Os 40 anos de Harry James Potter

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Os 40 anos de Harry James Potter.

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Meus queridxs amigxs.  Todxs bem?

Hoje, o PHANTASTICUS dá uma “palhinha” sobre alguns fatos muito importantes que ocorreram no dia 31 de julho.  Pelo menos dois fatos.  O primeiro: Nesta data nasceu uma das razões da minha vida.  Minha filha.  Uma pessoa admirável e incrível.  Parabéns, mais uma vez, filha querida.

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O segundo fato:  Mais um nascimento.  Desta vez, no mundo da ficção, nosso querido Harry James Potter ou, simplesmente, Harry Potter.  Ele se tornou um dos personagens mais famosos da cultura pop.  Harry nasceu em Godric’s Hollow, em 31 de julho de 1980 é um personagem protagonista da série homônima de livros (e das respectivas adaptações para o cinema) da autora britânica J. K. Rowling – também nascida em 31 de julho (de 1965).  O personagem completou 40 anos no mundo mágico criado pela britânica.

Harry é um bruxo, filho único de James Potter e Lílian Evans Potter, considerado um dos mais famosos feiticeiros dos tempos modernos. Ele também foi um dos alunos mais famosos da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts de seu tempo. É conhecido no mundo bruxo por ser o único sobrevivente da Maldição da Morte (Avada Kedavra), pois Lord Voldemort tentou assassiná-lo ainda bebê.  E a sobrevivência de Harry desencadeou um efeito que “derrubou” Voldemort – a maldição lançada ricocheteou na proteção que Lilian Potter tinha criado ao morrer pelo filho, atingindo seu lançador, que perdeu todos os seus poderes e só não o eliminou pelo efeito das Horcruxes que este havia criado.

Nota: Caso vocês queiram relembrar alguns dos muitos posts do PHANTASTICUS sobre a série “Harry Potter” veja alguns dos links abaixo:

jotacortizo.wordpress.com/2016/07/30/sera-o-recomeco-da-saga-harry-potter/

jotacortizo.wordpress.com/2015/03/28/j-k-rowling-de-professora-a-grande-bruxa-que-concebeu-de-maestra-a-la-gran-bruja-que-concibio-h-potter/

jotacortizo.wordpress.com/2018/08/25/a-fantastica-historia-dos-irmaos-peverell-ate-harry-potter/

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Voltando, ao fim da Primeira Guerra Bruxa, Harry foi morar com seus parentes trouxas, os Dursley, e viveu maltratado e incompreendido, sem qualquer fonte de conexão com o mundo bruxo até os 11 anos, quando Rúbeo Hagrid lhe contou que seus pais e ele eram bruxos, e ele passou a frequentar a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. A característica física mais notável de Harry é a cicatriz em forma de raio em sua testa, que lhe foi dada ao receber a maldição que deveria tê-lo matado.  Harry herdou muitos traços de seus pais, como o tipo físico magro, os cabelos pretos perpetuamente despenteados de seu pai e os olhos extremamente verdes de sua mãe.

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Muitas aventuras – ao longo de 7 + 1 livros.  O primeiro livro “Philosopher’s Stone” (Harry Potter e a Pedra Filosofal) foi publicado em junho de 1997.  Logo depois vieram “Chamber of Secrets” (Harry Potter e a Câmara Secreta – 1998); “Prisoner of Azkaban” (Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban – 1999); “Goblet of Fire” (Harry Potter e o Cálice de Fogo – 2000); “Order of the Phoenix” (Harry Potter e a Ordem da Fênix – 2003); “Half-Blood Prince” (Harry Potter e o Enigma do Príncipe – 2005): “Deathly Hallows” (Harry Potter e as Relíquias da Morte – 2007) + “Harry Potter and the Cursed Child” (Harry Potter e a Criança Amaldiçoada – roteiro teatral que acabou sendo transformado em livro – 2016).

Conheça um pouco da cronologia do “menino que sobreviveu”:

31 de julho de 1980 – Nasce Harry James Potter, em Godric’s Hollow, na Grã-Bretanha;

31 de outubro de 1981 – Voldemort mata os pais de Harry, fazendo com que o bruxo órfão vá morar com seus, nem tão queridos tios, Petúnia e Válter Dursley, além do primo Duda;

31 de julho de 1991 – No aniversário de 11 anos, Harry descobre que é bruxo, sendo buscado por Rúbeo Hagrid para iniciar seus estudos na Escola de Magia de Bruxaria de Hogwarts;

1º de setembro – Harry vai à escola de bruxaria para seu primeiro ano letivo, a bordo Expresso de Hogwarts, onde conhece seus amigos Hermione Granger e Rony Weasley;

9 de novembro de 1991 – No seu primeiro jogo de quadribol, Harry, como apanhador, consegue capturar o pomo de ouro, garantindo vitória à sua casa “Gryffindor” (Grifinória);

Junho de 1992 – Harry enfrenta pela primeira vez Lord Voldemort, marcando assim o começo de um embate entre o bem e o mal que duraria anos;

9 de maio de 1993 – No fim do segundo ano letivo, o bruxo descobre a Câmara Secreta e consegue derrotar o basilisco;

31 de outubro de 1994 – Já com 14 anos, é um dos escolhidos para participar do Torneio Tribuxo, para a surpresa do mundo mágico;

2020 – Ele se torna chefe do Departamento de Execução das Leis da Magia do Ministério da Magia Britânico. Harry continua tendo que lidar com as marcas que Voldemort deixou no mundo mágico, assim como enfrentar os desafios do casamento e da paternidade.

Ao longo destes 23 anos, a saga se tornou a série de livros mais vendida, com mais de 500 milhões de cópias em mais de 70 idiomas, e com suas adaptações cinematográficas com muitos bilhões de dólares em faturamento.  Estes números fizeram JK como uma das autoras mais ricas (se não a maior) de todos os tempos.

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Vamos nos despedir do post com uma das memoráveis frases de Albus Dumbledore: “São as nossas escolhas as que melhor definem o que somos, muito mais que nossas habilidades.”

Espero que tenham gostado do post.  Leiam o post, leiam o livro.  Vejo todos vocês no próximo post.

Cortizo III

Jota Cortizo

Versión española: Los 40 cumpleaños de Harry James Potter.

Mis queridos amigos. ¿Todxs bien?

Hoy, PHANTASTICUS da una “pajita” sobre algunos hechos muy importantes que ocurrieron el 31 de julio. Al menos dos hechos. El primero: en esta fecha, nació una de las razones de mi vida. Mi hija. Una persona admirable e increíble. Felicidades, nuevamente, querida hija.

El segundo hecho: otro nacimiento. Esta vez, en el mundo de la ficción, nuestro amado Harry James Potter o, simplemente, Harry Potter. Se convirtió en uno de los personajes más famosos de la cultura pop. Harry nació en Godric’s Hollow, el 31 de julio de 1980 y es un personaje principal en la serie de libros del autor británico J. K. Rowling (y sus respectivas adaptaciones cinematográficas), también nació el 31 de julio (1965). El personaje completó 40 años en el mundo mágico creado por los británicos.

Harry es un mago, el único hijo de James Potter y Lily Evans Potter, considerado uno de los hechiceros más famosos de los tiempos modernos. También fue uno de los estudiantes más famosos de la Escuela de Brujería y Hechicería de Hogwarts de su tiempo. Es conocido en el mundo mágico por ser el único sobreviviente de la Maldición de la Muerte (Avada Kedavra), ya que Lord Voldemort intentó asesinarlo cuando era un bebé. Y la supervivencia de Harry desató un efecto que “derribó” a Voldemort: el elenco de la maldición rebotó en la protección que Lilian Potter había creado al morir por su hijo, golpeando su lanzador, que perdió todos sus poderes y simplemente no lo eliminó por el efecto de los Horrocruxes que Este había creado.

Nota: Si desea recordar algunas de las muchas publicaciones de PHANTASTICUS sobre la serie “Harry Potter”, consulte algunos de los enlaces a continuación:

jotacortizo.wordpress.com/2016/07/30/sera-o-recomeco-da-saga-harry-potter/

jotacortizo.wordpress.com/2015/03/28/j-k-rowling-de-professora-a-grande-bruxa-que-concebeu-de-maestra-a-la-gran-bruja-que-concibio-h-potter/

jotacortizo.wordpress.com/2018/08/25/a-fantastica-historia-dos-irmaos-peverell-ate-harry-potter/

De vuelta, al final de la Primera Guerra Mágica, Harry se fue a vivir con sus parientes muggles, los Dursley, y vivió maltratado e incomprendido, sin ninguna fuente de conexión con el mundo mágico hasta los 11 años, cuando Rúbeo Hagrid le dijo que sus padres y él eran magos, y él asistió a la escuela de brujería y hechicería de Hogwarts. La característica física más notable de Harry es la cicatriz en forma de rayo en su frente, que le fue dada cuando recibió la maldición que debería haberlo matado. Harry heredó muchos rasgos de sus padres, como el tipo de cuerpo delgado, el cabello negro perpetuamente despeinado de su padre y los ojos extremadamente verdes de su madre.

Muchas aventuras: más de 7 + 1 libros. El primer libro “La piedra filosofal” (Harry Potter y la piedra filosofal) se publicó en junio de 1997. Poco después llegó la “Cámara de los secretos” (Harry Potter y la cámara de los secretos – 1998); “Prisionero de Azkaban” (Harry Potter y el prisionero de Azkaban – 1999); “Cáliz de fuego” (Harry Potter y el cáliz de fuego – 2000); “Orden del Fénix” (Harry Potter y la Orden del Fénix – 2003); “Príncipe mestizo” (Harry Potter y el príncipe mestizo – 2005): “Reliquias de la muerte” (Harry Potter y las Reliquias de la Muerte – 2007) + “Harry Potter y el niño maldito” (Harry Potter y el niño maldito – guión teatral que terminó convirtiéndose en un libro – 2016).

Conozca un poco sobre la cronología del “niño que sobrevivió”:

31 de julio de 1980 – Nace Harry James Potter, en Godric’s Hollow, en Gran Bretaña;

31 de octubre de 1981 – Voldemort mata a los padres de Harry, haciendo que el mago huérfano se mude con sus tíos no tan queridos, Petunia y Vernon Dursley, además de su primo Duda;

31 de julio de 1991 – En su cumpleaños número 11, Harry descubre que es un mago, siendo recogido por Rubeus Hagrid para comenzar sus estudios en la Escuela de Brujería de Hogwarts;

1 de septiembre: Harry va a la escuela de brujería para su primer año académico, a bordo del Expreso de Hogwarts, donde conoce a sus amigos Hermione Granger y Ron Weasley;

9 de noviembre de 1991 – En su primer juego de Quidditch, Harry, como receptor, logra capturar la Snitch, asegurando la victoria para su hogar “Gryffindor” (Gryffindor);

Junio ​​de 1992: Harry se enfrenta a Lord Voldemort por primera vez, lo que marca el comienzo de un enfrentamiento entre el bien y el mal que duraría años;

9 de mayo de 1993 – Al final del segundo año académico, el mago descubre la Cámara de los Secretos y logra derrotar al basilisco;

31 de octubre de 1994: a la edad de 14 años, es uno de los elegidos para participar en el Torneo Tribuxo, para sorpresa del mundo mágico;

2020 – Se convierte en jefe del Departamento de Aplicación de la Ley Mágica del Ministerio Británico de Magia. Harry sigue teniendo que lidiar con las marcas que Voldemort dejó en el mundo mágico, además de enfrentar los desafíos del matrimonio y la paternidad.

En los últimos 23 años, la saga se ha convertido en la serie de libros más vendida, con más de 500 millones de copias en más de 70 idiomas, y con sus adaptaciones cinematográficas con miles de millones de dólares en ingresos. Es Estos números hicieron de JK uno de los autores más ricos (si no el más grande) de todos los tiempos.

Digamos adiós a la publicación con una de las frases memorables de Albus Dumbledore: “Son nuestras elecciones las que mejor definen lo que somos, mucho más que nuestras habilidades”.

Espero que hayas disfrutado la publicación. Lee el post, lee el libro. Nos vemos en el próximo post.

Jota Cortizo

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Istambul – Paraíso ou Inferno

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Versão em português: Istambul – Paraíso ou Inferno.

Todxs bem? Como estão?

Hoje, abro o post falando de um dos meus sonhos de viagem.  Istambul.  É um sonho antigo, conhecer a antiga Bizâncio e Constantinopla.  É a maior cidade da Turquia e a quarta maior do mundo.  A cidade ocupa ambas as margens do estreito do Bósforo e do norte do mar de Mármara, os quais separam a Ásia da Europa no sentido norte-sul, uma situação que faz de Istambul a única cidade que ocupa dois continentes.  A parte central da parte europeia é por sua vez dividida pelo estuário do Corno de Ouro.  Algumas zonas históricas da parte europeia de Istambul foram declaradas Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1985.  Para muitos, um verdadeiro paraíso.

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Sua principal atração é a mega basílica Hagia Sophia.  Construída entre 532 e 537 – sua arquitetura única desafiou os grandes mestres construtores – pelo Império Bizantino para ser a catedral de Constantinopla, serviu com esta função até 1453.  Neste ano, Constantinopla foi conquistada pelo Império Otomano sob o comando do sultão Maomé II, o Conquistador, que subsequentemente ordenou que o edifício fosse convertido numa mesquita. Os sinos, o altar e os vasos sagrados foram removidos e diversos mosaicos foram cobertos por gesso e só foram restaurados em 1931 na conversão da igreja, a um museu secular.

Agora, no dia 10 de julho, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan, voltou a transformar a edificação em mesquita (condição que já havia ocupado em no período de 1453–1931).  A decisão acirrou os ânimos entre as várias religiões que já viveram seus dias na bela “Sagrada Sabedoria” (Hagia Sofia).  Católicos e Ortodoxos questionam a decisão do mandatário turco.   Seria um inferno.  Mas…

Vocês devem estar perguntando: Qual o motivo desta introdução?

Resposta: Nenhuma intenção.  Apenas por que falar de Istambul e de sua Sagrada Sabedoria, é um grande prazer.  E existe alguma ligação que o PHANTASTICUS possa fazer da cidade com a LitFan?  Sim.  Temos algumas histórias que usam como pano de fundo a bela cidade.

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Hoje, que tal falar de “Inferno”? Sim.  O sexto romance do incrível Dan Brown.  O livro foi publicado em maio de 2013.  “Inferno” tem como base “Divina Commedia” (A Divina Comédia), de Dante Alighieri, e vários aspectos da obra, bem como sua influência ao decorrer dos séculos, são trazidos nas linhas de Dan Brown.

Obs.: Vocês vão questionar eu estar falando mais uma vez de Dan Brown.  Sim.  E mais quantas vezes forem necessárias. Independente de não ser LitFan é ficção (e das boas) então é tema de muita prosa no PHANTASTICUS.

Voltando… O escritor americano Daniel Gerhard Brown, conhecido por assinar como Dan Brown nos traz, mais uma vez, o professor Robert Langdon – professor de simbologia da Universidade de Harvard.

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Langdon – depois de acordar com amnésia em Florença, Itália – passa o tempo todo fugindo de assassinos ao lado da misteriosa e inteligentíssima dra. Sienna Brooks. Como consequência de sua amnésia, Langdon tem pesadelos com rios de sangue, pessoas mortas e uma mulher de cabelos prateados que lhe diz uma frase enigmática: “busca e encontrarás”.  A sua única pista para desvendar o mistério sobre como foi parar na Itália, quem está o perseguindo e o porquê de sonhos tão incomuns é um pequeno projetor que mostra a tela de Botticelli “Mappa dell’Inferno”, que logo Langdon percebe ter sido adulterado.

Enquanto isso, uma agência secreta a bordo do navio Mendacium, especializada em ajudar seus clientes a realizar propósitos escusos, está prestes a revelar para o mundo os segredos obscuros de um cliente paranoico que colocou toda a humanidade em perigo e se suicidou.

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A narrativa veloz e cinematográfica não é novidade nos livros de Brown, mas esse aspecto está particularmente incrementado em “Inferno”. Além do ritmo acelerado desde o início e dos tradicionais capítulos curtos – claramente “cenas” de um filme, o autor segue a infalível fórmula de jogar o leitor na história sem saber (quase) nada, descobrindo junto com o protagonista. Falando em fórmula, pode se até dizer que Brown buscou fugir um pouco da sua, brincando com as expectativas do leitor. Suas figuras de sempre estão lá: a ajudante feminina, a figura de autoridade com motivações suspeitas, o capanga/vilão físico exótico, etc. Mas são tantas reviravoltas e pistas falsas (no geral, muito bem construídas), que o leitor fica “tonto”.

E Istambul?  Vem agora.

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O desfecho (cuidado com alguns “spoilers”) de “Inferno” acontece em Istambul, e se dá em um lugar incrível.  A Cisterna de Basílica que é a maior das dezenas ou centenas de cisternas construídas em Istambul (quando ainda era Constantinopla) durante a época bizantina e se encontra perto da Basílica de Santa Sofia. Construída em poucos meses, no ano 532, utilizando 336 colunas romanas procedentes de templos pagãos da Anatólia, a maioria de ordem coríntia. Ocupa uma área de 10 000 m², tem 8 metros de altura e capacidade para 30 milhões de litros. Foi utilizada até finais do século XIV como cisterna de água para abastecimento da mega cidade e em meados do século XIX foi restaurada depois de ser usada como armazém de madeira.

O PHANTASTICUS já trouxe, Dan Brown, aos leitores do blog.  Se quiser relembrar, é só colar o link abaixo no seu browser.

jotacortizo.wordpress.com/2019/01/19/guinada-literaria-no-blog-traz-dan-brown/

Para fechar o post, uma frase do próprio Dan Brown.

“O tempo é um rio… e os livros são barcos. Muitos volumes navegam por essas águas e acabam naufragados e irremediavelmente perdidos em suas areias. Pouquíssimos são aqueles que suportam os rigores do tempo e vivem para abençoar as épocas futuras.”

Assim aproveito para deixar o seguinte conselho:  Nunca abandone seus barcos.

Espero que tenham gostado do post.  Leiam o post, leiam o livro.  Vejo todos vocês no próximo post.

Cortizo I

Jota Cortizo

Versión española: Estambul – Paraíso o infierno.

¿Todxs está bien? ¿Como estan?

Hoy, abro la publicación hablando de uno de mis sueños de viaje. Estanbul. Es un viejo sueño conocer la antigua Bizancio y Constantinopla. Es la ciudad más grande de Turquía y la cuarta más grande del mundo. La ciudad ocupa ambas orillas del estrecho del Bósforo y el norte del Mar de Mármara, que separa a Asia de Europa en dirección norte-sur, una situación que hace de Estambul la única ciudad que ocupa dos continentes. La parte central de la parte europea está a su vez dividida por el estuario del Cuerno de Oro. Algunas áreas históricas en la parte europea de Estambul fueron declaradas Patrimonio de la Humanidad por la UNESCO en 1985. Para muchos, un verdadero paraíso.

Su principal atractivo es la mega basílica Hagia Sophia. Construido entre 532 y 537 – su arquitectura única desafió a los grandes maestros constructores – por el Imperio Bizantino a ser la catedral de Constantinopla, cumplió esta función hasta 1453. En este año, Constantinopla fue conquistada por el Imperio Otomano bajo el mando del Sultán Muhammad II, Conquistador, quien posteriormente ordenó que el edificio se convirtiera en una mezquita. Las campanas, el altar y los vasos sagrados fueron removidos y varios mosaicos fueron cubiertos con yeso y solo fueron restaurados en 1931 cuando la iglesia se convirtió en un museo secular.

Ahora, el 10 de julio, el presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, ha vuelto a convertir el edificio en una mezquita (una condición que ya había ocupado en el período 1453-1931). La decisión levantó los espíritus entre las diversas religiones que ya han vivido sus días en la bella “Sabiduría Sagrada” (Hagia Sofía). Católicos y ortodoxos cuestionan la decisión del representante turco. Sería un infierno Pero…

Tal vez se pregunte: ¿Cuál es el motivo de esta introducción?

Respuesta: sin intención. Solo porque hablar de Estambul y su Sagrada Sabiduría es un gran placer. ¿Y hay alguna conexión que PHANTASTICUS pueda hacer desde la ciudad con LitFan? Sí. Tenemos algunas historias que usan la hermosa ciudad como telón de fondo.

Hoy, ¿qué tal hablar de “Infierno”? Sí. La sexta novela del increíble Dan Brown. El libro fue publicado en mayo de 2013. “Inferno” se basa en la “Divina Commedia” de Dante Alighieri, y varios aspectos de la obra, así como su influencia a lo largo de los siglos, se reflejan en las líneas de Dan Marrón.

Nota: Usted cuestionará que estoy hablando de Dan Brown nuevamente. Sí. Y más tantas veces como sea necesario. Independientemente de no ser LitFan es ficción (y bueno), por lo que es objeto de mucha prosa en PHANTASTICUS.

Volviendo … El escritor estadounidense Daniel Gerhard Brown, conocido por firmar como Dan Brown, nos trae, una vez más, el profesor Robert Langdon, profesor de simbología en la Universidad de Harvard.

Langdon, después de despertarse con amnesia en Florencia, Italia, pasa todo el tiempo huyendo de los asesinos junto al misterioso y altamente inteligente Dr. Sienna Brooks. Como resultado de su amnesia, Langdon tiene pesadillas con ríos de sangre, personas muertas y una mujer de cabello plateado que dice una frase enigmática: “busca y encontrarás”. Su única pista para desentrañar el misterio de cómo terminó en Italia, quién lo persigue y por qué sus sueños son tan inusuales es un pequeño proyector que muestra la pantalla “Mappa dell’Inferno” de Botticelli, que Langdon pronto se da cuenta de que ha sido manipulada. .

Mientras tanto, una agencia secreta a bordo de la nave Mendacium, que se especializa en ayudar a sus clientes a cumplir propósitos turbios, está a punto de revelar al mundo los oscuros secretos de un cliente paranoico que ha puesto a toda la humanidad en peligro y se suicidó.

La narrativa rápida y cinematográfica no es nueva en los libros de Brown, pero este aspecto se mejora particularmente en “Inferno”. Además del rápido ritmo desde el principio y los capítulos cortos tradicionales, claramente “escenas” de una película, el autor sigue la fórmula infalible de interpretar al lector en la historia sin saber (casi) nada, descubriendo junto con el protagonista. Hablando de fórmula, incluso se puede decir que Brown trató de escapar un poco de sí mismo, jugando con las expectativas del lector. Sus figuras habituales están allí: la ayudante femenina, la figura de autoridad sospechosamente motivada, el ex-secuaz físico / villano físico, etc. Pero hay tantos giros y vueltas (en general, muy bien construidos) que el lector está “mareado”.

¿Y Estambul? Ahora viene.

El final (cuidado con algunos spoilers) de “Hell” ocurre en Estambul, y tiene lugar en un lugar increíble. La Cisterna Basílica, que es la mayor de las docenas o cientos de cisternas construidas en Estambul (cuando todavía era Constantinopla) durante la época bizantina y se encuentra cerca de Hagia Sophia. Construido en pocos meses, en el año 532, utilizando 336 columnas romanas de templos paganos en Anatolia, la mayoría de ellas corintias. Ocupa una superficie de 10.000 m², tiene 8 metros de altura y tiene una capacidad de 30 millones de litros. Se usó hasta finales del siglo XIV como cisterna de agua para abastecer a la megaciudad. y a mediados del siglo XIX fue restaurado luego de ser utilizado como almacén de madera.

PHANTASTICUS ya ha traído a Dan Brown a los lectores del blog. Si desea recordar, simplemente pegue el siguiente enlace en su navegador.

jotacortizo.wordpress.com/2019/01/19/guinada-literaria-no-blog-traz-dan-brown/

Para cerrar la publicación, una frase del propio Dan Brown.

“El tiempo es un río … y los libros son botes. Muchos volúmenes navegan a través de estas aguas y terminan naufragando e irremediablemente perdidos en sus arenas. Muy pocos son los que soportan los rigores del tiempo y viven para bendecir los tiempos futuros “.

Aprovecho esta oportunidad para dejar el siguiente consejo: nunca abandones tus barcos.

Espero que hayas disfrutado la publicación. Lee el post, lee el libro. Nos vemos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: spawnbrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/01/310.jpg

.folha.uol.com.br/mundo/2020/07/museu-da-catedral-de-hagia-sophia-volta-a-ser-uma-mesquita-em-istambul.shtml

arte.folha.uol.com.br/mundo/2020/07/10/hagia-sophia/hagia-sophia-1-desktop.png

pt.wikipedia.org/wiki/Inferno_(livro_de_Dan_Brown)

minhavidaliteraria.com.br/2015/01/22/resenha-inferno-dan-brown/

pt.wikipedia.org/wiki/Cisterna_da_Bas%C3%ADlica

pt.aleteia.org/wp-content/uploads/sites/5/2017/09/web3-basilica-cistern-istanbul-volodymyr-goinyk-via-shutterstock_384658294.jpg?quality=100&strip=all&w=620&h=310&crop=1

qualviagem.com.br/wp-content/uploads/2020/01/feferoni-1024×682.jpg

salasete7.blogspot.com.br/2013/11/resenha-inferno-dan-brown.html

becoliterario.com/resenha-inferno-dan-brown/

vortexcultural.com.br/images/2013/07/dan-brown-inferno.jpg

pictures.abebooks.com/LYNGE/22468768307.jpg

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Um feitiço que nos envolve de paixão e magia

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Versão em português: Um feitiço que nos envolve de paixão e magia.

Olá amigxs!! Todxs bem? Hoje o PHANTASTICUS traz um pouco de feitiço e fantasia para preencher nossos dias.

Uma insólita história de amor e magia.  Eles lutam desesperadamente para se livrarem de um feitiço que foi lançado pelo poderoso e maquiavélico Bispo de Áquila. O enredo fala da paixão – quase – impossível da bela Lady Isabeau e o Capitão da Guarda Etienne Navarre.

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Ladyhawke (No Brasil, O Feitiço de Áquila (publicado em1985)

Durante o dia, Isabeau toma a forma de um falcão retomando a própria aparência ao pôr-do-sol. Navarre, por sua vez, torna-se um lobo, que só recupera a forma humana ao alvorecer de cada dia.

Ladyhawke by anotherwanderer on DeviantArt

O Feitiço de Áquila se passa na França, mais precisamente em Áquila, vila controlada com mãos de ferro pelo Bispo. A trama gira em torno do amor entre Isabeau e Navarre, que há dois anos antes da estória começar foram enfeitiçados pelo Bispo e condenados a viverem as 24 horas do dia juntos, mas sem terem como se tocar. Durante o dia Navarre tem uma águia como companheira e durante a noite, Isabeau tem a companhia de um lobo. Navarre busca vingança contra o Bispo de Áquila e ao voltar para a cidade encontrar, Philippe Gaston, um ladrão fugitivo, cuja façanha foi conseguir escapar da prisão, algo nunca conseguido por nenhum condenado.

Ladyhawke by HollyTheTerrible

A trama se desenvolve em um ótimo ritmo, que prende a atenção, mas não tem todos os requintes dos livros e das histórias de fantasia. Uma leitura leve e agradável para estes dias difíceis.

Gaston, conhecido como Rato, é a personagem mais divertido e agitado da obra. Ele possui uma esperteza e uma ingenuidade bem genuínas e suas conversas com Deus são bem humoradas e cheias de uma ternura e uma fé, que não se consegue imaginar em um ladrão como ele. Enquanto o Bispo é a figura mais detestável da trama, que usa do seu poder e da religião para conseguir o que quer.  Navarre e Isabeau fazem uma versão mais fantasiosa de Romeu e Julieta e rendem ótimos momentos para a trama também.

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O tema universal do amor impossível é o fio condutor desse romance escrito pela escritora americana Joan Carol Dennison Vinge, que se inspirou em lendas medievais para escrever a bela história.  A autora é renomada e por muitos anos esteve com seus romances arrebanhando premiações e indicações no Hugo e Nebula Awards.

Ladyhawke (1985)

O livro foi adaptado e seguiu para o cinema em 1985 e rendeu uma das histórias de amor mais vistas da telona. Com direção de Richard Donner e tendo no elenco o promissor (naquele ano) Matthew Broderick, além do grande Rutger Hauer e Michelle Pfeiffer como protagonistas.

115° O Feitiço de Áquila

É uma linda história que serve para nos dar um pouco de esperança nestes dias difíceis.  Vou terminando o post, mas gostaria de deixar uma mensagem simples mas impactante.

“A vida real do ser humano consiste em ser feliz, principalmente por estar sempre na esperança de sê-lo muito em breve.” Do grande escritor Edgar Allan Poe.

Espero que tenham gostado do post.  Leiam o post, leiam o livro.  Vejo todos vocês no próximo post.

Cortizo I

Jota Cortizo

Versión española: Un hechizo que nos envuelve con pasión y magia.

¡¡Hola, amigos!! ¿Todxs está bien? Hoy PHANTASTICUS trae un pequeño hechizo y fantasía para llenar nuestros días.

Una historia inusual de amor y magia. Luchan desesperadamente por deshacerse de un hechizo que fue lanzado por el poderoso y maquiavélico obispo de Aquila. La trama habla de la pasión casi imposible de la bella Lady Isabeau y el Capitán de la Guardia Etienne Navarra.

Ladyhawke (En Brasil, El hechizo de Aquila (publicado en 1985)

Durante el día, Isabeau toma la forma de un halcón, reanudando su aparición al atardecer. Navarra, a su vez, se convierte en un lobo, que solo recupera su forma humana al amanecer de cada día.

El encanto de Aquila tiene lugar en Francia, más precisamente en Aquila, un pueblo controlado por el obispo con manos de hierro. La trama gira en torno al amor entre Isabeau y Navarra, quienes dos años antes de que comenzara la historia fueron embrujados por el obispo y condenados a vivir juntos las 24 horas del día, pero sin tocarlos. Durante el día, Navarra tiene un águila como acompañante y durante la noche, Isabeau tiene la compañía de un lobo. Navarra busca venganza contra el obispo de Aquila y al regresar a la ciudad para encontrar a Philippe Gaston, un ladrón fugitivo, cuya hazaña fue escapar de la prisión, algo que ningún convicto logró nunca.

La trama se desarrolla a un gran ritmo, lo que capta la atención, pero no tiene todos los refinamientos de libros e historias de fantasía. Una lectura ligera y agradable para estos días difíciles.

Gaston, conocido como Rato, es el personaje más divertido y agitado de la obra. Él tiene un ingenio e ingenio muy genuinos y sus conversaciones con Dios son humorísticas y llenas de ternura y fe, lo que no puedes imaginar en un ladrón como él. Mientras que el obispo es la figura más detestable en la trama, usa su poder y religión para obtener lo que quiere. Navarre e Isabeau hacen una versión más fantasiosa de Romeo y Julieta y también ofrecen grandes momentos para la trama.

El tema universal del amor imposible es el hilo principal de esta novela escrita por la escritora estadounidense Joan Carol Dennison Vinge, quien se inspiró en las leyendas medievales para escribir la bella historia. La autora es reconocida y durante muchos años ha estado con sus novelas reuniendo premios y nominaciones en los Premios Hugo y Nebula.

El libro fue adaptado y seguido para el cine en 1985 y produjo una de las historias de amor más vistas en la pantalla grande. Dirigida por Richard Donner y con el prometedor (ese año) Matthew Broderick, así como el gran Rutger Hauer y Michelle Pfeiffer como protagonistas.

Es una hermosa historia que sirve para darnos un poco de esperanza en estos días difíciles. Termino la publicación, pero me gustaría dejar un mensaje simple pero impresionante.

“La vida real del ser humano consiste en ser feliz, principalmente porque siempre espera ser feliz muy pronto”. Del gran escritor Edgar Allan Poe.

Espero que hayas disfrutado el post. Lee el post, lee el libro. Nos vemos en el próximo post.

Jota Cortizo

 

Fontes/fuentes:

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dragonmountbooks.wordpress.com/2013/05/08/resenha-o-feitico-de-aquila/

pt.qwe.wiki/wiki/Joan_D._Vinge

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planocritico.com/critica-o-feitico-de-aquila/

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House of Cards, ficção ou realidade

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: House of Cards, ficção ou realidade.

Olá amigxs!! Todxs bem? Como estão vivendo o “Novo agora”?  Muitas coisas mudando.  Difícil acompanhar o noticiário e ver que, até hoje (dia da postagem), meio milhão de pessoas já perderam a vida por conta da pandemia – isto pelos números oficiais (talvez possamos multiplicar por 2, 4 ou 8).  Tudo isso é muito duro de se acompanhar.  Mas uma outra face de tudo que está acontecendo.  A crise nos forçou e mostrou caminhos que levariam anos para ser trilhados.  E os percorremos em dias ou poucas semanas.  Este é “bom” legado de tudo que estamos vivendo.  Desta forma, só me vem a mente a frase do físico teórico alemão Albert Einstein: “No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade”.

Voltando aos livros.  No post de hoje, vou dar uma guinada no jeito de postar do blog.  Vou fugir um pouco da literatura fantástica (pela qual sou apaixonado) e me focar no suspense político.  Calma!!! Não irei mencionar nada do nosso território e sua política.  Vou me ater ao romance que inspirou a série de televisão americana de drama político, que foi criada por Beau Willimon para o serviço de streaming Netflix.  Estou falando de “House of Cards (na tradução literal “Castelo de Cartas).  Sua exibição no canal de streaming iniciou em fevereiro de 2013 atingindo um grande sucesso – de audiência e críticas.

Michael Dobbs

Isso acabou trazendo um pouco de luz para a trilogia (fonte de inspiração para a construção da série) do mesmo nome escrita pelo britânico Michael Dobbs e publicada a partir de 1989, na seguinte ordem:

Livro 1Livro 2Livro 3

House of Cards (“Castelos de Cartas” em 1989); To Play the King (“Para interpretar o rei” em 1992) e The Final Cut (“O corte final” em 1994).

Antes da Netflix, houve uma adaptação, escrita por Andrew Davies e produzida pela BBC, que foi ao ar em 1990. Uma adaptação para o rádio, escrita por Neville Teller, foi ao ar na BBC Radio 4 em 1996. Mas, foi a série produzida pelo canal de streaming que literalmente “bombou”.  Mas, vamos retornar aos livros.

Série gif

A trilogia “House of Cards”, que inspirou a série norte-americana de mesmo nome, é uma verdadeira teia de intrigas pessoais e políticas. A vida privada se confunde com a pública na voz de personagens tão assustadores quanto reais. Francis Urquhart é o líder da bancada governista do Parlamento britânico – posição que exerce com maestria e inteligência. Ele possui informações (e muitas vezes evidências) que podem incriminar seus colegas políticos, principalmente membros do seu próprio partido.  Sob a ameaça de torná-las públicas, os manipula e influência para atingir seu objetivo maior: ocupar o cargo de primeiro-ministro. No entanto, Mattie Storin, uma jovem e idealista jornalista, vai cruzar seu caminho e se mostrará disposta a enfrentá-lo para desvendar e revelar a rede de corrupção que ele constrói. Mas o que acontecerá depois que ela descobrir que foi usada por Francis para publicar matérias comprometedoras que serviam para seu plano político?

Parlamento Britânico

E tudo começa com logo após a renúncia da primeira-ministra Margaret Thatcher, e o Partido Conservador está prestes a eleger um novo líder. Nas eleições subsequentes da liderança, o moderado, mas indeciso Henry “Hal” Collingridge sai vitorioso. Francis Urquhart, um deputado que é chefe do governo e “Whip” (chicote) na Câmara dos Comuns, é secretamente desprezador do bem-intencionado, mas fraco Collingridge.

Curiosidade: Nos países que aplicam o sistema de Westminster, o whip é o deputado encarregado de assegurar o comparecimento e a disciplina de voto dos outros eleitos pelo partido de acordo com as orientações partidárias. O termo se refere ao assistente responsável por controlar cães-de-caça em caças a raposas.  Um partido político pode designar um chief whip e outros adjuntos. Em função dos parlamentos e dos partidos políticos, o whip pode ser eleito pelos deputados do partido ou nomeado pela sua direção. Em alguns países, nomeadamente no Reino Unido, o chief-whip do partido que forma o governo assiste às reuniões do conselho de ministros.

Francis espera uma promoção para uma posição sênior no gabinete. Após a eleição geral, que o partido vence por maioria reduzida, Urquhart envia um memorando a Collingridge, defendendo uma remodelação do gabinete que incluiria uma posição ministerial proeminente para ele próprio. No entanto, Collingridge – citando a morte política de Harold Macmillan após a Noite das Facas Longas de 1962 – não realiza absolutamente nenhuma mudança. Urquhart resolve optar por derrubar Collingridge.

Urquhart explora sua posição como Chief Whip para vazar informações privilegiadas para a imprensa para minar Collingridge, ….. E aí segue. [Não teria graça ficar revelando spoilers, busque os livros].

A série de livros se torna uma leitura instigante sobre o jogo do poder e que faz pensar sobre as razões que movem o tabuleiro dos interesses políticos.  Michael Dobbs destilou com maestria a ambição daqueles que almejam coroas e tronos, sem ter a grandeza dos reis e rainhas capazes de hastear bandeiras por sobre as mesquinhas guerras e intrigas de curto alcance.

Nota: O autor é membro da Câmara dos Lordes e foi Conselheiro Sênior de Margaret Thatcher, a Dama de Ferro. Ou seja, ele tem conhecimento de causa e isso fica claro na forma como conduz a história, construindo cada personagem pouco a pouco, à medida que eles são importantes para o desenrolar do romance.

Como diria Francis Urquhart: ” É da natureza da ambição, a necessidade de vítimas.” Portanto, é uma leitura que nos ensina a prestar atenção nos bastidores das disputas por espaço, influência e poder para perceber que, às vezes, é mais seguro tomar cuidado com as ovelhas do que com os lobos.  Importante: As matilhas uivam e vociferam suas ameaças e risco, enquanto, os rebanhos se aproximam balindo bajulações recheadas de generosidade, falsidades risonhas e boas intenções auto lucrativas.

Francis Urquhart é incrivelmente calculista, manipulador e, de certa forma, um pouco mimado, e ele usa toda a sua experiência política para jogar esse jogo que acontece dentro do Parlamento britânico.  Talvez, “se ele fosse real”, o odiaríamos, mas talvez por ele ser fictício e termos alguns exemplos inúmeras vezes piores do que ele na política (no Brasil e no exterior), Urquhart acaba se tornando um personagem bem agradável, que você de alguma forma (sem entender o porquê) gosta muito.

Para fechar o post, um pouco sobre o escritor desta obra genial.  A carreira de escritor de Michael Dobbs começou em 1989 com a publicação de “House of Cards” (que começo), a primeira do que se tornaria uma trilogia de thrillers políticos, com Francis Urquhart como personagem central; “House of Cards” foi seguido por “To Play the King” em 1992 e “The Final Cut” em 1994. Em 1990, o “House of Cards” foi transformado em uma minissérie de televisão que recebeu 14 indicações ao BAFTA e duas vitórias no BAFTA e foi eleito o 84º Melhor Show Britânico da História. A Netflix produziu uma versão norte-americana baseada no primeiro romance de Dobbs e na adaptação da BBC. Ele foi um produtor executivo da série americana.

Seu quarto romance, Guerra de Winston (2004), foi selecionado para o Prêmio Livro Político do Ano do Channel 4 e seus romances de Harry Jones, “Um traidor sentimental” e “Um fantasma na porta”, para os prêmios Livro político do ano da Paddy Power em 2013 e 2014, respectivamente. Seus romances também são publicados nos Estados Unidos.

Anthony Howard, do “The Times”, disse que “Dobbs está seguindo uma tradição respeitável. Shakespeare, Walter Scott e até Tolstoi , todos usavam eventos históricos como base para seus escritos.

Vou terminando o post, mas gostaria de deixar uma mensagem simples mas impactante.

Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.” Do grande e eterno Chico Xavier.

Espero que tenham gostado do post.  Leiam o post, leiam o livro.  Vejo todos vocês no próximo post.

Cortizo I

Jota Cortizo

Versión española: Castillo de naipes, ficción o realidade.

¡¡Hola amigos!! ¿Todxs está bien? ¿Cómo vive el “nuevo ahora”? Muchas cosas cambian. Es difícil seguir las noticias y ver que, hasta hoy (el día de la publicación), medio millón de personas ya han perdido la vida debido a la pandemia, esto se debe a cifras oficiales (tal vez podamos multiplicarlo por 2, 4 u 8). Todo esto es muy difícil de seguir. Pero otra cara de todo lo que está sucediendo. La crisis nos obligó y mostró caminos que tomarían años en seguir. Y los revisamos en días o unas pocas semanas. Este es un legado “bueno” de todo lo que estamos experimentando. De esta manera, solo me viene a la mente la frase del físico teórico alemán Albert Einstein: “En medio de la dificultad, hay una oportunidad”.

De vuelta a los libros. En la publicación de hoy, voy a cambiar la forma en que publico el blog. Voy a alejarme de la literatura fantástica (que me apasiona) y centrarme en el suspenso político. ¡¡¡Calma!!! No mencionaré nada sobre nuestro territorio y su política. Seguiré con el romance que inspiró la serie de televisión dramática política estadounidense, que fue creada por Beau Willimon para el servicio de transmisión de Netflix. Estoy hablando de “House of Cards” (en la traducción literal “Castle of Cards). Su exhibición en el canal de transmisión comenzó en febrero de 2013, alcanzando un gran éxito: audiencia y crítica. Esto terminó trayendo un poco de luz a la trilogía (fuente de inspiración para la construcción de la serie) del mismo nombre escrita por el británico Michael Dobbs y publicada desde 1989, en el siguiente orden:

Castillo de naipes (“Castelos de Cartas” en 1989); To Play the King (“To play the king” en 1992) y The Final Cut (“The final cut” en 1994).

Antes de Netflix, hubo una adaptación, escrita por Andrew Davies y producida por la BBC, que se emitió en 1990. Una adaptación de radio, escrita por Neville Teller, se emitió en BBC Radio 4 en 1996. Pero, fue la serie producido por el canal de transmisión que literalmente “rockeó”. Pero volvamos a los libros.

La trilogía “House of Cards”, que inspiró la serie estadounidense del mismo nombre, es una verdadera red de intrigas personales y políticas. La vida privada se confunde con la vida pública en la voz de personajes tan aterradores como reales. Francis Urquhart es el líder del partido gobernante del Parlamento británico, una posición que ejerce con maestría e inteligencia. Tiene información (y a menudo evidencia) que puede enmarcar a sus colegas políticos, especialmente a los miembros de su propio partido. Bajo la amenaza de hacerlos públicos, los manipula e influye para lograr su mayor objetivo: ocupar el cargo de primer ministro. Sin embargo, Mattie Storin, un periodista joven e idealista, se cruzará en su camino y estará dispuesto a enfrentarlo para desentrañar y revelar la red de corrupción que construye. Pero, ¿qué sucederá después de que descubra que fue utilizada por Francis para publicar historias comprometedoras que sirvieron a su propósito político?

Y todo comienza justo después de que la primera ministra Margaret Thatcher renunció, y el Partido Conservador está a punto de elegir un nuevo líder. En las elecciones de liderazgo posteriores, el moderado pero indeciso Henry “Hal” Collingridge sale victorioso. Francis Urquhart, un diputado que es jefe de gobierno y “Whip” en la Cámara de los Comunes, secretamente se burla del Collingridge, bien intencionado pero débil.

Curiosidad: en los países que aplican el sistema de Westminster, el látigo es el adjunto a cargo de garantizar la asistencia y la disciplina de votación de los demás elegidos por el partido de acuerdo con las pautas del partido. El término se refiere al asistente responsable de controlar los perros de caza en la caza del zorro. Un partido político puede designar un jefe de látigo y otros diputados. Dependiendo de los parlamentos y partidos políticos, el látigo puede ser elegido por los diputados del partido o nominado por su liderazgo. En algunos países, especialmente en el Reino Unido, el jefe del partido que forma el gobierno asiste a las reuniones del consejo de ministros.

Francis espera un ascenso a un puesto superior en el gabinete. Después de las elecciones generales, que el partido gana por mayoría reducida, Urquhart envía un memorándum a Collingridge, abogando por una revisión del gabinete que incluiría una posición ministerial prominente para él. Sin embargo, Collingridge, citando la muerte política de Harold Macmillan después de la Noche de los cuchillos largos de 1962, no hace absolutamente ningún cambio. Urquhart decide elegir derrocar a Collingridge.

Urquhart explota su posición como Jefe Whip para filtrar información interna a la prensa para socavar a Collingridge, ….. Y ahí va. [No sería divertido seguir revelando spoilers, busca los libros].

La serie de libros se convierte en una lectura instigadora sobre el juego del poder y hace que uno piense en las razones que mueven la junta de intereses políticos. Michael Dobbs destila magistralmente la ambición de aquellos que anhelan coronas y tronos, sin tener la grandeza de reyes y reinas capaces de levantar banderas sobre el mesquintiene guerras e intrigas de corto alcance.

Nota: El autor es miembro de la Cámara de los Lores y fue Asesor Principal de Margaret Thatcher, la Dama de Hierro. En otras palabras, tiene conocimiento de los hechos y esto es claro en la forma en que conduce la historia, construyendo a cada personaje poco a poco, ya que son importantes para el desarrollo de la novela.

Como diría Francis Urquhart: “Está en la naturaleza de la ambición, la necesidad de víctimas”. Por lo tanto, es una lectura que nos enseña a prestar atención detrás de escena de las disputas por espacio, influencia y poder para darnos cuenta de que, a veces, es más seguro tener cuidado con las ovejas que con los lobos. Importante: los paquetes aúllan y aullan ante sus amenazas y riesgos, mientras que los rebaños se acercan a halagos llenos de generosidad, falsedades de risa y buenos motivos de lucro.

Francis Urquhart es increíblemente calculador, manipulador y un tanto mimado, y utiliza toda su experiencia política para jugar este juego que tiene lugar en el Parlamento británico. Tal vez, “si fuera real”, lo odiaríamos, pero tal vez porque es ficticio y tenemos algunos ejemplos innumerables peores que él en política (en Brasil y en el extranjero), Urquhart termina convirtiéndose en un personaje muy agradable, que usted de alguna manera (sin entender por qué) le gusta mucho.

Para cerrar el post, un poco sobre el escritor de este brillante trabajo. La carrera de escritor de Michael Dobbs comenzó en 1989 con la publicación de “House of Cards” (que comienzo), la primera de lo que se convertiría en una trilogía de thrillers políticos, con Francis Urquhart como el personaje central; “House of Cards” fue seguido por “To Play the King” en 1992 y “The Final Cut” en 1994. En 1990, “House of Cards” se transformó en una miniserie de televisión que recibió 14 nominaciones al BAFTA y dos victorias en BAFTA y fue votado 84º Mejor espectáculo británico de la historia. Netflix produjo una versión estadounidense basada en la primera novela de Dobbs y la adaptación de la BBC. Fue productor ejecutivo de la serie estadounidense.

Su cuarta novela, Guerra de Winston (2004), fue seleccionada para el Premio al Libro Político del Año del Canal 4 y sus novelas de Harry Jones, “Un traidor sentimental” y “Un fantasma en la puerta”, por los premios del Libro Político del Año de Paddy Power en 2013 y 2014, respectivamente. Sus novelas también se publican en los Estados Unidos.

Anthony Howard, de The Times, dijo que “Dobbs sigue una tradición respetable. Shakespeare, Walter Scott e incluso Tolstoi, todos utilizaron los acontecimientos históricos como base para sus escritos.

Termino la publicación, pero me gustaría dejar un mensaje simple pero impresionante.

“Si bien nadie puede regresar y comenzar de nuevo, cualquiera puede comenzar ahora y tener un nuevo final”. Del gran y eterno Chico Xavier.

Espero que hayas disfrutado el post. Lee el post, lee el libro. Nos vemos en el próximo post.

Jota Cortizo

 

Fontes/fuentes:

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pt.wikipedia.org/wiki/House_of_Cards_(série_americana)

skoob.com.br/livro/resenhas/395962/edicao:448262

acapivaradeucria.com.br/2017/11/12/os-livros-de-cabeceira-da-capivara-trilogia-house-of-cards/os-livros-de-cabeceira-da-capivara/

lh3.googleusercontent.com/proxy/rUpEJ8-cpcLpT1hC-z4Tt6Kp-pwbHnUJyTEO2d51pd8Ngd5SFgvU9gcUMMdlyPLlVmWeujdwQdUrD37iJFFsMBx8WJkzRDi6WFBRHtJeq0R22jY5oQ5P6ZsRL6R-ew

en.wikipedia.org/wiki/House_of_Cards_(novel)

media.karousell.com/media/photos/products/2016/01/12/the_final_cut_house_of_cards_trilogy_book_3__michael_dobbs_po_1452572298_d50d1400.jpg

en.m.wikipedia.org/wiki/Michael_Dobbs

blogourcupoftea.wordpress.com/2017/05/10/resenha-house-of-cards-michael-dobbs/

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“1984”, mas poderia ser 2020 * Um pouco mais de George Orwell

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: 1984, mas poderia ser 2020 * Um pouco mais de George Orwell

Olá meus carissímxs amigxs!! Todxs bem? Em casa?  O momento que vivemos é para pensar e repensar – em um artigo que escrevi para o Linkedin, falei em adaptação e remodelação.

Vivemos com medo.  Medo do vírus, medo da pandemia provocada pelo vírus, medo das pessoas.  Fomo alijados da convivência social (por merecidas razões) e isto impactou uma das grandes características do ser humano.  Mas, nos adaptamos.  Estamos remodelando nossos atos.  Mas o medo persiste.

Rebuscando material em alguns livros, achei um que foi publicado em 1949, falava de 1984 mas se ajusta – perfeitamente – ao momento (político/cívico/social) que vivemos.

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“Nineteen Eighty-Four” (Mil Novecentos e Oitenta e Quatro ou 1984) é perfeito.  Uma obra do grande (e visionário) escritor inglês Eric Arthur Blair.  Mas é certo que ninguém vai reconhecer este nome.  Mas se falarmos de seu pseudônimo… É certo!!! George Orwell.  Foi escritor, jornalista e ensaísta político inglês, nascido na Índia Britânica. Sua obra é marcada (e marcante) por uma inteligência perspicaz e bem-humorada, uma consciência profunda das injustiças sociais, uma intensa oposição ao totalitarismo e uma paixão pela clareza da escrita.  Simpatizante do anarquismo, o escritor faz uma defesa da auto-gestão ou autonomismo. Sua hostilidade ao Stalinismo e pela experiência do socialismo soviético, um regime que Orwell denunciou em seu romance satírico “Animal Farm” (A Revolução dos Bichos), se revelou uma característica constante em sua obra.

Sua consciência política e social o levou a lutar – como voluntário – pelo lado republicano da Guerra Civil Espanhola.

Nota: Um conflito armado ocorrido na Espanha entre 1936 e 1939. A guerra foi travada entre os republicanos, leais à Segunda República Espanhola, urbana e progressista, numa aliança de conveniência com os anarquistas e os comunistas, e os nacionalistas, uma aliança de falangistas, monarquistas, carlistas e católicos liderada pelo General Francisco Franco. Devido ao clima político internacional na época, a guerra teve muitas facetas, e diferentes pontos de vista a viram como uma luta de classes, uma guerra religiosa, uma luta entre ditadura e democracia republicana, entre revolução e contrarrevolução, entre fascismo e comunismo.[4] Os nacionalistas venceram a guerra no início de 1939 e governaram a Espanha até à morte de Franco em novembro de 1975.

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O PHANTASTICUS já teve o prazer de escrever sobre Orwell no post “O último romance de George Orwell e o surgimento do Grande Irmão”.

Se quiser relembrar, cole o link abaixo em seu navegador.

jotacortizo.wordpress.com/2016/04/10/o-ultimo-romance-de-george-orwell-e-o-surgimento-do-grande-irmao-la-ultima-novela-de-george-orwell-y-la-aparicion-de-gran-hermano/

George Orwel foi um visionário e muito de suas obras você observa nos dias de hoje.  Veja algumas duas “premonições” do inglês:

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“Big Brother”:  Na obra literária, quem está por trás de todo controle é o “Grande Irmão”. Essa “entidade superior” conhecida como Big Brother, na época, servia como uma metáfora de controle do governo sobre tudo aquilo que a população fazia – uma alusão ao olho que tudo vê.

Nos dias de hoje, além da óbvia referência televisiva ao reality show que faz sucesso – apesar de mais insólito a cada ano – levando este título, podemos ir além pensando que na nossa realidade nas redes sociais e serviços de busca.  Hoje vemos um controle total e absoluto sobre tudo aquilo que as pessoas pesquisam na internet e até sobre o que fazem, uma vez que já se tornou praticamente uma norma social vigente postar sempre atualizações de nossas vidas, atividades e cada acontecimento pessoal na internet.  Mas, este fluxo de informação pode ser usado contra você.  Sabemos se alguém namora ou se casa, se foi ao trabalho ou está doente, se teve um filho ou foi ao cinema, se está em casa ou em um show, se está viajando ou fazendo compras. Todos ali adicionados e conectados sabem e podem ter acesso, mesmo com ditas configurações de privacidade. Afinal é para que a coisa serve, pois registrar cada momento fugaz tornou – se uma necessidade. Melhor método de controle não há! Certo.  Pense!!

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Relações impessoais: Lendo 1984 vemos que as relações humanas diante dos olhos do “Grande Irmão” não se dão nunca de modo que mostrem afetividade.  As pessoas possuem relações até colaborativas em ambiente de trabalho ou família, mas não vemos no livro a presença de laços afetivos profundos como algo natural, bem visto ou que aconteça facilmente. Pessoas vivem juntas sob extremo clima de desconfiança, onde qualquer coisa dita ou sentida pode ser algo a ser usado contra si.  Não há comumente relações carinhosas ou românticas entre nenhum dos personagens, nem mesmo demonstrações de afeto entre casais ou familiares que não tenham de acontecer de modo clandestino. Até pais temem seus próprios filhos. Há trechos onde isto fica claro de um modo que nos faz inevitavelmente comparar com algo que já ouvimos falar ou vimos acontecer.  É para pensar.

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Bem, voltando dos pensamentos nebulosos. O livro estabelece, de forma muito clara que “quem controla o passado controla o presente”.  Este é um dos exemplos da maneira como Orwell interpreta a ação do poder sobre a população. “Guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é força”, sob o lema do Partido, personagens como Winston (protagonista) e Julia (amante do protagonista) vivem uma história tensa e interior. A ação é psicológica e se passa na maior parte do tempo, dentro do pensamento do personagem Winston Smith, homem que trabalha no “Ministério da Verdade”, numa função que pode ser definida como um “reescritor” do passado (e você reclamando das fake news). Pessoas mortas – vaporizadas – eram apagadas de jornais antigos, como se nunca tivessem existido. Previsões não cumpridas, metas governamentais não alcançadas, eram adulteradas nos meios de comunicação do passado, para que o Partido nunca perdesse sua credibilidade.

Nota do blog: Qualquer semelhança com algo que você tenha visto é mera “coincidência”.

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Dominada como uma colônia de abelhas, a população dirigia-se do trabalho para casa – moradias que eram estatais – alimentava-se do que lhes era dado pelo governo, vestia-se uniformemente. Mas sobre a massa parecia haver uma hierarquia que desfrutava deste domínio e colhia seus frutos – a alta cúpula desconhecida e invisível. Haveria, no pensamento do contestador Winston, alguém em algum lugar escondido, que também contestaria um dia a aquilo tudo. Alguma resistência oculta. O olhar de alguém lhe dava esperanças, algum vacilo nas frases decoradas. Tudo começa a mudar quando Winston parece ser tocado por um braço real desta resistência imaginária, e sua vida pacata de homem de meia idade encaminhasse para um desfecho, onde perguntas seriam respondidas talvez, onde a realidade poderia ser menos mentirosa.

É interessante acompanhar as características da sociedade descrita, bem como cada uma delas influenciou tantas das distopias contemporâneas, lidas não só por jovens, mas por leitores de todas as idades: a hierarquização das classes sociais; a opressão e a violência do governo; a alienação e distorção da verdade como forma de controle.

A distopia futurista “1984” é um dos romances mais influentes do século XX (e em minha opinião do XXI também).  Um inquestionável clássico moderno. Lançada poucos meses antes da morte do autor, é uma obra magistral que ainda se impõe como uma poderosa reflexão ficcional sobre a essência nefasta de qualquer forma de poder totalitário.  Uma grande crítica, uma grande análise, vinda de um pensador inconformado com os sistemas, tanto capitalista quanto socialista. O romance faz com que pensemos na dialética do poder e da manipulação de informações, do controle massificado. Realidade, liberdade e medo. Um romance que deveria ser lido por todos, em nome da expansão dos limites críticos e de pensamento, estudado e interpretado para que tais questões não passem despercebidas no nosso cotidiano, cujos caminhos já se apresentam intrincadamente ligados aos temas descritos por Orwell.

Orwell

Neste ano de 2020, completou-se 70 anos da morte (prematura) deste gênio.  Mas seu legado está aí para ser apreciado.

Fecho o post de hoje com uma frase do autor que muito me marca.

“Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade”.

Espero que tenham gostado do post.  Leiam o post, leiam o livro.  Vejo todos vocês no próximo post.

Cortizo I

Jota Cortizo

Versión española: “1984”, pero podría ser 2020 * Un poco más que George Orwell

¡¡Hola, mis queridxs amigxs!! ¿Todxs está bien? ¿En casa? El momento en que vivimos es pensar y repensar: en un artículo que escribí para Linkedin, hablé sobre la adaptación y la remodelación.

Vivimos con miedo. Miedo al virus, miedo a la pandemia causada por el virus, miedo a las personas. Fuimos excluidos de la convivencia social (por razones merecidas) y esto afectó a una de las grandes características del ser humano. Pero nos adaptamos. Estamos remodelando nuestras acciones. Pero el miedo persiste.

Al buscar material en algunos libros, encontré uno que fue publicado en 1949, hablaba de 1984 pero encaja perfectamente con el momento (político / cívico / social) en el que vivimos.

“Mil novecientos ochenta y cuatro” (Mil novecientos ochenta y cuatro o 1984) es perfecto. Una obra del gran (y visionario) escritor inglés Eric Arthur Blair. Pero es cierto que nadie reconocerá este nombre. Pero si hablamos de su seudónimo … George Orwell. Fue un escritor, periodista y ensayista político inglés, nacido en la India británica. Su trabajo está marcado (y llamativo) por una inteligencia inteligente y de buen carácter, una profunda conciencia de las injusticias sociales, una intensa oposición al totalitarismo y una pasión por la claridad de la escritura. Simpatizante del anarquismo, el escritor defiende la autogestión o la autonomía. Su hostilidad al estalinismo y la experiencia del socialismo soviético, un régimen que Orwell denunció en su novela satírica “Animal Farm”, resultó ser una característica constante de su trabajo.

Su conciencia política y social lo llevó a luchar, como voluntario, por el lado republicano de la Guerra Civil española.

Nota: Un conflicto armado que tuvo lugar en España entre 1936 y 1939. La guerra se libró entre republicanos, leales a la Segunda República española, urbanos y progresistas, en una alianza de conveniencia con anarquistas y comunistas, y nacionalistas, una alianza de falangistas. , monárquicos, carlistas y católicos dirigidos por el general Francisco Franco. Debido al clima político internacional de la época, la guerra tuvo muchas facetas, y diferentes puntos de vista lo vieron como una lucha de clases, una guerra religiosa, una lucha entre la dictadura y la democracia republicana, entre la revolución y la contrarrevolución, entre el fascismo y el comunismo. 4] Los nacionalistas ganaron la guerra a principios de 1939 y gobernaron España hasta la muerte de Franco en noviembre de 1975.

PHANTASTICUS ya ha tenido el placer de escribir sobre Orwell en la publicación “La última novela de George Orwell y la aparición de Gran Hermano”.

Si desea recordar, pegue el siguiente enlace en su navegador.

jotacortizo.wordpress.com/2016/04/10/o-ultimo-romance-de-george-orwell-eo-surgimento-do-grande-irmao-la-ultima-novela-de-george-orwell-y-la- aparicion-de-gran-hermano /

George Orwel fue un visionario y gran parte de su trabajo se ve hoy. Aquí hay dos “premoniciones” en inglés:

“Gran Hermano”: En la obra literaria, quien está detrás de todo control es el “Gran Hermano”. Esta “entidad superior” conocida como Gran Hermano, en ese momento, sirvió como una metáfora para el control del gobierno sobre todo lo que hacía la población, una alusión al ojo que todo lo ve.

Hoy en día, además de la referencia de televisión obvia al reality show que es exitoso, aunque cada vez más inusual, tomando este título, podemos ir más allá pensando que en nuestra realidad en las redes sociales y los servicios de búsqueda. Hoy vemos un control total y absoluto sobre todo lo que las personas buscan en Internet e incluso sobre lo que hacen, ya que se ha convertido prácticamente en una norma social actual publicar siempre actualizaciones sobre nuestras vidas, actividades y cada evento personal en Internet. Pero, este flujo de información puede ser usado en su contra. Sabemos si alguien está saliendo o casándose, si fueron a trabajar o están enfermos, si tuvieron un hijo o fueron al cine, si están en casa o en un espectáculo, si están de viaje o de compras. Todo el mundo agregado y conectado allí sabe y puede tener acceso, incluso con estas configuraciones de privacidad. Después de todo, para eso es porque grabar cada momento fugaz se ha convertido en una necesidad. ¡No hay mejor método de control! Derecha. ¡¡Pensar!!

Relaciones impersonales: al leer 1984, vemos que las relaciones humanas a los ojos del “Gran Hermano” nunca suceden de una manera que muestre afecto. Las personas incluso tienen relaciones de colaboración en el lugar de trabajo o la familia, pero no vemos en el libro la presencia de lazos afectivos profundos como algo natural, bien visto o que sucede fácilmente. Las personas viven juntas en un clima extremo de desconfianza, donde todo lo que se dice o siente se puede usar en su contra. Por lo general, no hay relaciones afectivas o románticas entre ninguno de los personajes, ni siquiera manifestaciones de afecto entre parejas o miembros de la familia que no tienen que suceder clandestinamente. Incluso los padres temen a sus propios hijos. Hay pasajes donde esto se aclara de una manera que inevitablemente nos compara con algo que hemos escuchado o visto que sucedió. Es pensar.

Bueno volt Camino de pensamientos nublados. El libro establece muy claramente que “quien controla el pasado controla el presente”. Este es un ejemplo de la forma en que Orwell interpreta la acción del poder sobre la población. “La guerra es paz, la libertad es esclavitud, la ignorancia es fuerza”, bajo el lema del Partido, personajes como Winston (protagonista) y Julia (amante del protagonista) viven una historia tensa e interna. La acción es psicológica y tiene lugar la mayor parte del tiempo, dentro del pensamiento del personaje Winston Smith, un hombre que trabaja en el “Ministerio de la Verdad”, en un papel que puede definirse como un “reescritor” del pasado (y se queja de los falsos) Noticias). Las personas muertas, vaporizadas, fueron borradas de los viejos periódicos, como si nunca hubieran existido. Los pronósticos incumplidos, los objetivos gubernamentales no cumplidos, fueron adulterados en los medios de comunicación del pasado, para que el Partido nunca perdiera su credibilidad.

Nota del blog: cualquier parecido con algo que haya visto es una mera “coincidencia”.

Dominada como una colonia de abejas, la población pasó del trabajo a la casa, casas que eran propiedad del estado, alimentadas con lo que les había dado el gobierno, vestidas de uniforme. Pero sobre la masa parecía haber una jerarquía que disfrutaba de este dominio y cosechaba sus frutos: el alto domo desconocido e invisible. Habría, en el pensamiento del retador Winston, alguien escondido en algún lugar, que algún día también se opondría a todo esto. Alguna resistencia oculta. La mirada de alguien le dio esperanza, algunas dudas en las frases memorizadas. Todo comienza a cambiar cuando Winston parece ser tocado por un brazo real de esta resistencia imaginaria, y su vida pacífica como un hombre de mediana edad conduce a un resultado, donde las preguntas tal vez serían respondidas, donde la realidad podría ser menos mentirosa.

Es interesante seguir las características de la sociedad descrita, ya que cada una de ellas influyó en muchas de las distopías contemporáneas, leídas no solo por los jóvenes, sino por los lectores de todas las edades: la jerarquía de las clases sociales; opresión y violencia del gobierno; La alienación y la distorsión de la verdad como una forma de control.

La distopía futurista “1984” es una de las novelas más influyentes del siglo XX (y en mi opinión del 21 también). Un clásico moderno incuestionable. Lanzado unos meses antes de la muerte del autor, es una obra magistral que todavía se impone como una poderosa reflexión ficticia sobre la nefasta esencia de cualquier forma de poder totalitario. Una gran crítica, un gran análisis, proveniente de un pensador que no está de acuerdo con los sistemas, tanto capitalistas como socialistas. La novela nos hace pensar en la dialéctica del poder y la manipulación de la información, del control de masas. Realidad, libertad y miedo. Una novela que debería ser leída por todos, en nombre de la expansión de los límites críticos y de pensamiento, estudiada e interpretada para que tales preguntas no pasen desapercibidas en nuestra vida cotidiana, cuyos caminos ya están intrincadamente vinculados a los temas descritos por Orwell.

En este año de 2020, han pasado 70 años desde la muerte (prematura) de este genio. Pero su legado está ahí para ser apreciado.

Cierro la publicación de hoy con una frase del autor que me marca mucho.

“El periodismo es publicar lo que alguien no quiere que se publique. Todo lo demás es publicidad”.

Espero que hayas disfrutado el post. Lee el post, lee el libro. Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

 

Fontes/fuentes:

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Capa:milwaukeeindependent.com/wp-content/uploads/2019/06/1984OrwellBigBrotherImage_01.jpg

companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12562

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pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Civil_Espanhola

observatoriodaimprensa.com.br/speculum/a-realidade-social-nas-tematicas-de-1984/

nomeumundo.com/2019/01/25/algumas-previsoes-distopicas-de-1984-george-orwell-parte-1/

pt.wikipedia.org/wiki/George_Orwell

i.guim.co.uk/img/media/4cb94c55b32d89a3c644f6490860da75f29b8f25/0_0_2560_1536/master/2560.jpg?width=300&quality=45&auto=format&fit=max&dpr=2&s=5320d591d627b4ff577fb9d8d0c4d037

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Mais Conflitos na Quinta Onda * Cuidado com a Sexta!

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: Mais Conflitos na Quinta Onda * Cuidado com a Sexta!

Olá para todxs!! Todxs bem? Em casa?  Neste momento único que vivemos – para muitas das gerações que circulam pelo planeta – temos que priorizar o cuidado com o ser humano.  Siga o que a indica a ciência.  Priorize a vida.

Bem, vamos seguir juntos pela leitura, pela informação, pela LitFan.

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No post de hoje, vou trazer o autor americano Richard Yancey. Autor best-sellers da lista do New York Times, Rick Yancey já escreveu 14 livros e suas obras foram publicadas em mais de 20 línguas. Aclamado pela crítica e pelo público, Yancey recebeu indicações para diversos prêmios por suas obras, entre eles: “Carnegie Medal”, “Michael L. Prinz Honor”, “Los Angeles Times Book Prize” e “Best book of the year”, da “Publishers Weekly”. Formado em Inglês pela Roosevelt University, de Chicago, foi trabalhar no IRS, órgão equivalente à Receita Federal nos Estados Unidos. Mas não desistiu do seu sonho de escrever e, após 12 anos como auditor fiscal, publicou seu primeiro livro de sucesso: “Confessions of a Tax Collector” (Confissões de um auditor fiscal). Em 2004, decidiu sair do emprego no IRS e se dedicar em tempo integral à carreira de escritor. Atualmente, mora na Flórida com a esposa e o caçula de três filhos.

Mas vamos falar de um dos seus grandes sucessos.  A saga “5th Wave” (A Quinta Onda).  O primeiro livro deu origem a série: The 5th Wave, publicado em 2013.  O segundo carrega o título “The Infinite Sea” (O Mar Infinito) publicado em 2014.  O último livro seria “The Last Star” (A Última Estrela) que foi publicado em 2016.

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Bem, tudo começou de forma muito calma e sutil, despertando o interesse e a curiosidade de todos: grandes naves surgiram sobre o planeta Terra, e ali ficaram.  Pouco tempo depois, quando estavam os habitantes do planeta ainda estavam seguros, calmos e confiantes (como sempre acontece quando algo diferente chega e fica em segundo plano, após a fase das curiosidades sem controle e sem limites), acontece a 1ª onda: escuridão. O pânico surgiu.  Os Outros lançam uma onda EMP (Pulso eletromagnético) que retira toda a tecnologia eletrônica e mata meio milhão de pessoas, causando um curto-circuito em todos os veículos em movimento, incluindo aviões em pleno voo.

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E veio a 2ª onda: destruição.  Dezenas de desastres naturais, tsunamis e ocorrências. Os Outros, percebendo que aproximadamente 40% da população da Terra vive a 100 quilômetros da costa, solta enormes bastões “duas vezes mais altos que o Empire State Building e três vezes mais pesados” nas linhas de falha da Terra, causando tsunamis maciços que matam cerca de três bilhões de pessoas.

Chega a 3ª onda: infecção.  Um vírus que mata a todos que infecta, fazendo com que a morte fosse pestilenta, dolorosa, asquerosa e desesperadora.  Os Outros lançam um esquema para infectar o maior número possível de sobreviventes com um vírus mortal. Usando as aves da Terra como transportadoras (através de excrementos em queda), a praga reivindica 97% dos sobreviventes restantes. O vírus, que se assemelha a uma forma avançada de Ebola, faz com que as vítimas sangrem lentamente até a morte até que “você se torne uma bomba viral. E quando você explode, você explode todo mundo ao seu redor com o vírus”.

E vem a 4ª onda: invasão.  É bem verdade que muitos dos “Outros” já estavam na Terra, adormecidos, vivendo com toda a humanidade. O objetivo deles? Matar os sobreviventes.   E a população humana restante tenta desesperadamente sobreviver com os recursos que restam, saqueando o tempo todo, agarrando-se à esperança de que “os responsáveis”, onde quer que estejam, estejam trabalhando em busca de uma solução. Eventualmente, essa crença parece legítima quando um impressionante batalhão de soldados (com veículos em funcionamento) chega ao campo improvisado onde Cassie, Sam e seu pai estão hospedados. Os soldados e o comandante, no entanto, só parecem interessados ​​nas crianças e os carregam prontamente nos ônibus que aguardam antes de ordenar todos os adultos para o acampamento. Uma vez que os humanos estão cercados, o comandante Vosch ordena um massacre e mata todos no acampamento. Cassie, no entanto, escapa por pouco e testemunha a morte de seu pai pela mão de Vosch. Nesse momento, a quarta onda fica clara: nem todos os “humanos” são realmente humanos.

Agora resta a 5ª onda.  Os sobreviventes estavam preparados?

Chegamos na jovem Cassie, de Cassiopeia, que tem 16 anos e tem um único objetivo: resgatar seu irmão Sam, de 5 anos, que foi levado por um grupo do exército para uma base militar – que se propõe a cuidar das crianças que sobreviveram às quatro primeiras ondas. Sozinha no mundo, Cassie não confia em ninguém, não dorme sem sua arma e sem Urso, o urso de pelúcia que seu irmão lhe deu para que ela não tivesse medo.  E ela não pode confiar em ninguém.

Tente entender o que Cassie estava passando: Você vive confortavelmente sua vida, sua única preocupação é beijar ou não beijar quem você gosta, se formar no Ensino Médio, tirar nota em determinada prova. E eis que de repente, você não tem mais nada: não tem mais casa, não tem mais amigos, não tem mais família, não tem mais energia, não tem nada. Mas tem os Outros. E eles se parecem exatamente como você. E agora?

Agora é não confiar em ninguém.  Daí em diante, é matar antes e perguntar depois. Qualquer pessoa é suspeita. A meta agora é continuar vivo.

Os livros são tão envolventes que “pegamos” o clima.  O leitor também não consegue confiar em ninguém e, a cada página, um novo questionamento se faz, de forma que a única conclusão plausível é a de que nada/ninguém é o que parece.

Daqui eu paro.  Não gosto de dar “spoilers”.  Mas, muitas surpresas irão te aguardar ao ler a série.

A crítica literária comparou o livro, favoravelmente, a “Jogos Vorazes” e à “Estrada”.  O livro recebeu resenhas estreladas por Publishers Weekly e Kirkus, e revisores notaram que ele tem amplo apelo do público, obscurecendo as linhas entre ficção de jovens e adultos e entre ficção de gênero e mainstream, de forma que não pode ser facilmente inserido em um gênero, apesar de ter muitas das características da ficção para jovens adultos. O New York Times o listou como um dos melhores livros para jovens adultos de 2013, e foi finalista da Goodreads para o romance de Melhor Fantasia para Jovens Adultos ou Ficção Científica em 2013.  Afinal: O livro é diferente de qualquer outra história de invasão alienígena. Não espere grandes naves entrando e atirando, monstros alienígenas com armas na mão ou armas de laser. É um grande mistério quem são esses alienígenas. A única coisa que aconteceu foi uma nave muito grande aparecer e ficar amostra. Fora isso nada aconteceu. Eles não se manifestaram. Os sobreviventes dessa invasão? Apenas 3% da população mundial.

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Nota: O primeiro livro teve uma adaptação para os cinemas que estreou em 2016.

Finalizamos com uma frase da protagonista – Cassiopeia: “Eu sou aquela que não vai fugir, não vai ficar, mas vai enfrentar. Porque, se eu for a última, então eu sou a Humanidade. E se essa for a última guerra da Humanidade, então eu sou o campo de batalha.”

Final

Lição para toda a vida: Não confie, em sua plenitude, em tudo que você vê ou falam.  Questione.  Pesquise.  Entenda.  Prove.  Em alguns momentos você precisa ser descrente até o ponto de – com muitas respostas e “provas” – confiar cegamente.  Mas não se omita.  Não se acomode.  Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo.

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Jota Cortizo

Versión española: Más Conflitos en la Quinta Ola * ¡Cuidado com a Sexta!

¡¡Hola a todxs!! ¿Todxs está bien? ¿En casa? En este momento único en el que vivimos, durante muchas de las generaciones que circulan por el planeta, tenemos que priorizar la atención con el ser humano. Sigue lo que la ciencia te indica. Prioriza la vida.

Bueno, repasemos lectura, información, LitFan juntos.

En el post de hoy, traeré al autor estadounidense Richard Yancey. El autor más vendido en la lista del New York Times, Rick Yancey, ha escrito 14 libros y sus obras han sido publicadas en más de 20 idiomas. Aclamado por la crítica y el público, Yancey recibió nominaciones para varios premios por sus obras, entre ellas: “Medalla Carnegie”, “Honor Michael L. Prinz”, “Premio del libro de Los Angeles Times” y “Mejor libro del año”, de “Editores semanales”. Graduado en inglés de la Universidad Roosevelt, en Chicago, fue a trabajar al IRS, una agencia equivalente al IRS en los Estados Unidos. Pero no abandonó su sueño de escribir y, después de 12 años como auditor de impuestos, publicó su primer libro exitoso: “Confesiones de un recaudador de impuestos”. En 2004, decidió dejar su trabajo en el IRS y dedicarse a tiempo completo a la escritura. Actualmente vive en Florida con su esposa y el menor de tres hijos.

Pero hablemos de uno de tus grandes éxitos. La saga “5th Wave” (La quinta ola). El primer libro dio origen a la serie: The 5th Wave, publicada en 2013. El segundo lleva el título “The Infinite Sea” publicado en 2014. El último libro sería “The Last Star” (La última estrella) que fue publicado en 2016.

Bueno, todo comenzó de una manera muy tranquila y sutil, despertando el interés y la curiosidad de todos: grandes naves aparecieron sobre el planeta Tierra y se quedaron allí. Poco después, cuando los habitantes del planeta todavía estaban seguros, tranquilos y seguros (como siempre cuando llega algo diferente y permanece en segundo plano, después de la fase de curiosidades sin control y sin límites), ocurre la primera ola: la oscuridad. El pánico estalló. Los Otros lanzan una onda EMP (pulso electromagnético) que elimina toda la tecnología electrónica y mata a medio millón de personas, provocando un cortocircuito en todos los vehículos en movimiento, incluidos los aviones en vuelo.

Y llegó la segunda ola: destrucción. Docenas de desastres naturales, tsunamis y sucesos. Los Otros, al darse cuenta de que aproximadamente el 40% de la población de la Tierra vive a 100 kilómetros de la costa, arrojan enormes porras “dos veces más altas que el Empire State Building y tres veces más pesadas” en las fallas de la Tierra, causando tsunamis masivos que matan alrededor de tres mil millones de personas.

Llega la tercera ola: infección. Un virus que mata a todos los que infecta y hace que la muerte sea pestilente, dolorosa, desagradable y desesperada. Los Otros lanzan un esquema para infectar a tantos sobrevivientes como sea posible con un virus mortal. Utilizando aves terrestres como portadoras (a través de excrementos que caen), la plaga reclama el 97% de los sobrevivientes restantes. El virus, que se asemeja a una forma avanzada de Ébola, hace que las víctimas se desangran lentamente hasta “convertirse en una bomba viral. Y cuando explotas, explotas a todos los que te rodean con el virus”.

Y llega la cuarta ola: invasión. Es cierto que muchos de los “Otros” ya estaban en la Tierra, dormidos, viviendo con toda la humanidad. ¿Su meta? Mata a los sobrevivientes. Y la población humana restante trata desesperadamente de sobrevivir con los recursos restantes, saqueando todo el tiempo, aferrándose a la esperanza de que “los responsables”, estén donde estén, estén trabajando para encontrar una solución. Finalmente, esta creencia parece legítima cuando un impresionante batallón de soldados (con vehículos en funcionamiento) llegan al campamento improvisado donde se alojan Cassie, Sam y su padre. Sin embargo, los soldados y el comandante solo parecen interesados ​​en los niños y los cargan rápidamente en los autobuses que esperan antes de ordenar a todos los adultos que acampen. Una vez que los humanos están rodeados, el comandante Vosch ordena una masacre y mata a todos en el campamento. Cassie, sin embargo, escapa por poco y es testigo de la muerte de su padre por la mano de Vosch. En este punto, la cuarta ola es clara: no todos los “humanos” son realmente humanos.

Ahora hay la quinta ola. ¿Estaban preparados los sobrevivientes?

Llegamos a la joven Cassie, de Cassiopeia, que tiene 16 años y tiene un solo objetivo: rescatar a su hermano Sam, de 5 años, que fue llevado por un grupo del ejército a una base militar, que propone cuidar a los niños que sobrevivieron al primeras cuatro olas Sola en el mundo, Cassie no confía en nadie, no duerme sin su arma y sin Bear, el oso de peluche que le dio su hermano para que no tenga miedo. Y ella no puede confiar en nadie.

Trata de entender por lo que Cassie estaba pasando: vives tu vida cómodamente, tu única preocupación es besar o no besar a los que te gustan, graduarte de la escuela secundaria, obtener una calificación en un examen determinado. Y he aquí, de repente no tienes nada más: no tienes hogar, no tienes amigos, no tienes familia, no tienes energía, no tienes nada. Pero hay otros. Y se parecen a ti. ¿Y ahora?

Ahora no está confiando en nadie. A partir de entonces, está matando antes y preguntando después. Cualquiera es sospechoso. El objetivo ahora es mantenerse con vida.

Los libros son tan interesantes que “captamos” el estado de ánimo. El lector tampoco puede confiar en nadie y, en cada página, se hace una nueva pregunta, de modo que la única conclusión plausible es que nada / nadie es lo que parece.

Desde aquí me detengo. No me gusta dar spoilers. Pero, muchas sorpresas te esperarán cuando leas la serie.

La crítica literaria comparó favorablemente el libro con “Los juegos del hambre” y con “Estrada”. El libro recibió críticas protagonizadas por Publishers Weekly y Kirkus, y los revisores señalaron que tiene un gran atractivo público, desdibujando las líneas entre la ficción juvenil y adulta y entre el género y la ficción convencional, por lo que no puede insertarse fácilmente en un género, a pesar de tener muchas de las características de la ficción juvenil. El New York Times lo enumeró como uno de los mejores libros para jóvenes adultos de 2013, y fue finalista de Goodreads para la mejor novela de fantasía o ciencia ficción para jóvenes adultos de 2013. Después de todo: el libro es diferente a cualquier otra historia de invasión alienígena. . No esperes que entren grandes naves y disparen, monstruos alienígenas con armas en mano o armas láser. Es un gran misterio quiénes son estos extraterrestres. Lo único que sucedió fue que apareció y se mostró un barco muy grande. Aparte de eso, no pasó nada. No hablaron. ¿Los sobrevivientes de esa invasión? Solo el 3% de la población mundial.

Nota: El primer libro tuvo una adaptación teatral que debutó en 2016.

Terminamos con una frase de la protagonista: Cassiopeia: “Yo soy el que no huirá, no se quedará, pero se enfrentará. Porque, si soy el último, entonces soy Humanidad. Y si esta es la última guerra de la humanidad, entonces yo soy el campo de batalla “.

Lección de por vida: no confíes, en tu plenitud, en todo lo que ves o dices. Pregunta. Buscar. Entender. Pruébalo. A veces hay que ser incrédulo hasta el punto de, con muchas respuestas y “pruebas”, confiar ciegamente. Pero no lo omitas. No te conformes. Espero que hayas disfrutado el post. Hasta la próxima.

Jota Cortizo

 

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: *3.bp.blogspot.com/-2m1AJvdJwag/V2rDGQTNybI/AAAAAAAAeSA/5_wgbZ2PhxYgcbTaPOXvB_4Kt_PfaGSYACLcB/s1600/5%2Bonda%2B7.png

images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/917pRN-6lbL.jpg

editorafundamento.com.br/autores/index/profile/hash/rick-yancey

leitorcabuloso.com.br/2016/01/resenha-a-quinta-onda-rick-yancey/

images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/51AsqWoXf6L._SX323_BO1,204,203,200_.jpg

editorafundamento.com.br/media/catalog/product/cache/1/image/9df78eab33525d08d6e5fb8d27136e95/5/_/5_onda_1.png

i.pinimg.com/originals/d0/cf/de/d0cfde7287114bb24fe9feb8f56f16b4.jpg

livrosetalgroup.blogspot.com/2015/12/sobre-sagas-quinta-onda.html

en.wikipedia.org/wiki/The_5th_Wave_(novel)

becoliterario.com/resenha-a-quinta-onda-rick-yancey/

skoob.com.br/livro/resenhas/324965/mais-gostaram

en.wikipedia.org/wiki/Rick_Yancey

img.vixdata.io/pd/jpg-large/pt/sites/default/files/t/terra-explosao-planeta-0117-1400×800.jpg

thumbs.jusbr.com/uploads.jusbr.com/publications/noticias/images/1407501241.jpg

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Conflitos na Restauração da ordem * Nos contos de uma aia

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Versão em português: Conflitos na Restauração da ordem * Nos contos de uma aia.

Amigxs!! Todos bem – e em casa?  Importante que tenhamos toda a cautela possível neste momento difícil.  Siga a estrada que está sendo desenhada pela ciência.   E vamos seguir juntos pela leitura, pela informação, pela LitFan.

Hoje tenho o prazer (e a honra) de trazer uma canadense que é escritora, romancista, poetisa, contista, ensaísta e crítica literária – internacionalmente reconhecida, tendo recebido inúmeros prêmios literários importantes. Foi agraciada com a Ordem do Canadá, a mais alta distinção em seu país.

Trago a vocês: Margaret Eleanor Atwood.

Em sua infância, era uma leitora voraz de literatura, de livros de mistério, de contos de fada dos “Irmãos Grimm” e de histórias em quadrinhos.  Decidiu escrever profissionalmente quando tinha 16 anos. Começou a publicar poemas e artigos no jornal literário da universidade. E sua vida girou muito em torno da literatura.  Hoje, com 80 anos, muitos de seus romances e contos são referência.         Recebeu muitos prêmios, tais como: o “Arthur C. Clarke Award” (1987), “Man Booker” (2000), o “Princesa das Astúrias” (2008) e o “PEN Pinter” (2016)

Curiosidade: Muitos de seus contos e poemas foram inspirados por contos de fadas europeus e pela mitologia euroasiática.

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E toda a genialidade de M. Atwood se manifesta nas linhas de “The Handmaid’s Tale” (O Conto da Aia).  Publicado em 1985, foi muito bem recebido pelo pública e pela crítica.

O romance está estabelecido na República de Gileade, uma teonomia cristã militar formada nas fronteiras do que anteriormente eram os Estados Unidos da América.

Nota: Teonomia, de theos (Deus) e nomos (lei), é uma forma de governo em que a sociedade seria governada pela “lei divina”, um tipo de teocracia cristã. Os teonomistas afirmam que a Palavra de Deus, incluindo as leis judiciais do Antigo Testamento, devem ser cumpridas pelas sociedades modernas. Os seguidores do reconstrutivismo cristão são o principal grupo que advoga por este tipo de sistema político.

Atenção: A ficção pode ser muito parecida com a realidade.

Após um ataque terrorista matar o presidente e a maioria do Congresso dos Estados Unidos, um movimento fundamentalista de reconstrução cristã autointitulado “Filhos de Jacó” lança um golpe e suspende a Constituição dos Estados Unidos sob o pretexto de “restaurar a ordem”. Eles rapidamente tiram os direitos das mulheres, em grande parte atribuídos a registros financeiros armazenados eletronicamente e rotulados por sexo. O novo regime surge como a República de Gileade. Trabalha velozmente para consolidar seu poder e reorganizar a sociedade estadunidense ao longo de um novo modelo totalitário, militarizado e hierárquico de fanatismo religioso e social inspirado no Antigo Testamento entre suas castas sociais recém-criadas. Nesta sociedade, os direitos humanos são severamente limitados e os direitos das mulheres são ainda mais restritos; por exemplo, as mulheres estão proibidas de ler.

A história é contada em primeira pessoa por uma mulher chamada Offred (literalmente Of-Fred). A personagem é parte de uma classe de mulheres mantidas para fins reprodutivos e conhecidas como “servas” (aias) pela classe dominante em uma era de nascimentos em declínio devido à esterilidade por poluição e doenças sexualmente transmissíveis. Offred descreve sua vida durante sua terceira tarefa como serva, neste caso na residência de Fred (referido como “O Comandante”). Intercalados em flashbacks estão porções de sua vida de antes e durante o início do golpe, quando ela descobre que perdeu toda autonomia para seu marido, depois de uma tentativa fracassada de escapar do país com sua família para o Canadá. Ela então passa a ser doutrinada para ser uma serva – uma aia. Offred descreve a estrutura da sociedade de Gileade, incluindo as diferentes classes de mulheres e suas vidas circunscritas na nova teocracia cristã.

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Ajustando-se às suas alegações de que The Handmaid’s Tale é uma obra de ficção especulativa, não ficção científica, o romance de M. Atwood oferece uma visão satírica de várias tendências sociais, políticas e religiosas dos Estados Unidos na década de 1980. Sua motivação para escrever o romance era que, na década de 1980, a direita religiosa discutia o que eles fariam com as mulheres se elas tomassem o poder, incluindo a Maioria Moral, o Foco na Família, a Coalizão Cristã e o governo Ronald Reagan.  Além disso, Atwood questiona o que aconteceria se essas tendências, e especialmente “atitudes casualmente mantidas em relação às mulheres”, fossem levadas ao seu fim lógico. Atwood continua argumentando que todos os cenários oferecidos em “The Handmaid’s Tale” ocorreram na vida real – em uma entrevista que ela deu sobre Oryx e Crake, Atwood sustenta que “Assim como The Handmaid’s Tale, eu não coloquei nada que ainda não fizemos, ainda não estamos fazendo, estamos tentando seriamente, juntamente com as tendências que já estão em andamento … Então, todas essas coisas são reais e, portanto, a quantidade de pura invenção está próxima de nulo. “M. Atwood também era conhecida por levar recortes de jornais para suas várias entrevistas para apoiar a base de sua ficção na realidade. Ela explicou que “The Handmaid’s Tale” é uma resposta para aqueles que afirmam que os governos opressivos, totalitários e religiosos que se firmaram em outros países ao longo dos anos “não podem acontecer aqui” – mas neste trabalho, ela tentou mostrar como pode acontecer de fato –  em qualquer lugar.

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A inspiração de M. Atwood para a República de Gileade veio de seu tempo estudando os primeiros puritanos americanos enquanto estava em Harvard, da qual participou em uma bolsa. Ela argumenta que a visão moderna dos puritanos – de que eles vieram para a América para fugir da perseguição religiosa na Inglaterra e estabelecer uma sociedade religiosa tolerante – é enganosa, e que, em vez disso, esses líderes puritanos queriam estabelecer uma teocracia monolítica. A escritora também tinha uma conexão pessoal com os puritanos, e ela dedica o romance a sua própria ancestral Mary Webster, que foi acusada de bruxaria na puritana Nova Inglaterra, mas sobreviveu ao enforcamento. Devido à natureza totalitária da sociedade de Gileade, M. Atwood, ao criar o cenário, se inspirou no “idealismo utópico” presente nos regimes do século XX, como Camboja e Romênia, bem como no puritanismo anterior da Nova Inglaterra.  M. Atwood argumentou que um golpe, como o descrito em “The Handmaid’s Tale”, usurparia a religião a fim de alcançar seus próprios fins.

Enfim, não apenas o livro foi considerado bem escrito e convincente, mas o trabalho de Atwood foi notável por provocar intensos debates tanto dentro quanto fora da academia. A escritora sustenta que a “República de Gileade” é apenas uma extrapolação de tendências já vistas nos Estados Unidos na época em que ela foi escrita, uma visão apoiada por outros estudiosos que estudam “The Handmaid’s Tale”. De fato, muitos colocaram “The Handmaid’s Tale” na mesma categoria de ficção distópica de “Mil novecentos e oitenta e quatro” e “Admirável mundo novo”, com o recurso adicional de confrontar o patriarcado, uma categorização que M. Atwood aceitou e reiterou em muitos artigos e entrevistas.

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Ainda hoje, muitos revisores afirmam que o romance de M. Atwood permanece tão agourento e poderoso como sempre, em grande parte por causa de sua base em fatos históricos. No entanto, quando seu livro foi publicado pela primeira vez em 1985, nem todos os revisores estavam convencidos do “conto de advertência” apresentado por ela. Por exemplo, a resenha de Mary McCarthy no “New York Times” argumentou que “The Handmaid’s Tale” não possuía características para os leitores verem “nosso eu atual em um espelho distorcido, e do que poderemos nos transformar se as tendências atuais continuarem”.

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Mas, foi nas telas da TV que a obra ganhou um dimensionamento maior das ideias de M. Atwood.  Depois da estreia da série de televisão em 2017, houve muito debate sobre paralelos traçados entre a série (e, por extensão, seu livro) e a sociedade americana após a eleição de Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos e de Mike Pence como vice-presidente dos Estados Unidos.  E a mesma avaliação deve ser feita para outros eleitos, nos mais diversos cantos do planeta.

Reflexões impostas pelo obra de arte de Margaret Eleanor Atwood (citadas pela revista “Super Interessante” em sua matéria “O Futuro da Humanidade segundo quatro distopias …”:

1) TIRANIA EM NOME DE DEUS

Após um ataque terrorista matar o presidente dos EUA e abrir fogo contra membros do Congresso, o exército declarou estado de emergência. Pouco tempo depois, um movimento fundamentalista cristão chamado Filhos de Jacó ganhou força e suspendeu a Constituição dos sobre o pretexto de restaurar a ordem. O país mudou o nome para República de Gileade.

2) POR TRÁS DE TODO GRANDE HOMEM…

A submissão da mulher tornou-se institucional, mas aconteceu gradualmente. Primeiro, elas foram impedidas de trabalhar, depois tiveram seus bens bloqueados e, por fim, seus direitos revogados. Desde então, a sociedade foi reorganizada de modo que a única função das mulheres é servir aos homens. Até para sair de casa elas precisam pedir permissão a eles. E elas também são proibidas de ler.  Afinal, a leitura pode lhes dar ideias subversivas.

3) VACAS PARIDEIRAS

Mudanças inexplicadas no meio ambiente esterilizaram a maioria das mulheres. As que ainda são férteis foram forçadas a virarem escravas exclusivas para reprodução. Cada Aia é atribuída a um Comandante dos Filhos de Jacó e, todo mês, deve se deitar com a cabeça entre as pernas da esposa dele, como num ritual, para ser estuprada. Se engravidar e conseguir completar a gestação (as chances são de 25%), é obrigada a dar o bebê ao casal.

4) INDIGNA DE UM NOME

A Aia permanece na casa até o fim do período de amamentação. Depois, é obrigada a partir para outra residência e começar tudo de novo, sem nunca mais ter contato com o(a) filho(a). Ela não é dona nem do próprio nome: é rebatizada sempre com o prefixo “of” (“de”, em inglês), seguido do nome de seu dono. A protagonista, que serve ao Comandante Fred, é chamada de Offred.

5) AS NOVAS “CARREIRAS” PARA MULHERES

Além das Aias, há outras castas femininas em Gilead. As esposas dos Comandantes servem para apoiar o marido e cuidar do lar. As Marthas são empregadas responsáveis pela limpeza e pela comida. As Tias preparam as Aias através de um treinamento rígido, cheio de torturas e humilhações. Por conta de seu prestígio, as Tias são livres para circular pela cidade sem a permissão de um homem

6) MODA SOB CONTROLE

As roupas são fundamentais para diferenciar as mulheres. As Aias se vestem inteiramente de vermelho (simbolizando o parto de Maria Madalena), exceto por uma espécie de chapéu branco que esconde o rosto e não permite enxergar os arredores. As esposas usam azul, que representa a pureza de Virgem Maria. Viúvas vestem preto. As Tias usam marrom e as Marthas, verde.

7) CALE-SE OU MORRA

Os Filhos de Jacó não perseguem apenas mulheres. Gays são enforcados como “traidores do gênero”. Médicos que faziam abortos antes da revolução são caçados e assassinados. E qualquer outra pessoa que tentar se rebelar pode ser executada, ter uma parte do corpo extraída ou ser enviada para as Colônias, um lugar remoto onde ninguém sabe exatamente o que acontece.

Forte… Insano… Realista… Perigoso.  E qual sua opinião? Mas antes você tem de ler o livro.

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Finalizamos com uma frase da escritora: “Se você soubesse o que iria acontecer, se você soubesse tudo o que iria acontecer no futuro, se soubesse de antemão as consequências de suas próprias ações, você estaria condenado. Você ficaria arruinado como Deus. Você seria uma pedra. Você nunca iria comer ou beber ou rir ou sair da cama de manhã. Você nunca iria amar alguém, nunca mais. Você não se atreveria.”

Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo.

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Jota Cortizo

Versión española: Conflictos en el restablecimiento del orden * En los cuentos de una criada.

¡¡Amigxs!! ¿Todo bien y en casa? Es importante que tengamos todas las precauciones posibles en este momento difícil. Sigue el camino que está siendo diseñado por la ciencia. Y sigamos juntos a través de la lectura, la información, LitFan.

Hoy me complace (y me honra) traer a una mujer canadiense que es escritora, novelista, poeta, escritora de cuentos, ensayista y crítica literaria, reconocida internacionalmente, que ha recibido numerosos premios literarios importantes. Fue galardonada con la Orden de Canadá, la distinción más alta en su país.

Te traigo: Margaret Eleanor Atwood.

En su infancia, era una voraz lectora de literatura, libros de misterio, cuentos de hadas de los “Hermanos Grimm” y cómics. Decidió escribir profesionalmente cuando tenía 16 años. Comenzó a publicar poemas y artículos en el periódico literario de la universidad. Y su vida giraba en torno a la literatura. Hoy, a la edad de 80 años, muchas de sus novelas y cuentos son una referencia. Recibió muchos premios, tales como: “Premio Arthur C. Clarke” (1987), “Man Booker” (2000), “Princesa de Asturias” (2008) y “PEN Pinter” (2016)

Curiosidad: muchos de sus cuentos y poemas se inspiraron en los cuentos de hadas europeos y en la mitología euroasiática.

Y todo el genio de M. Atwood se manifiesta en las líneas de “The Handmaid’s Tale”. Publicado en 1985, fue muy bien recibido por el público y la crítica.

La novela se estableció en la República de Galaad, una teonomía militar cristiana formada en las fronteras de lo que antes eran los Estados Unidos de América.

Nota: Theonomy, de theos (Dios) y nomos (ley), es una forma de gobierno en el cual la sociedad se regiría por la “ley divina”, un tipo de teocracia cristiana. Los teonomistas afirman que la Palabra de Dios, incluidas las leyes judiciales del Antiguo Testamento, deben ser cumplidas por las sociedades modernas. Los seguidores del reconstructivismo cristiano son el grupo principal que aboga por este tipo de sistema político.

Advertencia: la ficción puede ser muy similar a la realidad.

Después de que un ataque terrorista mató al presidente y a la mayoría del Congreso de los Estados Unidos, un movimiento fundamentalista de reconstrucción cristiana llamado “Hijos de Jacob” lanza un golpe de estado y suspende la Constitución de los Estados Unidos con el pretexto de “restaurar el orden”. Quitan rápidamente los derechos de las mujeres, en gran parte atribuidos a los registros financieros almacenados electrónicamente y etiquetados por sexo. El nuevo régimen emerge como la República de Galaad. Trabaja rápidamente para consolidar su poder y reorganizar la sociedad estadounidense a lo largo de un nuevo modelo totalitario, militarizado y jerárquico de fanatismo religioso y social inspirado en el Antiguo Testamento entre sus nuevas castas sociales. En esta sociedad, los derechos humanos están severamente limitados y los derechos de las mujeres están aún más restringidos; por ejemplo, las mujeres tienen prohibido leer.

La historia es contada en primera persona por una mujer llamada Offred (literalmente Of-Fred). El personaje es parte de una clase de mujeres mantenidas con fines reproductivos y conocidas como “sirvientas” (sirvientas) por la clase dominante en una era de nacimientos en declive debido a la esterilidad por la contaminación y las enfermedades de transmisión sexual. Offred describe su vida durante su tercera tarea como sirviente, en este caso en la residencia de Fred (referida como “El Comandante”). Intercalados en flashbacks hay porciones de su vida de antes y durante el comienzo del golpe, cuando descubre que ha perdido toda la autonomía de su esposo, después de un intento fallido de escapar del país con su familia a Canadá. Luego se adoctrina para ser una sirvienta, una sirvienta. Offred describe la estructura de la sociedad de Galaad, incluidas las diferentes clases de mujeres y sus vidas circunscritas en la nueva teocracia cristiana.

Ajustándose a sus afirmaciones de que The Handmaid’s Tale es una obra de ficción especulativa, no de ciencia ficción, la novela de M. Atwood ofrece una visión satírica de varias tendencias sociales, políticas y religiosas en los Estados Unidos en la década de 1980. escribir la novela fue que, en la década de 1980, la derecha religiosa discutió qué harían con las mujeres si tomaran el poder, incluida la mayoría moral, el enfoque en la familia, la coalición cristiana y el gobierno de Ronald Reagan. Además, Atwood cuestiona qué sucedería si estas tendencias, y especialmente las “actitudes casualmente mantenidas hacia las mujeres”, llegaran a su fin lógico. Atwood continúa argumentando que todos los escenarios ofrecidos en “The Handmaid’s Tale” ocurrieron en la vida real: en una entrevista que dio sobre Oryx y Crake, Atwood sostiene que “Al igual que The Handmaid’s Tale, todavía no he puesto nada que no hayamos hecho, no lo estamos haciendo, lo estamos intentando seriamente, junto con las tendencias que ya están en marcha … Entonces, todas estas cosas son reales y, por lo tanto, la cantidad de pura invención es cercana a cero “. M. Atw ood también era conocida por tomar recortes de periódicos para sus diversas entrevistas para apoyar la base de su ficción en la realidad. Explicó que “The Handmaid’s Tale” es una respuesta para aquellos que afirman que los gobiernos opresivos, totalitarios y religiosos que se han apoderado de otros países a lo largo de los años “no pueden suceder aquí”, pero en este trabajo, ella trató de mostrar cómo puede suceder. de hecho, en cualquier lugar.

La inspiración de M. Atwood para la República de Galaad provino de su tiempo estudiando a los primeros puritanos estadounidenses mientras estaba en Harvard, en el que participó en una beca. Ella argumenta que la visión de los puritanos modernos, que vinieron a América para escapar de la persecución religiosa en Inglaterra y establecer una sociedad religiosa tolerante, es engañosa, y que estos líderes puritanos querían establecer una teocracia monolítica en su lugar. La escritora también tenía una conexión personal con los puritanos, y ella dedica la novela a su propio antepasado Mary Webster, quien fue acusado de brujería en la Nueva Inglaterra puritana, pero sobrevivió a la horca. Debido a la naturaleza totalitaria de la sociedad de Galaad, M. Atwood, al crear la escena, se inspiró en el “idealismo utópico” presente en los regímenes del siglo XX, como Camboya y Rumania, así como en el Puritanismo anterior de Nueva Inglaterra. M. Atwood argumentó que un golpe de estado, como el descrito en “The Handmaid’s Tale”, usurparía la religión para lograr sus propios fines.

De todos modos, el libro no solo se consideró bien escrito y convincente, sino que el trabajo de Atwood fue notable por provocar intensos debates tanto dentro como fuera de la academia. El escritor sostiene que la “República de Galaad” es solo una extrapolación de las tendencias que ya se veían en los Estados Unidos en el momento en que se escribió, una opinión respaldada por otros académicos que estudian “El cuento de la criada”. De hecho, muchos colocaron “The Handmaid’s Tale” en la misma categoría de ficción distópica que “Mil novecientos ochenta y cuatro” y “Brave new world”, con la característica adicional de confrontar el patriarcado, una categorización que M. Atwood aceptó y reiteró en muchos articulos y entrevistas.

Incluso hoy, muchos críticos afirman que la novela de M. Atwood sigue siendo tan siniestra y poderosa como siempre, en gran parte debido a su base en hechos históricos. Sin embargo, cuando su libro se publicó por primera vez en 1985, no todos los revisores estaban convencidos de su “cuento de advertencia”. Por ejemplo, la revisión de Mary McCarthy en el “New York Times” argumentó que “The Handmaid’s Tale” no tenía características para que los lectores vieran “nuestro yo actual en un espejo distorsionado, y qué podemos cambiar si las tendencias actuales continúan”.

Sin embargo, fue en las pantallas de televisión que el trabajo adquirió una mayor dimensión de las ideas de M. Atwood. Después del estreno de la serie de televisión en 2017, hubo mucho debate sobre los paralelos entre la serie (y, por extensión, su libro) y la sociedad estadounidense después de la elección de Donald Trump como presidente de los Estados Unidos y Mike Pence como vicepresidente. presidente de Estados Unidos. Y se debe hacer la misma evaluación para otros funcionarios electos, en los rincones más diversos del planeta.

Reflexiones impuestas por la obra de arte de Margaret Eleanor Atwood (citada por la revista “Super Interessante” en su artículo “El futuro de la humanidad según cuatro distopías …”:

1) TIRANÍA EN EL NOMBRE DE DIOS

Después de que un ataque terrorista mató al presidente de Estados Unidos y abrió fuego contra miembros del Congreso, el ejército declaró el estado de emergencia. Poco después, un movimiento cristiano fundamentalista llamado Hijos de Jacob ganó fuerza y ​​suspendió la Constitución con el pretexto de restaurar el orden. El país cambió su nombre a la República de Galaad.

2) DETRÁS DE CADA GRAN HOMBRE …

La sumisión de las mujeres se convirtió en institucional, pero sucedió gradualmente. Primero, se les impidió trabajar, luego se bloquearon sus activos y, finalmente, se revocaron sus derechos. Desde entonces, la sociedad se ha reorganizado para que la única función de las mujeres sea servir a los hombres. Incluso para salir de casa necesitan pedir su permiso. Y también tienen prohibido leer. Después de todo, la lectura puede darte ideas subversivas.

3) VACAS LATERALES

Los cambios inexplicables en el medio ambiente han esterilizado a la mayoría de las mujeres. Los que aún son fértiles se vieron obligados a convertirse en esclavos exclusivos para la reproducción. Cada enfermera es asignada a un comandante de los Hijos de Jacob y, cada mes, debe acostarse con la cabeza entre las piernas de su esposa, como en un ritual, para ser violada. Si queda embarazada y logra completar el embarazo (las posibilidades son del 25%), está obligado a dar el bebé a la pareja.

4) NOMBRE INDÍGENA

La enfermera permanece en la casa hasta el final del período de lactancia. Luego, se ve obligada a irse a otra residencia y comenzar de nuevo, sin tener contacto con el niño. Ni siquiera posee su nombre: siempre cambia su nombre por el prefijo “de” (“De”, en inglés), seguido del nombre de su propietario. El protagonista, que sirve al comandante Fred, se llama Offred.

5) LAS NUEVAS “CARRERAS” PARA MUJERES

Además de los alias, hay otras variedades femeninas en Gilead. Las esposas de los comandantes sirven para apoyar al esposo y cuidar el hogar. Las Marthas trabajan a cargo de la limpieza y la comida. Las tías preparan al Aias mediante un entrenamiento estricto, lleno de tortura y humillación. Debido a su prestigio, las tías son libres de moverse por la ciudad sin el permiso de un hombre.

6) MODA BAJO CONTROL

La ropa es esencial para diferenciar a las mujeres. Las criadas están completamente vestidas de rojo (simbolizando el nacimiento de María Magdalena), excepto por una especie de sombrero blanco que oculta la cara y no permite ver los alrededores. Las esposas visten de azul, lo que representa la pureza de la Virgen María. Las viudas visten de negro. Las tías visten de marrón y las Marthas visten de verde.

7) CÁLLATE O MUERE

Los hijos de Jacob no solo persiguen a las mujeres. Los gays son ahorcados como “traidores de género”. Los médicos que realizaron abortos antes de la revolución son perseguidos y asesinados. Y cualquier otra persona que intente rebelarse puede ser ejecutada, extraer una parte del cuerpo o enviarse a las Colonias, un lugar remoto donde nadie sabe exactamente qué sucede.

Fuerte … Loco … Realista … Peligroso. ¿Y cuál es tu opinión? Pero primero tienes que leer el libro.

Terminamos con una cita del escritor: “Si supieras lo que sucedería, si supieras todo lo que sucedería en el futuro, si supieras de antemano las consecuencias de tus propias acciones, estarías condenado. Estarías arruinado como Dios. Serías una roca Nunca comerías, beberías, reirías o te levantarías de la cama por la mañana. Nunca amarías a nadie, nunca más. No te atreverías.

Espero que hayas disfrutado el post. Hasta la próxima.

Jota Cortizo

 

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: *Pictured above: “Pagan,” 2015, acrylic on birch panel – JOHN JUDE PALENCAR

pt.wikipedia.org/wiki/Margaret_Atwood

fnac.pt/ia9549/Margaret-Atwood

pt.wikipedia.org/wiki/The_Handmaid’s_Tale

pt.wikipedia.org/wiki/Teonomia

img.elo7.com.br/product/original/273B03A/quadro-poster-com-moldura-serie-the-handmaid-s-tale-placas.jpg

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readershightea.files.wordpress.com/2017/12/handmaids-tale-english-known-readers-high-tea.png?w=900

thiagosurian.files.wordpress.com/2013/10/puritans25.jpg?w=584

karsh.org/wordpress/wp-content/uploads/2019/09/Yousuf-Karsh-Margaret-Atwood-1977.jpg

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super.abril.com.br/mundo-estranho/o-futuro-segundo-o-conto-da-aia-e-outras-tres-distopias-classicas/

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Visões apocalípticas * Ficção e Realidade * Tudo acontecendo em uma estrada

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Visões apocalípticas * Ficção e Realidade * Tudo acontecendo em uma estrada.

Um alô para todxs!  Pensei muito o que escrever no post de hoje no blog PHANTASTICUS.  Fiquei em dúvida se me mantinha na ficção ou se falava um pouco da nossa realidade atual.  E acho que consegui escolher.  Vou falar dos dois.

Já falamos muito por aqui das “previsões” de avanços científicos dos autores de literatura fantástica.  Julio Verne, P.K. Dick, Issac Asimov, H.G. Wells e outros tantos.

Revejam alguns posts:

jotacortizo.wordpress.com/2020/03/29/um-pouco-mais-de-julio-verne/

jotacortizo.wordpress.com/2019/10/06/e-voltamos-a-falar-de-futuro-e-de-previsoes/

jotacortizo.wordpress.com/2017/10/16/a-eternidade-do-eterno-issac-asimov/

Foram muitas inovações que os gênios da ficção nos apresentaram tecnologias que viriam a surgir muitos anos (ou décadas) depois.

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De outro ponto, muitos autores se especializaram em tragédias.  Por vezes com inspiração na vida real, outras vezes vindo puramente da imaginação.  Melhor dizendo, de visão.  Desta forma já vimos muito, nos livros, sobre pragas que assolaram a humanidade em ambientes pré e pós apocalípticos.

Nota: Muitos autores se basearam nas grandes epidemias históricas como a “Peste Negra” e mais recentemente a grande epidemia da “Gripe Espanhola”.

Trago aqui dois post para relembrar:

jotacortizo.wordpress.com/2019/08/31/a-devastacao-do-planeta-terra-ficcao-ou-uma-realidade/

jotacortizo.wordpress.com/2020/03/22/epidemias-na-litfan-volume-i/

 

Mas, um deles – em um livro para lá de realista – me impressionou muito.  E acredito que não só a mim, mas a muitos outros leitores. “The Road” (A Estrada).  Livro publicado em 2006 e que deu, ao seu autor, o Prêmio Pulitzer de Ficção (em 2007).  Seu autor? O americano Cormac McCarthy. 

“The Road” é mais uma forma de lidar com o tema “apocalipse”.   O livro conta a história protagonizada por um pai e seu filho.  Em um mundo devastado, onde duas pessoas seguem em busca de sobrevivência. É uma distopia para lá de perturbadora.

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Não existem mais plantações.  Os animais morreram.  Não há mais peixes nos lagos.  Tudo está coberto por cinzas.  As árvores, agora mortas, caem a todo instante. Existem alguns sobreviventes – desnutridos em alto grau – seguindo pela estrada.  E tudo o que resta para comer são os próprios seres humanos.

McCarthy não coloca o que aconteceu para que as coisas chegassem a esse ponto, mas acaba sem gerar esta necessidade.

A história não gira em torno de respostas porque, independente do que seja o que tenha ocasionado o fim da humanidade como conhecemos, não interessa. O que interessa é que temos esse homem e esse menino e eles precisam sobreviver. Aliás, “homem” e “menino” é como os conhecemos, já que em nenhum momento sabemos os seus nomes, suas idades, onde moravam ou o que faziam antes de tudo chegar ao fim. Nada disso importa. Agora eles estão reduzidos ao que são em essência: homem e menino. Pai e filho. E é assim que os conhecemos.

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Com uma visão diferente, o livro não tem divisão em capítulos, apenas segmenta a narrativa em pequenos trechos. Isso porque nesta história não há interrupção. É tudo uma sequência, um dia após o outro por uma longa estrada.

A intenção dos dois é seguir para o sul, onde – provavelmente – seria mais quente e teriam mais chances de resistir ao inverno. O céu, está sempre coberto por grossas nuvens impedindo que os raios de sol cheguem à superfície.

Nota:  Um ponto de destaque da narrativa é que ela parece querer preencher com cores a falta de mundo. No cenário não há nada, mas o autor consegue tornar o “nada” vívido.

Uma outra observação sobre a forma de escrever de McCarthy.  E que pode desagradar alguns leitores.  É a falta de marcação de diálogos. Não temos travessão, nem aspas, nem mesmo indicação de quem fala. Afinal, estamos em um mundo sem regras. Um mundo hostil.  Um mundo em que não existe nada além de eles dois. Precisamos nos ater ao essencial e eliminar o supérfluo. Assim, o que vale para os hábitos, o autor transfere também à narrativa. Apesar disso, os diálogos não deixam dúvidas porque o McCarthy define com clareza as duas personalidades.

Voltando, como havíamos descrito um pouco mais acima, o canibalismo se tornou a principal, se não única, forma de sobreviver – para alguns grupos – do que restou da população.  Pessoas são mantidas em porões para servir de alimento.  Partes dos seus corpos são, gradualmente, retirados para serem cozidas ou defumadas.  Dor, sofrimento, agonia e tudo mais que você possa imaginar.  Ou talvez seja inimaginável.  Talvez!

Nota:  Vou preservá-los das informações mais detalhadas sobre esta prática – claro, que no livro – de alimentação.  Mas mulheres e crianças se tornaram as vítimas preferidas e praticamente desapareceram.

O autor nos leva – com muita profundidade – pelos caminhos tortuosos do comportamento humano.  Sórdido, impiedoso, vingativo e quantos mais você pensar.  E se você avaliar – dentro da premissa do que está sendo escrito – nada muito diferente do que vemos todos os dias, seja nos jornais, seja na fila do mercado.  O ser humano é bondoso e perverso.  É egoísta e altruísta.  Por vezes, todas estas facetas em um único invólucro.

A narrativa, por mais pesado que seja o tema, se torna leve com o passar das páginas.  McCarthy, consegue fazer muito com apenas dois personagens.  Um grande desafio, pois as linhas são sempre desafiantes e porque a história pode facilmente se tornar cansativa. Ele fez gigantes os seus dois personagens, em um mundo onde nada mais existe além deles e, consequentemente, tudo que eles fazem é andar e comer.  Eles vivem sempre um desafio gigante.  Viver.

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McCarthy, na juventude serviu na Força Aérea dos Estados Unidos durante quatro anos, e estudou Artes na Universidade do Tennessee. É vencedor do “National Book Award”, do “National Book Critics Circle Award” e do “Prémio Pulitzer de Ficção 2007”.  Em 40 anos de carreira literária, produziu nove romances.

Muitos de seus trabalhos foram adaptados para o cinema. “No Country for Old Men” foi adaptado para um filme de 2007 com o mesmo nome, que ganhou quatro prêmios da Academia, incluindo Melhor Filme. Todos os “Pretty Horses”, “Child of God” e, claro, “The Road” também foram adaptados como filmes.

Finalizamos com uma reflexão de McCarthy: “A vida é breve, e passar o tempo todo fazendo o que os outros querem que você faça não é o modo de vivê-la”.  Cormac McCarthy

Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo.

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Jota Cortizo

Versión española: Visiones apocalípticas * Ficción y realidad * Todo lo que sucede en un camino.

¡Hola a todos! Pensé mucho sobre qué escribir en la publicación de hoy en el blog PHANTASTICUS. Tenía dudas sobre si seguía en la ficción o si hablaba un poco sobre nuestra realidad actual. Y creo que tengo que elegir. Hablaré de los dos.

Ya hemos hablado mucho aquí sobre las “predicciones” de los avances científicos de los autores de literatura fantástica. Julio Verne, P.K.Dick, Issac Asimov, H.G.Wells y muchos otros.

Revisa algunas publicaciones:

jotacortizo.wordpress.com/2020/03/29/um-pouco-mais-de-julio-verne/

jotacortizo.wordpress.com/2019/10/06/e-voltamos-a-falar-de-futuro-e-de-previsoes/

jotacortizo.wordpress.com/2017/10/16/a-eternidade-do-eterno-issac-asimov/

Hubo muchas innovaciones que los genios de la ficción nos presentaron con tecnologías que aparecerían muchos años (o décadas) más tarde.

Desde otro punto, muchos autores se especializan en tragedias. Algunas veces inspirado por la vida real, otras veces por pura imaginación. Mejor dicho, de visión. De esta manera, ya hemos visto mucho, en libros, sobre plagas que plagaron a la humanidad en entornos pre y post apocalípticos.

Nota: Muchos autores se han basado en epidemias históricas importantes como la “Peste Negra” y, más recientemente, la gran epidemia de “gripe española”.

Aquí hay dos publicaciones para recordar:

jotacortizo.wordpress.com/2019/08/31/a-devastacao-do-planeta-terra-ficcao-ou-uma-realidade/

jotacortizo.wordpress.com/2020/03/22/epidemias-na-litfan-volume-i/

Pero uno de ellos, en un libro más allá del realismo, me impresionó mucho. Y creo que no solo yo, sino muchos otros lectores. “El camino”. Libro publicado en 2006 y que otorgó a su autor el Premio Pulitzer de Ficción (en 2007). ¿Su autor? El estadounidense Cormac McCarthy.

“The Road” es otra forma de abordar el tema “apocalipsis”. El libro cuenta la historia de un padre y su hijo. En un mundo devastado, donde dos personas continúan en busca de la supervivencia. Es una distopía más que perturbadora.

No hay más plantaciones. Los animales murieron. No hay más peces en los lagos. Todo está cubierto de cenizas. Los árboles, ahora muertos, caen todo el tiempo. Hay algunos sobrevivientes, desnutridos en gran medida, que siguen el camino. Y todo lo que queda para comer son los propios humanos.

McCarthy no declara qué sucedió para llevar las cosas a ese punto, pero termina sin generar esta necesidad.

La historia no gira en torno a las respuestas porque, independientemente de lo que pueda haber causado el fin de la humanidad tal como la conocemos, no importa. Lo que importa es que tenemos este hombre y este niño y que necesitan sobrevivir. De hecho, “hombre” y “niño” son cómo los conocemos, ya que en ningún momento sabemos sus nombres, sus edades, dónde vivieron o qué hicieron antes de que todo terminara. Nada de eso importa. Ahora se reducen a lo que son en esencia: hombre y niño. Padre y hijo. Y así es como los conocemos.

Con una visión diferente, el libro no está dividido en capítulos, solo segmenta la narración en pequeñas secciones. Eso es porque en esta historia no hay interrupción. Todo es una secuencia, un día tras otro en un largo camino.

La intención de los dos es ir al sur, donde, probablemente, sería más cálido y tendrían una mejor oportunidad de resistir el invierno. El cielo siempre está cubierto por espesas nubes, evitando que los rayos del sol lleguen a la superficie.

Nota: Lo más destacado de la narrativa es que parece querer llenar la falta de mundo con color. En el escenario no hay nada, pero el autor logra hacer que la “nada” sea vívida.

Otra observación sobre la escritura de McCarthy. Y eso puede disgustar a algunos lectores. Es la falta de diálogos de programación. No tenemos guiones, ni comillas, ni indicación de quién está hablando. Después de todo, estamos en un mundo sin reglas. Un mundo hostil Un mundo en el que no hay nada más que los dos. Necesitamos apegarnos a lo esencial y eliminar lo superfluo. Por lo tanto, lo que se aplica a los hábitos, el autor también se transfiere a la narrativa. A pesar de esto, los diálogos no dejan dudas porque McCarthy define claramente a las dos personalidades.

Al regresar, como describimos un poco más arriba, el canibalismo se ha convertido en la principal, si no la única, forma de sobrevivir, para algunos grupos, de lo que queda de la población. Las personas se mantienen en bodegas para servir de comida. Partes de sus cuerpos se retiran gradualmente para ser cocinadas o ahumadas. Dolor, sufrimiento, agonía y todo lo que puedas imaginar. O tal vez es inimaginable. ¡Tal vez!

Nota: Lo preservaré de la información más detallada sobre esta práctica, por supuesto, la que se encuentra en el libro, de la alimentación. Pero las mujeres y los niños se han convertido en las víctimas preferidas y prácticamente han desaparecido.

El autor nos lleva, muy profundamente, por los tortuosos caminos del comportamiento humano. Sórdido, despiadado, vengativo y cuántos más piensas. Y si evalúa, dentro de la premisa de lo que se está escribiendo, nada muy diferente de lo que vemos todos los días, ya sea en los periódicos o en la cola de Mer atendido El ser humano es amable y malvado. Es egoísta y desinteresado. A veces, todas estas facetas en un solo recinto.

La narrativa, no importa cuán pesado sea el tema, se vuelve ligera con el paso de las páginas. McCarthy, puede hacer mucho con solo dos personajes. Un gran desafío, porque las líneas siempre son desafiantes y porque la historia puede volverse agotadora fácilmente. Hizo gigantes a sus dos personajes, en un mundo donde nada más existe, pero, en consecuencia, todo lo que hacen es caminar y comer. Siempre viven un desafío gigante. Para vivir

McCarthy, en su juventud sirvió en la Fuerza Aérea de los Estados Unidos durante cuatro años, y estudió Artes en la Universidad de Tennessee. Ganó el “National Book Award”, el “National Book Critics Circle Award” y el “Pulitzer Prize for Fiction 2007”. En 40 años de carrera literaria, produjo nueve novelas.

Muchas de sus obras fueron adaptadas para el cine. “No Country for Old Men” fue adaptada para una película de 2007 del mismo nombre, que ganó cuatro Premios de la Academia, incluida la Mejor Película. Todos los “Pretty Horses”, “Child of God” y, por supuesto, “The Road” también fueron adaptados como películas.

Terminamos con una reflexión de McCarthy: “La vida es corta, y pasar todo el tiempo haciendo lo que otros quieren que hagas no es la forma de vivirlo”. Cormac McCarthy

Espero que hayas disfrutado la publicación. Hasta la próxima.

Jota Cortizo

 

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: delfos.net.br/wp-content/uploads/2017/06/adan%C3%A7adamortecapanovodelfos.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Cormac_McCarthy

momentumsaga.com/2013/05/resenha-estrada.html

alemdacontracapa.blogspot.com/2018/10/resenha-a-estrada-cormac-mccarthy.html

i.imgur.com/AkmSSnz.jpg

conhecimentocientifico.r7.com/wp-content/uploads/2019/03/saiba-o-que-foi-a-peste-negra-onde-ocorreu-quantos-morreram.jpg

amazon.com/images/I/81WVDN%2BYG0L.jpg

wikimedia.org/wikipedia/pt/a/a7/The_Road_movie_poster.jpg

jpimg.com.br/uploads/2020/01/incendio-australia.jpg

adrenaline.com.br/files/upload/noticias/2013/03/andrei/metro_ll.jpg

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Um pouco mais de Hogwarts

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: Um pouco mais de Hogwarts.

Olá para todxs!  Hoje o PHANTASTICUS traz mais algumas linhas sobre o castelo/escola em Hogwarts.

jkrowling

É o mundo ficcional criado pela brilhante JK Rowling há cerca de 23 anos.  Desde o lançamento do primeiro romance, “Harry Potter and the Philosopher’s Stone” (Harry Potter e a Pedra Filosofal), em 26 de junho de 1997, as aventuras do menino que sobreviveu e seus amigos (e inimigos) no espaço mágico do castelo, tem nos encantado.

O blog já citou, por várias vezes, a obra de Jo.  E esta será mais uma, trazendo um apelo diferente.  Fatos e curiosidades de Hogwarts.  Mas antes, se quiser relembrar, seguem alguns links:

jotacortizo.wordpress.com/2015/03/28/j-k-rowling-de-professora-a-grande-bruxa-que-concebeu-de-maestra-a-la-gran-bruja-que-concibio-h-potter/

jotacortizo.wordpress.com/2016/01/17/severus-snape-de-vilao-a-heroi-uma-homenagem-ao-grande-ator-alan-rickman-severus-snape-de-villano-a-heroe-un-homenaje-al-gran-actor-alan-rickman/

jotacortizo.wordpress.com/2017/01/21/as-escolas-de-magia-espalhadas-pelo-nosso-mundo/

jotacortizo.wordpress.com/2018/06/16/os-corajosos-e-ousados-de-godric-gryffindor/

De volta.  a “Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts”, ou simplesmente Hogwarts, é um internato de magia para bruxos e bruxas britânicos com idades entre onze e dezessete anos. É o palco principal dos primeiros seis livros da série Harry Potter, de J. K. Rowling, cada livro equivalendo a um ano letivo. No volume derradeiro da série, Harry Potter e as Relíquias da Morte, no entanto, a maior parte da história se passa fora de Hogwarts, uma vez que os personagens principais, Harry Potter, Rony Weasley e Hermione Granger, não atendem ao sétimo e último grau de ensino (embora Rowling tenha declarado que Hermione retorna à escola depois dos acontecimentos descritos em Harry Potter e as Relíquias da Morte para prestar os seus exames de “Níveis Incrivelmente Exaustivos de Magia”). Mas, a batalha climática do livro e da série, no entanto, ocorre em Hogwarts.

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E deste palco que vamos abrir os bastidores – as coxias deste teatro.

Um fato importante: Depois que Voldemort foi eliminado e seus seguidores se renderam, nem Rony, nem Harry quiseram voltar à Hogwarts para terminar seus estudos. Apenas Hermione decidiu fazer todas as provas e participar da formatura (notável!). Mas isso não os impediu de serem contratados pelo Ministério da Magia. Harry e Rony se transformaram em aurores (na eterna batalha contra a magia negra) e Hermione recebeu um cargo no Departamento de Lei e Ordem mágicos. Se levarmos em conta o livro-roteiro “Harry Potter e a criança amaldiçoada” e outras fontes ligadas a JK Rowling, saberemos que, tempos depois, Hermione acaba promovida ao cargo de Ministra da Magia e Harry, depois de revolucionar o Departamento de Aurores, assume a chefia dessa divisão – Upps! Spoiler.

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Bem, seria fácil estudar em Hogwarts? Alguém já decidiu calcular o custo aproximado para se estudar na escola de magia? E eis que Rowling negou categoricamente que Hogwarts fosse uma escola particular. Segundo ela, o Ministério da Magia cobria todos os gastos escolares. Seria incrível se isso acontecesse em nosso mundo também, você não acha?  Bem, então basta ter 11 anos, receber a carta de aceitação, ir ao Beco Diagonal comprar o material escolar, que inclui uma varinha, um caldeirão, livros e um animal de estimação, e comparecer à estação 9 3/4 no dia 1º de setembro para pegar o Expresso de Hogwarts. Ah, claro, você deve ser um bruxo.

Hogwarts fica em um local desconhecido na Escócia, próximo a vila bruxa de Hogsmeade. O castelo possui terrenos extensos cobertos por gramas e arbustos com flores e hortas, um lago, uma floresta densa, mas…. os “trouxas” (os não bruxos/ no-majs) teriam só vem, simplesmente, ruínas perigosas e uma placa de “Não passe, zona perigosa” – ao invés de visualizar o lindo castelo e seus terrenos. Por isso, se um dia for visitar castelos antigos (seja na Escócia, Inglaterra, Gales outro maravilhoso país), tenha sempre muita atenção.  Olhe sempre as ruínas com outros olhos – ninguém sabe (ou sabe) o que pode estar por traz delas.

O ápice da história de Harry, seus amigos na luta contra Voldemort se deram em 1998 na batalha que se deu na escola e foi batizada como “Batalha de Hogwarts” (clamado como o fim da Segunda Guerra Bruxa).  Quando a batalha terminou existiam muitas perdas de ambos os lados. Lord Voldemort encontrou seu fim. Desta forma, a paz foi restaurada e Minerva McGonagall retomou seu posto como diretora de Hogwarts (até os dias de hoje – até onde sabemos).

E para matar a curiosidade, veja a listagem dos diretores de Hogwarts:

  • Professora Fílida Spore (antes de 1408; Permanente)
  • Professora Eoessa Sakndenberg (antes de 1503; Permanente)
  • Professor Fytherley Undercliffe (antes de 1531; Permanente)
  • Professor Vindicto Veridiano (antes de 1703; Permanente)
  • Professor Amrose Swott (antes de 1724; Permanente)
  • Professor Dilys Derwent (1741 – 1768; Permanente)
  • Professor Eupraxia Mole (1870; Permanente)
  • Professor Phineas Nigellus Black (- 1925; Permanente)
  • Professor Armando Dippet (início do século 20 -c. 1956; Permanente)
  • Alvo Dumbledore (c. 1956 – 1992; Permanente)
  • Minerva McGonagall (8 de Maio de 1993 – 30 de Maio de 1993; Provisório)
  • Alvo Dumbledore (1992 – 1995; Permanente)
  • Professor Dolores Umbridge (abril de 1996 – 17 de Junho de 1996; Permanente)
  • Alvo Dumbledore (1996 – Junho de 1997; Permanente)
  • Minerva McGonagall (junho de 1997 – 1 de Setembro de 1997; Provisório)
  • Severo Snape (1 de Setembro de 1997 – 2 de Maio, de 1998; Permanente)
  • Minerva McGonagall (2 de Maio de 1998 – século 21; Permanente)

Nota Curiosa: O Escritório do Diretor em Hogwarts é o lugar de onde a atual diretora administra a escola. Embora nunca seja mencionado, certamente é onde ela mora. Para chegar até lá há uma escada circular de pedra, que se move, que, por sua vez está disfarçada por uma gárgula no terceiro andar. A gárgula vai dar um passo à frente em resposta à senha dita. No alto da escada há uma porta dupla de madeira; o escritório do diretor fica exatamente atrás dessa porta.

Na batalha, Hogwarts sofreu muitos danos. Várias áreas do castelo e de seus arredores foram destruídas, e o estádio de quadribol foi destruído com fogo.  Bem, a escola foi restaurada na gestão de Minerva e ainda está aberta e atuante na formação de novos bruxos.  A Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts foi fundada por volta do ano 1 000 d. C. e deve continuar por muitos e muitos anos. Ela tem sempre 280 alunos, 70 em cada casa e cinco em cada dormitório.

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O sistema das casas permanece como era, representando os seus quatro fundadores.  Se quiser relembrar, veja o post abaixo

jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/os-fundadores-de-hogwarts/

Nota Curiosa: As quatro casas de Hogwarts correspondem aos quatro elementos. Gryffindor (Grifinória) é o fogo, Ravenclaw (Corvinal) é o ar, (Hufflepuff) Lufa-Lufa é a terra e (Slytherin) Sonserina é água.

E quem ensina em Hogwarts?  Os principais professores de Hogwarts (que já passaram por lá nos últimos tempos):

Alvo Dumbledore – Transfiguração

Minerva McGonagall – Transfiguração

Severo Snape – Poções e Defesa Contra Artes das Trevas

Remo Lupin – Defesa Contra Artes das Trevas

Horácio Slughornn – Poções

Rúbeo Hagrid, o único professor a não ter feito os N.O.M.s. – Trato das Criaturas Mágicas

Pomona Sprout – Herbologia

Nota: Neville Longbottom se tornou o novo professor de Herbologia depois de deixar o serviço de Auror.

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Bem, e se você quiser conhecer bem a escola? Nada melhor que um mapa.  Nossa indicação é o “Marauders map” (Mapa do Maroto) é um mapa de Hogwarts com propriedades mágicas criado nos anos 70, antes do nascimento de Harry e seus amigos, pelos quatro marotos: Remo Lupin (Aluado), Pedro Pettigrew (Rabicho), Sirius Black (Almofadinhas) e Tiago Potter (Pontas). Ativado somente se dita a frase “eu juro solenemente não fazer nada de bom” e desativado pela frase “malfeito feito”, o mapa é capaz de mostrar a localização exata de cada pessoa dentro dos limites de Hogwarts (seus movimentos são indicados por pegadas), além de indicar caminhos, passagens secretas e outros pontos de interesse pelo castelo e seus terrenos.

Bem, malfeito feito.  Ou se preferirem “Flagrate” (este feitiço marca letras com fogo).

Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo.

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Jota Cortizo

Versión española: Un poco más de Hogwarts.

¡Hola a todxs! Hoy PHANTASTICUS trae algunas líneas más sobre el castillo / escuela en Hogwarts.

Es el mundo ficticio creado por el brillante JK Rowling hace unos 23 años. Desde el lanzamiento de la primera novela, “Harry Potter y la piedra filosofal”, el 26 de junio de 1997, las aventuras del niño que sobrevivió y sus amigos (y enemigos) en el espacio mágico del castillo, nos ha encantado.

El blog ya ha citado el trabajo de Jo varias veces. Y este será uno más, trayendo un atractivo diferente. Hechos y curiosidades sobre Hogwarts. Pero primero, si quieres recordar, aquí hay algunos enlaces:

jotacortizo.wordpress.com/2015/03/28/j-k-rowling-de-professora-a-grande-bruxa-que-concebeu-de-maestra-a-la-gran-bruja-que-concibio-h-potter/

jotacortizo.wordpress.com/2016/01/17/severus-snape-de-vilao-a-heroi-uma-homenagem-ao-grande-ator-alan-rickman-severus-snape-de-villano-a-heroe- un-homenaje-al-gran-actor-alan-rickman /

jotacortizo.wordpress.com/2017/01/21/as-escolas-de-magia-espalhadas-pelo-nosso-mundo/

jotacortizo.wordpress.com/2018/06/16/os-corajosos-e-ousados-de-godric-gryffindor/

De vuelta. la “Escuela de brujería y hechicería de Hogwarts”, o simplemente Hogwarts, es un internado para magos y brujas británicos de entre once y diecisiete años. Es el escenario principal de los primeros seis libros de la serie de Harry Potter de J.K. Rowling, cada libro equivalente a un año académico. Sin embargo, en el volumen final de la serie, Harry Potter y las Reliquias de la Muerte, la mayor parte de la historia tiene lugar fuera de Hogwarts, ya que los personajes principales, Harry Potter, Ron Weasley y Hermione Granger, no se encuentran con la séptima y última. nivel educativo (aunque Rowling ha declarado que Hermione regresa a la escuela después de los eventos descritos en Harry Potter y las Reliquias de la Muerte para tomar sus exámenes de “Niveles de magia increíblemente exhaustivos”). Pero la batalla culminante del libro y la serie, sin embargo, tiene lugar en Hogwarts.

Es a partir de esta etapa que vamos a abrir el trascenio: las alas de este teatro.

Un hecho importante: después de que Voldemort fue eliminado y sus seguidores se rindieron, ni Ron ni Harry querían regresar a Hogwarts para terminar sus estudios. Solo Hermione decidió tomar todas las pruebas y participar en la graduación (¡notable!). Pero eso no impidió que fueran contratados por el Ministerio de Magia. Harry y Ron se convirtieron en aurores (en la eterna batalla contra la magia negra) y Hermione recibió un puesto en el mágico Departamento de Ley y Orden. Si tenemos en cuenta el libro de guiones “Harry Potter y el niño maldito” y otras fuentes relacionadas con JK Rowling, sabremos que, algún tiempo después, Hermione termina siendo promovida a Ministro de Magia y Harry, después de revolucionar el Departamento de Aurores, asume el cargo de jefe de esa división – ¡Upps! Spoiler

Bueno, ¿sería fácil estudiar en Hogwarts? ¿Alguien ha decidido calcular el costo aproximado para estudiar en la escuela de magia? Y he aquí, Rowling negó categóricamente que Hogwarts fuera una escuela privada. Según ella, el Ministerio de Magia cubrió todos los gastos escolares. Sería increíble si eso también sucediera en nuestro mundo, ¿no crees? Bueno, entonces solo tenga 11 años, reciba la carta de aceptación, vaya a Beco Diagonal para comprar útiles escolares, que incluyen una varita, un caldero, libros y una mascota, y vaya a la estación 9 3/4 el 1 de noviembre. Septiembre para tomar el Expreso de Hogwarts. Oh, claro, debes ser un mago.

Hogwarts se encuentra en un lugar desconocido en Escocia, cerca del pueblo mágico de Hogsmeade. El castillo tiene extensos terrenos cubiertos de hierba y arbustos con flores y huertos, un lago, un bosque denso, pero … los “muggles” (los no magos / no-majs) habrían venido, simplemente, ruinas peligrosas y un Señal de “No pasar, zona peligrosa”, en lugar de ver el hermoso castillo y sus terrenos. Entonces, si alguna vez va a visitar castillos antiguos (ya sea en Escocia, Inglaterra, Gales, otro país maravilloso), siempre preste mucha atención. Mire siempre las ruinas con otros ojos: nadie sabe (o sabe) qué puede estar detrás de ellos.

La culminación de la historia de Harry, sus amigos en la lucha contra Voldemort tuvieron lugar en 1998 en la batalla que tuvo lugar en la escuela y fue bautizada como “Batalla de Hogwarts” (afirmada como el final de la Segunda Guerra Mágica). Cuando terminó la batalla, hubo muchas pérdidas en ambos lados. Lord Voldemort ha llegado a su fin. De esta manera, se restableció la paz y Minerva McGonagall reanudó su puesto como directora de Hogwarts (hasta hoy, hasta donde sabemos).

Y para calmar la curiosidad, vea la lista de directores de Hogwarts:

 Profesor Fílida Spore (antes de 1408; permanente)

 Profesor Eoessa Sakndenberg (antes de 1503; permanente)

 Profesor Fytherley Undercliffe (antes de 1531; permanente)

 Profesor Vindicto Veridiano (antes de 1703; permanente)

 Profesor Amrose Swott (antes de 1724; permanente)

 Profesor Dilys Derwent (1741-1768; permanente)

 Profesor Eupraxia Mole (1870; Permanente)

 PProfesor Phineas Nigellus Black (- 1925; Permanente)

 Profesor Armando Dippet (principios del siglo XX -c. 1956; permanente)

 Albus Dumbledore (c. 1956 – 1992; permanente)

Erva Minerva McGonagall (8 de mayo de 1993 – 30 de mayo de 1993; provisional)

 Albus Dumbledore (1992 – 1995; Permanente)

 Profesora Dolores Umbridge (abril de 1996 – 17 de junio de 1996; permanente)

 Albus Dumbledore (1996 – junio de 1997; permanente)

 Minerva McGonagall (junio de 1997 – 1 de septiembre de 1997; provisional)

Vero Severo Snape (1 de septiembre de 1997 – 2 de mayo de 1998; Permanente)

 Minerva McGonagall (2 de mayo de 1998 – Siglo 21; Permanente)

Nota curiosa: La oficina del director en Hogwarts es donde el director actual dirige la escuela. Aunque nunca se menciona, ciertamente es donde vive. Para llegar hay una escalera circular de piedra, que se mueve, que a su vez está disfrazada por una gárgola en el tercer piso. La gárgola dará un paso adelante en respuesta a dicha contraseña. En lo alto de las escaleras hay una puerta doble de madera; La oficina del director está justo detrás de esa puerta.

En la batalla, Hogwarts sufrió mucho daño. Varias áreas del castillo y sus alrededores fueron destruidas, y el estadio de Quidditch fue destruido con fuego. Bueno, la escuela fue restaurada bajo la administración de Minerva y todavía está abierta y activa en la capacitación de nuevos magos. La Escuela de Brujería y Hechicería de Hogwarts se fundó alrededor del año 1000 DC. C. y debe continuar por muchos, muchos años. Siempre tiene 280 estudiantes, 70 en cada casa y cinco en cada dormitorio. El sistema de la casa permanece como estaba, representando a sus cuatro fundadores. Si quieres recordar, mira la publicación a continuación

jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/os-fundadores-de-hogwarts/

Nota curiosa: Las cuatro casas de Hogwarts corresponden a los cuatro elementos. Gryffindor (Gryffindor) es fuego, Ravenclaw (Ravenclaw) es aire, (Hufflepuff) Hufflepuff es tierra y (Slytherin) Slytherin es agua.

¿Y quién enseña en Hogwarts? Los principales maestros de Hogwarts (que han estado allí recientemente):

Albus Dumbledore – Transfiguración

Minerva McGonagall – Transfiguración

Severus Snape – Pociones y defensa contra las artes oscuras

Remo Lupin – Defensa contra las artes oscuras

Horácio Slughornn – Pociones

Rúbeo Hagrid, el único maestro que no hizo los N.O.M.s. – Cuidado de criaturas mágicas

Pomona Sprout – Herbología

Nota: Neville Longbottom se convirtió en el nuevo profesor de Herbología después de dejar el servicio de Auror.

Bueno, ¿y si quieres conocer bien la escuela? Nada mejor que un mapa. Nuestra indicación es el “Mapa de los Merodeadores” (Mapa del Merodeador) es un mapa de Hogwarts con propiedades mágicas creadas en los años 70, antes del nacimiento de Harry y sus amigos, por los cuatro merodeadores: Remo Lupin (Moony), Pedro Pettigrew (Rabicho), Sirius Black (Almohadillas) y Tiago Potter (Consejos). Activado solo si la frase “Juro solemnemente no hacer nada bueno” y desactivado por la frase “mal hecho”, el mapa puede mostrar la ubicación exacta de cada persona dentro de los límites de Hogwarts (sus movimientos se indican mediante huellas), además de indicar caminos, pasajes secretos y otros puntos de interés en el castillo y sus terrenos.

Bueno, descuidado hecho. O si prefieres “Flagrate” (este hechizo marca letras con fuego).

Espero que hayas disfrutado la publicación. Nos vemos la próxima vez.

Jota Cortizo

 

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

harrypotter.fandom.com/pt-br/wiki/Escola_de_Magia_e_Bruxaria_de_Hogwarts

blog.saraiva.com.br/15-destinos-nao-revelados-no-ultimo-livro-da-franquia-harry-potter/

legiaodosherois.com.br/lista/10-historias-e-segredos-de-harry-potter-que-existem-no-pottermore.html#list-item-8

garotasgeeks.com/28-coisas-que-aconteceram-apos-o-fim-dos-livros-de-harry-potter/

incrivel.club/admiracao-curiosidades/20-fatos-do-mundo-de-harry-potter-que-surpreendera-ate-aos-mais-fieis-fanaticos-335110/

minalima.com/wp-content/uploads/2019/01/large-daily-prophet-undesirable-no1-poster.jpg

hogwartsschoolofwitchcraftwizardryhp.blogspot.com/2017/06/os-diretores-de-hogwarts.html

pt.wikibooks.org/wiki/Guia_dos_Trouxas_para_Harry_Potter/Lugares/Escrit%C3%B3rio_do_Diretor,_Hogwarts

obcecadapeloslivros.blogspot.com/2015/11/50-curiosidades-sobre-harry-potter-que.html

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harrypotter.fandom.com/pt-br/wiki/Mapa_do_Maroto

harrypotter.fandom.com/pt-br/wiki/Professor

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“Ensaio Sobre a Cegueira”, A Essência do Ser Humano

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: “Ensaio Sobre a Cegueira”, A Essência do Ser Humano.

Um grande OI para todxs.  Em tempos de quarentena, isolamento social (não muito respeitado por uma parcela das pessoas) e COVID19, resolvi tratar hoje, neste post do PHANTASTICUS, de um livro que encantou e assustou.  Um livro que de tão magnífico se torna assustador – de tanta realidade presente em suas linhas.

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Importante: No momento que estamos vivendo, se torna uma leitura importante (e quase obrigatória) para entender a essência do ser humano.

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“Ensaio Sobre a Cegueira” é uma (das principais) obra do grande autor português José Saramago.  Este Alentejano, nascido em 16 de novembro de 1922, ganhou o “Nobel de Literatura” de 1998 e, também, o “Prêmio Camões” de 1995, o mais importante prêmio literário da língua portuguesa.  O livro é um romance do gênero Ficção pós-apocalíptica e psicológico.

A história toda começa em um dia normal, onde um homem a caminho do trabalho, espera o sinal de trânsito ficar verde. E…. Sem qualquer aviso, é acometido por uma cegueira. Uma nuvem branca cobre toda sua visão. É o “Primeiro Cego” – o marco zero.  Confuso e apavorado, ele vai à procura de um oftalmologista que encontrasse o motivo de sua cegueira. E tudo, tudo é muito estranho, já que seus olhos estão em perfeito estado. Diante disso, o Doutor tenta investigar as possíveis causas e é acometido pela mesma cegueira.  É neste momento que começa toda tensão do livro.  A cegueira se torna coletiva.  E começa a se alastrar e a ficar sem controle. O pânico toma conta de todos e para não ganhar maiores proporções e a sociedade entrar em colapso, o Governo decide colocar os cegos em quarentena. Todos são enviados para um manicômio abandonado e isolado.  No entanto há uma única pessoa que não foi acometida pelo mal: A esposa do médico que atendeu o “Primeiro Cego”.  E esta, para acompanhar o marido, não revela que enxerga perfeitamente e assim segue para a quarentena, sem saber o inferno que os espera.  Desta maneira, a mulher é a única que pode ver as belas e horrorosas imagens descritas pelo autor, seja o lindo banho de chuva das mulheres na varanda ou os cachorros que devoram o cadáver de um homem na rua. Ela não sabe se é abençoada ou amaldiçoada por poder enxergar em uma terra de cegos.

“Ensaio Sobre a Cegueira” é um livro forte que retrata o ser humano em sua pior essência. Quando ninguém pode ver o que você faz, quando existe a penúria, os instintos se afloram, não há regras, moral ou ética, é a degradação plena e total.  O indivíduo só pensa em si.  Saramago usa uma escrita direta e que pode chocar. Não mostra sentimentalismo algum e a abordagem dos fatos é nua e crua, e é praticamente impossível quem lê o livro, sair da leitura sem ser tocado, sem pensar como reagiria em uma situação limite.

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Observação: Há a reação de muitos leitores, que se dizem incapazes de terminar de ler o livro, dada a sua crueza e contundência, e é prova de que o autor atingiu o seu objetivo de inserir-nos no seu universo ficcional, muito embora muitos de nós ainda estejamos nos recusando a “reparar” naquilo que nossos olhos nos mostram.

Um ponto que merece destaque, é como os personagens são descritos.  Eles não possuem nomes, são apresentados por determinada característica física, comportamental ou profissional. Um detalhe importante que deu um valor maior ainda para a obra, pois deixa claro a igualdade e nada mais. Eles eram “mais um cego” entre milhões.

“Ensaio Sobre a Cegueira” é um livro que nos faz – literalmente – enxergar e, muito mais do que isso, nos faz temer a própria humanidade frente a uma situação de caos.  A partir de uma súbita e inexplicável epidemia de cegueira, Saramago nos guia para a desorganização e a superação dos valores mais básicos da sociedade, transformando seus personagens em animais egoístas na sua luta pela sobrevivência. Saramago nos passa de forma clara sua opinião e crítica sobre uma sociedade egoísta e hipócrita, nos mostrando a miséria humana e sua crueldade. O escritor faz uma verdadeira dissecação da alma humana.

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Importante:  Mesmo com toda a resistência do autor, o livro recebeu em 2008, uma adaptação para o cinema, que foi lançada e dirigida pelo brasileiro Fernando Meirelles.  “Blindness”, (título original em inglês) tem Julianne Moore, Mark Ruffalo, Danny Glover, Gael García Bernal, Maury Chaykin e Alice Braga em seus papéis principais.

Mundialmente, o filme obteve críticas mistas e dividiu muito as opiniões; no entanto, a Saramago a longa-metragem agradou-lhe imensamente.  O escritor disse a Meirelles “estar tão feliz de ter visto o filme como estava quando acabou de escrever o livro”. Em outra declaração, Saramago disse que “agora conhecia a cara de suas personagens”.

Saramago nos deixou em junho de 2010, aos 87 anos.  Mas suas linhas se perpetuaram – e persistirão – em nossas mentes e vidas.

Para terminar uma leitura obrigatória (e rápida):

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“Se antes de cada ato nosso nos puséssemos a prever todas as consequências dele, a pensar nelas a sério, primeiro as imediatas, depois as prováveis, depois as possíveis, depois as imagináveis, não chegaríamos sequer a mover-nos de onde o primeiro pensamento nos tivesse feito parar. Os bons e os maus resultados dos nosso ditos e obras vão-se distribuindo, supõe-se que de uma forma bastante uniforme e equilibrada, por todos os dias do futuro, incluindo aqueles, infindáveis, em que já cá não estaremos para poder comprova-lo, para congratular-nos ou pedir perdão, aliás, há quem diga que isso é que é a imortalidade de que tanto se fala.” Por JOSÉ SARAMAGO.

E agora sim.  Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo.

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Jota Cortizo

“A literatura é sempre uma expedição à verdade.” – FRANZ KAFKA

Versión española: “Ensayo sobre la ceguera”, La esencia del ser humano.

Un gran Hola para todxs. En tiempos de cuarentena, aislamiento social (no muy respetado por una parte de las personas) y COVID19, decidí tratar hoy, en esta publicación de PHANTASTICUS, un libro que me encantó y asustó. Un libro que es tan magnífico que da miedo, con tanta realidad presente en sus líneas.

Importante: En el momento en que vivimos, se convierte en una lectura importante (y casi obligatoria) para comprender la esencia del ser humano.

“Ensaio Sobre a Cegueira” es una (de las principales) obras del gran autor portugués José Saramago. Este Alentejo, nacido el 16 de noviembre de 1922, ganó el “Premio Nobel de Literatura” en 1998 y también el “Premio Camões” en 1995, el premio literario más importante en lengua portuguesa. El libro es una novela del género de ficción post-apocalíptica y psicológica.

Toda la historia comienza en un día normal, donde un hombre en su camino al trabajo espera a que el semáforo se ponga verde. Y … Sin previo aviso, se ve afectado por la ceguera. Una nube blanca cubre toda tu visión. Es el “primer ciego” – zona cero. Confundido y aterrorizado, va en busca de un oftalmólogo para encontrar la razón de su ceguera. Y todo, todo es muy extraño, ya que tus ojos están en perfectas condiciones. Por lo tanto, el Doctor intenta investigar las posibles causas y se ve afectado por la misma ceguera. Es en este momento que comienza toda tensión en el libro. La ceguera se vuelve colectiva. Y comienza a extenderse y a descontrolarse. El pánico se apodera de todos y para no ganar mayores proporciones y la sociedad se derrumba, el Gobierno decide poner en cuarentena a los ciegos. Todos son enviados a un asilo abandonado y aislado. Sin embargo, solo hay una persona que no se vio afectada por la enfermedad: la esposa del médico que asistió a el “primer ciego”. Y esto, para acompañar a su esposo, no revela que ella ve perfectamente y, por lo tanto, pasa a cuarentena, sin saber el infierno que les espera. De esta manera, la mujer es la única que puede ver las bellas y horribles imágenes descritas por el autor, ya sea la hermosa lluvia de mujeres en el balcón o los perros que devoran el cadáver de un hombre en la calle. Ella no sabe si es bendecida o maldecida por poder ver en una tierra de ciegos.

“Ensayo sobre la ceguera” es un libro fuerte que retrata al ser humano en su peor esencia. Cuando nadie puede ver lo que haces, cuando hay escasez, surgen los instintos, no hay reglas, morales o éticas, es una degradación total y total. El individuo solo piensa en sí mismo. Saramago utiliza escritura directa e impactante. No muestra ningún sentimentalismo y el enfoque de los hechos es evidente y burdo, y es prácticamente imposible para cualquiera que lea el libro, dejar la lectura sin ser tocado, sin pensar cómo reaccionarían en una situación límite.

Nota: Existe la reacción de muchos lectores, que dicen que no pueden terminar de leer el libro, dada su crudeza y contundencia, y es una prueba de que el autor ha logrado su objetivo de insertarnos en su universo ficticio, aunque muchos de nosotros todavía nos negamos a “notar” lo que nos muestran nuestros ojos.

Un punto que vale la pena mencionar es cómo se describen los personajes. No tienen nombres, se presentan por una determinada característica física, conductual o profesional. Un detalle importante que le dio un valor aún mayor al trabajo, ya que deja en claro la igualdad y nada más. Eran “uno más ciego” entre millones.

“Ensayo sobre la ceguera” es un libro que nos hace, literalmente, ver y, mucho más que eso, nos hace temer a nuestra propia humanidad frente a una situación de caos. De una repentina e inexplicable epidemia de ceguera, Saramago nos guía hacia la desorganización y la superación de los valores más básicos de la sociedad, transformando a sus personajes en animales egoístas en su lucha por la supervivencia. Saramago claramente nos da su opinión y crítica sobre una sociedad egoísta e hipócrita, mostrándonos la miseria humana y la crueldad. El escritor hace una disección real del alma humana.

Importante: incluso con toda la resistencia del autor, el libro recibió, en 2008, una adaptación para el cine, que fue lanzada y dirigida por el brasileño Fernando Meirelles. “Blindness” (título original en inglés) tiene a Julianne Moore, Mark Ruffalo, Danny Glover, Gael García Bernal, Maury Chaykin y Alice Braga en sus papeles principales.

En todo el mundo, la película obtuvo críticas mixtas y muchas opiniones divididas; Sin embargo, Saramago disfrutó muchísimo el largometraje. El escritor le dijo a Meirelles “estar tan feliz de haber visto la película como cuando terminó de escribir el libro”. En otra declaración, Saramago dijo que “ahora conocía la cara de sus personajes”.

Saramago nos dejó en junio de 2010, a la edad de 87 años. Pero sus líneas se han perpetuado, y persistirán, en nuestras mentes y vidas.

Para finalizar una lectura obligatoria (y rápida):

“Si, antes de cada acto nuestro, comenzamos a prever todas sus consecuencias, a pensar en ellas seriamente, primero las inmediatas, luego las probables, luego las posible, entonces imaginable, ni siquiera nos moveríamos de donde el primer pensamiento nos había detenido. Se distribuyen los buenos y malos resultados de nuestros dichos y trabajos, se supone que, de una manera muy uniforme y equilibrada, para todos los días del futuro, incluidos aquellos interminables, en los que ya no estaremos aquí para poder demostrar para felicitarnos o pedir perdón, de hecho, algunos dicen que esta es la inmortalidad de la que tanto se habla “.  Por JOSÉ SARAMAGO.

Y ahora sí. Espero que hayas disfrutado la publicación. Hasta la próxima.

Jota Cortizo

“La literatura es siempre una expedición a la verdad”. – FRANZ KAFKA

 

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa:Wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c1/%D0%9F%D1%80%D0%B8%D1%82%D1%87%D0%B0_%D0%BE_%D1%81%D0%BB%D0%B5%D0%BF%D1%8B%D1%85.jpeg

condutaliteraria.com/2018/08/resenha-ensaio-sobre-cegueira-jose-saramago.html

passeiweb.com/estudos/livros/ensaio_sobre_a_cegueira

pt.wikipedia.org/wiki/Ensaio_sobre_a_Cegueira_(filme)

frasesfamosas.com.br/frase/jose-saramago-se-antes-de-cada-ato-nosso-nos-puses

pt.wikipedia.org/wiki/Ensaio_sobre_a_Cegueira

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pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Saramago

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