Clássicos VII – Vinte mil léguas de aventuras

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Clássicos VII – Vinte mil léguas de aventuras.

Olá! O PHANTASTICUS segue dando sequência ao objetivo de valorização dos clássicos da literatura de fantasia/aventura e neste post, escolhemos um dos pais da ficção.  O homem que é um dos maiores escritores de todos os tempos e um grande visionário.  Com vocês, na sétima edição de “Clássicos do PHANTASTICUS” temos: “Vingt mille lieues sous les mers” (Vinte mil léguas submarinas), do gênio Jules Gabriel Verne, conhecido nos países de língua portuguesa por Júlio Verne.

Como a grande maioria das obras de Júlio Verne, esta é baseada nos conhecimentos da época em que foi escrita (meados do século XIX), em conjunto, claro, com a rica e vasta imaginação de Verne.  Relembre alguns posts do blog sobre o escritor.

//jotacortizo.wordpress.com/2018/04/21/a-paternidade-da-ficcao-cientifica-paternidade-compartilhada/

//jotacortizo.wordpress.com/2016/06/26/as-viagens-extraordinarias-e-fantasticas-de-j-verne/

//jotacortizo.wordpress.com/2015/02/05/julio-verne-e-o-nascimento-da-ficcao-cientifica/

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No clássico escolhido, Verne concebe um submarino, o Náutilus, completamente autônomo do meio terrestre, movido somente a eletricidade. O engenheiro e dono de tal feito, é o capitão Nemo, que, com sua tripulação, cortou qualquer relação com as nações e com a humanidade. Vivem somente do que o mar lhes dá – a comida, a matéria prima que necessitam para a produção de eletricidade, tudo vem do mar.

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Mas a humanidade, não conhecendo a existência desta obra prima de engenharia que o capitão Nemo criou em segredo, e, quando este, com ou sem intenção, começou a provocar desastres em navios e embarcações, o mundo começou a temê-lo, julgando-o um monstro marinho, um narval gigante, começando assim a caça à quimera.

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Curiosidade: O narval é uma baleia dentada de tamanho médio e o animal com os maiores caninos.  Os machos narval são distinguidos por uma, e reta, presa longa helicoidal, que na verdade é um canino superior esquerdo alongado.

No livro, o Professor Aronnax, naturalista francês, Conseil, seu criado, e Ned Land, arpoador exímio de nacionalidade canadense, partem no navio “Abraham Lincoln” da marinha norte-americana, juntamente com toda a sua tripulação, com o intuito de caçar e livrar os mares de tal aberração.

No contato com o monstro, o “Abraham Lincoln” é danificado até ao ponto de não poder prosseguir viagem. Aronnax, Conseil e Ned Land são atirados ao mar onde são recolhidos pelo submarino, e assim feitos prisioneiros, mas com a liberdade de poderem andar à vontade neste navio que navega abaixo do nível do mar.

Ao longo da viagem, eles são revelados muitos segredos, e conhecem vários locais, incluindo a mítica Atlântida, as ilhas da Polinésia, o Mar Vermelho, às margens do Extremo Oriente, o Mediterrâneo, etc. Utilizando seu personagem Aronnax, Verne aponta várias invenções possíveis: escafandro para mergulho, fuzis de balas elétricas, máquinas para produzir ar respirável, etc.  Uma característica que torna o romance muito interessante é a descrição meticulosa das paisagens submarinas que são visitadas, bem como a descrição quase enciclopédica de uma infinidade de seres marinhos.  Há também uma descrição meticulosa das percepções e intenções dos personagens ao longo da história. Como, por exemplo, que o arpoador Ned Land é a favor de escapar do submarino.

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Depois de uma grande derrota e de vários eventos relativos a vida a bordo do Nautilus, durante o qual é perseguido e atacado várias vezes por navios de guerra, o capitão Nemo, em uma depressão forte, se isola de seus “convidados”.  Nos capítulos finais, os prisioneiros decidem escapar. Essa tentativa de fuga coincide com momentos de muita agitação no navio, durante os quais os tripulantes são ouvidos repetindo diversas vezes a palavra “Maelstrom”.

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Curiosidade: Maelstrom, moskoëstrom, mælstrøm, mailström ou também moskstraumen é um grande turbilhão de água.  Um grande redemoinho no mar.

A fuga ocorre de maneira arrojada e eles perdem a consciência durante o turbilhão. No final, eles estão sãos e salvos na costa norueguesa, onde são resgatados.

Durante vários meses, o Náutilus percorreu dezenas de milhares de quilómetros sob as águas, passando por variadíssimos lugares e peripécias. O título do livro se refere a essa distância, usando a unidade arcaica “légua”.

Curiosidade: 20.000 léguas são equivalentes a 96.560 quilômetros.

O livro de Verne teve várias adaptações – para cinema e TV.  Uma das que mais me agradou foi a de 1954.  Na direção de Richard Fleischer e tendo Kirk Douglas como Ned Land, James Mason como Capitão Nemo e Paul Lukas como Pierre Aronnax.  Em 1997 estrelou uma outra adaptação, tendo como diretor Michael Anderson e como protagonistas Richard Crenna, Ben Cross, Julie Cox e Paul Gross.

Nota: Tenho que confessar que nenhuma chegou aos pés do livro.

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E para fechar o post, uma das frases de nosso escritor: “Tudo que um homem pode imaginar outros homens poderão realizar”.

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Bem, terminamos! Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Clásicos VII – Veinte mil leguas de aventuras.

¡Hola! El PHANTASTICUS sigue dando secuencia al objetivo de valorización de los clásicos de la literatura de fantasía / aventura y en este post, elegimos uno de los padres de la ficción. El hombre que es uno de los mayores escritores de todos los tiempos y un gran visionario. Con ustedes, en la séptima edición de “Clásicos phantasticus” nosotros “Vingt mille lieues sous les mers” (Veinte mil leguas de viaje submarino), el genio Jules Gabriel Verne, conocido en los países de habla portuguesa de Julio Verne.

Como la gran mayoría de las obras de Julio Verne, esta está basada en los conocimientos de la época en que fue escrita (mediados del siglo XIX), en conjunto, claro, con la rica y vasta imaginación de Verne. Recuerde algunos posts del blog sobre el escritor.

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//jotacortizo.wordpress.com/2016/06/26/as-viagens-extraordinarias-e-fantasticas-de-j-verne/

//jotacortizo.wordpress.com/2015/02/05/julio-verne-e-o-nascimento-da-ficcao-cientifica/

En el clásico elegido, Verne concibe un submarino, el Náutilus, completamente autónomo del medio terrestre, movido solamente la electricidad. El ingeniero y dueño de tal hecho, es el capitán Nemo, que, con su tripulación, cortó cualquier relación con las naciones y con la humanidad. Viven solamente de lo que el mar les da – la comida, la materia prima que necesitan para la producción de electricidad, todo viene del mar.

Pero la humanidad, no conociendo la existencia de esta obra maestra de ingeniería que el capitán Nemo creó en secreto, y cuando éste, con o sin intención, comenzó a provocar desastres en barcos y embarcaciones, el mundo empezó a temerlo, un monstruo marino, un narval gigante, empezando así la caza a la quimera.

Curiosidad: El narval es una ballena dentada de tamaño mediano y el animal con los mayores caninos. Los machos narval son distinguidos por una, y recta, presa larga helicoidal, que en realidad es un canino superior izquierdo alargado.

En el libro, el profesor Aronnax, naturalista francés, Conseil, su criado, y Ned Land, arpoador eximio de nacionalidad canadiense, parten en el barco “Abraham Lincoln” de la marina norteamericana, junto con toda su tripulación, con el propósito de cazar y librar los mares de tal aberración.

En el contacto con el monstruo, el “Abraham Lincoln” es dañado hasta el punto de no poder proseguir viaje. Aronnax, Conseil y Ned Land son arrojados al mar donde son recogidos por el submarino, y así hechos prisioneros, pero con la libertad de poder caminar a voluntad en este barco que navega bajo el nivel del mar.

A lo largo del viaje, se revelan muchos secretos, y conocen varios lugares, incluyendo la mítica Atlántida, las islas de Polinesia, el Mar Rojo, a orillas del Extremo Oriente, el Mediterráneo, etc. Utilizando su personaje Aronnax, Verne apunta varias invenciones posibles: escafandro para buceo, fusiles de balas eléctricas, máquinas para producir aire respirable, etc. Una característica que hace la novela muy interesante es la descripción meticulosa de los paisajes submarinos que se visitan, así como la descripción casi enciclopédica de una infinidad de seres marinos. Hay también una descripción meticulosa de las percepciones e intenciones de los personajes a lo largo de la historia. Como, por ejemplo, que el arpoador Ned Land está a favor de escapar del submarino.

Después de una gran derrota y de varios eventos relativos a la vida a bordo del Nautilus, durante el cual es perseguido y atacado varias veces por barcos de guerra, el capitán Nemo, en una depresión fuerte, se aísla de sus “invitados”. los prisioneros deciden escapar. Este intento de fuga coincide con momentos de mucha agitación en el barco, durante los cuales los tripulantes son oídos repitiendo varias veces la palabra “Maelstrom”.

Curiosidad: Maelstrom, moskoëstrom, mælstrøm, mailström o también moskstraumen es un gran torbellino de agua. Un gran remolino en el mar.

La fuga ocurre de manera arrojada y ellos pierden la conciencia durante el torbellino. Al final, ellos están sanos y salvos en la costa noruega, donde son rescatados.

Durante varios meses, el Náutilus recorrió decenas de miles de kilómetros bajo las aguas, pasando por variadísimos lugares y peripecias. El título del libro se refiere a esa distancia, usando la unidad arcaica “legua”.

Curiosidad: 20.000 leguas son equivalentes a 96.560 kilómetros.

El libro de Verne tuvo varias adaptaciones – para cine y TV. Una de las que más me gustó fue la de 1954. En la dirección de Richard Fleischer y teniendo Kirk Douglas como Ned Land, James Mason como Capitán Nemo y Paul Lukas como Pierre Aronnax. En 1997 protagonizó otra adaptación, teniendo como director a Michael Anderson y como protagonistas Richard Crenna, Ben Cross, Julie Cox y Paul Gross.

Nota: Tengo que confesar que ninguna llegó a los pies del libro.

Y para cerrar el post, una de las frases de nuestro escritor: “Todo lo que un hombre puede imaginar otros hombres podrán realizar”. ¡Bien, terminamos! ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

pt.wikipedia.org/wiki/Vinte_Mil_Léguas_Submarinas

twentythousandleaguesunderthesea.com/nautiluswater.gif

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planetdiecast.com/hwdphotos/nonDB/Jules-Verne-Nautilus-Submarine-to-1-72-scale.jpg

wikimedia.org/wikipedia/commons/8/83/20000_Nemo_sextan_%28cvet%29.jpg

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Tsunami de leitura

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Tsunami de leitura.

Olá para todos! Hoje o post é mais uma reflexão do que propriamente um comentário sobre um autor ou sobre um livro, ou talvez sobre um tema de fantasia.  Não é, em sua totalidade, um flash sobre a vida de um autor. Hoje o PHANTASTICUS vai falar sobre… eu.  E depois, vamos escolher um autor.

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Há momentos em que precisamos abrir o que pensamos e o que fazemos.  E hoje estou em um daqueles momentos em que isto é necessário.  Neste instante, parei para ver e percebi que estou em várias frentes de leitura.  Por vezes, se parece com um verdadeiro tsunami de livros e páginas.  Vamos lá: Estou relendo toda a série “Harry Potter”, da querida J.K. Rowling; Estou lendo “A Verdadeira História da Ficção Científica” de Adam Roberts, buscando conhecer e entender a evolução da literatura de Sci Fi; Estou lendo “Origem” do ótimo escritor Dan Brown, a quem admiro desde “O Código da Vinci” e “Anjos e Demônios”.  E por último, estou relendo – buscando oportunidades de melhorar o conteúdo – o manuscrito de meu primeiro livro.  Cada vez que faço isto, tento enxergar se vale a pena seguir com este projeto.  O Brasil não é um país de muitos leitores – infelizmente.  E tentando ganhar coragem com este projeto – que é extremamente importante para minha vida – verifiquei, recentemente, indicadores que desencorajam qualquer escritor.

Pesquisa

Na “Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil” realizada em 2015 e publicada em 2016, temos:

Praticamente metade da população alfabetizada no país não lê.  Os três maiores motivos dados como impeditivo para ler foram: Falta de tempo e NÃO GOSTAR DE LER e não ter paciência para ler – somados, chegam a 73%.  O grande rival da leitura de livros é: INTERNET e Redes Sociais.  A leitura, ficou em 10º lugar quando o assunto é “o que gosta de fazer no tempo livre”. Preocupante.

Um número mais preocupante: 74% dos pesquisados, não comprou um livro nos últimos 3 meses. Pior: 30% NUNCA comprou um livro.

E quem compra e lê? Bem, na pesquisa identificou-se que são lidos 4,96 livros por habitante/ano.  É a massa que lê – que passa um pouco de 50% – compensando a que não lê.  Estamos em um momento importante da nossa vida cívica.  As eleições estão muito próximas.  Pergunte-se: Quem, no Brasil, incentiva a leitura? Que candidatx incentiva a leitura?

Segue o link da pesquisa, para quem quiser entrar em mais detalhes: prolivro.org.br/home/images/2016/Pesquisa_Retratos_da_Leitura_no_Brasil_-_2015.pdf

Realizada pelo Ibope por encomenda do Instituto Pró-Livro, entidade mantida pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), a pesquisa ouviu 5.012 pessoas, alfabetizadas ou não, mesma amostra da pesquisa passada. Isso representa, segundo o Ibope, 93% da população brasileira.

A revista “The Economist”, uma das mais importantes do mundo, publicou uma matéria especial sobre o tema em 2006, tendo como base a pesquisa da época. “Brazil – A nation of non-readers” (Brasil – Uma nação de não leitores).  E, para deixar de blá, blá, blá, de lá para cá, pouca coisa mudou.

Em outra pesquisa, o país que mais lê no mundo é a Índia, que ocupa essa distinção desde 2005. Os indianos dedicam, em média, 10 horas e 42 minutos semanais para ler. Os seguintes três postos também são ocupados por países da Ásia: Tailândia, China e Filipinas. Já o quinto é, notavelmente, o Egito. Depois vem a República Tcheca, seguida da Rússia e da Suécia, empatada com a França. Depois vem a Hungria, empatada com a Arábia Saudita. Quanto à América Latina, o país mais leitor é a Venezuela, no 14º lugar. Depois vem Argentina (18º), México (25º) e Brasil (27º) com médias de leitura que rondam menos da metade de tempo que dedicam na Índia.

Market Research World – Índice de Cultura Mundial,

Assim, a frase de Franklin Roosevelt (32º Presidente dos Estados Unidos de 1933 até sua morte em 1945) me inspira a seguir independente das dificuldades e dos obstáculos – “Os únicos limites das nossas realizações de amanhã são as nossas dúvidas e hesitações de hoje.”

Bem, vamos mudar a “prosa”.  Voltando as linhas da ficção, vou fugir um pouco do terror provocado pela pesquisa e seguir com o que todos gostam.  Mas saio, hoje, da LitFan e sigo um pouco a linha do gênero Thriller, aventura, mistério e conspiração.  E vamos falar de Dan Brown, que é um dos meus autores prediletos.  Já li seis de seus livros e concluo o sétimo antes de acabar o mês.  Admiro muito o protagonista de boa parte de seus livros – o simbologista de Harvard, Robert Langdon.  A personagem foi criada como uma ficção de “alter ego” de si mesmo ou “o homem que deseja que poderia ser”. O próprio Brown nasceu a 22 de junho de 1964 em Exeter, New Hampshire, e a personagem fictícia de Langdon, é descrito como tendo nascido em 22 de junho, também em Exeter, e frequentando a mesma escola que Brown fez, a Universidade de Phillips Exeter.

Dan Brown recebeu os prêmios “Indies Choice Book Award for Adult Fiction” (O Código da Vinci – 2004) e “Goodreads Choice Awards” de Melhor Mistério e Thriller (Inferno – 2013).  Em uma entrevista, o escritor disse: “Aprendi: não leia nenhuma crítica. Porque, se você ler os elogios, pode acabar acreditando neles e se tornando preguiçoso. Vai ficar arrogante e achar que sabe tudo. E se você ler as críticas, pode começar a duvidar de si. O ideal é fechar os olhos e escrever o que você gostaria de ler”.

Muitos questionam o autor americano.  Alegam que ele tem uma forma padrão – em alguns casos escrevem/chamam até de fôrma (tal qual uma fôrma de bolo ou pão) de escrever.  Tem gente que ama, tem gente que detesta. Mas são mais de 150 milhões de livros vendidos em todo o mundo.  Assim, é inegável suas qualidades como autor e como seus livros se notabilizam.  Se o formato é sempre fixo, não dá para dizer o mesmo do conteúdo.  É inquestionável, a profundidade de Brown e os detalhes que ele expõe, sobre lugares, história, física, química, etc.  Dan Brown sempre “vai fundo” no assunto a que se propõe em cada livro.  Eu diria que esta “fórmula mágica” funciona muito bem e mantém sempre a leitura agradável e dinâmica.

Acho que vamos chegar ao fim. Esperem!! Vamos concluir com uma frase para lá de importante e fomentadora.

“Os livros não mudam o mundo. Os livros mudam as pessoas. E as pessoas mudam o mundo.” Mario Quintana.

Agora sim! Concluído o post! Que acharam? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. Se preferir, deixe uma sugestão. Nos encontramos no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Tsunami de lectura.

¡Hola para todos! Hoy el post es más una reflexión que propiamente un comentario sobre un autor o sobre un libro, o tal vez sobre un tema de fantasía. No es, en su totalidad, un flash sobre la vida de un autor. Hoy el PHANTASTICUS va a hablar de … yo. Y después, vamos a elegir un autor.

Hay momentos en que necesitamos abrir lo que pensamos y lo que hacemos. Y hoy estoy en uno de aquellos momentos en que esto es necesario. En este instante, paré para ver y percibí que estoy en varios frentes de lectura. A veces se parece a un verdadero tsunami de libros y páginas. Vamos allá: Estoy releyendo toda la serie “Harry Potter”, de la querida J.K. Rowling; “Estoy leyendo” La Verdadera historia de la ciencia ficción “de Adam Roberts, buscando conocer y entender la evolución de la literatura de Sci Fi; “Estoy leyendo” Origen “del gran escritor Dan Brown, a quien admiro desde” El Código da Vinci “y” Ángeles y Demonios “. Y por último, estoy relando – buscando oportunidades para mejorar el contenido – el manuscrito de mi primer libro. Cada vez que hago esto, intento ver si vale la pena seguir con este proyecto. Brasil no es un país de muchos lectores – por desgracia. Y tratando de ganar coraje con este proyecto – que es extremadamente importante para mi vida – he comprobado recientemente indicadores que desalientan a cualquier escritor. En la “Encuesta Cuadros de la Lectura en Brasil” realizada en 2015 y publicada en 2016, tenemos:

Casi la mitad de la población alfabetizada en el país no lee. Los tres mayores motivos dados como impedimento para leer fueron: Falta de tiempo y NO GUSTAR DE LEER y no tener paciencia para leer – sumados, llegan al 73%. El gran rival de la lectura de libros es: INTERNET y Redes Sociales. La lectura, quedó en el 10º lugar cuando el asunto es “lo que le gusta hacer en el tiempo libre”. Preocupante.

Un número más preocupante: el 74% de los encuestados, no compró un libro en los últimos 3 meses. Lo peor: 30% NUNCA compró un libro.

¿Y quién compra y lee? Bueno, en la investigación se identificó que se leen 4,96 libros por habitante / año. Es la masa que lee – que pasa un poco del 50% – compensando la que no lee. Estamos en un momento importante de nuestra vida cívica. Las elecciones están muy cerca. Pregúntese: ¿Quién, en Brasil, alienta la lectura? ¿Qué candidatx alienta la lectura?

Siga el enlace de la búsqueda de aquellos que quieren entrar en más detalles: prolivro.org.br/home/images/2016/Pesquisa_Retratos_da_Leitura_no_Brasil_-_2015.pdf

En el caso de que se produzca un cambio en la calidad de vida de las personas que viven con el VIH / SIDA, o no, la misma muestra de la investigación pasada. Esto representa, según el Ibope, el 93% de la población brasileña.

La revista “The Economist”, una de las más importantes del mundo, publicó una materia especial sobre el tema en 2006, teniendo como base la investigación de la época. “Brasil – La nación de no-lectores (Argentina – Una nación de no lectores). Y, para dejar de bla, bla, bla, de allá para allá, poca cosa cambió.

En otra investigación, el país que más lee en el mundo es la India, que ocupa esa distinción desde 2005. Los indios dedican, en promedio, 10 horas y 42 minutos semanales para leer. Los siguientes tres puestos también son ocupados por países de Asia: Tailandia, China y Filipinas. El quinto es, notablemente, Egipto. Después viene la República Checa, seguida de Rusia y Suecia, empatada con Francia. Después viene Hungría, empatada con Arabia Saudita. En cuanto a América Latina, el país más lector es Venezuela, en el 14º lugar. Después viene Argentina (18º), México (25º) y Brasil (27º) con promedios de lectura que rondan menos de la mitad de tiempo que dedican en la India.

Market Research World – Índice de Cultura Mundial,

Así, la frase de Franklin Roosevelt (32º presidente de los Estados Unidos de 1933 hasta su muerte en 1945) me inspira a seguir independientemente de las dificultades y los obstáculos – “Los únicos límites de nuestras realizaciones de mañana son nuestras dudas y vacilaciones de hoy. ”

Bueno, vamos a cambiar la “prosa”. Volviendo las líneas de la ficción, voy a huir un poco del terror provocado por la investigación y seguir con lo que a todos les gusta. Pero salgo, hoy, de la LitFan y sigo un poco la línea del género Thriller, aventura, misterio y conspiración. Y vamos a hablar de Dan Brown, que es uno de mis autores predilectos. He leído seis de sus libros y concluyo el séptimo antes de terminar el mes. Admiro mucho al protagonista de buena parte de sus libros – el simbólico de Harvard, Robert Langdon. El personaje fue creado como una ficción de “alter ego” de sí mismo o “el hombre que desea que podría ser”. El propio Brown nació el 22 de junio de 1964 en Exeter, New Hampshire, y el personaje ficticio de Langdon, es descrito como nacido el 22 de junio, también en Exeter, y frecuentando la misma escuela que Brown hizo, la Universidad de Phillips Exeter.

Dan Brown recibió los premios “Indies Choice Book Award for Adult Fiction” (El Código Da Vinci – 2004), y de “Goodreads Choice Awards” de Mejor Misterio y Thriller (Inferno – 2013). En una entrevista, el escritor dijo: “Aprendí: no lea ninguna crítica, porque si usted lee los elogios, puede acabar creyendo en ellos y volviéndose perezoso, va a estar arrogante y pensar que lo sabe todo. Y si usted lee las críticas, puede que es una de las más importantes de la historia de la humanidad, que se ha convertido en una de las más antiguas del mundo. Hay gente que ama, hay gente que detesta. Pero son más de 150 millones de libros vendidos en todo el mundo. Así, es innegable sus cualidades como autor y cómo sus libros se notan. Si el formato es siempre fijo, no se puede decir lo mismo del contenido. Es incuestionable, la profundidad de Brown y los detalles que él expone, sobre lugares, historia, física, química, etc. Dan Brown siempre “va profundamente” en el asunto a que se propone en cada libro. Yo diría que esta “fórmula mágica” funciona muy bien y mantiene siempre la lectura agradable y dinámica.

Creo que vamos a llegar al final. ¡¡Espera!! Vamos a concluir con una frase más allá de importante y fomentadora.

“Los libros no cambian el mundo, los libros cambian a la gente, y la gente cambia el mundo.” Mario Quintana.

¡Ahora sí! ¡Concluido el post! ¿Qué creyeron? Aprovecha el blog y lee la cantidad de posts que desea. Y deje su comentario. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Nos encontramos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Langdon

en.wikipedia.org/wiki/Dan_Brown

cultura.estadao.com.br/blogs/babel/44-da-populacao-brasileira-nao-le-e-30-nunca-comprou-um-livro-aponta-pesquisa-retratos-da-leitura/

santosbancarios.com.br/tim.php?src=uploads/images/backup/books.jpg&w=1600

files2.coloribus.com/files/adsarchive/part_1307/13074255/file/bookstore-psychedelic-experience-original-42442.jpg

naocontoofinal.weebly.com/blog/dan-brown-e-tudo-igual

bvl.org.br/quais-sao-os-paises-mais-leitores-do-mundo/

http2.mlstatic.com/kit-livros-dan-brown-edico-econmica-6-livros–D_NQ_NP_752705-MLB28082368391_092018-F.jpg

noticias.gospelmais.com.br/files/2017/10/dan-brown-origem.jpg

vefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2018/05/22/o-ideal-e-fechar-os-olhos-para-as-criticas-diz-dan-brown.htm

Efemérides da Literatura Fantástica

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Efemérides da Literatura Fantástica.

Olá a todos! Hoje o post começa com algo diferente já em seu título.  EFEMÉRIDES da LitFan. E o que é efetivamente isto?

  1. Livro, agenda em que se relacionam os acontecimentos de cada dia; diário.
  2. Obra que registra fatos ocorridos no mesmo dia do ano em diferentes anos.

Simples! Hoje o post vai se dedicar a relembrar os fatos – da literatura fantástica – que ocorreram nos dias da última semana – 16 a 22 de setembro.

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Partida

O principal, na minha singela opinião, foi o dia 21 de setembro.  Por quê? Bem, foi em 21 de setembro de 1937 que J. R. R. Tolkien publica “The Hobbit”, que foi aclamado pela crítica, sendo nomeado à Medalha Carnegie e recebendo um prêmio do jornal norte-americano “New York Herald Tribune” de melhor ficção juvenil. O romance se mantém popular com o passar dos anos e é reconhecido como um dos grandes clássicos da literatura de fantasia.

Neste dia, também tivemos o nascimento de dois grandes autores de LitFan.  São eles:  Em 1866 – H. G. Wells, escritor britânico de ficção científica e em 1947 – Stephen King, escritor estado-unidense de suspense.

H G Wells

G. Wells se notabilizou pela publicação de “The Time Machine” (A Máquina do Tempo), um romance com a primeira edição em 1895, a partir do qual se realizaram dois filmes com o mesmo nome. Julga-se ser a primeira obra de ficção científica a propor o conceito da viagem no tempo usando um veículo que permite ao seu operador viajar propositadamente e de forma seletiva – post do PHANTASTICUS em 24/03/2015 você volta no tempo de Wells….jotacortizo.wordpress.com/2015/03/24/h-g-wells-volta-no-tempo-e-muitas-transformacoes-volver-en-el-tiempo-y-muchos-cambios-2/

Stephen King – que nos apavora até hoje – garante muitos arrepios nas suas linhas de ficção de horror/terror.  Obras como “Carrie” (Carrie, a Estranha) publicada em 1974; “The Shining” (O Iluminado) de 1977 e “It” (A Coisa) de 1986 são verdadeiras obras de arte – lembrando que todos já foram adaptados para as telonas do cinema.  No post do PHANTASTICUS em 25/07/2015, você pode encontrar mais informações sobre o gênio e “rei” do horror…. jotacortizo.wordpress.com/2015/07/25/o-genio-do-horror-e-do-medo-stephen-king-el-genio-del-horror-y-el-miedo-stephen-king/

No dia 17 de setembro, nascia Kenneth Elton Kesey, ou apenas Ken Kesey, autor do conhecido romance “One Flew Over the Cuckoo’s Nest” (Voando sobre um Ninho de Cucos) publicado em 1962. Depois o livro passou a ser conhecido e reconhecido por sua adaptação para o cinema – Um Estranho no Ninho.

No dia 19 de setembro tivemos o nascimento de Damon Knight, que além de obras de ficção científica foi coeditor, com Isaac Asimov, da coletânea “The metal smile” (O sorriso de metal) publicada em 1968.

As_Crônicas_de_Gelo_e_Fogo_livros

Já no dia 20 de setembro, do ano de 1948 tivemos o nascimento do grande George R. R. Martin. Ele é, simplesmente, o autor de “A Song of Ice and Fire” (As Crônicas de Gelo e Fogo). A obra que deu origem a brilhante série da HBO “Game of Thrones”. O primeiro livro da série (e que deu o nome da série televisiva) foi publicado em 1996 (mas começou a ser escrito em 1991). GRR Martin foi declarado como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, em 2011, pela revista “TIME”. O blog falou muito sobre a obra de Martin, foram dezenas de post diretos ou indiretos.  Recomendo reler … jotacortizo.wordpress.com/2017/07/15/game-of-thrones-supera-cronicas-de-gelo-e-fogo/, postado em 15 de julho de 2017.  Vale a pena!

Terminamos.  Foi muito bom este exercício de buscar lembranças e memórias, pelos simples “aniversários”.  Abaixo uma frase que reflete muito o que o post de hoje quis trazer.

capa

“Fechar os olhos e lembrar do passado é a maior máquina do tempo e o melhor remédio para o homem.” Laura Andrade Costa.

Concluído o post! Que tal? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. Se preferir, deixe uma sugestão. Nos encontramos no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Efemérides de la Literatura Fantástica.

¡Hola a todos! Hoy el post empieza con algo diferente ya en su título. EFEMÉRIDES de LitFan. ¿Y qué es efectivamente esto?

  1. Libro, agenda en que se relacionan los acontecimientos de cada día; todos los días.
  2. Obra que registra hechos ocurridos el mismo día del año en diferentes años.

¡Simple! Hoy el post se va a dedicar a recordar los hechos – de la literatura fantástica – que ocurrieron en los días de la última semana – 16 a 22 de septiembre.

El principal, en mi sencilla opinión, fue el 21 de septiembre. ¿Por qué? Bueno, fue el 21 de septiembre de 1937 que el Sr. R. Tolkien publica “The Hobbit”, que fue aclamado por la crítica, siendo nombrado a la Medalla Carnegie y recibiendo un premio del diario norteamericano “New York Herald Tribune” de mejor ficción juvenil. La novela se mantiene popular con el paso de los años y es reconocido como uno de los grandes clásicos de la literatura de fantasía.

En este día, también tuvimos el nacimiento de dos grandes autores de LitFan. En 1866 – H. G. Wells, escritor británico de ciencia ficción y en 1947 – Stephen King, escritor estadounidense de suspenso.

  1. G. Wells se destacó por la publicación de “The Time Machine” (La máquina del tiempo), una novela con la primera edición en 1895, a partir del cual se realizaron dos películas con el mismo nombre. Se cree que es la primera obra de ciencia ficción que propone el concepto del viaje en el tiempo usando un vehículo que permite a su operador viajar con propósito y de forma selectiva – post de PHANTASTICUS el 24/03/2015 usted vuelve en el tiempo de Wells .. ..jotacortizo.wordpress.com / 03.24.2015 / HG Wells-vuelta-en-y-tiempo-muchas transformaciones de respaldo en el tiempo y – muchos-Fem-2 /

Stephen King – que nos apasiona hasta hoy – garantiza muchos escalofríos en sus líneas de ficción de horror / terror. Obras como “Carrie” (Carrie, la extraña) publicada en 1974; “The Shining” de 1977 y “It” (La Cosa) de 1986 son verdaderas obras de arte – recordando que todos ya han sido adaptados para las pantallas del cine. En el post del PHANTASTICUS el 25/07/2015, usted puede encontrar más información sobre el genio y el “rey” del horror …. jotacortizo.wordpress.com/2015/07/25/o-genio-do-horror-e -do-miedo-stephen-king-el-genio-del-terror-y El miedo-stephen king /

El 17 de septiembre, nació Kenneth Elton Kesey, o apenas Ken Kesey, autor del conocido romance “One Flew Over the Cuckoo’s Nest” (Volando sobre un Nido de Cucos) publicado en 1962. Después el libro pasó a ser conocido y reconocido por su adaptación al cine – Un extraño en el nido.

El 19 de septiembre tuvimos el nacimiento de Damon Knight, que además de obras de ciencia ficción fue coeditor, con Isaac Asimov, de la colección “The metal smile” (La sonrisa de metal) publicada en 1968.

El 20 de septiembre, del año 1948 tuvimos el nacimiento del gran George R. R. Martin. El es, simplemente, el autor de “A Song of Ice and Fire” (Las Crónicas de Hielo y Fuego). La obra que dio origen a la brillante serie de la HBO “Game of Thrones”. El primer libro de la serie (y que dio el nombre de la serie televisiva) fue publicado en 1996 (pero comenzó a ser escrito en 1991). GRR Martin fue declarado como una de las 100 personas más influyentes del mundo en 2011 por la revista “TIME”. El blog habló mucho sobre la obra de Martin, fueron decenas de post directos o indirectos. Recomiendan releer … jotacortizo.wordpress.com/2017/07/15/game-of-thrones-supera-cronicas-de-gelo-e-fogo/ publicado el 15 de julio de 2017. ¡Vale la pena!

Terminamos. Fue muy bueno este ejercicio de buscar recuerdos y memorias, por los simples “aniversarios”. A continuación, una frase que refleja mucho lo que el post de hoy quise traer.

“Cerrar los ojos y recordar el pasado es la máquina más grande del tiempo y el mejor remedio para el hombre.” Laura Andrade Costa.

¡Concluido el post! ¿Qué tal? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Nos encontramos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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upload.wikimedia.org/wikipedia/pt/7/72/The_Hobbit_Cover.JPG

pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Efemérides/21_de_setembro

pt.wikipedia.org/wiki/The_Time_Machine_(romance)

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pt.wikipedia.org/wiki/H._G._Wells

pt.wikipedia.org/wiki/Stephen_King

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cdn.writerswrite.com/readersread/pics/stephen_king_it_cover.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Damon_Knight

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Mais um pouco de criaturas mágicas da Literatura Fantástica

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Mais um pouco de criaturas mágicas da Literatura Fantástica.

Olá!! Como vão todos? Você já teve pesadelos? Acredito que sim.  Afinal, quem não os teve.  Então. hoje o vai explorar um pouquinho mais das criaturas mágicas e fantásticas da nossa LitFan.  E, provavelmente, as que te causam (ou vão te causar) pesadelos.

O PHANTASTICUS já falou sobre muitas esplêndidas e maravilhosas criaturas e seres mágicos da literatura fantástica.  Se vocês quiserem revisitar os posts, vejam abaixo:

Sobre elfos, sereias e centauros no post:

jotacortizo.wordpress.com/2015/05/17/a-literatura-fantastica-e-seus-seres-extraordinarios-laliteratura-fantastica-y-sus-seres-extraordinarios

Sobre elfos (mais uma vez), fadas, goblins, duendes, anões, nixies, ogros e trolls, no post:

jotacortizo.wordpress.com/2015/07/04/as-criaturas-magicas-da-literatura-fantastica-las-criaturas-magicas-de-la-literatura-fantastica/

Hoje, vamos explorar um pouco mais sobre este tema.  Vamos trazer os personagens secundários da grande maioria das histórias, mas de extrema importância para o enredo.

Que tal começarmos com…. os trolls. [você vai dizer: destes o blog já falou e eu: sim, mas vamos trazer mais detalhes].

Troll 3

Vindos do folclore escandinavo, os trolls são vistos como monstros.  Não é uma observação 100% certa!! Apesar de sua aparência grotesca – com narizes e orelhas muito grandes, pele esverdeada (ou amarronzada) e repleta de sinais e verrugas (que dá um aspecto de sujeira) – estas criaturas seriam tranquilas, ordeiras e calmas (e talvez uteis) se não fossem atraídas para o lado “errado”, muito por conta de sua baixa capacidade cognitiva (vamos “traduzir” para conhecimento e capacidade de assimilar) tornando-os presas fáceis de diversos seres com extrema inteligência.

troll 1

Dominado e treinado, transformasse em grande soldado.  Tolkien nos presentou em suas linhas com um grande exército de trolls a serviço de Sauron e Saruman.  Sua enorme força e resistência física, os torna capazes de carregar grandes objetos – tais como pedras de mais de meia tonelada – e arremessá-los contra os inimigos – este é o seu principal mecanismo de defesa.  São seres muito primitivos.  Sua comunicação é através de grunhidos e alguns gestos.  Toda esta ausência de inteligência, torna o troll um ser muito imprevisível.  Existem três tipos de troll: das montanhas, das florestas e dos rios.  O montanhês é o maior e mais feroz. É careca e tem pele cinza-claro. O florestal tem pele verde-clara e, alguns espécimes, uma cabeleira rala, fina e verde ou castanha. O troll fluvial tem pele roxa e é com frequência encontrado sob pontes.

Troll 4

Segundo várias inscrições nórdicas, os trolls tem uma grande fraqueza: a luz do sol.  Quando expostos aos grandes raios de luz solar eles são transformados em pedra.  Assim, são criaturas essencialmente noturnas e evitam lugares muito iluminados. Vivem por mais de mil anos, em cavernas ou grutas subterrâneas, alguns contos dizendo que vivem em bandos e outros que são criaturas extremamente antissociais, são descritos como pais protetores e carinhosos, protegendo a prole com garras e dentes. No geral criariam os filhos do sexo oposto (se a cria for fêmea o pai a cuida, se for macho a mãe a cria).

Troll HP

Na Noruega, eles estão por todos os lados.  Eles fazem parte da cultura norueguesa e, no fundo, são amados pela população. Eles aparecem em placas de sinalização e são vendidos como souvenir por todos os cantos, assim como estão relacionados com vários pontos turísticos do país.

Troll 2

Existe uma formação rochosa na Noruega que se chama Trolltunga — palavra que pode ser traduzida como “língua de troll” — que fica a 700 metros de altura, e a caverna mais extensa do país recebeu o nome de Trollkirka ou “igreja dos trolls”.

Bem, vindo – também – da mitologia nórdica temos a “jormungand”.  Uma mega serpente monstruosa e gigantesca. Era conhecida como “A Serpente do Mundo”, pelo fato de quando ela se enrolava mordendo a própria cauda, podia dar a volta completa no mundo, que no caso era chamado de Midgard, na cosmologia nórdica.

Jorg 3

Era um dos três filhos de Loki, com a giganta Angrboda. O segundo filho, para ser mais preciso. Tem como irmãos o lobo gigante Fenrir, e a rainha do submundo Hel (uma família para lá de peculiar). Podemos dizer que Loki, irmão de Thor e filho de Odin, possui um grande gene para ter filhos destruidores.

Jorg 1

Os últimos mitos nórdicos contavam a história de uma serpente gigante chamada Jormangund, ou “A Serpente de Midgard”. A serpente havia sido jogada do céu por Odin, o principal deus do panteão nórdico, para o mar, temendo seu grande poder (uando já nascidos, Odin raptou os filhos de Thor, jogando-os em diferentes lugares). No mar ela cresceu a um tamanho tão grande que cercou a Terra no equador (aproximadamente 25.000 milhas).  Era tão grande, que a agitação seu corpo criou o tsunami e as tempestades que matam os marinheiros. Acreditava-se que a Serpente de Midgard morreria nas mãos de Thor, o filho de Odin, na batalha final de Ragnarok – nos textos nórdico, as pendências entre Thor e Jormungand serão resolvidas no Ragnarok, a batalha final em que os dois inimigos se enfrentarão e se destruirão mutuamente. Jormungand será morto pelas mãos de Thor, mas, logo em seguida, o deus também cairá morto, envenenado pela serpente.

Jorg 2

Existe um anime/manga com o nome da Serpente, Jormugand é que dirigido por Keitarou Motonaga e, em uma história da Marvel, Thor aparece a levando para uma árvore mística em Asgard. Jormungand, também, faz uma grande participação no game “God of War” e a aparição dela no impressiona a muitos.

E por último, vamos falar da Manticora.

Manticora

São semelhantes às quimeras, com cabeça de homem, três afiadas fileiras de dentes de tubarão e com voz trovejante – e corpo de leão (geralmente, com pelo ruivo), olhos de cores diferentes e cauda de escorpião ou de dragão com a qual pode disparar espinhos venenosos, que matam qualquer ser, exceto o elefante.  A Manticora é originária da mitologia persa, onde era apresentada como um monstro antropófago, o termo que a identifica tem também origem na língua persa: de martiya(homem) e khvar (comer). A palavra foi depois usada pelos gregos, na forma Mantikhoras, que deu origem ao latim Mantichora. A figura passou a ser referida na Europa através dos relatos de Ctésias, de Cnidos, um médico grego da corte do Rei Artaxerxes II, no século IV a.C., nas suas notas sobre a Índia (“Indika”). Esta obra, muito utilizada pelos escritores gregos de História Natural não sobreviveu até à atualidade. Plínio, o Velho incluiu-a na sua História Natural. Mais tarde, o escritor grego Flávio Filóstrato mencionou-a na sua obra Vida de Apolônio de Tiana (livro III, capitulo XLV).  Até hoje, muitas histórias de pessoas desaparecidas na Índia são ligadas às Manticoras, mas que hoje sabemos que, na verdade, os responsáveis pelos desaparecimentos eram os tigres.

Obs.: Vale pela semelhança – uma Mantícora é um ser fantástico semelhante à Esfinge do Egito.

Manticora 2

Uma mantícora aparece em “Percy Jackson e os Olimpianos: A Maldição do Titã” de Rick Riordan. Também pode ser vista no filme “O Mar de Monstros”.  Em “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”, Hermione conta sobre um caso ocorrido em 1296 envolvendo uma manticora – Neste ano, um ser semelhante matou uma pessoa. O ser conseguiu escapar da execução, porque era muito feroz para ser capturado.

Como descrito em “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, de Newt Salamander (obra se J.K.Rowling):  “A manticora é uma besta grega altamente perigosa com a cabeça de um homem. O corpo de um leão e a cauda de um escorpiano. Tão perigoso quanto a quimera (um raro monstro grego com cabeça de leão, corpo de bode e cauda do dragão), e como raro, a manticora tem a reputação de cantarolar suavemente enquanto devora sua presa. A pele da fera repele quase todos os feitiços conhecidos e a picada causa morte instantânea”.

Bem, terminamos! Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Más un poco de criaturas mágicas de la Literatura Fantástica.

¡¡Hola!! ¿Cómo van todos? ¿Has tenido pesadillas? Creo que sí. Después de todo, quien no los tuvo. Entonces. hoy lo vas a explorar un poquito más de las criaturas mágicas y fantásticas de nuestra LitFan. Y, probablemente, las que te causan (o te van a causar) pesadillas.

El PHANTASTICUS ya habló sobre muchas espléndidas y maravillosas criaturas y seres mágicos de la literatura fantástica. Si ustedes quieren revisar los mensajes, vean abajo:

Sobre los elfos, sirenas y centauros en el post:

jotacortizo.wordpress.com/2015/05/17/a-literatura-fantastica-e-seus-seres-extraordinarios-laliteratura-fantastica-y-sus-seres-extraordinarios

En el caso de los delfos (una vez más), hadas, goblins, duendes, enanos, nixies, ogros y trolls, en el post:

jotacortizo.wordpress.com/2015/07/04/as-criaturas-magicas-da-literatura-fantastica-las-criaturas-magicas-de-la-literatura-fantastica/

Hoy, vamos a explorar un poco más sobre este tema. Vamos a traer a los personajes secundarios de la gran mayoría de las historias, pero de extrema importancia para la trama.

¿Qué tal empezar con …? los trolls. [usted va a decir: de éstos el blog ya habló y yo: sí, pero vamos a traer más detalles].

Vistos del folclore escandinavo, los trolls son vistos como monstruos. No es una observación 100% correcta!! A pesar de su apariencia grotesca – con narices y orejas muy grandes, piel verdosa (o amarronada) y repleta de señales y verrugas (que da un aspecto de suciedad) – estas criaturas serían tranquilas, ordenadas y tranquilas (y tal vez utilices) si no fuesen atraídos hacia el lado “equivocado”, mucho por su baja capacidad cognitiva (vamos a traducir “para el conocimiento y la capacidad de asimilar) haciéndoles presas fáciles de diversos seres con extrema inteligencia. Dominado y entrenado, transformase en gran soldado. Tolkien nos presentó en sus líneas con un gran ejército de trolls al servicio de Sauron y Saruman. Su enorme fuerza y ​​resistencia física, los hace capaces de llevar grandes objetos – tales como piedras de más de media tonelada – y arrojarlos contra los enemigos – este es su principal mecanismo de defensa. Son seres muy primitivos. Su comunicación es a través de gruñidos y algunos gestos. Toda esta ausencia de inteligencia hace que el troll sea muy imprevisible. Hay tres tipos de troll: de las montañas, de los bosques y de los ríos. El montañés es el más grande y más feroz. Es calvo y tiene piel gris claro. El bosque tiene piel verde clara y, algunos especímenes, una cabellera rala, fina y verde o marrón. El troll fluvial tiene piel morada y es frecuentemente encontrado bajo puentes.

Según varias inscripciones nórdicas, los trolls tienen una gran debilidad: la luz del sol. Cuando están expuestos a los grandes rayos de luz solar se transforman en piedra. Así, son criaturas esencialmente nocturnas y evitan lugares muy iluminados. Viven por más de mil años, en cuevas o cuevas subterráneas, algunos cuentos diciendo que viven en bandos y otros que son criaturas extremadamente antisociales, son descritos como padres protectores y cariñosos, protegiendo la prole con garras y dientes. En general crearían a los hijos del sexo opuesto (si la cría es hembra el padre la cuida, si es macho la madre la crea).

En Noruega, están por todas partes. Ellos forman parte de la cultura noruega y, en el fondo, son amados por la población. Ellos aparecen en placas de señalización y se venden como souvenir por todos los rincones, así como están relacionados con varios puntos turísticos del país.

Hay un anime / manga con el nombre de la Serpiente, Jormugand es que dirigido por Keitarou Motonaga y, en una historia de Marvel, Thor aparece llevando a un árbol místico en Asgard. Jormungand, también, hace una gran participación en el juego “God of War” y la aparición de ella no impresiona a muchos.

Hay una formación rocosa en Noruega que se llama Trolltunga – palabra que puede ser traducida como “lengua de troll” – que queda a 700 metros de altura, y la cueva más extensa del país recibió el nombre de Trollkirka o “iglesia de los trolls”.

Bien, venido – también – de la mitología nórdica tenemos la “jormungand”. Una mega serpiente monstruosa y gigantesca. Era conocida como “La Serpiente del Mundo”, por el hecho de que cuando se enrollaba mordiendo la propia cola, podía dar la vuelta completa en el mundo, que en el caso se llamaba Midgard, en la cosmología nórdica.

Era uno de los tres hijos de Loki, con la giganta Angrboda. El segundo hijo, para ser más preciso. Tiene como hermanos el lobo gigante Fenrir, y la reina del submundo Hel (una familia para allá de peculiar). Podemos decir que Loki, hermano de Thor e hijo de Odín, posee un gran gen para tener hijos destructores.

Los últimos mitos nórdicos contaban la historia de una serpiente gigante llamada Jormangund, o “La Serpiente de Midgard”. La serpiente había sido jugada desde el cielo por Odín, el principal dios del panteón nórdico, hacia el mar, temiendo su gran poder (como ya nacidos, Odín raptó a los hijos de Thor, arrojándolos en diferentes lugares). En el mar ella creció a un tamaño tan grande que rodeó la Tierra en el ecuador (aproximadamente 25.000 millas). Era tan grande, que la agitación su cuerpo creó el tsunami y las tempestades que matan a los marineros. Se cree que la Serpiente de Midgard morir en manos de Thor, el hijo de Odín, en la batalla final de Ragnarok – en los textos nórdicos, las pendencias entre Thor y Jormungand serán resueltas en el Ragnarok, la batalla final en que los dos enemigos se enfrentarán y se destruirán mutuamente. Jormungand será muerto por las manos de Thor, pero luego el dios también caerá muerto, envenenado por la serpiente.

Y, por último, vamos a hablar de la Manta. Son semejantes a las quimeras, con cabeza de hombre, tres afiladas filas de dientes de tiburón y con voz truena – y cuerpo de león (generalmente, con por el pelirrojo), ojos de colores diferentes y cola de escorpión o de dragón con la que puede disparar espinas venenosas, que matan a cualquier ser, excepto el elefante. El manantial es originario de la mitología persa, donde era presentada como un monstruo antropófago, el término que la identifica tiene también origen en la lengua persa: de martiya (hombre) y khvar (comer). La palabra fue luego usada por los griegos, en la forma Mantikhoras, que dio origen al latín Mantichora. La figura pasó a ser referida en Europa a través de los relatos de Cestasias de Cnidos, un médico griego de la corte del Rey Artajerjes II, en el siglo IV a. C., en sus notas sobre la India (“Indika”). Esta obra, muy utilizada por los escritores griegos de Historia Natural, no ha sobrevivido hasta la actualidad. Plinio, el Viejo la incluyó en su Historia Natural. Más tarde, el escritor griego Flávio Filóstrato la mencionó en su obra Vida de Apolonio de Tiana (libro III, capítulo XLV). Hasta hoy, muchas historias de personas desaparecidas en la India están ligadas a las Manticoras, pero que hoy sabemos que, en realidad, los responsables de las desapariciones eran los tigres.

Obs: Vale por la semejanza – una Mantícora es un ser fantástico semejante a la Esfinge de Egipto. Un guardián aparece en “Percy Jackson y los Olimpianos: La Maldición del Titán” de Rick Riordan. También se puede ver en la película “El Mar de Monstruos”. En “Harry Potter y el Prisionero de Azkaban”, Hermione cuenta sobre un caso ocurrido en 1296 que involucra a un manuscrito – Este año, un ser semejante mató a una persona. El ser consiguió escapar de la ejecución, porque era muy feroz para ser capturado.

Como se describe en “Animales Fantásticos y Donde Habitan”, de Newt Salamander (obra de JKRowling): “El manantial es una bestia griega altamente peligrosa con la cabeza de un hombre (…) El cuerpo de un león y la cola de un escorpiano, tan peligroso como la quimera (un raro monstruo griego con cabeza de león, cuerpo de chivo y cola del dragón), y como raro, el manantial tiene la reputación de cantarolar suavemente mientras que devora su presa. La piel de la fiera repele casi todos los hechizos conocidos y la picadura causa muerte instantánea.

¡Bien, terminamos! ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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tabernadofauno.blogspot.com/2014/11/o-que-sao-trolls.html

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megacurioso.com.br/mito-ou-verdade/89368-afinal-que-historia-e-essa-de-que-existem-trolls-na-noruega.htm

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contatoalucinogeno.blogspot.com/2013/07/ogros-e-trolls.html

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pt.wikipedia.org/wiki/Manticora

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Segregação e Dor – Todo o sofrimento nas linhas Octavia Butler

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Segregação e Dor – Todo o sofrimento nas linhas Octavia Butler.

Olá para todos.  Hoje o blog tem duas pautas.

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A primeira, é explorar as linhas da brilhante Octavia Estelle Butler.  Butler foi uma escritora afro-americana consagrada por seus livros de ficção científica feminista e por inserir a questão do preconceito e do racismo em suas histórias.  Nascida em Pasadena, na Califórnia, no ano de 1947.  Neste ano, a escritora teria completado 71 anos se não tivesse sido “levada” tão cedo – no ano de 2006

kindred-octavia-butler

Dentre muitos livros, Octavia Butler nos presenteou com “Kindred” (Kindred – Laços de Sangue) publicado em 1979.

A escrita de Butler em “Kindred” é diferente da usual dos livros de ficção.  É um livro diferente. É aquele livro que possui uma aura majestosa, aquele espírito que somente poucas leituras como “Guerra e Paz” ou “Ulisses” possuem.  Os diálogos são o ponto alto da narrativa porque comprovam a diferença de vocabulário e tratamento, entre alguém de 1976 e pessoas de 1816.

Curiosidade: A tradução de Kindred é parentes ou parentesco.

Octavia-E-Butler-Afrofuturism

E com vocês, um pouco de “Kindred”: Em seu vigésimo sexto aniversário, Dana e seu marido estão de mudança para um novo apartamento. Em meio a pilhas de livros e caixas abertas, ela começa a se sentir tonta e cai de joelhos, nauseada. Então, o mundo se despedaça.  Dana repentinamente se encontra à beira de uma floresta, próxima a um rio. Uma criança está se afogando e ela corre para salvá-la. Mas, assim que arrasta o menino para fora da água, vê-se diante do cano de uma antiga espingarda, apontada por Alice, uma das escravas da fazenda. Em um piscar de olhos, ela está de volta a seu novo apartamento, completamente encharcada. É a experiência mais aterrorizante de sua vida… até acontecer de novo. E de novo.  Quanto mais tempo passa no século XIX, numa Maryland pré-Guerra Civil – um lugar perigoso para uma mulher negra –, mais consciente Dana fica de que sua vida pode acabar antes mesmo de ter começado.  Horrorizada, percebe que aquela é a casa dos seus antepassados.

Dana percebe a ligação com Rufus (filho de um fazendeiro), o garoto a quem salvou de se afogar e cada vez que ele está em perigo ela misteriosamente volta ao passado.  Muitas coisas acontecem pelo simples fato de Dana ser negra e Rufus ser branco.  Até que…  Para! Sem spoillers! Kindred, assim, descreve a escravidão de forma honesta: Butler não hesita, por exemplo, em chamar de estupro a relação entre Rufus e Alice. “Eu devia levá uma faca comigo e cortá a garganta daquele maldito”, diz a personagem quando descobre que o dono da fazenda quer ter relações sexuais com ela. O fato de a autora ser negra em um contexto de lutas antirracistas nos Estados Unidos é essencial para este efeito.

Apesar de pintar um quadro realista do sistema escravocrata, Butler não se limita a criticar o passado, e faz questão de apontar como as raízes da escravidão permaneceram intactas até a época em que escrevia, os anos 1970.

Butler abre o romance com uma frase simples e honesta: “Comecei a escrever sobre poder porque era algo que eu tinha muito pouco”. Conhecida como “a grande dama da ficção científica”, Butler foi a primeira autora mulher e negra a ganhar, ainda nos anos 1970, notoriedade no gênero que até hoje é predominantemente masculino – e branco.

IMPORTANTE: Certa vez, Butler escutou de sua tia: “Querida, negros não podem ser escritores”.  Mas ela teimou.  E para nossa alegria nos premiou com livros maravilhosos.  Escreveu 15 livros. Diversos contos e ensaios. Firmou-se como uma grande referência do movimento cultural afro futurista. Ganhou diversos prêmios, entre eles, Hugo Award e Nebula Award.  Além de histórias fantásticas, Octavia Butler deixou, para todos nós, uma trajetória inspiradora.

Que Octavia Estelle Butler sirva de inspiração para todos nós.

A segunda pauta do post de hoje é uma menção “NADA HONROSA” do que ocorreu em nosso país – mais precisamente na cidade do Rio de Janeiro – nesta última semana.

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Anos de descaso, de abandono, de ignorar a importância histórica e cultural se fizeram presentas em um incêndio que consumiu centenas de anos (se não milhares) de história e cerca de 20 milhões de itens.

O Brasil perdeu! Não!! O mundo perdeu! Perdemos o Museu de História Nacional situado na a Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro.  A antiga residência oficial dos Imperadores do Brasil foi-se em algumas horas de muito fogo e pouquíssima água.  Perdemos muito e sentimos que foram calados, para sempre, palavras e cantos indígenas ancestrais, de línguas que não existem mais no mundo. O acervo do local continha gravações de conversas, cantos e rituais de dezenas de sociedades indígenas, muitas feitas durante a década de 1960 em antigos gravadores de rolo e que ainda não haviam sido digitalizadas. Alguns dos registros abordavam línguas já extintas, sem falantes originais ainda vivos.

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Perdemos cerca de 200 indivíduos fossilizados que integravam o que os pesquisadores chamam de “o grupo de Luzia”, em referência ao nome dado ao mais antigo esqueleto já encontrado nas Américas, descoberto em 1974, e com idade aproximada de 11.500 anos.  Luzia era a “joia da coroa” do museu.  Mas a perdemos.

Perdemos 40 esqueletos de índios botocudos, grupo já extinto, datados do período de contato com os portugueses – um material que não existe em nenhum outro museu do mundo.

O abandono se manifestava ao longo de décadas e de diversos governos com N prioridades que não a cultura e a manutenção da história.  O orçamento do museu era menos da metade do destinado pela Câmara dos Deputados – segurem seu queixo – para LAVAR os 83 veículos oficiais.  É verdade!  Enfim, este é o país que vivemos.  Este é o país que TEMOS que mudar. Lembrem-se do Museu e de tantos acontecimentos recentes na hora de votar.  Um povo sábio não permite ser governado por corruptos.  Um povo sábio não se engana com migalhas (ou “bolsas”) ou se arrasta atrás destas.  PENSE!

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LUTO – Sentimento de tristeza profunda por uma perda.  Ou se você preferir: LUTO – “Eu luto” Esforçar-se por vencer um obstáculo, por atingir um fim: lutar por uma causa, lutar por uma posição.  Combater.

A escolha é sua.

Bem, terminamos! Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Segregación y Dolor – Todo el uso en las líneas Octavia Butler.

Hola para todos. Hoy el blog tiene dos pautas. La primera, es explorar las líneas de la brillante Octavia Estelle Butler. Butler fue una escritora afroamericana consagrada por sus libros de ficción científica feminista y por insertar la cuestión del prejuicio y del racismo en sus historias. Nacida en Pasadena, California, en el año 1947. Este año, la escritora habría cumplido 71 años si no hubiera sido “llevada” tan temprano – en el año 2006

Entre muchos libros, Octavia Butler nos regaló con “Kindred” (Kindred – Lazos de Sangre) publicado en 1979.

La escritura de Butler en “Kindred” es diferente de la usual de los libros de ficción. Es un libro diferente. Es aquel libro que posee un aura majestuosa, aquel espíritu que sólo pocas lecturas como “Guerra y Paz” o “Ulises” poseen. Los diálogos son el punto culminante de la narrativa porque comprueban la diferencia de vocabulario y trato, entre alguien de 1976 y personas de 1816.

Curiosidad: La traducción de Kindred es parientes o parentesco.

Y con ustedes, un poco de “Kindred”: En su vigésimo sexto aniversario, Dana y su marido están de mudanza a un nuevo apartamento. En medio de pilas de libros y cajas abiertas, ella comienza a sentirse tonta y cae de rodillas, nauseada. Entonces, el mundo se rompe. Dana repentinamente se encuentra al borde de un bosque, cerca de un río. Un niño se ahoga y ella corre para salvarla. Pero, así que arrastra al niño fuera del agua, se ve delante del cañón de una antigua escopeta, apuntada por Alicia, una de las esclavas de la hacienda. En un abrir y cerrar de ojos, está de vuelta en su nuevo apartamento, completamente empapado. Es la experiencia más aterradora de su vida … hasta que suceda de nuevo. Y de nuevo. Cuanto más tiempo pasa en el siglo XIX, en una Preguerra Civil – un lugar peligroso para una mujer negra-, más consciente Dana queda de que su vida puede acabar antes de haber comenzado. Horrorizada, percibe que esa es la casa de sus antepasados.

Dana percibe la conexión con Rufus (hijo de un granjero), el chico a quien salvó de ahogarse y cada vez que está en peligro ella misteriosamente vuelve al pasado. Muchas cosas suceden por el simple hecho de que Dana sea negra y Rufus ser blanco. Hasta que … ¡Para! ¡Sin spoiler! Kindred, así, describe la esclavitud de forma honesta: Butler no duda, por ejemplo, en llamar de violación la relación entre Rufus y Alice. “Debería llevar un cuchillo conmigo y cortar la garganta de aquel maldito”, dice el personaje cuando descubre que el dueño de la hacienda quiere tener relaciones sexuales con ella. El hecho de que la autora sea negra en un contexto de luchas antirracistas en Estados Unidos es esencial para este efecto.

A pesar de pintar un cuadro realista del sistema esclavócrata, Butler no se limita a criticar el pasado, y apunta a apuntar cómo las raíces de la esclavitud permanecieron intactas hasta la época en que escribía, los años 1970.

Butler abre el romance con una frase simple y honesta: “Empecé a escribir sobre poder porque era algo que yo tenía muy poco”. “La gran dama de la ficción científica”, Butler fue la primera autora mujer y negra que ganó, aún en los años 1970, notoriedad en el género que hasta hoy es predominantemente masculino y blanco.

IMPORTANTE: Una vez, Butler escuchó de su tía: “Querida, negros no pueden ser escritores”. Pero ella teó. Y para nuestra alegría nos premió con libros maravillosos. Escribió 15 libros. Diversos cuentos y ensayos. Se firmó como una gran referencia del movimiento cultural afrofuturista. Ganó varios premios, entre ellos, Hugo Award y Nebula Award. Además de historias fantásticas, Octavia Butler ha dejado, para todos nosotros, una trayectoria inspiradora.

Que Octavia Estelle Butler sirva de inspiración para todos nosotros.

La segunda pauta del post de hoy es una mención “NADA HONROSA” de lo que ocurrió en nuestro país – más precisamente en la ciudad de Río de Janeiro – esta última semana.

Años de descaso, de abandono, de ignorar la importancia histórica y cultural se hicieron presentadas en un incendio que consumió cientos de años (si no miles) de historia y cerca de 20 millones de ítems.

¡Brasil perdió! ¡¡Sin!! ¡El mundo ha perdido! Perdimos el Museo de Historia Nacional situado en la Quinta da Boa Vista, Río de Janeiro. La antigua residencia oficial de los Emperadores de Brasil se fue en algunas horas de mucho fuego y poquísima agua. Perdimos mucho y sentimos que fueron callados, para siempre, palabras y cantos indígenas ancestrales, de lenguas que ya no existen en el mundo. El acervo del lugar contenía grabaciones de conversaciones, cantos y rituales de decenas de sociedades indígenas, muchas realizadas durante la década de 1960 en antiguos grabadores de rollo y que aún no habían sido digitalizadas. Algunos de los registros abordaban lenguas ya extinguidas, sin hablantes originales todavía vivos.

Perdimos cerca de 200 individuos fosilizados que integraban lo que los investigadores llaman “el grupo de Luzia”, ​​en referencia al nombre dado al más antiguo esqueleto ya encontrado en las Américas, descubierto en 1974, y con una edad aproximada de 11.500 años. Lucía era la “joya de la corona” del museo. Pero la perdimos.

Hemos perdido 40 esqueletos Botocudos indios, ahora desaparecido grupo, que data del período de contacto con los portugueses – un material que no existe en ningún otro museo del mundo.

El abandono se manifestaba a lo largo de décadas y de diversos gobiernos con N prioridades que no la cultura y el mantenimiento de la historia. El presupuesto del museo era menos de la mitad de lo destinado por la Cámara de Diputados – agarran su barbilla – para LAVAR a los 83 vehículos oficiales. ¡Es verdad! En fin, este es el país que vivimos. Este es el país que tenemos que cambiar. Recuerden el Museo y de tantos acontecimientos recientes a la hora de votar. Un pueblo sabio no permite ser gobernado por corruptos. Un pueblo sabio no se equivoca con migajas (o “bolsas”) o se arrastra detrás de éstas. ¡PIENSE!

LUTO – Sentimiento de tristeza profunda por una pérdida. O si prefiere:

LUTO – “Yo luto” Esforzarse por vencer un obstáculo, por alcanzar un fin: luchar por una causa, luchar por una posición. Combate.

La elección es suya.

¡Bien, terminamos! ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

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brasil.elpais.com/brasil/2018/09/05/politica/1536160858_009887.html

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ficcoeshumanas.com/fantasia–ficcao-cientifica/resenha-kindred-de-octavia-e-butler

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momentumsaga.com/2017/03/resenha-kindred-de-octavia-butler.html

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A FANTÁSTICA história dos Irmãos Peverell até Harry Potter

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: A FANTÁSTICA história dos Irmãos Peverell até Harry Potter.

Olá para todos.  O blog PHANTASTICUS segue um pouco mais no mundo de Harry Potter. Hoje, vamos explorar um pouco mais a história dos incríveis irmãos Peverell.  Já escutou falar deles?  Não!! Afinal em que mundo você está?

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Sem problemas! Vamos fazer um pequeno passeio pela obra de J.K. Rowling e explorar estes irmãos que tanto influenciaram a vida dos personagens da obra “Harry Potter”.  Para começar, você pode (re)ver o post do blog de 03 de setembro de 2016.  Está logo aí embaixo.  Opps!! Atenção: Se por ventura alguém fez uma jornada ao centro da Terra que tenha durado mais de vinte longos anos, cuidado com os eventuais spoilers do post.  Olha o link!

…jotacortizo.wordpress.com/2016/09/03/os-simbolos-da-litfan-e-o-que-eles-realmente-significam/

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Recapitulando, a história dos irmãos é contada no livro “The Tales of Beedle the Bard” (Os Contos de Beedle, o Bardo) existente dentro da obra de Rowling, e que acabou sendo publicado como um “filhote” da série em 2008.

E assim acontece…

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“Certa vez, três irmãos caminhavam por uma estrada tortuosa ao anoitecer. Eles então chegaram a um rio que era grande demais para se contornar e perigoso demais para se atravessar a nado. Sendo os três versados em magia, apenas balançaram suas varinhas e criaram uma ponte. Mas antes que pudessem atravessar, apareceu em seu caminho uma figura encapuzada, que bloqueou a passagem. Era a Morte, que se sentiu traída, pois os viajantes geralmente se afogavam no rio. Mas a Morte era perspicaz, e fingiu parabenizar os três irmãos pelo feito e disse que cada um ganharia um prêmio por conseguir evitá-la.

O irmão mais velho, cujo nome era Antioch Peverell, um homem orgulhoso e combativo, lhe pediu a varinha mais poderosa de toda a existência, e a Morte lhe deu uma varinha feita da árvore de um sabugueiro. A “Elder Wand” (Varinha das varinhas).

Informações importantes: A varinha tinha seu núcleo de pelo de rabo de Testrálio, uma substância poderosa, a técnica para inseri-lo é possível apenas para os grandes bruxos, capazes de encarar a morte. Seu dono poderia ser fraco e, ao estar com a varinha se tornaria poderoso. É passada de bruxo para bruxo, derrotando o antigo possuidor, a varinha tem um ciclo sangrento pela história da magia e recebeu ao longo das gerações vários nomes, tais qual a Varinha da Morte, a Varinha Anciã e a Varinha do Destino.

Já o irmão do meio, de nome Cadmus Peverell, era um homem amoroso, porém muito arrogante, resolveu humilhar a morte ainda mais, e lhe pediu o poder para ressuscitar os entes queridos levados por ela. Então a morte pegou uma pedra na beira do rio e a entregou ao irmão do meio.  Esta passou a ser a “Resurrection Stone” (A Pedra da Ressurreição).  E por último, o irmão mais novo, de nome Ignotus Peverell, que era sábio e humilde, e apenas lhe pediu o poder de fugir daquele lugar sem ser perseguido por ela. Então a Morte, de má vontade, lhe entregou seu próprio capuz. A “Cloak of Invisibility” (Manto de invisibilidade).

Em um primeiro momento, tudo parecia que os irmãos haviam sobrepujado a Morte.  Mas…

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Depois desse acontecimento, os irmãos se separaram. Antioch, o mais velho, foi para um povoado distante, e lá ele acabou com a vida de um bruxo que era seu rival, sem lhe dar o direito de se defender (já que possuía a varinha mais poderosa, era inevitável que vencesse o duelo). Após o evento, ele vai a uma taverna se gabar de que tinha a mais poderosa das varinhas, e à noite enquanto ele dormia, um bruxo a roubou e o matou. E eis que, a Morte levou o primeiro irmão.

Importante: O ladrão, de nome Emerico, o Mal, sabendo desta extraordinária varinha, mata Antíoch e torna-se o novo possuidor da mesma, que lhe é tirada por Egbeto, o Erégioque se tornando este o novo possuidor e assim vai, passando pelas mãos de Godelot, Hereward, Barnabás Deverill, Loxias e se perde, em que a população bruxa não sabe se a Varinha das Varinhas está com Arco ou com Lívio.

Tempos depois, um famoso fabricante de varinhas búlgaro se gaba por ter uma varinha invencível. Seu nome é Gregorovitch. Então, mais tarde, um bruxo chamado Gellert Grindelwald rouba a Varinha das Varinhas de Gregorovitch. Quando Grindelwald conseguiu a Varinha, ficou mais poderoso do que nunca, e apenas Dumbledore poderia derrotá-lo, em um duelo que é lembrado por todas as gerações bruxas. Dumbledore derrota Grindelwald e acaba sendo o novo dono da Varinha das Varinhas.  Durante muito tempo, Dumbledore utiliza esta varinha até que, na hora do seu assassinato, quando Draco Malfoy o desarma, a varinha o reconhece como seu novo possuidor. Ninguém, evidentemente, sabia que esta era a Varinha das Varinhas e tão pouco que ela agora pertencia a Draco Malfoy. Então, Voldemort descobre a existência da varinha das varinhas e a tira do túmulo de Dumbledore. Porém, a varinha não funciona direito e, acreditando que Severo Snape, que matou Dumbledore, fosse o seu legítimo dono, ordena a sua cobra, Nagini, que o mate. Nesse meio tempo, Harry desarma Malfoy e se torna o novo possuidor da Varinha das Varinhas. No duelo final entre Harry e Voldemort, a varinha o reconhece como seu legítimo possuidor, e a maldição lançada por Voldemort ricocheteia nele e o mata. No filme, Harry quebra a varinha para que ninguém se torne o bruxo mais poderoso (na versão do livro, Harry devolve a varinha ao tumulo de Dumbledore).

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Já Cadmus, o irmão do meio, voltou para casa e, com a pedra dada pela Morte, ressuscita a sua mulher amada que morreu antes de desposá-lo. Porém, ele percebe que o mundo dos vivos não era o lugar certo para a jovem, e tira a própria vida na esperança de se juntar a ela. E desta forma, a Morte levou o segundo irmão.

Importante:  É a Relíquia da Morte que Alvo Dumbledore mais desejou em sua juventude. A pedra passou por gerações e gerações da família de Cadmus e acabou chegando às mãos de Servolo Gaunt, avô de Lord Voldemort por parte de mãe (Mérope Gaunt), cravada em um anel. Mais tarde Tom Servolo Riddle a transformou em uma Horcrux, depois de roubá-la de seu tio Morfino Gaunt, provavelmente sem saber do que se tratava.  Dumbledore achou o anel escondido na Casa dos Gaunt, e partiu o anel com a Espada de Gryffindor para destruir a Horcrux. Mas, antes disso, um desejo se apoderou dele e o mago cedeu à vontade de rever seus pais (Percival Dumbledore e Kendra Dumbledore) e sua irmã (Ariana Dumbledore) e pedir desculpas a eles, e, assim, tentar aliviar a culpa e dor que sentia durante toda a sua vida. Esqueceu completamente que o anel carregava uma poderosa maldição, e acabou com sua mão amaldiçoada. Graças à Snape, a maldição pôde ser neutralizada temporariamente, mas Dumbledore descobriu que só tinha mais um ano de vida. Dumbledore usou isso para enganar o Lorde das Trevas, que não fazia ideia que diretor tinha encontrado o anel e arquitetar seu plano com o professor Snape.

Sabendo que os Pomos (a menor e a mais importante bola do Quadribol) têm memórias e lembram-se do toque da primeira pessoa que os toca, para casos de uma captura disputada – todos, incluindo o fabricante, tem de usar luvas ao manusear o pomo até liberar um para cada jogo. Devido a isso um novo pomo deve ser utilizado a cada jogo. No primeiro jogo de Harry Potter, que foi contra a Slytherin (Sonserina), ele pegou o pomo com sua boca durante o ano letivo 1991-1992 – Alvo Dumbledore, após a sua morte, deixou a Harry Potter o primeiro pomo de ouro que ele tinha apanhado.

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Dumbledore colocou uma escrita encantada sobre o pomo que só podia ser lida quando Harry tocasse-o com a boca. Ele dizia: “abro no fecho” (o significado da frase era “abro no fechamento”, pois o pomo de ouro só iria se abrir no final de tudo, e Harry sabia que ele, quem pegou o pomo de ouro, estava prestes a morrer. Ele tomou o pomo e o encostou na boca, dizendo: “Estou prestes a morrer”. Isso é o significado: o pomo só iria se abrir no final de tudo de quem o pegou no jogo de Quadribol.

Sabendo que era o “final” para Harry, o pomo se abriu.  Dumbledore também havia encantado o pomo para segurar a Pedra da Ressurreição dentro dele, e que seria aberto apenas quando Harry aceitasse o fato de que ele precisava se sacrificar para derrotar Lord Voldemort.

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Então a Morte procurou o irmão que restara, o mais novo.  E a busca durou anos e anos, mas ela nunca o encontrou. Quando Ignotus se encontrava numa idade muito avançada, por fim entregou o “Manto da Invisibilidade” para seu filho e finalmente acolheu a Morte como uma velha amiga. E assim, a Morte levou o terceiro irmão.”  O terceiro irmão Peverell foi enterrado em Godric’s Hollow, no mesmo cemitério que a família de Dumbledore. Desde sua morte, o manto ou capa é passada de pai para filho.

Importante: A linhagem de Ignotus seguiu com a capa até “se encontrar” com a família Potter (a família Potter é muito antiga, mas nunca esteve na vanguarda da história da feitiçaria, contentando-se com uma existência sólida e confortável – a família Potter é descendente de Linfred de Stinchcombe, um homem dedicado que viveu no século XII e cujo o apelido era “Potterer”, por perder demasiado tempo a cuidar do jardim. Mas, na verdade, Linfred inventava poções que lhe permitiram economizar algum ouro, que deixou de herança aos sete filhos).  O filho mais velho de Linfred, Hardwin, casou-se com uma linda jovem bruxa chamada Iolanthe Peverell, que veio da vila de Godric’s Hollow. Ela era a neta de Ignoto Peverell. Na falta de herdeiros homens, ela, a mais velha de sua geração, herdou a capa da invisibilidade de seu avô. Iolanthe explicou para Hardwin que era uma tradição em sua família manter a posse da capa em segredo, e seu novo marido respeitou seus desejos. A partir de então, a capa foi passada para o mais velho de cada nova geração.  Vieram muitos descendentes até Fleamont Potter – que quadruplicou a riqueza da família, criando a poção mágica de Sleekeazy Hair Potion (uma Poção Capilar Alisante).  Porém, nenhuma riqueza poderia compensar Fleamont ou sua esposa Euphemia pela sua esterilidade. Tinham a esperança de ter um filho ou uma filha quando, para choque e surpresa do casal, Euphemia descobriu que estava grávida e o seu amado menino, James (na versão do Brasil – Tiago), nasceu.  Fleamont e Euphemia viveram tempo suficiente para ver James casar com Lily Evans, mas não chegaram a conhecer o neto, Harry Potter – tanto Fleamont e Euphemia (que estavam em idade avançada) sucumbiram à varíola de dragão, morrendo com a diferença de dias.

Após longos anos, a capa foi dada – como herança – a James Potter, que por algum motivo, a emprestou para Alvo Dumbledore pouco antes de morrer – embora Dumbledore não precisasse de capas ou feitiços para ficar invisível – e o diretor de Hogwarts “deu” a Capa “de presente” para Harry no seu primeiro Natal na escola.

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Arvore Genealogica

No mundo de HP passamos a saber que Harry James Potter era parente de Tom Marvolo Riddle, mais conhecido como Lord Voldemort. Entendendo: Na árvore genealógica dos dois, há o vínculo direto com os irmãos Peverell.  Voldemort é descendente de Cadmo (o irmão do meio) e Harry é descendente de Ignotus (o irmão mais novo). Assim, eles eram primos distantes – sim, distante, mas eram primos.

Ufa!! Hoje o post foi um pouco mais longo.  Me despeço com uma “senhora” frase de Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore.

“São as nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades.”

Bem, terminamos! Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: La FANTÁSTICA historia de los Hermanos Peverell hasta Harry Potter.

Hola para todos. El blog PHANTASTICUS sigue un poco más en el mundo de Harry Potter. Hoy, vamos a explorar un poco más la historia de los increíbles hermanos Peverell. ¿Has escuchado hablar de ellos? ¡¡Sin!! ¿Después de todo en qué mundo estás?

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¡Sin problemas! Vamos a hacer un pequeño paseo por la obra de J.K. Rowling y explorar estos hermanos que tanto influenciaron la vida de los personajes de la obra “Harry Potter”. Para empezar, usted puede (re) ver el post del blog del 3 de septiembre de 2016. Está justo ahí abajo. ¡¡Opps!! Atención: Si por ventura alguien hizo una jornada al centro de la Tierra que duró más de veinte largos años, cuidado con los eventuales spoilers del post. ¡Mira el enlace!

… jotacortizo.wordpress.com/2016/09/03/os-simbolos-da-litfan-e-o-que-eles-realmente-significam/

La historia de los hermanos se relaciona en el libro “The Tales of Beedle the Bard” (Los Cuentos de Beedle, el Bardo) existente dentro de la obra de Rowling, y que acabó siendo publicado como un “cachorro” de la serie en 2008.

Y así sucede …

“Una vez, tres hermanos caminaban por un camino tortuoso al anochecer. Entonces llegaron a un río que era demasiado grande para rodearse y peligroso para atravesar el nado. Siendo los tres versos en magia, apenas balancearon sus varitas y crearon un puente. Pero antes de que pudieran atravesar, apareció en su camino una figura encapuchada, que bloqueó el paso. Era la Muerte, que se sintió traicionada, pues los viajeros generalmente se ahogaban en el río. Pero la Muerte era perspicaz, y fingió felicitar a los tres hermanos por el hecho y dijo que cada uno ganaría un premio por conseguir evitarla.

El hermano mayor, cuyo nombre era Antioch Peverell, un hombre orgulloso y combativo, le pidió la varita más poderosa de toda la existencia, y la Muerte le dio una varita hecha del árbol de un sable. El “Elder Wand” (Varita de las varillas).

Información importante: La varita tenía su núcleo de pelo de rabo de Testrálio, una sustancia poderosa, la técnica para insertarlo es posible sólo para los grandes brujos, capaces de encarar la muerte. Su dueño podría ser débil y, al estar con la varita se tornaría poderoso. La varita tiene un ciclo sangriento por la historia de la magia y ha recibido a lo largo de las generaciones varios nombres, tales como la Varita de la Muerte, la Varita Anciana y la Varita del Destino.

El hermano del medio, de nombre Cadmus Peverell, era un hombre amoroso, pero muy arrogante, resolvió humillar la muerte aún más, y le pidió el poder para resucitar a los seres queridos llevados por ella. Entonces la muerte cogió una piedra al borde del río y la entregó al hermano del medio. Esta pasó a ser la “Resurrection Stone” (La Piedra de la Resurrección). Y por último, el hermano menor, de nombre Ignotus Peverell, que era sabio y humilde, y sólo le pidió el poder de huir de aquel lugar sin ser perseguido por ella. Entonces la Muerte, de mala voluntad, le entregó su propia capucha. La “Cloak of Invisibility” (Capa de invisibilidad).

En un primer momento, todo parecía que los hermanos habían sobrepasado la Muerte. Pero …

Después de ese acontecimiento, los hermanos se separaron. Antioch, el más viejo, fue a un pueblo distante, y allí él acabó con la vida de un brujo que era su rival, sin darle el derecho de defenderse (ya que poseía la varita más poderosa, era inevitable que vencer el duelo). Después del suceso, él va a una taberna a jactarse de que tenía la más poderosa de las varitas, y por la noche mientras dormía, un brujo la robó y lo mató. Y he aquí, la muerte llevó al primer hermano.

Importante: El ladrón, de nombre Emerico, el Mal, sabiendo de esta extraordinaria varita, mata a Antíoch y se convierte en el nuevo poseedor de la misma, que le es quitada por Egbeto, el Erégioque convirtiéndose en el nuevo poseedor y así va, pasando por las las manos de Godelot, Hereward, Barnabás Deverill, Loxias y se pierde, en que la población bruja no sabe si la Varita de las Varitas está con Arco o con Livio.

Tiempos después, un famoso fabricante de varitas búlgaro se jacta por tener una varita invencible. Su nombre es Gregorovich. Entonces, más tarde, un brujo llamado Gellert Grindelwald roba la Varita de las Varitas de Gregorovitch. Cuando Grindelwald consiguió a Varinha, se hizo más poderoso que nunca, y sólo Dumbledore podría derrotarlo, en un duelo que es recordado por todas las generaciones brujas. Dumbledore derrota a Grindelwald y acaba siendo el nuevo dueño de la Varita de las Varitas. Durante mucho tiempo, Dumbledore utiliza esta varita hasta que, a la hora de su asesinato, cuando Draco Malfoy lo desarma, la varita lo reconoce como su nuevo poseedor. Nadie, evidentemente, sabía que ésta era la Varita de las Varitas y tan poco que ahora pertenecía a Draco Malfoy. Entonces, Voldemort descubre la varita de las varillas y la tira de la tumba de Dumbledore. Pero la varita no funciona bien y, creyendo que Severo Snape, que mató a Dumbledore, fuera su legítimo dueño, ordena su serpiente, Nagini, que lo mate. En ese tiempo, Harry desarma a Malfoy y se convierte en el nuevo poseedor de la Varita de las Varitas. En el duelo final entre Harry y Voldemort, la varita lo reconoce como su legítimo poseedor, y la maldición lanzada por Voldemort rebaja en él y lo mata. En la película, Harry rompe la varita para que nadie se convierta en el brujo más poderoso (en la versión del libro, Harry devuelve la varita a la tumba de Dumbledore).

Ya Cadmus, el hermano del medio, volvió a casa y, con la piedra dada por la Muerte, resucita a su mujer amada que murió antes de desposarlo. Pero él percibe que el mundo de los vivos no era el lugar adecuado para la joven, y quita la propia vida con la esperanza de unirse a ella. Y de esta forma, la Muerte llevó al segundo hermano.

Importante: Es la Reliquia de la Muerte que Dumbledore más deseó en su juventud. La piedra pasó por generaciones y generaciones de la familia de Cadmus y acabó llegando a manos de Servolo Gaunt, abuelo de Lord Voldemort por parte de madre (Mérope Gaunt), clavada en un anillo. Después de robarla de su tío Morfino Gaunt, probablemente sin saber de qué se trataba. Dumbledore encontró el anillo escondido en la Casa de los Gaunt, y partió el anillo con la Espada de Gryffindor para destruir a Horcrux. Pero, antes de eso, un deseo se apoderó de él y el mago cedió a la voluntad de revisar a sus padres (Percival Dumbledore y Kendra Dumbledore) y su hermana (Ariana Dumbledore) y pedir disculpas a ellos, y así intentar aliviar la culpa y el dolor que sentía durante toda su vida. Olvidó completamente que el anillo cargaba una poderosa maldición, y acabó con su mano maldita. Gracias a Snape, la maldición pudo ser neutralizada temporalmente, pero Dumbledore descubrió que sólo tenía un año de vida. Dumbledore usó esto para engañar al Señor de las tinieblas, que no tenía idea de que director había encontrado el anillo y diseñó su plan con el profesor Snape.

Sabiendo que las Palos (la más pequeña y la más importante bola del Quadribol) tienen recuerdos y recuerdan el toque de la primera persona que los toca, para casos de una captura disputada – todos, incluyendo el fabricante, tiene que usar guantes al manipularlo y hasta liberar uno para cada juego. Debido a esto un nuevo pomo debe ser utilizado en cada juego. En el primer juego de Harry Potter, que fue contra la Slytherin (Sonserina), él cogió la pomo con su boca durante el año escolar 1991-1992 – Aldo Dumbledore, después de su muerte, dejó a Harry Potter el primer pomo de oro que él había cogido. Dumbledore colocó una escritura encantada sobre el pomo que sólo podía leerse cuando Harry tocaba con la boca. Él decía: “abro en el cierre” (el significado de la frase era “abro en el cierre”, pues el pomo de oro sólo se abrir al final de todo, y Harry sabía que él, quien cogió la pomo de oro, estaba a punto de que se ha convertido en una de las más antiguas del mundo y que se ha convertido en una de las más antiguas del mundo.

Sabiendo que era el “final” para Harry, el pomo se abrió. Dumbledore también había encantado el pomo para sostener la Piedra de la Resurrección dentro de él, y que sería abierto sólo cuando Harry aceptara el hecho de que él necesitaba sacrificarse para derrotar a Lord Voldemort.

Entonces la Muerte buscó al hermano que quedaba, el más joven. Y la búsqueda duró años y años, pero ella nunca lo encontró. Cuando Ignotus se encontraba a una edad muy avanzada, por fin entregó el “Manto de la Invisibilidad” a su hijo y finalmente acogió a la Muerte como una vieja amiga. Y así, la muerte llevó al tercer hermano. “El tercer hermano Peverell fue enterrado en Godric’s Hollow, en el mismo cementerio que la familia de Dumbledore. Desde su muerte, el manto o capa es pasada de padre a hijo.

Importante: El linaje de Ignotus siguió con la portada hasta “encontrarse” con la familia Potter (la familia Potter es muy antigua, pero nunca estuvo a la vanguardia de la historia de la brujería, contentándose con una existencia sólida y confortable – la familia Potter es descendiente de Linfred de Stinchcombe, un hombre dedicado que vivió en el siglo XII y cuyo apodo era “Potterer”, por perder demasiado tiempo a cuidar del jardín. Pero, en realidad, Linfred inventó pociones que le permitieron ahorrar algún oro, que dejó de herencia a los siete hijos). El hijo mayor de Linfred, Hardwin, se casó con una hermosa joven bruja llamada Iolanthe Peverell, que vino de la aldea de Godric’s Hollow. Ella era la nieta de Ignoto Peverell. En la falta de herederos hombres, ella, la más vieja de su generación, heredó la capa de la invisibilidad de su abuelo. Iolanthe explicó a Hardwin que era una tradición en su familia mantener la posesión de la portada en secreto, y su nuevo marido respetó sus deseos. A partir de entonces, la capa fue pasada al más viejo de cada nueva generación. Vinieron muchos descendientes hasta Fleamont Potter – que cuadruplicó la riqueza de la familia, creando la poción mágica de Sleekeazy Hair Potion (una Poción Capilar Alisante). Sin embargo, ninguna riqueza podría compensar a Fleamont oa su esposa Euphemia por su esterilidad. En el momento en que, para golpear y sorpresa de la pareja, Euphemia descubrió que estaba embarazada y su amado niño, James (en la versión de Brasil – Santiago), nació. Flemón y Euphemia vivieron tiempo suficiente para ver a James casarse con Lily Evans, pero no llegaron a conocer al nieto, Harry Potter – tanto Fleamont y Euphemia (que estaban en edad avanzada) sucumbieron a la viruela de dragón, muriendo con la diferencia de días.

Después de largos años, la portada fue dada -como herencia- a James Potter, que por algún motivo la prestó a Blanco Dumbledore poco antes de morir – aunque Dumbledore no necesitaba tapas o hechizos para quedarse invisible – y el director de Hogwarts “dio “La Capa de regalo” para Harry en su primera Navidad en la escuela.

En el mundo de HP conocemos que Harry James Potter era pariente de Tom Marvolo Riddle, más conocido como Lord Voldemort. Entendiendo: En el árbol genealógico de los dos, hay el vínculo directo con los hermanos Peverell. Voldemort es descendiente de Cadmo (el hermano del medio) y Harry es descendiente de Ignotus (el hermano menor). Así, ellos eran primos distantes – sí, lejos, pero eran primos.

Ufff !! Hoy el post fue un poco más largo. Me despido con una “señora” frase de Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore.

“Son nuestras elecciones que revelan lo que realmente somos, mucho más que nuestras cualidades.”

¡Bien, terminamos! ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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pt.wikipedia.org/wiki/Os_Contos_de_Beedle,_o_Bardo

media.giphy.com/media/24sTT4GE64b8A/giphy.gif

pt-br.harrypotter.wikia.com/wiki/Pomo_de_Ouro

garotasgeeks.com/10-frases-de-dumbledore-que-sao-verdadeiros-conselhos-para-a-vida/

en.wikipedia.org/wiki/The_Tales_of_Beedle_the_Bard

pt-br.wikipotter-more.wikia.com/wiki/Varinha_das_Varinhas

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harrypotterbr.weebly.com/a-pedra-da-ressurreiccedilatildeo.html

pt-br.harrypotter.wikia.com/wiki/Fleamont_Potter

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mpuddifoot.wordpress.com/2015/12/07/a-verdade-por-tras-da-frase-abro-no-fecho/

pottermore.potterish.com/a-familia-potter

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As Criaturas FANTÁSTICAS de Harry Potter

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: As Criaturas FANTÁSTICAS de Harry Potter.

Caríssimos, hoje vamos desvelar, no PHANTASTICUS, algumas das sensacionais criaturas que a querida (e fantástica) J.K.Rowling criou.  No post de hoje, selecionamos três destas criaturas que nos encantam e APAVORAM!

Aos desavisados que, por ventura, não tenham lido a obra de JK ou não tenham visto os filmes – pois provavelmente estiveram fazendo uma viagem de passeio a Urano, Saturno e Júpiter e se ausentaram da Terra por uns VINTE anos – cuidado com eventuais spoilers.

A todos!! Com vocês nossas criaturas maravilhosas do mundo de HP.  Começando por….

Testrálio

Thestral (Testrálios) são cavalos alados de corpo esquelético cujas feições até lembram um dragão. Possuem olhos brancos e vazios e enormes asas coriáceas que lembram a de um morcego. São, imerecidamente, conhecidos como presságios de infortúnio e agredidos por muitos bruxos, porque eles são visíveis apenas para aqueles que testemunharam a morte pelo menos uma vez (e plenamente aceitaram o conceito) ou devido ao seu aspecto sombrio e aparência fantasmagórica. O ministério na magia os considera perigosos, mas segundo Hagrid eles são iguais aos cachorros, e, claro, se são provocados é lógico que vão revidar. Foram o assunto do quinto ano da matéria Trato de Criaturas Mágicas.  Os testrálios de Hogwarts (treinados por Hagrid) são negros e domesticados.  Segundo Hagrid, são animais muito inteligente e úteis, tanto que puxam as carruagens que transportam os estudantes. Uma coisa é certa: essas criaturas tem um fantástico senso de direção; basta dizer aonde você quer ir e eles acham o caminho.

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Devido à classificação dos testrálios como “XXXX” (esta é a classificação para criaturas do mundo mágico que são perigosas e requerem conhecimento especial para lidar com elas. Isso também pode classificar criaturas ameaçadas ou muito difíceis de capturar, em vez de serem perigosas), apenas assistentes experientes (ou Hagrid) devem tentar lidar com eles. Criar e possuir esses animais pode ser desencorajado ou mesmo ilegal sem o consentimento do Ministério. De fato, bruxos que vivem em áreas não protegidas contra “trouxas” são forçados por lei a realizar Feitiços de Desilusão em seus Testamentos regularmente.

Testrálio 2

Testrálios são nativos das Ilhas Britânicas e da Irlanda, apesar de terem sido vistos em partes da França e na Península Ibérica; eles parecem ter uma associação com bruxos que descendem dos amantes de cavalos, o povo celta. Outras partes do mundo têm seus próprios equivalentes aos Testrálios.  Em tempo, um testrálio é também uma forma corpórea possível do Feitiço do Patrono.

Dementador 2

A criatura fantástica que vamos falar agora é o Dementor (Dementador).  Os Dementadores são algumas das criações mais complexas de J.K. Rowling para o seu Mundo Bruxo. Cruéis e assustadores, eles figuram como uma das maiores ameaças para Harry e seus aliados.  Eles surgiram em um lugar curioso, onde se mantiveram por boa parte de sua história: a ilha que abrigaria a Prisão de Azkaban. Antes de se tornar uma penitenciária bruxa, o lugar era a morada de um bruxo das trevas chamado Ekrizdis, que praticava as mais obscuras formas de magia negra em seu castelo.  Quando Ezkridis morreu, o Ministério da Magia investigou seu território e descobriu um edifício infestado por Dementadores, que até então nunca haviam sido vistos na história da comunidade bruxa. Temendo uma retaliação por parte dos seres, o Ministério os deixou viverem no local e, anos depois, transformou o castelo em uma prisão onde seus habitantes viraram “guardas”.

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Nos livros, os Dementadores são descritos como criaturas espectrais e encapuzadas, que chegam a atingir até três metros de altura. Sua pele é acinzentada e apodrecida e, por baixo do capuz, há um ser miserável, sem olhos e com um buraco onde se encontraria a boca, por onde eles fazem o Beijo do Dementador.

Dementador

Estas criaturas são cegas, mas ainda assim podem sentir a presença de seres humanos por suas emoções. Eles rastejam perto do chão e conseguem alterar o clima ao seu redor, tornando tudo mais frio e até mesmo apodrecendo matéria orgânica próxima. Vale lembrar que eles não podem ser vistos por “trouxas”.  Porém suas habilidades mais terríveis estão na capacidade de sugar a felicidade das pessoas ao seu redor, fazendo-as relembrar de seus traumas mais profundos e tendo a capacidade de fazê-las perder momentaneamente a esperança. E tudo isso leva ao seu ato mais desprezível e hediondo: o Beijo do Dementador – quando enfraquece sua vítima o suficiente e lhe é dada a oportunidade, o Dementador faz seu ato final: ele retira seu capuz do rosto e beija seu oponente, sugando completamente sua alma. Depois do ataque, a criatura deixa no lugar um corpo vazio, como se fosse a casca de algum animal, um destino considerado por muitos como sendo “pior que a morte”.  O Ministério da Magia autorizava que os Dementadores beijassem os bruxos que cometiam crimes hediondos, quase como um análogo à sentença de morte no mundo “trouxa”. A partir dali esses criminosos viviam sem conseguir sequer pensar e sem a possibilidade de se recuperarem.

No sistema de classificação do Departamento de Regulamento e Controle das Criaturas Mágicas, eles são descritos como “aparições espirituais não-humanas”, ou “não-seres”. Essa classificação também engloba os Bichos-Papões e os Poltergeists.

Conforme Dumbledore sempre avisou ao Ministério, os Dementadores não eram criaturas confiáveis, uma vez que não tinham lealdade definida e só serviam a quem lhes desse mais almas para torturar e consumir. E com o passar do tempo, eles se aliaram a Voldemort durante a Segunda Guerra Bruxa.  Foram eles que permitiram a entrada dos Comensais da Morte no Ministério da Magia e foram peças fundamentais no regime opressor na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e em outros lugares do mundo bruxo, chegando a atuar firmemente durante a Batalha de Hogwarts, ao lado dos bruxos das trevas.

Curiosidade: Os Dementadores têm um significado extra fora dos livros. Eles foram criados pela autora J.K. Rowling como uma forma de representar a severa depressão pela qual ela passou anos antes do sucesso com o lançamento da saga. Sua aparência é inspirada por alguns pesadelos que Rowling tinha quando menor.  Por essas e outras, por exemplo, que um dos métodos usados para aliviar os ataques de Dementadores é comer chocolate, já que funciona como um método de aliviar tristeza e depressão. E é uma alegoria bem forte quando notamos que eles só podem ser afastados com a presença de lembranças e memórias de momentos felizes.

Bicho papão

E agora, quem em sua infância já não teve problemas com esta criatura? J.K. Rowling trouxe em suas linhas uma criatura perversa. O Boggart (Bicho-papão).  É uma criatura que muda de forma e assume a forma do que mais assusta a pessoa que a encontra. Ninguém sabe como ele é se ninguém estiver lá para vê-lo, embora continue existindo, geralmente dando evidência de sua presença sacudindo, sacudindo ou arranhando o objeto no qual ele está se escondendo. Os bichos-papões gostam, particularmente, de espaços confinados, mas também podem ser encontrados à espreita em bosques e ao redor de cantos sombrios.

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Quanto mais geralmente uma pessoa tem medo, mais suscetíveis estarão para os Boggarts. Os “trouxas” também sentem sua presença e podem até vislumbrá-los, embora pareçam menos capazes de enxergá-los com clareza e geralmente são facilmente convencidos de que o bicho-papão era fruto de sua imaginação.

Como um poltergeist, um Boggart não é e nunca esteve verdadeiramente vivo. É um dos estranhos não-seres que povoam o mundo mágico, para o qual não há equivalente no reino dos “trouxas”. Eles podem desaparecer, mas mais outros surgirão, inevitavelmente, para ocupar seu lugar. Como os poltergeists e os Dementadores mais sinistros, eles parecem ser gerados e sustentados por emoções humanas.

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O feitiço que derrota um bicho-papão pode ser complicado, pois envolve transformar a criatura em uma figura de diversão, para que o medo possa ser dissipado em diversão. Se o lançador for capaz de rir em voz alta, ele desaparecerá imediatamente. O encantamento é “Riddikulus”, e a intenção é forçar o bicho-papão a assumir uma forma menos ameaçadora e esperançosamente cômica.

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Os famosos bichos-papões incluem o Velho Boggle de Canterbury (considerado pelos “trouxas” locais como um eremita canibalista louco que vivia em uma caverna; na realidade, um bicho-papão particularmente pequeno que aprendeu a aproveitar ao máximo os ecos); o Boggarton da Old London Town (um bicho-papão que assumira a forma de um criminoso assassino que percorria as ruas secundárias da Londres do século XIX, mas que poderia ser reduzido a um hamster com um simples encantamento); e o Bogey Gritante de Strathtully (um Bicho Papão Escocês que se alimentou dos medos dos “trouxas” locais a ponto de se tornar uma sombra negra elefantina com brilhantes olhos brancos, mas que Lyall Lupin, do Ministério da Magia, eventualmente aprisionou em uma caixa de fósforos) .

JK

Hoje terminamos com uma frase muito inspiradora de J.K. Rowling e que pode nos ajudar a seguir em frente superando os obstáculos.

“Nós não precisamos de mágica para transformar nosso mundo. Já temos o poder que precisamos dentro de nós mesmos. Nós temos o poder de imaginar o melhor.”

Bem, terminamos! Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Las criaturas fantásticas de Harry Potter.

Amadísimos, hoy vamos a desvelar, en el PHANTASTICUS, algunas de las sensacionales criaturas que la querida (y fantástica) J.K.Rowling creó. En el post de hoy, seleccionamos tres de estas criaturas que nos encanta y APAVOR.

A los desavisados ​​que, por ventura, no hayan leído la obra de JK o no hayan visto las películas – pues probablemente estuvieron haciendo un viaje de paseo a Urano, Saturno y Júpiter y se ausentaron de la Tierra por unos VINTE años – cuidado con eventuales spoilers.

¡¡A todos!! Con ustedes nuestras criaturas maravillosas del mundo de HP. Comenzando por ….

Thestral (Testralios) son caballos alados de cuerpo esquelético cuyas facciones hasta recuerdan a un dragón. Poseen ojos blancos y vacíos y enormes alas coriáceas que recuerdan la de un murciélago. Son, inmerecidamente, conocidos como presagios de desgracia y agredidos por muchos magos, porque ellos son visibles sólo para aquellos que testificaron la muerte al menos una vez (y plenamente aceptaron el concepto) o debido a su aspecto sombrío y apariencia fantasmagórica. El ministerio en la magia los considera peligrosos, pero según Hagrid ellos son igual a los perros, y, por supuesto, si son provocados es lógico que van a rehacer. Se trata del quinto año de la materia Trato de criaturas mágicas. Los testrales de Hogwarts (entrenados por Hagrid) son negros y domesticados. Según Hagrid, son animales muy inteligentes y útiles, tanto que tiran de los carruajes que transportan a los estudiantes. Una cosa es cierta: estas criaturas tienen un sentido de dirección sensato; basta con decir dónde quieres ir y ellos encuentran el camino.

Debido a la clasificación de los testrales como “XXXX” (esta es la clasificación para las criaturas del mundo mágico que son peligrosas y requieren un conocimiento especial para manejarlas. Esto también puede clasificar a las criaturas amenazadas o muy difíciles de capturar en lugar de ser peligrosas), sólo los asistentes experimentados (o Hagrid) deben tratar de tratar con ellos. Crear y poseer estos animales puede ser desalentado o incluso ilegal sin el consentimiento del Ministerio. De hecho, los magos que viven en áreas no protegidas contra los “tragos” son forzados por ley a realizar hechizos de desilusión en sus Testamentos regularmente.

Los tesoros son nativos de las Islas Británicas e Irlanda, a pesar de haber sido vistos en partes de Francia y en la Península Ibérica; que parecen tener una asociación con brujos que descenden de los amantes de los caballos, el pueblo celta. Otras partes del mundo tienen sus propios equivalentes a los Testrales. En tiempo, un testrónio es también una forma corpórea posible del hechizo del patrono.

La criatura fantástica que vamos a hablar ahora es el Dementor (Dementador). Los Dementadores son algunas de las creaciones más complejas de J.K. Rowling para su Mundo Brujo. Los crueles y espeluznantes, como una de las mayores amenazas para Harry y sus aliados. Ellos surgieron en un lugar curioso, donde se mantuvieron por buena parte de su historia: la isla que albergar la prisión de Azkaban. Antes de convertirse en una penitenciaría bruja, el lugar era la morada de un brujo de las tinieblas llamado Ekrizdis, que practicaba las más oscuras formas de magia negra en su castillo. Cuando Ezkridis murió, el Ministerio de Magia investigó su territorio y descubrió un edificio infestado por Dementadores, que hasta entonces nunca habían sido vistos en la historia de la comunidad bruja. Temiendo una represalia por parte de los seres, el Ministerio los dejó vivir en el lugar y, años después, transformó el castillo en una prisión donde sus habitantes se convirtieron en “guardias”.

En los libros, los Dementadores son descritos como criaturas espectrales y encapuchadas, que llegan a alcanzar hasta tres metros de altura. Su piel es grisácea y podrida, y por debajo de la capucha hay un ser miserable, sin ojos y con un agujero donde se encontraría la boca, por donde ellos hacen el Beso del Dementador.

Estas criaturas son ciegas, pero aún así pueden sentir la presencia de seres humanos por sus emociones. Ellos se arrastran cerca del suelo y logran alterar el clima a su alrededor, haciendo todo más frío e incluso pudriendo la materia orgánica próxima. Vale recordar que no pueden ser vistos por “muggles”. Pero sus habilidades más terribles están en la capacidad de succionar la felicidad de las personas a su alrededor, haciéndolas recordar sus traumas más profundos y tener la capacidad de hacerlas perder momentáneamente la esperanza. Y todo eso lleva a su acto más despreciable y hediondo: el Beso del Dementador – cuando debilita a su víctima lo suficiente y le es dada la oportunidad, el Dementador hace su acto final: él retira su capucha de la cara y besa a su oponente, aspirando completamente su alma. Después del ataque, la criatura deja en el lugar un cuerpo vacío, como si fuera la cáscara de algún animal, un destino considerado por muchos como siendo “peor que la muerte”. El Ministerio de la Magia autorizaba que los Dementadores besar a los brujos que cometieron crímenes hediondos, casi como un análogo a la sentencia de muerte en el mundo “muggle”. A partir de allí esos criminales vivían sin conseguir ni siquiera pensar y sin la posibilidad de recuperarse.

En el sistema de clasificación del Departamento de Reglamento y Control de las criaturas mágicas, se describen como “apariciones espirituales no humanas”, o “no-seres”. Esta clasificación también engloba los Bichos-Papones y los Poltergeists.

Conforme Dumbledore siempre avisó al Ministerio, los Dementadores no eran criaturas confiables, ya que no tenían lealtad definida y sólo servían a quienes les diera más almas para torturar y consumir. Y con el paso del tiempo, ellos se aliaron a Voldemort durante la Segunda Guerra Bruja. Los que permitieron la entrada de los Mortífagos en el Ministerio de Magia y fueron piezas fundamentales en el régimen opresor en la Escuela de Magia y Brujería de Hogwarts y en otros lugares del mundo brujo, llegando a actuar firmemente durante la Batalla de Hogwarts, brujas de las tinieblas.

Curiosidad: Los Dementadores tienen un significado extra fuera de los libros. Ellos fueron creados por la autora J.K. Rowling como una forma de representar la severa depresión por la que pasó años antes del éxito con el lanzamiento de la saga. Su apariencia es inspirada por algunas pesadillas que Rowling tenía cuando menor. Por estas y otras, por ejemplo, que uno de los métodos usados ​​para aliviar los ataques de Dementadores es comer chocolate, ya que funciona como un método para aliviar la tristeza y la depresión. Y es una alegoría muy fuerte cuando notamos que ellos sólo pueden ser alejados con la presencia de recuerdos y memorias de momentos felices.

Y ahora, ¿quién en su infancia ya no tuvo problemas con esta criatura? J.K. Rowling trajo en sus filas una criatura perversa. El Boggart (Bicho-papón). Es una criatura que cambia de forma y asume la forma de lo que más asusta a la persona que la encuentra. Nadie sabe cómo es si nadie está allí para verlo, aunque sigue existiendo, generalmente dando evidencia de su presencia sacudiendo, sacudiendo o arañando el objeto en el que se esconde. Los bichos papones gustan, particularmente, de espacios confinados, pero también se pueden encontrar al acecho en bosques y alrededor de esquinas sombrías.

Cuanto más generalmente una persona tiene miedo, más susceptibles estarán para los Boggarts. Los “muggles” también sienten su presencia y pueden incluso vislumbrarlos, aunque parezcan menos capaces de verlos con claridad y generalmente son fácilmente convencidos de que el bicho papón era fruto de su imaginación.

Como un poltergeist, un Boggart no es y nunca ha estado verdaderamente vivo. Es uno de los extraños no seres que pueblan el mundo mágico, para el cual no hay equivalente en el reino de los “muggles”. Ellos pueden desaparecer, pero más otros surgir, inevitablemente, para ocupar su lugar. Como los poltergeists y los Dementadores más siniestros, parecen ser generados y sostenidos por emociones humanas.

El hechizo que derrota a un bicho-papón puede ser complicado, pues implica transformar a la criatura en una figura de diversión, para que el miedo pueda ser disipado en diversión. Si el lanzador es capaz de reír en voz alta, desaparecerá inmediatamente. El encantamiento es “Riddikulus”, y la intención es forzar al bicho papón a asumir una forma menos amenazadora y esperanzadamente cómica.

Los famosos bichos-papones incluyen el Viejo Boggle de Canterbury (considerado por los “muggles” locales como un ermita canibalista loco que vivía en una cueva, en realidad un bicho-papón particularmente pequeño que aprendió a aprovechar al máximo los ecos); el Boggarton de la Old London Town (un bicho-papón que asumió la forma de un criminal asesino que recorría las calles secundarias de la Londres del siglo XIX, pero que podría reducirse a un hámster con un simple encantamiento); y el Bogey Gritante de Strathtully (un Bicho Papón Escocés que se alimentó de los miedos de los “basureros” locales hasta el punto de convertirse en una sombra negra elefantina con brillantes ojos blancos, pero que Lyall Lupin, del Ministerio de Magia, eventualmente aprisionó en una caja de fósforos).

Hoy terminamos con una frase muy inspiradora de J.K. Rowling y que puede ayudarnos a seguir adelante superando los obstáculos.

“No necesitamos magia para transformar nuestro mundo, ya tenemos el poder que necesitamos dentro de nosotros mismos, tenemos el poder de imaginar lo mejor.

¡Bien, terminamos! ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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pt.wikipedia.org/wiki/Trestálio

pt-br.harrypotter.wikia.com/wiki/Testrálio

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harrypotter.wikia.com/wiki/Boggart

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Clássicos VI – O sítio de Monteiro

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Clássicos VI – O sítio de Monteiro.

Olá! O PHANTASTICUS deste post é puro tupiniquim.  Dando sequência ao projeto de valorização dos clássicos da literatura de fantasia/aventura, vamos buscar fazer uma singela homenagem a um dos grandes escritores de fantasia do Brasil, que no último 4 de julho completou 70 anos de falecimento.  Praticamente ninguém se lembrou ou comentou.  Assim, hoje, vamos tentar recolocar na pauta das pessoas – pelo menos de uns poucos obstinados que acompanham o PHANTASTICUS – um homem que foi brasileiro em toda sua essência.  Hoje o homenageado do blog é José Bento Renato Monteiro Lobato – o nosso querido Monteiro Lobato, autor da série de fantasia “Sítio do Pica-Pau Amarelo” e de outros tantos livros, contos, traduções e adaptações.

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Monteiro Lobato nasceu em Taubaté em abril de 1882 e nos deixou em julho de 1948.  Muito além das “Reinações de Narizinho” e do “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, Lobato foi um dos primeiros defensores do óleo brasileiro.  Foi intensa a sua militância nacionalista e o petróleo era um dos grandes símbolos da luta.  Teve livros censurados pelo então governo Vargas e chegou a ser preso.  Mas suas ações – mesmo após sua morte – impactaram e muito, e deram origem ao movimento que, depois, foi abraçado pelo governo – sob o slogan de “O petróleo é nosso”.

As Reinações de Narizinho

As Reinações de Narizinho

Sobre o “Sítio” é uma obra composta por uma série de livros (em 23 volumes), escrita entre os anos de 1920 e 1947.  Nela, Lobato aproveita para buscar transmitir às crianças os valores morais, conhecimentos sobre nosso país e nossas tradições – fora proporcionar muita diversão.

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Dentre os personagens mais conhecidos, temos: Narizinho é a menina de nariz arrebitado, cujo nome é Lúcia. Neta de D. Benta, ela tem uma boneca chamada Emília, com quem adora conversar.  A boneca, de pano, tem uma peculiaridade: ela fala. De personalidade muito forte, Emília é a melhor amiga da sua dona Narizinho.  Temos Pedrinho, que é primo de Narizinho e neto de D. Benta. O menino de dez anos vive na cidade e nas férias vai sempre para o sítio.  A avó das duas crianças, nossa querida Dona Benta, é a dona do sítio do Pica-Pau amarelo. Ela adora as crianças e tem prazer em lhes contar histórias.  Temos a Tia Anastácia que é a empregada do sítio e cozinha muito bem. Também gosta de contar histórias e fazer biscoitos de polvilho. Foi ela quem costurou Emília.  Outro grande personagem é o querido Visconde de Sabugosa que é feito de sabugo de milho. Estudioso que sabe muitas coisas, e que é, também, bastante atrapalhado. Está sempre na biblioteca ou no laboratório, que fica no porão da casa do sítio. Foi ele que inventou o pó de pirlimpimpim – que é uma substância em pó mágica usada para se tele transportar para diferentes lugares. A turma do sítio sempre está usando o Pó para se tele transportar para o Reino das Águas Claras.  E claro, que não podemos esquecer da grande vilã do sítio – a Cuca.  Ela é uma bruxa má com aparência de jacaré que vive amedrontando as pessoas. Foi tirada por Lobato do nosso folclore.

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Estão aqui listados os 23 títulos da coleção, na ordem em que se encontram atualmente:

Reinações de Narizinho – 1921; Caçadas de Pedrinho – 1922; O Saci – 1927; Memórias de Emília – 1930; Emília no País da Gramática – 1931; Aritmética da Emília – 1932; Fábulas – 1933; Histórias Diversas – 1933; Histórias de Tia Nastácia – 1934; Peter Pan – 1935; Viagem ao Céu – 1935; O Poço do Visconde – 1935; O Pica-Pau Amarelo – 1936; Aventuras de Hans Staden – 1936; Dom Quixote das Crianças – 1937; Geografia de Dona Benta – 1937; A Chave do Tamanho – 1937; A Reforma da Natureza – 1939; O Minotauro – 1939; Os Doze Trabalhos de Hércules – 1941; Histórias do Mundo Para Crianças – 1942; Serões de Dona Benta – 1944; História das Invenções – 1947

Os personagens criados por Lobato ficaram conhecidos por várias gerações de crianças de diversos países. Chegaram à televisão brasileira na década de 60 com o seriado “O Sítio do Pica-Pau Amarelo”.

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A série foi adaptada pela primeira vez em uma produção live-action em 1951, com um filme teatral. O Saci, baseado no livro de mesmo nome, foi dirigido por Rodolfo Nanni. No ano seguinte, Sítio tornou-se uma série de televisão criada por Júlio Gouveia e Tatiana Belinky, produzida e exibida pela já extinta TV Tupi. Em 1964, a atriz e diretora Lúcia Lambertini (que interpretava a Emília) trouxe a série para a TV Cultura de São Paulo. Ela foi produzida durante seis meses, mas não repetiu o sucesso alcançado na TV Tupi. Em 1967, Júlio Gouveia e Tatiana Belinky criaram uma série do Sítio, agora pela Rede Bandeirantes, que ficou três anos no ar. Um segundo filme, O Pica-Pau Amarelo, foi lançado em 1973, dirigido por Geraldo Sarno e baseado no livro de mesmo nome.

A Rede Globo comprou os direitos e começou a produzir, em conjunto com a TV Educativa, Sítio do Pica-Pau Amarelo, em 1977. Essa versão foi um imenso sucesso e teve duração de dez anos, até que foi cancelada em 1986.  Globo viria a produzir uma nova versão do Sítio em 2001. Depois de sete anos de exibição, em 2007, a série foi cancelada devido à baixa audiência. Uma série de animação foi lançado em 2012, produzida pela Globo e Mixer, baseada no livro Reinações de Narizinho e visualmente baseada na série de 2001.

Curiosidade e uma grande homenagem: O Dia Nacional do Livro Infantil é comemorado anualmente em 18 de abril.  A data foi escolhida por ser a data do nascimento de Monteiro Lobato. Esta data foi oficializada a partir Lei nº 10.402, de 8 de janeiro 2002.

Capa

Uma outra coisa – muito importante.  Gostaria de deixar claro, que há muitos questionamentos sobre a linha de raciocínio de Monteiro Lobato, e sobre sua escrita ser racista.  Questiono a escrita e conteúdo de obras, como o discutível “Negrinha”, o contestável “Jeca Tatu”, além do controverso “O Presidente Negro”.  Mas hoje, em específico neste post, não posso conter minha admiração pela obra de fantasia infantil “Sítio do Pica-Pau Amarelo”.  Assim, devemos separar as obras.  Se em algumas Lobato é merecedor de críticas severas, em outras deve ser alçado ao posto de grande escritor de fantasia infantil que é.

Ele tentou melhorar, modernizar e reunir, sem muito sucesso, a tríade de sua vida: Brasil, homens e livros, e por causa dessa mesma trinca amargou críticas ferozes, incompreensão e desilusão. Ele meteu o “narizinho” em todos os aspectos da sociedade brasileira com uma sabedoria digna de “Dona Benta”, atacando o conhecimento antiquado dos “sabugosas” e acertando o atraso nacional com um bodoque certeiro. Parecia ter tomado uma “pílula falante” e sua “torneirinha” e jorrava vitupérios contra os males nacionais. Foi, acima de tudo, um poço de contradições.  “Lobato é um pouco como todos nós, brasileiros. Ora assumindo posições polêmicas, ora se antecipando a seu tempo. Cresci lendo seus livros e muito de minha criatividade e liberdade de pensamentos devo a seus textos que levam à reflexão, ultrapassam o limite temporal. Ele era um brasileiro sob medida” – Marisa Lajolo, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).  Faço as palavras de Marisa as minhas.

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E para fechar o post, uma das frases mais conhecidas de nosso escritor e seu lema de vida: “Um país se faz com homens e livros”

Bem, terminamos! Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Clásicos VI – El sitio de Monteiro.

¡Hola! El PHANTASTICUS de este post es puro tupiniquim. En el pasado 4 de julio cumplió 70 años de fallecimiento, siguiendo el proyecto de valorización de los clásicos de la literatura de fantasía / aventura, vamos a buscar hacer un sencillo homenaje a uno de los grandes escritores de fantasía de Brasil. Prácticamente nadie se acordó o comentó. Así, hoy, vamos a intentar recolocar en la pauta de las personas – al menos de unos pocos obstinados que acompañan al PHANTASTICUS – un hombre que fue brasileño en toda su esencia. Y en el caso de que se trate de una película de ficción o de una película de ficción.

Monteiro Lobato nació en Taubaté en abril de 1882 y nos dejó en julio de 1948. Mucho más allá de las “Reinas de Narizinho” y del “Sitio del Pica-Pau Amarillo”, Lobato fue uno de los primeros defensores del aceite brasileño. Fue intensa su militancia nacionalista y el petróleo era uno de los grandes símbolos de la lucha. Y en el caso de las mujeres. Pero sus acciones-incluso después de su muerte- impactaron y mucho, y dieron origen al movimiento que luego fue abrazado por el gobierno – bajo el lema de “El petróleo es nuestro”.

Sobre el “Sitio” es una obra compuesta por una serie de libros (en 23 volúmenes), escrita entre los años 1920 y 1947. En ella, Lobato aprovecha para buscar transmitir a los niños los valores morales, conocimientos sobre nuestro país y nuestras tradiciones – fuera de proporcionar mucha diversión.

Entre los personajes más conocidos, tenemos: Narizinho es la niña de nariz arrebatada, cuyo nombre es Lucía. Neta de D. Benta, ella tiene una muñeca llamada Emilia, con quien le encanta conversar. La muñeca, de tela, tiene una peculiaridad: ella habla. De personalidad muy fuerte, Emilia es la mejor amiga de su dueña Narizinho. Tenemos Pedrito, que es primo de Narizinho y nieto de don Benta. El niño de diez años vive en la ciudad y en las vacaciones va siempre al sitio. La abuela de los dos niños, nuestra querida Doña Benta, es la dueña del sitio del Pica-Pau amarillo. Ella adora a los niños y se complace en contarles historias. Tenemos la Tía Anastácia que es la empleada del sitio y la cocina muy bien. También le gusta contar historias y hacer galletas de polvillo. Fue ella quien solía Emilia. Otro gran personaje es el querido Visconde de Sabugosa que está hecho de sabugo de maíz. Estudiante que sabe muchas cosas, y que es, también, bastante confundido. Está siempre en la biblioteca o en el laboratorio, que queda en el sótano de la casa del sitio. Fue él quien inventó el polvo de pirlimpimpim – que es una sustancia en polvo mágica usada para teletransportar a diferentes lugares. La clase del sitio siempre está usando el polvo para teletransportarse al Reino de las Aguas Claras. Y claro, que no podemos olvidar a la gran villana del sitio -la Cuca. Ella es una bruja mala con apariencia de jacaré que vive amedrentando a la gente. Fue sacada por Lobato de nuestro folclore.

Se enumeran aquí los 23 títulos de la colección, en el orden en que se encuentran actualmente:

Reinas de Narizinho – 1921; Caceres de Pedrito – 1922; El Saci – 1927; Memorias de Emilia – 1930; Emilia en el País de la Gramática – 1931; Aritmética de Emilia – 1932; Fábulas – 1933; Historias Diversas – 1933; Historias de Tia Nastácia – 1934; Peter Pan – 1935; Viaje al Cielo – 1935; El Pozo del Visconde – 1935; El Pica-Pau Amarillo – 1936; Aventuras de Hans Staden – 1936; Don Quijote de los Niños – 1937; Geografía de Doña Benta – 1937; La clave del tamaño – 1937; La Reforma de la Naturaleza – 1939; El Minotauro – 1939; Los Doce Trabajos de Hércules – 1941; Historias del Mundo para los niños – 1942; Serones de Doña Benta – 1944; Historia de las Invenciones – 1947.

Los personajes creados por Lobato quedaron conocidos por varias generaciones de niños de diversos países. Llegaron a la televisión brasileña en la década de los 60 con la serie “El sitio del Pica-Pau Amarillo”.

La serie fue adaptada por primera vez en una producción live-action en 1951, con una película teatral. El Saci, basado en el libro del mismo nombre, fue dirigido por Rodolfo Nanni. Al año siguiente, Sitio se convirtió en una serie de televisión creada por Júlio Gouveia y Tatiana Belinky, producida y exhibida por la ya extinta TV Tupi. En 1964, la actriz y directora Lúcia Lambertini (que interpretaba a Emilia) trajo la serie para la TV Cultura de São Paulo. Ella fue producida durante seis meses, pero no repitió el éxito alcanzado en la TV Tupi. En 1967, Julio Gouveia y Tatiana Belinky crearon una serie del Sitio, ahora por la Red Bandeirantes, que se quedó tres años en el aire. Una segunda película, El Pica-Pau Amarillo, fue lanzado en 1973, dirigido por Geraldo Sarno y basado en el libro del mismo nombre. La red Globo compró los derechos y comenzó a producir, en conjunto con la TV Educativa, Sitio del Pica-Pau Amarillo, en 1977. Esa versión fue un inmenso éxito y tuvo una duración de diez años, hasta que fue cancelada en 1986. Globo vendría a producir una nueva versión del sitio en 2001. Después de siete años de exhibición, en 2007, la serie fue cancelada debido a la baja audiencia. Una serie de animación fue lanzada en 2012, producida por Globo y Mixer, basada en el libro Reinas de Narizinho y visualmente basada en la serie de 2001.

Curiosidad y un gran homenaje: El Día Nacional del Libro Infantil se conmemora anualmente el 18 de abril. La fecha fue elegida por ser la fecha del nacimiento de Monteiro Lobato. Esta fecha fue oficializada a partir de la Ley nº 10.402, de 8 de enero de 2002.

Otra cosa – muy importante. Quisiera dejar claro, que hay muchos cuestionamientos sobre la línea de razonamiento de Monteiro Lobato, y sobre su escritura ser racista. Cuestiono la escritura y el contenido de obras, como el discutible “Negrinha”, el controvertido “Jeca Tatu”, además del controvertido “El Presidente Negro”. Pero hoy, en específico en este post, no puedo contener mi admiración por la obra de fantasía infantil “Sitio del Pica-Pau Amarillo”. Así, debemos separar las obras. Si en algunas Lobato es merecedor de críticas severas, en otras debe ser alzado al puesto de gran escritor de fantasía infantil que es.

Él intentó mejorar, modernizar y reunir, sin mucho éxito, la tríada de su vida: Brasil, hombres y libros, y debido a ese mismo trinque amargó críticas feroces, incomprensión y desilusión. “Él metió la” nariz “en todos los aspectos de la sociedad brasileña con una sabiduría digna de” Doña Benta “, atacando el conocimiento anticuado de los” sabugosas “y acertando el retraso nacional con un bodoque certero. Parecía haber tomado una “píldora hablante” y su “torrente” y brotaba victorias contra los males nacionales. Fue, por encima de todo, un pozo de contradicciones. “Lobato es un poco como todos nosotros, los brasileños. Pero asumiendo posiciones polémicas, ora anticipándose a su tiempo. Crecí leyendo sus libros y mucho de mi creatividad y libertad de pensamientos debo a sus textos que conducen a la reflexión, sobrepasan el límite temporal. “Él era un brasileño a la medida” – Marisa Lajolo, profesora de la Universidad Estadual de Campinas (Unicamp). Hago las palabras de Marisa las mías.

Y para cerrar el post, una de las frases más conocidas de nuestro escritor y su lema de vida: “Un país se hace con hombres y libros”.

¡Bien, terminamos! ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

todamateria.com.br/monteiro-lobato/

pt-br.stiodopicapalamarelo.wikia.com/wiki/Pó_de_Pirlimpimpim

calendarr.com/brasil/dia-nacional-do-livro-infantil/

revistaforum.com.br/ha-70-anos-morria-monteiro-lobato-um-dos-grandes-defensores-do-petroleo-brasileiro/

revistapesquisa.fapesp.br/2012/08/22/o-brasil-visto-do-s%C3%ADtio/

pt.wikipedia.org/wiki/Sítio_do_Picapau_Amarelo

gurudacidade.com.br/wp-content/uploads/2018/04/monteiro-lobato.jpg

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Os Fantasmas de Hogwarts

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Os Fantasmas de Hogwarts.

Hoje o PHANTASTICUS vai falar de um tema especial e pouco (ou nada) explorado pelo cinema na saga Harry Potter. Com vocês ….. A trupe de fantasmas da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

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Consideração: Hogwarts é o lugar habitado mais assombrado da Grã-Bretanha. O castelo é um lugar simpático aos fantasmas, já que os habitantes vivos tratam seus amigos mortos com tolerância e até afeição, mesmo que já tenham ouvido as mesmas recordações inúmeras vezes.

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Bem, vamos começar.  Cada uma das quatro casas de Hogwarts tem seu próprio fantasma. A Slytherin (Sonserina) dispõe do The Bloody Baron (Barão Sangrento), coberto de manchas prateadas de sangue. Ele é o único na escola que consegue realmente controlar Pirraça.

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A menos falante dos fantasmas é a The Grey Lady (Dama Cinzenta), bela e de cabelos longos.  Ela é o fantasma da casa da Ravenclaw (Corvinal). Ela é filha da fundadora de Hogwarts, Rowena Ravenclaw. Voldemort encontrou o diadema e o transformou em uma Horcrux. Helena Ravenclaw deu a Harry informações que o ajudaram a encontrar o diadema durante a Batalha de Hogwarts.

Curiosidade: No último livro da série se descobre que as manchas de sangue do Barão surgiram de um conflito que tivera com Helen Ravenclaw, Querendo ser mais inteligente e importante que a mãe, Helena havia roubado o diadema mágico de Rowena e fugido, e se escondeu em uma floresta na Albânia. À beira da morte, Rowena pediu ao Barão que trouxesse Helena de volta para que visse a filha pela última vez, confiando que ele não descansaria até fazer o que ela pedira. O Barão sempre amara Helena, mas sempre teve suas propostas amorosas recusadas. O Barão encontrou-a em uma floresta, mas ela não quis voltar. Conhecido por seu temperamento colérico, e com inveja da liberdade de Helena. Ele acabou à matando. Ao ver o que fez e cheio de culpa, apanhou a arma que usara para matar Helena e se suicidou. Até hoje anda pelo castelo arrastando correntes como um ato de penitência.

Helena e o Barão mais tarde voltaram para Hogwarts como fantasmas. Por séculos a Dama recusou-se a responder sobre a localização do diadema, somente contando a um aluno – Tom Riddle, que após achar o diadema tornou-o uma Horcrux, e escondeu-o na Sala Precisa de Hogwarts.

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A casa da Hufflepuff (Lufa-Lufa) é assombrada pelo The Fat Friar (Frei Gorducho), executado porque os clérigos anciões suspeitaram de sua habilidade de curar a varíola apenas tocando nos camponeses com uma vareta e por causa de seu pouco aconselhável hábito de tirar coelhos do cálice de comunhão. Embora seja, em geral, bastante afável, o Frei Gorducho ainda lamenta o fato de nunca ter sido promovido a cardeal.  É alegre e bastante indulgente. Em Harry Potter e a Pedra Filosofal quando os primeiranistas estão esperando pela professora McGonagall voltar e os fantasmas passam por eles, Frei Gorducho está pedindo para que dessem uma segunda chance a Pirraça, o poltergeist, apesar dos problemas causados por ele.

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A casa Gryffindor (Grifinória) é o lar de Nearly Headless Nick (Nick-Quase-sem-Cabeça), que, em vida, fora o Sir Nicholas de Mimsy-Porpington. Um bocadinho esnobe e um bruxo menos habilidoso do que se imaginava, Sir Nicholas, em vida, orbitava a corte de Henrique VII até que sua tentativa tola de embelezar magicamente uma dama-de-honra fez com que brotassem presas na pobre moça. Sir Nicholas teve sua varinha confiscada e foi executado incompetentemente (foram 45 golpes com um machado cego) em 31 de outubro de 1492. Por isso, sua cabeça está presa por um, e apenas um, nervo ao resto do corpo, retendo sua cabeça dependurada por um pedacinho ínfimo de pele e tendão. Ele sofre dum senso de inadequação em relação aos fantasmas verdadeiramente sem cabeça.

Em “Harry Potter e a Câmara Secreta”, Nick foi petrificado por olhar diretamente nos olhos do basilisco que guardava a câmara secreta do castelo, em 18 de dezembro de 1992. Só voltou ao normal em 30 de Maio de 1993.

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Outro fantasma notável de Hogwarts é a Moaning Myrtle (Murta-Que-Geme), que assombra um banheiro feminino pouco frequentado. Murta ainda era uma aluna de Hogwarts quando morreu, 50 anos antes dos eventos do segundo livro. Na ocasião, ela estava se escondendo no banheiro feminino porque Olívia Hornby estava caçoando dos seus óculos. Ela estava chorando, mas, de repente, ouviu um barulho e foi averiguar quem era. Quando abriu a porta do seu cubículo ela morreu. Isso aconteceu porque Murta olhou nos olhos do basilisco.

Ela escolheu voltar à escola perpetuamente, com o objetivo de curto-prazo de assombrar sua intimidadora arquirrival Olívia Hornby. Com o passar das décadas, Murta ganhou a reputação de fantasma mais infeliz da escola, podendo geralmente ser encontrada dentro dum dos boxes do banheiro, enchendo o local com seus gemidos e lamentos.

Murta é muito importante em “Harry Potter e a Câmara Secreta”, pois ela ajuda Harry Potter, Ron Weasley. a descobrir sobre o monstro dentro da Câmara Secreta. Coincidentemente, a entrada para a Câmara Secreta é também nesse banheiro.  Murta também ajuda Harry na segunda tarefa do Torneio Tribruxo – apesar de Cedrico Diggory ter indicado a Harry que ele tomasse banho com o ovo e fornecer a senha do banheiro dos monitores, foi a Murta quem ajudou Harry a resolver o mistério sugerindo que ele abrisse o ovo debaixo da água, pois assim ouviria a voz das Sereias.

Murta aparentemente tem uma atração por Harry (ela já até o convidou para dividir o banheiro com ela se ele eventualmente morrer numa missão).

Em “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” ela aparece para consolar Draco Malfoy, o qual estava preocupado com a tarefa que Lord Voldemort ordenou que ele cumprisse.

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Ainda temos o Professor Binns, que é professor da História da Magia em Hogwarts. Ele morreu em seu sono um dia e seu fantasma simplesmente se levantou para ensinar no dia seguinte como se nada tivesse acontecido. Sua rotina não variou o menor desde então.  Não se sabe a idade do professor Cuthbert Binns dele, mas sabemos que quando morreu já era muito velho. Também não é mencionada a casa a que pertence (ou pertenceu).

Na obra de J. K. Rowling, ele é o único professor fantasma a dar aulas em Hogwarts. Dizem que certa vez adormeceu em frente à lareira e quando acordou deixou seu corpo para trás, indo dar aulas normalmente, sem perceber que morrera. Muitos se perguntam qual é a diferença entre o professor Binns vivo e ele morto, parece que não há nenhuma. Foi mencionado pela primeira vez no livro Harry Potter e a Pedra Filosofal.  Segundo o livro, ele tem uma voz de aspirador de pó velho que dá um tom mais maçante às suas aulas de História da Magia.  Sua aparência é de uma tartaruga velha e enrugada.

A grande maioria dos estudantes acha que a matéria do professor fantasma, (História da Magia) é, sem a menor dúvida, a mais chata de toda a grade escolar. Enquanto Binns mergulha nas convenções de bruxos, nas revoltas dos goblins e em outros fatos que ocorreram há séculos atrás, os alunos se entregam a um estado de semiconsciência.  O problema é que o professor apenas lê suas anotações de uma maneira totalmente aborrecida, sem a menor ênfase ou emoção.

A única coisa interessante é quando Binns entra na sala através do quadro-negro, uma vez que sendo fantasma passa por qualquer lugar, mas, depois que os alunos já viram isso umas cem vezes, deixa de ser curioso.

A coisa mais emocionante que aconteceu nas aulas de História da Magia, foi em 1992, quando Hermione perguntou ao professor Binns sobre a lenda da câmara secreta. O professor, que não é chegado a lendas e mitos e trabalha apenas com fatos reais ficou surpreso, até porque nunca antes um aluno vivo ou morto o interrompera. Mas, foi convencido a contar um pouco da história da câmara.  Essa foi a primeira vez na sua vida (ou na sua morte) que os estudantes ficaram vidrados na sua aula. Enquanto ele descrevia a história dos fundadores e um pouco da personalidade de Salazar Slytherin, entrou na lenda da criação da câmara secreta. O problema é que ele se irritou com o fato de os alunos darem tanta importância a um mito, que voltou à sua maneira chata de ensinar monologando sobre a Convenção Internacional de Bruxos de 1289, enquanto os alunos voltavam a mergulhar no torpor habitual.

Curiosidade: Toda essa história passada na aula foi inteiramente cortada da versão cinematográfica. No cinema, quem explica tudo é a professora Minerva McGonagall, interpretada pela dama do teatro inglês, Maggie Smith.

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Bem, e por último, mas não menos importante, temos Peeves (Pirraça). Ele é o poltergeist – o termo Poltergeist, do idioma alemão, é traduzido como fantasma barulhento (poltern = barulhento; geist = fantasma ou espírito) – que vive na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts desde sua fundação. Sempre causando o caos e a discórdia, ele é detestado pelos alunos e funcionários da escola, principalmente por Argo Filch, o zelador. Os únicos indivíduos que Pirraça respeita são Alvo Dumbledore e o Barão Sangrento.

“Pirraça é o poltergeist mais notório e problemático da história britânica. Ao contrário da grande maioria de seus colegas, Pirraça apresenta uma forma física, embora seja capaz de ficar invisível conforme lhe seja conveniente. Sua aparência reflete sua natureza, que, como concordam todos os que o conhecem, é uma mistura bem-lograda de humor e malícia.” — Pottermore

No ano de 1995, Pirraça se juntou a alguns estudantes para pregar peças em Dolores Umbridge até ela ser expulsa, um fato inédito. Após o final da Segunda Guerra Bruxa, ele continuou a assombrar Hogwarts.

Pirraça habita a escola desde seu surgimento por torno do ano de 993, tendo “aparecido junto com o castelo”. É possível que ele tenha surgido como uma manifestação do mal comportamento dos alunos da época. Tendo assombrado Hogwarts por séculos, ele foi sinônimo de incômodo para todos os zeladores que já trabalharam lá.  No ano de 1876, o zelador Rancorous Carpe tentou capturar Pirraça com uma armadilha e expulsá-lo de uma vez por todas de Hogwarts. O plano, no entanto, deu errado, e Pirraça acabou se apossando das armas que a armadilha continha, virando o jogo a seu favor. Pirraça utilizou as armas para causar o caos e ameaçar alunos de morte, o que obrigou os funcionários a evacuarem o castelo por três dias. A situação só voltou ao normal quando Pirraça chegou a um acordo com a então diretora, Eupraxia Mole, que lhe concedia alguns benefícios em troca dele parar com os ataques.

Demais!! Eles são absolutamente demais!! Hogwarts não seria a mesma sem eles.

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Para encerrar o post de hoje, uma frase para lá de inspiradora daquela que construiu tudo que escrevemos hoje no post.

“Nós não precisamos de mágica para transformar nosso mundo. Já temos o poder que precisamos dentro de nós mesmos. Nós temos o poder de imaginar o melhor.”

JK Rowling em discurso na Universidade de Harvard, em 2008.

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“The Nighttime Lights at Hogwarts Castle” at “The Wizarding World of Harry Potter” at Universal Studios Hollywood.

E que tal? Gostou do post? Visite o blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Los Fantasmas de Hogwarts.

Hoy el PHANTASTICUS va a hablar de un tema especial y poco (o nada) explorado por el cine en la saga Harry Potter. Con ustedes ….. La trupe de fantasmas de la Escuela de Magia y Hechicería de Hogwarts.

Consideración: Hogwarts es el lugar habitado más asombrado de Gran Bretaña. El castillo es un lugar simpático a los fantasmas, ya que los habitantes vivos tratan a sus amigos muertos con tolerancia y hasta afecto, aunque ya hayan escuchado los mismos recuerdos innumerables veces.

Bueno, vamos a empezar. Cada una de las cuatro casas de Hogwarts tiene su propio fantasma. La Slytherin (Sonserina) dispone de The Bloody Baron (Barón Sangriento), cubierto de manchas plateadas de sangre. Él es el único en la escuela que realmente logra controlar la Pirra.

La menos habladora de los fantasmas es la Grey Lady (Dama Gris), bella y de cabellos largos. Ella es el fantasma de la casa de Ravenclaw (Corvinal). Ella es hija de la fundadora de Hogwarts, Rowena Ravenclaw. Voldemort encontró la diadema y lo transformó en un Horcrux. Helena Ravenclaw le dio a Harry información que le ayudó a encontrar la diadema durante la Batalla de Hogwarts.

Curiosidad: En el último libro de la serie se descubre que las manchas de sangre del Barón surgieron de un conflicto que había tenido con Helen Ravenclaw, Queriendo ser más inteligente e importante que la madre, Helena había robado la diadema mágica de Rowena y huido, y se escondió en un bosque en Albania. A la orilla de la muerte, Rowena le pidió al Barón que traía a Helena de vuelta para que viera a su hija por última vez, confiando en que él no descansaría hasta hacer lo que ella había pedido. El Barón siempre amó a Helena, pero siempre tuvo sus propuestas amorosas rechazadas. El Barón la encontró en un bosque, pero ella no quiso volver. Conocido por su temperamento colérico, y con envidia de la libertad de Helena. Él acabó matándolo. Al ver lo que hizo y lleno de culpa, cogió el arma que usaba para matar a Helena y se suicidó. Hasta hoy camina por el castillo arrastrando corrientes como un acto de penitencia.

Helena y el Barón más tarde regresaron a Hogwarts como fantasmas. Por siglos la Dama se rehusó a responder sobre la ubicación de la diadema, sólo contando a un alumno – Tom Riddle, que después de encontrar la diadema lo convirtió en un Horrocrux, y lo escondió en la Sala de Hogwarts.

La casa de la Hufflepuff (Lufa-Lufa) es asombrada por el Fat Friar (Frei Gorducho), ejecutado porque los clérigos ancianos sospecharon de su habilidad de curar la viruela apenas tocando a los campesinos con una varilla y debido a su poco aconsejable hábito de sacar los conejos del cáliz de comunión. Aunque es, en general, bastante afable, el Frei Gorducho todavía lamenta el hecho de que nunca fue promovido al cardenal. Es alegre y bastante indulgente. En Harry Potter y la Piedra Filosofal cuando los primeiranistas están esperando a la profesora McGonagall volver y los fantasmas pasan por ellos, Frei Gorducho está pidiendo que dieran una segunda oportunidad a la Pirra, el poltergeist, a pesar de los problemas causados ​​por él.

La casa Gryffindor (Gryffindor) es el hogar de Nearly Headless Nick (Nick-Casi-sin-Cabeza), que, en vida, fuera el Sir Nicholas de Mimsy-Porpington. Un bocadito esnob y un brujo menos habilidoso de lo que se imaginaba, Sir Nicholas, en vida, orbitaba la corte de Enrique VII hasta que su intento tonta de embellecer mágicamente una dama de honor hizo que brotar presas en la pobre muchacha. Sir Nicholas tuvo su varita confiscada y fue ejecutada incompetentemente (fueron 45 golpes con un hacha ciego) el 31 de octubre de 1492. Por eso, su cabeza está presa por uno, y sólo uno, nervio al resto del cuerpo, reteniendo su cabeza colgada por un pedacito ínfimo de piel y tendón. Él sufre de un sentido de inadecuación en relación a los fantasmas verdaderamente sin cabeza.

En “Harry Potter y la Cámara Secreta”, Nick fue petrificado por mirar directamente a los ojos del basilisco que guardaba la cámara secreta del castillo, el 18 de diciembre de 1992. Sólo regresó a la normalidad el 30 de mayo de 1993.

Otro fantasma notable de Hogwarts es la Moaning Myrtle (Murta-Que-Geme), que asombra un baño femenino poco frecuentado. Murta todavía era una alumna de Hogwarts cuando murió, 50 años antes de los eventos del segundo libro. En la ocasión, ella se escondía en el baño femenino porque Olivia Hornby se burlaba de sus gafas. Ella estaba llorando, pero, de repente, oyó un ruido y fue a averiguar quién era. Cuando abrió la puerta de su cubículo, ella murió. Esto sucedió porque Murta miró a los ojos del basilisco.

Ella eligió volver a la escuela perpetuamente, con el objetivo de corto plazo de asombrar su intimidadora archirrival Olivia Hornby. Con el paso de las décadas, Murta ganó la reputación de fantasma más infeliz de la escuela, pudiendo generalmente ser encontrada dentro de uno de los boxes del baño, llenando el local con sus gemidos y lamentos.

Murta es muy importante en “Harry Potter y la Cámara Secreta”, ya que ayuda a Harry Potter, Ron Weasley. a descubrir sobre el monstruo dentro de la Cámara Secreta. Coincidentemente, la entrada a la Cámara Secreta es también en ese cuarto de baño. Murta también ayuda a Harry en la segunda tarea del Torneo Tribruxo – a pesar de que Cedrico Diggory le había indicado a Harry que él se bañaba con el huevo y le proporcionó la contraseña del baño de los monitores, fue a Murta quien ayudó a Harry a resolver el misterio sugiriendo que él abría el misterio ovo debajo del agua, pues así oir la voz de las sirenas.

Murta aparentemente tiene una atracción por Harry (ella ya lo invitó a dividir el baño con ella si eventualmente morir en una misión).

En “Harry Potter y el Enigma del Príncipe” aparece para consolar a Draco Malfoy, que estaba preocupado por la tarea que Lord Voldemort ordenó que cumpliera.

Todavía tenemos al Profesor Binns, que es profesor de la Historia de la Magia en Hogwarts. Él murió en su sueño un día y su fantasma simplemente se levantó para enseñar al día siguiente como si nada hubiera pasado. Su rutina no varió al menor desde entonces. No se sabe la edad del profesor Cuthbert Binns de él, pero sabemos que cuando murió ya era muy viejo. También no se menciona la casa a la que pertenece (o perteneció).

En la obra de J. K. Rowling, él es el único maestro fantasma que da clases en Hogwarts. Dicen que una vez se durmió frente a la chimenea y cuando despertó dejó su cuerpo hacia atrás, yendo a las clases normalmente, sin darse cuenta de que había muerto. Muchos se preguntan cuál es la diferencia entre el profesor Binns vivo y él muerto, parece que no hay ninguna. Fue mencionado por primera vez en el libro Harry Potter y la Piedra Filosofal. Según el libro, él tiene una voz de aspirador de polvo viejo que da un tono más embotado a sus clases de Historia de la Magia. Su apariencia es de una vieja tortuga y arrugada.

La gran mayoría de los estudiantes cree que la materia del profesor fantasma, (Historia de la Magia) es, sin la menor duda, la más aburrida de toda la rejilla escolar. Mientras Binns se sumerge en las convenciones de brujos, en las revueltas de los goblins y en otros hechos que ocurrieron hace siglos atrás, los alumnos se entregan a un estado de semiconsciencia. El problema es que el profesor sólo lee sus notas de una manera totalmente aburrida, sin el menor énfasis o emoción.

La única cosa interesante es cuando Binns entra en la habitación a través de la pizarra, ya que siendo fantasma pasa por cualquier lugar, pero después de que los alumnos ya lo ve unas cien veces, deja de ser curioso.

La cosa más emocionante que sucedió en las clases de Historia de la Magia, fue en 1992, cuando Hermione preguntó al profesor Binns sobre la leyenda de la cámara secreta. El profesor, que no es llegado a leyendas y mitos y trabaja sólo con hechos reales se sorprendió, porque nunca antes un alumno vivo o muerto lo interrumpió. Pero fue convencido de contar un poco de la historia de la cámara. Esta fue la primera vez en su vida (o en su muerte) que los estudiantes quedaron vidriados en su clase. Mientras él describía la historia de los fundadores y un poco de la personalidad de Salazar Slytherin, entró en la leyenda de la creación de la cámara secreta. El problema es que se enfadó con el hecho de que los alumnos dar tanta importancia a un mito, que volvió a su manera aburrida de enseñar monologando sobre la Convención Internacional de Brujos de 1289, mientras los alumnos volvían a sumergirse en el torpor habitual.

Curiosidad: Toda esta historia pasada en la clase fue completamente cortada de la versión cinematográfica. En el cine, quien explica todo es la profesora Minerva McGonagall, interpretada por la dama del teatro inglés, Maggie Smith.

Bueno, y, por último, pero no menos importante, tenemos Peeves (Pirraça). Es el poltergeist – el término Poltergeist, del idioma alemán, es traducido como fantasma ruidoso (polvorín = ruidoso, geist = fantasma o espíritu) – que vive en la Escuela de Magia y Hechicería de Hogwarts desde su fundación. Siempre causando el caos y la discordia, es detestado por los alumnos y funcionarios de la escuela, principalmente por Argo Filch, el conserje. Los únicos individuos que Pirraça respeta son el blanco Dumbledore y el Barón Sangriento.

“Pirraça es el poltergeist más notorio y problemático de la historia británica, a diferencia de la gran mayoría de sus colegas, Pirraça presenta una forma física, aunque es capaz de quedarse invisible según le sea conveniente. Su apariencia refleja su naturaleza, que, como concuerdan todos los que lo conocen, es una mezcla bien lograda de humor y malicia. – Pottermore

En el año 1995, Pirraça se unió a algunos estudiantes para clavar piezas en Dolores Umbridge hasta que fue expulsada, un hecho inédito. Después del final de la Segunda Guerra de Brujas, continuó asomando a Hogwarts.

Pirraça habita la escuela desde su aparición alrededor del año 993, habiendo “aparecido junto al castillo”. Es posible que haya surgido como una manifestación del mal comportamiento de los alumnos de la época. Habiendo asombrado Hogwarts por siglos, él se fue sinónimo de incomodidad para todos los cuidadores que ya trabajaron allí. En el año 1876, el guardián Rancorous Carpe intentó capturar a la Pirra con una trampa y expulsarlo de una vez por todas de Hogwarts. El plan, sin embargo, salió mal, y Pirraca acabó apoderándose de las armas que la trampa contenía, volviendo el juego a su favor. La pirámide utilizó las armas para causar el caos y amenazar a alumnos de muerte, lo que obligó a los funcionarios a evacuar el castillo durante tres días. La situación sólo volvió a la normalidad cuando Pirraça llegó a un acuerdo con la entonces directora, Eupraxia Mole, que le concedía algunos beneficios a cambio de él parar con los ataques.

¡Super!! ¡Ellos son absolutamente demasiado! Hogwarts no sería la misma sin ellos.

Para terminar el post de hoy, una frase más allá de inspiradora de aquella que construyó todo lo que escribimos hoy en el post. “No necesitamos magia para transformar nuestro mundo, ya tenemos el poder que necesitamos dentro de nosotros mismos, tenemos el poder de imaginar lo mejor.

JK Rowling en un discurso en la Universidad de Harvard en 2008.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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pt-br.harrypotter.wikia.com/wiki/Pirra%C3%A7a

pottermore.potterish.com/harry-potter-e-a-camara-secreta/capitulo-09/momento-1/fantasmas-de-hogwarts

en.wikipedia.org/wiki/Magical_creatures_in_Harry_Potter

vignette.wikia.nocookie.net/harrypotter/images/1/19/Deathday_Party_Pottermore.png/revision/latest/scale-to-width-down/246?cb=20170924161237

bruxinhoharrypotter-hermione.blogspot.com/2011/10/os-fantasmas-de-hogwarts.html

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Clássicos V – O inominável Rumple

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Clássicos V – O inominável Rumple.

Olá a todos! O PHANTASTICUS dá sequência ao projeto de valorização dos clássicos da literatura de fantasia/aventura.  Hoje vamos falar de um conto que foi publicado em 1812, mas já corria de “boca em boca” fazia muito tempo.  O conto foi coletado pelos Irmãos Grimm – famosos pela compilação de vários contos do folclore europeu e unir todos esses em um livro perpetuando-os até hoje.

O livro “Kinder- und Hausmärchen” (no Brasil “Contos de Grimm”) com seus contos são recheados de lições de morais e saberes atemporais que os tornam pertinentes serem contados atualmente.  E falaremos do famoso….”Rumpelstiltskin”

rumpelstiltskin-banner

Se você quiser relembrar um pouco sobre a história e a obra destes dois irmãos nascidos em Hanau (uma cidade em Main-Kinzig, em Hesse, Alemanha, que fica a 25 km a leste de Frankfurt) ou um pouco mais de detalhes, segue o link do post de 07 de janeiro deste ano intitulado “A Saga e a Fama dos Irmãos Grimm”.

jotacortizo.wordpress.com/2018/01/07/a-saga-e-a-fama-dos-irmaos-grimm/

Rei e garota

Bem, voltando ao nosso conto escolhido, a história começa com um moleiro muito pobre que inventa que a filha é capaz de fiar palha e transformá-la em ouro – tudo para impressionar o rei. O monarca chama a moça, fecha-a numa torre com palha e uma roda de fiar, e exige-lhe que transforme a palha em ouro até de manhã ou terá sua garganta cortada (em outra versão, o rei ameaça trancar a jovem para sempre em uma torre). Ela já tinha perdido toda a esperança, quando aparece um duende no quarto e transforma toda a palha em ouro em troca do seu colar; na noite seguinte, pede-lhe o seu anel. Na terceira noite, quando ela não tinha nada para lhe dar, o duende faz a transformação em troca do primeiro filho que a moça desse à luz.

O rei fica tão impressionado que decide se casar com ela, mas quando nasce o primeiro filho do casal, o duende regressa para reclamar o seu pagamento: “Agora dá-me o que me prometeste”. A rainha ficou assustada e ofereceu-lhe toda a sua riqueza, se este a deixasse ficar com a criança. O duende inicialmente recusa, mas por fim aceita fazer uma troca: a rainha poderia ficar com a criança se ela conseguisse adivinhar o nome dele no prazo de três dias. No primeiro dia, ela falhou, mas antes da segunda noite, o seu mensageiro ouve o duende a saltar à volta de uma fogueira, cantando. Existem muitas variações da canção, mas a mais conhecida é: “Hoje eu frito, amanhã eu cozinho! Depois de amanhã será o filho da rainha! Coisa boa é ninguém saber. Que o meu nome é Rumpelstilskin!”

A versão em alemão: Heute back ich, morgen brau ich, übermorgen hol ich der Königin ihr Kind; ach, wie gut, dass niemand weiß, dass ich Rumpelstilzchen heiß!

Rumpel-baby

Quando o duende foi entrar-se com a rainha no terceiro dia, ela revela o nome dele e o duende perde sua aposta. Na edição de 1812 dos Contos dos Irmãos Grimm, depois disto, Rumpelstichen foge zangado e nunca mais regressa. O final foi revisto numa edição de 1857 para uma versão mais macabra onde o duende, cego de raiva, bate os pés com tanta força que se parte em dois. Na versão oral, coletada originalmente pelos Irmãos Grimm, ele voa da janela numa panela.

Curiosidade: O nome Rumpelstilzchen é de origem alemã. Era o nome de um tipo de duende, ou gnomo, também chamado de pophart ou poppart que faz barulhos de chocalho em tábuas. Um espírito travesso que faz barulho e move objetos domésticos.

Rumple 1

O desejo de Rumpelstiltskin de algo “vivo” vincula-o a demônios que fazem pactos com mortais para obter criaturas vivas. Seria um ajudante demoníaco com o poder de transformação. De demoníaco, se transforma em uma figura heroica, pelo seu poder de proteger a vida e demonstrar compaixão.  O desafio de Rumpelstiltskin à rainha de adivinhar qual seria seu nome é uma referência ao poder dos nomes. Em religiões antigas, o ato de se saber o nome dos deuses os obrigava a responder e atender a seus adoradores. Saber o nome, uma parte vital da identidade pessoal, representaria uma forma de controle, uma maneira de deter o poder do adversário.

Temos várias adaptações do conto seja para TV, cinema, teatro, espetáculos de rua e por aí vai.  Uma delas é a que Rumpelstiltskin é um dos personagens principais na série de TV “Once Upon a Time”, da ABC, onde ele é dono de uma loja, o Sr. Gold, situada na cidade de Storybrooke, Maine, onde personagens de conto de fadas estão presos sem nenhuma memória de seu verdadeiro eu. Ele é interpretado por Robert Carlyle.  Outra adaptação é (que talvez seja uma das mais famosas aparições de Rumpelstiltskin) no longa “Shrek Forever After” (Shrek para Sempre) que foi para as telonas em 2010, onde o mesmo é o vilão principal da história que mostra Shrek, agora casado e pai de três filhos, vivendo a monotonia da rotina de casado. No dia do aniversário de seus 3 filhos, cansado de não ser mais o ogro temido por todos, Shrek assina um contrato mágico com Rumpelstiltskin e …

Tyrion

Mas se prepare! Tem uma adaptação do duende que tenho certeza você não perderá. Peter Dinklage (Tyrion Lannister de Game Of Thrones) irá produzir e estrelar o novo filme do conto.  O projeto ainda está bem no começo e pode ser que só comece a ser filmado no segundo semestre de 2019 (ou ainda mais tarde). Por enquanto, o enredo está sendo mantido em segredo, também não foi divulgado se a história será num período mais tradicional ou adaptada para os dias de hoje. Então, só nos resta esperar.

Para despedirmos do post de hoje concluo que: Como em toda história, há uma lição de moral ao fim da saga, mostrando a importância da honestidade e da boa-fé. Aprendemos várias lições, com este conto, tais como: que não se deve cantar vitória antes da hora, porém, a maior lição que podemos tirar deste conto, é que o trabalho de tecer, é mais externo, ou seja, preciso do outro para fazer isto, mais que propriamente de nós mesmos, mas que não podemos também, deixar este trabalho completamente aos outros, mas é um trabalho de colaboração, com isto, chegamos a conclusão de que o outro que me ajuda a tecer meu fio de ouro, não é meu inferno, mas meu paraíso, pois me ajuda no processo de maturidade e discernimento humano. No conto aparecem diversos temas recorrentes em contos de fadas como as três provas, a tarefa impossível, o changeling e a barganha difícil. Também há várias perspectivas sobre o papel da mulher na sociedade da época, e a forma como ela se submetia ao poder patriarcal, tanto no seu casamento arranjado pelo pai como tendo que se submeter às ordens do rei ou aos caprichos do duende. A presença feminina é quase ausente, a figura materna não aparece inicialmente, a não ser pelo anel de herança, único bem precioso que a jovem tem da mãe.  Profundo!!

Bem, terminamos! Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Clásicos V – El inolvidable Rumple.

¡Hola a todos! El PHANTASTICUS da seguimiento al proyecto de valorización de los clásicos de la literatura de fantasía / aventura. Hoy vamos a hablar de un cuento que fue publicado en 1812, pero ya corría de “boca en boca” hacía mucho tiempo. El cuento fue recogido por los Hermanos Grimm – famosos por la compilación de varios cuentos del folclore europeo y unir a todos estos en un libro perpetuándolos hasta hoy. El libro “Kinder- und Hausmärchen” (en España “Cuentos de la infancia y del hogar”) con sus cuentos están llenos de lecciones de morales y saber atemporales que los hacen pertinentes son contados actualmente. Y hablaremos del famoso … “Rumpelstiltskin”

Si usted desea recordar un poco sobre la historia y la obra de estos dos hermanos nacidos en Hanau (una ciudad en Main-Kinzig, en Hesse, Alemania, que está a 25 km al este de Frankfurt) o un poco más de detalles, el enlace del post de 07 de enero de este año titulado “La Saga y la Fama de los Hermanos Grimm”.

jotacortizo.wordpress.com/2018/01/07/a-saga-e-a-fama-dos-irmaos-grimm/

Bien, volviendo a nuestro cuento escogido, la historia comienza con un molinero muy pobre que inventa que la hija es capaz de fiar paja y convertirla en oro – todo para impresionar al rey. El monarca llama a la muchacha, la cierra en una torre con paja y una rueda de hilar, y le exige que transforme la paja en oro hasta la mañana o tendrá su garganta cortada (en otra versión, el rey amenaza con encerrar a la joven para siempre en una torre). Ella ya había perdido toda esperanza, cuando aparece un duende en el cuarto y transforma toda la paja en oro a cambio de su collar; a la noche siguiente, le pide su anillo. En la tercera noche, cuando ella no tenía nada para darle, el duende hace la transformación a cambio del primer hijo que la muchacha da a luz.

El rey se queda tan impresionado que decide casarse con ella, pero cuando nace el primer hijo de la pareja, el duende regresa para reclamar su pago: “Ahora me da lo que me has prometido”. La reina quedó asustada y le ofreció toda su riqueza, si ésta la dejara quedarse con el niño. El duende inicialmente rechaza, pero finalmente acepta hacer un intercambio: la reina podría quedarse con el niño si ella consiguiera adivinar su nombre en el plazo de tres días. El primer día, ella falló, pero antes de la segunda noche, su mensajero oye al duende a saltar alrededor de una hoguera, cantando. “Hay muchas variaciones de la canción, pero la más conocida es:” ¡Hoy yo frito, mañana cocino! ¡Después de mañana será el hijo de la reina! “¡Cosa buena es nadie saber, que mi nombre es Rumpelstilskin!”

La versión en alemán: Heute back ich, morgen brau ich, übermorgen hol ich der Königin ihr Kind; ach, wie gut, dass niemand weiß, dass ich Rumpelstilzchen heiß!

Cuando el duende fue a entrar con la reina el tercer día, ella revela su nombre y el duende pierde su apuesta. En la edición de 1812 de los Cuentos de los Hermanos Grimm, después de esto, Rumpelstichen huye enojado y nunca más regresa. El final fue revisado en una edición de 1857 para una versión más macabra donde el duende, ciego de rabia, golpea los pies con tanta fuerza que se parte en dos. En la versión oral, recogida originalmente por los Hermanos Grimm, él vuela de la ventana en una olla.

Curiosidad: El nombre Rumpelstilzchen es de origen alemán. Era el nombre de un tipo de duende, o gnomo, también llamado pophart o poppart que hace ruidos de traqueteo en tablas. Un espíritu travieso que hace ruido y mueve objetos domésticos.

El deseo de Rumpelstiltskin de algo “vivo” lo vincula a los demonios que hacen pactos con mortales para obtener criaturas vivas. Sería un ayudante demoníaco con el poder de transformación. De demoníaco, se transforma en una figura heroica, por su poder de proteger la vida y demostrar compasión. El desafío de Rumpelstiltskin a la reina de adivinar cuál sería su nombre es una referencia al poder de los nombres. En las religiones antiguas, el acto de saber el nombre de los dioses los obligaba a responder y atender a sus adoradores. Saber el nombre, una parte vital de la identidad personal, representaría una forma de control, una manera de detener el poder del adversario.

Tenemos varias adaptaciones del cuento para TV, cine, teatro, espectáculos callejeros y por ahí va. Una de ellas es la que Rumpelstiltskin es uno de los personajes principales en la serie de televisión “Once Upon a Time”, de ABC, donde es dueño de una tienda, el Sr. Gold, situada en la ciudad de Storybrooke, Maine, donde personajes de cuento de hadas están atrapados sin ninguna memoria de su verdadero yo. Es interpretado por Robert Carlyle. (Que es una de las más famosas apariciones de Rumpelstiltskin) en la larga “Shrek Forever After” (Shrek para siempre) que fue para las pantallas en 2010, donde el mismo es el villano principal de la historia que muestra a Shrek, ahora casado y padre de tres hijos, viviendo la monotonía de la rutina de casado. El día del cumpleaños de sus 3 hijos, cansado de no ser más el ogro temido por todos, Shrek firma un contrato mágico con Rumpelstiltskin y …

¡Pero prepárese! Tiene una adaptación del duende que estoy seguro que usted no perderá. Peter Dinklage (Tyrion Lannister de Game Of Thrones) producirá y protagonizará la nueva película del cuento. El proyecto aún está bien al principio y puede ser que sólo empiece a ser filmado en el segundo semestre de 2019 (o aún más tarde). Por el momento, la trama se está manteniendo en secreto, tampoco se divulgó si la historia será en un período más tradicional o adaptado para los días de hoy. Entonces, sólo nos queda esperar.

Para despedir del post de hoy concluyo que: Como en toda historia, hay una lección de moral al final de la saga, mostrando la importancia de la honestidad y la buena fe. Aprendemos varias lecciones, con este cuento, tales como: que no se debe cantar victoria antes de la hora, sin embargo, la mayor lección que podemos sacar de este cuento, es que el trabajo de tejer, es más externo, o sea, preciso del otro para hacer esto, más que propiamente de nosotros mismos, pero que no podemos también, dejar este trabajo completamente a los demás, pero es un trabajo de colaboración, con esto, llegamos a la conclusión de que el otro que me ayuda a tejer mi hilo de oro, no es mi infierno, sino mi paraíso, pues me ayuda en el proceso de madurez y discernimiento humano. En el cuento aparecen varios temas recurrentes en cuentos de hadas como las tres pruebas, la tarea imposible, el changeling y la negociación difícil. También hay varias perspectivas sobre el papel de la mujer en la sociedad de la época, y la forma como ella se sometió al poder patriarcal, tanto en su matrimonio arreglado por el padre como teniendo que someterse a las órdenes del rey oa los caprichos del duende. La presencia femenina es casi ausente, la figura materna no aparece inicialmente, a no ser por el anillo de herencia, único bien precioso que la joven tiene de la madre. ¡¡Profundo!!

¡Bien, terminamos! ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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pt.wikipedia.org/wiki/Rumpelstichen

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