Salvem os livros

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Salvem os livros.

Olá a todos! Hoje venho no PHANTASTICUS para falar sobre um assunto extremamente sério e que, infelizmente, não é ficção.  A crise no mundo livreiro do Brasil.  O ano de 2018 tem sido difícil para muitas empresas, mas no mercado editorial brasileiro tem sido mais ingrato.  A ponta do iceberg, desta crise, se mostra quando as duas principais redes de livrarias do país, a Saraiva e a Cultura, solicitaram e tiveram seus pedidos aceitos e entraram em recuperação judicial.  Se somarmos as dívidas das duas grandes redes, chegamos quase R$ 1 bilhão – para ser exato R$ 960 milhões.

Recuperação judicial é coisa séria. Quando uma empresa chega a esse ponto, não há solução óbvia ou fácil para o problema.  Na forma da lei é: “A recuperação judicial tem por objetivo viabilizar a superação da situação de crise econômico-financeira do devedor, a fim de permitir a manutenção da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores e dos interesses dos credores, promovendo, assim, a preservação da empresa, sua função social e o estímulo à atividade econômica”.

Lojas da Livraria Cultura e Saraiva são presença certa nos principais shoppings de grandes cidades brasileiras. Algumas, tem apelo turístico, como a Livraria Cultura da Avenida Paulista, em São Paulo, que é tão visitada que rivaliza com muitos pontos turísticos da capital paulista. Mas, por trás desta bela cortina, essas empresas enfrentam uma crise sem precedentes.

Fnac

A Livraria Cultura foi a primeira a tomar decisões radicais para atenuar o problema. A companhia, que assumiu o controle da Fnac no Brasil em 2017, tomou a decisão de fechar todas as unidades desta rede, incluindo a loja virtual. E poucos dias depois, fez o pedido de recuperação judicial. As dívidas da Livraria Cultura são estimadas em pelo menos R$ 285 milhões.

Cerca de um mês depois, a principal concorrente seguiu pelo mesmo caminho: com dívidas na casa dos R$ 675 milhões, a livraria Saraiva pediu recuperação judicial em 23 de novembro, ironicamente, no dia da realização da Black Friday, uma das datas mais importantes para o comércio – principalmente o do segmento da Saraiva.

Resultado: Dezenas de lojas fechadas, centenas de livreiros despedidos, e as editoras ficaram sem 40% ou mais dos seus recebimentos gerando um rombo que oferece riscos gravíssimos para o mercado editorial no Brasil.

laselva1

Mas este não foi o primeiro sinal.  A Laselva, que chegou a ter mais de 80 lojas espalhadas pelo país (principalmente em aeroportos e shoppings), que estava “atolada” em dívidas que somavam mais de R$ 120 milhões, entrou em recuperação judicial em 2013. Mas, em março deste ano, a 2ª Vara de Falências e Recuperação Judicial de São Paulo decretou a falência da rede. Lojas fechadas, funcionários e livreiros demitidos, crise iniciando.

luis schwarcz

Nesta semana, Luiz Schwarcz – CEO da Companhia das Letras (uma das maiores editoras do mercado brasileiro que é controlada pela Penguin Random House, maior grupo editorial do mundo, que detém uma fatia de 70% – veio a público mostrar toda sua preocupação e nos brindou com uma carta aberta de “amor aos livros”, em que invoca alternativas de sobrevivência e a solidariedade entre pequenos e grandes grupos editoriais para salvar o mercado livreiro no Brasil.

Segue a carta de Schwarcz. Leia com atenção e amor.  Logo depois voltamos.

Carta de amor aos livros

O livro no Brasil vive seus dias mais difíceis. Nas últimas semanas, as duas principais cadeias de lojas do país entraram em recuperação judicial, deixando um passivo enorme de pagamentos em suspenso. Mesmo com medidas sérias de gestão, elas podem ter dificuldades consideráveis de solução a médio prazo. O efeito cascata dessa crise é ainda incalculável, mas já assustador. O que acontece por aqui vai na maré contrária do mundo. Ninguém mais precisa salvar os livros de seu apocalipse, como se pensava em passado recente.

O livro é a única mídia que resistiu globalmente a um processo de disrupção grave. Mas no Brasil de hoje a história é outra. Muitas cidades brasileiras ficarão sem livrarias e as editoras terão dificuldades de escoar seus livros e de fazer frente a um significativo prejuízo acumulado.

As editoras já vêm diminuindo o número de livros lançados, deixando autores de venda mais lenta fora de seus planos imediatos, demitindo funcionários em todas as áreas. Com a recuperação judicial da Cultura e da Saraiva, dezenas de lojas foram fechadas, centenas de livreiros foram despedidos, e as editoras ficaram sem 40% ou mais dos seus recebimentos— gerando um rombo que oferece riscos graves para o mercado editorial no Brasil.

Na Companhia das Letras sentimos tudo isto na pele, já que as maiores editoras são, naturalmente, as grandes credoras das livrarias, e, nesse sentido, foram muito prejudicadas financeiramente. Mas temos como superar a crise: os sócios dessas editoras têm capacidade financeira pessoal de investir em suas empresas, e muitos de nós não só queremos salvar nossos empreendimentos como somos também idealistas e, mais que tudo, guardamos profundo senso de proteção para com nossos autores e leitores.

Passei por um dos piores momentos da minha vida pessoal e profissional quando, pela primeira vez em 32 anos, tive que demitir seis funcionários que faziam parte da Companhia há tempos e contribuíam com sua energia para o que construímos no nosso dia a dia.

A editora que sempre foi capaz de entender as pessoas em sua diversidade, olhar para o melhor em cada um e apostar mais no sentimento de harmonia comum que na mensuração da produtividade individual, teve que medir de maneira diversa seus custos, ou simplesmente cortar despesas. Numa reunião para prestar esclarecimentos sobre aquele triste e inédito acontecimento, uma funcionária me perguntou se as demissões se limitariam àquelas seis. Com sinceridade e a voz embargada, disse que não tinha como garantir.

Sem querer julgar publicamente erros de terceiros, mas disposto a uma honesta autocrítica da categoria em geral, escrevo mais esta carta aberta para pedir que todos nós, editores, livreiros e autores, procuremos soluções criativas e idealistas neste momento.

As redes de solidariedade que se formaram, de lado a lado, durante a campanha eleitoral talvez sejam um bom exemplo do que se pode fazer pelo livro hoje. Cartas, zaps, e-mails, posts nas mídias sociais e vídeos, feitos de coração aberto, nos quais a sinceridade prevaleça, buscando apoiar os parceiros do livro, com especial atenção a seus protagonistas mais frágeis, são mais que bem-vindos: são necessários. O que precisamos agora, entre outras coisas, é de cartas de amor aos livros.

Aos que, como eu, têm no afeto aos livros sua razão de viver, peço que espalhem mensagens; que espalhem o desejo de comprar livros neste final de ano, livros dos seus autores preferidos, de novos escritores que queiram descobrir, livros comprados em livrarias que sobrevivem heroicamente à crise, cumprindo com seus compromissos, e também nas livrarias que estão em dificuldades, mas que precisam de nossa ajuda para se reerguer.

Divulguem livros com especialíssima atenção ao editor pequeno que precisa da venda imediata para continuar existindo, pensem no editor humanista que defende a diversidade, não só entre raças, gêneros, credos e ideais, mas também a diversidade entre os livros de ambição comercial discreta e os de ambição de venda mais ampla.

Todos os tipos de livro precisam sobreviver. Pensem em como será nossa vida sem os livros minoritários, não só no número de exemplares, mas nas causas que defendem, tão importantes quanto os de larga divulgação. Pensem nos editores que, com poucos recursos, continuam neste ramo que exige tanto de nós e que podem não estar conosco em breve. Cada editora e livraria que fechar suas portas fechará múltiplas outras em nossa vida intelectual e afetiva.

Presentear com livros hoje representa não só a valorização de um instrumento fundamental da sociedade para lutar por um mundo mais justo como a sobrevivência de um pequeno editor ou o emprego de um bom funcionário em uma editora de porte maior; representa uma grande ajuda à continuidade de muitas livrarias e um pequeno ato de amor a quem tanto nos deu, desde cedo: o livro.

livro escultura

O mercado editorial brasileiro segue uma dinâmica própria. Em vez de comprar livros para revendê-los, geralmente, as livrarias recebem lotes das editoras para remunerá-las conforme as vendas vão sendo realizadas (isto se chama venda consignada). Com a crise das livrarias, as editoras não têm recebido pelos livros que forneceram e que, em muitos casos, foram comercializados há tempos pelas livrarias. É um efeito dominó que atinge editoras de todos os portes.

Assim, muitas acabam encolhendo a produção e o ritmo de lançamentos por falta de capital de giro ou por conta das incertezas que assombram o setor. Outras estão se negando a fornecer livros para Cultura e Saraiva ou apenas estão topando fechar negócio fora do sistema de consignação – ou seja, com pagamento a vista.

O Brasil, é um mercado extremamente representativo para o mundo.  Somos o 9° mercado de livros no planeta e representamos alguns bilhões de faturamento.  Mas… E o porquê da crise? Bem, importantes temas vêm à tona:

A recente crise econômica do Brasil; A chegada da Amazon? As novas tecnologias que “retiram” o interesse dos livros?

Bem, é dito por muitos que “o brasileiro não tem o hábito de ler e não é porque não tem dinheiro, é porque não tem o hábito”.  Fato!

Pesquisa recente apontou que mais de 50% das mais de 120 mil escolas públicas do país não tinham biblioteca ou sala de leitura. Fato!

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E o que podemos fazer? Bem, eu não sou governo, assim não posso garantir que todas as escolas tenham biblioteca e estimulem os alunos a leitura.  Bem, eu não sou uma empresa que deveria estimular a leitura entre seus empregados e patrocinar escritores.

Bem, eu sou um pretenso escritor que ama ler e escrever.  Um pretenso blogueiro que ama difundir o conhecimento de um segmento de leitura.  O que posso fazer – além de comprar livros de presente de natal para os meus? Estimular que os leitores que tenho, aqui no PHANTASTICUS, comecem a optar pelo livro como um presente – para si e para seus amados.  Ler, fortalece a alma.  Ler, nos abre caminhos.  Ler, rompe barreiras.  Então, o que posso pedir.  Leiam e permitam que os seus leiam.

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Vamos salvar o livro no Brasil.

“Depois da virtude, é o conhecimento o que eleva um homem sobre os demais.”  “A leitura é para o intelecto o que o exercício é para o corpo.”  Joseph Addison – Escritor, dramaturgo e poeta britânico

Vamos espalhar o desejo de comprar livros neste final de ano.  Dê um livro de presente para quem você ama.

Até o próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Salva los libros.

¡Hola a todos! Hoy vengo en el PHANTASTICUS para hablar sobre un asunto extremadamente serio y que, desgraciadamente, no es ficción. La crisis en el mundo librero de Brasil. El año 2018 ha sido difícil para muchas empresas, pero en el mercado editorial brasileño ha sido más ingrato. La punta del iceberg, de esta crisis, se muestra cuando las dos principales redes de librerías del país, la Saraiva y la Cultura, solicitaron y tuvieron sus pedidos aceptados y entraron en recuperación judicial. Si sumamos las deudas de las dos grandes redes, llegamos casi R $ 1 mil millón – para ser exacto R $ 960 millones.

La recuperación judicial es cosa seria. Cuando una empresa llega a ese punto, no hay solución obvia o fácil para el problema. En la forma de la ley es: “La recuperación judicial tiene por objetivo viabilizar la superación de la situación de crisis económico-financiera del deudor, a fin de permitir el mantenimiento de la fuente productora, del empleo de los trabajadores y de los intereses de los acreedores, la preservación de la empresa, su función social y el estímulo a la actividad económica “.

Tiendas de la Librería Cultura y Saraiva son presencia cierta en los principales shoppings de grandes ciudades brasileñas. Algunas, tienen atractivo turístico, como la Librería Cultura de la Avenida Paulista, en São Paulo, que es tan visitada que rivaliza con muchos puntos turísticos de la capital paulista. Pero, detrás de esta hermosa cortina, esas empresas se enfrentan a una crisis sin precedentes.

La Librería Cultura fue la primera en tomar decisiones radicales para mitigar el problema. La compañía, que asumió el control de Fnac en Brasil en 2017, tomó la decisión de cerrar todas las unidades de esta red, incluyendo la tienda virtual. Y pocos días después, hizo el pedido de recuperación judicial. Las deudas de la Librería Cultura se estiman en al menos 285 millones de dólares.

Al día siguiente, la principal competidora siguió por el mismo camino: con deudas en la casa de los R $ 675 millones, la librería Saraiva pidió recuperación judicial el 23 de noviembre, irónicamente, el día de la celebración del Black Friday, una de las fechas más importantes para el comercio – principalmente el del segmento de Saraiva.

Resultado: Decenas de tiendas cerradas, cientos de libreros despedidos, y las editoriales quedaron sin el 40% o más de sus recibos generando un rombo que ofrece riesgos gravísimos para el mercado editorial en Brasil.

Pero esta no fue la primera señal. Laselva, que llegó a tener más de 80 tiendas repartidas por el país (principalmente en aeropuertos y centros comerciales), que estaba “atascada” en deudas que suman más de 120 millones de reales, entró en recuperación judicial en 2013. Pero en marzo de este año en el año, la 2ª Vara de Quiebras y Recuperación Judicial de San Pablo decretó la quiebra de la red. Tiendas cerradas, funcionarios y libreros despedidos, crisis iniciando.

En esta semana, Luiz Schwarcz – CEO de la Compañía de las Letras (una de las mayores editoriales del mercado brasileño que es controlada por Penguin Random House, el mayor grupo editorial del mundo, que tiene una proporción del 70% – ha venido a mostrar públicamente toda su preocupación y brindó con una carta abierta de “amor a los libros”, en la que invoca alternativas de supervivencia y la solidaridad entre pequeños y grandes grupos editoriales para salvar el mercado librero en Brasil.

Sigue la carta de Schwarcz. Lea con atención y amor. Luego volvemos.

Carta de amor a los libros

El libro en Brasil vive sus días más difíciles. En las últimas semanas, las dos principales cadenas de tiendas del país entraron en recuperación judicial, dejando un pasivo enorme de pagos en suspenso. Incluso con medidas serias de gestión, pueden tener dificultades considerables de solución a medio plazo. El efecto cascada de esta crisis es todavía incalculable, pero ya aterrador. Lo que pasa por aquí va en la marea contraria del mundo. Nadie más necesita salvar los libros de su apocalipsis, como se pensaba en pasado reciente.

El libro es el único medio que resistió globalmente a un proceso de disrupción grave. Pero en el Brasil de hoy la historia es otra. Muchas ciudades brasileñas quedarán sin librerías y las editoriales tendrán dificultades de escurrir sus libros y de hacer frente a un significativo perjuicio acumulado.

Las editoriales ya vienen disminuyendo el número de libros lanzados, dejando a autores de venta más lenta fuera de sus planes inmediatos, despidiendo empleados en todas las áreas. Con la quiebra de cultura y Saraiva, decenas de tiendas estaban cerradas, cientos de libreros fueron despedidos, y los editores no tenían un 40% o más de su recibimientos – generando un agujero que ofrece riesgos graves para el mercado editorial en Brasil.

En la Compañía de las Letras sentimos todo esto en la piel, ya que las mayores editoriales son, naturalmente, las grandes acreedoras de las librerías, y en ese sentido, fueron muy perjudicadas financieramente. Pero tenemos que salir de la crisis: los miembros de estos editores tienen la capacidad financiera personal para invertir en sus empresas, y muchos de nosotros no sólo quieren salvar nuestros proyectos porque también somos idealistas y, sobre todo, mantenemos profundo sentimiento de protección hacia nuestros autores y lectores.

Pasé por uno de los peores momentos de mi vida personal y profesional cuando, por primera vez en 32 años, tuve que despedir a seis funcionarios que formaban parte de la Compañía hace tiempo y contribuían con su energía para lo que construimos en nuestro día a día.

La editorial que siempre fue capaz de entender a las personas en su diversidad, mirar a lo mejor en cada uno y apostar más en el sentimiento de armonía común que en la medición de la productividad individual, tuvo que medir de manera diversa sus costos, o simplemente cortar gastos. En una reunión para dar aclaraciones sobre aquel triste e inédito acontecimiento, una funcionaria me preguntó si los despidos se limitarían a las seis. Con sinceridad y la voz embargada, dijo que no tenía como garantizar.

Sin querer juzgar públicamente errores de terceros, pero dispuesto a la categoría autocrítica honesta general escribir más esta carta abierta a pedir a todos nosotros, editores, libreros y autores, buscar soluciones creativas e idealistas en este punto.

Las redes de solidaridad que se formaron, de lado a lado, durante la campaña electoral tal vez sean un buen ejemplo de lo que se puede hacer por el libro hoy. Cartas, zapping, correos electrónicos, mensajes en las redes sociales y videos, hechos con el corazón abierto, en el que prevalece la honestidad, que buscan apoyar a los socios del libro, con especial atención a sus protagonistas más débiles, son más que bienvenidos: son sea ​​necesario. Lo que necesitamos ahora, entre otras cosas, es de cartas de amor a los libros.

A los que, como yo, tienen en el afecto a los libros su razón de vivir, pido que esparcen mensajes; para difundir el deseo de comprar libros de esta temporada de vacaciones, libros de sus autores favoritos, nuevos escritores que quieren descubrir, libros comprados en librerías sobreviven heroicamente a la crisis, el cumplimiento de sus compromisos, así como en las librerías que se encuentran en problemas, pero que necesitan nuestra ayuda para rehacer.

Divulgar libros con una atención muy especial a la pequeña editorial que necesita su venta inmediata para seguir existiendo, pensar en el editor humanista defensa de la diversidad, no sólo entre las razas, géneros, credos e ideales, sino también la diversidad entre los libros ambición comerciales y discretos de ambición de venta más amplia.

Todos los tipos de libros necesitan sobrevivir. Piensen en cómo será nuestra vida sin los libros minoritarios, no sólo en el número de ejemplares, sino en las causas que defienden, tan importantes como los de amplia divulgación. Piensen en los editores que, con pocos recursos, continúan en esta rama que exige tanto de nosotros y que pueden no estar con nosotros pronto. Cada editorial y librería que cerrar sus puertas cerrará múltiples otras en nuestra vida intelectual y afectiva.

Regalar con libros hoy representa no sólo la valorización de un instrumento fundamental de la sociedad para luchar por un mundo más justo como la supervivencia de un pequeño editor o el empleo de un buen empleado en una editorial de mayor tamaño; representa una gran ayuda a la continuidad de muchas librerías y un pequeño acto de amor a quien tanto nos dio, desde temprano: el libro.

El mercado editorial brasileño sigue una dinámica propia. En vez de comprar libros para revenderlos, generalmente, las librerías reciben lotes de las editoriales para remunerarlas conforme las ventas van siendo realizadas (esto se llama venta consignada). Con la crisis de las librerías, las editoriales no han recibido por los libros que han proporcionado y que, en muchos casos, han sido comercializados hace tiempo por las librerías. Es un efecto dominó que llega a las editoriales de todos los tamaños.

Así, muchas acaban encogiendo la producción y el ritmo de lanzamientos por falta de capital de giro o por las incertidumbres que asombran al sector. Otros se están negando a proporcionar libros para Cultura y Saraiva o apenas están topando cerrar negocio fuera del sistema de consignación – o sea, con pago a vista.

Brasil, es un mercado extremadamente representativo para el mundo. Somos el 9 ° mercado de libros en el planeta y representamos algunos miles de millones de facturación. Pero … ¿Y por qué de la crisis? Bien, importantes temas vienen a la superficie:

La reciente crisis económica de Brasil; ¿La llegada de Amazon? ¿Las nuevas tecnologías que “retiran” el interés de los libros?

Bueno, es dicho por muchos que “el brasileño no tiene el hábito de leer y no es porque no tiene dinero, es porque no tiene el hábito”. ¡Hecho!

La investigación reciente apuntó que más del 50% de las más de 120 mil escuelas públicas del país no tenían biblioteca o sala de lectura. ¡Hecho!

¿Y qué podemos hacer? Bueno, yo no soy gobierno, así que no puedo garantizar que todas las escuelas tengan biblioteca y estimulen a los alumnos a leer. Bueno, yo no soy una empresa que debería estimular la lectura entre sus empleados y patrocinar a los escritores.

Bueno, yo soy un pretendiente escritor que ama leer y escribir. Un pretendiente bloguero que ama difundir el conocimiento de un segmento de lectura. ¿Qué puedo hacer – además de comprar libros de regalo de navidad para los míos? Estimular que los lectores que tengo, aquí en el PHANTASTICUS, empiecen a optar por el libro como un regalo – para sí y para sus amados. Leer, fortalece el alma. Leer, nos abre caminos. Leer, rompe barreras. Entonces, lo que puedo pedir. Lean y permitan que los lean.

Vamos a salvar el libro en Brasil.

“Después de la virtud, es el conocimiento lo que eleva a un hombre sobre los demás.” “La lectura es para el intelecto lo que el ejercicio es para el cuerpo.” Joseph Addison – Escritor, dramaturgo y poeta británico

Vamos a difundir el deseo de comprar libros este fin de año. Dale un libro de regalo para quien amas.

Hasta el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

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tecnoblog.net/269086/crise-livraria-cultura-saraiva/

valor.com.br/empresas/6002313/efeito-cascata-da-crise-de-saraiva-e-cultura-e-assustador

diariodocentrodomundo.com.br/em-carta-aberta-presidente-da-companhia-das-letras-propoe-rede-de-solidariedade-para-salvar-editoras/

publishnews.com.br/materias/2018/11/26/o-ponto-cego-do-mercado-editorial

snel.org.br/category/noticias/

2.bp.blogspot.com/_rq95OOAepZE/TOkUaRWF0MI/AAAAAAAAAQg/bWZCeNtrTmY/s1600/luis+schwarcz.jpg

c.pxhere.com/photos/7e/11/books_bottomless_education_endless_knowledge_learn_library_reading-955148.jpg

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O Ano em que perdemos Mercury e ganhamos o Gelo e o Fogo

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: O Ano em que perdemos Mercury e ganhamos o Gelo e o Fogo.

Olá a todos! Hoje o post começa prestando uma singela homenagem a um grande personagem da música, que nos deixou em um dia 24 de novembro.  Em 1991, partia Farrokh Bulsara.

Quem?!?

Com este nome, muito poucos o conhecem.  Mas com seu nome artístico…. Freddie Mercury!!!  Aí é diferente.

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Uma das maiores estrelas da música, com uma voz e uma performance envolvente.  O homem regia suas plateias e as transformava em verdadeiros corais.  Quem não se lembra do “Rock in Rio” e o “Live Aid”, ambos de1985? Verdadeiros espetáculos que mexem conosco até hoje.  Relembrei muito disso assistindo ao filme “Bohemian Rhapsody”.  Se tiver oportunidade, veja.  Vale a pena.

Observação: Que desempenho maravilhoso de Rami Malek.  O ator personificou Freddie com tal maestria que, por momentos, pensei que o próprio estava ali. Sensacional!!

Freddie tinha uma personalidade ímpar.  Um talento absurdamente grande.  Viveu intensamente seus 45 anos de vida.  Sabemos que está em um grande lugar e que de lá nos acompanha.

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Bem, vamos ao post. E vou utilizar o ano de 1991 como inspiração.  Se neste ano perdemos Freddie, neste mesmo ano um autor americano, começava a escrever um dos maiores épicos da Literatura Fantástica.  Em 1991, George RR Martin começa a escrever aquela que se tornaria a série de fantasia épica “A Song of Ice and Fire” (As Crônicas de Gelo e Fogo) – com forte inspiração na Guerra das Rosas e em Ivanhoé. O primeiro volume, “A Game of Thrones” (A Guerra dos Tronos), foi publicado em 1996. Em novembro de 2005, “A Feast for Crows” (O Festim dos Corvos), o quarto volume da série, se tornou o livro mais vendido da lista do “The New York Times” e do “The Wall Street Journal”.

Tolkien e Martin

O PHANTASTICUS já falou (e falará ainda muito mais) de George Martin e sua obra.  Apesar do jeito de escrever menos coloquial e, digamos, menos comedido quando comparado a Tolkien e “The Lord of the Rings” (O Senhor dos Anéis), temos muitas semelhanças entre os dois.  O principal ponto é que tanto Tolkien quanto Martin são duas das principais estrelas da constelação de grandes autores da Lit Fan.  E estão no primeiro escalão desta constelação.

Se quiser verificar alguns posts do blog sobre G. Martin e sua obra, recomendo os dois posts a seguir: “George Martin – O assassino de protagonistas?” e “George Martin – Mais uma oportunidade para falar deste gênio”, ambos de 2015.  Seguem os links para relembrar.

//jotacortizo.wordpress.com/2015/01/22/george-martin-o-assassino-de-protagonistas/

//jotacortizo.wordpress.com/2015/03/14/george-martin-mais-uma-oportunidade-para-falar-deste-genio/

Como já disse em algumas oportunidades, Martin iniciou o projeto “A Song of Ice and Fire” pensando em escrever uma trilogia.  Depois seriam duas trilogias interligadas e depois…Hoje sua ideia de chegar a uma septologia – isto se o sexto livro sair …  Desculpem-me! Não pude me controlar. Desde 2011 quando publicou “A Dance with Dragons” (A Dança dos Dragões) – o quinto volume – estamos aguardando a sequência … o esperado “The Winds of Winter” (Os Ventos do Inverno, em tradução livre) tem tido seu lançamento postergado há alguns anos – assim como foi com o volume cinco que foi adiado por cinco anos.

Voltando aos livros, eles são fortemente influenciados pela Guerra das Rosas e, também, no romance histórico francês “Les Rois Maudits” (Os Reis Malditos), de Maurice Druon, situado nos séculos XIII e XIV e abarca a época dos últimos cinco reis da Dinastia Capetiana e os dois primeiros da Casa de Valois, de Filipe IV, o Belo a João II, o Bom. A história tem como tramas principais os esforços de Roberto III de Artois em recuperar o condado de Artois de sua tia Mafalda de Artois e as intrigas da corte que resultam. Posteriormente, Martin escreveu uma introdução para a tradução inglesa desta série, dizendo: “Os Reis Malditos” têm tudo isso. Acreditem-me, os Starks e os Lannisters não têm nada comparado aos Capetos e os Plantagenetas. É o jogo dos tronos original.”

Observação: Já li os sete livros relacionados a esta obra e recomendo.  São muito bons.  Druon soube colocar em cada linha as mazelas, caprichos e manobras que a história dos reis franceses nos deixou.  Inclusive, abordando o fim dos cavaleiros templários, pelo rei Felipe, o Belo.

Bem, voltando a “The Winds of Winter”, em vários momentos deste ano, George Martin informou que o livro sairia depois do primeiro volume de “Fire & Blood (Fogo & Sangue), uma prequel de “As Crônicas …” que vive a história dos Targaryen, aproximadamente 300 anos dos acontecimentos da série atual.  Como “Fire…” já saiu (edição em inglês), existe uma esperança que nos primeiros meses de 2019 tenhamos – finalmente – o sexto livro, trazendo os ventos do inverno.  E que os 7 assim o permitam.

Falando um pouco sobre George Martin, ele, com o passar dos anos passou de influenciado a influenciador.  Seus livros de “As Crônicas de Gelo e Fogo” passaram a ser uma referência cultural. A forma como a história é contada – com elementos realistas e personagens que fogem a estereótipos dualistas entre o bem e o mal. Em matéria da revista “Época”, a mesma considerou que, com sua série, Martin era “o renovador da literatura fantástica”. A repercussão da saga, principalmente após a publicação de “A Dance with Dragons”, levou o escritor a ser considerado uma das cem pessoas mais influentes do mundo pela revista norte-americana “TIME” em 2011.

espada

E para terminar, uma curiosidade sobre George Martin e sua obra.  Quando criança, Martin tinha tartarugas de estimação que mantinha em castelos de brinquedo. Ao observar que muitas estavam morrendo, ele passou a imaginar que elas estavam tramando a morte das rivais para chegar ao trono das tartarugas. Em uma entrevista – lá pelo ano de 2012 – ele explica: “Eu tinha um castelo inteiro de tartarugas, e como era um castelo, decidi que eram todas cavaleiros e reis. Aí criei histórias sobre como elas se matavam e se traíam e lutavam pelo reino.”

Terminamos.  Foi muito bom escrever sobre uma das séries (de livros e televisiva) que mais me atrai e, também, fazer uma pequena homenagem a um cantor incrível da qual tive o prazer de acompanhar.

“Uma mente necessita de livros da mesma forma que uma espada necessita de uma pedra de amolar, se quisermos que se mantenha afiada.” George RR Martin.

Quem quiser ver (ou rever) uma das obras-primas de Freedie e do Queen, é só clicar no vídeo acima(youtu.be/fJ9rUzIMcZQ).

Concluído o post! Que tal? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. Se preferir, deixe uma sugestão. Nos encontramos no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: El año en que perdimos Mercury y ganamos el Hielo y el Fuego.

¡Hola a todos! Hoy el post comienza prestando un sencillo homenaje a un gran personaje de la música, que nos dejó en un día 24 de noviembre. En 1991, partió Farrokh Bulsara.

¿Quién?!?

Con este nombre, muy pocos lo conocen. Pero con su nombre artístico …   ¡¡Freddie Mercury!! Ahí es diferente.

Una de las mayores estrellas de la música, con una voz y una actuación. El hombre regía sus audiencias y las transformaba en verdaderos corales. ¿Quién no recuerda el “¿Rock in Rio” y el “Live Aid”, ambos de1985? Verdaderos espectáculos que se mueven con nosotros hasta hoy. Le recordé mucho de eso viendo la película “Bohemian Rhapsody”. Si tiene oportunidad, vea. Vale la pena.

Nota: Qué maravilloso rendimiento de Rami Malek. El actor personificó a Freddie con tal maestría que, por momentos, pensé que el propio estaba allí. ¡¡Sensacional!!

Freddie tenía una personalidad impar. Un talento absurdamente grande. Vive intensamente sus 45 años de vida. Sabemos que está en un gran lugar y que de allí nos acompaña.

Bueno, vamos al post. Y voy a utilizar el año 1991 como inspiración. Si este año perdimos a Freddie, este mismo año un autor americano, empezaba a escribir uno de los mayores épicos de la Literatura Fantástica. En 1991, George RR Martin comienza a escribir aquella que se convertiría en la serie de fantasía épica “La canción del hielo y el fuego”, con fuerte inspiración en la guerra de las rosas y en Ivanhoé. El primer volumen, “A Game of Thrones”, se publicó en 1996. En noviembre de 2005, “The Feast for Crows”, el cuarto volumen de la serie se convirtió en el libro más vendido de la lista del “The New York Times” y del “The Wall Street Journal”.

El PHANTASTICUS ya habló (y hablará aún mucho más) de George Martin y su obra. A pesar de la forma de escribir menos coloquial y, digamos, menos comedido cuando comparado a Tolkien y “The Lord of the Rings” (El Señor de los Anillos), tenemos muchas similitudes entre los dos. El principal punto es que tanto Tolkien como Martin son dos de las principales estrellas de la constelación de grandes autores de la Lit Fan. Y están en el primer escalón de esta constelación.

Si quieres ver algunos posts del blog sobre G. Martin y tu trabajo, recomiendo los dos posts a continuación: “George Martin – El asesino de protagonistas?” Y “George Martin – Más una oportunidad para hablar de este genio”, ambos de 2015. Los siguientes son los enlaces para recordar.

//jotacortizo.wordpress.com/2015/01/22/george-martin-o-assassino-de-protagonistas/

//jotacortizo.wordpress.com/2015/03/14/george-martin-mais-uma-oportunidade-para-falar-deste-genio/

Como ya dije en algunas oportunidades, Martin inició el proyecto “A Song of Ice and Fire” pensando en escribir una trilogía. Después serían dos trilogías interconectadas y después … Hoy su idea de llegar a una septología – esto si el sexto libro sale … ¡Lo siento! No podía controlarme. En el año 2011, cuando publicó “A Dance with Dragons” (el baile de los dragones) – el quinto volumen – estamos esperando la secuencia … lo esperado “The Winds of Winter” (Los vientos de invierno, ha tenido su lanzamiento) postergado hace algunos años – así como fue con el volumen cinco que fue pospuesto por cinco años.

En la novela histórica “Les Rois Maudits”, de Maurice Druon, ubicada en los siglos XIII y XIV y que abarca la época de los últimos cinco reyes de la historia, La historia tiene como tramas principales los esfuerzos de Roberto III de Artois en recuperar el condado de Artois de su tía Mafalda de Artois y de los dos primeros de la Casa de Valois, de Felipe IV, el Bello a Juan II, las intrigas de la corte que resultan. Posteriormente, Martin escribió una introducción a la traducción inglesa de esta serie, diciendo: “Los reyes malditos” tienen todo eso. Creedme, los Starks y los Lannisters no tienen nada comparado a los Capetos y los Plantagenetas. Es el juego de los tronos original. ”

Nota: Ya he leído los siete libros relacionados con esta obra y lo recomiendo. Son muy buenos. Druon supo colocar en cada línea las molestias, caprichos y maniobras que la historia de los reyes franceses nos dejó. Incluso, abordando el fin de los caballeros templarios, por el rey Felipe, el hermoso.

En el momento en que se lee el libro de la saga “The Winds of Winter”, en varios momentos de este año, George Martin informó que el libro saldría después del primer volumen de “Fire & Blood (Fuego & Sangre), una precuela de” Las Crónicas … ” vive la historia de los Targaryen, aproximadamente 300 años de los acontecimientos de la serie actual. Como “Fire …” ya salió (edición en inglés), existe una esperanza que en los primeros meses de 2019 tengamos – finalmente – el sexto libro, trayendo los vientos del invierno. Y que los 7 así lo permitan.

Hablando un poco sobre George Martin, él, con el paso de los años pasó de influenciado al influenciador. Sus libros de “Las Crónicas de Hielo y Fuego” pasaron a ser una referencia cultural. La forma en que se cuenta la historia – con elementos realistas y personajes que escapan a estereotipos dualistas entre el bien y el mal. En materia de la revista “Época”, la misma consideró que, con su serie, Martin era “el renovador de la literatura fantástica”. La repercusión de la saga, principalmente tras la publicación de “A Dance with Dragons”, llevó al escritor a ser considerada una de las cien personas más influyentes del mundo por la revista norteamericana “TIME” en 2011.

Y para terminar, una curiosidad sobre George Martin y su obra. Cuando era niño, Martin tenía tortugas de mascotas que mantenía en castillos de juguete. Al observar que muchas murieron, él pasó a imaginar que ellas estaban tramando la muerte de los rivales para llegar al trono de las tortugas. En una entrevista – allá por el año 2012 – él explica: “Yo tenía un castillo entero de tortugas, y como era un castillo, decidí que eran todos caballeros y reyes. “He creado historias sobre cómo se matan y se traicionan y luchan por el reino.”

Terminamos. Fue muy bueno escribir sobre una de las series (de libros y televisión) que más me atrae y, también, hacer un pequeño homenaje a un cantante increíble de la que tuve el placer de acompañar.

“Una mente necesita libros de la misma forma que una espada necesita una piedra de amolar, si queremos que se mantenga afilada.” George RR Martin.

¡Concluido el post! ¿Qué tal? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Nos encontramos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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pt.wikipedia.org/wiki/Os_Reis_Malditos

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pt.wikipedia.org/wiki/Maurice_Druon

pt.wikipedia.org/wiki/A_Song_of_Ice_and_Fire

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A Câmara Secreta

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES:

EM PORTUGUÊS

EN ESPAÑOL.

Versão em português: A Câmara Secreta.

Olá a todos! Hoje, o PHANTASTICUS vai explorar um dos ótimos livros da escritora britânica JK Rowling.

“Harry Potter and the Chamber of Secrets” (Harry Potter e a Câmara Secreta, no Brasil).

Melhor! Não iremos explorar todo o livro, mas um “pedacinho” que representou um grande turbilhão de ações e emoções.

Hoje, vamos falar da câmara secreta – ou dos segredos.  Vamos falar de tudo que a “câmara” trouxe à tona.

chambers

O livro foi publicado em julho de 1998 e é o segundo livro da série “Harry Potter”.   A obra completou 20 anos e mereceu diversas homenagens – inclusive uma edição com capas diferenciadas para cada casa de Hogwarts.

JK

Rowling, foi extremamente feliz na história e na argumentação deste livro (assim como da série inteira).  Potter e sua turma enfrentam um dos seus grandes inimigos, vindo na pior forma – através da memória contida em um diário enfeitiçado.  Obra do grande bruxo do mal, Voldemort, em sua primeira horcrux, ainda como Tom Marvolo Riddle.

Explicações: Já falamos diversas vezes sobre horcrux, mas se você quiser relembrar, vá até o post “A Maldição Inimaginável da Horcrux”.

jotacortizo.wordpress.com/2017/04/15/a-maldicao-inimaginavel-da-horcrux/

PM_SalazarSlytherin_Founders

Antes lenda e depois, comprovadamente, uma verdade, a câmara foi criada sob as masmorras da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts durante a Idade Média por Salazar Slytherin (Sonserina, no Brasil), que discordou dos outros três fundadores da Escola, em relação a quem poderia ser admitido em Hogwarts – era um forte defensor do “sangue puro”.  Salazar deixou Hogwarts, mas antes de partir, construiu a câmara no subterrâneo do castelo e lá deixou um dos grandes seres mitológicos a guardá-la e, também, com uma missão tenebrosa.  Slytherin deixou o monstro para, supostamente, limpar a escola de todos os nascidos-trouxas. Somente o herdeiro do fundados poderia abrir a câmara secreta, através do uso de ofidioglossia.

Basilisco

O monstro deixado por Salazar era um basilisco – uma serpente lendária desde os tempos remotos da Grécia antiga.  A fera, era capaz de matar com um simples olhar direto.

Ao longo dos séculos após a morte de Salazar, muitos diretores conduziram buscas na escola para encontrar a câmara. Nenhuma, no entanto, teve sucesso, e a câmara foi descartada como mera lenda por muitos e muitos séculos. Até que foi aberta em 1943 e, depois, 1992, revelando-se desta forma, muito real.  Há estudos e teorias da abertura da câmara em outras oportunidades.  Um estudante chamado Corvinus Gaunt – que era um descendente direto de Slytherin, pode tê-la aberto por volta dos anos 1700, acessando a câmara por um simples alçapão, que com o tempo – e a modernização dos encanamentos – se “perdeu” e deu origem a entrada conhecida – dentro do banheiro feminino.

Salazar e o basilisco

Curiosidades: 1. Ofidioglossia é a capacidade natural de falar a língua de cobra, o idioma de serpentes, e etc…  2. A casa Gaunt, era descendente direta da relação entre Salazar Slytherin e os Peverell.  Este mesmo ramo se cruzou em dado momento com os Riddle e daí, viria a surgir Tom Marvolo Riddle, muito tempo depois conhecido como Lord Voldemort.

Voltando, como dissemos, a câmara “voltou” a ser aberta entre1942-1943 por Tom Riddle, quando tinha dezesseis anos.  Foi quando ele estava em seu quinto ano, em Hogwarts, Riddle localizou a entrada secreta da câmara, durante sua pesquisa sobre sua herança e foi capaz de controlar o Basilisco como ele era o herdeiro de Slytherin. Riddle soltou o Basilisco na escola e feriu a muitos.

Curiosidade: Através de Mérope Gaunt, sua mãe e uma bruxa, Riddle era o último descendente direto de Salazar Slytherin, e, assim como seu ancestral, ele desejava ver os nascidos-trouxas expulsos de Hogwarts.

Murta

A última vítima da fera – neste período – foi uma estudante chamada Myrtle Elizabeth Warren (no Brasil Murta Warren), que foi morta no banheiro das meninas. Hogwarts deveria ser fechada, o que incomodou Riddle, que não queria voltar para o orfanato trouxa em que foi criado. Ele enquadrou seu colega Rúbeo Hagrid, que havia escondido um animal de estimação chamado Aragogue. Riddle convenceu o diretor na época, Armando Dippet, de que Aragogue era o monstro que aterrorizava a escola. Hagrid foi expulso injustamente, e Riddle recebeu um prêmio especial por “Serviços Prestados à Escola”.

Curiosidade: Murta se tornou o conhecido fantasma “Moaning Myrtle” (no Brasil a Murta, que geme)

Alvo Dumbledore, então professor de Transfiguração, desconfiou de Riddle e manteve-se atento a ele depois disso. Como não era mais seguro abrir a Câmara Secreta, Riddle, não querendo que sua pesquisa fosse em vão, criou um diário no qual preservar seu eu de dezesseis anos e esperava que um dia levasse alguém a terminar o trabalho de Salazar. Deste diário também foi feito uma Horcrux a partir do assassinato de Murta.

Observação: Em algum momento entre a morte de Murta e o ano letivo 1992-1993, a Câmara inundou-se em circunstâncias desconhecidas.

A Câmara foi reaberta em 1992, quando o enfeitiçado diário de Tom Riddle foi “dado” a Gina Weasley, uma aluna do primeiro ano da Gryffindor (Grifinória, no Brasil), por Lúcio Malfoy, que o colocou em seu caldeirão quando viu seus outros livros de feitiços na loja “Floreios e Borrões”. Gina caiu sob influência do diário e foi forçada a vandalizar a escola pintando mensagens aterrorizantes nas paredes do corredor. A primeira mensagem dizia: “A Câmara Secreta foi aberta. Inimigos do herdeiro, cuidado”. Foi também ela, que sob a influência maligna do diário, abriiu a Câmara Secreta e deixou o Basilisco sair. Desta forma, as pessoas que olharam para ele (de diferentes maneiras), ficaram petrificadas. Coliin Creevey, Justino Finch-Fletchley, Penélope Clearwater e Hermione Granger, bem como fantasma Nicholas de Mimsy-Porpington e a gata de Argo Filch, Madame Norra. Mais tarde, seu estado de saúde foi restaurado através do uso do Tônico Restaurador de Mandrágoras. Felizmente, ninguém foi morto neste período.

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Atenção para spoiler – isto se existir alguém que não tenha lido (ou visto o filme): Uma vez na Câmara, Harry encontrou a memória de Tom Riddle, que foi preservada no diário. Uma Gina quase morta jazia por perto, cuja força vital estava lentamente sendo drenada. Quando Gina ficou mais fraca, Riddle ficou mais forte. Riddle então revelou que ele era, de fato, Lord Voldemort (reorganizando as letras de seu nome de “Tom Servolo Riddle” para “Eis Lord Voldemort”) e então convocou o basilisco. Harry, depois que soube que o contato visual com o basilisco seria fatal, fugiu disso e foi ajudado pela chegada oportuna de Fawkes, a Fênix de Dumbledore que arrancou os olhos do basilisco.

Capaz de olhar livremente, Harry lutou contra o Basilisco com a espada de Godric Gryffindor (fundador de sua casa e grande adversário de Salazar Slytherin, que se materializou no Chapéu Seletor, trazido por Fawkes para o interior da câmara. Enquanto Harry empalava o basilisco, uma presa apunhalou seu braço no processo. Perto da morte, Harry usou a presa para apunhalar o diário, que jorrou sangue negro como tinta, e a lembrança de Riddle preservada nele foi destruída. Essa ação também efetivamente destruiu o fragmento da alma de Voldemort, já que o veneno de basilisco é uma das substâncias capazes de destruir as Horcruxes. Depois da luta com o basilisco, as lágrimas de Fawkes cicatrizaram a ferida de Harry, e ele, Gina, saíram da câmara.

Ufa! Não tem como dizer que é demais!!

O livro é incrível e explora, além da câmara e de Voldemort em sua versão jovem, temos um carro voador, o aniversário “não comemorado” de Harry Potter, o surgimento do elfo doméstico Dobby, um salgueiro lutador e muita coisa mais – e isto tudo completou 20 anos de sua primeira publicação.  Muito show!

Atualmente, 21 anos após o lançamento do primeiro Harry Potter, toda a obra já foi traduzida para mais de 70 idiomas e já ultrapassou quinhentos milhões de livros vendidos em todo o mundo.

Terminamos. Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Hoje, são comemorados em todo o mundo, o centenário do fim da Primeira Grande Guerra Mundial.  O conflito que envolveu grande parte do mundo no maior conflito militar até então. Iniciou em 28 de julho de 1914, com o assassinato do arquiduque Francisco Fernando da Áustria, herdeiro do trono austro-húngaro.  Terminou em 11 de novembro de 1918 deixando um rastro de mais de 9 milhões de pessoas (entre civis e militares) mortas. O número de feridos, entre civis e militares, ficou em cerca de 30 milhões.  Que possamos nos lembrar, SEMPRE, e reverter nossas ações, SEMPRE, em busca da paz e da concórdia.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: La Cámara Secreta.

¡Hola a todos! Hoy, el PHANTASTICUS va a explorar uno de los grandes libros de la escritora británica JK Rowling.

“Harry Potter and the Chamber of Secrets” (Harry Potter y la Cámara Secreta, en Brasil).

¡Mejor! No vamos a explorar todo el libro, sino un “pedacito” que representó un gran torbellino de acciones y emociones.

Hoy, vamos a hablar de la cámara secreta – o de los secretos. Vamos a hablar de todo lo que la “cámara” trajo a la superficie.

El libro fue publicado en julio de 1998 y es el segundo libro de la serie “Harry Potter”. La obra cumplió 20 años y mereció diversos homenajes – incluso una edición con capas diferenciadas para cada casa de Hogwarts.

Rowling, fue extremadamente feliz en la historia y en la argumentación de este libro (así como de la serie entera). Potter y su clase se enfrentan a uno de sus grandes enemigos, venido en la peor forma – a través de la memoria contenida en un diario hechizado. Obra del gran mago del mal, Voldemort, en su primer horcrux, aún como Tom Marvolo Riddle.

Explicaciones: Ya hablamos varias veces sobre horcrux, pero si quieres recordar, ve al post “La Maldición Inimaginable de Horcrux”.

jotacortizo.wordpress.com/2017/04/15/a-maldicao-inimaginavel-da-horcrux/

En el caso de la muerte de Hogwarts durante la Edad Media por Salazar Slytherin (Sonserina, en Brasil), que discordó de los otros tres fundadores de la Escuela, en relación con la verdad, la cámara fue creada bajo las mazmorras de la Escuela de Magia y Hechicería de Hogwarts durante la Edad Media por Salazar Slytherin, a quien podría ser admitido en Hogwarts – era un fuerte defensor de la “sangre pura”. Salazar dejó Hogwarts, pero antes de partir, construyó la cámara en el subterráneo del castillo y allí dejó uno de los grandes seres mitológicos a guardarla y también con una misión tenebrosa. Slytherin dejó el monstruo para, supuestamente, limpiar la escuela de todos los nacidos-muggles. Sólo el heredero de los fundados podría abrir la cámara secreta, a través del uso de ofidioglossia.

El monstruo dejado por Salazar era un basilisco – una serpiente legendaria desde los tiempos remotos de la Grecia antigua. La fiera, era capaz de matar con una simple mirada directa.

A lo largo de los siglos después de la muerte de Salazar, muchos directores llevaron búsquedas en la escuela para encontrar la cámara. Ninguna, sin embargo, tuvo éxito, y la cámara fue descartada como mera leyenda por muchos y muchos siglos. Hasta que fue abierta en 1943 y luego 1992, revelándose de esta forma, muy real. Hay estudios y teorías de la apertura de la cámara en otras oportunidades. Un estudiante llamado Corvinus Gaunt -que era un descendiente directo de Slytherin, puede haberla abierto alrededor de los años 1700, accediendo a la cámara por una simple trampa, que con el tiempo -y la modernización de las tuberías- se “perdió” de origen a la entrada conocida – dentro del baño femenino.

Curiosidades: 1. Ofidioglossia es la capacidad natural de hablar la lengua de serpiente, el idioma de serpientes, etc … 2. La casa Gaunt, era descendiente directo de la relación entre Salazar Slytherin y los Peverell. Esta misma rama se cruzó en un momento dado con los Riddle y de ahí, vendría a surgir Tom Marvolo Riddle, mucho tiempo después conocido como Lord Voldemort.

. Volviendo, como dijimos, la cámara “volvió” a ser abierta entre 1942-1943 por Tom Riddle, cuando tenía dieciséis años. Cuando él estaba en su quinto año, en Hogwarts, Riddle localizó la entrada secreta de la cámara durante su investigación sobre su herencia y fue capaz de controlar el Basilisco como él era el heredero de Slytherin. Riddle soltó el Basilisco en la escuela e hirió a muchos.

Curiosidad: A través de Mérope Gaunt, su madre y una bruja, Riddle era el último descendiente directo de Salazar Slytherin, y, al igual que su ancestral, deseaba ver a los nacidos-muggles expulsados ​​de Hogwarts.

La última víctima de la bestia – en este período – fue una estudiante llamada Myrtle Elizabeth Warren (en Brasil Murta Warren), que fue muerta en el baño de las niñas. Hogwarts debía ser cerrada, lo que incomodó a Riddle, que no quería volver al orfanato traga en el que fue criado. Él encajó a su compañero Rúbeo Hagrid, que había escondido una mascota llamada Aragog. Riddle convenció al director en la época, Armando Dippet, de que Aragog era el monstruo que aterrorizaba la escuela. Hagrid fue expulsado injustamente, y Riddle recibió un premio especial por “Servicios prestados a la escuela”.

Curiosidad: Murta se convirtió en el conocido fantasma “Moaning Myrtle” (en Brasil la Murta, que gime)

Dumbledore, entonces profesor de Transfiguración, desconfió de Riddle y se mantuvo atento a él después de eso. Como no era más seguro abrir la Cámara Secreta, Riddle, no queriendo que su investigación fuera en vano, creó un diario en el que preservar su yo de dieciséis años y esperaba que un día llevara a alguien a terminar el trabajo de Salazar. De este diario también se hizo un Horrocrux a partir del asesinato de Murta.

Observación: En algún momento entre la muerte de Murta y el año escolar 1992-1993, la Cámara se inundó en circunstancias desconocidas.

La Cámara fue reabierta en 1992, cuando el hechizado diario de Tom Riddle fue “dado” a Gina Weasley, una alumna del primer año de Gryffindor (Gryffindor (Gryffindor, en Brasil), por Lúcio Malfoy, que lo colocó en su caldero cuando vio a sus otros libros de hechizos en la tienda “Floreios y Borrones”. Gina cayó bajo la influencia del diario y fue forzada a vandalizar la escuela pintando mensajes aterrorizantes en las paredes del corredor. El primer mensaje decía: “La Cámara Secreta fue abierta, enemigos del heredero, cuidado”. Fue también ella, que, bajo la influencia maligna del diario, abrió la Cámara Secreta y dejó el Basilisco salir. De esta forma, las personas que lo miraron (de diferentes maneras), quedaron petrificadas. Coliin Creevey, Justino Finch-Fletchley, Penélope Clearwater y Hermione Granger, así como el fantasma Nicholas de Mimsy-Porpington y la gata de Argo Filch, Madame Norra. Más tarde, su estado de salud fue restaurado a través del uso del Tónico Restaurador de Mandrágoras. Afortunadamente, nadie fue muerto en este período.

– Advertencia para spoiler – esto si hay alguien que no ha leído (o visto la película): Una vez en la Cámara, Harry encontró la memoria de Tom Riddle, que fue preservada en el diario. Una Gina casi muerta yacía cerca, cuya fuerza vital estaba lentamente siendo drenada. Cuando Gina se quedó más débil, Riddle se puso más fuerte. Riddle entonces reveló que él era, de hecho, Lord Voldemort (reorganizando las letras de su nombre de “Tom Servolo Riddle” a “Eis Lord Voldemort”) y entonces convocó al basilisco. Harry, después que supo que el contacto visual con el basilisco sería fatal, huyó de eso y fue ayudado por la llegada oportuna de Fawkes, el Fénix de Dumbledore que arrancó los ojos del basilisco.

En el momento en que Harry empató el basilisco, Harry luchó contra el Basilisco con la espada de Godric Gryffindor (fundador de su casa y gran adversario de Salazar Slytherin, que se materializó en el Sombrero Selector, traído por Fawkes al interior de la cámara. una presa apuñaló su brazo en el proceso, cerca de la muerte, Harry usó la presa para apuñalar el diario, que manchó sangre negra como tinta, y el recuerdo de Riddle preservado en él fue destruido, esa acción también efectivamente destruyó el fragmento del alma de Voldemort, ya que el veneno de basilisco es una de las sustancias capaces de destruir las Horcruxes. Después de la lucha con el basilisco, las lágrimas de Fawkes cicatrizaron la herida de Harry, y él, Gina, salieron de la cámara.

¡Uf! ¡No tiene como decir que es demasiado!

El libro es increíble y explora, además de la cámara y de Voldemort en su versión joven, tenemos un coche volador, el aniversario “no conmemorado” de Harry Potter, el surgimiento del elfo doméstico Dobby, un sauce luchador y mucho más – y esto todo ha cumplido 20 años de su primera publicación. ¡Un gran espectáculo!

Actualmente, 21 años después del lanzamiento del primer Harry Potter, toda la obra ya ha sido traducida a más de 70 idiomas y ha superado quinientos millones de libros vendidos en todo el mundo.

Terminamos. ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Hoy, se conmemoran en todo el mundo, el centenario del fin de la Primera Gran Guerra Mundial. El conflicto que involucró gran parte del mundo en el mayor conflicto militar hasta entonces. Inició el 28 de julio de 1914, con el asesinato del archiduque Francisco Fernando de Austria, heredero del trono austrohúngaro. Terminó el 11 de noviembre de 1918 dejando un rastro de más de 9 millones de personas (entre civiles y militares) muertas. El número de heridos, entre civiles y militares, quedó en unos 30 millones. Que podamos recordarnos, SIEMPRE, y revertir nuestras acciones, SIEMPRE, en busca de la paz y la concordia.Jota Cortizo

Fontes e imagens/fuentes e imágenes:

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pt-br.harrypotter.wikia.com/wiki/Casa_Gaunt

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pt-br.harrypotter.wikia.com/wiki/Câmara_Secreta

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pt.wikipedia.org/wiki/Basilisco

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acrobatadasletras.com.br/2014/03/resenha-harry-potter-e-camara-secreta.html

becoliterario.com/resenha-harry-potter-e-a-camara-secreta-j-k-rowling/

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A cultura do Halloween

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES:

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Versão em português: A cultura do Halloween.

Olá a todos! Pode parecer que é “chover no molhado”, mas não há como – neste período do ano – não falar de um fenômeno cronológico.  Assim, neste glorioso dia (e nos momentos futuros em que você ler este post) o PHANTASTICUS vai explorar um pouco do conhecido dia das bruxas – o HALLOWEEN.

O blog já escreveu – diretamente sobre a data – por duas vezes.  Assim, se quiser relembrar seguem os links para leitura:

Se quiser, reveja o post (basta colar em seu browser):

jotacortizo.wordpress.com/2015/11/01/a-importancia-dos-celtas-para-a-litfan-la-importancia-de-los-celtas-a-litfan/

jotacortizo.wordpress.com/2016/10/30/e-halloween-e-terror-e-pavor/

Symbols-of-Samhain-and-Halloween

Já falamos da origem do nome: O Halloween tem suas raízes não na cultura americana, mas no Reino Unido. Seu nome deriva de “All Hallows’ Eve”.  “Hallow” é um termo antigo para “santo”, e “eve” é o mesmo que “véspera”. O termo designava, até o século 16, a noite anterior ao Dia de Todos os Santos (que era, até meados do século VIII quando o papa Gregório III mudou a data, no dia 13 de maio – a data do festival romano dos mortos) celebrado em 1º de novembro.

Já falamos sobre o que ele representava (na antiguidade): Celebrado no dia 31 de outubro, ele representa o fim e o começo do Ano. Samhain é conhecido como Halloween e é a “Noite Sagrada”, que marca o início da parte escura do ano com a proximidade do inverno (no hemisfério norte), que simboliza o fim da colheita. Esse ritual é dedicado aos ancestrais, à Morrighan, Dagda e Manannán Mac Lir. Samhain significa “sem luz” ou “fim do verão”, a noite em que o mundo mergulha na total escuridão da alma, preparando-nos para a chegada das noites frias. Na Irlanda antiga, todos os anos, um novo fogo sagrado era aceso, com elel se acendiam todos os demais fogos do vilarejo para queimar durante todo o inverno, o objetivo era levar luz através do tempo escuro do ano.

Desta vez, vamos focar na literatura.  Bem, na literatura, o que o halloween nos inspira? Sustos, brincadeiras e … Terror!  Assim como nas ruas americanas. E quem melhor para despertar todos nossos medos e anseios se não dois dos grandes autores.  São eles Edgar Allan Poe e Stephen King.

Poe foi um grande mestre da literatura gótica enquanto King é efetivamente o “rei” do horror.  Poe foi um grande poeta e suas obras repercutem até hoje.  Além disto, é visto como o mago dos contos de terror.  King nos brinda – até hoje – com personagens carregados de força maligna.  Quem vai querer “topar” com o xerife possuído Collie Entragian do livro “desperation” (Desespero).  Pior! E se “der de cara” com Carrie White – protagonista do livro “Carrie” (Carrie, A Estranha)? A garota, que possui o poder da telecinese, mata muita gente e inclusive (SPOILER) ………………. sua mãe.

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Poe nos agraciou com o detetive (que não era detetive) Auguste Dupin.  Provavelmente Dupin foi a inspiração para Sir Arthur Conan Doyle criar o sensacional Sherlock Holmes.  Dupin apareceu (e nos impressionou) pela primeira vez no livro “The Murders in the Rue Morgue” (Os Assassinatos da Rua Morgue) em 1841.

Curiosidade: Doyle publicou o primeiro romance com S.Holmes entre 1887 e 1888.

King garante que tenhamos temor (medo, mesmo) em todas as páginas de seus livros.  Já imaginou um “bate-papo” fortuito com Parcimonioso (It) que assume, na maioria das vezes, a forma de um palhaço.

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Se em tempos atrás a festa das bruxas era comemorada com o costume de acenderem-se fogueiras no topo das colinas, os chamados hallowe’en fires (os “fogos de hallowe’en”). Estes fogos, em honra dos familiares já falecidos, serviam para purificar as pessoas e a terra, de modo a afastar os demónios, que eram mais fortes nesta altura do ano. Hoje, é tempo de “trick-or-treat” (doces ou travessuras).

Curiosidade: No século XVI, um dos hábitos mais característicos envolvia crianças, que iam de casa em casa cantando rimas ou dizendo orações para as almas dos mortos. Em troca, elas recebiam bolos de boa sorte que representavam o espírito de uma pessoa que havia sido liberada do purgatório.  O outro, foi a adequação dos fogos de hallowe’em. Após a implantação do cristianismo nas antigas terras celtas, as fogueiras tornaram-se mais populares – mas com outro sentido. Elas eram usadas na queima do joio (que celebrava o fim da colheita), como símbolo do rumo a ser seguido pelas almas cristãs no purgatório ou para repelir a bruxaria e a peste negra.  Desta forma, o dia começou a ser “ligado” às bruxas.

O Halloween é, a seguir ao Natal, a festividade mais lucrativa nos Estados Unidos da América. Só em doces, estima-se que o evento, celebrado com paradas e grandes eventos públicos dos quais os mais novos são os principais entusiastas, renda cerca de 1,5 milhões de euros todos os anos.

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Foi nos Estados Unidos que a festa se tornou marcante.  Foi lá que a abóbora passou a ser sinônimo de Halloween. No Reino Unido, o legume mais “entalhado” ou esculpido era o turnip, um tipo de nabo.  Uma lenda sobre um ferreiro chamado Jack que conseguiu ser mais esperto do que o diabo e vagava como um morto-vivo deu origem às luminárias feitas com abóboras que se tornaram o principal símbolo do Halloween americano. A tradição moderna de “doces ou travessuras” também é americana. Há indícios disso em brincadeiras medievais que usavam repolhos, mas pregar peças tornou-se um hábito nessa época do ano entre os americanos a partir dos anos 1920.

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Agora, a tradição mais popular do Halloween, de usar fantasias e pregar sustos, não tem qualquer relação com os doces.  Ela veio após a transmissão pelo rádio de uma adaptação do livro Guerra dos Mundos, do escritor inglês H.G. Wells, que gerou uma grande confusão quando foi ao ar, em 30 de outubro de 1938.  Ao concluí-la, o ator e diretor americano Orson Wells deixou de lado seu personagem para dizer aos ouvintes que tudo não passava de uma pegadinha de Halloween e comparou seu papel ao ato de se vestir com um lençol para imitar um fantasma e dar um susto nas pessoas.  Mas a esta altura, muitos já pensavam que, assim como no livro, a terra estava realmente sendo invadida por marcianos.

Mais uma curiosidade: Por aqui (no Brasil), desde 2003, também se celebra nesta mesma data o “Dia do Saci”, fruto de um projeto de lei (consta do projeto de lei federal nº 2.762) que buscava resgatar figuras do folclore brasileiro, em contraposição ao Dia das Bruxas.  Desculpem-me pela descrença, mas alguém se lembrava?

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Mas, sem entrar na onda de consumismo e buscar um recolhimento a sua casa, como e, também, aproveitar a semana para enriquecer seus conhecimentos com leitura de ótima nível, veja as obras destes dois autores.  Que tal ler o poema de Edgar Alan Poe “The Raven” (O Corvo) traduzido por Fernando Pessoa ou Machado de Assis.  Sim!! Ou ler “The Shining” (O Iluminado) de Stephen King?

Depois, você pode completar vendo adaptações filmográficas destes livros.

Ufa! Depois de muitos sustos e calafrios, terminamos. Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: La cultura del Halloween.

¡Hola a todos! Puede parecer que es “llover en el mojado”, pero no hay como – en este período del año – no hablar de un fenómeno cronológico. Así, en este glorioso día (y en los momentos futuros en que usted lea este post) el PHANTASTICUS va a explorar un poco del conocido día de las brujas – el HALLOWEEN.

El blog ya escribió – directamente sobre la fecha – por dos veces. Así, si desea recordar siguen los enlaces para lectura:

Si quieres, revisa el post (basta pegar en tu navegador):

jotacortizo.wordpress.com/2015/11/01/a-importancia-dos-celtas-para-a-litfan-la-importancia-de-los-celtas-a-litfan/

jotacortizo.wordpress.com/2016/10/30/e-halloween-e-terror-e-pavor/

 

Ya hablamos del origen del nombre: Halloween tiene sus raíces no en la cultura americana, sino en el Reino Unido. Su nombre deriva de “All Hallows ‘Eve”. “Hallow” es un término antiguo para “santo”, y “eve” es lo mismo que “víspera”. El término designaba, hasta el siglo 16, la noche anterior al Día de Todos los Santos (que era, hasta mediados del siglo VIII cuando el papa Gregorio III cambió la fecha, el día 13 de mayo, la fecha del festival romano de los muertos) celebrado el 1 de noviembre.

(…) Ya hemos hablado de lo que él representaba (en la antigüedad): Celebrado el 31 de octubre, representa el fin y el comienzo del año. Samhain es conocido como Halloween y es la “Noche Sagrada”, que marca el principio de la parte oscura del hombre, año con la proximidad del invierno (en el hemisferio norte), que simboliza el fin de la cosecha. Este ritual está dedicado a los ancestros, a Morrighan, Dagda y Manannán Mac Lir. Samhain significa “sin luz” o “fin del verano”, la noche en que el mundo se sumerge en la total oscuridad del alma, preparándonos para la llegada de las noches frías. En la Irlanda antigua, cada año, un nuevo fuego sagrado se encendía, con elel se encendían todos los demás fuegos de la aldea para quemar durante todo el invierno, el objetivo era llevar luz a través del tiempo oscuro del año.

Esta vez, vamos a enfocar en la literatura. Bueno, en la literatura, ¿lo que el halloween nos inspira? ¡Sustos, bromas y … ¡Terror! Así como en las calles estadounidenses. Y quien mejor para despertar todos nuestros miedos y anhelos si no dos de los grandes autores. Son Edgar Allan Poe y Stephen King.

Poe fue un gran maestro de la literatura gótica mientras King es efectivamente el “rey” del horror. Poe fue un gran poeta y sus obras repercuten hasta hoy. Además, es visto como el mago de los cuentos de terror. King nos brinda – hasta hoy – con personajes cargados de fuerza maligna. ¿Quién va a querer “topar” con el sheriff poseído Collie Entragian del libro “desperación” (Desesperación)? ¡Peor! ¿Y si “de cara” con Carrie White – protagonista del libro “Carrie” (Carrie, La extraña)? La chica, que posee el poder de la telecinese, mata a mucha gente e incluso (SPOILER) ………………. su madre.

Poe nos agració con el detective (que no era detective) Auguste Dupin. Dupin fue la inspiración para Sir Arthur Conan Doyle crear el sensacional Sherlock Holmes. Dupin apareció (y nos impresionó) por primera vez en el libro “The Murders in the Rue Morgue” en 1841.

Curiosidad: Doyle publicó la primera novela con S.Holmes entre 1887 y 1888.

King asegura que tengamos temor (miedo, incluso) en todas las páginas de sus libros. Ya imaginó una “charla” fortuita con Parcimonioso (It) que asume, la mayoría de las veces, la forma de un payaso.

Si en tiempos atrás la fiesta de las brujas era conmemorada con la costumbre de encenderse fogatas en la cima de las colinas, los llamados hallowe’en fires (los “fuegos de hallowe’en”). Estos fuegos, en honor de los familiares ya fallecidos, servían para purificar a las personas ya la tierra, para apartar a los demonios, que eran más fuertes en esta época del año. Hoy, es tiempo de “trick-or-treat” (dulces o travesuras).

Curiosidad: En el siglo XVI, uno de los hábitos más característicos implicaba a niños, que iban de casa en casa cantando rimas o diciendo oraciones para las almas de los muertos. A cambio, recibían tortas de buena suerte que representaban el espíritu de una persona que había sido liberada del purgatorio. El otro, fue la adecuación de los fuegos de hallowe’em. Después de la implantación del cristianismo en las antiguas tierras celtas, las hogueras se volvieron más populares, pero con otro sentido. Ellas eran usadas en la quema de la cizaña (que celebraba el fin de la cosecha), como símbolo del rumbo a seguir por las almas cristianas en el purgatorio o para repeler la brujería y la peste negra. De esta forma, el día comenzó a ser “ligado” a las brujas.

Halloween es, después de Navidad, la festividad más lucrativa en los Estados Unidos de América. Sólo en dulces, se estima que el evento, celebrado con paradas y grandes eventos públicos de los que los más jóvenes son los principales entusiastas, renta cerca de 1,5 millones de euros cada año.

Fue en los Estados Unidos que la fiesta se hizo marcada. Fue allí que la calabaza pasó a ser sinónimo de Halloween. En el Reino Unido, la legumbre más “tallada” o esculpido era el turnip, un tipo de nabo. Una leyenda sobre un herrero llamado Jack que consiguió ser más inteligente que el diablo y vagaba como un muerto vivo dio origen a las luminarias hechas con calabazas que se convirtieron en el principal símbolo de Halloween americano. La tradición moderna de “dulces o travesuras” también es americana. Hay indicios de ello en juegos medievales que usaban repollos, pero clavar piezas se convirtió en un hábito en esa época del año entre los estadounidenses a partir de los años 1920.

Ahora, la tradición más popular de Halloween, de usar fantasías y predicar sustos, no tiene ninguna relación con los dulces. La película se estrenó el 30 de octubre de 1938. Después de la transmisión por radio de una adaptación del libro Guerra de los Mundos, del escritor inglés HG Wells, que generó una gran confusión cuando fue al aire el 30 de octubre de 1938. Al concluirla, el actor y director estadounidense Orson Wells dejó de lado a su personaje para decir a los oyentes que todo no pasaba de una cinta de Halloween y comparó su papel al acto de vestirse con una sábana para imitar un fantasma y dar un susto en las personas. Pero a esta altura, muchos ya pensaban que, así como en el libro, la tierra estaba realmente siendo invadida por marcianos.

Más una curiosidad: Por aquí (en Brasil), desde 2003, también se celebra en esta misma fecha el “Día del Saci”, fruto de un proyecto de ley (consta del proyecto de ley federal nº 2.762) que buscaba rescatar figuras del folclore brasileño, en contraposición a Halloween. ¿Me disculpo por la incredulidad, pero alguien se acordaba?

Pero, sin entrar en la ola de consumismo y buscar un recogimiento a su casa, como y, también, aprovechar la semana para enriquecer sus conocimientos con lectura de óptimo nivel, vea las obras de estos dos autores. Que tal leer el poema de Edgar Alan Poe “The Raven” (El cuervo) traducido por Fernando Pessoa o Machado de Assis. ¡¡Sí!! ¿O lee “The Shining” (El Iluminado) de Stephen King?

Después, usted puede completar viendo adaptaciones filmográficas de estos libros.

¡Uf! Después de muchos sustos y escalofríos, terminamos. ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

doseliteraria.com.br/2016/10/semana-de-halloween-edgar-allan-poe.html

observador.pt/especiais/verdadeira-historia-halloween/

super.abril.com.br/blog/turma-do-fundao/semana-halloween-8211-5-personagens-mais-assustadores-de-stephen-king/

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edu.glogster.com/library/proxy?url=http%3A%2F%2Fd28hgpri8am2if.cloudfront.net%2Fbook_images%2Fcvr9781476759685_9781476759685_hr.jpg

ranchdivaoutfitters.com/wp-content/uploads/2018/08/graveyard-google-search-graveyard-ideas-pinterest-concept-of-halloween-graveyard-decorations-of-halloween-graveyard-decorations.jpg

zocalopublicsquare.org/wp-content/uploads/2014/10/Mug-Shot-1.jpg

bbc.com/portuguese/curiosidades-41778799

revista.huddies.com.br/wp-content/uploads/2016/10/NW-88448_01.jpg

eapoe.org/papers/misc1921/tplgib01.jpg

cdna.artstation.com/p/assets/images/images/009/360/872/large/luca-lonardi-cover-it-nologo.jpg?1518543299

sitessimples.xyz/Imagens/stephen/StephenKing.jpg

literaturerun.files.wordpress.com/2015/03/dupinholmes.jpg

i2.wp.com/inglestreinando.com/wp-content/uploads/2017/10/O-Halloween-nos-Estados-Unidos-decora%C3%A7%C3%A3o..jpg?resize=800%2C403

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Clássicos VII – Vinte mil léguas de aventuras

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Clássicos VII – Vinte mil léguas de aventuras.

Olá! O PHANTASTICUS segue dando sequência ao objetivo de valorização dos clássicos da literatura de fantasia/aventura e neste post, escolhemos um dos pais da ficção.  O homem que é um dos maiores escritores de todos os tempos e um grande visionário.  Com vocês, na sétima edição de “Clássicos do PHANTASTICUS” temos: “Vingt mille lieues sous les mers” (Vinte mil léguas submarinas), do gênio Jules Gabriel Verne, conhecido nos países de língua portuguesa por Júlio Verne.

Como a grande maioria das obras de Júlio Verne, esta é baseada nos conhecimentos da época em que foi escrita (meados do século XIX), em conjunto, claro, com a rica e vasta imaginação de Verne.  Relembre alguns posts do blog sobre o escritor.

//jotacortizo.wordpress.com/2018/04/21/a-paternidade-da-ficcao-cientifica-paternidade-compartilhada/

//jotacortizo.wordpress.com/2016/06/26/as-viagens-extraordinarias-e-fantasticas-de-j-verne/

//jotacortizo.wordpress.com/2015/02/05/julio-verne-e-o-nascimento-da-ficcao-cientifica/

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No clássico escolhido, Verne concebe um submarino, o Náutilus, completamente autônomo do meio terrestre, movido somente a eletricidade. O engenheiro e dono de tal feito, é o capitão Nemo, que, com sua tripulação, cortou qualquer relação com as nações e com a humanidade. Vivem somente do que o mar lhes dá – a comida, a matéria prima que necessitam para a produção de eletricidade, tudo vem do mar.

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Mas a humanidade, não conhecendo a existência desta obra prima de engenharia que o capitão Nemo criou em segredo, e, quando este, com ou sem intenção, começou a provocar desastres em navios e embarcações, o mundo começou a temê-lo, julgando-o um monstro marinho, um narval gigante, começando assim a caça à quimera.

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Curiosidade: O narval é uma baleia dentada de tamanho médio e o animal com os maiores caninos.  Os machos narval são distinguidos por uma, e reta, presa longa helicoidal, que na verdade é um canino superior esquerdo alongado.

No livro, o Professor Aronnax, naturalista francês, Conseil, seu criado, e Ned Land, arpoador exímio de nacionalidade canadense, partem no navio “Abraham Lincoln” da marinha norte-americana, juntamente com toda a sua tripulação, com o intuito de caçar e livrar os mares de tal aberração.

No contato com o monstro, o “Abraham Lincoln” é danificado até ao ponto de não poder prosseguir viagem. Aronnax, Conseil e Ned Land são atirados ao mar onde são recolhidos pelo submarino, e assim feitos prisioneiros, mas com a liberdade de poderem andar à vontade neste navio que navega abaixo do nível do mar.

Ao longo da viagem, eles são revelados muitos segredos, e conhecem vários locais, incluindo a mítica Atlântida, as ilhas da Polinésia, o Mar Vermelho, às margens do Extremo Oriente, o Mediterrâneo, etc. Utilizando seu personagem Aronnax, Verne aponta várias invenções possíveis: escafandro para mergulho, fuzis de balas elétricas, máquinas para produzir ar respirável, etc.  Uma característica que torna o romance muito interessante é a descrição meticulosa das paisagens submarinas que são visitadas, bem como a descrição quase enciclopédica de uma infinidade de seres marinhos.  Há também uma descrição meticulosa das percepções e intenções dos personagens ao longo da história. Como, por exemplo, que o arpoador Ned Land é a favor de escapar do submarino.

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Depois de uma grande derrota e de vários eventos relativos a vida a bordo do Nautilus, durante o qual é perseguido e atacado várias vezes por navios de guerra, o capitão Nemo, em uma depressão forte, se isola de seus “convidados”.  Nos capítulos finais, os prisioneiros decidem escapar. Essa tentativa de fuga coincide com momentos de muita agitação no navio, durante os quais os tripulantes são ouvidos repetindo diversas vezes a palavra “Maelstrom”.

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Curiosidade: Maelstrom, moskoëstrom, mælstrøm, mailström ou também moskstraumen é um grande turbilhão de água.  Um grande redemoinho no mar.

A fuga ocorre de maneira arrojada e eles perdem a consciência durante o turbilhão. No final, eles estão sãos e salvos na costa norueguesa, onde são resgatados.

Durante vários meses, o Náutilus percorreu dezenas de milhares de quilómetros sob as águas, passando por variadíssimos lugares e peripécias. O título do livro se refere a essa distância, usando a unidade arcaica “légua”.

Curiosidade: 20.000 léguas são equivalentes a 96.560 quilômetros.

O livro de Verne teve várias adaptações – para cinema e TV.  Uma das que mais me agradou foi a de 1954.  Na direção de Richard Fleischer e tendo Kirk Douglas como Ned Land, James Mason como Capitão Nemo e Paul Lukas como Pierre Aronnax.  Em 1997 estrelou uma outra adaptação, tendo como diretor Michael Anderson e como protagonistas Richard Crenna, Ben Cross, Julie Cox e Paul Gross.

Nota: Tenho que confessar que nenhuma chegou aos pés do livro.

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E para fechar o post, uma das frases de nosso escritor: “Tudo que um homem pode imaginar outros homens poderão realizar”.

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Bem, terminamos! Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Clásicos VII – Veinte mil leguas de aventuras.

¡Hola! El PHANTASTICUS sigue dando secuencia al objetivo de valorización de los clásicos de la literatura de fantasía / aventura y en este post, elegimos uno de los padres de la ficción. El hombre que es uno de los mayores escritores de todos los tiempos y un gran visionario. Con ustedes, en la séptima edición de “Clásicos phantasticus” nosotros “Vingt mille lieues sous les mers” (Veinte mil leguas de viaje submarino), el genio Jules Gabriel Verne, conocido en los países de habla portuguesa de Julio Verne.

Como la gran mayoría de las obras de Julio Verne, esta está basada en los conocimientos de la época en que fue escrita (mediados del siglo XIX), en conjunto, claro, con la rica y vasta imaginación de Verne. Recuerde algunos posts del blog sobre el escritor.

//jotacortizo.wordpress.com/2018/04/21/a-paternidade-da-ficcao-cientifica-paternidade-compartilhada/

//jotacortizo.wordpress.com/2016/06/26/as-viagens-extraordinarias-e-fantasticas-de-j-verne/

//jotacortizo.wordpress.com/2015/02/05/julio-verne-e-o-nascimento-da-ficcao-cientifica/

En el clásico elegido, Verne concibe un submarino, el Náutilus, completamente autónomo del medio terrestre, movido solamente la electricidad. El ingeniero y dueño de tal hecho, es el capitán Nemo, que, con su tripulación, cortó cualquier relación con las naciones y con la humanidad. Viven solamente de lo que el mar les da – la comida, la materia prima que necesitan para la producción de electricidad, todo viene del mar.

Pero la humanidad, no conociendo la existencia de esta obra maestra de ingeniería que el capitán Nemo creó en secreto, y cuando éste, con o sin intención, comenzó a provocar desastres en barcos y embarcaciones, el mundo empezó a temerlo, un monstruo marino, un narval gigante, empezando así la caza a la quimera.

Curiosidad: El narval es una ballena dentada de tamaño mediano y el animal con los mayores caninos. Los machos narval son distinguidos por una, y recta, presa larga helicoidal, que en realidad es un canino superior izquierdo alargado.

En el libro, el profesor Aronnax, naturalista francés, Conseil, su criado, y Ned Land, arpoador eximio de nacionalidad canadiense, parten en el barco “Abraham Lincoln” de la marina norteamericana, junto con toda su tripulación, con el propósito de cazar y librar los mares de tal aberración.

En el contacto con el monstruo, el “Abraham Lincoln” es dañado hasta el punto de no poder proseguir viaje. Aronnax, Conseil y Ned Land son arrojados al mar donde son recogidos por el submarino, y así hechos prisioneros, pero con la libertad de poder caminar a voluntad en este barco que navega bajo el nivel del mar.

A lo largo del viaje, se revelan muchos secretos, y conocen varios lugares, incluyendo la mítica Atlántida, las islas de Polinesia, el Mar Rojo, a orillas del Extremo Oriente, el Mediterráneo, etc. Utilizando su personaje Aronnax, Verne apunta varias invenciones posibles: escafandro para buceo, fusiles de balas eléctricas, máquinas para producir aire respirable, etc. Una característica que hace la novela muy interesante es la descripción meticulosa de los paisajes submarinos que se visitan, así como la descripción casi enciclopédica de una infinidad de seres marinos. Hay también una descripción meticulosa de las percepciones e intenciones de los personajes a lo largo de la historia. Como, por ejemplo, que el arpoador Ned Land está a favor de escapar del submarino.

Después de una gran derrota y de varios eventos relativos a la vida a bordo del Nautilus, durante el cual es perseguido y atacado varias veces por barcos de guerra, el capitán Nemo, en una depresión fuerte, se aísla de sus “invitados”. los prisioneros deciden escapar. Este intento de fuga coincide con momentos de mucha agitación en el barco, durante los cuales los tripulantes son oídos repitiendo varias veces la palabra “Maelstrom”.

Curiosidad: Maelstrom, moskoëstrom, mælstrøm, mailström o también moskstraumen es un gran torbellino de agua. Un gran remolino en el mar.

La fuga ocurre de manera arrojada y ellos pierden la conciencia durante el torbellino. Al final, ellos están sanos y salvos en la costa noruega, donde son rescatados.

Durante varios meses, el Náutilus recorrió decenas de miles de kilómetros bajo las aguas, pasando por variadísimos lugares y peripecias. El título del libro se refiere a esa distancia, usando la unidad arcaica “legua”.

Curiosidad: 20.000 leguas son equivalentes a 96.560 kilómetros.

El libro de Verne tuvo varias adaptaciones – para cine y TV. Una de las que más me gustó fue la de 1954. En la dirección de Richard Fleischer y teniendo Kirk Douglas como Ned Land, James Mason como Capitán Nemo y Paul Lukas como Pierre Aronnax. En 1997 protagonizó otra adaptación, teniendo como director a Michael Anderson y como protagonistas Richard Crenna, Ben Cross, Julie Cox y Paul Gross.

Nota: Tengo que confesar que ninguna llegó a los pies del libro.

Y para cerrar el post, una de las frases de nuestro escritor: “Todo lo que un hombre puede imaginar otros hombres podrán realizar”. ¡Bien, terminamos! ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

pt.wikipedia.org/wiki/Vinte_Mil_Léguas_Submarinas

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Tsunami de leitura.

Olá para todos! Hoje o post é mais uma reflexão do que propriamente um comentário sobre um autor ou sobre um livro, ou talvez sobre um tema de fantasia.  Não é, em sua totalidade, um flash sobre a vida de um autor. Hoje o PHANTASTICUS vai falar sobre… eu.  E depois, vamos escolher um autor.

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Há momentos em que precisamos abrir o que pensamos e o que fazemos.  E hoje estou em um daqueles momentos em que isto é necessário.  Neste instante, parei para ver e percebi que estou em várias frentes de leitura.  Por vezes, se parece com um verdadeiro tsunami de livros e páginas.  Vamos lá: Estou relendo toda a série “Harry Potter”, da querida J.K. Rowling; Estou lendo “A Verdadeira História da Ficção Científica” de Adam Roberts, buscando conhecer e entender a evolução da literatura de Sci Fi; Estou lendo “Origem” do ótimo escritor Dan Brown, a quem admiro desde “O Código da Vinci” e “Anjos e Demônios”.  E por último, estou relendo – buscando oportunidades de melhorar o conteúdo – o manuscrito de meu primeiro livro.  Cada vez que faço isto, tento enxergar se vale a pena seguir com este projeto.  O Brasil não é um país de muitos leitores – infelizmente.  E tentando ganhar coragem com este projeto – que é extremamente importante para minha vida – verifiquei, recentemente, indicadores que desencorajam qualquer escritor.

Pesquisa

Na “Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil” realizada em 2015 e publicada em 2016, temos:

Praticamente metade da população alfabetizada no país não lê.  Os três maiores motivos dados como impeditivo para ler foram: Falta de tempo e NÃO GOSTAR DE LER e não ter paciência para ler – somados, chegam a 73%.  O grande rival da leitura de livros é: INTERNET e Redes Sociais.  A leitura, ficou em 10º lugar quando o assunto é “o que gosta de fazer no tempo livre”. Preocupante.

Um número mais preocupante: 74% dos pesquisados, não comprou um livro nos últimos 3 meses. Pior: 30% NUNCA comprou um livro.

E quem compra e lê? Bem, na pesquisa identificou-se que são lidos 4,96 livros por habitante/ano.  É a massa que lê – que passa um pouco de 50% – compensando a que não lê.  Estamos em um momento importante da nossa vida cívica.  As eleições estão muito próximas.  Pergunte-se: Quem, no Brasil, incentiva a leitura? Que candidatx incentiva a leitura?

Segue o link da pesquisa, para quem quiser entrar em mais detalhes: prolivro.org.br/home/images/2016/Pesquisa_Retratos_da_Leitura_no_Brasil_-_2015.pdf

Realizada pelo Ibope por encomenda do Instituto Pró-Livro, entidade mantida pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), a pesquisa ouviu 5.012 pessoas, alfabetizadas ou não, mesma amostra da pesquisa passada. Isso representa, segundo o Ibope, 93% da população brasileira.

A revista “The Economist”, uma das mais importantes do mundo, publicou uma matéria especial sobre o tema em 2006, tendo como base a pesquisa da época. “Brazil – A nation of non-readers” (Brasil – Uma nação de não leitores).  E, para deixar de blá, blá, blá, de lá para cá, pouca coisa mudou.

Em outra pesquisa, o país que mais lê no mundo é a Índia, que ocupa essa distinção desde 2005. Os indianos dedicam, em média, 10 horas e 42 minutos semanais para ler. Os seguintes três postos também são ocupados por países da Ásia: Tailândia, China e Filipinas. Já o quinto é, notavelmente, o Egito. Depois vem a República Tcheca, seguida da Rússia e da Suécia, empatada com a França. Depois vem a Hungria, empatada com a Arábia Saudita. Quanto à América Latina, o país mais leitor é a Venezuela, no 14º lugar. Depois vem Argentina (18º), México (25º) e Brasil (27º) com médias de leitura que rondam menos da metade de tempo que dedicam na Índia.

Market Research World – Índice de Cultura Mundial,

Assim, a frase de Franklin Roosevelt (32º Presidente dos Estados Unidos de 1933 até sua morte em 1945) me inspira a seguir independente das dificuldades e dos obstáculos – “Os únicos limites das nossas realizações de amanhã são as nossas dúvidas e hesitações de hoje.”

Bem, vamos mudar a “prosa”.  Voltando as linhas da ficção, vou fugir um pouco do terror provocado pela pesquisa e seguir com o que todos gostam.  Mas saio, hoje, da LitFan e sigo um pouco a linha do gênero Thriller, aventura, mistério e conspiração.  E vamos falar de Dan Brown, que é um dos meus autores prediletos.  Já li seis de seus livros e concluo o sétimo antes de acabar o mês.  Admiro muito o protagonista de boa parte de seus livros – o simbologista de Harvard, Robert Langdon.  A personagem foi criada como uma ficção de “alter ego” de si mesmo ou “o homem que deseja que poderia ser”. O próprio Brown nasceu a 22 de junho de 1964 em Exeter, New Hampshire, e a personagem fictícia de Langdon, é descrito como tendo nascido em 22 de junho, também em Exeter, e frequentando a mesma escola que Brown fez, a Universidade de Phillips Exeter.

Dan Brown recebeu os prêmios “Indies Choice Book Award for Adult Fiction” (O Código da Vinci – 2004) e “Goodreads Choice Awards” de Melhor Mistério e Thriller (Inferno – 2013).  Em uma entrevista, o escritor disse: “Aprendi: não leia nenhuma crítica. Porque, se você ler os elogios, pode acabar acreditando neles e se tornando preguiçoso. Vai ficar arrogante e achar que sabe tudo. E se você ler as críticas, pode começar a duvidar de si. O ideal é fechar os olhos e escrever o que você gostaria de ler”.

Muitos questionam o autor americano.  Alegam que ele tem uma forma padrão – em alguns casos escrevem/chamam até de fôrma (tal qual uma fôrma de bolo ou pão) de escrever.  Tem gente que ama, tem gente que detesta. Mas são mais de 150 milhões de livros vendidos em todo o mundo.  Assim, é inegável suas qualidades como autor e como seus livros se notabilizam.  Se o formato é sempre fixo, não dá para dizer o mesmo do conteúdo.  É inquestionável, a profundidade de Brown e os detalhes que ele expõe, sobre lugares, história, física, química, etc.  Dan Brown sempre “vai fundo” no assunto a que se propõe em cada livro.  Eu diria que esta “fórmula mágica” funciona muito bem e mantém sempre a leitura agradável e dinâmica.

Acho que vamos chegar ao fim. Esperem!! Vamos concluir com uma frase para lá de importante e fomentadora.

“Os livros não mudam o mundo. Os livros mudam as pessoas. E as pessoas mudam o mundo.” Mario Quintana.

Agora sim! Concluído o post! Que acharam? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. Se preferir, deixe uma sugestão. Nos encontramos no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Tsunami de lectura.

¡Hola para todos! Hoy el post es más una reflexión que propiamente un comentario sobre un autor o sobre un libro, o tal vez sobre un tema de fantasía. No es, en su totalidad, un flash sobre la vida de un autor. Hoy el PHANTASTICUS va a hablar de … yo. Y después, vamos a elegir un autor.

Hay momentos en que necesitamos abrir lo que pensamos y lo que hacemos. Y hoy estoy en uno de aquellos momentos en que esto es necesario. En este instante, paré para ver y percibí que estoy en varios frentes de lectura. A veces se parece a un verdadero tsunami de libros y páginas. Vamos allá: Estoy releyendo toda la serie “Harry Potter”, de la querida J.K. Rowling; “Estoy leyendo” La Verdadera historia de la ciencia ficción “de Adam Roberts, buscando conocer y entender la evolución de la literatura de Sci Fi; “Estoy leyendo” Origen “del gran escritor Dan Brown, a quien admiro desde” El Código da Vinci “y” Ángeles y Demonios “. Y por último, estoy relando – buscando oportunidades para mejorar el contenido – el manuscrito de mi primer libro. Cada vez que hago esto, intento ver si vale la pena seguir con este proyecto. Brasil no es un país de muchos lectores – por desgracia. Y tratando de ganar coraje con este proyecto – que es extremadamente importante para mi vida – he comprobado recientemente indicadores que desalientan a cualquier escritor. En la “Encuesta Cuadros de la Lectura en Brasil” realizada en 2015 y publicada en 2016, tenemos:

Casi la mitad de la población alfabetizada en el país no lee. Los tres mayores motivos dados como impedimento para leer fueron: Falta de tiempo y NO GUSTAR DE LEER y no tener paciencia para leer – sumados, llegan al 73%. El gran rival de la lectura de libros es: INTERNET y Redes Sociales. La lectura, quedó en el 10º lugar cuando el asunto es “lo que le gusta hacer en el tiempo libre”. Preocupante.

Un número más preocupante: el 74% de los encuestados, no compró un libro en los últimos 3 meses. Lo peor: 30% NUNCA compró un libro.

¿Y quién compra y lee? Bueno, en la investigación se identificó que se leen 4,96 libros por habitante / año. Es la masa que lee – que pasa un poco del 50% – compensando la que no lee. Estamos en un momento importante de nuestra vida cívica. Las elecciones están muy cerca. Pregúntese: ¿Quién, en Brasil, alienta la lectura? ¿Qué candidatx alienta la lectura?

Siga el enlace de la búsqueda de aquellos que quieren entrar en más detalles: prolivro.org.br/home/images/2016/Pesquisa_Retratos_da_Leitura_no_Brasil_-_2015.pdf

En el caso de que se produzca un cambio en la calidad de vida de las personas que viven con el VIH / SIDA, o no, la misma muestra de la investigación pasada. Esto representa, según el Ibope, el 93% de la población brasileña.

La revista “The Economist”, una de las más importantes del mundo, publicó una materia especial sobre el tema en 2006, teniendo como base la investigación de la época. “Brasil – La nación de no-lectores (Argentina – Una nación de no lectores). Y, para dejar de bla, bla, bla, de allá para allá, poca cosa cambió.

En otra investigación, el país que más lee en el mundo es la India, que ocupa esa distinción desde 2005. Los indios dedican, en promedio, 10 horas y 42 minutos semanales para leer. Los siguientes tres puestos también son ocupados por países de Asia: Tailandia, China y Filipinas. El quinto es, notablemente, Egipto. Después viene la República Checa, seguida de Rusia y Suecia, empatada con Francia. Después viene Hungría, empatada con Arabia Saudita. En cuanto a América Latina, el país más lector es Venezuela, en el 14º lugar. Después viene Argentina (18º), México (25º) y Brasil (27º) con promedios de lectura que rondan menos de la mitad de tiempo que dedican en la India.

Market Research World – Índice de Cultura Mundial,

Así, la frase de Franklin Roosevelt (32º presidente de los Estados Unidos de 1933 hasta su muerte en 1945) me inspira a seguir independientemente de las dificultades y los obstáculos – “Los únicos límites de nuestras realizaciones de mañana son nuestras dudas y vacilaciones de hoy. ”

Bueno, vamos a cambiar la “prosa”. Volviendo las líneas de la ficción, voy a huir un poco del terror provocado por la investigación y seguir con lo que a todos les gusta. Pero salgo, hoy, de la LitFan y sigo un poco la línea del género Thriller, aventura, misterio y conspiración. Y vamos a hablar de Dan Brown, que es uno de mis autores predilectos. He leído seis de sus libros y concluyo el séptimo antes de terminar el mes. Admiro mucho al protagonista de buena parte de sus libros – el simbólico de Harvard, Robert Langdon. El personaje fue creado como una ficción de “alter ego” de sí mismo o “el hombre que desea que podría ser”. El propio Brown nació el 22 de junio de 1964 en Exeter, New Hampshire, y el personaje ficticio de Langdon, es descrito como nacido el 22 de junio, también en Exeter, y frecuentando la misma escuela que Brown hizo, la Universidad de Phillips Exeter.

Dan Brown recibió los premios “Indies Choice Book Award for Adult Fiction” (El Código Da Vinci – 2004), y de “Goodreads Choice Awards” de Mejor Misterio y Thriller (Inferno – 2013). En una entrevista, el escritor dijo: “Aprendí: no lea ninguna crítica, porque si usted lee los elogios, puede acabar creyendo en ellos y volviéndose perezoso, va a estar arrogante y pensar que lo sabe todo. Y si usted lee las críticas, puede que es una de las más importantes de la historia de la humanidad, que se ha convertido en una de las más antiguas del mundo. Hay gente que ama, hay gente que detesta. Pero son más de 150 millones de libros vendidos en todo el mundo. Así, es innegable sus cualidades como autor y cómo sus libros se notan. Si el formato es siempre fijo, no se puede decir lo mismo del contenido. Es incuestionable, la profundidad de Brown y los detalles que él expone, sobre lugares, historia, física, química, etc. Dan Brown siempre “va profundamente” en el asunto a que se propone en cada libro. Yo diría que esta “fórmula mágica” funciona muy bien y mantiene siempre la lectura agradable y dinámica.

Creo que vamos a llegar al final. ¡¡Espera!! Vamos a concluir con una frase más allá de importante y fomentadora.

“Los libros no cambian el mundo, los libros cambian a la gente, y la gente cambia el mundo.” Mario Quintana.

¡Ahora sí! ¡Concluido el post! ¿Qué creyeron? Aprovecha el blog y lee la cantidad de posts que desea. Y deje su comentario. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Nos encontramos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Langdon

en.wikipedia.org/wiki/Dan_Brown

cultura.estadao.com.br/blogs/babel/44-da-populacao-brasileira-nao-le-e-30-nunca-comprou-um-livro-aponta-pesquisa-retratos-da-leitura/

santosbancarios.com.br/tim.php?src=uploads/images/backup/books.jpg&w=1600

files2.coloribus.com/files/adsarchive/part_1307/13074255/file/bookstore-psychedelic-experience-original-42442.jpg

naocontoofinal.weebly.com/blog/dan-brown-e-tudo-igual

bvl.org.br/quais-sao-os-paises-mais-leitores-do-mundo/

http2.mlstatic.com/kit-livros-dan-brown-edico-econmica-6-livros–D_NQ_NP_752705-MLB28082368391_092018-F.jpg

noticias.gospelmais.com.br/files/2017/10/dan-brown-origem.jpg

vefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2018/05/22/o-ideal-e-fechar-os-olhos-para-as-criticas-diz-dan-brown.htm

Efemérides da Literatura Fantástica

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Efemérides da Literatura Fantástica.

Olá a todos! Hoje o post começa com algo diferente já em seu título.  EFEMÉRIDES da LitFan. E o que é efetivamente isto?

  1. Livro, agenda em que se relacionam os acontecimentos de cada dia; diário.
  2. Obra que registra fatos ocorridos no mesmo dia do ano em diferentes anos.

Simples! Hoje o post vai se dedicar a relembrar os fatos – da literatura fantástica – que ocorreram nos dias da última semana – 16 a 22 de setembro.

The_Hobbit_Cover

Partida

O principal, na minha singela opinião, foi o dia 21 de setembro.  Por quê? Bem, foi em 21 de setembro de 1937 que J. R. R. Tolkien publica “The Hobbit”, que foi aclamado pela crítica, sendo nomeado à Medalha Carnegie e recebendo um prêmio do jornal norte-americano “New York Herald Tribune” de melhor ficção juvenil. O romance se mantém popular com o passar dos anos e é reconhecido como um dos grandes clássicos da literatura de fantasia.

Neste dia, também tivemos o nascimento de dois grandes autores de LitFan.  São eles:  Em 1866 – H. G. Wells, escritor britânico de ficção científica e em 1947 – Stephen King, escritor estado-unidense de suspense.

H G Wells

G. Wells se notabilizou pela publicação de “The Time Machine” (A Máquina do Tempo), um romance com a primeira edição em 1895, a partir do qual se realizaram dois filmes com o mesmo nome. Julga-se ser a primeira obra de ficção científica a propor o conceito da viagem no tempo usando um veículo que permite ao seu operador viajar propositadamente e de forma seletiva – post do PHANTASTICUS em 24/03/2015 você volta no tempo de Wells….jotacortizo.wordpress.com/2015/03/24/h-g-wells-volta-no-tempo-e-muitas-transformacoes-volver-en-el-tiempo-y-muchos-cambios-2/

Stephen King – que nos apavora até hoje – garante muitos arrepios nas suas linhas de ficção de horror/terror.  Obras como “Carrie” (Carrie, a Estranha) publicada em 1974; “The Shining” (O Iluminado) de 1977 e “It” (A Coisa) de 1986 são verdadeiras obras de arte – lembrando que todos já foram adaptados para as telonas do cinema.  No post do PHANTASTICUS em 25/07/2015, você pode encontrar mais informações sobre o gênio e “rei” do horror…. jotacortizo.wordpress.com/2015/07/25/o-genio-do-horror-e-do-medo-stephen-king-el-genio-del-horror-y-el-miedo-stephen-king/

No dia 17 de setembro, nascia Kenneth Elton Kesey, ou apenas Ken Kesey, autor do conhecido romance “One Flew Over the Cuckoo’s Nest” (Voando sobre um Ninho de Cucos) publicado em 1962. Depois o livro passou a ser conhecido e reconhecido por sua adaptação para o cinema – Um Estranho no Ninho.

No dia 19 de setembro tivemos o nascimento de Damon Knight, que além de obras de ficção científica foi coeditor, com Isaac Asimov, da coletânea “The metal smile” (O sorriso de metal) publicada em 1968.

As_Crônicas_de_Gelo_e_Fogo_livros

Já no dia 20 de setembro, do ano de 1948 tivemos o nascimento do grande George R. R. Martin. Ele é, simplesmente, o autor de “A Song of Ice and Fire” (As Crônicas de Gelo e Fogo). A obra que deu origem a brilhante série da HBO “Game of Thrones”. O primeiro livro da série (e que deu o nome da série televisiva) foi publicado em 1996 (mas começou a ser escrito em 1991). GRR Martin foi declarado como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, em 2011, pela revista “TIME”. O blog falou muito sobre a obra de Martin, foram dezenas de post diretos ou indiretos.  Recomendo reler … jotacortizo.wordpress.com/2017/07/15/game-of-thrones-supera-cronicas-de-gelo-e-fogo/, postado em 15 de julho de 2017.  Vale a pena!

Terminamos.  Foi muito bom este exercício de buscar lembranças e memórias, pelos simples “aniversários”.  Abaixo uma frase que reflete muito o que o post de hoje quis trazer.

capa

“Fechar os olhos e lembrar do passado é a maior máquina do tempo e o melhor remédio para o homem.” Laura Andrade Costa.

Concluído o post! Que tal? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. Se preferir, deixe uma sugestão. Nos encontramos no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Efemérides de la Literatura Fantástica.

¡Hola a todos! Hoy el post empieza con algo diferente ya en su título. EFEMÉRIDES de LitFan. ¿Y qué es efectivamente esto?

  1. Libro, agenda en que se relacionan los acontecimientos de cada día; todos los días.
  2. Obra que registra hechos ocurridos el mismo día del año en diferentes años.

¡Simple! Hoy el post se va a dedicar a recordar los hechos – de la literatura fantástica – que ocurrieron en los días de la última semana – 16 a 22 de septiembre.

El principal, en mi sencilla opinión, fue el 21 de septiembre. ¿Por qué? Bueno, fue el 21 de septiembre de 1937 que el Sr. R. Tolkien publica “The Hobbit”, que fue aclamado por la crítica, siendo nombrado a la Medalla Carnegie y recibiendo un premio del diario norteamericano “New York Herald Tribune” de mejor ficción juvenil. La novela se mantiene popular con el paso de los años y es reconocido como uno de los grandes clásicos de la literatura de fantasía.

En este día, también tuvimos el nacimiento de dos grandes autores de LitFan. En 1866 – H. G. Wells, escritor británico de ciencia ficción y en 1947 – Stephen King, escritor estadounidense de suspenso.

  1. G. Wells se destacó por la publicación de “The Time Machine” (La máquina del tiempo), una novela con la primera edición en 1895, a partir del cual se realizaron dos películas con el mismo nombre. Se cree que es la primera obra de ciencia ficción que propone el concepto del viaje en el tiempo usando un vehículo que permite a su operador viajar con propósito y de forma selectiva – post de PHANTASTICUS el 24/03/2015 usted vuelve en el tiempo de Wells .. ..jotacortizo.wordpress.com / 03.24.2015 / HG Wells-vuelta-en-y-tiempo-muchas transformaciones de respaldo en el tiempo y – muchos-Fem-2 /

Stephen King – que nos apasiona hasta hoy – garantiza muchos escalofríos en sus líneas de ficción de horror / terror. Obras como “Carrie” (Carrie, la extraña) publicada en 1974; “The Shining” de 1977 y “It” (La Cosa) de 1986 son verdaderas obras de arte – recordando que todos ya han sido adaptados para las pantallas del cine. En el post del PHANTASTICUS el 25/07/2015, usted puede encontrar más información sobre el genio y el “rey” del horror …. jotacortizo.wordpress.com/2015/07/25/o-genio-do-horror-e -do-miedo-stephen-king-el-genio-del-terror-y El miedo-stephen king /

El 17 de septiembre, nació Kenneth Elton Kesey, o apenas Ken Kesey, autor del conocido romance “One Flew Over the Cuckoo’s Nest” (Volando sobre un Nido de Cucos) publicado en 1962. Después el libro pasó a ser conocido y reconocido por su adaptación al cine – Un extraño en el nido.

El 19 de septiembre tuvimos el nacimiento de Damon Knight, que además de obras de ciencia ficción fue coeditor, con Isaac Asimov, de la colección “The metal smile” (La sonrisa de metal) publicada en 1968.

El 20 de septiembre, del año 1948 tuvimos el nacimiento del gran George R. R. Martin. El es, simplemente, el autor de “A Song of Ice and Fire” (Las Crónicas de Hielo y Fuego). La obra que dio origen a la brillante serie de la HBO “Game of Thrones”. El primer libro de la serie (y que dio el nombre de la serie televisiva) fue publicado en 1996 (pero comenzó a ser escrito en 1991). GRR Martin fue declarado como una de las 100 personas más influyentes del mundo en 2011 por la revista “TIME”. El blog habló mucho sobre la obra de Martin, fueron decenas de post directos o indirectos. Recomiendan releer … jotacortizo.wordpress.com/2017/07/15/game-of-thrones-supera-cronicas-de-gelo-e-fogo/ publicado el 15 de julio de 2017. ¡Vale la pena!

Terminamos. Fue muy bueno este ejercicio de buscar recuerdos y memorias, por los simples “aniversarios”. A continuación, una frase que refleja mucho lo que el post de hoy quise traer.

“Cerrar los ojos y recordar el pasado es la máquina más grande del tiempo y el mejor remedio para el hombre.” Laura Andrade Costa.

¡Concluido el post! ¿Qué tal? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Nos encontramos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

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upload.wikimedia.org/wikipedia/pt/7/72/The_Hobbit_Cover.JPG

pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Efemérides/21_de_setembro

pt.wikipedia.org/wiki/The_Time_Machine_(romance)

abrilveja.files.wordpress.com/2017/11/escritor-h-g-wells.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/H._G._Wells

pt.wikipedia.org/wiki/Stephen_King

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pt.wikipedia.org/wiki/Damon_Knight

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Mais um pouco de criaturas mágicas da Literatura Fantástica

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Mais um pouco de criaturas mágicas da Literatura Fantástica.

Olá!! Como vão todos? Você já teve pesadelos? Acredito que sim.  Afinal, quem não os teve.  Então. hoje o vai explorar um pouquinho mais das criaturas mágicas e fantásticas da nossa LitFan.  E, provavelmente, as que te causam (ou vão te causar) pesadelos.

O PHANTASTICUS já falou sobre muitas esplêndidas e maravilhosas criaturas e seres mágicos da literatura fantástica.  Se vocês quiserem revisitar os posts, vejam abaixo:

Sobre elfos, sereias e centauros no post:

jotacortizo.wordpress.com/2015/05/17/a-literatura-fantastica-e-seus-seres-extraordinarios-laliteratura-fantastica-y-sus-seres-extraordinarios

Sobre elfos (mais uma vez), fadas, goblins, duendes, anões, nixies, ogros e trolls, no post:

jotacortizo.wordpress.com/2015/07/04/as-criaturas-magicas-da-literatura-fantastica-las-criaturas-magicas-de-la-literatura-fantastica/

Hoje, vamos explorar um pouco mais sobre este tema.  Vamos trazer os personagens secundários da grande maioria das histórias, mas de extrema importância para o enredo.

Que tal começarmos com…. os trolls. [você vai dizer: destes o blog já falou e eu: sim, mas vamos trazer mais detalhes].

Troll 3

Vindos do folclore escandinavo, os trolls são vistos como monstros.  Não é uma observação 100% certa!! Apesar de sua aparência grotesca – com narizes e orelhas muito grandes, pele esverdeada (ou amarronzada) e repleta de sinais e verrugas (que dá um aspecto de sujeira) – estas criaturas seriam tranquilas, ordeiras e calmas (e talvez uteis) se não fossem atraídas para o lado “errado”, muito por conta de sua baixa capacidade cognitiva (vamos “traduzir” para conhecimento e capacidade de assimilar) tornando-os presas fáceis de diversos seres com extrema inteligência.

troll 1

Dominado e treinado, transformasse em grande soldado.  Tolkien nos presentou em suas linhas com um grande exército de trolls a serviço de Sauron e Saruman.  Sua enorme força e resistência física, os torna capazes de carregar grandes objetos – tais como pedras de mais de meia tonelada – e arremessá-los contra os inimigos – este é o seu principal mecanismo de defesa.  São seres muito primitivos.  Sua comunicação é através de grunhidos e alguns gestos.  Toda esta ausência de inteligência, torna o troll um ser muito imprevisível.  Existem três tipos de troll: das montanhas, das florestas e dos rios.  O montanhês é o maior e mais feroz. É careca e tem pele cinza-claro. O florestal tem pele verde-clara e, alguns espécimes, uma cabeleira rala, fina e verde ou castanha. O troll fluvial tem pele roxa e é com frequência encontrado sob pontes.

Troll 4

Segundo várias inscrições nórdicas, os trolls tem uma grande fraqueza: a luz do sol.  Quando expostos aos grandes raios de luz solar eles são transformados em pedra.  Assim, são criaturas essencialmente noturnas e evitam lugares muito iluminados. Vivem por mais de mil anos, em cavernas ou grutas subterrâneas, alguns contos dizendo que vivem em bandos e outros que são criaturas extremamente antissociais, são descritos como pais protetores e carinhosos, protegendo a prole com garras e dentes. No geral criariam os filhos do sexo oposto (se a cria for fêmea o pai a cuida, se for macho a mãe a cria).

Troll HP

Na Noruega, eles estão por todos os lados.  Eles fazem parte da cultura norueguesa e, no fundo, são amados pela população. Eles aparecem em placas de sinalização e são vendidos como souvenir por todos os cantos, assim como estão relacionados com vários pontos turísticos do país.

Troll 2

Existe uma formação rochosa na Noruega que se chama Trolltunga — palavra que pode ser traduzida como “língua de troll” — que fica a 700 metros de altura, e a caverna mais extensa do país recebeu o nome de Trollkirka ou “igreja dos trolls”.

Bem, vindo – também – da mitologia nórdica temos a “jormungand”.  Uma mega serpente monstruosa e gigantesca. Era conhecida como “A Serpente do Mundo”, pelo fato de quando ela se enrolava mordendo a própria cauda, podia dar a volta completa no mundo, que no caso era chamado de Midgard, na cosmologia nórdica.

Jorg 3

Era um dos três filhos de Loki, com a giganta Angrboda. O segundo filho, para ser mais preciso. Tem como irmãos o lobo gigante Fenrir, e a rainha do submundo Hel (uma família para lá de peculiar). Podemos dizer que Loki, irmão de Thor e filho de Odin, possui um grande gene para ter filhos destruidores.

Jorg 1

Os últimos mitos nórdicos contavam a história de uma serpente gigante chamada Jormangund, ou “A Serpente de Midgard”. A serpente havia sido jogada do céu por Odin, o principal deus do panteão nórdico, para o mar, temendo seu grande poder (uando já nascidos, Odin raptou os filhos de Thor, jogando-os em diferentes lugares). No mar ela cresceu a um tamanho tão grande que cercou a Terra no equador (aproximadamente 25.000 milhas).  Era tão grande, que a agitação seu corpo criou o tsunami e as tempestades que matam os marinheiros. Acreditava-se que a Serpente de Midgard morreria nas mãos de Thor, o filho de Odin, na batalha final de Ragnarok – nos textos nórdico, as pendências entre Thor e Jormungand serão resolvidas no Ragnarok, a batalha final em que os dois inimigos se enfrentarão e se destruirão mutuamente. Jormungand será morto pelas mãos de Thor, mas, logo em seguida, o deus também cairá morto, envenenado pela serpente.

Jorg 2

Existe um anime/manga com o nome da Serpente, Jormugand é que dirigido por Keitarou Motonaga e, em uma história da Marvel, Thor aparece a levando para uma árvore mística em Asgard. Jormungand, também, faz uma grande participação no game “God of War” e a aparição dela no impressiona a muitos.

E por último, vamos falar da Manticora.

Manticora

São semelhantes às quimeras, com cabeça de homem, três afiadas fileiras de dentes de tubarão e com voz trovejante – e corpo de leão (geralmente, com pelo ruivo), olhos de cores diferentes e cauda de escorpião ou de dragão com a qual pode disparar espinhos venenosos, que matam qualquer ser, exceto o elefante.  A Manticora é originária da mitologia persa, onde era apresentada como um monstro antropófago, o termo que a identifica tem também origem na língua persa: de martiya(homem) e khvar (comer). A palavra foi depois usada pelos gregos, na forma Mantikhoras, que deu origem ao latim Mantichora. A figura passou a ser referida na Europa através dos relatos de Ctésias, de Cnidos, um médico grego da corte do Rei Artaxerxes II, no século IV a.C., nas suas notas sobre a Índia (“Indika”). Esta obra, muito utilizada pelos escritores gregos de História Natural não sobreviveu até à atualidade. Plínio, o Velho incluiu-a na sua História Natural. Mais tarde, o escritor grego Flávio Filóstrato mencionou-a na sua obra Vida de Apolônio de Tiana (livro III, capitulo XLV).  Até hoje, muitas histórias de pessoas desaparecidas na Índia são ligadas às Manticoras, mas que hoje sabemos que, na verdade, os responsáveis pelos desaparecimentos eram os tigres.

Obs.: Vale pela semelhança – uma Mantícora é um ser fantástico semelhante à Esfinge do Egito.

Manticora 2

Uma mantícora aparece em “Percy Jackson e os Olimpianos: A Maldição do Titã” de Rick Riordan. Também pode ser vista no filme “O Mar de Monstros”.  Em “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”, Hermione conta sobre um caso ocorrido em 1296 envolvendo uma manticora – Neste ano, um ser semelhante matou uma pessoa. O ser conseguiu escapar da execução, porque era muito feroz para ser capturado.

Como descrito em “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, de Newt Salamander (obra se J.K.Rowling):  “A manticora é uma besta grega altamente perigosa com a cabeça de um homem. O corpo de um leão e a cauda de um escorpiano. Tão perigoso quanto a quimera (um raro monstro grego com cabeça de leão, corpo de bode e cauda do dragão), e como raro, a manticora tem a reputação de cantarolar suavemente enquanto devora sua presa. A pele da fera repele quase todos os feitiços conhecidos e a picada causa morte instantânea”.

Bem, terminamos! Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Más un poco de criaturas mágicas de la Literatura Fantástica.

¡¡Hola!! ¿Cómo van todos? ¿Has tenido pesadillas? Creo que sí. Después de todo, quien no los tuvo. Entonces. hoy lo vas a explorar un poquito más de las criaturas mágicas y fantásticas de nuestra LitFan. Y, probablemente, las que te causan (o te van a causar) pesadillas.

El PHANTASTICUS ya habló sobre muchas espléndidas y maravillosas criaturas y seres mágicos de la literatura fantástica. Si ustedes quieren revisar los mensajes, vean abajo:

Sobre los elfos, sirenas y centauros en el post:

jotacortizo.wordpress.com/2015/05/17/a-literatura-fantastica-e-seus-seres-extraordinarios-laliteratura-fantastica-y-sus-seres-extraordinarios

En el caso de los delfos (una vez más), hadas, goblins, duendes, enanos, nixies, ogros y trolls, en el post:

jotacortizo.wordpress.com/2015/07/04/as-criaturas-magicas-da-literatura-fantastica-las-criaturas-magicas-de-la-literatura-fantastica/

Hoy, vamos a explorar un poco más sobre este tema. Vamos a traer a los personajes secundarios de la gran mayoría de las historias, pero de extrema importancia para la trama.

¿Qué tal empezar con …? los trolls. [usted va a decir: de éstos el blog ya habló y yo: sí, pero vamos a traer más detalles].

Vistos del folclore escandinavo, los trolls son vistos como monstruos. No es una observación 100% correcta!! A pesar de su apariencia grotesca – con narices y orejas muy grandes, piel verdosa (o amarronada) y repleta de señales y verrugas (que da un aspecto de suciedad) – estas criaturas serían tranquilas, ordenadas y tranquilas (y tal vez utilices) si no fuesen atraídos hacia el lado “equivocado”, mucho por su baja capacidad cognitiva (vamos a traducir “para el conocimiento y la capacidad de asimilar) haciéndoles presas fáciles de diversos seres con extrema inteligencia. Dominado y entrenado, transformase en gran soldado. Tolkien nos presentó en sus líneas con un gran ejército de trolls al servicio de Sauron y Saruman. Su enorme fuerza y ​​resistencia física, los hace capaces de llevar grandes objetos – tales como piedras de más de media tonelada – y arrojarlos contra los enemigos – este es su principal mecanismo de defensa. Son seres muy primitivos. Su comunicación es a través de gruñidos y algunos gestos. Toda esta ausencia de inteligencia hace que el troll sea muy imprevisible. Hay tres tipos de troll: de las montañas, de los bosques y de los ríos. El montañés es el más grande y más feroz. Es calvo y tiene piel gris claro. El bosque tiene piel verde clara y, algunos especímenes, una cabellera rala, fina y verde o marrón. El troll fluvial tiene piel morada y es frecuentemente encontrado bajo puentes.

Según varias inscripciones nórdicas, los trolls tienen una gran debilidad: la luz del sol. Cuando están expuestos a los grandes rayos de luz solar se transforman en piedra. Así, son criaturas esencialmente nocturnas y evitan lugares muy iluminados. Viven por más de mil años, en cuevas o cuevas subterráneas, algunos cuentos diciendo que viven en bandos y otros que son criaturas extremadamente antisociales, son descritos como padres protectores y cariñosos, protegiendo la prole con garras y dientes. En general crearían a los hijos del sexo opuesto (si la cría es hembra el padre la cuida, si es macho la madre la crea).

En Noruega, están por todas partes. Ellos forman parte de la cultura noruega y, en el fondo, son amados por la población. Ellos aparecen en placas de señalización y se venden como souvenir por todos los rincones, así como están relacionados con varios puntos turísticos del país.

Hay un anime / manga con el nombre de la Serpiente, Jormugand es que dirigido por Keitarou Motonaga y, en una historia de Marvel, Thor aparece llevando a un árbol místico en Asgard. Jormungand, también, hace una gran participación en el juego “God of War” y la aparición de ella no impresiona a muchos.

Hay una formación rocosa en Noruega que se llama Trolltunga – palabra que puede ser traducida como “lengua de troll” – que queda a 700 metros de altura, y la cueva más extensa del país recibió el nombre de Trollkirka o “iglesia de los trolls”.

Bien, venido – también – de la mitología nórdica tenemos la “jormungand”. Una mega serpiente monstruosa y gigantesca. Era conocida como “La Serpiente del Mundo”, por el hecho de que cuando se enrollaba mordiendo la propia cola, podía dar la vuelta completa en el mundo, que en el caso se llamaba Midgard, en la cosmología nórdica.

Era uno de los tres hijos de Loki, con la giganta Angrboda. El segundo hijo, para ser más preciso. Tiene como hermanos el lobo gigante Fenrir, y la reina del submundo Hel (una familia para allá de peculiar). Podemos decir que Loki, hermano de Thor e hijo de Odín, posee un gran gen para tener hijos destructores.

Los últimos mitos nórdicos contaban la historia de una serpiente gigante llamada Jormangund, o “La Serpiente de Midgard”. La serpiente había sido jugada desde el cielo por Odín, el principal dios del panteón nórdico, hacia el mar, temiendo su gran poder (como ya nacidos, Odín raptó a los hijos de Thor, arrojándolos en diferentes lugares). En el mar ella creció a un tamaño tan grande que rodeó la Tierra en el ecuador (aproximadamente 25.000 millas). Era tan grande, que la agitación su cuerpo creó el tsunami y las tempestades que matan a los marineros. Se cree que la Serpiente de Midgard morir en manos de Thor, el hijo de Odín, en la batalla final de Ragnarok – en los textos nórdicos, las pendencias entre Thor y Jormungand serán resueltas en el Ragnarok, la batalla final en que los dos enemigos se enfrentarán y se destruirán mutuamente. Jormungand será muerto por las manos de Thor, pero luego el dios también caerá muerto, envenenado por la serpiente.

Y, por último, vamos a hablar de la Manta. Son semejantes a las quimeras, con cabeza de hombre, tres afiladas filas de dientes de tiburón y con voz truena – y cuerpo de león (generalmente, con por el pelirrojo), ojos de colores diferentes y cola de escorpión o de dragón con la que puede disparar espinas venenosas, que matan a cualquier ser, excepto el elefante. El manantial es originario de la mitología persa, donde era presentada como un monstruo antropófago, el término que la identifica tiene también origen en la lengua persa: de martiya (hombre) y khvar (comer). La palabra fue luego usada por los griegos, en la forma Mantikhoras, que dio origen al latín Mantichora. La figura pasó a ser referida en Europa a través de los relatos de Cestasias de Cnidos, un médico griego de la corte del Rey Artajerjes II, en el siglo IV a. C., en sus notas sobre la India (“Indika”). Esta obra, muy utilizada por los escritores griegos de Historia Natural, no ha sobrevivido hasta la actualidad. Plinio, el Viejo la incluyó en su Historia Natural. Más tarde, el escritor griego Flávio Filóstrato la mencionó en su obra Vida de Apolonio de Tiana (libro III, capítulo XLV). Hasta hoy, muchas historias de personas desaparecidas en la India están ligadas a las Manticoras, pero que hoy sabemos que, en realidad, los responsables de las desapariciones eran los tigres.

Obs: Vale por la semejanza – una Mantícora es un ser fantástico semejante a la Esfinge de Egipto. Un guardián aparece en “Percy Jackson y los Olimpianos: La Maldición del Titán” de Rick Riordan. También se puede ver en la película “El Mar de Monstruos”. En “Harry Potter y el Prisionero de Azkaban”, Hermione cuenta sobre un caso ocurrido en 1296 que involucra a un manuscrito – Este año, un ser semejante mató a una persona. El ser consiguió escapar de la ejecución, porque era muy feroz para ser capturado.

Como se describe en “Animales Fantásticos y Donde Habitan”, de Newt Salamander (obra de JKRowling): “El manantial es una bestia griega altamente peligrosa con la cabeza de un hombre (…) El cuerpo de un león y la cola de un escorpiano, tan peligroso como la quimera (un raro monstruo griego con cabeza de león, cuerpo de chivo y cola del dragón), y como raro, el manantial tiene la reputación de cantarolar suavemente mientras que devora su presa. La piel de la fiera repele casi todos los hechizos conocidos y la picadura causa muerte instantánea.

¡Bien, terminamos! ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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tabernadofauno.blogspot.com/2014/11/o-que-sao-trolls.html

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megacurioso.com.br/mito-ou-verdade/89368-afinal-que-historia-e-essa-de-que-existem-trolls-na-noruega.htm

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contatoalucinogeno.blogspot.com/2013/07/ogros-e-trolls.html

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pt.wikipedia.org/wiki/Manticora

criaturasmagicasaqui.blogspot.com/2011/01/criaturas-magicas.html

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Segregação e Dor – Todo o sofrimento nas linhas Octavia Butler

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Segregação e Dor – Todo o sofrimento nas linhas Octavia Butler.

Olá para todos.  Hoje o blog tem duas pautas.

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A primeira, é explorar as linhas da brilhante Octavia Estelle Butler.  Butler foi uma escritora afro-americana consagrada por seus livros de ficção científica feminista e por inserir a questão do preconceito e do racismo em suas histórias.  Nascida em Pasadena, na Califórnia, no ano de 1947.  Neste ano, a escritora teria completado 71 anos se não tivesse sido “levada” tão cedo – no ano de 2006

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Dentre muitos livros, Octavia Butler nos presenteou com “Kindred” (Kindred – Laços de Sangue) publicado em 1979.

A escrita de Butler em “Kindred” é diferente da usual dos livros de ficção.  É um livro diferente. É aquele livro que possui uma aura majestosa, aquele espírito que somente poucas leituras como “Guerra e Paz” ou “Ulisses” possuem.  Os diálogos são o ponto alto da narrativa porque comprovam a diferença de vocabulário e tratamento, entre alguém de 1976 e pessoas de 1816.

Curiosidade: A tradução de Kindred é parentes ou parentesco.

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E com vocês, um pouco de “Kindred”: Em seu vigésimo sexto aniversário, Dana e seu marido estão de mudança para um novo apartamento. Em meio a pilhas de livros e caixas abertas, ela começa a se sentir tonta e cai de joelhos, nauseada. Então, o mundo se despedaça.  Dana repentinamente se encontra à beira de uma floresta, próxima a um rio. Uma criança está se afogando e ela corre para salvá-la. Mas, assim que arrasta o menino para fora da água, vê-se diante do cano de uma antiga espingarda, apontada por Alice, uma das escravas da fazenda. Em um piscar de olhos, ela está de volta a seu novo apartamento, completamente encharcada. É a experiência mais aterrorizante de sua vida… até acontecer de novo. E de novo.  Quanto mais tempo passa no século XIX, numa Maryland pré-Guerra Civil – um lugar perigoso para uma mulher negra –, mais consciente Dana fica de que sua vida pode acabar antes mesmo de ter começado.  Horrorizada, percebe que aquela é a casa dos seus antepassados.

Dana percebe a ligação com Rufus (filho de um fazendeiro), o garoto a quem salvou de se afogar e cada vez que ele está em perigo ela misteriosamente volta ao passado.  Muitas coisas acontecem pelo simples fato de Dana ser negra e Rufus ser branco.  Até que…  Para! Sem spoillers! Kindred, assim, descreve a escravidão de forma honesta: Butler não hesita, por exemplo, em chamar de estupro a relação entre Rufus e Alice. “Eu devia levá uma faca comigo e cortá a garganta daquele maldito”, diz a personagem quando descobre que o dono da fazenda quer ter relações sexuais com ela. O fato de a autora ser negra em um contexto de lutas antirracistas nos Estados Unidos é essencial para este efeito.

Apesar de pintar um quadro realista do sistema escravocrata, Butler não se limita a criticar o passado, e faz questão de apontar como as raízes da escravidão permaneceram intactas até a época em que escrevia, os anos 1970.

Butler abre o romance com uma frase simples e honesta: “Comecei a escrever sobre poder porque era algo que eu tinha muito pouco”. Conhecida como “a grande dama da ficção científica”, Butler foi a primeira autora mulher e negra a ganhar, ainda nos anos 1970, notoriedade no gênero que até hoje é predominantemente masculino – e branco.

IMPORTANTE: Certa vez, Butler escutou de sua tia: “Querida, negros não podem ser escritores”.  Mas ela teimou.  E para nossa alegria nos premiou com livros maravilhosos.  Escreveu 15 livros. Diversos contos e ensaios. Firmou-se como uma grande referência do movimento cultural afro futurista. Ganhou diversos prêmios, entre eles, Hugo Award e Nebula Award.  Além de histórias fantásticas, Octavia Butler deixou, para todos nós, uma trajetória inspiradora.

Que Octavia Estelle Butler sirva de inspiração para todos nós.

A segunda pauta do post de hoje é uma menção “NADA HONROSA” do que ocorreu em nosso país – mais precisamente na cidade do Rio de Janeiro – nesta última semana.

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Anos de descaso, de abandono, de ignorar a importância histórica e cultural se fizeram presentas em um incêndio que consumiu centenas de anos (se não milhares) de história e cerca de 20 milhões de itens.

O Brasil perdeu! Não!! O mundo perdeu! Perdemos o Museu de História Nacional situado na a Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro.  A antiga residência oficial dos Imperadores do Brasil foi-se em algumas horas de muito fogo e pouquíssima água.  Perdemos muito e sentimos que foram calados, para sempre, palavras e cantos indígenas ancestrais, de línguas que não existem mais no mundo. O acervo do local continha gravações de conversas, cantos e rituais de dezenas de sociedades indígenas, muitas feitas durante a década de 1960 em antigos gravadores de rolo e que ainda não haviam sido digitalizadas. Alguns dos registros abordavam línguas já extintas, sem falantes originais ainda vivos.

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Perdemos cerca de 200 indivíduos fossilizados que integravam o que os pesquisadores chamam de “o grupo de Luzia”, em referência ao nome dado ao mais antigo esqueleto já encontrado nas Américas, descoberto em 1974, e com idade aproximada de 11.500 anos.  Luzia era a “joia da coroa” do museu.  Mas a perdemos.

Perdemos 40 esqueletos de índios botocudos, grupo já extinto, datados do período de contato com os portugueses – um material que não existe em nenhum outro museu do mundo.

O abandono se manifestava ao longo de décadas e de diversos governos com N prioridades que não a cultura e a manutenção da história.  O orçamento do museu era menos da metade do destinado pela Câmara dos Deputados – segurem seu queixo – para LAVAR os 83 veículos oficiais.  É verdade!  Enfim, este é o país que vivemos.  Este é o país que TEMOS que mudar. Lembrem-se do Museu e de tantos acontecimentos recentes na hora de votar.  Um povo sábio não permite ser governado por corruptos.  Um povo sábio não se engana com migalhas (ou “bolsas”) ou se arrasta atrás destas.  PENSE!

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LUTO – Sentimento de tristeza profunda por uma perda.  Ou se você preferir: LUTO – “Eu luto” Esforçar-se por vencer um obstáculo, por atingir um fim: lutar por uma causa, lutar por uma posição.  Combater.

A escolha é sua.

Bem, terminamos! Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Segregación y Dolor – Todo el uso en las líneas Octavia Butler.

Hola para todos. Hoy el blog tiene dos pautas. La primera, es explorar las líneas de la brillante Octavia Estelle Butler. Butler fue una escritora afroamericana consagrada por sus libros de ficción científica feminista y por insertar la cuestión del prejuicio y del racismo en sus historias. Nacida en Pasadena, California, en el año 1947. Este año, la escritora habría cumplido 71 años si no hubiera sido “llevada” tan temprano – en el año 2006

Entre muchos libros, Octavia Butler nos regaló con “Kindred” (Kindred – Lazos de Sangre) publicado en 1979.

La escritura de Butler en “Kindred” es diferente de la usual de los libros de ficción. Es un libro diferente. Es aquel libro que posee un aura majestuosa, aquel espíritu que sólo pocas lecturas como “Guerra y Paz” o “Ulises” poseen. Los diálogos son el punto culminante de la narrativa porque comprueban la diferencia de vocabulario y trato, entre alguien de 1976 y personas de 1816.

Curiosidad: La traducción de Kindred es parientes o parentesco.

Y con ustedes, un poco de “Kindred”: En su vigésimo sexto aniversario, Dana y su marido están de mudanza a un nuevo apartamento. En medio de pilas de libros y cajas abiertas, ella comienza a sentirse tonta y cae de rodillas, nauseada. Entonces, el mundo se rompe. Dana repentinamente se encuentra al borde de un bosque, cerca de un río. Un niño se ahoga y ella corre para salvarla. Pero, así que arrastra al niño fuera del agua, se ve delante del cañón de una antigua escopeta, apuntada por Alicia, una de las esclavas de la hacienda. En un abrir y cerrar de ojos, está de vuelta en su nuevo apartamento, completamente empapado. Es la experiencia más aterradora de su vida … hasta que suceda de nuevo. Y de nuevo. Cuanto más tiempo pasa en el siglo XIX, en una Preguerra Civil – un lugar peligroso para una mujer negra-, más consciente Dana queda de que su vida puede acabar antes de haber comenzado. Horrorizada, percibe que esa es la casa de sus antepasados.

Dana percibe la conexión con Rufus (hijo de un granjero), el chico a quien salvó de ahogarse y cada vez que está en peligro ella misteriosamente vuelve al pasado. Muchas cosas suceden por el simple hecho de que Dana sea negra y Rufus ser blanco. Hasta que … ¡Para! ¡Sin spoiler! Kindred, así, describe la esclavitud de forma honesta: Butler no duda, por ejemplo, en llamar de violación la relación entre Rufus y Alice. “Debería llevar un cuchillo conmigo y cortar la garganta de aquel maldito”, dice el personaje cuando descubre que el dueño de la hacienda quiere tener relaciones sexuales con ella. El hecho de que la autora sea negra en un contexto de luchas antirracistas en Estados Unidos es esencial para este efecto.

A pesar de pintar un cuadro realista del sistema esclavócrata, Butler no se limita a criticar el pasado, y apunta a apuntar cómo las raíces de la esclavitud permanecieron intactas hasta la época en que escribía, los años 1970.

Butler abre el romance con una frase simple y honesta: “Empecé a escribir sobre poder porque era algo que yo tenía muy poco”. “La gran dama de la ficción científica”, Butler fue la primera autora mujer y negra que ganó, aún en los años 1970, notoriedad en el género que hasta hoy es predominantemente masculino y blanco.

IMPORTANTE: Una vez, Butler escuchó de su tía: “Querida, negros no pueden ser escritores”. Pero ella teó. Y para nuestra alegría nos premió con libros maravillosos. Escribió 15 libros. Diversos cuentos y ensayos. Se firmó como una gran referencia del movimiento cultural afrofuturista. Ganó varios premios, entre ellos, Hugo Award y Nebula Award. Además de historias fantásticas, Octavia Butler ha dejado, para todos nosotros, una trayectoria inspiradora.

Que Octavia Estelle Butler sirva de inspiración para todos nosotros.

La segunda pauta del post de hoy es una mención “NADA HONROSA” de lo que ocurrió en nuestro país – más precisamente en la ciudad de Río de Janeiro – esta última semana.

Años de descaso, de abandono, de ignorar la importancia histórica y cultural se hicieron presentadas en un incendio que consumió cientos de años (si no miles) de historia y cerca de 20 millones de ítems.

¡Brasil perdió! ¡¡Sin!! ¡El mundo ha perdido! Perdimos el Museo de Historia Nacional situado en la Quinta da Boa Vista, Río de Janeiro. La antigua residencia oficial de los Emperadores de Brasil se fue en algunas horas de mucho fuego y poquísima agua. Perdimos mucho y sentimos que fueron callados, para siempre, palabras y cantos indígenas ancestrales, de lenguas que ya no existen en el mundo. El acervo del lugar contenía grabaciones de conversaciones, cantos y rituales de decenas de sociedades indígenas, muchas realizadas durante la década de 1960 en antiguos grabadores de rollo y que aún no habían sido digitalizadas. Algunos de los registros abordaban lenguas ya extinguidas, sin hablantes originales todavía vivos.

Perdimos cerca de 200 individuos fosilizados que integraban lo que los investigadores llaman “el grupo de Luzia”, ​​en referencia al nombre dado al más antiguo esqueleto ya encontrado en las Américas, descubierto en 1974, y con una edad aproximada de 11.500 años. Lucía era la “joya de la corona” del museo. Pero la perdimos.

Hemos perdido 40 esqueletos Botocudos indios, ahora desaparecido grupo, que data del período de contacto con los portugueses – un material que no existe en ningún otro museo del mundo.

El abandono se manifestaba a lo largo de décadas y de diversos gobiernos con N prioridades que no la cultura y el mantenimiento de la historia. El presupuesto del museo era menos de la mitad de lo destinado por la Cámara de Diputados – agarran su barbilla – para LAVAR a los 83 vehículos oficiales. ¡Es verdad! En fin, este es el país que vivimos. Este es el país que tenemos que cambiar. Recuerden el Museo y de tantos acontecimientos recientes a la hora de votar. Un pueblo sabio no permite ser gobernado por corruptos. Un pueblo sabio no se equivoca con migajas (o “bolsas”) o se arrastra detrás de éstas. ¡PIENSE!

LUTO – Sentimiento de tristeza profunda por una pérdida. O si prefiere:

LUTO – “Yo luto” Esforzarse por vencer un obstáculo, por alcanzar un fin: luchar por una causa, luchar por una posición. Combate.

La elección es suya.

¡Bien, terminamos! ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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A FANTÁSTICA história dos Irmãos Peverell até Harry Potter

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Versão em português: A FANTÁSTICA história dos Irmãos Peverell até Harry Potter.

Olá para todos.  O blog PHANTASTICUS segue um pouco mais no mundo de Harry Potter. Hoje, vamos explorar um pouco mais a história dos incríveis irmãos Peverell.  Já escutou falar deles?  Não!! Afinal em que mundo você está?

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Sem problemas! Vamos fazer um pequeno passeio pela obra de J.K. Rowling e explorar estes irmãos que tanto influenciaram a vida dos personagens da obra “Harry Potter”.  Para começar, você pode (re)ver o post do blog de 03 de setembro de 2016.  Está logo aí embaixo.  Opps!! Atenção: Se por ventura alguém fez uma jornada ao centro da Terra que tenha durado mais de vinte longos anos, cuidado com os eventuais spoilers do post.  Olha o link!

…jotacortizo.wordpress.com/2016/09/03/os-simbolos-da-litfan-e-o-que-eles-realmente-significam/

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Recapitulando, a história dos irmãos é contada no livro “The Tales of Beedle the Bard” (Os Contos de Beedle, o Bardo) existente dentro da obra de Rowling, e que acabou sendo publicado como um “filhote” da série em 2008.

E assim acontece…

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“Certa vez, três irmãos caminhavam por uma estrada tortuosa ao anoitecer. Eles então chegaram a um rio que era grande demais para se contornar e perigoso demais para se atravessar a nado. Sendo os três versados em magia, apenas balançaram suas varinhas e criaram uma ponte. Mas antes que pudessem atravessar, apareceu em seu caminho uma figura encapuzada, que bloqueou a passagem. Era a Morte, que se sentiu traída, pois os viajantes geralmente se afogavam no rio. Mas a Morte era perspicaz, e fingiu parabenizar os três irmãos pelo feito e disse que cada um ganharia um prêmio por conseguir evitá-la.

O irmão mais velho, cujo nome era Antioch Peverell, um homem orgulhoso e combativo, lhe pediu a varinha mais poderosa de toda a existência, e a Morte lhe deu uma varinha feita da árvore de um sabugueiro. A “Elder Wand” (Varinha das varinhas).

Informações importantes: A varinha tinha seu núcleo de pelo de rabo de Testrálio, uma substância poderosa, a técnica para inseri-lo é possível apenas para os grandes bruxos, capazes de encarar a morte. Seu dono poderia ser fraco e, ao estar com a varinha se tornaria poderoso. É passada de bruxo para bruxo, derrotando o antigo possuidor, a varinha tem um ciclo sangrento pela história da magia e recebeu ao longo das gerações vários nomes, tais qual a Varinha da Morte, a Varinha Anciã e a Varinha do Destino.

Já o irmão do meio, de nome Cadmus Peverell, era um homem amoroso, porém muito arrogante, resolveu humilhar a morte ainda mais, e lhe pediu o poder para ressuscitar os entes queridos levados por ela. Então a morte pegou uma pedra na beira do rio e a entregou ao irmão do meio.  Esta passou a ser a “Resurrection Stone” (A Pedra da Ressurreição).  E por último, o irmão mais novo, de nome Ignotus Peverell, que era sábio e humilde, e apenas lhe pediu o poder de fugir daquele lugar sem ser perseguido por ela. Então a Morte, de má vontade, lhe entregou seu próprio capuz. A “Cloak of Invisibility” (Manto de invisibilidade).

Em um primeiro momento, tudo parecia que os irmãos haviam sobrepujado a Morte.  Mas…

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Depois desse acontecimento, os irmãos se separaram. Antioch, o mais velho, foi para um povoado distante, e lá ele acabou com a vida de um bruxo que era seu rival, sem lhe dar o direito de se defender (já que possuía a varinha mais poderosa, era inevitável que vencesse o duelo). Após o evento, ele vai a uma taverna se gabar de que tinha a mais poderosa das varinhas, e à noite enquanto ele dormia, um bruxo a roubou e o matou. E eis que, a Morte levou o primeiro irmão.

Importante: O ladrão, de nome Emerico, o Mal, sabendo desta extraordinária varinha, mata Antíoch e torna-se o novo possuidor da mesma, que lhe é tirada por Egbeto, o Erégioque se tornando este o novo possuidor e assim vai, passando pelas mãos de Godelot, Hereward, Barnabás Deverill, Loxias e se perde, em que a população bruxa não sabe se a Varinha das Varinhas está com Arco ou com Lívio.

Tempos depois, um famoso fabricante de varinhas búlgaro se gaba por ter uma varinha invencível. Seu nome é Gregorovitch. Então, mais tarde, um bruxo chamado Gellert Grindelwald rouba a Varinha das Varinhas de Gregorovitch. Quando Grindelwald conseguiu a Varinha, ficou mais poderoso do que nunca, e apenas Dumbledore poderia derrotá-lo, em um duelo que é lembrado por todas as gerações bruxas. Dumbledore derrota Grindelwald e acaba sendo o novo dono da Varinha das Varinhas.  Durante muito tempo, Dumbledore utiliza esta varinha até que, na hora do seu assassinato, quando Draco Malfoy o desarma, a varinha o reconhece como seu novo possuidor. Ninguém, evidentemente, sabia que esta era a Varinha das Varinhas e tão pouco que ela agora pertencia a Draco Malfoy. Então, Voldemort descobre a existência da varinha das varinhas e a tira do túmulo de Dumbledore. Porém, a varinha não funciona direito e, acreditando que Severo Snape, que matou Dumbledore, fosse o seu legítimo dono, ordena a sua cobra, Nagini, que o mate. Nesse meio tempo, Harry desarma Malfoy e se torna o novo possuidor da Varinha das Varinhas. No duelo final entre Harry e Voldemort, a varinha o reconhece como seu legítimo possuidor, e a maldição lançada por Voldemort ricocheteia nele e o mata. No filme, Harry quebra a varinha para que ninguém se torne o bruxo mais poderoso (na versão do livro, Harry devolve a varinha ao tumulo de Dumbledore).

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Já Cadmus, o irmão do meio, voltou para casa e, com a pedra dada pela Morte, ressuscita a sua mulher amada que morreu antes de desposá-lo. Porém, ele percebe que o mundo dos vivos não era o lugar certo para a jovem, e tira a própria vida na esperança de se juntar a ela. E desta forma, a Morte levou o segundo irmão.

Importante:  É a Relíquia da Morte que Alvo Dumbledore mais desejou em sua juventude. A pedra passou por gerações e gerações da família de Cadmus e acabou chegando às mãos de Servolo Gaunt, avô de Lord Voldemort por parte de mãe (Mérope Gaunt), cravada em um anel. Mais tarde Tom Servolo Riddle a transformou em uma Horcrux, depois de roubá-la de seu tio Morfino Gaunt, provavelmente sem saber do que se tratava.  Dumbledore achou o anel escondido na Casa dos Gaunt, e partiu o anel com a Espada de Gryffindor para destruir a Horcrux. Mas, antes disso, um desejo se apoderou dele e o mago cedeu à vontade de rever seus pais (Percival Dumbledore e Kendra Dumbledore) e sua irmã (Ariana Dumbledore) e pedir desculpas a eles, e, assim, tentar aliviar a culpa e dor que sentia durante toda a sua vida. Esqueceu completamente que o anel carregava uma poderosa maldição, e acabou com sua mão amaldiçoada. Graças à Snape, a maldição pôde ser neutralizada temporariamente, mas Dumbledore descobriu que só tinha mais um ano de vida. Dumbledore usou isso para enganar o Lorde das Trevas, que não fazia ideia que diretor tinha encontrado o anel e arquitetar seu plano com o professor Snape.

Sabendo que os Pomos (a menor e a mais importante bola do Quadribol) têm memórias e lembram-se do toque da primeira pessoa que os toca, para casos de uma captura disputada – todos, incluindo o fabricante, tem de usar luvas ao manusear o pomo até liberar um para cada jogo. Devido a isso um novo pomo deve ser utilizado a cada jogo. No primeiro jogo de Harry Potter, que foi contra a Slytherin (Sonserina), ele pegou o pomo com sua boca durante o ano letivo 1991-1992 – Alvo Dumbledore, após a sua morte, deixou a Harry Potter o primeiro pomo de ouro que ele tinha apanhado.

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Dumbledore colocou uma escrita encantada sobre o pomo que só podia ser lida quando Harry tocasse-o com a boca. Ele dizia: “abro no fecho” (o significado da frase era “abro no fechamento”, pois o pomo de ouro só iria se abrir no final de tudo, e Harry sabia que ele, quem pegou o pomo de ouro, estava prestes a morrer. Ele tomou o pomo e o encostou na boca, dizendo: “Estou prestes a morrer”. Isso é o significado: o pomo só iria se abrir no final de tudo de quem o pegou no jogo de Quadribol.

Sabendo que era o “final” para Harry, o pomo se abriu.  Dumbledore também havia encantado o pomo para segurar a Pedra da Ressurreição dentro dele, e que seria aberto apenas quando Harry aceitasse o fato de que ele precisava se sacrificar para derrotar Lord Voldemort.

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Então a Morte procurou o irmão que restara, o mais novo.  E a busca durou anos e anos, mas ela nunca o encontrou. Quando Ignotus se encontrava numa idade muito avançada, por fim entregou o “Manto da Invisibilidade” para seu filho e finalmente acolheu a Morte como uma velha amiga. E assim, a Morte levou o terceiro irmão.”  O terceiro irmão Peverell foi enterrado em Godric’s Hollow, no mesmo cemitério que a família de Dumbledore. Desde sua morte, o manto ou capa é passada de pai para filho.

Importante: A linhagem de Ignotus seguiu com a capa até “se encontrar” com a família Potter (a família Potter é muito antiga, mas nunca esteve na vanguarda da história da feitiçaria, contentando-se com uma existência sólida e confortável – a família Potter é descendente de Linfred de Stinchcombe, um homem dedicado que viveu no século XII e cujo o apelido era “Potterer”, por perder demasiado tempo a cuidar do jardim. Mas, na verdade, Linfred inventava poções que lhe permitiram economizar algum ouro, que deixou de herança aos sete filhos).  O filho mais velho de Linfred, Hardwin, casou-se com uma linda jovem bruxa chamada Iolanthe Peverell, que veio da vila de Godric’s Hollow. Ela era a neta de Ignoto Peverell. Na falta de herdeiros homens, ela, a mais velha de sua geração, herdou a capa da invisibilidade de seu avô. Iolanthe explicou para Hardwin que era uma tradição em sua família manter a posse da capa em segredo, e seu novo marido respeitou seus desejos. A partir de então, a capa foi passada para o mais velho de cada nova geração.  Vieram muitos descendentes até Fleamont Potter – que quadruplicou a riqueza da família, criando a poção mágica de Sleekeazy Hair Potion (uma Poção Capilar Alisante).  Porém, nenhuma riqueza poderia compensar Fleamont ou sua esposa Euphemia pela sua esterilidade. Tinham a esperança de ter um filho ou uma filha quando, para choque e surpresa do casal, Euphemia descobriu que estava grávida e o seu amado menino, James (na versão do Brasil – Tiago), nasceu.  Fleamont e Euphemia viveram tempo suficiente para ver James casar com Lily Evans, mas não chegaram a conhecer o neto, Harry Potter – tanto Fleamont e Euphemia (que estavam em idade avançada) sucumbiram à varíola de dragão, morrendo com a diferença de dias.

Após longos anos, a capa foi dada – como herança – a James Potter, que por algum motivo, a emprestou para Alvo Dumbledore pouco antes de morrer – embora Dumbledore não precisasse de capas ou feitiços para ficar invisível – e o diretor de Hogwarts “deu” a Capa “de presente” para Harry no seu primeiro Natal na escola.

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Arvore Genealogica

No mundo de HP passamos a saber que Harry James Potter era parente de Tom Marvolo Riddle, mais conhecido como Lord Voldemort. Entendendo: Na árvore genealógica dos dois, há o vínculo direto com os irmãos Peverell.  Voldemort é descendente de Cadmo (o irmão do meio) e Harry é descendente de Ignotus (o irmão mais novo). Assim, eles eram primos distantes – sim, distante, mas eram primos.

Ufa!! Hoje o post foi um pouco mais longo.  Me despeço com uma “senhora” frase de Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore.

“São as nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades.”

Bem, terminamos! Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: La FANTÁSTICA historia de los Hermanos Peverell hasta Harry Potter.

Hola para todos. El blog PHANTASTICUS sigue un poco más en el mundo de Harry Potter. Hoy, vamos a explorar un poco más la historia de los increíbles hermanos Peverell. ¿Has escuchado hablar de ellos? ¡¡Sin!! ¿Después de todo en qué mundo estás?

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¡Sin problemas! Vamos a hacer un pequeño paseo por la obra de J.K. Rowling y explorar estos hermanos que tanto influenciaron la vida de los personajes de la obra “Harry Potter”. Para empezar, usted puede (re) ver el post del blog del 3 de septiembre de 2016. Está justo ahí abajo. ¡¡Opps!! Atención: Si por ventura alguien hizo una jornada al centro de la Tierra que duró más de veinte largos años, cuidado con los eventuales spoilers del post. ¡Mira el enlace!

… jotacortizo.wordpress.com/2016/09/03/os-simbolos-da-litfan-e-o-que-eles-realmente-significam/

La historia de los hermanos se relaciona en el libro “The Tales of Beedle the Bard” (Los Cuentos de Beedle, el Bardo) existente dentro de la obra de Rowling, y que acabó siendo publicado como un “cachorro” de la serie en 2008.

Y así sucede …

“Una vez, tres hermanos caminaban por un camino tortuoso al anochecer. Entonces llegaron a un río que era demasiado grande para rodearse y peligroso para atravesar el nado. Siendo los tres versos en magia, apenas balancearon sus varitas y crearon un puente. Pero antes de que pudieran atravesar, apareció en su camino una figura encapuchada, que bloqueó el paso. Era la Muerte, que se sintió traicionada, pues los viajeros generalmente se ahogaban en el río. Pero la Muerte era perspicaz, y fingió felicitar a los tres hermanos por el hecho y dijo que cada uno ganaría un premio por conseguir evitarla.

El hermano mayor, cuyo nombre era Antioch Peverell, un hombre orgulloso y combativo, le pidió la varita más poderosa de toda la existencia, y la Muerte le dio una varita hecha del árbol de un sable. El “Elder Wand” (Varita de las varillas).

Información importante: La varita tenía su núcleo de pelo de rabo de Testrálio, una sustancia poderosa, la técnica para insertarlo es posible sólo para los grandes brujos, capaces de encarar la muerte. Su dueño podría ser débil y, al estar con la varita se tornaría poderoso. La varita tiene un ciclo sangriento por la historia de la magia y ha recibido a lo largo de las generaciones varios nombres, tales como la Varita de la Muerte, la Varita Anciana y la Varita del Destino.

El hermano del medio, de nombre Cadmus Peverell, era un hombre amoroso, pero muy arrogante, resolvió humillar la muerte aún más, y le pidió el poder para resucitar a los seres queridos llevados por ella. Entonces la muerte cogió una piedra al borde del río y la entregó al hermano del medio. Esta pasó a ser la “Resurrection Stone” (La Piedra de la Resurrección). Y por último, el hermano menor, de nombre Ignotus Peverell, que era sabio y humilde, y sólo le pidió el poder de huir de aquel lugar sin ser perseguido por ella. Entonces la Muerte, de mala voluntad, le entregó su propia capucha. La “Cloak of Invisibility” (Capa de invisibilidad).

En un primer momento, todo parecía que los hermanos habían sobrepasado la Muerte. Pero …

Después de ese acontecimiento, los hermanos se separaron. Antioch, el más viejo, fue a un pueblo distante, y allí él acabó con la vida de un brujo que era su rival, sin darle el derecho de defenderse (ya que poseía la varita más poderosa, era inevitable que vencer el duelo). Después del suceso, él va a una taberna a jactarse de que tenía la más poderosa de las varitas, y por la noche mientras dormía, un brujo la robó y lo mató. Y he aquí, la muerte llevó al primer hermano.

Importante: El ladrón, de nombre Emerico, el Mal, sabiendo de esta extraordinaria varita, mata a Antíoch y se convierte en el nuevo poseedor de la misma, que le es quitada por Egbeto, el Erégioque convirtiéndose en el nuevo poseedor y así va, pasando por las las manos de Godelot, Hereward, Barnabás Deverill, Loxias y se pierde, en que la población bruja no sabe si la Varita de las Varitas está con Arco o con Livio.

Tiempos después, un famoso fabricante de varitas búlgaro se jacta por tener una varita invencible. Su nombre es Gregorovich. Entonces, más tarde, un brujo llamado Gellert Grindelwald roba la Varita de las Varitas de Gregorovitch. Cuando Grindelwald consiguió a Varinha, se hizo más poderoso que nunca, y sólo Dumbledore podría derrotarlo, en un duelo que es recordado por todas las generaciones brujas. Dumbledore derrota a Grindelwald y acaba siendo el nuevo dueño de la Varita de las Varitas. Durante mucho tiempo, Dumbledore utiliza esta varita hasta que, a la hora de su asesinato, cuando Draco Malfoy lo desarma, la varita lo reconoce como su nuevo poseedor. Nadie, evidentemente, sabía que ésta era la Varita de las Varitas y tan poco que ahora pertenecía a Draco Malfoy. Entonces, Voldemort descubre la varita de las varillas y la tira de la tumba de Dumbledore. Pero la varita no funciona bien y, creyendo que Severo Snape, que mató a Dumbledore, fuera su legítimo dueño, ordena su serpiente, Nagini, que lo mate. En ese tiempo, Harry desarma a Malfoy y se convierte en el nuevo poseedor de la Varita de las Varitas. En el duelo final entre Harry y Voldemort, la varita lo reconoce como su legítimo poseedor, y la maldición lanzada por Voldemort rebaja en él y lo mata. En la película, Harry rompe la varita para que nadie se convierta en el brujo más poderoso (en la versión del libro, Harry devuelve la varita a la tumba de Dumbledore).

Ya Cadmus, el hermano del medio, volvió a casa y, con la piedra dada por la Muerte, resucita a su mujer amada que murió antes de desposarlo. Pero él percibe que el mundo de los vivos no era el lugar adecuado para la joven, y quita la propia vida con la esperanza de unirse a ella. Y de esta forma, la Muerte llevó al segundo hermano.

Importante: Es la Reliquia de la Muerte que Dumbledore más deseó en su juventud. La piedra pasó por generaciones y generaciones de la familia de Cadmus y acabó llegando a manos de Servolo Gaunt, abuelo de Lord Voldemort por parte de madre (Mérope Gaunt), clavada en un anillo. Después de robarla de su tío Morfino Gaunt, probablemente sin saber de qué se trataba. Dumbledore encontró el anillo escondido en la Casa de los Gaunt, y partió el anillo con la Espada de Gryffindor para destruir a Horcrux. Pero, antes de eso, un deseo se apoderó de él y el mago cedió a la voluntad de revisar a sus padres (Percival Dumbledore y Kendra Dumbledore) y su hermana (Ariana Dumbledore) y pedir disculpas a ellos, y así intentar aliviar la culpa y el dolor que sentía durante toda su vida. Olvidó completamente que el anillo cargaba una poderosa maldición, y acabó con su mano maldita. Gracias a Snape, la maldición pudo ser neutralizada temporalmente, pero Dumbledore descubrió que sólo tenía un año de vida. Dumbledore usó esto para engañar al Señor de las tinieblas, que no tenía idea de que director había encontrado el anillo y diseñó su plan con el profesor Snape.

Sabiendo que las Palos (la más pequeña y la más importante bola del Quadribol) tienen recuerdos y recuerdan el toque de la primera persona que los toca, para casos de una captura disputada – todos, incluyendo el fabricante, tiene que usar guantes al manipularlo y hasta liberar uno para cada juego. Debido a esto un nuevo pomo debe ser utilizado en cada juego. En el primer juego de Harry Potter, que fue contra la Slytherin (Sonserina), él cogió la pomo con su boca durante el año escolar 1991-1992 – Aldo Dumbledore, después de su muerte, dejó a Harry Potter el primer pomo de oro que él había cogido. Dumbledore colocó una escritura encantada sobre el pomo que sólo podía leerse cuando Harry tocaba con la boca. Él decía: “abro en el cierre” (el significado de la frase era “abro en el cierre”, pues el pomo de oro sólo se abrir al final de todo, y Harry sabía que él, quien cogió la pomo de oro, estaba a punto de que se ha convertido en una de las más antiguas del mundo y que se ha convertido en una de las más antiguas del mundo.

Sabiendo que era el “final” para Harry, el pomo se abrió. Dumbledore también había encantado el pomo para sostener la Piedra de la Resurrección dentro de él, y que sería abierto sólo cuando Harry aceptara el hecho de que él necesitaba sacrificarse para derrotar a Lord Voldemort.

Entonces la Muerte buscó al hermano que quedaba, el más joven. Y la búsqueda duró años y años, pero ella nunca lo encontró. Cuando Ignotus se encontraba a una edad muy avanzada, por fin entregó el “Manto de la Invisibilidad” a su hijo y finalmente acogió a la Muerte como una vieja amiga. Y así, la muerte llevó al tercer hermano. “El tercer hermano Peverell fue enterrado en Godric’s Hollow, en el mismo cementerio que la familia de Dumbledore. Desde su muerte, el manto o capa es pasada de padre a hijo.

Importante: El linaje de Ignotus siguió con la portada hasta “encontrarse” con la familia Potter (la familia Potter es muy antigua, pero nunca estuvo a la vanguardia de la historia de la brujería, contentándose con una existencia sólida y confortable – la familia Potter es descendiente de Linfred de Stinchcombe, un hombre dedicado que vivió en el siglo XII y cuyo apodo era “Potterer”, por perder demasiado tiempo a cuidar del jardín. Pero, en realidad, Linfred inventó pociones que le permitieron ahorrar algún oro, que dejó de herencia a los siete hijos). El hijo mayor de Linfred, Hardwin, se casó con una hermosa joven bruja llamada Iolanthe Peverell, que vino de la aldea de Godric’s Hollow. Ella era la nieta de Ignoto Peverell. En la falta de herederos hombres, ella, la más vieja de su generación, heredó la capa de la invisibilidad de su abuelo. Iolanthe explicó a Hardwin que era una tradición en su familia mantener la posesión de la portada en secreto, y su nuevo marido respetó sus deseos. A partir de entonces, la capa fue pasada al más viejo de cada nueva generación. Vinieron muchos descendientes hasta Fleamont Potter – que cuadruplicó la riqueza de la familia, creando la poción mágica de Sleekeazy Hair Potion (una Poción Capilar Alisante). Sin embargo, ninguna riqueza podría compensar a Fleamont oa su esposa Euphemia por su esterilidad. En el momento en que, para golpear y sorpresa de la pareja, Euphemia descubrió que estaba embarazada y su amado niño, James (en la versión de Brasil – Santiago), nació. Flemón y Euphemia vivieron tiempo suficiente para ver a James casarse con Lily Evans, pero no llegaron a conocer al nieto, Harry Potter – tanto Fleamont y Euphemia (que estaban en edad avanzada) sucumbieron a la viruela de dragón, muriendo con la diferencia de días.

Después de largos años, la portada fue dada -como herencia- a James Potter, que por algún motivo la prestó a Blanco Dumbledore poco antes de morir – aunque Dumbledore no necesitaba tapas o hechizos para quedarse invisible – y el director de Hogwarts “dio “La Capa de regalo” para Harry en su primera Navidad en la escuela.

En el mundo de HP conocemos que Harry James Potter era pariente de Tom Marvolo Riddle, más conocido como Lord Voldemort. Entendiendo: En el árbol genealógico de los dos, hay el vínculo directo con los hermanos Peverell. Voldemort es descendiente de Cadmo (el hermano del medio) y Harry es descendiente de Ignotus (el hermano menor). Así, ellos eran primos distantes – sí, lejos, pero eran primos.

Ufff !! Hoy el post fue un poco más largo. Me despido con una “señora” frase de Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore.

“Son nuestras elecciones que revelan lo que realmente somos, mucho más que nuestras cualidades.”

¡Bien, terminamos! ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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