Game of Thrones supera Crônicas de Gelo e Fogo?

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Game of Thrones supera Crônicas de Gelo e Fogo?

Bem, não é a primeira vez que vou postar algo sobre “A Song of Ice and Fire” (As Crônicas de Gelo e Fogo).  Foram mais de dez posts diretos e alguns sobre temas que envolveram, de alguma forma, os livros de George R R Martin.

George Martin

A história escrita por Martin foi para a TV através do canal de televisão por assinatura norte-americano HBO, de propriedade da Time Warner.  Ganhou notoriedade e premiações – só do Emmy, o principal prêmio da televisão americana, a série foi recordista de indicações em 2016, com 23. “Game of Thrones” ganhou 16 Emmys na noite da 68ª edição do prêmio, tornando-se a série mais vencedora da história desta premiação, com 38 estatuetas acumuladas.  Tem, também, um título insólito: É a série mais pirateada do mundo. Segundo o site de compartilhamento de arquivos TorrentFreak, mais pessoas estão baixando ilegalmente Game of Thrones que qualquer outra série do mundo. Em 2012, os rackers de BitTorrent públicas mostraram que um episódio foi baixado ilegalmente cerca de 4.280.000 vezes. Em 2015, surgiram novos estudos que sugerem que a pirataria da série tinha aumentado em 45% em todo o mundo, em comparação com 2014.  Em 2016 a história se repetiu e “Game of Thrones” sustenta por metade de uma década o título.

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Quanto aos livros, George Martin é hoje um dos grandes vendedores de ficção fantástica de todos os tempos.  Sabe-se que as vendas de seus livros da série (hoje são cinco volumes), impulsionadas pela série da HBO, vendeu nos últimos 12 anos uma média de 86 mil cópias semanais.  Isto representa quase 5 milhões de livros por ano.  Assim, chegamos número de cerca de 56 milhões de unidades no período.  Assombroso.

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Recordar é viver! Para quem quer relembrar alguns dos posts do PHANTASTICUS seguem os links.:

jotacortizo.wordpress.com/2016/05/28/uma-viagem-incrivel-a-westeros-e-outras-terras-criadas-por-george-r-r-martin-un-viaje-increible-a-westeros-y-otras-tierras-creadas-por-george-r-r-martin/

jotacortizo.wordpress.com/2015/04/12/got-game-of-thrones-o-mundo-fantastico-de-westeros-el-fantastico-mundo-de-westeros/

Bem, não tem como não comparar.  Enquanto aguardamos – ansiosamente – “Winds of winter” (“Os Ventos do Inverno”, o sexto livro das crônicas), nos regalamos com a série – que amanhã (16/07/2017) terá estreia mundial de sua sétima temporada.  A série ultrapassou, na história, os acontecimentos dos livros.  Já na quinta temporada a séria começava a decolar com relação aos livros – começaram a surgir diferenças na adaptação e diversos acontecimentos – não mencionados no romance – srugiam.  Por exemplo, nos livros Tyrion – em sua fuga de Porto Real – viaja com Aegon Targaryen, sobrinho de Daenerys.  Já na série, o pequeno estrategista viaja com Varys e depois Sor Jorah.  Isto é pouco.  Sensíveis diferenças foram acontecendo e a série televisa escolheu alguns caminhos diferentes ou antecipação dos livros vindouros.  Um exemplo de antecipação se dá com a morte de Jon Snow – acontecimento relatado no 5º livro e na 5ª temporada.  Existem diferenças – sim, detalhes importantes no livro não seguem na série.  Mas o retorno de Jon na 6ª temporada? Sim! Não temos como balizar as histórias a partir deste momento.

Lady Stoneheart

Outro ponto importante: A ausência (até o momento) de um importante personagem dos livros na série da HBO.  E que venha Lady Stoneheart!  Catelyn Stark morreu no “Casamento Vermelho” – até aí tudo igual livros e TV.  Aconteceu na terceira temporada e no terceiro livro, um ataque arquitetado pela família Frey, pelos Lannister e pelos Bolton para a derrubada de Robb Stark e da própria família Stark como Reis do Norte e conquista de suas terras. No episódio, Catelyn machucou sua própria face com as unhas, quando viu Robb ser morto, e teve sua garganta cortada “de orelha a orelha” por um dos filhos de Walder Frey.  Como um ato de zombaria aos ritos fúnebres dos Tully, os Frey apenas atiraram o corpo da Lady Stark no rio.  No livro, o corpo de Catelyn ficou no rio por três dias até que Nymeria, a loba da Arya, que foi forçada a fugir no começo da história para não ser morta, depois que atacou o Joffrey, a encontra e leva para a margem.  Por fim, Catelyn é encontrada pela Irmandade Sem Bandeiras e esse é o ponto onde as coisas mudam. A Irmandade, até aquele momento, era liderada pelo Senhor Relâmpago, Beric Dondarrion, e seguiam uma espécie de “código Robin Hood”.  Beric é conhecido por ter morrido várias vezes e voltar a vida com a ajuda de outro membro do grupo, Thoros de Myr, um Sacerdote Vermelho da religião que cultua o deus R’hllor, como a Melissandre.  Beric doa sua própria vida para trazer a Lady Catelyn de volta, sua sétima e última morte. Parece não ter sido o melhor plano de todos, quando muito pouco de Catelyn Stark voltou àquele corpo.  Eis que surge a Lady Stoneheart, ou Senhora Coração de Pedra. Catelyn volta à vida, porém já estava morta há muito tempo. Seguindo a história de Beric e suas seis mortes, cada vez que ele voltava do pós-vida, ele ia perdendo um pouco de si mesmo no caminho. Isso porque ele não se demorava tanto nos reinos sem Sol.  Catelyn voltou e, como estava no rio há três dias, seu corpo não se recuperou muito bem. Sua pele ficou extremamente branca, ela tinha pouco cabelo e os restantes tinham ficado brancos, vários machucados pelo corpo, as marcas de suas unhas continuavam em seu rosto e o corte em sua garganta, feito pelo Frey, continuava aberto. Assim, para aumentar mais a imagem aterrorizante da Lady Stark, ela não fala mais, apenas sussurros quando tapa o corte na garganta.  Além da aparência, toda a gentileza e honra de Catelyn se perderam no caminho de volta à vida. Ela voltou fria e apenas direcionada para vingança contra os Frey e todos aqueles que traíram os Starks no passado.  E muito mais…. Vamos torcer para que a série traga – de alguma forma – esta personagem tão importante.

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Voltando as publicações dos livros, muitos (mais muitos) fãs cobram o escritor quanto a morosidade na publicação do 6º livro.  Seria uma luz importante no comparativo com a série e, também, o detalhamento de uma série de personagens.  Mas G.R.R. Martin é assim.  Basta fazer uma linha do tempo do desenvolvimento e da publicação de seus livros.  Vamos lá? Bem, Martin começou a desenvolver “A Game of Thrones” (“A Guerra dos Tronos” primeiro livro – com 704 páginas) em 1991 e o publicou em agosto de 1996.  Depois, com “A Clash of Kings”   (“A Fúria dos Reis”, com 784 páginas) e publicou em novembro de 1998.  No terceiro livro “A Storm of Swords” (“A Tormenta de Espadas” com 992 páginas) e publicou em agosto de 2000.  O quarto livro “A Feast for Crows” (“O Festim de Corvos”) saiu em 2005.  E o quinto livro “A Dance with Dragons” (A Dança dos Dragões) publicado em 2011.  Bem, Martin precisou de um grande tempo do desenvolvimento a publicação de seu primeiro livro – cerca de 5 anos.  Normal, para o primeiro livro de um escritor.  Depois, “embalou” na sequência, mas teve um grande espaço na publicação do quarto para o quinto livro – seis anos.  Um dos motivos é que “As Crônicas de Gelo e Fogo” foi concebida, originalmente, para ser uma trilogia.  Na ideia de Martin a trilogia seria composta dos livros pelos livros “A Game of Thrones”, “A Dance with Dragons” e “The Winds of Winter”.  Vários fatores foram influenciando a decisão do autor que, hoje, é de concluir a saga no sétimo livro (entretanto, há indícios de que ele já aceita um oitavo volume).  O, porém é … Quando teremos “Winds of winter”?  Já se vão 6 anos e muitos acreditam em pelo menos mais um para que o livro seja publicado.  E depois? O autor já definiu o nome do sétimo livro que será “A Dream of Spring” (tradução literal “Um Sonho de Primavera”).  Ainda assim, o tempo que Martin leva para escrever preocupa os fãs.  Quanto tempo levaria aguardando o desfecho – literário – da obra de Martin? Quanto a obra televisiva, já podemos nos preparar para ter saudades.  David Benioff e D. B. Weiss, produtores executivos, definiram a oitava como sendo a última temporada.

O coração bate forte quando se pensa nisto.  O PHANTASTICUS aborda em seus posts, tudo com relação a Literatura Fantástica, mas não tem como deixar passar está obra prima na televisão.  Ou tem?  E em sua opinião, quem é melhor – Game of Thrones ou Crônicas de Gelo e Fogo?

Em minha singela opinião, os livros são muito superiores a série.  Principalmente, pela riqueza de detalhes (assim como qualquer comparação de livros x filmes/séries).  Mas não tenho como dizer que não sou um grande fã da série.  Sou! Sou um apaixonado pela série, porque ela nos transporta para um mundo incrível e, assim como nos livros, vivemos as emoções de seus personagens.

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Os romances também foram nomeados a uma série de prêmios literários desde o lançamento de “A Game of Thrones”. Os três primeiros volumes foram ganhadores do Prêmio Locus — em 1997, 1999 e 2001 —, sendo também indicados ao Prêmio Nebula. “A Storm of Swords” foi o primeiro volume da saga a ser nomeado também ao Prêmio Hugo, apesar de tê-lo perdido para “Harry Potter e o Cálice de Fogo”, da escritora britânica J. K. Rowling. Finalmente, “A Feast for Crows” e “A Dance with Dragons” foram indicados ao Locus, ao Hugo e ao British Fantasy de 2006 e 2012, respectivamente, porém ambos não converteram nenhuma das nomeações.

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Sobre o autor, nosso querido George Martin, uma das muitas “curiosidades” sobre ele (e já explorada em muitos blogs) é o fato de, mesmo com todos os avanços tecnológicos nos últimos anos, ele ainda prefere escrever seus livros e contos em um Wordstar 4.0, um processador de texto que funciona em PCs com sistema operacional DOS.

Então, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Valar Morghulis é um termo do alto valiriano que significa, na língua comum “todos os homens devem morrer”.  Serve como resposta ou contra-resposta a “Valar Dohaeris”, que significa “todos os homens devem servir”

Jota Cortizo

Versión española: ¿Juego de Tronos supera Crónicas de Gelo e Fogo?

Bueno, no es la primera vez que voy a publicar algo sobre “A Song of Ice and Fire” (Las Crónicas de Hielo y Fuego). Los más de diez puestos directos y algunos sobre temas que involucraron de alguna manera los libros de George R R Martin.

La historia escrita por Martin fue a la televisión a través del canal de televisión por suscripción estadounidense HBO, propiedad de Time Warner. En el año 2016, con 23 “Game of Thrones” ganó 16 Emmys en la noche de la 68ª edición del premio, convirtiéndose en la serie más exitosa Ganadora de la historia de esta premiación, con 38 estatuillas acumuladas. También tiene un título insólito: Es la serie más pirata del mundo. Según el sitio de intercambio de archivos TorrentFreak, más gente está descargando ilegalmente Game of Thrones que cualquier otra serie del mundo. En 2012, los rackers de BitTorrent públicos mostraron que un episodio fue descargado ilegalmente cerca de 4.280.000 veces. En 2015, surgieron nuevos estudios que sugieren que la piratería de la serie había aumentado en un 45% en todo el mundo, en comparación con 2014. En 2016 la historia se repitió y “Game of Thrones” sostiene por mitad de una década el título.

En cuanto a los libros, George Martin es hoy uno de los grandes vendedores de ficción fantástica de todos los tiempos. Se sabe que las ventas de sus libros de la serie (hoy son cinco volúmenes), impulsadas por la serie de HBO, vendió en los últimos 12 años una media de 86 mil copias semanales. Esto representa casi 5 millones de libros al año. Así, llegamos el número de cerca de 56 millones de unidades en el período. Asombroso.

¡Recordar es vivir! Para quien quiera recordar algunos de los posts de PHANTASTICUS siguen los links:

jotacortizo.wordpress.com/2016/05/28/uma-viagem-incrivel-a-westeros-e-outras-terras-criadas-por-george-r-r-martin-un-viaje-increible-a-westeros-y-otras-tierras-creadas-por-george-r-r-martin/

jotacortizo.wordpress.com/2015/04/12/got-game-of-thrones-o-mundo-fantastico-de-westeros-el-fantastico-mundo-de-westeros/

Bueno, no tiene como no comparar. Mientras esperamos – ansiosamente – “Winds of winter” (“Los vientos del invierno”, el sexto libro de las crónicas), nos regalamos con la serie – que mañana (16/07/2017) tendrá estreno mundial de su séptima temporada. La serie sobrepasó, en la historia, los acontecimientos de los libros. En la quinta temporada la seria empezaba a despegar con relación a los libros – comenzaron a surgir diferencias en la adaptación y diversos acontecimientos – no mencionados en la novela – srugiam. Por ejemplo, en los libros Tyrion – en su huida de Puerto Real – viaja con Aegon Targaryen, sobrino de Daenerys. En la serie, el pequeño estratega viaja con Varys y luego Sor Jorah. Esto es poco. Las sensibles diferencias se produjeron y la serie televisiva escogió algunos caminos diferentes o anticipación de los libros venideros. Un ejemplo de anticipación se da con la muerte de Jon Snow – acontecimiento relatado en el 5º libro y en la 5ª temporada. Hay diferencias – sí, los detalles importantes en el libro no siguen en la serie. Pero el regreso de Jon en la 6ª temporada? ¡Sí! No tenemos como balizar las historias a partir de este momento.

Otro punto importante: La ausencia (hasta el momento) de un importante personaje de los libros en la serie de HBO. ¡Y que venga a Lady Stoneheart! Catelyn Stark murió en el “matrimonio rojo” – hasta ahí todo igual libros y TV. En la tercera temporada y en el tercer libro, un ataque arquitectado por la familia Frey, los Lannister y los Bolton para el derrocamiento de Robb Stark y la propia familia Stark como Reyes del Norte y conquista de sus tierras. En el episodio, Catelyn lastimó su propia cara con las uñas, cuando vio a Robb ser muerto, y tuvo su garganta cortada “de oreja a oreja” por uno de los hijos de Walder Frey. Como un acto de burla a los ritos fúnebres de los Tully, los Frey sólo dispararon el cuerpo de Lady Stark en el río. En el libro, el cuerpo de Catelyn se quedó en el río por tres días hasta que Nymeria, la loba de Arya, que fue forzada a huir al comienzo de la historia para no ser muerta, después de que atacó a Joffrey, la encuentra y se lleva a la orilla. Por fin, Catelyn es encontrada por la Hermandad Sin Banderas y ese es el punto donde las cosas cambian. La Hermandad, hasta ese momento, estaba encabezada por el Señor Relámpago, Beric Dondarrion, y seguían una especie de “código Robin Hood”. Beric es conocido por haber muerto varias veces y volver a la vida con la ayuda de otro miembro del grupo, Thoros de Myr, un Sacerdote Rojo de la religión que cultiva al dios R’hllor, como Melissandre. Beric dona su propia vida para traer a Lady Catelyn de vuelta, su séptima y última muerte. Parece no haber sido el mejor plan de todos, cuando muy poco de Catelyn Stark volvió a aquel cuerpo. Aquí viene la Lady Stoneheart, o Señora Corazón de Piedra. Catelyn vuelve a la vida, pero ya estaba muerta hace mucho tiempo. Siguiendo la historia de Beric y sus seis muertes, cada vez que regresaba de la vida después, se iba perdiendo un poco de sí mismo en el camino. Porque no se tardaba tanto en los reinos sin Sol. Catelyn volvió y, como estaba en el río hace tres días, su cuerpo no se recuperó muy bien. Su piel quedó extremadamente blanca, tenía poco pelo y los demás se quedaron blancos, varios heridos por el cuerpo, las marcas de sus uñas continuaban en su cara y el corte en su garganta, hecho por Frey, seguía abierto. Así, para aumentar más la imagen aterradora de Lady Stark, ella no habla más, sólo susurros cuando tapa el corte en la garganta. Además de la apariencia, toda la gentileza y el honor de Catelyn se perdieron en el camino de vuelta a la vida. Ella se volvió fría y sólo dirigió a la venganza contra los Frey y todos aquellos que traicionaron a los Starks en el pasado. Y mucho más …. Vamos a torcer para que la serie traiga – de alguna manera – este personaje tan importante.

Volviendo las publicaciones de los libros, muchos (muchos más) fans cobran al escritor como la morosidad en la publicación del 6º libro. Sería una luz importante en el comparativo con la serie y, también, el detalle de una serie de personajes. Pero G.R.R. Martin es así. Basta con hacer una línea del tiempo del desarrollo y de la publicación de sus libros. ¿Vamos allá? Bueno, Martin empezó a desarrollar “A Game of Thrones” (“La Guerra de los Tronos” primer libro – con 704 páginas) en 1991 y lo publicó en agosto de 1996. Después, con “A Clash of Kings” (“La furia de los reyes” Reyes “, con 784 páginas) y publicó en noviembre de 1998. En el tercer libro” A Storm of Swords “(” La Tormenta de Espadas “con 992 páginas) y publicó en agosto de 2000. El cuarto libro” A Feast for Crows ” (“El Festín de Corvos”) salió en 2005. Y el quinto libro “A Dance with Dragons” publicado en 2011. Bien, Martin necesitó un gran tiempo del desarrollo la publicación de su primer libro – cerca De 5 años. Normal, para el primer libro de un escritor. Después, “embaló” en la secuencia, pero tuvo un gran espacio en la publicación del cuarto para el quinto libro – seis años. Uno de los motivos es que “Las Crónicas de Hielo y Fuego” fue concebida originalmente para ser una trilogía. En la idea de Martin la trilogía sería compuesta de los libros por los libros “A Game of Thrones”, “A Dance with Dragons” y “The Winds of Winter”. Varios factores fueron influenciando la decisión del autor que, hoy, es de concluir la saga en el séptimo libro (sin embargo, hay indicios de que él ya acepta un octavo volumen). Pero, ¿es … cuando tendremos “Winds of winter”? Ya se van 6 años y muchos creen en por lo menos uno más para que el libro sea publicado. ¿Y después? El autor ya definió el nombre del séptimo libro que será “A Dream of Spring” (traducción literal “Un sueño de primavera”). Sin embargo, el tiempo que Martin lleva a escribir preocupa a los fans. ¿Cuánto tiempo tardaría el desenlace – literario – de la obra de Martin? En cuanto a la obra televisiva, ya podemos prepararnos para extrañarnos. David Benioff y D. B. Weiss, productores ejecutivos, definieron la octava como la última temporada.

El corazón late fuerte cuando se piensa en esto. El PHANTASTICUS aborda en sus posts, todo con relación a Literatura Fantástica, pero no tiene como dejar pasar está obra maestra en la televisión. ¿O tienes? En su opinión, ¿quién es mejor – Game of Thrones o Crónicas de Hielo y Fuego?

En mi sencilla opinión, los libros son muy superiores a la serie. Principalmente, por la riqueza de detalles (así como cualquier comparación de libros x películas / series). Pero no puedo decir que no soy un gran fan de la serie. ¡Soy! Soy un apasionado por la serie, porque nos transporta a un mundo increíble y, al igual que en los libros, vivimos las emociones de sus personajes.

Los romances también fueron nominados a una serie de premios literarios desde el lanzamiento de “A Game of Thrones”. Los tres primeros volúmenes fueron ganadores del Premio Locus – en 1997, 1999 y 2001 -, siendo también indicados al Premio Nebula. “Storm of Swords” fue el primer volumen de la saga a ser nominado también al Premio Hugo, a pesar de haber perdido para “Harry Potter y el Cáliz de Fuego”, de la escritora británica J. K. Rowling. Finalmente, “Feast for Crows” y “A Dance with Dragons” fueron nominados al Locus, al Hugo y al British Fantasy de 2006 y 2012, respectivamente, pero ambos no convirtieron ninguna de las nominaciones.

Sobre el autor, nuestro querido George Martin, una de las muchas “curiosidades” sobre él (y ya explorada en muchos blogs) es el hecho de que, incluso con todos los avances tecnológicos en los últimos años, todavía prefiere escribir sus libros y cuentos en un libro Wordstar 4.0, un procesador de textos que funciona en PC con sistema operativo DOS.

Entonces, ¿le gustó el post? En el blog y lee cuántos posts quieres. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Valar Morghulis es un término del alto valiriano que significa, en la lengua común “todos los hombres deben morir”. Sirve como respuesta o contra-respuesta a “Valar Dohaeris”, que significa “todos los hombres deben servir”

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

fatosdesconhecidos.com.br/15-curiosidades-intrigantes-sobre-game-of-thrones-que-voce-nao-sabia/

gameofthronesbr.com/2016/12/game-of-thrones-e-a-serie-mais-pirateada-de-2016.html

diariodebarrelas.com.br/game-of-thrones-supera-biblia-na-lista-de-livros-de-fantasia-mais-vendidos-do-seculo/

pt.wikipedia.org/wiki/Game_of_Thrones

noticias.bol.uol.com.br/bol-listas/os-23-livros-de-ficcao-mais-vendidos-da-historia.htm

br.vida-estilo.yahoo.com/10-curiosidades-sobre-george-r-114138660/photo-martin-%C3%A9-dono-de-um-1474376921972.html

aminoapps.com/page/game-of-thrones-br/6922400/curiosidades-sobre-george-r-r-martin

jogos.uol.com.br/listas/9-maiores-esquisitices-e-curiosidades-do-autor-de-game-of-thrones.htm

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legiaodosherois.uol.com.br/lista/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-lady-stoneheart-de-game-thrones.html

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Aventuras na Shannara de Terry Brooks

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Versão em português: Aventuras na Shannara de Terry Brooks.

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Depois de um colapso global, que quase extinguiu a vida no planeta Terra, os sobreviventes, espalhados pelo mundo destruído, reencontram o caminho do progresso e da civilização. Gradativamente vão reerguendo as cidades e acabam por descobrir que outras raças povoam o mundo em clãs distintos. Gnomos, Elfos, Trolls, Anões, criaturas do mundo astral, seres alados, criaturas monstruosas saídas de antigos e atuais pesadelos e muito mais.  Assim é Shannara.

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Esta terra nasceu da mente do escritor americano Terence Dean “Terry” Brooks, e foi a partir do primeiro livro “The Sword of Shannara” (A Espada de Shannara) que ela surgiu e tudo aconteceu.  No ano de 1977, Terry publicou seu primeiro livro e de lá já emplacou mais de 30 obras.  Enquanto críticos apresentam as semelhanças do texto de Terry com as do mestre Tolkien, o autor aceita as semelhanças, já que se disse fortemente influenciado pela obra “The Lord of the Rings”, mas atribui uma inspiração de seu estilo nas obras de William Faulkner (autor de “O Som e a Fúria” e Nobel de Literatura em 1949, além das premiações do “National Book Award” – Ficção em 1951 e Prémio Pulitzer de Ficção em 1955 e 1962).

É importante dizer que, na ocasião em que “A Espada” foi publicado, os romancistas de ponta estavam voltados exclusivamente para histórias de ficção científica, terror e policial. Muito poucos se aventuravam no gênero Fantasia Medieval, e os fãs de Tolkien, certamente, amargavam um imenso hiato entre a sua trilogia e a perspectiva de uma nova obra original. Desta forma, quando Terry Brooks publicou seu livro, ele se tornou um sucesso clamoroso.

Observação: O romance foi um grande sucesso comercial e tornou-se a primeira novela de ficção de fantasia a aparecer na lista de best-sellers do New York Times.

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No livro, o protagonista da história é Shea Ohmsford, um jovem que vive no Vale Sombrio ao lado de seu amigo Flick. Certo dia, Flick encontra um estranho vestido de capuz o qual leva até sua vila. Este estranho revela ser Allanon, um druida conhecedor da história do mundo. Ele veio até o Vale Sombrio em busca de Shea. Segundo ele, Shea tem um destino a cumprir: ele é o único ser no mundo capaz de brandir a poderosa espada de Shannara. Essa espada é a única arma no mundo capaz de ferir Brona, o lorde Feiticeiro que planeja destruir os quatro reinos, dominando o mundo, levando-o à beira da escuridão. Shea não acredita a princípio, mas quando ele vê perseguido pelos Portadores da Caveira, ele sai atrás de Allanon, que havia desaparecido dias antes. Shea, Flick e seu aliado Menion Leah, príncipe de Leah precisam correr até Callahorn onde de lá eles partirão em busca da espada de Shannara, guardada na Fortaleza dos Druidas. Mas, os aventureiros descobrirão que Allanon é um homem de meias verdades e aquilo que ele não diz pode representar um perigo mortal.

Muito bom!  Realmente, nos remete aos livros de Tolkien (The Hobbit e The Lord of the Rings).

Os livros seguintes, “The Elfstones of Shannara” (As Pedras Élficas de Shannara) publicado em 1982 e “The Wishsong of Shannara” (A Canção de Shannara) publicado em 1985 que seriam livros independentes (em um primeiro momento) fecharam a trilogia (original) de Shannara.

Nos anos vindouros, Terry nos brindou com uma grande sequência de livros que se desdobravam em muitas aventuras nos Quatro Reinos.  Eis alguns deles:

The Scions of Shannara (1990) The Druid of Shannara (1991) The Elf Queen of Shannara (1992) The Talismans of Shannara (1993) referentes a série “Heritage of Shannara” (tradução literal – Herança de Shannara).  Temos uma prequela publicada em 1996 – “First King of Shannara” (O Primeiro Rei de Shannara).  E tantos outros livros, ambientados no mundo criado por Terry.

TV

Todo este “mundo” permitiu que houvesse uma grande adaptação para a TV. “The Shannara Chronicles” (As Crônicas de Shannara) se passa milhares de anos no futuro, após a destruição da nossa civilização como a conhecemos atualmente, num momento em que a tecnologia já não existe e em que a prática de magia ressurgiu e posteriormente desapareceu novamente.  Elfos conduzem a sociedade enquanto humanos são considerados uma subespécie. A série, escrita pelo próprio Terry Brooks além de Alfred Gough, e Miles Millar, é estrelada por Aaron Jakubenko, Austin Butler, Ivana Baquero, Manu Bennett, Marcus Vanco e Poppy Drayton; com participações de John Rhys-Davies (nosso querido Gimli, de Senhor dos Aneis) e James Remar.  É exibida pela MTV dos Estados Unidos e teve boa audiência, sendo que já está em sua segunda temporada.

Bodas de rubi

Bem meus amigos, para completar, neste ano de 2017 o livro “The Sword of Shannara” comemora seu Jubileu de Rubi.  São 40 anos do primeiro livro do americano e do grande início das aventuras de Shannara.

Star wars

Sobre Terry Brooks, vale destacar que ele é o autor da novelização de “Star Wars Episode I: The Phantom Menace” (Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma)

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.  E já antecipando o tema: Game of Thrones.

Até logo!

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Jota Cortizo

Versión española: Aventuras en la Shannara de Terry Brooks.

Después de un colapso global, que casi extinguido la vida en el planeta Tierra, los sobrevivientes, esparcidos por el mundo destruido, reencuentran el camino del progreso y de la civilización. Gradualmente reeligen las ciudades y acaban por descubrir que otras razas pueblan el mundo en clanes distintos. Gnomos, Elfos, Trolls, Enanos, criaturas del mundo astral, seres alados, criaturas monstruosas salidas de antiguas y actuales pesadillas y mucho más. Así es Shannara.

Esta tierra nació de la mente del escritor estadounidense Terence Dean “Terry” Brooks, y fue a partir del primer libro “The Sword of Shannara” (La Espada de Shannara) que ella surgió y todo sucedió. En el año 1977, Terry publicó su primer libro y de allí ya emplacó más de 30 obras. En cuanto críticos presentan las semejanzas del texto de Terry con las del maestro Tolkien, el autor acepta las semejanzas, ya que se dijo fuertemente influenciado por la obra “The Lord of the Rings”, pero atribuye una inspiración de su estilo en las obras de William Faulkner (” El autor de “El sonido y la furia” y el Nobel de Literatura en 1949, además de los premios del “National Book Award” – Ficción en 1951 y Premio Pulitzer de Ficción en 1955 y 1962).

Es importante decir que, en la ocasión en que “La Espada” fue publicado, los novelistas de punta estaban dirigidos exclusivamente a historias de ciencia ficción, terror y policía. Muy pocos se aventuraban en el género Fantasia Medieval, y los fans de Tolkien, sin duda, amargaban un inmenso hiato entre su trilogía y la perspectiva de una nueva obra original. De esta manera, cuando Terry Brooks publicó su libro, se convirtió en un éxito clamoroso.

La novela fue un gran éxito comercial y se convirtió en la primera novela de ficción de fantasía que apareció en la lista de best-sellers del New York Times.

En el libro, el protagonista de la historia es Shea Ohmsford, un joven que vive en el Valle Sombrio al lado de su amigo Flick. Un día, Flick encuentra un extraño vestido de capucha que lleva hasta su pueblo. Este extraño revela ser Allanon, un druida conocedor de la historia del mundo. Él vino hasta el Valle Sombrio en busca de Shea. Según él, Shea tiene un destino a cumplir: él es el único ser en el mundo capaz de blandir la poderosa espada de Shannara. Esta espada es la única arma en el mundo capaz de herir a Brona, el lorde hechicero que planea destruir los cuatro reinos, dominando el mundo, llevándolo al borde de la oscuridad. Shea no cree al principio, pero cuando ve perseguido por los Portadores de la Calavera, él sale detrás de Allanon, que había desaparecido días antes. Shea, Flick y su aliado Menion Leah, príncipe de Leah necesitan correr hasta Callahorn donde de allí ellos partir en busca de la espada de Shannara, guardada en la Fortaleza de los Druidas. Pero los aventureros descubrirán que Allanon es un hombre de medias verdades y lo que él no dice puede representar un peligro mortal.

¡Muy bien! En realidad, nos remite a los libros de Tolkien (The Hobbit y The Lord of the Rings).

Los libros siguientes, “The Elfstones of Shannara” publicado en 1982 y “The Wishsong of Shannara” (La canción de Shannara) publicado en 1985 que serían libros independientes (en un primer momento) cerraron la trilogía (en el primer momento) Original) de Shannara.

En los años venideros, Terry nos brindó con una gran secuencia de libros que se desdoblaban en muchas aventuras en los Cuatro Reinos. Algunos de ellos:

(1993), “The Shirley of Shannara” (1990), “The Shirley of Shannara” (1991). Tenemos una precuela publicada en 1996 – “First King of Shannara” (El primer rey de Shannara). Y tantos otros libros, ambientados en el mundo creado por Terry.

Todo este “mundo” permitió que hubiera una gran adaptación para la televisión. “The Shannara Chronicles” (Las Crónicas de Shannara) se pasa miles de años en el futuro, después de la destrucción de nuestra civilización como la conocemos actualmente, en un momento en que la tecnología ya no existe y en que la práctica de magia resurgió y posteriormente desapareció De nuevo. Los delfos conducen a la sociedad mientras que los humanos se consideran una subespecie. La serie, escrita por el propio Terry Brooks además de Alfred Gough, y Miles Millar, es protagonizada por Aaron Jakubenko, Austin Butler, Ivana Baquero, Manu Bennett, Marcus Vanco y Poppy Drayton; Con las participaciones de John Rhys-Davies (nuestro querido Gimli, del Señor de los Anillos) y James Remar. , Que se estrenará en Estados Unidos y que se celebrará en la segunda temporada.

Mis amigos, para completar, este año de 2017 el libro “The Sword of Shannara” conmemora su Jubileo de Rubí. Son 40 años del primer libro del americano y del gran comienzo de las aventuras de Shannara.

Sobre Terry Brooks, vale la pena destacar que él es el autor de la novelización de “Star Wars Episode I: The Phantom Menace” (Star Wars Episodio I: La Amenaza Fantasma)

¿Te gustó el post? En el blog y lee cuántos posts quieres. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post. Y ya anticipando el tema: Game of Thrones.

¡Hasta luego!

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

shannarabrasil.com/livros/saga-shannara/a-trilogia-original-de-shannara/

nomundodoslivros.com/2014/06/resenha-espada-de-shannara-de-terry.html

heromachine.com/wp-content/uploads/2012/09/Sword-of-Shannara.jpg

amazon.com/images/I/51XyMGLrLoL._SX346_BO1,204,203,200_.jpg

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ficcoeshumanas.com/fantasia–ficcao-cientifica/resenha-a-espada-de-shannara-a-trilogia-shannara-vol-1-de-terry-brooks

en.wikipedia.org/wiki/Terry_Brooks

wikimedia.org/wikipedia/en/9/97/Elfstones_Cover.gif

fantasybookreview.co.uk/images/the-elfstones-of-shannara.jpg

wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/6/6c/Wishsong_Cover.gif/220px-Wishsong_Cover.gif

idoc.co/files/9e607cc9518e1e480f-0.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/The_Shannara_Chronicles

osnosdarede.com/2017/01/5-razoes-para-ler-espada-de-shannara.html

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shannarabrasil.com/aberturas-alternativas-de-the-shannara-chronicles/

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batalhadosnerds.com.br/livro-de-fantasia-a-espada-de-shannara-terry-brooks/

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Vinte anos da Pedra Filosofal e de Harry Potter

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Vinte anos da Pedra Filosofal e de Harry Potter.

Nesta semana que deixamos para trás, tivemos a emoção do aniversario de 20 anos da primeira publicação de Harry Potter – HP.  Com o livro “Harry Potter and the Philosopher’s Stone” (Harry Potter e a Pedra Filosofal), J.K. Rowling trouxe ao mundo – dos trouxas (ou em inglês “Muggles”) – nosso querido Harry, seus amigos Hermione e Rony e muita, mas muita emoção.

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Obs.: Para os que não tiveram a oportunidade (😲) de ler este e os demais livros da série, segue o significado do termo “Trouxa”: Um “Trouxa” é uma pessoa que nasceu em uma família não mágica e é incapaz de fazer magia. A maioria dos trouxas não sabem que a magia existe e que aqueles que a detêm organizaram sua própria sociedade separada do mundo trouxa.  Existem os “Nascidos-Trouxas”, que é o nome dado aos bruxos e bruxas nascidos de dois pais “trouxas”. Muitos são tratados por sangue-ruim, sendo um apelido muito desagradável, que segundo alguns supremacistas, não são dignos de estudar magia.

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Voltando ao livro, foi primeiramente publicado no Reino Unido pela editora londrina Bloomsbury em 1997 e tem sido comercializado em vários outros países, sendo traduzido para mais de 65 idiomas.  A criação de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” está intimamente ligada aos acontecimentos que tiveram lugar na vida de JK, a partir de 1990.  Naquele ano, ela se mudou para Manchester e, depois de uma semana buscando um apartamento na cidade, retornou para Londres de trem e teve a ideia, e durante o resto da viagem, ela desenvolveu a ideia em sua mente, já que não tinha como escrever, fato que reconheceu como benéfico para o processo criativo da trama. Neste fluxo de ideias apareceram Harry e outros personagens, tais como Rony, Nick quase sem Cabeça, Hagrid, Pirraça e, além disso, Rowling decidiu que a história seria dividida em sete livros.

Assim que chegou a casa, ela começou a escrever o primeiro livro, que levou cerca de cinco anos para ser escrito. Durante esses cinco ano se dedicou à criação de todo o universo que envolve a história de Harry Potter.  A autora havia escrito os primeiros parágrafos em guardanapos em uma viagem à Escócia. Posteriormente, continuou a escrever seu livro em uma máquina de escrever.  No final de 1990, a mãe de Rowling morreu de esclerose múltipla, o que, a autora confessa, influenciou sua escrita profundamente. A consequência deste evento manifestou-se em sua escrita, no fato de Harry ser órfão e no tratamento dado ao tema “morte” em todos os seus livros.

Após a aprovação do livro, a editora pagou a Rowling 2.500 libras. No entanto, o comprimento do livro não era a maior preocupação da editora, mas sim o nome da autora. Little (agência Christopher Little Literary Agents) havia percebido que homens não liam ficções escritas por mulheres, então os editores pediram para Rowling adotar um pseudônimo que não mostrasse seu nome completo. Antes da publicação, Rowling adotou o pseudônimo “J. K. Rowling”, para ocultar o nome “Joanne”. A letra “K” se refere a “Kathleen”, o nome de sua avó. A editora inicialmente sugeriu o nome de Harry Potter and the School of Magic (Harry Potter e a Escola de Magia), mas Rowling se opôs, e ficou decidido quanto ao título

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Curiosidade: 1. Na edição americana, o título é “Harry Potter and the Sorcerer’s Stone” devido a editora que comprou os direitos (Scholastic Corporation) “entender” que uma criança não gostaria de ler um livro com a palavra “filósofo” no título e, depois de alguma discussão, a edição americana foi publicada em setembro de 1998 sob o título que Rowling sugeriu, Harry Potter e A Pedra do Feiticeiro. Rowling afirmou que ela se arrependeu dessa mudança e teria lutado se ela estivesse em uma posição mais forte na época.

german2. Na edição alemã, o nome de JK – Joanne – aparece na capa.

Capa francesa3. Na edição francesa o livro tenha foi publicado com o título idealizado pela editora inglesa “Harry Potter à l’École des sorciers” (Harry Potter e a Escola de Magia).

Antes de publicar o livro, o editor da Bloomsbury enviou cópias para vários críticos e editores, com o objetivo de reunir algumas opiniões e percepções. Com isso, também procurou conseguir algumas críticas que apoiariam a publicação de uma obra de autor desconhecido. Depois de receber elogios, Cunningham (considerado o editor com um toque mágico) contratou Thomas Taylor, um ilustrador, também desconhecido, para a edição do livro, devido, em parte, à falta de orçamento. A ilustração da capa permaneceu inalterada em edições posteriores, mas a contracapa foi alterada, mostrando Alvo Dumbledore com uma barba marrom ao invés de uma prata, como é descrita no livro.

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Curiosidade: Obter uma pedra filosofal (Lapis Philosophorum) era um dos principais objetivos dos alquimistas em geral na Idade Média. Com ela, o alquimista poderia transmutar qualquer “metal inferior” em ouro, como também transmutar seres do reino científico-biológico Animalia (reino animal) sem sacrificar algo que dê um valor considerável em troca. Com uma pedra filosofal, também seria possível obter o Elixir da Longa Vida, que permitiria prolongar a vida “indefinidamente”.  Ao longo da história, criações de pedras filosofais foram atribuídas a várias personalidades, como Paracelsus e Fulcanelli, porém é “inegável” que a lenda mais famosa refere-se a Nicolas Flamel, um alquimista real que viveu no Século XIV. Segundo o mito, Flamel encontrou um antigo livro que continha textos intercalados com desenhos enigmáticos. Porém, mesmo após muito estudá-lo, Flamel não conseguiria entender do que se tratava. Segundo a lenda, ele teria encontrado um sábio judeu em uma estrada em Santiago na Espanha, que fez a tradução do livro, que tratava de cabala e Alquimia, possuindo a fórmula para uma pedra filosofal. Por meio deste livro, Nicolas Flamel teria conseguido fabricar uma pedra filosofal. Segundo a lenda, esta seria a razão da riqueza de Flamel, que inclusive fez várias obras de caridade, adornando-as com símbolos alquímicos. Ao falecer, a casa de Flamel teria sido saqueada por caçadores de tesouros ávidos por encontrar pedras filosofais. A lenda conta que, na realidade, ambos, Flamel e sua esposa, não faleceram, e que em suas tumbas foram encontradas apenas suas roupas no lugar de seus corpos.  Flamel, participa indiretamente do livro de nossa querida autora.

O primeiro livro de Rowling ganhou vários prêmios literários no mundo da língua inglesa. Entre os prêmios recebidos em território britânico, destacam-se o National Book Award, que foi concedido em 1997. Nesse mesmo ano, a Youth Libraries Group homenageou a autora com uma medalha de ouro do prêmio Nestlé Smarties Book Prize, que elegeu “A Pedra Filosofal” como o melhor romance para leitores entre a faixa de 9 a 11 anos, superando os livros de Philip Pullman e de Henrietta Branford. Para Julia Eccleshare, este prêmio definiu a popularidade do livro, afirma, já que além de ter sido pré-selecionado por um júri de críticos, ilustradores e escritores, o resultado final dependeu da votação de crianças, um forte indicador para a aceitação do livro. São muitos os prêmios e todos só vem atestar a maravilha que é a obra que deu início a saga de Harry Potter.

O PHANTASTICUS já falou muito sobre Harry Potter, mas tem um post muito especial sobre nossa professora Joanne Rowling.

Post do dia 28 de março de 2015: jotacortizo.wordpress.com/2015/03/28/j-k-rowling-de-professora-a-grande-bruxa-que-concebeu-de-maestra-a-la-gran-bruja-que-concibio-h-potter/.  Se quiser relembrar o post, basta colar o link do seu browser.

Uma das grandes lições que temos com a história de abertura da saga é que você deve encontrar amigos leais assim como Harry encontrou Rony e Hermione. O bruxo não teria vivido nenhuma de suas aventuras se não tivesse criado laços fortes de amizade com os seus companheiros. Nunca subestime a importância de um amigo.  Outra grande lição que temos em “Harry Potter e a Pedra Filosofal” é a virtude da humildade, apresentando a modéstia extraordinária de seu herói e, fazendo dessa modéstia uma parte importante do sucesso de Harry em obter a Pedra Filosofal. A humildade de Harry é, sem dúvida, compreensível durante seus dez miseráveis anos de negligência e crueldade com os Dursley. Mas Harry não deixa de ser humilde quando ganha fama, riqueza e popularidade em Hogwarts.

E por último, uma das lições que recebemos neste livro é que o desejo não é necessariamente errado ou ruim, como Dumbledore explica a Harry antes de mostrar-lhe o espelho do desejo de Ojesed; a possibilidade de Harry poder ver seus pais vivos é tocante e nobre. Mas o desejo exagerado é perigoso na medida em que pode fazer as pessoas perderem sua perspectiva de vida, razão pela qual Dumbledore avisa a Harry para não usar o espelho novamente. Dumbledore ilustra o poder e grandeza de quem renunciou aos desejos quase completamente quando diz que tudo que quer é um par de meias quentes. Esta restrição é o modelo para o próprio desenvolvimento de Harry na história.

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Então, só resta ao PHANTASTICUS desejar um feliz aniversário à publicação e muitos anos de leitura.

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Veinte años de la Piedra Filosofal y de Harry Potter.

Esta semana que dejamos atrás, tuvimos la emoción del aniversario de 20 años de la primera publicación de Harry Potter – HP. Con el libro “Harry Potter and the Philosopher’s Stone” (Harry Potter y la Piedra Filosofal), JK Rowling trajo al mundo – de los Muggles – nuestro querido Harry, sus amigos Hermione y Ron y mucho, pero Mucha emoción.

Para los que no tuvieron la oportunidad (😲) de leer este y los demás libros de la serie, sigue el significado del término “Mugabe”: Un “Mugabe” es una persona que nació en una familia no mágica y es incapaz de Hacer magia. La mayoría de los muggles no saben que la magia existe y que aquellos que la detienen organizaron su propia sociedad separada del mundo muggle. Hay los “Nacidos-Mugas”, que es el nombre dado a los brujos y brujas nacidos de dos padres “muggles”. Muchos son tratados por sangre-mal, siendo un apodo muy desagradable, que según algunos supremacistas, no son dignos de estudiar magia.

Volviendo al libro, primero fue publicado en el Reino Unido por la editorial londinense Bloomsbury en 1997 y ha sido comercializado en varios otros países, siendo traducido a más de 65 idiomas. La creación de “Harry Potter y la Piedra Filosofal” está íntimamente ligada a los acontecimientos que tuvieron lugar en la vida de JK, a partir de 1990. Ese año se mudó a Manchester y, después de una semana buscando un apartamento en la ciudad, regresó Para Londres en tren y tuvo la idea, y durante el resto del viaje, ella desarrolló la idea en su mente, ya que no tenía como escribir, hecho que reconoció como beneficioso para el proceso creativo de la trama. En este flujo de ideas aparecieron Harry y otros personajes, como Ron, Nick casi sin cabeza, Hagrid, Pirra, y, además, Rowling decidió que la historia se dividir en siete libros.

Cuando llegó a casa, empezó a escribir el primer libro, que tardó unos cinco años en escribir. Durante estos cinco años se dedicó a la creación de todo el universo que envuelve la historia de Harry Potter. La autora había escrito los primeros párrafos en servilletas en un viaje a Escocia. Posteriormente, continuó escribiendo su libro en una máquina de escribir. A finales de 1990, la madre de Rowling murió de esclerosis múltiple, lo que, la autora confiesa, influenció su escritura profundamente. La consecuencia de este evento se manifestó en su escritura, en el hecho de que Harry era huérfano y en el trato dado al tema “muerte” en todos sus libros.

Después de la aprobación del libro, la editorial pagó a Rowling 2.500 libras. Sin embargo, la longitud del libro no era la mayor preocupación de la editorial, sino el nombre de la autora. (Little Christopher) había percibido que los hombres no leían ficciones escritas por mujeres, así que los editores pidieron a Rowling adoptar un pseudónimo que no mostrar su nombre completo. Antes de la publicación, Rowling adoptó el pseudónimo “J. K. Rowling”, para ocultar el nombre “Joanne”. La letra “K” se refiere a “Kathleen”, el nombre de su abuela. La editorial inicialmente sugirió el nombre de Harry Potter and the School of Magic (Harry Potter y la Escuela de Magia), pero Rowling se opuso, y se decidió en el título

En la edición americana, el título es “Harry Potter and the Sorcerer’s Stone” debido a la editorial que compró los derechos (Scholastic Corporation) “entender” que un niño no le gustaría leer un libro con la palabra “filósofo” en el título Y después de alguna discusión, la edición americana fue publicada en septiembre de 1998 bajo el título que Rowling sugirió, Harry Potter y La Piedra del Hechicero. Rowling afirmó que ella se arrepintió de ese cambio y habría luchado si ella estuviera en una posición más fuerte en la época.

  1. En la edición alemana, el nombre de JK – Joanne – aparece en la portada.
  2. En la edición francesa el libro ha sido publicado con el título ideado por la editorial inglesa “Harry Potter à l’École des sorciers” (Harry Potter y la Escuela de Magia).

Antes de publicar el libro, el editor de Bloomsbury envió copias a varios críticos y editores, con el objetivo de reunir algunas opiniones y percepciones. Con ello, también intentó conseguir algunas críticas que apoyaría la publicación de una obra de autor desconocida. Después de recibir elogios, Cunningham (considerado el editor con un toque mágico) contrató a Thomas Taylor, un ilustrador, también desconocido, para la edición del libro, debido, en parte, a la falta de presupuesto. La ilustración de la portada permaneció inalterada en ediciones posteriores, pero la contraportada fue cambiada, mostrando al blanco Dumbledore con una barba marrón en lugar de una plata, como se describe en el libro.

Curiosidad: Obtener una piedra filosofal (Lapis Philosophorum) era uno de los principales objetivos de los alquimistas en general en la Edad Media. Con ella, el alquimista podría transmutar cualquier “metal inferior” en oro, como también transmutar seres del reino científico-biológico Animalia (reino animal) sin sacrificar algo que dé un valor considerable a cambio. Con una piedra filosofal, también sería posible obtener el Elixir de la larga vida, que permitiría prolongar la vida “indefinidamente”. A lo largo de la historia, las creaciones de piedras filosofales se atribuyeron a varias personalidades, como Paracelsus y Fulcanelli, pero es “innegable” que la leyenda más famosa se refiere a Nicolas Flamel, un alquimista real que vivió en el siglo XIV. Según el mito, Flamel encontró un antiguo libro que contenía textos intercalados con dibujos enigmáticos. Sin embargo, incluso después de mucho estudiarlo, Flamel no podría entender lo que se trataba. Según la leyenda, él habría encontrado un sabio judío en una carretera en Santiago en España, que hizo la traducción del libro, que trataba de cabala y Alquimia, poseyendo la fórmula para una piedra filosofal. A través de este libro, Nicolas Flamel habría logrado fabricar una piedra filosofal. Según la leyenda, esta sería la razón de la riqueza de Flamel, que incluso hizo varias obras de caridad, adornándolas con símbolos alquímicos. Al fallecer, la casa de Flamel habría sido saqueada por cazadores de tesoros ávidos por encontrar piedras filosofales. La leyenda cuenta que, en realidad, ambos, Flamel y su esposa, no fallecieron, y que en sus tumbas sólo se encontraron su ropa en lugar de sus cuerpos. Flamel, participa indirectamente del libro de nuestra querida autora.

El primer libro de Rowling ganó varios premios literarios en el mundo del inglés. Entre los premios recibidos en territorio británico, se destacan el National Book Award, que fue concedido en 1997. En ese mismo año, Youth Libraries Group homenajeó a la autora con una medalla de oro del premio Nestlé Smarties Book Prize, que eligió “La Piedra Filosofal “como el mejor romance para los lectores entre la banda de 9 a 11 años, superando los libros de Philip Pullman y de Henrietta Branford. Para Julia Eccleshare, este premio definió la popularidad del libro, afirma, ya que además de haber sido preseleccionado por un jurado de críticos, ilustradores y escritores, el resultado final dependía de la votación de niños, un fuerte indicador para la aceptación del libro . Son muchos los premios y todos sólo vienen a certificar la maravilla que es la obra que dio inicio a la saga de Harry Potter.

PHANTASTICUS ya habló mucho sobre Harry Potter, pero tiene un post muy especial sobre nuestra profesora Joanne Rowling.

Del 28 de marzo de 2015: jotacortizo.wordpress.com/2015/03/28/jk-rowling-de-professora-a-grande-brux-que-concebe-de-maestra-la-la-gran-bruja -que-concibio-h-potter /. Si quieres recordar el post, basta con pegar el enlace de tu navegador.

Una de las grandes lecciones que tenemos con la historia de apertura de la saga es que usted debe encontrar amigos leales así como Harry encontró a Ron y Hermione. El brujo no habría vivido ninguna de sus aventuras si no hubiera creado lazos fuertes de amistad con sus compañeros. Nunca subestime la importancia de un amigo. Otra gran lección que tenemos en “Harry Potter y la Piedra Filosofal” es la virtud de la humildad, presentando la modestia extraordinaria de su héroe y, haciendo de esta modestia una parte importante del éxito de Harry en obtener la Piedra Filosofal. La humildad de Harry es, sin duda, comprensible durante sus diez miserables años de negligencia y crueldad con los Dursley. Pero Harry no deja de ser humilde cuando gana fama, riqueza y popularidad en Hogwarts.

Por último, una de las lecciones que recibimos en este libro es que el deseo no es necesariamente incorrecto o mal, como Dumbledore le explica a Harry antes de mostrarle el espejo del deseo de Ojesed; La posibilidad de que Harry pueda ver a sus padres vivos es conmovedor y noble. Pero el deseo exagerado es peligroso en la medida en que puede hacer que la gente pierda su perspectiva de vida, por lo que Dumbledore le advierte a Harry para no usar el espejo de nuevo. Dumbledore ilustra el poder y la grandeza de quien renunció a los deseos casi completamente cuando dice que todo lo que quiere es un par de calcetines calientes. Esta restricción es el modelo para el propio desarrollo de Harry en la historia.

Entonces, sólo queda al PHANTASTICUS desear un feliz cumpleaños a la publicación y muchos años de lectura.

¿Te gustó el post? En el blog y lee cuántos posts quieres. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt-br.harrypotter.wikia.com/wiki/Trouxa

pt-br.harrypotter.wikia.com/wiki/Nascido-trouxa

pt.wikipedia.org/wiki/Harry_Potter_e_a_Pedra_Filosofal

geekiebooks.files.wordpress.com/2016/02/hp1-capa.jpg?w=640

static.independent.co.uk/s3fs-public/styles/story_medium/public/thumbnails/image/2016/02/26/13/3-Harry-Potter-and-the-Philosophers-Stone.jpg

2.bp.blogspot.com/-G2QGBB4DKDk/Uo6V7lv5-FI/AAAAAAAAAvQ/RFMGSaHXYo0/s320/Alemanha.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Pedra_filosofal

topstars.com.br/filmes-imagens/H/harry-potter-e-a-pedra-filosofal-2001-3.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Harry_Potter_and_the_Philosopher%27s_Stone#/media/File:Harry_Potter_and_the_Sorcerer%27s_Stone.jpg

images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/412W7VNY0FL.jpg

universia.com.br/destaque/noticia/2013/09/11/1048883/7-lices-voce-pode-aprender-com-harry-potter.html

demonstre.com/harry-potter-e-a-pedra-filosofal/

gottahaverockandroll.com/ItemImages/000019/jul16-294_lg.jpeg

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Os Cavalheiros Bastardos de Scott Lynch

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Os Cavalheiros Bastardos de Scott Lynch.

Há grandes chances de você não conhecer o escritor que falaremos no post de hoje.  Mas se conhecer é certo que aprecia sua obra.

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Hoje o PHANTASTICUS traz um pouco da obra do americano Scott Lynch e seus “Cavalheiros Bastardos”.

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Sua primeira obra “The Lies of Locke Lamora” (As Mentiras de Locke Lamora) nos traz um grupo de vigaristas que roubam os nobres da cidade de Camorr (uma cidade baseada na Veneza medieval).  Publicado em junho de 2006 nos entrega uma história feita com muita criatividade e sinceridade. São poucos os autores que se garantem no momento de criar personagens e caracterizá-los com tanta verossimilhança. (Fantasia do mundo Wiggers).

O livro é o primeiro da série “The Gentleman Bastard” e foi finalista do “World Fantasy Award” em 2007. O autor foi nomeado para o “John W. Campbell Award” em 2007 e 2008 como melhor “novo autor”.

O livro começa com um nome: “Thorn of Camorr” (“Espinho de Camorr”).  Um espadachim imbatível, um especialista em roubos vultosos, um fantasma que atravessa paredes. Metade da excêntrica cidade de Camorr acredita que ele seja um defensor dos pobres, enquanto o restante o considera apenas uma invencionice ridícula. Franzino, azarado no amor e sem nenhuma habilidade com a espada, Locke Lamora é o homem por trás do fabuloso “Espinho”, cujas façanhas alcançaram uma fama indesejada. Ele de fato rouba dos ricos, mas os pobres não veem nem a cor do dinheiro conquistado com os golpes, que vai todo para os bolsos de Locke e de seus comparsas: os “Cavalheiros Bastardos” (“Nobres Vigaristas” na versão brasileira).

O único lar do astuto grupo é o submundo da antiquíssima Camorr, que começa a ser assolado por um misterioso assassino com poder de superar até mesmo o “Espinho”. Seu nome: “Gray King” (Rei Cinza). Matando líderes de gangues, ele instaura uma guerra clandestina e ameaça mergulhar a cidade em um banho de sangue. Preso em uma armadilha sinistra, Locke e seus amigos terão sua lealdade e inteligência testadas ao máximo e precisarão lutar para sobreviver.

Um livro desbravador, pois se você entrar no mundo de Locke Lamora será difícil sair. O autor, Scott Lynch, nos brinda com uma história bem humorada, intrigante e que só faz nossa expectativa aumentar a cada capítulo. Dizer que o livro é uma das grandes leituras, parece pouco perto da diversão que é esmiuçar todo esse livro e da tristeza que é ler a última página sabendo que o livro acabou.

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Tudo começa, no livro, com Locke Lamora, um pirralho infernal até demais que só apronta confusão no lugar onde mora, o Morro das Sombras, com outras muitas crianças,. Vendo que ele possui um “dom” especial para esse tipo de situação, o responsável pelo local, chamado “Aliciador”, resolve vendê-lo para o father Chains (padre Correntes, na versão traduzida), figura emblemática do livro. O que Locke ainda não sabia é que esse padre comandava os “Nobres Vigaristas”, ladrões de Camorr que roubam dos ricos e nobres, acumulando fortunas para eles próprios e vivendo no conforto abaixo da igreja.

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Locke conhece então seus novos companheiros vigaristas Calo e Galdo Sanza (dois irmãos gêmeos) e posteriormente Bug (Pulga na versão brasileira) e Jean Tannen, as últimas “aquisições” do padre. Todos têm uma habilidade especial que os diferencia na gangue e os fazem ser importantes nas missões, pois precisam aprender a trabalhar em equipe e engordar os cofres dos “Nobres Vigaristas”. E…Após a morte do padre, Locke se torna o líder da gangue.

Bem, se você procura por um livro instigante, cheio de reviravoltas e com protagonistas hilários e muito divertidos, achou.

Scott Lynch resolveu dividir esse livro em vários capítulos para narrar a história atual de Locke Lamora e, entre esses capítulos, sempre há um tipo de intervalo – entreato – contando a infância do protagonista e de seus companheiros, como eles cresceram e foram parar onde estão, o que Locke fez para se tornar o líder dos “Nobres Vigaristas”, entre outras coisas, mas sempre retratando acontecimentos do passado e a história de Camorr. Esses intervalos acabam quebrando um pouco o ritmo da história, mas todos eles são igualmente importantes, pois esclarecem fatos e nos ajuda a entender a motivação de alguns atos dos nossos personagens.

A série é composta pelos seguintes livros:

Primeiro livro – “The Lies of Locke Lamora” (As Mentiras de Locke Lamora) publicado em 2006; Segundo livro – “Red Seas Under Red Skies” (Mares de Sangue) publicado em 2007; Terceiro livro – “The Republic of Thieves” (República de Ladrões) publicado em 2013; Quarto livro – “The Thorn of Emberlain” (tradução literal “O Espinho de Emberlain”) publicado em 2016;

Os demais livros (planejados) ainda serão publicados.  São eles: “The Ministry of Necessity” (tradução literal “O Ministério da Necessidade); “The Mage and the Master Spy” (tradução literal “O Mago e o Espião Mestre) e “Inherit the Night” (tradução literal “Herde a Noite”).

Bem, sobre nosso autor, ele possui uma escrita dissimulada nos momentos certos e repleta de sentimentos quando oportuno.  Segundo muitos críticos, ele não deve guardar qualquer emoção em seu coração – muito pelos “horrores” com os personagens da série. Lynch foi recomendado tanto por Patrick Rothfuss quanto por George Martin – talvez haja uma grande ligação nos estilos, principalmente com G. Martin, pois junto com Lynch são assassinos insanos e impiedosos de personagens – mesmo que protagonistas.

Vale a  pena a leitura da obra do jovem autor (39 anos) e até a próxima.

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Los Caballeros Bastardos de Scott Lynch.

Hay grandes posibilidades de que usted no conozca al escritor que hablaremos en el post de hoy. Pero si conoce es cierto que aprecia su obra.

Hoy el PHANTASTICUS trae un poco de la obra del americano Scott Lynch y sus “Caballeros Bastardos”.

Su primera obra “The Lies of Locke Lamora” nos trae un grupo de estafadores que roban a los nobles de la ciudad de Camorr (una ciudad basada en la Venecia medieval). Publicado en junio de 2006 nos entrega una historia hecha con mucha creatividad y sinceridad. Son pocos los autores que se garantizan en el momento de crear personajes y caracterizarlos con tanta verosimilitud. (Fantasía del mundo Wiggers).

El libro es el primero de la serie “The Gentleman Bastard” y fue finalista del “World Fantasy Award” en 2007. El autor fue nominado para el “John W. Campbell Award” en 2007 y 2008 como mejor “nuevo autor”.

El libro comienza con un nombre: “Thorn of Camorr” (“Espinho de Camorr”). Un espadachín imbatible, un experto en robos voluminosos, un fantasma que atraviesa paredes. La mitad de la excéntrica ciudad de Camorr cree que él es un defensor de los pobres, mientras que el resto lo considera sólo una invencionista ridícula. Franzino, azarado en el amor y sin ninguna habilidad con la espada, Locke Lamora es el hombre detrás del fabuloso “Espinho”, cuyas hazañas alcanzaron una fama no deseada. De hecho, roba de los ricos, pero los pobres no ven ni el color del dinero conquistado con los golpes, que va todo a los bolsillos de Locke y de sus comparsas: los “Caballeros Bastardos” (“Nobles Vigaristas” en la versión brasileña). El único hogar del astuto grupo es el submundo de la antiquísima Camorr, que comienza a ser asolado por un misterioso asesino con poder de superar incluso el “Espinho”. Su nombre: “Gray King” (Rey Gris). Matando a líderes de pandillas, insta a una guerra clandestina y amenaza con sumergir a la ciudad en un baño de sangre. Atrapado en una trampa siniestra, Locke y sus amigos tendrán su lealtad e inteligencia probadas al máximo y necesitarán luchar para sobrevivir.

Un libro conquistador, pues si usted entra en el mundo de Locke Lamora será difícil salir. El autor, Scott Lynch, nos brinda con una historia bien humorada, intrigante y que sólo hace nuestra expectativa aumentar a cada capítulo. Decir que el libro es una de las grandes lecturas, parece poco cerca de la diversión que es aplastar todo ese libro y la tristeza que es leer la última página sabiendo que el libro acabó.

Todo comienza, en el libro, con Locke Lamora, un miercoles infernal hasta demasiado que sólo prepara confusión en el lugar donde vive, el Morro de las Sombras, con otros muchos niños. Al ver que él posee un “don” especial para ese tipo de situación, el responsable del lugar, llamado “Aliciador”, decide venderlo para el father Chains (padre Correntes, en la versión traducida), figura emblemática del libro. Lo que Locke todavía no sabía es que ese padre comandaba a los “Nobles Vigaristas”, ladrones de Camorr que roban de los ricos y nobles, acumulando fortunas para ellos mismos y viviendo en el confort por debajo de la iglesia.

Locke conoce entonces a sus nuevos compañeros engañosos Calo y Galdo Sanza (dos hermanos gemelos) y posteriormente Bug (Pulga en la versión brasileña) y Jean Tannen, las últimas “adquisiciones” del sacerdote. Todos tienen una habilidad especial que los diferencia en la banda y los hacen ser importantes en las misiones, pues necesitan aprender a trabajar en equipo y engordar las arcas de los “Nobles Vigaristas”. … Después de la muerte del cura, Locke se convierte en el líder de la banda.

Bueno, si usted busca un libro instigante, lleno de vueltas y con protagonistas hilarantes y muy divertidos, pensó.

Scott Lynch resolvió dividir ese libro en varios capítulos para narrar la historia actual de Locke Lamora y entre esos capítulos siempre hay un tipo de intervalo-entreato – contando la infancia del protagonista y de sus compañeros, cómo ellos crecieron y se detuvo donde están , Lo que Locke hizo para convertirse en el líder de los “Nobles Vigaristas”, entre otras cosas, pero siempre retratando acontecimientos del pasado y la historia de Camorr. Estos intervalos terminan rompiendo un poco el ritmo de la historia, pero todos ellos son igualmente importantes, pues esclarecen hechos y nos ayuda a entender la motivación de algunos actos de nuestros personajes.

La serie se compone de los siguientes libros:

Primer libro – “The Lies of Locke Lamora” (Las mentiras de Locke Lamora) publicado en 2006; Segundo libro – “Red Seas Under Red Skies” (Mares de Sangre) publicado en 2007; Tercer libro – “The Republic of Thieves” (República de los ladrones) publicado en 2013; El libro “The Thorn of Emberlain” (traducción literal “El Espino de Emberlain”) publicado en 2016;

Los demás libros (planificados) todavía se publicarán. “El ministerio de necesidades” (traducción literal “El ministerio de la necesidad); “The Mage and the Master Spy” (traducción literal “El Mago y el Espía Maestro) y” Inherit the Night “(traducción literal” Herde la noche “).

Bueno, sobre nuestro autor, él posee una escritura encubierta en los momentos correctos y repleta de sentimientos cuando es oportuno. Según muchos críticos, él no debe guardar ninguna emoción en su corazón – mucho por los “horrores” con los personajes de la serie. Lynch fue recomendado tanto por Patrick Rothfuss como por George Martin, tal vez haya una gran vinculación en los estilos, principalmente con G. Martin, pues junto con Lynch son asesinos insanos y despiadados de personajes – aunque sean protagonistas.

Vale la lectura de la obra del joven autor (39 años) y hasta la próxima.

¿Te gustó el post? Disfruta y entre en el blog y lee cuántos posts quieres. Y deje su comentario. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el siguiente post

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

fantasiadomundowiggers.blogspot.com.br/2016/02/os-melhores-16-livros-de-fantasia.html

desbravandolivros.blogspot.com.br/2014/10/resenha-as-mentiras-de-locke-lamora.html

en.wikipedia.org/wiki/The_Lies_of_Locke_Lamora

en.wikipedia.org/wiki/Scott_Lynch

t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ5afFVANaaW5ahrYFrbc0rgCc9GWSJNVBYwi2bBi5PJ499OpHJ

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Dumblendore x Gandalf – Quem é o maior mago/bruxo?

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Dumblendore x Gandalf – Quem é o maior mago/bruxo? – Dumbledore x Gandalf – ¿Quién es el mago / brujo más grande?

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Dumblendore x Gandalf – Quem é o maior mago/bruxo?

Imagine se em algum momento, alguém propuser um torneio (tipo “Clube de Duelos”) entre os maiores magos/bruxos que conhecemos – na LitFan.  Imaginaram?  Quem vocês escalariam para um (se não o maior) duelo?

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Bem, o blog PHANTASTICUS toma a liberdade de escolher os primeiros duelantes (com cara de final de torneio) – e como não poderia deixar de ser, os escolhidos são:

Do lado direito Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore, considerado por muitos uma “lenda viva” e o mais poderoso feiticeiro de todos os tempos e nosso eterno diretor de Hogwarts.  E do lado esquerdo temos, ninguém mais, ninguém menos que Olórin ou Mithrandir ou Tharkûn ou Incánus ou como é mais conhecido e admirado por milhões – Gandalf, o Cinzento ou Gandalf, o Branco.

Então, chegou a hora! Um pouco sobre cada um de nossos duelantes.

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Albus Dumbledore, uma das grandes criações da escritora JK Rowling, de sangue mestiço, filho mais velho de Percival e Kendra Dumbledore, tendo dois irmãos mais novos, Aberforth e Ariana. O pai morreu na prisão de Azkaban quando Dumbledore ainda era jovem, a mãe e a irmã foram posteriormente mortas por acidente. Tornou-se mais conhecido graças à sua vitória num duelo “lendário”com Grindelwald, um dos feiticeiros negros mais terríveis e perigosos de que há memória, à descoberta das doze utilidades do sangue de dragão e pelo seu trabalho de alquimia em parceria com Nicolas Famel (segundo a lenda teria fabricado a pedra filosofal, o elixir da longa vida e realizado a transmutação de metais em ouro por meio de um livro misterioso).

Foi também através da intervenção de Albus Dumbledore que a resistência à ascensão de Lord Voldemort foi criada, a “Ordem da Fénix”. A organização é fundada para combater os “Devoradores da Morte” (mais conhecidos no Brasil como “Comensais da Morte”). Esta iniciativa só ajudou a reforçar a ideia de que Dumbledore foi o único feiticeiro que Voldemort alguma vez temeu. Foi ainda proprietário da famosa Varinha das Varinhas e considerado por muitos o melhor diretor que Hogwarts teve. Quando estava prestes a morrer, devido à maldição de um anel, Dumbledore arquitetou a sua própria morte com a ajuda do seu “leal servo”, Severus Snape. Embora já não fosse vivo na época, foi através das suas “maquinações” que Voldemort acabou por ser derrotado e a paz restaurada no mundo dos feiticeiros. Dumbledore é o único diretor de Hogwarts sepultado nos campos da escola.

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Curiosidade: Quando frequentou Hogwarts como aluno, Dumbledore o fez pela casa “Grifinória”.

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Bem, e seu oponente Gandalf? O cinzento foi uma das grandes criações da mente brilhante, do gênio escritor (desculpem, mas ele merece tantos elogios) JRR Tolkien.  O mago é um Maia (da raça Ainur) que veio a Terra Média para se tornarem protetores dos povos existentes.  Chegaram em corpos humanos (não poderiam se apresentar na sua forma de poder e esplendor que existem em Valinor) e seguiram em suas missões.

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Gandalf (Olórin) era um dos principais maiar – veja outros na lista abaixo (nomes dados em Quenya – linguagem élfica):  Arien – Eönwë – Ilmarë – Melian – Ossë – Tilion – Uinen – Alatar e Pallando (os Magos Azuis) – Aiwendil (Radagast) – Curunír (Saruman) – Sauron (os três últimos vocês devem conhecer bem).

Bem, voltando ao nosso cinzento, ele participou de várias missões.  Ajudou Thorin Escudo de Carvalho, Rei dos Anões no exílio; Colocou no caminho dos anões o hobbit Bilbo Baggins; Auxiliou Frodo e seus amigos a destruírem o “Um anel” e com isso retirou a principal arma de Sauron. E… São tantas coisas que ficarei aqui dias teclando. Mas… E quanto ao duelo? Quem ganharia? O bruxo Dumblendore com a “varinha das varinhas” ou o mago Gandalf com seu cajado?

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Fica difícil escolher algum ganhador deste duelo.  São personagens muito importantes em suas fantasias e muito poderosos.  Enquanto Tolkien nos deu uma Terra Média como um universo totalmente complexo, com vários idiomas e com uma forte tradição mítica nórdica. Suas linhas nos apresentam uma metáfora profunda sobre o eterno conflito entre o bem e o mal. Já nossa querida Rowling nos apresenta um Harry Potter em um mundo menos complexo e mais próximo da realidade em que vivemos – Será? Talvez.

Gandalf era imortal e não mostrava fraquezas por conta de suas características, ainda que ele tivesse certo “limite”. Assim, Dumbledore nos traz um personagem com defeitos e qualidades mais humanas.

E o poder da magia? Gandalf trabalhou em favor da “magia” durante séculos. Reuniu os povos livres da Terra-Média, juntando-os na luta contra o mal, além de ter se sacrificado em Moria para salvar seus amigos da Sociedade do Anel. Já Dumbledore não moveu nenhuma nação contra o mal comum, que era Voldemort. Era líder, apenas, da Escola de Magia de Hogwarts, tendo se sacrificado. Há críticos que julgam que Dumbledore ter cometido “suicídio” de nada ajudou as outras pessoas que lutavam contra o bruxo do mal.

Informações finais: Dumbledore é poderoso demais, ele venceu os dois feiticeiros negros mais poderosos do universo e foi condecorado e tudo mais por possuir uma mentalidade estratégica sem igual, sendo um líder excepcional e grande contribuinte para a formação dos conselhos de magia.  Já Gandalf mesmo que seu corpo mortal fosse destruído, o esplendor de seu espirito seria o suficiente pra dar fim aos que ameaçavam seus protegidos.  O Cinzento também apresenta maior vigor físico – o que é demonstrado em suas lutas junto da sociedade do anel, e nos cercos do abismo de Helm e Roham e o cerco de Minas Tiriti em Gondor.

Bem, neste duelo o PHANTASTICUS faz a opção pelo empate técnico (com uma leve tendência para o Cinzento).  E determina: O que seria de nós sem Gandalf e a Terra Média de Tolkien e sem Dumblendore e Hogwarts (+ Harry Potter) de Rowling.

Assim, somos todos vencedores.  E vamos encerrar com frases que são verdadeiras lições de vida:

“São as nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades.” (Dumblendore)

“Você pode encontrar as coisas que perdeu, mas nunca as que abandonou.” (Gandalf)

Gostou do post de hoje? Visite o blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Dumbledore x Gandalf – ¿Quién es el mago / brujo más grande?

Imagina si en algún momento, alguien propuso un torneo (tipo “Club de Duelos”) entre los mayores magos / brujas que conocemos – en LitFan. ¿Imaginaron? ¿Quién escalarían a uno (si no el más grande) duelo?

Bueno, el blog PHANTASTICUS toma la libertad de elegir los primeros duelantes (con cara de final de torneo) – y como no podría dejar de ser, los escogidos son:

En el lado derecho Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore, considerado por muchos una “leyenda viva” y el más poderoso hechicero de todos los tiempos y nuestro eterno director de Hogwarts. Y al lado izquierdo tenemos, nadie más, nadie menos que Olórin o Mithrandir o Tharkûn o Incánus o como es más conocido y admirado por millones – Gandalf, el Gris o Gandalf, el Blanco.

¡Entonces, llegó la hora! Un poco sobre cada uno de nuestros duelantes.

Albus Dumbledore, una de las grandes creaciones de la escritora JK Rowling, de sangre mestiza, hijo mayor de Percival y Kendra Dumbledore, teniendo dos hermanos más jóvenes, Aberforth y Ariana. El padre murió en la prisión de Azkaban cuando Dumbledore aún era joven, la madre y la hermana fueron posteriormente muertas por accidente. Se volvió más conocido gracias a su victoria en un duelo “legendario” con Grindelwald, uno de los hechiceros negros más terribles y peligrosos de que hay memoria, al descubrimiento de las doce utilidades de la sangre de dragón y su trabajo de alquimia en sociedad con Nicolas Famel (Según la leyenda habría fabricado la piedra filosofal, el elixir de la larga vida y realizado la transmutación de metales en oro por medio de un libro misterioso).

También fue a través de la intervención de Albus Dumbledore que la resistencia al ascenso de Lord Voldemort fue creada, la “Orden del Fénix”. La organización es fundada para combatir a los “Devoradores de la Muerte” (más conocidos en Brasil como “Mortales de la Muerte”). Esta iniciativa sólo ayudó a reforzar la idea de que Dumbledore fue el único hechicero que Voldemort jamás había temido. Fue también propietario de la famosa Varita de las Varitas y considerado por muchos el mejor director que tuvo Hogwarts. Cuando estaba a punto de morir, debido a la maldición de un anillo, Dumbledore construyó su propia muerte con la ayuda de su “leal siervo”, Severus Snape. Aunque ya no era vivo en la época, fue a través de sus “maquinaciones” que Voldemort acabó por ser derrotado y la paz restaurada en el mundo de los hechiceros. Dumbledore es el único director de Hogwarts sepultado en los campos de la escuela.

Curiosidad: Cuando asistió a Hogwarts como alumno, Dumbledore lo hizo por la casa “Gryffindor”.

Bueno, y su oponente Gandalf? El gris fue una de las grandes creaciones de la mente brillante, del genio escritor (disculpe, pero él merece tantos elogios) JRR Tolkien. El mago es un Maia (de la raza Ainur) que vino a la Tierra Media para convertirse en protectores de los pueblos existentes. Llegaron en cuerpos humanos (no podrían presentarse en su forma de poder y esplendor que existen en Valinor) y siguieron en sus misiones.

En el caso de que se trate de una de las más importantes de la historia de la humanidad, el Papa Benedicto XVI, Radagast) – Curunír (Saruman) – Sauron (los tres últimos ustedes deben conocer bien).

Bien, volviendo a nuestro gris, participó en varias misiones. Ayudó a Thorin Escudo de Carvalho, Rey de los Enanos en el exilio; Colocó en el camino de los enanos el hobbit Bilbo Baggins; Ayudó a Frodo y sus amigos a destruir el “Un anillo” y con ello sacó la principal arma de Sauron. Y … Son tantas cosas que quedaré aquí días pulsando. Pero … ¿Y en cuanto al duelo? ¿Quién ganaría? ¿El brujo Dumblendore con la varita de las varitas o el mago Gandalf con su bastón?

Es difícil elegir algún ganador de este duelo. Son personajes muy importantes en sus fantasías y muy poderosos. Mientras Tolkien nos dio una Tierra Media como un universo totalmente complejo, con varios idiomas y con una fuerte tradición mítica nórdica. Sus líneas nos presentan una metáfora profunda sobre el eterno conflicto entre el bien y el mal. Ya nuestra querida Rowling nos presenta un Harry Potter en un mundo menos complejo y más cercano a la realidad en que vivimos. Tal vez.

Gandalf era inmortal y no mostraba debilidades debido a sus características, aunque tenía cierto límite. Así, Dumbledore nos trae un personaje con defectos y cualidades más humanas.

¿Y el poder de la magia? Gandalf trabajó a favor de la “magia” durante siglos. Reunió a los pueblos libres de la Tierra Media, juntándolos en la lucha contra el mal, además de haberse sacrificado en Moria para salvar a sus amigos de la Sociedad del Anillo. Dumbledore no movió ninguna nación contra el mal común, que era Voldemort. Era líder, sólo, de la Escuela de Magia de Hogwarts, habiéndose sacrificado. Hay críticos que juzgan que Dumbledore cometió “suicidio” de nada ayudó a las otras personas que luchaban contra el brujo del mal.

Información final: Dumbledore es demasiado poderoso, él ha vencido a los dos hechiceros negros más poderosos del universo y ha sido condecorado y todo por poseer una mentalidad estratégica sin igual, siendo un líder excepcional y gran contribuyente para la formación de los consejos de magia. Gandalf, aunque su cuerpo mortal fuera destruido, el esplendor de su espíritu sería suficiente para dar fin a los que amenazaban a sus protegidos. El Gris también presenta mayor vigor físico -lo que se demuestra en sus luchas junto a la sociedad del anillo, y en los cercos del abismo de Helm y Roham y el cerco de Minas Tiriti en Gondor.

Bueno, en este duelo el PHANTASTICUS hace la opción por el empate técnico (con una ligera tendencia al Gris). Y determina: Lo que sería de nosotros sin Gandalf y la Tierra Media de Tolkien y sin Dublín y Hogwarts (+ Harry Potter) de Rowling.

Así pues, somos todos ganadores.  Y vamos a encerrar con frases que son verdaderas lecciones de vida:

“Son nuestras elecciones que revelan lo que realmente somos, mucho más que nuestras cualidades.” (Dumblendore)

“Usted puede encontrar las cosas que perdió, pero nunca las que abandonó.” (Gandalf)

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

curumimnerd.com.br/conteudo/uploads/2014/01/duelogvsdmain-700×352.jpg

orig12.deviantart.net/1f42/f/2014/073/8/6/gandalf_vs_by_w1haaa-d7a7j3t.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Albus_Dumbledore

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fatosdesconhecidos.com.br/quem-e-mais-forte-gandalf-ou-dumbledore/

megacurioso.com.br/literatura/74136-qual-e-o-mago-mais-poderoso-merlin-dumbledore-ou-gandalf.htm

einerd.com.br/gandalf-vs-dumbledore-batalha-mortal/

corecanvas.s3.amazonaws.com/theonering-0188db0e/gallery/original/gandalfcol2.jpg

fanpop.com/images/photos/7700000/Albus-Dumbledore-albus-dumbledore-7750685-500-313.jpg

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O Ciberespaço e a Matrix de William Gibson

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: O Ciberespaço e a Matrix de William Gibson.

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Você já ouviu falar de “Ficção especulativa”? Não! Bem, é um termo que tem sido usado para classificar um gênero de ficção que especula sobre mundos que diferem do mundo real de várias e importantes maneiras. Neste gênero, são geralmente incluídas a ficção científica, a fantasia e o horror. Há, também, quem inclua o gênero “História Alternativa” como integrante deste termo. Bem, dentro deste termo, no gênero “Ficção Científica” encontramos o subgênero “Cyberpunk” onde o ponto forte é o enfoque na “Alta tecnologia e baixa qualidade de vida” (“High tech, Low life”) e toma seu nome da combinação de cibernética e punk. Mescla ciência avançada, como as tecnologias de informação e a cibernética junto com algum grau de desintegração ou mudança radical na ordem social. E falamos isto tudo para chegar no autor escolhido para o post de hoje.

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Com vocês….. William Gibson chamado de “profeta noir” do cyberpunk.  Foi ele que lançou o termo “ciberespaço”.  Gibson cunhou o termo em seu conto “Burning Chrome” e posteriormente popularizou o conceito em seu romance de estréia e obra mais conhecida, Neuromancer, de 1984, primeiro volume da aclamada trilogia “Sprawl”.  Gibson revolucionou o gênero ficção científica, tirando as viagens espaciais e a descoberta de novos planetas do foco e colocando a própria sociedade em seu lugar.

Gibson teve sua primeira grande influência literária sólida quando comprou, escondido de sua mãe, uma antologia de literatura beatnik (movimento ligado aos hippies e a contracultura). Se encantou com os personagens transgressores e marginalizados, vivendo vidas alheias à opressora e complexa sociedade capitalista, retratados por grandes autores como Jack Kerouac, Allen Ginzberg e William Burroughs.  Assim começou.

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Sobre “Sprawl” podemos falar que é uma leitura delirante – um marco do revigoramento da ficção científica na era da informação.  A série foi aberta pelo conceituado “Neuromancer”, publicado em 1984, e que se tornou o primeiro romance a ganhar a “tríplice coroa” da ficção científica (os prêmios Nebula, Hugo e Philip K. Dick).  O livro introduzia novos conceitos para a época, como inteligências artificiais avançadas e um cyberespaço quase que “físico”, conceitos que mais tarde foram explorados por Masamune Shirow em seu mangá “Ghost in the Shell” e no filme homônimo (no Brasil, “O Fantasma do Futuro”), dirigido por Mamoru Oshii, este serviu de inspiração às irmãs Wachowski (Lilly Wachowski – nascida com o nome Andrew Paul “Andy” Wachowski em 29 de dezembro de 1967 – e Lana Wachowski – nascida com o nome Laurence “Larry” Wachowski em 21 de junho de 1965 – irmãs transgênero coletivamente conhecidas como “The Wachowskis” são cineastas, produtoras e roteiristas dos EUA) na criação da trilogia Matrix.

O PHANTASTICUS já fez uma postagem que possuia um breve comentário sobre o livro.  Foi em 20/09/2015 no post “O Admirável Mundo criado por Aldous Huxley” que citamos a obra de Gibson.  Se quiser segue o link para uma (re)leitura:

https://jotacortizo.wordpress.com/2015/09/20/o-admiravel-mundo-criado-por-aldous-huxley-el-mundo-feliz-creado-por-aldous-huxley/.

Voltando a “Neuromancer” o livro conta a história de Case, um ex-hacker (cowboy, como são chamados os hackers em Neuromancer) que foi impossibilitado de exercer sua profissão, graças a um erro que cometeu ao tentar roubar seus patrões. Eles então envenenaram Case com uma micotoxina (substâncias químicas tóxicas produzidas por fungos), que danificou seu sistema neural e o impossibilitou de se conectar à Matrix. Antes deixaram uma quantia de dinheiro com ele, pois “iria precisar dele”. Case então procura as clínicas clandestinas de medicina de Chiba City, onde gasta todo seu dinheiro com exames, sem conseguir encontrar uma cura. Drogado, sem dinheiro, desempregado – é nessa condição que Molly o encontra e a trama se inicia com uma cura para os danos de Case à vista.  Diversos personagens interessantes são introduzidos durante a trama (Molly, Armitage, Wintermute) e vai se descobrindo o passado obscuro de cada um deles no desenrolar da história, que possui um final surpreendente.

Em 1986, foi publicado “Count Zero” (tradução literal “Contagem Zero”) que nos mostra que no futuro, passados oito anos após os eventos de Neuromancer, existe a matrix – uma espécie de alucinação coletiva digital na qual a humanidade se conecta para, virtualmente, saber de tudo sobre tudo. Mas algo estranho está acontecendo. Pelo ciberespaço se espalham agora diversas novas vidas artificiais. Por isso, as grandes corporações do planeta precisam se mobilizar, cada vez mais e a qualquer custo, para proteger suas informações e obter outras. A bola da vez é o biochip, tecnologia capaz de oferecer grandes vantagens à empresa que dele se apossar. Envolvido por esse cenário, Bobby Newmark acaba entrando de gaiato nessa história. E por causa disso, Bobby – o “Count Zero” – se torna uma pessoa valiosa. É quando a caçada começa.

Em 1988 nos brinda com a derradeira história, que fecha a trilogia. “Mona Lisa Overdrive” ocorre oito anos após os eventos de “Count Zero”.  O livro é formado a partir de interconexões diversas, e também possui personagens de obras anteriores (como Molly Millions, a mercenária com dedos de navalha de Neuromancer).  Uma das conexões nos traz Mona, uma prostituta adolescente que tem uma semelhança física bastante notável com a famosa superstar de Simstim Angie Mitchell. Mona é contratada por indivíduos ocultos para um “trabalho”, que mais tarde descobre ser parte de uma conspiração para sequestrar Angie.  Uma outra conexão, tem foco em uma jovem garota japonesa  chamada Kumiko, filha de um chefe da Yakuza,  enviada para Londres para permanecer em segurança enquanto seu pai se envolve em uma guerra de gangues com demais líderes da máfia. Em Londres, ela é protegida por um dos capangas de seu pai, que é também um poderoso membro da Máfia londrina. Ela conhece Molly Millions (que mudou de aparência e adotou o nome “Sally Shears” para ocultar sua identidade de teceiros que a perseguem), que decide proteger a jovem garota.  Já a terceira conexão segue um recluso artista chamado Slick Henry, que vive em um lugar chamado Fábrica; uma grande e envenenada vastidão deserta de fábricas e aterros, talvez em Nova Jersey. Slick Henry é um ladrão de carros condenado. Como resultado das repetidas lavagem cerebral que compõem sua punição, ele passa seus dias criando grandes esculturas robóticas e, periodicamente, sofre de episódios de perda de memória, retornando à consciência depois com nenhuma lembrança do que fez durante o apagão. Ele é contratado por um conhecido para cuidar de um “Count” comatoso (Bobby Newmark que, a partir do segundo romance, Count zero, ligou a si mesmo em um cyber-disco rígido de alta capacidade chamado Aleph). Um “Aleph” teórico teria a capacidade de memória RAM suficiente, literalmente, para conter toda a realidade, o bastante para que uma memória do constructo de uma pessoa pudesse conter também a personalidade do indivíduo e permitir que ele continue a aprender, crescer e agir de forma independente.

O final do enredo segue Angela Mitchell, estrela de Simstim e personagem principal do livro Count Zero. Angie, graças às manipulações cerebrais realizadas por seu pai quando ela era criança, sempre teve a capacidade de acessar o ciberespaço diretamente (sem utilizar um deck como interface), mas as drogas fornecidas por sua empresa de produção Sense/Net diminuíram severamente essa capacidade.

Demais! Muito bom.  Genial.  Gibson criou uma “realidade” impressionante. O Sprawl que nomeia a trilogia, também chamado às vezes de BAMA, é uma mega cidade que abrange a área de Boston a Atlanta, incluindo os territórios de Washington e Nova York. A história dos livros, entretanto, não fica restrita àquilo que conhecemos como EUA. A trama se expande para Tóquio, Londres, Rio de Janeiro, Nova Deli, Bruxelas, Paris, Istambul, Malibu, Hamburgo, México, Panamá, passando por estações espaciais e cidades em órbita (cuidado com a SAE – Síndrome de Adaptação Espacial – o jet lag em gravidade zero, o mal-estar do viajante do futuro).

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Embora grande parte da reputação de Gibson permanecer associada com Neuromancer, seu trabalho continuou a evoluir. Após a da distópica trilogia Sprawl, Gibson se tornou um importante autor de outro subgênero da ficção científica, o steampunk, com o romance de história alternativa “The Difference Engine” (A Máquina Diferencial) em 1990, escrita com Bruce Sterling. Na década de 1990, ele compôs a trilogia Bridge, que se concentrou em observações sociológicas de um futuro próximo de ambientes urbanos e capitalismo tardio. Seus mais recentes romances, “Pattern Recognition” (Reconhecimento de Padrões) (2003), “Spook Country” (2007) e “Zero History” (2010) são definidos em um mundo contemporâneo e o colocaram pela primeira vez nas listas mainstream (cultura da massa) dos mais vendidos.

No quesito premiações, Gibson é “figurinha” fácil em diversos grandes prêmios. Ganhou o Nebula e o Hugo com Neuromancer e teve mais de trinta nomeações aos prêmios já citados e outros como o John W. Campbell Memorial Award, o Philip K. Dick Award, Arthur C. Clarke Award e mais outros tantos.

O legado de Gibson é a grande influência que exerceu e tem exercido.  Veja três obras de ficção científica influenciadas por William Gibson:

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Bem, espero que tenham gostado do post.  Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: El Ciberespacio y la Matriz de William Gibson.

¿Has oído hablar de “Ficción especulativa”? ¡No! Bueno, es un término que ha sido usado para clasificar un género de ficción que especula sobre mundos que difieren del mundo real de varias e importantes maneras. En este género, se incluyen generalmente la ficción científica, la fantasía y el horror. Hay, también, quien incluya el género “Historia Alternativa” como integrante de este término. En el término “Ficción Científica” encontramos el subgénero “Cyberpunk” donde el punto fuerte es el enfoque en la “Alta tecnología y baja calidad de vida” (“High Tech, Low life”) y toma su nombre de la combinación De cibernética y punk. Combina ciencia avanzada, como las tecnologías de información y la cibernética junto con algún grado de desintegración o cambio radical en el orden social. Y hablamos todo esto para llegar al autor elegido para el post de hoy. Con ustedes … William Gibson llamado “profeta noir” del cyberpunk. Fue él quien lanzó el término “ciberespacio”. Gibson acuñó el término en su cuento “Burning Chrome” y posteriormente popularizó el concepto en su novela de estreno y obra más conocida, Neuromancer, de 1984, primer volumen de la aclamada trilogía “Sprawl”. Gibson revolucionó el género ficción científica, sacando los viajes espaciales y el descubrimiento de nuevos planetas del foco y colocando a la propia sociedad en su lugar.

Gibson tuvo su primera gran influencia literaria sólida cuando compró, escondido de su madre, una antología de literatura beatnik (movimiento ligado a los hippies y la contracultura). Se encantó con los personajes transgresores y marginados, viviendo vidas ajenas a la opresora y compleja sociedad capitalista, retratados por grandes autores como Jack Kerouac, Allen Ginzberg y William Burroughs. Así comenzó.

Sobre “Sprawl” podemos hablar de que es una lectura delirante – un marco de la revitalización de la ciencia ficción en la era de la información. La serie fue abierta por el conceptuado “Neuromancer”, publicado en 1984, y que se convirtió en el primer romance en ganar la “triple corona” de la ciencia ficción (los premios Nebula, Hugo y Philip K. Dick). El libro introducía nuevos conceptos para la época, como inteligencias artificiales avanzadas y un ciberespacio casi que “físico”, conceptos que más tarde fueron explorados por Masamune Shirow en su manga “Ghost in the Shell” y en la película homónima (en Brasil, “O , Que fue inspirado por las hermanas Wachowski (Lilly Wachowski), nacida con el nombre de Andrew Paul “Andy” Wachowski el 29 de diciembre de 1967 – y Lana Wachowski – nacida con el nombre Laurence “Larry “Wachowski el 21 de junio de 1965 – hermanas transgénero colectivamente conocidas como “The Wachowskis” son cineastas, productoras y guionistas de EEUU) en la creación de la trilogía Matrix.

El PHANTASTICUS ya hizo un post que tenía un breve comentario sobre el libro. En el post “El Admirable Mundo creado por Aldous Huxley” que citamos la obra de Gibson. Si desea seguir el enlace a una (re) lectura: jotacortizo.wordpress.com/2015/09/20/o-admiravel-mundo-criado-por-aldous-huxley-el-mundo-feliz-creado- Por-aldous-huxley /.

En el caso de “Neuromancer”, el libro cuenta la historia de Case, un ex hacker (cowboy, como se llaman los hackers en Neuromancer) que no pudo ejercer su profesión, gracias a un error que cometió al intentar robar a sus patrones. Entonces envenenaron a Case con una micotoxina (sustancias químicas tóxicas producidas por hongos), que dañó su sistema neural y lo imposibilitó de conectarse a Matrix. Antes dejaron una cantidad de dinero con él, pues “lo necesitaría”. Después, busca las clínicas clandestinas de medicina de Chiba City, donde gasta todo su dinero con exámenes, sin conseguir encontrar una cura. Drogado, sin dinero, desempleado – es en esa condición que Molly lo encuentra y la trama se inicia con una cura para los daños de Case a la vista. Varios personajes interesantes son introducidos durante la trama (Molly, Armitage, Wintermute) y se va descubriendo el pasado oscuro de cada uno de ellos en el desarrollo de la historia, que tiene un final sorprendente.

En 1986, se publicó “Count Zero”, que nos muestra que en el futuro, pasados ​​ocho años después de los eventos de Neuromancer, existe la matriz – una especie de alucinación colectiva digital en la que la humanidad se conecta a la humanidad , Virtualmente, saber de todo sobre todo. Pero algo extraño está sucediendo. Por el ciberespacio se extienden ahora diversas nuevas vidas artificiales. Por eso, las grandes corporaciones del planeta necesitan movilizarse cada vez más a cualquier costo, para proteger su información y obtener otras. La pelota de la vez es el biochip, tecnología capaz de ofrecer grandes ventajas a la empresa que de él se apoder. En este contexto, Bobby Newmark acaba entrando de gaiato en esa historia. Y a causa de eso, Bobby – el “Count Cero” – se convierte en una persona valiosa. Es cuando la caza comienza.

En 1988 nos brinda la última historia, que cierra la trilogía. “Mona Lisa Overdrive” ocurre ocho años después de los eventos de “Count Cero”. El libro está formado a partir de interconexiones diversas, y también posee personajes de obras anteriores (como Molly Millions, la mercenaria con dedos de navaja de Neuromancer). Una de las conexiones nos trae a Mona, una prostituta adolescente que tiene una similitud física bastante notable con la famosa superestrella de Simstim Angie Mitchell. Mona es contratada por individuos ocultos para un “trabajo”, que más tarde descubre ser parte de una conspiración para secuestrar a Angie. Otra conexión, se centra en una joven japonesa llamada Kumiko, hija de un jefe de Yakuza, enviada a Londres para permanecer en seguridad mientras su padre se involucra en una guerra de pandillas con demasiados líderes de la mafia. En Londres, ella está protegida por uno de los capataces de su padre, que es también un poderoso miembro de la mafia londinense. Ella conoce a Molly Millions (que cambió de aspecto y adoptó el nombre “Sally Shears” para ocultar su identidad de tereiros que la persiguen), que decide proteger a la joven chica. La tercera conexión sigue a un recluso artista llamado Slick Henry, que vive en un lugar llamado Fábrica; Una gran y envenenada amplitud desierta de fábricas y vertederos, tal vez en Nueva Jersey. Slick Henry es un ladrón de coches condenado. Como resultado de las repetidas blanqueamientos de cerebro que componen su castigo, pasa sus días creando grandes esculturas robóticas y, periódicamente, sufre de episodios de pérdida de memoria, retornando a la conciencia después con ningún recuerdo de lo que hizo durante el apagón. Él es contratado por un conocido para cuidar de un “Count” comatoso (Bobby Newmark que, a partir de la segunda novela, Count cero, se ligó a sí mismo en un cyber-disco duro de alta capacidad llamado Aleph). Un “aleph” teórico tendría la capacidad de memoria RAM suficiente, literalmente, para contener toda la realidad, suficiente para que una memoria del constructo de una persona pudiera contener también la personalidad del individuo y permitirle seguir aprendiendo, crecer y actuar De forma independiente.

El final de la trama sigue a Angela Mitchell, estrella de Simstim y personaje principal del libro Count Cero. Angie, gracias a las manipulaciones cerebrales realizadas por su padre cuando era niño, siempre tuvo la capacidad de acceder al ciberespacio directamente (sin utilizar un deck como interfaz), pero las drogas suministradas por su empresa de producción Sense / Net disminuyeron severamente esa capacidad.

¡Más! Muy bien. Genial. Gibson creó una “realidad” impresionante. El Sprawl que nombra la trilogía, también llamado a veces de BAMA, es una mega ciudad que abarca el área de Boston a Atlanta, incluyendo los territorios de Washington y Nueva York. La historia de los libros, sin embargo, no queda restringida a lo que conocemos como EEUU. La trama se expande a Tokio, Londres, Río de Janeiro, Nueva Delhi, Bruselas, París, Estambul, Malibu, Hamburgo, México, Panamá, pasando por estaciones espaciales y ciudades en órbita (cuidado con la SAE – Síndrome de Adaptación Espacial – Jet lag en gravedad cero, el malestar del viajero del futuro).

Aunque gran parte de la reputación de Gibson permanece asociada con Neuromancer, su trabajo continuó evolucionando. Después de la distópica trilogía Sprawl, Gibson se convirtió en un importante autor de otro subgénero de la ciencia ficción, el steampunk, con la novela de historia alternativa “The Difference Engine” (1990), escrita con Bruce Sterling. En la década de 1990, compuso la trilogía Bridge, que se concentró en observaciones sociológicas de un futuro próximo de ambientes urbanos y capitalismo tardío. Sus más recientes novelas, “Patrón de reconocimiento” (2003), “Spook Country” (2007) y “Zero History (2010) se definen en un mundo contemporáneo y lo colocaron por primera vez en las listas de corriente (cultura De la masa) de los más vendidos.

En los premios, Gibson es “figurita” fácil en varios grandes premios. Y en el caso de que no se conozca el nombre de la persona que se encuentra en la lista.

El legado de Gibson es la gran influencia que ha ejercido y ha ejercido. Ver tres obras de ciencia ficción influenciadas por William Gibson:

Bueno, espero que les haya gustado el post. En el blog y lee cuántos posts quieres. Y deje su comentario. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/Ficção_especulativa

pt.wikipedia.org/wiki/Cyberpunk

terra.com.br/noticias/tecnologia/internet/obra-que-inspirou-matrix-completa-25-anos,2ca8887dc5aea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

blog.estantevirtual.com.br/2017/03/17/william-gibson-o-profeta-noir-ciberespaco/

pt.wikipedia.org/wiki/William_Gibson

lounge.obviousmag.org/sandalias_magneticas/2012/07/a-trilogia-do-sprawl-de-william-gibson.html

pt.wikipedia.org/wiki/Lilly_e_Lana_Wachowski

pt.wikipedia.org/wiki/Neuromancer

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pt.wikipedia.org/wiki/Mona_Lisa_Overdrive

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project.cyberpunk.ru/lib/mona_lisa_overdrive/mona_lisa_overdrive_cover.gif

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en.wikipedia.org/wiki/List_of_awards_and_nominations_received_by_William_Gibson

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revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2015/03/entrevistamos-william-gibson-o-pai-do-ciberpunk.html

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Do Mochileiro e de Monty Python – A Genialidade de Douglas Adams

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Do Mochileiro e de Monty Python – A Genialidade de Douglas Adams.

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Quem de vocês poderia imaginar que o mesmo cérebro desenharia as linhas de “The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy” (O Guia do Mochileiro das Galáxias) e escreveria roteiros para a série televisiva “Monty Python’s Flying Circus” (série de humor britânica criada pelo grupo de comediantes Monty Python e transmitida pela BBC entre 1969 e 1974 – o programa caracterizava-se pelo seu humor absurdo e insinuante, sem uma linha contínua de princípio, meio e fim).  Como poderíamos comparar as obras.  Bem, não há comparação, mas há uma linha tênue de comédia entre as obras.

“The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy” (O Guia do Mochileiro das Galáxias) começou como série radiofônica transmitida pela primeira vez no Reino Unido pela Radio 4, da BBC, em 1978, e mais tarde foi publicada (muito modificada e amplificada) numa Saga de romances em cinco partes.  Os cinco livros trazem um humor escrachado, no qual o autor usa situações hilárias e bizarras para ironizar a política, a burocracia, as pessoas e suas manias.  A Saga divide-se em 5 livros sendo eles: The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy (O Guia do Mochileiro das Galáxias) publicado em outubro de 1972; The Restaurant at the end of the Universe (O Restaurante no Fim do Universo) publicado em 1980; Life, the Universe and Everything (A Vida, o Universo e Tudo Mais) publicado em 1982; So long, and thanks for all the fish (Até logo, e Obrigado pelos Peixes) publicado em 1984; Mostly Harmless (Praticamente Inofensiva) publicado em 1992.

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Falando um pouco sobre nosso autor, o britânico Douglas Noël Adams, ele nasceu em 11 de março de 1952, foi um escritor e comediante britânico.  Os fãs e amigos de Adams o descreveram, também, como um ativista ambiental, um assumido ateísta radical e amante dos automóveis possantes, câmeras, computadores Macintosh e outros ‘apetrechos tecnológicos’. O biólogo Richard Dawkins dedicou-lhe seu livro The God Delusion e nele descreve como Adams compreendeu a teoria da evolução e, tornou-se um ateísta. Adams era um entusiasta de novas tecnologias, tendo escrito sobre email e usenet antes de tornarem-se amplamente conhecidos. Até o fim de sua vida, Adams foi um requisitado professor de tópicos que incluía ambiente e tecnologia.

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Foi em 1974 que Adams trabalhou com Graham Chapman e escreveu esquetes para a série “Monty Python’s Flying Circus”, em sua 4º temporada.  Em função disso, ganhou uma dedicatória em um dos episódios.

Com uma carreira importante – em todos os canais de comunicação, o escritor nos deixou prematuramente em 11 de maio de 2001, vítima de problemas cardíacos.  Mas nos deixou um grande legado.

Filme

Em 2005 foi lançado um filme baseado no primeiro livro, que teve Douglas Adams como uma espécie de “produtor honorário”, pois ele ajudou no filme, mas morreu antes de sua conclusão.  O filme foi dirigido por Garth Jennings e teve como principais nomes do elenco: Stephen Fry (Narrador/Guia); Martin Freeman (Arthur Dent); Mos Def (Ford Prefect); Alan Rickman (voz de Marvin – o andróide); John Malkovich (Humma Kavula); Zooey Deschanel (Trillian).

Dirky

Também se debate se seu último livro, não terminado, “The Salmon Of Doubt” (O Salmão da dúvida) seria parte dessa série, formando assim uma Saga de seis livros ou da saga “Dirk Gently”.

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Em 2009 Eoin Colfer (autor da série Artemis Fowl)  continuou a saga do Guia com o livro intitulado “And Another Thing…” (E tem outra coisa…) foi publicado no trigésimo aniversário do primeiro livro do Guia, em 12 de outubro de 2009, em capa dura. Eoin Colfer recebeu a permissão para escrever o livro pela viúva de Douglas Adams, Jane Belson.

Peculiaridade: Seu estilo literário não combinava com o padrão da TV e rádio da época, por causa disso o autor teve uma série de estranhos empregos, como porteiro de hospital, construtor de celeiro, depenador de frango e até segurança de uma rica família do Qatar. Adams dizia que procurava trabalhos onde podia ler enquanto trabalhava.

Curiosidade: O dia da toalha se tornou uma grande homenagem dos “mochileiros” – A toalha é muito importante para os “viajantes da galáxia”. Sua utilização é das mais variadas e inimagináveis situações. (capítulo 3 do 1º livro).  O dia 25 de maio de 2001 foi o dia em que foi feita a primeira homenagem pelos membros do h2g2 (uma comunidade virtual inspirada no Guia). Depois discutiu-se sobre a possibilidade de alterar o dia para 42 dias após a data de falecimento, devido a outro detalhe da saga, que afirma que a resposta para questão fundamental da vida, o universo e tudo mais seria 42. De todo modo, acabou continuando a data da primeira comemoração, 25 de maio. A data é lembrada pelos fãs que carregam uma toalha durante o dia inteiro com eles. Alguns usam como uma capa, outros como um turbante, enfim cada um usa a toalha como deseja, desde que esteja consigo a toalha.42

Mistério: Porque 42 é a resposta para tudo? No livro de Douglas Adams, ele fala sobre uma civilização que busca a resposta para tudo, e para isso constrói um robô superinteligente que era capaz de responder qualquer dúvida.  Ao questionarem o robô sobre qual o sentido da vida, o universo e tudo mais, ele deu um prazo de milhares de anos para realizar os cálculos e descobrir a resposta. Essa resposta, irônica como toda a obra de Adams, foi apenas: 42.

Mas porque 42?  Douglas Adams explicou certa vez de onde veio esse número: “A resposta é muito simples. Foi uma brincadeira. Tinha que ser um número, um ordinário, pequeno e eu escolhi esse. Representações binárias, base 13, macacos tibetanos são totalmente sem sentido. Eu sentei à minha mesa, olhei para o jardim e pensei “42 vai funcionar” e escrevi. Fim da história.”  Entretanto, se buscarmos algumas explicações para a ligação entre o sentido da vida e o numeral, encontramos:

  • Em japonês, o número 4 pode ser lido como “shi”, o número 2 é lido como “ni”; juntando as duas palavras da “shini” que por acaso significa morte, ou seja, 42, é a linha tênue que define a condição de cada indivíduo presente nesse mundo e separa os vivos de uma simples(ou não) matéria bruta.
  • Uma maratona tem 42 quilômetros.
  • No livro do Apocalipse, na Bíblia, cada fato tem mil duzentos e sessenta dias, ou seja, 42 meses de duração.
  • 6 x 6 + 6 = 42.
  • O número 777 é considerado o número de Deus. 777 7 x 7 – 7 = 42

Bem, você decifra o mistério do jeito que lhe convier.

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Del Mochilero y de Monty Python – La Genialidad de Douglas Adams.

¿ ¿Quién de ustedes podría imaginar que el mismo cerebro diseñaría las líneas de “The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy” y escribiría guiones para la serie televisiva “Monty Python’s Flying Circus” (serie de humor británica creada por el grupo) De comediantes Monty Python y transmitida por la BBC entre 1969 y 1974 – el programa se caracterizaba por su humor absurdo e insinuante, sin una línea continua de principio, medio y fin). ¿Cómo podríamos comparar las obras. Bueno, no hay comparación, pero hay una línea tenue de comedia entre las obras.

“The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy” (La Guía del Mochilero de las Galaxias) comenzó como serie radiofónica transmitida por primera vez en el Reino Unido por Radio 4 de la BBC en 1978, y más tarde fue publicada (muy modificada y amplificada) en una Saga De romances en cinco partes. Los cinco libros traen un humor esclavizado, en el que el autor usa situaciones hilarantes y extrañas para ironizar la política, la burocracia, las personas y sus manías. La Saga se divide en 5 libros que son: The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy (La Guía del Mochilero de las Galaxias) publicado en octubre de 1972; El restaurante en el final del Universo, publicado en 1980; La vida, el universo y todo lo demás publicado en 1982; Hasta luego, y gracias por el pescado (Hasta luego, y gracias por el pescado), publicado en 1984; (En inglés).

Hablando un poco sobre nuestro autor, el británico Douglas Noël Adams, nació el 11 de marzo de 1952, fue un escritor y comediante británico. Los aficionados y amigos de Adams lo describieron, también, como un activista ambiental, un asumido ateísta radical y amante de los automóviles poderosos, cámaras, ordenadores Macintosh y otros ‘pertrechos tecnológicos’. El biólogo Richard Dawkins le dedicó su libro The God Delusion y en él describe cómo Adams comprendió la teoría de la evolución y se convirtió en un ateísta. Adams era un entusiasta de nuevas tecnologías, habiendo escrito sobre correo electrónico y usenet antes de llegar a ser ampliamente conocidos. Hasta el final de su vida, Adams fue un pedidísimo profesor de asuntos que incluía ambiente y tecnología.

En 1974, Adams trabajó con Graham Chapman y escribió a la serie “Monty Python’s Flying Circus” en su 4ª temporada. En consecuencia, ganó una dedicatoria en uno de los episodios.

Con una carrera importante-en todos los canales de comunicación, el escritor nos dejó prematuramente el 11 de mayo de 2001, víctima de problemas cardíacos. Pero nos dejó un gran legado.

En 2005 se lanzó una película basada en el primer libro, que tuvo a Douglas Adams como una especie de “productor honorario”, ya que ayudó en la película, pero murió antes de su conclusión. La película fue dirigida por Garth Jennings y tuvo como principales nombres del elenco: Stephen Fry (Narrador / Guía); Martin Freeman (Arthur Dent); Mos Def (Ford Prefect); Alan Rickman (voz de Marvin – el androide); John Malkovich (Humma Kavula); Zooey Deschanel (Trillian).

También se debate si su último libro, no terminado, “The Salmon of Doubt” (El salmón de la duda) sería parte de esa serie, formando así una saga de seis libros o de la saga “Dirk Gently”.

En 2009 Eoin Colfer (autor de la serie Artemis Fowl) continuó la saga de la Guía con el libro titulado “And Another Thing …” (Y tiene otra cosa …) fue publicado en el trigésimo aniversario del primer libro de la Guía, en 12 De octubre de 2009, en tapa dura. Eoin Colfer recibió el permiso para escribir el libro por la viuda de Douglas Adams, Jane Belson.

Peculiaridad: Su estilo literario no combinaba con el estándar de la televisión y la radio de la época, debido a que el autor tuvo una serie de extraños empleos, como portero de hospital, constructor de granero, depenador de pollo e incluso seguridad de una rica familia de Qatar . Adams decía que buscaba trabajos donde podía leer mientras trabajaba.

Curiosidad: El día de la toalla se ha convertido en un gran homenaje de los “mochileros” – La toalla es muy importante para los “viajeros de la galaxia”. Su uso es de las más variadas e inimaginables situaciones. (Capítulo 3 del primer libro). El 25 de mayo de 2001 fue el día en que se hizo el primer homenaje por los miembros del h2g2 (una comunidad virtual inspirada en la Guía). Después se discutió sobre la posibilidad de cambiar el día a 42 días después de la fecha de fallecimiento, debido a otro detalle de la saga, que afirma que la respuesta para cuestión fundamental de la vida, el universo y todo lo demás sería 42. De todos modos, acabó continuando la fecha de la primera conmemoración, el 25 de mayo. La fecha es recordada por los fans que cargan una toalla durante todo el día con ellos. Algunos usan como una capa, otros como un turbante, en fin cada uno usa la toalla como desea, siempre que esté con la toalla.

Misterio: ¿Por qué 42 es la respuesta para todo? En el libro de Douglas Adams, él habla sobre una civilización que busca la respuesta para todo, y para ello construye un robot superinteligente que era capaz de responder cualquier duda. Al cuestionar el robot sobre cuál el sentido de la vida, el universo y todo lo demás, dio un plazo de miles de años para realizar los cálculos y descubrir la respuesta. Esta respuesta, irónica como toda la obra de Adams, fue sólo: 42.

¿Por qué 42? Douglas Adams explicó cierta vez de dónde vino ese número: “La respuesta es muy simple. Fue una broma. Tenía que ser un número, un ordinario, pequeño y yo elegí ese. Representaciones binarias, base 13, monos tibetanos son totalmente sin sentido. Me senté a mi mesa, miré al jardín y pensé “42 va a funcionar” y escribí. Fin de la historia. “Sin embargo, si buscamos algunas explicaciones para el vínculo entre el sentido de la vida y el numeral, encontramos:

En japonés, el número 4 se puede leer como “shi”, el número 2 se lee como “ni”; Uniendo las dos palabras de la “shini” que por casualidad significa muerte, o sea, 42, es la línea tenue que define la condición de cada individuo presente en ese mundo y separa a los vivos de una simple (o no) materia bruta.

Una maratón tiene 42 kilómetros.

En el libro del Apocalipsis, en la Biblia, cada hecho tiene mil doscientos sesenta días, es decir, 42 meses de duración.

  1. 6 x 6 + 6 = 42.

El número 777 se considera el número de Dios. 777 7 x 7 – 7 = 42

Bueno, usted descifra el misterio de la manera que le convenga.

Te gustó el post? Aprovecha el blog y lee la cantidad de mensajes que desea. Y deja tu comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, dejar una sugerencia. Nos veremos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/Douglas_Adams;

valinor.com.br/forum/topico/douglas-adams.101501/

pt.wikipedia.org/wiki/Monty_Python;

pt.wikipedia.org/wiki/Monty_Python%27s_Flying_Circus

pt.wikipedia.org/wiki/The_Hitchhiker’s_Guide_to_the_Galaxy_(livro)

cdn.bleedingcool.net/wp-content/uploads/2013/10/H2G2_UK_front_cover.jpg

pictures.abebooks.com/isbn/9780345418913-uk-300.jpg

en.wikipedia.org/wiki/The_Hitchhiker%27s_Guide_to_the_Galaxy

wikimedia.org/wikipedia/en/0/0f/Andanotherthing.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Dia_da_Toalha

projetosupremo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/o-guia-do-mochileiro-das-galaxias-1.jpg?fit=1920%2C1080

es.wikipedia.org/wiki/Douglas_Adams#/media/File:Towelday-Innsbruck.jpg

geekness.com.br/porque-42/

desciclopedia.org/wiki/42#O_sentido_da_vida

ak0.pinimg.com/originals/ba/b7/67/bab76785e9afac9ee8ae0e338f1ea3c6.jpg

retalhoclub.com.br/wp-content/uploads/2017/05/o-guia-do-mochileiro-das-fal%C3%A1xias-2005-1-1.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/The_Hitchhiker%27s_Guide_to_the_Galaxy_(filme)

nerdgeekfeelings.com/livro-agencia-de-investigacoes-holisticas-dirk-gently-de-douglas-adams-resenha/

wikimedia.org/wikipedia/en/5/53/The_Salmon_of_Doubt_Macmillan_front.jpg

pedrodelavia.blogspot.com.br/2015/06/o-guia-do-mochileiro-das-galaxias.html

androidcentral.com/sites/androidcentral.com/files/styles/large/public/article_images/2015/08/dont-panic.jpg?itok=Eskz_M2z

Doppelgänger – Sim ou Não?

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Versão em português: Doppelgänger – Sim ou Não?

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Segundo as lendas germânicas de onde provém, é um monstro ou ser fantástico que tem o dom de representar uma cópia idêntica de uma pessoa que ele escolhe ou que passa a acompanhar, o que hipoteticamente pode significar que cada pessoa tem o seu próprio.  O nome Doppelgänger se originou da fusão das palavras alemãs doppel (significa “duplo”, “réplica” ou “duplicata”) e gänger (“andante”, “ambulante” ou “aquele que vaga”).  Usualmente, é considerado um “fantasma” de uma pessoa viva.

Banshee

Banshee

Algumas capacidades do Doppelgänger se assemelham com a Banshee (é um ente fantástico da mitologia celta (Irlanda) que é conhecida como Bean Nighe na mitologia), pois eles representam também em algumas crenças o sinal de doenças ou morte próxima, reza a lenda que a alma de uma pessoa esta sendo expulsa do corpo, e se projetando de uma forma maléfica, assim levando uma pessoa para o plano astral.

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O termo, ou evento, também é utilizado na Literatura Fantástica.  Seu representante mais famoso é “The Picture of Dorian Gray” (Retrato de Dorian Gray), do irlandês Oscar Wilde (um dos dramaturgos mais populares de Londres, em 1890. Hoje ele é lembrado por suas epigramas e peças – nascido em 1854 e nos deixando em 1900). Nesse romance, Dorian Gray, um rapaz da alta sociedade londrina, posa para um amigo pintor. Ao ver a obra pronta, Dorian manifesta o desejo de permanecer eternamente jovem, como no retrato. Dito e feito. Dorian vende sua alma para conservar seus traços da juventude –mas é o retrato que envelhece.  Em dado momento, Dorian se vê enfurecido e apunhala o quadro.  Os servos da casa acordam ao ouvir um grito do quarto fechado; na rua, os transeuntes também ouvem o grito e chamam a polícia. Ao entrarem na sala trancada, os servos encontram um velho desconhecido, esfaqueado no coração, seu rosto e figura estão secas e decrépitas. Os servos identificam o cadáver desfigurado pelos anéis nos dedos que pertencem ao seu mestre; ao lado deles está o retrato de Dorian Gray, que regressou à sua beleza original.

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Uma das adaptações para o cinema tem a direção de Oliver Parker e foi lançado em 2009 – neste filme, Gray é representado pelo inglês Ben Barnes. Uma utilização interessante do personagem, aconteceu no filme “The League of Extraordinary Gentlemen” (Liga Extraordinária) onde Dorin Gray se junta a heróis (e vilões) da literatura fantástica – Alan Quatermain, a vampira Mina Harker de Drácula, o Homem Invisível, Dr. Jekyll & Mr. Hyde e o Capitão Nemo.  Sob a direção de Stephen Norrington e Gray é representado pelo ator irlandês Stuart Townsend.  O filme foi para os cinemas em 2003.

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Outro livro intenso e muito interessante é um terror psicológico do mestre Stephen King.  The Dark Half (A Metade Negra) publicado em 1989 nos apresenta Thad Beaumont, que é um autor (e alcoólatra) que vive em Ludlow, uma pequena cidade no Maine. Os seus próprios livros não são de sucesso, mas, sob o pseudônimo de George Stark, Thad escreve magníficas novelas sobre um assassino violento chamado Alexis Machine, que é bastante popular e famoso.

Quando Thad Beaumont decide parar de escrever sob o pseudônimo de George Stark, ele e sua esposa Elizabeth decidem interpretar um funeral para o inexistente Stark. Seu epitáfio no cemitério local diz tudo: “Não é um cara legal”.  No entanto, esse não é o fim de Stark e, logo, ele ressuscita de seu ridículo túmulo e mata, horrivelmente, todo mundo que ele entende ser responsável por sua “morte”. Thad, por outro lado, é atormentado por pesadelos surreais, e, não muito tarde, recebe uma visita do xerife Alan Pangborn (um personagem principal na novela “Needful Things”, de Stephen King), fazendo perguntas que até mesmo Thad não pode responder. O dedo de Thad e sua voz são idênticos aos de Stark… e Stark tem deixado bastante evidências nas cenas dos crimes.  Através de seus desmaios, Thad vem a descobrir que ele e George Stark dividem um vínculo mental.  E… Vamos parar para não contar tudo.  O que muitos dizem, é que King se baseou na sua experiência pessoal – já que escreveu vários livros com o pseudônimo Richard Bachman.  Segundo os críticos, os livros de Bachman eram ainda mais sombrios que o de King.

The Dark Half DVD

O livro recebeu uma adaptação para o cinema, que levou o mesmo nome e foi para as telonas em 1993 e foi dirigido por George A. Romero.  Personificando Thad e Stark, tivemos o norte-americano Timothy Hutton.

E por último, um conto do mestre Edgar Allan Poe publicado em 1839 nos “presenteia” com o tema do doppelgänger.  “William Wilson”.  A história começa com o narrador que se chama William Wilson, denunciando seu passado libertino, embora ele não se sente culpado, ele entende que nenhum outro homem foi tentado da mesma maneira antes. Narra a infância e juventude de William em uma escola elisabetano. Ele relata que ele conheceu outro cara com o mesmo nome, como ele, nascido no mesmo dia, 19 de janeiro, data de nascimento. Compete com este rapaz, mas ele facilmente o supera provando assim sua verdadeira superioridade. Esse cara começa a imitar o seu modo de vestir, de andar e até de falar, e chega um momento em que William descobre que ele tem exatamente sua face. Vendo isso, William deixa imediatamente a academia, apenas para descobrir que sua dupla se foi no mesmo dia.

William, com o tempo, estuda em Eton e Oxford, tornando-se cada vez mais depravado e ganhando grandes quantias de dinheiro enganando, com as cartas, um pobre nobre e se envolvendo cm uma mulher casada. Nesta fase sua dupla aparece de novo, com o rosto sempre coberto, sussurrando algumas palavras para alertar outras pessoas sobre o comportamento de William. No último destes incidentes, em um baile em Roma, William arrasta seu duplo para uma antecâmara e apunhala-o. Após a ação de William, um enorme espelho no qual ele vê o rosto do falecido, no momento em que o narrador sente que está falando as palavras: “em mim existias, e em minha morte, vê quão profundamente  assassinaste a ti mesmo” isso significa que ele comete suicídio.

Curiosidade: Pode ser visto que a data de nascimento de William Wilson e Edgar Allan Poe coincide, mas diferem no ano.  Demais!!!

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Jota Cortizo

Versión española: Doppelgänger – ¿Sí o No?

Según las leyendas germánicas de donde proviene, es un monstruo o ser fantástico que tiene el don de representar una copia idéntica de una persona que él elige o que pasa a acompañar, lo que hipotéticamente puede significar que cada persona tiene su propio. El nombre Doppelgänger se originó de la fusión de las palabras alemanas doppel (significa “doble”, “réplica” o “duplicado”) y gänger (“andante”, “ambulante” o “el que vaga”). Por lo general, se considera un fantasma ?? De una persona viva.

Algunas capacidades del Doppelgänger se asemejan a Banshee (es un ente fantástico de la mitología celta (Irlanda) que se conoce como Bean Nighe en la mitología), pues ellos representan también en algunas creencias el signo de enfermedades o muerte cercana, reza la leyenda que la El alma de una persona está siendo expulsada del cuerpo, y se proyecta de una forma maléfica, así llevando a una persona hacia el plano astral.

El término, o evento, también se utiliza en la Literatura Fantástica. Oscar Wilde (uno de los dramaturgos más populares de Londres, en 1890. Hoy es recordado por sus epigramas y piezas, nacido en 1854 y en los Estados Unidos, Dejando en 1900). En esa novela, Dorian Gray, un chico de la alta sociedad londinense, posa para un amigo pintor. Al ver la obra preparada, Dorian manifiesta el deseo de permanecer eternamente joven, como en el retrato. Dicho y hecho. Dorian vende su alma para conservar sus rasgos de la juventud, pero es el retrato que envejece. En un momento dado, Dorian se ve enfurecido y apuñala el cuadro. Los siervos de la casa se despiertan al oír un grito de la habitación cerrada; En la calle, los transeúntes también oyen el grito y llaman a la policía. Al entrar en la habitación cerrada, los siervos encuentran un viejo desconocido, apuñalado en el corazón, su cara y figura están secas y decrépitas. Los siervos identifican el cadáver desfigurado por los anillos en los dedos que pertenecen a su maestro; Al lado de ellos está el retrato de Dorian Gray, que regresó a su belleza original.

Una de las adaptaciones para el cine tiene la dirección de Oliver Parker y fue lanzado en 2009 – en esta película, Gray es representado por el inglés Ben Barnes. Un uso interesante del personaje, ocurrió en la película “The League of Extraordinary Gentlemen”, donde Dorin Gray se une a héroes (y villanos) de la fantástica literatura – Alan Quatermain, la vampiro Mina Harker de Drácula, el Hombre Invisible, Dr Jekyll y Mr. Hyde y el Capitán Nemo. Bajo la dirección de Stephen Norrington y Gray está representado por el actor irlandés Stuart Townsend. La película fue para los cines en 2003.

Otro libro intenso y muy interesante es un terror psicológico del maestro Stephen King. La mitad de la mitad de la mitad de los libros de la saga de la saga Crepúsculo. Sus propios libros no son de éxito, pero, bajo el pseudónimo de George Stark, Thad escribe magníficas novelas sobre un asesino violento llamado Alexis Machine, que es bastante popular y famoso.

Cuando Thad Beaumont decide dejar de escribir bajo el pseudónimo de George Stark, él y su esposa Elizabeth deciden interpretar un funeral para el inexistente Stark. Su epitafio en el cementerio local dice todo: “No es un tipo legal”. Sin embargo, ese no es el fin de Stark y luego resucita de su ridículo tumulto y mata, horriblemente, a todo el mundo que él entiende ser responsable de su “muerte”. Thad, por otro lado, es atormentado por pesadillas surrealistas, y no muy tarde, recibe una visita del sheriff Alan Pangborn (un personaje principal en la novela “Needful Things”, de Stephen King), haciendo preguntas que incluso Thad no puede responder . El dedo de Thad y su voz son idénticos a los de Stark … y Stark ha dejado bastante evidencias en las escenas de los crímenes. A través de sus desmayos, Thad viene a descubrir que él y George Stark dividen un vínculo mental. Y … Vamos a parar para no contar todo. Lo que muchos dicen, es que King se basó en su experiencia personal, ya que escribió varios libros con el pseudónimo Richard Bachman. Según los críticos, los libros de Bachman eran aún más sombríos que el de King.

El libro recibió una adaptación para el cine, que llevó el mismo nombre y fue a las pantallas en 1993 y fue dirigido por George A. Romero. Personificando Thad y Stark, tuvimos el estadounidense Timothy Hutton.

Y por último, un cuento del maestro Edgar Allan Poe publicado en 1839 en los “regalía” con el tema del doppelgänger. “William Wilson”. La historia comienza con el narrador que se llama William Wilson, denunciando su pasado libertino, aunque él no se siente culpable, él entiende que ningún otro hombre fue tentado de la misma manera antes. Narra la infancia y juventud de William en una escuela elisabetano. El relata que él conoció a otro tipo con el mismo nombre, como él, nacido el mismo día, 19 de enero, fecha de nacimiento. Compete con este chico, pero él fácilmente lo supera probando así su verdadera superioridad. Este tipo empieza a imitar su modo de vestir, de andar y hasta de hablar, y llega un momento en que William descubre que tiene exactamente su cara. Al ver esto, William deja inmediatamente la academia, sólo para descubrir que su pareja se fue el mismo día.

William, con el tiempo, estudia en Eton y Oxford, haciéndose cada vez más depravado y ganando grandes cantidades de dinero engañando, con las cartas, a un pobre noble y envolviéndose con una mujer casada. En esta fase su pareja aparece de nuevo, con el rostro siempre cubierto, susurrando algunas palabras para alertar a otras personas sobre el comportamiento de William. En el último de estos incidentes, en un baile en Roma, William arrastra su doble a una antecámara y lo apuñala. Después de la acción de William, un enorme espejo en el que ve el rostro del difunto, en el momento en que el narrador siente que está hablando las palabras: “en mí existen, y en mi muerte, ve cuán profundamente asesinaste a ti mismo” Significa que comete suicidio.

Curiosidad: Puede ser visto que la fecha de nacimiento de William Wilson y Edgar Allan Poe coincide, pero difieren en el año. ¡Muy bueno!

¿Te gustó el post? En el blog y lee cuántos posts quieres. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_Wilde

pt.wikipedia.org/wiki/O_Retrato_de_Dorian_Gray

wikimedia.org/wikipedia/commons/2/24/Lippincott_doriangray.jpg

br.web.img2.acsta.net/r_1280_720/medias/nmedia/18/87/15/73/19895532.jpg

wikimedia.org/wikipedia/pt/thumb/a/ab/The_League_of_Extraordinary_Gentlemen.jpg/200px-The_League_of_Extraordinary_Gentlemen.jpg

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4.bp.blogspot.com/-2doKxw84gMY/V6CsWEQ24HI/AAAAAAAAC14/KywsQ7hbzisJ7P2pXZ-Z_GZtpTjI7pozQCLcB/s320/The%2BDark%2BHalf%2BDVD.jpg

wikimedia.org/wikipedia/pt/4/40/A_Metade_Negra.jpg

bibliotecadoterror.com.br/2014/09/livros-de-terror-e-fantasia-sobre-o.html

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mythologian.net/wp-content/uploads/2014/07/doppelganger.jpg

es.wikipedia.org/wiki/William_Wilson_(cuento)

misteriosfantasticos.blogspot.com.br/2011/07/doppelganger.html

idoc.co/files/a5a1940017a4b5948e-0.jpg

armonte.files.wordpress.com/2011/09/william_wilson_by_edgar_allan_poe.jpg

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O Aterrorizante, Louco e Infame pelas linhas de Robert L. Stevenson

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: O Aterrorizante, Louco e Infame pelas linhas de Robert L. Stevenson.

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Tudo começa com um romance gótico, com elementos de ficção científica e terror, publicado originalmente em 1886.  Logo se torna grande sucesso no Reino Britânico e em outros países.  “Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde” (no Brasil mais conhecido com “O Médico e o Monstro”) nos apresenta uma narrativa em que um advogado londrino, chamado Gabriel John Utterson, investiga estranhas ocorrências entre seu velho amigo e cliente, Dr. Henry Jekyll, e o malvado Edward Hyde.

Dr. Utterson, resolve entender o que se passa com seu amigo após receber uma carta testamento de seu cliente, o qual deixava toda sua fortuna, caso algo lhe acontecesse, para um desconhecido Sr. Hyde. Quem era o Sr. Hyde? Qual sua relação com Dr. Jekyll? Seria ele um golpista?  Durante suas investigações, o advogado descobre que Hyde quase nunca era visto e, por onde passava, causava grande incômodo. Quando o encontra, sua primeira impressão foi das piores. Simultaneamente, a vida de Dr. Jekyll é cheia de idas e vindas, ora próximo dos amigos, ora em extremo isolamento.  Essa inconstância acaba quando, um ano depois, Hyde mata um idoso a sangue frio e nunca mais, nem ele e nem o médico são vistos. Muito preocupado, um criado chama Dr. Utterson para tentar tirar seu amigo do quarto e entender qual é o mal que lhe acomete… A obra é conhecida por sua representação vívida do fenômeno de múltiplas personalidades, quando em uma mesma pessoa existe tanto uma personalidade boa quanto má, ambas muito distintas uma da outra.

Capa 1

Stevenson utiliza de uma história horripilante para nos mostrar a dicotomia que nos constitui. Dr. Jekyll cria uma droga para liberar esse outro lado de sua personalidade, para fugir de seu “eu” politicamente correto de sempre. O problema acontece quando ele perde o controle das transformações, deixando todos ao seu redor a mercê do obscuro Hyde.

Com menos de 100 páginas, o livro é muito curto (diante de muitos que conhecemos). O curso dos acontecimentos segue de forma muito rápida, entregando fato atrás de fato, sem muito tempo para respirar. Direto e inteligente, o autor constrói uma obra digna de ser chamada de clássico na literatura.

A obra, que foi um sucesso imediato, é uma das mais vendidas de Stevenson. O sucesso foi tão espantoso que, no idioma inglês, é comum a expressão “Jekyll and Hyde” para as pessoas que se comportam de diferentes maneiras em determinadas situações.

Londres ficou agitada.  Adaptações teatrais começaram a ser encenadas na metrópole um ano após seu lançamento, e a partir de então o livro inspirou a realização de diversos filmes e peças O aclamado autor de literatura de terror Stephen King considerou a obra como um dos três grandes clássicos do gênero.  O médico e o monstro é um precursor – senão fundador, ao lado de Frankenstein (ou O Prometeu moderno) publicado em 1818, de Mary Shelley – do gênero da ficção científica. Toda a linhagem dos “cientistas loucos” tem uma dívida com os doutores Jekyll e Frankenstein.

John Barrymore                            Fredric March

Acredita-se que a primeira versão cinematográfica de “O médico e o monstro” seja americana, de 1908, dirigida por Otis Turner e produzida por William Selig. Nesse filme já são introduzidas as personagens da noiva e do sogro do dr. Jekyll, inexistentes na novela de Stevenson, mas absorvidas da adaptação teatral da história, em 1897, por Luella Forepaugh e George Fish.  Desde então, sucederam-se diversas adaptações para o cinema, nos EUA, Dinamarca, Inglaterra, Alemanha e outros países. De 1914 em diante surgem às primeiras paródias ou adaptações livres. Dentre as mais célebres versões da novela de Stevenson estão a de John S. Robertson, de 1920, com John Barrymore (avô da atriz Drew Barrymore); a primeira versão sonora, de Rouben Mamoulian, de 1931, com Fredric March (ganhador do Oscar por sua atuação como Jekyll/Hyde – sendo o primeiro filme de terror a ganhar esta premiação), e a de Victor Fleming, de 1941, com Spencer Tracy, Lana Turner e Ingrid Bergman – todas norte-americanas.

Curiosidades sobre as adaptações cinematográficas: Sobre a adaptação de 1931, o som do coração palpitando na cena da transformação foi do próprio diretor Rouben Mamoulian, gravado depois que correu nas escadas para cima e para baixo, durante inteiros dois minutos.  A enorme quantidade de maquiagem que Fredric March usou para interpretar Hyde quase danificou o seu rosto.  A aparência do Sr. Hyde foi baseada em um homem Neandertal.

A adaptação mais recente da obra foi “Jekyll e Hyde”, um drama britânico de TV composto de 10 episódios. Ele foi ao ar na ITV no Reino Unido de 25 de outubro a 27 de dezembro de 2015. Em 5 de janeiro de 2016, foi anunciada que a ITV havia recusado uma segunda temporada.  A série cria e explora o personagem Dr. Robert Jekyll, um neto do vitoriano Dr. Henry Jekyll, que herdou a personalidade rachada de seu avô e o alter ego violento. A série tem lugar em 1930 em Londres e Ceilão (atual Sri Lanka).

R L Stevenson

Nosso escolhido de hoje, Robert Lewis Balfour Stevenson, nasceu em Edimburgo, na Escócia, no dia 13 de novembro de 1850 e nos deixou – prematuramente – em 3 de dezembro de 1894, com 44 anos vítima de uma hemorragia cerebral.  No momento de sua morte, Stevenson escrevia sua obra-prima inacabada, Weir of Hermiston (romance adaptado no período das guerras Napoleônicas).

Outras obras importantes do autor: 1878 – An Inland Voyage… / 1879 – Travels with a Beraba in the Cévennes / 1882 até 1883 – The New Arabian Nights, The Silverado Champz e Treasure Island (A Ilha do Tesouro) / 1884 até 1887 – A child Garden of Verses, Kidnapped (Raptado) / 1885 – O Jardim Poético da Infância – no original A Child’s Garden of Verses / 1887 – The Merry Men and Other Tales and Fables / 1894 – No vazio da onda – Trio e Quarteto – no original The ebb-tide: a trio and quartette / 1895 – Island Nights’ Entertainments

O autor nos deixou um grande legado e abrilhanta a galeria principal dos grandes mestres da LitFan.

Vamos encerrar o post som uma frase do nosso autor escolhido: “Não julgue cada dia pela colheita que você obtém, mas pelas sementes que você planta”.

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Jota Cortizo

Versión española: El Aterrorizante, Loco e Infame por las líneas de Robert L. Stevenson.

Todo comienza con una novela gótica, con elementos de ficción científica y terror, publicado originalmente en 1886. Luego se convierte en un gran éxito en el Reino Británico y en otros países. “Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde” (El extraño caso del doctor Jekyll y el señor Hyde) nos presenta una narración en la que un abogado londinense, llamado Gabriel John Utterson, investiga extrañas ocurrencias entre su viejo amigo y cliente, Dr Henry Jekyll, y el malvado Edward Hyde.

Dr. Utterson, decide entender lo que pasa con su amigo después de recibir una carta testamento de su cliente, el cual dejaba toda su fortuna, si algo le sucediera, a un desconocido Sr. Hyde. ¿Quién era el Sr. Hyde? ¿Cuál es su relación con el Dr. Jekyll? ¿Sería un golpista? Durante sus investigaciones, el abogado descubre que Hyde casi nunca era visto y, por donde pasaba, causaba gran molestia. Cuando lo encuentra, su primera impresión fue de las peores. Simultáneamente, la vida del Dr. Jekyll está llena de idas y venidas, cerca de los amigos, ora en extremo aislamiento. Esta inconstancia termina cuando, un año después, Hyde mata a un anciano a sangre fría y nunca más, ni él ni el médico son vistos. Muy preocupado, un criado llama al Dr. Utterson para tratar de sacar a su amigo de la habitación y entender cuál es el mal que le acomete … La obra es conocida por su representación vívida del fenómeno de múltiples personalidades, cuando en una misma persona existe tanto una personalidad buena y otra mala, ambas muy distintas una de la otra.

Stevenson utiliza una historia horripilante para mostrarnos la dicotomía que nos constituye. El Dr. Jekyll crea una droga para liberar ese otro lado de su personalidad, para huir de su “yo” políticamente correcto de siempre. El problema ocurre cuando pierde el control de las transformaciones, dejando a todos a su alrededor a merced del oscuro Hyde.

Con menos de 100 páginas, el libro es muy corto (frente a muchos que conocemos). El curso de los acontecimientos sigue de forma muy rápida, entregando hecho de hecho, sin mucho tiempo para respirar. El autor, e inteligente, el autor construye una obra digna de ser llamada de clásico en la literatura.

La obra, que fue un éxito inmediato, es una de las más vendidas de Stevenson. El éxito fue tan espantoso que en el idioma inglés es común la expresión “Jekyll and Hyde” para las personas que se comportan de diferentes maneras en determinadas situaciones.

Londres se agitó. Las adaptaciones teatrales comenzaron a ser escenificadas en la metrópoli un año después de su lanzamiento, ya partir de entonces el libro inspiró la realización de diversas películas y piezas El aclamado autor de literatura de terror Stephen King consideró la obra como uno de los tres grandes clásicos del género. El médico y el monstruo es un precursor – si no fundador, al lado de Frankenstein (o El Prometeo moderno) publicado en 1818, de Mary Shelley – del género de la ciencia ficción. Todo el linaje de los “científicos locos” tiene una deuda con los doctores Jekyll y Frankenstein.

Se cree que la primera versión cinematográfica de “El médico y el monstruo” es americana, de 1908, dirigida por Otis Turner y producida por William Selig. En esta película ya se introducen los personajes de la novia y el suegro del dr. Jekyll, inexistentes en la novela de Stevenson, pero absorbidas de la adaptación teatral de la historia, en 1897, por Luella Forepaugh y George Fish. Desde entonces, se han producido diversas adaptaciones para el cine, en los Estados Unidos, Dinamarca, Inglaterra, Alemania y otros países. De 1914 en adelante surgen a las primeras parodias o adaptaciones libres. Entre las más célebres versiones de la novela de Stevenson están la de John S. Robertson, de 1920, con John Barrymore (abuelo de la actriz Drew Barrymore); La primera versión sonora, de Rouben Mamoulian, de 1931, con Fredric March (ganador del Oscar por su actuación como Jekyll / Hyde – siendo la primera película de terror ganando esta premiación), y la de Victor Fleming, de 1941, con Spencer Tracy, Lana Turner y Ingrid Bergman, todas norteamericanas.

Curiosidades sobre las adaptaciones cinematográficas: Sobre la adaptación de 1931, el sonido del corazón palpitando en la escena de la transformación fue del propio director Rouben Mamoulian, grabado después de que corrió en las escaleras hacia arriba y hacia abajo, durante dos minutos. La enorme cantidad de maquillaje que Fredric March usó para interpretar a Hyde casi dañó su cara. La apariencia del Sr. Hyde se basó en un hombre Neandertal.

La adaptación más reciente de la obra fue “Jekyll y Hyde”, un drama británico de televisión compuesto de 10 episodios. Fue al aire en ITV en el Reino Unido del 25 de octubre al 27 de diciembre de 2015. El 5 de enero de 2016 se anunció que ITV había rechazado una segunda temporada. La serie crea y explora el personaje Dr. Robert Jekyll, un nieto del victorioso Dr. Henry Jekyll, que heredó la personalidad agrietada de su abuelo y el alter ego violento. La serie tiene lugar en 1930 en Londres y Ceilán (actual Sri Lanka).

Nuestro escogido de hoy, Robert Lewis Balfour Stevenson, nació en Edimburgo en Escocia el 13 de noviembre de 1850 y nos dejó prematuramente el 3 de diciembre de 1894, con 44 años víctima de una hemorragia cerebral. En el momento de su muerte, Stevenson escribía su obra maestra inacabada, Weir of Hermiston (romance adaptado en el período de las guerras napoleónicas).

En el caso de que se trate de una obra de arte o de una obra de arte o de una obra de arte. – En el vacío de la ola – Trio y Cuarteto – En el vacío de la ola – Trio y Cuarteto – En el vacío de la ola – Trio y Cuarteto – En el vacío de la ola – Trio y Cuarteto – En el vacío de la ola – Trio y Cuarteto – 1850 – El Jardín Poético de la Infancia – En el original The ebb-tide: a trío and quartette / 1895 – Island Nights ‘Entertainments

El autor nos dejó un gran legado y abrupta la galería principal de los grandes maestros de LitFan.

Vamos a cerrar el post con una frase de nuestro autor elegido: “No juzgue cada día por la cosecha que usted obtiene, sino por las semillas que usted planta”.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/Strange_Case_of_Dr_Jekyll_and_Mr_Hyde

en.wikipedia.org/wiki/Robert_Louis_Stevenson#Novels

pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Louis_Stevenson

abortoliterario.com/2014/10/o-medico-e-o-monstro-resenha.html

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adams.edu/news/img/web-asu-theatre-jekyll-and-hyde-production-fall14.jpg

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cinemarts.com/itemimages/item_183_1.jpg

cantodosclassicos.com/o-medico-e-o-monstro-resenha/

pt.wikipedia.org/wiki/John_Barrymore#/media/File:John_Barrymore.jpg

wikimedia.org/wikipedia/commons/3/34/Fredric_March-1.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Dr._Jekyll_and_Mr._Hyde_(character)#/media/File:Jekyll-mansfield.jpg

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O Oceano Inteligente de Stanisław Lem

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: O Oceano Inteligente de Stanisław Lem.

O Phantasticus já citou um dos ótimos livros do autor polonês Stanisław Lem.  No post de julho de 2016 falamos sobre “Kongres futurologiczny” (The Futurological Congress/O Congresso Futurológico) publicado em 1971.

Se você que relembrar o post, segue o link ….   (https://jotacortizo.wordpress.com/2016/07/24/stanislaw-lem-e-seu-congresso-futurologihco/).

Hoje, vamos falar sobre um dos maiores sucessos do autor: Solaris.  O romance de ficção científica, nos leva ao planeta Solaris (que dá título a obra) e começa com a chegada do psicólogo Kris Kelvin a Solaris, buscando esclarecer problemas recentes da conduta da tripulação na única estação – flutuante – de observação do planeta. Logo ele percebe que as coisas não estão indo bem, observando a desordem e abandono das instalações e o comportamento errático dos dois tripulantes sobreviventes. O primeiro tripulante, Snaut, o recebe com medo e suspeita; e o segundo, Sartorius, se recusa a deixar seu laboratório. O que deveria ser o terceiro membro da tripulação, Gibarian, havia cometido suicídio alguns dias antes da chegada do doutor. Snaut enigmaticamente adverte sobre “visitantes”. Buscando entender o que acontece com os tripulantes, Kelvin elabora uma hipótese de envenenamento pela infiltração de gases tóxicos da atmosfera do planeta.

Logo Kelvin descobre que as coisas realmente estranhas acontecem em Solaris, vendo pessoas que não deveriam estar lá. Sem muita demora, o seu próprio visitante aparece: ao despertar da primeira noite de sono, Harey, sua mulher morta por suicídio há mais de uma década aparece ao lado dele, aparentemente sem se lembrar de nada além de sua vida com Kelvin. Em tremendo pânico, o doutor leva a mulher a um foguete, lança-o e coloca-o em órbita. No entanto, Harey retorna em um curto espaço de tempo, sem memória do que aconteceu. Kevin nota que o seu “visitante” não é capaz de estar fisicamente longe dele e, quando é separado, fica tomado por um pânico inexplicável, adquire força sobre-humana e quebra qualquer barreira física que venha a separá-los.

Ele logo chega a conclusão de que não se trata de fantasmas ou algo sobrenatural. Os visitantes estão vivos, são cópias perfeitas e interagem até mesmo com os demais tripulantes.

O doutor vai mudando de estágios, do pânico, estupor e, depois, resignação para ver como a falsa Harey se torna cada vez mais humana.  Apesar de ser uma cópia, ela, sem muita dificuldade, novamente se apaixona por ela. No entanto, logo se torna consciente de quem ele realmente é, e quem não é, e novamente tenta cometer suicídio, mas não consegue, e, portanto, revela que as criações solarianas são praticamente indestrutíveis.  E…

Bem, o livro tornou-se um sucesso estrondoso não só na Polônia, mas em outros países da antiga “Cortina de Ferro”. Por conta da Guerra Fria, alguns anos se passariam até que surgisse uma edição no ocidente. A primeira, francesa, de 1964, serviu de base para a versão em inglês, de 1970, duramente criticada por Lem por não fazer jus às expressões criadas por ele.

Solaris é um livro que extrapola a ficção. Sai do lugar comum e nos trás uma produção incrível.  O planeta coberto por um oceano, que apresenta um comportamento incomum.  O planeta orbita um sistema duplo de estrela (sistema binário) e sua órbita só é regular graças a misteriosa ação do oceano (olha ele aí de novo).  O livro nos presenteia com um organismo vivo singular e… Vamos parar, pois não quero contar detalhes mais significantes do livro.

Está maravilha, teve duas adaptações para o cinema.  A primeira versão de Solaris (em russo Солярис) foi uma produção soviética de 1972, realizada por Andrei Tarkovski – para os críticos, foi um filme extremamente lento, difícil, introspectivo ao extremo em suas mais de duas horas e meia de projeção. Já a segunda de 2002, foi dirigida por Steven Soderbergh, produzido por James Cameron e tendo como protagonista George Clooney – nesta releitura americana, a trama foi “enxugada” para menos de 100 minutos e o visual ganhou um caprichado desenho.  Resultado: Um filme mais empolgante e com mais ação.

Solaris versão tv russa

Curiosidade: Houve mais uma versão de “Solaris” – na verdade está é a primeira – datada de 1968, dividida em duas partes para a televisão soviética – que foi dirigida por Boris Nirenburg.

stanislawlem

Na obra de Lem encontram-se diversos temas recorrentes. Na maior parte de seus livros encontramos os elementos que tradicionalmente definem o gênero de ficção científica, com espaçonaves, especulações e extrapolações tecnológicas e mundos alienígenas. Em Eden (1959), The Invincible (1964) e Tales of Pirx the Pilot (1968), os elementos mencionados servem para criar um clima aventuresco.  Em outros livros eles são usados para dar suporte a críticas sociais, especulações filosóficas e futurologia “séria”: este é o caso de Solaris.

Em resumo: Solaris trata do contato humano com formas de vida alienígenas e se poderíamos uma vez encontrado um organismo extraterrestre, ultrapassar o antropomorfismo (que atribui características e sentimentos humanos a objetos inanimados ou a animais irracionais) inerente ao nosso conhecimento, na tentativa de compreendê-lo. A saga do psicólogo Kris Kelvin e de seus companheiros solaristas, Sartorius e Snow, demonstra a dificuldade que nossa espécie tem de se despir dos seus preconceitos e enxergar o lado do outro, alheio à nosso referencial e concepções prévias.

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Jota Cortizo

Versión española: El Océano Inteligente de Stanisław Lem.

El Phantasticus ya citó uno de los grandes libros del autor polaco Stanisław Lem. En el post de julio de 2016 hablamos sobre “Kongres futurologiczny” (The Futurological Congress / El Congreso Futurológico) publicado en 1971.

Si usted que recuerda el post, sigue el link …. (jotacortizo.wordpress.com/2016/07/24/stanislaw-lem-e-seu-congresso-futurologico/).

Hoy, vamos a hablar de uno de los mayores éxitos del autor: Solaris. La novela de ciencia ficción, nos lleva al planeta Solaris (que da título a la obra) y comienza con la llegada del psicólogo Kris Kelvin a Solaris, buscando esclarecer problemas recientes de la conducta de la tripulación en la única estación – flotante – de observación del planeta. Luego se da cuenta de que las cosas no van bien, observando el desorden y abandono de las instalaciones y el comportamiento errático de los dos tripulantes sobrevivientes. El primer tripulante, Snaut, lo recibe con miedo y sospechosa; Y el segundo, Sartorius, se niega a dejar su laboratorio. Lo que debería ser el tercer miembro de la tripulación, Gibarian, había cometido suicidio unos días antes de la llegada del doctor. Snaut enigmaticamente advierte sobre los visitantes. En busca de entender lo que sucede con los tripulantes, Kelvin elabora una hipótesis de envenenamiento por la infiltración de gases tóxicos de la atmósfera del planeta.

Luego Kelvin descubre que las cosas realmente extrañas suceden en Solaris, viendo a personas que no deberían estar allí. Sin demora, su propio visitante aparece: al despertar de la primera noche de sueño, Harey, su mujer muerta por suicidio hace más de una década aparece al lado de él, aparentemente sin recordar nada más allá de su vida con Kelvin. En un tremendo pánico, el doctor lleva a la mujer a un cohete, lo lanza y lo pone en órbita. Sin embargo, Harey regresa en un corto espacio de tiempo, sin memoria de lo que sucedió. Kevin nota que su “visitante” no es capaz de estar físicamente lejos de él y, cuando es separado, se toma por un pánico inexplicable, adquiere fuerza sobrehumana y rompe cualquier barrera física que los separe.

En seguida llega la conclusión de que no se trata de fantasmas o algo sobrenatural. Los visitantes están vivos, son copias perfectas e interactúan incluso con los demás tripulantes.

El doctor va cambiando de etapas, del pánico, estupor y luego resignación para ver cómo la falsa Harey se vuelve cada vez más humana. A pesar de ser una copia, ella, sin mucha dificultad, nuevamente se apasiona por ella. Sin embargo, pronto se vuelve consciente de quién es realmente, y quién no es, y nuevamente intenta cometer suicidio, pero no lo logra, y por lo tanto, revela que las creaciones solares son prácticamente indestructibles. Y …

Bueno, el libro se ha convertido en un éxito estruendoso no sólo en Polonia, sino en otros países de la antigua “Cortina de Hierro”. Por la Guerra Fría, algunos años se pasaría hasta que surgiera una edición en occidente. La primera, francesa, de 1964, sirvió de base para la versión en inglés, de 1970, duramente criticada por Lem por no hacer justicia a las expresiones creadas por él.

Solaris es un libro que extrapola la ficción. Sale del lugar común y nos da una producción increíble. El planeta cubierto por un océano, que presenta un comportamiento inusual. El planeta orbita un sistema doble de estrella (sistema binario) y su órbita sólo es regular gracias a la misteriosa acción del océano (mira ahí de nuevo). El libro nos regala con un organismo vivo singular y … Vamos a parar, pues no quiero contar detalles más significantes del libro.

Es una maravilla, tuvo dos adaptaciones para el cine. La primera versión de Solaris (en ruso Солярис) fue una producción soviética de 1972, realizada por Andrei Tarkovski – para los críticos, fue una película extremadamente lenta, difícil, introspectiva al extremo en sus más de dos horas y media de proyección. La segunda de 2002, fue dirigida por Steven Soderbergh, producido por James Cameron y teniendo como protagonista a George Clooney – en esta relectura americana, la trama fue “secada” a menos de 100 minutos y el visual ganó un caprichoso diseño. Resultado: Una película más emocionante y con más acción.

Curiosidad: Hubo otra versión de “Solaris” – en realidad es la primera, fechada en 1968, dividida en dos partes para la televisión soviética – que fue dirigida por Boris Nirenburg.

En la obra de Lem se encuentran varios temas recurrentes. En la mayor parte de sus libros encontramos los elementos que tradicionalmente definen el género de ciencia ficción, con naves espaciales, especulaciones y extrapolaciones tecnológicas y mundos alienígenas. En Eden (1959), The Invincible (1964) y Tales of Pirx the Pilot (1968), los elementos mencionados sirven para crear un clima aventurero. En otros libros se utilizan para dar soporte a críticas sociales, especulaciones filosóficas y futurología “seria”: este es el caso de Solaris.

En resumen: Solaris trata del contacto humano con formas de vida alienígenas y si podríamos una vez encontrado un organismo extraterrestre, sobrepasar el antropomorfismo (que atribuye características y sentimientos humanos a objetos inanimados o a animales irracionales) inherente a nuestro conocimiento, en el intento de comprender. La saga del psicólogo Kris Kelvin y de sus compañeros solistas, Sartorius y Snow, demuestra la dificultad que nuestra especie tiene de deshacerse de sus prejuicios y ver el lado del otro, ajeno a nuestro referencial y concepciones previas.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

en.wikipedia.org/wiki/Solaris_(novel)

en.wikipedia.org/wiki/Solaris_(novel)#/media/File:SolarisNovel.jpg

entrecontos.com/2015/08/18/solaris-resenha-gustavo-araujo/

momentumsaga.com/2014/11/por-que-voce-deve-ler-solaris.html

pt.wikipedia.org/wiki/Solaris_(Tarkovski)

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litreactor.com/sites/default/files/images/column/2013/11/solaris-cover.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Stanis%C5%82aw_Lem

joesgeekfest.files.wordpress.com/2013/11/stanislawlem.jpg

charlesmorphy.blogspot.com.br/2013/01/oceanos-inteligentes-e-flores.html

filmow.com/solaris-t83962/