y los nativos americanos.

El primer volumen, publicado en 1966, tuvo el título de “Tarnsman of Gor”. Su nombre nos presenta la forma más avanzada de transporte del planeta, que es la cabalgata de grandes aves predatorias llamadas “tarns” por hombres conocidos como “tarnsmen”.

La serie es una superposición de romance planetario y espada. El primer libro, publicado en 1966, “Tarnsman of Gor”, abre con recuerdos de las escenas del primer libro de la serie “Barsoom”, de Edgar Rice Burroughs; ambos presentan al protagonista narrando sus aventuras después de ser transportado a otro mundo. Estos paralelos terminan después de los primeros libros, cuando las historias de los libros empiezan a ser estructuradas a lo largo de un arco de trama suelto envolviendo las luchas de la ciudad-estado de Ar y la isla de Cos para controlar el área del río Vosk, así como la es una especie extraterrestre de apariencia insetóide que son regentes de los bastidores de Gor – y Kurii (otra raza alienígena agresiva e invasiva, que presenta mucha tecnología) para controlar el sistema solar.

En los romances, estos diversos grupos de población son trasplantes de la Tierra llevados a cabo por naves espaciales a través de los Priest-Kings, Los goreanos tienen habilidades arquitectónicas, agrícolas y médicas avanzadas (incluyendo extensión de vida), pero se ven obligados a permanecer primitivos en los campos de transporte, comunicación y armamento (aproximadamente en el nivel de la civilización mediterránea clásica) debido a las restricciones impuestas por la tecnología. los Priest-Kings. La limitación de la tecnología se impone para garantizar la seguridad de los Sacerdotes-Reyes y de otros seres indígenas y trasplantados en Gor, que de otra forma posiblemente sufrir daños debido a las tendencias beligerantes de los seres humanos.

El planeta Gor tiene menor gravedad que la Tierra (lo que permite la existencia de grandes criaturas voladoras y torres altas conectadas por puentes aéreos en las ciudades) y tendría una gravedad aún menor si no fuera por la tecnología de los Reyes-Sacerdotes. La geografía conocida de Gor consiste principalmente en la costa occidental de un continente que va del Ártico en el norte al sur del ecuador, con el océano de Thassa al oeste, y la cordillera de Voltai formando un límite oriental en muchas latitudes. Hay también islas en el océano y algunas planicies relativamente poco pobladas al este del Voltai. La palabra “Gor” en sí significa “piedra casera” en la lengua goreana, la lengua nativa de las “ciudades civilizadas del norte del conocido Gor” (que se asemeja a antiguas ciudades-estado grecorromanas en muchos aspectos), y una lengua franca ampliamente hablado en muchas otras áreas).

En una entrevista a Polygraff, John Norman habló largamente sobre la creación del universo Gor y sus influencias.

 

“La contra-tierra, o Antichthon, es de la cosmología griega. La especulación sobre ese mundo, usted ve, es antigua. Una de las premisas de la serie Goreana es que una raza de alienígenas, de quienes podemos hablar como el Sacerdote- Reyes, tiene una tecnología a su disposición, comparada con la nuestra, sería algo así en la Edad del Bronce.

“Creo que, muy claramente, las tres principales influencias en mi trabajo son Homero, Freud y Nietzsche. Curiosamente, por más obvia que esa influencia pueda ser, pocos, o ninguno, críticos, comentaristas u otros llamaron la atención.

Algunos años después, en diciembre de 2000, J.Norman así publicó:

“No es difícil encontrar, realmente. Basta mirar a un mundo que se queda mil grados al norte de monorraíl, mil grados al este de la ortodoxia, mil grados al oeste de la conformidad ideológica, un continente lejos de las aguas plácidas de la mediocridad previsible, un mundo diferente, un real, uno como no otro , uno más allá del horizonte del mundo familiar, un emergente de mares distantes, tumultuosos e indomables, un mundo alerta a corrientes profundas, que oye susurros secretos, que usan estrellas en sus cabellos. Los mapas de cartógrafos ideológicamente servis pueden optar por no mostrar el mundo Goreano, pero está allí, un maravilloso y prohibido continente. Algunos de ustedes la conocen y están allí. “(Worldofgor.com/)

Entre las muchas críticas, los romances Gor fueron desaprobados por su enfoque en las relaciones entre hombres dominantes y mujeres sumisas, estas últimas frecuentemente en posiciones de esclavitud. “La Encyclopedia of Fantasy” afirmó que los primeros libros son “ejercicios transitable” del estilo de ficción de Edgar Rice Burroughs, mientras que “volúmenes posteriores se degeneran en pornografía extremadamente sexista y sadomasoquista que envuelven la humillación ritual de las mujeres y, como resultado, causaron ofensa generalizada “. El autor de la ficción científica / fantasía Michael Moorcock (británico que escribió “Kane of Old Mars” y Elric of Melniboné “) sugirió que las novelas de Gor debían ser colocadas en los estantes de las librerías, diciendo:” Yo no estoy a favor de la censura, pero sí de estrategias que marginan cosas que buscan objetivar a las mujeres y sugieren que a ellas les gusta ser golpeadas.

Sin embargo, la serie tuvo dos adaptaciones para el cine: “Gor” (1987) y su secuencia “Outlaw of Gor” (1989).

La polémica, el post de hoy busca decir tan sólo lo siguiente. Hay muchas maneras de pensar y de actuar. Podemos concordar o no – total o parcial. Sin embargo, vivimos en un mundo libre para expresarnos. Leer la obra puede permitirnos entender una visión o quedar en total desacuerdo (mi caso). Sin embargo, no podemos ser censores de las obras – sean romances, películas, etc … Nuestro entendimiento tiene que darse solamente – y tan sólo – en nuestro yo.

¿Te gustó el post? Envíe sus sugerencias. Hasta el próximo.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

encrypted-

Capa: i.pinimg.com/originals/73/4b/62/734b6283039f69015db03a3cc41b06c5.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Gor_(série_de_John_Norman)

worldswithoutend.com/authors/John_Norman.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/John_Norman

wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/9/9a/Tarnsman_of_gor_vallejo_cover.jpg/220px-Tarnsman_of_gor_vallejo_cover.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Gor

vignette.wikia.nocookie.net/gorean-online-dictionary/images/9/9c/Tarn_tarnsmen.jpg/revision/latest?cb=20150529091431

3.bp.blogspot.com/-hZw6a2vyo2E/UKzaAvFfFvI/AAAAAAAAAZ0/EQupTxTB71o/s1600/200.JPG

images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/51t0fEEhGbL.jpg

media.liveauctiongroup.net/i/5001/7484015_1.jpg?v=8C9F91D5640F210

wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/7e/Gor-orbit-diagram.svg/800px-Gor-orbit-diagram.svg.png

observatoriogeral.files.wordpress.com/2013/08/censura.jpg

wikimedia.org/wikipedia/en/6/61/Gor(film).jpg

wikimedia.org/wikipedia/en/9/95/Outlaw_of_Gor_(movie_poster).jpg

Mais um aniversário do Blog e muito mais

Tags

, , , , , , ,

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Logo PHANTASTICUS 1

Versão em português: Mais um aniversário do Blog e muito mais.

Olá meus amigos.  Este é o último post do ano.  O de número 199.  Festa e mais festa.  Mas, além das festas de final de ano, temos a do aniversário do blog.  No último dia 27, o blog completou quatro anos.  Então, vamos comemorar e pedir que 2019 seja muito melhor.

Aniversário 4 Blog

Retrospectiva: Foi no dia 27 de dezembro de 2014 que o PHANTASTICUS nasceu com um pequeno post sobre o mestre Tolkien. Dali para frente, são mais de 1.460 dias, sempre falando sobre a LitFan (Literatura Fantástica).  Olho pelo “retrovisor” e vejo quanto foi feito.  Mas, o mais importante, é que depois busco o futuro e entendo o quanto ainda pode ser realizado.

Se meus planos derem certo, neste 2019 vem o meu primeiro livro – que já está pronto, só aguardando ajustes finais – e, quem sabe, mais algumas incrementadas no blog.  É muita emoção.  Nestes anos, conseguimos chegar a marca de 100.000 visualizações – só na WordPress.  Por vezes, parece pouco, mas falar de literatura neste nosso querido Brasil, não é uma missão das mais simples.

Bem, vamos deixar de “festinha” e vamos falar de literatura fantástica.  Antes, porém, é importante entender que: Um bom romance é baseado em três conceitos básicos: uma história interessante, uma narrativa confiável e personagens que chegam ao leitor. O sucesso ou a falta nesses três suportes pode elevar um trabalho ao topo da arte literária ou mergulhá-lo no desprezo dos leitores.

Neste post, vamos falar – um pouco – do terceiro pilar >>> personagens inesquecíveis.  Hoje vamos explorar alguns personagens da literatura fantástica que deixaram sua marca.

O primeiro é …….

Eddard_Stark_Amoka

Eddard Stark (saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, de George R. R. Martin): O Senhor de Winterfell foi uma personagem sólida desde o primeiro momento de “Game of Thrones”, o primeiro volume da saga de George R.R. Martin, o que torna seu resultado pessoal mais impressionante. Ned, patriarca da casa Stark, tem um profundo senso de honra. Sacrificado, amante de sua família acima de tudo, ele é uma recriação muito realista do herói que despreza as intrigas e as traições dos pátios do palácio. E nós já sabemos que se algo é abundante nas obras de Martin são os enredos desse tipo, então Stark é logo confrontado com o que ele mais odeia. Eddard é um homem prático, um homem atípico, já que ele gosta da proximidade com seus vassalos, a quem ele trata cordial e justamente como sua posição permite. Carregado com várias tristezas do passado, como tudo relacionado a seu filho bastardo Jon Snow, a morte de sua irmã Lyanna ou seu outro irmão, Brandon, que tinha que ser o Senhor de Winterfell. Eddard Stark carrega em suas costas a obrigação de viver de acordo com o que Brandon teve que ser, mas sente-se em todos os momentos bem abaixo deste objetivo. No entanto, ele é respeitado por seus aliados e até mesmo seus inimigos admitem sua honra. Apesar disso, seu caráter franco e sincero colide frontalmente com os truques da Casa Lannister quando o rei Robert o escolhe como “Mão do Rei” e deve se mudar para Porto Real. O resultado final do personagem reflete claramente que a maior qualidade de Eddard é o sacrifício por seu povo.  Um homem marcante pela ética e pela honestidade.

Eddard Stark

Na série televisiva da HBO homônima ao primeiro volume da crônica, foi brilhantemente interpretado pelo britânico Shaun Mark “Sean” Bean.

Tyrion

O próximo grande personagem é nosso querido Tyrion Lannister (saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, de George R. R. Martin): Amigos.  Uma reflexão: Não tenho certeza se George Martin estava consciente, quando ele criou Tyrion, de que ele iria se tornar um personagem tão carismático.  No caso de Tyrion, estamos diante de um personagem que se afasta do herói atraente e capaz, que confia na força bruta para resolver as mais insólitas situações. Tyrion é calculista e muito inteligente. O pequenino é um grande conhecedor dos “jogos” de cinismo e politicagem e um dos melhores na intriga, tão característica do mundo criado por Martin. O anão tem a capacidade de sair de qualquer situação, mas não, sem antes, pagar um preço. Pode ser cruel e vingativo para aqueles que o traem, e muito sensível a outros abusos, como visto na simpatia que ele tem para o bastardo de Ned Stark, Jon Snow, ou a sua meia-irmã, Sansa. Mesmo assim, Tyrion não está imune a certos arrependimentos, sendo o desprezo de seu pai Tywin o mais pesado em sua alma. O chefe da Casa Lannister o lembra, constantemente, de que é responsável pela morte de sua esposa ao dar à luz.  Isto se torna um grande fardo para Tyrion. Sua irmã Cersei é igualmente desdenhosa dele, embora o afete menos.  Vale ressaltar que pelo menos ele tem o apreço de seu outro irmão, Jaime.

Na televisão, ele é vivido (de forma brilhante) pelo ator norte-americano Peter Dinklage.

E por último….

Gollum, da trilogia “The Lord of the Rings”: Gollum (ou antes de ser corrompido pelo Um Anel, Sméagol, é pelo menos para mim, um dos mais especial de de toda a literatura fantástica – épica. Pilar da resolução da história, prova viva do axioma “o mal sempre se volta contra si mesmo”, Gollum tem uma das histórias mais tristes e dramáticas do gênero, se não o mais. Não é um vilão, é uma vítima consumida por um desejo sobrenatural, mas isso pode ter paralelos com vícios e fraquezas do nosso mundo atual. É esse personagem que, apesar de todos os movimentos que ele faz para Frodo e Sam, não podemos odiar, não importa o quanto tentemos, como o próprio Frodo. Porque é o seu futuro, o hobbit olha para Gollum e se vê consumido – da mesma forma – pelo Um Anel. Um personagem que se desenvolveu maravilhosamente graças a suas ações, mais do que a um profundo tratamento de sua psique por Tolkien.  Sméagol era um hobbit cascalvas, do povo do rio, que viveu perto dos Campos de Lis.  Tudo começou quando ele foi pescar com seu primo Déagol.

Déagol foi puxado para a água por um peixe, e emergiu com um anel de ouro. Ambos contemplavam o Um Anel, pertencente a Sauron, o Senhor das Trevas, e perdido durante a morte de Isildur na batalha dos Campos de Lis muito tempo antes. O desejo de Sméagol pelo Anel levou-o a matar Déagol. Ele escondeu o corpo e ninguém jamais descobriu o que aconteceu. Sméagol descobriu os poderes do Um Anel ainda sob o teto de sua avó, usando-o para descobrir segredos, cometer pequenos furtos e toda a sorte de malfeitos. Com o tempo, os atos de Sméagol começaram a refletir em sua família, que o desprezava cada vez mais. Sua garganta começou a fazer um barulho muito característico, o que lhe rendeu o apelido “Gollum”. Finalmente, a avó de Sméagol o expulsou de seu lar. Sméagol vagou ao norte pelas bordas do Anduin, sem destino. Seu corpo sofreu alterações significativas. Com o tempo, começou a odiar a luz do Sol, buscando lugares cada vez mais escuros.  Na trilogia, depois da obtenção do Anel, o comportamento de Sméagol transformou-se, tendo sido reforçada a influência do inconsciente sobre a consciência. Por isso, todo o seu comportamento para com Frodo se caracteriza pela existência de uma dupla personalidade, à qual está associada uma forma de expressão verbal completamente distinta, como é frequentemente suceder nos casos de esquizofrenia.  É um personagem complexo e de grande importância na e para a trama.

No cinema, o personagem é vivido por Andy Serkis.

Bem, terminamos.  Espero que tenha gostado.

Feliz

Eu e o PHANTASTICUS desejamos a todos um ótimo 2019 coroado de muitas realizações e sucesso.

Te aguardo no próximo ano aqui, com muitos posts.

Jota Cortizo

Versión española: Más un aniversario del Blog y mucho más.

Hola mis amigos. Este es el último post del año. El número 199. Fiesta y más fiesta. Pero, además de las fiestas de fin de año, tenemos la del cumpleaños del blog. El último día 27, el blog completó cuatro años. Entonces, vamos a celebrar y pedir que 2019 sea mucho mejor.

Retrospectiva: Fue el 27 de diciembre de 2014 que el PHANTASTICUS nació con un pequeño post sobre el maestro Tolkien. De allí adelante, son más de 1.460 días, siempre hablando sobre la LitFan (Literatura Fantástica). Ojo por el “retrovisor” y veo cuánto se ha hecho. Pero, lo más importante, es que después busco el futuro y entiendo cuánto aún puede ser realizado.

Si mis planes funcionan bien, en este 2019 viene mi primer libro – que ya está listo, sólo aguardando ajustes finales – y, quizá, más algunos incrementados en el blog. Es mucha emoción. En estos años, conseguimos llegar a la marca de 100.000 visualizaciones – sólo en WordPress. A veces, parece poco, pero hablar de literatura en nuestro querido Brasil, no es una misión de las más simples.

Bueno, vamos a dejar de “fiesta” y vamos a hablar de literatura fantástica. Antes, sin embargo, es importante entender que: Una buena novela se basa en tres conceptos básicos: una historia interesante, una narrativa confiable y personajes que llegan al lector. El éxito o la falta en estos tres soportes puede elevar un trabajo al principio del arte literario o sumergirse en el desprecio de los lectores.

En este post, vamos a hablar – un poco – del tercer pilar >>> personajes inolvidables. Hoy vamos a explorar algunos personajes de la fantástica literatura que dejaron su marca.

El primero es ……..

“El Señor de Winterfell fue un personaje sólido desde el primer momento de” Game of Thrones “, el primer volumen de la saga de George RR Martin, hace que su resultado personal sea más impresionante. Ned, patriarca de la casa Stark, tiene un profundo sentido del honor. Sacrificado, amante de su familia por encima de todo, es una recreación muy realista del héroe que desprecia las intrigas y las traiciones de los patios del palacio. Y ya sabemos que si algo es abundante en las obras de Martin son los enredos de ese tipo, entonces Stark se enfrenta a lo que más odia. Eddard es un hombre práctico, un hombre atípico, ya que le gusta la proximidad con sus vasallos, a quienes trata cordial y justamente como su posición permite. Cargado con varias tristezas del pasado, como todo relacionado con su hijo bastardo Jon Snow, la muerte de su hermana Lyanna o su otro hermano, Brandon, que tenía que ser el Señor de Winterfell. Eddard Stark lleva en sus espaldas la obligación de vivir de acuerdo con lo que Brandon tuvo que ser, pero se siente en todos los momentos bien por debajo de este objetivo. Sin embargo, él es respetado por sus aliados e incluso sus enemigos admite su honor. A pesar de ello, su carácter franco y sincero choca frontalmente con los trucos de la Casa Lannister cuando el rey Robert lo elige como “Mano del Rey” y debe mudarse a Puerto Real. El resultado final del personaje refleja claramente que la mayor calidad de Eddard es el sacrificio por su pueblo. Un hombre marcado por la ética y la honestidad.

En la serie televisiva de la HBO homónima al primer volumen de la crónica, fue brillantemente interpretado por el británico Shaun Mark “Sean” Bean.

El próximo gran personaje es nuestro querido Tyrion Lannister (saga “Las Crónicas de Hielo y Fuego”, de George R. R. Martin): Amigos. Una reflexión: No estoy seguro si George Martin era consciente, cuando creó a Tyrion, de que se convertiría en un personaje tan carismático. En el caso de Tyrion, estamos ante un personaje que se aparta del héroe atractivo y capaz, que confía en la fuerza bruta para resolver las más insólitas situaciones. Tyrion es calculadora y muy inteligente. El pequeño es un gran conocedor de los “juegos” de cinismo y politicaje y uno de los mejores en la intriga, tan característica del mundo creado por Martin. El enano tiene la capacidad de salir de cualquier situación, pero no, sin antes, pagar un precio. Puede ser cruel y vengativo para aquellos que lo traicionan, y muy sensible a otros abusos, como se ve en la simpatía que tiene para el bastardo de Ned Stark, Jon Snow, o su media hermana, Sansa. Sin embargo, Tyrion no está inmune a ciertos arrepentimientos, siendo el desprecio de su padre Tywin más pesado en su alma. El jefe de la Casa Lannister lo recuerda constantemente de que es responsable de la muerte de su esposa al dar a luz. Esto se convierte en una gran carga para Tyrion. Su hermana Cersei es igualmente despreciable de él, aunque le afecta menos. Es importante resaltar que por lo menos él tiene el aprecio de su otro hermano, Jaime.

En la televisión, él es vivido (de forma brillante) por el actor norteamericano Peter Dinklage.

Y por último….

Gollum, de la trilogía “The Lord of the Rings”: Gollum (o antes de ser corrompido por un Anillo, Sméagol, es por lo menos para mí, uno de los más especiales de toda la literatura fantástica – épica, pilar de la resolución de la historia, , que es una víctima consumida por un deseo sobrenatural, pero eso puede tener un deseo sobrenatural, es una víctima consumida por un deseo sobrenatural, que es un personaje que, a pesar de todos los movimientos que él hace para Frodo y Sam, no podemos odiar, no importa cuánto lo intentamos, como el propio Frodo, porque es su futuro, que se ha desarrollado maravillosamente gracias a sus acciones, más que a un profundo tratamiento de su psique por Tolkien. Sméagol era un hobbit cascalvas, del pueblo de la tierra, que vivió cerca de los C amados de Lis. Todo comenzó cuando fue a pescar con su primo Déagol.

Deagol fue tirado al agua por un pez, y emergió con un anillo de oro. Ambos contemplaban el Un Anillo, perteneciente a Sauron, el Señor de las Tinieblas, y perdido durante la muerte de Isildur en la batalla de los Campos de Lis mucho tiempo antes. El deseo de Sméagol por el anillo lo llevó a matar a Déagol. Él escondió el cuerpo y nadie jamás descubrió lo que sucedió. Sméagol descubrió los poderes del Un Anillo todavía bajo el techo de su abuela, usando para descubrir secretos, cometer pequeños hurtos y toda suerte de malos. Con el tiempo, los actos de Sméagol comenzaron a reflejar en su familia, que lo despreciaba cada vez más. Su garganta comenzó a hacer un ruido muy característico, lo que le rindió el apodo “Gollum”. Finalmente, la abuela de Sméagol lo expulsó de su hogar. Sméagol vagó al norte por los bordes del Anduin, sin destino. Su cuerpo sufrió cambios significativos. Con el tiempo, comenzó a odiar la luz del sol, buscando lugares cada vez más oscuros. En la trilogía, después de la obtención del Anillo, el comportamiento de Sméagol se transformó, habiendo sido reforzada la influencia del inconsciente sobre la conciencia. Por eso, todo su comportamiento hacia Frodo se caracteriza por la existencia de una doble personalidad, a la que está asociada una forma de expresión verbal completamente distinta, como es a menudo suceder en los casos de esquizofrenia. Es un personaje complejo y de gran importancia en y para la trama.

En el cine, el personaje es vivido por Andy Serkis.

Bien, terminamos. Espero que te haya gustado.

Yo y el PHANTASTICUS deseamos a todos un gran 2019 coronado de muchos logros y éxito.

Te espero el próximo año aquí, con muchos posts.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

111

 

O Profeta da Ficção Científica

Tags

, , , , , , ,

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: O Profeta da Ficção Científica.

O PHANTASTICUS hoje vai falar – mais uma vez – sobre um dos grandes autores da LitFan.  Nascido há noventa anos e um verdadeiro visionário.

CrumbPKD

O futuro surgia em suas linhas.  Estamos falando de Philip Kindred Dick – também conhecido como PKD.

Blade-Runner-2049-official-poster

O autor de “Do Androids Dream of Electric Sheep?” (Será que os Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?), que publicou em 1968 e que deu origem ao filme “Blade Runner” (Caçador de Androides) que foi para as telas em 1982, foi um dos maiores escritores da linha ficção científica, além de ficção paranoica e ficção filosófica.  PKD criou um mundo onde androides e humanos coabitam e interagem de todas as formas.  O PHANTASTICUS já escreveu diretamente sobre Dick pelo menos duas vezes.  Se você quiser relembrar, aí vão os links:

jotacortizo.wordpress.com/2015/09/27/a-assustadora-visao-do-futuro-de-philip-k-dick-la-aterradora-vision-del-futuro-de-philip-k-dick/

jotacortizo.wordpress.com/2017/10/08/o-futuro-nas-linhas-avassaladoras-de-pkd-e-blade-runner/

Bem, mas nem só de “Blade Runner” viveu PKD. Sua obra é muito vasta e cheia de “revelações”.  Vejam só:

We can

The Magazine of Fantasy & Science Fiction

Um exemplo é o conto “We Can Remember It for You Wholesale” que foi adaptado para o filme “Total Recall” – 1990 e 2012 (no Brasil, “O Vingador do Futuro”).  Este conto foi publicado em 1966 na revista “The Magazine of Fantasy & Science Fiction” e explorava a fantasia gerada por implantes de falsas memórias, que transformavam a vida pacta de muitos em um mar de aventuras.

Minority

Fantastic_universe_195601

Minority-Report-720x320

Outro conto de PKD inspirou mais uma adaptação cinematográfica.  Foi “The Minority Report”, publicado em 1956 na revista de ficção “Fantastic Universe”.  O conto inspirou uma adaptação homônima que foi para as telonas em 2002.  No conto, PKD explora a previsão do futuro como arma para evitar tragédias.  No conto e no filme, os crimes de homicídio são prevenidos antes que eles ocorram, graças ao auxílio de indivíduos, conhecidos como “precogs”, capazes de ver o futuro e com isto gerar possibilidades para que os crimes fossem evitados.

Coisa de louco!! Ahh! E isto é o que muitos chamavam PKD.  O americano usava (e abusava) de algumas drogas que – talvez – tenham distorcido sua mente.  Mas o tornaram brilhante na escrita e na composição.  O homem se proclamava um novo Beethoven.  PKD usou muito a “speed” (anfetamina ou sulfato. É uma droga estimulante) e isto “abria” a sua mente.  Com o passar do tempo – e de muitas sessões de reabilitação, Dick se livrou das drogas.

A scanner

Seu primeiro livro “limpo” foi “A Scanner Darkly” (O Homem Duplo, no Brasil) publicado em 1977.  O livro narra uma sociedade devastada por uma droga sintética e monitorada integralmente por um “scanner holográfico” e apresenta a paranoia como a única possibilidade para encontrar a “centelha interior” em um mundo onde a tecnologia supera todos os pesadelos criados pela literatura. E nesse sentido vem a grande sacada profética, que é o conceito de “Internet das Coisas”, e que trata, basicamente, de todas as coisas baseadas na internet. Retrata em parte a fusão do “mundo real” com o “mundo digital”. A Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) é um conceito tecnológico que expressa que todos os objetos do dia a dia estão conectados à internet, colhendo informações de cada indivíduo. Esse conceito traduz uma era em que tudo e todas as pessoas estão conectadas e trocam informações digitalmente, formando grandes arquivos de informação sobre os lugares das pessoas e suas relações, gostos e comportamento.

Arpanet

A internet foi criada em 1969, nos Estados Unidos. Chamada de Arpanet, tinha como função interligar laboratórios de pesquisa. Naquele ano, um professor da Universidade da Califórnia passou para um amigo em Stanford o primeiro e-mail da história.  Essa rede pertencia ao Departamento de Defesa norte-americano. O mundo vivia o auge da Guerra Fria. A Arpanet era uma garantia de que a comunicação entre militares e cientistas persistiria, mesmo em caso de bombardeio. Eram pontos que funcionavam independentemente de um deles apresentar problemas.

IMPORTANTE: Transcrevo aqui uma afirmação para lá de desconcertante, presente na orelha dessa obra, com uma visão de futuro gigantesca do autor: “Neste ambiente opressor, o governo perdeu definitivamente a batalha contra o tráfico…”.

E, para variar, este livro foi adaptado e daí surgiu o filme de animação americano homônimo, que foi para as telas em 2006, e que tinha no elenco nosso querido Keanu Reeves.

EyeInTheSky

Bem, e vamos terminando o post por aqui.  PKD nos deixou muito cedo, em 1982 (53 anos) mas deixou um grande legado que se revela atual a cada dia que vivemos.  Rendemos as devidas homenagens a Philip Kindred Dick, o profeta da Ficção.

Gostou do post? Mande suas sugestões.  Até o próximo.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: El Profeta de la ciencia ficción.

El PHANTASTICUS hoy hablará – una vez más – sobre uno de los grandes autores de LitFan. Nacido hace noventa años y un verdadero visionario. El futuro surgía en sus líneas. Estamos hablando de Philip Kindred Dick – también conocido como PKD.

El autor de “Del Androids Dream of Electric Sheep?” (¿Los Androides Sueñan con Ovejas Eléctricas?), Que publicó en 1968 y que dio origen a la película “Blade Runner” (Cazador de Androides) que fue para las pantallas en 1982 , fue uno de los mayores escritores de la línea ficción científica, además de ficción paranoica y ficción filosófica. PKD creó un mundo donde androides y humanos cohabitan e interactúan de todas las formas. El PHANTASTICUS ya escribió directamente sobre Dick por lo menos dos veces. Si quieres recordar, ahí van los links:

jotacortizo.wordpress.com/2015/09/27/a-assustadora-visao-do-futuro-de-philip-k-dick-la-aterradora-vision-del-futuro-de-philip-k-dick/

jotacortizo.wordpress.com/2017/10/08/o-futuro-nas-linhas-avassaladoras-de-pkd-e-blade-runner/

Bueno, pero no sólo de “Blade Runner” vivió PKD. Su obra es muy vasta y llena de “revelaciones”. Ver sólo:

Un ejemplo es el cuento “We Can Remember It for You Wholesale” que fue adaptado para la película “Total Recall” – 1990 y 2012 (en Brasil, “El Vengador del Futuro”). Este cuento fue publicado en 1966 en la revista “The Magazine of Fantasy & Science Fiction” y exploraba la fantasía generada por implantes de falsas memorias, que transformaban la vida pacta de muchos en un mar de aventuras. Otro cuento de PKD inspiró una adaptación cinematográfica. Fue “The Minority Report”, publicado en 1956 en la revista de ficción “Fantastic Universe”. El cuento inspiró una adaptación homónima que fue para los telones en 2002. En el cuento, PKD explora la previsión del futuro como arma para evitar tragedias. En el cuento y en la película, los crímenes de homicidio son prevenidos antes de que ocurran, gracias al auxilio de individuos, conocidos como “precogs”, capaces de ver el futuro y con ello generar posibilidades para que los crímenes fueran evitados.

¡¡Cosa de loco!! Ahh! Y esto es lo que muchos llamaban PKD. El americano usaba (y abusaba) de algunas drogas que, tal vez, hayan distorsionado su mente. Pero lo hicieron brillante en la escritura y la composición. El hombre se proclamaba un nuevo Beethoven. PKD usó mucho la “velocidad” (anfetamina o sulfato, es una droga estimulante) y esto “abría” a su mente. Con el paso del tiempo -y de muchas sesiones de rehabilitación, Dick se libró de las drogas. Su primer libro “limpio” fue “El escáner oscuro” (El hombre doble, en Brasil) publicado en 1977. El libro narra una sociedad devastada por una droga sintética y monitoreada íntegramente por un escáner holográfico y presenta la paranoia como la única, posibilidad para encontrar la “chispa interior” en un mundo donde la tecnología supera todas las pesadillas creadas por la literatura. Y en ese sentido viene la gran balada profética, que es el concepto de “Internet de las cosas”, y que trata, básicamente, de todas las cosas basadas en internet. En parte, la fusión del mundo real con el mundo digital. La Internet de las cosas (IoT – Internet of Things) es un concepto tecnológico que expresa que todos los objetos del día a día están conectados a Internet, recogiendo información de cada individuo. Este concepto traduce una era en que todo y todas las personas están conectadas e intercambian información digitalmente, formando grandes archivos de información sobre los lugares de las personas y sus relaciones, gustos y comportamiento.

La Internet fue creada en 1969, en los Estados Unidos. La llamada de Arpanet, tenía como función interconectar laboratorios de investigación. En aquel año, un profesor de la Universidad de California pasó a un amigo en Stanford el primer e-mail de la historia. Esta red pertenecía al Departamento de Defensa norteamericano. El mundo vivía el auge de la Guerra Fría. Arpanet era una garantía de que la comunicación entre militares y científicos persistiría, incluso en caso de bombardeo. Eran puntos que funcionaban independientemente de uno de ellos presentar problemas.

“En este ambiente opresor, el gobierno perdió definitivamente la batalla contra el tráfico …”. En este ambiente opresor, el gobierno perdió definitivamente la batalla contra el tráfico … “.

Y, para variar, este libro fue adaptado y de ahí surgió la película de animación americana homónima, que fue para las pantallas en 2006, y que tenía en el elenco nuestro querido Keanu Reeves.

Bueno, y vamos terminando el post por aquí. PKD nos dejó muy temprano, en 1982 (53 años) pero dejó un gran legado que se revela actual cada día que vivimos. Rendimos los debidos homenajes a Philip Kindred Dick, el profeta de la Ficción.

¿Te gustó el post? Envíe sus sugerencias. Hasta el próximo.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

encrypted-

Capa – stmed.net/sites/default/files/total-recall-%282012%29-wallpapers-30144-3060407.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Philip_K._Dick

wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e0/Satellite_science_fiction_195612.jpg

blog-images.saraiva.com.br/fotos/uploads/2017/09/Blade-Runner-2049-official-poster.jpg

i.pinimg.com/736x/0b/c0/92/0bc092e20af7678fc27359fb927066c6–book-covers-total-recall.jpg

images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/81rZY7DD03L._SY450_.jpg

inovacaonasempresas.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Minority-Report-720×320.jpg

bonslivrosparaler.com.br/livros/resenhas/o-homem-duplo/5231

images-na.ssl-images-amazon.com/images/G/01/digital/video/hero/Movies/2012_NewFallTitles/TotalRecall2012_5145200-total_recall_2012._V400456583_RI_SX940_.jpg

noset.com.br/wp-content/uploads/2016/10/total-rekall-01.jpg

images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/511LyfwPPkL._SX300_BO1,204,203,200_.jpg

wikimedia.org/wikipedia/commons/f/fb/Fantastic_universe_195601.jpg

static.tvtropes.org/pmwiki/pub/images/95d65a71db8eccf351f1e301cbd3f229.jpg

1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u34809.shtml

wikimedia.org/wikipedia/pt/e/eb/A_Scanner_Darkly.jpg

cdn-static.denofgeek.com/sites/denofgeek/files/styles/article_width/public/2/03/scanner-1.jpg?itok=2rc_W2XO

fraser.typepad.com/frolix_8/images2014/EyeInTheSky.gif

i1.wp.com/www.sfsignal.com/wp-content/uploads/2015/02/CrumbPKD.jpg?w=620&ssl=1

lounge.obviousmag.org/artefacto_artefoto/Arpanet.jpg

Visão Futurística I

Tags

, , , , , ,

Logo PHANTASTICUS 1

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Visão Futurística I.

O PHANTASTICUS vai começar, hoje, uma série de posts que apresentem livros de ficção científica que apresentaram e acertaram em suas previsões futurísticas.   Boa parte da minha geração cresceu com romances que nos deram uma visão de futuro.  Mas o que não fizemos foi identificar os que acertaram.  Bem, seguindo esta trilha, vamos ao nosso primeiro romance de Scy Fi.  Um livro pouco comentado, mas que boa parte da geração dos anos 70 e 80 vai reconhecer o enredo.  Com vocês……

CyborgNovel

“Cyborg” do escritor norte-americano Martin Caidin.  O livro, publicado em 1972 nos apresenta o astronauta Steve Austin que acaba por sofrer um sério acidente que o deixa com apenas um membro (um braço) e cego de um olho.  Destruído, Austin recebe a atenção de uma parte secreta do governo americano, o Escritório de Operações Estratégicas – Office of Strategic Operations (OSO).  Neste processo conhecemos o trabalho do Dr. Rudy Wells em relação à biônica – a substituição de partes do corpo humano por próteses mecânicas que são mais poderosos que os membros originais.

Steve Austin é equipado com duas novas pernas capazes de impulsioná-lo em grande velocidade, e um braço esquerdo biônico com destreza quase humana e a força de um aríete. Um dos dedos da mão incorpora uma arma de dardos venenosos. Seu olho esquerdo é substituído por um olho falso e removível que é usado para abrigar uma câmera em miniatura. Outras alterações físicas incluem a instalação de uma placa de crânio de aço para substituir o osso esmagado pelo acidente, e um transmissor de rádio embutido em uma costela. Essa mistura de homem e máquina é conhecida como cyborg, da qual o romance recebe seu título.

cyborg1

Na primeira metade livro acompanhamos a operação de Austin e sua reação a seus ferimentos originais – ele tenta cometer suicídio.  Ele, também, se ressente de sua “reconstrução” com as próteses biônicas. Mas, o governo leva adiante e a operação do astronauta tem um preço: Austin tem de se comprometer em trabalhar para o OSO como um agente.

A segunda metade do romance descreve Austin aceitando sua nova situação e “se adaptando” a nova vida – chegando a apreciar seus implantes biônicos.

six-million-dollar-man

Em 1973, a rede de Tv americana ABC se interessa pelo enredo e começa a produzir uma série com o nome “The Six Million Dollar Man” (O Homem de Seis milhões de Dólares), A série é tem seu protagonista interpretado pelo ator Lee Majors e foi exibida, com grande sucesso, de 1974 a 1978.  Um reboot da série – em forma de filme – está em fase de produção.  Neste filme, Steve Austin será interpretado por Mark Wahlberg.

caidin

Sobre o autor do livro, Martin Caidin, nasceu em 14 de setembro de 1927 e faleceu em 24 de março de 1997.  Era uma autoridade em aeronáutica e aviação.  Caidin começou a escrever ficção durante o ano de 1957 e escreveu mais de 50 livros de ficção e não-ficção, bem como mais de 1.000 artigos de revistas. Ele também escreveu numerosas obras da história militar, especialmente sobre a aviação.

Protese

A grande conquista na visão futurística do autor: O livro profetizou o primeiro transplante de perna biônica por 41 anos – hoje muito comum.

Gostou do post, mande suas sugestões.  Até o próximo.

Jota Cortizo

Versión española: Visión Futurística I.

El PHANTASTICUS comenzará hoy una serie de posts que presenten libros de ciencia ficción que presentaron y acertaron en sus previsiones futurísticas. Buena parte de mi generación creció con romances que nos dieron una visión de futuro. Pero lo que no hicimos fue identificar a los que acercaron. Bueno, siguiendo esta pista, vamos a nuestra primera novela de Scy Fi. Un libro poco comentado, pero que buena parte de la generación de los años 70 y 80 va a reconocer la trama. Con ustedes……

“Cyborg” del escritor norteamericano Martin Caidin. El libro, publicado en 1972, nos presenta el astronauta Steve Austin que acaba por sufrir un serio accidente que lo deja con sólo un miembro (un brazo) y ciego de un ojo. Destruido, Austin recibe la atención de una parte secreta del gobierno estadounidense, la Oficina de Operaciones Estratégicas – Office of Strategic Operations (OSO). En este proceso conocemos el trabajo del Dr. Rudy Wells en relación a la biónica – la sustitución de partes del cuerpo humano por prótesis mecánicas que son más poderosas que los miembros originales.

Steve Austin está equipado con dos nuevas piernas capaces de impulsar a gran velocidad, y un brazo izquierdo biónico con destreza casi humana y la fuerza de un ariete. Uno de los dedos de la mano incorpora un arma de dardos venenosos. Su ojo izquierdo es reemplazado por un ojo falso y extraíble que se utiliza para albergar una cámara en miniatura. Otras alteraciones físicas incluyen la instalación de una placa de cráneo de acero para sustituir el hueso aplastado por el accidente, y un transmisor de radio embutido en una costilla. Esta mezcla de hombre y máquina es conocida como cyborg, de la cual la novela recibe su título.

En la primera mitad del libro acompañamos la operación de Austin y su reacción a sus heridas originales, intenta suicidarse. Él, también, se resiente de su “reconstrucción” con las prótesis biónicas. Pero el gobierno lleva adelante y la operación del astronauta tiene un precio: Austin tiene que comprometerse a trabajar para OSO como un agente.

La segunda mitad de la novela describe a Austin aceptando su nueva situación y “adaptando” la nueva vida – llegando a apreciar sus implantes biónicos.

En 1973, la red de TV ABC se interesa por la trama y comienza a producir una serie con el nombre “The Six Million Dollar Man” (El hombre de seis millones de dólares), La serie es su protagonista interpretado por el actor Lee Majors y fue exhibida, con gran éxito, de 1974 a 1978. Un reboot de la serie – en forma de película – está en fase de producción. En esta película, Steve Austin será interpretado por Mark Wahlberg.

Sobre el autor del libro, Martin Caidin, nació el 14 de septiembre de 1927 y falleció el 24 de marzo de 1997. Era una autoridad en aeronáutica y aviación. Caidin comenzó a escribir ficción durante el año 1957 y escribió más de 50 libros de ficción y no ficción, así como más de 1.000 artículos de revistas. También escribió numerosas obras de la historia militar, especialmente sobre la aviación.

La gran conquista en la visión futurística del autor: El libro profetizó el primer transplante de pierna biónica por 41 años – hoy muy común.

Gustado el post, envíe sus sugerencias. Hasta el próximo.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

encrypted-

pt.wikipedia.org/wiki/The_Six_Million_Dollar_Man

en.wikipedia.org/wiki/Cyborg_(novel)

wikimedia.org/wikipedia/en/1/16/CyborgNovel.jpg

a57.foxnews.com/a57.foxnews.com/static.foxnews.com/foxnews.com/content/uploads/2018/09/640/320/1862/1048/six-million-dollar-man.jpg?ve=1&tl=1?ve=1&tl=1

internationalhero.co.uk/c/cyborg1.jpg static6.uk.businessinsider.com/image/5659ff8fdd08955c318b4686/these-15-sci-fi-books-actually-predicted-the-future.jpg

adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-140001/

businessinsider.com/sci-fi-books-predicted-future-2015-11#martin-caidins-cyborg-predicted-the-first-bionic-limb-13

 

 

 

Salvem os livros

Tags

,

Logo PHANTASTICUS 1

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Salvem os livros.

Olá a todos! Hoje venho no PHANTASTICUS para falar sobre um assunto extremamente sério e que, infelizmente, não é ficção.  A crise no mundo livreiro do Brasil.  O ano de 2018 tem sido difícil para muitas empresas, mas no mercado editorial brasileiro tem sido mais ingrato.  A ponta do iceberg, desta crise, se mostra quando as duas principais redes de livrarias do país, a Saraiva e a Cultura, solicitaram e tiveram seus pedidos aceitos e entraram em recuperação judicial.  Se somarmos as dívidas das duas grandes redes, chegamos quase R$ 1 bilhão – para ser exato R$ 960 milhões.

Recuperação judicial é coisa séria. Quando uma empresa chega a esse ponto, não há solução óbvia ou fácil para o problema.  Na forma da lei é: “A recuperação judicial tem por objetivo viabilizar a superação da situação de crise econômico-financeira do devedor, a fim de permitir a manutenção da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores e dos interesses dos credores, promovendo, assim, a preservação da empresa, sua função social e o estímulo à atividade econômica”.

Lojas da Livraria Cultura e Saraiva são presença certa nos principais shoppings de grandes cidades brasileiras. Algumas, tem apelo turístico, como a Livraria Cultura da Avenida Paulista, em São Paulo, que é tão visitada que rivaliza com muitos pontos turísticos da capital paulista. Mas, por trás desta bela cortina, essas empresas enfrentam uma crise sem precedentes.

Fnac

A Livraria Cultura foi a primeira a tomar decisões radicais para atenuar o problema. A companhia, que assumiu o controle da Fnac no Brasil em 2017, tomou a decisão de fechar todas as unidades desta rede, incluindo a loja virtual. E poucos dias depois, fez o pedido de recuperação judicial. As dívidas da Livraria Cultura são estimadas em pelo menos R$ 285 milhões.

Cerca de um mês depois, a principal concorrente seguiu pelo mesmo caminho: com dívidas na casa dos R$ 675 milhões, a livraria Saraiva pediu recuperação judicial em 23 de novembro, ironicamente, no dia da realização da Black Friday, uma das datas mais importantes para o comércio – principalmente o do segmento da Saraiva.

Resultado: Dezenas de lojas fechadas, centenas de livreiros despedidos, e as editoras ficaram sem 40% ou mais dos seus recebimentos gerando um rombo que oferece riscos gravíssimos para o mercado editorial no Brasil.

laselva1

Mas este não foi o primeiro sinal.  A Laselva, que chegou a ter mais de 80 lojas espalhadas pelo país (principalmente em aeroportos e shoppings), que estava “atolada” em dívidas que somavam mais de R$ 120 milhões, entrou em recuperação judicial em 2013. Mas, em março deste ano, a 2ª Vara de Falências e Recuperação Judicial de São Paulo decretou a falência da rede. Lojas fechadas, funcionários e livreiros demitidos, crise iniciando.

luis schwarcz

Nesta semana, Luiz Schwarcz – CEO da Companhia das Letras (uma das maiores editoras do mercado brasileiro que é controlada pela Penguin Random House, maior grupo editorial do mundo, que detém uma fatia de 70% – veio a público mostrar toda sua preocupação e nos brindou com uma carta aberta de “amor aos livros”, em que invoca alternativas de sobrevivência e a solidariedade entre pequenos e grandes grupos editoriais para salvar o mercado livreiro no Brasil.

Segue a carta de Schwarcz. Leia com atenção e amor.  Logo depois voltamos.

Carta de amor aos livros

O livro no Brasil vive seus dias mais difíceis. Nas últimas semanas, as duas principais cadeias de lojas do país entraram em recuperação judicial, deixando um passivo enorme de pagamentos em suspenso. Mesmo com medidas sérias de gestão, elas podem ter dificuldades consideráveis de solução a médio prazo. O efeito cascata dessa crise é ainda incalculável, mas já assustador. O que acontece por aqui vai na maré contrária do mundo. Ninguém mais precisa salvar os livros de seu apocalipse, como se pensava em passado recente.

O livro é a única mídia que resistiu globalmente a um processo de disrupção grave. Mas no Brasil de hoje a história é outra. Muitas cidades brasileiras ficarão sem livrarias e as editoras terão dificuldades de escoar seus livros e de fazer frente a um significativo prejuízo acumulado.

As editoras já vêm diminuindo o número de livros lançados, deixando autores de venda mais lenta fora de seus planos imediatos, demitindo funcionários em todas as áreas. Com a recuperação judicial da Cultura e da Saraiva, dezenas de lojas foram fechadas, centenas de livreiros foram despedidos, e as editoras ficaram sem 40% ou mais dos seus recebimentos— gerando um rombo que oferece riscos graves para o mercado editorial no Brasil.

Na Companhia das Letras sentimos tudo isto na pele, já que as maiores editoras são, naturalmente, as grandes credoras das livrarias, e, nesse sentido, foram muito prejudicadas financeiramente. Mas temos como superar a crise: os sócios dessas editoras têm capacidade financeira pessoal de investir em suas empresas, e muitos de nós não só queremos salvar nossos empreendimentos como somos também idealistas e, mais que tudo, guardamos profundo senso de proteção para com nossos autores e leitores.

Passei por um dos piores momentos da minha vida pessoal e profissional quando, pela primeira vez em 32 anos, tive que demitir seis funcionários que faziam parte da Companhia há tempos e contribuíam com sua energia para o que construímos no nosso dia a dia.

A editora que sempre foi capaz de entender as pessoas em sua diversidade, olhar para o melhor em cada um e apostar mais no sentimento de harmonia comum que na mensuração da produtividade individual, teve que medir de maneira diversa seus custos, ou simplesmente cortar despesas. Numa reunião para prestar esclarecimentos sobre aquele triste e inédito acontecimento, uma funcionária me perguntou se as demissões se limitariam àquelas seis. Com sinceridade e a voz embargada, disse que não tinha como garantir.

Sem querer julgar publicamente erros de terceiros, mas disposto a uma honesta autocrítica da categoria em geral, escrevo mais esta carta aberta para pedir que todos nós, editores, livreiros e autores, procuremos soluções criativas e idealistas neste momento.

As redes de solidariedade que se formaram, de lado a lado, durante a campanha eleitoral talvez sejam um bom exemplo do que se pode fazer pelo livro hoje. Cartas, zaps, e-mails, posts nas mídias sociais e vídeos, feitos de coração aberto, nos quais a sinceridade prevaleça, buscando apoiar os parceiros do livro, com especial atenção a seus protagonistas mais frágeis, são mais que bem-vindos: são necessários. O que precisamos agora, entre outras coisas, é de cartas de amor aos livros.

Aos que, como eu, têm no afeto aos livros sua razão de viver, peço que espalhem mensagens; que espalhem o desejo de comprar livros neste final de ano, livros dos seus autores preferidos, de novos escritores que queiram descobrir, livros comprados em livrarias que sobrevivem heroicamente à crise, cumprindo com seus compromissos, e também nas livrarias que estão em dificuldades, mas que precisam de nossa ajuda para se reerguer.

Divulguem livros com especialíssima atenção ao editor pequeno que precisa da venda imediata para continuar existindo, pensem no editor humanista que defende a diversidade, não só entre raças, gêneros, credos e ideais, mas também a diversidade entre os livros de ambição comercial discreta e os de ambição de venda mais ampla.

Todos os tipos de livro precisam sobreviver. Pensem em como será nossa vida sem os livros minoritários, não só no número de exemplares, mas nas causas que defendem, tão importantes quanto os de larga divulgação. Pensem nos editores que, com poucos recursos, continuam neste ramo que exige tanto de nós e que podem não estar conosco em breve. Cada editora e livraria que fechar suas portas fechará múltiplas outras em nossa vida intelectual e afetiva.

Presentear com livros hoje representa não só a valorização de um instrumento fundamental da sociedade para lutar por um mundo mais justo como a sobrevivência de um pequeno editor ou o emprego de um bom funcionário em uma editora de porte maior; representa uma grande ajuda à continuidade de muitas livrarias e um pequeno ato de amor a quem tanto nos deu, desde cedo: o livro.

livro escultura

O mercado editorial brasileiro segue uma dinâmica própria. Em vez de comprar livros para revendê-los, geralmente, as livrarias recebem lotes das editoras para remunerá-las conforme as vendas vão sendo realizadas (isto se chama venda consignada). Com a crise das livrarias, as editoras não têm recebido pelos livros que forneceram e que, em muitos casos, foram comercializados há tempos pelas livrarias. É um efeito dominó que atinge editoras de todos os portes.

Assim, muitas acabam encolhendo a produção e o ritmo de lançamentos por falta de capital de giro ou por conta das incertezas que assombram o setor. Outras estão se negando a fornecer livros para Cultura e Saraiva ou apenas estão topando fechar negócio fora do sistema de consignação – ou seja, com pagamento a vista.

O Brasil, é um mercado extremamente representativo para o mundo.  Somos o 9° mercado de livros no planeta e representamos alguns bilhões de faturamento.  Mas… E o porquê da crise? Bem, importantes temas vêm à tona:

A recente crise econômica do Brasil; A chegada da Amazon? As novas tecnologias que “retiram” o interesse dos livros?

Bem, é dito por muitos que “o brasileiro não tem o hábito de ler e não é porque não tem dinheiro, é porque não tem o hábito”.  Fato!

Pesquisa recente apontou que mais de 50% das mais de 120 mil escolas públicas do país não tinham biblioteca ou sala de leitura. Fato!

x

E o que podemos fazer? Bem, eu não sou governo, assim não posso garantir que todas as escolas tenham biblioteca e estimulem os alunos a leitura.  Bem, eu não sou uma empresa que deveria estimular a leitura entre seus empregados e patrocinar escritores.

Bem, eu sou um pretenso escritor que ama ler e escrever.  Um pretenso blogueiro que ama difundir o conhecimento de um segmento de leitura.  O que posso fazer – além de comprar livros de presente de natal para os meus? Estimular que os leitores que tenho, aqui no PHANTASTICUS, comecem a optar pelo livro como um presente – para si e para seus amados.  Ler, fortalece a alma.  Ler, nos abre caminhos.  Ler, rompe barreiras.  Então, o que posso pedir.  Leiam e permitam que os seus leiam.

dia-ambiente-revista-estante-fnac

Vamos salvar o livro no Brasil.

“Depois da virtude, é o conhecimento o que eleva um homem sobre os demais.”  “A leitura é para o intelecto o que o exercício é para o corpo.”  Joseph Addison – Escritor, dramaturgo e poeta britânico

Vamos espalhar o desejo de comprar livros neste final de ano.  Dê um livro de presente para quem você ama.

Até o próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Salva los libros.

¡Hola a todos! Hoy vengo en el PHANTASTICUS para hablar sobre un asunto extremadamente serio y que, desgraciadamente, no es ficción. La crisis en el mundo librero de Brasil. El año 2018 ha sido difícil para muchas empresas, pero en el mercado editorial brasileño ha sido más ingrato. La punta del iceberg, de esta crisis, se muestra cuando las dos principales redes de librerías del país, la Saraiva y la Cultura, solicitaron y tuvieron sus pedidos aceptados y entraron en recuperación judicial. Si sumamos las deudas de las dos grandes redes, llegamos casi R $ 1 mil millón – para ser exacto R $ 960 millones.

La recuperación judicial es cosa seria. Cuando una empresa llega a ese punto, no hay solución obvia o fácil para el problema. En la forma de la ley es: “La recuperación judicial tiene por objetivo viabilizar la superación de la situación de crisis económico-financiera del deudor, a fin de permitir el mantenimiento de la fuente productora, del empleo de los trabajadores y de los intereses de los acreedores, la preservación de la empresa, su función social y el estímulo a la actividad económica “.

Tiendas de la Librería Cultura y Saraiva son presencia cierta en los principales shoppings de grandes ciudades brasileñas. Algunas, tienen atractivo turístico, como la Librería Cultura de la Avenida Paulista, en São Paulo, que es tan visitada que rivaliza con muchos puntos turísticos de la capital paulista. Pero, detrás de esta hermosa cortina, esas empresas se enfrentan a una crisis sin precedentes.

La Librería Cultura fue la primera en tomar decisiones radicales para mitigar el problema. La compañía, que asumió el control de Fnac en Brasil en 2017, tomó la decisión de cerrar todas las unidades de esta red, incluyendo la tienda virtual. Y pocos días después, hizo el pedido de recuperación judicial. Las deudas de la Librería Cultura se estiman en al menos 285 millones de dólares.

Al día siguiente, la principal competidora siguió por el mismo camino: con deudas en la casa de los R $ 675 millones, la librería Saraiva pidió recuperación judicial el 23 de noviembre, irónicamente, el día de la celebración del Black Friday, una de las fechas más importantes para el comercio – principalmente el del segmento de Saraiva.

Resultado: Decenas de tiendas cerradas, cientos de libreros despedidos, y las editoriales quedaron sin el 40% o más de sus recibos generando un rombo que ofrece riesgos gravísimos para el mercado editorial en Brasil.

Pero esta no fue la primera señal. Laselva, que llegó a tener más de 80 tiendas repartidas por el país (principalmente en aeropuertos y centros comerciales), que estaba “atascada” en deudas que suman más de 120 millones de reales, entró en recuperación judicial en 2013. Pero en marzo de este año en el año, la 2ª Vara de Quiebras y Recuperación Judicial de San Pablo decretó la quiebra de la red. Tiendas cerradas, funcionarios y libreros despedidos, crisis iniciando.

En esta semana, Luiz Schwarcz – CEO de la Compañía de las Letras (una de las mayores editoriales del mercado brasileño que es controlada por Penguin Random House, el mayor grupo editorial del mundo, que tiene una proporción del 70% – ha venido a mostrar públicamente toda su preocupación y brindó con una carta abierta de “amor a los libros”, en la que invoca alternativas de supervivencia y la solidaridad entre pequeños y grandes grupos editoriales para salvar el mercado librero en Brasil.

Sigue la carta de Schwarcz. Lea con atención y amor. Luego volvemos.

Carta de amor a los libros

El libro en Brasil vive sus días más difíciles. En las últimas semanas, las dos principales cadenas de tiendas del país entraron en recuperación judicial, dejando un pasivo enorme de pagos en suspenso. Incluso con medidas serias de gestión, pueden tener dificultades considerables de solución a medio plazo. El efecto cascada de esta crisis es todavía incalculable, pero ya aterrador. Lo que pasa por aquí va en la marea contraria del mundo. Nadie más necesita salvar los libros de su apocalipsis, como se pensaba en pasado reciente.

El libro es el único medio que resistió globalmente a un proceso de disrupción grave. Pero en el Brasil de hoy la historia es otra. Muchas ciudades brasileñas quedarán sin librerías y las editoriales tendrán dificultades de escurrir sus libros y de hacer frente a un significativo perjuicio acumulado.

Las editoriales ya vienen disminuyendo el número de libros lanzados, dejando a autores de venta más lenta fuera de sus planes inmediatos, despidiendo empleados en todas las áreas. Con la quiebra de cultura y Saraiva, decenas de tiendas estaban cerradas, cientos de libreros fueron despedidos, y los editores no tenían un 40% o más de su recibimientos – generando un agujero que ofrece riesgos graves para el mercado editorial en Brasil.

En la Compañía de las Letras sentimos todo esto en la piel, ya que las mayores editoriales son, naturalmente, las grandes acreedoras de las librerías, y en ese sentido, fueron muy perjudicadas financieramente. Pero tenemos que salir de la crisis: los miembros de estos editores tienen la capacidad financiera personal para invertir en sus empresas, y muchos de nosotros no sólo quieren salvar nuestros proyectos porque también somos idealistas y, sobre todo, mantenemos profundo sentimiento de protección hacia nuestros autores y lectores.

Pasé por uno de los peores momentos de mi vida personal y profesional cuando, por primera vez en 32 años, tuve que despedir a seis funcionarios que formaban parte de la Compañía hace tiempo y contribuían con su energía para lo que construimos en nuestro día a día.

La editorial que siempre fue capaz de entender a las personas en su diversidad, mirar a lo mejor en cada uno y apostar más en el sentimiento de armonía común que en la medición de la productividad individual, tuvo que medir de manera diversa sus costos, o simplemente cortar gastos. En una reunión para dar aclaraciones sobre aquel triste e inédito acontecimiento, una funcionaria me preguntó si los despidos se limitarían a las seis. Con sinceridad y la voz embargada, dijo que no tenía como garantizar.

Sin querer juzgar públicamente errores de terceros, pero dispuesto a la categoría autocrítica honesta general escribir más esta carta abierta a pedir a todos nosotros, editores, libreros y autores, buscar soluciones creativas e idealistas en este punto.

Las redes de solidaridad que se formaron, de lado a lado, durante la campaña electoral tal vez sean un buen ejemplo de lo que se puede hacer por el libro hoy. Cartas, zapping, correos electrónicos, mensajes en las redes sociales y videos, hechos con el corazón abierto, en el que prevalece la honestidad, que buscan apoyar a los socios del libro, con especial atención a sus protagonistas más débiles, son más que bienvenidos: son sea ​​necesario. Lo que necesitamos ahora, entre otras cosas, es de cartas de amor a los libros.

A los que, como yo, tienen en el afecto a los libros su razón de vivir, pido que esparcen mensajes; para difundir el deseo de comprar libros de esta temporada de vacaciones, libros de sus autores favoritos, nuevos escritores que quieren descubrir, libros comprados en librerías sobreviven heroicamente a la crisis, el cumplimiento de sus compromisos, así como en las librerías que se encuentran en problemas, pero que necesitan nuestra ayuda para rehacer.

Divulgar libros con una atención muy especial a la pequeña editorial que necesita su venta inmediata para seguir existiendo, pensar en el editor humanista defensa de la diversidad, no sólo entre las razas, géneros, credos e ideales, sino también la diversidad entre los libros ambición comerciales y discretos de ambición de venta más amplia.

Todos los tipos de libros necesitan sobrevivir. Piensen en cómo será nuestra vida sin los libros minoritarios, no sólo en el número de ejemplares, sino en las causas que defienden, tan importantes como los de amplia divulgación. Piensen en los editores que, con pocos recursos, continúan en esta rama que exige tanto de nosotros y que pueden no estar con nosotros pronto. Cada editorial y librería que cerrar sus puertas cerrará múltiples otras en nuestra vida intelectual y afectiva.

Regalar con libros hoy representa no sólo la valorización de un instrumento fundamental de la sociedad para luchar por un mundo más justo como la supervivencia de un pequeño editor o el empleo de un buen empleado en una editorial de mayor tamaño; representa una gran ayuda a la continuidad de muchas librerías y un pequeño acto de amor a quien tanto nos dio, desde temprano: el libro.

El mercado editorial brasileño sigue una dinámica propia. En vez de comprar libros para revenderlos, generalmente, las librerías reciben lotes de las editoriales para remunerarlas conforme las ventas van siendo realizadas (esto se llama venta consignada). Con la crisis de las librerías, las editoriales no han recibido por los libros que han proporcionado y que, en muchos casos, han sido comercializados hace tiempo por las librerías. Es un efecto dominó que llega a las editoriales de todos los tamaños.

Así, muchas acaban encogiendo la producción y el ritmo de lanzamientos por falta de capital de giro o por las incertidumbres que asombran al sector. Otros se están negando a proporcionar libros para Cultura y Saraiva o apenas están topando cerrar negocio fuera del sistema de consignación – o sea, con pago a vista.

Brasil, es un mercado extremadamente representativo para el mundo. Somos el 9 ° mercado de libros en el planeta y representamos algunos miles de millones de facturación. Pero … ¿Y por qué de la crisis? Bien, importantes temas vienen a la superficie:

La reciente crisis económica de Brasil; ¿La llegada de Amazon? ¿Las nuevas tecnologías que “retiran” el interés de los libros?

Bueno, es dicho por muchos que “el brasileño no tiene el hábito de leer y no es porque no tiene dinero, es porque no tiene el hábito”. ¡Hecho!

La investigación reciente apuntó que más del 50% de las más de 120 mil escuelas públicas del país no tenían biblioteca o sala de lectura. ¡Hecho!

¿Y qué podemos hacer? Bueno, yo no soy gobierno, así que no puedo garantizar que todas las escuelas tengan biblioteca y estimulen a los alumnos a leer. Bueno, yo no soy una empresa que debería estimular la lectura entre sus empleados y patrocinar a los escritores.

Bueno, yo soy un pretendiente escritor que ama leer y escribir. Un pretendiente bloguero que ama difundir el conocimiento de un segmento de lectura. ¿Qué puedo hacer – además de comprar libros de regalo de navidad para los míos? Estimular que los lectores que tengo, aquí en el PHANTASTICUS, empiecen a optar por el libro como un regalo – para sí y para sus amados. Leer, fortalece el alma. Leer, nos abre caminos. Leer, rompe barreras. Entonces, lo que puedo pedir. Lean y permitan que los lean.

Vamos a salvar el libro en Brasil.

“Después de la virtud, es el conocimiento lo que eleva a un hombre sobre los demás.” “La lectura es para el intelecto lo que el ejercicio es para el cuerpo.” Joseph Addison – Escritor, dramaturgo y poeta británico

Vamos a difundir el deseo de comprar libros este fin de año. Dale un libro de regalo para quien amas.

Hasta el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

encrypted-

tecnoblog.net/269086/crise-livraria-cultura-saraiva/

valor.com.br/empresas/6002313/efeito-cascata-da-crise-de-saraiva-e-cultura-e-assustador

diariodocentrodomundo.com.br/em-carta-aberta-presidente-da-companhia-das-letras-propoe-rede-de-solidariedade-para-salvar-editoras/

publishnews.com.br/materias/2018/11/26/o-ponto-cego-do-mercado-editorial

snel.org.br/category/noticias/

2.bp.blogspot.com/_rq95OOAepZE/TOkUaRWF0MI/AAAAAAAAAQg/bWZCeNtrTmY/s1600/luis+schwarcz.jpg

c.pxhere.com/photos/7e/11/books_bottomless_education_endless_knowledge_learn_library_reading-955148.jpg

4.bp.blogspot.com/-Ov-ILkeoJ7I/U4cb9NqLdCI/AAAAAAAARxQ/2J8odW5VX-U/s1600/livro+escultura.jpg

abrilexame.files.wordpress.com/2018/11/size_960_16_9_saraiva19.jpg

userscontent2.emaze.com/images/58a708d4-ab3d-42cf-9c8b-770ccf743baf/635337362615985126_cultura.jpg

comunidadeculturaearte.com/wp-content/uploads/2017/11/dhouuhmjcyfmbldzaklbq3g3wy2.jpg

abrilveja.files.wordpress.com/2016/11/laselva1.jpg

revistaestante.fnac.pt/wp-content/uploads/2017/06/dia-ambiente-revista-estante-fnac.jpg

agoravale.com.br/GCWAV/Editor/uploaded/A_Coluna/x.jpg

adagency.digital/storage/CDN_fabercastell/01_inspirarte/upload/posts/b0dbccecd8424bd5bfd25646640d481fd9773e049259414d937412cc685c3fca.jpg

O Ano em que perdemos Mercury e ganhamos o Gelo e o Fogo

Tags

, , , , , , , ,

Logo PHANTASTICUS 1

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: O Ano em que perdemos Mercury e ganhamos o Gelo e o Fogo.

Olá a todos! Hoje o post começa prestando uma singela homenagem a um grande personagem da música, que nos deixou em um dia 24 de novembro.  Em 1991, partia Farrokh Bulsara.

Quem?!?

Com este nome, muito poucos o conhecem.  Mas com seu nome artístico…. Freddie Mercury!!!  Aí é diferente.

giphy

Uma das maiores estrelas da música, com uma voz e uma performance envolvente.  O homem regia suas plateias e as transformava em verdadeiros corais.  Quem não se lembra do “Rock in Rio” e o “Live Aid”, ambos de1985? Verdadeiros espetáculos que mexem conosco até hoje.  Relembrei muito disso assistindo ao filme “Bohemian Rhapsody”.  Se tiver oportunidade, veja.  Vale a pena.

Observação: Que desempenho maravilhoso de Rami Malek.  O ator personificou Freddie com tal maestria que, por momentos, pensei que o próprio estava ali. Sensacional!!

Freddie tinha uma personalidade ímpar.  Um talento absurdamente grande.  Viveu intensamente seus 45 anos de vida.  Sabemos que está em um grande lugar e que de lá nos acompanha.

GEORGE-RR-MARTIN-973120

Bem, vamos ao post. E vou utilizar o ano de 1991 como inspiração.  Se neste ano perdemos Freddie, neste mesmo ano um autor americano, começava a escrever um dos maiores épicos da Literatura Fantástica.  Em 1991, George RR Martin começa a escrever aquela que se tornaria a série de fantasia épica “A Song of Ice and Fire” (As Crônicas de Gelo e Fogo) – com forte inspiração na Guerra das Rosas e em Ivanhoé. O primeiro volume, “A Game of Thrones” (A Guerra dos Tronos), foi publicado em 1996. Em novembro de 2005, “A Feast for Crows” (O Festim dos Corvos), o quarto volume da série, se tornou o livro mais vendido da lista do “The New York Times” e do “The Wall Street Journal”.

Tolkien e Martin

O PHANTASTICUS já falou (e falará ainda muito mais) de George Martin e sua obra.  Apesar do jeito de escrever menos coloquial e, digamos, menos comedido quando comparado a Tolkien e “The Lord of the Rings” (O Senhor dos Anéis), temos muitas semelhanças entre os dois.  O principal ponto é que tanto Tolkien quanto Martin são duas das principais estrelas da constelação de grandes autores da Lit Fan.  E estão no primeiro escalão desta constelação.

Se quiser verificar alguns posts do blog sobre G. Martin e sua obra, recomendo os dois posts a seguir: “George Martin – O assassino de protagonistas?” e “George Martin – Mais uma oportunidade para falar deste gênio”, ambos de 2015.  Seguem os links para relembrar.

//jotacortizo.wordpress.com/2015/01/22/george-martin-o-assassino-de-protagonistas/

//jotacortizo.wordpress.com/2015/03/14/george-martin-mais-uma-oportunidade-para-falar-deste-genio/

Como já disse em algumas oportunidades, Martin iniciou o projeto “A Song of Ice and Fire” pensando em escrever uma trilogia.  Depois seriam duas trilogias interligadas e depois…Hoje sua ideia de chegar a uma septologia – isto se o sexto livro sair …  Desculpem-me! Não pude me controlar. Desde 2011 quando publicou “A Dance with Dragons” (A Dança dos Dragões) – o quinto volume – estamos aguardando a sequência … o esperado “The Winds of Winter” (Os Ventos do Inverno, em tradução livre) tem tido seu lançamento postergado há alguns anos – assim como foi com o volume cinco que foi adiado por cinco anos.

Voltando aos livros, eles são fortemente influenciados pela Guerra das Rosas e, também, no romance histórico francês “Les Rois Maudits” (Os Reis Malditos), de Maurice Druon, situado nos séculos XIII e XIV e abarca a época dos últimos cinco reis da Dinastia Capetiana e os dois primeiros da Casa de Valois, de Filipe IV, o Belo a João II, o Bom. A história tem como tramas principais os esforços de Roberto III de Artois em recuperar o condado de Artois de sua tia Mafalda de Artois e as intrigas da corte que resultam. Posteriormente, Martin escreveu uma introdução para a tradução inglesa desta série, dizendo: “Os Reis Malditos” têm tudo isso. Acreditem-me, os Starks e os Lannisters não têm nada comparado aos Capetos e os Plantagenetas. É o jogo dos tronos original.”

Observação: Já li os sete livros relacionados a esta obra e recomendo.  São muito bons.  Druon soube colocar em cada linha as mazelas, caprichos e manobras que a história dos reis franceses nos deixou.  Inclusive, abordando o fim dos cavaleiros templários, pelo rei Felipe, o Belo.

Bem, voltando a “The Winds of Winter”, em vários momentos deste ano, George Martin informou que o livro sairia depois do primeiro volume de “Fire & Blood (Fogo & Sangue), uma prequel de “As Crônicas …” que vive a história dos Targaryen, aproximadamente 300 anos dos acontecimentos da série atual.  Como “Fire…” já saiu (edição em inglês), existe uma esperança que nos primeiros meses de 2019 tenhamos – finalmente – o sexto livro, trazendo os ventos do inverno.  E que os 7 assim o permitam.

Falando um pouco sobre George Martin, ele, com o passar dos anos passou de influenciado a influenciador.  Seus livros de “As Crônicas de Gelo e Fogo” passaram a ser uma referência cultural. A forma como a história é contada – com elementos realistas e personagens que fogem a estereótipos dualistas entre o bem e o mal. Em matéria da revista “Época”, a mesma considerou que, com sua série, Martin era “o renovador da literatura fantástica”. A repercussão da saga, principalmente após a publicação de “A Dance with Dragons”, levou o escritor a ser considerado uma das cem pessoas mais influentes do mundo pela revista norte-americana “TIME” em 2011.

espada

E para terminar, uma curiosidade sobre George Martin e sua obra.  Quando criança, Martin tinha tartarugas de estimação que mantinha em castelos de brinquedo. Ao observar que muitas estavam morrendo, ele passou a imaginar que elas estavam tramando a morte das rivais para chegar ao trono das tartarugas. Em uma entrevista – lá pelo ano de 2012 – ele explica: “Eu tinha um castelo inteiro de tartarugas, e como era um castelo, decidi que eram todas cavaleiros e reis. Aí criei histórias sobre como elas se matavam e se traíam e lutavam pelo reino.”

Terminamos.  Foi muito bom escrever sobre uma das séries (de livros e televisiva) que mais me atrai e, também, fazer uma pequena homenagem a um cantor incrível da qual tive o prazer de acompanhar.

“Uma mente necessita de livros da mesma forma que uma espada necessita de uma pedra de amolar, se quisermos que se mantenha afiada.” George RR Martin.

Quem quiser ver (ou rever) uma das obras-primas de Freedie e do Queen, é só clicar no vídeo acima(youtu.be/fJ9rUzIMcZQ).

Concluído o post! Que tal? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. Se preferir, deixe uma sugestão. Nos encontramos no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: El año en que perdimos Mercury y ganamos el Hielo y el Fuego.

¡Hola a todos! Hoy el post comienza prestando un sencillo homenaje a un gran personaje de la música, que nos dejó en un día 24 de noviembre. En 1991, partió Farrokh Bulsara.

¿Quién?!?

Con este nombre, muy pocos lo conocen. Pero con su nombre artístico …   ¡¡Freddie Mercury!! Ahí es diferente.

Una de las mayores estrellas de la música, con una voz y una actuación. El hombre regía sus audiencias y las transformaba en verdaderos corales. ¿Quién no recuerda el “¿Rock in Rio” y el “Live Aid”, ambos de1985? Verdaderos espectáculos que se mueven con nosotros hasta hoy. Le recordé mucho de eso viendo la película “Bohemian Rhapsody”. Si tiene oportunidad, vea. Vale la pena.

Nota: Qué maravilloso rendimiento de Rami Malek. El actor personificó a Freddie con tal maestría que, por momentos, pensé que el propio estaba allí. ¡¡Sensacional!!

Freddie tenía una personalidad impar. Un talento absurdamente grande. Vive intensamente sus 45 años de vida. Sabemos que está en un gran lugar y que de allí nos acompaña.

Bueno, vamos al post. Y voy a utilizar el año 1991 como inspiración. Si este año perdimos a Freddie, este mismo año un autor americano, empezaba a escribir uno de los mayores épicos de la Literatura Fantástica. En 1991, George RR Martin comienza a escribir aquella que se convertiría en la serie de fantasía épica “La canción del hielo y el fuego”, con fuerte inspiración en la guerra de las rosas y en Ivanhoé. El primer volumen, “A Game of Thrones”, se publicó en 1996. En noviembre de 2005, “The Feast for Crows”, el cuarto volumen de la serie se convirtió en el libro más vendido de la lista del “The New York Times” y del “The Wall Street Journal”.

El PHANTASTICUS ya habló (y hablará aún mucho más) de George Martin y su obra. A pesar de la forma de escribir menos coloquial y, digamos, menos comedido cuando comparado a Tolkien y “The Lord of the Rings” (El Señor de los Anillos), tenemos muchas similitudes entre los dos. El principal punto es que tanto Tolkien como Martin son dos de las principales estrellas de la constelación de grandes autores de la Lit Fan. Y están en el primer escalón de esta constelación.

Si quieres ver algunos posts del blog sobre G. Martin y tu trabajo, recomiendo los dos posts a continuación: “George Martin – El asesino de protagonistas?” Y “George Martin – Más una oportunidad para hablar de este genio”, ambos de 2015. Los siguientes son los enlaces para recordar.

//jotacortizo.wordpress.com/2015/01/22/george-martin-o-assassino-de-protagonistas/

//jotacortizo.wordpress.com/2015/03/14/george-martin-mais-uma-oportunidade-para-falar-deste-genio/

Como ya dije en algunas oportunidades, Martin inició el proyecto “A Song of Ice and Fire” pensando en escribir una trilogía. Después serían dos trilogías interconectadas y después … Hoy su idea de llegar a una septología – esto si el sexto libro sale … ¡Lo siento! No podía controlarme. En el año 2011, cuando publicó “A Dance with Dragons” (el baile de los dragones) – el quinto volumen – estamos esperando la secuencia … lo esperado “The Winds of Winter” (Los vientos de invierno, ha tenido su lanzamiento) postergado hace algunos años – así como fue con el volumen cinco que fue pospuesto por cinco años.

En la novela histórica “Les Rois Maudits”, de Maurice Druon, ubicada en los siglos XIII y XIV y que abarca la época de los últimos cinco reyes de la historia, La historia tiene como tramas principales los esfuerzos de Roberto III de Artois en recuperar el condado de Artois de su tía Mafalda de Artois y de los dos primeros de la Casa de Valois, de Felipe IV, el Bello a Juan II, las intrigas de la corte que resultan. Posteriormente, Martin escribió una introducción a la traducción inglesa de esta serie, diciendo: “Los reyes malditos” tienen todo eso. Creedme, los Starks y los Lannisters no tienen nada comparado a los Capetos y los Plantagenetas. Es el juego de los tronos original. ”

Nota: Ya he leído los siete libros relacionados con esta obra y lo recomiendo. Son muy buenos. Druon supo colocar en cada línea las molestias, caprichos y maniobras que la historia de los reyes franceses nos dejó. Incluso, abordando el fin de los caballeros templarios, por el rey Felipe, el hermoso.

En el momento en que se lee el libro de la saga “The Winds of Winter”, en varios momentos de este año, George Martin informó que el libro saldría después del primer volumen de “Fire & Blood (Fuego & Sangre), una precuela de” Las Crónicas … ” vive la historia de los Targaryen, aproximadamente 300 años de los acontecimientos de la serie actual. Como “Fire …” ya salió (edición en inglés), existe una esperanza que en los primeros meses de 2019 tengamos – finalmente – el sexto libro, trayendo los vientos del invierno. Y que los 7 así lo permitan.

Hablando un poco sobre George Martin, él, con el paso de los años pasó de influenciado al influenciador. Sus libros de “Las Crónicas de Hielo y Fuego” pasaron a ser una referencia cultural. La forma en que se cuenta la historia – con elementos realistas y personajes que escapan a estereotipos dualistas entre el bien y el mal. En materia de la revista “Época”, la misma consideró que, con su serie, Martin era “el renovador de la literatura fantástica”. La repercusión de la saga, principalmente tras la publicación de “A Dance with Dragons”, llevó al escritor a ser considerada una de las cien personas más influyentes del mundo por la revista norteamericana “TIME” en 2011.

Y para terminar, una curiosidad sobre George Martin y su obra. Cuando era niño, Martin tenía tortugas de mascotas que mantenía en castillos de juguete. Al observar que muchas murieron, él pasó a imaginar que ellas estaban tramando la muerte de los rivales para llegar al trono de las tortugas. En una entrevista – allá por el año 2012 – él explica: “Yo tenía un castillo entero de tortugas, y como era un castillo, decidí que eran todos caballeros y reyes. “He creado historias sobre cómo se matan y se traicionan y luchan por el reino.”

Terminamos. Fue muy bueno escribir sobre una de las series (de libros y televisión) que más me atrae y, también, hacer un pequeño homenaje a un cantante increíble de la que tuve el placer de acompañar.

“Una mente necesita libros de la misma forma que una espada necesita una piedra de amolar, si queremos que se mantenga afilada.” George RR Martin.

¡Concluido el post! ¿Qué tal? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Nos encontramos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

encrypted-

pt.wikipedia.org/wiki/Os_Reis_Malditos

ae01.alicdn.com/kf/HTB18pgALVXXXXcwXpXXq6xXFXXXR/S5277-ABRIDOR-de-CARTA-de-GELO-EM-MINIATURA-ESPADA-EDDARD-STARK-GAME-OF-THRONES-HBO-GRAVURA.jpg_640x640.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Maurice_Druon

pt.wikipedia.org/wiki/A_Song_of_Ice_and_Fire

kbimages1-a.akamaihd.net/568503f2-6b18-4e2a-89fa-e15ee3a51e18/353/569/90/False/les-rois-maudits-l-integrale.jpg

ksassets.timeincuk.net/wp/uploads/sites/55/2018/09/getty_rami_freddie_2000-920×584.jpg

s3.r29static.com//bin/entry/836/720×864,80/2059585/image.jpg

s2.glbimg.com/K01_iHozargi1sUkLIsrPI1KT9g=/smart/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2017/10/17/bohemian_rhapsody_v2_.jpg

//encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ9CfPCW3_yVXmQbKXI5H5F9tVJvUc7KIBeY5X4Qf72FYqb96sL

media.giphy.com/media/7FXMtwEe6v4Gs/giphy.gif

revistagalileu.globo.com/Game-of-Thrones/noticia/2018/03/george-r-r-martin-7-curiosidades-sobre-o-autor-de-game-thrones.html

encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT_LLTVDvlMG7pnb57Gfq-iqWeRqEDujLqgq0nWU7C0oYYk4WYX

cdn.images.express.co.uk/img/dynamic/39/590x/GEORGE-RR-MARTIN-973120.jpg?r=1533749442219

image.tmdb.org/t/p/original/1Y6Y52VxVkLhqv7aKiC9V8snkL6.jpg

A Câmara Secreta

Tags

, , , , , , , ,

Logo PHANTASTICUS 1

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES:

EM PORTUGUÊS

EN ESPAÑOL.

Versão em português: A Câmara Secreta.

Olá a todos! Hoje, o PHANTASTICUS vai explorar um dos ótimos livros da escritora britânica JK Rowling.

“Harry Potter and the Chamber of Secrets” (Harry Potter e a Câmara Secreta, no Brasil).

Melhor! Não iremos explorar todo o livro, mas um “pedacinho” que representou um grande turbilhão de ações e emoções.

Hoje, vamos falar da câmara secreta – ou dos segredos.  Vamos falar de tudo que a “câmara” trouxe à tona.

chambers

O livro foi publicado em julho de 1998 e é o segundo livro da série “Harry Potter”.   A obra completou 20 anos e mereceu diversas homenagens – inclusive uma edição com capas diferenciadas para cada casa de Hogwarts.

JK

Rowling, foi extremamente feliz na história e na argumentação deste livro (assim como da série inteira).  Potter e sua turma enfrentam um dos seus grandes inimigos, vindo na pior forma – através da memória contida em um diário enfeitiçado.  Obra do grande bruxo do mal, Voldemort, em sua primeira horcrux, ainda como Tom Marvolo Riddle.

Explicações: Já falamos diversas vezes sobre horcrux, mas se você quiser relembrar, vá até o post “A Maldição Inimaginável da Horcrux”.

jotacortizo.wordpress.com/2017/04/15/a-maldicao-inimaginavel-da-horcrux/

PM_SalazarSlytherin_Founders

Antes lenda e depois, comprovadamente, uma verdade, a câmara foi criada sob as masmorras da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts durante a Idade Média por Salazar Slytherin (Sonserina, no Brasil), que discordou dos outros três fundadores da Escola, em relação a quem poderia ser admitido em Hogwarts – era um forte defensor do “sangue puro”.  Salazar deixou Hogwarts, mas antes de partir, construiu a câmara no subterrâneo do castelo e lá deixou um dos grandes seres mitológicos a guardá-la e, também, com uma missão tenebrosa.  Slytherin deixou o monstro para, supostamente, limpar a escola de todos os nascidos-trouxas. Somente o herdeiro do fundados poderia abrir a câmara secreta, através do uso de ofidioglossia.

Basilisco

O monstro deixado por Salazar era um basilisco – uma serpente lendária desde os tempos remotos da Grécia antiga.  A fera, era capaz de matar com um simples olhar direto.

Ao longo dos séculos após a morte de Salazar, muitos diretores conduziram buscas na escola para encontrar a câmara. Nenhuma, no entanto, teve sucesso, e a câmara foi descartada como mera lenda por muitos e muitos séculos. Até que foi aberta em 1943 e, depois, 1992, revelando-se desta forma, muito real.  Há estudos e teorias da abertura da câmara em outras oportunidades.  Um estudante chamado Corvinus Gaunt – que era um descendente direto de Slytherin, pode tê-la aberto por volta dos anos 1700, acessando a câmara por um simples alçapão, que com o tempo – e a modernização dos encanamentos – se “perdeu” e deu origem a entrada conhecida – dentro do banheiro feminino.

Salazar e o basilisco

Curiosidades: 1. Ofidioglossia é a capacidade natural de falar a língua de cobra, o idioma de serpentes, e etc…  2. A casa Gaunt, era descendente direta da relação entre Salazar Slytherin e os Peverell.  Este mesmo ramo se cruzou em dado momento com os Riddle e daí, viria a surgir Tom Marvolo Riddle, muito tempo depois conhecido como Lord Voldemort.

Voltando, como dissemos, a câmara “voltou” a ser aberta entre1942-1943 por Tom Riddle, quando tinha dezesseis anos.  Foi quando ele estava em seu quinto ano, em Hogwarts, Riddle localizou a entrada secreta da câmara, durante sua pesquisa sobre sua herança e foi capaz de controlar o Basilisco como ele era o herdeiro de Slytherin. Riddle soltou o Basilisco na escola e feriu a muitos.

Curiosidade: Através de Mérope Gaunt, sua mãe e uma bruxa, Riddle era o último descendente direto de Salazar Slytherin, e, assim como seu ancestral, ele desejava ver os nascidos-trouxas expulsos de Hogwarts.

Murta

A última vítima da fera – neste período – foi uma estudante chamada Myrtle Elizabeth Warren (no Brasil Murta Warren), que foi morta no banheiro das meninas. Hogwarts deveria ser fechada, o que incomodou Riddle, que não queria voltar para o orfanato trouxa em que foi criado. Ele enquadrou seu colega Rúbeo Hagrid, que havia escondido um animal de estimação chamado Aragogue. Riddle convenceu o diretor na época, Armando Dippet, de que Aragogue era o monstro que aterrorizava a escola. Hagrid foi expulso injustamente, e Riddle recebeu um prêmio especial por “Serviços Prestados à Escola”.

Curiosidade: Murta se tornou o conhecido fantasma “Moaning Myrtle” (no Brasil a Murta, que geme)

Alvo Dumbledore, então professor de Transfiguração, desconfiou de Riddle e manteve-se atento a ele depois disso. Como não era mais seguro abrir a Câmara Secreta, Riddle, não querendo que sua pesquisa fosse em vão, criou um diário no qual preservar seu eu de dezesseis anos e esperava que um dia levasse alguém a terminar o trabalho de Salazar. Deste diário também foi feito uma Horcrux a partir do assassinato de Murta.

Observação: Em algum momento entre a morte de Murta e o ano letivo 1992-1993, a Câmara inundou-se em circunstâncias desconhecidas.

A Câmara foi reaberta em 1992, quando o enfeitiçado diário de Tom Riddle foi “dado” a Gina Weasley, uma aluna do primeiro ano da Gryffindor (Grifinória, no Brasil), por Lúcio Malfoy, que o colocou em seu caldeirão quando viu seus outros livros de feitiços na loja “Floreios e Borrões”. Gina caiu sob influência do diário e foi forçada a vandalizar a escola pintando mensagens aterrorizantes nas paredes do corredor. A primeira mensagem dizia: “A Câmara Secreta foi aberta. Inimigos do herdeiro, cuidado”. Foi também ela, que sob a influência maligna do diário, abriiu a Câmara Secreta e deixou o Basilisco sair. Desta forma, as pessoas que olharam para ele (de diferentes maneiras), ficaram petrificadas. Coliin Creevey, Justino Finch-Fletchley, Penélope Clearwater e Hermione Granger, bem como fantasma Nicholas de Mimsy-Porpington e a gata de Argo Filch, Madame Norra. Mais tarde, seu estado de saúde foi restaurado através do uso do Tônico Restaurador de Mandrágoras. Felizmente, ninguém foi morto neste período.

Tom-Marvolo-Riddle-tom-riddle-39320574-500-382

Atenção para spoiler – isto se existir alguém que não tenha lido (ou visto o filme): Uma vez na Câmara, Harry encontrou a memória de Tom Riddle, que foi preservada no diário. Uma Gina quase morta jazia por perto, cuja força vital estava lentamente sendo drenada. Quando Gina ficou mais fraca, Riddle ficou mais forte. Riddle então revelou que ele era, de fato, Lord Voldemort (reorganizando as letras de seu nome de “Tom Servolo Riddle” para “Eis Lord Voldemort”) e então convocou o basilisco. Harry, depois que soube que o contato visual com o basilisco seria fatal, fugiu disso e foi ajudado pela chegada oportuna de Fawkes, a Fênix de Dumbledore que arrancou os olhos do basilisco.

Capaz de olhar livremente, Harry lutou contra o Basilisco com a espada de Godric Gryffindor (fundador de sua casa e grande adversário de Salazar Slytherin, que se materializou no Chapéu Seletor, trazido por Fawkes para o interior da câmara. Enquanto Harry empalava o basilisco, uma presa apunhalou seu braço no processo. Perto da morte, Harry usou a presa para apunhalar o diário, que jorrou sangue negro como tinta, e a lembrança de Riddle preservada nele foi destruída. Essa ação também efetivamente destruiu o fragmento da alma de Voldemort, já que o veneno de basilisco é uma das substâncias capazes de destruir as Horcruxes. Depois da luta com o basilisco, as lágrimas de Fawkes cicatrizaram a ferida de Harry, e ele, Gina, saíram da câmara.

Ufa! Não tem como dizer que é demais!!

O livro é incrível e explora, além da câmara e de Voldemort em sua versão jovem, temos um carro voador, o aniversário “não comemorado” de Harry Potter, o surgimento do elfo doméstico Dobby, um salgueiro lutador e muita coisa mais – e isto tudo completou 20 anos de sua primeira publicação.  Muito show!

Atualmente, 21 anos após o lançamento do primeiro Harry Potter, toda a obra já foi traduzida para mais de 70 idiomas e já ultrapassou quinhentos milhões de livros vendidos em todo o mundo.

Terminamos. Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Hoje, são comemorados em todo o mundo, o centenário do fim da Primeira Grande Guerra Mundial.  O conflito que envolveu grande parte do mundo no maior conflito militar até então. Iniciou em 28 de julho de 1914, com o assassinato do arquiduque Francisco Fernando da Áustria, herdeiro do trono austro-húngaro.  Terminou em 11 de novembro de 1918 deixando um rastro de mais de 9 milhões de pessoas (entre civis e militares) mortas. O número de feridos, entre civis e militares, ficou em cerca de 30 milhões.  Que possamos nos lembrar, SEMPRE, e reverter nossas ações, SEMPRE, em busca da paz e da concórdia.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: La Cámara Secreta.

¡Hola a todos! Hoy, el PHANTASTICUS va a explorar uno de los grandes libros de la escritora británica JK Rowling.

“Harry Potter and the Chamber of Secrets” (Harry Potter y la Cámara Secreta, en Brasil).

¡Mejor! No vamos a explorar todo el libro, sino un “pedacito” que representó un gran torbellino de acciones y emociones.

Hoy, vamos a hablar de la cámara secreta – o de los secretos. Vamos a hablar de todo lo que la “cámara” trajo a la superficie.

El libro fue publicado en julio de 1998 y es el segundo libro de la serie “Harry Potter”. La obra cumplió 20 años y mereció diversos homenajes – incluso una edición con capas diferenciadas para cada casa de Hogwarts.

Rowling, fue extremadamente feliz en la historia y en la argumentación de este libro (así como de la serie entera). Potter y su clase se enfrentan a uno de sus grandes enemigos, venido en la peor forma – a través de la memoria contenida en un diario hechizado. Obra del gran mago del mal, Voldemort, en su primer horcrux, aún como Tom Marvolo Riddle.

Explicaciones: Ya hablamos varias veces sobre horcrux, pero si quieres recordar, ve al post “La Maldición Inimaginable de Horcrux”.

jotacortizo.wordpress.com/2017/04/15/a-maldicao-inimaginavel-da-horcrux/

En el caso de la muerte de Hogwarts durante la Edad Media por Salazar Slytherin (Sonserina, en Brasil), que discordó de los otros tres fundadores de la Escuela, en relación con la verdad, la cámara fue creada bajo las mazmorras de la Escuela de Magia y Hechicería de Hogwarts durante la Edad Media por Salazar Slytherin, a quien podría ser admitido en Hogwarts – era un fuerte defensor de la “sangre pura”. Salazar dejó Hogwarts, pero antes de partir, construyó la cámara en el subterráneo del castillo y allí dejó uno de los grandes seres mitológicos a guardarla y también con una misión tenebrosa. Slytherin dejó el monstruo para, supuestamente, limpiar la escuela de todos los nacidos-muggles. Sólo el heredero de los fundados podría abrir la cámara secreta, a través del uso de ofidioglossia.

El monstruo dejado por Salazar era un basilisco – una serpiente legendaria desde los tiempos remotos de la Grecia antigua. La fiera, era capaz de matar con una simple mirada directa.

A lo largo de los siglos después de la muerte de Salazar, muchos directores llevaron búsquedas en la escuela para encontrar la cámara. Ninguna, sin embargo, tuvo éxito, y la cámara fue descartada como mera leyenda por muchos y muchos siglos. Hasta que fue abierta en 1943 y luego 1992, revelándose de esta forma, muy real. Hay estudios y teorías de la apertura de la cámara en otras oportunidades. Un estudiante llamado Corvinus Gaunt -que era un descendiente directo de Slytherin, puede haberla abierto alrededor de los años 1700, accediendo a la cámara por una simple trampa, que con el tiempo -y la modernización de las tuberías- se “perdió” de origen a la entrada conocida – dentro del baño femenino.

Curiosidades: 1. Ofidioglossia es la capacidad natural de hablar la lengua de serpiente, el idioma de serpientes, etc … 2. La casa Gaunt, era descendiente directo de la relación entre Salazar Slytherin y los Peverell. Esta misma rama se cruzó en un momento dado con los Riddle y de ahí, vendría a surgir Tom Marvolo Riddle, mucho tiempo después conocido como Lord Voldemort.

. Volviendo, como dijimos, la cámara “volvió” a ser abierta entre 1942-1943 por Tom Riddle, cuando tenía dieciséis años. Cuando él estaba en su quinto año, en Hogwarts, Riddle localizó la entrada secreta de la cámara durante su investigación sobre su herencia y fue capaz de controlar el Basilisco como él era el heredero de Slytherin. Riddle soltó el Basilisco en la escuela e hirió a muchos.

Curiosidad: A través de Mérope Gaunt, su madre y una bruja, Riddle era el último descendiente directo de Salazar Slytherin, y, al igual que su ancestral, deseaba ver a los nacidos-muggles expulsados ​​de Hogwarts.

La última víctima de la bestia – en este período – fue una estudiante llamada Myrtle Elizabeth Warren (en Brasil Murta Warren), que fue muerta en el baño de las niñas. Hogwarts debía ser cerrada, lo que incomodó a Riddle, que no quería volver al orfanato traga en el que fue criado. Él encajó a su compañero Rúbeo Hagrid, que había escondido una mascota llamada Aragog. Riddle convenció al director en la época, Armando Dippet, de que Aragog era el monstruo que aterrorizaba la escuela. Hagrid fue expulsado injustamente, y Riddle recibió un premio especial por “Servicios prestados a la escuela”.

Curiosidad: Murta se convirtió en el conocido fantasma “Moaning Myrtle” (en Brasil la Murta, que gime)

Dumbledore, entonces profesor de Transfiguración, desconfió de Riddle y se mantuvo atento a él después de eso. Como no era más seguro abrir la Cámara Secreta, Riddle, no queriendo que su investigación fuera en vano, creó un diario en el que preservar su yo de dieciséis años y esperaba que un día llevara a alguien a terminar el trabajo de Salazar. De este diario también se hizo un Horrocrux a partir del asesinato de Murta.

Observación: En algún momento entre la muerte de Murta y el año escolar 1992-1993, la Cámara se inundó en circunstancias desconocidas.

La Cámara fue reabierta en 1992, cuando el hechizado diario de Tom Riddle fue “dado” a Gina Weasley, una alumna del primer año de Gryffindor (Gryffindor (Gryffindor, en Brasil), por Lúcio Malfoy, que lo colocó en su caldero cuando vio a sus otros libros de hechizos en la tienda “Floreios y Borrones”. Gina cayó bajo la influencia del diario y fue forzada a vandalizar la escuela pintando mensajes aterrorizantes en las paredes del corredor. El primer mensaje decía: “La Cámara Secreta fue abierta, enemigos del heredero, cuidado”. Fue también ella, que, bajo la influencia maligna del diario, abrió la Cámara Secreta y dejó el Basilisco salir. De esta forma, las personas que lo miraron (de diferentes maneras), quedaron petrificadas. Coliin Creevey, Justino Finch-Fletchley, Penélope Clearwater y Hermione Granger, así como el fantasma Nicholas de Mimsy-Porpington y la gata de Argo Filch, Madame Norra. Más tarde, su estado de salud fue restaurado a través del uso del Tónico Restaurador de Mandrágoras. Afortunadamente, nadie fue muerto en este período.

– Advertencia para spoiler – esto si hay alguien que no ha leído (o visto la película): Una vez en la Cámara, Harry encontró la memoria de Tom Riddle, que fue preservada en el diario. Una Gina casi muerta yacía cerca, cuya fuerza vital estaba lentamente siendo drenada. Cuando Gina se quedó más débil, Riddle se puso más fuerte. Riddle entonces reveló que él era, de hecho, Lord Voldemort (reorganizando las letras de su nombre de “Tom Servolo Riddle” a “Eis Lord Voldemort”) y entonces convocó al basilisco. Harry, después que supo que el contacto visual con el basilisco sería fatal, huyó de eso y fue ayudado por la llegada oportuna de Fawkes, el Fénix de Dumbledore que arrancó los ojos del basilisco.

En el momento en que Harry empató el basilisco, Harry luchó contra el Basilisco con la espada de Godric Gryffindor (fundador de su casa y gran adversario de Salazar Slytherin, que se materializó en el Sombrero Selector, traído por Fawkes al interior de la cámara. una presa apuñaló su brazo en el proceso, cerca de la muerte, Harry usó la presa para apuñalar el diario, que manchó sangre negra como tinta, y el recuerdo de Riddle preservado en él fue destruido, esa acción también efectivamente destruyó el fragmento del alma de Voldemort, ya que el veneno de basilisco es una de las sustancias capaces de destruir las Horcruxes. Después de la lucha con el basilisco, las lágrimas de Fawkes cicatrizaron la herida de Harry, y él, Gina, salieron de la cámara.

¡Uf! ¡No tiene como decir que es demasiado!

El libro es increíble y explora, además de la cámara y de Voldemort en su versión joven, tenemos un coche volador, el aniversario “no conmemorado” de Harry Potter, el surgimiento del elfo doméstico Dobby, un sauce luchador y mucho más – y esto todo ha cumplido 20 años de su primera publicación. ¡Un gran espectáculo!

Actualmente, 21 años después del lanzamiento del primer Harry Potter, toda la obra ya ha sido traducida a más de 70 idiomas y ha superado quinientos millones de libros vendidos en todo el mundo.

Terminamos. ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Hoy, se conmemoran en todo el mundo, el centenario del fin de la Primera Gran Guerra Mundial. El conflicto que involucró gran parte del mundo en el mayor conflicto militar hasta entonces. Inició el 28 de julio de 1914, con el asesinato del archiduque Francisco Fernando de Austria, heredero del trono austrohúngaro. Terminó el 11 de noviembre de 1918 dejando un rastro de más de 9 millones de personas (entre civiles y militares) muertas. El número de heridos, entre civiles y militares, quedó en unos 30 millones. Que podamos recordarnos, SIEMPRE, y revertir nuestras acciones, SIEMPRE, en busca de la paz y la concordia.Jota Cortizo

Fontes e imagens/fuentes e imágenes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

pt-br.harrypotter.wikia.com/wiki/Casa_Gaunt

images-submarino.b2w.io/produtos/01/00/item/132468/3/132468393SZ.jpg

deusmelivro.com/wp-content/uploads/2014/11/harry-potter-e-a-camara-dos-segredos-featured.jpg

vignette.wikia.nocookie.net/harrypotter/images/1/18/DOBBY2.jpg/revision/latest?cb=20161215055153

pt-br.harrypotter.wikia.com/wiki/Câmara_Secreta

i.pinimg.com/originals/0d/bd/01/0dbd01608a0c95322e04fdccbcf5c8db.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Basilisco

1.bp.blogspot.com/-1pwxqGkXaLo/UzMCfcYSlyI/AAAAAAAACyE/XZv-6FuBqRM/s1600/a+camara+secreta+foi+aberta.jpg

acrobatadasletras.com.br/2014/03/resenha-harry-potter-e-camara-secreta.html

becoliterario.com/resenha-harry-potter-e-a-camara-secreta-j-k-rowling/

hogwartshabinfo.weebly.com/uploads/8/2/0/6/8206663/3546682_orig.jpg

images6.fanpop.com/image/photos/39300000/Tom-Marvolo-Riddle-tom-riddle-39320574-500-382.png

images.livrariasaraiva.com.br/imagemnet/imagem.aspx/?pro_id=7462478&qld=90&l=430&a=-1

images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/51rV05M%2BR%2BL._SX322_BO1,204,203,200_.jpg

blogdoscaloiros.blogs.sapo.pt/tag/saga+harry+potter

vignette3.wikia.nocookie.net/harrypotter/images/3/36/Grand_Staircase.jpg/revision/latest?cb=20140121001304

upload.wikimedia.org/wikipedia/pt/9/97/Capa_HP2.jpg

1.bp.blogspot.com/-Z0nu8T_IKU0/WlZUnxUGXzI/AAAAAAAA0XA/S-cdeyghiiY1u-sw2eSuF3iTngtEBPtiwCLcBGAs/s1600/chambers.png

i.ytimg.com/vi/yMGRV8v3BBs/maxresdefault.jpg