Valar Morghulis …Valar Dohaeris

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Valar Morghulis …Valar Dohaeris.

Hoje vivemos um frisson pela proximidade (é amanhã dia 14/04/2019) que estreia a oitava (e última) temporada da sensacional série “Game of Thrones”.  E o PHANTASTICUS não pode ficar fora deste momento mágico.  Assim, como dizem: Valar Morghulis …Valar Dohaeris.

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“Valar Morghulis”, é um termo em alto valiriano – muito utilizado em Essos, que é traduzido para a língua comum como “todos os homens devem morrer”.  E Valar Dohaeris serve como contra resposta, e significa “todos os homens devem servir”.

O blog já falou muitas vezes sobre a obra que deu origem a série da HBO.  A obra “A Song of Ice and Fire” (As Crônicas de Gelo e Fogo) teve mais de 10 posts e continuaremos a falar da obra do brilhante escritor George R R Martin.

Se você quer recordar alguns dos posts do PHANTASTICUS seguem os links.:

jotacortizo.wordpress.com/2017/07/15/game-of-thrones-supera-cronicas-de-gelo-e-fogo/

jotacortizo.wordpress.com/2016/05/28/uma-viagem-incrivel-a-westeros-e-outras-terras-criadas-por-george-r-r-martin-un-viaje-increible-a-westeros-y-otras-tierras-creadas-por-george-r-r-martin/

jotacortizo.wordpress.com/2015/04/12/got-game-of-thrones-o-mundo-fantastico-de-westeros-el-fantastico-mundo-de-westeros/

Hoje, o PHANTASTICUS vai explorar um pouco da “fonte” das expressões que dão título ao post.  Era uma vez… Vamos deixar disto.

Bem, no noroeste de Essos, bem na parte extrema do mapa, onde o mar estreito e o Mar Tremente se encontram, está Braavos.

Mapa de EssosBraavos 1

Uma cidade que fica em uma laguna, formada por várias ilhas. Por estar sempre perto da água, o meio mais rápido de locomoção são os barcos (Braavos é um dos maiores portos do mundo).  O aspecto mais interessante da cidade é que ela foi formada por escravos fugidos e isso a tornou um lugar livre e cheio de diversidade. Cada pessoa veio de um local diferente e todos são respeitados. Nenhuma religião se sobrepõe a outra e a maioria delas possui templos. Como cada um falava uma língua, o valiriano se tornou predominante, pois era o idioma de seus antigos mestres.

Fuga e fundação de Braavos

Ao contrário das outras cidades livres, Braavos nunca foi parte do povo livre de Valiría. Sendo a mais nova das cidades livres, Braavos foi fundada por escravos fugitivos. Os escravos se rebelaram e viajaram o mais longe possível. De acordo com as histórias de Braavos, era um grupo de mulheres escravas das terras de Jogos Nhai, os moonsingers, que predisseram onde o abrigo poderia ser encontrado. Assim, os escravos viajaram para a lagoa distante, escondidos da vista dos dragões. Os fundadores de Braavos arriscaram suas vidas pela liberdade e juraram que ninguém em sua cidade seria um escravo. Este voto tornou-se a “Primeira Lei de Braavos”.

Tita_de_Bravos

O Titã de Braavos é uma fortaleza em formato de um guerreiro, formada de pedra e bronze.

colosso-de-rodes-28160650279319

Curiosidade: Provável inspiração para o Titã, seria o seu equivalente histórico, o outrora orgulhoso “Colosso de Rhodes”. Erguido pelos gregos sobre o porto da esquecida polis de Rhodes, esse triunfo da engenharia do passado serviu, à semelhança do Titã, de farol para os viajantes – até ser derrubado de suas bases por um terremoto e desaparecer no mar.

A fortaleza/estátua guarda a entrada principal da cidade com seus 120 metros de altura. Cada pé está em cima de uma montanha e para entrar na cidade tem que se passar por baixo dele. O Titã também é uma arma de guerra – salpicado de seteiras e alçapões, constitui uma grande ameaça para invasores. Em tempos de guerra, as seteiras jorram flechas e os alçapões vomitam piche ardente sobre os atacantes.  Nos livros, ele possui cabelos verdes e seus olhos são imensas fogueiras de farol que iluminam o caminho dos navios. Em algumas moedas locais pode se ver o Titã.

Porto

Como falamos, Braavos é um dos maiores portos do mundo e desta forma, trouxe muita riqueza, se tornando a mais rica das Cidades Livres, e não por acaso é também a sede do Banco de Ferro, fonte de empréstimo de reis e lordes de Westeros.  Até Stannis Baratheon e Davos já se submeteram e se humilharam para ter ajuda financeira destes. Mas é preciso tomar cuidado pois o Banco sempre terá o que lhe é devido e é conhecido por derrubar senhores e príncipes. Por ter esse poder, o Banco de Braavos é uma das organizações mais importantes do mundo.

A esgrima dos braavosi é famosa. Eles lutam sem armaduras e com uma espada bem mais fina do que as de Westeros. Os melhores espadachins são conhecidos como dançarinos das águas. Lembra do professor de “dança” da Arya da primeira temporada? Syrio Forel, por exemplo, é um bravo mestre lutador de espadas, originalmente da Cidade Livre de Braavos, onde passou nove anos como “Primeira Espada” da cidade, antes de se mudar para Porto Real.  Lá foi o mestre de Arya Stark.

Arya

“Apenas existe um deus; e seu nome é Morte. E apenas tem uma coisa para se dizer para a Morte; ‘Hoje não’.” De Syrio Forel para Arya Stark.

Todos os deuses são honrados em Braavos e, portanto, há muitos templos e santuários que se encontram na cidade. A maioria dos templos está localizada na Ilha dos deuses no centro da cidade. Entre eles está o Templo dos Moonsingers, que liderou os refugiados originais de Braavosi para as ilhas. É o maior templo, e foi construído em mármore branco com uma cúpula prateada, janelas de vidro de leite que mostram todas as fases da lua, e um par de donzelas de mármore flanqueia seus portões.

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Outro templo importante para a trama das “Crônicas” é a Casa de Preto e Branco (onde os “Homens Sem Rosto” estão instalados).  Lá o Deus de muitas faces é reverenciado – e lá Arya aperfeiçoa seu lado “Ninguém”, sob a tutela de Jaqen H’ghar.

“Jaqen H’ghar” é o pseudônimo assumido por um dos “Homens Sem Rosto” de Bravos, uma ordem temida de assassinos misteriosos, com raízes em Valíria, com a capacidade de mudar sua aparência à sua vontade. Ele já foi um criminoso de nome Lorathi que tirou Arya Stark de Porto Real. Depois que a persona Jaqen não é mais útil para ele, o Homem sem rosto se transforma em uma nova aparência e diz a Arya que ele a treinará para ser um Homem Sem Rosto se ela for com ele. Depois, Arya viaja para Bravos para procurar por Jaqen e encontra-lo na Casa de Preto e Branco, e ele a treina. Seu treinamento está completo ao matar o Waif e ele considera que ela não é “ninguém”.

Momento conspiração: Há uma teoria de que Syrio Forel e Jaqen H’ghar seriem a mesma pessoa – um Homem Sem Rosto.

Valar Morghulis …Valar Dohaeris são expressões (ou senhas) muito utilizadas pelos “Homens Sem Rosto”.

Bem, acho que agora encerramos o post de hoje e inicia-se a preparação para a estreia de GOT8Season.  E quando o primeiro episódio começar, HODOR!! HODOR!! (Hold the door) e não deixe ninguém te incomodar.

E aí!! Gostou? Aproveite e entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te vejo no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Valar Morghulis …Valar Dohaeris.

Hoy vivimos un frisson por la proximidad (es mañana día 14/04/2019) que estrena la octava (y última) temporada de la sensacional serie “Game of Thrones”. Y el PHANTASTICUS no puede quedarse fuera de este momento mágico. Así, como dicen: Valar Morghulis … Valar Dohaeris.

“Valar Morghulis”, es un término en alto valiriano – muy utilizado en Essos, que se traduce a la lengua común como “todos los hombres deben morir”. Y Valar Dohaeris sirve como contra respuesta, y significa “todos los hombres deben servir”.

El blog ya ha hablado muchas veces sobre la obra que dio origen a la serie de HBO. La obra “A Song of Ice and Fire” (Las Crónicas de Hielo y Fuego) tuvo más de 10 posts y seguiremos hablando de la obra del brillante escritor George R R Martin.

Si quieres recordar algunos de los posts de PHANTASTICUS siguen los links:

jotacortizo.wordpress.com/2017/07/15/game-of-thrones-supera-cronicas-de-gelo-e-fogo/

jotacortizo.wordpress.com/2016/05/28/uma-viagem-incrivel-a-westeros-e-outras-terras-criadas-por-george-rr-martin-un-viaje-increible-a-westeros-y- otras-Tierras-creadas por George-rr-Martin /

jotacortizo.wordpress.com/2015/04/12/got-game-of-thrones-o-mundo-fantastico-de-westeros-el-fantastico-mundo-de-westeros/

Hoy, el PHANTASTICUS va a explorar un poco de la “fuente” de las expresiones que dan título al post. Era una vez … Vamos a dejarlo.

Bien, en el noroeste de Essos, justo en la parte extrema del mapa, donde el mar estrecho y el Mar Tremente se encuentran, está Bravos.

Una ciudad que se encuentra en una laguna, formada por varias islas. Por estar siempre cerca del agua, el medio más rápido de locomoción son los barcos (Bravos es uno de los mayores puertos del mundo). El aspecto más interesante de la ciudad es que ella fue formada por esclavos huidos y eso la hizo un lugar libre y lleno de diversidad. Cada persona vino de un lugar diferente y todos son respetados. Ninguna religión se superpone a la otra y la mayoría de ellas tienen templos. Como cada uno hablaba una lengua, el valiriano se hizo predominante, pues era el idioma de sus antiguos maestros.

A diferencia de otras ciudades libres, Bravos nunca fue parte del pueblo libre de Valiría. Siendo la más joven de las ciudades libres, Bravos fue fundada por esclavos fugitivos. Los esclavos se rebelaron y viajaron lo más lejos posible. De acuerdo con las historias de Bravos, era un grupo de mujeres esclavas de las tierras de Juegos Nhai, los moonsingers, que predisieron donde el abrigo podría ser encontrado. Así, los esclavos viajaron a la laguna lejana, escondidos de la vista de los dragones. Los fundadores de Bravos arriesgaron sus vidas por la libertad y juraron que nadie en su ciudad sería un esclavo. Este voto se convirtió en la “Primera Ley de Bravos”.

El Titán de Bravos es una fortaleza en forma de un guerrero, formada de piedra y bronce.

Curiosidad: Probable inspiración para el Titán sería su equivalente histórico, el otrora orgulloso “Coloso de Rodas”. El triunfo de la ingeniería del pasado sirvió, al igual que el Titán, de faro para los viajeros, hasta ser derribado de sus bases por un terremoto y desaparecer en el mar, erigido por los griegos sobre el puerto del olvido polis de Rodas.

La fortaleza / estatua guarda la entrada principal de la ciudad con sus 120 metros de altura. Cada pie está sobre una montaña y entrar en la ciudad tiene que pasar por debajo de él. El Titán también es un arma de guerra – salpicado de siete y trampas, constituye una gran amenaza para los invasores. En tiempos de guerra, las siete ruedas manosean flechas y las trampas vomitan alquitrán ardiente sobre los atacantes. En los libros, él tiene cabellos verdes y sus ojos son inmensas fogatas de faro que iluminan el camino de los barcos. En algunas monedas locales se puede ver el Titán.

Como hemos hablado, Bravos es uno de los mayores puertos del mundo y de esta forma ha traído mucha riqueza, convirtiéndose en la más rica de las Ciudades Libres, y no por casualidad es también la sede del Banco de Hierro, fuente de préstamo de reyes y lores de Westeros. Hasta Stannis Baratheon y Davos ya se sometieron y se humillaron para tener ayuda financiera de éstos. Pero hay que tener cuidado porque el Banco siempre tendrá lo que le es debido y es conocido por derribar señores y príncipes. Por tener ese poder, el Banco de Braves es una de las organizaciones más importantes del mundo.

La esgrima de los braavosi es famosa. Ellos luchan sin armaduras y con una espada mucho más fina que las de Westeros. Los mejores espadachines son conocidos como bailarines de las aguas. ¿Recuerda el profesor de “danza” de Arya de la primera temporada? Sirio, por ejemplo, es un valiente maestro luchador de espadas, originalmente de la Ciudad Libre de Bravos, donde pasó nueve años como “Primera Espada” de la ciudad, antes de mudarse a Puerto Real. Allí fue el maestro de Arya Stark.

“Sólo existe un dios, y su nombre es Muerte, y sólo tiene una cosa para decir a la Muerte, ‘Hoy no’. De Syrio Forel para Arya Stark.

Todos los dioses son honrados en Bravos y, por lo tanto, hay muchos templos y santuarios que se encuentran en la ciudad. La mayoría de los templos están ubicados en la Isla de los dioses en el centro de la ciudad. Entre ellos está el Templo de los Moonsingers, que dirigió a los refugiados originales de Bravosi a las islas. Es el templo más grande, y fue construido en mármol blanco con una cúpula plateada, ventanas de cristal de leche que muestran todas las fases de la luna, y un par de doncellas de mármol flanquean sus puertas. Otro templo importante para la trama de las “Crónicas” es la Casa de Blanco y negro (donde los “hombres sin rostro” están instalados). Allí el Dios de muchas caras es reverenciado – y allí Arya perfecciona su lado “Nadie”, bajo la tutela de Jaqen H’ghar.

“Jaqen H’ghar” es el pseudónimo asumido por uno de los “hombres sin rostro” de Bravos, una orden temida de asesinos misteriosos, con raíces en Valíria, con la capacidad de cambiar su apariencia a su voluntad. Él ya fue un criminal de nombre Lorathi que sacó a Arya Stark de Puerto Real. Después de que la persona Jaqen no es más útil para él, el Hombre sin rostro se transforma en una nueva apariencia y le dice a Arya que él la entrenará para ser un Hombre sin rostro si ella va con él. Después, Arya viaja a Bravos para buscar por Jaqen y encontrarlo en la Casa de Blanco y Negro, y él la entrena. Su entrenamiento está completo al matar al Waif y él considera que ella no es “nadie”.

Momento conspiración: Hay una teoría de que Syrio Forel y Jaqen H’ghar serían la misma persona – un hombre sin rostro.

Valar Morghulis … Valar Dohaeris son expresiones (o contraseñas) muy utilizadas por los “Hombres sin Rostro”.

Bueno, creo que ahora cerramos el post de hoy y se inicia la preparación para el estreno de GOT8Season. ¡¡Y cuando el primer episodio comienza, HODOR!! HODOR!! (Hold the door) y no dejes que nadie te molestes.

¡¡Y ahí!! ¿Te gusta? Disfrutar y entrar en el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te veo en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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Capa: i.etsystatic.com/13532319/r/il/c24295/1377523671/il_fullxfull.1377523671_11p8.jpg.

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img.ibxk.com.br/2018/02/28/colosso-de-rodes-28160650279319.jpg?w=1040

cdn.ome.lt/jRdKizRivPHbrRyRU-okymy4asw=/fit-in/837×500/smart/uploads/conteudo/fotos/2_bRZCEwT.jpg

gothebbo.weebly.com/uploads/1/0/7/0/10706530/931322993.jpg?518

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acancaodegeloefogo.blogspot.com/2016/03/as-maravilhas-do-mundo-de-gelo-e-fogo.html

pm1.narvii.com/6668/527edf631cf1e8c814f17619966effaa54850939_hq.jpg

aminoapps.com/c/game-of-thrones-br/page/blog/braavos-a-cidade-secreta/5BEj_m1qiVuaX1oxpRJj3bY7DRz5EVPmBKa

gameofthrones.fandom.com/pt-br/wiki/Syrio_Forel

pm1.narvii.com/6668/4e97ad854df9512ad43a86e01ab8e354db17f2f9_hq.jpg

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gameofthrones.fandom.com/wiki/Jaqen_H%27ghar

wikimedia.org/wikipedia/pt/thumb/a/a7/Faceless_Men_menu_pic.jpg/220px-Faceless_Men_menu_pic.jpg

thpanorama.com/img/images/syrio-forel-situacin-en-juego-de-tronos-curiosidades-y-frases.jpg

omelete.com.br/game-of-thrones/bravos-e-os-homens-sem-rosto

cinedoque.com/wp-content/uploads/2016/05/valar-morghulis1.jpeg

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Tudo acontece as “Oito horas da manhã”.

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: Tudo acontece as “Oito horas da manhã”.

O PHANTASTICUS vai falar hoje sobre um conto de SciFi que é impressionante e ao mesmo tempo pouco difundido.  A história em que foi baseado na sociedade da década de 60, época de muitas mudanças – de costumes na sociedade e de comportamentos – e o conto nos mostra exatamente esse sentimento de desconforto com relação ao mundo – tal qual o livro “Laranja Mecânica” romance distópico de Anthony Burgess publicado em 1962.  Bem, estamos falando do conto “Eight O’Clock in the Morning” do autor e cartunista Radell Faraday “Ray” Nelson.  Ray teve seu conto publicado em novembro de 1963, na revista “The Magazine of Fantasy & Science Fiction”.  A obra foi amplamente aceita e foi adaptada para o cinema por John Carpenter (Halloween / Christine / The Fog e muitos outros) e o filme foi para as telonas no ano de 1988 com o título de “They Live” (Eles Vivem).

Capa revista Ray Nelson

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A história é basicamente de uma rapaz chamado George Nada (isto mesmo), que um dia “acorda” e vê que a sociedade está dominada por seres alienígenas que controlam  população por meio de mensagens subliminares, sendo no caso do conto após ir a um mágico e no filme ele encontra uns óculos especiais que quando colocados, o faz ver os alienígenas e as mensagens –  por exemplo em um outdoor, após colocar óculos a propaganda se torna uma frase dando ordens, ditando regras e ações, tais como ter filhos, trabalhar, casar, etc… As criaturas (chamadas de Fascinadores) hipnotizam a humanidade, a fim de literalmente consumi-las. Isto mesmo, a população era utilizada como alimento para estes aliens.  Então após acordar para a verdadeira realidade ele parte para acabar com essa invasão, que tem como ponto de irradiação das mensagens uma rede de TV.  Nada não sobrevive a revolução que provocou.

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Um Fascinador, disfarçado de policial, disse que seu coração pararia exatamente às oito da manhã, e é exatamente isso o que acontece.

A história nos traz a uma “realidade”.  Somos uma sociedade de dominadores e dominados.  O sentimento de estarmos sendo manipulados por alguma força, sobre não termos opções, sobre o novo homem que nasce após enxergar a realidade, a ideia da TV (e quem sabe agora as Redes Sociais”) como o centro de controle, além, claro, do nome do protagonista: “Nada”. Tudo, absolutamente tudo, parece uma metáfora de nossas vidas, de muitas vezes fazermos algo sem saber direito o porquê e quando percebemos e questionamos o que está a nossa volta acabamos nos revoltando, mas também ficamos sozinhos.  O conto passa uma mensagem de uma forma “menos hard” em elementos de ficção científica, mas passada melhor que outros livros/filmes, tais como Matrix, por exemplo. Um questionamento da TV (e seus anúncios) que nos levam a um consumo irresponsável.  Enfim, para pensar!

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Ray Nelson, junto com o artista Bill Wray, adaptaram o conto a uma história em quadrinhos com o título de “Nada”, publicada em abril de 1986 na revista “Alien Encounters” (tradução literal “Encontros Alienígenas”).

Aos que se interessarem, segue o conto de Ray Nelson:

No final da exibição o hipnotizador disse aos seus subordinados, “Acordem”.

Algo inusitado aconteceu.

Um dos subordinados acordou completamente. Isso nunca tinha acontecido antes. Seu nome era George Nada e ele piscou para o mar de gente no anfiteatro, a princípio sem notar qualquer coisa fora do comum. Então ele notou, pontos aqui e ali na multidão, rostos não-humanos, os rostos dos Fascinadores. Eles tinham estado lá durante todo o tempo, claro, mas somente George estava realmente acordado, portanto somente George os reconheceu pelo que eles eram. Ele compreendeu tudo em um instante, incluindo o fato de que se ele estivesse a dar qualquer sinal aparente, os Fascinadores instantaneamente lhe ordenariam retornar ao seu estado anterior, e ele obedeceria.

Ele deixou o anfiteatro, trespassando para fora na noite iluminada, evitando cuidadosamente qualquer indicação de que ele viu a carne verde e reptliana ou os múltiplos olhos amarelos dos governantes da Terra. Um deles perguntou-lhe, “Tem fogo, amigo?” George deu o isqueiro, então saiu andando.

Nas pausas ao longo da rua, George viu os anúncios suspensos com fotografias dos múltiplos olhos dos Fascinadores e vários comandos impressos sobre eles, tais como “Trabalhe oito horas, goze oito horas, durma oito horas” e “Case e Reproduza”. Um aparelho de TV na vitrine de uma loja atraiu a atenção de George, mas ele desviou o olhar em cima da hora. Enquanto ele não olhava o Fascinador na tela, ele poderia resistir o comando, “Permaneça sintonizado neste canal.”

George vivia sozinho em um pequeno quarto de dormir, e assim que ele chegou em casa, a primeira coisa que ele fez foi desconectar o aparelho de TV. Embora em outros quartos ele pudesse ouvir os aparelhos de TV dos vizinhos dele. Na maior parte do tempo as vozes eram humanas, mas de vez em quando ele ouvia os crocitos de pássaros arrogantes e estranhos dos alienígenas. “Obedeça ao governo”, disse um crocito. “Nós somos o governo”, disse outro. “Nós somos seus amigos. Você faria qualquer coisa por um amigo, não faria?”

“Obedeça!”

“Trabalhe!”

De repente, o telefone tocou.  George atendeu. Era um dos Fascinadores.

“Alô”, ele grasniu. “Aqui é a sua supervisão, Chefe de Polícia Robinson. Você é um homem velho, George Nada. Amanhã de manhã, às oito horas da manhã, o seu coração vai parar. Por favor, repita.”

“Eu sou um homem velho”, disse George. “Amanhã de manhã, às oito horas da manhã, o meu coração vai parar”.

A supervisão desligou.

“Não, não vai”, sussurrou George. Ele se perguntou por que eles o queriam morto. Eles suspeitaram de que ele estava acordado? Provavelmente. Alguém poderia ter lhe detectado, notado que ele não respondia do modo que os outros respondiam. Se George estiver vivo no minuto após às oito de amanhã de manhã, então eles estariam certos.

“Não adianta esperar aqui pelo fim”, ele pensou.

Ele saiu de novo. Os anúncios, a TV, os comandos ocasionais dos alienígenas transitórios não pareciam ter poder absoluto sobre ele, embora ele ainda se sentia fortemente tentado a obedecer, para ver as coisas do modo que o seu dominador quisesse que ele os visse. Ele passou por um beco e parou. Um dos alienígenas estava sozinho ali, inclinado contra a parede. George se aproximou dele.

“Vai andando”, grunhiu a coisa focando seus olhos mortais em George.

George sentiu vacilar o seu domínio sobre a consciência. Por um momento, a cabeça do reptiliano se desfez na face de um simpático bêbado velho. Claro, o bêbado seria simpático. George pegou um bloco e o botou em pedaços na cabeça do bêbado velho com toda a sua força. Por um momento, a imagem se ofuscou, então o sangue verde azulado escoou do rosto e o lagarto caiu, se contraindo e contorcendo. Depois de um momento ele estava morto.

George arrastou o corpo para as sombras e o examinou. Havia um rádio muito pequeno em seu bolso e uma faca e um garfo curiosamente moldados no outro. O rádio minúsculo disse algo em uma língua incompreensível. George o pôs ao lado do corpo, mas guardou os utensílios de comer.

“Talvez, eu não consigo fugir,” pensou George. “Por que lutar contra eles?”

Contudo, talvez ele conseguisse.

E se ele conseguisse acordar os outros? Isso poderia valer a pena tentar.

Ele caminhou vinte quarteirões até o apartamento de sua namorada, Lil, e bateu na porta dela. Ela veio até a porta em seu roupão de banho.

“Eu quero que você acorde,” disse ele.

“Eu estou acordada,” ela disse. “Vamos, entre.”

Ele entrou. A TV estava ligada. Ele desligou-a.

“Não,” ele disse. “Quero dizer, acorde de verdade.” Ela olhou para ele sem compreensão, então ele estalou seus dedos e gritou, “Acorde! Os dominadores ordenam que você acorde!”

“Você está com um parafuso a menos, George?” ela perguntou suspeitosamente. “Com certeza você está agindo de forma engraçada.” Ele deu um tapa no rosto dela. “Deixa disso!”, ela exclamou, “Que diabos você está querendo fazer?”

“Nada”, disse George, frustrado. “Eu só estava brincando.”

“Dar tapa em meu rosto não foi apenas brincar!”, ela bradou.

Houve uma batida na porta.

George a abriu.

Era um dos alienígenas.

“Você não pode diminuir o barulho e discutir em silêncio?”, ele disse.

Os olhos e a carne reptiliana desvaneceram um pouco e George viu a imagem oscilante de um homem gordo de meia idade de camisa. Era ainda um homem quando George cortou-lhe a garganta com a faca de comer, mas era um alienígena antes dele atingir o chão. Ele o arrastou até o apartamento e chutou a porta fechada. “O que você lá?”, ele perguntou para Lil, apontando para a coisa de cobra de muitos olhos no chão.

“Senhor… senhor Coney,” ela murmurou, seus olhos arregalados de terror. “Você… acabou de matá-lo, como se não fosse nada.”

“Não grite,” avisou George, aproximando-se dela.

Eu não vou, George. Eu juro que não vou. Só que por favor, pelo amor de Deus, abaixe essa faca.” Ela recuou até que ela tivesse suas omoplatas pressionadas à parede.

George percebeu que isso era inútil.

“Eu vou te amarrar,” disse George. “Primeiramente, conte-me em qual quarto o senhor Coney vivia.”

“A primeira porta à sua esquerda como indo em direção às escadas,” ela disse. “Georgie… Georgie. Não me torture. Se você vai me matar, faça de modo honesto. Por favor Georgie, por favor.”

Ele amarrou-a com lençóis e a amordaçou, então examinou o corpo do Fascinador. Havia um outro dos pequenos rádios que falava uma língua estrangeira, outro conjunto de utensílios de comer e nada mais.

George foi para a próxima porta.

Quando ele bateu na porta, uma daquelas coisas-cobra respondeu, “Quem está aí?”.

“Amigo do senhor Coney. Eu quero vê-lo,” disse George.

“Ele saiu por um instante, mas ele estará de volta.” A porta abriu uma fresta e quatro olhos amarelos espiaram. “Você quer entrar e esperar?”

“Certo,” disse George, sem olhar nos olhos.

“Você está sozinho aí?”, ele respondeu conforme fechava a porta, de costas para George.

“Sim, por quê?”

Ele cortou-lhe a garganta por detrás, então examinou o apartamento.

Encontrou ossos e crânios humanos, uma metade de uma mão comida.

Encontrou tanques com enormes lesmas gordas flutuando neles.

“Os filhos,” ele pensou, e matou todas eles.

Havia armas também, de um tipo que ele nunca tinha visto antes. Ele descarregou uma por acidente, mas felizmente era silencioso. Parecia atirar pequenos dardos envenenados.

Ele embolsou a arma assim como muitas das caixas de dardos ele que pôde e retornou para a casa de Lil. Quando ela o viu, se contorceu em pavor desamparado.

“Relaxa, docinho,” ele disse, abrindo a bolsa dela. “Eu só quero pegar emprestado as chaves do seu carro.”

Ele pegou as chaves e saiu escada abaixo para a rua.

O carro dela ainda estava estacionado na mesma área usual em que ela sempre estacionava. Ele reconheceu pelo chanfro no para-lama direito. Ele entrou, ligou e começou a dirigir sem rumo. Ele dirigiu por horas, pensando – desesperadamente buscando por alguma saída. Ele ligou o rádio do carro para ver se poderia ouvir alguma música, mas não havia nada senão notícias e era tudo sobre ele, George Nada, o maníaco homicida. O locutor era um dos dominadores, mas ele parecia um pouco assustado. Por que ele deveria estar? O que um homem poderia fazer?

George não estava surpreso quando viu o bloqueio na estrada, e desligou o rádio em uma rua lateral antes dele chegar no bloqueio. Nenhum passeio pelo país para ti, jovem Georgie, ele pensou para si.

Eles já tinham descobertos o que ele tinha feito lá atrás na casa de Lil, então eles provavelmente estariam procurando pelo carro dela. Ele o estacionou em um beco e pegou o metrô. Não havia alienígenas no metrô, por alguma razão. Talvez eles fossem bons demais para tal coisa, ou talvez fosse apenas porque era muito tarde da noite.

Quando um finalmente entrou, George saiu.

Ele subiu para a rua e entrou em um bar. Um dos Fascinadores estava na TV falando e falando novamente, “Nós somos seus amigos. Nós somos seus amigos. Nós somos seus amigos.” O lagarto estúpido parecia assustado. Por quê? O que um homem poderia fazer contra todos eles?

George pediu uma cerveja, então, de repente, ele deu por si de que o Fascinador na TV não parecia mais ter qualquer poder sobre ele. Ele olhou novamente para ele e pensou, “Ele tem que acreditar que pode me controlar a fazer isso. A menor insinuação de medo nesta parte e o poder de hipnotizar está perdido.” Eles mostraram rapidamente a foto de George na tela da TV e ele se refugiou para a cabine telefônica. Ligou para a sua supervisão, o Chefe de Polícia.

“Alô, Robinson?”, ele perguntou.

“É ele.”

“Aqui é George Nada. Eu descobri como acordar as pessoas.”

“O que? George, espere. Onde você está?” Robinson soava quase histérico.

Ele desligou, pagou e deixou o bar. Eles provavelmente iriam rastrear sua ligação.

Pegou outro metrô e foi para o centro da cidade.

Era de madrugada quando ele entrou no edifício que abrigava os maiores estúdios de TV da cidade. Ele consultou o diretor do edifício e então subiu no elevador. A polícia em frente do estúdio o reconheceu. “Ora, você é Nada!”, ele arfou.

George não desejava atirar nele com a arma de dardo venenoso, mas ele tinha que atirar.

Ele teve que matar vários outros antes que ele entrasse no próprio estúdio, incluindo todos os engenheiros de plantão. Havia muitas sirenes de polícia do lado de fora, gritos agitados, e marcha de passos nas escadas. O alienígena estava sentado diante da câmera de TV e dizendo, “Nós somos seus amigos. Nós somos seus amigos,” e não viu George entrar. Quando George atirou nele com a arma de agulha, ele simplesmente parou no meio da frase e sentou-se ali, morto. George chegou perto dele e disse, imitando o crocito alienígena, “Acordem. Acordem. Vejam-nos como nós somos e matem-nos!”

Era a voz de George que a cidade ouvia naquela manhã, mas era a imagem do Fascinador, e a cidade acordou pela primeiríssima vez e a guerra se iniciou.

George não viveu para ver a vitória que finalmente chegou. Ele morreu de um ataque de coração exatamente às oito horas.

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E aí!! Gostou? Aproveite e entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te vejo no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Todo sucede a las “Ocho horas de la mañana”.

El PHANTASTICUS va a hablar hoy sobre un cuento de SciFi que es impresionante y al mismo tiempo poco difundido. La historia en que se basó en la sociedad de la década de los 60, época de muchos cambios – de costumbres en la sociedad y de comportamientos – y el cuento nos muestra exactamente ese sentimiento de incomodidad con relación al mundo – tal cual el libro “Naranja Mecánica” romance, que se estrenó en 1962. Bueno, estamos hablando del cuento “Eight O’Clock in the Morning” del autor y dibujante Radell Faraday “Ray” Nelson. Ray tuvo su cuento publicado en noviembre de 1963, en la revista “The Magazine of Fantasy & Science Fiction”. La obra fue ampliamente aceptada y fue adaptada para el cine por John Carpenter (Halloween / Christine / The Fog y muchos otros) y la película fue para las pantallas en el año 1988 con el título de “They Live” (Ellos viven).

La historia es básicamente de un chico llamado George Nada (esto mismo), que un día “despierta” y ve que la sociedad está dominada por seres alienígenas que controlan población por medio de mensajes subliminales, siendo en el caso del cuento después de ir a un mago y en la película él encuentra unas gafas especiales que cuando están colocadas, lo hace ver los alienígenas y los mensajes – por ejemplo en un outdoor, después de colocar gafas la propaganda se convierte en una frase dando órdenes, dictando reglas y acciones, tales como tener hijos, trabajar , casar, etc … Las criaturas (llamadas de Fascinadores) hipnotizan a la humanidad, a fin de literalmente consumirlas. Esto mismo, la población era utilizada como alimento para estos aliens. Entonces después de despertar a la verdadera realidad él parte para acabar con esa invasión, que tiene como punto de irradiación de los mensajes una red de televisión. Nada no sobrevive la revolución que provocó. Un Fascinador, disfrazado de policía, dijo que su corazón pararía exactamente a las ocho de la mañana, y eso es exactamente lo que pasa.

La historia nos trae a una “realidad”. Somos una sociedad de dominadores y dominados. El sentimiento de estar siendo manipulados por alguna fuerza, sobre no tener opciones, sobre el nuevo hombre que nace después de ver la realidad, la idea de la TV (y quién sabe ahora las Redes Sociales “) como el centro de control, además, por supuesto, del nombre del protagonista: “Nada”. Todo, absolutamente todo, parece una metáfora de nuestras vidas, de muchas veces hacer algo sin saber derecho por qué y cuando percibimos y cuestionamos lo que está a nuestro alrededor nos acabamos revoltando, pero también nos quedamos solos. El cuento pasa un mensaje de una forma “menos duro” en elementos de ciencia ficción, pero pasada mejor que otros libros / películas, como Matrix, por ejemplo. Un cuestionamiento de la televisión (y sus anuncios) que nos llevan a un consumo irresponsable. ¡En fin, para pensar!

Ray Nelson, junto con el artista Bill Wray, adaptaron el cuento a un cómic con el título de “Nada”, publicada en abril de 1986 en la revista “Alien Encounters” (traducción literal “Encuentros Alienígenas”).

A los que se interesen, sigue el cuento de Ray Nelson:

Al final de la exhibición el hipnotizador dijo a sus subordinados, “Acorda”.

Algo inusitado sucedió.

Uno de los subordinados se despertó completamente. Eso nunca había ocurrido antes. Su nombre era George Nada y él parpadeó al mar de gente en el anfiteatro, al principio sin notar cualquier cosa fuera de lo común. Entonces él notó, puntos aquí y allá en la multitud, rostros no humanos, los rostros de los Fascinadores. Ellos habían estado allí durante todo el tiempo, claro, pero sólo George estaba realmente despierto, así que George los reconoció por lo que eran. Él comprendió todo en un instante, incluyendo el hecho de que, si él estaba dando cualquier señal aparente, los Fascinadores instantáneamente le ordenar regresar a su estado anterior, y él obedecer.

Él dejó el anfiteatro, traspasando hacia fuera en la noche iluminada, evitando cuidadosamente cualquier indicación de que él vio la carne verde y reptliana o los múltiples ojos amarillos de los gobernantes de la Tierra. Uno de ellos le preguntó, “¿Tiene fuego, amigo?” George dio el encendedor, entonces salió caminando.

En las pausas a lo largo de la calle, George vio los anuncios suspendidos con fotografías de los múltiples ojos de los Fascinadores y varios comandos impresos sobre ellos, tales como “Trabajar ocho horas, goce ocho horas, duerme ocho horas” y “Case y Reproduzca”. Un aparato de TV en la vitrina de una tienda atrajo la atención de George, pero él desvió la mirada sobre la hora. Mientras él no miraba al Fascinador en la pantalla, él podría resistir el mando, “Permanezca sintonizado en este canal.”

George vivía solo en un pequeño cuarto de dormir, y tan pronto como llegó a casa, lo primero que hizo fue desconectar el televisor. Aunque en otras habitaciones podía escuchar los aparatos de televisión de sus vecinos. En la mayor parte del tiempo las voces eran humanas, pero de vez en cuando oía los crocitos de pájaros arrogantes y extraños de los alienígenas. “Obedezca al gobierno”, dijo un croito. “Nosotros somos el gobierno”, dijo otro. “Nosotros somos sus amigos. ¿Usted haría cualquier cosa por un amigo, no haría? “

“Obedecen?”

“El trabajo!”

De repente, el teléfono tocó. George respondió. Era uno de los Fascinadores.

“Aló”, él gruñó. “Aquí es su supervisión, Jefe de Policía Robinson. Usted es un hombre viejo, George Nada. Mañana por la mañana, a las ocho de la mañana, su corazón se detendrá. Por favor, repita.

“Soy un hombre viejo”, dijo George. “Mañana por la mañana, a las ocho de la mañana, mi corazón se detendrá”.

La supervisión se apagó.

“No, no va”, susurró George. Él se preguntó por qué lo querían muerto. ¿Ellos sospechar que estaba despierto? Probablemente. Alguien podría haberle detectado, notado que él no respondía de la manera que los demás respondían. Si George está vivo en el minuto después de las ocho de mañana por la mañana, entonces ellos estarían seguros.

“No hay que esperar aquí por el final”, pensó.

Él salió de nuevo. Los anuncios, la televisión, los comandos ocasionales de los alienígenas transitorios no parecían tener poder absoluto sobre él, aunque él todavía se sentía fuertemente tentado a obedecer, para ver las cosas de la manera que su dominador quisiera que él los viera. Él pasó por un callejón y se detuvo. Uno de los alienígenas estaba solo allí, inclinado contra la pared. George se acercó a él.

“Va caminando”, gruñó la cosa enfocando sus ojos mortales en George.

George sintió vacilar su dominio sobre la conciencia. Por un momento, la cabeza del reptiliano se deshizo en la cara de un simpático borracho viejo. Por supuesto, el borracho sería simpático. George cogió un bloque y lo puso en pedazos en la cabeza del borracho viejo con toda su fuerza. Por un momento, la imagen se oscureció, entonces la sangre verde azulada se despojó de la cara y el lagarto cayó, se contrayendo y contorsionando. Después de un momento estaba muerto.

George arrastró el cuerpo a las sombras y lo examinó. Había una radio muy pequeña en su bolsillo y un cuchillo y un tenedor curiosamente moldeados en el otro. La radio minúscula dijo algo en una lengua incomprensible. George lo puso al lado del cuerpo, pero guardó los utensilios de comer.

“Tal vez, no puedo huir,” pensó George. “¿Por qué luchar contra ellos?”

Sin embargo, tal vez lo consiguiera.

¿Y si consiguiera despertar a los demás? Esto podría valer la pena intentarlo.

Él caminó veinte cuadras hasta el apartamento de su novia, Lil, y golpeó su puerta. Ella vino a la puerta en su bata de baño.

“Quiero que usted despierte,” él dijo.

“Estoy despierta,” ella dijo. “Vamos, entre.”

Él entró. El televisor estaba encendido. Se apagó.

“No,” él dijo. “Quiero decir, despierta de verdad.” Ella le miró sin entender, entonces él chasqueó sus dedos y gritó, “¡Despierta! ¡Los dominadores ordenan que usted despierte! “

“¿Estás con un tornillo menos, George?” Ella preguntó sospechosamente. “Seguro que estás actuando de forma divertida.” Él dio una palmada en la cara de ella. “¡Deja de eso!”, Ella exclamó, “¿Qué diablos estás queriendo hacer?”

“Nada”, dijo George, frustrado. “Yo sólo estaba bromeando.”

“¡Dar tapa en mi cara no fue sólo jugar!”, Ella gritó.

Hubo un golpe en la puerta.

George la abrió.

Era uno de los alienígenas.

“¿No puedes disminuir el ruido y discutir en silencio?”, Dijo.

Los ojos y la carne reptiliana se desvanecieron un poco y George vio la imagen oscilante de un hombre gordo de media edad de camisa. Era aún un hombre cuando George le cortó la garganta con el cuchillo de comer, pero era un alienígena antes de llegar al suelo. Él lo arrastró hasta el apartamento y pateó la puerta cerrada. “¿Qué estás ahí?”, Preguntó a Lil, apuntando a la cosa de serpiente de muchos ojos en el suelo.

“Señor … señor Coney,” murmuró, sus ojos abrumados de terror. “Usted … acabó de matarlo, como si no fuera nada.”

“No grite,” avisó George, acercándose a ella.

No voy, George. Yo juro que no voy. Sólo que, por favor, por el amor de Dios, baje ese cuchillo. “Ella retrocedió hasta que ella tenía sus omoplatos presionados a la pared.

George se dio cuenta de que eso era inútil.

“Te voy a atar,” dijo George. “Primero, cuéntame en qué habitación el señor Coney vivía.”

“La primera puerta a su izquierda como hacia las escaleras,” ella dijo. “Georgie … Georgie. No me torture. Si usted me va a matar, haga de modo honesto. Por favor, Georgie, por favor. “

Él la amarró con sábanas y la amordazó, entonces examinó el cuerpo del Fascinador. Había otro de los pequeños radios que hablaba una lengua extranjera, otro conjunto de utensilios de comer y nada más.

George fue a la siguiente puerta.

Cuando él golpeó la puerta, una de esas cosas-serpiente respondió, “¿Quién está ahí?”.

“Amigo del señor Coney. Quiero verlo, “dijo George.

“Él salió por un instante, pero él estará de vuelta.” La puerta abrió una ranura y cuatro ojos amarillos espiaron. “¿Quieres entrar y esperar?”

“Cierto,” dijo George, sin mirar a los ojos.

“¿Está usted solo ahí?”, Respondió conforme cerraba la puerta, de espaldas a George.

“¿Si por qué?”

Él le cortó la garganta por detrás, entonces examinó el apartamento.

Encontró huesos y cráneos humanos, una m de la mano de la comida.

Encontró tanques con enormes babosas gordas flotando en ellos.

“Los hijos,” él pensó, y mató a todos ellos.

Había armas también, de un tipo que él nunca había visto antes. Él descargó una por accidente, pero afortunadamente era silencioso. Parecía disparar pequeños dardos envenenados.

Él embolsó el arma, así como muchas de las cajas de dardos él que pudo y regresó a la casa de Lil. Cuando ella lo vio, se contorsionó en pavor desamparado.

“Relájate, dulce,” él dijo, abriendo la bolsa de ella. “Sólo quiero tomar prestado las llaves de su coche.”

Él tomó las llaves y salió escalera abajo a la calle.

Su carro todavía estaba estacionado en la misma área usual en la que siempre estacionaba. Él reconoció por el bisel en el para-lama derecho. Él entró, llamó y comenzó a conducir sin rumbo. Él dirigió por horas, pensando – desesperadamente buscando por alguna salida. Él llamó la radio del coche para ver si podía oír alguna canción, pero no había nada más que noticias y era todo sobre él, George Nada, el maníaco homicida. El locutor era uno de los dominadores, pero parecía un poco asustado. ¿Por qué debería estar? ¿Qué podría hacer un hombre?

George no estaba sorprendido cuando vio el bloqueo en la carretera, y apagó la radio en una calle lateral antes de llegar al bloqueo. Ningún paseo por el país para ti, joven Georgie, pensó para ti.

Ellos ya habían descubierto lo que había hecho allá atrás en la casa de Lil, entonces ellos probablemente estar en busca de su coche. Él lo estacionó en un callejón y tomó el metro. No había alienígenas en el metro, por alguna razón. Tal vez ellos fueran demasiado buenos para tal cosa, o tal vez era sólo porque era muy tarde de noche.

Cuando uno finalmente entró, George salió.

Él subió a la calle y entró en un bar. Uno de los Fascinadores estaba en la TV hablando y hablando nuevamente, “Somos sus amigos. Nosotros somos sus amigos. Nosotros somos sus amigos. “El lagarto estúpido parecía asustado. ¿Por qué? ¿Qué un hombre podría hacer contra todos ellos?

George pidió una cerveza, entonces, de repente, él dio por sí de que el Fascinador en la TV ya no parecía tener ningún poder sobre él. Él miró de nuevo a él y pensó, “Él tiene que creer que puede controlarme a hacer eso. La menor insinuación de miedo en esta parte y el poder de hipnotizar está perdido. “Ellos mostraron rápidamente la foto de George en la pantalla de la televisión y se refugió en la cabina telefónica. El Jefe de Policía se dirigió a su supervisión.

“¿Aló, Robinson?”, Preguntó.

“Es el.”

“Aquí es George Nada. Descubrí cómo despertar a la gente.

“¿Qué? George, espera. ¿Dónde estás? “Robinson sonaba casi histérico.

Él apagó, pagó y dejó el bar. Ellos probablemente rastrear su conexión.

Tomó otro metro y se dirigió al centro de la ciudad.

Era de madrugada cuando entró en el edificio que albergaba los mayores estudios de TV de la ciudad. Él consultó al director del edificio y luego subió al ascensor. La policía frente al estudio lo reconoció. “¡Oh, tú eres nada!”, Él arde.

George no deseaba dispararle con el arma de dardo venenoso, pero él tenía que disparar.

Él tuvo que matar a varios otros antes de que entrar en el estudio, incluyendo todos los ingenieros de turno. Había muchas sirenas de policía en el exterior, gritos agitados, y marcha de pasos en las escaleras. El alienígena estaba sentado delante de la cámara de televisión y diciendo, “Somos sus amigos. Somos sus amigos, “y no vio a George entrar. Cuando George le disparó con el arma de aguja, simplemente se detuvo en medio de la frase y se sentó allí, muerto. George llegó cerca de él y dijo, imitando al crochet alienígena, “Acordes. Despertar. ¡Vean cómo somos y nos matan! “

Era la voz de George que la ciudad oía aquella mañana, pero era la imagen del Fascinador, y la ciudad se despertó por la primera vez y la guerra se inició.

George no vivió para ver la victoria que finalmente llegó. Él murió de un ataque de corazón exactamente a las ocho horas.

¡¡Y ahí!! ¿Te gusta? Disfrutar y entrar en el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te veo en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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Conheça mais Escolas de Magia espalhadas pelo nosso mundo

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Versão em português: Conheça mais Escolas de Magia espalhadas pelo nosso mundo.

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O PHANTASTICUS busca trazer direto do mundo mágico de JK Rowling um pouco mais de informação sobre a formação de bruxos e bruxas, por todo o nosso pequeno mundo.

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Recapitulando:  Em 26 de novembro de 2016, um pouco da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts:

//jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/os-fundadores-de-hogwarts/;

Depois, em 21 de janeiro de 2017, conhecemos a Academia de Magia de Beauxbatons, o Instituto de Bruxas e Bruxos Durmstrang e a Escola de Magia e Bruxaria de Ilvermorny.

//jotacortizo.wordpress.com/2017/01/21/as-escolas-de-magia-espalhadas-pelo-nosso-mundo/;

Bem, no post de hoje, vamos aprofundar este conhecimento.  E como a primeira escola do post de hoje, vamos trazer a dos terrenos tupiniquins.  Castelobruxo.

Castelobruxo

A escola brasileira de magia, que leva estudantes de toda a América do Sul, pode ser encontrada escondida nas profundezas da floresta tropical. O fabuloso castelo parece ser uma ruína para os poucos olhos trouxas que já caíram sobre ele (um truque compartilhado por Hogwarts; a opinião está dividida sobre quem teve a ideia de quem). A Castelobruxo é um imponente edifício quadrado de rocha dourada, muitas vezes comparado a um templo.

Tanto o edifício como o terreno são protegidos pelo Caipora, entidade fantástica da mitologia tupi talvez derivada da crença no curupira, do qual seria uma variante, e que é associada às matas e florestas e aos animais de caça, dele se dizendo que aterroriza as pessoas e é capaz de trazer má sorte e mesmo causar a morte; são seres espirituais pequenos e peludos, extraordinariamente maliciosos e ardilosos e que surgem ao abrigo da noite para vigiar os estudantes e as criaturas que vivem na floresta. A ex-diretora da Castelobruxo, Benedita Dourado, foi outrora ouvida a rir com entusiasmo, em uma visita de intercâmbio a Hogwarts, quando o diretor Armando Dippet (Foi o predecessor de Dumbledore na diretoria de Hogwarts) reclamou de Pirraça, o poltergeist. Sua oferta de enviar-lhe um pouco de Caipora para a Floresta Proibida “para mostrar a você qual problema realmente é” não foi aceita.

Uniforme Castelobruxo

Os alunos da Castelobruxo usam vestes verdes brilhantes e são especialmente avançados em Herbologia e Magizoologia; a escola oferece programas de intercâmbio muito populares para estudantes europeus que desejam estudar a flora e a fauna mágicas da América do Sul.

Gui Weasley tinha uma correspondente em Castelobruxo e ambos procuravam fazer intercâmbio, mas como a família Weasley não tinha como pagar a viagem, ele desistiu da ideia. A estudante de Castelobruxo ficou tão furiosa que enviou a Gui um chapéu amaldiçoado que fez suas orelhas encolherem.

A Castelobruxo produziu um número de ex-alunos famosos, incluindo um dos mais famosos elaboradores de poções do mundo, Libatius Borage (autor de, entre outras obras, Advanced Potion-Making, Asiatica Anti-Venoms e Have Yourself a Fiesta in a Bottle!), e João Coelho, capitão do mundialmente famoso time de Quadribol, o Tarapoto Tree-Skimmers, da República do Peru (América do Sul).

Há controvérsias sobre as casas (se existem ou não) de Castelobruxo, mas identificamos as casas abaixo:

Arashar – Nenhum aluno é mais aberto a receber novas ideias que os Arasharianos. Dotados de uma liberdade espirutual inimaginável, alunos da casa Arashar são dedutivos, criativos e peritos em Transportologia.

Pawanunga – Cuidado ao se aproximar de um Pawanungano em Castelo Bruxo. Alunos dessa casa possuem uma inteligência cruel e apenas estendem a mão quando tem a certeza de que não correm riscos de se prejudicar, mas uma vez conquistada sua amizade, ele se torna seu eterno protetor

Nomphyrian – Talvez a arrogância que precede os Nomphyrianos possa lhes causar problemas, mas são bruxos extremamente gentis e amigos. A confiança demora a ser conquistada com esses bruxos e facilmente perdida, quando isso acontece são extremamente vingativos.

Kuaraori – A leveza de espírito é a marca principal de um bom Kuaraoriano. Bruxos e Bruxas com excelente capacidade de perceber o perigo mesmo em momentos de calmaria são comuns entre as paredes de suas salas comunais no alto das copas das árvores. Isolados, não aparentam, mas são muito defensivos.

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Existem muitos rumores, ainda não havia confirmação oficial, de que o próximo filme da franquia ‘Animais Fantásticos’ pode se passar em terras brasileiras.

Uagadou

Agora falaremos da maior de todas as escolas de magia: A Escola de Magia de Uagadou é uma grande e bela construção, esculpida diretamente nos penhascos das Montanhas da Lua (ou Montes Ruwenzori, em Uganda), a maior parte do castelo esteja atrás da parte do penhasco, para acomodar os muitos estudantes daqui. O castelo também é envolto em névoa espessa e fica parecendo flutuar num mar de névoa branca.  Esta região é citada por Ptolomeu, no século 1º, sendo a origem do rio Nilo.

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Uagadou foi fundada pelo menos mil anos antes da vida de Harry Potter, tornando-se aproximadamente a mesma idade de Hogwarts (talvez até mais velha). Embora um número menor de escolas de bruxaria possa ser encontrado em toda a África, apenas Uagadou passou no teste do tempo e alcançou uma invejável reputação internacional.  A escola recebe estudantes de toda a África e apesar de terem adotado o uso de varinhas (costume das escolas europeias), seus bruxos e bruxas conjuram grande parte de suas magias através de gestos das mãos ou simplesmente apontando um dedo. Essa técnica lhes dá uma linha de defesa robusta quando acusados ​​de violar o Estatuto Internacional de Sigilo em Magia (eles poderiam dizer que estavam simplesmente fazendo um gesto aleatório e não pretendendo fazer magia).

Os estudantes aqui são extremamente competentes em Astronomia, Alquimia e Auto-Transfiguração.

Um graduado notável de Uagadou é Babajide Akingbade, que sucedeu Alvo Dumbledore como Cacique Supremo da Confederação Internacional dos Bruxos.

Se um aluno é aceito em Uagadou, um Mensageiro dos Sonhos aparece nos sonhos do aluno e deixa para trás uma pedra inscrita na mão do aluno. Para entrar em Uagadou, os estudantes devem chegar a uma montanha paralela ao castelo por um certo tempo. Na época, uma passagem dourada aparece, conectando o castelo à montanha. Os alunos têm quinze minutos para atravessá-lo antes que a ponte desapareça.

Magos de Uagadou usam vestes azuis pálidas com uma fivela vermelha e braçadeiras douradas. As bruxas Uagadou usam vestes rosa brilhantes com braçadeiras douradas. Os professores vestem túnicas laranjas com braçadeiras douradas, enquanto o Diretor usa vestes vermelhas com faixas de cabeça douradas.

Koldovstoretz

E como última escola, para o post de hoje, vamos falar da mais misteriosa.  a Escola de Magia Koldovstoretz é uma das mais misteriosas escolas do mundo, tanto que não se tem muitas informações sobre ela, tornando um pouco difícil entender o que acontece na mesma e como é seu funcionamento.

Koldovstoretz 2

O nome da escola é – provavelmente – o resultado da junção de duas palavras russas; Koldovstvo e Tvoretz. Feitiçaria e Criador.  Traduzindo ao pé da letra nós temos “criador da magia/feitiçaria”.  Mas há outra opção.  Se substituirmos Tvoretz por Dvoretz (trocando o T pelo D) o significado muda completamente, ficando: Koldovstvo -> Feitiçaria e Dvoretz -> Palácio.  Assim, juntando as duas palavras teríamos algo como “Palácio da Feitiçaria/Magia”.

Obs: A segunda opção é mais plausível se comparada com o nome de outras escolas de magia como; Mahoutokoro e Castelobruxo. Onde seus próprios nomes indicam que é um local onde se tem, faz e estuda magia.

Não se sabe a localização da escola até o presente momento. Só sabemos que fica na Rússia, o que não pode ser muito considerando, tendo em vista o quão extenso é o território russo.

O uniforme dos alunos de Koldovstoretz é composto por uma capa roxa. Por baixo da capa eles usam uma veste preta com alguns detalhes em dourado.  Junto a isso, eles usam uma touca de couro com detalhe parecido com pele.

Russia

Os alunos da Koldovstoretz jogam quadribol de uma maneira diferente. No jogo de quadribol dessa escola os alunos, ao invés de jogarem montados em vassouras, jogam montados em troncos de árvores inteiros com raízes (Uauh!!).

Observação importante: Ao contrário das outras escolas de magia conhecidas até agora, a Koldovstoretz não possui um texto no Pottermore falando sobre ela. O conhecimento sobre ela foi dado no jogo Wonderbook: Book of Potions (Livro de Poções) que foi desenvolvido pela Sony junto com o Pottermore. Por isso a informação é oficial.

E então? Gostou do post? Em um novo momento, voltaremos ao tema, pois no mundo de nossa querida JK Rowling, ainda existem outras escolas de magia.

Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te vejo no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: – Conozca más Escuelas de Magia esparcidas por nuestro mundo.

El PHANTASTICUS busca traer directamente del mundo mágico de JK Rowling un poco más de información sobre la formación de brujos y brujas, por todo nuestro pequeño mundo.

Recapitulando: El 26 de noviembre de 2016, un poco de la Escuela de Magia y Hechicería de Hogwarts:

//jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/os-fundadores-de-hogwarts/;

Después, el 21 de enero de 2017, conocemos la Academia de Magia de Beauxbatons, el Instituto de Brujas y Brujas Durmstrang y la Escuela de Magia y Brujería de Ilvermorny.

//jotacortizo.wordpress.com/2017/01/21/as-escolas-de-magia-espalhadas-pelo-nosso-mundo/;

Bueno, en el post de hoy, vamos a profundizar en este conocimiento. Y como la primera escuela del post de hoy, vamos a traer la de los terrenos tupiniquins. Castelobruxo.

La escuela brasileña de magia, que lleva a estudiantes de toda América del Sur, puede ser encontrada escondida en las profundidades de la selva tropical. El fabuloso castillo parece ser una ruina para los escasos ojos muggles que ya cayeron sobre él (un truco compartido por Hogwarts, la opinión está dividida sobre quién tuvo la idea de quién). Castillo es un imponente edificio cuadrado de roca dorada, muchas veces comparado a un templo. Tanto el edificio como el terreno son protegidos por el Caipora, entidad fantástica de la mitología tupí tal vez derivada de la creencia en el curupira, del cual sería una variante, y que está asociada a los bosques y los bosques ya los animales de caza, de él se dice que aterroriza a las personas y es capaz de traer mala suerte e incluso causar la muerte; son seres espirituales pequeños y peludos, extraordinariamente maliciosos y ardilosos y que surgen al abrigo de la noche para vigilar a los estudiantes ya las criaturas que viven en el bosque. La ex directora de Castelo Branco, Benedita Dourado, fue otrora escuchada a reír con entusiasmo, en una visita de intercambio a Hogwarts, cuando el director Armando Dippet (fue el predecesor de Dumbledore en la directiva de Hogwarts) se quejó de Pirra, el poltergeist. Su oferta de enviarle un poco de Caipora a la Selva Prohibida “para mostrarle qué problema realmente es” no fue aceptada.

Los alumnos de Castelo Branco usan vestiduras verdes brillantes y son especialmente avanzados en Herbología y Magizoología; la escuela ofrece programas de intercambio muy populares para estudiantes europeos que desean estudiar la flora y la fauna mágicas de América del Sur.

Gui Weasley tenía una corresponsal en Castelo Branco y ambos buscaban hacer intercambio, pero como la familia Weasley no tenía como pagar el viaje, él desistió de la idea. La estudiante de Castelo Branco se puso tan furiosa que envió a Gui un sombrero maldito que hizo que sus oídos se encogen.

El Castillo de Brujo produjo un número de exalumnos famosos, incluyendo uno de los más famosos elaboradores de pociones del mundo, Libatius Borage (autor de, entre otras obras, Advanced Potion-Making, Asiatica Anti-Venones y Have Yourself a Fiesta in a Bottle! y Juan Coelho, capitán del mundialmente famoso equipo de Quidditch, el Tarapoto Tree-Skimmers, de la República del Perú (América del Sur).

Hay controversias sobre las casas (si existen o no) de Castelobruxo, pero identificamos las casas abajo:

Arashar – Ningún alumno es más abierto a recibir nuevas ideas que los Arasharianos. Dotados de una libertad espirnalosa inimaginable, los alumnos de la casa Arashar son deductivos, creativos y expertos en Transporte.

Pawanunga – Cuidado al acercarse a un Pawanungano en Castillo Brujo. Alumnos de esa casa poseen una inteligencia cruel y apenas extienden la mano cuando están seguros de que no corren riesgos de perjudicar, pero una vez conquistada su amistad, se convierte en su eterno protector

Nomphyrian – Tal vez la arrogancia que precede a los Nomicalrianos pueda causarles problemas, pero son brujos extremadamente gentiles y amigos. La confianza demora a ser conquistada con estos brujos y fácilmente perdida, cuando eso sucede son extremadamente vengativos.

Kuaraori – La ligereza de espíritu es la marca principal de un buen Kuaraoriano. Brujas y Brujas con excelente capacidad de percibir el peligro incluso en momentos de calma son comunes entre las paredes de sus salas comunales en lo alto de las copas de los árboles. Aislados, no aparentan, pero son muy defensivos.

Hay muchos rumores, aún no había confirmación oficial, de que la próxima película de la franquicia ‘Animales Fantásticos’ puede pasar en tierras brasileñas.

Ahora hablaremos de la mayor de todas las escuelas de magia: La Escuela de Magia de Uagadou es una gran y hermosa construcción, esculpida directamente en los acantilados de las Montañas de la Luna (o Montes Ruwenzori, en Uganda), la mayor parte del castillo está detrás de la parte del acantilado, para acomodar a los muchos estudiantes de aquí. El castillo también está envuelto en niebla espesa y se parece flotar en un mar de niebla blanca. Esta región es citada por Ptolomeo, en el siglo 1, siendo el origen del río Nilo.

Uagadou fue fundada por lo menos mil años antes de la vida de Harry Potter, convirtiéndose aproximadamente en la misma edad de Hogwarts (quizás incluso más vieja). Aunque un número menor de escuelas de brujería puede s se encontró en toda África, sólo Uagadou pasó la prueba del tiempo y alcanzó una envidiable reputación internacional. La escuela recibe a estudiantes de toda África ya pesar de haber adoptado el uso de varitas (costumbre de las escuelas europeas), sus brujas y brujas conjuran gran parte de sus magias a través de gestos de las manos o simplemente apuntando un dedo. Esta técnica les da una línea de defensa robusta cuando son acusados ​​de violar el Estatuto Internacional de Secreto en Magia (ellos podrían decir que estaban simplemente haciendo un gesto aleatorio y no pretendiendo hacer magia).

Los estudiantes aquí son extremadamente competentes en Astronomía, Alquimia y Auto-Transfiguración.

Un graduado notable de Uagadou es Babajide Akingbade, que sucedió al blanco Dumbledore como Cacique Supremo de la Confederación Internacional de los Brujos.

Si un alumno es aceptado en Uagadou, un Mensajero de los Sueños aparece en los sueños del alumno y deja atrás una piedra inscrita en la mano del alumno. Para entrar en Uagadou, los estudiantes deben llegar a una montaña paralela al castillo por un cierto tiempo. En la época, un pasaje dorado aparece, conectando el castillo a la montaña. Los alumnos tienen quince minutos para atravesarlo antes de que el puente desaparezca.

Los magos de Uagadou usan vestiduras azules pálidas con una hebilla roja y abrazaderas doradas. Las brujas Uagadou usan vestiduras rosadas brillantes con abrazaderas doradas. Los profesores visten túnicas naranjas con abrazaderas doradas, mientras que el director usa vestiduras rojas con vendas de cabeza doradas.

Y como última escuela, para el post de hoy, vamos a hablar de la más misteriosa. la Escuela de Magia Koldovstoretz es una de las más misteriosas escuelas del mundo, tanto que no se tiene mucha información sobre ella, haciendo un poco difícil entender lo que sucede en la misma y cómo es su funcionamiento.

El nombre de la escuela es – probablemente – el resultado de la unión de dos palabras rusas; Koldovstvo y Tvoretz. Brujería y Creador. Traduciendo al pie de la letra tenemos “creador de la magia / brujería”. Pero hay otra opción. Si sustituimos a Tvoretz por Dvoretz (cambiando el T por el D) el significado cambia completamente, quedando: Koldovstvo -> Brujería y Dvoretz -> Palacio. Así, juntando las dos palabras tendríamos algo como “Palacio de la Brujería / Magia”.

Nota: La segunda opción es más plausible si se compara con el nombre de otras escuelas de magia como; Mahoutokoro y Castelobruxo. Donde sus propios nombres indican que es un lugar donde se tiene, hace y estudia magia.

No se sabe la ubicación de la escuela hasta el momento. Sólo sabemos que se queda en Rusia, lo que no puede considerarse mucho, teniendo en cuenta cuán largo es el territorio ruso.

El uniforme de los alumnos de Koldovstoretz está compuesto por una capa morada. Por debajo de la capa ellos usan un traje negro con algunos detalles en dorado. Junto a eso, ellos usan un gorro de cuero con detalle parecido a la piel.

Los alumnos de Koldovstoretz juegan cuadribol de una manera diferente. En el juego de cuadribol de esa escuela los alumnos, en vez de jugar montados en escobas, juegan montados en troncos de árboles enteros con raíces (Uauh !!).

Nota importante: A diferencia de las otras escuelas de magia conocidas hasta ahora, Koldovstoretz no tiene un texto en el Pottermore hablando de ella. El conocimiento sobre ella fue dado en el juego Wonderbook: Book of Potions (libro de pociones) que fue desarrollado por Sony junto con el Pottermore. Por eso la información es oficial.

¿Y entonces? ¿Te gustó el post? En un nuevo momento, volveremos al tema, pues en el mundo de nuestra querida JK Rowling, todavía existen otras escuelas de magia.

Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te veo en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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pottermore.com/writing-by-jk-rowling/castelobruxo

harrypotter.fandom.com/pt-br/wiki/Escola_de_Magia_Uagadou

aminoapps.com/c/potter-amino-em-portugues/page/blog/as-casas-do-castelobruxo/xvmN_p0T2uW888EXao0qgWMrpwlxld6Dmd

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perdidosnaterra.com.br/harry-potter-uagadou-a-escola-de-magia-africana/

official-marauders-era.fandom.com/wiki/Uagadou

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E seguimos com “Visão Futurística” volume II

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: E seguimos com “Visão Futurística” volume II.

Opa!! Demorou um pouco, mas o PHANTASTICUS vai com outro post que apresenta livros de ficção científica (ou seus autores) que nos trouxeram (e acertaram) em suas linhas diversas previsões futurísticas.   Vale ressaltar que, sou de um tempo em que boa parte da minha geração conviveu com romances que nos traziam uma visão de futuro. – De Verne a, sei lá, escolha George Orwell ou Aldous Huxley. Todos nos mostravam inovações que – muitas vezes – não tínhamos a mínima ideia que iriamos conhecer em pessoa.  Gosto de ressaltar que não me considero uma pessoa velha.  Sou da geração que nasceu um pouco antes do golpe em nosso país – assim, faltam alguns anos para chegar aos 60 de idade.  Gosto também de destacar que: O corpo pode até envelhecer, mas a mente tem de manter uma jovialidade, quase de adolescência.  A mente tem de manter um frescor para ver, ler e aceitar diversos prismas e inovações – sejam na escrita como tecnológicas.  Bem, hoje vamos falar de um autor (e seu livro) que em 1911, nos mostrou dispositivos que eram capazes de enxergar por ondas de rádio (o que hoje conhecemos por radares). No mesmo livro, o protagonista usa um dispositivo portátil chamado de “telephot” que permite que o mesmo se comunique por vídeo-chamada com outras pessoas, como fazemos hoje com Skype e outros tipos de mensageiros/aplicativos.

Sem mais enrolação.  Com vocês……

“Ralph 124C 41+” e o escritor, nascido em Luxemburgo, Hugo Gernsback.

Antes de desenvolvermos o post, vale reforçar que o blog já trouxe Hugo de diversas formas.  Uma delas (a que mais aprecio) foi da paternidade, compartilhada com Julio Verne, da Ficção Científica (SciFi).  Se quiser relembrar, veja o caminho para o post feito no dia 21/04/2018.

//jotacortizo.wordpress.com/2018/04/21/a-paternidade-da-ficcao-cientifica-paternidade-compartilhada/

hugo-gernsback-sci-fi

Vamos lá.  Hugo era inventor e imigrou para os Estados Unidos no ano de 1905 (com cerca de 20 anos).  Trazia, na bagagem, algumas invenções para tentar comercializar, já que não conseguira convencer ninguém a compra-las em seu país.

A partir de 1908 publicou a revista “Modern Electrics” que em poucos anos evoluiu para a primeira revista do mundo exclusivamente dedicada à ficção científica, “Amazing Stories”, em 1926.

É nesta revista que inventou nos anos 20 o termo “cientificção” antes de se decidir pelo definitivo: “ficção científica”.  Em 1929, depois de perder o controle de “Amazing Stories”, Gernsback fundou duas novas revistas de ficção científica, a “Science Wonder Stories” e a “Histórias de Maravilhas Aéreas”.

Um ano depois, devido a problemas financeiros decorrentes ao período de depressão financeira, as duas foram fundidas e daí surgiu a “Wonder Stories”, que Gernsback continuou a publicar até 1936, quando foi vendido para a Thrilling Publications e renomeado para Thrilling Wonder Stories.

Antes disto tudo, Hugo publicou em 1925 um livro que compilava doze partes veiculadas em sua na revista “Modern Electrics”. O livro: “Ralph 124C 41+”.

No ano de 2660, a ciência transformou e conquistou o mundo, resgatando a humanidade de si mesma. Inovações espetaculares dos confins do espaço e das profundezas da terra estão disponíveis para atender a todas as necessidades, fornecendo antídotos para problemas individuais e males sociais. Os inventores são altamente valorizados e respeitados, e são zelosamente protegidos e generosamente tratados pelos governos mundiais. Esse apoio e aclamação, no entanto – como descobre o mais brilhante dos cientistas, Ralph 124C 41+ – não é sem seu preço.  Algumas previsões bem-sucedidas deste romance incluem televisão (e canal de surf), transmissão de controle remoto, videofone, serviço aéreo transcontinental, energia solar em uso prático, filmes sonoros, leite e outros alimentos sintéticos, tecido artificial, impressão de voz, gravadores e voo espacial. Ele também contém a primeira descrição precisa do radar, completa e com diagrama.

Entretanto, há muitos críticos.  Enquanto uns dizem: “certamente o pior romance de ficção científica já escrito”, outros falam: “O tratamento literário está em um nível muito baixo, mas Ralph 124C41 + é conhecido por suas projeções técnicas altamente imaginativas.”

Para muitos, o romance merece atenção por causa das maneiras como Gernsback misturou incansavelmente vários modelos genéricos – melodrama, o conto de viagem, Utopia, até toques de gótico e sátira – em um esforço para conseguir um veículo viável para uma história enfatizando fatos científicos e previsões.

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Vejam algumas das invenções e dispositivos contidos no livro:

Fazendas de crescimento acelerado de plantas: Fazendas com enormes estufas usadas para alimentar a população da Terra. Nelas podem crescer cinco colheitas por ano, em oposição às colheitas normais de dois em 1911.

Aeroflyer: Um pequeno transporte voador que pode atingir velocidades de até 600 mph.

Appetizer: Uma grande sala de espera em restaurantes mais avançados cientificamente. A sala é inundada com gases que aumentam o apetite / fome antes de comer.

Máquinas de embalagem automáticas e elétricas

Electromobiles: Basicamente um carro elétrico que recebe energia através de um mastro coletor de geradores de cidade.

Helio-Dynamophores: Basicamente painéis solares. Para minimizar a interferência atmosférica, as Torres Meteoro são usadas.

Hipnotobioscópio: um dispositivo de aprendizagem durante o sono. As informações são gravadas em filme preto como uma linha branca ondulada que é transmitida para o dormente por meio de fios em uma faixa de cabeça com placas de metal.

Retificador de Linguagem: Um tradutor em tempo real embutido no Telephot (veja abaixo).

Meteoro-Towers :Torres meteoro são estações de controle meteorológico.

Phonolphabet Machine: Um gravador de voz que grava a fala graficamente usando uma linguagem phonolphabet. Pode-se ler a gravação ou reproduzi-la como uma gravação de áudio.

Telautograph: Um dispositivo para transferir manuscrito através de um Telephot (telefone com foto). Basicamente, um aparelho de fax, exceto as transferências de manuscrito, conforme a pessoa escreve.

Telephot: Este é basicamente um telefone com foto. Também inclui um tradutor universal, onde a tradução de idiomas pode ser feita usando um controle de discagem.

Tele-Theater: Isto é como uma televisão, mas com diferenças. É realmente uma série de telephots que quase se combinam para formar uma imagem grande. Eventos ao vivo, como uma ópera ou uma peça, podem ser vistos na casa de alguém com esse dispositivo. As comunicações podem ser feitas em ambas as direções enquanto o dispositivo está transmitindo. Não é mencionado se pode ser usado para mostrar entretenimento gravado anteriormente.

DEMAIS!!!!!! Isto tudo escrito entre 1911 e 1923. Vejam a imaginação (e a visão) do nosso querido Hugo.  Reforçando: O autor é tão importante para a literatura SciFi que em sua homenagem, os prêmios anuais apresentados na Convenção Mundial de Ficção Científica são denominados “Hugos” (Hugo Awards).

Bem, terminamos. Gostou do post, mande suas sugestões.  Até o próximo.

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Jota Cortizo

Versión española Y seguimos con “Visión Futurística” volumen II.

Oops!! Se tardó un poco, pero el PHANTASTICUS va con otro post que presenta libros de ciencia ficción (o sus autores) que nos trajeron (y acertaron) en sus líneas diversas previsiones futurísticas. Vale resaltar que, soy de un tiempo en que buena parte de mi generación convivió con romances que nos traían una visión de futuro. – De Verne a, sé, elige George Orwell o Aldous Huxley. Todos nos mostraban innovaciones que, muchas veces, no teníamos la mínima idea de que conocíamos en persona. Me gusta resaltar que no me considero una persona vieja. Soy de la generación que nació un poco antes del golpe en nuestro país – así, faltan algunos años para llegar a los 60 de edad. Me gusta también destacar que: El cuerpo puede incluso envejecer, pero la mente tiene que mantener una jovialidad, casi de adolescencia. La mente tiene que mantener una frescura para ver, leer y aceptar diversos prismas e innovaciones – sean en la escritura como tecnológicas. Bueno, hoy vamos a hablar de un autor (y su libro) que, en 1911, nos mostró dispositivos que eran capaces de ver por ondas de radio (lo que hoy conocemos por radares). En el mismo libro, el protagonista utiliza un dispositivo portátil llamado “telephot” que permite que el mismo se comunique por videollamada con otras personas, como lo hacemos hoy con Skype y otros tipos de mensajeros / aplicaciones.

Sin más enrollamiento. Con ustedes……

“Ralph 124C 41+” y el escritor, nacido en Luxemburgo, Hugo Gernsback.

Antes de desarrollar el post, vale reforzar que el blog ya trajo a Hugo de diversas formas. Una de ellas (la que más aprecio) fue de la paternidad, compartida con Julio Verne, de la Ficción Científica (SciFi). Si desea recordar, vea el camino para el post hecho el día 21/04/2018.

//jotacortizo.wordpress.com/2018/04/21/a-paternidade-da-ficcao-cientifica-paternidade-compartilhada/

Vamos allá. Hugo fue inventor e inmigró a Estados Unidos en el año 1905 (con cerca de 20 años). Traía, en el equipaje, algunas invenciones para intentar comercializar, ya que no había podido convencer a nadie a comprarlas en su país.

A partir de 1908 publicó la revista “Modern Electrics” que en pocos años evolucionó a la primera revista del mundo dedicada exclusivamente a la ficción científica, “Amazing Stories”, en 1926. Es en esta revista que inventó en los años 20 el término “ciencia” de decidir por el definitivo: “ciencia ficción”. En 1929, después de perder el control de “Amazing Stories”, Gernsback fundó dos nuevas revistas de ciencia ficción, la “Science Wonder Stories” y la “Historias de Maravillas Aéreas”. Un año después, debido a problemas financieros derivados del período de depresión financiera, las dos fueron fusionadas y de ahí surgió la “Wonder Stories”, que Gernsback continuó publicando hasta 1936, cuando fue vendido a Thrilling Publications y renombrado para Thrilling Wonder Stories.

Antes de todo esto, Hugo publicó en 1925 un libro que compilaba doce partes publicadas en su revista “Modern Electrics”. El libro: “Ralph 124C 41+”.

En el año 2660, la ciencia transformó y conquistó el mundo, rescatando a la humanidad de sí misma. Las innovaciones espectaculares de los confines del espacio y de las profundidades de la tierra están disponibles para atender a todas las necesidades, proporcionando antídotos para problemas individuales y males sociales. Los inventores son altamente valorados y respetados, y son celosamente protegidos y generosamente tratados por los gobiernos mundiales. Este apoyo y aclamación, sin embargo – como descubre el más brillante de los científicos, Ralph 124C 41+ – no es sin su precio. Algunas predicciones exitosas de este romance incluyen televisión (y canal de surf), transmisión de control remoto, videofonía, servicio aéreo transcontinental, energía solar en uso práctico, películas sonoras, leche y otros alimentos sintéticos, tejido artificial, impresión de voz, grabadoras y el vuelo espacial. También contiene la primera descripción precisa del radar, completa y con diagrama.

Sin embargo, hay muchos críticos. Mientras unos dicen: “ciertamente el peor romance de ciencia ficción ya escrito”, otros hablan: “El tratamiento literario está en un nivel muy bajo, pero Ralph 124C41 + es conocido por sus proyecciones técnicas altamente imaginativas.”

Para muchos, el romance merece atención debido a las maneras como Gernsback mezcló incansablemente varios modelos genéricos – melodrama, el cuento de viaje, Utopía, hasta toques de gótico y sátira – en un esfuerzo por conseguir un vehículo viable para una historia enfatizando hechos científicos y pronósticos.

Vean algunas de las invenciones y dispositivos contenidos en el libro:

Haciendas de crecimiento acelerado de plantas: Haciendas con enormes invernaderos usados ​​para alimentar a la población de la Tierra. En ellas pueden crecer cinco cosechas al año, en oposición a las cosechas normales de dos en 1911.

Aeroflyer: Un pequeño transporte volador que puede alcanzar velocidades de hasta 600 mph.

Appetizer: Una gran sala de espera en restaurantes más avanzados científicamente. La sala está inundada con gases que aumentan el apetito / hambre antes de comer.

Máquinas de embalaje automáticas y eléctricas

Electromobiles: Básicamente un coche eléctrico que recibe energía a través de un mástil colector de generadores de ciudad.

Helio-Dynamophores: Básicamente paneles solares. Para minimizar la interferencia atmosférica, se utilizan las Torres Meteoro.

Hipnotobioscopio: un dispositivo de aprendizaje durante el sueño. La información se graba en película negra como una línea blanca ondulada que se transmite al dorado a través de hilos en una banda de cabeza con placas de metal.

Rectificador de Lenguaje: Un traductor en tiempo real incrustado en el Telephot (ver abajo).

Meteoro-Towers: Torres meteoro son estaciones de control meteorológico.

Phonolphabet Machine: Una grabadora de voz que graba el habla gráficamente usando un lenguaje phonolphabet. Se puede leer la grabación o reproducirla como una grabación de audio.

Pantalla: Un dispositivo para transferir manuscrito a través de un Telephot (teléfono con foto). Básicamente, un aparato de fax, excepto las transferencias de manuscrito, según la persona escribe.

Telephot: Este es básicamente un teléfono con foto. También incluye un traductor universal, donde la traducción de idiomas se puede hacer usando un control de marcado.

Tele-teatro: Esto es como una televisión, pero con diferencias. Es realmente una serie de telephots que casi se combinan para formar una gran imagen. Los eventos en vivo, como una ópera o una pieza, se pueden ver en la casa de alguien con este dispositivo. Las comunicaciones se pueden realizar en ambas direcciones mientras el dispositivo está transmitiendo. No se menciona si se puede utilizar para mostrar el entretenimiento grabado anteriormente.

¡¡Muy bien!! Esto todo escrito entre 1911 y 1923. Vean la imaginación (y la visión) de nuestro querido Hugo. Reforzando: El autor es tan importante para la literatura SciFi que, en su homenaje, los premios anuales presentados en la Convención Mundial de Ficción Científica se denominan “Hugos” (Hugo Awards).

Bien, terminamos. Gustado el post, envíe sus sugerencias. Hasta el próximo.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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en.wikipedia.org/wiki/Hugo_Gernsback

magazineart.org/main.php?g2_view=core.DownloadItem&g2_itemId=4115&g2_serialNumber=1

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Uma homenagem a meu pai

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Uma homenagem a meu pai.

Olá meus caros.  Hoje o PHANTASTICUS vai buscar fazer uma pequena homenagem a um grande homem.  Meu pai.  E uma das melhores formas de fazer esta homenagem é citar aqui – em um blog de LitFan – sua obra escrita favorita (da qual aprendi a gostar e muito) – com vocês, lhes apresento “O COYOTE”.  Meu pai sabe – de cor e salteado – todas as histórias dos cerca de 200 livros da coleção.  Mas, o que é “El Coyote”.

“El Coyote” é um personagem fictício criado pelo romancista espanhol José Mallorquí Figuerola – nascido em Barcelona no ano de 1913, e considerado um dos mais prolíficos e populares romancistas de língua espanhola do século XX – em 1943, baseado no personagem “Zorro” de Johnston McCulley. É um dos romances de mais populares na Espanha, dando origem a diversas adaptações cinematográficas e radiofônicas e até em quadrinhos.

Curiosidade: Johnston McCulley criou o “Zorro” em 1919.

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A vida em “El Coyote” ocorre principalmente na Califórnia, na segunda metade do século XIX. Principalmente na cidade de Los Angeles.  A obra tem como grande protagonista Don César de Echagüe, filho homônimo de um rico fazendeiro californiano, que retorna à sua terra, Califórnia, em 1851, logo depois da anexação por parte dos Estados Unidos – após a guerra mexicano-americana. O romance retrata um Califórnia habitada por uma sociedade hispânica próspera, mas recentemente conquistada pelos invasores ianques tentando tomar por todos os meios minas de ouro. César é desprezado por todos, tido como covarde e efeminado, incluindo Don César, seu pai, e Leonor Acevedo, sua noiva.  Mas sem que eles soubessem, ele leva uma vida dupla como “El Coyote”, um justiceiro mascarado que luta pelos direitos dos hispânicos, enfrentando a tirania do conquistador da Califórnia, o General Clarker.

O traje do Coyote consiste de uma máscara que cobre a metade superior da face, bigode, roupas pretas estilo mexicano, com um chapéu cônico com uma borda, e dois coldres com armas estilo Yankee, que são suas principais armas. Quando confrontados os vilões de suas histórias, sempre os marca ao acertar um tiro no lóbulo da orelha, que é conhecida como a “marca de El Coyote”. É um atirador muito rápido e com excelente pontaria; mas a sua principal arma é a inteligência com que ele manipula seus adversários ao ponto que eles têm que ir para o exílio ou acabam matando uns aos outros.

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A série traz o estilo faroeste e mescla com ação “capa e espada”. Assim como em “O Zorro”, o coyote nos apresenta duas facetas.  De dia é um covarde filho de fazendeiro e pela noite, o grande herói da Califórnia anexada.

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Curiosidade: A Califórnia era uma colônia espanhola até o ano de 1821, quando com a independência Mexicana passa a ser uma província da nova república.  Depois, em 1848 é anexada ao território americano após um conflito que duraria cerca de dois anos.  Em 1850, torna-se o 31° estado norte-americano.  A população cresceu de forma desordenada como resultado da Corrida do Ouro na Califórnia, que levou a uma imigração maciça de imigrantes americanos, europeus, chineses e sul-americanos para a Costa Oeste, dentro do fenômeno conhecido como a “Conquista do Oeste”.

Hoje a cidade de Los Angeles é a cidade mais importante da Califórnia, acima de São Francisco.  É a segunda maior aglomeração dos Estados Unidos depois de Nova York com mais de 17.000.000 de habitantes, que vive principalmente na indústria aeronáutica, cinema e turismo.

Mallorquí descrevia seu personagem mais ou menos assim: um homem alto, vestido de preto, à maneira dos charros mexicanos, com calças justas, enfiado em botas altas e preso por uma larga faixa de seda vermelha, sobre o qual há um cinto com dois coldres, uma mão enluvada em preto, uma camisa branca por baixo da jaqueta ornamentada, uma máscara preta cobrindo a parte superior do rosto, revelando olhos implacáveis.

Primeira adaptação para o cinema, da obra de José Mallorquí.  O filme, de 1955, foi uma produção Espanhola-Mexicana

O Coiote foi traduzido para mais de 14 idiomas e fez de seu autor um dos escritores espanhóis mais lidos.  Assim, aos que se interessarem, vale a pena mudar um pouco o formato de leitura.

No Brasil, o Coyote pode ser considerado o pai dos livros de bolso, já que tudo começou com ele em meados dos anos 50. Em 1956, logo após a sua fundação, a Monterrey lançaria o formato no Brasil tendo como protagonista o justiceiro mascarado.  Bem, encerramos por aqui.  Espero que meu pai leia mais algumas vezes os quase 200 livros e que por muitos anos possamos conversar sobre as peripécias do mascarado.

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A todos, até o próximo post.  E se gostou do post, de um “like” e mande suas sugestões.

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Jota Cortizo

Versión española: Un homenaje a mi padre.

Hola mis queridos. Hoy el PHANTASTICUS va a buscar hacer un pequeño homenaje a un gran hombre. Mi padre. Y una de las mejores formas de hacer este homenaje es citar aquí – en un blog de LitFan – su obra escrita favorita (de la que aprendí a gustar y mucho) – con ustedes, les presento “EL COYOTE”. Mi padre sabe – de color y salteado – todas las historias de los cerca de 200 libros de la colección. Pero, lo que es “El Coyote”.

“El Coyote” es un personaje ficticio creado por el novelista español José Mallorquí Figuerola – nacido en Barcelona en el año 1913, y considerado uno de los más prolíficos y populares romances de lengua española del siglo XX – en 1943, basado en el personaje “Zorro” Johnston McCulley. Es una de las novelas de más populares en España, dando origen a diversas adaptaciones cinematográficas y radiofónicas e incluso cómics.

Curiosidad: Johnston McCulley creó el “Zorro” en 1919.

La vida en “El Coyote” ocurre principalmente en California, en la segunda mitad del siglo XIX. Principalmente en la ciudad de Los Ángeles. La obra tiene como gran protagonista Don César de Echagüe, hijo homónimo de un rico granjero californiano, que regresa a su tierra, California, en 1851, luego de la anexión por parte de Estados Unidos, tras la guerra mexicanoamericana. La novela retrata un California habitada por una sociedad hispánica próspera, pero recientemente conquistada por los invasores yanquis tratando de tomar por todos los medios minas de oro. César es despreciado por todos, tenido como cobarde y afeminado, incluyendo a Don César, su padre, y Leonor Acevedo, su novia. Pero sin que ellos supieran, él lleva una doble vida como “El Coyote”, un justiciero enmascarado que lucha por los derechos de los hispanos, enfrentando la tiranía del conquistador de California, el General Clarker.

El traje de Coyote consiste en una máscara que cubre la mitad superior de la cara, bigote, ropa negra de estilo mexicano, con un sombrero cónico con un borde, y dos fundas con armas estilo Yankee, que son sus principales armas. Cuando se enfrentan a los villanos de sus historias, siempre los marca al golpear un tiro en el lóbulo de la oreja, que es conocida como la “marca de El Coyote”. Es un tirador muy rápido y con excelente puntería; pero su principal arma es la inteligencia con que él manipula a sus adversarios al punto que tienen que ir al exilio o acaban matándose unos a otros.

La serie trae el estilo oeste y mezcla con acción “capa y espada”. Así como en “El Zorro”, el coyote nos presenta dos facetas. De día es un cobarde hijo de granjero y por la noche, el gran héroe de California adjunto.

Curiosidad: California era una colonia española hasta el año 1821, cuando con la independencia mexicana pasa a ser una provincia de la nueva república. Después, en 1848 se adjunta al territorio americano tras un conflicto que duraría cerca de dos años. En 1850, se convierte en el 31 ° estado norteamericano. La población creció de forma desordenada como resultado de la Carrera del Oro en California, que llevó a una inmigración masiva de inmigrantes estadounidenses, europeos, chinos y sudamericanos hacia la Costa Oeste, dentro del fenómeno conocido como la “Conquista del Oeste”.

Hoy la ciudad de Los Ángeles es la ciudad más importante de California, por encima de San Francisco. Es la segunda mayor aglomeración de Estados Unidos después de Nueva York con más de 17.000.000 de habitantes, que vive principalmente en la industria aeronáutica, cine y turismo.

En el momento en el que se veía que el hombre no era un hombre, el hombre de un hombre alto, vestido de negro, a la manera de los charros mexicanos, con pantalones cortos, encajado en botas altas y atrapado por una larga banda de seda roja, sobre el cual hay un cinturón con dos fundas , una mano enlucida en negro, una camisa blanca debajo de la chaqueta ornamentada, una máscara negra cubriendo la parte superior de la cara, revelando ojos implacables.

Primera adaptación para el cine, de la obra de José Mallorquí. La película, de 1955, fue una producción española-mexicana.

El Coyote fue traducido a más de 14 idiomas e hizo de su autor uno de los escritores españoles más leídos. Así, a los que se interesen, vale la pena cambiar un poco el formato de lectura.

En Brasil, el Coyote puede ser considerado el padre de los libros de bolsillo, ya que todo comenzó con él a mediados de los años 50. En 1956, luego de su fundación, Monterrey lanzar el formato en Brasil teniendo como protagonista al justiciero enmascarado. Bien, terminamos por aquí. Espero que mi padre lea más a veces los casi 200 libros y que por muchos años podamos conversar sobre las peripecias del enmascarado.

A todos, hasta el próximo post. Y si te gusto el post, de un “like” y mande tus sugerencias.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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Quem e o que são os STORMTROOPERS?

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: Quem e o que são os STORMTROOPERS?

Olá meus queridos amigos.  Antes de começar o post de hoje, vou realizar um pequeno anseio.  Acompanho a LitFan por muito tempo e percebo o quanto – em alguns momentos – somos tidos como “sonhadores”, “avoados” e “lunáticos”.  Somos tidos como pessoas peculiares ou excêntricas.  Alguns são chamados de “nerds” e outros de “geeks”.  Bem, gostaria de dizer apenas uma coisa:

E daí!!!

Cada ser humano tem o livre arbítrio de buscar e tentar encontrar o caminho que lhe traz felicidade.  A LitFan proporciona isto para muitos.  Nestes 4 anos, aqui no blog, tenho a oportunidade de trocar impressões com algumas pessoas.  E isto é que vale. Isto preenche.  Isto nos torna mais …

HUMANOS

Seja um adolescente, um jovem ou que tenha um caminho percorrido a um pouco mais de tempo, suas opções têm de ser respeitadas.  Há um mundo…, espere! Temos muitos mundos dentro do nosso mundo.  Seguir o caminho que nos deixe feliz é nossa primazia.  Independente de ter 10, 20, 30, 40, 50 ou mais anos, sua mente tem de ser jovem e aberta.  A diversidade tem de ser aceita, EM TODO E QUALQUER MOMENTO.

Bem, chega de divagação.  Vamos ao post.

Hoje o PHANTASTICUS irá tratar sobre um tema que sempre povoou minha imaginação.  Apesar de ser uma história oriunda do cinema, gerou (e gera) muita literatura.  São livros e mais livros sobre a saga.

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E agora, direto da saga STAR WARS … nos encontramos com os stormtroopers.

Um mergulho profundo na evolução dos personagens mais icônicos – eles e Darth Vader são os símbolos mais facilmente reconhecíveis de Star Wars. Das versões sem nome e rosto do Star Wars original de 1977 ao Finn de John Boyega em “Star Wars: The Last Jedi”, há muito mais coisa sob o capacete do que até os mais fervorosos fãs podem esperar.

Nos primeiros rascunhos dos projetos-conceito de Star Wars e Ralph McQuarrie, os stormtroopers deviam usar sabre de luz e escudos de mão como armas comuns não limitadas ao Jedi ou Sith. George Lucas, ao compor informações básicas em 1977, afirmou que as mulheres existiam no Corpo de Stormtroopers.  Os primeiros stormtroopers eram os clonetroopers sobreviventes às Guerras Clônicas. Eles foram renomeados depois da Declaração de uma Nova Ordem de Palpatine, estes clones de Jango Fett foram imediatamente complementados por três novos lotes de Stormtroopers vindos da Orla Exterior após a batalha de Kamino.

A intenção original de George Lucas para o Império e seu exército é que eles eram os vilões. Eles não são tolerantes, eles são opressores. Todos os imperiais seriam homens brancos com um tipo bem característicos dos ingleses. Acho que, artisticamente, era uma tentativa de mostrar que eles eram muito imperialistas e intolerantes – talvez até, com uma forte inspiração nos soldados nazistas.

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CLONETROOPERS: O BRAÇO ARMADO DA VELHA REPÚBLICA – A técnica de clonagem já era conhecida na Galáxia de Star Wars há muito tempo, e os habitantes do planeta Kamino se orgulhavam de ter excelência para realizá-la. Assim, clones idênticos a Jango Fett deram a Velha República um mega exército.  A técnica declonagem do povo de Kamino era tão apurada que conseguiam modificar o desenvolvimento metabólico dos clones, de forma que seu processo de crescimento fosse acelerado, e recebessem todas as habilidades do indivíduo que servira de matriz para a clonagem, tornando-se, assim, produtivos de forma muito mais rápida do que se fossem clonados com crescimento natural e precisassem desenvolver as habilidades desejadas individualmente.  Os clones recebiam alterações genéticas que os tornavam 100% obedientes a quem os encomendara, de forma que eram muito eficientes, não questionando as ordens recebidas e cumprindo-as fielmente, traço de grande valor para quem os comprava para usar em guerras. Diferentemente dos droides, porém, era mantida certa autonomia de comportamento, que os permitia tomar decisões próprias e rápidas quando necessário.

Jango Fett

Jango Fett

            Curiosidade: Jango Fett era um humano caçador de recompensas, amplamente considerado como o melhor da galáxia, nos anos que antecederam as Guerras Clônicas. Embora Fett usasse um conjunto de armadura Mandaloriana durante seu tempo como caçador de recompensas, o governo de Mandalore o considerava um renegado. Recrutado pelo Lorde Sith Darth Tyranus, Fett serviu como modelo genético das tropas clone do Grande Exército da República. Ao contrário de Fett, seus clones não tinham muito de sua independência, pois foram projetados para serem inteiramente leais à maligna República Galáctica. Fett tinha apenas um pedido para os Kaminoanos: a criação de Boba Fett, um clone inalterado que ele criaria como seu próprio “filho”. Fett foi assassinado mais tarde por Mace Windu durante a primeira batalha de Geonosis.  A morte de Fett incutiu um desejo de vingança em Boba, que inicialmente buscou uma vingança contra Windu antes de se concentrar em sua carreira como aspirante a caçador de recompensas. Com o tempo, Boba foi considerado como um dos mercenários mais mortais da história galáctica, como seu “pai” antes dele. Seu legado também foi preservado nos milhões de clones criados a partir de seu código genético. Compelido por sua programação para executar a Ordem 66 contra os Jedi, os clonetroopers revelaram-se como a arma secreta dos Sith, permitindo a Darth Sidious se proclamar Imperador do Império Galáctico. A progênie de Fett serviu como a primeira geração de stormtroopers; no entanto, as fileiras logo foram preenchidas não por clones, mas por recrutas e recrutas humanos.

A atuação dos CloneTroopers na guerra da República contra os separatistas foi muito importante, e a capacidade física das duplicatas, aliada ao comando de Cavaleiros Jedi, foi fundamental para o avanço republicano nos tempos conturbados mostrados nos Episódios II e III, tanto que o período foi denominado como Guerras Clônicas, um grande conflito que envolveria toda a galáxia e culminaria na ascensão de Palpatine ao poder.  Os clones, porém, haviam tido também a inserção de um chip em seu cérebro, pela República, ativado quando Palpatine se tornou Chanceler Supremo e promulgou a Ordem 66, que determinou o extermínio dos Jedi. Assim, os fiéis servidores dos Cavaleiros até aquele momento não tiveram como evitar se voltar contra eles, e muitos Jedi foram mortos por suas mãos.

Troopers

Suas armaduras podem ser separadas em duas fases:

Fase I: A armadura clone foi usada por muito tempo pelos soldados da República Galáctica como armadura padrão. Essa armadura era pesada, desconfortável e não muito aprovada entre os clones.  As armaduras não tinham muita distinção de patente em seus estágios iniciais. Por isso, implementaram o sistema de patentes através de cores na armadura, sendo Amarelo = Comandante; Vermelho = Capitão; Azul = Tenente e Verde = Sargento. Contudo, com o passar das Guerras Clônicas, alguns clones pintavam suas armaduras da forma que queriam, personalizando-a de acordo com unidades específicas como, por exemplo, representando seus batalhões.

Curiosidade:  As armaduras eram brancas, pois os Kaminoanos enxergavam apenas em ultravioleta.

Fase II: A armadura aprimorada, tendo sua resistência melhorada e lentes polarizadas. A Armadura Fase II foi introduzida em 21 ABY — o segundo ano de guerra —, sendo a base para a futura armadura Stormtrooper.  Foram implementados nessas armaduras novos filtradores de ar, sistema de oxigênio e botas magnéticas. Essas armaduras possibilitavam a pressurização, podendo lutar por mais tempo no vácuo.  Muitos clones personalizavam suas armaduras da forma que lhe agradavam, com pinturas das quais os caracterizavam/diferenciavam.

STORMTROOPERS: O BRAÇO ARMADO DO IMPÉRIO – Com o envelhecimento precoce dos CloneTroopers, foi necessário instituir uma nova força militar para defender os interesses de Palpatine, e isso foi alcançado pela construção de uma rede de academias de formação militar, que captavam jovens de toda a galáxia para o trabalho para o Império. Muitos CloneTroopers mais velhos se tornaram instrutores dos jovens soldados, servindo ao Imperador de uma última forma.

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Death Trooper

Assim, durante os anos subsequentes à queda dos Jedi e da República, foi construído um aparato militar que retirava jovens humanoides de suas famílias (muitas vezes de forma violenta, outras vezes de forma mais tranquila) e os treinava para se tornarem soldados de Palpatine, responsáveis por trabalhar na submissão dos povos subjugados pelo imperador. De certa forma, funcionava como uma espécie de serviço militar obrigatório, e aqueles que se destacavam podiam ascender na hierarquia. Todo um corpo militar se constituiu, com hierarquização e elaboração de vários postos de comando. Havia toda uma linha de comando, que ascendia até o cargo de Moff, do qual Tarkin é apenas um dos representantes. Cargos específicos de comando de bases militares, grandes projetos militares ou mesmo de planetas inteiros de trabalho forçado também existiam, de forma que toda uma rede burocrática permitia o fiel cumprimento das ordens do Imperador.

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Curiosidade: Uma possível inspiração seria a história da tropa de elite do exército otomano nos séculos XIX e XX. Os janízaros constituíram a elite do exército dos sultões otomanos. A força, criada pelo sultão Murade I, era constituída de crianças cristãs capturadas em batalha, levadas como escravas e convertidas ao Islã. Seu código de conduta era rigoroso e obrigava a obediência absoluta aos oficiais e outros pontos que denotavam obediência e servidão.  Os jovens eram educados na lei islâmica e na língua turca, ao mesmo tempo que aprendiam a manejar armas e instruídos em artes militares. Os jovens cresciam tendo o próprio sultão como uma figura paterna, por quem estariam dispostos a defender até a morte mesmo contra seu próprio povo de origem. A justificativa para a adoção de um corpo de soldados convertidos em vez de turcos nativos era que os turcos deviam lealdade ao seu povo e às suas famílias, e poderiam tornar-se rebeldes em caso de uma ação do sultão contra outros turcos. Já os jovens cristãos só deviam lealdade ao sultão, e lutariam contra qualquer inimigo por ele.  Observação:  Este comentário é uma opinião pessoal.

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Dentro das tropas, havia destacamentos especializados de Troopers (alguns existentes desde os exércitos de clones), que recebiam treinamento e denominações específicas conforme sua área de atuação: Snowtroopers (especializados em batalha em locais gelados), Sandtroopers (especializados em batalha em locais desérticos), Shocktroopers (usados como força policial e guarda costas de figuras importantes), Deathtroopers (aqueles de armadura escura que apareceram em Rogue One, com treinamento mais especializado), Shadowtroopers (também de armadura negra, se distinguiam pelo armamento pesado), Scouttrooper (com armadura mais leve, eram mais ágeis e apareceram no Retorno de Jedi, na superfície de Endor).  Existiam ainda os Magmatroopers (especializados no trabalho em locais vulcânicos), Seatrooper (especializados em trabalhos aquáticos), Spacetroopers (especializados no trabalho em ambientes com gravidade zero, cujo trabalho notável era a patrulha do lado de fora da Estrela da Morte), Heavy Stormtrooper (equipados com armamento muito pesado), Purge Trooper (possuindo grandes e pesadas armaduras e armamento de grosso calibre), Flametrooper (equipados com lança chamas, similares aos que apareceram em O Despertar da Força), Stormtrooper grenadier (equipados com lançadores de granadas), Snipertrooper (equipado com rifles de longo alcance)…

RESUMINDO: A diferença básica dos dois grupamentos militares envolve, portanto, sua constituição. No caso dos CloneTroopers, foi formado um corpo militar de clones idênticos a Jango Fett, com metabolismo acelerado, restrição de obediência e características físicas e habilidades idênticas ao seu modelo. Foram utilizados principalmente pela República na luta contra os separatistas, e serviram a Palpatine no extermínio dos Jedi e expansão inicial do Império.  Já os Stormtroopers, por outro lado, foram formados a partir de academias militares que captavam jovens humanoides de toda a galáxia para o serviço do Imperador, cada jovem tendo características físicas, habilidades e graus variáveis de obediência. Foram utilizados pelo Império durante todo o período de sua dominação, até a morte de Palpatine, na segunda Estrela da Morte. Posteriormente o grupamento teve mudanças com a ascensão de Snoke e a formação dos Cavaleiros de Ren, a Primeira Ordem e muito mais.  Fica para um próximo post.

Gostou? Te vejo no próximo post.  E mande suas sugestões.

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Jota Cortizo

Versión española: ¿Quién y cuáles son los STORMTROOPERS?

Hola mis queridos amigos. Antes de comenzar el post de hoy, voy a realizar un pequeño anhelo. Acompaño a LitFan por mucho tiempo y percibo cuánto-en algunos momentos – somos tenidos como “soñadores”, “avoados” y “lunáticos”. Somos tenidos como personas peculiares o excéntricas. Algunos se llaman “nerds” y otros de “geeks”. Bueno, me gustaría decir sólo una cosa:

¡Y DAÍ !!!

Cada ser humano tiene el libre albedrío de buscar e intentar encontrar el camino que le trae felicidad. LitFan proporciona esto para muchos. En estos 4 años, aquí en el blog, tengo la oportunidad de intercambiar impresiones con algunas personas. Y eso es lo que vale. Esto se relaciona. Esto nos hace más …

HUMANO

Sea un adolescente, un joven o que tenga un camino recorrido a un poco más de tiempo, sus opciones tienen que ser respetadas. Hay un mundo …, espere! Tenemos muchos mundos dentro de nuestro mundo. Seguir el camino que nos deja feliz es nuestra primacía. Independiente de tener 10, 20, 30, 40, 50 o más años, su mente tiene que ser joven y abierta. La diversidad tiene que ser aceptada, EN TODO Y CUALQUIER MOMENTO.

Bien, llega de divagación. Vamos al post.

Hoy el PHANTASTICUS tratar sobre un tema que siempre pobló mi imaginación. A pesar de ser una historia oriunda del cine, generó (y genera) mucha literatura. Son libros y más libros sobre la saga.

Y ahora, directo de la saga STAR WARS … nos encontramos con los STORMTROOPERS.

Una inmersión profunda en la evolución de los personajes más icónicos – ellos y Darth Vader son los símbolos más fácilmente reconocibles de Star Wars. De las versiones sin nombre y rostro de la Star Wars original de 1977 al Finn de John Boyega en “Star Wars: The Last Jedi”, hay mucho más bajo el casco de lo que hasta los más fervorosos pueden esperar.

En los primeros borradores de los proyectos-concepto de Star Wars y Ralph McQuarrie, los stormtroopers debían usar sable de luz y escudos de mano como armas comunes no limitadas al Jedi o Sith. George Lucas, al componer informaciones básicas en 1977, afirmó que las mujeres existían en el Cuerpo de Stormtroopers. Los primeros stormtroopers eran los clonetroopers sobrevivientes a las Guerras Clónicas. Ellos fueron renombrados después de la Declaración de una Nueva Orden de Palpatine, estos clones de Jango Fett fueron inmediatamente complementados por tres nuevos lotes de Stormtroopers venidos de la Orla Exterior después de la batalla de Kamino.

La intención original de George Lucas para el Imperio y su ejército es que ellos eran los villanos. Ellos no son tolerantes, ellos son opresores. Todos los imperios serían hombres blancos con un tipo bien característicos de los ingleses. Creo que, artísticamente, era un intento de mostrar que eran muy imperialistas e intolerantes-tal vez incluso con una fuerte inspiración en los soldados nazis.

CLONETROOPERS: La técnica de clonación ya era conocida en la Galaxia de Star Wars hace mucho tiempo, y los habitantes del planeta Kamino se enorgullecían de tener excelencia para realizarla. Así, clones idénticos a Jango Fett dieron la Antigua República un mega ejército. La técnica declinación del pueblo de Kamino era tan apurada que podían modificar el desarrollo metabólico de los clones, de forma que su proceso de crecimiento fuera acelerado, y recibieran todas las habilidades del individuo que sirvió de matriz para la clonación, productivos de forma mucho más rápida que si se clonan con crecimiento natural y necesitaban desarrollar las habilidades deseadas individualmente. Los clones recibían cambios genéticos que los hacían 100% obedientes a quien los había encargado, de forma que eran muy eficientes, no cuestionando las órdenes recibidas y cumpliéndolas fielmente, traza de gran valor para quien los compraba para usar en guerras. A diferencia de los droides, sin embargo, se mantenía cierta autonomía de comportamiento, que les permitía tomar decisiones propias y rápidas cuando era necesario.

Curiosidad: Jango Fett era un humano cazador de recompensas, ampliamente considerado como el mejor de la galaxia, en los años que precedieron a las Guerras Clónicas. Aunque Fett usaba un conjunto de armadura Mandaloriana durante su tiempo como cazador de recompensas, el gobierno de Mandalore lo consideraba un renegado. Reclutado por el señor Sith Darth Tyranus, Fett sirvió como modelo genético de las tropas clon del Gran Ejército de la República. A diferencia de Fett, sus clones no tenían mucho de su independencia, pues fueron proyectados para ser enteramente leales a la maligna República Galáctica. Fett tenía sólo un pedido para los Kaminoanos: la creación de Boba Fett, un clon inalterado que él creería como su propio “hijo”. Fett fue asesinado más tarde por Mace Windu durante la primera batalla de Geonosis.  La muerte de Fett incutió un deseo de venganza en Boba, que inicialmente buscó una venganza contra Windu antes de concentrarse en su carrera como aspirante a cazador de recompensas. Con el tiempo, Boba fue considerado como uno de los mercenarios más mortales de la historia galáctica, al sultán, y luchar contra cualquier enemigo por él. Nota: Este comentario es una opinión personal.

En las tropas, había destacamentos especializados de Troopers (algunos existentes desde los ejércitos de clones), que recibían entrenamiento y denominaciones específicas según su área de actuación: Snowtroopers (especializados en batalla en locales helados), Sandreros (especializados en batalla en lugares desérticos) , Shocktroopers (usados ​​como fuerza policial y guardia de figuras importantes), Deathtroopers (aquellos de armadura oscura que aparecieron en Rogue One, con entrenamiento más especializado), Shadowtroopers (también de armadura negra, se distinguían por el armamento pesado), Scouttrooper la armadura más ligera, eran más ágiles y aparecieron en el Retorno de Jedi, en la superficie de Endor). En el caso de los Magmatroopers (especializados en el trabajo en lugares volcánicos), Seatrooper (especializados en trabajos acuáticos), Spacetroopers (especializados en el trabajo en ambientes con gravedad cero, cuyo trabajo notable era la patrulla del lado de fuera de la Estrella de la Muerte), Heavy Stormtrooper (con armamento muy pesado), Purge Trooper (poseedor de grandes y pesadas armaduras de grueso calibre), Flametrooper (equipados con lanza llamas, similares a los que aparecieron en El Despertar de la Fuerza), Stormtrooper grenadier (equipados con lanzadores de granadas) , Snipertrooper (equipado con rifles de largo alcance) …

RESUMEN: La diferencia básica de los dos grupos militares involucra, por lo tanto, su constitución. En el caso de los CloneTroopers, se formó un cuerpo militar de clones idénticos a Jango Fett, con metabolismo acelerado, restricción de obediencia y características físicas y habilidades idénticas a su modelo. Fueron utilizados principalmente por la República en la lucha contra los separatistas, y sirvieron a Palpatine en el exterminio de los Jedi y expansión inicial del Imperio. Los Stormtroopers, por otro lado, fueron formados a partir de academias militares que captaban jóvenes humanoides de toda la galaxia para el servicio del Emperador, cada joven teniendo características físicas, habilidades y grados variables de obediencia. Fueron utilizados por el Imperio durante todo el período de su dominación, hasta la muerte de Palpatine, en la segunda Estrella de la Muerte. Posteriormente el grupaje tuvo cambios con la ascensión de Snoke y la formación de los Caballeros de Ren, la Primera Orden y mucho más. Se queda para un próximo post.

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Jota Cortizo

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vice.com/pt_br/article/3kpkx8/tudo-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-os-stormtroopers

pt.wikipedia.org/wiki/Stormtrooper_(Star_Wars)

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A LitFan da China muito bem representada

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A LitFan da China muito bem representada.

Olá, meus caríssimos amigos.  Hoje o blog vai falar um pouco sobre a um dos principais escritores chineses de LitFan.  O homem que está mobilizando um grande público (e muitas opiniões) e que terá a sua primeira adaptação para o cinema.  Quero apresenta-los: Liu Cixin.

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Cixin, nascido em junho de 1963 é um engenheiro e um dos principais autores de ficção científica do país que tem cerca de 1/5 da população do planeta (bem próximo dos dois bilhões de habitantes). Ele foi ganhou nove vezes o Prêmio Galaxy (o de maior prestígio literário de ficção científica da China) e vencedor do Prémio Hugo (foi o primeiro autor asiático a receber esta premiação) em 2015.

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Sua obra principal é “The Three-body Problem“(O problema dos três corpos) (三体) – primeiro volume de sua trilogia “Lembrança da Terra do Passado”, publicado – na China – em 2007 e traduzido para o inglês em 2014.  Nesta trilogia, Liu apresenta o povo chinês e contatos e guerras seculares contra uma civilização alienígena. Imagine civilizações espalhadas por toda a galáxia com um sistema de “lei da selva”, embora a distância entre civilizações evite encontros indesejados, gerando a crença de que todo estranho é um risco. Todas as civilizações escondem sua localização e atacam qualquer um que exponha sua posição.

Neste primeiro livro, um cientista chinês sofrendo de depressão envia uma mensagem para um planeta em um sistema estelar triplo durante a Revolução Cultural. Trinta anos depois, outro cientista descobre uma civilização no planeta, que sofre efeitos negativos por causa dos três sóis – Trissolaris.  A civilização despachou uma frota de navios para conquistar a terra, cuja chegada é esperada em quatro séculos.

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Quando você vê o título do primeiro livro, pensa logo em um romance policial.  Doce engano.  “O problema dos três corpos” foi sugerido pelo físico suíço Leonhard Euler (1707-1783), onde ele estuda como três corpos podem orbitar entre si, segundo suas forças gravitacionais (ou perto disso). Esse é o mote do livro e, embora não pareça muito óbvio desde o começo, vai exercer enorme importância ao longo da história.  Cixin caminha pelos classicismos da ficção científica, na melhor escola de Arthur C. Clarke, usando como gatilho uma decisão científica que colocará, cinquenta anos depois, o planeta Terra às portas de uma invasão alienígena por uma civilização à beira do colapso.

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Sinopse do livro: China, final dos anos 1960. Enquanto o país inteiro está sendo devastado pela violência da Revolução Cultural, um pequeno grupo de astrofísicos, militares e engenheiros começa um projeto ultrassecreto envolvendo ondas sonoras e seres extraterrestres. Uma decisão tomada por um desses cientistas mudará para sempre o destino da humanidade e, cinquenta anos depois, uma civilização alienígena a beira do colapso planeja uma invasão. O problema dos três corpos é uma crônica da marcha humana em direção aos confins do universo. Um jogo envolvente em que a humanidade tem tudo a perder.

A trilogia tem sequência com “The Dark Forest” (A floresta escura) (黑暗森林) publicado em 2008 e “Death’s End” (O fim da morte) (死神永生) publicado em 2010.

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Floresta Negra começa com o conhecimento da invasão se espalhando pelo mundo. Porque não chegará por gerações, a reação da humanidade é silenciada no início, com uma espécie de espírito capaz de emergir entre as disputas internacionais esperadas. Um plano para lançar navios de geração como forma de salvar alguns remanescentes da humanidade é descartado como antiético e um dreno arriscado de recursos. Todos vamos enfrentar isso juntos. Mas assim que o Conselho de Defesa Planetária for formado e o otimismo inicial do pânico acabar, a humanidade se empenhará em um longo e escuro caminho em direção ao que parece ser uma certa aniquilação. Os Trisolarus foram monitorando nossas comunicações e interferindo na capacidade dos físicos de realizar medições precisas. Sem experimentação, a ciência não avançará, garantindo que nunca fecharemos a lacuna tecnológica antes que a frota alienígena conquistadora chegue. As coisas parecem muito ruins – além de se preparar para uma guerra quente, os personagens também devem combater o desespero global.  E… Chega!! No more spoilers!!

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Bem, vamos voltar a temas mais amenos.  Agora, o principal autor sci-fi chinês da atualidade teve um conto adaptado para o cinema e a obra promete ser uma das principais realizações cinematográficas do país nos últimos anos. “The Wandering Earth” (A Terra Nômade), baseado no conto homônimo, mostra o potencial criativo de Cixin, e como sua formação como engenheiro agregou valor a sua escrita.

abertura

A história é ambientada em um futuro distante, quando o sol começa a entrar em colapso e se tornar uma gigante vermelha. Sabemos hoje que o sol produz sua energia a partir da fusão nuclear de hidrogênio. Com o fim do estoque desse elemento químico dentro da estrela, o processo passa a acontecer nas camadas mais externas do astro e seu diâmetro aumenta, o que pode causar desequilíbrio nas órbitas dos planetas ao redor. Os planetas com menos sorte podem ser engolidos nessa brincadeira.

É desse material que nasce a história de “Wandering Earth” e a solução apontada por Cixin é um dos ápices da inventividade do escritor. Uma série de engrenagens imensas, instaladas para regularizar o movimento de rotação da terra que já vinha apresentando falhas, vai ser usada para fazer o planeta sair voando por aí até achar um lugar mais agradável no espaço.

O conto foi publicado no ano 2000 e sua adaptação chegas as telonas neste ano de 2019 de parte do planeta em 2019.

The Wandering Earth foi exibido no final do ano passado na Space City em Pequim e foi muito elogiado por astronautas, cientistas e engenheiros ligados ao Programa Espacial da China. Depois da exibição, o autor e produtor executivo do filme, Cixin foi reconhecido como Embaixador Cultural Espacial da China.

Sobre novas adaptações dos livros e contos de Cixin, existem rumores de que a Amazon estaria interessada em produzir uma série de TV inspirada na trilogia “Lembrança da Terra do Passado”, mas até agora ainda não tem nada confirmado.

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Liu Cixin, em diversas entrevistas, fala que a ficção ajuda as jovens gerações a ter uma visão de longo prazo sobre o futuro da humanidade. Disse ainda que “os jovens da China, influenciados pela ficção científica, veem além das suas vidas diárias e se preocupam mais com o caminho que a humanidade irá trilhar”.

Curiosidade: Quando ele era um estudante, o livro favorito de Liu Cixin era “Jornada ao Centro da Terra”, de Júlio Verne. Isso pode parecer uma introdução bastante normal à ficção científica, mas Liu a leu em circunstâncias excepcionais; isso aconteceu quando estavam no auge da Revolução Cultural, em sua China natal, e toda a literatura ocidental era estritamente proibida.

E para terminar, fechamos com uma frase, do autor escolhido, que nos impacta fortemente: “Fraqueza e ignorância não são barreiras para a sobrevivência, mas a arrogância é”.

Gostou? Te vejo no próximo post.

Ah! E mande suas sugestões.

Jota Cortizo

Versión española: La LitFan de China muy bien representada.

Hola, mis queridos amigos. Hoy el blog va a hablar un poco sobre uno de los principales escritores chinos de LitFan. El hombre que está movilizando un gran público (y muchas opiniones) y que tendrá su primera adaptación para el cine. Quiero presentarlos: Liu Cixin.

Cixin, nacido en junio de 1963, es un ingeniero y uno de los principales autores de ciencia ficción del país que tiene cerca de 1/5 de la población del planeta (muy cerca de los dos mil millones de habitantes). Él fue ganó nueve veces el Premio Galaxy (el de mayor prestigio literario de ciencia ficción de China) y ganador del Premio Hugo (fue el primer autor asiático en recibir esta premiación) en 2015.

Su obra principal es “The Three-body Problem” (el problema de los tres cuerpos) – primer volumen de su trilogía “Recuerdo de la Tierra del Pasado”, publicado – en China – en 2007 y traducido al inglés en 2014 En esta trilogía, Liu presenta al pueblo chino y contactos y guerras seculares contra una civilización alienígena. Imagine civilizaciones dispersas por toda la galaxia con un sistema de “ley de la selva”, aunque la distancia entre civilizaciones evite encuentros indeseados, generando la creencia de que todo extraño es un riesgo. Todas las civilizaciones ocultan su ubicación y atacan a cualquier persona que exponga su posición.

En este primer libro, un científico chino que sufre de depresión envía un mensaje a un planeta en un sistema estelar triple durante la Revolución Cultural. Treinta años después, otro científico descubre una civilización en el planeta, que sufre efectos negativos a causa de los tres soles – Trisolaris. La civilización envió una flota de barcos para conquistar la tierra, cuya llegada se espera en cuatro siglos.

Cuando usted ve el título del primer libro, piensa pronto en una novela policial. Dulce engaño. “El problema de los tres cuerpos” fue sugerido por el físico suizo Leonhard Euler (1707-1783), donde estudia cómo tres cuerpos pueden orbitar entre sí, según sus fuerzas gravitacionales (o cerca de eso). Este es el mote del libro y, aunque no parece muy obvio desde el principio, va a ejercer una enorme importancia a lo largo de la historia. Cixin camina por los clasicismos de la ficción científica, en la mejor escuela de Arthur C. Clarke, usando como gatillo una decisión científica que colocará, cincuenta años después, el planeta Tierra a las puertas de una invasión alienígena por una civilización al borde del colapso.

En el país entero está siendo devastado por la violencia de la Revolución Cultural, un pequeño grupo de astrofísicos, militares e ingenieros comienza un proyecto ultrasecreto envolviendo ondas sonoras y seres extraterrestres. Una decisión tomada por uno de estos científicos cambiará para siempre el destino de la humanidad y, cincuenta años después, una civilización alienígena al borde del colapso planea una invasión. El problema de los tres cuerpos es una crónica de la marcha humana hacia los confines del universo. Un juego envolvente en el que la humanidad tiene todo que perder.

La trilogía tiene secuencia con “El bosque oscuro” (黑暗 森林) publicado en 2008 y “Death’s End” (El fin de la muerte) (死神 永生) publicado en 2010.

La Selva Negra comienza con el conocimiento de la invasión que se extiende por el mundo. Porque no llegará por generaciones, la reacción de la humanidad se silencia al principio, con una especie de espíritu capaz de emerger entre las disputas internacionales esperadas. Un plan para lanzar barcos de generación como forma de salvar algunos remanentes de la humanidad es descartado como antiético y un drenaje arriesgado de recursos. Todos vamos a enfrentarlo juntos. Pero una vez que el Consejo de Defensa Planetaria se formó y el optimismo inicial del pánico terminará, la humanidad se empeñará en un largo y oscuro camino hacia lo que parece ser una cierta aniquilación. Los Trisolarus fueron monitoreando nuestras comunicaciones e interfiriendo en la capacidad de los físicos de realizar mediciones precisas. Sin experimentación, la ciencia no avanzará, asegurando que nunca cerraremos la brecha tecnológica antes de que la flota alienígena conquistadora llegue. Las cosas parecen muy malas – además de prepararse para una guerra caliente, los personajes también deben combatir la desesperación global. Y … ¡Llega! No más spoilers !!

Bueno, vamos a volver a temas más agradables. Ahora, el principal autor sci-fi chino de la actualidad ha tenido un cuento adaptado al cine y la obra promete ser una de las principales realizaciones cinematográficas del país en los últimos años. “The Wandering Earth”, basada en el cuento homónimo, muestra el potencial creativo de Cixin, y cómo su formación como ingeniero agregó valor a su escritura.

La historia está ambientada en un futuro lejano, cuando el sol empieza a colapsar y convertirse en un gigante rojo. Sabemos hoy que el sol produce su energía a partir de la fusión nuclear de hidrógeno. Con el fin de la acción de ese elemento químico dentro de la estrella, el proceso pasa a ocurrir en las capas más externas del astro y su diámetro aumenta, lo que puede causar desequilibrio en las órbitas de los planetas alrededor. Los planetas con menos suerte pueden ser tragados en esta broma.

Es de ese material que nace la historia de “Wandering Earth” y la solución apuntada por Cixin es uno de los ápices de la inventiva del escritor. Una serie de engranajes inmensos, instalados para regularizar el movimiento de rotación de la tierra que ya venía presentando fallas, va a ser usada para hacer el planeta salir volando por ahí hasta encontrar un lugar más agradable en el espacio.

El cuento fue publicado en el año 2000 y su adaptación llega a las pantallas de este año de 2019 de parte del planeta en 2019.

The Wandering Earth fue exhibido a finales del año pasado en Space City en Pekín y fue muy elogiado por astronautas, científicos e ingenieros vinculados al Programa Espacial de China. Después de la exhibición, el autor y productor ejecutivo de la película, Cixin fue reconocido como Embajador Cultural Espacial de China.

Sobre nuevas adaptaciones de los libros y cuentos de Cixin, hay rumores de que Amazon estaría interesada en producir una serie de TV inspirada en la trilogía “Recuerdo de la Tierra del Pasado”, pero hasta ahora aún no ha confirmado nada.

Liu Cixin, en varias entrevistas, dice que la ficción ayuda a las jóvenes generaciones a tener una visión a largo plazo sobre el futuro de la humanidad. “Los jóvenes de China, influenciados por la ciencia ficción, ven más allá de sus vidas diarias y se preocupan más por el camino que la humanidad va a recorrer”.

Curiosidad: Cuando él era un estudiante, el libro favorito de Liu Cixin era “Jornada al Centro de la Tierra”, de Julio Verne. Esto puede parecer una introducción bastante normal a la ciencia ficción, pero Liu la leyó en circunstancias excepcionales; esto sucedió cuando estaban en el auge de la Revolución Cultural, en su China natal, y toda la literatura occidental estaba estrictamente prohibida.

Y, para terminar, cerramos con una frase, del autor escogido, que nos impacta fuertemente: “Debilidad e ignorancia no son barreras para la supervivencia, pero la arrogancia es”.

¿Te gusta? Te veo en el próximo post.

¡Ah! Y mande sus sugerencias.

Hasta el próximo post.

¿Te gustó el post? Envíe sus sugerencias.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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gavetadebaguncas.com.br/problema-dos-tres-corpos-cixin-liu/

es.wikipedia.org/wiki/Liu_Cixin

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Guinada literária no blog traz Dan Brown

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: Guinada literária no blog traz Dan Brown.

Olá meus caros.  Hoje o PHANTASTICUS vem com uma mudança na condução dos posts.  Ao longo destes quatro anos, falamos muito de Literatura Fantástica – que é e sempre será a proposta principal do blog.  Mas, neste novo ano, quero dar uma pequena guinada tornando o blog um pouco mais abrangente – em alguns momentos – no formato literário a ser abordado.  Sendo assim, hoje que falar um pouco sobre um dos meus autores prediletos.  Um autor que praticamente todos os livros acabam gerando certa polêmica (e muitos debates).

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Com vocês o americano Daniel Gerhard Brown, mais conhecido por assinar seus livros como: Dan Brown.  Seus livros são sempre um sucesso, sendo que vários foram adaptados para as telonas dos cinemas e a repercussão de seus lançamentos é tanta, que sempre leva muitos outros autores (e outros seres viventes do mundo literário) para debater, defender, retrucar e questionar suas teses, gerando vários livros lançados na sequência – seja contrapondo, seja ratificando as ideias de D. Brown.

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Sua vida de escritor se iniciou com o livro “Digital Fortress” (Fortaleza Digital) publicado em 1998.  Seu segundo livro foi “Angels & Demons” (Anjos e Demônios) publicado em 2000 – que se tornou um grande sucesso após o seu quarto livro ser publicado.

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Seu terceiro livro foi “Deception Point” (no Brasil “Ponto de Impacto”) publicado em 2001.

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E então veio a grande explosão.  O grande sucesso.  Em 2003, Dan Brown publica seu maior sucesso, vendeu mais de 80 milhões de exemplares (últimas informações que apuramos) em todo o mundo, tornando-se um dos livros mais vendidos de todos os tempos. “The Da Vinci Code” (O Código Da Vinci) que é romance policial que tem como protagonista um simbologista norte-americano. Através da obra de Leonardo Da Vinci, onde encontra várias mensagens codificadas, tenta arranjar provas para desvendar um segredo milenar. O livro nos traz temas como prelados, seitas e fraternidades, como o ‘Priorado de Sião’, a Opus Dei e a Maçonaria, além do polêmico, possível, relacionamento de Jesus.

Curiosidade 1: Nos anos 1980, Dan foi a Europa para estudar História da Arte na Universidade de Sevilha, Espanha.  Lá, começou a estudar seriamente os trabalhos de Leonardo Da Vinci.  Estes estudos, mais tarde, teriam importância crucial em seu livro “The Da Vinci Code”.

Curiosidade 2: A esposa de D. Brown – Blythe Newlon – é historiadora da arte e colabora ativamente nas pesquisas de seus livros.

Curiosidade 3: Robert Langdon, protagonista dos principais livros de Dan, ganhou este nome por causa de John Langdon, o artista que criou o ambigrama da capa americana de “Angels & Demons” (Anjos e Demônios).

O sucesso do quarto livro impulsionou a carreira de D. Brown e os seus primeiros livros.  Assim, “Angels & Demons” explode como se fosse uma continuação do código, sendo que o livro é o precursor e o lançador do simbologista Robert Langdon.

O segundo livro “arrebenta” tiragem após tiragem e hoje, supera a marca de 40 milhões de exemplares.  O livro utiliza a ideia de um histórico conflito entre ciência e religião, em particular entre os Illuminati (uma sociedade secreta dada como extinta) e da Igreja Católica.

O sucesso é inevitável e Dan Brown é catapultado ao topo de várias listas.  Este mesmo sucesso, também, traz os muitos críticos de seu trabalho.

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Assim, em 2009 Dan Brown publica seu quinto livro (o terceiro com Robert Langdon como protagonista). “The Lost Symbol” (O Símbolo Perdido) que vendeu 1 milhão de copias nos Estados Unidos, no Canadá e no Reino Unido, apenas em seu primeiro dia de publicado.  Neste romance, o célebre professor de Harvard – Robert Langdon – é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, assim … Não! Sem spoilers.  Para a crítica do “The New York Times” “O símbolo perdido é denso, exótico, cheio de códigos e pistas, imagens impressionantes e a dinâmica incessante que torna impossível deixá-lo de lado. Esplêndido. Outra história arrebatadora de Robert Langdon.”

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No sexto livro, Langdon nos traz “Inferno” e volta para o coração da Europa, onde ele se entrelaça em um mistério com ramificações globais … ligado aos detalhes sinistros e verdadeiramente fascinantes da obra magistral de Dante (Inferno é a primeira parte da “Divina Comédia” de Dante Alighieri, sendo as outras duas o Purgatório e o Paraíso.  A trama se inicia em Florença e acaba na incrível cisterna da Basílica de Santa Sofia, em Istambul, Turquia.

É um fenômeno.  Se contarmos todos os seus livros, a tiragem ultrapassa os 150 milhões.  Poucos autores no planeta têm estes números.  Brown é muito criticado por seu jeito comercial de escrever, mas tenho de admitir – e sem vergonha alguma – que sou um grande fã de seus livros.

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Seu último livro, “Origin” (Origem) que foi publicado em 2017, se mostrou um pouco pesado no começo, mas depois, ficou difícil parar de ler.

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Igreja Sagrada Família – em Barcelona

O livro é ambientado na Espanha e percorre lugares como Mosteiro de Montserrat, a Casa Milà e A Sagrada Família, em Barcelona, o Museu Guggenheim, em Bilbao, o Palácio Real de Madri e a Catedral de Sevilha.  Neste livro, predições, muita tecnologia e como sempre muita dose de ação – sempre às voltas com extremismo religioso.  Desta vez você vai – pelo menos ter contato – com as perguntas (e prováveis respostas) “De onde viemos? Para onde vamos?”.  É para pensar.

Em 2006, O Código Da Vinci, foi lançado como filme pela Columbia Pictures, com o diretor Ron Howard. Foi amplamente antecipado e lançado o Festival de Cinema de Cannes de 2006, arrecadando US $ 750 milhões em todo o mundo.  O protagonista de D.Brown foi personificado por Tom Hanks.  Já Angels & Demons, foi lançado em maio de 2009, com Howard e Hanks retornando.

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Em outubro de 2016. Tendo Ron Howard, novamente, como diretor, David Koepp adaptando o roteiro e Tom Hanks mais uma vez personificando como Robert Langdon, recebemos “Inferno”.

O que se especula é que a Imagine Entertainment está preparada para produzir uma série de televisão baseada no Digital Fortress, a ser escrita por Josh Goldin e Rachel Abramowitz.

Sobre Dan Brown, podemos falar que sua história é incrível e seu trabalho é esplêndido. Sua pesquisa envolveu sociedades secretas como os Iluminatti e a Maçonaria, dando ao leitor um olhar mais demorado e profundo sobre os ritos, a filosofia e quem realmente são. Junto disso, também falou de religião, simbologia e grandes organizações estadunidenses, tais como NSA (Agência de Segurança Nacional), ONU (Organização das Nações Unidas), NRO (Escritório Nacional de Reconhecimento), OMS (Organização Mundial da Saúde) e FBI (Departamento Federal de Investigação). Cada um de seus livros requereu de Brown uma longa pesquisa. Temos como exemplo o livro O Símbolo Perdido, o qual segundo o autor, levou 6 anos até que fosse publicado. Os lugares, alguns nomes de personagens da trama e as pesquisas que envolvem o tema central dos livros são ratificados veementemente como verdadeiras.

Portanto, posso concluir que Dan Brown é um autor que, no mínimo, merece a curiosidade de ser lido, pois traz ao leitor temáticas diferentes que instigam o conhecimento, a pesquisa e uma releitura sobre a realidade em que estamos inseridos.  Nos dá, também, uma visão sobre nosso passado e presente (e quiçá do futuro).

Até o próximo post.

Gostou do post? Mande suas sugestões.

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Jota Cortizo

Versión española: Guinada literária en el blog trae Dan Brown.

Hola mis queridos. Hoy el PHANTASTICUS viene con un cambio en la conducción de los posts. A lo largo de estos cuatro años, hablamos mucho de Literatura Fantástica – que es y siempre será la propuesta principal del blog. Pero, en este nuevo año, quiero dar un pequeño giro haciendo el blog un poco más amplio – en algunos momentos – en el formato literario a ser abordado. Siendo así, hoy que hablar un poco sobre uno de mis autores predilectos. Un autor que prácticamente todos los libros acaban generando cierta polémica (y muchos debates). Con ustedes el americano Daniel Gerhard Brown, más conocido por firmar sus libros como: Dan Brown. Los libros son siempre un éxito, varios varios se adaptan a las pantallas de los cines y la repercusión de sus lanzamientos es tanta, que siempre lleva a muchos otros autores (y otros seres vivientes del mundo literario) para debatir, defender, retrucar y cuestionar sus tesis, generando varios libros lanzados en la secuencia – sea contraponiendo, sea ratificando las ideas de don Brown.

Su vida de escritor se inició con el libro “Digital Fortress” publicado en 1998. Su segundo libro fue “Ángeles y Demonios” publicado en 2000 – que se convirtió en un gran éxito después de su cuarto libro se publicará. Su tercer libro fue “Deception Point” (en Brasil “Punto de Impacto”) publicado en 2001. Y entonces vino la gran explosión. El gran éxito. En 2003, Dan Brown publica su mayor éxito, vendió más de 80 millones de ejemplares (últimas informaciones que hemos fijado) en todo el mundo, convirtiéndose en uno de los libros más vendidos de todos los tiempos. “The Da Vinci Code” (El Código Da Vinci) que es novela policial que tiene como protagonista a un simbólico norteamericano. A través de la obra de Leonardo Da Vinci, donde encuentra varios mensajes codificados, intenta arreglar pruebas para desentrañar un secreto milenario. El libro nos trae temas como prelados, sectas y fraternidades, como el Priorato de Sión, el Opus Dei y la Masonería, además del polémico, posible, relación de Jesús.

Curiosidad 1: En los años 1980, Dan fue a Europa para estudiar Historia del Arte en la Universidad de Sevilla, España. Allí empezó a estudiar seriamente los trabajos de Leonardo Da Vinci. Estos estudios, más tarde, tendrían una importancia crucial en su libro “The Da Vinci Code”.

Curiosidad 2: La esposa de D. Brown – Blythe Newlon – es historiadora del arte y colabora activamente en las investigaciones de sus libros.

Curiosidad 3: Robert Langdon, protagonista de los principales libros de Dan, ganó este nombre a causa de John Langdon, el artista que creó el ambigrama de la portada americana de “Ángeles y Demonios” (ángeles y demonios).

El éxito del cuarto libro impulsó la carrera de D. Brown y sus primeros libros. Así, “ángeles y demonios” explota como si fuera una continuación del código, siendo que el libro es el precursor y el lanzador del simbologista Robert Langdon.

El tercer libro “arrebata” tirada tras tirada y hoy, supera la marca de 40 millones de ejemplares. El libro utiliza la idea de un histórico conflicto entre ciencia y religión, en particular entre los Illuminati (una sociedad secreta dada como extinta) y la Iglesia Católica.

El éxito es inevitable y Dan Brown es catapultado al principio de varias listas. Este mismo éxito, también, trae a los muchos críticos de su trabajo.

Así, en 2009 Dan Brown publica su quinto libro (el tercero con Robert Langdon como protagonista). “The Lost Symbol” (el símbolo perdido) que vendió 1 millón de copias en Estados Unidos, Canadá y el Reino Unido, sólo en su primer día de publicación. En esta novela, el célebre profesor de Harvard – Robert Langdon – es invitado a la prisa por su amigo y mentor Peter Solomon – eminente masón y filántropo – a dar una conferencia en el Capitolio de Estados Unidos. Al llegar allí, descubre que cayó en una trampa. No hay ninguna conferencia, así … ¡No! No hay spoilers. “El símbolo perdido es denso, exótico, lleno de códigos y pistas, imágenes impresionantes y la dinámica incesante que hace imposible dejarlo a un lado, espléndido, otra historia arrebatadora de Robert Langdon.

En el sexto libro, Langdon nos trae “Inferno” y vuelve al corazón de Europa, donde se entrelaza en un misterio con ramificaciones globales … ligado a los detalles siniestros y verdaderamente fascinantes de la obra magistral de Dante (Inferno es la primera parte “La Divina Comedia” de Dante Alighieri, siendo las otras dos el Purgatorio y el Paraíso. La trama se inicia en Florencia y termina en la increíble cisterna de la Basílica de Santa Sofía, en Estambul, Turquía.

Es un fenómeno. Si contamos todos sus libros, la tirada supera los 150 millones. Pocos autores en el planeta tienen estos números. Brown es muy criticado por su manera comercial de escribir, pero tengo que admitir -y sin vergüenza alguna – que soy un gran fan de sus libros.

Su último libro, “Origin” (Origen) que fue publicado en 2017, se mostró un poco pesado al principio, pero después, quedó difícil parar de leer. El libro está ambientado en España y recorre lugares como Monasterio de Montserrat, la Casa Milà y La Sagrada Familia, en Barcelona, ​​el Museo Guggenheim, en Bilbao, el Palacio Real de Madrid y la Catedral de Sevilla. En este libro, predicciones, mucha tecnología y como siempre mucha dosis de acción – siempre a las vueltas con extremismo religioso. Esta vez usted va – al menos tener contacto – con las preguntas (y probables respuestas) “¿De dónde venimos? ¿A dónde vamos?”. Es para pensar.

En 2006, el Código Da Vinci, fue lanzado como película por Columbia Pictures, con el director Ron Howard. Fue ampliamente anticipado y lanzado el Festival de Cine de Cannes de 2006, recaudando 750 millones de dólares en todo el mundo. El protagonista de D.Brown fue personificado por Tom Hanks. En el caso de Angels & Demons, fue lanzado en mayo de 2009, con Howard y Hanks regresando.

En octubre de 2016. Teniendo Ron Howard, de nuevo, como director, David Koepp adaptando el guión y Tom Hanks una vez más personificando como Robert Langdon, recibimos “Inferno”.

Lo que se especula es que Imagine Entertainment está preparada para producir una serie de televisión basada en el Digital Fortress, que será escrita por Josh Goldin y Rachel Abramowitz.

Sobre Dan Brown, podemos hablar de que su historia es increíble y su trabajo es espléndido. Su investigación involucró a sociedades secretas como los Iluminatti y la Masonería, dando al lector una mirada más larga y profunda sobre los ritos, la filosofía y quienes realmente lo son. En este sentido, también habló de religión, simbología y grandes organizaciones estadounidenses, tales como NSA (Agencia de Seguridad Nacional), ONU (Organización de las Naciones Unidas), NRO (Oficina Nacional de Reconocimiento), OMS (Organización Mundial de la Salud) y FBI (Organización Mundial de la Salud) Departamento Federal de Investigación). Cada uno de sus libros requirió de Brown una larga investigación. Tenemos como ejemplo el libro El Símbolo Perdido, el cual según el autor, tardó 6 años hasta que fue publicado. Los lugares, algunos nombres de personajes de la trama y las investigaciones que involucran el tema central de los libros son ratificados vehemente como verdaderas.

Por lo tanto, puedo concluir que Dan Brown es un autor que, como mínimo, merece la curiosidad de ser leído, pues trae al lector temáticas diferentes que instigan el conocimiento, la investigación y una relectura sobre la realidad en que estamos insertos. También nos da una visión sobre nuestro pasado y presente (y quizá del futuro).

Hasta el próximo post.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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guiadasemana.com.br/arte/noticia/5-escritores-incriveis-e-polemicos-para-ler

wook.pt/autor/dan-brown/16087

wikimedia.org/wikipedia/pt/5/5f/AngelsAndDemons.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Dan_Brown

editoraarqueiro.com.br/ebooks/simbolo-perdido-o-2/

pt.wikipedia.org/wiki/Inferno_(livro_de_Dan_Brown)

dicasbarcelona.com.br/wp-content/uploads/2015/05/sagrada-familia-barcelona-4.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Origem_(livro_de_Dan_Brown)

vignette.wikia.nocookie.net/davincicode/images/5/57/Da_Vinci_Code_characters_poster.jpg/revision/latest?cb=20150623230955

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O 200 Controverso e Polêmico

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Versão em português: O 200 Controverso e Polêmico.

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Olá meus caros.  O PHANTASTICUS hoje comemora o ducentésimo post.  Ao longo destes quatro anos, falamos muito de Literatura Fantástica – que é a proposição do blog.  Assim, hoje vamos começar com uma série de posts (de forma alternada) com relação a autores que criam polêmica e controvérsia, em função de suas linhas e de seus pensamentos.

O “homenageado” de hoje, foi uma sugestão de um leitor querido.  Com vocês…..

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John Norman, que é o pseudônimo do acadêmico americano John Frederick Lange, Jr, doutor em filosofia e mestre em artes.

Uma das suas principais obras, de ficção, é “The Chronicles of Counter-Earth” (Crônicas da Contra-Terra ou Crônicas de Gor).  A série é inspirada principalmente pela série “Barsoom” de Edgar Rice Burroughs (o PHANTASTICUS postou em 08/08/2015 – Marte em guerra por Edgar Rice Burroughs) e pelo romance “Almuric” de Robert E. Howard.

Link para o post acima citado: jotacortizo.wordpress.com/2015/08/08/marte-em-guerra-por-edgar-rice-burroughs-marte-en-guerra-por-edgar-rice-burroughs/

Além da inspiração, a série é conhecida por seu conteúdo, que combina filosofia, fantasia científica e literatura erótica.  Aí é que reside a polêmica sobre o autor e suas linhas.  A exploração da sexualidade nas sociedades goreanas, em que algumas mulheres, chamadas “kajirae”, são escravas e propriedade das pessoas chamadas de “Livres”, e essa relação é descrita como natural e intrinsecamente desejada por toda mulher, é contundente por parte do autor.  Norman critica a sociedade moderna, argumentando que a tecnologia e o feminismo desviaram os seres humanos de seus instintos necessários para a sua felicidade e satisfação.  Este pensamento é retrogrado até para 1966, quando a obra começou a ser publicada, traz uma nuvem sobre o autor e sua obra.

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Mas a série tem muita coisa interessante.  Gor é uma “contra-terra”, um planeta habitável na mesma órbita que a Terra, porém linearmente oposto a ela, o que mantém sua existência secreta.  Nele existe um mundo fantástico, dominado por uma fauna e flora alienígena com característica mitológica e civilizações humanas com vários paralelos a povos antigos, como os greco-romanos, os vikings e os nativos americanos.

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O primeiro volume, publicado em 1966, teve o título de “Tarnsman of Gor”.  Seu nome nos apresenta a forma mais avançada de transporte do planeta, que é a cavalgada de grandes aves predatórias chamadas “tarns” por homens conhecidos como “tarnsmen”.

A série é uma sobreposição de romance planetário e espada. O primeiro livro, publicado em 1966, “Tarnsman of Gor”, abre com lembranças das cenas do primeiro livro da série “Barsoom”, de Edgar Rice Burroughs; ambos apresentam o protagonista narrando suas aventuras depois de ser transportado para outro mundo. Estes paralelos terminam após os primeiros livros, quando as histórias dos livros começam a ser estruturadas ao longo de um arco de trama solto envolvendo as lutas da cidade-estado de Ar e a ilha de Cos para controlar a área do rio Vosk, bem como a luta em um nível mais alto entre os Priest-Kings (Sacerdotes-Reis) – uma espécie extraterrestre de aparência insetóide que são regentes dos bastidores de Gor – e Kurii (outra raça alienígena agressiva e invasiva, que apresenta muita tecnologia) para controlar o sistema solar.

priest kings

Nos romances, esses vários grupos populacionais são transplantes da Terra levados para lá por naves espaciais através dos Priest-Kings, Os humanos goreanos têm habilidades arquitetônicas, agrícolas e médicas avançadas (incluindo extensão de vida), mas são forçados a permanecer primitivos nos campos de transporte, comunicação e armamento (aproximadamente no nível da civilização mediterrânea clássica) devido a restrições impostas pela tecnologia. os Priest-Kings.  A limitação da tecnologia é imposta para garantir a segurança dos Sacerdotes-Reis e de outros seres indígenas e transplantados em Gor, que de outra forma possivelmente sofreriam danos devido às tendências beligerantes dos seres humanos.

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O planeta Gor tem menor gravidade do que a Terra (o que permite a existência de grandes criaturas voadoras e torres altas conectadas por pontes aéreas nas cidades) e teria uma gravidade ainda menor se não fosse pela tecnologia dos Reis-Sacerdotes. A geografia conhecida de Gor consiste principalmente no litoral ocidental de um continente que vai do Ártico no norte ao sul do equador, com o oceano de Thassa a oeste, e a cordilheira de Voltai formando um limite oriental em muitas latitudes. Há também ilhas no oceano e algumas planícies relativamente pouco povoadas a leste do Voltai. A palavra “Gor” em si significa “pedra caseira” na língua goreana, a língua nativa das “cidades civilizadas do norte do conhecido Gor” (que se assemelha a antigas cidades-estado greco-romanas em muitos aspectos), e uma língua franca amplamente falada em muitas outras áreas).

Em uma entrevista para a Polygraff, John Norman falou longamente sobre a criação do universo Gor e suas influências.

“A Contra-Terra, ou Antichthon, é da cosmologia grega. A especulação sobre esse mundo, você vê, é antiga. Uma das premissas da série Goreana é que uma raça de alienígenas, de quem podemos falar como o Sacerdote- Reis, tem uma tecnologia à sua disposição, comparada com a nossa, seria algo assim na Idade do Bronze. ”

“Eu acho que, muito claramente, as três principais influências em meu trabalho são Homero, Freud e Nietzsche. Curiosamente, por mais óbvia que essa influência possa ser, poucos, ou nenhum, críticos, comentaristas ou outros chamaram atenção para isso.”

Alguns anos depois, em dezembro de 2000, J.Norman assim postou:

“Não é difícil encontrar, realmente. Basta olhar para um mundo que fica mil graus ao norte de monotrilho, mil graus a leste da ortodoxia, mil graus a oeste da conformidade ideológica, um continente longe das águas plácidas da mediocridade previsível, um mundo diferente, um real, um como não outro, um além do horizonte do mundo familiar, um emergente de mares distantes, tumultuosos e indomáveis, um mundo alerta a correntes profundas, que ouve sussurros secretos, que usam estrelas em seus cabelos.  Os mapas de cartógrafos ideologicamente servis podem optar por não mostrar o mundo Goreano, mas está lá, um maravilhoso e proibido continente. Alguns de vocês a conhecem e estão lá.” (worldofgor.com/)

Dentre as muitas críticas, os romances Gor foram desaprovados por seu foco nas relações entre homens dominantes e mulheres submissas, estas últimas frequentemente em posições de escravidão. A “The Encyclopedia of Fantasy” afirmou que os primeiros livros são “exercícios transitáveis” do estilo de ficção de Edgar Rice Burroughs, enquanto “volumes posteriores se degeneram em pornografia extremamente sexista e sadomasoquista envolvendo a humilhação ritual das mulheres e, como resultado, causaram ofensa generalizada”. O autor de ficção científica / fantasia Michael Moorcock (britânico que escreveu “Kane of Old Mars” e Elric of Melniboné”) sugeriu que os romances de Gor deveriam ser colocados nas prateleiras das livrarias, dizendo: “Eu não sou a favor da censura, mas sim de estratégias que marginalizam coisas que buscam objetificar as mulheres e sugerem que as elas gostam de ser espancadas.”

Ainda assim, a série teve duas adaptações para cinema: “Gor” (1987) e sua sequência “Outlaw of Gor” (1989).

Polêmicas a parte, o post de hoje busca dizer tão somente o seguinte.  Existem muitas formas de pensar e de agir.  Podemos concordar ou não – total ou parcial.  Ainda assim, vivemos em um mundo livre para nos expressar.  Ler a obra pode nos permitir entender uma visão ou ficar em total desacordo (meu caso).  Ainda assim, não podemos ser censores das obras – sejam romances, filmes, etc…  Nosso entendimento tem de se dar somente – e tão somente – em nosso eu.

Gostou do post? Mande suas sugestões.  Até os próximos duzentos.

Jota Cortizo

Versión española: El 200 de Controversia y Polémico.

Hola mis queridos. El PHANTASTICUS hoy conmemora el ducentésimo post. A lo largo de estos cuatro años, hablamos mucho de Literatura Fantástica – que es la proposición del blog. Así, hoy vamos a empezar con una serie de posts (de forma alternada) con relación a autores que crean polémica y controversia, en función de sus líneas y de sus pensamientos.

El “homenajeado” de hoy, fue una sugerencia de un lector querido. Con ustedes…..

John Norman, que es el pseudónimo del académico estadounidense John Frederick Lange, Jr, doctor en filosofía y maestro en artes.

Una de sus principales obras, de ficción, es “The Chronicles of Counter-Earth” (Crónicas de la Contra-Tierra o Crónicas de Gor). La serie es inspirada principalmente por la serie “Barsoom” de Edgar Rice Burroughs (el PHANTASTICUS publicado en 08/08/2015 – Marte en guerra por Edgar Rice Burroughs) y por la novela “Almuric” de Robert E. Howard.

Link para el post citado: jotacortizo.wordpress.com/2015/08/08/marte-em-guerra-por-edgar-rice-burroughs-marte-en-guerra-por-edgar-rice-burroughs/

Además de la inspiración, la serie es conocida por su contenido, que combina filosofía, fantasía científica y literatura erótica. Allí reside la polémica sobre el autor y sus líneas. La explotación de la sexualidad en las sociedades goreanas, en que algunas mujeres, llamadas “kajirae”, son esclavas y propiedad de las personas llamadas “Libres”, y esa relación es descrita como natural e intrínsecamente deseada por toda mujer, es contundente por parte del autor . Norman critica a la sociedad moderna, argumentando que la tecnología y el feminismo han desviado a los seres humanos de sus instintos necesarios para su felicidad y satisfacción. Este pensamiento se retrocede hasta 1966, cuando la obra comenzó a publicarse, trae una nube sobre el autor y su obra.

Pero la serie tiene mucha cosa interesante. Gor es una “contra-tierra”, un planeta habitable en la misma órbita que la Tierra, pero linealmente opuesta a ella, lo que mantiene su existencia secreta. En él existe un mundo fantástico, dominado por una fauna y flora alienígena con característica mitológica y civilizaciones humanas con varios paralelos a pueblos antiguos, como los greco-romanos, los vikingos y los nativos americanos.

El primer volumen, publicado en 1966, tuvo el título de “Tarnsman of Gor”. Su nombre nos presenta la forma más avanzada de transporte del planeta, que es la cabalgata de grandes aves predatorias llamadas “tarns” por hombres conocidos como “tarnsmen”.

La serie es una superposición de romance planetario y espada. El primer libro, publicado en 1966, “Tarnsman of Gor”, abre con recuerdos de las escenas del primer libro de la serie “Barsoom”, de Edgar Rice Burroughs; ambos presentan al protagonista narrando sus aventuras después de ser transportado a otro mundo. Estos paralelos terminan después de los primeros libros, cuando las historias de los libros empiezan a ser estructuradas a lo largo de un arco de trama suelto envolviendo las luchas de la ciudad-estado de Ar y la isla de Cos para controlar el área del río Vosk, así como la es una especie extraterrestre de apariencia insetóide que son regentes de los bastidores de Gor – y Kurii (otra raza alienígena agresiva e invasiva, que presenta mucha tecnología) para controlar el sistema solar.

En los romances, estos diversos grupos de población son trasplantes de la Tierra llevados a cabo por naves espaciales a través de los Priest-Kings, Los goreanos tienen habilidades arquitectónicas, agrícolas y médicas avanzadas (incluyendo extensión de vida), pero se ven obligados a permanecer primitivos en los campos de transporte, comunicación y armamento (aproximadamente en el nivel de la civilización mediterránea clásica) debido a las restricciones impuestas por la tecnología. los Priest-Kings. La limitación de la tecnología se impone para garantizar la seguridad de los Sacerdotes-Reyes y de otros seres indígenas y trasplantados en Gor, que de otra forma posiblemente sufrir daños debido a las tendencias beligerantes de los seres humanos.

El planeta Gor tiene menor gravedad que la Tierra (lo que permite la existencia de grandes criaturas voladoras y torres altas conectadas por puentes aéreos en las ciudades) y tendría una gravedad aún menor si no fuera por la tecnología de los Reyes-Sacerdotes. La geografía conocida de Gor consiste principalmente en la costa occidental de un continente que va del Ártico en el norte al sur del ecuador, con el océano de Thassa al oeste, y la cordillera de Voltai formando un límite oriental en muchas latitudes. Hay también islas en el océano y algunas planicies relativamente poco pobladas al este del Voltai. La palabra “Gor” en sí significa “piedra casera” en la lengua goreana, la lengua nativa de las “ciudades civilizadas del norte del conocido Gor” (que se asemeja a antiguas ciudades-estado grecorromanas en muchos aspectos), y una lengua franca ampliamente hablado en muchas otras áreas).

En una entrevista a Polygraff, John Norman habló largamente sobre la creación del universo Gor y sus influencias.

 

“La contra-tierra, o Antichthon, es de la cosmología griega. La especulación sobre ese mundo, usted ve, es antigua. Una de las premisas de la serie Goreana es que una raza de alienígenas, de quienes podemos hablar como el Sacerdote- Reyes, tiene una tecnología a su disposición, comparada con la nuestra, sería algo así en la Edad del Bronce.

“Creo que, muy claramente, las tres principales influencias en mi trabajo son Homero, Freud y Nietzsche. Curiosamente, por más obvia que esa influencia pueda ser, pocos, o ninguno, críticos, comentaristas u otros llamaron la atención.

Algunos años después, en diciembre de 2000, J.Norman así publicó:

“No es difícil encontrar, realmente. Basta mirar a un mundo que se queda mil grados al norte de monorraíl, mil grados al este de la ortodoxia, mil grados al oeste de la conformidad ideológica, un continente lejos de las aguas plácidas de la mediocridad previsible, un mundo diferente, un real, uno como no otro , uno más allá del horizonte del mundo familiar, un emergente de mares distantes, tumultuosos e indomables, un mundo alerta a corrientes profundas, que oye susurros secretos, que usan estrellas en sus cabellos. Los mapas de cartógrafos ideológicamente servis pueden optar por no mostrar el mundo Goreano, pero está allí, un maravilloso y prohibido continente. Algunos de ustedes la conocen y están allí. “(Worldofgor.com/)

Entre las muchas críticas, los romances Gor fueron desaprobados por su enfoque en las relaciones entre hombres dominantes y mujeres sumisas, estas últimas frecuentemente en posiciones de esclavitud. “La Encyclopedia of Fantasy” afirmó que los primeros libros son “ejercicios transitable” del estilo de ficción de Edgar Rice Burroughs, mientras que “volúmenes posteriores se degeneran en pornografía extremadamente sexista y sadomasoquista que envuelven la humillación ritual de las mujeres y, como resultado, causaron ofensa generalizada “. El autor de la ficción científica / fantasía Michael Moorcock (británico que escribió “Kane of Old Mars” y Elric of Melniboné “) sugirió que las novelas de Gor debían ser colocadas en los estantes de las librerías, diciendo:” Yo no estoy a favor de la censura, pero sí de estrategias que marginan cosas que buscan objetivar a las mujeres y sugieren que a ellas les gusta ser golpeadas.

Sin embargo, la serie tuvo dos adaptaciones para el cine: “Gor” (1987) y su secuencia “Outlaw of Gor” (1989).

La polémica, el post de hoy busca decir tan sólo lo siguiente. Hay muchas maneras de pensar y de actuar. Podemos concordar o no – total o parcial. Sin embargo, vivimos en un mundo libre para expresarnos. Leer la obra puede permitirnos entender una visión o quedar en total desacuerdo (mi caso). Sin embargo, no podemos ser censores de las obras – sean romances, películas, etc … Nuestro entendimiento tiene que darse solamente – y tan sólo – en nuestro yo.

¿Te gustó el post? Envíe sus sugerencias. Hasta el próximo.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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pt.wikipedia.org/wiki/Gor_(série_de_John_Norman)

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pt.wikipedia.org/wiki/John_Norman

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en.wikipedia.org/wiki/Gor

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Mais um aniversário do Blog e muito mais

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Logo PHANTASTICUS 1

Versão em português: Mais um aniversário do Blog e muito mais.

Olá meus amigos.  Este é o último post do ano.  O de número 199.  Festa e mais festa.  Mas, além das festas de final de ano, temos a do aniversário do blog.  No último dia 27, o blog completou quatro anos.  Então, vamos comemorar e pedir que 2019 seja muito melhor.

Aniversário 4 Blog

Retrospectiva: Foi no dia 27 de dezembro de 2014 que o PHANTASTICUS nasceu com um pequeno post sobre o mestre Tolkien. Dali para frente, são mais de 1.460 dias, sempre falando sobre a LitFan (Literatura Fantástica).  Olho pelo “retrovisor” e vejo quanto foi feito.  Mas, o mais importante, é que depois busco o futuro e entendo o quanto ainda pode ser realizado.

Se meus planos derem certo, neste 2019 vem o meu primeiro livro – que já está pronto, só aguardando ajustes finais – e, quem sabe, mais algumas incrementadas no blog.  É muita emoção.  Nestes anos, conseguimos chegar a marca de 100.000 visualizações – só na WordPress.  Por vezes, parece pouco, mas falar de literatura neste nosso querido Brasil, não é uma missão das mais simples.

Bem, vamos deixar de “festinha” e vamos falar de literatura fantástica.  Antes, porém, é importante entender que: Um bom romance é baseado em três conceitos básicos: uma história interessante, uma narrativa confiável e personagens que chegam ao leitor. O sucesso ou a falta nesses três suportes pode elevar um trabalho ao topo da arte literária ou mergulhá-lo no desprezo dos leitores.

Neste post, vamos falar – um pouco – do terceiro pilar >>> personagens inesquecíveis.  Hoje vamos explorar alguns personagens da literatura fantástica que deixaram sua marca.

O primeiro é …….

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Eddard Stark (saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, de George R. R. Martin): O Senhor de Winterfell foi uma personagem sólida desde o primeiro momento de “Game of Thrones”, o primeiro volume da saga de George R.R. Martin, o que torna seu resultado pessoal mais impressionante. Ned, patriarca da casa Stark, tem um profundo senso de honra. Sacrificado, amante de sua família acima de tudo, ele é uma recriação muito realista do herói que despreza as intrigas e as traições dos pátios do palácio. E nós já sabemos que se algo é abundante nas obras de Martin são os enredos desse tipo, então Stark é logo confrontado com o que ele mais odeia. Eddard é um homem prático, um homem atípico, já que ele gosta da proximidade com seus vassalos, a quem ele trata cordial e justamente como sua posição permite. Carregado com várias tristezas do passado, como tudo relacionado a seu filho bastardo Jon Snow, a morte de sua irmã Lyanna ou seu outro irmão, Brandon, que tinha que ser o Senhor de Winterfell. Eddard Stark carrega em suas costas a obrigação de viver de acordo com o que Brandon teve que ser, mas sente-se em todos os momentos bem abaixo deste objetivo. No entanto, ele é respeitado por seus aliados e até mesmo seus inimigos admitem sua honra. Apesar disso, seu caráter franco e sincero colide frontalmente com os truques da Casa Lannister quando o rei Robert o escolhe como “Mão do Rei” e deve se mudar para Porto Real. O resultado final do personagem reflete claramente que a maior qualidade de Eddard é o sacrifício por seu povo.  Um homem marcante pela ética e pela honestidade.

Eddard Stark

Na série televisiva da HBO homônima ao primeiro volume da crônica, foi brilhantemente interpretado pelo britânico Shaun Mark “Sean” Bean.

Tyrion

O próximo grande personagem é nosso querido Tyrion Lannister (saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, de George R. R. Martin): Amigos.  Uma reflexão: Não tenho certeza se George Martin estava consciente, quando ele criou Tyrion, de que ele iria se tornar um personagem tão carismático.  No caso de Tyrion, estamos diante de um personagem que se afasta do herói atraente e capaz, que confia na força bruta para resolver as mais insólitas situações. Tyrion é calculista e muito inteligente. O pequenino é um grande conhecedor dos “jogos” de cinismo e politicagem e um dos melhores na intriga, tão característica do mundo criado por Martin. O anão tem a capacidade de sair de qualquer situação, mas não, sem antes, pagar um preço. Pode ser cruel e vingativo para aqueles que o traem, e muito sensível a outros abusos, como visto na simpatia que ele tem para o bastardo de Ned Stark, Jon Snow, ou a sua meia-irmã, Sansa. Mesmo assim, Tyrion não está imune a certos arrependimentos, sendo o desprezo de seu pai Tywin o mais pesado em sua alma. O chefe da Casa Lannister o lembra, constantemente, de que é responsável pela morte de sua esposa ao dar à luz.  Isto se torna um grande fardo para Tyrion. Sua irmã Cersei é igualmente desdenhosa dele, embora o afete menos.  Vale ressaltar que pelo menos ele tem o apreço de seu outro irmão, Jaime.

Na televisão, ele é vivido (de forma brilhante) pelo ator norte-americano Peter Dinklage.

E por último….

Gollum, da trilogia “The Lord of the Rings”: Gollum (ou antes de ser corrompido pelo Um Anel, Sméagol, é pelo menos para mim, um dos mais especial de de toda a literatura fantástica – épica. Pilar da resolução da história, prova viva do axioma “o mal sempre se volta contra si mesmo”, Gollum tem uma das histórias mais tristes e dramáticas do gênero, se não o mais. Não é um vilão, é uma vítima consumida por um desejo sobrenatural, mas isso pode ter paralelos com vícios e fraquezas do nosso mundo atual. É esse personagem que, apesar de todos os movimentos que ele faz para Frodo e Sam, não podemos odiar, não importa o quanto tentemos, como o próprio Frodo. Porque é o seu futuro, o hobbit olha para Gollum e se vê consumido – da mesma forma – pelo Um Anel. Um personagem que se desenvolveu maravilhosamente graças a suas ações, mais do que a um profundo tratamento de sua psique por Tolkien.  Sméagol era um hobbit cascalvas, do povo do rio, que viveu perto dos Campos de Lis.  Tudo começou quando ele foi pescar com seu primo Déagol.

Déagol foi puxado para a água por um peixe, e emergiu com um anel de ouro. Ambos contemplavam o Um Anel, pertencente a Sauron, o Senhor das Trevas, e perdido durante a morte de Isildur na batalha dos Campos de Lis muito tempo antes. O desejo de Sméagol pelo Anel levou-o a matar Déagol. Ele escondeu o corpo e ninguém jamais descobriu o que aconteceu. Sméagol descobriu os poderes do Um Anel ainda sob o teto de sua avó, usando-o para descobrir segredos, cometer pequenos furtos e toda a sorte de malfeitos. Com o tempo, os atos de Sméagol começaram a refletir em sua família, que o desprezava cada vez mais. Sua garganta começou a fazer um barulho muito característico, o que lhe rendeu o apelido “Gollum”. Finalmente, a avó de Sméagol o expulsou de seu lar. Sméagol vagou ao norte pelas bordas do Anduin, sem destino. Seu corpo sofreu alterações significativas. Com o tempo, começou a odiar a luz do Sol, buscando lugares cada vez mais escuros.  Na trilogia, depois da obtenção do Anel, o comportamento de Sméagol transformou-se, tendo sido reforçada a influência do inconsciente sobre a consciência. Por isso, todo o seu comportamento para com Frodo se caracteriza pela existência de uma dupla personalidade, à qual está associada uma forma de expressão verbal completamente distinta, como é frequentemente suceder nos casos de esquizofrenia.  É um personagem complexo e de grande importância na e para a trama.

No cinema, o personagem é vivido por Andy Serkis.

Bem, terminamos.  Espero que tenha gostado.

Feliz

Eu e o PHANTASTICUS desejamos a todos um ótimo 2019 coroado de muitas realizações e sucesso.

Te aguardo no próximo ano aqui, com muitos posts.

Jota Cortizo

Versión española: Más un aniversario del Blog y mucho más.

Hola mis amigos. Este es el último post del año. El número 199. Fiesta y más fiesta. Pero, además de las fiestas de fin de año, tenemos la del cumpleaños del blog. El último día 27, el blog completó cuatro años. Entonces, vamos a celebrar y pedir que 2019 sea mucho mejor.

Retrospectiva: Fue el 27 de diciembre de 2014 que el PHANTASTICUS nació con un pequeño post sobre el maestro Tolkien. De allí adelante, son más de 1.460 días, siempre hablando sobre la LitFan (Literatura Fantástica). Ojo por el “retrovisor” y veo cuánto se ha hecho. Pero, lo más importante, es que después busco el futuro y entiendo cuánto aún puede ser realizado.

Si mis planes funcionan bien, en este 2019 viene mi primer libro – que ya está listo, sólo aguardando ajustes finales – y, quizá, más algunos incrementados en el blog. Es mucha emoción. En estos años, conseguimos llegar a la marca de 100.000 visualizaciones – sólo en WordPress. A veces, parece poco, pero hablar de literatura en nuestro querido Brasil, no es una misión de las más simples.

Bueno, vamos a dejar de “fiesta” y vamos a hablar de literatura fantástica. Antes, sin embargo, es importante entender que: Una buena novela se basa en tres conceptos básicos: una historia interesante, una narrativa confiable y personajes que llegan al lector. El éxito o la falta en estos tres soportes puede elevar un trabajo al principio del arte literario o sumergirse en el desprecio de los lectores.

En este post, vamos a hablar – un poco – del tercer pilar >>> personajes inolvidables. Hoy vamos a explorar algunos personajes de la fantástica literatura que dejaron su marca.

El primero es ……..

“El Señor de Winterfell fue un personaje sólido desde el primer momento de” Game of Thrones “, el primer volumen de la saga de George RR Martin, hace que su resultado personal sea más impresionante. Ned, patriarca de la casa Stark, tiene un profundo sentido del honor. Sacrificado, amante de su familia por encima de todo, es una recreación muy realista del héroe que desprecia las intrigas y las traiciones de los patios del palacio. Y ya sabemos que si algo es abundante en las obras de Martin son los enredos de ese tipo, entonces Stark se enfrenta a lo que más odia. Eddard es un hombre práctico, un hombre atípico, ya que le gusta la proximidad con sus vasallos, a quienes trata cordial y justamente como su posición permite. Cargado con varias tristezas del pasado, como todo relacionado con su hijo bastardo Jon Snow, la muerte de su hermana Lyanna o su otro hermano, Brandon, que tenía que ser el Señor de Winterfell. Eddard Stark lleva en sus espaldas la obligación de vivir de acuerdo con lo que Brandon tuvo que ser, pero se siente en todos los momentos bien por debajo de este objetivo. Sin embargo, él es respetado por sus aliados e incluso sus enemigos admite su honor. A pesar de ello, su carácter franco y sincero choca frontalmente con los trucos de la Casa Lannister cuando el rey Robert lo elige como “Mano del Rey” y debe mudarse a Puerto Real. El resultado final del personaje refleja claramente que la mayor calidad de Eddard es el sacrificio por su pueblo. Un hombre marcado por la ética y la honestidad.

En la serie televisiva de la HBO homónima al primer volumen de la crónica, fue brillantemente interpretado por el británico Shaun Mark “Sean” Bean.

El próximo gran personaje es nuestro querido Tyrion Lannister (saga “Las Crónicas de Hielo y Fuego”, de George R. R. Martin): Amigos. Una reflexión: No estoy seguro si George Martin era consciente, cuando creó a Tyrion, de que se convertiría en un personaje tan carismático. En el caso de Tyrion, estamos ante un personaje que se aparta del héroe atractivo y capaz, que confía en la fuerza bruta para resolver las más insólitas situaciones. Tyrion es calculadora y muy inteligente. El pequeño es un gran conocedor de los “juegos” de cinismo y politicaje y uno de los mejores en la intriga, tan característica del mundo creado por Martin. El enano tiene la capacidad de salir de cualquier situación, pero no, sin antes, pagar un precio. Puede ser cruel y vengativo para aquellos que lo traicionan, y muy sensible a otros abusos, como se ve en la simpatía que tiene para el bastardo de Ned Stark, Jon Snow, o su media hermana, Sansa. Sin embargo, Tyrion no está inmune a ciertos arrepentimientos, siendo el desprecio de su padre Tywin más pesado en su alma. El jefe de la Casa Lannister lo recuerda constantemente de que es responsable de la muerte de su esposa al dar a luz. Esto se convierte en una gran carga para Tyrion. Su hermana Cersei es igualmente despreciable de él, aunque le afecta menos. Es importante resaltar que por lo menos él tiene el aprecio de su otro hermano, Jaime.

En la televisión, él es vivido (de forma brillante) por el actor norteamericano Peter Dinklage.

Y por último….

Gollum, de la trilogía “The Lord of the Rings”: Gollum (o antes de ser corrompido por un Anillo, Sméagol, es por lo menos para mí, uno de los más especiales de toda la literatura fantástica – épica, pilar de la resolución de la historia, , que es una víctima consumida por un deseo sobrenatural, pero eso puede tener un deseo sobrenatural, es una víctima consumida por un deseo sobrenatural, que es un personaje que, a pesar de todos los movimientos que él hace para Frodo y Sam, no podemos odiar, no importa cuánto lo intentamos, como el propio Frodo, porque es su futuro, que se ha desarrollado maravillosamente gracias a sus acciones, más que a un profundo tratamiento de su psique por Tolkien. Sméagol era un hobbit cascalvas, del pueblo de la tierra, que vivió cerca de los C amados de Lis. Todo comenzó cuando fue a pescar con su primo Déagol.

Deagol fue tirado al agua por un pez, y emergió con un anillo de oro. Ambos contemplaban el Un Anillo, perteneciente a Sauron, el Señor de las Tinieblas, y perdido durante la muerte de Isildur en la batalla de los Campos de Lis mucho tiempo antes. El deseo de Sméagol por el anillo lo llevó a matar a Déagol. Él escondió el cuerpo y nadie jamás descubrió lo que sucedió. Sméagol descubrió los poderes del Un Anillo todavía bajo el techo de su abuela, usando para descubrir secretos, cometer pequeños hurtos y toda suerte de malos. Con el tiempo, los actos de Sméagol comenzaron a reflejar en su familia, que lo despreciaba cada vez más. Su garganta comenzó a hacer un ruido muy característico, lo que le rindió el apodo “Gollum”. Finalmente, la abuela de Sméagol lo expulsó de su hogar. Sméagol vagó al norte por los bordes del Anduin, sin destino. Su cuerpo sufrió cambios significativos. Con el tiempo, comenzó a odiar la luz del sol, buscando lugares cada vez más oscuros. En la trilogía, después de la obtención del Anillo, el comportamiento de Sméagol se transformó, habiendo sido reforzada la influencia del inconsciente sobre la conciencia. Por eso, todo su comportamiento hacia Frodo se caracteriza por la existencia de una doble personalidad, a la que está asociada una forma de expresión verbal completamente distinta, como es a menudo suceder en los casos de esquizofrenia. Es un personaje complejo y de gran importancia en y para la trama.

En el cine, el personaje es vivido por Andy Serkis.

Bien, terminamos. Espero que te haya gustado.

Yo y el PHANTASTICUS deseamos a todos un gran 2019 coronado de muchos logros y éxito.

Te espero el próximo año aquí, con muchos posts.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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