A herança de Tolkien

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A herança de Tolkien.

Olá meus queridxs amigxs! Esta semana o mundo perdeu o guardião da herança de JRR Tolkien.  Seu filho Christopher faleceu nesta última quinta-feira, em terras francesas.  Tido como o guardião das essências da Terra Média criada por seu pai, Christopher Tolkien desempenhou um papel muito ativo na difusão das criações dele e atuou como editor de grande parte de sua obra após sua morte, em 1973.  A proteção que Christopher impunha a obra de seu pai seguia desde o lançamento de obras inacabadas como evitar diversas tentativas de adaptações cinematográficas.

Christopher

Desde muito jovem, Christopher se envolveu bastante com a obra do pai. Tolkien costumava ler para seu filho, ainda criança, histórias sobre Bilbo Bolseiro e Tom Bombadil. Quando o jovem cresceu, ajudou a fazer os mapas da Terra Média e, após a morte do pai, compilou anotações e escritos para lançar “The Silmarillion”, considerada uma das maiores obras do universo Tolkieniano, por contar a origem da Terra Média e expandir vários conceitos mostrados na trilogia principal.

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Christopher se encarregou da negociação com Jeff Bezos e a poderosa Amazon.  Foram muitas as “lutas” travadas pela megaempresa e a família Tolkien (liderada por Chris).  O principal ponto: o respeito ao conteúdo da obra na adaptação – a Amazon não pode, por exemplo, alterar momentos-chave da Segunda Era, como invasão de Sauron a Eriador, sua ida para Númenor e como ele corrompeu aqueles que viviam lá.

BACKER RECOLHE TODAS AS CERVEJAS DA MARCA

Bem, acerto feito (que custou muitas libras) o processo teve sequência.  Nesta semana, a Amazon anunciou o elenco principal da série. Entre os nomes mais conhecidos estão dois atores de “Game of Thrones”: Josheph Mawle, que interpretou o Tio Benjen, e Robert Aramayo, o jovem Ned Stark. Vale lembrar que este último substituiu Will Poulter, que teve que deixar a produção por conflitos de agenda. Assim, Aramayo interpretará o jovem herói Beldor, enquanto Mawle dará vida ao vilão Oren.  Outros destaques incluem a atriz Morfydd Clark, que interpretará a icônica Galadriel, e Markella Kavenagh. A australiana será Tyra, descrita até o momento como uma das protagonistas da produção.

Até agora o dia e o mês de estreia não foram oficializadas. Mas Jennifer Salke, presidente da Amazon Studios, afirmou que o lançamento deve ser em 2021, embora algumas pessoas do estúdio esperam que seja ainda em 2020 – assim torcemos.

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Bem, em resumo: Os direitos de O Senhor dos Anéis e O Hobbit, já adaptados pela New Line/Warner, estão com a Middle-Earth Enterprises e não devem ser negociados tão cedo após as duas trilogias feitas nas telonas. Os direitos da Segunda Era seguem agora com a Amazon, que planeja muitas temporadas na TV. Fica a dúvida somente sobre a Primeira Era, que está nas mãos da Tolkien Estate, incluindo a cobiçada adaptação de “The Silmarillion”. Neste caso, os herdeiros poderão sim negociar com algum grande estúdio para uma franquia mostrando como a Terra Média foi formada. Resta esperar apenas que, caso isso seja feito, que as partes consigam alinhar lucro e bilheteria com o respeito e cuidado que Christopher sempre teve com a obra e os personagens tão queridos por seu pai (e, claro, todos nós).

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“Milhões de pessoas no mundo sempre agradecerão a Christopher por nos ter dado ‘Silmarillion’, ‘Os Filhos de Húrin’ e ‘História da Terra Média”, uma série de livros que compilou e estudou, disse Shaun Gunner, presidente da Fundação Tolkien. “Perdemos um titã”.

Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Herencia de Tolkien.

¡Hola mis queridos amigos! Esta semana el mundo perdió al guardián de la herencia de JRR Tolkien. Su hijo Christopher murió el jueves pasado, en tierras francesas. Considerado como el guardián de las esencias de la Tierra Media creadas por su padre, Christopher Tolkien desempeñó un papel muy activo en la difusión de sus creaciones y sirvió como editor de gran parte de su trabajo después de su muerte en 1973. La protección que Christopher impuso el trabajo de su padre siguió desde el lanzamiento de obras inacabadas cómo evitar varios intentos de adaptaciones cinematográficas.

Christopher estuvo muy involucrado en el trabajo de su padre desde muy joven. Tolkien le leía a su hijo, cuando era niño, historias sobre Bilbo Baggins y Tom Bombadil. Cuando el joven creció, ayudó a hacer mapas de la Tierra Media y, después de la muerte de su padre, compiló notas y escritos para lanzar “El Silmarillion”, considerada una de las mejores obras en el universo de Tolkien, por contar el origen de la Tierra Media y expandirse Varios conceptos mostrados en la trilogía principal.

Christopher se encargó de la negociación con Jeff Bezos y la poderosa Amazonía. Hubo muchas “luchas” luchadas por la megaempresa y la familia Tolkien (dirigida por Chris). El punto principal: respeto por el contenido del trabajo en la adaptación: Amazon no puede, por ejemplo, alterar momentos clave de la Segunda Edad, como la invasión de Sauron a Eriador, su visita a Númenor y cómo corrompió a los que vivieron allí.

Bueno, un trato hecho (que costó muchas libras) el proceso continuó. Esta semana, Amazon anunció el elenco principal de la serie. Entre los nombres más conocidos se encuentran dos actores de “Game of Thrones”: Josheph Mawle, que interpretó al tío Benjen, y Robert Aramayo, el joven Ned Stark. Vale la pena recordar que este último reemplazó a Will Poulter, que tuvo que abandonar la producción debido a conflictos de programación. Por lo tanto, Aramayo interpretará al joven héroe Beldor, mientras que Mawle dará vida al villano Oren. Otros puntos destacados incluyen a la actriz Morfydd Clark, quien interpretará a la icónica Galadriel, y Markella Kavenagh. El australiano será Tyra, descrito hasta ahora como uno de los protagonistas de la producción.

Hasta el momento, el día de apertura y el mes no se han oficializado. Pero Jennifer Salke, presidenta de Amazon Studios, dijo que el lanzamiento debería ser en 2021, aunque algunas personas en el estudio esperan que aún sea en 2020, así que esperamos.

Bueno, en resumen: los derechos de El Señor de los Anillos y El Hobbit, ya adaptados por New Line / Warner, pertenecen a Middle-Earth Enterprises y no deberían negociarse en cualquier momento poco después de las dos trilogías realizadas en la pantalla grande. Los derechos de la Segunda Edad ahora van con Amazon, que planea muchas temporadas en la televisión. La pregunta sigue siendo solo acerca de la Primera Edad, que está en manos de Tolkien Estate, incluida la codiciada adaptación de “El Silmarillion”. En este caso, los herederos podrán negociar con un gran estudio para una franquicia que muestre cómo se formó la Tierra Media. Es de esperar que, si se hace esto, las partes puedan alinear las ganancias y la taquilla con el respeto y el cuidado que Christopher siempre ha tenido con el trabajo y los personajes tan queridos por su padre (y, por supuesto, todos nosotros).

“Millones de personas en el mundo siempre agradecerán a Christopher por darnos ‘Silmarillion’, ‘Los niños de Húrin’ e ‘Historia de la Tierra Media”, una serie de libros que ha recopilado y estudiado dijo Shaun Gunner, presidente de la Fundación Tolkien. “Perdimos un titán”.

Espero que hayas disfrutado la publicación. Nos vemos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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Capa: hd.wallpaperswide.com/thumbs/the_one_ring-t2.jpg

omelete.com.br/series-tv/o-senhor-dos-aneis-tudo-o-que-ja-sabemos-sobre-a-serie-de-tv-da-amazon#114

brasil.elpais.com/cultura/2020-01-17/morre-christopher-tolkien-o-guardiao-da-terra-media.html

omelete.com.br/quadrinhos/o-senhor-dos-aneis-christopher-tolkien-o-que-a-morte-significa-silmarillion

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gauchazh.clicrbs.com.br/mundo/noticia/2020/01/morre-filho-mais-velho-de-tolkien-incansavel-promotor-de-seu-legado-literario-ck5hkmmuz00m501pl38wna8xj.html

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Claire, a viajante no tempo, direto de Outlander (post II)

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Versão em português: Claire, a viajante no tempo direto de Outlander (post II).

Olá para todxs.  Viagens no tempo sempre encantaram toda a humanidade.  Desde o mais humilde até o mais arrogante, quem nunca sonhou com uma volta no relógio para consertar algo feito ou para testemunhar um fato a acontecer.

Capa

Bem, seguindo este tema, não temos como deixar de lado Outlander.  Estrela da grade da Netflix, nos remete as linhas da americana Diana Jacqueline Gabaldon.  Sua obra mescla diversos gêneros, com elementos de ficção histórica, romance, ficção de aventura, ficção científica e fantasia.  Em 26 de março de 2017 o PHANTASTICUS postou sobre a obra da autora.

Se quiser dar uma relembrada (ou conhecer) veja o link abaixo:

jotacortizo.wordpress.com/2017/03/26/a-viajante-de-diane-gabaldon/

Diana

Voltando, D. Gabaldon iniciou sua carreira em 1991 – sem apelar para a influência de seu pai Tony Gabaldon (1931–1998) que foi senador do estado do Arizona por dezesseis anos.

O livro emplacou e seguiu o rumo com outras publicações.

Livros

Depois de “Outlander” No Brasil “A Viajante do Tempo” ou “Nas Asas do Tempo”, em Portugal (1991 – publicado no Reino Unido e na Austrália como “Cross Stitch”) vieram: “Dragonfly in Amber” “A Libélula no Âmbar”, no Brasil ou “A Libélula Presa no Âmbar”, em Portugal (1992); “Voyager” “O Resgate no Mar”, no Brasil ou “A Viajante”, em Portugal  (1993); “Drums of Autumn” “Os Tambores de Outono” (1996); “The Fiery Cross” “A Cruz de Fogo” (2001); “A Breath of Snow and Ashes” “Um Sopro de Neve e Cinzas” (2005); “An Echo in the Bone” (2009) “Ecos do Futuro”; “Written in My Own Heart’s Blood” – ainda sem tradução mas literalmente seria “Escrito no sangue do meu coração”(2014).  Ainda sem data de publicação, a autora já tem “Go Tell the Bees That I Am Gone” que em tradução literal seria “Vá dizer às abelhas que eu fui embora”.

Com livros muito bem recebidos pela crítica e pelo público, em 2014 a série foi adaptada (e muito bem) e é exibida no Starz (que já prepara a exibição da quinta temporada) e na Netflix (3 temporadas).

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Na série, vale a pena acompanhar pelo desempenho sensacional da irlandesa Caitriona Balfe que interpreta Claire Randall, a enfermeira durante a Segunda Guerra Mundial, que viaja com seu marido Frank à Escócia para uma reaproximação após cinco anos separados pela guerra. Mas, um feitiço (deixado por um culto celta) faz com que Claire volte 200 anos no tempo e se descobre sozinha no ano 1743. O escocês Sam Heughan, que interpreta Jamie Fraser também não decepciona.  E muitos outros atores agregam muito a série.

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Mas, faço uma pergunta. Melhor ler ou ver a série? Bem, eu sou suspeito para responder.  Minha preferência recai completamente pelas páginas de um livro.  Mas há quem prefira os caminhos mais práticos.  Então, por que não combinar os dois? Bem, os livros envolvem um romance com fatos históricos, muita aventura, guerra, intrigas, sexo, honra, cultura das terras altas escocesas, e muita violência.  A história vai além disso ao mostrar Claire como uma personagem forte, determinada e que desafia o machismo em pleno século XVIII e que ao mesmo tempo se adapta para sobreviver em uma época tão difícil para as mulheres. Fora isto, todos os comentários recaem sobre os protagonistas da literatura (e da série). Claire e Jamie tem química entre eles e isto passa para cada linha, cada página.

Mas (e são tantos) vale a pena ler o livro e ver a série e conhecer um pouco da organização de Clãs na Escócia. A história deste povo está escrita com base em muitos conflitos, principalmente por causa de terras autônomas. Por volta do século XII, foram identificados os primeiros registros de uniformidade nas vestes de lã com padrão xadrez (tartan) de um grupo de escoceses, vinculados a um “senhor”, que era o dono das terras. Este lord (senhor) também conhecido como “Chief”, era o patriarca do clã, responsável por várias atribuições, dentre elas a de julgar e comandar as guerras/conflitos e contava com a total fidelidade de seus homens, que na maioria das vezes não eram membros da família, mas, sim, pessoal que trocava o serviço militar por proteção e um pedaço de terra. O mais curioso era que mesmo sem pertencer à família, os “protegidos” tinham que usar o nome do Chief em seus nomes, configurando, assim, a nomenclatura que persiste até hoje.

Os conflitos com os ingleses eram constantes. O ponto que os ingleses achavam intransponível eram os clãs. Porém, após a batalha de “Culloden”, o sistema de clãs sofreu um duro golpe. O uso do KILT (famosa “saia” escocesa) foi proibido por 100 anos e o sistema de clãs quase desapareceu.

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O tecido xadrez típico da Escócia é chamado de “Tartan” e cada clã tem o seu. A relação de um clã com um tartan determinado iniciou-se em 1700. Há uma grande variedade de cores e desenhos e, fundamentalmente, têm que ver com o artesanato local e os recursos naturais de cada área.

Os donos das terras se viram numa situação tão difícil que passaram a cobrar uma taxa dos arrendatários. O clima ficou ainda pior quando fazendeiros ingleses compraram as terras para criação de gado. No ano denominado o “ano do carneiro” (1792), milhares de arrendatários foram expulsos de suas terras. Muitos deles foram para a Austrália, América e Canadá.

De volta a nossa escritora, a genética parece agir.  Sam Sykes, filho de Diana, também é escritor – do gênero de fantasia épica – e começa a trilhar um caminho de sucesso.  Estrou em 2010 com a série “Aeons’ Gate” (tradução literal “Portão dos Aeons”).  Hoje já tem cerca de dez livros publicados – já sua mãe tem vinte e seis livros no mercado.

Assim, entender o passado é uma das maiores virtudes da raça humana. Visitar a história nos faz compreender nosso presente e antecipar nosso futuro.

Espero que tenham gostado do post.  Até logo.  Vejo todos vocês no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Claire, la viajera en el tiempo, directamente desde Outlander (post II).

¡Hola a todos! Los viajes en el tiempo siempre han encantado a toda la humanidad. Desde el más humilde hasta el más arrogante, que nunca ha soñado con girar el reloj para arreglar algo o para presenciar un hecho.

Bueno, siguiendo este tema, no tenemos forma de dejar a Outlander. Estrella de la red de Netflix, nos trae las líneas de la estadounidense Diana Jacqueline Gabaldon. Su trabajo combina diversos géneros con elementos de ficción histórica, romance, ficción de aventura, ciencia ficción y fantasía. El 26 de marzo de 2017, PHANTASTICUS publicó sobre el trabajo del autor.

Si desea dar un recordatorio (o saber), consulte el siguiente enlace:

jotacortizo.wordpress.com/2017/03/26/a-viajante-de-diane-gabaldon/

Al regresar, D. Gabaldon comenzó su carrera en 1991, sin apelar a la influencia de su padre Tony Gabaldon (1931-1998), quien fue senador del estado de Arizona durante dieciséis años.

El libro fue directo y siguió el curso con otras publicaciones.

Después de “Outlander” en Brasil, “The Time Traveler” o “On the Wings of Time” en Portugal (1991 – publicado en el Reino Unido y Australia como “Cross Stitch”) vino: “Dragonfly in Amber” “The Dragonfly in Amber “en Brasil o” The Dragonfly Stuck in the Amber “en Portugal (1992); “Voyager” “El rescate del mar” en Brasil o “El viajero” en Portugal (1993); “Tambores de otoño” “Los tambores de otoño” (1996); “La cruz ardiente” “La cruz del fuego” (2001); “Un soplo de nieve y cenizas” “Un soplo de nieve y cenizas” (2005); “Un eco en el hueso” (2009) “Ecos del futuro”; “Escrito en la sangre de mi propio corazón” – aún no traducido pero literalmente sería “Escrito en la sangre de mi corazón” (2014). Aún no publicado, el autor ya tiene “Ve a decirle a las abejas que me he ido”, que en traducción literal sería “Ve a decirle a las abejas que me he ido”.

Con libros muy bien recibidos por la crítica y el público, en 2014 la serie se adaptó (y muy bien) y se muestra en Starz (que ya se está preparando para la quinta temporada) y en Netflix (3 temporadas).

En la serie, vale la pena ver la sensacional actuación de la irlandesa Caitriona Balfe, que interpreta a Claire Randall, la enfermera de la Segunda Guerra Mundial, que viaja con su esposo Frank a Escocia para un acercamiento después de cinco años separados por la guerra. Pero un hechizo (dejado por un culto celta) hace que Claire retroceda 200 años en el tiempo y se encuentre sola en el año 1743. La escocesa Sam Heughan, que interpreta a Jamie Fraser, tampoco decepciona. Y muchos otros actores agregan mucho a la serie.

Pero, te hago una pregunta. ¿Mejor leer o ver la serie? Bueno, sospecho que responda. Mi preferencia es completamente por las páginas de un libro. Pero hay quienes prefieren las formas más prácticas. Entonces, ¿por qué no combinar los dos? Bueno, los libros involucran un romance con hechos históricos, mucha aventura, guerra, intriga, sexo, honor, cultura escocesa de las tierras altas y mucha violencia. La historia va más allá al mostrar a Claire como un personaje fuerte y decidido que desafía el machismo en el siglo XVIII y que al mismo tiempo se adapta para sobrevivir en un momento tan difícil para las mujeres. Aparte de eso, todos los comentarios recaen en los protagonistas de la literatura (y la serie). Claire y Jamie tienen química entre ellos y esto va para cada línea, cada página.

Pero (y tantos) vale la pena leer el libro y ver la serie y conocer un poco sobre la organización de los clanes en Escocia. La historia de este pueblo está escrita en base a muchos conflictos, principalmente debido a tierras autónomas. En el siglo XII, se identificaron los primeros registros de uniformidad en la túnica con estampado de tartán de un grupo de escoceses, vinculados a un “señor”, que poseía la tierra. Este señor (señor) también conocido como “Jefe”, era el patriarca del clan, responsable de varias atribuciones, incluyendo juzgar y comandar las guerras / conflictos y tenía la plena fidelidad de sus hombres, que la mayoría de las veces Eran miembros de la familia, pero personas que intercambiaban el servicio militar por protección y un pedazo de tierra. Lo más curioso fue que incluso sin pertenecer a la familia, los “protegidos” tuvieron que usar el nombre del Jefe en sus nombres, configurando así la nomenclatura que persiste hasta nuestros días.

Los conflictos con los ingleses fueron constantes. El punto que los ingleses encontraron insuperable fueron los clanes. Sin embargo, después de la batalla de “Culloden”, el sistema de clanes sufrió un duro golpe. El uso de KILT (famosa “falda” escocesa) ha estado prohibido durante 100 años y el sistema de clanes casi ha desaparecido.

La típica tela escocesa escocesa se llama “Tartán” y cada clan tiene el suyo. La relación de un clan con un tartán en particular comenzó en la década de 1700. Hay una gran variedad de colores y diseños, y fundamentalmente tienen que ver con la artesanía local y los recursos naturales de cada área.

Los terratenientes se encontraron en tal situación que comenzaron a cobrarle a los inquilinos una tarifa. El clima empeoró cuando los granjeros ingleses compraron la tierra para criar ganadería. En el año llamado “año del carnero” (1792), miles de inquilinos fueron expulsados de sus tierras. Muchos de ellos fueron a Australia, América y Canadá.

Volviendo a nuestro escritor, la genética parece actuar. Sam Sykes, el hijo de Diana también es escritor, del género de fantasía épica, y comienza a recorrer un camino de éxito. Debutó en 2010 con la serie “Puerta de los Eones” (traducción literal “Puerta de los Eones”). Hoy tiene unos diez libros publicados: su madre ya tiene veintiséis libros en el mercado.

Por lo tanto, comprender el pasado es una de las mayores virtudes de la raza humana. Visitar la historia nos hace comprender nuestro presente y anticipar nuestro futuro.

Espero que hayas disfrutado el post. Hasta luego. Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

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en.wikipedia.org/wiki/Diana_Gabaldon#Outlander_series

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omelete.com.br/series-tv/outlander-claire-tentara-reconstruir-seu-relacionamento-com-jamie-diz-caitriona-balfe-sobre-3a-temporada

relicariodepapel.wordpress.com/2018/04/08/resenha-outlander-a-viajante-do-tempo-diana-gabaldon/

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familiaatkinson.wordpress.com/2018/08/31/os-clas-escoceses-e-a-familia-atkinson/

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sintonizeciencia.com.br/10-curiosidades-sobre-os-clas-escoceses/

 

Geralt de Rívia, The Witcher e a Netflix

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Geralt de Rívia, The Witcher e a Netflix.

Olá para todxs.  O PHANTASTICUS já havia escrito (um pouco e após uma dica de um leitor) sobre Geralt de Rívia e a saga “Wiedźmin” (em polônes) “The Witcher” (em inglês).  Foi em 18 de fevereiro de 2017 no post “O Bruxo Geralt de Rívia e seu criador Andrzej Sapkowski”.

jotacortizo.wordpress.com/2017/02/18/o-bruxo-geralt-de-rivia-e-seu-criador-andrzej-sapkowski/

Andrzej Sapkowski

Foi um achado, ter contato com a obra do polonês Andrzej Sapkowski – muito pouco divulgado no Brasil.  E eis que a Netflix fecha o ano com um último grande lançamento:

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The Witcher. A série é estrelada por Henry Cavill (isto mesmo, o Superman).  Muitos já falam que será a nova “Game of Thrones”.  Mas, precisamos ver para crer.  Mas, vamos voltar aos livros de Sapkowski.

“Wiedźmin” é uma série de livros de fantasia, que surgiu durante a década de 1980, na Polônia. Em 1986, o autor enviou um conto chamado “O Bruxo” para um concurso da revista “Fantastyka”.

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33 anos depois a revista agora chamada “Nowa Fantastyka” vem com uma edição especial e uma série de matérias e entrevistas sobre a série da Netflix.

Bem, falando do conto, a história acompanha um mutante matador de monstros, contratado por um rei para reverter uma maldição. O conto não venceu a disputa – ficou em terceiro lugar -, mas teve resposta muito positiva – o bastante para que Sapkowski continuasse a escrever histórias utilizando o tal mutante, chamado de Geralt de Rivia. Assim, durante o restante dos anos 80, o autor continuou expandindo esse universo com vários contos isolados – mais tarde reunidos em duas coletâneas, “Ostanie życzenie” (O Último Desejo) e “Miecz przeznaczenia” (A Espada do Destino). Já em 1994, Sapkowski elevou sua criação com “Krew elfów” (O Sangue dos Elfos), início de uma saga de cinco romances estrelados por Geralt e outras personagens recorrentes dos contos.

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Os livros seguintes foram: “Czas pogardy” (Tempo do Desprezo), “Chrzest ognia” (Batismo de Fogo), “Wieża Jaskółk” (A Torre da Andorinha), “Pani Jeziora” (A Senhora do Lago) e “Sezon burz” (Tempo de Tempestade).

Seja nos contos, romances ou adaptações, “The Witcher” gira em torno de Geralt de Rivia. O protagonista é um bruxo – ou witcher, no original -, humanos que, quando jovens, passam por rigorosos e sofridos testes químicos que elevam suas capacidades. O processo, chamado de “Teste das Ervas”, é tão doloroso que apenas três entre dez aprendizes sobrevivem. Os que vivem, porém, tornam-se altamente treinados no combate de espadas, agilidade e conhecimento dos vários monstros que habitam esse universo. Com todas essas habilidades, os witchers são especialistas em matar monstros, prestando seus serviços a quem necessita (e claro, paga). Dessa forma, Geralt pode tanto transitar entre os plebeus, como aldeias atacadas por criaturas, ou entre a realeza, para solucionar problemas mais extremos.

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É bom ressaltar que bruxos são mercenários. Eles seguem um código de honra, que dita tanto quanto cobrar pelos serviços, como impõem limites às tarefas. Um Witcher, por exemplo, não pode ser pago para assassinar outro humano. Isso, é claro, não significa que todos seguem isso estritamente, nem que as pessoas não tentam se aproveitar dos profissionais. Por conta disso, Geralt frequentemente se vê em situações em que seus contratantes esperam que ele suje as mãos por eles.

O autor, utilizou muitas informações relacionadas a mitologia eslava.

De acordo com o Livro de Veles, a religião eslava reconhece três reinos, que possuem ênfase particularmente dos neopaganistas que se baseiam no Livro de Veles. O principal símbolo das ideias cosmogônicas dos eslavos era a Árvore do Mundo, ou Yggdrasil como era também conhecida pelos escandinavos. Os eslavos imaginavam que todos os três reinos eram situados verticalmente numa gigantesca árvore de carvalho, que segura todo o universo. Em sua copa estava o céu/paraíso eslavo, conhecido como Svarga, residência de Svarog ou Iriy. Nas raízes do carvalho estava o inferno, residência de Chernobog, Morana e Zmey. Os três reinos são:

 

Yav, o mundo material; está no tronco da Árvore do Mundo, é onde estão as criaturas vivas, etc.;

Nav, o mundo imaterial;

Prav, são as leis que governam os outros dois mundos.

Hoje, sucesso mundial, há poucos anos os livros eram um sucesso restrito a Polônia.  A série literária só ficou conhecida ao redor do mundo por causa dos games.  Isso mesmo. Em 2007, com o lançamento do primeiro jogo de “The Witcher” pela “CD Projekt Red”, os Estados Unidos e o Reino Unido começaram a despertar o interesse pela franquia. A popularidade estourou com o lançamento de “The Witcher 3: Wild Hunt”, o que fez com que os livros fossem traduzidos para diversos idiomas.  Daí para a “explosão” mundial foi um “pulo”.

Os livros podem ser divididos em dois grupos: Um grupo – As histórias curtas originais, coletadas em duas antologias. E outro grupo – Os romances que são conhecidos internacionalmente como “A Saga do Sangue dos Elfos”.

Andrzej Sapkowski conseguiu reunir bem o estilo russo/polonês (o estilo mais teatral e da tradição do conto russo) e as tiradas clássicas da literatura de fantasia, criando algo bem original e interessante.  O mundo de Geralt de Rívia é nebuloso e por vezes é chamado de Terra Média da cultura polonesa.  Geralt é um bruxo de humor ácido e sarcástico até o último fio de cabelo.  Um lobo solitário.  Vale ressaltar que ele não é um herói. Segue um código pessoal de justiça.  Nas linhas de “The Witcher” não há uma linha nítida entre o bem e o mal. Aqui tudo se mistura numa complicada esfera social. Neste mundo há um punhado de raças não humanas, e nem todas desfrutam do glamour de serem diferentes, muito pelo contrário, sofrem preconceito e indiferença da sociedade preponderante – um pequeno exemplo, é que onde os elfos de Tolkien eram símbolos de luz e sabedoria, no mundo de Geralt são tratados com desprezo e arrogância, quase que marginalizados, vivendo às margens da sociedade ou em reservas.

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Bem.  Vamos encerrar por hoje.   Gostaria de lembrar que no próximo dia 27 de dezembro o blog completa 5 anos.  São muitas emoções.  Visite o blog e leia muito.  Se gostou, curta.  Se não, sua crítica sempre será válida.  E deixe, também, sugestões.

Até logo.  Vejo todos vocês no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Geralt de Rivia y Netflix.

Hola a todos PHANTASTICUS ya había escrito (un poco y después de un consejo de un lector) sobre Geralt de Rivia y la saga “Wiedźmin” (en polaco) “The Witcher”. Fue el 18 de febrero de 2017 en el post “La Bruja Geralt de Rivia y su creador Andrzej Sapkowski”.

jotacortizo.wordpress.com/2017/02/18/o-bruxo-geralt-de-rivia-and-your-creator-andrzej-sapkowski/

Fue un hallazgo tener contacto con el trabajo del polaco Andrzej Sapkowski, muy poco publicitado en Brasil. Y aquí Netflix cierra el año con un último gran lanzamiento: The Witcher. La serie está protagonizada por Henry Cavill (este es Superman). Muchos ya dicen que será el nuevo “Juego de Tronos”. Pero necesitamos verlo para creerlo. Pero volvamos a los libros de Sapkowski.

“Wiedźmin” es una serie de libros de fantasía que surgieron durante la década de 1980 en Polonia. En 1986, el autor envió una historia corta llamada “La bruja” a un concurso en la revista “Fantastyka”.

33 años después, la revista ahora llamada “Nowa Fantastyka” viene con un número especial y una serie de historias y entrevistas sobre la serie de Netflix.

Bueno, hablando de la historia, la historia sigue a un asesino de monstruos mutantes contratado por un rey para revertir una maldición. El cuento no ganó la disputa, quedó en tercer lugar, pero tuvo una respuesta muy positiva, suficiente para que Sapkowski continúe escribiendo historias usando este mutante, llamado Geralt de Rivia. Por lo tanto, durante el resto de la década de 1980, el autor continuó expandiendo este universo con varios cuentos aislados, más tarde reunidos en dos colecciones, “Ostanie życzenie” (El último deseo) y “Miecz przeznaczenia” (La espada del destino). Ya en 1994, Sapkowski elevó su creación con “Krew elfów” (The Elf Blood), el comienzo de una saga de cinco novelas protagonizadas por Geralt y otros personajes recurrentes de cuentos.

Los siguientes libros fueron: “Czas pogardy” (Tiempo de desprecio), “Chrzest ognia” (Bautismo de fuego), “Wieża Jaskółk” (La torre Swallow), “Pani Jeziora” (La dama del lago) y “Sezon burz” “(Tiempo de tormenta).

Ya sea en cuentos, novelas o adaptaciones, “The Witcher” gira en torno a Geralt de Rivia. El protagonista es un mago, o brujo en el original, humanos que, cuando son jóvenes, se someten a pruebas químicas rigurosas y rigurosas que mejoran sus habilidades. El proceso, llamado “Prueba de hierbas”, es tan doloroso que solo tres de cada diez estudiantes sobreviven. Sin embargo, los que viven se vuelven altamente entrenados en la lucha con espadas, la agilidad y el conocimiento de los diversos monstruos que habitan este universo. Con todas estas habilidades, los brujos son expertos en matar monstruos, prestando sus servicios a los necesitados (y, por supuesto, a pagar). De esta manera, Geralt puede moverse entre plebeyos, como pueblos atacados por criaturas, o entre realeza, para resolver problemas más extremos.

Es bueno señalar que las brujas son mercenarias. Siguen un código de honor, que dicta tanto como cobrar por los servicios, ya que imponen límites a las tareas. A Witcher, por ejemplo, no se le puede pagar por asesinar a otro humano. Esto, por supuesto, no significa que todos sigan esto estrictamente, ni que las personas no traten de aprovecharse de los profesionales. Debido a esto, Geralt a menudo se encuentra en situaciones en las que sus contratistas esperan que se ensucie las manos por ellos.

El autor utilizó mucha información relacionada con la mitología eslava.

Según el Libro de Veles, la religión eslava reconoce tres reinos, que son particularmente enfatizados por los neopaganistas que confían en el Libro de Veles. El símbolo principal de las ideas cosmogónicas eslavas era el Árbol del Mundo, o Yggdrasil, como también lo conocían los escandinavos. Los eslavos imaginaron que los tres reinos estaban situados verticalmente en un gigantesco roble que sostiene todo el universo. En su corona estaba el cielo / paraíso eslavo, conocido como Svarga, residencia de Svarog o Iriy. En las raíces del roble estaba el infierno, hogar de Chernobog, Morana y Zmey. Los tres reinos son:

 

Yav, el mundo material; está en el tronco del Árbol del Mundo, es donde están las criaturas vivientes, etc.

Nav, el mundo inmaterial;

Prav, son las leyes las que gobiernan los otros dos mundos.

Hoy, un éxito mundial, hace unos años los libros fueron un éxito restringido a Polonia. La serie literaria solo se conocía en todo el mundo debido a los juegos. Eso mismo. En 2007, con el lanzamiento del primer juego de “The Witcher” por “CD Projekt Red”, los Estados Unidos y el Reino Unido comenzaron a despertar interés en la franquicia. La popularidad estalló con el lanzamiento de “The Witcher 3: Wild Hunt”, que llevó a la traducción de los libros a varios idiomas. Por lo tanto, la “explosión” mundial fue un “salto”.

Los libros se pueden dividir en dos grupos: un grupo: los cuentos originales, recopilados en dos antologías. Y otro grupo: las novelas que se conocen internacionalmente como “The Elf Blood Saga”.

Andrzej Sapkowski pudo reunir bien el estilo ruso / polaco (el estilo más teatral y la tradición del cuento ruso) y los contornos clásicos de la literatura fantástica, creando algo muy original e interesante. El mundo de Rivia de Geralt es nebuloso y a veces se le llama la Tierra Media de la cultura polaca. Geralt es un mago agrio y sarcástico hasta el último pelo. Un lobo solitario Es de destacar que él no es un héroe. Sigue un código personal de justicia. En las líneas de “The Witcher” no hay una línea clara entre el bien y el mal. Aquí todo se funde en una complicada esfera social. En este mundo hay un puñado de razas no humanas, y no todas disfrutan del glamour de ser diferentes, por el contrario, sufren prejuicios e indiferencia de la sociedad con sobrepeso: un pequeño ejemplo es donde los elfos de Tolkien eran símbolos de luz y sabiduría, En el mundo de Geralt son tratados con desprecio y arrogancia, casi marginados, viviendo al margen de la sociedad o en reserva.

Bueno, terminemos por hoy. Me gustaría recordarles que el 27 de diciembre el blog tendrá 5 años. Hay muchas emociones Visita el blog y lee mucho. Si te gusta, disfrútalo. Si no, su crítica siempre será válida. Y deja también sugerencias.

Hasta luego. Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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valedopontar.com.br/wp-content/uploads/2019/11/the-witcher-fantastyka.jpg

omelete.com.br/netflix/the-witcher-tudo-que-voce-precisa-saber-entenda#5

pt.wikipedia.org/wiki/Wiedźmin

salaodejogos.net/wp-content/uploads/2018/09/Henry-Cavill-Witcher-Geralt.jpg

cdn.ome.lt/2E_KOwiLH9B8xYxEHxzX7GrpuXI=/fit-in/837×500/smart/uploads/conteudo/fotos/Witcher_B2uKkVW.png

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ovicio.com.br/guia-introdutorio-para-os-livros-e-quadrinhos-de-the-witcher/

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mundodoslivros.com/2017/06/resenha-o-ultimo-desejo-por-andrzej.html

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A GRANDE ESTRELA DE NEIL GAIMAN

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A grande estrela de Neil Gaiman.

What’s up? Como vão todxs? O post do PHANTASTICUS, de hoje, traz mais uma vez, um dos melhores autores de ficção que temos no mercado da LitFan.  Neil Gaiman.

Neil Gaiman

Britânico, que no último dia 10 de novembro completou 59 anos de idade.  Tem entre suas obras “American Gods” e “Good Omens”.  Duas grandes obras e que estão na ponta do iceberg de grandiosidades escritas por Gaiman.

No post do blog “Neil Gaiman – De Sandman a saga dos Deuses Americanos” – de 10/01/2015, fazíamos uma pequena introdução da arte do britânico – que começou a se destacar com o HQ “Sandman” (que hoje podemos acompanhar através de uma adaptação televisiva na HBO).  Se quiser matar as saudades, segue o caminho:

jotacortizo.wordpress.com/2015/01/10/neil-gaiman-de-sandman-a-saga-dos-deuses-americanos/

No mesmo ano de 2015, o PHANTASTICUS falava um pouco mais sobre Gaiman.  No post “O oceano de memórias de Neil Gaiman” (postado em 03/10/2015) o blog dá uma grande “pincelada” na obra do britânico.  Fala-se um pouco de cada um dos principais livros, tais como: “Good Omens” (Belas Maldições), uma comédia fantástica acerca do polémico tema do Armagedon e “Neverwhere”, que vem ao mercado como série de televisão (BBC Two) e como romance, tudo acontecendo no ano de 1996 – a ação de “Neverwhere” se dá em um mundo fictício chamado Londres de Baixo.  Quer relembrar? Olha o link: jotacortizo.wordpress.com/2015/10/03/o-oceano-de-memorias-de-neil-gaiman-el-oceano-de-recuerdos-de-neil-gaiman/
Livro 3

Mas hoje… hoje vamos falar de “Stardust” traduzido como “O Mistério da Estrela”.  O livro é escrito de um jeito um pouco diferente do estilo habitual de Neil. Nele, o autor foi mais descritivo e linear na narrativa, usando um tom mais épico do que o normal, focando nas aventuras de Tristran Thorn.

Stormhold

A estória começa no ano de 1839, em uma cidade chamada Muralha. Neste povoado, próximo a Londres, nada é muito excêntrico ou extraordinário. As pessoas são simples e comuns. As casas são normais e sem cores. O que diferencia o lugar de qualquer outro é o muro que cerca o lugarejo. Lá não é permitida a entrada de ninguém e por isso, toda dia a abertura do muro é vigiada por pelo menos dois guardas para impedir que ninguém ouse passar para o outro lado. Mas… bem, o muro é um portal para uma dimensão mágica, para onde ninguém pode ir, uma terra encantada chamada “Stormhold”.  Entretanto, a cada nove anos, a abertura é liberada para os moradores de Muralha para a feira que é realizada na terra encantada

No início, o livro explora a vida do pai de Tristran, Dunstan. Assim, quando Tristran aparece, nós já sabemos todo o background da estória dele e temos informações de quem é sua mãe, seu pai, sua família, rotina, e assim por diante.

Com dezoito anos, ele se apaixona pela moça mais bonita de Muralha, Victoria. Ele vê uma estrela caindo atrás da Muralha e se arrisca a ir até lá buscá-la como presente, para provar seu amor a Victoria. No meio do caminho, ele se depara com uma bruxa, que tenta ajudá-lo a encontrar a estrela, fingindo não ser interesse próprio na questão e, também, encontra um pequeno homem que o ajuda a encontrar a cidade mágica atrás da Muralha.

Star

Chegando no local onde caiu a estrela, ele … não sabia que a linda estrela tinha a forma de uma linda mulher: Yvaine.  Assim que a encontra, quer levá-la até Victoria – para o aniversário dela e para poder se casar com ela. Mas, sempre um mas, Yvaine está mais em perigo do que pensa. Pois todos a querem. Todos querem o seu poder.  Um deles, o rei de “Stormhold” declarou para seus filhos – que deveriam ter se matado até sobrar um como a tradição, mas não deu certo – que quem recuperasse a estrela seria o rei. Um trio de bruxas velhas querem a estrela para arrancar seu coração e comê-lo, para poder viver por mais quatrocentos (ou mais) anos e voltarem à juventude e beleza.

De todos os que buscam por Yvaine, somente Tristran parece ser capaz de realmente cuidar de sua segurança, embora … estivesse arrastando-a por aí para dá-la de presente pra alguém.

No meio de toda a sua jornada o vemos descobrindo sua verdadeira história, suas origens. Vemos como a própria “Stomhold” reage com ele ao reconhecê-lo como um verdadeiro habitante de seu terreno. É uma história deliciosa e mágica.

Stardust filme

Muito bom!! Vale a pena ler a obra.  Bem, o romance teve duas versões: uma normal, publicada em 1999 e uma ilustrada.  E foi adaptado para o cinema em 2007, com Robert De Niro e Michelle Pfeiffer no elenco.

Gaiman afirma que alguns dos livros que o marcaram mais, durante a infância, foram “The Ka of Gifford Hillary” e “The Haunting of Toby Jugg” de Dennis Wheatley, “The Lord of the Rings” de J. R. R. Tolkien e “The Chronicles of Narnia” de C. S. Lewis. Neil também já afirmou que “Alice no País das Maravilhas” vai ser sempre um dos seus livros preferidos e que em criança o leu várias vezes, ao ponto de o saber de cor.

Licapa 2

Fecho o post com uma frase de Neil Gaiman que remete um pouco da nossa vida:

“As pessoas pensam que sonhos não são reais apenas porque não são feitos de matéria, de partículas. Sonhos são reais. Mas eles são feitos de pontos de vista, de imagens, de memórias e trocadilhos, e de esperanças perdidas.”

Bem.  Terminou.   Gostou? Se gostou do post, curta.  Se não, sua crítica sempre será válida.  E deixe, também, sugestões para novos posts.

Até logo.  Vejo todos vocês no próximo post.

cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Harry Potter – LA GRAN ESTRELLA DE NEIL GAIMAN.

¿Qué pasa? ¿Como te va? La publicación de PHANTASTICUS de hoy presenta una vez más a uno de los mejores escritores de ficción que tenemos en el mercado de LitFan. Neil Gaiman.

Británico, que el último día del 10 de noviembre cumplió 59 años. Entre sus obras se encuentran “American Gods” y “Good Omens”. Dos grandes obras sobre la punta del iceberg de grandeza escritas por Gaiman.

En la publicación del blog “Neil Gaiman – De Sandman, la saga de los Dioses Americanos” – del 10/01/2015, hicimos una breve introducción al arte de los británicos – que comenzó a destacar con el cómic “Sandman” (que podemos seguir hoy a través de de una adaptación televisiva en HBO). Si te lo quieres perder, sigue el camino:

jotacortizo.wordpress.com/2015/01/10/neil-gaiman-de-sandman-a-saga-dos-de-americanos/

En el mismo año 2015, PHANTASTICUS habló un poco más sobre Gaiman. En la publicación “El océano de los recuerdos de Neil Gaiman” (publicado el 10/03/2015), el blog da una gran “pincelada” en el trabajo de los británicos. Se habla un poco sobre cada uno de los principales libros, como “Good Omens”, una comedia fantástica sobre el controvertido tema de Armageddon y “Neverwhere”, que llega al mercado como una serie de televisión de la BBC Two. y como novela, todo sucediendo en 1996: la acción de “Neverwhere” tiene lugar en un mundo ficticio llamado London from Below. ¿Quieres recordar? Mira el enlace: jotacortizo.wordpress.com/2015/10/03/o-ceano-de-memorias-de-neil-gaiman-el-oceano-de-recuerdos-de-neil-gaiman/

Pero hoy … hoy hablaremos de “Stardust” traducido como “El misterio de la estrella”. El libro está escrito un poco diferente del estilo habitual de Neil. En él, el autor fue más descriptivo y lineal en la narrativa, utilizando un tono más épico de lo habitual, centrándose en las aventuras de Tristran Thorn.

La historia comienza en el año 1839 en una ciudad llamada Muro. En este pueblo cerca de Londres, nada es demasiado excéntrico o extraordinario. Las personas son simples y ordinarias. Las casas son normales e incoloras. Lo que distingue al lugar de cualquier otro es el muro que rodea el pueblo. No se permite la entrada de nadie, por lo que todos los días la apertura de la pared está protegida por al menos dos guardias para evitar que alguien se atreva a cruzar. Pero … bueno, el muro es una puerta de entrada a una dimensión mágica a la que nadie puede ir, una tierra encantada llamada “Stormhold”. Sin embargo, cada nueve años, se abre la apertura a los habitantes del Muro para la feria celebrada en la tierra encantada.

Al principio, el libro explora la vida del padre de Tristran, Dunstan. Entonces, cuando Tristran aparece, ya conocemos todos los antecedentes de su historia y tenemos información sobre quién es su madre, su padre, su familia, la rutina, etc.

A los dieciocho años, se enamora de la chica más bonita del Muro, Victoria. Él ve una estrella que cae detrás del Muro y corre el riesgo de ir a buscarla como un regalo para demostrar su amor por Victoria. A mitad de camino, se encuentra con una bruja que trata de ayudarlo a encontrar la estrella, pretendiendo no interesarse en el asunto, y también conoce a un hombre pequeño que lo ayuda a encontrar la ciudad mágica detrás del Muro.

Al llegar donde cayó la estrella, él … no sabía que la hermosa estrella tenía la forma de una mujer hermosa: Yvaine. Una vez que la encuentres, querrás llevarla a Victoria, para su cumpleaños y para poder casarte con ella. Pero, siempre un, pero, Yvaine está más en peligro de lo que piensa. Porque todos lo quieren. Todos quieren tu poder. Uno de ellos, el rey de “Stormhold”, declaró a sus hijos, que deberían haberse matado entre ellos hasta que la tradición se fue, pero no funcionó, que la estrella sería recuperada. Un trío de brujas viejas quiere que la estrella se rompa el corazón y se la coma para poder vivir durante cuatrocientos (o más) años y volver a la juventud y la belleza.

De todos los buscadores de Yvaine, solo Tristran parece ser capaz de cuidar realmente su seguridad, a pesar de que … la estaba arrastrando para dársela a alguien.

En medio de su viaje, lo vemos descubriendo su verdadera historia, sus orígenes. Vemos cómo Stomhold reacciona con él al reconocerlo como un verdadero habitante de su tierra. Es una historia deliciosa y mágica.

¡¡Muy bien!! Vale la pena leer el trabajo. Bueno, la novela tenía dos versiones: una normal, publicada en 1999, y otra ilustrada. Fue adaptada para el cine en 2007 con Robert De Niro y Michelle Pfeiffer en el reparto.

Gaiman afirma que algunos de los libros que más lo marcaron durante la infancia fueron “The Ka of Gifford Hillary” y “The Haunting of Toby Jugg” de Dennis Wheatley, “El señor de los anillos” de JRR Tolkien y “The Chronicles of Narnia” por CS Lewis. Neil también ha declarado que “Alicia en el país de las maravillas” siempre será uno de sus libros favoritos y que de niña lo ha leído muchas veces, hasta el punto de saberlo de memoria.

Cierro la publicación con una oración de N. Gaiman que hace referencia a un poco de nuestra vida:

“La gente piensa que los sueños no son reales solo porque y no están hechos de materia, de partículas. Los sueños son reales.  Pero están formados por puntos de vista, imágenes, recuerdos y juegos de palabras, y esperanzas perdidas “.

Bueno, se acabó. Te gustó Si te gustó la publicación, dale me gusta. Si no, su crítica siempre será válida. Y también dejar sugerencias para nuevas publicaciones.

Hasta luego. Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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pt.wikipedia.org/wiki/Neil_Gaiman

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zoom.com.br/livros/deumzoom/neil-gaiman-melhores-livros

souldoslivros.blogspot.com/2016/06/resenha-25-stardust-o-misterio-da.html

vignette.wikia.nocookie.net/stardust/images/e/e0/Stormhold.png/revision/latest/scale-to-width-down/1000?cb=20130816140221

perplexidadesilencio.blogspot.com/2015/11/o-livro-ou-o-filme-stardust-o-misterio.html

01amordelivro.blogspot.com/2016/02/resenha-stardust-o-misterio-da-estrela.html

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Harry Potter – As Grandes Famílias da saga – Parte I

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: Harry Potter – Harry Potter – As Grandes Famílias da saga – Parte I.

Como vão todxs? Hoje o PHANTASTICUS entra um pouco mais fundo na saga Harry Potter.  JK Rowling criou todo um mundo mágico.  Suas linhas começaram em guardanapos de cafeterias e chegaram a cifras bilionárias.

Capa 2

Bem, e como vamos fazer este mergulho?  Nada melhor do que explorar as grande famílias que influenciaram cada página dos livros de Joanne (JK).

Então, sem muito blá-blá-blá, falaremos da primeira grande família.  Não!! Não serão os Potters.  Seria óbvio.  Iniciaremos com a família do maior influenciador do menino ao adulto Harry Potter.  Falaremos de Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore (no Brasil, conhecido como Alvo) e sua família.

Curiosidade: O sobrenome do maior bruxo da história da magia britânica vem do inglês antigo: “bumblebee”, que poderíamos traduzir para Mamangaba ou Vespa-de-rodeio. Um grande gênero de abelhas (são cerca de 250 espécies) que, diferente de sua prima abelha mais conhecida, pode ferroar mais de uma vez. Uma abelha guerreira e agressiva, e como a própria J.K. Rowling imaginou sobre Albus: ele é uma abelha que fica sobrevoando sua colmeia (Hogwarts), zumbindo e a protegendo.

Dumbledore 1

O Professor Dumbledore, Ordem de Merlin, Primeira Classe, Grande Feiticeiro, (verão de 1881–fim de junho de 1997) foi um professor de Transfiguração (no filme “Animais Fantásticos” era professor de Defesa contra as Artes das Trevas) e depois diretor da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

Gryfindor

Importante: Foi aluno de Hogwarts pela casa de Godric Gryffindor.  Dumbledore era considerado o bruxo mais poderoso de seu tempo. Ele ficou famoso pela sua vitória sobre Gellert Grindelwald, o descobrimento dos doze usos de sangue de dragão e pelo seu trabalho em alquimia com Nicolas Flamel.

Atenção!! Um pequeno alerta de spoiler: Algumas informações deste artigo são derivadas do filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”. Sendo assim, spoilers serão apresentados.

Dumbledore Family

Dumbledore é o sobrenome de uma família bruxa famosa pelas conquistas e/ou notoriedade de vários de seus membros, especialmente Albus. A família carrega sangue tanto mágico quanto trouxa.  Ele era um bruxo mestiço, filho de Percival (bruxo) e Kendra (trouxa) Dumbledore.

Dumbledore 2

Curiosidade: Os Dumbledore não fazem parte das “28 Famílias Sagradas”, ou seja, as famílias inglesas que nunca se misturaram com trouxas nas suas linhagens. Mesmo podendo não ser o único caso entre os Dumbledore, um dos motivos para eles não estarem na lista é justamente o casamento de Percival.

Os Dumbledore viviam em Mould-on-the-Wold, mas se mudaram para Godric’s Hollow após Percival ser mandado para Azkaban por atacar trouxas; ele não informou às autoridades que suas ações eram em retaliação pelo ataque traumatizante em sua filha, Ariana. Os Dumbledore eram assunto de muita fofoca, já que Ariana era raramente vista, e o fato de seus irmãos mais velhos tenham brigado em seu velório.

Capa Hogward

Contudo, Albus Dumbledore logo tornou-se famoso por suas muitas conquistas, incluindo a descoberta dos doze usos do sangue de dragão, a derrota do bruxo das Trevas Gerardo Grindelwald, e por se tornar o diretor da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e liderar a Ordem da Fênix.

Os demais membros da família (pelo menos, os conhecidos):

Percival Dumbledore — Um bruxo, mandado a Azkaban por atacar os trouxas que agrediram sua filha;

Kendra Dumbledore — Nascida trouxa, mãe de Alvo, Aberforth e Ariana, dedicou-se a cuidar da filha após o acontecido em Mould-on-the-Wold e a prisão de seu marido Percival. Morreu acidentalmente em Godric’s Hollow, em uma explosão, numa das crises de Ariana;

Aberforth Dumbledore — Alto e magro, de cabelos grisalhos compridos e barba. Usa óculos, como o irmão. Trabalha no Cabeça de Javali em Hogsmeade. Acusado de praticar feitiços impróprios em um bode e responsável pelo nariz torto de Albus, o qual foi quebrado durante o enterro de Ariana. Ajudou Harry, Rony, Hermione e outros a entrar em Hogwarts na batalha em que ocorreu a queda de Voldemort.

Ariana Dumbledore — Irmã mais nova de Albus e Aberforth. A habilidade mágica de Ariana descontrolou-se quando três garotos trouxas a viram e a atacaram por fazer mágica, quando ainda era muito pequena. Tentaram fazê-la repetir um truque, não conseguindo, a atacaram, causando um forte trauma. Percival foi mandado para Azkaban por atacar os garotos, uma vez que não disse o que fizeram a sua filha temendo que a levassem para o St.Mungus.

A mágica ainda existia dentro de Ariana, e esta não conseguia controlá-la e acidentalmente matou sua mãe (surge aí uma grande teoria de que a jovem era uma obscurial)*. Alguns meses depois foi morta ao tentar intervir em uma briga de Albus, Aberforth e Grindelwald. Não se sabe de quem foi o feitiço.

Obscurus

Observações:

  1. Existem alusões a uma tia de Albus, chamada Honória, mas o seu relacionamento com a família é desconhecido. Ela trabalhou no Escritório do Uso Indevido da Magia, e nunca se casou.
  2. Aurelius Dumbledore — Credence Barebone, um bruxo norte-americano (e, também um obscurial*) que viveu durante o século XX. Ele é o filho adotivo de Mary Lou Barebone, que é líder da Sociedade Filantrópica Nova Salém, um grupo anti-bruxaria, existente em Nova Iorque. Credence teve duas irmãs adotivas, Chastity e Modesty, morando com elas e sua mãe adotiva. Credence era um Obscurial, sendo o mais velho já registrado, quebrando o recorde anterior de 10 anos de idade. Isso prova do quão poderoso ele era como bruxo. Em “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, o próprio Grindelwald revela a Creedence que ele, na verdade, era Aurélio Dumbledore. Verdade ou mentira?  Existem muitas incoerências e muitas ligações na relação dos Dumbledore.

* Quando os bruxos ainda estavam sendo caçados pelos trouxas, jovens feiticeiros e bruxas por vezes tentavam suprimir sua magia para evitar a perseguição.  Então, em vez de aprender a aproveitar ou controlar seus poderes, eles desenvolveram o que foi chamado de “Obscurus”. Um obscurial pode perder o controle quando atinge seu ponto de ruptura emocional e mental, liberando seu Obscurus como um vento destrutivo invisível (ou quase invisível). Em casos extremos, eles podem se transformar fisicamente em um Obscurus.

Sobre esta condição de Credence ou Aurelius pertencer a família Dumbledore existem dúvidas e muitas teorias.  Assim, o que podemos destacar é que: A história de Harry Potter que foi escrita não menciona Dumbledore ter outro irmão, então algumas possibilidades sobre como Aurelius surgiu estão por aí. Uma possibilidade é que Kendra e / ou Percival tenham outro filho em segredo, embora isso seja complicado pelo fato de Percival ter passado a maior parte da vida de Albus na prisão e Kendra ter morrido enquanto Albus estava na escola. Além disso, Albus conhece a existência dessa criança? Foi por isso que ele enviou Newt a Nova York para encontrar Credence?

Fenix

Outra possibilidade (e bem forte) é que Grindelwald esteja mentindo. Sabemos que Grindelwald pode ser persuasivo, e toda a razão pela qual ele precisa de Credence é porque ele acredita que o bruxo é o único que pode derrotar Albus Dumbledore. Como isso explica a fênix na cena final de Animais Fantásticos 2? Bem, Grindelwald é um mago extremamente poderoso, então talvez ele tenha conjurado isso.

Mas há uma terceira possibilidade que é muito interessante: o próprio Credence não é irmão de Albus, mas o Obscurus dentro dele é na verdade o Obscurus de Ariana. A linha do tempo é um pouco instável, mas provavelmente seria uma boa notícia para os fãs que não são loucos por essa reconstituição da história de Dumbledore com um irmão secreto. Sabemos de Animais Fantásticos 1 que quando o hospedeiro Obscurial morre, os Obscurus geralmente desaparecem com eles, mas Newt foi capaz de manter um Obscurus vivo quando a criança hospedeira morreu. Então, como o Obscurus de Ariana chegaria ao Baby Credence? É difícil saber, mas parece uma possibilidade genuína.

Desta forma, só com a chegada do terceiro filme da franquia “Fantastic Beasts” (Animais Fantásticos) é que teremos mais respostas (já que o livro não explora os acontecimentos e somente cita os animais e seres mágicos).

Wizard 2

Para concluir, gostaria de postar duas frases ditas pelo nosso querido Dumbledore e que devem nos fazer refletir …. E muito.

São as nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades.” e “Daqui a um tempo nós teremos que escolher entre o que é certo e o que é fácil”.

Bem.  Acabou por hoje.   Se gostou, curta.  Se não, sua crítica sempre será válida.  E deixe, também, sugestões.

Até logo.  Vejo todos vocês no próximo post.

cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Harry Potter – Las grandes familias de la saga – Parte I.

¿Como te va? Hoy PHANTASTICUS profundiza un poco más en la saga de Harry Potter. JK Rowling ha creado todo un mundo mágico. Sus líneas comenzaron en servilletas de café y alcanzaron cifras de mil millones de dólares.

Bueno, ¿Cómo hacemos esta inmersión? Nada mejor que explorar las grandes familias que influyeron en cada página de los libros de Joanne (JK).

Así que sin mucho bla, bla, bla, hablaremos de la primera gran familia. ¡¡No!! No serán los Potter. Sería obvio. Comenzaremos con la familia del mayor influyente del niño para el adulto Harry Potter. Hablaremos sobre Albus Percival Wulfric Brian Dumbledore (en Brasil, conocido como Albus) y su familia.

Curiosidad: el apellido del mago más grande en la historia de la magia británica proviene del inglés antiguo: “abejorro”, que podríamos traducir a Mamangaba o avispa de rodeo. Un gran género de abejas (alrededor de 250 especies) que, a diferencia de su primo abeja más conocido, puede picar más de una vez. Un guerrero y una abeja agresiva, y como JK Rowling misma imaginó sobre Albus: él es una abeja que se cierne sobre su colmena (Hogwarts), zumbando y protegiéndola.

El Profesor Dumbledore, Orden de Merlín, Primera Clase, Gran Mago, (verano de 1881 – finales de junio de 1997) fue un maestro de Transfiguración (en la película “Animales fantásticos” fue un maestro de Defensa contra las Artes Oscuras) y luego director. de la escuela de brujería y hechicería de Hogwarts. Importante: fue alumno de Hogwarts en la casa de Godric Gryffindor. Dumbledore fue considerado el mago más poderoso de su tiempo. Se hizo famoso por su victoria sobre Gellert Grindelwald, el descubrimiento de los doce usos de la sangre de dragón y su trabajo de alquimia con Nicolas Flamel.

Atencion !! Una pequeña advertencia de spoiler: cierta información de este artículo se deriva de la película “Animales fantásticos: crímenes de Grindelwald”. Por lo tanto, se presentarán spoilers.

Dumbledore es el apellido de una familia de brujas famosa por los logros y / o notoriedad de varios de sus miembros, especialmente Albus. La familia lleva sangre mágica y muggle. Era un mago mestizo, hijo de Percival (mago) y Kendra (muggle) Dumbledore.

Curiosidad: los Dumbledore no forman parte de las “28 Santas Familias”, es decir, familias inglesas que nunca se han mezclado con muggles en sus linajes. Si bien este puede no ser el único caso entre los Dumbledore, una de las razones por las que no están en la lista es precisamente el matrimonio de Percival.

El Dumbledore vivió en Mold-on-the-Wold, pero se mudó a Godric’s Hollow después de que Percival fue enviado a Azkaban por atacar a los muggles; No informó a las autoridades que sus acciones fueron en represalia por el ataque traumático contra su hija, Ariana. El Dumbledore era motivo de muchos chismes, ya que Ariana rara vez se veía, y el hecho de que sus hermanos mayores habían luchado a su paso.

Sin embargo, Albus Dumbledore pronto se hizo famoso por sus muchos logros, incluido el descubrimiento de los doce usos de la sangre de dragón, la derrota del mago oscuro Gerardo Grindelwald y por convertirse en el director de la Escuela de Brujería y Hechicería de Hogwarts. La Orden del Fénix.

Otros miembros de la familia (al menos conocidos):

Percival Dumbledore: un mago, enviado a Azkaban por atacar a los muggles que asaltaron a su hija;

Kendra Dumbledore, madre nacida de muggles de Albus, Aberforth y Ariana, se dedicó a cuidar a su hija después de lo que sucedió en Mold-on-the-Wold y al arresto de su esposo Percival. Murió accidentalmente en Godric’s Hollow en una explosión en una de las crisis de Ariana;

Aberforth Dumbledore – Alto y delgado, con largo cabello gris y barba. Lleva gafas como su hermano. Trabaja en la cabeza de jabalí en Hogsmeade. Acusado de practicar hechizos inapropiados en una cabra y responsable de la nariz torcida de Albus, que se rompió durante el funeral de Ariana. Ayudó a Harry, Ron, Hermione y otros a ingresar a Hogwarts en la batalla de la caída de Voldemort.

Ariana Dumbledore – Hermana menor de Albus y Aberforth. La habilidad mágica de Ariana se volvió loca cuando tres niños muggles la vieron y la atacaron por hacer magia cuando era muy joven. Intentaron que repitiera un truco, pero fallaron, la atacaron y le causaron un trauma severo. Percival fue enviado a Azkaban por atacar a los niños, ya que no dijo lo que le hicieron a su hija por temor a que la llevaran a St.Mungus.

La magia todavía existía dentro de Ariana, y Ariana no pudo controlarla y accidentalmente mató a su madre (surge una gran teoría de que la niña era una obscura) *. Unos meses más tarde fue asesinada tratando de intervenir en una pelea entre Albus, Aberforth y Grindelwald. Se desconoce de quién fue el hechizo.

Observaciones:

  1. Hay alusiones a una tía de Albus llamada Honoria, pero su relación con su familia es desconocida. Ella trabajó en la Oficina del Mal Uso de la Magia, y nunca se casó.
  2. Aurelius Dumbledore – Credence Barebone, un mago estadounidense (y también un obscuro *) que vivió durante el siglo veinte. Él es el hijo adoptivo de Mary Lou Barebone, quien es el líder de la Sociedad Filantrópica New Salem, un grupo anti-brujería en Nueva York. Credence tenía dos hermanas adoptivas, Chastity y Modesty, que vivían con ellas y su madre adoptiva. Credence fue un Obscurial, siendo el más antiguo jamás registrado, rompiendo el récord anterior de 10 años. Demuestra lo poderoso que era como mago. En “Animales fantásticos: los crímenes de Grindelwald”, el propio Grindelwald le revela a Creedence que en realidad era Aurelius Dumbledore. ¿Verdad o mentira? Hay muchas inconsistencias y muchos enlaces en la relación de Dumbledore.

* Cuando los muggles todavía perseguían a las brujas, los jóvenes magos y brujas a veces intentaban suprimir su magia para evitar la persecución. Entonces, en lugar de aprender a aprovechar o controlar sus poderes, desarrollaron lo que se llamó “Obscurus”. Un obscurial puede perder el control cuando alcanza su punto de ruptura emocional y mental, liberando su Obscurus como un viento destructivo invisible (o casi invisible). En casos extremos, pueden convertirse físicamente en un Obscurus.

Sobre esta condición de Credencia o Aurelio perteneciente a la familia Dumbledore hay dudas y muchas teorías. Entonces, lo que podemos destacar es que: la historia de Harry Potter que se escribió no menciona que Dumbledore tenga otro hermano, por lo que existen algunas posibilidades de cómo surgió Aurelius. Una posibilidad es que Kendra y / o Percival tengan otro hijo en secreto, aunque esto se complica por el hecho de que Percival pasó la mayor parte de la vida de Albus en prisión y Kendra murió mientras Albus estaba en la escuela. Además, ¿Albus sabe la existencia de este niño? ¿Es por eso que envió a Newt a Nueva York para encontrar a Credence?

Otra posibilidad (y muy fuerte) es que Grindelwald mienta. Sabemos que Grindelwald puede ser persuasivo, y toda la razón por la que necesita Credence es porque cree que el mago es el único que puede derrotar a Albus Dumbledore. ¿Cómo explica esto al fénix en la escena final de Fantastic Beasts 2? Bueno, Grindelwald es un mago extremadamente poderoso, así que tal vez lo conjuró.

Pero hay una tercera posibilidad que es muy interesante: Credence mismo no es el hermano de Albus, pero el Obscurus dentro de él es en realidad el Obscurus de Ariana. La línea de tiempo es un poco inestable, pero probablemente sería una buena noticia para los fanáticos que no están locos por esta recreación de la historia de Dumbledore con un hermano secreto. Sabemos por Fantastic Animals  que cuando el huésped Obscurial muere, el Obscurus generalmente desaparece con ellos, pero Newt pudo mantener un Obscurus vivo cuando el niño huésped murió. Entonces, ¿cómo llegaría Obscurus de Ariana a Baby Credence? Es difícil saberlo, pero parece una posibilidad genuina.

Por lo tanto, solo con la llegada de la tercera película de la franquicia “Animales fantásticos” tendremos más respuestas (ya que el libro no explora eventos y solo cita animales y seres mágicos).

Para concluir, me gustaría publicar dos frases pronunciadas por nuestro querido Dumbledore que deberían hacernos reflexionar … Y mucho.

“Son nuestras elecciones las que revelan lo que realmente somos, mucho más que nuestras cualidades” y  “En un momento tendremos que elegir entre lo que es correcto y lo que es fácil”.

Bueno, se acabó por hoy. Si te gusta, disfrútalo. Si no, su crítica siempre será válida. Y deja también sugerencias.

Hasta luego. Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa:images4.alphacoders.com/552/thumb-1920-552093.jpg en.wikipedia.org/wiki/Albus_Dumbledore

aminoapps.com/c/potter-amino-em-portugues/page/blog/o-que-e-um-obscurial/g7pG_0et6uV5WxNQmKV2rk7LgBLMwlMX6E

harrypotter.fandom.com/pt-br/wiki/Alvo_Dumbledore

aminoapps.com/c/potter-amino-em-portugues/page/blog/familia-dumbledore/nb0w_5etLuWnrGodD84YQ6VxKde3l1xmQJ

harrypotter.fandom.com/pt-br/wiki/Credence_Barebone

d.wattpad.com/story_parts/685867539/images/157c9ac15d773a8719631640951.jpg

pa1.narvii.com/6294/aa8d1ee9b8767e0f74d1ed1e6358f89e2ecdd7f7_hq.gif

medium.com/@fabrizius1/conheça-os-dumbledore-fb9056f466d8

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cinemablend.com/news/2461778/6-big-dumbledore-family-things-to-know-after-fantastic-beasts-2

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collider.com/fantastic-beasts-2-dumbledore-brother-explained/

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i.pinimg.com/564x/5f/da/5d/5fda5d75168fcbdcb491c0336eaf2c61.jpg

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As Escolas de Magia da LitFan – volume III

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: As Escolas de Magia da LitFan – volume III.

Olá para todos.  Hoje o PHANTASTICUS retorna com o tema já trabalhado em outros dois posts (e subutilizado em mais outros dois).  A Escola de Magia.  Nos quatro posts que o blog publicou, abordamos a Escola de Magia dentro da saga “Harry Potter”, da brilhante autora Joanne “Jo” K. Rowling.  Mas, podemos fugir um pouco da saga e encontrar outras escolas de magia na Literatura Fantástica ou em outro recanto da fantasia?

Magia 2

Mas, antes disto, relembre os post que citamos.

jotacortizo.wordpress.com/2017/01/21/as-escolas-de-magia-espalhadas-pelo-nosso-mundo/

jotacortizo.wordpress.com/2019/03/24/conheca-mais-escolas-de-magia-espalhadas-pelo-nosso-mundo/

jotacortizo.wordpress.com/2018/06/16/os-corajosos-e-ousados-de-godric-gryffindor/

jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/os-fundadores-de-hogwarts/

Bem, de volta ao tema, o que você entende por “escola de magia”?

Livro DD

Em D&D (Dungeons & Dragons) – jogo de RPG – extremamente inspirado na obra do magistral J.R.R. Tolkien (The Lord of the Rings – O Senhor dos Aneis) – As magias são divididas em oito grupos distintos, chamados de escolas de magia.

Wizard

E cada uma destas escolas é definida por um tema comum, como a ilusão ou a necromancia. São como escolas de especialização.  O mago precisa decidir se tornar um especialista e determinar sua escola de especialização no começo do RPG.

CapaÉ impossível alterar a especialização posteriormente. As oito escolas de magia arcana são: Abjuração, Adivinhação, Conjuração, Encantamento, Evocação, Ilusão, Necromancia e Transmutação.

Abjuração: Magias de proteção, bloqueio ou banimento.

Adivinhação: Magias que revelam informações.

Conjuração: Magias que invocam criaturas ou materiais.

Encantamento: Magias que fornecem alguma qualidade ao alvo ou concedem poder sobre outras criaturas para o mago.

Evocação: Magias que manipulam energia ou criam materiais do nada.

Ilusão: Magias que alteram a percepção ou criam imagens falsas.

Necromancia: Magias que manipulam, criam ou eliminam a vida e a força vital.

Transmutação: Magias que transformam fisicamente o alvo ou mudam suas propriedades de forma sutil.

Mapa acampamentoolimpianos

Se rebuscarmos a LitFan encontramos na obra de Rick Riordan (Percy Jackson & the Olympians – Percy Jackson & os Olimpianos) o mesmo conceito de escola.  Desta vez, não é bem de magia.  O “acampamento” (Camp Half-Blood – Acampamento Meio-Sangue) secreto de semideuses gregos localizado em Long Island.  O acampamento tem fronteiras mágicas.  Lá, os semideuses recebem orientação sobre seus pais (os deuses do Olimpo), treinamento para batalha e outras coisas mais.

O acampamento está dividido em “casas” relacionadas a cada deus olimpiano (cada “aluno” é um semideus, filho do deus correspondente com um humano).  São eles:  Zeus, Poseidon, Deméter, Hera, Afrodite, Ares, Hefesto, Ártemis, Apolo, Atena, Dionísio e Hermes.  Percy Jacson é filho de Poseidon.

Curiosidade: Ainda temos Hades (deus do submundo) que não está representado do acampamento.

Segue um resumo de como começou o acampamento: Os primeiros seis estudantes foram levados para Quíron (o centauro que é Diretor de Atividades) para treinar por Apolo na Grécia Antiga. Seus nomes eram: Enéias, que lutou por Tróia na Guerra de Tróia; O primeiro Jason, que capitaneou Argo; Aquiles, que foi mergulhado no Styx; Atalanta, que era uma renomada caçadora; Asclépio, filho de Apolo, que se tornou o deus imortal da medicina e o primeiro Perseu, que mataria a Medusa. De acordo com vários membros, o acampamento treinou algumas figuras muito famosas, incluindo alguns presidentes dos Estados Unidos como George Washington, filho de Athena. O Acampamento Meio-Sangue começou na Grécia Antiga, no sopé do Monte Pelion, que era a casa de Quíron. Como cresceu em tamanho, ele teve que se mudar para a base do Monte Olimpo, e um dia Apolo apareceu com uma horda de sátiros para ajudar os semideuses a encontrar o caminho para o campo de treinamento. Através dos tempos, o Acampamento Meio-Sangue moveu-se com os deuses e o núcleo da Civilização Ocidental. É um santuário para semideuses, mas antes que houvesse fronteiras mágicas, as coisas eram muito mais perigosas. Certa noite, na Grécia Antiga, um gigantesco exército de monstros invadiu o acampamento, que quase foi apagado da história naquele dia. Na manhã seguinte, os deuses concederam as fronteiras mágicas do Acampamento Meio-Sangue que ficaram lá desde então. Cinco anos antes de Percy chegar ao acampamento, Thalia Grace, filha de Zeus. Chegou perto de morrer na fronteira, disposta a se sacrificar para permitir que suas amigas, Annabeth, Luke Castellan e Grover, alcançassem a segurança do acampamento. Em seus momentos finais, seu pai Zeus teve pena dela e transformou-a em um pinheiro, sustentando sua força vital dentro dela. A posição de sua árvore na fronteira permitiu que seu espírito fortalecesse as fronteiras do acampamento.

Demais!! Rick Riordan soube transformar a mitologia grega em algo inimaginável – até então.

Mago

Mas, que tal uma reflexão? A literatura fantástica tem se tornado escola e casa de muitas pessoas.  Autores e leitores comungam de viver, por alguns momentos, uma fantasia em suas vidas (por vezes tão difícil).  E se compararmos com nossa vida real?  Não é impossível encontrar muitas semelhanças entre a escola mais famosa do mundo bruxo (Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts) e o seu colégio. Claro!! Afinal, é meio óbvio que J.K. Rowling se inspirou no ambiente escolar real para criar o lugar mais fantástico que existe na saga. Mesmo que a sua lista de material escolar (ou a de seu filho ou filha) não pede varinhas mágicas.  É o caso, por exemplo, daquele professor bonzinho que sempre aumenta sua nota na média final e elogia seu esforço, assim como o Flitwick, que ministra as aulas de feitiços em Hogwarts. Ou então, que tal, aquele inspetor que vai com a sua cara e deixa você passear no corredor por uns cinco minutos antes da aula começar, exatamente como o Hagrid faria. Tem também a professora que dá aulas incríveis e inspiradoras, como a McGonagall, e aquela que parece estar falando grego ou etrusco o tempo todo – e olha que ela nem precisa ser tão excêntrica quanto a Trelawne.

Snape

 

E fechando, vamos ser sinceros: Quem nunca teve um daqueles professores que adoram pegar no seu pé, que nem o Severo Snape? Você até sabe que é para o seu bem, mas nunca vai entender o porquê de tanta implicância.

 

A escola, seja ela bruxa ou trouxa, pode ser o lugar mais assustador do mundo. Ou o mais acolhedor! E ainda que você não esteja aprendendo habilidades mágicas incríveis, pode se gabar de que sua vida escolar tem pelo menos uma coisa em comum com O-Garoto-Que-Sobreviveu (nosso querido Harry): uma turma de amigos que tem a ver com você e passa pelos mesmos desafios todos os dias!

Bem.  Acabou por hoje.  Sonhamos um pouco e – quem sabe – aprendemos um pouquinho.  No mínimo, abrimos a mente.

Tentei fazer um post diferente e alusivo – um pouco – como nossa vida “regular”.  Se gostou, curta.  Se não, sua crítica é sempre válida.  E deixe, também, sugestões.

Até logo.  Vejo todos vocês no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Escuelas de Magia de LitFan – Volumen III.

Hola para todos. Hoy PHANTASTICUS regresa con el tema ya trabajado en otras dos publicaciones (y subutilizado en dos más). La escuela de magia. En las cuatro publicaciones que ha publicado el blog, cubrimos la Escuela de Magia dentro de la saga “Harry Potter” de la brillante autora Joanne “Jo” K. Rowling. ¿Pero podemos escapar un poco de la saga y encontrar otras escuelas de magia en Literatura fantástica o en otro rincón de la fantasía?

Pero antes de eso, recuerda las publicaciones que citamos.

jotacortizo.wordpress.com/2017/01/21/the-magic-schools-spread-by-our-world/

jotacortizo.wordpress.com/2019/03/24/know-more-school-of-magic-scattered-by-our-world/

jotacortizo.wordpress.com/2018/06/16/gold-and-godric-gryffindor/

jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/hogwarts-founders/

Bueno, volviendo al tema, ¿qué quieres decir con “escuela de magia”?

En D&D (Dungeons & Dragons) – juego de rol – extremadamente inspirado por el trabajo magistral J.R.R. Tolkien (El señor de los anillos) – Los hechizos se dividen en ocho grupos distintos, llamados escuelas de magia.

Y cada una de estas escuelas está definida por un tema común, como la ilusión o la nigromancia. Son como escuelas de especialización. El mago debe decidir convertirse en un experto y determinar su escuela de especialización al comienzo del juego de roles. Es imposible cambiar la especialización más tarde. Las ocho escuelas de magia arcana son: abjuración, adivinación, conjuración, encantamiento, invocación, ilusión, nigromancia y transmutación.

Abjuración: hechizos de protección, bloqueo o destierro.

Adivinación: hechizos que revelan información.

Conjuración: hechizos que convocan criaturas o materiales.

Encantamiento: hechizos que proporcionan cierta calidad al objetivo o otorgan poder a otras criaturas para el mago.

Invocación: hechizos que manipulan energía o crean materiales de la nada.

Ilusión: hechizos que alteran la percepción o crean imágenes falsas.

Nigromancia: hechizos que manipulan, crean o eliminan la vida y la fuerza vital.

Transmutación: hechizos que transforman físicamente el objetivo o cambian sutilmente sus propiedades.

Si rechazamos LitFan, encontramos en el trabajo de Rick Riordan (Percy Jackson y los Olímpicos) el mismo concepto de escuela. Esta vez, no es magia. El campo secreto “Campamento Mestizo” de semidioses griegos ubicado en Long Island. El campamento tiene fronteras mágicas. Allí, los semidioses reciben orientación sobre sus padres (los dioses del Olimpo), entrenamiento de batalla y otras cosas.

El campamento se divide en “casas” relacionadas con cada dios olímpico (cada “estudiante” es un semidiós, hijo del dios correspondiente con un humano). Ellos son: Zeus, Poseidón, Deméter, Hiedra, Afrodita, Ares, Hefesto, Artemisa, Apolo, Atenea, Dioniso y Hermes. Percy Jacson es el hijo de Poseidón.

Curiosidad: Todavía tenemos a Hades (dios del inframundo) que no está representado en el campamento.

Aquí hay un resumen de cómo comenzó el campamento: los primeros seis estudiantes fueron llevados a Quirón (el centauro que es Director de Actividades) para entrenar para Apolo en la Antigua Grecia. Sus nombres eran: Eneas, que luchó por Troya en la Guerra de Troya; El primer Jason, que capitaneó a Argo; Aquiles, que se sumergió en el Styx; Atalanta, que era un famoso cazador; Asclepio, hijo de Apolo, que se convirtió en el dios inmortal de la medicina y el primer Perseo, que mataría a Medusa. Según varios miembros, el campo ha entrenado a algunas figuras muy famosas, incluidos algunos presidentes estadounidenses como George Washington, el hijo de Athena. El campamento mestizo comenzó en la antigua Grecia, al pie del monte Pelión, que era el hogar de Quirón. A medida que crecía, tuvo que mudarse a la base del Monte Olimpo, y un día Apolo apareció con una horda de sátiros para ayudar a los semidioses a llegar al campo de entrenamiento. A través de los siglos, Camp Half Blood se ha movido con los dioses y el núcleo de la civilización occidental. Es un santuario para los semidioses, pero antes de que hubiera límites mágicos, las cosas eran mucho más peligrosas. Una noche en la antigua Grecia, un ejército gigante de monstruos asaltó el campamento, que casi fue borrado de la historia ese día. A la mañana siguiente, los dioses otorgaron los límites mágicos del Campamento Mestizo que han estado allí desde entonces. Cinco años antes de que Percy llegara al campamento, Thalia Grace, hija de Zeus. Estuvo a punto de morir en la frontera, dispuesta a sacrificarse para permitir que sus amigos, Annabeth, Luke Castellan y Grover, llegaran a la seguridad del campamento. En sus últimos momentos, su padre Zeus se compadeció de ella y la convirtió en un árbol de pino, manteniendo su fuerza vital dentro de ella. La posición de su árbol en la frontera permitió que su espíritu fortaleciera las fronteras del campamento.

¡¡Demasiado!! Rick Riordan sabía cómo convertir la mitología griega en algo inimaginable, hasta entonces.

Pero ¿qué tal una reflexión? Literatura fantástica ha sido Una escuela y hogar para muchas personas. Autores y lectores comparten en vivir por un momento una fantasía en sus vidas (a veces tan difícil). ¿Qué pasa si nos comparamos con nuestra vida real? No es imposible encontrar muchas similitudes entre la escuela más famosa del mundo mágico (Hogwarts School of Witchcraft and Wizardry) y su escuela secundaria. ¡¡Claro!! Después de todo, es bastante obvio que J.K.Rowling se inspiró en el entorno escolar real para crear el lugar más fantástico de la saga. Incluso si su lista de útiles escolares (o la de su hijo o hija) no pide varitas mágicas. Este es el caso, por ejemplo, de un buen maestro que siempre aumenta su calificación en la calificación final y elogia sus esfuerzos, al igual que Flitwick, que enseña clases de hechizos en Hogwarts. ¿O qué tal ese inspector que va con tu cara y te permite caminar por el pasillo durante unos cinco minutos antes de que comience la clase, al igual que lo haría Hagrid? También está la maestra que imparte clases increíbles e inspiradoras como McGonagall, y la que parece hablar griego o etrusco todo el tiempo, y ni siquiera tiene que ser tan excéntrica como Trelawne. Y para terminar, seamos honestos: ¿Quién nunca ha tenido uno de esos maestros a los que les encanta pisar, como Severus Snape? Incluso sabes que es por tu propio bien, pero nunca entenderás por qué tanta molestia con las mascotas.

La escuela, ya sea bruja o muggle, puede ser el lugar más aterrador del mundo. ¡O lo más acogedor! Y aunque no estás aprendiendo habilidades mágicas increíbles, puedes presumir de que tu vida escolar tiene al menos una cosa en común con O-Boy-Who-Lived (nuestro querido Harry): una clase de amigos que tiene que ver contigo y ve a través de los mismos desafíos todos los días!

Bueno, se acabó por hoy. Soñamos un poco y, quién sabe, aprendimos un poco. Por lo menos, abrimos la mente. Traté de hacer una publicación diferente y alusiva, un poco, como nuestra vida “normal”. Si te gusta, disfrútalo. Si no, su crítica siempre es válida. Y deja también sugerencias.

Hasta luego. Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: images.wallpaperscraft.com/image/book_sphere_magic_sorcery_46753_1920x1080.jpg

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glad-you-came.weebly.com/escolas-de-magia.html

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pt.wikipedia.org/wiki/Percy_Jackson_&_the_Olympians

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vassourasurbanas.com.br/wp-content/uploads/2017/03/AMB07-640×480.jpg

acampamentomeiosangue.fandom.com/pt/wiki/Olimpianos

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camphalfbloodrpg.com/acampamentomeiosangue

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guiadoestudante.abril.com.br/universidades/toda-escola-tem-um-lado-meio-hogwarts/

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O estranho e o bizarro da New Weird

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: O estranho e o bizarro da New Weird.

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Olá para todos.  Hoje o PHANTASTICUS busca dar um pouco mais de luz para uma das variações, ou melhor, de um subgênero da Fantasia/Ficção.  Vamos falar um pouco de (ou da) “New Weird” (que na tradução literal pode ser entendida como “Novo Estranho”).  Me assustei no início – e depois lendo – mais ainda.  Há uma grande evolução na formatação dos subgêneros da Ficção.  Se pensarmos bem, desde que o mundo é mundo, o ser humano se esforça (muito) para determinar caixinhas para seus “assuntos”. Classificar está em nosso DNA. Gostamos de ter controle sobre o que algo é (ou significa) e sobre o que ele não é, na ideia de formar um sentimento de segurança e previsibilidade.

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Sou do tempo em que estávamos restritos ao um gênero literário (o Fantástico) e seus três gêneros – fantasia, ficção científica e terror.  Mas, estes tempos já se foram.  O mercado se segmentou, e com isso “fraturou” a literatura, que se enclausura nos três conjuntos citados: FC (espaçonaves, alienígenas, viagens no tempo), fantasia (castelos, dragões, magia) e horror (vampiros, monstros, criaturas malignas em geral). Busquei me aprofundar – um pouco – no assunto e encontrei mais de vinte subgêneros apenas para a SciFi (Ficção Científica – FC).  Vou listá-los agora.  Prestem atenção, pois há algumas similaridades e muitas diferenças entre eles:

AFROFUTURISTA – Narrativa que combina ficção científica e cosmologia africana;

CIBERPUNK – Ficção que mescla ciência e tecnologia avançadas (cibernética, informática, neuro próteses, realidade virtual) e um certo grau de desordem social.  Diversos derivados estão “nascendo” e aí vão alguns deles:

NANOPUNK – Descreve um mundo em que os nanites são amplamente utilizados e as nanotecnologias são as forças tecnológicas predominantes na sociedade.

BIOPUNK – Se concentra nas implicações da biotecnologia e não na tecnologia da informação. O biopunk está preocupado com a biologia sintética. Ele é derivado do cyberpunk envolvendo hackers, megaempresas de biotecnologia e agências governamentais opressivas que manipulam o DNA humano.

STEAMPUNK – Ficção ambientada numa Era Vitoriana (meados do século XIX) alternativa, tecnologicamente avançada, em que máquinas complexas são movidas não pela eletricidade, mas pelo vapor.

DIESELPUNK – É um derivado do subgênero que apresenta um estilo de arte baseado na estética popular entre a Primeira Guerra Mundial e o final da Segunda Guerra Mundial. O estilo combina as influências artísticas e de gênero do período (incluindo revistas de celulose, filmes seriados, filmes noir, art deco e pin-ups em tempos de guerra) com tecnologia retro futurista e sensibilidades pós-modernas.

STONEPUNK – Refere-se a trabalhos realizados aproximadamente durante a Idade da Pedra, nos quais os personagens utilizam a Revolução Neolítica – uma tecnologia construída a partir de materiais mais ou menos consistentes com o período, mas possuindo complexidade e função anacrônicas.

Temos ainda mais um punhado de termos divergentes com base nos conceitos gerais de ciber e steampunk. Estes são tipicamente considerados não oficiais – mas, ainda estamos buscando as caixinhas para enquadrar os estilos e formatos.

DISTOPIA – Ramo da FC ambientado em um Estado futuro totalitário, em que há um opressivo controle da sociedade;

ESOTÉRICA – Narrativa que aproxima o conhecimento mensurável (ciência) do conhecimento paranormal (ocultismo);

EXOBIOLÓGICA – Ramo da FC que trata das excêntricas formas de vida alienígena;

FC HARD – Subgênero caracterizado por seu interesse nas leis da biologia, da química e da física, no detalhe tecnológico e na absoluta precisão científica;

FC SOFT (também chamada de new wave) – Subgênero cujas tramas tendem a privilegiar os dramas humanos, os relacionamentos e sentimentos, deixando em segundo plano os detalhes do instrumental tecnológico e das leis físicas;

FEMINISTA – Narrativa que veicula a crítica feminista contra a opressão machista e patriarcal;

HISTÓRIA ALTERNATIVA – Ficção cuja trama transcorre num mundo em que a História possui um ponto de divergência em relação à História como nós a conhecemos;

IMORTALIDADE – Narrativa em que a biotecnologia investiga certos meios de neutralizar o processo de envelhecimento, com o objetivo de aumentar indefinidamente a expectativa de vida;

IMPÉRIO GALÁCTICO – Narrativa sobre um império disseminado por toda uma galáxia, conectando milhares de planetas e milhões de civilizações;

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL – Subgênero que trata de softwares, robôs e androides tão ou mais inteligentes do que os seres humanos que os criaram;

INVASÃO ALIENÍGENA – Subgênero no qual uma sociedade extraterrestre tecnologicamente superior invade a Terra com o intuito de tomar o lugar da espécie humana ou de escravizá-la ou, em alguns casos, para usar os humanos como alimento;

PÓS-APOCALIPSE – Narrativa ambientada em um mundo quase sem ninguém, devastado por uma guerra ou uma pandemia;

PRIMEIRO CONTATO – Narrativa sobre o primeiro encontro entre humanos e alienígenas;

REALIDADE PARALELA – Subgênero que trata das outras realidades que coexistem e se comunicam com a nossa, podendo ser acessadas por meio de portais físicos ou mentais;

SATÍRICA – Ficção que se apropria dos principais elementos dos outros subgêneros, exagerando-os ou distorcendo-os;

SPACE OPERA – Ramo da FC que enfatiza a aventura heroica, a ação interplanetária, os cenários exóticos e o enfrentamento épico;

UFOLÓGICA – Narrativa sobre o fenômeno dos discos voadores, normalmente avistados em condições imprecisas, podendo ou não ocorrer uma abdução alienígena;

UNIVERSO PARALELO – Subgênero sobre outro(s) universo(s), separado(s) de nosso próprio universo, mas com pontos de contato, em certos casos formando um multiverso;

VIAGEM NO TEMPO – Ficção baseada no conceito de mover-se para trás e para frente na linha do tempo, de um modo análogo à mobilidade no espaço;

VIDA EXTRATERRESTRE – Narrativa sobre a viagem a outros planetas, e sobre os seres vivos, inteligentes ou não, que vivem lá;

E por último o subgênero escolhido para o post de hoje:

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NEW WEIRD – (Novo Estranho/Esquisito) Ficção que mistura os três gêneros da literatura especulativa: ficção científica, horror e fantasia, não raro absorvendo elementos também da ficção policial. Começou nos anos 90 (tendo seu epicentro em Londres) e se desenvolveu em uma série de romances e histórias publicados de 2001 a 2005. M. John Harrison é creditado com a criação do termo na introdução da novela de China Miéville – “The Tain” (2002). “Weird” (estranho, insólito, bizarro) é um termo frequente na literatura fantástica, principalmente através da revista “Weird Tales” (na tradução literal “Contos Estranhos”), que revelou H. P. Lovecraft e outros grandes autores. Os escritores envolvidos, no subgênero, são principalmente romancistas que são considerados parte dos gêneros de terror ou ficção especulativa, mas que frequentemente cruzam as fronteiras de gênero. Autores notáveis ​​incluem Becky Chambers, KJ Bishop, Steve Cockayne, Paul Di Filippo, M. John Harrison, Thomas Ligotti, Ian R. MacLeod, China Miéville, Alastair Reynolds, Justina Robson, Oh Seong-dae, Steph Swainston e Jeff VanderMeer, entre muitos outros.

De B. Chambers temos o romance “The Long Way to a Small, Angry Planet” (O longo caminho para um planeta pequeno e irritado) publicado em 2014.

Fugindo de sua antiga vida, Rosemary Harper se junta à tripulação multiespécies do “Wayfarer” como atendente de arquivos e os segue em suas várias missões em toda a galáxia. O romance se preocupa mais com o desenvolvimento do personagem do que com a aventura. Cada membro da equipe tem uma história que se desenrola ou uma crise a enfrentar. Eles encontram vários ambientes alienígenas no caminho lento para o seu destino.

Foi selecionado para o Prêmio Arthur C. Clarke de 2016, e ganhou uma indicação para o ” Sydney James Bounds Award” de 2016 do “British Fantasy Awards” de Melhor Escritor Iniciante em 2016.

E um outro ótimo romance do subgênero é do escritor norte americano Jeff VanderMeer.  “Annihilation” (Aniquilação) foi publicado em 2014 e ganhou o prêmio “Nebula” 2015 de melhor romance e o prêmio “Shirley Jackson” 2014 de melhor romance – o primeiro volume da trilogia “Southern Reach” (Comando Sul).  O livro descreve uma equipe de quatro mulheres (bióloga, antropóloga, psicóloga e agrimensora – é a ciência, que se utiliza de conhecimentos da geomática, como ferramenta para a aquisição e gerenciamento de dados espaciais necessários como parte de operações científicas, administrativas, legais e técnicas, envolvidas no processo de produção e gerenciamento de informação espacial, notadamente de campos ou propriedades rurais) que partiram para uma área conhecida como Área X. A área é abandonada e isolada do resto da civilização. Eles são a 12ª expedição. As outras expedições foram repletas de desaparecimentos, suicídios, cânceres agressivos e traumas mentais.  Os demais livros da trilogia – também publicados em 2014 – são “Authority” (Autoridade) e “Acceptance” (Aceitação).

Bem, voltando ao subgênero, tentamos “sair da caixa” e pensar.  Os muitos críticos do movimento acabam errando quando pensam que “new weird” é só uma reunião de jovens iconoclastas (membro do movimento de contestação à veneração de ícones). Os que defendem o “rótulo” vão buscar sua origem na primeira metade do século passado, nos livros do americano H.P. Lovecraft (1890-1937).  Ele, de forma genial, misturou ficção científica, horror e fantasia numa “pulp fiction” em que aliens são deuses e monstros são anjos caídos.

Assim sendo, tentar entender este movimento de ruptura – de fragmentação – é uma das missões do blog.  O PHANTASTICUS não se prende a estruturas pré-definidas e tampouco se junto a grupinhos para rotular coisas.  O blog se atualiza a cada segundo, buscando entender os rumos da LitFan.  O que nos caracteriza é entender e aplicar (já que também sou escritor) a mistura ilimitada de gêneros.

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Fecho o post aqui, com um pequeno texto de Henri Bergson, que foi um filósofo e diplomata francês, laureado com o Nobel de Literatura de 1927.

“De um mal-entendido sobre isso é que nasceu a celeuma entre o realismo e o idealismo na arte. Sem dúvida, a arte nada mais é que uma visão mais direta da realidade. Mas essa pureza de percepção implica uma ruptura com a convenção utilitária, um desprendimento inato e especificamente localizado do sentido ou da consciência, enfim, certa imaterialidade de vida, que vem a ser o que sempre se chamou de idealismo. Por conseguinte, pode-se afirmar, sem jogar de modo algum com o sentido das palavras, que o realismo está na obra quando o idealismo está na alma, e que só à força de idealidade se toma contato com a realidade.”

Até logo.  Vejo todos vocês no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: El extraño New Weird.

Hola para todos. Hoy PHANTASTICUS busca arrojar algo de luz sobre una de las variaciones, o más bien de un subgénero de fantasía / ficción. Hablemos un poco sobre (o) “New Weird” (que en la traducción literal se puede entender como “New Weird”). Al principio me sorprendió, y luego leí, aún más. Hay una gran evolución en el formato de los subgéneros de ficción. Si lo pensamos bien, dado que el mundo es mundo, el ser humano se esfuerza (difícilmente) por determinar las cajas para sus “asuntos”. La clasificación está en nuestro ADN. Nos gusta tener control sobre qué es algo (o qué significa) y qué no es, con la idea de formar una sensación de seguridad y previsibilidad.

Soy de la época en que estábamos restringidos a un género literario (el Fantástico) y sus tres géneros: fantasía, ciencia ficción y horror. Pero, estos tiempos se han ido. El mercado fue segmentado, y por lo tanto “fracturó” la literatura, que se incluye en los tres conjuntos mencionados: FC (naves espaciales, extraterrestres, viajes en el tiempo), fantasía (castillos, dragones, magia) y horror (vampiros, monstruos, criaturas malvadas). en general). Traté de profundizar en el tema y encontré más de veinte subgéneros solo para SciFi (Science Fiction – FC). Los enumeraré ahora. Presta atención, ya que hay algunas similitudes y muchas diferencias entre ellas:

AFROFUTURISTA – Narrativa que combina ciencia ficción y cosmología africana;

CIBERPUNK – Ficción que combina ciencia y tecnología avanzadas (cibernética, informática, neuroprótesis, realidad virtual) y cierto grado de desorden social. Varios derivados están “naciendo” y estos son algunos de ellos:

NANOPUNK – Describe un mundo donde los nanitos son ampliamente utilizados y las nanotecnologías son las fuerzas tecnológicas predominantes en la sociedad.

BIOPUNK: se centra en las implicaciones de la biotecnología en lugar de la tecnología de la información. Biopunk se preocupa por la biología sintética. Se deriva del ciberpunk que involucra piratas informáticos, megaempresas de biotecnología y agencias gubernamentales opresivas que manipulan el ADN humano.

STEAMPUNK – Ficción ambientada en una era victoriana tecnológicamente avanzada alternativa (mediados del siglo XIX), en la que las máquinas complejas no funcionan con electricidad sino con vapor.

DIESELPUNK: es un derivado de subgénero que presenta un estilo de arte basado en la estética popular entre la Primera Guerra Mundial y el final de la Segunda Guerra Mundial. El estilo combina las influencias artísticas y de género de la época (incluidas revistas de pulpa, seriales, películas noir, art deco y pin-ups de guerra) con tecnología retro futurista y sensibilidades posmodernas.

STONEPUNK: se refiere a trabajos realizados aproximadamente durante la Edad de Piedra, en los que los personajes usan la Revolución Neolítica, una tecnología construida a partir de materiales más o menos consistentes con el período, pero con una complejidad y función anacrónicas.

Todavía tenemos un puñado de términos divergentes basados ​​en los conceptos generales de ciber y steampunk. Por lo general, se consideran no oficiales, pero todavía estamos buscando las cajas para enmarcar los estilos y las formas.

DISTOPIA – Sede de FC ubicada en un estado futuro totalitario, donde existe un control opresivo de la sociedad;

ESOTÉRICA – Narrativa que aproxima el conocimiento medible (ciencia) al conocimiento paranormal (ocultismo);

EXOBIOLÓGICO: rama CF que se ocupa de formas de vida extrañas excéntricas;

FC HARD – Subgénero caracterizado por su interés en las leyes de biología, química y física, detalles tecnológicos y precisión científica absoluta;

FC SOFT (también llamada nueva ola): subgénero cuyas tramas tienden a favorecer los dramas, las relaciones y los sentimientos humanos, dejando atrás los detalles de los instrumentos tecnológicos y las leyes físicas;

FEMINISTA – Narrativa que transmite la crítica feminista contra la opresión machista y patriarcal;

HISTORIA ALTERNATIVA – Ficción cuya trama tiene lugar en un mundo donde la historia tiene un punto de divergencia de la historia tal como la conocemos;

Inmortalidad: narrativa en la que la biotecnología investiga ciertos medios para contrarrestar el proceso de envejecimiento con el objetivo de aumentar indefinidamente la esperanza de vida;

IMPERIO GALÁCTICO: narración sobre un imperio diseminado por una galaxia que conecta miles de planetas y millones de civilizaciones;

INTELIGENCIA ARTIFICIAL: un subgénero que se ocupa de software, robots y androides como o más inteligentes que los humanos que los crearon;

INVASIÓN EXTRANJERA – Un subgénero en el que una sociedad extraterrestre tecnológicamente superior invade la Tierra para tomar el lugar de la especie humana o esclavizarla o, en algunos casos, utilizar a los humanos como alimento;

POST-APOCALIPSIS: narrativa ambientada en un mundo sin casi nadie, devastada por la guerra o la pandemia;

PRIMER CONTACTO – Narrativa sobre el primer encuentro entre humanos y extraterrestres;

REALIDAD PARALELO – Subgénero que trata con otras realidades que coexisten y se comunican con la nuestra, y se puede acceder a través de portales físicos o mentales;

SATIR – Ficción que se apropia de los elementos principales de otros subgéneros, exagerándolos o distorsionándolos;

OPERA ESPACIAL – rama de FC que enfatiza la aventura heroica, la acción interplanetaria, el paisaje exótico y la confrontación épica;

UFOLÓGICO: narración sobre el fenómeno de los platillos voladores, generalmente visto en condiciones inexactas, y puede o no ocurrir una abducción extraterrestre;

UNIVERSO PARALELO – Subgénero sobre otros universos, separados de nuestro propio universo, pero con puntos de contacto, en algunos casos formando un multiverso;

VIAJE EN EL TIEMPO – Ficción basada en el concepto de moverse hacia adelante y hacia atrás en la línea de tiempo de una manera análoga a la movilidad espacial;

EXTRATEREST LIFE: narración sobre viajar a otros planetas y sobre seres vivos, inteligentes o no, que viven allí;

Y, por último, el subgénero elegido para la publicación de hoy:

NEW WEIRD – (New Strange / Bizarre) Ficción que mezcla los tres géneros de literatura especulativa: ciencia ficción, horror y fantasía, que a menudo absorbe elementos también de la ficción policial. Comenzó en la década de 1990 (teniendo su epicentro en Londres) y se ha convertido en una serie de novelas e historias publicadas de 2001 a 2005. Se le atribuye a M. John Harrison la creación del término en la introducción de la novela de China Miéville “The Tain”. (2002) “Extraño” (extraño, inusual, extraño) es un término frecuente en la literatura fantástica, principalmente a través de la revista “Weird Tales” (en la traducción literal “Strange Tales”), que reveló H. P. Lovecraft y otros grandes autores. Los escritores involucrados en el subgénero son principalmente novelistas que se consideran parte de los géneros del horror o la ficción especulativa, pero a menudo cruzan los límites de género. Autores notables incluyen Becky Chambers, KJ Bishop, Steve Cockayne, Paul Di Filippo, M. John Harrison, Thomas Ligotti, Ian R. MacLeod, China Miéville, Alastair Reynolds, Justina Robson, Oh Seong-dae, Steph Swainston y Jeff VanderMeer. muchos otros.

De B. Chambers tenemos la novela “El largo camino hacia un planeta pequeño y enojado”, publicada en 2014.

Escapándose de su vida anterior, Rosemary Harper se une al equipo de multiespecies Wayfarer como asistente de archivos y los sigue en sus diversas misiones en la galaxia. La novela trata más sobre el desarrollo del personaje que sobre la aventura. Cada miembro del equipo tiene que enfrentar una historia o crisis en desarrollo. Se encuentran con varios entornos alienígenas en el camino lento hacia su destino.

Fue seleccionado para el Premio Arthur C. Clarke 2016 y obtuvo una nominación para el “Premio Sydney James Bounds 2016” de los “British Fantasy Awards” al Mejor Escritor Principiante en 2016.

Y otra gran novela de subgénero es del escritor estadounidense Jeff VanderMeer. Annihilation se publicó en 2014 y ganó el Premio Nebula 2015 al Mejor Romance y el Premio Shirley Jackson 2014 al Mejor Romance, el primer volumen de la trilogía Southern Reach. El libro describe un equipo de cuatro mujeres (bióloga, antropóloga, psicóloga y agrimensora) que utilizan el conocimiento de la geomática como herramienta para adquirir y administrar los datos espaciales necesarios como parte de las operaciones científicas, administrativas, legales y científicas. técnicas, involucradas en el proceso de producción y gestión de información espacial, especialmente de campos o granjas) que han partido hacia un área conocida como Área X. El área está abandonada y aislada del resto de la civilización. Son la duodécima expedición. Las otras expediciones estuvieron plagadas de desapariciones, suicidios, cánceres agresivos y traumas mentales. Los otros libros de la trilogía, también publicados en 2014, son “Autoridad” y “Aceptación”.

Bueno, volviendo al subgénero, tratamos de salir de la caja y pensar. Los muchos críticos del movimiento salen mal cuando piensan que “nuevo extraño” es solo una reunión de jóvenes iconoclastas (un miembro del movimiento de veneración de iconos). Los defensores de la “etiqueta” encontrarán su origen en la primera mitad del siglo pasado en los libros del estadounidense H.P. Lovecraft (1890-1937). Él ingeniosamente mezcló la ciencia ficción, el horror y la fantasía en una pulp fiction donde los extraterrestres son dioses y los monstruos son ángeles caídos.

Por lo tanto, tratar de entender este movimiento de ruptura, de fragmentación, es una de las misiones del blog. PHANTASTICUS no está vinculado a estructuras predefinidas, ni se aferra a grupos para etiquetar cosas. El blog se actualiza cada segundo, buscando entender las instrucciones de LitFan. Lo que nos caracteriza es comprender y aplicar (como también soy escritor) la mezcla ilimitada de géneros.

Cierro la publicación aquí, con un breve texto de Henri Bergson, que era una f Filósofo y diplomático francés, galardonado con el Premio Nobel de Literatura de 1927.

“Es por un malentendido sobre esto que nació el caos entre el realismo y el idealismo en el arte. Sin lugar a duda, el arte no es más que una visión más directa de la realidad. Pero esta pureza de percepción implica una ruptura con la convención utilitaria, un desapego innato y específicamente localizado de significado o conciencia, en resumen, una cierta inmaterialidad de la vida, que siempre se ha llamado idealismo. Por lo tanto, se puede decir, sin jugar en absoluto con el significado de las palabras, que el realismo está en el trabajo cuando el idealismo está en el alma, y que solo por la fuerza de la idealidad tiene lugar el contacto con la realidad “.

Hasta luego. Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: xxxxxx

bookwormscientist.com/wp-content/uploads/2017/10/21231240_228328871027927_6122995312564596985_n.jpg

bookwormscientist.com/e-esse-tal-de-new-weird-relato-de-uma-leitora-de-fantasia/

en.m.wikipedia.org/wiki/New_weird

candido.bpp.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1452

en.m.wikipedia.org/wiki/Nanopunk

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en.m.wikipedia.org/wiki/Decopunk

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en.wikipedia.org/wiki/Annihilation_(VanderMeer_novel)

universofantastico.wordpress.com/2010/03/08/o-new-weird/

1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1803200617.htm

citacoes.in/citacoes/945905-henri-bergson-de-um-mal-entendido-sobre-isso-e-que-nasceu-a-cele/

pbs.twimg.com/media/EHJjwLFWwAEqlXH?format=jpg&name=small

fantasticursos.com/wp-content/uploads/2017/03/Insol-Imagem-destacada-2.jpg

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i.gr-assets.com/images/S/compressed.photo.goodreads.com/books/1405532474l/22733729.jpg

statelegitimacy.files.wordpress.com/2017/11/nrm_1409683091-southern-reach.jpg

i.correiobraziliense.com.br/nVzkBRgMSndIFfGJwmkqfLQP4QE=/675x/smart/imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2018/04/08/671842/20180407155704923325a.jpg

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E voltamos a falar de futuro e de previsões

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: E voltamos a falar de futuro e de previsões.

Lady and gentleman, com vocês ….. Vamos deixar de pompas e seguir.  O PHANTASTICUS volta a falar um pouco mais sobre o futuro.  Sobre as previsões que a LitFan e seus autores geniais fazem (ou já fizeram).

Já postamos várias vezes sobre este tipo de tema, mas ainda é muito pouco pelo potencial que ele (o tema) apresenta.

Quer relembrar alguns dos posts? Veja só:

jotacortizo.wordpress.com/2015/09/27/a-assustadora-visao-do-futuro-de-philip-k-dick-la-aterradora-vision-del-futuro-de-philip-k-dick/ (A Assustadora Visão do Futuro de Philip K Dick – post de 27 de setembro de 2015);

jotacortizo.wordpress.com/2017/10/08/o-futuro-nas-linhas-avassaladoras-de-pkd-e-blade-runner/ (O Futuro nas linhas avassaladoras de PKD e Blade Runner – post de 08 de outubro de 2017);

jotacortizo.wordpress.com/2018/12/16/visao-futuristica-i/ (Visão Futurística I – post de 16 de dezembro de 2018);

jotacortizo.wordpress.com/2018/12/23/o-profeta-da-ficcao-cientifica/ (O Profeta da Ficção Científica – post de 23 de dezembro de 2018);

jotacortizo.wordpress.com/2019/03/09/e-seguimos-com-visao-futuristica-volume-ii/ (E seguimos com “Visão Futurística” volume II – post de 09 de março de 2019).

Chega de relembrar (e isto é só uma amostra do que o blog já pontuou sobre a visão de futuro dos muitos autores que por aqui já “desfilaram”).  Vamos a ação!

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Hoje, vamos do livro (e das previsões) que é considerado, até hoje, como uma das mais importantes e assustadoras distopias da literatura.  Nineteen Eighty-Four (Mil Novecentos e Oitenta e Quatro – 1984), do gênio George Orwell. Na obra, o Partido liderado pelo “Grande Irmão” vigia a rotina, os comportamentos e as relações interpessoais de sua população. A principal tecnologia usada para esse monitoramento são as “teletelas”, que se parecem grandes televisores e estão obrigatoriamente presentes em todas as casas. Também há microfones e câmeras nas ruas e pequenos helicópteros (quase semelhantes a drones) que filmam dentro das casas.  Em 10 de abril de 2016 o PHANTASTICUS postou sobre a esta obra.  Veja:

jotacortizo.wordpress.com/2016/04/10/o-ultimo-romance-de-george-orwell-e-o-surgimento-do-grande-irmao-la-ultima-novela-de-george-orwell-y-la-aparicion-de-gran-hermano/

Hoje, temos diversas tecnologias capazes de monitorar cada instante de nossa vida e as utilizamos todos os dias, sem nos importar muito se alguém está nos espionando ou não. As telas e microfones estão sempre conosco.  Temos os smartphones e seus apps, computadores e alto-falantes de assistentes digitais, que são capazes de capturar informações a nosso respeito por todo o tempo. Em troca de segurança, adotamos tecnologias de vigilância, implementamos sistemas inteligentes em nossas casas, e não nos importamos em ceder os dados coletados para empresas privadas ou para o governo. Pode ser que não exista um “Grande Irmão” usando essas ferramentas para nos vigiar e punir, como acontece no livro, mas o diabo se esconde nos pequenos detalhes.

Conheça um pouco a obra:

O romance é ambientado na “Pista de Pouso Número 1” (anteriormente conhecida como Grã-Bretanha), uma província do superestado da Oceania, em um mundo de guerra perpétua, vigilância governamental onipresente e manipulação pública e histórica. Os habitantes deste superestado são ditados por um regime político totalitário eufemisticamente chamado de “Socialismo Inglês”, encurtado para “Ingsoc”.

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O superestado está sob o controle da elite privilegiada do Partido Interno, um partido e um governo que persegue o individualismo e a liberdade de expressão como “crime de pensamento”, que é aplicado pela “Polícia do Pensamento”. Winston, o protagonista, vive um eterno questionamento sobre governo totalitário do Partido que comanda sua nação e sobre seu líder, o “Grande Irmão”, a figura onisciente e onipresente que está sempre te vigiando. E ele sente-se solitário, porque todos os cidadãos são doutrinados pelo Partido a obedecer, a aceitar o que o Partido determina como verdade, a detestar as coisas do mundo antigo (como o diário que ele mantém e mesmo sem escrever já seria um criminoso, porque pensar um crime é o mesmo que cometê-lo).

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Curiosidade: No livro as nações se dividem em três grandes impérios modernos, que são grandes potências:

Oceania – o maior dos impérios, governa toda a Oceania, América, Islândia, Reino Unido, Irlanda e grande parte do sul da África.

Eurásia – o segundo maior império, governa toda a Europa (exceto Islândia, Reino Unido e Irlanda), quase toda a Rússia e pequena parte do resto da Ásia.

Lestásia – o menor império, governa países orientais como China, Japão, Coreia, parte da Índia e algumas nações vizinhas.

Territórios sob disputa: Outros territórios, como o norte da África, o centro e o Sudeste da Ásia (quadrilátero formado entre as cidades de Brazzaville, Darwin, Hong Kong e Tânger), além de todo o território da Antártica.

A Oceania é dividida em três camadas: o Núcleo do Partido, onde estão as pessoas poderosas, os “Proletas”, o grupo à margem da sociedade, o povo com o qual o Partido não se importa e o Partido Externo, um espaço intermediário que contém os Ministérios:  do Amor, que é responsável por torturar os inimigos do Partido; da Paz, que é responsável por manter a guerra contra a Eurásia ou Lestásia, as outras duas nações; e da Verdade: responsável por falsificar o passado. Fazendo com que as previsões do “Grande Irmão” sempre estejam corretas e removendo as pessoas que não são mais pessoas, que deixaram de fazer parte da história; da Fartura que é responsável pela economia e por divulgar dados astronômicos de produção, que não correspondem à realidade, que acabam gerando fome e escassez.

Winston trabalha no Ministério da Verdade (Miniver, em novafala, um novo idioma que objetiva encurtar os vocabulários, controlando ainda mais o pensamento das pessoas), e se apaixona por Júlia, uma colega de trabalho, e aí começa uma trama perigosa.  Na Oceania se apaixonar é errado, relações entre homens e mulheres devem servir apenas para a procriação. Assim acompanhamos um romance proibido entre pessoas que deveriam obedecer ao Partido e acabam acreditando em uma sociedade secreta de insurgentes que derrubarão o governo, possivelmente junto a O’Brien, um personagem misterioso e membro do Núcleo do Partido.

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Bem, e agora alguns exemplos da predição de G. Orwell:

Em 2013, o ex-técnico da CIA, Edward Snowden, vazou informações sigilosas dos Estados Unidos. Assim, o mundo ficou sabendo sobre o PRISM, um programa de vigilância de agências governamentais para monitorar pessoas em vários países do mundo. Os documentos revelaram que o governo dos Estados Unidos tinha o poder de coletar vários tipos de dados de cidadãos, como histórico de pesquisas, conteúdo de e-mails, transferências de arquivos, vídeos, fotos, chamadas de voz e vídeo, e muito mais. Hoje, os sistemas e aplicativos instalados em dispositivos móveis controlam todo tipo de atividade, como viagens, lojas que visitamos, compras online, questões tributárias, movimentações bancárias, viagens. Imagine, apenas imagine, se uma pessoa, empresa ou governo mal-intencionado colocasse as mãos em tanta informação?

Na China as coisas estão um pouco mais, digamos, “orwellianas”. No final de 2018, o país, que já era bastante criticado por usar tecnologias invasivas de vigilância e monitoramento, inaugurou mais um sistema de câmeras inteligentes incrivelmente poderoso. Desenvolvido pela empresa Watrix, ele pode identificar uma pessoa apenas pela forma como ela caminha e formato do corpo. A identificação pode ser feita a até 50 metros de distância, sem precisar analisar o rosto.

Em julho deste ano, a organização Human Rights Watch descobriu que a polícia em Xinjiang utiliza um aplicativo conectado a uma base de dados com uma quantidade assustadora de informações pessoais da população. Com o aplicativo, as autoridades podem acessar detalhes como cor de cabelo e a altura precisa de uma pessoa, além de dados comportamentais, como consumo de energia, sociabilidade, e até uso de softwares considerados suspeitos.

Bem, Orwell escreveu esta brilhante obra em antes de 1950 – para ser exato, o livro foi publicado em 8 de junho de 1949, um pouco antes da morte do autor que ocorreu em 21 de janeiro de 1950.  George Orwell era um dos pseudônimos de Eric Arthur Blair.  Apontado como simpatizante da proposta anarquista, o escritor faz uma defesa da auto-gestão ou autonomismo.  Muitos anos (mas muitos anos mesmo) das tecnologias “assumirem” parte da nossa vida, George Orwell transformou seu livro em uma obra de alerta.  Escreveu-o animado por um sentido de urgência, para avisar os seus contemporâneos e as gerações futuras do perigo que corriam, e lutou desesperadamente contra a morte – sofria de tuberculose – para poder acabá-lo.

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Stalin, também Hitler e Churchill foram algumas das figuras que inspiraram Orwell a escrever o romance.  No livro, Orwell expõe uma teoria da Guerra. Segundo ele, o objetivo da guerra não é vencer o inimigo nem lutar por uma causa. O objetivo da guerra é manter o poder das classes altas, limitando o acesso à educação, à cultura e aos bens materiais das classes baixas. A guerra serve para destruir os bens materiais produzidos pelos pobres e para impedir que eles acumulem cultura e riqueza e se tornem uma ameaça aos poderosos. Assim, um dos lemas do Partido, “guerra é paz”, é explicado no livro de Emmanuel Goldstein: “Uma paz verdadeiramente permanente seria o mesmo que a guerra permanente”.

Emmanuel Goldstein é um personagem fictício do romance distópico de George Orwell, Mil novecentos e oitenta e quatro. Ele é o principal inimigo do estado, de acordo com o Partido da Oceania totalitária. Ele é descrito como o chefe de uma organização dissidente misteriosa e possivelmente fictícia chamada “A Irmandade” e como tendo escrito o livro A teoria e a prática do coletivismo oligárquico. Ele é visto e ouvido apenas em telão e pode ser uma invenção do Ministério da Verdade, o departamento de propaganda do Estado.  Segundo rumores, é um ex-membro do Partido e um dos primeiros associados de seu líder, ” Big Brother “, mas que se separou no início do movimento e iniciou “The Brotherhood” (A Irmandade). Aparentemente, “A Irmandade” é organizada em células, sendo que cada membro deve ler o Livro, supostamente escrito por Goldstein, “A Teoria e Prática do Coletivismo Oligárquico”. Goldstein é sempre o tema do “Dois Minutos de Ódio”, um programa – do governo – diário que começa às 11:00 da manhã, no qual uma imagem de Goldstein é mostrada na tela de televisão e sujeita a extremo desprezo por parte dos espectadores.

Leon Trotsky pode ter sido a inspiração para George Orwell.

(Infelizmente sem a legenda)

O autor de ficção científica David Brin costuma dizer que o grande mérito da ficção científica não é prever o futuro, mas pintar um futuro tão horrível que as pessoas vão lutar para que ele não aconteça. Neste sentido, 1984 é talvez o livro mais importante dos séculos (considerando o XX e o XXI), porque, a qualquer sinal de tirania, a sociedade lembra (ou deveria) do livro e luta para impedi-la (ou deveria).

Bem, espero que tenham gostado e se servir de alguma coisa, aqui vai um último alerta – dado por nosso autor escolhido:

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“If liberty means anything at all, it means the right to tell people what they do not want to hear” (Se liberdade significa alguma coisa, significa o direito de dizer às pessoas o que elas não querem ouvir).

Vejo todos vocês no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Y hablamos nuevamente sobre el futuro y mostramos.

Señora y caballero, con ustedes … Detengamos la pompa y sigamos adelante. PHANTASTICUS hablará un poco más sobre el futuro. Sobre las predicciones que LitFan y sus genios autores hacen (o han hecho).

Hemos publicado varias veces sobre este tipo de tema, pero todavía es muy poco por el potencial que presenta (el tema).

¿Quieres recordar algunas de las publicaciones? Compruébalo:

jotacortizo.wordpress.com/2015/09/27/a-sustadora-vision-of-filuro-de-philip-k-dick-la-aterradora-vision-del-futuro-de-philip-k-dick/ (A Scary Future Vision por Philip K Dick – posterior al 27 de septiembre de 2015);

jotacortizo.wordpress.com/2017/10/08/o-futuro-on-pkd-e-blade-runner-runner-rates/ (El futuro en las líneas abrumadoras de PKD y Blade Runner – 8 de octubre de 2007 2017);

jotacortizo.wordpress.com/2018/12/16/vision-futuristica-i/ (Visión futurista I – publicación del 16 de diciembre de 2018);

jotacortizo.wordpress.com/2018/12/23/o-profeta-da-ficcao-cientifica/ (El profeta de la ciencia ficción – publicación del 23 de diciembre de 2018);

jotacortizo.wordpress.com/2019/03/09/e-follow-with-vision-futuristica-volume-ii/ (Y seguimos con el volumen II de “Visión futurista” – publicación del 9 de marzo de 2019).

Lo suficiente para recordar (y esto es solo una muestra de lo que el blog ya ha puntuado sobre la visión futura de los muchos autores que han “desfilado” aquí). ¡Vamos a la acción!

Hoy, veamos el libro (y las predicciones) que se considera, hasta hoy, como una de las distopías más importantes y aterradoras de la literatura. Mil novecientos ochenta y cuatro (Mil novecientos ochenta y cuatro – 1984), por el genio George Orwell. En este trabajo, el Partido dirigido por “Gran Hermano” supervisa la rutina, el comportamiento y las relaciones interpersonales de su población. La tecnología principal utilizada para este monitoreo son las “pantallas pequeñas”, que parecen televisores grandes y están necesariamente presentes en cada hogar. También hay micrófonos y cámaras en las calles, y pequeños helicópteros (casi como drones) filmando dentro de las casas. El 10 de abril de 2016, PHANTASTICUS publicó sobre este trabajo. Ver:

jotacortizo.wordpress.com/2016/04/10/the-great-romance-de-george-orwell-and-surgence-of-bigger-irmao-la-ultima-novela-de-george-orwell-y-la- grand herman apparicion /

Hoy, tenemos una variedad de tecnologías que pueden monitorear cada momento de nuestras vidas y usarlas todos los días, independientemente de si alguien nos está espiando o no. Las pantallas y los micrófonos siempre están con nosotros. Tenemos teléfonos inteligentes y sus aplicaciones, computadoras y altavoces asistentes digitales, que pueden capturar información sobre nosotros todo el tiempo. A cambio de seguridad, adoptamos tecnologías de vigilancia, implementamos sistemas inteligentes en nuestros hogares y no nos importa entregar los datos recopilados a empresas privadas o al gobierno. Puede que no haya un “Gran Hermano” usando estas herramientas para mirarnos y castigarnos, como en el libro, pero el diablo acecha en los pequeños detalles.

Conozca un poco sobre el trabajo:

La novela está ambientada en la “Pista # 1” (anteriormente conocida como Gran Bretaña), una provincia del superestado de Oceanía, en un mundo de guerra perpetua, vigilancia ubicua del gobierno y manipulación pública e histórica. Los habitantes de este superestado están dictados por un régimen político totalitario eufemísticamente llamado “socialismo inglés”, abreviado a “Ingsoc”.

El superestado está bajo el control de la élite privilegiada del Partido Interno, un partido y un gobierno que persigue el individualismo y la libertad de expresión como un “crimen de pensamiento”, que es aplicado por la “Policía del Pensamiento”. Winston, el protagonista, vive una eterna pregunta sobre el gobierno totalitario del partido gobernante y su líder, “Gran Hermano”, la figura omnisciente y omnipresente que siempre te está cuidando. Y se siente solo, porque todos los ciudadanos están adoctrinados por el Partido para obedecer, para aceptar lo que el Partido determina que es verdad, para odiar las cosas del mundo antiguo (como el diario que lleva e incluso sin escribir ya sería un criminal porque pensar en un crimen es lo mismo que cometerlo).

Curiosidad: en el libro las naciones se dividen en tres grandes imperios modernos, que son grandes poderes:

Oceanía: el imperio más grande, gobierna toda Oceanía, América, Islandia, el Reino Unido, Irlanda y gran parte del sur de África.

Eurasia: el segundo imperio más grande, gobierna toda Europa (excepto Islandia, el Reino Unido e Irlanda), casi toda Rusia y una pequeña parte del resto de Asia.

Lestasia: el imperio más pequeño, gobierna países del este como China, Japón, Corea, parte de la India y algunas naciones vecinas.

Territorios en disputa: Otros territorios, como el norte de África, Asia central y sudoriental (cuadrilátero formado entre las ciudades de Brazzaville, Darwin, Hong Kong y Tánger), así como todo el territorio antártico.

Oceanía se divide en tres capas: el núcleo del partido, donde están las personas poderosas, las “proletas”, la periferia de la sociedad, la gente que al Partido no le importa y el Partido Externo, un espacio intermedio que contiene los Ministerios de Amor, que es responsable de torturar a los enemigos del Partido; Paz, que es responsable de mantener la guerra contra Eurasia o Lestasia, las otras dos naciones; y Verdad: responsable de falsificar el pasado. Hacer que las predicciones de Big Brother siempre sean correctas y eliminar a las personas que ya no son personas, que ya no son parte de la historia; da Fartura, responsable de la economía y de la difusión de datos astronómicos de producción, que no se corresponden con la realidad, que terminan causando hambre y escasez.

Winston trabaja en el Ministerio de la Verdad (Miniver, en novafala, un nuevo lenguaje que tiene como objetivo acortar el vocabulario, controlando aún más el pensamiento de las personas), y se enamora de Julia, una compañera de trabajo, y luego comienza una trama peligrosa. En Oceanía enamorarse está mal, las relaciones entre hombres y mujeres deberían ser solo para la procreación. Por lo tanto, seguimos un romance prohibido entre personas que deberían obedecer al Partido y terminar creyendo en una sociedad secreta de insurgentes que derrocará al gobierno, posiblemente junto a O’Brien, un personaje misterioso y miembro del Núcleo del Partido.

Bueno, y ahora algunos ejemplos de la predicción de G. Orwell:

En 2013, el ex técnico de la CIA Edward Snowden filtró información clasificada de los Estados Unidos. Entonces, el mundo aprendió sobre PRISM, un programa de vigilancia de agencias gubernamentales para monitorear personas en varios países del mundo. Los documentos revelaron que el gobierno de EE. UU. Tenía el poder de recopilar varios tipos de datos ciudadanos, como el historial de búsqueda, el contenido del correo electrónico, la transferencia de archivos, videos, fotos, llamadas de voz y video, y más. Hoy en día, los sistemas y aplicaciones basados ​​en dispositivos móviles controlan todo tipo de actividad, como viajes, tiendas que visitamos, compras en línea, asuntos fiscales, banca, viajes. Imagínense, imagínense, si una persona, compañía o gobierno malintencionado obtuviera tanta información.

En China las cosas son un poco más, digamos “orwellianos”. A fines de 2018, el país, que ya era muy criticado por usar tecnologías invasivas de vigilancia y monitoreo, inauguró otro sistema de cámara inteligente increíblemente potente. Desarrollado por la compañía Watrix, puede identificar a una persona solo por la forma en que camina y la forma del cuerpo. La identificación se puede hacer hasta a 50 metros de distancia sin tener que analizar la cara.

En julio de este año, Human Rights Watch descubrió que la policía en Xinjiang está utilizando una aplicación conectada a la base de datos con una cantidad aterradora de información personal de la población. Con la aplicación, las autoridades pueden acceder a detalles como el color y la altura del cabello de una persona, así como a datos de comportamiento como el consumo de energía, la sociabilidad e incluso el uso de software sospechoso.

Bueno, Orwell escribió este brillante trabajo antes de 1950; para ser exactos, el libro fue publicado el 8 de junio de 1949, poco antes de la muerte del autor el 21 de enero de 1950. George Orwell fue uno de los seudónimos de Eric Arthur Blair. Nombrado como simpatizante de la propuesta anarquista, el escritor defiende la autogestión o el autonomismo. Muchos años (pero incluso muchos años) de tecnologías que “se apoderan” de parte de nuestras vidas, George Orwell ha convertido su libro en un trabajo de advertencia. Lo escribió con un sentido de urgencia, para advertir a sus contemporáneos y a las generaciones futuras del peligro en el que se encontraban, y luchó desesperadamente contra la muerte, que sufría de tuberculosis, para ponerle fin.

Stalin, también Hitler y Churchill fueron algunas de las figuras que inspiraron a Orwell a escribir la novela. En el libro, Orwell expone una teoría de la guerra. Según él, el propósito de la guerra no es derrotar al enemigo o luchar por una causa. El propósito de la guerra es mantener el poder de las clases altas limitando el acceso a la educación, la cultura y los bienes materiales de las clases bajas. La guerra sirve para destruir los bienes materiales producidos por los pobres y evitar que acumulen cultura y riqueza y se conviertan en una amenaza para los poderosos. Así, una de las consignas del partido, “la guerra es la paz”, se explica en el libro de Emmanuel Goldstein: “Una paz verdaderamente permanente sería lo mismo que una guerra permanente”.

Emmanuel Goldstein es un personaje ficticio de la novela distópica de George Orwell, Mil novecientos ochenta y cuatro. Es el principal enemigo del estado, según el Partido totalitario de Oceanía. Se lo describe como el jefe de una organización disidente misteriosa y posiblemente ficticia llamada “La Hermandad” y por haber escrito el libro Teoría y práctica del colectivismo oligárquico. Se ve y se escucha solo en la pantalla grande y puede ser una invención del Ministerio de la Verdad, el departamento de propaganda del estado. Segundo curso res, es un ex miembro del Partido y uno de los primeros asociados de su líder, “Gran Hermano”, pero que se separó al comienzo del movimiento y comenzó “La Hermandad”. Aparentemente, “The Brotherhood” está organizada en celdas, y cada miembro lee el Libro, supuestamente escrito por Goldstein, “The Theory and Practice of Oligarchic Collectivism”. Goldstein es siempre el tema de “Dos minutos de odio”, un programa diario del gobierno que comienza a las 11:00 a.m., en el que se muestra una imagen de Goldstein en la televisión y está sujeta al desprecio extremo de los espectadores.

Leon Trotsky puede haber sido la inspiración para George Orwell.

(Desafortunadamente sin el subtítulo)

El autor de ciencia ficción David Brin a menudo dice que el gran mérito de la ciencia ficción no es predecir el futuro, sino pintar un futuro tan horrible que la gente luchará para evitar que suceda. En este sentido, 1984 es quizás el libro más importante de los siglos (considerando los siglos XX y XXI), porque, ante cualquier signo de tiranía, la sociedad recuerda (o debería) el libro y lucha por evitarlo (o debería).

Bueno, espero que lo hayas disfrutado y si usas algo, aquí hay una advertencia final, dada por nuestro autor elegido:

“If liberty means anything at all, it means the right to tell people what they do not want to hear” (Si la libertad significa algo, significa el derecho a decirle a la gente lo que no quiere escuchar).

Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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Capa: forte.jor.br/wp-content/uploads/2013/10/nsa_the_world_by_kelevra2k9.jpg

canaltech.com.br/entretenimento/ficcao-cientifica-novas-tecnologias-e-o-futuro-incerto-da-humanidade-parte-1-150233/

namecheap.com/blog/wp-content/uploads/2016/10/surveillance-cctv-security-cameras-96612.jpeg

ifsecglobal.com/wp-content/uploads/2015/03/PrismSkylabs-Pathmap.jpg

literalmenteuai.com.br/resenha-1984-george-orwell/

pt.wikipedia.org/wiki/1984_(livro)

momentumsaga.com/2015/01/resenha-1984-de-george-orwell.html

pt.wikipedia.org/wiki/George_Orwell

s2982.pcdn.co/wp-content/uploads/2017/02/1984-Citizens.png

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orwelltoday.com/1984bksb.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Emmanuel_Goldstein

cdn11.bigcommerce.com/s-y3dqjref7c/images/stencil/1000×1000/products/178/2346/tea-towel-george-orwell__17222.1549291108.jpg?c=2

nyc3.digitaloceanspaces.com/institutoliberal/2017/08/18/blog/politica/george-orwell-fascismo.png

abrilsuperinteressante.files.wordpress.com/2018/05/espionagem_topo.jpg

blogs.iac.gatech.edu/1102dystopia/files/2016/02/ingsoc.jpg

majorcommand.com/blog/wp-content/uploads/2017/08/map.jpg

theverge.com/2013/7/17/4517480/nsa-spying-prism-surveillance-cheat-sheet

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A Bússola e a Roda: Que venham mais momentos

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: A Bússola e a Roda: Que venham mais momentos.

E atenção, respeitável público!!! Chegou mais um post do PHANTASTICUS!!

Oopps! Brincadeira.  Estava querendo abrir o post de uma forma diferente e me lembrei dos apresentadores de circos.  E afinal, quem não gosta de circo?  Bem, o post não tem nada a ver com isso.

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Estava lendo algumas notícias da área literária e de séries quando encontrei a preciosa informação: Estreará no dia 03 de novembro, uma nova série da HBO/BBC.  Chama-se “His Dark Materials” (na tradução literal: Seus Materiais Escuros), que é baseada na série literária de fantasia e ficção científica escrita pelo britânico Philip Pullman e que compreende a trilogia formada pelos livros “Northern Lights” (A Bússola de Ouro) publicada em 1995, “The Subtle Knife” (A Faca Sutil) publicada em 1997 e “The Amber Spyglass” (A Luneta Âmbar) publicada em 2000.  Se você quiser reveja o post do blog de 15 de novembro de 2015     jotacortizo.wordpress.com/2015/11/15/a-bussola-de-ouro-que-guia-philip-pullman-la-brujula-dorada-que-guia-philip-pullman/

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A história envolve elementos de fantasia, como feiticeiras, ursos-polares falantes e daemons, enquanto emprega conceitos e ideias de uma ampla gama de campos, como a física, a filosofia e a teologia. Parcialmente inspirada no poema Paraíso Perdido, de John Milton, a trilogia faz uma reinterpretação do tema da queda da humanidade e foi alvo de controvérsia por conta de seus aspectos de crítica à religião.

A trilogia tem lugar através de um multiverso, deslocando-se entre muitos mundos alternativos. Em A Bússola de Ouro, a história tem lugar em um mundo com algumas semelhanças com o nosso, de estilo similar à era vitoriana, onde a tecnologia não tinha evoluído para construir automóveis ou aviões, sendo os zepelins um notável meio de transporte. Pullman utiliza a retórica para dar a entender que no mundo de Fronteiras do Universo as diversas igrejas cristãs, dentre elas a Igreja Católica, Ortodoxa e as demais Igrejas Protestantes se fundiram: por exemplo, João Calvino, um dos mais notáveis reformadores protestantes, foi no mundo da série um Papa. A Igreja (frequentemente chamada de Magisterium) controla todo o mundo ocidental e provavelmente o oriente também.

Um aspecto distintivo na história de Pullman vem de seu conceito de Daemon. Em vários universos, a partir do nascimento, a alma humana se manifesta ao longo da vida como um animal que sempre fica perto de seu homólogo humano. Daemons normalmente só falam com seus seres humanos, mas podem se comunicar com outros seres humanos e daemons autonomamente. Durante a infância, o daemon pode mudar a sua forma para qualquer animal que desejar, mas na adolescência ele se fixa em uma única forma. A forma final revela a verdadeira natureza da pessoa e personalidade, o que implica que esta está estabilizada depois da adolescência.

O universo de Fronteiras do Universo tem interessante tecnologia; à primeira vista, parece consideravelmente atrás do nosso próprio mundo, mas, em certos domínios, é igual ou ultrapassa nossa. Por exemplo, ressalta que no mundo de Lyra tem-se conhecimento tanto da metafísica, como da física quântica. Em A Luneta Àmbar, usando uma amostra de DNA, uma pessoa pode acompanhar outra de qualquer universo e perturbar o tecido do espaço-tempo para formar um profundo abismo no nada, forçando o alvo a sofrer um destino muito pior do que a morte normal.

E a outra ótima notícia para os aficionados em fantasia e ficção, é a adaptação – esta, na mão da Amazon Studios – da série de livros “The Wheel of Time” (A Roda do Tempo), do americano Robert Jordan.  A série compreende 14 livros (os 3 últimos concluídos pelo americano Brandon Sanderson, após a morte de R. Jordan).  O blog já falou bastante da obra em diversos posts, mas o de que mais gosto é jotacortizo.wordpress.com/2016/08/07/um-mundo-de-luz-e-sombra-onde-o-bem-e-o-mal-travam-uma-batalha-eterna/, publicado em 07 de agosto de 2016 – jotacortizo.wordpress.com/2016/08/07/um-mundo-de-luz-e-sombra-onde-o-bem-e-o-mal-travam-uma-batalha-eterna/

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A Roda do Tempo apresenta vários elementos da mitologias asiáticas e europeias. Além do conceito presente no hinduísmo e no budismo da “roda do tempo”, que dá nome à série, tem inspiração também no respeito pela natureza do daoísmo e os conceitos metafísicos de balanço e dualismo. Na história, há também referências claras ao cristianismo e outras religiões monoteístas, como o “Criador”, análogo ao deus cristão, e Shai’tan, “o Tenebroso”, referindo-se ao diabo (Shaytan é uma palavra árabe usada como um nome para o Diabo em contextos religiosos).

Uma divindade conhecida apenas como o Criador criou o universo e a Roda do Tempo. A Roda não tem fins nem começos, ela apenas existe, e tece os dias na Terra. Ela roda graças ao Poder Único, obtido da Fonte Verdadeira, composta da energia de metades masculinas e femininas (saidin e saidar, respectivamente). Humanos que conseguem manipular essa força são chamados de canalizadores, e a principal organização mencionada nos livros capaz disso são as Aes Sedai, composta exclusivamente por mulheres na era atual da história.

O Criador aprisionara Shai’tan no momento da criação, mas um experimento mal-sucedido de Aes Sedai acidentalmente liberou sua energia maligna no mundo. Este é, portanto, o principal antagonista da série, prometendo poder e imortalidade para aqueles que aceitam se juntar a ele (conhecidos como Amigos das Trevas). Um século depois da quebra inicial da prisão do Tenebroso, inciam-se guerras abertas entre as forças das trevas e os seguidores da Luz, tendo estas como seu líder Lews Therin Telamon, “o Dragão” e líder dos Aes Sedai. Lews Therin lidera um grupo de canalizadores homens e consegue selar novamente a prisão do Tenebroso, mas não sem efeitos colaterais, sendo saidin maculado pelo Shai’Than. Maculados, os Aes Sedai masculinos enlouquecem e causam a ruptura do mundo dando fim a Era das Lendas. As profecias dizem que um dia “O Sangue do Dragão Renascido sobre as pedras de Shayol Ghul libertará a humanidade da sombra”.

Bem, mas o que tem tudo isto a ver com o blog e sua proposta? Nada e TUDO!!

O PHANTASTICUS incentiva a literatura fantástica e as séries televisivas valorizam as obras e seus autores.   Logo, por que não mantermos esta chama acesa e evoluirmos.  Grandes forças da TV/Cinema/Streaming estão arrematando os direitos de diversas obras ficcionais para transformá-las em séries televisivas (vide nossa grande e querida “Game of Thrones” megassucesso exibido pela HBO).  Talvez os mais conservadores se oponham a este “momento”, mas não há escapatória – não podemos lutar contra a evolução.

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Voltando, “The Wheel of Time” já teve suas filmagens iniciadas e tem em seu elenco: Josha Stradowski como “Rand Al’Thor”, Zoë Robins como “Nynaeve”, Barney Harris como “Mat Cauthon”, Marcus Rutherford como “Perrin Aybara”, Madeleine Madden como “Egwene Al’Vere” e Rosamund Pike como “Moraine Damodred”.

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Já a adaptação de “His Dark Materials” trará Dafne Keen no papel principal, alé de Ruth Wilson, James McAvoy, Lin-Manuel Miranda e Clarke Peters. Tom Hooper, vencedor do Oscar por O Discurso do Rei, dirigirá os primeiros dois episódios.

Bem, as duas histórias são muito fortes no conteúdo religioso – com críticas e alusões nítidas e bem definidas.  Ambas, valem a pena a exploração seja nos livros como nas séries que chegarão.

Fim de jogo!!! Chegamos ao fim do post. Espero que todos vocês tenham gostado.    Aproveitem e entrem mais vezes no blog.  Leia quantos posts quiserem e deixe sua opinião.  É muito importante.

Vejo todos no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: La brújula y la rueda: que lleguen más momentos.

¡¡¡Y atención, respetable audiencia!!! ¡Otra publicación de PHANTASTICUS llegó!

¡Uy! Solo bromeaba. Quería abrir la publicación de una manera diferente y recordé a los presentadores de circo. Y después de todo, ¿a quién no le gusta el circo? Bueno, la publicación no tiene nada que ver con eso.

Estaba leyendo algunas noticias literarias y en serie cuando encontré la preciosa información: se estrenará el 3 de noviembre, una nueva serie de HBO / BBC. Se llama “His Dark Materials”, que se basa en la serie literaria británica de fantasía y ciencia ficción escrita por el británico Philip Pullman y comprende la trilogía formada por los libros “Northern Lights”. Gold) publicado en 1995, “The Sutil Knife” publicado en 1997 y “The Amber Spyglass” publicado en 2000. Si desea revisar la publicación del blog del 15 de noviembre de 2015, jotacortizo. wordpress.com/2015/11/15/a-guide-of-hair-philip-pullman-la-brujula-dorada-guide-philip-pullman/

La historia involucra elementos de fantasía como brujas, osos polares y demonios, mientras emplea conceptos e ideas de una amplia gama de campos, como la física, la filosofía y la teología. En parte inspirada en el poema de John Milton Paradise Lost, la trilogía reinterpreta el tema de la caída de la humanidad y ha sido objeto de controversia sobre sus aspectos críticos de la religión.

La trilogía tiene lugar a través de un multiverso, moviéndose entre muchos mundos alternativos. En The Golden Compass, la historia tiene lugar en un mundo que tiene cierta semejanza con el nuestro, similar en estilo a la era victoriana, donde la tecnología no había evolucionado para construir automóviles o aviones, siendo el zepelín un medio de transporte extraordinario. Pullman usa la retórica para implicar que en el mundo de Frontiers of the Universe las diversas iglesias cristianas, incluidas las católicas, ortodoxas y otras iglesias protestantes se han fusionado: por ejemplo, John Calvin, uno de los reformadores protestantes más notables, estaba en el mundo de una serie de papa. La Iglesia (a menudo llamada Magisterio) controla todo el mundo occidental y probablemente también el este.

Una característica distintiva en la historia de Pullman proviene de su concepto de Daemon. En varios universos, desde el nacimiento, el alma humana se manifiesta a lo largo de la vida como un animal que siempre se mantiene cerca de su contraparte humana. Los demonios generalmente solo hablan con sus humanos, pero pueden comunicarse con otros humanos y demonios de forma autónoma. Durante la infancia, el demonio puede cambiar su forma a cualquier animal que desee, pero como adolescente se fija en una sola forma. La forma final revela la verdadera naturaleza de la persona y la personalidad, lo que implica que se estabiliza después de la adolescencia.

El universo de Universe Borders tiene una tecnología interesante; A primera vista parece considerablemente detrás de nuestro propio mundo, pero en algunas áreas es igual o supera el nuestro. Por ejemplo, señala que en el mundo de Lyra hay conocimiento tanto de la metafísica como de la física cuántica. En The Amber Spyglass, usando una muestra de ADN, uno puede seguir a otro desde cualquier universo y perturbar la estructura del espacio-tiempo para formar un profundo abismo en la nada, obligando al objetivo a sufrir un destino mucho peor que la muerte normal.

Y la otra gran noticia para los aficionados a la fantasía y la ficción es la adaptación, en manos de Amazon Studios, de la serie de libros “La rueda del tiempo” del estadounidense Robert Jordan. La serie comprende 14 libros (los últimos 3 completados por el estadounidense Brandon Sanderson, después de la muerte de R. Jordan). El blog ha hablado mucho sobre el trabajo en varias publicaciones, pero lo que más me gusta es jotacortizo.wordpress.com/2016/08/07/um-world-de-luz-e-sombra-onde-o-bem-eo- barely-catch-an-eternal-battle / publicado el 7 de agosto de 2016 – jotacortizo.wordpress.com/2016/08/07/a-luz-and-sombra-onde-o-bem-eo -hacer-batalla-una batalla eterna /

La Rueda del Tiempo presenta varios elementos de las mitologías asiáticas y europeas. Además del concepto presente en el hinduismo y el budismo de la “rueda del tiempo”, que nombra la serie, también se inspira en el respeto por la naturaleza del daoísmo y los conceptos metafísicos de equilibrio y dualismo. En la historia también hay referencias claras al cristianismo y otras religiones monoteístas, como el “Creador” análogo al dios cristiano, y Shai’tan “el Tenebroso” que se refiere al diablo (Shaytan es una palabra árabe que se usa como nombre). al diablo en contextos religiosos).

Una deidad conocida solo como el Creador creó el universo y la Rueda del Tiempo. La Rueda no tiene fin ni principio, solo existe y teje los días en la tierra. Gira gracias al Poder Único, obtenido de la Fuente Verdadera, compuesto por la energía de las mitades masculinas y femeninas (saidin y saidar, respectivamente). Los humanos que pueden manipular esta fuerza se llaman canalizadores, y la organización principal mencionada en los libros Aes de esto son los Aes Sedai, compuestos exclusivamente por mujeres en la era actual de la historia.

El Creador había encarcelado a Shai’tan en el momento de la creación, pero un experimento fallido de Aes Sedai desató accidentalmente su energía maligna en el mundo. Por lo tanto, este es el principal antagonista de la serie, promete poder e inmortalidad para aquellos que aceptan unirse a él (conocidos como Amigos de la Oscuridad). Un siglo después de la ruptura inicial de la prisión Tenebrosa, comienzan las guerras abiertas entre las fuerzas oscuras y los seguidores de la Luz, con su líder Lews Therin Telamon, “el Dragón” y líder de los Aes Sedai. Lews Therin lidera un grupo de fontaneros varones y puede volver a sellar la prisión Tenebrosa, pero no sin efectos secundarios, ya que Shai’Than lo tiñó. Manchado, el macho Aes Sedai se vuelve loco y hace que el mundo se rompa, terminando la Era de las Leyendas. La profecía dice que un día “La sangre del dragón renacido en las piedras de Shayol Ghul liberará a la humanidad de la sombra”.

Bueno, ¿qué tiene que ver todo esto con el blog y su propuesta? ¡Nada y TODO!

PHANTASTICUS fomenta la literatura fantástica y las series de televisión valoran las obras y sus autores. Entonces, ¿por qué no mantener esta llama encendida y evolucionar? Las principales fuerzas de TV / Cinema / Streaming están confiscando los derechos de una serie de obras de ficción para convertirlas en series de televisión (vea nuestro gran y amado mega hit “Game of Thrones” transmitido por HBO). Quizás los más conservadores se oponen a este “momento”, pero no hay escapatoria: no podemos luchar contra la evolución.

Al regresar, “The Wheel of Time” ya comenzó a filmarse y tiene en su elenco: Josha Stradowski como “Rand Al’Thor”, Zoë Robins como “Nynaeve”, Barney Harris como “Mat Cauthon”, Marcus Rutherford como “Perrin Aybara” “, Madeleine Madden como” Egwene Al’Vere “y Rosamund Pike como” Moraine Damodred “.

La adaptación de “His Dark Materials” traerá a Dafne Keen en el papel principal, junto con Ruth Wilson, James McAvoy, Lin-Manuel Miranda y Clarke Peters. Tom Hooper, ganador del Oscar por The King’s Speech, dirigirá los dos primeros episodios.

Bueno, ambas historias son muy fuertes en contenido religioso, con críticas y alusiones claras y bien definidas. Vale la pena explorar ambos en los libros y en la próxima serie.

¡¡¡Fin del juego!!! Hemos llegado al final del post. Espero que todos lo hayan disfrutado. Disfruta e ingresa al blog con más frecuencia. Lee todas las publicaciones que quieras y deja tu opinión. Es muy importante.

Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal-aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

 

pt.wikipedia.org/wiki/His_Dark_Materials

ovicio.com.br/a-roda-do-tempo-serie-de-tv-ganha-sinopse-e-data-de-producao/

omelete.com.br/series-tv/his-dark-materials-hbo-elenco-vozsyfy.com/sites/syfy/files/styles/1200×680/public/wire/legacy/HisDarkMaterials.jpg

wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/e/e3/HisDarkMaterials1stEdition.jpg/220px-HisDarkMaterials1stEdition.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/His_Dark_Materials

pt.wikipedia.org/wiki/The_Wheel_of_Time

i.ytimg.com/vi/bmrg8EVHvRg/maxresdefault.jpg

goodereader.com/blog/uploads/images/wheel-of-time.jpg

thumbs.gfycat.com/EqualAdvancedKilldeer-size_restricted.gif

images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/81TFRojp%2BuL.jpg

 

A Devastação do planeta Terra, ficção ou uma realidade

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A Devastação do planeta Terra, ficção ou uma realidade.

Olá para todos.  Bem, temos acompanhado, no noticiário de todo o planeta, os incêndios que estão consumindo muitos hectares da floresta amazônica.  Há suspeitas de que um dos muitos atos, que estão sendo investigados no âmbito do MPF, é o “Dia do Fogo”, um evento organizado por produtores rurais, sindicalistas, grileiros e comerciantes com objetivo de derrubar parte da floresta e plantar pasto (conforme notícia de diversos jornais).  Bem, apesar de você estar lendo um post do PHANTASTICUS, infelizmente, não é ficção.

Tudo tem de ser investigado e os criminosos julgados e punidos – independente de quem seja.  E que todos estes episódios sirvam como lição e que o povo pressione o(s) governante(s) a mudarem o curso desta trágica história e reverter a situação climática de nosso planeta.

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Mas, seguindo nesta linha e mergulhando na ficção – que é o que efetivamente tratamos aqui – encontramos uma grande obra de uma sensacional autora surgida em 2004 e, finalmente, “catapultada” ao estrelato.  “The Calculating Stars” é um romance de ficção científica da escritora americana Mary Robinette Kowal. O livro foi publicado em 3 de julho de 2018.

Nota: É o primeiro livro da série “Lady Astronaut” e um prequel de seu conto de 2012 “The Lady Astronaut of Mars” (um conto de história alternativa/ficção científica).

Abertura

No romance, logo após o presidente Thomas Dewey levar os Estados Unidos à vitória na corrida espacial em 1952, um meteorito atinge a baía de Chesapeake, destruindo a maior parte da costa leste. Na sequência, a matemática e ex-piloto do WASP, Elma York, calcula que a mudança climática resultante tornará o planeta inabitável dentro de 50 anos. A humanidade precisa deixar o planeta.  Essa ameaça acelera os esforços para colonizar o espaço e leva Elma a ingressar na Coalizão Internacional Aeroespacial em sua tentativa de alcançar, primeiro a Lua, depois Marte.

A narrativa é mais complexa do que parece. M. R. Kowal foca principalmente no papel das mulheres, com Elma lutando contra o machismo para ter uma chance de se tornar astronauta. Lida também com o racismo (na vida real, só em 1978 um cubano foi ao espaço a convite dos soviéticos; o primeiro afro-americano só em 1983), preconceitos por conta de saúde mental (Elma sofre de ansiedade), a politicagem no programa espacial, e a descrença de alguns nas mudanças climáticas (reais) que o planeta atravessa – todos temas que infelizmente continuam atuais.

The Calculating Stars

Capa

Sinopse: Em uma noite fria de verão de 1952, um enorme meteorito caiu na Terra e obliterou a maior parte da costa leste dos Estados Unidos, incluindo Washington D.C. O cataclismo climático que se sucedeu irá logo tornar a Terra inabitável para a humanidade, assim como o último meteorito fez com os dinossauros. Esta ameaça que paira no ar obriga um esforço radicalmente acelerado para colonizar o espaço, e faz com que a maior parte da humanidade tome parte no processo.

A experiência de Elma York como uma piloto WASP e como matemática fornece a ela um lugar nos esforços da Coalização Aeroespacial Internacional para levar o homem à lua, como uma calculadora. Mas com tantas pilotos mulheres habilidosas e experientes e cientistas envolvidas com o programa, não leva muito tempo até que Elma comece a se questionar por que elas também não podem ir ao espaço.

A necessidade de Elma em se tornar a primeira Dama Astronauta é tão forte que mesmo as convenções mais comuns da sociedade não terão uma chance contra ela.

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A recepção de “The Calculating Stars” foi excepcional e o livro ganhou os Prêmios Nebula e Hugo 2019 de Melhor Romance e o Locus de 2019 de Melhor Romance de Ficção Científica.  Além disso, foi indicado ao Prêmio Sidewise de 2019 de Alternativa História e foi finalista no John W. Campbell Memorial Award de 2019 pelo melhor romance de ficção científica do ano.

A Publishers Weekly considerou a obra “excepcional”, com a vida pessoal de Elma “fornecendo um centro humano cativante para os antecedentes apocalípticos”.  James Nicoll elogiou M.R. Kowal por estar disposta a incluir questões raciais e de gênero historicamente precisas.

A autora soube, como ninguém, narrar a jornada de superação de um grupo de mulheres que sofrem todo o tipo de preconceitos para se tornarem astronautas. É uma ficção alternativa, mas totalmente baseada em preconceitos reais.  Seguir a narrativa de Elma é acompanhar uma verdadeira montanha-russa de emoções. Elma não é a personagem perfeita; longe disso. É introvertida, porém fala demais. Sofre com transtorno de ansiedade, muito por causa do preconceito de gênero que sofreu por toda a sua vida. É obcecada, e comete muitos erros ao longo do processo. É uma personagem falha, porém é tão humana que chega a doer.  Muitas de suas falas são poderosas e carregadas de emoção. A obsessão de Elma é algo saudável e é o que a guia por todas as suas conquistas. Mesmo que algumas delas ela não se dê conta até que alguém aponte a ela o que ela foi capaz de fazer.

Kowal tem a capacidade de imbuir suas histórias de uma vida rica, de puxar o coração empático do leitor, enquanto ainda os desafia a considerar os muitos temas que correm como tentáculos nas entrelinhas da narrativa. Sua obra é ao mesmo tempo encantadora e comovente, trágica e esperançosa. As maiores histórias são estratificadas e diferenciadas, e Kowal continua a provar que é mestre em pintar a vida nas telas ilimitadas da ficção científica e em criar universos que imploram para serem explorados – tudo dentro das rígidas limitações da ficção Seus livros nos trazem uma rica experiência que implora para ser lida repetidamente.

Kowal começou essa história de trás para a frente, inclusive antes mesmo da publicação de Estrelas Além do Tempo. Em 2012 lançou em audiolivro (e depois online em texto) o conto “The Lady Astronaut of Mars”, em que uma veterana astronauta contempla uma última viagem espacial. Daí resolveu voltar ao começo. Já publicou a continuação de “The Calculating Stars”, “The Fated Sky”, em que expande alguns dos temas do primeiro, principalmente o racismo e os conflitos políticos em torno do programa espacial e do ceticismo quanto ao aquecimento global. Também lançou alguns contos intermediários, e já tem mais dois volumes a caminho previstos para 2020 e 2021. “The Calculating Stars” é um grande livro de Ficção Científica, não tanto pela inovação ou originalidade, mas pelo extremo detalhamento com que Kowal imagina e desenvolve a história.

Em resumo, é um livro imperdível!!!

Chegamos ao fim do post. Espero que todos vocês tenham gostado.    Aproveitem e entrem mais vezes no blog.  Leia quantos posts quiserem e deixe sua opinião.  É muito importante.

Vejo todos vocês no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Devastación del planeta tierra, ficción o realidad.

Hola para todos. Bueno, hemos estado siguiendo, en las noticias de todo el planeta, los incendios que están consumiendo muchas hectáreas de la selva amazónica. Se sospecha que uno de los muchos actos que se investigan bajo el MPF es el “Día del fuego”, un evento organizado por agricultores, sindicalistas, acaparadores de tierras y comerciantes con el objetivo de limpiar parte del bosque y plantar pastos (como noticias de varios periódicos). Bueno, aunque estás leyendo una publicación de PHANTASTICUS, desafortunadamente, no es ficción.

Todo tiene que ser investigado y los criminales juzgados y castigados, independientemente de quiénes sean. Y que todos estos episodios sirvan como una lección y que la gente presione a las reglas para cambiar el curso de esta trágica historia y revertir la situación climática de nuestro planeta.

Pero siguiendo esta línea y profundizando en la ficción, que es con lo que realmente estamos tratando aquí, encontramos un gran trabajo de un autor sensacional que surgió en 2004 y finalmente “catapultó” al estrellato. “The Calculating Stars” es una novela de ciencia ficción de la escritora estadounidense Mary Robinette Kowal. El libro fue publicado el 3 de julio de 2018.

Nota: Es el primer libro de la serie “Lady Astronaut” y una precuela de su cuento de 2012 “The Lady Astronaut of Mars” (un cuento alternativo de historia / ciencia ficción).

En la novela, poco después de que el presidente Thomas Dewey condujera a Estados Unidos a la victoria en la carrera espacial de 1952, un meteorito golpea la bahía de Chesapeake, destruyendo la mayor parte de la costa este. A continuación, las matemáticas y el ex piloto de WASP Elma York estiman que el cambio climático resultante hará que el planeta sea inhabitable dentro de 50 años. La humanidad necesita abandonar el planeta. Esta amenaza acelera los esfuerzos para colonizar el espacio y hace que Elma se una a la Coalición Internacional Aeroespacial en su intento de llegar primero a la luna, luego a Marte.

La narrativa es más compleja de lo que parece. M. R. Kowal se centra en el papel de la mujer, con Elma luchando contra el machismo para tener la oportunidad de convertirse en astronauta. También trata el racismo (en la vida real, solo en 1978 un cubano fue al espacio por invitación de los soviéticos; el primer afroamericano solo en 1983), prejuicios debido a la salud mental (Elma sufre de ansiedad), politiqueando en el programa espacio, y la incredulidad de algunos de los cambios (reales) climáticos por los que atraviesa el planeta, todos los temas que desafortunadamente siguen siendo actuales.

Sinopsis: en una fría noche de verano de 1952, un enorme meteorito se estrelló contra la Tierra y destruyó la mayor parte de la costa este de los EE. UU., Incluido Washington DC. El consiguiente cataclismo climático hará que la Tierra sea inhabitable para la humanidad, así como El último meteorito hecho con los dinosaurios. Esta amenaza en el aire obliga a un esfuerzo radicalmente acelerado para colonizar el espacio y hace que la mayoría de la humanidad participe en el proceso.

La experiencia de Elma York como piloto de WASP y matemática le proporciona un lugar en los esfuerzos de la Coalición Internacional Aeroespacial para llevar al hombre a la luna como una calculadora. Pero con tantas pilotos y científicas calificadas y experimentadas involucradas en el programa, no pasa mucho tiempo antes de que Elma comience a preguntarse por qué tampoco pueden ir al espacio.

La necesidad de Elma de convertirse en la primera Lady Astronauta es tan fuerte que incluso las convenciones más comunes de la sociedad no tendrán una oportunidad contra ella.

La recepción de “The Calculating Stars” fue excepcional y el libro ganó los Premios Nebula y Hugo 2019 al Mejor Romance y el Locus 2019 al Mejor Romance de Ciencia Ficción. Además, fue nominado para el Premio Sidewise 2019 de Historia Alternativa y fue finalista del Premio John W. Campbell Memorial 2019 a la mejor novela de ciencia ficción del año.

Publishers Weekly calificó el trabajo de “excepcional”, con la vida personal de Elma “proporcionando un centro humano cautivador para los antecedentes apocalípticos”. James Nicoll elogió al Sr. Kowal por estar dispuesto a incluir cuestiones raciales y de género históricamente precisas.

El autor sabía, como nadie, narrar el viaje para superar a un grupo de mujeres que sufren todo tipo de prejuicios para convertirse en astronautas. Es una ficción alternativa, pero totalmente basada en prejuicios reales. Seguir la narrativa de Elma es seguir una verdadera montaña rusa de emociones. Elma no es el personaje perfecto; lejos de eso. Ella es introvertida, pero habla demasiado. Sufre de trastorno de ansiedad, en gran parte debido al sesgo de género que ha sufrido a lo largo de su vida. Está obsesionado y comete muchos errores durante todo el proceso. Es un personaje defectuoso, pero es tan humano que duele. Muchas de sus líneas son poderosas y cargadas de emoción. La obsesión de Elma es saludable y es lo que la guía a través de todos sus logros. A pesar de que algunos de ellos no se dan cuenta hasta que alguien le señala lo que pudo hacer.

Kowal tiene la capacidad de imbuir sus historias con y una vida rica que atrae el corazón empático del lector, mientras los desafía a considerar los muchos temas que se ejecutan como tentáculos entre las líneas de la narración. Su trabajo es encantador y conmovedor, trágico y esperanzador. Las mejores historias están estratificadas y diferenciadas, y Kowal continúa demostrando que es maestro en pintar la vida en los lienzos ilimitados de la ciencia ficción y en crear universos que piden ser explorados, todo dentro de las rígidas limitaciones de la ficción. Sus libros nos traen una experiencia rica. eso pide ser leído repetidamente.

Kowal comenzó esta historia al revés, incluso antes de la publicación de Stars Beyond Time. En 2012 lanzó en audiolibro (y luego en línea en texto) el cuento “La dama astronauta de Marte”, en el que un astronauta veterano contempla un último viaje espacial. Luego decidió volver al principio. Ha publicado la secuela de “The Calculating Stars”, “The Fated Sky”, que amplía algunos de los temas de la primera, en particular el racismo y el conflicto político sobre el programa espacial y el escepticismo sobre el calentamiento global. También ha lanzado algunos cuentos intermedios, y tiene dos volúmenes más en camino en 2020 y 2021. The Calculating Stars es un gran libro de ciencia ficción, no tanto por su innovación u originalidad, sino por los detalles extremos con los que Kowal imagina y se desarrolla la historia.

¡En resumen, es un libro imperdible!

Hemos llegado al final del post. Espero que todos lo hayan disfrutado. Disfruta e ingresa al blog con más frecuencia. Lee todas las publicaciones que quieras y deja tu opinión. Es muy importante.

Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal-aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

brasil.elpais.com/brasil/2019/08/27/politica/1566864699_526443.html

en.wikipedia.org/wiki/Mary_Robinette_Kowal

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ficcoeshumanas.com/fantasia–ficcao-cientifica/resenha-the-calculating-stars-the-lady-astronaut-series-vol-1-de-mary-robinette-kowal

tor.com/2018/07/03/book-reviews-the-calculating-stars-by-mary-robinette-kowal/

cheirodelivro.com/the-calculating-stars-de-mary-robinette-kowal/

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