Viajando no Tempo com Billy Pilgrim, um show de Kurt Vonnegut

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Versão em português: Viajando no Tempo com Billy Pilgrim, um show de Kurt Vonnegut.

Imagine este pequeno resumo: Billy Pilgrim foi uma criança e um jovem de aparência esquisita: era alto e magro, e parecia uma garrafa de Coca-Cola (se preferir pode ser Pepsi). Foi soldado de guerra, sobreviveu ao bombardeio de Dresden, foi dispensado, tornou-se optometrista (profissional que tem como objetivo a realização de medições de amplitude visual), casou-se, teve filhos, foi abduzido e levado para o planeta Tralfamador (é o lar de seres que existem em todos os tempos simultaneamente, e estão, portanto, privados do conhecimento de eventos futuros, incluindo a destruição do universo nas mãos de um piloto de teste) e exibido no zoológico extraterrestre (Billy foi sequestrado junto com Montana Wildhack, uma estrela de Hollywood)…. Fascinante.

Bem, para conhecer Billy precisamos conhecer a obra da qual ele faz parte.  “Slaughterhouse-Five” (Matadouro 5) é um livro fora da caixa. Não é um típico livro de viagem no tempo ou de guerra ou sobre vida extraterrestre – é tudo isso junto em uma mistura interessante e que se desdobra de uma maneira deliciosa.  Para começar, é um livro dentro de um livro.  Deixa que vou explicar.  O livro é uma crítica direta ao sentimento de glorificação que há entorno da guerra.  Há, também, toda uma carga de ser um livro semi-biográfico, já que o próprio autor usa do artifício de ser o narrador da história – na “voz” de Yon Yonson (nome fictício) – e de se colocar dentro dela em algumas situações, misturando a ficção com fatos que ele mesmo vivenciou, já que ele mesmo esteve na Segunda Guerra Mundial, sendo capturado por soldados alemães, e posteriormente acabou por presenciar, e obviamente sobreviver, ao bombardeio da cidade de Dresden pelos aliados.

Temos a sensação de termos um livro dentro de um livro.  Ao mesmo tempo em que os personagens vão se mostrando, a história vai seguindo em vários runos.  Melhor, em muitas viagens.

Billy, o protagonista, não deu muito certo como soldado e suas viagens no tempo e no espaço nos mostram que, talvez, ele tenha perdido um pouco a razão. Ele oscila entre sua vida agora com momentos logo após a guerra em que estava internado na ala psiquiátrica do hospital e outros em que está em um zoológico no planeta Tralfalmador – onde os locais o visitam para saber mais sobre os humanos.

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Ele vai e volta em suas memórias desconexas e o número de mortes comentadas nesse livro aumenta a cada página. Ainda assim, cada vez que um morto é citado – seja o que for – humano, animal, planta – é sempre seguido por “coisas da vida” – como se não importasse ou se fosse algo comum. Essa é a maior crítica de Vonnegut à Guerra porque essa é uma atividade (e talvez a única) em que mortes são consideradas efeitos colaterais e não um erro em si – aliás, chegam a fazer parte da estratégia de vitória. O autor martela isso na nossa cabeça até o leitor ficar condicionado a não sentir pena dos que morrem da mesma forma que os soldados devem fazer.

Kurt

Falando em Vonnegut, foi um escritor americano, de ascendência germânica, que nasceu em 1922 e nos deixou em 2007.  Autor de vários romances, ensaios e peças de teatro. Depois de formar-se em química, alistou-se no exército e combateu na Segunda Guerra Mundial. Foi feito prisioneiro de guerra, período no qual presenciou o bombardeamento de Dresden e ficou preso num armazém subterrâneo de carne. Esta experiência veio a inspirar seu livro.  “Slaughterhouse-Five” (Matadouro 5) foi publicado em 1969 e marcou – leitores e, claro, seu autor.

Dresden

Com este livro, Vonnegut trouxe a tona um dos (se não o) pior bombardeio da Segunda Guerra.  A destruição da bela cidade de Dresden pela força aérea norte-americana. Foi lá que os aliados resolveram fazer uma “operação exemplar” contra os alemães. Entre 13 e 15 de fevereiro de 1945, em quatro ataques-surpresa, 1.300 bombardeiros lançaram mais de 3.900 toneladas de dispositivos incendiários e bombas altamente explosivas na cidade, a capital barroca do estado alemão de Saxônia. A tempestade de fogo resultante destruiu 39 quilômetros quadrados do centro da cidade.  O resultado foi a morte de 135 mil pessoas (os números são imprecisos e vão de 22 mil a 220 mil), a esmagadora maioria mulheres, velhos e crianças. Havia poucos soldados em Dresden, pois era tida como “cidade aberta”, nome que se dava às cidades que, pelos seus tesouros arquitetônicos, os dois lados concordavam em não bombardear. Mas mesmo assim ela foi “pulverizada”. Afinal, a guerra (na prática) não tem regulamento, não tem dó nem piedade.

Vale a pena a leitura.  Vonnegut faz com que a história fuja sempre do melodrama. Ele é irônico, satírico e delirante. Seu personagem voa pelo tempo, circula pela guerra, pelo “jeito” americano de vida e pelo planeta de Tralfamador – que fica a cerca de 718 quatrilhões de kms da Terra. A maestria narrativa de Vonnegut põe o leitor em alerta máximo permanente. A morte circunda a história até quase perder a importância.

O livro foi adaptado para o cinema e estreou no ano de 1972.  O diretor foi George Roy Hill e tendo Michael Sacks interpretando Billy Pilgrim.  Segundo a crítica: É um dos mais niilistas e desesperançados filmes gnósticos: sem saída, o homem é prisioneiro no tempo e condenado por alienígenas a repeti-lo por toda a eternidade.

Famous phrase

O filme inicia em momento no futuro, onde Pilgrim datilografa uma carta ao editor de um jornal com a famosa frase que abre o livro de Vonnegut: “”Ouça: Billie Pilgrim está se libertando no tempo”. Pilgrim tenta explicar a todos a sua estranha condição adquirida após ter sido abduzido por seres alienígenas: ele não só navega no tempo através dos diversos momentos da sua vida, mas todos os instantes são vividos simultaneamente. E… O restante, só vocês vendo.

Que tal? Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Viajando en el tiempo con Billy Pilgrim, un espectáculo de Kurt Vonnegut.

Imagínese este pequeño resumen: Billy Pilgrim fue un niño y un joven de apariencia extraña: era alto y delgado, y parecía una botella de Coca-Cola (si lo prefiere puede ser Pepsi). Fue soldado de guerra, sobrevivió al bombardeo de Dresde, fue dispensado, se convirtió en optometrista (profesional que tiene como objetivo la realización de mediciones de amplitud visual), se casó, tuvo hijos, fue abducido y llevado al planeta Tralfamador (es el hogar de seres que existen en todos los tiempos simultáneamente, y están, por lo tanto, privados del conocimiento de eventos futuros, incluyendo la destrucción del universo en manos de un piloto de prueba) y exhibido en el zoológico extraterrestre (Billy fue secuestrado junto a Montana Wildhack , una estrella de Hollywood) …. Fascinante.

Bueno, para conocer a Billy necesitamos conocer la obra de la que forma parte. “Slaughterhouse-Five” (Matadero 5) es un libro fuera de la caja. No es un típico libro de viaje en tiempo o de guerra o sobre vida extraterrestre – es todo eso junto en una mezcla interesante y que se desdobla de una manera deliciosa. Para empezar, es un libro dentro de un libro. Deja que voy a explicar. El libro es una crítica directa al sentimiento de glorificación que hay entorno de la guerra. Hay, también, toda una carga de ser un libro semi-biográfico, ya que el propio autor usa el artificio de ser el narrador de la historia – en la “voz” de Yon Yonson (nombre ficticio) – y de colocarse dentro de ella en algunas , que se mezcló con la ficción con hechos que él mismo experimentó, ya que él mismo estuvo en la Segunda Guerra Mundial, siendo capturado por soldados alemanes, y posteriormente acabó por presenciar, y obviamente sobrevivir, al bombardeo de la ciudad de Dresde por los aliados.

Tenemos la sensación de tener un libro dentro de un libro. Al mismo tiempo que los personajes se van mostrando, la historia va siguiendo en varios runos. Mejor, en muchos viajes.

Billy, el protagonista, no dio muy cierto como soldado y sus viajes en el tiempo y en el espacio nos muestran que, tal vez, él ha perdido un poco la razón. Él oscila entre su vida ahora con momentos después de la guerra en que estaba internado en el ala psiquiátrica del hospital y otros en que está en un zoológico en el planeta Tralfalmador – donde los locales lo visitan para saber más sobre los humanos.

Él va y vuelve en sus memorias desconexas y el número de muertes comentadas en ese libro aumenta a cada página. Sin embargo, cada vez que un muerto es citado -se lo que sea – humano, animal, planta – es siempre seguido por “cosas de la vida” – como si no importara o si fuera algo común. Esta es la mayor crítica de Vonnegut a la guerra porque esta es una actividad (y quizás la única) en que muertes se consideran efectos colaterales y no un error en sí – por lo demás, llegan a formar parte de la estrategia de victoria. El autor marque esto en nuestra cabeza hasta que el lector esté condicionado a no sentir pena de los que mueren de la misma forma que los soldados deben hacer.

Hablando en Vonnegut, fue un escritor estadounidense, de ascendencia germánica, que nació en 1922 y nos dejó en 2007. Autor de varias novelas, ensayos y obras de teatro. Después de formarse en química, se alistó en el ejército y combatió en la Segunda Guerra Mundial. Fue hecho prisionero de guerra, período en el que presenció el bombardeo de Dresde y quedó atrapado en un almacén subterráneo de carne. Esta experiencia vino a inspirar su libro. “Slaughterhouse-Five” (Matadero 5) fue publicado en 1969 y marcó – lectores y, por supuesto, su autor.

Con este libro, Vonnegut sacó a la luz uno de los (si no el) peor bombardeo de la Segunda Guerra. La destrucción de la bella ciudad de Dresde por la fuerza aérea norteamericana. Fue allí donde los aliados decidieron hacer una “operación ejemplar” contra los alemanes. Entre 13 y 15 de febrero de 1945, en cuatro ataques sorpresa, 1.300 bombarderos lanzaron más de 3.900 toneladas de dispositivos incendiarios y bombas altamente explosivas en la ciudad, la capital barroca del estado alemán de Sajonia. La tempestad de fuego resultante destruyó 39 kilómetros cuadrados del centro de la ciudad. El resultado fue la muerte de 135 mil personas (las cifras son imprecisas y van de 22 mil a 220 mil), la abrumadora mayoría mujeres, viejos y niños. Había pocos soldados en Dresde, pues era considerada como “ciudad abierta”, nombre que se daba a las ciudades que, por sus tesoros arquitectónicos, los dos lados concordaban en no bombardear. Pero aún así fue “pulverizada”. Después de todo, la guerra (en la práctica) no tiene reglamento, no tiene ni piedad.

Vale la pena la lectura. Vonnegut hace que la historia huya siempre del melodrama. Es irónico, satírico y delirante. Su personaje vuela por el tiempo, circula por la guerra, por la “manera” americana de vida y por el planeta de Tralfamador – que se encuentra a unos 718 cuatrillones de kilómetros de la Tierra. La maestría narrativa de Vonnegut pone al lector en alerta máxima permanente. La muerte circunda la historia hasta casi perder la importancia.

El libro fue adaptado para el cine y se estrenó en el año 1972. El director fue George Roy Hill y teniendo a Michael Sacks interpretando a Billy Pilgrim. Según la crítica: Es uno de los más niñitos y desesperados filmes gnósticos: sin salida, el hombre es prisionero en el tiempo y condenado por alienígenas a repetirlo por toda la eternidad. La película comienza en un momento en el futuro, donde Pilgrim mecanografía una carta al editor de un periódico con la famosa frase que abre el libro de Vonnegut: “” Escucha: Billie Pilgrim se está liberando en el tiempo. Pilgrim intenta explicar a todos su extraña condición adquirida después de haber sido abducido por seres alienígenos: él no sólo navega en el tiempo a través de los diversos momentos de su vida, pero todos los instantes se viven simultáneamente. Y … El resto, sólo ustedes viendo.

¿Qué tal? ¿Te gustó el post? Aprovecha el blog y lee la cantidad de mensajes que desea. Y deja tu comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, dejar una sugerencia. Nos veremos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

resumodopera.blogspot.com.br/2012/06/desafio-literario-2012-matadouro-5-kurt.html

pt.wikipedia.org/wiki/Kurt_Vonnegut

focoderesistencia.wordpress.com/2016/07/04/matadouro-5-kurt-vonnegut/

posfacio.com.br/2012/05/02/matadouro-5-kurt-vonnegut/

opoderosoresumao.com/livros/resenha-matadouro-5

pt.wikipedia.org/wiki/Bombardeamento_de_Dresden

en.wikipedia.org/wiki/Tralfamadore

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extincaodiscos.blogspot.com.br/2012/04/sabado-214-matadouro-5-cinextincao.html

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A Laranja distópica de Anthony Burgess

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Versão em português: A Laranja distópica de Anthony Burgess.

Depois do meu último post, em que mencionei o romance distópico escrito e publicado por John Anthony Burgess Wilson no ano de 1962, bateu uma “insanidade” para ler e escrever sobre o livro.

“A Clockwork Orange” (Laranja Mecânica) marcou uma época.  Melhor, marcou um século.  Quem da geração 70/80 não conhece o romance que virou filme e foi para lá de marcante (vale lembrar as bolinhas pretas* impostas pela censura militar).

*Censura: No Brasil, o filme entrou na lista de obras proibidas pela censura, fazendo com que os cinéfilos fossem assistir a polêmica obra em países vizinhos, como o Uruguai. Quando foi liberado, só conseguiu ser exibido nas salas com ridículas bolinhas pretas sobrepostas nas cenas de nudez.

stanley5

O protagonista, narrador e anti-herói Alexander DeLarge impressionou – e muito – por sua insanidade e frieza.  Em uma Londres do futuro (e que futuro) o adolescente Alex, é retratado como um sociopata que rouba, estupra, espanca e escolhe pessoas aleatoriamente, para sua própria diversão, também não mostrando nenhum remorso quando ele percebe que matou acidentalmente uma mulher quando estava tentando roubá-la. Intelectualmente, ele sabe que esse tipo de comportamento é errado, dizendo que “não se pode ter uma sociedade com todo mundo se comportando na minha maneira de noite”. No entanto, confessa ser um pouco confuso com as motivações daqueles que desejam reformá-lo e outros como ele, dizendo que nunca iria interferir com o seu desejo de ser bom, mas apenas que “irá para a outra loja.” Alex acredita que o mal é o estado natural de todos os seres humanos. Na escolha de ser mau, ele está escolhendo ser humano.  Alex e seus amigos se drogam com frequência e saem pelas ruas da cidade aprontando todas, desde bater em pessoas à invasões de domicílios.  Alex começa como um líder de gangue de quinze anos da “juventude moderna”. Ele fala “Nadsat”, linguagem criada pelo autor britânico que é baseado na mescla da língua russa e no cockney, o linguajar da classe operária britânica.

Em uma das muitas invasões domiciliares, a vida de Alex toma um novo rumo ao escutar sirenes policiais, e é nesta mesma noite que ele é traído pelos seus amigos (comparsas) e acaba indo preso e futuramente sendo condenado por homicídio. Após um tempo se adaptando (mais provável que não) à realidade da prisão, Alex conhece (e se oferece) um método chamado “Ludovico”, no qual a pessoa submete-se à assistir cenas de violenta com ganchos no olho, o que faz com que ele assista detalhadamente todas as cenas.  O Tratamento “Ludovico” é uma representação artística do fenômeno psicológico conhecido como condicionamento respondente.  O tratamento “funciona”, e Alex se torna incapaz de cometer outros crimes, mas o tratamento também o deixa com algumas sequelas psicológicas.  Até que… Bem, chega de spoilers.

O livro “A Clockwork Orange” é narrado de forma profunda. Podemos lê-lo como um livro de sociologia, onde há a possibilidade de analisar a violência das tribos urbanas, tentar entender, perceber e aceitar questões filosóficas existencialistas e muitos outros argumentos, que irão depender da mente das pessoas que o leem.  O livro de Burgess recebeu o “Prometheus Hall of Fame Award” em 2008.

Joker

O comportamento de Alex, de certa forma, nos remete a um certo Edwin, também conhecido como “Joker” (no Brasil, ele é o Coringa) – com um alter ego de nome Jack Napier.  O psicopata com um sentido de humor sádico e doentio nos dá calafrios. O olhar ao mesmo tempo insano e de raciocínio frio nos impressiona.  Muito!! Você percebe as semelhanças?

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Nas telonas tivemos a espetacular (e marcante) adaptação britânico-americano que veio a público em 1971, adaptado, produzido e dirigido por Stanley Kubrick (o mesmo de filmes como “2001, Uma Odisseia no Espaço” e “O Iluminado” e considerado um dos maiores cineastas da história) e tendo o personagem Alex sido interpretado por Malcolm McDowell (hoje, figurinha conhecida do cinema).

Uma cena antológica: A gangue de Alex rouba um carro, e seguem até o local onde o escritor F. Alexander mora e espancam-no a ponto dele quase perder a vida. Alex então estupra sua esposa enquanto canta “Singin’ in the Rain”.  O importante é isolar o comportamento e entender as nuances da cena.

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“Laranja Mecânica” é um “requerimento” pelo livre-arbítrio. Burgess preocupava-se com a ampla utilização do behaviorismo (teoria e método de investigação psicológica que procura examinar do modo mais objetivo o comportamento humano e dos animais, com ênfase nos fatos objetivos – estímulos e reações – sem fazer recurso à introspecção) em clínicas, consultórios e prisões. O aumento a delinquência juvenil tanto no ocidente capitalista quanto na Rússia soviética foi outro catalisador do livro cuja língua, inclusive, é um inglês russificado, de gírias abundantes.

Gangue

Palavras de Stanley Kubrick: “… Laranja Mecânica é uma sátira social lidando com a questão de saber se a psicologia comportamental e o condicionamento psicológico são as novas armas perigosas para um governo ditatorial usar para impor grandes controles sobre seus cidadãos, e transformá-los em pouco mais do que robôs.”

É uma obra atemporal, que trata de aspectos que sempre estão em alta nas discussões, desde críticas políticas até as tendências psicológicas e sociais,

O importante é entender que o livro é recomendado para todos os públicos, desde que estes tenham maturidade suficiente para entender a obra como uma distopia.  Então “Laranja Mecânica” é uma apologia da violência? Não. É mais um manifesto à liberdade.  Ninguém nega que a sociedade está violenta demais. Aliás, o mundo todo está cheio de guerras, genocídios e violência urbana.  Mas será que é isso mesmo que queremos – a paz a qualquer custo? Nós não somos seres humanos, criaturas contraditórias, que criam e destroem, gozam e sofrem, desejam e rejeitam tudo ao mesmo tempo?  Para o Anthony Burgess, “É melhor ser mau a partir do próprio livre-arbítrio do que ser bom por meio de lavagem cerebral científica.”

Em resumo: Este é um livro para pensar.  Não enxergar exclusivamente a violência, mas buscar entender tudo o que ocorre com e ao redor do personagem.  Reforçando que devemos ter em mente que está é uma ficção distópica – mas algumas lições devem ser tiradas.

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: La Naranja distópica de Anthony Burgess.

Después de mi último post, en el que mencioné el romance distópico escrito y publicado por John Anthony Burgess Wilson en el año 1962, golpeó una “locura” para leer y escribir sobre el libro.

“Clockwork Orange” (Naranja Mecánica) marcó una época. Mejor, marcó un siglo. Quien de la generación 70/80 no conoce la novela que se convirtió en película y fue para allá de marcante (vale recordar las bolitas negras * impuestas por la censura militar).

*Censura: En Brasil, la película entró en la lista de obras prohibidas por la censura, haciendo que los cinéfilos fueran a ver la polémica obra en países vecinos, como Uruguay. Cuando fue liberado, sólo logró ser exhibido en las salas con ridículas bolitas negras superpuestas en las escenas de desnudos.

El protagonista, narrador y anti-héroe Alexander DeLarge impresionó – y mucho – por su insanidad y frialdad. En una Londres del futuro (y qué futuro) el adolescente Alex, es retratado como un sociópata que roba, golpea, golpea y escoge a las personas aleatoriamente, para su propia diversión, tampoco mostrando ningún remordimiento cuando se da cuenta de que mató accidentalmente a una mujer cuando estaba tratando de robarla. Intelectualmente, él sabe que ese tipo de comportamiento es incorrecto, diciendo que “no se puede tener una sociedad con todo el mundo comportándose en mi manera de noche”. Sin embargo, confiesa ser un poco confuso con las motivaciones de aquellos que desean reformarlo y otros como él, diciendo que nunca interferirá con su deseo de ser bueno, pero sólo que “irá a la otra tienda.” Alex cree que el mal es el estado natural de todos los seres humanos. En la elección de ser malo, él está eligiendo ser humano. Alex y sus amigos se drogan con frecuencia y salen por las calles de la ciudad apuntando a todas, desde golpe a personas a las invasiones de domicilios. Alex comienza como un líder de pandilla de quince años de la “juventud moderna”. “Habla” Nadsat “, lenguaje creada por el autor británico que se basa en la mezcla de la lengua rusa y el cockney, el lenguaje de la clase obrera británica.

En una de las muchas invasiones domiciliares, la vida de Alex toma un nuevo rumbo al escuchar sirenas policiales, y es esta misma noche que él es traicionado por sus amigos (comparsas) y termina siendo arrestado y en el futuro siendo condenado por homicidio. Después de un tiempo adaptando (más probable que no) a la realidad de la prisión, Alex conoce (y se ofrece) un método llamado “Ludovico”, en el cual la persona se somete a ver escenas de violenta con ganchos en el ojo, lo que hace con el que asista detalladamente todas las escenas. El tratamiento “Ludovico” es una representación artística del fenómeno psicológico conocido como condicionamiento respondedor. El tratamiento “funciona”, y Alex se vuelve incapaz de cometer otros delitos, pero el tratamiento también lo deja con algunas secuelas psicológicas. Hasta que … Bueno, llega de spoilers.

El libro “A Clockwork Orange” es narrado de forma profunda. Podemos leerlo como un libro de sociología, donde hay la posibilidad de analizar la violencia de las tribus urbanas, intentar entender, percibir y aceptar cuestiones filosóficas existencialistas y muchos otros argumentos, que dependerá de la mente de las personas que lo leen. El libro de Burgess recibió el “Prometheus Hall of Fame Award” en 2008.

El comportamiento de Alex, en cierto modo, nos remite a un cierto Edwin, también conocido como “Joker” (en Brasil, él es el Joker) – con un alter ego de nombre Jack Napier. El psicópata con un sentido del humor sádico y enfermo nos da escalofríos. La mirada al mismo tiempo insana y de raciocinio frío nos impresiona. ¡Muy bien! ¿Usted percibe las semejanzas?

En las telones tuvimos la espectacular (y marcante) adaptación británico-estadounidense que vino a la audiencia en 1971, adaptado, producido y dirigido por Stanley Kubrick (el mismo de películas como “2001, Una Odisea en el espacio” y “El Iluminado” y considerado uno de los mayores cineastas de la historia) y teniendo el personaje Alex fue interpretado por Malcolm McDowell (hoy, figurita conocida del cine).

Una escena antológica: La banda de Alex roba un coche, y siguen hasta el lugar donde el escritor F. Alexander vive y lo golpean a punto de él casi perder la vida. Alex entonces violó a su esposa mientras canta “Singin ‘in the Rain”. Lo importante, es aislar el comportamiento y entender los matices de la escena.

“Naranja Mecánica” es un “requerimiento” por el libre albedrío. Burgess se preocupaba por la amplia utilización del conductismo (teoría y método de investigación psicológica que busca examinar del modo más objetivo el comportamiento humano y de los animales, con énfasis en los hechos objetivos – estímulos y reacciones – sin recurrir a la introspección) en clínicas, consultorios y prisiones. El aumento de la delincuencia juvenil tanto en el occidente capitalista y en la Rusia soviética fue otro catalizador del libro cuya lengua, incluso, es un inglés ruso, de jerga abundante.

Las palabras de Stanley Kubrick: “… Naranja Mecánica es una sátira social que se ocupa de la cuestión de si la psicología conductual y el condicionamiento psicológico son las nuevas armas peligrosas para un gobierno dictatorial usar para imponer grandes controles sobre sus ciudadanos, en poco más que robots.

Es una obra atemporal, que trata de aspectos que siempre están al alza en las discusiones, desde críticas políticas hasta las tendencias psicológicas y sociales,

Lo importante es entender que el libro es recomendado para todos los públicos, siempre que éstos tengan madurez suficiente para entender la obra como una distopía. ¿Entonces “Naranja Mecánica” es una apología de la violencia? No es otro manifiesto a la libertad. Nadie niega que la sociedad es demasiado violenta. Además, todo el mundo está lleno de guerras, genocidios y violencia urbana. Pero, ¿es eso lo que queremos – la paz a toda costa? ¿No somos seres humanos, criaturas contradictorias, que crean y destruyen, gozan y sufren, desean y rechazan todo al mismo tiempo? Para Anthony Burgess, “Es mejor ser malo desde el propio libre albedrío que ser bueno a través del lavado de cerebro científico.”

En resumen: Este es un libro para pensar. No ver exclusivamente la violencia, sino buscar entender todo lo que ocurre con y alrededor del personaje. Reforzando que debemos tener en mente que está es una ficción distópica, pero algunas lecciones deben ser tomadas.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

sobresagas.com/resenha-laranja-mecanica-de-anthony-burgess/

pt.wikipedia.org/wiki/Alex_(Laranja_Mecânica)

pt.wikipedia.org/wiki/Anthony_Burgess

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sindicatonerd.com.br/revelado-nome-de-um-dos-tres-coringas-presentes-no-universo-dc/

pt.wikipedia.org/wiki/Joker_(DC_Comics)#/media/File:Joker_(DC_Comics).jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Joker_(DC_Comics)

anthonyburgess.org/

s2.glbimg.com/EkoA59eSG6oSiKBGjRuFZhWZsUw=/smart/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2016/10/24/coringa.jpg

lerantesdemorrer.com/laranja-mecanica/

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cinema.uol.com.br/album/2013/04/25/conheca-15-detalhes-do-polemico-laranja-mecanica-de-stanley-kubrick.htm?mode=list&foto=5

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pt.wikipedia.org/wiki/Laranja_Mecânica_(filme)

pt.wikipedia.org/wiki/Nadsat

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A Vingança impera no Reinado de Espinhos de Mark Lawrence

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Versão em português: A Vingança impera no Reinado de Espinhos de Mark Lawrence.

Vingança!!! Está foi a inspiração para uma trilogia que mexeu com o mundo da LitFan.  Das mãos de um novato.  Um autor nascido nos Estados Unidos, mas que, muito novo, se mudou com os pais (ambos britânicos) para a Inglaterra.  O nome deste: Mark Lawrence.

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Lawrence trabalha como cientista de pesquisa no campo da inteligência artificial e ocupou o nível secreto dos governos dos EUA e do Reino Unido.  O autor disse que sua vida se situa no trabalho de pesquisa e cuidando se sua filha menor e que escreve algumas estórias.  Diz que foi inspirado por George Martin a escrever uma fantasia mais realista.  O primeiro trabalho de Lawrence, “Prince of Thorns” (tradução literal “Príncipe dos Espinhos), foi publicado em agosto de 2011 e foi finalista no Prêmio Goodreads Choice para o “Best Fantasy 2011, foi finalista do prêmio “Morningstar David Gemmell” em 2012 e listado para o Prix Imaginales (Roman étranger) em 2013. “Prince of Thorns” também foi uma das “Best Fantasy Releases” de Barnes & Noble 2011.

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Ainda criança, o príncipe Honório Jorg Ancrath testemunhou o brutal assassinato da Rainha mãe e de o seu irmão caçula, William – por ordens do Conde Renar. Jorg não conseguiu defender sua família, nem tampouco fugir do horror. Jogado à sorte num arbusto de roseira-brava, ele permaneceu imobilizado pelos espinhos que rasgavam profundamente sua pele, e sua alma. O pior de tudo isso foi ver seu pai sem nenhuma intenção de cobrar justiça pela morte da esposa. Cheio de um ódio mortal dentro de si Jorg resolveu ele mesmo vingar as mortes. Para isso, acabou soltando do calabouço do castelo homens que estavam prestes a serem mortos por ordem do Rei, seu próprio pai. E cada vez mais seu desejo de vingança e poder aumentava.

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Vagando pelas estradas do Império Destruído, Jorg Ancrath lidera uma irmandade de assassinos e seguem saqueando, matando, estuprando e espalhando o terror.  Jorg tem 13 anos e, há quatro, está na estrada com seus irmãos: uma coluna de mercenários destinados a correr entre os reinos do império. A sede de sangue de Jorg não parece ter fim e, o que começou como a busca por vingança pela morte do irmão caçula e da mãe, transforma-se em meio à ambição de tomar o trono do império.

Jorg

Jorg conheceu a dor e a crueldade do mundo, ele viu pessoas que ela amava morrer, ele viu o quanto isso importava para os demais (ou melhor, quanto não importava). Depois disso, viveu na estrada, em meio a homens com moral dúbia, com um senso de certo e errado completamente deturpado.  É um insano, mas ele não vive no nosso mundo, na nossa realidade. Ele vive em um mundo onde você pode morrer a qualquer momento, em um mundo com uma magia incerta, com pessoas poderosas que não hesitam em usar os outros como peões.  Assim, é de se esperar que ele veja tudo como um jogo e esteja disposto a sacrificar o que for preciso para conquistar seus objetivos.  A escrita de Lawrence te deixa a cada capítulo com a sensação de que alguém pode morrer e como poderia ser se fosse um dos seus personagens queridos?

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O autor conta que seu personagem Jorg foi inspirado por Alex DeLarge do livro de Anthony Burgess “A Clockwork Orange” (Laranja Mecânica), publicado em 1962.  Alex é o protagonista, narrador e anti-herói adolescente. Ele narra suas aventuras violentas usando uma linguagem de gírias chamada de “Nadsat”, levando sua gangue de drugues (gíria para amigos) em farras de “ultraviolência”. Filho único, Alex vive em um apartamento com seus pais humildes e amorosos, que parecem desconhecer o seu estilo de vida criminal. Aficionado em violência e música clássica, ele corre solto pelas ruas de Londres com sua gangue.

Broken-Empire

Lawrence diz que nunca teve qualquer ambição de ser um escritor, de modo que ficou muito surpreso quando uma tentativa de encontrar um agente transformou-se em um contrato de publicação global durante a noite. Sua primeira trilogia, “The Broken Emprire” (no Brasil lançada como Trilogia dos Espinhos), foi universalmente aclamada como um trabalho inovador de fantasia.  O segundo livro da série é “King of Thorns” (tradução literal “Rei de Espinhos”) publicado em agosto de 2012 e o terceiro livro é “Emperor of Thorns” (tradução literal “Imperador de Espinhos”)

Curiosidade: Lawrence dedica muito de seu tempo para cuidar de sua filha mais nova, com deficiência, Celyn, e por essa razão ele não viaja para promover seus livros ou participar de convenções.

Para terminar, um trechinho do primeiro livro que reflete o modo de pensar de Jorg:

Texto

xadrez

“Os espinhos me ensinaram o jogo. Fizeram-me entender o que todos esses homens sérios e carrancudos que lutaram na Guerra Centenária ainda precisam aprender. Você só pode vencer o jogo quando entende que se trata de um jogo. Deixe um homem jogar xadrez e diga a ele que todos os peões são seus amigos. Diga que ambos os bispos são santos. Faça-o lembrar de dias felizes à sombra das torres. Deixe-o amar sua rainha. Veja-o perder tudo.”

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: La venganza impera en el reinado de espinas de Mark Lawrence.

¡Venganza! Fue la inspiración para una trilogía que movió con el mundo de LitFan. De las manos de un principiante. Un autor nacido en Estados Unidos, pero que, muy joven, se mudó con los padres (ambos británicos) a Inglaterra. El nombre de éste: Mark Lawrence.

Lawrence trabaja como científico de investigación en el campo de la inteligencia artificial y ocupó el nivel secreto de los gobiernos de Estados Unidos y del Reino Unido. El autor dijo que su vida se sitúa en el trabajo de investigación y cuidando si su hija menor y que escribe algunas historias. Dice que fue inspirado por George Martin a escribir una fantasía más realista. El primer trabajo de Lawrence, “Prince of Thorns”, fue publicado en agosto de 2011 y fue finalista en el Premio Goodreads Choice para el “Best Fantasy 2011, fue finalista del premio” Morningstar David Gemmell ” Y el primero para el Prix Imaginales (Roman étranger) en 2013. “Prince of Thorns” también fue una de las “Best Fantasy Releases” de Barnes & Noble 2011.

El príncipe Honorio Jorg Ancrath presenció el brutal asesinato de la reina madre y de su hermano menor, William, por órdenes del Conde Renar. Jorg no consiguió defender a su familia, ni tampoco huir del horror. Jugado a la suerte en un arbusto de rosal brava, permaneció inmovilizado por las espinas que rasgaban profundamente su piel, y su alma. Lo peor de todo esto fue ver a su padre sin ninguna intención de cobrar justicia por la muerte de su esposa. Lleno de un odio mortal dentro de sí, Jorg resolvió él mismo vengar las muertes. Para eso, acabó soltando del calabozo del castillo hombres que estaban a punto de ser muertos por orden del Rey, su propio padre. Y cada vez más su deseo de venganza y poder aumentaba. Vagando por las carreteras del Imperio Destruido, Jorg Ancrath encabeza una hermandad de asesinos y sigue saqueando, matando, violando y esparciendo el terror. Jorg tiene 13 años y, hay cuatro, está en la carretera con sus hermanos: una columna de mercenarios destinados a correr entre los reinos del imperio. La sed de sangre de Jorg no parece tener fin y, lo que comenzó como la búsqueda de venganza por la muerte del hermano menor y de la madre, se transforma en medio de la ambición de tomar el trono del imperio.

Jorg conoció el dolor y la crueldad del mundo, él vio a las personas que amaba morir, él vio cuánto importaba para los demás (o mejor, cuánto no importaba). Después de eso, vivió en la carretera, en medio de hombres con moral dudosa, con un sentido de cierto e incorrecto completamente desvirtuado. Es un insano, pero él no vive en nuestro mundo, en nuestra realidad. Él vive en un mundo donde usted puede morir en cualquier momento, en un mundo con una magia incierta, con personas poderosas que no dudan en usar a otros como peones. Así, es de esperar que él vea todo como un juego y esté dispuesto a sacrificar lo que sea necesario para conquistar sus objetivos. La escritura de Lawrence te deja a cada capítulo con la sensación de que alguien puede morir y cómo podría ser si fuera uno de sus personajes queridos?

El autor cuenta que su personaje Jorg fue inspirado por Alex DeLarge del libro de Anthony Burgess “A Clockwork Orange” (Naranja Mecánica), publicado en 1962. Alex es el protagonista, narrador y anti-héroe adolescente. Narra sus aventuras violentas usando un lenguaje de jerga llamado “Nadsat”, llevando a su banda de drogas (jerga para amigos) en farras de “ultraviolencia”. Hijo único, Alex vive en un apartamento con sus padres humildes y amorosos, que parecen desconocer su estilo de vida criminal. Aficionado a la violencia y la música clásica, corre por las calles de Londres con su banda.

Lawrence dice que nunca tuvo ninguna ambición de ser un escritor, de modo que se sorprendió cuando un intento de encontrar un agente se transformó en un contrato de publicación global durante la noche. Su primera trilogía, “The Broken Emprire” (en Brasil lanzada como Trilogía de los espinos), fue universalmente aclamada como un trabajo innovador de fantasía. El segundo libro de la serie es “King of Thorns”, publicado en agosto de 2012 y el tercer libro es “Emperor of Thorns” (traducción literal “Emperador de espinas”)

Curiosidad: Lawrence dedica mucho de su tiempo para cuidar de su hija menor, con discapacidad, Celyn, y por esa razón él no viaja para promover sus libros o participar en convenciones.

Para terminar, un trecho del primer libro que refleja el modo de pensar de Jorg:

 

“Las espinas me enseñaron el juego, me hicieron entender lo que todos esos hombres serios y carrancudos que lucharon en la Guerra Centenaria todavía necesitan aprender, usted sólo puede vencer el juego cuando entiende que se trata de un juego, deje a un hombre jugar ajedrez y ajedrez le dice a él que todos los peones son sus amigos, dígale que ambos obispos son santos, hágale recordar los días felices a la sombra de las torres, déjelo amar a su reina, vele perder todo”

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/Mark_Lawrence

minhacontracapa.com.br/2016/04/resenha-prince-of-thorns/

marklawrence.buzz/about-the-author/

vestigiodelivros.com.br/2016/03/resenha-trilogia-dos-espinhos-prince-of.html

dragonmountbooks.wordpress.com/2013/10/02/entrevista-com-mark-lawrence-autor-de-prince-of-thorns/

noticiasdezallar.files.wordpress.com/2016/06/sem-tc3adtulo7.png?w=640

en.wikipedia.org/wiki/Mark_Lawrence_(author)

mark—lawrence.blogspot.com.br/

novonerd.xpg.uol.com.br/a-decepcao-de-prince-of-thorns/

queriaestarlendo.com.br/2015/04/resenha-prince-of-thorns.html

pt.wikipedia.org/wiki/Alex_(Laranja_Mecânica)

cdna.artstation.com/p/assets/images/images/001/403/098/large/kristina-kantikas-alex-delarge-back.jpg?1445829061

fabricadosconvites.blogspot.com.br/2015/08/resenha-prince-of-thorns-13.html?m=1#!

pt.wikipedia.org/wiki/Anthony_Burgess

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pt.wikipedia.org/wiki/Trilogia_dos_Espinhos

excalibooks.blogspot.com.br/2016/05/resenha-trilogia-dos-espinhos-prince-of_29.html

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A Rainha Vermelha de Victoria Aveyard

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A Rainha Vermelha de Victoria Aveyard.

No post de hoje, vamos falar sobre uma “figura fácil” na lista dos mais vendidos nos jornais “The New York Times” e “Los Angeles Times”. Uma autora que é considerada uma das seis melhores estreantes em 2015 pela American Booksellers Association. Uma autora que vende muito, ganha prêmios e emociona multidões.

Respeitável público!!! E com vocês, Victoria Aveyard.

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A americana Victoria, que tem somente 27 anos, se destacou logo no seu primeiro romance – “Red Queen” (Rainha Vermelha).  foi publicado em fevereiro de 2015.

Suas continuações são “Glass Sword” (Espada de Vidro), publicado em 2016, e “King’s Cage” (A Prisão do Rei), publicado em 2017, e temos uma prequel (com base em dois contos) “Cruel Crown” (Coroa Cruel) publicada em 2016.  Red Queen ganhou o Prêmio de “Goodreads Choice” 2015 para o Debut Goodreads Author e foi nomeado para o Prêmio de Edição Goodreads de 2015 para Young Adult (Jovens Adultos) de Fantasia e Ficção Científica.

Cereja-universo

O mundo é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado.

Isso mesmo! O mundo, criado por Aveyard, é dividido em dois grupos: as pessoas com sangue vermelho e com sangue prateado, sendo este último é formado por portadores de poderes sobrenaturais, que são considerados quase deuses. Mare Barrow é um vermelho que vive com seus pais e sua irmã mais nova, Gisa. Seus três irmãos mais velhos, Bree, Tramy e Shade, foram “recrutados” e servem na linha de frente de uma guerra entre o Reino das Lakelands, no norte, e a pátria de Barrow, o Reino de Norta.

Reino Norda

Norta é atualmente governada pelo rei Tiberius Calore VI, um dos muitos Silvers (prateados) com poderes sobrenaturais que permitem a ele e aos demais, que também possuem poderes sobrenaturais, dominar os Reds (vermelhos) mais numerosos, mas impotentes. Mare está com ciúmes de sua irmã por causa de sua beleza, o amor de seus pais, e porque ela tem um emprego, o que significa que não haverá “recrutamento” (para a guerra) para ela. Diferente de sua irmã caçula, a única coisa que Mare sabe fazer é roubar e, com dezessete anos, ansiar pelo dia em que se juntará aos seus irmãos que foram recrutados para a guerra. Quando ela descobre que seu melhor amigo, Kilorn Warren (a quem ela ama como um irmão) será recrutado, ela planeja uma fuga e …  As coisas não saem como ela espera.  Mare conhece Cal, um atraente rapaz que escuta ela falar dos seus problemas e depois a leva para casa deixando algum dinheiro para ajudar. No dia seguinte, um guarda aparece em sua porta pela levá-la ao Palacete o Sol, uma das residências temporárias do governo. Mare agora faz parte do corpo de criados do palácio e descobre que Cal é na verdade o príncipe Tiberias Calore VII, e que deseja protegê-la do recrutamento, Mas no seu primeiro dia de trabalho, um evento fatídico, um acidente que seria fatal acaba revelando que ela é mais que uma simples vermelha. Mare descobre-se uma eletrocinética e joga um raio na noiva de Cal, Evangeline Samos. Ela é capturada, mas o rei com medo de que as pessoas descubram que uma Reds tem poderes, faz de Mare a noiva de seu segundo filho, o tímido Maven, e, além disso, tem o seu nome mudado para Mareena Titanos e como se isto tudo não fosse o suficiente ganha uma nova história de vida: Filha de um General Prateado morto na zona de guerra que foi adotada por uma família de Vermelhos. E, assim, ela se vê dentro do palácio real exercendo um papel que jamais quis: a de uma nobre Silver (prateada).  E…

Distopia

Todo o enredo gira em torno desta sociedade distópica (são geralmente caracterizadas pelo totalitarismo, autoritarismo, por opressivo controle da sociedade) que utiliza o sistema monarca. Os reis e nobres são da linhagem prata, cor do sangue que os define socialmente e que também os caracteriza como seres especiais. Os Silvers são comumente conhecidos como descendentes dos deuses, afinal de acordo com sua linhagem (cada grande família possui um dom especial) eles podem: manipular o fogo, a água, o ar, a eletricidade, as plantas, o ferro ou inúmeros outros elementos. Eles são fortes, poderosos e temidos pelos que não possuem poderes, os de sangue vermelho – Reds. Grande parte da população é sangue vermelho: pobres que vivem, direta ou indiretamente, a serviço dos caprichos dos prateados. E o problema é que eles não podem reclamar da vida que levam, pois sabem que nunca ganhariam uma luta contra um prateado. Ou melhor, isso é o que todos pensam até a aparição de Mare Barrow, uma jovem de sangue vermelho com poderes dignos de um prateado – até superiores. Ela é uma jovem ladra que rouba para cuidar da família, um sangue vermelho que não possui grandes esperanças para o futuro, uma serva que ao ir trabalhar no palácio real acaba descobrindo a possibilidade de ser alguém diferente: uma raridade, uma ameaça à nobreza, e até mesmo um símbolo de rebelião. Mare é diferente e isso vai assustar muita gente, principalmente a nobreza. Exatamente por isso, por ser temida, a jovem é jogada em uma aventura cheia de intrigas, manipulações, aventuras e romances.

Scarlet Guard

“Apimentando” a relação com a monarquia, temos a Guarda Escarlate – um grupo composto por rebeldes Vermelhos que desejam reivindicar igualdade entre seu povo e os Prateados.

Mare

Mare é uma protagonista com a língua afiada, que não abaixa a cabeça porque é o que esperam dela. Ela acaba se envolvendo em um pequeno triangulo amoroso com os dois príncipes de Norta – Cal e Maven. – e acaba se tornando noiva deste último.

A Rainha Vermelha é um livro difícil de definir em palavras. A sensação é que ao mesclar inúmeros clichês da literatura juvenil, a autora conseguiu criar algo surpreendentemente inovador. A história tem aventura, triângulo amoroso, uma personagem principal forte e decidida, e uma trama repleta de reflexões sociais: abuso de poder, segregação racial, exibições políticas que colaboram para manter a população sob as garras dos soberanos, e a ameaça constante de uma revolução populacional… Ou seja, tudo o que comumente vemos nas distopias atuais – chega até a perecer nossa vida real, sem a heroína. Entretanto, o diferencial da obra está na escrita da autora.  Em suma o livro é uma mistura perfeita de grandes trilogias e sagas de sucesso.

Capa

Victoria formou-se como roteirista e tenta combinar seu amor por história, explosões e heroínas fortes na sua escrita. Seus hobbies incluem a tarefa impossível de prever o que vai acontecer em “As Crônicas de Gelo e Fogo”.  O primeiro livro da autora foi aclamado por alguns críticos e nem tanto por outros.

Curiosidade: A Rainha Vermelha teve seus direitos televisivos comprados pela Universal Pictures, antes mesmo de chegar às livrarias.  Show!!

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Jota Cortizo

Versión española: La Reina Roja de Victoria Aveyard.

En el post de hoy, vamos hablar sobre una “figura fácil” en la lista de los más vendidos en los diarios “The New York Times” y “Los Angeles Times”. Una autora que es considerada una de las mejores estrellas de 2015 por la American Booksellers Association. Una autora que vende mucho, gana premios y emociona multitud de personas.

Respetable público !!! E con vosotros, Victoria Aveyard.

La americana Victoria, que tiene sólo 27 años, se destacó luego en su primera novela – “Red Queen” (Reina Roja). Fue publicado en febrero de 2015. Sus continuaciones son “Glass Sword”, publicado en 2016, y “King’s Cage”, publicado en 2017, y tenemos una precuela (basada en dos cuentos “Cruel Crown” (Corona Cruel) publicada en 2016. Red Queen ganó el premio de “Goodreads Choice” 2015 para el Debut Goodreads Author y fue nominado para el Premio de Edición Goodreads de 2015 para Young Adult (Jóvenes Adultos) de Fantasía y Ciencia ficción.

El mundo está dividido por la sangre: rojo o plateado.

¡Eso mismo! El mundo, creado por Aveyard, se divide en dos grupos: las personas con sangre roja y con sangre plateada, siendo este último formado por portadores de poderes sobrenaturales, que se consideran casi dioses. Mare Barrow es un rojo que vive con sus padres y su hermana menor, Gisa. Sus tres hermanos mayores, Bree, Tramy y Shade, fueron “reclutados” y sirven en la línea de frente de una guerra entre el Reino de Lakelands, en el norte, y la patria de Barrow, el Reino de Norta. Norta es actualmente gobernada por el rey Tiberius Calore VI, uno de los muchos Silvers (plateados) con poderes sobrenaturales que le permiten a él ya los demás, que también poseen poderes sobrenaturales, dominar a los Reds (rojos) más numerosos, pero impotentes. Mare está con celos de su hermana a causa de su belleza, el amor de sus padres, y porque ella tiene un empleo, lo que significa que no habrá “reclutamiento” (para la guerra) para ella. A diferencia de su hermana menor, la única cosa que Mare sabe hacer es robar y, con diecisiete años, ansiar por el día en que se unirá a sus hermanos que fueron reclutados para la guerra. Cuando ella descubre que su mejor amigo, Kilorn Warren (a quien ella ama como un hermano) será reclutado, ella planea una fuga y… Las cosas no salen como ella espera. Mare conoce a Cal, un atractivo chico que le escucha hablar de sus problemas y luego la lleva a casa dejando algún dinero para ayudar. Al día siguiente, un guardia aparece en su puerta por llevarla al Palacete el Sol, una de las residencias temporales del gobierno. Ahora es parte del cuerpo de los criados del palacio y descubre que Cal es en realidad el príncipe Tiberias Calore VII, y que desea protegerla del reclutamiento, Pero en su primer día de trabajo, un evento fatídico, un accidente que sería fatal acaba Revelando que es más que una simple roja. Mare se descubre una electrocinética y juega un rayo en la novia de Cal, Evangeline Samos. Ella es capturada, pero el rey con miedo de que la gente descubra que una Reds tiene poderes, hace de Mare la novia de su segundo hijo, el tímido Maven, y, además, tiene su nombre cambiado a Mareena Titanos y como si Todo esto no era suficiente para ganar una nueva historia de vida: Hija de un general plateado muerto en la zona de guerra que fue adoptada por una familia de rojos. Y así, ella se ve dentro del palacio real ejerciendo un papel que jamás quiso: la de una noble plata (plateada). Y…

Toda la trama gira en torno a esta sociedad distópica (generalmente se caracteriza por el totalitarismo, el autoritarismo, el opresivo control de la sociedad) que utiliza el sistema monarca. Los reyes y nobles son del linaje plata, color de la sangre que los define socialmente y que también los caracteriza como seres especiales. Los Silvers son comúnmente conocidos como descendientes de los dioses, después de acuerdo con su linaje (cada gran familia posee un don especial) ellos pueden: manipular el fuego, el agua, el aire, la electricidad, las plantas, el hierro o muchos otros elementos. Son fuertes, poderosos y temidos por los que no poseen poderes, los de sangre roja – Reds. Gran parte de la población es sangre roja: pobres que viven, directa o indirectamente, al servicio de los caprichos de los plateados. Y el problema es que no pueden quejarse de la vida que llevan, pues saben que nunca ganaría una lucha contra un plateado. O mejor, eso es lo que todos piensan hasta la aparición de Mare Barrow, una joven de sangre roja con poderes dignos de un plateado – hasta superiores. Ella es una joven ladron que roba para cuidar de la familia, una sangre roja que no tiene grandes esperanzas para el futuro, una sierva que al ir a trabajar en el palacio real acaba descubriendo la posibilidad de ser alguien diferente: una rareza, una amenaza a la nobleza, E incluso un símbolo de rebelión. Mare es diferente y eso va a asustar a mucha gente, principalmente a la nobleza. Por eso, por temor, la joven se juega en una aventura llena de intrigas, manipulaciones, aventuras y romances. “Apimientando” la relación con la monarquía, tenemos a la Guardia Escarlata-un grupo compuesto por rebeldes rojos que desean reivindicar igualdad entre su pueblo y los plateados.

Mare es una protagonista con una lengua afilada, que no baja la cabeza porque es lo que esperamos. Ella acaba de involucrarse en un pequeño triángulo amoroso con dos príncipes de Norta – Cal e Maven. – e Mare es una protagonista con la lengua afilada, que no baja la cabeza porque es lo que esperan de ella. Ella termina envolviéndose en un pequeño triángulo amoroso con los dos príncipes de Norta – Cal y Maven. – y se convierte en novia de este último.

La Reina Roja es un libro difícil de definir en palabras. La sensación es que al mezclar innumerables clichés de la literatura juvenil, la autora consiguió crear algo sorprendentemente innovador. La historia tiene aventura, triángulo amoroso, un personaje principal fuerte y decidido, y una trama repleta de reflexiones sociales: abuso de poder, segregación racial, exhibiciones políticas que colaboran para mantener a la población bajo las garras de los soberanos, y la amenaza constante de una Revolución poblacional… Es decir, todo lo que comúnmente vemos en las distopias actuales – llega hasta perecer nuestra vida real, sin la heroína. Sin embargo, el diferencial de la obra está en la escritura de la autora. En resumen el libro es una mezcla perfecta de grandes trilogías y sagas de éxito.

Victoria se formó como guionista e intenta combinar su amor por historia, explosiones y heroínas fuertes en su escritura. Sus pasatiempos incluyen la tarea imposible de predecir lo que va a suceder en “Las Crónicas de Hielo y Fuego”. El primer libro de la autora fue aclamado por algunos críticos y no tanto por otros.

Curiosidad: La Reina Roja tuvo sus derechos televisivos comprados por Universal Pictures, antes incluso de llegar a las librerías. ¡El show!¡¡Espectáculo!!

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

victoriaaveyard.com/

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blog.estantevirtual.com.br/2017/05/31/5-livros-para-quem-ama-victoria-aveyard/

pensador.com/melhores_livros_de_fantasia/

images.gr-assets.com/books/1449778912l/22328546.jpg

livrosechocolatequente.com.br/2015/06/resenha-rainha-vermelha.html

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maisquelivros.com/2017/05/resenha-rainha-vermelha-victoria-aveyard.html

images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/41iMgBfseNL._AC_UL320_SR208,320_.jpg

mundodoslivros.com/2015/06/resenha-rainha-vermelha-por-victoria.html

en.wikipedia.org/wiki/Red_Queen_(novel)

leitoresdepressivos.com/wp-content/uploads/2015/08/Victoria-Aveyard_author-photo-copy-5.jpg

livrosefuxicos.com/2015/09/resenha-rainha-vermelha-victoria-aveyard.html#.WaGq5j6GPIU

en.wikipedia.org/wiki/Victoria_Aveyard

draftsofgeovana.files.wordpress.com/2014/06/bc839-disto.png?w=726&h=520

adiccion-literaria.blogspot.com.br/2017/06/todo-ardera-con-el-proximo-lanzamiento.html

lapiselivros.blogspot.com.br/2016/09/ordem-de-leitura-serie-rainha-vermelha.html

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pt.wikipedia.org/wiki/A_Rainha_Vermelha

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poltronanerd.com.br/site/colunas/review-a-rainha-vermelha-uma-distopia-que-aperfeicoou-as-demais-14886

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A Magia e a Investigação nas linhas de Jim Butcher

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Versão em português: A Magia e a Investigação nas linhas de Jim Butcher.

O que você faria se tivesse que recorrer a um detetive particular… Que fosse um mago?  Para saber isso e muito mais, você tem que conhecer H.Dresden.

Dresden 2

Business Card 1

Harry Blackstone Copperfield Dresden investigador particular e consultor do Departamento de Investigação Especial da Polícia de Chicago para crimes estranhos – melhor dizendo, paranormais.  Ele é o único consultor bruxo (ou mago) que aceitas casos sobrenaturais de clientes humanos ou não.  Dresden e outros personagens você vai encontrar nas linhas do americano Jim Butcher.

Jim Butcher

Butcher nasceu no Missouri, em 1971. Ele é o mais novo de três filhos, tendo duas irmãs mais velhas. Quando criança, enquanto ele estava doente de garganta, as irmãs apresentaram-no aos romances “The Lord of the Rings” e “The Han Solo Adventures” para passar o tempo, começando assim seu fascínio pela fantasia e ficção científica.  Como adolescente, ele completou seu primeiro romance e começou a se tornar um escritor. Depois de muitas tentativas mal sucedidas de entrar no gênero de fantasia tradicional (ele cita JRR Tolkien, Lloyd Alexander e CS Lewis, entre outros, como influências principais), ele escreveu o primeiro livro que apresentou ao mundo o detetive/bruxo Harry Dresden.  “Storm Frontem” (Frente de Tempestade) foi o primeiro livro da série “The Dresden Files” (Os Arquivos de Dresden) – e começou como um exercício para um curso de escrita em 1996 aos 25 anos.  O romance foi publicado em abril de 2000 e agradou em cheio a todos.

Voltando ao nosso herói, Harry Dresden é o melhor no que faz. Bem, tecnicamente, ele é o único a fazer esse trabalho. Então quando a polícia de Chicago se depara com um caso que transcende a criatividade ou capacidade humana, eles vêm até ele para obter respostas. O mundo cotidiano está na verdade cheio de seres estranhos e mágicos – e a maioria desses seres não se dá muito bem com humanos. É aí que Harry entra. Afinal é preciso um mago para agarrar – bem, qualquer tipo de coisa. Só existe um probleminha. Os negócios, para colocar em meio-termo, não vão nada bem. Então quando a polícia o chama para uma consultoria em um caso de duplo assassinato cometido com magia negra, a única coisa que Harry enxerga são os dólares que irá ganhar. Mas onde existe magia negra, existe um mago negro por trás dela. Agora esse mago conhece o nome de Harry. E é então que as coisas começam a ficar um pouco… como poderia dizer … interessantes.

Dresden 0

Neste primeiro livro, junto com Harry Dresden, Jim Butcher cria uma atmosfera deliciosa com crimes, magias (um pouco apelativas nos ingredientes, como por exemplo, a Tequila), um personagem com um sex appeal indescritível e uma falta de tato pra relacionamentos amorosos, ainda mais incrível. Um cavalheiro em toda e qualquer situação, Dresden é um personagem realmente peculiar ao contrapor um jeito ranzinza, com suas conversas engraçadas com ele mesmo e um sarcasmo ocasional. Tudo isso na medida certa.

Em toda a série, Ele encontra-se enfrentando uma crescente variedade de criaturas (incluindo outros feiticeiros), enquanto se depara com a percepção de que seus vários casos podem ser amarrados nos bastidores e que seu papel pode ser ainda maior do que ele está disposto a admitir.

Butcher foi rápido no lançamento de mais dois livros da série. Em 1º de janeiro de 2001 foi publicado “Fool Moon” (tradução literal “Lua Tola”) e em setembro do mesmo ano já saia do prelo o terceiro livro – “Grave Peril” (Perigo Grave).  Depois, reduziu um pouco o ritmo e lançou quase um livro ao ano.

All-Titles

A série, hoje, já tem quinze livros escritos, sendo o último publicado em 2015 – “Skin Game” (tradução literal “Jogo de Pele”).  O 16º ainda está sendo escrito, mas já tem título (e muita cobrança por parte dos leitores) – “Peace Talks” (tradução literal “Conversa de Paz”).

Os livros de Butcher inspiraram games.  Temos o “The Dresden File – Cooperative Card Game” e também, “The Dresden Files – Roleplayng Game” que fazem muito sucesso.

Com a mesma fonte de inspiração, em 2007 e tendo Nicolas Cage como produtor executivo, estreava “The Dresden Files” no canal SCi Fi.  A série de 12 episódios tinha Paul Blackthorne como Harry Dresden.  O empreendimento não teve o sucesso necessário e não houve renovação para a segunda temporada.

Butcher foi agraciado com o prêmio “Goodreads Choice Awards” pela Melhor Fantasia Paranormal, no ano de 2013.  Com muito potencial, o americano segue um grande caminho na estrada da LitFan.  Torcemos por seu sucesso.

Resumo da ópera. Para quem gosta de sobrenatural e romance policial, a série “The Dresden Files” (Os Arquivos de Dresden) é um prato cheio.

Terminamos o post com uma palinha do primeiro livro da série “Storm Frontem” (Frente de Tempestade):

“Meu nome é Harry Blackstone Copperfield Dresden. Evoque por sua conta e risco. Quando as coisas ficarem estranhas, quando aqueles que se esconde na escuridão se revelarem através das luzes, quando ninguém mais puder lhe ajudar, me dá uma ligada.  Meu número esta na lista.”

Business Card

“Você já sentiu desespero? Desesperança absoluta? Você já se viu no escuro, sabendo no fundo da alma e do coração que a coisa não ia melhorar, nunca mais? Que algo se perdera para sempre, sem retorno?”

Dresden 1

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Jota Cortizo

Versión española: La Magia y la Investigación en las líneas de Jim Butcher.

¿Qué harías si tuviera que recurrir a un detective privado … Que fuese un mago? Para saber esto y mucho más, usted tiene que conocer a H.Dresden.

Harry Blackstone Copperfield Dresden investigador privado y consultor del Departamento de Investigación Especial de la Policía de Chicago para crímenes extraños – mejor dicho, paranormales. Él es el único asesor brujo (o mago) que acepta casos sobrenaturales de clientes humanos o no. Dresde y otros personajes usted encontrará en las líneas del americano Jim Butcher.

Butcher nació en Missouri en 1971. Él es el más joven de tres hijos, teniendo dos hermanas más viejas. Cuando el niño, mientras estaba enfermo de garganta, las hermanas le presentaron a los romances “The Lord of the Rings” y “The Han Solo Adventures” para pasar el tiempo, empezando así su fascinación por la fantasía y la ciencia ficción. Como adolescente, él completó su primera novela y comenzó a convertirse en un escritor. Después de muchos intentos fallidos de entrar en el género de fantasía tradicional (él cita a JRR Tolkien, Lloyd Alexander y CS Lewis, entre otros, como influencias principales), él escribió el primer libro que presentó al mundo el detective / brujo Harry Dresden. “Storm Frontem” fue el primer libro de la serie “The Dresden Files”, y comenzó como un ejercicio para un curso de escritura en 1996 a los 25 años. La novela se publicó en abril de 2000 y agradó a todos.

Volviendo a nuestro héroe, Harry Dresden es el mejor en lo que hace. Bueno, técnicamente, él es el único en hacer ese trabajo. Cuando la policía de Chicago se enfrenta a un caso que trasciende la creatividad o la capacidad humana, vienen a él para obtener respuestas. El mundo cotidiano está en la verdad lleno de seres extraños y mágicos – y la mayoría de estos seres no se da muy bien con los humanos. Es ahí donde Harry entra. Después de todo, se necesita un mago para agarrar – bien, cualquier tipo de cosa. Sólo hay un problema. Los negocios, para poner en medio término, no van nada bien. Entonces cuando la policía lo llama a una consultoría en un caso de doble asesinato cometido con magia negra, lo único que Harry ve son los dólares que ganará. Pero donde hay magia negra, existe un mago negro detrás de ella. Ahora ese mago conoce el nombre de Harry. Y es que las cosas empiezan a quedarse un poco … como podría decir … interesantes.

En este primer libro, junto a Harry Dresden, Jim Butcher crea una atmósfera deliciosa con crímenes, magias (un poco apelativas en los ingredientes, como por ejemplo Tequila), un personaje con un sex appeal indescriptible y una falta de tacto para las relaciones amorosas, Aún más increíble. Un caballero en cualquier situación, Dresde es un personaje realmente peculiar al contraponer una manera rancimela, con sus conversaciones divertidas con él mismo y un sarcasmo ocasional. Todo ello en la medida correcta.

En toda la serie, Él se encuentra enfrentando una creciente variedad de criaturas (incluyendo otros hechiceros), mientras que se enfrenta a la percepción de que sus varios casos pueden ser atados detrás de las escenas y que su papel puede ser aún mayor de lo que está dispuesto A admitir.

Butcher fue rápido en el lanzamiento de otros dos libros de la serie. El 1 de enero de 2001 fue publicado “Fool Moon” y en septiembre del mismo año ya salía del prelo el tercer libro – “Grave Peril” (Peligro Grail). Después, redujo un poco el ritmo y lanzó casi un libro al año.

La serie, hoy, ya tiene quince libros escritos, siendo el último publicado en 2015 – “Skin Game” (traducción literal “Juego de Piel”). El 16º todavía está siendo escrito, pero ya tiene título (y mucha cobranza por parte de los lectores) – “Peace Talks” (traducción literal “Conversación de Paz”).

Los libros de Butcher inspiraron juegos. Tenemos el “The Dresden File – Cooperative Card Game” y también, “The Dresden Files – Roleplayng Game” que tienen mucho éxito. Con la misma fuente de inspiración, en 2007 y teniendo Nicolas Cage como productor ejecutivo, estrenó “The Dresden Files” en el canal SCi Fi. La serie de 12 episodios tenía a Paul Blackthorne como Harry Dresde. El emprendimiento no tuvo el éxito necesario y no hubo renovación para la segunda temporada.

Butcher fue agraciado con el premio “Goodreads Choice Awards” por la Mejor Fantasía Paranormal, en el año 2013. Con mucho potencial, el americano sigue un gran camino en el camino de la LitFan. Torcemos por su éxito.

Resumen de la ópera. Para los que gustan de sobrenatural y romance policial, la serie “The Dresden Files” (Los Archivos de Dresde) es un plato lleno.

Terminamos el post con una palita del primer libro de la serie “Storm Frontem” (Frente de Tormenta):

“Mi nombre es Harry Blackstone Copperfield Dresden. Evoque por su cuenta y riesgo. Cuando las cosas se vuelven extrañas, cuando los que se esconde en la oscuridad se revelan a través de las luces, cuando nadie más pueda ayudarle, me da una ligada. En la lista. ”

 

“¿Alguna vez has sentido desesperación? Desesperación absoluta? ¿Usted se ha visto en la oscuridad, sabiendo en el fondo del alma y del corazón que la cosa no iba a mejorar, nunca más? ¿Qué algo se había perdido para siempre, sin retorno?

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

en.wikipedia.org/wiki/Jim_Butcheri0.wp.com/www.whedonopolis.com/wp-content/uploads/gallery/thumbs/lrg-15-101_0863.jpg

jim-butcher.com/

en.wikipedia.org/wiki/Storm_Front_(novel)

orbitbooks.net/wp-content/uploads/2010/12/All-Titles.jpg

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imgur.com/Bpbaib7

i.gr-

omezanino.blogspot.com.br/2011/07/leitura-os-arquivos-dresden-vol1-frente.html

assets.com/images/S/compressed.photo.goodreads.com/hostedimages/1434648274i/15248536._SY540_.png

vignette3.wikia.nocookie.net/dresdenfiles/images/5/50/Wiki-background/revision/latest?cb=20161122050641

evilhat.com/home/wp-content/uploads/2012/07/Dresden-Files-RPG-V1-V2.png

cf.geekdo-images.com/images/pic2988918_md.jpg

skoob.com.br/livro/resenhas/66251/mais-gostaram

en.wikipedia.org/wiki/The_Dresden_Files_(TV_series)

vignette4.wikia.nocookie.net/p__/images/7/74/HarryBackground.jpg/revision/latest?cb=20160504102635&path-prefix=protagonist

img0.etsystatic.com/043/0/8171525/il_570xN.659277396_86ay.jpg

emporiodoslivros.blogspot.com.br/2011/07/jim-butcher-os-arquivos-dresden-1.html

i.warosu.org/data/tg/img/0317/57/1398704929524.jpg

en.wikipedia.org/wiki/The_Dresden_Files_(TV_series)#/media/File:Dresden_images_downloads_desktop_cast_800.jpg

Drakarys – Mais um pouco sobre dragões

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Drakarys – Mais um pouco sobre dragões.

Depois do SENSACIONAL episódio desta última semana, em que Daenerys, seu exército Dothraki e o grande dragão Drogon terem despedaçado uma grande tropa de soldados do exército Lannister, fiquei movido a falar no que pode parecer o óbvio.  E é!  Dragões.

Dragão 0,5

Phantasticus

Em diversos posts do PHANTASTICUS já falei sobre estes animais alados misteriosos, maravilhosos e (quase) indomáveis.  Nos links abaixo, relembre um pouco (são dois posts) e se prepare para o restante:

jotacortizo.wordpress.com/2017/02/11/conhecendo-dragonpit-genialidade-de-george-martin/

jotacortizo.wordpress.com/2015/03/02/dragoes-viloes-ou-mocinhos-litfan/

E agora, vamos falar mais um pouco sobre estes grandes seres.

Dragão 1

Cientificamente NÂO comprovada sua existência ou não existência, os dragões são animais fabulosos, geralmente representados como uma enorme serpente alada que expele fogo pelas ventas. Seu tipo biológico situa-se entre o réptil e o sáurio (dinossauros): cabeça ornada com uma grande crista, poderosos chifres, presas enormes, couro grosso e proeminente, cobrindo todo o corpo até a cauda, não raro provida de esporas.

Dragão 2

Carnívoros e com dietas nada restritivas, os dragões teriam mandíbulas gigantes com mais de cem dentes todos pontiagudos e afiados (assim como os dos grandes lagartos). Tudo isso porque, para continuar no topo da cadeia alimentar e manter o corpo robusto, os bichos caçariam presas de tamanhos consideráveis.  Seu revestimento externo seria coberto de escamas, quase impenetrável. A textura seria similar à do dorso de um crocodilo, que é bastante resistente.  Para alimentar as chamas, os animais teriam uma reserva de hidrogênio, provavelmente produzido durante a digestão. Altamente inflamável, o combustível seria “aceso” com a ajuda da platina em pó – que seria adquirida ingerindo areia de lagos e rios, material rico nesse mineral.  Já as asas, poderiam ser comparadas às dos morcegos, que têm quatro pontos, com dedos longos ligados por uma membrana, garantindo mais sustentação e permitindo que ele suporte mais peso durante o voo.

Por mais poderosos que sejam dragões não são invencíveis ou imortais – caso contrário, não teriam sido extintos por um longo tempo. Um dos possíveis meios para eliminar este animal, é com uma flechada nos olhos – Uma fera antiga da casa Targaryen estava atacando Dorne.  Era o dragão Meraxes, que foi um dos grandes dragões usados ​​por Aegon, o Conquistador, e suas irmãs durante a Guerra da Conquista. Meraxes foi montado por Rhaenys Targaryen. Os soldados usaram uma arma com flecha (similar à usada contra Drogon) e o impacto foi diretamente no olho do animal, executando-o na hora. O olho é um alvo bem sensível, pois é um dos lugares que o dragão está totalmente desprotegido pelas escamas. Além disso tudo, o cérebro dos dragões é muito frágil e fica bem perto dos olhos, que, desprotegido, o torna um ponto vital.  Todos estes personagens, encontramos no livro “Dance with Dragons” (Dança com Dragões) o quinto livro da série de fantasia épica “As Crônicas de Gelo e Fogo”, escrita por George R. R. Martin e publicada em 2011.

Outra forma de matar a besta foi como Bard, capitão e herdeiro do trono do Valle, elimina a grande fera Smaug – um dragão alado, de cor vermelha e dourada. Ele possui um olfato muito aguçado, tanto que pode determinar o número de membros da Companhia de Thorin, apenas com o cheiro. Seu peito é coberto com joias e pedras preciosas incrustadas, com exceção de uma pequena parte “oca no peito esquerdo que é nu como um caracol sem sua concha. Sua armadura emite uma luz vermelha e quente. Arqueiros da Cidade do Lago, vendo o dragão se aproximar, tentam atirar, mas ele está muito bem protegido por sua armadura de pedras preciosas. Ataca e incendeia várias casas de Esgaroth.  Bard, mata Smaug com uma Flecha Negra, herdada de sua família, com um tiro – certeiro – na cavidade esquerda de seu peito. Smaug cai sobre a Cidade do Lago causando redemoinhos e borbulhas sobre as águas.  Frutos da mente brilhante de JRR Tolkien e encontrados na obra “The Hobbit” (O Hobbit) publicada em 1937.

Dragon gif

Os dragões nos trazem muitas simbologias e mitologias.  Em algumas histórias, os dragões são mostrados como símbolo de poder. Seja visto como imagem do mal, como geralmente são retratados no ocidente, ou ainda nas culturas orientais, que o dragão é associado à prosperidade e boa sorte.  Para os chineses, junto com o Unicórnio, a Fênix e a Tartaruga, era considerado um dos quatro primeiros animais que ajudaram na criação do mundo. O dragão não tinha rivais em sabedoria e em poder para conceder bênção. O imperador da China era suposto ser descendente de um dragão e ter dragões à seu serviço.  O Paraíso chinês, chamado Jardim da Sabedoria, era habitado pelos “Dragões da Sabedoria”.

As lendas com dragões fascinam e assombram a humanidade há milênios. Uma figura que inspira força, ao mesmo tempo em que aterroriza.  E assim, seja qual for o tipo de dragão, suas figuras serão inspiradoras em vários níveis e continuarão provocando novas narrativas e conquistando seus leitores.

Bem, nossa torcida fica com Daenerys, Drogon e seus irmãos Rhaegal e Viserion.  Há outro Targaryen que também tem uma grande torcida.  Ele que combina em sua genética gelo e fogo.  Bem, chega de spoiler.

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avatar-jota-cortizo   fogo

Jota Cortizo

Versión española: Drakarys – Un poco más sobre los dragones.

Después del SENSACIONAL episodio de esta última semana, en el que Daenerys, su ejército Dothraki y el gran dragón Drogon habían despedazado a una gran tropa de soldados del ejército Lannister, me moví a hablar en lo que puede parecer lo obvio. ¡Y es! Dragones.

En varios puestos de PHANTASTICUS ya he hablado sobre estos animales alados misteriosos, maravillosos y (casi) indomables. En los siguientes enlaces, recuerda un poco (son dos posts) y prepárate para el resto:

jotacortizo.wordpress.com/2017/02/11/conhecendo-dragonpit-genialidade-de-george-martin/

jotacortizo.wordpress.com/2015/03/02/dragoes-viloes-ou-mocinhos-litfan/

Y ahora, vamos a hablar un poco más sobre estos grandes seres.

Cientificamente no comprobada su existencia o no existencia, los dragones son animales fabulosos, generalmente representados como una enorme serpiente alada que expulsa fuego por las ventas. Su tipo biológico se sitúa entre el reptil y el saúrio (dinosaurios): cabeza adornada con una gran cresta, poderosos cuernos, presas enormes, cuero grueso y prominente, cubriendo todo el cuerpo hasta la cola, no raramente provisto de esporas.

Carnívoros y con dietas nada restrictivas, los dragones tendrían mandíbulas gigantes con más de cien dientes todos puntiagudos y afilados (así como los de los grandes lagartos). Todo esto porque, para continuar en la cima de la cadena alimentaria y mantener el cuerpo robusto, los bichos cazar presas de tamaños considerables. Su revestimiento externo sería cubierto de escamas, casi impenetrable. La textura sería similar a la del dorso de un cocodrilo, que es bastante resistente. Para alimentar las llamas, los animales tendrían una reserva de hidrógeno, probablemente producida durante la digestión. Altamente inflamable, el combustible sería “aceso” con la ayuda del platino en polvo – que sería adquirida ingeriendo arena de lagos y ríos, material rico en ese mineral. Las alas, podrían ser comparadas a las de los murciélagos, que tienen cuatro puntos, con dedos largos ligados por una membrana, garantizando más sustentación y permitiendo que él soporte más peso durante el vuelo.

Por más poderosos que sean dragones no son invencibles o inmortales – de lo contrario, no habrían sido extinguidos por un largo tiempo. Uno de los posibles medios para eliminar este animal, es con una flechada en los ojos – Una fiera antigua de la casa Targaryen estaba atacando a Dorne. Era el dragón Meraxes, que fue uno de los grandes dragones usados ​​por Aegon, el Conquistador, y sus hermanas durante la Guerra de la Conquista. Meraxes fue montado por Rhaenys Targaryen. Los soldados usaron un arma con flecha (similar a la usada contra Drogon) y el impacto fue directamente en el ojo del animal, ejecutándolo a la hora. El ojo es un blanco bien sensible, pues es uno de los lugares que el dragón está totalmente desprotegido por las escamas. Además, el cerebro de los dragones es muy frágil y está muy cerca de los ojos, que, desprotegido, lo convierte en un punto vital. Todos estos personajes, encontramos en el libro “Dance with Dragons” el quinto libro de la serie de fantasía épica “Las Crónicas de Hielo y Fuego”, escrita por George R. R. Martin y publicada en 2011.

Otra forma de matar a la bestia fue como Bard, capitán y heredero del trono del Valle, elimina la gran fiera Smaug – un dragón alado, de color rojo y dorado. Tiene un olfato muy agudo, tanto que puede determinar el número de miembros de la Compañía de Thorin, sólo con el olor. Su pecho está cubierto con joyas y piedras preciosas incrustadas, con la excepción de una pequeña parte “oca en el pecho izquierdo que se desnuda como un caracol sin su concha, su armadura emite una luz roja y cálida, arqueros de la ciudad del lago, viendo el dragón Se acercan, intentan disparar, pero él está muy bien protegido por su armadura de piedras preciosas, ataca y enciende varias casas de Esgaroth. Bard, mata a Smaug con una Flecha Negra, heredada de su familia, con un disparo – certero – en la cavidad izquierda Smaug cae sobre la Ciudad del Lago causando remolinos y burbujas sobre las aguas. Frutos de la mente brillante de JRR Tolkien y encontrados en la obra “The Hobbit” (El Hobbit) publicada en 1937.

Los dragones nos traen muchas simbologías y mitologías. En algunas historias, los dragones se muestran como un símbolo de poder. Se ve como imagen del mal, como generalmente son retratados en el occidente, o aún en las culturas orientales, que el dragón está asociado a la prosperidad y buena suerte. Para los chinos, junto con el Unicornio, el Fénix y la Tortuga, era considerado uno de los cuatro primeros animales que ayudaron en la creación del mundo. El dragón no tenía rivales en sabiduría y en poder para conceder bendición. El emperador de China se suponía que era descendiente de un dragón y tenía dragones a su servicio. El Paraíso chino, llamado Jardín de la Sabiduría, era habitado por los “Dragones de la Sabiduría”.

Las leyendas con dragones fascinan y asombran a la humanidad desde hace milenios. Una figura que inspira fuerza, al mismo tiempo que aterroriza. Y así, sea cual sea el tipo de dragón, sus figuras serán inspiradoras en varios niveles y continuarán provocando nuevas narrativas y conquistando a sus lectores.

Bueno, nuestra hinchada se queda con Daenerys, Drogon y sus hermanos Rhaegal y Viserion. Hay otro Targaryen que también tiene una gran afición. Que combina en su genética hielo y fuego. Bueno, llega de spoiler.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

cdna.artstation.com/p/assets/images/images/004/766/140/original/mateus-schmitz-cacador-de-dragoes.gif?1486092341

pirosfera.files.wordpress.com/2009/10/smok_czarny.gif

mundoestranho.abril.com.br/cinema/como-e-a-anatomia-de-um-dragao/

fundoswiki.com/Uploads/fundoswiki.com/ImagensGrandes/fogo-drag-o.jpg

cdnb.artstation.com/p/assets/images/images/006/913/055/large/sam-nassour-drogon.jpg?1502208787

i.redd.it/5394egtpbo5x.png

t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTbHP0C7ZI2CBBGHymnQhdZcXyd9wn8k6FqCrgP2bUD53a9P_5i

resenhasdelivros.com/wp-content/uploads/2017/04/Bx80crhIcAAX3zi.jpg

livrariascuritiba.vteximg.com.br/arquivos/ids/444638-500-500/cap.jpg

br.blastingnews.com/tv-famosos/2017/08/game-of-thrones-como-os-dragoes-podem-morrer-teorias-001926877.htmli.kinja-img.com/gawker-media/image/upload/s–le3oC3Uc–/c_fill,fl_progressive,g_center,h_450,q_80,w_800/18lqtatd8hl02jpg.jpg

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pt.wikipedia.org/wiki/Smaug

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A Espada e a Magia do Diamante de David Eddings

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A Espada e a Magia do Diamante de David Eddings.

Apesar de o prólogo te remeter a um livro de Tolkien (temos até um troll-anão), esta impressão passa logo no primeiro capítulo.  Ganha uma narrativa rápida e emocionante.  E eis que surge          um legítimo representante da “espada e magia” – um subgênero da fantasia, geralmente caracterizados por heróis espadachins envolvidos em conflitos emocionantes e violentos.

The Elenium

Entretanto… Ah! Claro.  O livro que falamos é “The Diamond Throne” (O Trono de Diamante) do americano David Carroll Eddings, mais conhecido por assinar suas obras só por David Eddings.  Foi publicado em 1989 (no Brasil em 2015) e é a obra que dá início a série “The Elenium” – que possui mais dois livros: The Ruby Knight (O Cavaleiro de Rubi) publicado em 1990 (Brasil 2016) e The Sapphire Rose (tradução literal A Safira Rosa) publicado em 1991.

“The Diamond Throne” desenvolve uma narrativa em terceira pessoa, que segue os passos de Sir Sparhawk, o “campeão de rainha” do reino de Elenia – no universo de Eosia – que volta para casa depois de dez anos de exílio (que fora ordenado pelo pai da rainha, Rei Aldreas, enquanto vivo). Sparhawk descobre que a rainha Ehlana foi acometida por uma doença misteriosa (quiça envenenada) e que foi feito um feitiço – forjado com a magia de Sephrenia, uma feiticeira que ajuda no treinamento dos cavaleiros pandions na arte da magia – para preservá-la dentro de um “casulo” de diamante (preste atenção na capa do livro), onde ela ficará suspensa até que se possa achar uma cura. Mas o feitiço tem data de validade, então Sparhawk terá que agir rápido para salvar a vida de sua soberana, a qual não vê desde que ela era criança e impedir Annias, um clérigo corrupto, a usurpar o trono de Elenia junto com o bastardo príncipe Lycheas, que é um jovem extremamente tolo, filho da antiga amante do Rei Aldreas, a princesa Arissa.

Bhelliom

O cavaleiro parte em busca do “Bhelliom”, um poderoso artefato mágico feito de uma safira esculpida em forma de uma rosa, o único objeto com poder suficiente para curar o veneno administrado na Rainha Ehlana.  E … Chega de spoilers.

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O universo de Eosia é medieval, mas de um jeito especial: o foco é a religião, e as instituições mais importantes são ordens religiosas militantes/militares (assim como os Templários Cruzados). A principal delas é a ordem dos cavaleiros pandions (à qual Sparhawk pertence), muito semelhante à Igreja católica em termos de organização, hierarquia e até características do deus monoteísta (“o deus eleno todo-poderoso”). Existem outras religiões em outro continente, claramente inspiradas nas orientais.

Uma observação interessante referente ao livro é que ele transborda RPG, a começar pelo seu protagonista.  Sparhawk – caso isso fosse uma aventura de RPG – seria um Paladino. Adicione o seu fiel escudeiro, nosso querido Kurik, Vanion, Kalten, dos cavaleiros Sir Tynian, Sir Bevier e Sir Ulath, o jovem Talen e da feiticeira Sephenia, na missão para salvar a rainha da “maldição”.  Bem, a única coisa que falta para ser uma aventura de D&D (Dungeons and Dragons) são os dados.

O livro tem uma pegada sarcástica e que te leva – em alguns momentos – a dar algumas gargalhadas.

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E para finalizar, se tivermos que comparar a obra de Eddings com outra, talvez uma que possa ser utilizada seja com “Les Trois Mousquetaires” (Os Três Mosqueteiros) romance de Alexandre Dumas.  Veja por exemplo o clérigo Annias é o mesmo Cardeal Richelieu e Sparhawk e seus companheiros os mosqueteiros reais.

David-Eddings

Sobre nosso autor de hoje, Eddings nasceu em Washington DC (EUA) em julho de 1931 e nos deixou em junho de 2009.  Descubriu seu amor pela fantasia através do romance medieval “The Canterbury Tales” (Contos da Cantuária) de Geoffrey Chaucer.  Eddings carimbou sua entrada no mundo da LitFan graças a um esboço de um mapa que fez uma manhã antes de ir trabalhar. Este esboço mais tarde se tornaria a base geográfica do mundo Aloria, mas Eddings não iria perceber até anos mais tarde. Vendo uma cópia de O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien em uma livraria, é dito que murmurou para si mesmo: “Isto é ainda está por aqui?” e ele ficou surpreso ao saber o exemplar estava na septuagésima oitava edição do livro. Foi quando Eddings percebeu que o mundo da fantasia pode ser promissor para os seus talentos e imediatamente começou a trabalhar em seu esboço esquecido.  E daí… Com uma narrativa pesada e extremamente detalhada, Eddings cria um mundo realista em que você vive e respira com os personagens.  Aclamado, o autor divide opiniões, alguns amam, outros odeiam, mas ninguém pode negar que sua escrita de fantasia é sem dúvida arrebatadora.

Curiosidade: A esposa de David, Leigh Eddings, figura, por vezes, como coautora de muitos de seus livros.

Sua frase mais famosa resume sua filosofia como autor: “Eu não recebo ordens de leitores”, disse ele em uma entrevista com SFFWorld.

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Jota Cortizo

Versión española: La Espada y la Magia del Diamante de David Eddings.

A pesar de que el prólogo te remite a un libro de Tolkien (tenemos hasta un troll-enano), esta impresión pasa luego en el primer capítulo. Gana una narrativa rápida y emocionante. Y he aquí que surge un legítimo representante de la “espada y la magia” – un subgénero de la fantasía, generalmente caracterizados por héroes espadachines involucrados en conflictos emocionantes y violentos. Pero … ¡Ah! Por supuesto. El libro que hablamos es “The Diamond Throne” (El Trono de Diamante) del americano David Carroll Eddings, más conocido por firmar sus obras sólo por David Eddings. En el año 2005 se publicó en 1989 (en Brasil en 2015) y es la obra que da inicio a la serie “The Elenium” – que tiene dos libros más: The Ruby Knight (El caballero de Rubí) publicado en 1990 (Brasil 2016) y The Sapphire Rose (En español).

“The Diamond Throne” desarrolla una narrativa en tercera persona, que sigue los pasos de Sir Sparhawk, el “campeón de reina” del reino de Elenia – en el universo de Eosia – que regresa a casa después de diez años de exilio (que había sido ordenado Por el padre de la reina, Rey Aldreas, mientras vivo). Sparhawk descubre que la reina Ehlana fue acometida por una enfermedad misteriosa (quiega envenenada) y que fue hecho un hechizo – forjado con la magia de Sephrenia, una bruja que ayuda en el entrenamiento de los caballeros pandions en el arte de la magia – para preservarla dentro de Un “capullo” de diamante (preste atención a la portada del libro), donde ella quedará suspendida hasta que se pueda encontrar una cura. Pero el hechizo tiene fecha de caducidad, entonces Sparhawk tendrá que actuar rápido para salvar la vida de su soberana, la cual no ve desde que era niño e impedir a Annias, un clérigo corrupto, a usurpar el trono de Elenia junto con el bastardo príncipe Lycheas, que es un joven extremadamente tonto, hijo de la antigua amante del Rey Aldreas, la princesa Arissa. El caballero parte en busca del “Bhelliom”, un poderoso artefacto mágico hecho de un zafiro esculpido en forma de una rosa, el único objeto con suficiente poder para curar el veneno administrado en la Reina Ehlana. Y … Llega de spoilers.

El universo de Eosia es medieval, pero de una manera especial: el foco es la religión, y las instituciones más importantes son órdenes religiosas militantes / militares (así como los Templarios cruzados). La principal de ellas es la orden de los caballeros pandions (a la que pertenece Sparhawk), muy similar a la Iglesia católica en términos de organización, jerarquía e incluso características del dios monoteísta (“el dios el elenco todopoderoso”). Hay otras religiones en otro continente, claramente inspiradas en las orientales.

Una observación interesante referente al libro es que desborda RPG, empezando por su protagonista. Sparhawk – si eso fuera una aventura de RPG – sería un Paladín. Añade tu fiel escudero, nuestro querido Kurik, Vanion, Kalten, de los caballeros Sir Tynian, Sir Bevier y Sir Ulath, el joven Talen y la hechicera Sephenia, en la misión para salvar a la reina de la maldición. Bueno, lo único que falta para ser una aventura de D & D son los datos.

El libro tiene una huella sarcástica y que te lleva, en algunos momentos, a dar algunas carcajadas.

Y para finalizar, si tenemos que comparar la obra de Eddings con otra, tal vez una que pueda ser utilizada sea con “Les Trois Mousquetaires” (Los Tres Mosqueteros) novela de Alexandre Dumas. Por ejemplo, el clérigo Annias es el mismo Cardenal Richelieu y Sparhawk y sus compañeros los mosqueteros reales.

Sobre nuestro autor de hoy, Eddings nació en Washington DC (EEUU) en julio de 1931 y nos dejó en junio de 2009. Descubrió su amor por la fantasía a través de la novela medieval “The Canterbury Tales” (Cuentos de la Canterbury) de Geoffrey Chaucer. Eddings selló su entrada en el mundo de LitFan gracias a un bosquejo de un mapa que hizo una mañana antes de ir a trabajar. Este esbozo más tarde se convertiría en la base geográfica del mundo Aloria, pero Eddings no se daría cuenta hasta años más tarde. Al ver una copia de El Señor de los Anillos, de J. R. R. Tolkien en una librería, se dice que murmuró para sí mismo: “Esto es todavía está por aquí?” Y se sorprendió al saber que el ejemplar estaba en la septuagésima octava edición del libro. Cuando Eddings percibió que el mundo de la fantasía puede ser prometedor para sus talentos e inmediatamente comenzó a trabajar en su bosquejo olvidado. Y de ahí … Con una narración pesada y extremadamente detallada, Eddings crea un mundo realista en el que usted vive y respira con los personajes. Aclamado, el autor divide opiniones, algunos aman, otros odian, pero nadie puede negar que su escritura de fantasía es sin duda arrebatadora.

Curiosidad: La esposa de David, Leigh Eddings, figura, a veces, como coautora de muchos de sus libros.

Su frase más famosa resume su filosofía como autor: “No recibo órdenes de lectores”, dijo en una entrevista con SFFWorld.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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blogsemserifa.com/2015/09/21/resenha-trono-de-diamante/

intocados.com/index.php/literatura/resenhas/863-o-trono-de-diamante

vignette2.wikia.nocookie.net/davideddings/images/f/f7/DiamondThroneCover3.jpg/revision/latest?cb=20100218000649

wikimedia.org/wikipedia/en/d/de/Diamond_Throne.jpg

vignette3.wikia.nocookie.net/davideddings/images/5/54/Diamond_Throne_French2.jpg/revision/latest?cb=20130421033322

extra-imagens.com.br/livros/LivrodeLiteraturaEstrangeira/FiccaoCientifica/5299596/155615221/Livro-Trilogia-Elenium-O-Trono-de-Diamante-Volume-1-David-Eddings-5299596.jpg

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ovicio.com.br/resenha-o-trono-de-diamante-david-eddings/

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sleg.com.br/2016/01/lancamento-trilogia-elenium-o-cavaleiro.html

vignette2.wikia.nocookie.net/davideddings/images/b/b3/Eosia.gif/revision/latest?cb=20100305224159

nerdpride.com.br/o-trono-de-diamante/

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planetadelibros.com/autor/david-eddings/000000881

allpopstuff.com/2016/03/o-trono-de-diamante-de-david-eddings_14.html

Night’s Watch – Patrulha da Noite – A Ordem da Muralha

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Night’s Watch – Patrulha da Noite – A Ordem da Muralha.

“Night gathers, and now my watch begins. It shall not end until my death. I shall take no wife, hold no lands, father no children. I shall wear no crowns and win no glory. I shall live and die at my post. I am the sword in the darkness. I am the watcher on the walls. I am the fire that burns against the cold, the light that brings the dawn, the horn that wakes the sleepers, the shield that guards the realms of men. I pledge my life and honor to the Night’s Watch, for this night and all the nights to come.”

Juramento

“A noite chega, e agora começa a minha vigia. Não terminará até a minha morte. Não tomarei esposa, não possuirei terras, não gerarei filhos. Não usarei coroas e não conquistarei glórias. Viverei e morrerei no meu posto. Sou a espada na escuridão. Sou o vigilante nas muralhas. Sou o fogo que arde contra o frio, a luz que traz consigo a alvorada, a trombeta que acorda os que dormem o escudo que defende os reinos dos homens. Dou a minha vida e a minha honra à Patrulha da Noite, por esta noite e por todas as noites que estão para vir.”

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Este é o juramento dos Irmãos da Patrulha da Noite.  É extremamente restritivo e sério para se juntar ao grupo. Os membros da patrulha devem abrir mão de todas as suas posses, família ou qualquer tipo de título, além de adotar o celibato. O juramento é feito em um septo ou embaixo de uma árvore-coração, criando um ar sagrado para a coisa.  Mas o que organização é esta?

Saída das páginas de “A Song of Ice and Fire” (Crônicas de Gelo e Fogo) do escritor George R. R. Martin, a Patrulha da Noite é uma ordem militar dedicada à manutenção da Muralha, a imensa fortificação na fronteira norte dos Sete Reinos, e à defesa dos reinos dos homens daquilo que se encontra além dela.  É provavelmente a ordem mais antiga dos Sete Reinos, tendo sobrevivido à queda dos reinos dos Primeiros Homens perante a Invasão Ândala e à Guerra da Conquista. Foi fundada há mais de oito mil anos, após um período conhecido como A Longa Noite. Sob cobertura de uma noite sem fim que durou por uma geração, os Outros invadiram, vindos das Terras de Sempre Inverno, destruindo grande parte de Westeros, até serem derrotados pela Patrulha da Noite da Batalha da Aurora.

Batalha da Aurora

Curiosidade: A Batalha pela Aurora foi uma batalha lendária travada entre os primeiros homens e os Outros que marcou o fim da Longa Noite e o começo da Era dos Heróis. A história está conectada a lenda de Azor Ahai, o príncipe que foi prometido, e o último herói.  No meio da escuridão da Longa Noite, os Outros emergiram do extremo norte, erguendo longas espadas de gelo e levantando os mortos dos seus túmulos para lutar com eles contra os vivos. Frente a essa invasão, os filhos da floresta e seus aliados, os Primeiros Homens, que resistiam contra eles, foram empurrados para o sul de Westeros. Os Outros causaram grande devastação e seu avanço implacável só foi detido quando novas armas foram descobertas, como vidro de Dragão, que podia mata-los.  De acordo com a canção “A Noite que Terminou”, os primeiros membros da Patrulha da Noite cavalgaram contra os Outros e os empurraram de volta para o extremo norte na “Batalha pela Aurora”. Meistres geralmente acreditam que a derrota dos Outros e a construção da Muralha, para manter o inimigo afastado, aconteceu entre 6 e 8 mil anos atrás, antes dos eventos de “As Crônicas de Gelo e Fogo”. Após a ameaça ter sido expulsa, a Muralha foi construída por Bran, o Construtor, o primeiro Stark, para proteger os reinos dos homens no caso de os Outros retornarem. Durante a Era dos Heróis, foi registrado que os filhos da floresta davam à Patrulha cerca de cem adagas de obsidiana todos os anos.

A Patrulha da Noite é constituída por três subordens: Patrulheiros, Construtores e Intendentes. Todos são sujeitos ao Senhor Comandante, e cada uma das ordens é liderada por seu próprio oficial, escolhidos pelo Comandante e chamados de Primeiro Patrulheiro, Primeiro Construtor e Primeiro Intendente, respectivamente.   Seguem alguns detalhes destas subordens:

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Patrulheiros: Apesar de todos os irmãos da Patrulha patrulharem a Muralha, os patrulheiros são a principal força de combate, aptos a sobreviverem num ambiente selvagem, com a tarefa de explorar e patrulhar a Floresta Assombrada. Estão constantemente defendendo a Muralha e cavalgando para enfrentar os inimigos da Patrulha, incluindo os selvagens sem lei, assim como os misteriosos e não humanos Outros.

Construtores: Responsáveis pela manutenção da Muralha, dos castelos e dos equipamentos. Contam com pedreiros, carpinteiros, mineiros e lenhadores.

Intendentes: A maior das três subordens, responsáveis por um conjunto de funções essenciais, proporcionando serviços do dia-a-dia. Caçam, plantam, cuidam dos cavalos, colhem lenha, cozinham refeições, tecem vestes, mantém os armamentos e conduzem o comércio com o sul, trazendo à Muralha alguns dos suprimentos necessários.  Como outros membros da Patrulha, devem estar prontos para lutar em qualquer momento, e todos receberam, no mínimo, treinamento básico em combate.  Entre os Intendentes, aqueles com habilidades com somas, leitura ou escrita recebem tarefas específicas. Poucos são alfabetizados, mas a Patrulha tem um propósito para cada homem. Intendentes também servem como escudeiros ou assistentes dos altos oficiais da Patrulha, como o Senhor Comandante. Em suma, toda a administração da Patrulha da Noite fica nas mãos dos Intendentes.

Mapa castelos

A Patrulha não tem apenas Castelo Negro (Castle Black, que é seu QG), mas possui dezenove fortificações por toda a extensão da Muralha, ainda que poucas delas recebam manutenção.  Os mais importantes são:

Torre Sombria (Shadow Tower), posto mais a oeste da Patrulha, ocupado por duzentos irmãos no início de A Guerra dos Tronos – curiosidade: Mance Rayder, serviu na Torre Sombria antes de abandonar a Patrulha da Noite. Atalaialeste do Mar (Eastwatch-by-the-Sea), vila portuária da Patrulha da Noite, conta com o menor contingente de homens.  Fortenoite (Nightfort), o maior e mais antigo castelo da Patrulha da Noite.  Abriga o Portão Negro, uma via secreta através da Muralha, selada por uma mágica e antiga porta feita de represeiro, que só abre para um irmão juramentado da Patrulha da Noite.  Lago Profundo (Deep Lake), construído a 11km a leste do Fortenoite, com o objetivo de substituí-lo. Pago pela Rainha Alysanne Targaryen, a Boa.  Portão da Rainha (Queensgate), chamado originalmente Portão da Neve, renomeada em homenagem à Rainha Alysanne, que dormiu lá por uma noite durante sua visita à Muralha.

Muralha

Houve um tempo em que servir na Muralha era uma honra e símbolo de devoção.  Muitos cavaleiros, homens honrados e nobres vestindo voluntariamente o negro. Hoje, a Patrulha começa a ser vista apenas como uma forma de evitar punição; mais do que para cavaleiros, é apropriada para a escória de Westeros, resgatados de masmorras por recrutadores viajantes. Nobres desgraçados, bastardos e mesmo rebentos legítimos indesejados de nobres são “encorajados” a vestir o negro, fazendo da patrulha um grande grupo ranzinza e insatisfeito.  Aqueles que chegam voluntariamente podem partir a qualquer tempo durante seu treinamento, mas nenhum homem pode deixar a Patrulha depois de ter dito seus votos. Quaisquer desertores são condenados a morte. Após assumir os votos, os homens da Patrulha não podem possuir terras ou gerar filhos. Os homens também são encorajados a romper os laços com suas famílias – se tiverem a sorte de possuírem uma.

Os irmãos da Patrulha da Noite vestem-se inteiramente de negro, uma tradição que lhes rendeu o apelido corvos, especialmente entre os selvagens. Enquanto alguns usam este nome pejorativamente, muitos da Patrulha adoram o termo. Também são chamados de irmãos negros, e em canções já foram chamados de os cavaleiros negros da Muralha.

Por alguns momentos, fazemos uma forte associação dos irmãos da patrulha com algumas ordens militares dos tempos medievais.  A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, conhecida como Cavaleiros Templários, seria uma delas. Foi uma ordem militar de Cavalaria e que existiu por cerca de dois séculos na Idade Média, fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de proteger os cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista.  Os seus membros fizeram voto de pobreza e castidade para se tornarem monges, usavam mantos brancos com a característica cruz vermelha, e o seu símbolo passou a ser um cavalo montado por dois cavaleiros.  A ordem foi fundada por Hugo de Paynes e mais oito cavaleiros franceses, no final do século XI.  Outra ordem que podemos buscar similaridades com os patrulheiros é a Ordem dos Cavaleiros Teutônicos de Santa Maria de Jerusalém ou Ordem Teutônica.  Foi formada em São João de Acre, em Israel, no ano de 1190, para auxiliar os germânicos feridos nas Cruzadas. Os seus membros usavam sobrevestes brancas com uma cruz negra e tinham por norte o lema: Ajudar, defender, curar. Tiveram a sua sede em Montfort, uma fortaleza construída nos tempos do Reino de Jerusalém (1099-1291), durante as Cruzadas.  Ao entrar na Ordem, um cavaleiro tinha de fazer votos de pobreza, castidade e obediência, bem como abrir mão de todos os seus bens e doá-los à Ordem para que se tornassem bens comuns. Embora a Ordem possuísse muitas propriedades, como conventos, hospitais e igrejas, o foco era a defesa da Cristandade.

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Voltando aos patrulheiros, vamos citar alguns membros importantes: Lorde Jon Snow, 998º Senhor Comandante; Lorde Jeor Mormont, 997º Senhor Comandante, conhecido como o Velho Urso.  Temos também Benjen Stark, Primeiro Patrulheiro e irmão mais novo do Lorde Eddard Stark; Meistre Aemon, meistre de Castelo Negro e um dos últimos Targaryen. E agora, uma coisa que talvez você não saiba: Brynden Rivers, conhecido como Corvo de Sangue ou Corvo de Três Olhos, foi Mestre dos Sussurros, Mão do Rei e um importante comandante de guerra da Casa Targaryen, apesar de bastardo. Foi enviado para a Muralha em 233 d.C. por seu sobrinho, o Rei Aegon V.  Ascendeu a posição de Senhor Comandante da Patrulha da Noite em 239 d.C.. Contudo, ele desapareceu em patrulha quando foi para “para lá da Muralha” em 252 d.C.  Depois…

Atenção: Temos um Lorde Comandante muito importante.  O 13º.  Já falamos sobre ele no post “Reis amaldiçoados e seus súditos fantásticos”.  Este comandante da patrulha acabou se tornando o Rei da Noite – o Rei dos Outros.  O Rei que pode trazer a desgraça e a destruição a Westeros. Reveja o post: jotacortizo.wordpress.com/2016/12/04/reis-amaldicoados-e-seus-suditos-fantasticos/

Bem, para completar o post, algumas linhas sobre a construção da muralha.

Mapa castelos 2

Tem mais de duzentos metros de altura e quinhentos quilômetros de comprimento, sendo uma construção gigantesca que não foi finalizada em alguns dias, meses ou alguns anos, mas sim durante centenas de anos.  Ela dispõe-se em linha reta desde Atalaileste-do-Mar até Castelo Negro e segue “às curvas” desde Castelo Negro até Torre Sombria. Esta obra situa-se na fronteira norte dos Sete Reinos, separando Westeros das Terras para lá da Muralha.

É considerada uma das nove Maravilhas Construídas pelo Homem. Dependendo do tempo que se faça sentir e da hora do dia, ela aparente uma cor cinza ou azul.  Além de gelo e pedra, alguns mitos dizem que existem feitiços cravados no gelo que a ajudam a fortalecê-la e a repelir criaturas de natureza mágica. A Muralha não tem qualquer tipo de portões, dispõe apenas de túneis para que a possam ultrapassar. Os túneis encontram-se protegidos por grandes de ferro e correntes. Nos castelos já abandonados os túneis estão selados com pedras e gelo.

Berrante

Existe uma arma que pode por abaixo a muralha: O Berrante de Inverno, também conhecido como o Berrante de Joramun.  É um chifre lendário com propriedades mágicas. Ele supostamente foi soprado por Joramun, um dos selvagens Rei-Para-Lá-da-Muralha. Quando ele tocou, “acordou os gigantes da terra.”  Atualmente, é alegado que se o corvo for soprando, derrubará a Muralha.  Mance Rayder afirma ter encontrado o Berrante de Joramun em uma sepultura abaixo de uma geleira, no alto das Presas de Gelo.  O berrante que Mance Rayder chama de Berrante de Joramun tem dois metros e meio, aproximadamente. Tem um bocal tão largo que Jon Snow conseguiria colocar os braços até a altura do cotovelo. Sua cor é preta com anéis dourados que possuem runas antigas dos Primeiros Homens gravadas. À primeira vista Jon acha que os anéis são bronze, mas quando ele se aproxima, ele percebe que são feitas de ouro, “ouro velho, mais marrom do que o amarelo”. É dito ter mil anos. Não se sabe do que o chifre é feito. Jon Snow acha que, se veio de um auroque, é um dos maiores auroques que já viveu.

E como o chifre irá destruir a muralha? Ahh, a uma grande teoria sobre isso.  Preparado? ATENÇÃO POSSÍVEL SPOILER!

Esse berrante vai derrubar a muralha porque vai acordar o dragão de gelo que está selado dentro dela.  Surpreso! A muralha só está de pé por causa da magia desse dragão e se ele acordar, todo o gelo vai ruir. INCRÍVEL!! Bem, está é apenas uma teoria que circula pela net.  Veremos adiante (nos livros e, quem sabe, na série – ou melhor, dada a demora do nosso querido George Martin, na série e nos livros).  Esta teoria tem como base um livro infantil escrito por George R.R. Martin – “The Ice Dragon” (O Dragão de Gelo) publicado em 1980.

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Patrulla de la Noche – La Orden de la Muralla.

“Night gathers, and now my watch begins. It shall not end until my death. I shall take no wife, hold no lands, father no children. I shall wear no crowns and win no glory. I shall live and die at my post. I am the sword in the darkness. I am the watcher on the walls. I am the fire that burns against the cold, the light that brings the dawn, the horn that wakes the sleepers, the shield that guards the realms of men. I pledge my life and honor to the Night’s Watch, for this night and all the nights to come.”

La noche se avecina, ahora empieza mi guardia.  No terminará hasta el día de mi muerte.  No tomaré esposa, no poseeré tierras, no engendraré hijos.  No llevaré corona, no alcanzaré la gloria.  Viviré y moriré en mi puesto.  Soy la espada en la oscuridad.  Soy el vigilante del Muro.  Soy el fuego que arde contra el frío, la luz que trae el amanecer, el cuerno que despierta a los durmientes, el escudo que defiende los reinos de los hombres.  Entrego mi vida y mi honor a la Guardia de la Noche, durante esta noche y todas las que estén por venir.

Este es el juramento de los Hermanos de la Patrulla de la Noche. Es extremadamente restrictivo y serio para unirse al grupo. Los miembros de la patrulla deben renunciar a todas sus posesiones, familia o cualquier tipo de título, además de adoptar el celibato. El juramento se hace en un septo o debajo de un árbol-corazón, creando un aire sagrado para la cosa. Pero, ¿qué organización es ésta?

Salida de las páginas de “A Song of Ice and Fire” (Crónicas de Hielo y Fuego) del escritor George R. R. Martin, la patrulla de la noche es una orden militar dedicada al mantenimiento de la muralla, la inmensa fortificación en la frontera norte de los Sete Reinos, y la gran fortificación en la frontera norte de los Siete Reinos, A la defensa de los reinos de los hombres de lo que se encuentra más allá de ella. Es probablemente el orden más antiguo de los Siete Reinos, habiendo sobrevivido a la caída de los reinos de los Primeros Hombres ante la Invasión Ándala y la Guerra de la Conquista. Fue fundada hace más de ocho mil años, después de un período conocido como A Larga Noche. Bajo la cobertura de una noche sin fin que duró por una generación, los Otros invadieron, venidos de las Tierras de Siempre Invierno, destruyendo gran parte de Westeros, hasta ser derrotados por la Patrulla de la Noche de la Batalla de la Aurora.

Curiosidad: La Batalla por la Aurora fue una batalla legendaria trabada entre los primeros hombres y los Otros que marcó el fin de la Larga Noche y el comienzo de la Era de los Héroes. La historia está conectada a la leyenda de Azor Ahai, el príncipe que fue prometido, y el último héroe. En medio de la oscuridad de la larga noche, los otros emergieron del extremo norte, elevando largas espadas de hielo y levantando a los muertos de sus tumbas para luchar con ellos contra los vivos. Frente a esa invasión, los hijos del bosque y sus aliados, los Primeros Hombres, que se resistían contra ellos, fueron empujados hacia el sur de Westeros. Los otros causaron gran devastación y su avance implacable sólo fue detenido cuando nuevas armas fueron descubiertas, como vidrio de Dragón, que podía matarlos. De acuerdo con la canción “La noche que terminó”, los primeros miembros de la Patrulla de la Noche cabalgaron contra los Otros y los empujaron de vuelta al extremo norte en la “Batalla por la Aurora”. Los medios generalmente creen que la derrota de los Otros y la construcción de la Muralla, para mantener al enemigo alejado, ocurrió entre los 6 y 8 mil años atrás, antes de los eventos de “Las Crónicas de Hielo y Fuego”. Después de que la amenaza fue expulsada, la Muralla fue construida por Bran, el Constructor, el primer Stark, para proteger los reinos de los hombres en el caso de que los Otros regresaran. Durante la Era de los Héroes, se registró que los hijos del bosque daban a la Patrulla cerca de cien dagas de obsidiana cada año.

La Patrulla de la Noche está constituida por tres subordenes: Patruleros, Constructores e Intendentes. Todos están sujetos al Señor Comandante, y cada una de las órdenes es liderada por su propio oficial, elegidos por el Comandante y llamados Primer Primero, Primer Generador y Primer Intendente, respectivamente. A continuación algunos detalles de estos subordenes:

Patrulleros: A pesar de que todos los hermanos de la patrulla patrullan la Muralla, los patrulleros son la principal fuerza de combate, capaces de sobrevivir en un ambiente salvaje, con la tarea de explotar y patrullar el Bosque asombrado. Están constantemente defendiendo la Muralla y cabalgando para enfrentarse a los enemigos de la Patrulla, incluyendo los salvajes sin ley, así como los misteriosos y no humanos Otros.

Constructores: Responsables del mantenimiento de la Muralla, de los castillos y de los equipos. Con los canteros, los carpinteros, los mineros y los leñadores.

Intendentes: La mayor de los tres subordenes, responsables de un conjunto de funciones esenciales, proporcionando servicios del día a día. Cazan, plantan, cuidan de los caballos, cosechan leña, cocinan comidas, tejen vestiduras, mantienen los armamentos y conducen el comercio con el sur, trayendo a la Muralla algunos de los suministros necesarios. Como otros miembros de la Patrulla, deben estar listos para luchar en cualquier momento, y todos recibieron, como mínimo, entrenamiento básico en combate. Entre los intendentes, aquellos con habilidades con sumas, lectura o escritura reciben tareas específicas. Pocos son alfabetizados, pero la Patrulla tiene un propósito para cada hombre. Los intendentes también sirven como escuderos o asistentes de los altos oficiales de la Patrulla, como el Señor Comandante. En suma, toda la administración de la patrulla de la noche queda en manos de los intendentes.

La Patrulla no sólo tiene el Castillo Negro (Castle Black, que es su QG), pero tiene una veintena de fortificaciones por toda la extensión de la Muralla, aunque pocas de ellas reciban mantenimiento. Los más importantes son:

La Torre Sombra (Shadow Tower), situada más al oeste de la Patrulla, ocupada por doscientos hermanos al inicio de la Guerra de los Tronos – curiosidad: Mance Rayder, sirvió en la Torre Sombria antes de abandonar la Patrulla de la Noche. Atalaialeste del Mar (Eastwatch-by-the-Sea), pueblo portuario de la Patrulla de la Noche, cuenta con el menor contingente de hombres. Fortenoite (Nightfort), el castillo más grande y más antiguo de la Patrulla de la Noche. Abriga la Puerta negra, una vía secreta a través de la Muralla, sellada por una mágica y antigua puerta de represor, que sólo se abre a un hermano juramentado de la Patrulla de la Noche. Lago Profundo (Deep Lake), construido a 11 km al este del Fortenoite, con el objetivo de sustituirlo. Pago por la Reina Alysanne Targaryen, la Buena. Puerta de la Reina (Queensgate), llamada originalmente Puerta de la Nieve, renombrada en homenaje a la Reina Alysanne, que durmió allí por una noche durante su visita a la Muralla.

Hubo un tiempo en que servir en la Muralla era un honor y símbolo de devoción. Muchos caballeros, hombres honrados y nobles vistiendo voluntariamente al negro. Hoy, la Patrulla comienza a ser vista sólo como una forma de evitar castigo; Más que para caballeros, es apropiada para la escoria de Westeros, rescatados de mazmorras por reclutadores viajeros. Nobles desgraciados, bastardos e incluso brotes legítimos indeseados de nobles son “alentados” a vestir al negro, haciendo de la patrulla un gran grupo ranzinza e insatisfecho. Los que llegan voluntariamente pueden partir en cualquier momento durante su entrenamiento, pero ningún hombre puede dejar la Patrulla después de haber dicho sus votos. Cualquier desertor es condenado a muerte. Después de asumir los votos, los hombres de la Patrulla no pueden poseer tierras o generar hijos. Los hombres también son alentados a romper los lazos con sus familias – si tienen la suerte de poseer una.

Los hermanos de la Patrulla de la Noche se visten enteramente de negro, una tradición que les rindió el apodo cuervos, especialmente entre los salvajes. Mientras algunos usan este nombre peyorativamente, muchos de la Patrulla adoran el término. También son llamados hermanos negros, y en canciones ya fueron llamados los caballeros negros de la Muralla.

Por algunos momentos, hacemos una fuerte asociación de los hermanos de la patrulla con algunas órdenes militares de los tiempos medievales. La Orden de los Pobres Caballeros de Cristo y del Templo de Salomón, conocida como Caballeros Templarios, sería una de ellas. Fue una orden militar de caballería y que existió por cerca de dos siglos en la Edad Media, fundada en el resquicio de la Primera Cruzada de 1096, con el propósito original de proteger a los cristianos que volvieron a hacer la peregrinación a Jerusalén tras su conquista. Sus miembros hicieron voto de pobreza y castidad para convertirse en monjes, usaban mantos blancos con la característica cruz roja, y su símbolo pasó a ser un caballo montado por dos caballeros. La orden fue fundada por Hugo de Paynes y otros ocho caballeros franceses, al final del siglo XI. Otro orden que podemos buscar similitudes con los patrulleros es la Orden de los Caballeros Teutónicos de Santa María de Jerusalén o Orden Teutónica. Se formó en San Juan de Acre, Israel, en el año 1190, para ayudar a los germánicos heridos en las Cruzadas. Sus miembros usaban sobrevuelos blancos con una cruz negra y tenían por el norte el lema: Ayudar, defender, curar. Tuvieron su sede en Montfort, una fortaleza construida en los tiempos del Reino de Jerusalén (1099-1291), durante las Cruzadas. Al entrar en la Orden, un caballero tenía que hacer votos de pobreza, castidad y obediencia, así como renunciar a todos sus bienes y donarlos a la Orden para que se convirtiera en bienes comunes. Aunque la Orden poseía muchas propiedades, como conventos, hospitales e iglesias, el foco era la defensa de la Cristiandad.

Volviendo a los patrulleros, vamos a citar algunos miembros importantes: Lord Jon Snow, 998º Señor Comandante; Señor Jeor Mormont, 997º Señor Comandante, conocido como el Viejo Oso. También tenemos Benjen Stark, Primer Patrullo y hermano menor del Señor Eddard Stark; Meistre Aemon, meistre de Castelo Negro y uno de los últimos Targaryen. Y ahora, una cosa que tal vez usted no sepa: Brynden Rivers, conocido como Cuervo de Sangre o Cuervo de Tres Ojos, fue Maestro de los Sussurros, Mano del Rey y un importante comandante de guerra de la Casa Targaryen, a pesar de bastardo. Fue enviado a la Muralla en 233 dC por su sobrino, el Rey Aegon V. Ascendió la posición de Señor Comandante de la Patrulla de la Noche en 239 dC, pero desapareció en patrulla cuando se fue a “allá de la Muralla” en el 252 dC después …

Atención: Tenemos un Señor Comandante muy importante. El 13º. Ya hablamos de él en el post “Reyes malditos y sus súditos fantásticos”. Este comandante de la patrulla acabó convirtiéndose en el Rey de la Noche – el Rey de los Otros. El Rey que puede traer la desgracia y la destrucción a Westeros. (1 Puntuación) Type: Book Autores: Donanfer.

Bueno, para completar el post, algunas líneas sobre la construcción de la muralla.

Tiene más de doscientos metros de altura y quinientos kilómetros de largo, siendo una construcción gigantesca que no se ha finalizado en algunos días, meses o algunos años, sino durante cientos de años. Se dispone en línea recta desde Atalaileste del Mar hasta Castelo Preto y sigue “a las curvas” desde Castelo Negro hasta Torre Sombria. Esta obra se sitúa en la frontera norte de los Sete Reinos, separando Westeros de las Tierras más allá de la Muralla. Es considerada una de las nueve maravillas construidas por el hombre. Dependiendo del tiempo que se siente y de la hora del día, aparece un color gris o azul. Además de hielo y piedra, algunos mitos dicen que hay hechizos clavados en el hielo que la ayudan a fortalecerla ya repeler a las criaturas de naturaleza mágica. La Muralla no tiene ningún tipo de portones, sólo dispone de túneles para que puedan sobrepasarla. Los túneles se encuentran protegidos por grandes de hierro y corrientes. En los castillos ya abandonados los túneles están sellados con piedras y hielo.

Hay un arma que puede por debajo de la muralla: El Berrante de Invierno, también conocido como el Berrante de Joramun. Es un cuerno legendario con propiedades mágicas. Él supuestamente fue soplado por Joramun, uno de los salvajes Rei-Para-Lá-de la Muralla. Cuando tocó, “despertó a los gigantes de la tierra.” Actualmente, se alega que si el cuervo es soplando, derribará la Muralla. Mance Rayder afirma haber encontrado al Berrante de Joramun en una tumba debajo de un glaciar, en lo alto de las presas de hielo. El berrante que Mance Rayder llama Berrante de Joramun tiene dos metros y medio, aproximadamente. Tiene una boquilla tan grande que Jon Snow conseguirá colocar los brazos hasta la altura del codo. Su color es negro con anillos dorados que poseen runas antiguas de los primeros hombres grabados. A primera vista Jon cree que los anillos son bronce, pero cuando se acerca, se da cuenta de que se hacen de oro, “oro viejo, más marrón que el amarillo”. Se dice que tiene mil años. No se sabe de qué se hace el cuerno. Jon Snow cree que, si vino de un auroque, es uno de los mayores auroques que ha vivido.

¿Y cómo el cuerno destruirá la muralla? Ahh, a una gran teoría sobre esto. ¿Preparado? ¡ATENCIÓN POSIBLE SPOILER!

Este berrante va a derribar la muralla porque va a despertar al dragón de hielo que está sellado dentro de ella. ¡Sorprendido! La muralla sólo está de pie debido a la magia de ese dragón y si se despierta, todo el hielo se va. ¡Increíble! Bueno, está es sólo una teoría que circula por la red. Veremos adelante (en los libros y, quién sabe, en la serie – o mejor, dada la demora de nuestro querido George Martin, en la serie y en los libros). Esta teoría tiene como base un libro infantil escrito por George R.R. Martin – “The Ice Dragon” (El Dragón de Hielo) publicado en 1980.

¿Te gustó el post? Aprovecha el blog y lee la cantidad de mensajes que desea. Y deja tu comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, dejar una sugerencia. Nos veremos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

wiki.gameofthronesbr.com/index.php/Batalha_da_Aurora

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tumblr.com/search/oathofthenight’swatch

gameofthrones.wikia.com/wiki/Night’s_Watch

wiki.gameofthronesbr.com/index.php/Patrulha_da_Noite

kanto.legiaodosherois.com.br/w750-h1200/wp-content/uploads/2016/06/k4iq6dAUZN3_8XLOsTnCJvPYcu7mepEfWlV2x9BgzS.jpg

3.bp.blogspot.com/-pQZzwF-MhBc/U9zA719WUBI/AAAAAAABAzo/5gwgGIyDgyo/s1600/Night%27s+Watch.jpg

awoiaf.westeros.org/index.php/Category:Castles_of_the_Night%27s_Watch

qph.ec.quoracdn.net/main-qimg-141ceca457b33bdce39da26d9510789a

ak0.pinimg.com/originals/c2/81/11/c281112504c20a169c48d828cf18c59f.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_dos_Templários

actiweb.es/soldadopobredecristo/imagen2.jpg?

pt-br.gameofthrones.wikia.com/wiki/Brynden_Rivers

soldeausterlitz.blogspot.com.br/2012/09/a-patrulha-da-noite.html

68.media.tumblr.com/bd575498b2e8ecb31b485e466a090d94/tumblr_ne6gjk2bLf1u2n5cyo1_1280.png

pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_Teutônica

gameofthronesportugal.com/a-historia-da-muralha/

68.media.tumblr.com/52e1a3e3f9cf8e31b566198d474dfbfc/tumblr_inline_nsilysmJki1qk7zar_1280.jpg

s3-sa-east-1.amazonaws.com/nexojornal/www/QUIZ/20160425_got/3-got.jpg

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wiki.gameofthronesbr.com/index.php/Berrante_de_Joramun

viajeemteorias.blogspot.com.br/2016/04/berrantes-game-of-thrones.html

gameofthronesbr.com/2014/08/o-dragao-de-gelo-livro-infantil-de-george-r-r-martin-sera-lancado-no-brasil.html

gameofthronesportugal.com/wp-content/uploads/2017/01/c2a9829b4c749c915ff364d66d02ea17c6244270_hq.jpg

A família Tolkien e Os Filhos de Húrin

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A família Tolkien e Os Filhos de Húrin.

Uma grande viagem.  Lendo qualquer obra de Tolkien nos encontramos em uma viagem pelos grandes mares da imaginação.  Entramos em tuneis que atravessam uma imensidão entre o racional e a emoção.  Lágrimas, sorrisos, sustos, arrepios.  Tudo isto é muito pouco quando temos um Tolkien nas mãos.

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O sul-africano John Ronald Reuel Tolkien tornou-se uma inspiração para todo e qualquer escritor – independente do gênero que escreve.  Suas obras atingiram milhões de pessoas e nos fazem sonhar (e até ter pesadelos).  Seus livros abriram brechas no universo cético de nossa mente e permitiram a entrada da fantasia.  Trouxe-nos a convivência com hobbits, elfos, trolls, magos e heróis.  Quem nunca se emocionou com a história de Aragorn (o segundo), filho de Arathorn um Guardião do Norte, com a alcunha de “Strider”. Herdeiro de Isildur e pretendente legítimo aos tronos de Arnor e Gondor. Também era um amigo e confidente de Gandalf, o mago, e parte integrante da missão para destruir o Um Anel e derrotar o Senhor das Trevas Sauron.  E os hobbits? Você se lembra? Cada aventura, cada emoção, cada lágrima com Frodo e Bilbo Baggins, Samwise Gamge ou simplesmente Sam, Meriadoc Brandybuck ou Merry, Peregrin Tûk ou Pippin e até Sméagol (também chamado de Gollum).  E a força da magia de Gandalf e Saruman.  Para muitas (mas muitas) pessoas, Tolkien transformou nossas vidas.  Relembre um pouco de Tolkien com nosso post (jotacortizo.wordpress.com/2017/01/30/tolkien-e-o-hobbit-o-primeiro-grande-sucesso/).

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Mas hoje, peço permissão para falar sobre o filho (e executor literário) de Tolkien: Christopher Reuel Tolkien (nascido em Leeds, na Inglaterra, em 21 de novembro de 1924) é o terceiro filho de J. R. R. Tolkien, e é mais conhecido por ser o editor de muitos trabalhos postumamente publicados de seu pai. Foi ele quem desenhou o mapa original para “The Lord of the Rings” (O Senhor dos Anéis) de seu pai.  Ele é, antes de tudo, um grande amante e incentivador da obra de seu pai.  Há muito ele tem sido parte da obra de seu pai, primeiro ainda criança, quando ouvia os contos sobre Bilbo Baggins (Bolseiro), e então como adolescente e adulto, ajudando o pai na fase ainda de gestação do “Senhor dos Anéis”, interpretando os mapas por vezes contraditórios do pai para os mapas da Terra Média para produzir as versões usadas nos livros, e, no fim dos anos 70, ele redesenhou o mapa para esclarecer a caligrafia e corrigir alguns erros e omissões.

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Hoje, o PHANTASTICUS vai “falar” um pouco de uma obra que tem muito de John e de Christopher (pai e filho).

“The Children of Húrin” (Os Filhos de Húrin) – J. R. R. Tolkien escreveu a versão original da história no final da década de 1910, que foi revista várias vezes depois, mas não ficou completa antes da morte do escritor em 1973. Christopher Tolkien editou os manuscritos para formar uma narrativa consistente e publicou em 2007 (como um trabalho independente).

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Tudo começa quando Morgoth, um Valar e o principal poder do mal, escapa do Reino de Valinor para o noroeste da Terra-média. Vale ressaltar que a trama se passa milhares de anos antes da aventura de Gandalf e sua Sociedade, quando o próprio Sauron, grande vilão da saga do Anel, não era mais do que um tenente do então Senhor do Escuro, Morgoth,

De sua fortaleza de Angband, Morgoth tenta obter o controle de toda a Terra-média, desencadeando uma guerra com os Elfos que habitam na terra de Beleriand ao sul.  No entanto, os Elfos conseguem conter seu ataque, e a maioria de seus reinos permanece invicto; Um dos mais poderosos destes é Doriath, governado por Thingol. Além disso, depois de algum tempo, os Elfos de Noldorin abandonam Valinor e perseguem Morgoth para a Terra-média para vingar-se dele. Juntamente com o Sindar de Beleriand, eles procedem a sitiar Angband, e estabelecem novas fortalezas e reinos na Terra-média, incluindo Hithlum governado por Fingon, Nargothrond por Finrod Felagund e Gondolin por Turgon.

Três séculos se passam durante os quais os primeiros homens aparecem em Beleriand. Estes são os Edain, descendentes desses Homens que se rebelaram contra o governo dos servos de Morgoth e viajaram para o oeste. A maioria dos Elfos os recebe, e eles recebem fieis em Beleriand. A Casa de Bëor governa a terra de Ladros, o Folk de Haleth retira-se à floresta de Brethil, e o senhorio de Dor-lómin é concedido à Casa de Hador. Mais tarde, outros homens entram Beleriand, os Easterlings, muitos dos quais estão em uma união secreta com Morgoth.

Hurin

Túrin, filho de Húrin da raça dos homens, morava em Dor-lómin com seu pai, sua mãe Morwen e sua irmã Urwen. Urwen morreu quando criança, vítima de uma praga. O pai de Túrin foi posteriormente preso por Morgoth após a Batalha das Lágrimas. Durante o encarceramento de Húrin, Túrin foi enviado por sua mãe para viver no reino Elf Doriath para sua proteção. Na sua ausência, Morwen deu à luz seu terceiro filho, Niënor, uma menina. Morgoth colocou uma maldição sobre Húrin e toda a sua família, pelo qual o mal lhes aconteceria durante toda a vida.

O rei Thingol de Doriath leva Túrin como filho adotivo. Durante seu tempo em Doriath Túrin faz amizade com um Elfo chamado Beleg, e os dois se tornam companheiros próximos. Túrin acidentalmente causa a morte do Elf Saeros, que tenta pular um barranco enquanto foge, mas cai e é morto. Túrin se recusa a retornar a Doriath para enfrentar julgamento e opta por deixar Doriath, tornando-se um fora da lei. Thingol, finalmente, o perdoa. Ele leva Beleg para procurar Túrin e trazê-lo de volta a Doriath.

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Morgoth consegue quebrar o cerco de Angband na Batalha da Chama Súbita. A Casa de Bëor é destruída e os Elfos e Edain sofrem grandes perdas.

Durante todo o livro, Túrin toma suas próprias decisões, influencia as pessoas/elfos, faz o caminho que bem entende. Por outro lado, tudo que ele faz deixa um rastro de destruição para trás.

Glaurung

Ele é o principal responsável pela queda de Nargothrond, ele que atrai o dragão Glaurung para o vilarejo onde mora, indiretamente ele provoca a ira de Mîn. Enfim, apesar dele ter liberdade, a maldição continua lá.  Ele troca de nome diversas vezes ao longo do livro, tentando fugir da personalidade anterior dele. O momento mais icônico disso é quando ele passa a se chamar Turambar, “senhor do próprio destino”. É o momento da história em que ele decide largar tudo de lado e viver uma vida pacata, porém até mesmo nessa parte uma desgraça acontece com ele (talvez a maior de todas) sem que Túrin saiba.  A história transcorre da forma mais intensa e com um final… É melhor parar de contar, mas é certo que tudo será surpreendente.

Além da genialidade de JRR Tolkien, temos que ressaltar o trabalho de seu filho, na construção deste livro.  Muito mais do que apenas um herdeiro, ele é um estudioso da obra do pai. Ele foi o responsável por juntar manuscritos e compor “O Silmarillion” e é dele, de novo, a responsabilidade pelo lançamento deste livro.  O trabalho dele é exemplar por causa disso. Em vez de apenas sentar e receber os direitos, ele estudou a fundo o que o pai publicou, apontando as diversas incoerências presentes nos diversos escritos e trazendo esses estudos mais detalhados para o leitor. No final da edição, ele transforma “Os filhos de Húrin” em uma leitura indispensável para quem quer entender como a história foi feita e reconstruída.  A publicação do livro aconteceu em 2007 e estreou no número um no The New York Times Fiction Hardcover lista dos mais vendidos em pouquíssimo tempo.

De acordo com a Houghton Mifflin, a editora dos Estados Unidos, foram vendidas 900,000 cópias em papel em todo o mundo nas duas primeiras semanas, o dobro das expectativas iniciais dos editores. HarperCollins, a editora britânica, afirmou 330,000 exemplares foram impressos no Reino Unido nas primeiras duas semanas.

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O nome Tolkien sempre no ponto mais alto da LitFan.

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Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: La familia Tolkien y los Hijos de Húrin.

Un gran viaje. Al leer cualquier obra de Tolkien nos encontramos en un viaje por los grandes mares de la imaginación. Entramos en tuneos que atravesan una inmensidad entre lo racional y la emoción. Lágrimas, sonrisas, sustos, escalofríos. Todo esto es muy poco cuando tenemos un Tolkien en las manos.

El sudafricano John Ronald Reel Tolkien se ha convertido en una inspiración para cualquier escritor, independiente del género que escribe. Sus obras alcanzaron a millones de personas y nos hacen soñar (y hasta tener pesadillas). Sus libros abrieron brechas en el universo escéptico de nuestra mente y permitieron la entrada de la fantasía. Nos llevó la convivencia con hobbits, elfos, trolls, magos y héroes. Quien nunca se emocionó con la historia de Aragorn (el segundo), hijo de Arathorn un Guardián del Norte, con el sobrenombre de “Strider”. Heredero de Isildur y pretendido legítimo a los tronos de Arnor y Gondor. También era un amigo y confidente de Gandalf, el mago, y parte integrante de la misión para destruir el Un Anillo y derrotar al Señor de las Tinieblas Sauron. ¿Y los hobbits? ¿Te acuerdas? Cada aventura, cada emoción, cada lágrima con Frodo y Bilbo Baggins, Samwise Gamge o simplemente Sam, Meriadoc Brandybuck o Merry, Peregrin Tûk o Pippin y hasta Sméagol (también llamado Gollum). Y la fuerza de la magia de Gandalf y Saruman. Para muchas (pero muchas) personas, Tolkien transformó nuestras vidas. Recuerda un poco de Tolkien con nuestro post (jotacortizo.wordpress.com/2017/01/30/tolkien-e-o-hobbit-o-primeiro-grande-sucesso/).

Pero hoy, pido permiso para hablar sobre el hijo (y ejecutor literario) de Tolkien: Christopher Reuel Tolkien (nacido en Leeds, Inglaterra, el 21 de noviembre de 1924) es el tercer hijo de JRR Tolkien, y es más conocido por ser El editor de muchos trabajos postumadamente publicados de su padre. Fue él quien diseñó el mapa original para “The Lord of the Rings” (El Señor de los Anillos) de su padre. Es, ante todo, un gran amante y alentador de la obra de su padre. Hace mucho tiempo que fue parte de la obra de su padre, primero aún niño, cuando escuchaba los cuentos sobre Bilbo Baggins (Becario), y entonces como adolescente y adulto, ayudando al padre en la fase de gestación del “Señor de los Anillos”, interpretando Los mapas a veces contradictorios del padre para los mapas de la Tierra Media para producir las versiones usadas en los libros, y al final de los años 70, rediseñó el mapa para aclarar la caligrafía y corregir algunos errores y omisiones.

Hoy, el PHANTASTICUS va a “hablar” un poco de una obra que tiene mucho de John y de Christopher (padre e hijo). “The Children of Húrin” – JRR Tolkien escribió la versión original de la historia a finales de la década de 1910, que fue revisada varias veces después, pero no quedó completa antes de la muerte del escritor en 1973. Christopher Tolkien editó Los manuscritos para formar una narrativa consistente y publicada en 2007 (como un trabajo independiente).

Todo comienza cuando Morgoth, un Valar y el principal poder del mal, escapa del Reino de Valinor al noroeste de la Tierra Media. Es importante resaltar que la trama se pasa miles de años antes de la aventura de Gandalf y su Sociedad, cuando el propio Sauron, gran villano de la saga del Anillo, no era más que un teniente del entonces Señor del Oscuro, Morgoth,

De su fortaleza de Angband, Morgoth intenta obtener el control de toda la Tierra Media, desencadenando una guerra con los Elfos que habitan en la tierra de Beleriand al sur. Sin embargo, los Elfos consiguen contener su ataque, y la mayoría de sus reinos permanece invicto; Uno de los más poderosos de ellos es Doriath, gobernado por Thingol. Además, después de algún tiempo, los Elfos de Noldorin abandonan a Valinor y persiguen a Morgoth a la Tierra Media para vengarse de él. Junto con el Sindar de Beleriand, proceden a sitiar Angband, y establecen nuevas fortalezas y reinos en la Tierra Media, incluyendo Hithlum gobernado por Fingon, Nargothrond por Finrod Felagund y Gondolin por Turgon.

Tres siglos pasan durante los cuales los primeros hombres aparecen en Beleriand. Estos son los Edain, descendientes de esos Hombres que se rebelaron contra el gobierno de los siervos de Morgoth y viajaron hacia el oeste. La mayoría de los Elfos los reciben, y ellos reciben fieis en Beleriand. La Casa de Bëor gobierna la tierra de Ladros, el Folk de Haleth se retira al bosque de Brethil, y el señorío de Dor-lómin es concedido a la Casa de Hador. Más tarde, otros hombres entran Beleriand, los Pasatiempos, muchos de los cuales están en una unión secreta con Morgoth.

Túrin, hijo de Húrin de la raza de los hombres, vivía en Dor-lómin con su padre, su madre Morwen y su hermana Urwen. Urwen murió cuando era niño, víctima de una plaga. El padre de Túrin fue posteriormente arrestado por Morgoth después de la Batalla de las Lágrimas. Durante el encarcelamiento de Húrin, Túrin fue enviado por su madre para vivir en el reino Elf Doriath para su protección. En su ausencia, Morwen dio a luz a su tercer hijo, Niënor, una niña. Morgoth colocó una maldición sobre Húrin y toda su familia, por lo cual el mal les ocurrir durante toda su vida.

El rey Thingol de Doriath lleva a Túrin como hijo adoptivo. Durante su tiempo en Doriath Túrin hace amistad con un Elfo llamado Beleg, y los dos se convierten en compañeros cercanos. Túrin accidentalmente causa la muerte del Elf Saeros, que intenta saltar un barranco mientras huye, pero cae y es muerto. Túrin se niega a regresar a Doriath para enfrentar el juicio y opta por dejar Doriath, convirtiéndose en un fuera de la ley. Thingol, finalmente, lo perdona. Él lleva a Beleg para buscar a Túrin y traerlo de vuelta a Doriath.

Morgoth consigue romper el cerco de Angband en la Batalla de la Llama Súbita. La Casa de Bëor es destruida y los Elfos y Edain sufren grandes pérdidas.

A lo largo del libro, Túrin toma sus propias decisiones, influye en las personas / elfos, hace el camino que entiende. Por otro lado, todo lo que hace deja un rastro de destrucción hacia atrás. Él es el principal responsable de la caída de Nargothrond, que atrae al dragón Glaurung hacia la aldea donde vive, indirectamente provoca la ira de Mîn. En fin, a pesar de tener libertad, la maldición continúa allí. Él cambia de nombre varias veces a lo largo del libro, tratando de huir de la personalidad anterior de él. El momento más icónico de ello es cuando pasa a llamarse Turambar, “señor del propio destino”. Es el momento de la historia en que decide dejar todo de lado y vivir una vida tranquila, pero incluso en esa parte una desgracia sucede con él (quizás la mayor de todas) sin que Túrin sepa. La historia transcurre de la forma más intensa y con un final … Es mejor dejar de contar, pero es seguro que todo será sorprendente.

Además de la genialidad de JRR Tolkien, tenemos que resaltar el trabajo de su hijo, en la construcción de este libro. Mucho más que sólo un heredero, él es un estudioso de la obra del padre. Él fue el responsable de juntar manuscritos y componer “El Silmarillion” y es de él, de nuevo, la responsabilidad por el lanzamiento de este libro. Su trabajo es ejemplar a causa de ello. En vez de sólo sentarse y recibir los derechos, estudió a fondo lo que el padre publicó, apuntando a las diversas incoherencias presentes en los diversos escritos y trayendo esos estudios más detallados al lector. Al final de la edición, él transforma “Los hijos de Húrin” en una lectura indispensable para quien quiere entender cómo la historia fue hecha y reconstruida. La publicación del libro tuvo lugar en 2007 y se estrenó en el número uno en el New York Times Ficción Hardcover lista de los más vendidos en muy poco tiempo.

De acuerdo con Houghton Mifflin, la editorial de Estados Unidos, se vendieron 900,000 copias en papel en todo el mundo en las dos primeras semanas, el doble de las expectativas iniciales de los editores. HarperCollins, la editorial británica, afirmó 330.000 ejemplares en el Reino Unido en las primeras dos semanas.

El nombre Tolkien siempre en el punto más alto de la LitFan.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/Aragorn

pt.wikipedia.org/wiki/Christopher_Tolkien

en.wikipedia.org/wiki/The_Children_of_Húrin

tolkienbrasil.com/artigos/sobre-christopher-um-ensaio-sobre-a-decisao-do-filho-de-tolkien-em-nao-permitir-mais-nenhuma-licenca-para-filmes-sobre-seus-trabalhos/

estamosemobras.com.br/2014/11/10/critica-os-filhos-de-hurin-j-r-r-tolkien/

valinor.com.br/6858

tolkienbrasil.com/artigos/colunas/eduardostark/o-pergaminho-de-os-filhos-de-hurin-filme-o-hobbit/

formigaeletrica.com.br/livros/os-filhos-de-hurin/

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aleciapina.files.wordpress.com/2010/08/o-cerco-a-angband.jpg

na.ssl-images-amazon.com/images/I/51YCUwBCVtL._SY344_BO1,204,203,200_.jpg

3.bp.blogspot.com/-Wj3EqDrmsig/WDW-4DDj9bI/AAAAAAAATJU/8w_4J25gUdkUZMrwdP6tkEWKteERBZr8QCLcB/s1600/51rqx-zyHmL._SX321_BO1%252C204%252C203%252C200_.jpg

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Game of Thrones supera Crônicas de Gelo e Fogo?

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Game of Thrones supera Crônicas de Gelo e Fogo?

Bem, não é a primeira vez que vou postar algo sobre “A Song of Ice and Fire” (As Crônicas de Gelo e Fogo).  Foram mais de dez posts diretos e alguns sobre temas que envolveram, de alguma forma, os livros de George R R Martin.

George Martin

A história escrita por Martin foi para a TV através do canal de televisão por assinatura norte-americano HBO, de propriedade da Time Warner.  Ganhou notoriedade e premiações – só do Emmy, o principal prêmio da televisão americana, a série foi recordista de indicações em 2016, com 23. “Game of Thrones” ganhou 16 Emmys na noite da 68ª edição do prêmio, tornando-se a série mais vencedora da história desta premiação, com 38 estatuetas acumuladas.  Tem, também, um título insólito: É a série mais pirateada do mundo. Segundo o site de compartilhamento de arquivos TorrentFreak, mais pessoas estão baixando ilegalmente Game of Thrones que qualquer outra série do mundo. Em 2012, os rackers de BitTorrent públicas mostraram que um episódio foi baixado ilegalmente cerca de 4.280.000 vezes. Em 2015, surgiram novos estudos que sugerem que a pirataria da série tinha aumentado em 45% em todo o mundo, em comparação com 2014.  Em 2016 a história se repetiu e “Game of Thrones” sustenta por metade de uma década o título.

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Quanto aos livros, George Martin é hoje um dos grandes vendedores de ficção fantástica de todos os tempos.  Sabe-se que as vendas de seus livros da série (hoje são cinco volumes), impulsionadas pela série da HBO, vendeu nos últimos 12 anos uma média de 86 mil cópias semanais.  Isto representa quase 5 milhões de livros por ano.  Assim, chegamos número de cerca de 56 milhões de unidades no período.  Assombroso.

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Recordar é viver! Para quem quer relembrar alguns dos posts do PHANTASTICUS seguem os links.:

jotacortizo.wordpress.com/2016/05/28/uma-viagem-incrivel-a-westeros-e-outras-terras-criadas-por-george-r-r-martin-un-viaje-increible-a-westeros-y-otras-tierras-creadas-por-george-r-r-martin/

jotacortizo.wordpress.com/2015/04/12/got-game-of-thrones-o-mundo-fantastico-de-westeros-el-fantastico-mundo-de-westeros/

Bem, não tem como não comparar.  Enquanto aguardamos – ansiosamente – “Winds of winter” (“Os Ventos do Inverno”, o sexto livro das crônicas), nos regalamos com a série – que amanhã (16/07/2017) terá estreia mundial de sua sétima temporada.  A série ultrapassou, na história, os acontecimentos dos livros.  Já na quinta temporada a séria começava a decolar com relação aos livros – começaram a surgir diferenças na adaptação e diversos acontecimentos – não mencionados no romance – srugiam.  Por exemplo, nos livros Tyrion – em sua fuga de Porto Real – viaja com Aegon Targaryen, sobrinho de Daenerys.  Já na série, o pequeno estrategista viaja com Varys e depois Sor Jorah.  Isto é pouco.  Sensíveis diferenças foram acontecendo e a série televisa escolheu alguns caminhos diferentes ou antecipação dos livros vindouros.  Um exemplo de antecipação se dá com a morte de Jon Snow – acontecimento relatado no 5º livro e na 5ª temporada.  Existem diferenças – sim, detalhes importantes no livro não seguem na série.  Mas o retorno de Jon na 6ª temporada? Sim! Não temos como balizar as histórias a partir deste momento.

Lady Stoneheart

Outro ponto importante: A ausência (até o momento) de um importante personagem dos livros na série da HBO.  E que venha Lady Stoneheart!  Catelyn Stark morreu no “Casamento Vermelho” – até aí tudo igual livros e TV.  Aconteceu na terceira temporada e no terceiro livro, um ataque arquitetado pela família Frey, pelos Lannister e pelos Bolton para a derrubada de Robb Stark e da própria família Stark como Reis do Norte e conquista de suas terras. No episódio, Catelyn machucou sua própria face com as unhas, quando viu Robb ser morto, e teve sua garganta cortada “de orelha a orelha” por um dos filhos de Walder Frey.  Como um ato de zombaria aos ritos fúnebres dos Tully, os Frey apenas atiraram o corpo da Lady Stark no rio.  No livro, o corpo de Catelyn ficou no rio por três dias até que Nymeria, a loba da Arya, que foi forçada a fugir no começo da história para não ser morta, depois que atacou o Joffrey, a encontra e leva para a margem.  Por fim, Catelyn é encontrada pela Irmandade Sem Bandeiras e esse é o ponto onde as coisas mudam. A Irmandade, até aquele momento, era liderada pelo Senhor Relâmpago, Beric Dondarrion, e seguiam uma espécie de “código Robin Hood”.  Beric é conhecido por ter morrido várias vezes e voltar a vida com a ajuda de outro membro do grupo, Thoros de Myr, um Sacerdote Vermelho da religião que cultua o deus R’hllor, como a Melissandre.  Beric doa sua própria vida para trazer a Lady Catelyn de volta, sua sétima e última morte. Parece não ter sido o melhor plano de todos, quando muito pouco de Catelyn Stark voltou àquele corpo.  Eis que surge a Lady Stoneheart, ou Senhora Coração de Pedra. Catelyn volta à vida, porém já estava morta há muito tempo. Seguindo a história de Beric e suas seis mortes, cada vez que ele voltava do pós-vida, ele ia perdendo um pouco de si mesmo no caminho. Isso porque ele não se demorava tanto nos reinos sem Sol.  Catelyn voltou e, como estava no rio há três dias, seu corpo não se recuperou muito bem. Sua pele ficou extremamente branca, ela tinha pouco cabelo e os restantes tinham ficado brancos, vários machucados pelo corpo, as marcas de suas unhas continuavam em seu rosto e o corte em sua garganta, feito pelo Frey, continuava aberto. Assim, para aumentar mais a imagem aterrorizante da Lady Stark, ela não fala mais, apenas sussurros quando tapa o corte na garganta.  Além da aparência, toda a gentileza e honra de Catelyn se perderam no caminho de volta à vida. Ela voltou fria e apenas direcionada para vingança contra os Frey e todos aqueles que traíram os Starks no passado.  E muito mais…. Vamos torcer para que a série traga – de alguma forma – esta personagem tão importante.

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Voltando as publicações dos livros, muitos (mais muitos) fãs cobram o escritor quanto a morosidade na publicação do 6º livro.  Seria uma luz importante no comparativo com a série e, também, o detalhamento de uma série de personagens.  Mas G.R.R. Martin é assim.  Basta fazer uma linha do tempo do desenvolvimento e da publicação de seus livros.  Vamos lá? Bem, Martin começou a desenvolver “A Game of Thrones” (“A Guerra dos Tronos” primeiro livro – com 704 páginas) em 1991 e o publicou em agosto de 1996.  Depois, com “A Clash of Kings”   (“A Fúria dos Reis”, com 784 páginas) e publicou em novembro de 1998.  No terceiro livro “A Storm of Swords” (“A Tormenta de Espadas” com 992 páginas) e publicou em agosto de 2000.  O quarto livro “A Feast for Crows” (“O Festim de Corvos”) saiu em 2005.  E o quinto livro “A Dance with Dragons” (A Dança dos Dragões) publicado em 2011.  Bem, Martin precisou de um grande tempo do desenvolvimento a publicação de seu primeiro livro – cerca de 5 anos.  Normal, para o primeiro livro de um escritor.  Depois, “embalou” na sequência, mas teve um grande espaço na publicação do quarto para o quinto livro – seis anos.  Um dos motivos é que “As Crônicas de Gelo e Fogo” foi concebida, originalmente, para ser uma trilogia.  Na ideia de Martin a trilogia seria composta dos livros pelos livros “A Game of Thrones”, “A Dance with Dragons” e “The Winds of Winter”.  Vários fatores foram influenciando a decisão do autor que, hoje, é de concluir a saga no sétimo livro (entretanto, há indícios de que ele já aceita um oitavo volume).  O, porém é … Quando teremos “Winds of winter”?  Já se vão 6 anos e muitos acreditam em pelo menos mais um para que o livro seja publicado.  E depois? O autor já definiu o nome do sétimo livro que será “A Dream of Spring” (tradução literal “Um Sonho de Primavera”).  Ainda assim, o tempo que Martin leva para escrever preocupa os fãs.  Quanto tempo levaria aguardando o desfecho – literário – da obra de Martin? Quanto a obra televisiva, já podemos nos preparar para ter saudades.  David Benioff e D. B. Weiss, produtores executivos, definiram a oitava como sendo a última temporada.

O coração bate forte quando se pensa nisto.  O PHANTASTICUS aborda em seus posts, tudo com relação a Literatura Fantástica, mas não tem como deixar passar está obra prima na televisão.  Ou tem?  E em sua opinião, quem é melhor – Game of Thrones ou Crônicas de Gelo e Fogo?

Em minha singela opinião, os livros são muito superiores a série.  Principalmente, pela riqueza de detalhes (assim como qualquer comparação de livros x filmes/séries).  Mas não tenho como dizer que não sou um grande fã da série.  Sou! Sou um apaixonado pela série, porque ela nos transporta para um mundo incrível e, assim como nos livros, vivemos as emoções de seus personagens.

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Os romances também foram nomeados a uma série de prêmios literários desde o lançamento de “A Game of Thrones”. Os três primeiros volumes foram ganhadores do Prêmio Locus — em 1997, 1999 e 2001 —, sendo também indicados ao Prêmio Nebula. “A Storm of Swords” foi o primeiro volume da saga a ser nomeado também ao Prêmio Hugo, apesar de tê-lo perdido para “Harry Potter e o Cálice de Fogo”, da escritora britânica J. K. Rowling. Finalmente, “A Feast for Crows” e “A Dance with Dragons” foram indicados ao Locus, ao Hugo e ao British Fantasy de 2006 e 2012, respectivamente, porém ambos não converteram nenhuma das nomeações.

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Sobre o autor, nosso querido George Martin, uma das muitas “curiosidades” sobre ele (e já explorada em muitos blogs) é o fato de, mesmo com todos os avanços tecnológicos nos últimos anos, ele ainda prefere escrever seus livros e contos em um Wordstar 4.0, um processador de texto que funciona em PCs com sistema operacional DOS.

Então, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Valar Morghulis é um termo do alto valiriano que significa, na língua comum “todos os homens devem morrer”.  Serve como resposta ou contra-resposta a “Valar Dohaeris”, que significa “todos os homens devem servir”

Jota Cortizo

Versión española: ¿Juego de Tronos supera Crónicas de Gelo e Fogo?

Bueno, no es la primera vez que voy a publicar algo sobre “A Song of Ice and Fire” (Las Crónicas de Hielo y Fuego). Los más de diez puestos directos y algunos sobre temas que involucraron de alguna manera los libros de George R R Martin.

La historia escrita por Martin fue a la televisión a través del canal de televisión por suscripción estadounidense HBO, propiedad de Time Warner. En el año 2016, con 23 “Game of Thrones” ganó 16 Emmys en la noche de la 68ª edición del premio, convirtiéndose en la serie más exitosa Ganadora de la historia de esta premiación, con 38 estatuillas acumuladas. También tiene un título insólito: Es la serie más pirata del mundo. Según el sitio de intercambio de archivos TorrentFreak, más gente está descargando ilegalmente Game of Thrones que cualquier otra serie del mundo. En 2012, los rackers de BitTorrent públicos mostraron que un episodio fue descargado ilegalmente cerca de 4.280.000 veces. En 2015, surgieron nuevos estudios que sugieren que la piratería de la serie había aumentado en un 45% en todo el mundo, en comparación con 2014. En 2016 la historia se repitió y “Game of Thrones” sostiene por mitad de una década el título.

En cuanto a los libros, George Martin es hoy uno de los grandes vendedores de ficción fantástica de todos los tiempos. Se sabe que las ventas de sus libros de la serie (hoy son cinco volúmenes), impulsadas por la serie de HBO, vendió en los últimos 12 años una media de 86 mil copias semanales. Esto representa casi 5 millones de libros al año. Así, llegamos el número de cerca de 56 millones de unidades en el período. Asombroso.

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jotacortizo.wordpress.com/2016/05/28/uma-viagem-incrivel-a-westeros-e-outras-terras-criadas-por-george-r-r-martin-un-viaje-increible-a-westeros-y-otras-tierras-creadas-por-george-r-r-martin/

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Bueno, no tiene como no comparar. Mientras esperamos – ansiosamente – “Winds of winter” (“Los vientos del invierno”, el sexto libro de las crónicas), nos regalamos con la serie – que mañana (16/07/2017) tendrá estreno mundial de su séptima temporada. La serie sobrepasó, en la historia, los acontecimientos de los libros. En la quinta temporada la seria empezaba a despegar con relación a los libros – comenzaron a surgir diferencias en la adaptación y diversos acontecimientos – no mencionados en la novela – srugiam. Por ejemplo, en los libros Tyrion – en su huida de Puerto Real – viaja con Aegon Targaryen, sobrino de Daenerys. En la serie, el pequeño estratega viaja con Varys y luego Sor Jorah. Esto es poco. Las sensibles diferencias se produjeron y la serie televisiva escogió algunos caminos diferentes o anticipación de los libros venideros. Un ejemplo de anticipación se da con la muerte de Jon Snow – acontecimiento relatado en el 5º libro y en la 5ª temporada. Hay diferencias – sí, los detalles importantes en el libro no siguen en la serie. Pero el regreso de Jon en la 6ª temporada? ¡Sí! No tenemos como balizar las historias a partir de este momento.

Otro punto importante: La ausencia (hasta el momento) de un importante personaje de los libros en la serie de HBO. ¡Y que venga a Lady Stoneheart! Catelyn Stark murió en el “matrimonio rojo” – hasta ahí todo igual libros y TV. En la tercera temporada y en el tercer libro, un ataque arquitectado por la familia Frey, los Lannister y los Bolton para el derrocamiento de Robb Stark y la propia familia Stark como Reyes del Norte y conquista de sus tierras. En el episodio, Catelyn lastimó su propia cara con las uñas, cuando vio a Robb ser muerto, y tuvo su garganta cortada “de oreja a oreja” por uno de los hijos de Walder Frey. Como un acto de burla a los ritos fúnebres de los Tully, los Frey sólo dispararon el cuerpo de Lady Stark en el río. En el libro, el cuerpo de Catelyn se quedó en el río por tres días hasta que Nymeria, la loba de Arya, que fue forzada a huir al comienzo de la historia para no ser muerta, después de que atacó a Joffrey, la encuentra y se lleva a la orilla. Por fin, Catelyn es encontrada por la Hermandad Sin Banderas y ese es el punto donde las cosas cambian. La Hermandad, hasta ese momento, estaba encabezada por el Señor Relámpago, Beric Dondarrion, y seguían una especie de “código Robin Hood”. Beric es conocido por haber muerto varias veces y volver a la vida con la ayuda de otro miembro del grupo, Thoros de Myr, un Sacerdote Rojo de la religión que cultiva al dios R’hllor, como Melissandre. Beric dona su propia vida para traer a Lady Catelyn de vuelta, su séptima y última muerte. Parece no haber sido el mejor plan de todos, cuando muy poco de Catelyn Stark volvió a aquel cuerpo. Aquí viene la Lady Stoneheart, o Señora Corazón de Piedra. Catelyn vuelve a la vida, pero ya estaba muerta hace mucho tiempo. Siguiendo la historia de Beric y sus seis muertes, cada vez que regresaba de la vida después, se iba perdiendo un poco de sí mismo en el camino. Porque no se tardaba tanto en los reinos sin Sol. Catelyn volvió y, como estaba en el río hace tres días, su cuerpo no se recuperó muy bien. Su piel quedó extremadamente blanca, tenía poco pelo y los demás se quedaron blancos, varios heridos por el cuerpo, las marcas de sus uñas continuaban en su cara y el corte en su garganta, hecho por Frey, seguía abierto. Así, para aumentar más la imagen aterradora de Lady Stark, ella no habla más, sólo susurros cuando tapa el corte en la garganta. Además de la apariencia, toda la gentileza y el honor de Catelyn se perdieron en el camino de vuelta a la vida. Ella se volvió fría y sólo dirigió a la venganza contra los Frey y todos aquellos que traicionaron a los Starks en el pasado. Y mucho más …. Vamos a torcer para que la serie traiga – de alguna manera – este personaje tan importante.

Volviendo las publicaciones de los libros, muchos (muchos más) fans cobran al escritor como la morosidad en la publicación del 6º libro. Sería una luz importante en el comparativo con la serie y, también, el detalle de una serie de personajes. Pero G.R.R. Martin es así. Basta con hacer una línea del tiempo del desarrollo y de la publicación de sus libros. ¿Vamos allá? Bueno, Martin empezó a desarrollar “A Game of Thrones” (“La Guerra de los Tronos” primer libro – con 704 páginas) en 1991 y lo publicó en agosto de 1996. Después, con “A Clash of Kings” (“La furia de los reyes” Reyes “, con 784 páginas) y publicó en noviembre de 1998. En el tercer libro” A Storm of Swords “(” La Tormenta de Espadas “con 992 páginas) y publicó en agosto de 2000. El cuarto libro” A Feast for Crows ” (“El Festín de Corvos”) salió en 2005. Y el quinto libro “A Dance with Dragons” publicado en 2011. Bien, Martin necesitó un gran tiempo del desarrollo la publicación de su primer libro – cerca De 5 años. Normal, para el primer libro de un escritor. Después, “embaló” en la secuencia, pero tuvo un gran espacio en la publicación del cuarto para el quinto libro – seis años. Uno de los motivos es que “Las Crónicas de Hielo y Fuego” fue concebida originalmente para ser una trilogía. En la idea de Martin la trilogía sería compuesta de los libros por los libros “A Game of Thrones”, “A Dance with Dragons” y “The Winds of Winter”. Varios factores fueron influenciando la decisión del autor que, hoy, es de concluir la saga en el séptimo libro (sin embargo, hay indicios de que él ya acepta un octavo volumen). Pero, ¿es … cuando tendremos “Winds of winter”? Ya se van 6 años y muchos creen en por lo menos uno más para que el libro sea publicado. ¿Y después? El autor ya definió el nombre del séptimo libro que será “A Dream of Spring” (traducción literal “Un sueño de primavera”). Sin embargo, el tiempo que Martin lleva a escribir preocupa a los fans. ¿Cuánto tiempo tardaría el desenlace – literario – de la obra de Martin? En cuanto a la obra televisiva, ya podemos prepararnos para extrañarnos. David Benioff y D. B. Weiss, productores ejecutivos, definieron la octava como la última temporada.

El corazón late fuerte cuando se piensa en esto. El PHANTASTICUS aborda en sus posts, todo con relación a Literatura Fantástica, pero no tiene como dejar pasar está obra maestra en la televisión. ¿O tienes? En su opinión, ¿quién es mejor – Game of Thrones o Crónicas de Hielo y Fuego?

En mi sencilla opinión, los libros son muy superiores a la serie. Principalmente, por la riqueza de detalles (así como cualquier comparación de libros x películas / series). Pero no puedo decir que no soy un gran fan de la serie. ¡Soy! Soy un apasionado por la serie, porque nos transporta a un mundo increíble y, al igual que en los libros, vivimos las emociones de sus personajes.

Los romances también fueron nominados a una serie de premios literarios desde el lanzamiento de “A Game of Thrones”. Los tres primeros volúmenes fueron ganadores del Premio Locus – en 1997, 1999 y 2001 -, siendo también indicados al Premio Nebula. “Storm of Swords” fue el primer volumen de la saga a ser nominado también al Premio Hugo, a pesar de haber perdido para “Harry Potter y el Cáliz de Fuego”, de la escritora británica J. K. Rowling. Finalmente, “Feast for Crows” y “A Dance with Dragons” fueron nominados al Locus, al Hugo y al British Fantasy de 2006 y 2012, respectivamente, pero ambos no convirtieron ninguna de las nominaciones.

Sobre el autor, nuestro querido George Martin, una de las muchas “curiosidades” sobre él (y ya explorada en muchos blogs) es el hecho de que, incluso con todos los avances tecnológicos en los últimos años, todavía prefiere escribir sus libros y cuentos en un libro Wordstar 4.0, un procesador de textos que funciona en PC con sistema operativo DOS.

Entonces, ¿le gustó el post? En el blog y lee cuántos posts quieres. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Valar Morghulis es un término del alto valiriano que significa, en la lengua común “todos los hombres deben morir”. Sirve como respuesta o contra-respuesta a “Valar Dohaeris”, que significa “todos los hombres deben servir”

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

fatosdesconhecidos.com.br/15-curiosidades-intrigantes-sobre-game-of-thrones-que-voce-nao-sabia/

gameofthronesbr.com/2016/12/game-of-thrones-e-a-serie-mais-pirateada-de-2016.html

diariodebarrelas.com.br/game-of-thrones-supera-biblia-na-lista-de-livros-de-fantasia-mais-vendidos-do-seculo/

pt.wikipedia.org/wiki/Game_of_Thrones

noticias.bol.uol.com.br/bol-listas/os-23-livros-de-ficcao-mais-vendidos-da-historia.htm

br.vida-estilo.yahoo.com/10-curiosidades-sobre-george-r-114138660/photo-martin-%C3%A9-dono-de-um-1474376921972.html

aminoapps.com/page/game-of-thrones-br/6922400/curiosidades-sobre-george-r-r-martin

jogos.uol.com.br/listas/9-maiores-esquisitices-e-curiosidades-do-autor-de-game-of-thrones.htm

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legiaodosherois.uol.com.br/lista/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-lady-stoneheart-de-game-thrones.html

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