Mais Conflitos na Quinta Onda * Cuidado com a Sexta!

Tags

, , , , , , , , , ,

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Logo PHANTASTICUS 1

Versão em português: Mais Conflitos na Quinta Onda * Cuidado com a Sexta!

Olá para todxs!! Todxs bem? Em casa?  Neste momento único que vivemos – para muitas das gerações que circulam pelo planeta – temos que priorizar o cuidado com o ser humano.  Siga o que a indica a ciência.  Priorize a vida.

Bem, vamos seguir juntos pela leitura, pela informação, pela LitFan.

images

No post de hoje, vou trazer o autor americano Richard Yancey. Autor best-sellers da lista do New York Times, Rick Yancey já escreveu 14 livros e suas obras foram publicadas em mais de 20 línguas. Aclamado pela crítica e pelo público, Yancey recebeu indicações para diversos prêmios por suas obras, entre eles: “Carnegie Medal”, “Michael L. Prinz Honor”, “Los Angeles Times Book Prize” e “Best book of the year”, da “Publishers Weekly”. Formado em Inglês pela Roosevelt University, de Chicago, foi trabalhar no IRS, órgão equivalente à Receita Federal nos Estados Unidos. Mas não desistiu do seu sonho de escrever e, após 12 anos como auditor fiscal, publicou seu primeiro livro de sucesso: “Confessions of a Tax Collector” (Confissões de um auditor fiscal). Em 2004, decidiu sair do emprego no IRS e se dedicar em tempo integral à carreira de escritor. Atualmente, mora na Flórida com a esposa e o caçula de três filhos.

Mas vamos falar de um dos seus grandes sucessos.  A saga “5th Wave” (A Quinta Onda).  O primeiro livro deu origem a série: The 5th Wave, publicado em 2013.  O segundo carrega o título “The Infinite Sea” (O Mar Infinito) publicado em 2014.  O último livro seria “The Last Star” (A Última Estrela) que foi publicado em 2016.

1407501241

Bem, tudo começou de forma muito calma e sutil, despertando o interesse e a curiosidade de todos: grandes naves surgiram sobre o planeta Terra, e ali ficaram.  Pouco tempo depois, quando estavam os habitantes do planeta ainda estavam seguros, calmos e confiantes (como sempre acontece quando algo diferente chega e fica em segundo plano, após a fase das curiosidades sem controle e sem limites), acontece a 1ª onda: escuridão. O pânico surgiu.  Os Outros lançam uma onda EMP (Pulso eletromagnético) que retira toda a tecnologia eletrônica e mata meio milhão de pessoas, causando um curto-circuito em todos os veículos em movimento, incluindo aviões em pleno voo.

terra-explosao-planeta-0117-1400x800

E veio a 2ª onda: destruição.  Dezenas de desastres naturais, tsunamis e ocorrências. Os Outros, percebendo que aproximadamente 40% da população da Terra vive a 100 quilômetros da costa, solta enormes bastões “duas vezes mais altos que o Empire State Building e três vezes mais pesados” nas linhas de falha da Terra, causando tsunamis maciços que matam cerca de três bilhões de pessoas.

Chega a 3ª onda: infecção.  Um vírus que mata a todos que infecta, fazendo com que a morte fosse pestilenta, dolorosa, asquerosa e desesperadora.  Os Outros lançam um esquema para infectar o maior número possível de sobreviventes com um vírus mortal. Usando as aves da Terra como transportadoras (através de excrementos em queda), a praga reivindica 97% dos sobreviventes restantes. O vírus, que se assemelha a uma forma avançada de Ebola, faz com que as vítimas sangrem lentamente até a morte até que “você se torne uma bomba viral. E quando você explode, você explode todo mundo ao seu redor com o vírus”.

E vem a 4ª onda: invasão.  É bem verdade que muitos dos “Outros” já estavam na Terra, adormecidos, vivendo com toda a humanidade. O objetivo deles? Matar os sobreviventes.   E a população humana restante tenta desesperadamente sobreviver com os recursos que restam, saqueando o tempo todo, agarrando-se à esperança de que “os responsáveis”, onde quer que estejam, estejam trabalhando em busca de uma solução. Eventualmente, essa crença parece legítima quando um impressionante batalhão de soldados (com veículos em funcionamento) chega ao campo improvisado onde Cassie, Sam e seu pai estão hospedados. Os soldados e o comandante, no entanto, só parecem interessados ​​nas crianças e os carregam prontamente nos ônibus que aguardam antes de ordenar todos os adultos para o acampamento. Uma vez que os humanos estão cercados, o comandante Vosch ordena um massacre e mata todos no acampamento. Cassie, no entanto, escapa por pouco e testemunha a morte de seu pai pela mão de Vosch. Nesse momento, a quarta onda fica clara: nem todos os “humanos” são realmente humanos.

Agora resta a 5ª onda.  Os sobreviventes estavam preparados?

Chegamos na jovem Cassie, de Cassiopeia, que tem 16 anos e tem um único objetivo: resgatar seu irmão Sam, de 5 anos, que foi levado por um grupo do exército para uma base militar – que se propõe a cuidar das crianças que sobreviveram às quatro primeiras ondas. Sozinha no mundo, Cassie não confia em ninguém, não dorme sem sua arma e sem Urso, o urso de pelúcia que seu irmão lhe deu para que ela não tivesse medo.  E ela não pode confiar em ninguém.

Tente entender o que Cassie estava passando: Você vive confortavelmente sua vida, sua única preocupação é beijar ou não beijar quem você gosta, se formar no Ensino Médio, tirar nota em determinada prova. E eis que de repente, você não tem mais nada: não tem mais casa, não tem mais amigos, não tem mais família, não tem mais energia, não tem nada. Mas tem os Outros. E eles se parecem exatamente como você. E agora?

Agora é não confiar em ninguém.  Daí em diante, é matar antes e perguntar depois. Qualquer pessoa é suspeita. A meta agora é continuar vivo.

Os livros são tão envolventes que “pegamos” o clima.  O leitor também não consegue confiar em ninguém e, a cada página, um novo questionamento se faz, de forma que a única conclusão plausível é a de que nada/ninguém é o que parece.

Daqui eu paro.  Não gosto de dar “spoilers”.  Mas, muitas surpresas irão te aguardar ao ler a série.

A crítica literária comparou o livro, favoravelmente, a “Jogos Vorazes” e à “Estrada”.  O livro recebeu resenhas estreladas por Publishers Weekly e Kirkus, e revisores notaram que ele tem amplo apelo do público, obscurecendo as linhas entre ficção de jovens e adultos e entre ficção de gênero e mainstream, de forma que não pode ser facilmente inserido em um gênero, apesar de ter muitas das características da ficção para jovens adultos. O New York Times o listou como um dos melhores livros para jovens adultos de 2013, e foi finalista da Goodreads para o romance de Melhor Fantasia para Jovens Adultos ou Ficção Científica em 2013.  Afinal: O livro é diferente de qualquer outra história de invasão alienígena. Não espere grandes naves entrando e atirando, monstros alienígenas com armas na mão ou armas de laser. É um grande mistério quem são esses alienígenas. A única coisa que aconteceu foi uma nave muito grande aparecer e ficar amostra. Fora isso nada aconteceu. Eles não se manifestaram. Os sobreviventes dessa invasão? Apenas 3% da população mundial.

5a Onda Filme

Nota: O primeiro livro teve uma adaptação para os cinemas que estreou em 2016.

Finalizamos com uma frase da protagonista – Cassiopeia: “Eu sou aquela que não vai fugir, não vai ficar, mas vai enfrentar. Porque, se eu for a última, então eu sou a Humanidade. E se essa for a última guerra da Humanidade, então eu sou o campo de batalha.”

Final

Lição para toda a vida: Não confie, em sua plenitude, em tudo que você vê ou falam.  Questione.  Pesquise.  Entenda.  Prove.  Em alguns momentos você precisa ser descrente até o ponto de – com muitas respostas e “provas” – confiar cegamente.  Mas não se omita.  Não se acomode.  Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo.

Cortizo 2

Jota Cortizo

Versión española: Más Conflitos en la Quinta Ola * ¡Cuidado com a Sexta!

¡¡Hola a todxs!! ¿Todxs está bien? ¿En casa? En este momento único en el que vivimos, durante muchas de las generaciones que circulan por el planeta, tenemos que priorizar la atención con el ser humano. Sigue lo que la ciencia te indica. Prioriza la vida.

Bueno, repasemos lectura, información, LitFan juntos.

En el post de hoy, traeré al autor estadounidense Richard Yancey. El autor más vendido en la lista del New York Times, Rick Yancey, ha escrito 14 libros y sus obras han sido publicadas en más de 20 idiomas. Aclamado por la crítica y el público, Yancey recibió nominaciones para varios premios por sus obras, entre ellas: “Medalla Carnegie”, “Honor Michael L. Prinz”, “Premio del libro de Los Angeles Times” y “Mejor libro del año”, de “Editores semanales”. Graduado en inglés de la Universidad Roosevelt, en Chicago, fue a trabajar al IRS, una agencia equivalente al IRS en los Estados Unidos. Pero no abandonó su sueño de escribir y, después de 12 años como auditor de impuestos, publicó su primer libro exitoso: “Confesiones de un recaudador de impuestos”. En 2004, decidió dejar su trabajo en el IRS y dedicarse a tiempo completo a la escritura. Actualmente vive en Florida con su esposa y el menor de tres hijos.

Pero hablemos de uno de tus grandes éxitos. La saga “5th Wave” (La quinta ola). El primer libro dio origen a la serie: The 5th Wave, publicada en 2013. El segundo lleva el título “The Infinite Sea” publicado en 2014. El último libro sería “The Last Star” (La última estrella) que fue publicado en 2016.

Bueno, todo comenzó de una manera muy tranquila y sutil, despertando el interés y la curiosidad de todos: grandes naves aparecieron sobre el planeta Tierra y se quedaron allí. Poco después, cuando los habitantes del planeta todavía estaban seguros, tranquilos y seguros (como siempre cuando llega algo diferente y permanece en segundo plano, después de la fase de curiosidades sin control y sin límites), ocurre la primera ola: la oscuridad. El pánico estalló. Los Otros lanzan una onda EMP (pulso electromagnético) que elimina toda la tecnología electrónica y mata a medio millón de personas, provocando un cortocircuito en todos los vehículos en movimiento, incluidos los aviones en vuelo.

Y llegó la segunda ola: destrucción. Docenas de desastres naturales, tsunamis y sucesos. Los Otros, al darse cuenta de que aproximadamente el 40% de la población de la Tierra vive a 100 kilómetros de la costa, arrojan enormes porras “dos veces más altas que el Empire State Building y tres veces más pesadas” en las fallas de la Tierra, causando tsunamis masivos que matan alrededor de tres mil millones de personas.

Llega la tercera ola: infección. Un virus que mata a todos los que infecta y hace que la muerte sea pestilente, dolorosa, desagradable y desesperada. Los Otros lanzan un esquema para infectar a tantos sobrevivientes como sea posible con un virus mortal. Utilizando aves terrestres como portadoras (a través de excrementos que caen), la plaga reclama el 97% de los sobrevivientes restantes. El virus, que se asemeja a una forma avanzada de Ébola, hace que las víctimas se desangran lentamente hasta “convertirse en una bomba viral. Y cuando explotas, explotas a todos los que te rodean con el virus”.

Y llega la cuarta ola: invasión. Es cierto que muchos de los “Otros” ya estaban en la Tierra, dormidos, viviendo con toda la humanidad. ¿Su meta? Mata a los sobrevivientes. Y la población humana restante trata desesperadamente de sobrevivir con los recursos restantes, saqueando todo el tiempo, aferrándose a la esperanza de que “los responsables”, estén donde estén, estén trabajando para encontrar una solución. Finalmente, esta creencia parece legítima cuando un impresionante batallón de soldados (con vehículos en funcionamiento) llegan al campamento improvisado donde se alojan Cassie, Sam y su padre. Sin embargo, los soldados y el comandante solo parecen interesados ​​en los niños y los cargan rápidamente en los autobuses que esperan antes de ordenar a todos los adultos que acampen. Una vez que los humanos están rodeados, el comandante Vosch ordena una masacre y mata a todos en el campamento. Cassie, sin embargo, escapa por poco y es testigo de la muerte de su padre por la mano de Vosch. En este punto, la cuarta ola es clara: no todos los “humanos” son realmente humanos.

Ahora hay la quinta ola. ¿Estaban preparados los sobrevivientes?

Llegamos a la joven Cassie, de Cassiopeia, que tiene 16 años y tiene un solo objetivo: rescatar a su hermano Sam, de 5 años, que fue llevado por un grupo del ejército a una base militar, que propone cuidar a los niños que sobrevivieron al primeras cuatro olas Sola en el mundo, Cassie no confía en nadie, no duerme sin su arma y sin Bear, el oso de peluche que le dio su hermano para que no tenga miedo. Y ella no puede confiar en nadie.

Trata de entender por lo que Cassie estaba pasando: vives tu vida cómodamente, tu única preocupación es besar o no besar a los que te gustan, graduarte de la escuela secundaria, obtener una calificación en un examen determinado. Y he aquí, de repente no tienes nada más: no tienes hogar, no tienes amigos, no tienes familia, no tienes energía, no tienes nada. Pero hay otros. Y se parecen a ti. ¿Y ahora?

Ahora no está confiando en nadie. A partir de entonces, está matando antes y preguntando después. Cualquiera es sospechoso. El objetivo ahora es mantenerse con vida.

Los libros son tan interesantes que “captamos” el estado de ánimo. El lector tampoco puede confiar en nadie y, en cada página, se hace una nueva pregunta, de modo que la única conclusión plausible es que nada / nadie es lo que parece.

Desde aquí me detengo. No me gusta dar spoilers. Pero, muchas sorpresas te esperarán cuando leas la serie.

La crítica literaria comparó favorablemente el libro con “Los juegos del hambre” y con “Estrada”. El libro recibió críticas protagonizadas por Publishers Weekly y Kirkus, y los revisores señalaron que tiene un gran atractivo público, desdibujando las líneas entre la ficción juvenil y adulta y entre el género y la ficción convencional, por lo que no puede insertarse fácilmente en un género, a pesar de tener muchas de las características de la ficción juvenil. El New York Times lo enumeró como uno de los mejores libros para jóvenes adultos de 2013, y fue finalista de Goodreads para la mejor novela de fantasía o ciencia ficción para jóvenes adultos de 2013. Después de todo: el libro es diferente a cualquier otra historia de invasión alienígena. . No esperes que entren grandes naves y disparen, monstruos alienígenas con armas en mano o armas láser. Es un gran misterio quiénes son estos extraterrestres. Lo único que sucedió fue que apareció y se mostró un barco muy grande. Aparte de eso, no pasó nada. No hablaron. ¿Los sobrevivientes de esa invasión? Solo el 3% de la población mundial.

Nota: El primer libro tuvo una adaptación teatral que debutó en 2016.

Terminamos con una frase de la protagonista: Cassiopeia: “Yo soy el que no huirá, no se quedará, pero se enfrentará. Porque, si soy el último, entonces soy Humanidad. Y si esta es la última guerra de la humanidad, entonces yo soy el campo de batalla “.

Lección de por vida: no confíes, en tu plenitud, en todo lo que ves o dices. Pregunta. Buscar. Entender. Pruébalo. A veces hay que ser incrédulo hasta el punto de, con muchas respuestas y “pruebas”, confiar ciegamente. Pero no lo omitas. No te conformes. Espero que hayas disfrutado el post. Hasta la próxima.

Jota Cortizo

 

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: *3.bp.blogspot.com/-2m1AJvdJwag/V2rDGQTNybI/AAAAAAAAeSA/5_wgbZ2PhxYgcbTaPOXvB_4Kt_PfaGSYACLcB/s1600/5%2Bonda%2B7.png

images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/917pRN-6lbL.jpg

editorafundamento.com.br/autores/index/profile/hash/rick-yancey

leitorcabuloso.com.br/2016/01/resenha-a-quinta-onda-rick-yancey/

images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/51AsqWoXf6L._SX323_BO1,204,203,200_.jpg

editorafundamento.com.br/media/catalog/product/cache/1/image/9df78eab33525d08d6e5fb8d27136e95/5/_/5_onda_1.png

i.pinimg.com/originals/d0/cf/de/d0cfde7287114bb24fe9feb8f56f16b4.jpg

livrosetalgroup.blogspot.com/2015/12/sobre-sagas-quinta-onda.html

en.wikipedia.org/wiki/The_5th_Wave_(novel)

becoliterario.com/resenha-a-quinta-onda-rick-yancey/

skoob.com.br/livro/resenhas/324965/mais-gostaram

en.wikipedia.org/wiki/Rick_Yancey

img.vixdata.io/pd/jpg-large/pt/sites/default/files/t/terra-explosao-planeta-0117-1400×800.jpg

thumbs.jusbr.com/uploads.jusbr.com/publications/noticias/images/1407501241.jpg

miro.medium.com/max/2400/1*XxNc8RGg3pVkL4WxBDfCMg.jpeg

 

Conflitos na Restauração da ordem * Nos contos de uma aia

Tags

, , , , , , , , , ,

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Logo PHANTASTICUS 1

Versão em português: Conflitos na Restauração da ordem * Nos contos de uma aia.

Amigxs!! Todos bem – e em casa?  Importante que tenhamos toda a cautela possível neste momento difícil.  Siga a estrada que está sendo desenhada pela ciência.   E vamos seguir juntos pela leitura, pela informação, pela LitFan.

Hoje tenho o prazer (e a honra) de trazer uma canadense que é escritora, romancista, poetisa, contista, ensaísta e crítica literária – internacionalmente reconhecida, tendo recebido inúmeros prêmios literários importantes. Foi agraciada com a Ordem do Canadá, a mais alta distinção em seu país.

Trago a vocês: Margaret Eleanor Atwood.

Em sua infância, era uma leitora voraz de literatura, de livros de mistério, de contos de fada dos “Irmãos Grimm” e de histórias em quadrinhos.  Decidiu escrever profissionalmente quando tinha 16 anos. Começou a publicar poemas e artigos no jornal literário da universidade. E sua vida girou muito em torno da literatura.  Hoje, com 80 anos, muitos de seus romances e contos são referência.         Recebeu muitos prêmios, tais como: o “Arthur C. Clarke Award” (1987), “Man Booker” (2000), o “Princesa das Astúrias” (2008) e o “PEN Pinter” (2016)

Curiosidade: Muitos de seus contos e poemas foram inspirados por contos de fadas europeus e pela mitologia euroasiática.

handmaids-tale-english-known-readers-high-tea

E toda a genialidade de M. Atwood se manifesta nas linhas de “The Handmaid’s Tale” (O Conto da Aia).  Publicado em 1985, foi muito bem recebido pelo pública e pela crítica.

O romance está estabelecido na República de Gileade, uma teonomia cristã militar formada nas fronteiras do que anteriormente eram os Estados Unidos da América.

Nota: Teonomia, de theos (Deus) e nomos (lei), é uma forma de governo em que a sociedade seria governada pela “lei divina”, um tipo de teocracia cristã. Os teonomistas afirmam que a Palavra de Deus, incluindo as leis judiciais do Antigo Testamento, devem ser cumpridas pelas sociedades modernas. Os seguidores do reconstrutivismo cristão são o principal grupo que advoga por este tipo de sistema político.

Atenção: A ficção pode ser muito parecida com a realidade.

Após um ataque terrorista matar o presidente e a maioria do Congresso dos Estados Unidos, um movimento fundamentalista de reconstrução cristã autointitulado “Filhos de Jacó” lança um golpe e suspende a Constituição dos Estados Unidos sob o pretexto de “restaurar a ordem”. Eles rapidamente tiram os direitos das mulheres, em grande parte atribuídos a registros financeiros armazenados eletronicamente e rotulados por sexo. O novo regime surge como a República de Gileade. Trabalha velozmente para consolidar seu poder e reorganizar a sociedade estadunidense ao longo de um novo modelo totalitário, militarizado e hierárquico de fanatismo religioso e social inspirado no Antigo Testamento entre suas castas sociais recém-criadas. Nesta sociedade, os direitos humanos são severamente limitados e os direitos das mulheres são ainda mais restritos; por exemplo, as mulheres estão proibidas de ler.

A história é contada em primeira pessoa por uma mulher chamada Offred (literalmente Of-Fred). A personagem é parte de uma classe de mulheres mantidas para fins reprodutivos e conhecidas como “servas” (aias) pela classe dominante em uma era de nascimentos em declínio devido à esterilidade por poluição e doenças sexualmente transmissíveis. Offred descreve sua vida durante sua terceira tarefa como serva, neste caso na residência de Fred (referido como “O Comandante”). Intercalados em flashbacks estão porções de sua vida de antes e durante o início do golpe, quando ela descobre que perdeu toda autonomia para seu marido, depois de uma tentativa fracassada de escapar do país com sua família para o Canadá. Ela então passa a ser doutrinada para ser uma serva – uma aia. Offred descreve a estrutura da sociedade de Gileade, incluindo as diferentes classes de mulheres e suas vidas circunscritas na nova teocracia cristã.

Aia

Ajustando-se às suas alegações de que The Handmaid’s Tale é uma obra de ficção especulativa, não ficção científica, o romance de M. Atwood oferece uma visão satírica de várias tendências sociais, políticas e religiosas dos Estados Unidos na década de 1980. Sua motivação para escrever o romance era que, na década de 1980, a direita religiosa discutia o que eles fariam com as mulheres se elas tomassem o poder, incluindo a Maioria Moral, o Foco na Família, a Coalizão Cristã e o governo Ronald Reagan.  Além disso, Atwood questiona o que aconteceria se essas tendências, e especialmente “atitudes casualmente mantidas em relação às mulheres”, fossem levadas ao seu fim lógico. Atwood continua argumentando que todos os cenários oferecidos em “The Handmaid’s Tale” ocorreram na vida real – em uma entrevista que ela deu sobre Oryx e Crake, Atwood sustenta que “Assim como The Handmaid’s Tale, eu não coloquei nada que ainda não fizemos, ainda não estamos fazendo, estamos tentando seriamente, juntamente com as tendências que já estão em andamento … Então, todas essas coisas são reais e, portanto, a quantidade de pura invenção está próxima de nulo. “M. Atwood também era conhecida por levar recortes de jornais para suas várias entrevistas para apoiar a base de sua ficção na realidade. Ela explicou que “The Handmaid’s Tale” é uma resposta para aqueles que afirmam que os governos opressivos, totalitários e religiosos que se firmaram em outros países ao longo dos anos “não podem acontecer aqui” – mas neste trabalho, ela tentou mostrar como pode acontecer de fato –  em qualquer lugar.

puritans25

A inspiração de M. Atwood para a República de Gileade veio de seu tempo estudando os primeiros puritanos americanos enquanto estava em Harvard, da qual participou em uma bolsa. Ela argumenta que a visão moderna dos puritanos – de que eles vieram para a América para fugir da perseguição religiosa na Inglaterra e estabelecer uma sociedade religiosa tolerante – é enganosa, e que, em vez disso, esses líderes puritanos queriam estabelecer uma teocracia monolítica. A escritora também tinha uma conexão pessoal com os puritanos, e ela dedica o romance a sua própria ancestral Mary Webster, que foi acusada de bruxaria na puritana Nova Inglaterra, mas sobreviveu ao enforcamento. Devido à natureza totalitária da sociedade de Gileade, M. Atwood, ao criar o cenário, se inspirou no “idealismo utópico” presente nos regimes do século XX, como Camboja e Romênia, bem como no puritanismo anterior da Nova Inglaterra.  M. Atwood argumentou que um golpe, como o descrito em “The Handmaid’s Tale”, usurparia a religião a fim de alcançar seus próprios fins.

Enfim, não apenas o livro foi considerado bem escrito e convincente, mas o trabalho de Atwood foi notável por provocar intensos debates tanto dentro quanto fora da academia. A escritora sustenta que a “República de Gileade” é apenas uma extrapolação de tendências já vistas nos Estados Unidos na época em que ela foi escrita, uma visão apoiada por outros estudiosos que estudam “The Handmaid’s Tale”. De fato, muitos colocaram “The Handmaid’s Tale” na mesma categoria de ficção distópica de “Mil novecentos e oitenta e quatro” e “Admirável mundo novo”, com o recurso adicional de confrontar o patriarcado, uma categorização que M. Atwood aceitou e reiterou em muitos artigos e entrevistas.

10-Palencar-56

Ainda hoje, muitos revisores afirmam que o romance de M. Atwood permanece tão agourento e poderoso como sempre, em grande parte por causa de sua base em fatos históricos. No entanto, quando seu livro foi publicado pela primeira vez em 1985, nem todos os revisores estavam convencidos do “conto de advertência” apresentado por ela. Por exemplo, a resenha de Mary McCarthy no “New York Times” argumentou que “The Handmaid’s Tale” não possuía características para os leitores verem “nosso eu atual em um espelho distorcido, e do que poderemos nos transformar se as tendências atuais continuarem”.

quadro-poster-com-moldura-serie-the-handmaid-s-tale-placas

Mas, foi nas telas da TV que a obra ganhou um dimensionamento maior das ideias de M. Atwood.  Depois da estreia da série de televisão em 2017, houve muito debate sobre paralelos traçados entre a série (e, por extensão, seu livro) e a sociedade americana após a eleição de Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos e de Mike Pence como vice-presidente dos Estados Unidos.  E a mesma avaliação deve ser feita para outros eleitos, nos mais diversos cantos do planeta.

Reflexões impostas pelo obra de arte de Margaret Eleanor Atwood (citadas pela revista “Super Interessante” em sua matéria “O Futuro da Humanidade segundo quatro distopias …”:

1) TIRANIA EM NOME DE DEUS

Após um ataque terrorista matar o presidente dos EUA e abrir fogo contra membros do Congresso, o exército declarou estado de emergência. Pouco tempo depois, um movimento fundamentalista cristão chamado Filhos de Jacó ganhou força e suspendeu a Constituição dos sobre o pretexto de restaurar a ordem. O país mudou o nome para República de Gileade.

2) POR TRÁS DE TODO GRANDE HOMEM…

A submissão da mulher tornou-se institucional, mas aconteceu gradualmente. Primeiro, elas foram impedidas de trabalhar, depois tiveram seus bens bloqueados e, por fim, seus direitos revogados. Desde então, a sociedade foi reorganizada de modo que a única função das mulheres é servir aos homens. Até para sair de casa elas precisam pedir permissão a eles. E elas também são proibidas de ler.  Afinal, a leitura pode lhes dar ideias subversivas.

3) VACAS PARIDEIRAS

Mudanças inexplicadas no meio ambiente esterilizaram a maioria das mulheres. As que ainda são férteis foram forçadas a virarem escravas exclusivas para reprodução. Cada Aia é atribuída a um Comandante dos Filhos de Jacó e, todo mês, deve se deitar com a cabeça entre as pernas da esposa dele, como num ritual, para ser estuprada. Se engravidar e conseguir completar a gestação (as chances são de 25%), é obrigada a dar o bebê ao casal.

4) INDIGNA DE UM NOME

A Aia permanece na casa até o fim do período de amamentação. Depois, é obrigada a partir para outra residência e começar tudo de novo, sem nunca mais ter contato com o(a) filho(a). Ela não é dona nem do próprio nome: é rebatizada sempre com o prefixo “of” (“de”, em inglês), seguido do nome de seu dono. A protagonista, que serve ao Comandante Fred, é chamada de Offred.

5) AS NOVAS “CARREIRAS” PARA MULHERES

Além das Aias, há outras castas femininas em Gilead. As esposas dos Comandantes servem para apoiar o marido e cuidar do lar. As Marthas são empregadas responsáveis pela limpeza e pela comida. As Tias preparam as Aias através de um treinamento rígido, cheio de torturas e humilhações. Por conta de seu prestígio, as Tias são livres para circular pela cidade sem a permissão de um homem

6) MODA SOB CONTROLE

As roupas são fundamentais para diferenciar as mulheres. As Aias se vestem inteiramente de vermelho (simbolizando o parto de Maria Madalena), exceto por uma espécie de chapéu branco que esconde o rosto e não permite enxergar os arredores. As esposas usam azul, que representa a pureza de Virgem Maria. Viúvas vestem preto. As Tias usam marrom e as Marthas, verde.

7) CALE-SE OU MORRA

Os Filhos de Jacó não perseguem apenas mulheres. Gays são enforcados como “traidores do gênero”. Médicos que faziam abortos antes da revolução são caçados e assassinados. E qualquer outra pessoa que tentar se rebelar pode ser executada, ter uma parte do corpo extraída ou ser enviada para as Colônias, um lugar remoto onde ninguém sabe exatamente o que acontece.

Forte… Insano… Realista… Perigoso.  E qual sua opinião? Mas antes você tem de ler o livro.

MArt caricatura

Finalizamos com uma frase da escritora: “Se você soubesse o que iria acontecer, se você soubesse tudo o que iria acontecer no futuro, se soubesse de antemão as consequências de suas próprias ações, você estaria condenado. Você ficaria arruinado como Deus. Você seria uma pedra. Você nunca iria comer ou beber ou rir ou sair da cama de manhã. Você nunca iria amar alguém, nunca mais. Você não se atreveria.”

Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo.

Cortizo 2

Jota Cortizo

Versión española: Conflictos en el restablecimiento del orden * En los cuentos de una criada.

¡¡Amigxs!! ¿Todo bien y en casa? Es importante que tengamos todas las precauciones posibles en este momento difícil. Sigue el camino que está siendo diseñado por la ciencia. Y sigamos juntos a través de la lectura, la información, LitFan.

Hoy me complace (y me honra) traer a una mujer canadiense que es escritora, novelista, poeta, escritora de cuentos, ensayista y crítica literaria, reconocida internacionalmente, que ha recibido numerosos premios literarios importantes. Fue galardonada con la Orden de Canadá, la distinción más alta en su país.

Te traigo: Margaret Eleanor Atwood.

En su infancia, era una voraz lectora de literatura, libros de misterio, cuentos de hadas de los “Hermanos Grimm” y cómics. Decidió escribir profesionalmente cuando tenía 16 años. Comenzó a publicar poemas y artículos en el periódico literario de la universidad. Y su vida giraba en torno a la literatura. Hoy, a la edad de 80 años, muchas de sus novelas y cuentos son una referencia. Recibió muchos premios, tales como: “Premio Arthur C. Clarke” (1987), “Man Booker” (2000), “Princesa de Asturias” (2008) y “PEN Pinter” (2016)

Curiosidad: muchos de sus cuentos y poemas se inspiraron en los cuentos de hadas europeos y en la mitología euroasiática.

Y todo el genio de M. Atwood se manifiesta en las líneas de “The Handmaid’s Tale”. Publicado en 1985, fue muy bien recibido por el público y la crítica.

La novela se estableció en la República de Galaad, una teonomía militar cristiana formada en las fronteras de lo que antes eran los Estados Unidos de América.

Nota: Theonomy, de theos (Dios) y nomos (ley), es una forma de gobierno en el cual la sociedad se regiría por la “ley divina”, un tipo de teocracia cristiana. Los teonomistas afirman que la Palabra de Dios, incluidas las leyes judiciales del Antiguo Testamento, deben ser cumplidas por las sociedades modernas. Los seguidores del reconstructivismo cristiano son el grupo principal que aboga por este tipo de sistema político.

Advertencia: la ficción puede ser muy similar a la realidad.

Después de que un ataque terrorista mató al presidente y a la mayoría del Congreso de los Estados Unidos, un movimiento fundamentalista de reconstrucción cristiana llamado “Hijos de Jacob” lanza un golpe de estado y suspende la Constitución de los Estados Unidos con el pretexto de “restaurar el orden”. Quitan rápidamente los derechos de las mujeres, en gran parte atribuidos a los registros financieros almacenados electrónicamente y etiquetados por sexo. El nuevo régimen emerge como la República de Galaad. Trabaja rápidamente para consolidar su poder y reorganizar la sociedad estadounidense a lo largo de un nuevo modelo totalitario, militarizado y jerárquico de fanatismo religioso y social inspirado en el Antiguo Testamento entre sus nuevas castas sociales. En esta sociedad, los derechos humanos están severamente limitados y los derechos de las mujeres están aún más restringidos; por ejemplo, las mujeres tienen prohibido leer.

La historia es contada en primera persona por una mujer llamada Offred (literalmente Of-Fred). El personaje es parte de una clase de mujeres mantenidas con fines reproductivos y conocidas como “sirvientas” (sirvientas) por la clase dominante en una era de nacimientos en declive debido a la esterilidad por la contaminación y las enfermedades de transmisión sexual. Offred describe su vida durante su tercera tarea como sirviente, en este caso en la residencia de Fred (referida como “El Comandante”). Intercalados en flashbacks hay porciones de su vida de antes y durante el comienzo del golpe, cuando descubre que ha perdido toda la autonomía de su esposo, después de un intento fallido de escapar del país con su familia a Canadá. Luego se adoctrina para ser una sirvienta, una sirvienta. Offred describe la estructura de la sociedad de Galaad, incluidas las diferentes clases de mujeres y sus vidas circunscritas en la nueva teocracia cristiana.

Ajustándose a sus afirmaciones de que The Handmaid’s Tale es una obra de ficción especulativa, no de ciencia ficción, la novela de M. Atwood ofrece una visión satírica de varias tendencias sociales, políticas y religiosas en los Estados Unidos en la década de 1980. escribir la novela fue que, en la década de 1980, la derecha religiosa discutió qué harían con las mujeres si tomaran el poder, incluida la mayoría moral, el enfoque en la familia, la coalición cristiana y el gobierno de Ronald Reagan. Además, Atwood cuestiona qué sucedería si estas tendencias, y especialmente las “actitudes casualmente mantenidas hacia las mujeres”, llegaran a su fin lógico. Atwood continúa argumentando que todos los escenarios ofrecidos en “The Handmaid’s Tale” ocurrieron en la vida real: en una entrevista que dio sobre Oryx y Crake, Atwood sostiene que “Al igual que The Handmaid’s Tale, todavía no he puesto nada que no hayamos hecho, no lo estamos haciendo, lo estamos intentando seriamente, junto con las tendencias que ya están en marcha … Entonces, todas estas cosas son reales y, por lo tanto, la cantidad de pura invención es cercana a cero “. M. Atw ood también era conocida por tomar recortes de periódicos para sus diversas entrevistas para apoyar la base de su ficción en la realidad. Explicó que “The Handmaid’s Tale” es una respuesta para aquellos que afirman que los gobiernos opresivos, totalitarios y religiosos que se han apoderado de otros países a lo largo de los años “no pueden suceder aquí”, pero en este trabajo, ella trató de mostrar cómo puede suceder. de hecho, en cualquier lugar.

La inspiración de M. Atwood para la República de Galaad provino de su tiempo estudiando a los primeros puritanos estadounidenses mientras estaba en Harvard, en el que participó en una beca. Ella argumenta que la visión de los puritanos modernos, que vinieron a América para escapar de la persecución religiosa en Inglaterra y establecer una sociedad religiosa tolerante, es engañosa, y que estos líderes puritanos querían establecer una teocracia monolítica en su lugar. La escritora también tenía una conexión personal con los puritanos, y ella dedica la novela a su propio antepasado Mary Webster, quien fue acusado de brujería en la Nueva Inglaterra puritana, pero sobrevivió a la horca. Debido a la naturaleza totalitaria de la sociedad de Galaad, M. Atwood, al crear la escena, se inspiró en el “idealismo utópico” presente en los regímenes del siglo XX, como Camboya y Rumania, así como en el Puritanismo anterior de Nueva Inglaterra. M. Atwood argumentó que un golpe de estado, como el descrito en “The Handmaid’s Tale”, usurparía la religión para lograr sus propios fines.

De todos modos, el libro no solo se consideró bien escrito y convincente, sino que el trabajo de Atwood fue notable por provocar intensos debates tanto dentro como fuera de la academia. El escritor sostiene que la “República de Galaad” es solo una extrapolación de las tendencias que ya se veían en los Estados Unidos en el momento en que se escribió, una opinión respaldada por otros académicos que estudian “El cuento de la criada”. De hecho, muchos colocaron “The Handmaid’s Tale” en la misma categoría de ficción distópica que “Mil novecientos ochenta y cuatro” y “Brave new world”, con la característica adicional de confrontar el patriarcado, una categorización que M. Atwood aceptó y reiteró en muchos articulos y entrevistas.

Incluso hoy, muchos críticos afirman que la novela de M. Atwood sigue siendo tan siniestra y poderosa como siempre, en gran parte debido a su base en hechos históricos. Sin embargo, cuando su libro se publicó por primera vez en 1985, no todos los revisores estaban convencidos de su “cuento de advertencia”. Por ejemplo, la revisión de Mary McCarthy en el “New York Times” argumentó que “The Handmaid’s Tale” no tenía características para que los lectores vieran “nuestro yo actual en un espejo distorsionado, y qué podemos cambiar si las tendencias actuales continúan”.

Sin embargo, fue en las pantallas de televisión que el trabajo adquirió una mayor dimensión de las ideas de M. Atwood. Después del estreno de la serie de televisión en 2017, hubo mucho debate sobre los paralelos entre la serie (y, por extensión, su libro) y la sociedad estadounidense después de la elección de Donald Trump como presidente de los Estados Unidos y Mike Pence como vicepresidente. presidente de Estados Unidos. Y se debe hacer la misma evaluación para otros funcionarios electos, en los rincones más diversos del planeta.

Reflexiones impuestas por la obra de arte de Margaret Eleanor Atwood (citada por la revista “Super Interessante” en su artículo “El futuro de la humanidad según cuatro distopías …”:

1) TIRANÍA EN EL NOMBRE DE DIOS

Después de que un ataque terrorista mató al presidente de Estados Unidos y abrió fuego contra miembros del Congreso, el ejército declaró el estado de emergencia. Poco después, un movimiento cristiano fundamentalista llamado Hijos de Jacob ganó fuerza y ​​suspendió la Constitución con el pretexto de restaurar el orden. El país cambió su nombre a la República de Galaad.

2) DETRÁS DE CADA GRAN HOMBRE …

La sumisión de las mujeres se convirtió en institucional, pero sucedió gradualmente. Primero, se les impidió trabajar, luego se bloquearon sus activos y, finalmente, se revocaron sus derechos. Desde entonces, la sociedad se ha reorganizado para que la única función de las mujeres sea servir a los hombres. Incluso para salir de casa necesitan pedir su permiso. Y también tienen prohibido leer. Después de todo, la lectura puede darte ideas subversivas.

3) VACAS LATERALES

Los cambios inexplicables en el medio ambiente han esterilizado a la mayoría de las mujeres. Los que aún son fértiles se vieron obligados a convertirse en esclavos exclusivos para la reproducción. Cada enfermera es asignada a un comandante de los Hijos de Jacob y, cada mes, debe acostarse con la cabeza entre las piernas de su esposa, como en un ritual, para ser violada. Si queda embarazada y logra completar el embarazo (las posibilidades son del 25%), está obligado a dar el bebé a la pareja.

4) NOMBRE INDÍGENA

La enfermera permanece en la casa hasta el final del período de lactancia. Luego, se ve obligada a irse a otra residencia y comenzar de nuevo, sin tener contacto con el niño. Ni siquiera posee su nombre: siempre cambia su nombre por el prefijo “de” (“De”, en inglés), seguido del nombre de su propietario. El protagonista, que sirve al comandante Fred, se llama Offred.

5) LAS NUEVAS “CARRERAS” PARA MUJERES

Además de los alias, hay otras variedades femeninas en Gilead. Las esposas de los comandantes sirven para apoyar al esposo y cuidar el hogar. Las Marthas trabajan a cargo de la limpieza y la comida. Las tías preparan al Aias mediante un entrenamiento estricto, lleno de tortura y humillación. Debido a su prestigio, las tías son libres de moverse por la ciudad sin el permiso de un hombre.

6) MODA BAJO CONTROL

La ropa es esencial para diferenciar a las mujeres. Las criadas están completamente vestidas de rojo (simbolizando el nacimiento de María Magdalena), excepto por una especie de sombrero blanco que oculta la cara y no permite ver los alrededores. Las esposas visten de azul, lo que representa la pureza de la Virgen María. Las viudas visten de negro. Las tías visten de marrón y las Marthas visten de verde.

7) CÁLLATE O MUERE

Los hijos de Jacob no solo persiguen a las mujeres. Los gays son ahorcados como “traidores de género”. Los médicos que realizaron abortos antes de la revolución son perseguidos y asesinados. Y cualquier otra persona que intente rebelarse puede ser ejecutada, extraer una parte del cuerpo o enviarse a las Colonias, un lugar remoto donde nadie sabe exactamente qué sucede.

Fuerte … Loco … Realista … Peligroso. ¿Y cuál es tu opinión? Pero primero tienes que leer el libro.

Terminamos con una cita del escritor: “Si supieras lo que sucedería, si supieras todo lo que sucedería en el futuro, si supieras de antemano las consecuencias de tus propias acciones, estarías condenado. Estarías arruinado como Dios. Serías una roca Nunca comerías, beberías, reirías o te levantarías de la cama por la mañana. Nunca amarías a nadie, nunca más. No te atreverías.

Espero que hayas disfrutado el post. Hasta la próxima.

Jota Cortizo

 

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: *Pictured above: “Pagan,” 2015, acrylic on birch panel – JOHN JUDE PALENCAR

pt.wikipedia.org/wiki/Margaret_Atwood

fnac.pt/ia9549/Margaret-Atwood

pt.wikipedia.org/wiki/The_Handmaid’s_Tale

pt.wikipedia.org/wiki/Teonomia

img.elo7.com.br/product/original/273B03A/quadro-poster-com-moldura-serie-the-handmaid-s-tale-placas.jpg

preview.redd.it/8bsjwlazwrb11.jpg?width=640&crop=smart&auto=webp&s=f8f0f94766b9c05087237b9982f0af340e0bf64d

readershightea.files.wordpress.com/2017/12/handmaids-tale-english-known-readers-high-tea.png?w=900

thiagosurian.files.wordpress.com/2013/10/puritans25.jpg?w=584

karsh.org/wordpress/wp-content/uploads/2019/09/Yousuf-Karsh-Margaret-Atwood-1977.jpg

thumbor.forbes.com/thumbor/960×0/https%3A%2F%2Fspecials-images.forbesimg.com%2Fdam%2Fimageserve%2F848788850%2F960x0.jpg%3Ffit%3Dscale

ft.com/__origami/service/image/v2/images/raw/http%3A%2F%2Fcom.ft.imagepublish.prod.s3.amazonaws.com%2F842b3646-9fa5-11e7-9a86-4d5a475ba4c5?fit=scale-down&source=next&width=700

super.abril.com.br/mundo-estranho/o-futuro-segundo-o-conto-da-aia-e-outras-tres-distopias-classicas/

nationalsocietyofpaintersincaseinandacrylic.com/wp-content/uploads/2018/10/10-Palencar-56.jpg

Visões apocalípticas * Ficção e Realidade * Tudo acontecendo em uma estrada

Tags

, , , , , ,

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Visões apocalípticas * Ficção e Realidade * Tudo acontecendo em uma estrada.

Um alô para todxs!  Pensei muito o que escrever no post de hoje no blog PHANTASTICUS.  Fiquei em dúvida se me mantinha na ficção ou se falava um pouco da nossa realidade atual.  E acho que consegui escolher.  Vou falar dos dois.

Já falamos muito por aqui das “previsões” de avanços científicos dos autores de literatura fantástica.  Julio Verne, P.K. Dick, Issac Asimov, H.G. Wells e outros tantos.

Revejam alguns posts:

jotacortizo.wordpress.com/2020/03/29/um-pouco-mais-de-julio-verne/

jotacortizo.wordpress.com/2019/10/06/e-voltamos-a-falar-de-futuro-e-de-previsoes/

jotacortizo.wordpress.com/2017/10/16/a-eternidade-do-eterno-issac-asimov/

Foram muitas inovações que os gênios da ficção nos apresentaram tecnologias que viriam a surgir muitos anos (ou décadas) depois.

Pe

De outro ponto, muitos autores se especializaram em tragédias.  Por vezes com inspiração na vida real, outras vezes vindo puramente da imaginação.  Melhor dizendo, de visão.  Desta forma já vimos muito, nos livros, sobre pragas que assolaram a humanidade em ambientes pré e pós apocalípticos.

Nota: Muitos autores se basearam nas grandes epidemias históricas como a “Peste Negra” e mais recentemente a grande epidemia da “Gripe Espanhola”.

Trago aqui dois post para relembrar:

jotacortizo.wordpress.com/2019/08/31/a-devastacao-do-planeta-terra-ficcao-ou-uma-realidade/

jotacortizo.wordpress.com/2020/03/22/epidemias-na-litfan-volume-i/

 

Mas, um deles – em um livro para lá de realista – me impressionou muito.  E acredito que não só a mim, mas a muitos outros leitores. “The Road” (A Estrada).  Livro publicado em 2006 e que deu, ao seu autor, o Prêmio Pulitzer de Ficção (em 2007).  Seu autor? O americano Cormac McCarthy. 

“The Road” é mais uma forma de lidar com o tema “apocalipse”.   O livro conta a história protagonizada por um pai e seu filho.  Em um mundo devastado, onde duas pessoas seguem em busca de sobrevivência. É uma distopia para lá de perturbadora.

incendio-australia

Não existem mais plantações.  Os animais morreram.  Não há mais peixes nos lagos.  Tudo está coberto por cinzas.  As árvores, agora mortas, caem a todo instante. Existem alguns sobreviventes – desnutridos em alto grau – seguindo pela estrada.  E tudo o que resta para comer são os próprios seres humanos.

McCarthy não coloca o que aconteceu para que as coisas chegassem a esse ponto, mas acaba sem gerar esta necessidade.

A história não gira em torno de respostas porque, independente do que seja o que tenha ocasionado o fim da humanidade como conhecemos, não interessa. O que interessa é que temos esse homem e esse menino e eles precisam sobreviver. Aliás, “homem” e “menino” é como os conhecemos, já que em nenhum momento sabemos os seus nomes, suas idades, onde moravam ou o que faziam antes de tudo chegar ao fim. Nada disso importa. Agora eles estão reduzidos ao que são em essência: homem e menino. Pai e filho. E é assim que os conhecemos.

metro_ll

Com uma visão diferente, o livro não tem divisão em capítulos, apenas segmenta a narrativa em pequenos trechos. Isso porque nesta história não há interrupção. É tudo uma sequência, um dia após o outro por uma longa estrada.

A intenção dos dois é seguir para o sul, onde – provavelmente – seria mais quente e teriam mais chances de resistir ao inverno. O céu, está sempre coberto por grossas nuvens impedindo que os raios de sol cheguem à superfície.

Nota:  Um ponto de destaque da narrativa é que ela parece querer preencher com cores a falta de mundo. No cenário não há nada, mas o autor consegue tornar o “nada” vívido.

Uma outra observação sobre a forma de escrever de McCarthy.  E que pode desagradar alguns leitores.  É a falta de marcação de diálogos. Não temos travessão, nem aspas, nem mesmo indicação de quem fala. Afinal, estamos em um mundo sem regras. Um mundo hostil.  Um mundo em que não existe nada além de eles dois. Precisamos nos ater ao essencial e eliminar o supérfluo. Assim, o que vale para os hábitos, o autor transfere também à narrativa. Apesar disso, os diálogos não deixam dúvidas porque o McCarthy define com clareza as duas personalidades.

Voltando, como havíamos descrito um pouco mais acima, o canibalismo se tornou a principal, se não única, forma de sobreviver – para alguns grupos – do que restou da população.  Pessoas são mantidas em porões para servir de alimento.  Partes dos seus corpos são, gradualmente, retirados para serem cozidas ou defumadas.  Dor, sofrimento, agonia e tudo mais que você possa imaginar.  Ou talvez seja inimaginável.  Talvez!

Nota:  Vou preservá-los das informações mais detalhadas sobre esta prática – claro, que no livro – de alimentação.  Mas mulheres e crianças se tornaram as vítimas preferidas e praticamente desapareceram.

O autor nos leva – com muita profundidade – pelos caminhos tortuosos do comportamento humano.  Sórdido, impiedoso, vingativo e quantos mais você pensar.  E se você avaliar – dentro da premissa do que está sendo escrito – nada muito diferente do que vemos todos os dias, seja nos jornais, seja na fila do mercado.  O ser humano é bondoso e perverso.  É egoísta e altruísta.  Por vezes, todas estas facetas em um único invólucro.

A narrativa, por mais pesado que seja o tema, se torna leve com o passar das páginas.  McCarthy, consegue fazer muito com apenas dois personagens.  Um grande desafio, pois as linhas são sempre desafiantes e porque a história pode facilmente se tornar cansativa. Ele fez gigantes os seus dois personagens, em um mundo onde nada mais existe além deles e, consequentemente, tudo que eles fazem é andar e comer.  Eles vivem sempre um desafio gigante.  Viver.

The_Road_movie_poster

McCarthy, na juventude serviu na Força Aérea dos Estados Unidos durante quatro anos, e estudou Artes na Universidade do Tennessee. É vencedor do “National Book Award”, do “National Book Critics Circle Award” e do “Prémio Pulitzer de Ficção 2007”.  Em 40 anos de carreira literária, produziu nove romances.

Muitos de seus trabalhos foram adaptados para o cinema. “No Country for Old Men” foi adaptado para um filme de 2007 com o mesmo nome, que ganhou quatro prêmios da Academia, incluindo Melhor Filme. Todos os “Pretty Horses”, “Child of God” e, claro, “The Road” também foram adaptados como filmes.

Finalizamos com uma reflexão de McCarthy: “A vida é breve, e passar o tempo todo fazendo o que os outros querem que você faça não é o modo de vivê-la”.  Cormac McCarthy

Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo.

Cortizo 2

Jota Cortizo

Versión española: Visiones apocalípticas * Ficción y realidad * Todo lo que sucede en un camino.

¡Hola a todos! Pensé mucho sobre qué escribir en la publicación de hoy en el blog PHANTASTICUS. Tenía dudas sobre si seguía en la ficción o si hablaba un poco sobre nuestra realidad actual. Y creo que tengo que elegir. Hablaré de los dos.

Ya hemos hablado mucho aquí sobre las “predicciones” de los avances científicos de los autores de literatura fantástica. Julio Verne, P.K.Dick, Issac Asimov, H.G.Wells y muchos otros.

Revisa algunas publicaciones:

jotacortizo.wordpress.com/2020/03/29/um-pouco-mais-de-julio-verne/

jotacortizo.wordpress.com/2019/10/06/e-voltamos-a-falar-de-futuro-e-de-previsoes/

jotacortizo.wordpress.com/2017/10/16/a-eternidade-do-eterno-issac-asimov/

Hubo muchas innovaciones que los genios de la ficción nos presentaron con tecnologías que aparecerían muchos años (o décadas) más tarde.

Desde otro punto, muchos autores se especializan en tragedias. Algunas veces inspirado por la vida real, otras veces por pura imaginación. Mejor dicho, de visión. De esta manera, ya hemos visto mucho, en libros, sobre plagas que plagaron a la humanidad en entornos pre y post apocalípticos.

Nota: Muchos autores se han basado en epidemias históricas importantes como la “Peste Negra” y, más recientemente, la gran epidemia de “gripe española”.

Aquí hay dos publicaciones para recordar:

jotacortizo.wordpress.com/2019/08/31/a-devastacao-do-planeta-terra-ficcao-ou-uma-realidade/

jotacortizo.wordpress.com/2020/03/22/epidemias-na-litfan-volume-i/

Pero uno de ellos, en un libro más allá del realismo, me impresionó mucho. Y creo que no solo yo, sino muchos otros lectores. “El camino”. Libro publicado en 2006 y que otorgó a su autor el Premio Pulitzer de Ficción (en 2007). ¿Su autor? El estadounidense Cormac McCarthy.

“The Road” es otra forma de abordar el tema “apocalipsis”. El libro cuenta la historia de un padre y su hijo. En un mundo devastado, donde dos personas continúan en busca de la supervivencia. Es una distopía más que perturbadora.

No hay más plantaciones. Los animales murieron. No hay más peces en los lagos. Todo está cubierto de cenizas. Los árboles, ahora muertos, caen todo el tiempo. Hay algunos sobrevivientes, desnutridos en gran medida, que siguen el camino. Y todo lo que queda para comer son los propios humanos.

McCarthy no declara qué sucedió para llevar las cosas a ese punto, pero termina sin generar esta necesidad.

La historia no gira en torno a las respuestas porque, independientemente de lo que pueda haber causado el fin de la humanidad tal como la conocemos, no importa. Lo que importa es que tenemos este hombre y este niño y que necesitan sobrevivir. De hecho, “hombre” y “niño” son cómo los conocemos, ya que en ningún momento sabemos sus nombres, sus edades, dónde vivieron o qué hicieron antes de que todo terminara. Nada de eso importa. Ahora se reducen a lo que son en esencia: hombre y niño. Padre y hijo. Y así es como los conocemos.

Con una visión diferente, el libro no está dividido en capítulos, solo segmenta la narración en pequeñas secciones. Eso es porque en esta historia no hay interrupción. Todo es una secuencia, un día tras otro en un largo camino.

La intención de los dos es ir al sur, donde, probablemente, sería más cálido y tendrían una mejor oportunidad de resistir el invierno. El cielo siempre está cubierto por espesas nubes, evitando que los rayos del sol lleguen a la superficie.

Nota: Lo más destacado de la narrativa es que parece querer llenar la falta de mundo con color. En el escenario no hay nada, pero el autor logra hacer que la “nada” sea vívida.

Otra observación sobre la escritura de McCarthy. Y eso puede disgustar a algunos lectores. Es la falta de diálogos de programación. No tenemos guiones, ni comillas, ni indicación de quién está hablando. Después de todo, estamos en un mundo sin reglas. Un mundo hostil Un mundo en el que no hay nada más que los dos. Necesitamos apegarnos a lo esencial y eliminar lo superfluo. Por lo tanto, lo que se aplica a los hábitos, el autor también se transfiere a la narrativa. A pesar de esto, los diálogos no dejan dudas porque McCarthy define claramente a las dos personalidades.

Al regresar, como describimos un poco más arriba, el canibalismo se ha convertido en la principal, si no la única, forma de sobrevivir, para algunos grupos, de lo que queda de la población. Las personas se mantienen en bodegas para servir de comida. Partes de sus cuerpos se retiran gradualmente para ser cocinadas o ahumadas. Dolor, sufrimiento, agonía y todo lo que puedas imaginar. O tal vez es inimaginable. ¡Tal vez!

Nota: Lo preservaré de la información más detallada sobre esta práctica, por supuesto, la que se encuentra en el libro, de la alimentación. Pero las mujeres y los niños se han convertido en las víctimas preferidas y prácticamente han desaparecido.

El autor nos lleva, muy profundamente, por los tortuosos caminos del comportamiento humano. Sórdido, despiadado, vengativo y cuántos más piensas. Y si evalúa, dentro de la premisa de lo que se está escribiendo, nada muy diferente de lo que vemos todos los días, ya sea en los periódicos o en la cola de Mer atendido El ser humano es amable y malvado. Es egoísta y desinteresado. A veces, todas estas facetas en un solo recinto.

La narrativa, no importa cuán pesado sea el tema, se vuelve ligera con el paso de las páginas. McCarthy, puede hacer mucho con solo dos personajes. Un gran desafío, porque las líneas siempre son desafiantes y porque la historia puede volverse agotadora fácilmente. Hizo gigantes a sus dos personajes, en un mundo donde nada más existe, pero, en consecuencia, todo lo que hacen es caminar y comer. Siempre viven un desafío gigante. Para vivir

McCarthy, en su juventud sirvió en la Fuerza Aérea de los Estados Unidos durante cuatro años, y estudió Artes en la Universidad de Tennessee. Ganó el “National Book Award”, el “National Book Critics Circle Award” y el “Pulitzer Prize for Fiction 2007”. En 40 años de carrera literaria, produjo nueve novelas.

Muchas de sus obras fueron adaptadas para el cine. “No Country for Old Men” fue adaptada para una película de 2007 del mismo nombre, que ganó cuatro Premios de la Academia, incluida la Mejor Película. Todos los “Pretty Horses”, “Child of God” y, por supuesto, “The Road” también fueron adaptados como películas.

Terminamos con una reflexión de McCarthy: “La vida es corta, y pasar todo el tiempo haciendo lo que otros quieren que hagas no es la forma de vivirlo”. Cormac McCarthy

Espero que hayas disfrutado la publicación. Hasta la próxima.

Jota Cortizo

 

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: delfos.net.br/wp-content/uploads/2017/06/adan%C3%A7adamortecapanovodelfos.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Cormac_McCarthy

momentumsaga.com/2013/05/resenha-estrada.html

alemdacontracapa.blogspot.com/2018/10/resenha-a-estrada-cormac-mccarthy.html

i.imgur.com/AkmSSnz.jpg

conhecimentocientifico.r7.com/wp-content/uploads/2019/03/saiba-o-que-foi-a-peste-negra-onde-ocorreu-quantos-morreram.jpg

amazon.com/images/I/81WVDN%2BYG0L.jpg

wikimedia.org/wikipedia/pt/a/a7/The_Road_movie_poster.jpg

jpimg.com.br/uploads/2020/01/incendio-australia.jpg

adrenaline.com.br/files/upload/noticias/2013/03/andrei/metro_ll.jpg

delfos.net.br/wp-content/uploads/2017/06/adan%C3%A7adamortecapanovodelfos.jpg

 

 

 

 

 

Um pouco mais de Hogwarts

Tags

, , , , , , ,

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Logo PHANTASTICUS 1

Versão em português: Um pouco mais de Hogwarts.

Olá para todxs!  Hoje o PHANTASTICUS traz mais algumas linhas sobre o castelo/escola em Hogwarts.

jkrowling

É o mundo ficcional criado pela brilhante JK Rowling há cerca de 23 anos.  Desde o lançamento do primeiro romance, “Harry Potter and the Philosopher’s Stone” (Harry Potter e a Pedra Filosofal), em 26 de junho de 1997, as aventuras do menino que sobreviveu e seus amigos (e inimigos) no espaço mágico do castelo, tem nos encantado.

O blog já citou, por várias vezes, a obra de Jo.  E esta será mais uma, trazendo um apelo diferente.  Fatos e curiosidades de Hogwarts.  Mas antes, se quiser relembrar, seguem alguns links:

jotacortizo.wordpress.com/2015/03/28/j-k-rowling-de-professora-a-grande-bruxa-que-concebeu-de-maestra-a-la-gran-bruja-que-concibio-h-potter/

jotacortizo.wordpress.com/2016/01/17/severus-snape-de-vilao-a-heroi-uma-homenagem-ao-grande-ator-alan-rickman-severus-snape-de-villano-a-heroe-un-homenaje-al-gran-actor-alan-rickman/

jotacortizo.wordpress.com/2017/01/21/as-escolas-de-magia-espalhadas-pelo-nosso-mundo/

jotacortizo.wordpress.com/2018/06/16/os-corajosos-e-ousados-de-godric-gryffindor/

De volta.  a “Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts”, ou simplesmente Hogwarts, é um internato de magia para bruxos e bruxas britânicos com idades entre onze e dezessete anos. É o palco principal dos primeiros seis livros da série Harry Potter, de J. K. Rowling, cada livro equivalendo a um ano letivo. No volume derradeiro da série, Harry Potter e as Relíquias da Morte, no entanto, a maior parte da história se passa fora de Hogwarts, uma vez que os personagens principais, Harry Potter, Rony Weasley e Hermione Granger, não atendem ao sétimo e último grau de ensino (embora Rowling tenha declarado que Hermione retorna à escola depois dos acontecimentos descritos em Harry Potter e as Relíquias da Morte para prestar os seus exames de “Níveis Incrivelmente Exaustivos de Magia”). Mas, a batalha climática do livro e da série, no entanto, ocorre em Hogwarts.

DP

E deste palco que vamos abrir os bastidores – as coxias deste teatro.

Um fato importante: Depois que Voldemort foi eliminado e seus seguidores se renderam, nem Rony, nem Harry quiseram voltar à Hogwarts para terminar seus estudos. Apenas Hermione decidiu fazer todas as provas e participar da formatura (notável!). Mas isso não os impediu de serem contratados pelo Ministério da Magia. Harry e Rony se transformaram em aurores (na eterna batalha contra a magia negra) e Hermione recebeu um cargo no Departamento de Lei e Ordem mágicos. Se levarmos em conta o livro-roteiro “Harry Potter e a criança amaldiçoada” e outras fontes ligadas a JK Rowling, saberemos que, tempos depois, Hermione acaba promovida ao cargo de Ministra da Magia e Harry, depois de revolucionar o Departamento de Aurores, assume a chefia dessa divisão – Upps! Spoiler.

giphy

Bem, seria fácil estudar em Hogwarts? Alguém já decidiu calcular o custo aproximado para se estudar na escola de magia? E eis que Rowling negou categoricamente que Hogwarts fosse uma escola particular. Segundo ela, o Ministério da Magia cobria todos os gastos escolares. Seria incrível se isso acontecesse em nosso mundo também, você não acha?  Bem, então basta ter 11 anos, receber a carta de aceitação, ir ao Beco Diagonal comprar o material escolar, que inclui uma varinha, um caldeirão, livros e um animal de estimação, e comparecer à estação 9 3/4 no dia 1º de setembro para pegar o Expresso de Hogwarts. Ah, claro, você deve ser um bruxo.

Hogwarts fica em um local desconhecido na Escócia, próximo a vila bruxa de Hogsmeade. O castelo possui terrenos extensos cobertos por gramas e arbustos com flores e hortas, um lago, uma floresta densa, mas…. os “trouxas” (os não bruxos/ no-majs) teriam só vem, simplesmente, ruínas perigosas e uma placa de “Não passe, zona perigosa” – ao invés de visualizar o lindo castelo e seus terrenos. Por isso, se um dia for visitar castelos antigos (seja na Escócia, Inglaterra, Gales outro maravilhoso país), tenha sempre muita atenção.  Olhe sempre as ruínas com outros olhos – ninguém sabe (ou sabe) o que pode estar por traz delas.

O ápice da história de Harry, seus amigos na luta contra Voldemort se deram em 1998 na batalha que se deu na escola e foi batizada como “Batalha de Hogwarts” (clamado como o fim da Segunda Guerra Bruxa).  Quando a batalha terminou existiam muitas perdas de ambos os lados. Lord Voldemort encontrou seu fim. Desta forma, a paz foi restaurada e Minerva McGonagall retomou seu posto como diretora de Hogwarts (até os dias de hoje – até onde sabemos).

E para matar a curiosidade, veja a listagem dos diretores de Hogwarts:

  • Professora Fílida Spore (antes de 1408; Permanente)
  • Professora Eoessa Sakndenberg (antes de 1503; Permanente)
  • Professor Fytherley Undercliffe (antes de 1531; Permanente)
  • Professor Vindicto Veridiano (antes de 1703; Permanente)
  • Professor Amrose Swott (antes de 1724; Permanente)
  • Professor Dilys Derwent (1741 – 1768; Permanente)
  • Professor Eupraxia Mole (1870; Permanente)
  • Professor Phineas Nigellus Black (- 1925; Permanente)
  • Professor Armando Dippet (início do século 20 -c. 1956; Permanente)
  • Alvo Dumbledore (c. 1956 – 1992; Permanente)
  • Minerva McGonagall (8 de Maio de 1993 – 30 de Maio de 1993; Provisório)
  • Alvo Dumbledore (1992 – 1995; Permanente)
  • Professor Dolores Umbridge (abril de 1996 – 17 de Junho de 1996; Permanente)
  • Alvo Dumbledore (1996 – Junho de 1997; Permanente)
  • Minerva McGonagall (junho de 1997 – 1 de Setembro de 1997; Provisório)
  • Severo Snape (1 de Setembro de 1997 – 2 de Maio, de 1998; Permanente)
  • Minerva McGonagall (2 de Maio de 1998 – século 21; Permanente)

Nota Curiosa: O Escritório do Diretor em Hogwarts é o lugar de onde a atual diretora administra a escola. Embora nunca seja mencionado, certamente é onde ela mora. Para chegar até lá há uma escada circular de pedra, que se move, que, por sua vez está disfarçada por uma gárgula no terceiro andar. A gárgula vai dar um passo à frente em resposta à senha dita. No alto da escada há uma porta dupla de madeira; o escritório do diretor fica exatamente atrás dessa porta.

Na batalha, Hogwarts sofreu muitos danos. Várias áreas do castelo e de seus arredores foram destruídas, e o estádio de quadribol foi destruído com fogo.  Bem, a escola foi restaurada na gestão de Minerva e ainda está aberta e atuante na formação de novos bruxos.  A Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts foi fundada por volta do ano 1 000 d. C. e deve continuar por muitos e muitos anos. Ela tem sempre 280 alunos, 70 em cada casa e cinco em cada dormitório.

3496640hogwarts

O sistema das casas permanece como era, representando os seus quatro fundadores.  Se quiser relembrar, veja o post abaixo

jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/os-fundadores-de-hogwarts/

Nota Curiosa: As quatro casas de Hogwarts correspondem aos quatro elementos. Gryffindor (Grifinória) é o fogo, Ravenclaw (Corvinal) é o ar, (Hufflepuff) Lufa-Lufa é a terra e (Slytherin) Sonserina é água.

E quem ensina em Hogwarts?  Os principais professores de Hogwarts (que já passaram por lá nos últimos tempos):

Alvo Dumbledore – Transfiguração

Minerva McGonagall – Transfiguração

Severo Snape – Poções e Defesa Contra Artes das Trevas

Remo Lupin – Defesa Contra Artes das Trevas

Horácio Slughornn – Poções

Rúbeo Hagrid, o único professor a não ter feito os N.O.M.s. – Trato das Criaturas Mágicas

Pomona Sprout – Herbologia

Nota: Neville Longbottom se tornou o novo professor de Herbologia depois de deixar o serviço de Auror.

47b490a73c0d1c7f3b46ba9db9dc890a_w200

Bem, e se você quiser conhecer bem a escola? Nada melhor que um mapa.  Nossa indicação é o “Marauders map” (Mapa do Maroto) é um mapa de Hogwarts com propriedades mágicas criado nos anos 70, antes do nascimento de Harry e seus amigos, pelos quatro marotos: Remo Lupin (Aluado), Pedro Pettigrew (Rabicho), Sirius Black (Almofadinhas) e Tiago Potter (Pontas). Ativado somente se dita a frase “eu juro solenemente não fazer nada de bom” e desativado pela frase “malfeito feito”, o mapa é capaz de mostrar a localização exata de cada pessoa dentro dos limites de Hogwarts (seus movimentos são indicados por pegadas), além de indicar caminhos, passagens secretas e outros pontos de interesse pelo castelo e seus terrenos.

Bem, malfeito feito.  Ou se preferirem “Flagrate” (este feitiço marca letras com fogo).

Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo.

Cortizo 2

Jota Cortizo

Versión española: Un poco más de Hogwarts.

¡Hola a todxs! Hoy PHANTASTICUS trae algunas líneas más sobre el castillo / escuela en Hogwarts.

Es el mundo ficticio creado por el brillante JK Rowling hace unos 23 años. Desde el lanzamiento de la primera novela, “Harry Potter y la piedra filosofal”, el 26 de junio de 1997, las aventuras del niño que sobrevivió y sus amigos (y enemigos) en el espacio mágico del castillo, nos ha encantado.

El blog ya ha citado el trabajo de Jo varias veces. Y este será uno más, trayendo un atractivo diferente. Hechos y curiosidades sobre Hogwarts. Pero primero, si quieres recordar, aquí hay algunos enlaces:

jotacortizo.wordpress.com/2015/03/28/j-k-rowling-de-professora-a-grande-bruxa-que-concebeu-de-maestra-a-la-gran-bruja-que-concibio-h-potter/

jotacortizo.wordpress.com/2016/01/17/severus-snape-de-vilao-a-heroi-uma-homenagem-ao-grande-ator-alan-rickman-severus-snape-de-villano-a-heroe- un-homenaje-al-gran-actor-alan-rickman /

jotacortizo.wordpress.com/2017/01/21/as-escolas-de-magia-espalhadas-pelo-nosso-mundo/

jotacortizo.wordpress.com/2018/06/16/os-corajosos-e-ousados-de-godric-gryffindor/

De vuelta. la “Escuela de brujería y hechicería de Hogwarts”, o simplemente Hogwarts, es un internado para magos y brujas británicos de entre once y diecisiete años. Es el escenario principal de los primeros seis libros de la serie de Harry Potter de J.K. Rowling, cada libro equivalente a un año académico. Sin embargo, en el volumen final de la serie, Harry Potter y las Reliquias de la Muerte, la mayor parte de la historia tiene lugar fuera de Hogwarts, ya que los personajes principales, Harry Potter, Ron Weasley y Hermione Granger, no se encuentran con la séptima y última. nivel educativo (aunque Rowling ha declarado que Hermione regresa a la escuela después de los eventos descritos en Harry Potter y las Reliquias de la Muerte para tomar sus exámenes de “Niveles de magia increíblemente exhaustivos”). Pero la batalla culminante del libro y la serie, sin embargo, tiene lugar en Hogwarts.

Es a partir de esta etapa que vamos a abrir el trascenio: las alas de este teatro.

Un hecho importante: después de que Voldemort fue eliminado y sus seguidores se rindieron, ni Ron ni Harry querían regresar a Hogwarts para terminar sus estudios. Solo Hermione decidió tomar todas las pruebas y participar en la graduación (¡notable!). Pero eso no impidió que fueran contratados por el Ministerio de Magia. Harry y Ron se convirtieron en aurores (en la eterna batalla contra la magia negra) y Hermione recibió un puesto en el mágico Departamento de Ley y Orden. Si tenemos en cuenta el libro de guiones “Harry Potter y el niño maldito” y otras fuentes relacionadas con JK Rowling, sabremos que, algún tiempo después, Hermione termina siendo promovida a Ministro de Magia y Harry, después de revolucionar el Departamento de Aurores, asume el cargo de jefe de esa división – ¡Upps! Spoiler

Bueno, ¿sería fácil estudiar en Hogwarts? ¿Alguien ha decidido calcular el costo aproximado para estudiar en la escuela de magia? Y he aquí, Rowling negó categóricamente que Hogwarts fuera una escuela privada. Según ella, el Ministerio de Magia cubrió todos los gastos escolares. Sería increíble si eso también sucediera en nuestro mundo, ¿no crees? Bueno, entonces solo tenga 11 años, reciba la carta de aceptación, vaya a Beco Diagonal para comprar útiles escolares, que incluyen una varita, un caldero, libros y una mascota, y vaya a la estación 9 3/4 el 1 de noviembre. Septiembre para tomar el Expreso de Hogwarts. Oh, claro, debes ser un mago.

Hogwarts se encuentra en un lugar desconocido en Escocia, cerca del pueblo mágico de Hogsmeade. El castillo tiene extensos terrenos cubiertos de hierba y arbustos con flores y huertos, un lago, un bosque denso, pero … los “muggles” (los no magos / no-majs) habrían venido, simplemente, ruinas peligrosas y un Señal de “No pasar, zona peligrosa”, en lugar de ver el hermoso castillo y sus terrenos. Entonces, si alguna vez va a visitar castillos antiguos (ya sea en Escocia, Inglaterra, Gales, otro país maravilloso), siempre preste mucha atención. Mire siempre las ruinas con otros ojos: nadie sabe (o sabe) qué puede estar detrás de ellos.

La culminación de la historia de Harry, sus amigos en la lucha contra Voldemort tuvieron lugar en 1998 en la batalla que tuvo lugar en la escuela y fue bautizada como “Batalla de Hogwarts” (afirmada como el final de la Segunda Guerra Mágica). Cuando terminó la batalla, hubo muchas pérdidas en ambos lados. Lord Voldemort ha llegado a su fin. De esta manera, se restableció la paz y Minerva McGonagall reanudó su puesto como directora de Hogwarts (hasta hoy, hasta donde sabemos).

Y para calmar la curiosidad, vea la lista de directores de Hogwarts:

 Profesor Fílida Spore (antes de 1408; permanente)

 Profesor Eoessa Sakndenberg (antes de 1503; permanente)

 Profesor Fytherley Undercliffe (antes de 1531; permanente)

 Profesor Vindicto Veridiano (antes de 1703; permanente)

 Profesor Amrose Swott (antes de 1724; permanente)

 Profesor Dilys Derwent (1741-1768; permanente)

 Profesor Eupraxia Mole (1870; Permanente)

 PProfesor Phineas Nigellus Black (- 1925; Permanente)

 Profesor Armando Dippet (principios del siglo XX -c. 1956; permanente)

 Albus Dumbledore (c. 1956 – 1992; permanente)

Erva Minerva McGonagall (8 de mayo de 1993 – 30 de mayo de 1993; provisional)

 Albus Dumbledore (1992 – 1995; Permanente)

 Profesora Dolores Umbridge (abril de 1996 – 17 de junio de 1996; permanente)

 Albus Dumbledore (1996 – junio de 1997; permanente)

 Minerva McGonagall (junio de 1997 – 1 de septiembre de 1997; provisional)

Vero Severo Snape (1 de septiembre de 1997 – 2 de mayo de 1998; Permanente)

 Minerva McGonagall (2 de mayo de 1998 – Siglo 21; Permanente)

Nota curiosa: La oficina del director en Hogwarts es donde el director actual dirige la escuela. Aunque nunca se menciona, ciertamente es donde vive. Para llegar hay una escalera circular de piedra, que se mueve, que a su vez está disfrazada por una gárgola en el tercer piso. La gárgola dará un paso adelante en respuesta a dicha contraseña. En lo alto de las escaleras hay una puerta doble de madera; La oficina del director está justo detrás de esa puerta.

En la batalla, Hogwarts sufrió mucho daño. Varias áreas del castillo y sus alrededores fueron destruidas, y el estadio de Quidditch fue destruido con fuego. Bueno, la escuela fue restaurada bajo la administración de Minerva y todavía está abierta y activa en la capacitación de nuevos magos. La Escuela de Brujería y Hechicería de Hogwarts se fundó alrededor del año 1000 DC. C. y debe continuar por muchos, muchos años. Siempre tiene 280 estudiantes, 70 en cada casa y cinco en cada dormitorio. El sistema de la casa permanece como estaba, representando a sus cuatro fundadores. Si quieres recordar, mira la publicación a continuación

jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/os-fundadores-de-hogwarts/

Nota curiosa: Las cuatro casas de Hogwarts corresponden a los cuatro elementos. Gryffindor (Gryffindor) es fuego, Ravenclaw (Ravenclaw) es aire, (Hufflepuff) Hufflepuff es tierra y (Slytherin) Slytherin es agua.

¿Y quién enseña en Hogwarts? Los principales maestros de Hogwarts (que han estado allí recientemente):

Albus Dumbledore – Transfiguración

Minerva McGonagall – Transfiguración

Severus Snape – Pociones y defensa contra las artes oscuras

Remo Lupin – Defensa contra las artes oscuras

Horácio Slughornn – Pociones

Rúbeo Hagrid, el único maestro que no hizo los N.O.M.s. – Cuidado de criaturas mágicas

Pomona Sprout – Herbología

Nota: Neville Longbottom se convirtió en el nuevo profesor de Herbología después de dejar el servicio de Auror.

Bueno, ¿y si quieres conocer bien la escuela? Nada mejor que un mapa. Nuestra indicación es el “Mapa de los Merodeadores” (Mapa del Merodeador) es un mapa de Hogwarts con propiedades mágicas creadas en los años 70, antes del nacimiento de Harry y sus amigos, por los cuatro merodeadores: Remo Lupin (Moony), Pedro Pettigrew (Rabicho), Sirius Black (Almohadillas) y Tiago Potter (Consejos). Activado solo si la frase “Juro solemnemente no hacer nada bueno” y desactivado por la frase “mal hecho”, el mapa puede mostrar la ubicación exacta de cada persona dentro de los límites de Hogwarts (sus movimientos se indican mediante huellas), además de indicar caminos, pasajes secretos y otros puntos de interés en el castillo y sus terrenos.

Bueno, descuidado hecho. O si prefieres “Flagrate” (este hechizo marca letras con fuego).

Espero que hayas disfrutado la publicación. Nos vemos la próxima vez.

Jota Cortizo

 

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

harrypotter.fandom.com/pt-br/wiki/Escola_de_Magia_e_Bruxaria_de_Hogwarts

blog.saraiva.com.br/15-destinos-nao-revelados-no-ultimo-livro-da-franquia-harry-potter/

legiaodosherois.com.br/lista/10-historias-e-segredos-de-harry-potter-que-existem-no-pottermore.html#list-item-8

garotasgeeks.com/28-coisas-que-aconteceram-apos-o-fim-dos-livros-de-harry-potter/

incrivel.club/admiracao-curiosidades/20-fatos-do-mundo-de-harry-potter-que-surpreendera-ate-aos-mais-fieis-fanaticos-335110/

minalima.com/wp-content/uploads/2019/01/large-daily-prophet-undesirable-no1-poster.jpg

hogwartsschoolofwitchcraftwizardryhp.blogspot.com/2017/06/os-diretores-de-hogwarts.html

pt.wikibooks.org/wiki/Guia_dos_Trouxas_para_Harry_Potter/Lugares/Escrit%C3%B3rio_do_Diretor,_Hogwarts

obcecadapeloslivros.blogspot.com/2015/11/50-curiosidades-sobre-harry-potter-que.html

img.buzzfeed.com/buzzfeed-static/static/2017-08/9/8/asset/buzzfeed-prod-fastlane-03/sub-buzz-24287-1502281944-8.png?downsize=700:*&output-format=auto&output-quality=auto

harrypotter.fandom.com/pt-br/wiki/Mapa_do_Maroto

harrypotter.fandom.com/pt-br/wiki/Professor

1.bp.blogspot.com/-KSuPce6OpWM/TheNTXY3soI/AAAAAAAAE_M/N2Ls5gOtcC0/s1600/3496640hogwarts.gif

i.gifer.com/origin/47/47b490a73c0d1c7f3b46ba9db9dc890a_w200.gif

media.giphy.com/media/7rSqa74vJW0Te/giphy.gif

“Ensaio Sobre a Cegueira”, A Essência do Ser Humano

Tags

, , , , , , ,

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Logo PHANTASTICUS 1

Versão em português: “Ensaio Sobre a Cegueira”, A Essência do Ser Humano.

Um grande OI para todxs.  Em tempos de quarentena, isolamento social (não muito respeitado por uma parcela das pessoas) e COVID19, resolvi tratar hoje, neste post do PHANTASTICUS, de um livro que encantou e assustou.  Um livro que de tão magnífico se torna assustador – de tanta realidade presente em suas linhas.

Gif abertura

Importante: No momento que estamos vivendo, se torna uma leitura importante (e quase obrigatória) para entender a essência do ser humano.

jose_saramago01

“Ensaio Sobre a Cegueira” é uma (das principais) obra do grande autor português José Saramago.  Este Alentejano, nascido em 16 de novembro de 1922, ganhou o “Nobel de Literatura” de 1998 e, também, o “Prêmio Camões” de 1995, o mais importante prêmio literário da língua portuguesa.  O livro é um romance do gênero Ficção pós-apocalíptica e psicológico.

A história toda começa em um dia normal, onde um homem a caminho do trabalho, espera o sinal de trânsito ficar verde. E…. Sem qualquer aviso, é acometido por uma cegueira. Uma nuvem branca cobre toda sua visão. É o “Primeiro Cego” – o marco zero.  Confuso e apavorado, ele vai à procura de um oftalmologista que encontrasse o motivo de sua cegueira. E tudo, tudo é muito estranho, já que seus olhos estão em perfeito estado. Diante disso, o Doutor tenta investigar as possíveis causas e é acometido pela mesma cegueira.  É neste momento que começa toda tensão do livro.  A cegueira se torna coletiva.  E começa a se alastrar e a ficar sem controle. O pânico toma conta de todos e para não ganhar maiores proporções e a sociedade entrar em colapso, o Governo decide colocar os cegos em quarentena. Todos são enviados para um manicômio abandonado e isolado.  No entanto há uma única pessoa que não foi acometida pelo mal: A esposa do médico que atendeu o “Primeiro Cego”.  E esta, para acompanhar o marido, não revela que enxerga perfeitamente e assim segue para a quarentena, sem saber o inferno que os espera.  Desta maneira, a mulher é a única que pode ver as belas e horrorosas imagens descritas pelo autor, seja o lindo banho de chuva das mulheres na varanda ou os cachorros que devoram o cadáver de um homem na rua. Ela não sabe se é abençoada ou amaldiçoada por poder enxergar em uma terra de cegos.

“Ensaio Sobre a Cegueira” é um livro forte que retrata o ser humano em sua pior essência. Quando ninguém pode ver o que você faz, quando existe a penúria, os instintos se afloram, não há regras, moral ou ética, é a degradação plena e total.  O indivíduo só pensa em si.  Saramago usa uma escrita direta e que pode chocar. Não mostra sentimentalismo algum e a abordagem dos fatos é nua e crua, e é praticamente impossível quem lê o livro, sair da leitura sem ser tocado, sem pensar como reagiria em uma situação limite.

saramago

Observação: Há a reação de muitos leitores, que se dizem incapazes de terminar de ler o livro, dada a sua crueza e contundência, e é prova de que o autor atingiu o seu objetivo de inserir-nos no seu universo ficcional, muito embora muitos de nós ainda estejamos nos recusando a “reparar” naquilo que nossos olhos nos mostram.

Um ponto que merece destaque, é como os personagens são descritos.  Eles não possuem nomes, são apresentados por determinada característica física, comportamental ou profissional. Um detalhe importante que deu um valor maior ainda para a obra, pois deixa claro a igualdade e nada mais. Eles eram “mais um cego” entre milhões.

“Ensaio Sobre a Cegueira” é um livro que nos faz – literalmente – enxergar e, muito mais do que isso, nos faz temer a própria humanidade frente a uma situação de caos.  A partir de uma súbita e inexplicável epidemia de cegueira, Saramago nos guia para a desorganização e a superação dos valores mais básicos da sociedade, transformando seus personagens em animais egoístas na sua luta pela sobrevivência. Saramago nos passa de forma clara sua opinião e crítica sobre uma sociedade egoísta e hipócrita, nos mostrando a miséria humana e sua crueldade. O escritor faz uma verdadeira dissecação da alma humana.

Blidnessposter

Importante:  Mesmo com toda a resistência do autor, o livro recebeu em 2008, uma adaptação para o cinema, que foi lançada e dirigida pelo brasileiro Fernando Meirelles.  “Blindness”, (título original em inglês) tem Julianne Moore, Mark Ruffalo, Danny Glover, Gael García Bernal, Maury Chaykin e Alice Braga em seus papéis principais.

Mundialmente, o filme obteve críticas mistas e dividiu muito as opiniões; no entanto, a Saramago a longa-metragem agradou-lhe imensamente.  O escritor disse a Meirelles “estar tão feliz de ter visto o filme como estava quando acabou de escrever o livro”. Em outra declaração, Saramago disse que “agora conhecia a cara de suas personagens”.

Saramago nos deixou em junho de 2010, aos 87 anos.  Mas suas linhas se perpetuaram – e persistirão – em nossas mentes e vidas.

Para terminar uma leitura obrigatória (e rápida):

800px-Saramago

“Se antes de cada ato nosso nos puséssemos a prever todas as consequências dele, a pensar nelas a sério, primeiro as imediatas, depois as prováveis, depois as possíveis, depois as imagináveis, não chegaríamos sequer a mover-nos de onde o primeiro pensamento nos tivesse feito parar. Os bons e os maus resultados dos nosso ditos e obras vão-se distribuindo, supõe-se que de uma forma bastante uniforme e equilibrada, por todos os dias do futuro, incluindo aqueles, infindáveis, em que já cá não estaremos para poder comprova-lo, para congratular-nos ou pedir perdão, aliás, há quem diga que isso é que é a imortalidade de que tanto se fala.” Por JOSÉ SARAMAGO.

E agora sim.  Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo.

Cortizo 2

Jota Cortizo

“A literatura é sempre uma expedição à verdade.” – FRANZ KAFKA

Versión española: “Ensayo sobre la ceguera”, La esencia del ser humano.

Un gran Hola para todxs. En tiempos de cuarentena, aislamiento social (no muy respetado por una parte de las personas) y COVID19, decidí tratar hoy, en esta publicación de PHANTASTICUS, un libro que me encantó y asustó. Un libro que es tan magnífico que da miedo, con tanta realidad presente en sus líneas.

Importante: En el momento en que vivimos, se convierte en una lectura importante (y casi obligatoria) para comprender la esencia del ser humano.

“Ensaio Sobre a Cegueira” es una (de las principales) obras del gran autor portugués José Saramago. Este Alentejo, nacido el 16 de noviembre de 1922, ganó el “Premio Nobel de Literatura” en 1998 y también el “Premio Camões” en 1995, el premio literario más importante en lengua portuguesa. El libro es una novela del género de ficción post-apocalíptica y psicológica.

Toda la historia comienza en un día normal, donde un hombre en su camino al trabajo espera a que el semáforo se ponga verde. Y … Sin previo aviso, se ve afectado por la ceguera. Una nube blanca cubre toda tu visión. Es el “primer ciego” – zona cero. Confundido y aterrorizado, va en busca de un oftalmólogo para encontrar la razón de su ceguera. Y todo, todo es muy extraño, ya que tus ojos están en perfectas condiciones. Por lo tanto, el Doctor intenta investigar las posibles causas y se ve afectado por la misma ceguera. Es en este momento que comienza toda tensión en el libro. La ceguera se vuelve colectiva. Y comienza a extenderse y a descontrolarse. El pánico se apodera de todos y para no ganar mayores proporciones y la sociedad se derrumba, el Gobierno decide poner en cuarentena a los ciegos. Todos son enviados a un asilo abandonado y aislado. Sin embargo, solo hay una persona que no se vio afectada por la enfermedad: la esposa del médico que asistió a el “primer ciego”. Y esto, para acompañar a su esposo, no revela que ella ve perfectamente y, por lo tanto, pasa a cuarentena, sin saber el infierno que les espera. De esta manera, la mujer es la única que puede ver las bellas y horribles imágenes descritas por el autor, ya sea la hermosa lluvia de mujeres en el balcón o los perros que devoran el cadáver de un hombre en la calle. Ella no sabe si es bendecida o maldecida por poder ver en una tierra de ciegos.

“Ensayo sobre la ceguera” es un libro fuerte que retrata al ser humano en su peor esencia. Cuando nadie puede ver lo que haces, cuando hay escasez, surgen los instintos, no hay reglas, morales o éticas, es una degradación total y total. El individuo solo piensa en sí mismo. Saramago utiliza escritura directa e impactante. No muestra ningún sentimentalismo y el enfoque de los hechos es evidente y burdo, y es prácticamente imposible para cualquiera que lea el libro, dejar la lectura sin ser tocado, sin pensar cómo reaccionarían en una situación límite.

Nota: Existe la reacción de muchos lectores, que dicen que no pueden terminar de leer el libro, dada su crudeza y contundencia, y es una prueba de que el autor ha logrado su objetivo de insertarnos en su universo ficticio, aunque muchos de nosotros todavía nos negamos a “notar” lo que nos muestran nuestros ojos.

Un punto que vale la pena mencionar es cómo se describen los personajes. No tienen nombres, se presentan por una determinada característica física, conductual o profesional. Un detalle importante que le dio un valor aún mayor al trabajo, ya que deja en claro la igualdad y nada más. Eran “uno más ciego” entre millones.

“Ensayo sobre la ceguera” es un libro que nos hace, literalmente, ver y, mucho más que eso, nos hace temer a nuestra propia humanidad frente a una situación de caos. De una repentina e inexplicable epidemia de ceguera, Saramago nos guía hacia la desorganización y la superación de los valores más básicos de la sociedad, transformando a sus personajes en animales egoístas en su lucha por la supervivencia. Saramago claramente nos da su opinión y crítica sobre una sociedad egoísta e hipócrita, mostrándonos la miseria humana y la crueldad. El escritor hace una disección real del alma humana.

Importante: incluso con toda la resistencia del autor, el libro recibió, en 2008, una adaptación para el cine, que fue lanzada y dirigida por el brasileño Fernando Meirelles. “Blindness” (título original en inglés) tiene a Julianne Moore, Mark Ruffalo, Danny Glover, Gael García Bernal, Maury Chaykin y Alice Braga en sus papeles principales.

En todo el mundo, la película obtuvo críticas mixtas y muchas opiniones divididas; Sin embargo, Saramago disfrutó muchísimo el largometraje. El escritor le dijo a Meirelles “estar tan feliz de haber visto la película como cuando terminó de escribir el libro”. En otra declaración, Saramago dijo que “ahora conocía la cara de sus personajes”.

Saramago nos dejó en junio de 2010, a la edad de 87 años. Pero sus líneas se han perpetuado, y persistirán, en nuestras mentes y vidas.

Para finalizar una lectura obligatoria (y rápida):

“Si, antes de cada acto nuestro, comenzamos a prever todas sus consecuencias, a pensar en ellas seriamente, primero las inmediatas, luego las probables, luego las posible, entonces imaginable, ni siquiera nos moveríamos de donde el primer pensamiento nos había detenido. Se distribuyen los buenos y malos resultados de nuestros dichos y trabajos, se supone que, de una manera muy uniforme y equilibrada, para todos los días del futuro, incluidos aquellos interminables, en los que ya no estaremos aquí para poder demostrar para felicitarnos o pedir perdón, de hecho, algunos dicen que esta es la inmortalidad de la que tanto se habla “.  Por JOSÉ SARAMAGO.

Y ahora sí. Espero que hayas disfrutado la publicación. Hasta la próxima.

Jota Cortizo

“La literatura es siempre una expedición a la verdad”. – FRANZ KAFKA

 

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa:Wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c1/%D0%9F%D1%80%D0%B8%D1%82%D1%87%D0%B0_%D0%BE_%D1%81%D0%BB%D0%B5%D0%BF%D1%8B%D1%85.jpeg

condutaliteraria.com/2018/08/resenha-ensaio-sobre-cegueira-jose-saramago.html

passeiweb.com/estudos/livros/ensaio_sobre_a_cegueira

pt.wikipedia.org/wiki/Ensaio_sobre_a_Cegueira_(filme)

frasesfamosas.com.br/frase/jose-saramago-se-antes-de-cada-ato-nosso-nos-puses

pt.wikipedia.org/wiki/Ensaio_sobre_a_Cegueira

amazon.com/images/I/41Tq%2B92CHYL._SX329_BO1,204,203,200.jpg

1.bp.blogspot.com/_rBIJKCZDiYc/TBt3ORLOZzI/AAAAAAAABcA/zUbvSJ8Fnk0/s1600/jose_saramago01.jpg

i.pinimg.com/originals/6c/b3/b6/6cb3b6c4a283cb58ab3b77552ba1d6ec.jpg

i.pinimg.com/originals/b9/06/90/b90690ae03693f7065f912cdeebfa2ee.gif

pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Saramago

rtesmendes.files.wordpress.com/2012/08/saramago.jpg

wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3d/Saramago.jpg/800px-Saramago.jpg

amazon.com/images/I/41L0HDrSM-L._SX332_BO1,204,203,200_.jpg

wikimedia.org/wikipedia/pt/7/7c/Blidnessposter.jpg

 

 

Um pouco mais de Júlio Verne

Tags

, , , , , , , , ,

Logo PHANTASTICUS 1

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Um pouco mais de Júlio Verne.

Um prazer estar com vocês, mais uma vez.  Então só nos resta, dentro deste momento de “quarentena”, aproveitar e enriquecer nossa massa cinzenta.  Vou trazer hoje (mais uma vez), um dos pais da ficção científica (paternidade compartilhada com Hugo Gernsback).

Antes de seguir, trago três posts que o PHANTASTICUS mostrou do nosso grande Verne.

jotacortizo.wordpress.com/2015/02/05/julio-verne-e-o-nascimento-da-ficcao-cientifica/

jotacortizo.wordpress.com/2016/06/26/as-viagens-extraordinarias-e-fantasticas-de-j-verne/

jotacortizo.wordpress.com/2018/04/21/a-paternidade-da-ficcao-cientifica-paternidade-compartilhada/

julio_verne_1_widexl

Verne foi autor de obras como: “Vinte Mil Léguas Submarinas”, “Viagem ao Centro da Terra” e “A Volta ao Mundo em Oitenta Dias”, entre muitas outras.  E em seus livros, Verne previu muitos avanços científicos como a televisão, o helicóptero, o cinema falado, a vitrola, o gravador, as esteiras rolantes, o ar-condicionado, o avião, viagens espaciais e muitos outros.

Um rápido olhar para as novidades que apareciam nos livros do francês, revela uma das principais características de suas invenções: todas têm como base tecnológica a realidade da época em que o autor viveu. Apesar de Verne ser capaz de imaginar dispositivos avançados ao seu tempo, sempre usou de elementos já conhecidos para construí-los. Os materiais e combustíveis de seus submarinos e helicópteros eram herdeiros da revolução industrial.  Hoje, enquadramos no gênero “Steampunk”.

Curiosidade da vida de JV: Em 9 de Março de 1886, seu sobrinho Gaston deu dois tiros contra o autor, quando este chegava em casa na cidade de Amiens. Um dos tiros o atingiu no ombro e demorou a cicatrizar, o outro atingiu o tornozelo, deixando-o coxo nos seus últimos 19 anos de vida. Não se sabe bem por que seu sobrinho tenha cometido o atentado, mas ele foi considerado louco e internado em um manicômio até o final da vida.

Hoje falaremos um pouco do seu último livro.  “Maître du monde” (Senhor do Mundo) publicado em 1904 – uma continuação de “Robur-le-Conquérant” (Robur, O Conquistador) publicado em 1886.

Robur

Em “Robur, o Conquistador”, o protagonista era capaz de construir uma nave a base de papel prensado (para que tivesse uma grande resistência e, ao mesmo tempo, fosse leve), que se alçava com hélices, como fazem os helicópteros modernos. Algumas hélices adicionais, na proa e na popa, serviram para propulsar a invenção para o céu. Verne tomou os protótipos de helicópteros existentes e imaginou para onde o desenvolvimento deveria ir.  Além disso, deixou de lado o carvão como combustível para impulsar a engenhoca e propunha algumas pilhas elétricas como bateria. Estas baterias têm uma composição química desconhecida, mas tornam Verne em, também, um precursor dos combustíveis alternativos.  O “Albatross”, nome da nave que poderia girar lateral e horizontalmente, serviu de inspiração para o russo Igor Sikorski, que, em 1942, se tornou o primeiro fabricante de helicópteros.

Sinopse:  Muitos incidentes misteriosos ocorrem no Monte Great-Eyry. Ruídos abafados são ouvidos, um incêndio gigantesco começa no topo desta montanha. Mais tarde, testemunhas, que ouviram um barulho, temem que o vulcão Great-Eyry acorde. John Strock, “o inspector principal no departamento federal da polícia” em Washington, D.C. (e o narrador da história), conhecido por sua curiosidade quase doentia – apelidado de “Senhor do Mundo”. Strock viaja à cordilheira na Carolina do Norte para investigar e descobre que todos os fenómenos são causados por um tipo de veículo.  E depois de muito batalhar descobre o nome do piloto.  Robur. O homem tinha aperfeiçoado uma de suas invenções. É um veículo com cerca de dez metros de comprimento, e era alternadamente um automóvel (corria a uma velocidade espetacular), um carro anfíbio (era barco e submarino) e conseguia desdobrar suas asas (spoiller: como fez no alto das quedas do Niágara).  Pode viajar a uma velocidade de 150 milhas/hora na terra e a 200 milha/hora a voar. O veículo tinha o nome de “Terreur” (Terror).

02-maquina-voladora-julio-verne_6f1f99c5_1500x1209

Strock tenta capturar o “Terror” mas é ele que é capturado. O estranho veículo ilude os seus perseguidores e chega às Caraíbas onde Robur acaba por enfrentar uma tempestade. O Terror é atingido por um relâmpago e cai no oceano. Strock é salvo do veículo atingido, mas o corpo de Robur nunca é encontrado. O leitor é deixado na dúvida se Robur morreu realmente ou não.

Júlio Verne estava longe de ser um cientista, mas sua paixão pela tecnologia e o progresso foram incrementados em suas obras e nos derem (com muitos anos de antecedência) uma ideia de como seria o futuro (agora).  Na obra “Senhor do Mundo” a última aeronave que Júlio Verne pode imaginar é a soma de muitas outras invenções.

Na noite de 24 de março de 1905, aos 77 anos, Verne, deitado em sua estreita cama, pediu o volume das “Vinte mil léguas submarinas”. Não chegou a abri-lo. O livro caiu-lhe das mãos. Perguntou então pela mulher e os filhos e fechou os olhos.

569934490e21630a3e0ec330escrito-pelas-estrelas-21

Deixou-nos.  Uma mente brilhante.  Um gênio da literatura.

Para terminar uma das últimas (e memoráveis) frases (ou atribuída a ele):

“SINAIS DE BOM GOVERNO: Quando os sabres estão enferrujados, e as enxadas polidas; quando as prisões estão vazias e os celeiros cheios; quando os degraus dos templos estão gastos pelo caminhar dos fiéis e as entradas dos tribunais cobertas de ervas; quando os médicos andam a pé e os pedreiros a cavalo, o Império é bem governado.”

E agora sim.  Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo.

Cortizo 2

Jota Cortizo

É genial festejar o sucesso, mas é mais importante aprender com as lições do fracasso.

Versión española: Un poco más sobre Julio Verne.

Un placer estar contigo, una vez más. Por lo tanto, solo podemos, dentro de este momento de “cuarentena”, disfrutar y enriquecer nuestra materia gris. Traeré hoy (de nuevo), uno de los padres de la ciencia ficción (paternidad compartida con Hugo Gernsback).

Antes de continuar, traigo tres publicaciones que PHANTASTICUS mostró de nuestro gran Verne.

jotacortizo.wordpress.com/2015/02/05/julio-verne-e-o-nascimento-da-ficcao-cientifica/

jotacortizo.wordpress.com/2016/06/26/as-viagens-extraordinarias-e-fantasticas-de-j-verne/

jotacortizo.wordpress.com/2018/04/21/a-paternidade-da-ficcao-cientifica-paternidade-comparthada/

Verne fue autor de obras como: “Veinte mil leguas de viaje submarino”, “Viaje al centro de la Tierra” y “La vuelta al mundo en ochenta días”, entre muchas otras. Y en sus libros, Verne predijo muchos avances científicos como la televisión, el helicóptero, el cine hablado, el tocadiscos, la grabadora, las pasarelas móviles, el aire acondicionado, los aviones, los viajes espaciales y muchos otros.

Una mirada rápida a las noticias que aparecieron en los libros franceses revela una de las principales características de sus inventos: todos ellos están basados ​​en la tecnología de la realidad de la época en que vivió el autor. Aunque Verne pudo imaginar dispositivos avanzados en ese momento, siempre usó elementos ya conocidos para construirlos. Los materiales y combustibles de sus submarinos y helicópteros fueron herederos de la revolución industrial. Hoy, caemos en el género “Steampunk”.

Curiosidad de la vida de JV: el 9 de marzo de 1886, su sobrino Gaston le disparó dos veces al autor cuando llegó a su casa en la ciudad de Amiens. Uno de los disparos lo golpeó en el hombro y tardó mucho en sanar, el otro le golpeó el tobillo, dejándolo cojo durante los últimos 19 años de su vida. No está claro por qué su sobrino cometió el ataque, pero se lo consideró loco y estuvo en un hospital psiquiátrico por el resto de su vida.

Hoy hablaremos un poco sobre tu último libro. “Maître du monde” (Señor del mundo) publicado en 1904 – una continuación de “Robur-le-Conquérant” (Robur, El conquistador) publicado en 1886.

En “Robur the Conqueror”, el protagonista pudo construir una nave basada en papel prensado (de modo que tenía una gran resistencia y, al mismo tiempo, era liviana), que se levantó con hélices, como lo hacen los helicópteros modernos. Algunas hélices adicionales, en proa y popa, sirvieron para impulsar la invención al cielo. Verne tomó los prototipos de helicópteros existentes y se preguntó a dónde debería ir el desarrollo. Además, dejó de lado el carbón como combustible para impulsar el artilugio y propuso algunas baterías eléctricas como batería. Estas baterías tienen una composición química desconocida, pero hacen de Verne también un precursor de los combustibles alternativos. El “Albatros”, el nombre del barco que podía girar lateral y horizontalmente sirvió de inspiración para el ruso Igor Sikorski, quien, en 1942, se convirtió en el primer fabricante de helicópteros.

Sinopsis: Muchos incidentes misteriosos ocurren en Mount Great-Eyry. Se escuchan ruidos apagados, un fuego gigantesco comienza en la cima de esta montaña. Más tarde, los testigos, que escucharon un ruido, temen que el volcán Great-Eyry se despierte. John Strock, “el inspector jefe del departamento de policía federal” en Washington, D.C. (y el narrador de la historia), conocido por su curiosidad casi insalubre, apodado “Señor del mundo”. Strock viaja a la cordillera de Carolina del Norte para investigar y descubre que todos los fenómenos son causados ​​por un tipo de vehículo. Y después de muchas peleas, descubre el nombre del piloto. Robur El hombre había perfeccionado uno de sus inventos. Es un vehículo de unos diez metros de largo, y alternativamente era un automóvil (corría a una velocidad espectacular), un automóvil anfibio (era un bote y un submarino) y logró desplegar sus alas (spoiler: como lo hizo en la cima de las cataratas del Niágara). Puede viajar a una velocidad de 150 millas / hora en tierra y 200 millas / hora volando. El vehículo se llamaba “Terreur” (Terror).

Strock intenta capturar el “Terror” pero es él quien es capturado. El extraño vehículo escapa a sus perseguidores y llega al Caribe, donde Robur termina enfrentando una tormenta. El rayo golpea el terror y cae al océano. Strock se salva del vehículo golpeado, pero el cuerpo de Robur nunca se encuentra. El lector tiene dudas sobre si Robur realmente murió o no.

Julio Verne estaba lejos de ser un científico, pero su pasión por la tecnología y el progreso se incrementaron en sus trabajos y nos dieron (con muchos años de anticipación) una idea de cómo sería el futuro (ahora). En el trabajo “Senhor do Mundo”, el último avión que Julio Verne puede imaginar es la suma de muchos otros inventos.

En la noche del 24 de marzo de 1905, a los 77 años, Verne, acostado en su cama estrecha, pidió el volumen de “Veinte mil leguas bajo el mar”. Nunca llegó a abrirlo. El libro cayó de sus manos. Luego preguntó por su esposa e hijos y cerró los ojos.

Nos dejó. Una mente brillante. Un genio de la literatura.

Para terminar una de las últimas (y memorables) oraciones (o atribuidas a él):

“SEÑALES DE BUEN GOBIERNO: cuando los sables están oxidados y las azadas están pulidas; cuando las cárceles están vacías y los graneros llenos; cuando los pasos de los templos están desgastados por la caminata de los fieles y las entradas a los patios están cubiertas de hierbas; cuando los médicos caminan y los albañiles a caballo, el Imperio está bien gobernado “.

Y ahora sí. Espero que hayas disfrutado la publicación. Hasta la próxima.

Jota Cortizo

“Es genial celebrar el éxito, pero es más importante aprender de las lecciones del fracaso”.

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: miro.medium.com/max/2880/1*l2ekR2ynD0FKjsiuRy0hCg.jpeg

ebiografia.com/julio_verne/

metropole.nantes.fr/

super.abril.com.br/historia/julio-verne-inventor-do-futuro/

vivianeblood.blogspot.com/2012/09/curiosidades.html

docplayer.com.br/docs-images/73/68552157/images/70-0.jpg

wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cd/Verne_-_Maitre_du_monde_Hetzel%2C_1904.djvu.jpg

noosfere.org/couv/l/lidis-jv10-1962.jpg

noosfere.org/couv/h/hetzel-verne-livonie.jpg

br.blogthinkbig.com/2016/07/07/as-invencoes-que-julio-verne-previu/

correiodoar.com.br/noticia/12-avancos-tecnologicos-que-foram-imaginados-pela-ficcao-e-se-tornaram-realidade/48688/

farolliterario.com.br/Produto/24/o-senhor-mundo

img.estadao.com.br/resources/jpg/9/0/1505417771609.jpg

historia.nationalgeographic.com.es/medio/2018/11/19/02-maquina-voladora-julio-verne_6f1f99c5_1500x1209.jpg

aventurasnahistoria.uol.com.br/media/_versions/julio_verne_1_widexl.png

larazon.es/resizer/MLJduqwMdxyJ2FeD2-xjgUc5cDw=/1260×840/smart/arc-photo-larazon.s3.amazonaws.com/eu-central-1-prod/public/WZ66SWJKY5F65DLVCWFWWYXJ3E.jpg

“EPIDEMIAS” na LitFan, volume I

Tags

, , , , , , , , , , , ,

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Logo PHANTASTICUS 1

Versão em português: “EPIDEMIAS” na LitFan, volume I.

Algumas linhas nos contam da tentativa falha do governo de tentar abafar o surto. Mesmo com todas evidências e com a rapidez com que essa ameaça se espalha. Autoridades completamente despreparadas tentam passar a imagem de que a infecção está controlada e que a população não tem nada a temer. Rapidamente esse surto toma conta do mundo.

guerra-mundial-z-max-brooks-horz

Bem, desculpe a entrada sem muitas delongas, mas o momento que vivemos é ríspido e amedrontador.  Mas, estávamos falando do livro “World War Z: An Oral History of the Zombie War” (Guerra Mundial Z), apesar de “algumas” comparações com o nosso momento atual.

O texto de abertura faz parte de uma das muitas resenhas que li sobre o livro que escolhemos para o post.  E se assemelha – e muito – a realidade de nosso mundo.  É a Litfan que imita a vida ou o inverso?  Bem, vamos seguir.

Word_WarZ

The zombie

O livro, é uma história de terror aprofundada no tema “Apocalipse zumbi”, e foi escrita por Max Brooks e lançada em 2006. É uma continuação do livro lançado em 2003 “The Zombie Survival Guide” (Zumbis O guia de Sobrevivência). Porém, ao invés de trazer uma narrativa ou visão geral do assunto, “World War Z” é uma compilação de notas pessoais na forma de um conto em primeira pessoa.  Brooks relata o papel de um agente da Comissão Pós-Guerra proveniente dos Estados Unidos que publica seu relatório uma década após a guerra da humanidade contra os zumbis. As Nações Unidas, no intuito de focar o documento oficial nos fatos da guerra e suas figuras mais importantes, decidiu deixar de fora histórias e relatos pessoais colhidos pelo narrador, conteúdo que compunha a maior parte de seu material. As entrevistas listam a guerra de 10 anos de duração sob os pontos de vista de diversas pessoas provenientes de várias nacionalidades distintas.  Os relatos também descrevem as severas e radicais mudanças nos aspectos religioso, geopolítico e ambiental no mundo após a “Guerra Mundial Z”.

“World War Z” foi inspirado na história retratada na obra “The Good War”, livro sobre a Segunda Guerra Mundial, de autoria de Studs Terkel, bem como no diretor de filmes do gênero “apocalipse zumbi” George A. Romero. Brooks usou a Guerra Mundial Z para comentar questões sociais, como a inaptidão do governo e o isolacionismo americano, isto enquanto examina temas como o sobrevivencialismo e a incerteza humana. Críticos da área elogiaram a obra por reinventar o gênero “zumbi”.

worldwarz1

A obra foi adaptada em 2013 em um filme homônimo dirigido por Marc Forster e estrelando Brad Pitt.

O livro é narrado em primeira pessoa por um locutor que não conhecemos. Em nenhum momento ele apresenta sua verdadeira identidade, sabemos muito pouco sobre ele. Fica a critério do leitor imaginar quem é e qual o seu papel nessa história, achei esse detalhe maravilhoso e instigante.

WWZ nos traz o encontro com sobreviventes 12 anos depois da grande Guerra dos Zumbis e reúne seus relatos para contar a história da chegada desse surto, seu impacto na mundo, sua destruição e seu fim. Um mundo praticamente destruído e com quase toda a população dizimada.

Nota: Não temos apenas uma história se desenrolando, mas um compilado de várias entrevistas, feitas pelo nosso narrador. E é entrevistando esses sobreviventes que ele transforma suas anotações em um livro. Sempre dando voz aqueles que estão compartilhando suas lembranças.

ALERTA: Ignore as eventuais coincidências.

É nesse cenário que ele encontra o médico Kwang Jingshu, na Federação Unida da China, que conta sobre como aconteceu o primeiro caso, na remota aldeia chamada “Nova Dachang”. O paciente zero, uma criança de aproximadamente 12 anos apresentou sintomas jamais vistos antes. E logo o pânico foi instaurado entre os moradores que não sabiam o que estava acontecendo. O corpo do menino apresentava mordidas humanas, febre alta e tremores violentos. Ninguém sabia explicar o que ou quem o mordeu.

Os zumbis presentes no “The Zombie Survival Guide” eram humanos mortos-vivos reanimados pelo vírus incurável, Solanum. Eram desprovidos de inteligência e movidos puramente pelo desejo de consumir carne humana viva. A única maneira de exterminá-los era destruindo seu cérebro, isso sendo de qualquer forma possível. Mesmo zumbis tendo grande força física (como humanos sob efeito de fortes narcóticos) e não sintam qualquer dor ou fadiga, eles são lentos e incapazes de planejarem ou cooperarem em seus ataques. Zumbis normalmente acusam sua presença através de seu gemidos.

giphy

WWZ nos traz pessoas desesperadas para escaparem e que em meio a essas investidas acabam esquecendo do seu lado humano. O que os separa dos inimigos é a sua consciência que acaba por ser deixada de lado na hora do desespero. Situações precárias para sobrevivência e o medo constante, esses elementos estão presentes a todo instante no livro. A mudança em uma sociedade pós-guerra. Patrões estão virando empregados. Uma inversão de papéis, pois a necessidade maior agora é reconstruir suas cidades e vidas.

E… Após o desespero e destruição, finalmente avistamos a esperança. Uma população unida para se reerguer.

Nota: A história parece sempre muito real. É quase como se ela fosse palpável e pudéssemos visualizar esses zumbis. Sentimos o desespero junto com os sobreviventes, sofremos com suas perdas e incertezas, buscamos a esperança em um final que apesar de não ser feliz, foi o mais próximo de felicidade que encontramos.

Brooks faz da leitura de “Guerra Mundial Z” algo único. A quantidade de detalhes na história é surpreendente. O autor não deixa passar nada. Não mostra a você apenas as batalhas (tão gigantescas que são dignas de uma Terceira Guerra Mundial) que o homem enfrenta ao lutar contra uma infestação zumbi em proporções mundiais. Vai muito além disso. O livro mostra impecavelmente o psicológico mundial diante da extinção: como o homem luta com unhas e dentes para sobreviver à extinção e como a humanidade tropeça em seu caminho para fora da lama, tentando se restabelecer como a espécie dominante do planeta.

Brooks pensou em tudo o que poderia acontecer durante um apocalipse zumbi. Desde como o exército responderia à ameaça de um interminável exército de mortos vivos, até como os cachorros (sim, ele pensou no papel dos cachorros) seriam essenciais para a raça humana. São mostradas com maestria as diversas formas que os governos dos países responderiam, quais seriam as táticas de batalha, como a sociedade se modificaria durante e após a Guerra. Embora seja difícil formar um elo emocional concreto com os diversos personagens – uma vez que você é apresentado a um personagem diferente a cada capítulo – isso acaba não afetando o incrível resultado. O personagem principal de Guerra Mundial Z é a raça humana: e, levando por este aspecto, você se identifica com o ser humano a cada página.

200316131426-max-brooks-exlarge-169

Max e seu pai Mel Brooks

Maximillian Michael “Max” Brooks é um escritor americano, com 47 anos, que acaba se notabilizando por ser o autor destes dois significativos livros sobre zumbis.  É filho do ator, diretor, escritor e produtor Mel Brooks (genial em minha opinião) com a também atriz Anne Bancroft.

Zumbi atual

Vamos concluir o post com uma frase do escritor do livro abordado neste post: “A maioria das pessoas não acredita que algo possa acontecer até que já tenha acontecido. Isso não é estupidez ou fraqueza, é apenas a natureza humana.”

E agora sim.  Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo.

Cortizo 2

Jota Cortizo

É genial festejar o sucesso, mas é mais importante aprender com as lições do fracasso.

Versión española:EPIDEMIAS” en LitFan, volumen I.

Algunas líneas nos hablan del intento fallido del gobierno de tratar de sofocar el brote. Incluso con toda la evidencia y con qué rapidez se propaga esta amenaza. Las autoridades completamente no preparadas intentan transmitir la impresión de que la infección está bajo control y que la población no tiene nada que temer. Este brote se apodera rápidamente del mundo.

Bueno, disculpe la entrada sin mucho retraso, pero el momento en que vivimos es duro y aterrador. Pero, estábamos hablando sobre el libro “Guerra mundial Z: una historia oral de la guerra zombi” (Guerra mundial Z), a pesar de “algunas” comparaciones con nuestro momento actual.

El texto de apertura es parte de una de las muchas críticas que leí sobre el libro que elegimos para la publicación. Y se parece mucho a la realidad de nuestro mundo. ¿Es Litfan el que imita la vida o al revés? Bueno, sigamos adelante.

El libro, es una historia de terror en profundidad sobre el tema “Apocalipsis zombi”, y fue escrito por Max Brooks y lanzado en 2006. Es una continuación del libro lanzado en 2003 “La guía de supervivencia de zombis”. Sin embargo, en lugar de traer una narrativa o una visión general del tema, “World War Z” es una recopilación de notas personales en forma de una historia en primera persona. Brooks relata el papel de un agente de la comisión de posguerra de los Estados Unidos que publica su informe una década después de la guerra de la humanidad contra los zombis. Las Naciones Unidas, para enfocar el documento oficial en los hechos de la guerra y sus figuras más importantes, decidieron dejar de lado las historias personales y los informes recopilados por el narrador, contenido que comprendía la mayor parte de su material. Las entrevistas enumeran la guerra de 10 años desde el punto de vista de diferentes personas de diferentes nacionalidades. Los informes también describen los cambios severos y radicales en los aspectos religiosos, geopolíticos y ambientales del mundo después de la “Guerra Mundial Z”.

“World War Z” se inspiró en la historia retratada en la obra “The Good War”, un libro sobre la Segunda Guerra Mundial, escrito por Studs Terkel, así como en el director de películas del género “apocalipsis zombie” George A. Romero. Brooks utilizó la Guerra Mundial Z para comentar cuestiones sociales, como la ineptitud del gobierno y el aislacionismo estadounidense, mientras examinaba cuestiones como la supervivencia y la incertidumbre humana. Los críticos en el campo elogiaron el trabajo por reinventar el género “zombie”.

El trabajo fue adaptado en 2013 en una película homónima dirigida por Marc Forster y protagonizada por Brad Pitt.

El libro está narrado en primera persona por un locutor que no conocemos. En ningún momento presenta su verdadera identidad, sabemos muy poco sobre él. Depende del lector imaginar quién es y cuál es su papel en esta historia, este detalle me pareció maravilloso y estimulante.

WWZ nos trae el encuentro con los sobrevivientes 12 años después de la gran Guerra Zombie y reúne sus historias para contar la historia de la llegada de este brote, su impacto en el mundo, su destrucción y su final. Un mundo prácticamente destruido y con casi toda la población diezmada.

Nota: No solo tenemos una historia en desarrollo, sino una recopilación de varias entrevistas, realizadas por nuestro narrador. Y es al entrevistar a estos sobrevivientes que convierte sus notas en un libro. Siempre dando voz a quienes comparten sus recuerdos.

ADVERTENCIA: ignore cualquier coincidencia.

En este escenario, se encuentra con el doctor Kwang Jingshu, en la Federación Unida de China, quien le cuenta cómo sucedió el primer caso, en la remota aldea llamada “Nova Dachang”. El paciente cero, un niño de aproximadamente 12 años, tenía síntomas nunca antes vistos. Y pronto estalló el pánico entre los residentes que no sabían lo que estaba pasando. El cuerpo del niño tenía mordeduras humanas, fiebre alta y temblores violentos. Nadie sabía cómo explicar qué o quién lo mordió.

Los zombies en The Zombie Survival Guide eran humanos no muertos revividos por el incurable virus Solanum. Estaban desprovistos de inteligencia y se movían puramente por el deseo de consumir carne humana viva. La única forma de eliminarlos era destruyendo tu cerebro, si eso era posible de todos modos. Aunque los zombis tienen una gran fuerza física (como los humanos bajo narcóticos pesados) y no experimentan ningún dolor o fatiga, son lentos e incapaces de planificar o cooperar en sus ataques. Los zombis generalmente reconocen tu presencia a través de sus gemidos.

WWZ nos trae personas desesperadas por escapar y quienes en medio de estos ataques terminan olvidando su lado humano. Lo que los separa de los enemigos es su conciencia que termina siendo dejada de lado en la hora de la desesperación. Situaciones precarias para la supervivencia y el miedo constante, estos elementos están presentes en todo momento en el libro. El cambio en una sociedad de posguerra. Los jefes se están convirtiendo en empleados. Un cambio de roles, ya que la mayor necesidad ahora es reconstruir sus ciudades y vidas.

Y … Después de la desesperación y la destrucción, finalmente vimos la espera. niño Una población unida para crecer.

Nota: La historia siempre parece muy real. Es casi como si fuera palpable y pudiéramos ver a estos zombis. Sentimos desesperación con los sobrevivientes, sufrimos con sus pérdidas e incertidumbres, buscamos esperanza en un final que, a pesar de no ser feliz, fue lo más cercano a la felicidad que encontramos.

Brooks hace que la lectura “Guerra Mundial Z” sea única. La cantidad de detalles en la historia es asombrosa. El autor no pierde nada. No muestra solo las batallas (tan gigantescas que son dignas de una Tercera Guerra Mundial) a las que se enfrenta el hombre cuando lucha contra una infestación de zombis en proporciones mundiales. Va mucho más allá de eso. El libro muestra impecablemente el mundo psicológico frente a la extinción: cómo el hombre lucha con uñas y dientes para sobrevivir a la extinción y cómo la humanidad tropieza al salir del barro, tratando de restablecerse como la especie dominante en el planeta.

Brooks pensó en todo lo que podría pasar durante un apocalipsis zombie. Desde cómo respondería el ejército a la amenaza de un ejército interminable de muertos vivientes, hasta cómo los perros (sí, pensó en el papel de los perros) serían esenciales para la raza humana. Las diversas formas a las que los gobiernos de los países responderían, cuáles serían las tácticas de batalla, cómo cambiaría la sociedad durante y después de la guerra, se muestran con gran dominio. Aunque es difícil formar un vínculo emocional concreto con los diferentes personajes, una vez que te presentan a un personaje diferente en cada capítulo, no termina afectando el increíble resultado. El personaje principal de la Guerra Mundial Z es la raza humana: y, tomando este aspecto, te identificas con el ser humano en cada página.

Maximillian Michael “Max” Brooks es un escritor estadounidense de 47 años que termina destacando por ser el autor de estos dos importantes libros de zombis. Es hijo del actor, director, escritor y productor Mel Brooks (brillante en mi opinión) con también la actriz Anne Bancroft.

Concluiremos la publicación con una cita del escritor del libro cubierto en esta publicación: “La mayoría de la gente no cree que algo pueda pasar hasta que ya haya sucedido. Esto no es estupidez o debilidad, es solo la naturaleza humana “.

Y ahora sí. Espero que hayas disfrutado la publicación. Hasta la próxima.

Jota Cortizo

“Es genial celebrar el éxito, pero es más importante aprender de las lecciones del fracaso”.

 

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa:4.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/TIjY_8rOJ0I/AAAAAAAACbc/2gg1fnsoUo8/s1600/World+War+Z+concept+art+por+Daniel+LuVisi.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/World_War_Z:_An_Oral_History_of_the_Zombie_War

resenhandosonhos.com/guerra-mundial-z-max-brooks/

livrosemserie.com.br/2013/08/08/resenha-guerra-mundial-z-de-max-brooks/

pt.wikipedia.org/wiki/Max_Brooks

maxbrookszombieworld.com/

cdn.cnn.com/cnnnext/dam/assets/200316131426-max-brooks-exlarge-169.jpg

leitorcabuloso.com.br/wp-content/uploads/2013/06/guerra-mundial-z-max-brooks-horz.jpg

wikimedia.org/wikipedia/pt/0/0a/Word_WarZ.jpg

abrilsuperinteressante.files.wordpress.com/2018/07/worldwarz1.jpg?quality=70&strip=info

images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/51slvLn-ZjL.jpg

bemblogado.com.br/site/wp-content/uploads/2018/10/Whatsapp-Zumbi.jpg

media.giphy.com/media/6q6iJkAi15mBa/giphy.gif

 

 

 

 

Muitas Aventuras pelo Disco de Pratchett

Tags

, , , , , ,

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Logo PHANTASTICUS 1

Versão em português: Muitas Aventuras pelo Disco de Pratchett.

Olá para todxs!  Hoje vamos explorar um pouco da obra do britânico Terence David John Pratchett, mais conhecido como Terry Pratchett.

Terry

Pratchett com mais de 85 milhões de livros vendidos em todo o mundo em 37 idiomas, foi o autor mais vendido do Reino Unido nos anos 90.  Ele foi nomeado oficial da Ordem do Império Britânico em 1998 e foi cavaleiro por serviços de literatura no Ano Novo de 2009.

O primeiro romance de Pratchett, “The Carpet People”, foi publicado em 1971. Mas é sobre a grande obra de Terry que falaremos.  “Discworld”.

discworld

“Discworld” é uma série de livros de fantasia cômica, ambientada no planeta Discworld – um planeta plano, equilibrado nas costas de quatro elefantes que por sua vez ficam nas costas de uma tartaruga gigante.

O primeiro romance da série, “The Color of Magic” (A Cor da Magia), foi publicado em 1983.  Já o romance final do Discworld, “The Shepherd’s Crown” (A Coroa do Pastor), foi publicado em agosto de 2015, cinco meses após sua morte.

Planeta

Os livros frequentemente parodiam ou inspiram-se em J. R. R. Tolkien, Robert E. Howard, H. P. Lovecraft, Charles Dickens e William Shakespeare, assim como mitologia, histórias de bruxas e vampiros, folclore e contos de fada, frequentemente usando-os para paralelos satíricos com questões culturais, políticas e científicas.  Analogias de questões do mundo real, como a religião, o fundamentalismo e a tensão interna da cidade, negócios e política, preconceito racial e exploração são temas recorrentes, assim como aspectos da cultura e do entretenimento, como a ópera, rock, cinema e até o futebol. Paródias de ficção não-Discworld também ocorrem com frequência, incluindo Shakespeare, Beatrix Potter e vários filmes. Grandes eventos históricos, especialmente batalhas, são às vezes usados ​​como base para eventos triviais e importantes em histórias de Discworld, assim como as tendências em ciência, tecnologia, cultura pop e arte moderna. Há também temas humanistas em muitos dos romances de Discworld e um foco nas habilidades de pensamento crítico nas séries Witches e Tiffany Aching.

Livros

Quarenta e um romances de Discworld foram publicados. As edições britânicas originais dos primeiros 26 romances, até Thief of Time (2001), tinham arte de capa de Josh Kirby. Desde a morte de Kirby em 2001, as capas foram projetadas por Paul Kidby. As publicações complementares incluem contos (alguns vagamente relacionadas ao Discworld), quatro livros científicos populares, vários livros complementares e guias de referência. A série foi adaptada para histórias em quadrinhos, teatro, computador e jogos de tabuleiro e televisão.

Mapa

Falando um pouco de “The Color of Magic” (A Cor da Magia), tudo está normal na cidade de Ankh-Morpork até a chegada de um estranho turista do Império. É a partir desse momento que todos os fatos começam a se desenrolar e uma quantidade infinita de coisas acontece ao mesmo tempo. Pessoas querendo se aproveitar do estrangeiro, teorias conspiratórias tomando forma e assassinos sendo contratados. E com isto tudo acontecendo, nos deparamos com a figura do mago Rincewind, que fora expulso da Universidade Invisível sem nunca ter conseguido realizar um mísero feitiço, mas que ainda assim teve um deles “aprisionado” na sua mente após tentar roubar um livro sagrado. Que feitiço seria esse? Ninguém tem a menor ideia.

“The Color of Magic” é um livro com uma construção muito bem estruturada, tem brigas de taverna, tem cidades sendo incendiadas, criaturas extremamente poderosas e que habitam covis sombrios, dragões em seu habitat natural (e fora dele também), além de uma viagem até a famosa “Borda do Mundo”, onde é possível ter vislumbres da Grande A’Tuin, a tartaruga que move o Disco pelo espaço enquanto carrega quatro elefantes gigantes.  Então, não espere mais!

terryp

O autor sofria de Alzheimer e acabou falecendo em 12 de março de 2015, com 66 anos. A seu pedido, o seu disco rígido que continha todas as obras não terminadas foi destruído por um rolo compressor chamado “Lord Jericho” na Great Dorset Steam Fair.

Vamos terminar o post com uma das muitas (e geniais) frases de Terry:

“A maioria dos deuses joga dados, mas o destino joga xadrez, e você não descobre até que seja tarde demais que ele estava jogando com duas rainhas o tempo todo.”

E agora sim.  Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo.

Cortizo 2

Jota Cortizo

Ideias não são só carne e osso. Ideias são aprova de balas.

Versión española: Muchas aventuras en el disco de Pratchett.

¡Hola a todxs! Hoy vamos a explorar un poco del trabajo del británico Terence David John Pratchett, mejor conocido como Terry Pratchett.

Pratchett, con más de 85 millones de libros vendidos en todo el mundo en 37 idiomas, fue el autor más vendido del Reino Unido en la década de 1990. Fue nombrado oficial de la Orden del Imperio Británico en 1998 y fue nombrado caballero por los servicios de literatura en el Año Nuevo. 2009

La primera novela de Pratchett, “The Carpet People”, se publicó en 1971. Pero hablaremos del gran trabajo de Terry. “Mundodisco”.

“Discworld” es una serie de cómics de fantasía, ambientada en el planeta Discworld, un planeta plano, equilibrado en la espalda de cuatro elefantes que a su vez están en la espalda de una tortuga gigante.

La primera novela de la serie, “The Color of Magic”, se publicó en 1983. La novela final de Discworld, “The Shepherd’s Crown”, se publicó en agosto de 2015, cinco meses después de su muerte.

Los libros a menudo parodian o se inspiran en JRR Tolkien, Robert E. Howard, HP Lovecraft, Charles Dickens y William Shakespeare, así como en historias de mitología, brujas y vampiros, folklore y cuentos de hadas, usándolos a menudo para paralelos satíricos con cuestiones culturales, políticas y científicas. Las analogías de los problemas del mundo real, como la religión, el fundamentalismo y la tensión interna de la ciudad, los negocios y la política, los prejuicios raciales y la explotación son temas recurrentes, al igual que los aspectos de la cultura y el entretenimiento, como la ópera, el rock, el cine e incluso el fútbol. Las parodias de ficción que no son de Discworld también ocurren con frecuencia, incluidas Shakespeare, Beatrix Potter y varias películas. Los eventos históricos importantes, especialmente las batallas, a veces se usan como base para eventos triviales e importantes en las historias de Discworld, así como las tendencias en ciencia, tecnología, cultura pop y arte moderno. También hay temas humanistas en muchas de las novelas de Discworld y un enfoque en las habilidades de pensamiento crítico en las series Witches y Tiffany Aching.

Cuarenta y una novelas de Discworld han sido publicadas. Las ediciones británicas originales de las primeras 26 novelas, hasta Thief of Time (2001), tenían una portada de Josh Kirby. Desde la muerte de Kirby en 2001, las portadas han sido diseñadas por Paul Kidby. Las publicaciones complementarias incluyen historias cortas (algunas relacionadas con Discworld), cuatro libros científicos populares, varios libros complementarios y guías de referencia. La serie fue adaptada para cómics, teatro, computadora y juegos de mesa y televisión.

Hablando un poco sobre “El color de la magia”, todo es normal en la ciudad de Ankh-Morpork hasta la llegada de un extraño turista del Imperio. Es a partir de ese momento que todos los hechos comienzan a desarrollarse y una cantidad infinita de cosas suceden al mismo tiempo. Las personas que quieren aprovecharse del extranjero, las teorías de la conspiración toman forma y los asesinos son contratados. Y con todo esto sucediendo, nos encontramos con la figura del mago Rincewind, quien fue expulsado de la Universidad Invisible sin poder realizar un hechizo miserable, pero que todavía tenía a uno de ellos “atrapado” en su mente después de intentar robar un libro sagrado. ¿Qué hechizo sería ese? Nadie tiene ni idea.

“El color de la magia” es un libro con una construcción muy bien estructurada, tiene peleas de taberna, se incendian ciudades, criaturas extremadamente poderosas que habitan guaridas oscuras, dragones en su hábitat natural (y también fuera de él), además de un viaja al famoso “Edge of the World”, donde puedes echar un vistazo al Gran A’Tuin, la tortuga que mueve el Disco por el espacio mientras lleva cuatro elefantes gigantes. ¡Así que no esperes más!

El autor sufría de Alzheimer y terminó muriendo el 12 de marzo de 2015, a la edad de 66 años. A petición suya, su disco duro que contenía todas las obras sin terminar fue destruido por una apisonadora llamada “Lord Jericho” en la Gran Feria de Vapor Dorset.

Terminemos la publicación con una de las muchas (y brillantes) frases de Terry:

“La mayoría de los dioses juegan a los dados, pero el destino juega al ajedrez, y no te das cuenta hasta que es demasiado tarde que estuvo jugando con dos reinas todo el tiempo”.

Y ahora sí. Espero que hayas disfrutado la publicación. Hasta la próxima.

Jota Cortizo

“Las ideas no son solo carne y hueso. Las ideas son aprobadas por balas”

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa:2.bp.blogspot.com/-OKCDexgpJCQ/T8LnG_4ACdI/AAAAAAAABJg/ImKPg4UGw3g/s1600/Discworld_Josh+Kidby_The+Light+Fantastic_1986.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Terry_Pratchett

i.imgur.com/ZjzikhG.jpg?1

desbravandolivros.blogspot.com/2016/06/resenha-cor-da-magia-terry-pratchett.html

pt.wikipedia.org/wiki/Discworld

tommygirard.files.wordpress.com/2015/03/pratchett-1.jpg

metro.co.uk/wp-content/uploads/2015/03/terryp.png?quality=90&strip=all&zoom=1&resize=644%2C845&ssl=1

lspace.org/ftp/images/bookcovers/uk/the-colour-of-magic-2.jpg

i.pinimg.com/originals/9d/65/d5/9d65d5652eb3bce75daf8a371383e9e8.jpg

i.ebayimg.com/images/g/sM4AAOSwkHxb6vHF/s-l1600.jpg

studiomadeinpb.files.wordpress.com/2015/03/discworld.jpg

Da Graphic Novel a vida real, uma visão de V de Vingança

Tags

, , , , , , , , , ,

Logo PHANTASTICUS 1

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Da Graphic Novel a vida real, uma visão de V de Vingança.

Olá para todxs!  Seguindo uma linha um pouco diferente do blog, hoje o PHANTASTICUS traz uma Graphic Novel (GN) e um filme que estão no meu Top 10 particular.  “V for Vendetta” (V de Vingança).  A GN sob o argumento de Alan Moore – britânico, frequentemente descrito como o melhor escritor de quadrinhos de toda história – começou a ser publicada em 1982/1983.  O argumento exibe muita semelhança com o que escreveu Hannah Arendt em seu livro “Origens do totalitarismo”, de 1951. Em “V” também existe um sistema de monitoramento mediante o uso de câmeras, nos moldes de “1984”, de George Orwell, que foi escrito em 1948, quando o CFTV ainda não existia tal como é hoje.

Bem, a GN foi escrita no momento em que a Inglaterra, sob a liderança da primeira ministra Margaret Thatcher, estava implementando o modelo econômico neoliberal, ao mesmo tempo em que o chamado socialismo real entrava em colapso na U.R.S.S..

Além de ser considerado um ótimo romancista – Moore ocasionalmente usa pseudônimos como Curt Vile, Jill de Ray, Translucia Baboon e The Original Writer – seu trabalho em HQ’s é muito elogiado.  Algumas de suas obras foram adaptadas para o cinema como “Watchmen”, “Do Inferno” e – claro – “V”.

A história mostra uma versão distópica e pós-apocalíptica da história do futuro próximo do Reino Unido, na década de 1990, precedida por uma guerra nuclear na década de 1980 que devastou a maior parte do resto do mundo. Assim, surge o Norsefire, partido supremacista branco, neofascista, e homofóbico que exterminou seus oponentes em campos de concentração e agora governa o país como um estado policial com total censura aos cidadãos – qualquer semelhança com Hitler é pura inspiração verdadeira.

Quando pessoas conhecidas começam a morrer, o Governo começa uma investigação que leva a um resultado assustador: há um vigilante dando cabo de todos aqueles que trabalharam no campo de concentração de Larkhill.

Larkhill explodiu, muita gente morreu e o assunto foi abafado.

Nesse contexto, surge “V”, personagem que usa uma máscara inspirada no inglês Guy Fawkes, que décadas antes, tentou explodir o parlamento inglês. “V” atenta contra o governo, toma a transmissão de TV e Rádio e começa a anunciar vários planos para derrubar o poder do Estado.

Guy Fawkes foi um soldado, inglês católico que teve participação na “Conspiração da Pólvora” (Gunpowder Plot) na qual se pretendia assassinar o rei protestante Jaime I da Inglaterra e os membros do Parlamento inglês durante uma sessão em 1605, para assim dar início a um levante católico. Guy Fawkes era o responsável por guardar os barris de pólvora que seriam utilizados para explodir o Parlamento durante a sessão.  O ataque seria realizado em 05 de novembro.

O personagem passa a ser símbolo de rebelião e resistência, até mesmo o detetive Edward Finch, que trabalha a favor do governo, simpatiza com ele.  “V” pretende apenas mostrar aos ditadores que o poder deveria vir do povo. “V” pode ser um exemplo de certa forma, mas o homem que o inspirou certamente não é.  As intenções reais, de “V”, e seus planos são para derrubar o medo que o Governo usa a seu favor para manter-se no poder.

“V” defende a anarquia pura, a necessidade de destruir o atual e daí se criar um. Obviamente, uma sociedade reprimida por um estado totalitário responde rapidamente, se apegando ao conceito como tábua de salvação. Assim, os ideais anarquistas se multiplicam e encontra eco.

Filme

O filme estreou em 2005 e foi grande sucesso de bilheteria.  O filme foi visto por muitos grupos políticos como uma alegoria da opressão do governo. Libertários usaram isso como uma afirmação conservadora contra a intervenção governamental na vida dos cidadãos. Anarquistas usaram esse filme para propagar a teoria política do anarquismo.

Curiosidade sobre o filme: Alan Moore havia lido o roteiro de “V de Vingança” e o considerou “lixo”. Moore acreditava que a DC Comics e a indústria cinematográfica o haviam roubado conscientemente. Por outro lado, David Lloyd elogiou o filme momentos depois de vê-lo pela primeira vez, considerando uma “representação fantástica” do trabalho que eles fizeram, segundo McTeigue.

Um dos maiores clássicos das HQs/GNs. Todos os amantes dos quadrinhos já sentiram aquela sensação de “tomara que o próximo número chegue logo”, pois, ela é a melhor forma de descrever V de Vingança, um texto denso, bem escrito e narrado, com firme construção do final. Uma GN para se ler, respirar fundo e pensar (às vezes em voz alta).

david-lloyd

E se o texto de Alan Moore é esplendido, o mesmo se pode dizer da arte de David Lloyd. O artista cria uma Londres noir, nostálgica e paradoxalmente futurista. O uso de luz e sombras em doses exatas proporciona ora a percepção do pessimismo reinante (e aí se vê uma cidade triste e sombria), ora um vislumbre da esperança observada, sobretudo, na face das pessoas.

V_for_vendettax

Terminamos com duas frase utilizadas no filme e que tem tudo a ver com nosso momento atual.

” Os artistas usam a mentira para revelar a verdade, enquanto os políticos usam a mentira para escondê-la.”  e ” Pensa isso mesmo, ou é assim que eles querem que você pense?”

E agora sim.  Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo.

cortizo

Jota Cortizo

Ideias não são só carne e osso. Ideias são aprova de balas.

 

 

 

 

Versión española: De la novela gráfica a la vida real, una visión de V para Vendetta.

¡Hola a todxs! Siguiendo una línea ligeramente diferente del blog, hoy PHANTASTICUS trae una Novela Gráfica (GN) y una película que están en mi top 10. “V para Vendetta” (V para Vendetta). GN, bajo el argumento de Alan Moore, británico, a menudo descrito como el mejor escritor de cómics de la historia, comenzó a publicarse en 1982/1983. El argumento muestra mucha similitud con lo que Hannah Arendt escribió en su libro de 1951 “Orígenes del totalitarismo”. En “V” también hay un sistema de monitoreo a través del uso de cámaras, en la línea de “1984”, de George Orwell, eso fue escrito en 1948, cuando el CCTV no existía como lo es hoy.

Bueno, GN fue escrito en un momento en que Inglaterra, bajo el liderazgo de la primera ministra Margaret Thatcher, estaba implementando el modelo económico neoliberal, al mismo tiempo que el llamado socialismo real colapsó en los Estados Unidos.

Además de ser considerado un gran novelista, Moore ocasionalmente usa seudónimos como Curt Vile, Jill de Ray, Translucia Baboon y The Original Writer, su trabajo en HQ es muy elogiado. Algunas de sus obras fueron adaptadas para el cine como “Watchmen”, “Do Inferno” y, por supuesto, “V”.

La historia muestra una versión distópica y post-apocalíptica de la historia del futuro cercano del Reino Unido en la década de 1990, precedida por una guerra nuclear en la década de 1980 que devastó la mayor parte del resto del mundo. Por lo tanto, Norsefire, un partido supremacista, neofascista y homofóbico blanco, surgió que aniquiló a sus oponentes en los campos de concentración y ahora gobierna el país como un estado policial con censura total de sus ciudadanos; cualquier parecido con Hitler es pura inspiración verdadera.

Cuando los conocidos comienzan a morir, el gobierno comienza una investigación que conduce a un resultado aterrador: hay un guardia vigilando a todos los que trabajaban en el campo de concentración de Larkhill.

Larkhill explotó, muchas personas murieron y el asunto quedó en silencio.

En este contexto, aparece “V”, un personaje que usa una máscara inspirada en el inglés Guy Fawkes, quien décadas atrás trató de hacer estallar el parlamento inglés. “V” ataca al gobierno, se hace cargo de la transmisión de televisión y radio y comienza a anunciar varios planes para derrocar el poder del estado.

Guy Fawkes era un soldado, un católico inglés que participó en la “Conspiración de la pólvora” en la que tenía la intención de asesinar al rey protestante James I de Inglaterra y miembros del Parlamento inglés durante una sesión en 1605, para comenzar Un levantamiento católico. Guy Fawkes fue responsable de proteger los barriles de pólvora que se utilizarían para volar el Parlamento durante la sesión. El ataque se llevaría a cabo el 5 de noviembre.

El personaje se convierte en un símbolo de rebelión y resistencia, incluso el detective Edward Finch, que trabaja para el gobierno, simpatiza con él. “V” solo pretende mostrar a los dictadores que el poder debe provenir de la gente. “V” puede ser un ejemplo en cierto modo, pero el hombre que lo inspiró ciertamente no lo es. Las verdaderas intenciones, de “V”, y sus planes son superar el miedo que el Gobierno usa a su favor para permanecer en el poder.

“V” defiende la anarquía pura, la necesidad de destruir la corriente y luego crear una. Obviamente, una sociedad reprimida por un estado totalitario responde rápidamente, aferrándose al concepto como un salvavidas. Así, los ideales anarquistas se multiplican y encuentran eco.

La película se estrenó en 2005 y fue un éxito de taquilla. La película fue vista por muchos grupos políticos como una alegoría de la opresión del gobierno. Los libertarios utilizaron esto como una declaración conservadora contra la intervención del gobierno en la vida de los ciudadanos. Los anarquistas usaron esta película para propagar la teoría política del anarquismo.

Curiosidad sobre la película: Alan Moore había leído el guión de “V for Vendetta” y lo consideraba “basura”. Moore creía que DC Comics y la industria del cine lo habían robado conscientemente. Por otro lado, David Lloyd elogió la película momentos después de verla por primera vez, considerándola una “representación fantástica” del trabajo que hicieron, según McTeigue.

Uno de los mejores clásicos del cómic / GN. Todos los amantes de los cómics ya han sentido el sentimiento de “con suerte el próximo número vendrá pronto”, porque es la mejor manera de describir V para Vendetta, un texto denso, bien escrito y narrado, con una construcción firme del final. Un GN para leer, respirar profundamente y pensar (a veces en voz alta).

Y si el texto de Alan Moore es espléndido, también lo puede ser el arte de David Lloyd. El artista crea un London noir, nostálgico y paradójicamente futurista. El uso de luces y sombras en dosis exactas a veces da la percepción del pesimismo reinante (y hay una ciudad triste y sombría), a veces un atisbo de la esperanza observada, sobre todo, frente a las personas.

Terminamos con dos frases utilizadas en la película y que tiene todo que ver con nuestro momento actual.

“Los artistas usan mentiras para revelar la verdad, mientras que los políticos Los tics usan la mentira para ocultarlo. y “¿Realmente piensas eso, o es así como quieren que pienses?”

Y ahora sí. Espero que hayas disfrutado la publicación. Hasta la próxima.

Jota Cortizo

“Las ideas no son solo carne y hueso. Las ideas son aprobadas por balas”

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: xxxxxx

wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/2d/Alan_Moore_%282%29.jpg/800px-Alan_Moore_%282%29.jpg

en.wikipedia.org/wiki/V_for_Vendetta

wikimedia.org/wikipedia/pt/9/9a/Capa-da-edicao-de-setembro-de-1988-da-hd-v-de-vingancade-alan-moore-e-david-lloyd.jpg

awebic.com/cultura/v-de-vinganca/

wikimedia.org/wikipedia/en/c/c0/V_for_vendettax.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Guy_Fawkes

img-s2.onedio.com/id-5d91f02437decbe52533a455/rev-0/w-635/listing/f-jpg-webp/s-5827630d194d59a2679c931ef48cac77f3f6ec41.webp

cdn.wallpapername.com/3888×2430/20121120/fractalius%20masks%20guy%20fawkes%20v%20for%20vendetta%203888×2430%20wallpaper_www.wallpapername.com_29.jpg

esmiucandoculturanerd.blogspot.com/2018/07/resenha-hq-v-de-vinganca-v-for-vendetta.html

opoderosoresumao.com/quadrinhos/resenha-de-quadrinhos-v-de-vinganca

universohq.com/reviews/v-de-vinganca/

s2.glbimg.com/sEBAu3dxK6NxH_54hTYm0ghm4uE=/0x0:1632×918/984×0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2017/L/u/NuIujHR6KjawoMDEPpqQ/david-lloyd.jpg

images-na.ssl-images-amazon.com/images/S/cmx-images-prod/Item/48529/Previews/5d2dc58f6c125d36d48e9555c0614350._SX1280_QL80_TTD_.jpg

2409group6.weebly.com/uploads/4/5/5/9/45595817/3708560.jpg

tbn0.gstatic.com/images?q=tbn%3AANd9GcSrpSqjpy2Srx7E5y9MOsrulpPSAH2b–mc-vuV4FiSzN8ZyKI7

thefreespeechsupremacist.files.wordpress.com/2016/11/vendetta.jpg?w=840

A volta do Homem do Castelo Alto

Logo PHANTASTICUS 1

O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A volta do Homem do Castelo Alto.

Olá meus queridxs amigxs! Por estes dias, difíceis (politicamente falando), me interessei pela série da Amazon “The Man In The High Castle” (O Homem do Castelo Alto) – que foi lançada em 2015.  Uma adaptação da obra de Philip Kindred Dick, ou como era mais conhecido PKD.

p51yHL8

Aqui no blog já havia feito um post que dava uma boa ideia de PKD e seu livro (que no meu entender é genial e assustador).  Logo abaixo, deixo o link do post para que você(s) relembre(m):

jotacortizo.wordpress.com/2015/09/27/a-assustadora-visao-do-futuro-de-philip-k-dick-la-aterradora-vision-del-futuro-de-philip-k-dick/

O escritor é figurinha fácil aqui no blog.  Temos vários posts que mostram a sua visão de futuro.  Mas…. Resta a você fazer uma viagem pelo PHANTASTICUS.

Voltando e falando um pouco mais de viagens, PKD literalmente viajava em suas obras.  Ele escrevia ficção científica, explorando pesadamente temas políticos, filosóficos e sociais, autoritarismo, realidades alternativas e estados alterados de consciência. E com uma argumentação e visão absolutamente incríveis.  Isto em plena década de 60 (no querido e prolifico século XX). Retornado ao livro, foi com “The Man In …” que PKD ganhou o “Hugo Awards” e é neste livro que o escritor exacerba na imaginação.  O romance se passa em 1962 (“coincidência” o mesmo ano da publicação do livro), quinze anos após as potências do Eixo derrotarem os Aliados na Segunda Guerra Mundial, ficando os Estados Unidos entregues (e divididos) à Alemanha nazista e ao Império do Japão.  Neste mundo, em que a URSS ruiu e os povos eslavos do oriente da Europa foram “esmagados” (e quase exterminados), ainda tínhamos os negros voltando a condição de escravos. Já os judeus, que sobreviveram a perseguição imposta por toda a guerra e pós-guerra, continuavam a ser “jogados” em campos de concentração ou eram eliminados nas ruas.  Alguns poucos conseguiam se esconder sob identidades falsas (e chegam a se submeter a procedimentos cirúrgicos para eliminarem as características físicas mais evidentes de sua raça) para não serem completamente exterminados.

Desatando o novelo das linhas de “The Man In The High Castle” você não tem alternativa a não ser a de coroar PKD.

The man 1

Toda a ambientação apresentada por K. Dick é absolutamente fascinante. Escrito de maneira muito bem pensada, o autor nos apresenta o mundo – no início da década de 60 – totalmente dominado pela cultura da Alemanha Nazista e do Japão, apresentando efetivamente um claro contraste com a nossa realidade.

Em sua fundamentação para um resultado diferente do ocorrido na Segunda Guerra, PKD “joga” alguns elementos onde a história real se separa da ficção, como o assassinato do presidente Franklin Delano Roosevelt. Com a morte do presidente, seus sucessores não foram capazes de impedir a crescente crise no país que levou à derrota dos aliados na grande guerra.

Man_High_Castle_(TV_Series)_map-2.svg

E mais uma vez, o escritor levanta questões interessantes sobre o domínio da cultura de grandes potências sobre os demais países e sobre o impacto que pode ter o “domínio” de uma nação sobre as demais.

Deste modo, a história vai sendo contada em diversas frentes, e conforme vai se mostrando, vamos lidando com um “grande” mistério.  O misterioso “Homem do Castelo Alto”.

Um autor misterioso, conhecido como “O Homem do Castelo Alto”, escreve um livro que descreve como seria o mundo caso os Aliados não tivessem perdido a guerra.

E é este um dos pontos mais brilhantes do livro. O livro dentro do livro.  O livro que diz que tudo foi ou poderia ser diferente.  O livro que incita a resistência.  Aí você para e olha para o alto e pensa: Por habitarmos esta realidade, a obra consegue nos conectar ao universo distópico de uma maneira extremamente criativa (e real).  É brilhante!

Em seus 53 anos de vida PKD produziu 44 livros, cerca de 121 contos, a maioria deles publicados em revistas especializadas ainda em vida. Depois de uma experiência religiosa que o marcou profundamente em fevereiro de 1974, onde – a partir daí – se aventurou em temas explicitamente teológicos.

Em 20 de fevereiro de 1974, Philip se recuperava dos efeitos causados pelo tiopental, após a extração de um dente siso. Ele então recebeu dextropropoxifeno de uma moça que bateu em sua porta, para fazer a entrega da farmácia. Ele a achou muito bonita, de cabelos escuros, mas ficou atraído pelo colar que ela usava, com forma de peixe. Segundo ela, era o símbolo usado pelos primeiros cristãos. Ele chamou o símbolo de “vesicle pisces”, juntando o termo vesica piscis com o símbolo do peixe cristão, com dois arcos interseccionais delineando um peixe.  Mais tarde, Philip contaria que o sol refletiu no pingente de ouro da moça, causando um raio rosado de luz que o espantou. Ele acabou acreditando que o raio acabou lhe despertando a clarividência e que tinha inteligência. Em um momento, Philip disse que o raio o informou que seu filho pequeno estava doente e o casal levou a criança ao hospital, onde a suspeita teria sido confirmada.

A partir daí, Philip começaria a ter alucinações, que ele teria atribuído inicialmente aos efeitos da medicação para dor depois da extração do siso, mas desconsiderou a hipótese após várias semanas de contínuas alucinações. Em fevereiro e março de 1974, ele teve uma série de alucinações, algumas com padrões geométricos, outras em que via Jesus na Roma Antiga. Elas aumentaram em frequência e duração, onde Philip afirmava que vivia uma vida paralela, onde em uma vida ele era Philip K. Dick, na outra era Thomas, um cristão perseguido pelos romanos no século I d.C. Ele escreveu sobre tais experiências, primeiro em uma autobiografia, chamada Radio Free Albemuth e depois em “VALIS”, “The Divine Invasion” e no não finalizado “The Owl in Daylight”.

PKD foi casado 5 vezes e teve 3 filhos.  Em 17 de fevereiro de 1982, depois de uma entrevista, Philip ligou para seu terapeuta, reclamando de não conseguir enxergar direito. Seu terapeuta o mandou procurar um hospital imediatamente, mas ele não foi. No dia seguinte, Philip foi encontrando inconsciente e caído no chão em sua casa, em Santa Ana, Califórnia, depois de sofrer um AVC. Em 25 de fevereiro de 1982, já no hospital, ele teve outro AVC, que o levou à morte cerebral. Cinco dias depois, os aparelhos que o mantinham vivo foram desligados e ele veio a falecer.  Seu pai, Joseph, levou as cinzas de Philip para o cemitério Riverside, em Fort Morgan, Colorado, onde o enterrou ao lado do túmulo de sua irmã gêmea Jane.

PKD era um gênio ou um louco – ou as duas coisas.  Assim, sua obra é fascinante.  Um bom exemplo disto é: Se você já viu os filmes Blade Runner; Total Recall e Minority Report (para falar apenas de alguns) saiba que são adaptações das suas obras.  Então, fica difícil falar mais.  A série vale a pena e o livro mais ainda.

Encerramos por hoje.  Mas para a efetiva conclusão, deixo uma frase do nosso PKD para muita (mas muita) reflexão.

“A realidade é aquilo que não desaparece, quando se deixa de crer nisso.”

E agora sim.  Espero que tenham gostado do post.  Vejo todos vocês no próximo.

cortizo

Jota Cortizo

Versión española: El regreso del Hombre del Castillo Alto.

¡Hola mis queridos amigos! En estos días difíciles (políticamente hablando), me interesé en la serie de Amazon “The Man In The High Castle”, que fue lanzada en 2015. Una adaptación del trabajo de Philip Kindred Dick, o cómo fue PKD más conocido.

Aquí en el blog ya había hecho una publicación que daba una buena idea de PKD y su libro (que en mi opinión es genial y aterrador). A continuación, les dejo el enlace de la publicación para que lo recuerden:

jotacortizo.wordpress.com/2015/09/27/a-assustadora-visao-do-futuro-de-philip-k-dick-la-aterradora-vision-del-futuro-de-philip-k-dick/

El escritor es una figura fácil aquí en el blog. Tenemos varias publicaciones que muestran su visión del futuro. Pero … Te queda hacer un viaje a través de PHANTASTICUS.

Volviendo atrás y hablando un poco más sobre viajes, PKD literalmente viajó en sus obras. Escribió ciencia ficción, explorando en gran medida temas políticos, filosóficos y sociales, autoritarismo, realidades alternativas y estados alterados de conciencia. Y con un argumento y una visión absolutamente increíbles. Esto fue a mediados de los años 60 (en el querido y prolífico siglo XX). Volviendo al libro, fue con “The Man In …” que PKD ganó los “Premios Hugo” y es en este libro que el escritor exacerba su imaginación. La novela tiene lugar en 1962 (“coincidencia” el mismo año en que se publicó el libro), quince años después de que las potencias del Eje derrotaron a los Aliados en la Segunda Guerra Mundial, con los Estados Unidos abandonados (y divididos) a la Alemania nazi y el Imperio de los Estados Unidos. Japón: en este mundo, en el que la URSS colapsó y los pueblos eslavos de Europa del Este fueron “aplastados” (y casi exterminados), todavía teníamos negros volviendo a la condición de esclavos. Los judíos, que sobrevivieron a la persecución impuesta por toda la guerra y la posguerra, continuaron siendo “arrojados” en campos de concentración o fueron eliminados en las calles. Algunos lograron esconderse bajo identidades falsas (e incluso someterse a procedimientos quirúrgicos para eliminar las características físicas más obvias de su raza) para no ser completamente eliminados.

Desatando la madeja de las líneas de “The Man In The High Castle” no tienes otra alternativa que coronar PKD.

Todo el ambiente presentado por K. Dick es absolutamente fascinante. Escrito de una manera muy bien pensada, el autor nos presenta al mundo, a principios de la década de 1960, totalmente dominado por la cultura de la Alemania nazi y Japón, presentando efectivamente un claro contraste con nuestra realidad.

En su justificación de un resultado diferente al de la Segunda Guerra Mundial, PKD “juega” algunos elementos donde la historia real está separada de la ficción, como el asesinato del presidente Franklin Delano Roosevelt. Con la muerte del presidente, sus sucesores no pudieron evitar la creciente crisis en el país que condujo a la derrota de los aliados en la gran guerra.

Y nuevamente, el escritor plantea preguntas interesantes sobre el dominio de la cultura de las grandes potencias sobre otros países y sobre el impacto que el “dominio” de una nación puede tener en otros.

De esta manera, la historia se cuenta en varios frentes, y resulta que estamos lidiando con un “gran” misterio. El misterioso “Hombre de Castelo Alto”.

Un misterioso autor, conocido como “El hombre del castillo alto”, escribe un libro que describe cómo sería el mundo si los Aliados no hubieran perdido la guerra.

Y este es uno de los puntos más brillantes del libro. El libro dentro del libro. El libro que dice que todo fue o podría ser diferente. El libro que incita a la resistencia. Luego te detienes, miras hacia arriba y piensas: porque vivimos en esta realidad, el trabajo logra conectarnos con el universo distópico de una manera extremadamente creativa (y real). ¡Es brillante!

En sus 53 años de vida, PKD produjo 44 libros, alrededor de 121 cuentos, la mayoría de ellos publicados en revistas especializadas aún en vida. Después de una experiencia religiosa que lo marcó profundamente en febrero de 1974, donde, desde entonces, se aventuró en temas explícitamente teológicos.

El 20 de febrero de 1974, Philip se estaba recuperando de los efectos causados ​​por el tiopental después de la extracción de una muela del juicio. Luego recibió dextropropoxifeno de una niña que llamó a su puerta para llevarla a la farmacia. La encontraba muy hermosa, con cabello oscuro, pero se sintió atraído por el collar que llevaba, en forma de pez. Según ella, era el símbolo utilizado por los primeros cristianos. Llamó al símbolo “vesícula piscis”, uniendo el término vesica piscis con el símbolo del pez cristiano, con dos arcos interseccionales que delinean un pez. Más tarde, Philip diría que el sol se reflejó en el colgante de oro de la niña, causando un rayo de luz rosa que lo sobresaltó. Terminó creyendo que el rayo terminó despertando su previsión y que tenía inteligencia. En un momento, Philip dijo que el rayo le informó que su hijo estaba enfermo y que la pareja lo llevó al hospital, donde se confirmó la sospecha.

A partir de ahí, Philip consiguió tendría alucinaciones, lo que habría atribuido inicialmente a los efectos de la medicación para el dolor después de la extracción de la muela del juicio, pero descartó la hipótesis después de varias semanas de alucinaciones continuas. En febrero y marzo de 1974, tuvo una serie de alucinaciones, algunas con patrones geométricos, otras en las que vio a Jesús en la antigua Roma. Aumentaron en frecuencia y duración, donde Philip afirmó vivir una vida paralela, donde en una vida era Philip K. Dick, en la otra era Thomas, un cristiano perseguido por los romanos en el siglo I d. C. Escribió sobre tales experiencias, primero en una autobiografía, llamada Radio Free Albemuth y luego en “VALIS”, “La Divina Invasión” y en el inacabado “The Owl in Daylight”.

PKD se ha casado 5 veces y tuvo 3 hijos. El 17 de febrero de 1982, después de una entrevista, Philip llamó a su terapeuta, quejándose de que no podía ver correctamente. Su terapeuta lo envió a buscar un hospital de inmediato, pero no fue. Al día siguiente, Philip se encontró inconsciente y cayó al suelo de su casa en Santa Ana, California, después de sufrir un derrame cerebral. El 25 de febrero de 1982, ya en el hospital, sufrió otro derrame cerebral que le provocó la muerte cerebral. Cinco días después, los dispositivos que lo mantuvieron con vida fueron apagados y murió. Su padre, Joseph, llevó las cenizas de Philip al cementerio Riverside en Fort Morgan, Colorado, donde lo enterró junto a la tumba de su hermana gemela Jane.

PKD era un genio o un loco, o ambos. Por lo tanto, su trabajo es fascinante. Un buen ejemplo de esto es: si has visto las películas de Blade Runner; Total Recall y Minority Report (por mencionar solo algunos) saben que son adaptaciones de sus obras. Entonces, es difícil hablar más. La serie lo vale y el libro aún más.

Hemos terminado por hoy. Pero para la conclusión efectiva, dejo una oración de nuestro PKD para mucha (pero mucha) reflexión.

“La realidad es aquello que no desaparece cuando dejas de creerlo”.

Y ahora si. Espero que hayas disfrutado la publicación. Hasta la próxima.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

i1.wp.com/www.dailydot.com/wp-content/uploads/f3d/b0/94932df3874fb84041047a83c3fe3600.jpg?resize=720%2C360&ssl=1

ocapacitor.com/resenha-o-homem-do-castelo-alto-philip-k-dick/

ataberna.net/series/a-serie-o-homem-do-castelo-alto-10-pontos-de-divergencia-em-relacao-ao-livro/

mundodoslivros.com/2016/02/resenha-o-homem-do-castelo-alto-por.html

pt.m.wikipedia.org/wiki/O_Homem_do_Castelo_Alto

wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/4e/Man_High_Castle_%28TV_Series%29_map-2.svg/800px-Man_High_Castle_%28TV_Series%29_map-2.svg.png

tbn0.gstatic.com/images?q=tbn%3AANd9GcQVtKgJtv0Kejr9MEneXz0AutaCjTmoQuTL2wHEEhczs0T3JR-B

tbn0.gstatic.com/images?q=tbn%3AANd9GcRwfmf3h0SvvMqdDfmZqm8uzdcpzAfptVt77gOgB46AJLWUr2Fs

tbn0.gstatic.com/images?q=tbn%

tbn0.gstatic.com/images?q=tbn%3AANd9GcThrmd7TOUPdtGP4no3kIiRjmNjvZi7e53bNxpqMhBNRmZylhEj

wallpapersdsc.net/wp-content/uploads/2016/09/The-Man-in-the-High-Castle-HD-Background.png

citacoes.in/autores/philip-k-dick/

lh3.googleusercontent.com/proxy/Vtp1Oko_7bJvY5z05hHZnv0pgLB3egS2DkMGxgFXj4JsgI5Nz9u8-dewMf-kBmFrm_u2nfbcuZEe4xicSrb68EMVmq7h7hZxDphYVR2mn2nE2bmH6m8u9wvaHX2kq37IqhYEhy4w04UuWq_57c4SsPXA15dA_PZqRVA18Ko7cT8XTkM

i.em.com.br/jnn8d2hR8l2ofpLgM4_NiuiJaEk=/820×0/smart/imgsapp.em.com.br/app/noticia_127983242361/2015/11/27/711037/20151124153202312440u.jpg

static1.squarespace.com/static/56be92beab48de01abac4732/575685cfb09f9531fe8effcb/57ddf493cd0f68d62928fdf4/1499939956127/high-castle.jpg?format=1500w

i.imgur.com/p51yHL8.gif?noredirect