Clássicos VI – O sítio de Monteiro

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Clássicos VI – O sítio de Monteiro.

Olá! O PHANTASTICUS deste post é puro tupiniquim.  Dando sequência ao projeto de valorização dos clássicos da literatura de fantasia/aventura, vamos buscar fazer uma singela homenagem a um dos grandes escritores de fantasia do Brasil, que no último 4 de julho completou 70 anos de falecimento.  Praticamente ninguém se lembrou ou comentou.  Assim, hoje, vamos tentar recolocar na pauta das pessoas – pelo menos de uns poucos obstinados que acompanham o PHANTASTICUS – um homem que foi brasileiro em toda sua essência.  Hoje o homenageado do blog é José Bento Renato Monteiro Lobato – o nosso querido Monteiro Lobato, autor da série de fantasia “Sítio do Pica-Pau Amarelo” e de outros tantos livros, contos, traduções e adaptações.

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Monteiro Lobato nasceu em Taubaté em abril de 1882 e nos deixou em julho de 1948.  Muito além das “Reinações de Narizinho” e do “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, Lobato foi um dos primeiros defensores do óleo brasileiro.  Foi intensa a sua militância nacionalista e o petróleo era um dos grandes símbolos da luta.  Teve livros censurados pelo então governo Vargas e chegou a ser preso.  Mas suas ações – mesmo após sua morte – impactaram e muito, e deram origem ao movimento que, depois, foi abraçado pelo governo – sob o slogan de “O petróleo é nosso”.

As Reinações de Narizinho

As Reinações de Narizinho

Sobre o “Sítio” é uma obra composta por uma série de livros (em 23 volumes), escrita entre os anos de 1920 e 1947.  Nela, Lobato aproveita para buscar transmitir às crianças os valores morais, conhecimentos sobre nosso país e nossas tradições – fora proporcionar muita diversão.

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Dentre os personagens mais conhecidos, temos: Narizinho é a menina de nariz arrebitado, cujo nome é Lúcia. Neta de D. Benta, ela tem uma boneca chamada Emília, com quem adora conversar.  A boneca, de pano, tem uma peculiaridade: ela fala. De personalidade muito forte, Emília é a melhor amiga da sua dona Narizinho.  Temos Pedrinho, que é primo de Narizinho e neto de D. Benta. O menino de dez anos vive na cidade e nas férias vai sempre para o sítio.  A avó das duas crianças, nossa querida Dona Benta, é a dona do sítio do Pica-Pau amarelo. Ela adora as crianças e tem prazer em lhes contar histórias.  Temos a Tia Anastácia que é a empregada do sítio e cozinha muito bem. Também gosta de contar histórias e fazer biscoitos de polvilho. Foi ela quem costurou Emília.  Outro grande personagem é o querido Visconde de Sabugosa que é feito de sabugo de milho. Estudioso que sabe muitas coisas, e que é, também, bastante atrapalhado. Está sempre na biblioteca ou no laboratório, que fica no porão da casa do sítio. Foi ele que inventou o pó de pirlimpimpim – que é uma substância em pó mágica usada para se tele transportar para diferentes lugares. A turma do sítio sempre está usando o Pó para se tele transportar para o Reino das Águas Claras.  E claro, que não podemos esquecer da grande vilã do sítio – a Cuca.  Ela é uma bruxa má com aparência de jacaré que vive amedrontando as pessoas. Foi tirada por Lobato do nosso folclore.

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Estão aqui listados os 23 títulos da coleção, na ordem em que se encontram atualmente:

Reinações de Narizinho – 1921; Caçadas de Pedrinho – 1922; O Saci – 1927; Memórias de Emília – 1930; Emília no País da Gramática – 1931; Aritmética da Emília – 1932; Fábulas – 1933; Histórias Diversas – 1933; Histórias de Tia Nastácia – 1934; Peter Pan – 1935; Viagem ao Céu – 1935; O Poço do Visconde – 1935; O Pica-Pau Amarelo – 1936; Aventuras de Hans Staden – 1936; Dom Quixote das Crianças – 1937; Geografia de Dona Benta – 1937; A Chave do Tamanho – 1937; A Reforma da Natureza – 1939; O Minotauro – 1939; Os Doze Trabalhos de Hércules – 1941; Histórias do Mundo Para Crianças – 1942; Serões de Dona Benta – 1944; História das Invenções – 1947

Os personagens criados por Lobato ficaram conhecidos por várias gerações de crianças de diversos países. Chegaram à televisão brasileira na década de 60 com o seriado “O Sítio do Pica-Pau Amarelo”.

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A série foi adaptada pela primeira vez em uma produção live-action em 1951, com um filme teatral. O Saci, baseado no livro de mesmo nome, foi dirigido por Rodolfo Nanni. No ano seguinte, Sítio tornou-se uma série de televisão criada por Júlio Gouveia e Tatiana Belinky, produzida e exibida pela já extinta TV Tupi. Em 1964, a atriz e diretora Lúcia Lambertini (que interpretava a Emília) trouxe a série para a TV Cultura de São Paulo. Ela foi produzida durante seis meses, mas não repetiu o sucesso alcançado na TV Tupi. Em 1967, Júlio Gouveia e Tatiana Belinky criaram uma série do Sítio, agora pela Rede Bandeirantes, que ficou três anos no ar. Um segundo filme, O Pica-Pau Amarelo, foi lançado em 1973, dirigido por Geraldo Sarno e baseado no livro de mesmo nome.

A Rede Globo comprou os direitos e começou a produzir, em conjunto com a TV Educativa, Sítio do Pica-Pau Amarelo, em 1977. Essa versão foi um imenso sucesso e teve duração de dez anos, até que foi cancelada em 1986.  Globo viria a produzir uma nova versão do Sítio em 2001. Depois de sete anos de exibição, em 2007, a série foi cancelada devido à baixa audiência. Uma série de animação foi lançado em 2012, produzida pela Globo e Mixer, baseada no livro Reinações de Narizinho e visualmente baseada na série de 2001.

Curiosidade e uma grande homenagem: O Dia Nacional do Livro Infantil é comemorado anualmente em 18 de abril.  A data foi escolhida por ser a data do nascimento de Monteiro Lobato. Esta data foi oficializada a partir Lei nº 10.402, de 8 de janeiro 2002.

Capa

Uma outra coisa – muito importante.  Gostaria de deixar claro, que há muitos questionamentos sobre a linha de raciocínio de Monteiro Lobato, e sobre sua escrita ser racista.  Questiono a escrita e conteúdo de obras, como o discutível “Negrinha”, o contestável “Jeca Tatu”, além do controverso “O Presidente Negro”.  Mas hoje, em específico neste post, não posso conter minha admiração pela obra de fantasia infantil “Sítio do Pica-Pau Amarelo”.  Assim, devemos separar as obras.  Se em algumas Lobato é merecedor de críticas severas, em outras deve ser alçado ao posto de grande escritor de fantasia infantil que é.

Ele tentou melhorar, modernizar e reunir, sem muito sucesso, a tríade de sua vida: Brasil, homens e livros, e por causa dessa mesma trinca amargou críticas ferozes, incompreensão e desilusão. Ele meteu o “narizinho” em todos os aspectos da sociedade brasileira com uma sabedoria digna de “Dona Benta”, atacando o conhecimento antiquado dos “sabugosas” e acertando o atraso nacional com um bodoque certeiro. Parecia ter tomado uma “pílula falante” e sua “torneirinha” e jorrava vitupérios contra os males nacionais. Foi, acima de tudo, um poço de contradições.  “Lobato é um pouco como todos nós, brasileiros. Ora assumindo posições polêmicas, ora se antecipando a seu tempo. Cresci lendo seus livros e muito de minha criatividade e liberdade de pensamentos devo a seus textos que levam à reflexão, ultrapassam o limite temporal. Ele era um brasileiro sob medida” – Marisa Lajolo, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).  Faço as palavras de Marisa as minhas.

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E para fechar o post, uma das frases mais conhecidas de nosso escritor e seu lema de vida: “Um país se faz com homens e livros”

Bem, terminamos! Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Clásicos VI – El sitio de Monteiro.

¡Hola! El PHANTASTICUS de este post es puro tupiniquim. En el pasado 4 de julio cumplió 70 años de fallecimiento, siguiendo el proyecto de valorización de los clásicos de la literatura de fantasía / aventura, vamos a buscar hacer un sencillo homenaje a uno de los grandes escritores de fantasía de Brasil. Prácticamente nadie se acordó o comentó. Así, hoy, vamos a intentar recolocar en la pauta de las personas – al menos de unos pocos obstinados que acompañan al PHANTASTICUS – un hombre que fue brasileño en toda su esencia. Y en el caso de que se trate de una película de ficción o de una película de ficción.

Monteiro Lobato nació en Taubaté en abril de 1882 y nos dejó en julio de 1948. Mucho más allá de las “Reinas de Narizinho” y del “Sitio del Pica-Pau Amarillo”, Lobato fue uno de los primeros defensores del aceite brasileño. Fue intensa su militancia nacionalista y el petróleo era uno de los grandes símbolos de la lucha. Y en el caso de las mujeres. Pero sus acciones-incluso después de su muerte- impactaron y mucho, y dieron origen al movimiento que luego fue abrazado por el gobierno – bajo el lema de “El petróleo es nuestro”.

Sobre el “Sitio” es una obra compuesta por una serie de libros (en 23 volúmenes), escrita entre los años 1920 y 1947. En ella, Lobato aprovecha para buscar transmitir a los niños los valores morales, conocimientos sobre nuestro país y nuestras tradiciones – fuera de proporcionar mucha diversión.

Entre los personajes más conocidos, tenemos: Narizinho es la niña de nariz arrebatada, cuyo nombre es Lucía. Neta de D. Benta, ella tiene una muñeca llamada Emilia, con quien le encanta conversar. La muñeca, de tela, tiene una peculiaridad: ella habla. De personalidad muy fuerte, Emilia es la mejor amiga de su dueña Narizinho. Tenemos Pedrito, que es primo de Narizinho y nieto de don Benta. El niño de diez años vive en la ciudad y en las vacaciones va siempre al sitio. La abuela de los dos niños, nuestra querida Doña Benta, es la dueña del sitio del Pica-Pau amarillo. Ella adora a los niños y se complace en contarles historias. Tenemos la Tía Anastácia que es la empleada del sitio y la cocina muy bien. También le gusta contar historias y hacer galletas de polvillo. Fue ella quien solía Emilia. Otro gran personaje es el querido Visconde de Sabugosa que está hecho de sabugo de maíz. Estudiante que sabe muchas cosas, y que es, también, bastante confundido. Está siempre en la biblioteca o en el laboratorio, que queda en el sótano de la casa del sitio. Fue él quien inventó el polvo de pirlimpimpim – que es una sustancia en polvo mágica usada para teletransportar a diferentes lugares. La clase del sitio siempre está usando el polvo para teletransportarse al Reino de las Aguas Claras. Y claro, que no podemos olvidar a la gran villana del sitio -la Cuca. Ella es una bruja mala con apariencia de jacaré que vive amedrentando a la gente. Fue sacada por Lobato de nuestro folclore.

Se enumeran aquí los 23 títulos de la colección, en el orden en que se encuentran actualmente:

Reinas de Narizinho – 1921; Caceres de Pedrito – 1922; El Saci – 1927; Memorias de Emilia – 1930; Emilia en el País de la Gramática – 1931; Aritmética de Emilia – 1932; Fábulas – 1933; Historias Diversas – 1933; Historias de Tia Nastácia – 1934; Peter Pan – 1935; Viaje al Cielo – 1935; El Pozo del Visconde – 1935; El Pica-Pau Amarillo – 1936; Aventuras de Hans Staden – 1936; Don Quijote de los Niños – 1937; Geografía de Doña Benta – 1937; La clave del tamaño – 1937; La Reforma de la Naturaleza – 1939; El Minotauro – 1939; Los Doce Trabajos de Hércules – 1941; Historias del Mundo para los niños – 1942; Serones de Doña Benta – 1944; Historia de las Invenciones – 1947.

Los personajes creados por Lobato quedaron conocidos por varias generaciones de niños de diversos países. Llegaron a la televisión brasileña en la década de los 60 con la serie “El sitio del Pica-Pau Amarillo”.

La serie fue adaptada por primera vez en una producción live-action en 1951, con una película teatral. El Saci, basado en el libro del mismo nombre, fue dirigido por Rodolfo Nanni. Al año siguiente, Sitio se convirtió en una serie de televisión creada por Júlio Gouveia y Tatiana Belinky, producida y exhibida por la ya extinta TV Tupi. En 1964, la actriz y directora Lúcia Lambertini (que interpretaba a Emilia) trajo la serie para la TV Cultura de São Paulo. Ella fue producida durante seis meses, pero no repitió el éxito alcanzado en la TV Tupi. En 1967, Julio Gouveia y Tatiana Belinky crearon una serie del Sitio, ahora por la Red Bandeirantes, que se quedó tres años en el aire. Una segunda película, El Pica-Pau Amarillo, fue lanzado en 1973, dirigido por Geraldo Sarno y basado en el libro del mismo nombre. La red Globo compró los derechos y comenzó a producir, en conjunto con la TV Educativa, Sitio del Pica-Pau Amarillo, en 1977. Esa versión fue un inmenso éxito y tuvo una duración de diez años, hasta que fue cancelada en 1986. Globo vendría a producir una nueva versión del sitio en 2001. Después de siete años de exhibición, en 2007, la serie fue cancelada debido a la baja audiencia. Una serie de animación fue lanzada en 2012, producida por Globo y Mixer, basada en el libro Reinas de Narizinho y visualmente basada en la serie de 2001.

Curiosidad y un gran homenaje: El Día Nacional del Libro Infantil se conmemora anualmente el 18 de abril. La fecha fue elegida por ser la fecha del nacimiento de Monteiro Lobato. Esta fecha fue oficializada a partir de la Ley nº 10.402, de 8 de enero de 2002.

Otra cosa – muy importante. Quisiera dejar claro, que hay muchos cuestionamientos sobre la línea de razonamiento de Monteiro Lobato, y sobre su escritura ser racista. Cuestiono la escritura y el contenido de obras, como el discutible “Negrinha”, el controvertido “Jeca Tatu”, además del controvertido “El Presidente Negro”. Pero hoy, en específico en este post, no puedo contener mi admiración por la obra de fantasía infantil “Sitio del Pica-Pau Amarillo”. Así, debemos separar las obras. Si en algunas Lobato es merecedor de críticas severas, en otras debe ser alzado al puesto de gran escritor de fantasía infantil que es.

Él intentó mejorar, modernizar y reunir, sin mucho éxito, la tríada de su vida: Brasil, hombres y libros, y debido a ese mismo trinque amargó críticas feroces, incomprensión y desilusión. “Él metió la” nariz “en todos los aspectos de la sociedad brasileña con una sabiduría digna de” Doña Benta “, atacando el conocimiento anticuado de los” sabugosas “y acertando el retraso nacional con un bodoque certero. Parecía haber tomado una “píldora hablante” y su “torrente” y brotaba victorias contra los males nacionales. Fue, por encima de todo, un pozo de contradicciones. “Lobato es un poco como todos nosotros, los brasileños. Pero asumiendo posiciones polémicas, ora anticipándose a su tiempo. Crecí leyendo sus libros y mucho de mi creatividad y libertad de pensamientos debo a sus textos que conducen a la reflexión, sobrepasan el límite temporal. “Él era un brasileño a la medida” – Marisa Lajolo, profesora de la Universidad Estadual de Campinas (Unicamp). Hago las palabras de Marisa las mías.

Y para cerrar el post, una de las frases más conocidas de nuestro escritor y su lema de vida: “Un país se hace con hombres y libros”.

¡Bien, terminamos! ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

todamateria.com.br/monteiro-lobato/

pt-br.stiodopicapalamarelo.wikia.com/wiki/Pó_de_Pirlimpimpim

calendarr.com/brasil/dia-nacional-do-livro-infantil/

revistaforum.com.br/ha-70-anos-morria-monteiro-lobato-um-dos-grandes-defensores-do-petroleo-brasileiro/

revistapesquisa.fapesp.br/2012/08/22/o-brasil-visto-do-s%C3%ADtio/

pt.wikipedia.org/wiki/Sítio_do_Picapau_Amarelo

gurudacidade.com.br/wp-content/uploads/2018/04/monteiro-lobato.jpg

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Os Fantasmas de Hogwarts

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Os Fantasmas de Hogwarts.

Hoje o PHANTASTICUS vai falar de um tema especial e pouco (ou nada) explorado pelo cinema na saga Harry Potter. Com vocês ….. A trupe de fantasmas da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

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Consideração: Hogwarts é o lugar habitado mais assombrado da Grã-Bretanha. O castelo é um lugar simpático aos fantasmas, já que os habitantes vivos tratam seus amigos mortos com tolerância e até afeição, mesmo que já tenham ouvido as mesmas recordações inúmeras vezes.

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Bem, vamos começar.  Cada uma das quatro casas de Hogwarts tem seu próprio fantasma. A Slytherin (Sonserina) dispõe do The Bloody Baron (Barão Sangrento), coberto de manchas prateadas de sangue. Ele é o único na escola que consegue realmente controlar Pirraça.

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A menos falante dos fantasmas é a The Grey Lady (Dama Cinzenta), bela e de cabelos longos.  Ela é o fantasma da casa da Ravenclaw (Corvinal). Ela é filha da fundadora de Hogwarts, Rowena Ravenclaw. Voldemort encontrou o diadema e o transformou em uma Horcrux. Helena Ravenclaw deu a Harry informações que o ajudaram a encontrar o diadema durante a Batalha de Hogwarts.

Curiosidade: No último livro da série se descobre que as manchas de sangue do Barão surgiram de um conflito que tivera com Helen Ravenclaw, Querendo ser mais inteligente e importante que a mãe, Helena havia roubado o diadema mágico de Rowena e fugido, e se escondeu em uma floresta na Albânia. À beira da morte, Rowena pediu ao Barão que trouxesse Helena de volta para que visse a filha pela última vez, confiando que ele não descansaria até fazer o que ela pedira. O Barão sempre amara Helena, mas sempre teve suas propostas amorosas recusadas. O Barão encontrou-a em uma floresta, mas ela não quis voltar. Conhecido por seu temperamento colérico, e com inveja da liberdade de Helena. Ele acabou à matando. Ao ver o que fez e cheio de culpa, apanhou a arma que usara para matar Helena e se suicidou. Até hoje anda pelo castelo arrastando correntes como um ato de penitência.

Helena e o Barão mais tarde voltaram para Hogwarts como fantasmas. Por séculos a Dama recusou-se a responder sobre a localização do diadema, somente contando a um aluno – Tom Riddle, que após achar o diadema tornou-o uma Horcrux, e escondeu-o na Sala Precisa de Hogwarts.

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A casa da Hufflepuff (Lufa-Lufa) é assombrada pelo The Fat Friar (Frei Gorducho), executado porque os clérigos anciões suspeitaram de sua habilidade de curar a varíola apenas tocando nos camponeses com uma vareta e por causa de seu pouco aconselhável hábito de tirar coelhos do cálice de comunhão. Embora seja, em geral, bastante afável, o Frei Gorducho ainda lamenta o fato de nunca ter sido promovido a cardeal.  É alegre e bastante indulgente. Em Harry Potter e a Pedra Filosofal quando os primeiranistas estão esperando pela professora McGonagall voltar e os fantasmas passam por eles, Frei Gorducho está pedindo para que dessem uma segunda chance a Pirraça, o poltergeist, apesar dos problemas causados por ele.

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A casa Gryffindor (Grifinória) é o lar de Nearly Headless Nick (Nick-Quase-sem-Cabeça), que, em vida, fora o Sir Nicholas de Mimsy-Porpington. Um bocadinho esnobe e um bruxo menos habilidoso do que se imaginava, Sir Nicholas, em vida, orbitava a corte de Henrique VII até que sua tentativa tola de embelezar magicamente uma dama-de-honra fez com que brotassem presas na pobre moça. Sir Nicholas teve sua varinha confiscada e foi executado incompetentemente (foram 45 golpes com um machado cego) em 31 de outubro de 1492. Por isso, sua cabeça está presa por um, e apenas um, nervo ao resto do corpo, retendo sua cabeça dependurada por um pedacinho ínfimo de pele e tendão. Ele sofre dum senso de inadequação em relação aos fantasmas verdadeiramente sem cabeça.

Em “Harry Potter e a Câmara Secreta”, Nick foi petrificado por olhar diretamente nos olhos do basilisco que guardava a câmara secreta do castelo, em 18 de dezembro de 1992. Só voltou ao normal em 30 de Maio de 1993.

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Outro fantasma notável de Hogwarts é a Moaning Myrtle (Murta-Que-Geme), que assombra um banheiro feminino pouco frequentado. Murta ainda era uma aluna de Hogwarts quando morreu, 50 anos antes dos eventos do segundo livro. Na ocasião, ela estava se escondendo no banheiro feminino porque Olívia Hornby estava caçoando dos seus óculos. Ela estava chorando, mas, de repente, ouviu um barulho e foi averiguar quem era. Quando abriu a porta do seu cubículo ela morreu. Isso aconteceu porque Murta olhou nos olhos do basilisco.

Ela escolheu voltar à escola perpetuamente, com o objetivo de curto-prazo de assombrar sua intimidadora arquirrival Olívia Hornby. Com o passar das décadas, Murta ganhou a reputação de fantasma mais infeliz da escola, podendo geralmente ser encontrada dentro dum dos boxes do banheiro, enchendo o local com seus gemidos e lamentos.

Murta é muito importante em “Harry Potter e a Câmara Secreta”, pois ela ajuda Harry Potter, Ron Weasley. a descobrir sobre o monstro dentro da Câmara Secreta. Coincidentemente, a entrada para a Câmara Secreta é também nesse banheiro.  Murta também ajuda Harry na segunda tarefa do Torneio Tribruxo – apesar de Cedrico Diggory ter indicado a Harry que ele tomasse banho com o ovo e fornecer a senha do banheiro dos monitores, foi a Murta quem ajudou Harry a resolver o mistério sugerindo que ele abrisse o ovo debaixo da água, pois assim ouviria a voz das Sereias.

Murta aparentemente tem uma atração por Harry (ela já até o convidou para dividir o banheiro com ela se ele eventualmente morrer numa missão).

Em “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” ela aparece para consolar Draco Malfoy, o qual estava preocupado com a tarefa que Lord Voldemort ordenou que ele cumprisse.

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Ainda temos o Professor Binns, que é professor da História da Magia em Hogwarts. Ele morreu em seu sono um dia e seu fantasma simplesmente se levantou para ensinar no dia seguinte como se nada tivesse acontecido. Sua rotina não variou o menor desde então.  Não se sabe a idade do professor Cuthbert Binns dele, mas sabemos que quando morreu já era muito velho. Também não é mencionada a casa a que pertence (ou pertenceu).

Na obra de J. K. Rowling, ele é o único professor fantasma a dar aulas em Hogwarts. Dizem que certa vez adormeceu em frente à lareira e quando acordou deixou seu corpo para trás, indo dar aulas normalmente, sem perceber que morrera. Muitos se perguntam qual é a diferença entre o professor Binns vivo e ele morto, parece que não há nenhuma. Foi mencionado pela primeira vez no livro Harry Potter e a Pedra Filosofal.  Segundo o livro, ele tem uma voz de aspirador de pó velho que dá um tom mais maçante às suas aulas de História da Magia.  Sua aparência é de uma tartaruga velha e enrugada.

A grande maioria dos estudantes acha que a matéria do professor fantasma, (História da Magia) é, sem a menor dúvida, a mais chata de toda a grade escolar. Enquanto Binns mergulha nas convenções de bruxos, nas revoltas dos goblins e em outros fatos que ocorreram há séculos atrás, os alunos se entregam a um estado de semiconsciência.  O problema é que o professor apenas lê suas anotações de uma maneira totalmente aborrecida, sem a menor ênfase ou emoção.

A única coisa interessante é quando Binns entra na sala através do quadro-negro, uma vez que sendo fantasma passa por qualquer lugar, mas, depois que os alunos já viram isso umas cem vezes, deixa de ser curioso.

A coisa mais emocionante que aconteceu nas aulas de História da Magia, foi em 1992, quando Hermione perguntou ao professor Binns sobre a lenda da câmara secreta. O professor, que não é chegado a lendas e mitos e trabalha apenas com fatos reais ficou surpreso, até porque nunca antes um aluno vivo ou morto o interrompera. Mas, foi convencido a contar um pouco da história da câmara.  Essa foi a primeira vez na sua vida (ou na sua morte) que os estudantes ficaram vidrados na sua aula. Enquanto ele descrevia a história dos fundadores e um pouco da personalidade de Salazar Slytherin, entrou na lenda da criação da câmara secreta. O problema é que ele se irritou com o fato de os alunos darem tanta importância a um mito, que voltou à sua maneira chata de ensinar monologando sobre a Convenção Internacional de Bruxos de 1289, enquanto os alunos voltavam a mergulhar no torpor habitual.

Curiosidade: Toda essa história passada na aula foi inteiramente cortada da versão cinematográfica. No cinema, quem explica tudo é a professora Minerva McGonagall, interpretada pela dama do teatro inglês, Maggie Smith.

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Bem, e por último, mas não menos importante, temos Peeves (Pirraça). Ele é o poltergeist – o termo Poltergeist, do idioma alemão, é traduzido como fantasma barulhento (poltern = barulhento; geist = fantasma ou espírito) – que vive na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts desde sua fundação. Sempre causando o caos e a discórdia, ele é detestado pelos alunos e funcionários da escola, principalmente por Argo Filch, o zelador. Os únicos indivíduos que Pirraça respeita são Alvo Dumbledore e o Barão Sangrento.

“Pirraça é o poltergeist mais notório e problemático da história britânica. Ao contrário da grande maioria de seus colegas, Pirraça apresenta uma forma física, embora seja capaz de ficar invisível conforme lhe seja conveniente. Sua aparência reflete sua natureza, que, como concordam todos os que o conhecem, é uma mistura bem-lograda de humor e malícia.” — Pottermore

No ano de 1995, Pirraça se juntou a alguns estudantes para pregar peças em Dolores Umbridge até ela ser expulsa, um fato inédito. Após o final da Segunda Guerra Bruxa, ele continuou a assombrar Hogwarts.

Pirraça habita a escola desde seu surgimento por torno do ano de 993, tendo “aparecido junto com o castelo”. É possível que ele tenha surgido como uma manifestação do mal comportamento dos alunos da época. Tendo assombrado Hogwarts por séculos, ele foi sinônimo de incômodo para todos os zeladores que já trabalharam lá.  No ano de 1876, o zelador Rancorous Carpe tentou capturar Pirraça com uma armadilha e expulsá-lo de uma vez por todas de Hogwarts. O plano, no entanto, deu errado, e Pirraça acabou se apossando das armas que a armadilha continha, virando o jogo a seu favor. Pirraça utilizou as armas para causar o caos e ameaçar alunos de morte, o que obrigou os funcionários a evacuarem o castelo por três dias. A situação só voltou ao normal quando Pirraça chegou a um acordo com a então diretora, Eupraxia Mole, que lhe concedia alguns benefícios em troca dele parar com os ataques.

Demais!! Eles são absolutamente demais!! Hogwarts não seria a mesma sem eles.

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Para encerrar o post de hoje, uma frase para lá de inspiradora daquela que construiu tudo que escrevemos hoje no post.

“Nós não precisamos de mágica para transformar nosso mundo. Já temos o poder que precisamos dentro de nós mesmos. Nós temos o poder de imaginar o melhor.”

JK Rowling em discurso na Universidade de Harvard, em 2008.

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“The Nighttime Lights at Hogwarts Castle” at “The Wizarding World of Harry Potter” at Universal Studios Hollywood.

E que tal? Gostou do post? Visite o blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Los Fantasmas de Hogwarts.

Hoy el PHANTASTICUS va a hablar de un tema especial y poco (o nada) explorado por el cine en la saga Harry Potter. Con ustedes ….. La trupe de fantasmas de la Escuela de Magia y Hechicería de Hogwarts.

Consideración: Hogwarts es el lugar habitado más asombrado de Gran Bretaña. El castillo es un lugar simpático a los fantasmas, ya que los habitantes vivos tratan a sus amigos muertos con tolerancia y hasta afecto, aunque ya hayan escuchado los mismos recuerdos innumerables veces.

Bueno, vamos a empezar. Cada una de las cuatro casas de Hogwarts tiene su propio fantasma. La Slytherin (Sonserina) dispone de The Bloody Baron (Barón Sangriento), cubierto de manchas plateadas de sangre. Él es el único en la escuela que realmente logra controlar la Pirra.

La menos habladora de los fantasmas es la Grey Lady (Dama Gris), bella y de cabellos largos. Ella es el fantasma de la casa de Ravenclaw (Corvinal). Ella es hija de la fundadora de Hogwarts, Rowena Ravenclaw. Voldemort encontró la diadema y lo transformó en un Horcrux. Helena Ravenclaw le dio a Harry información que le ayudó a encontrar la diadema durante la Batalla de Hogwarts.

Curiosidad: En el último libro de la serie se descubre que las manchas de sangre del Barón surgieron de un conflicto que había tenido con Helen Ravenclaw, Queriendo ser más inteligente e importante que la madre, Helena había robado la diadema mágica de Rowena y huido, y se escondió en un bosque en Albania. A la orilla de la muerte, Rowena le pidió al Barón que traía a Helena de vuelta para que viera a su hija por última vez, confiando en que él no descansaría hasta hacer lo que ella había pedido. El Barón siempre amó a Helena, pero siempre tuvo sus propuestas amorosas rechazadas. El Barón la encontró en un bosque, pero ella no quiso volver. Conocido por su temperamento colérico, y con envidia de la libertad de Helena. Él acabó matándolo. Al ver lo que hizo y lleno de culpa, cogió el arma que usaba para matar a Helena y se suicidó. Hasta hoy camina por el castillo arrastrando corrientes como un acto de penitencia.

Helena y el Barón más tarde regresaron a Hogwarts como fantasmas. Por siglos la Dama se rehusó a responder sobre la ubicación de la diadema, sólo contando a un alumno – Tom Riddle, que después de encontrar la diadema lo convirtió en un Horrocrux, y lo escondió en la Sala de Hogwarts.

La casa de la Hufflepuff (Lufa-Lufa) es asombrada por el Fat Friar (Frei Gorducho), ejecutado porque los clérigos ancianos sospecharon de su habilidad de curar la viruela apenas tocando a los campesinos con una varilla y debido a su poco aconsejable hábito de sacar los conejos del cáliz de comunión. Aunque es, en general, bastante afable, el Frei Gorducho todavía lamenta el hecho de que nunca fue promovido al cardenal. Es alegre y bastante indulgente. En Harry Potter y la Piedra Filosofal cuando los primeiranistas están esperando a la profesora McGonagall volver y los fantasmas pasan por ellos, Frei Gorducho está pidiendo que dieran una segunda oportunidad a la Pirra, el poltergeist, a pesar de los problemas causados ​​por él.

La casa Gryffindor (Gryffindor) es el hogar de Nearly Headless Nick (Nick-Casi-sin-Cabeza), que, en vida, fuera el Sir Nicholas de Mimsy-Porpington. Un bocadito esnob y un brujo menos habilidoso de lo que se imaginaba, Sir Nicholas, en vida, orbitaba la corte de Enrique VII hasta que su intento tonta de embellecer mágicamente una dama de honor hizo que brotar presas en la pobre muchacha. Sir Nicholas tuvo su varita confiscada y fue ejecutada incompetentemente (fueron 45 golpes con un hacha ciego) el 31 de octubre de 1492. Por eso, su cabeza está presa por uno, y sólo uno, nervio al resto del cuerpo, reteniendo su cabeza colgada por un pedacito ínfimo de piel y tendón. Él sufre de un sentido de inadecuación en relación a los fantasmas verdaderamente sin cabeza.

En “Harry Potter y la Cámara Secreta”, Nick fue petrificado por mirar directamente a los ojos del basilisco que guardaba la cámara secreta del castillo, el 18 de diciembre de 1992. Sólo regresó a la normalidad el 30 de mayo de 1993.

Otro fantasma notable de Hogwarts es la Moaning Myrtle (Murta-Que-Geme), que asombra un baño femenino poco frecuentado. Murta todavía era una alumna de Hogwarts cuando murió, 50 años antes de los eventos del segundo libro. En la ocasión, ella se escondía en el baño femenino porque Olivia Hornby se burlaba de sus gafas. Ella estaba llorando, pero, de repente, oyó un ruido y fue a averiguar quién era. Cuando abrió la puerta de su cubículo, ella murió. Esto sucedió porque Murta miró a los ojos del basilisco.

Ella eligió volver a la escuela perpetuamente, con el objetivo de corto plazo de asombrar su intimidadora archirrival Olivia Hornby. Con el paso de las décadas, Murta ganó la reputación de fantasma más infeliz de la escuela, pudiendo generalmente ser encontrada dentro de uno de los boxes del baño, llenando el local con sus gemidos y lamentos.

Murta es muy importante en “Harry Potter y la Cámara Secreta”, ya que ayuda a Harry Potter, Ron Weasley. a descubrir sobre el monstruo dentro de la Cámara Secreta. Coincidentemente, la entrada a la Cámara Secreta es también en ese cuarto de baño. Murta también ayuda a Harry en la segunda tarea del Torneo Tribruxo – a pesar de que Cedrico Diggory le había indicado a Harry que él se bañaba con el huevo y le proporcionó la contraseña del baño de los monitores, fue a Murta quien ayudó a Harry a resolver el misterio sugiriendo que él abría el misterio ovo debajo del agua, pues así oir la voz de las sirenas.

Murta aparentemente tiene una atracción por Harry (ella ya lo invitó a dividir el baño con ella si eventualmente morir en una misión).

En “Harry Potter y el Enigma del Príncipe” aparece para consolar a Draco Malfoy, que estaba preocupado por la tarea que Lord Voldemort ordenó que cumpliera.

Todavía tenemos al Profesor Binns, que es profesor de la Historia de la Magia en Hogwarts. Él murió en su sueño un día y su fantasma simplemente se levantó para enseñar al día siguiente como si nada hubiera pasado. Su rutina no varió al menor desde entonces. No se sabe la edad del profesor Cuthbert Binns de él, pero sabemos que cuando murió ya era muy viejo. También no se menciona la casa a la que pertenece (o perteneció).

En la obra de J. K. Rowling, él es el único maestro fantasma que da clases en Hogwarts. Dicen que una vez se durmió frente a la chimenea y cuando despertó dejó su cuerpo hacia atrás, yendo a las clases normalmente, sin darse cuenta de que había muerto. Muchos se preguntan cuál es la diferencia entre el profesor Binns vivo y él muerto, parece que no hay ninguna. Fue mencionado por primera vez en el libro Harry Potter y la Piedra Filosofal. Según el libro, él tiene una voz de aspirador de polvo viejo que da un tono más embotado a sus clases de Historia de la Magia. Su apariencia es de una vieja tortuga y arrugada.

La gran mayoría de los estudiantes cree que la materia del profesor fantasma, (Historia de la Magia) es, sin la menor duda, la más aburrida de toda la rejilla escolar. Mientras Binns se sumerge en las convenciones de brujos, en las revueltas de los goblins y en otros hechos que ocurrieron hace siglos atrás, los alumnos se entregan a un estado de semiconsciencia. El problema es que el profesor sólo lee sus notas de una manera totalmente aburrida, sin el menor énfasis o emoción.

La única cosa interesante es cuando Binns entra en la habitación a través de la pizarra, ya que siendo fantasma pasa por cualquier lugar, pero después de que los alumnos ya lo ve unas cien veces, deja de ser curioso.

La cosa más emocionante que sucedió en las clases de Historia de la Magia, fue en 1992, cuando Hermione preguntó al profesor Binns sobre la leyenda de la cámara secreta. El profesor, que no es llegado a leyendas y mitos y trabaja sólo con hechos reales se sorprendió, porque nunca antes un alumno vivo o muerto lo interrumpió. Pero fue convencido de contar un poco de la historia de la cámara. Esta fue la primera vez en su vida (o en su muerte) que los estudiantes quedaron vidriados en su clase. Mientras él describía la historia de los fundadores y un poco de la personalidad de Salazar Slytherin, entró en la leyenda de la creación de la cámara secreta. El problema es que se enfadó con el hecho de que los alumnos dar tanta importancia a un mito, que volvió a su manera aburrida de enseñar monologando sobre la Convención Internacional de Brujos de 1289, mientras los alumnos volvían a sumergirse en el torpor habitual.

Curiosidad: Toda esta historia pasada en la clase fue completamente cortada de la versión cinematográfica. En el cine, quien explica todo es la profesora Minerva McGonagall, interpretada por la dama del teatro inglés, Maggie Smith.

Bueno, y, por último, pero no menos importante, tenemos Peeves (Pirraça). Es el poltergeist – el término Poltergeist, del idioma alemán, es traducido como fantasma ruidoso (polvorín = ruidoso, geist = fantasma o espíritu) – que vive en la Escuela de Magia y Hechicería de Hogwarts desde su fundación. Siempre causando el caos y la discordia, es detestado por los alumnos y funcionarios de la escuela, principalmente por Argo Filch, el conserje. Los únicos individuos que Pirraça respeta son el blanco Dumbledore y el Barón Sangriento.

“Pirraça es el poltergeist más notorio y problemático de la historia británica, a diferencia de la gran mayoría de sus colegas, Pirraça presenta una forma física, aunque es capaz de quedarse invisible según le sea conveniente. Su apariencia refleja su naturaleza, que, como concuerdan todos los que lo conocen, es una mezcla bien lograda de humor y malicia. – Pottermore

En el año 1995, Pirraça se unió a algunos estudiantes para clavar piezas en Dolores Umbridge hasta que fue expulsada, un hecho inédito. Después del final de la Segunda Guerra de Brujas, continuó asomando a Hogwarts.

Pirraça habita la escuela desde su aparición alrededor del año 993, habiendo “aparecido junto al castillo”. Es posible que haya surgido como una manifestación del mal comportamiento de los alumnos de la época. Habiendo asombrado Hogwarts por siglos, él se fue sinónimo de incomodidad para todos los cuidadores que ya trabajaron allí. En el año 1876, el guardián Rancorous Carpe intentó capturar a la Pirra con una trampa y expulsarlo de una vez por todas de Hogwarts. El plan, sin embargo, salió mal, y Pirraca acabó apoderándose de las armas que la trampa contenía, volviendo el juego a su favor. La pirámide utilizó las armas para causar el caos y amenazar a alumnos de muerte, lo que obligó a los funcionarios a evacuar el castillo durante tres días. La situación sólo volvió a la normalidad cuando Pirraça llegó a un acuerdo con la entonces directora, Eupraxia Mole, que le concedía algunos beneficios a cambio de él parar con los ataques.

¡Super!! ¡Ellos son absolutamente demasiado! Hogwarts no sería la misma sin ellos.

Para terminar el post de hoy, una frase más allá de inspiradora de aquella que construyó todo lo que escribimos hoy en el post. “No necesitamos magia para transformar nuestro mundo, ya tenemos el poder que necesitamos dentro de nosotros mismos, tenemos el poder de imaginar lo mejor.

JK Rowling en un discurso en la Universidad de Harvard en 2008.

¿Y qué tal? ¿Te gustó el post? Visita el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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aminoapps.com/c/potter-amino-em-portugues/page/blog/os-fantasmas-de-hogwarts/d76j_3etbuEP8EpY3WW7jveYmBlaKmeYd7

pt-br.harrypotter.wikia.com/wiki/Pirra%C3%A7a

pottermore.potterish.com/harry-potter-e-a-camara-secreta/capitulo-09/momento-1/fantasmas-de-hogwarts

en.wikipedia.org/wiki/Magical_creatures_in_Harry_Potter

vignette.wikia.nocookie.net/harrypotter/images/1/19/Deathday_Party_Pottermore.png/revision/latest/scale-to-width-down/246?cb=20170924161237

bruxinhoharrypotter-hermione.blogspot.com/2011/10/os-fantasmas-de-hogwarts.html

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Clássicos V – O inominável Rumple

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Clássicos V – O inominável Rumple.

Olá a todos! O PHANTASTICUS dá sequência ao projeto de valorização dos clássicos da literatura de fantasia/aventura.  Hoje vamos falar de um conto que foi publicado em 1812, mas já corria de “boca em boca” fazia muito tempo.  O conto foi coletado pelos Irmãos Grimm – famosos pela compilação de vários contos do folclore europeu e unir todos esses em um livro perpetuando-os até hoje.

O livro “Kinder- und Hausmärchen” (no Brasil “Contos de Grimm”) com seus contos são recheados de lições de morais e saberes atemporais que os tornam pertinentes serem contados atualmente.  E falaremos do famoso….”Rumpelstiltskin”

rumpelstiltskin-banner

Se você quiser relembrar um pouco sobre a história e a obra destes dois irmãos nascidos em Hanau (uma cidade em Main-Kinzig, em Hesse, Alemanha, que fica a 25 km a leste de Frankfurt) ou um pouco mais de detalhes, segue o link do post de 07 de janeiro deste ano intitulado “A Saga e a Fama dos Irmãos Grimm”.

jotacortizo.wordpress.com/2018/01/07/a-saga-e-a-fama-dos-irmaos-grimm/

Rei e garota

Bem, voltando ao nosso conto escolhido, a história começa com um moleiro muito pobre que inventa que a filha é capaz de fiar palha e transformá-la em ouro – tudo para impressionar o rei. O monarca chama a moça, fecha-a numa torre com palha e uma roda de fiar, e exige-lhe que transforme a palha em ouro até de manhã ou terá sua garganta cortada (em outra versão, o rei ameaça trancar a jovem para sempre em uma torre). Ela já tinha perdido toda a esperança, quando aparece um duende no quarto e transforma toda a palha em ouro em troca do seu colar; na noite seguinte, pede-lhe o seu anel. Na terceira noite, quando ela não tinha nada para lhe dar, o duende faz a transformação em troca do primeiro filho que a moça desse à luz.

O rei fica tão impressionado que decide se casar com ela, mas quando nasce o primeiro filho do casal, o duende regressa para reclamar o seu pagamento: “Agora dá-me o que me prometeste”. A rainha ficou assustada e ofereceu-lhe toda a sua riqueza, se este a deixasse ficar com a criança. O duende inicialmente recusa, mas por fim aceita fazer uma troca: a rainha poderia ficar com a criança se ela conseguisse adivinhar o nome dele no prazo de três dias. No primeiro dia, ela falhou, mas antes da segunda noite, o seu mensageiro ouve o duende a saltar à volta de uma fogueira, cantando. Existem muitas variações da canção, mas a mais conhecida é: “Hoje eu frito, amanhã eu cozinho! Depois de amanhã será o filho da rainha! Coisa boa é ninguém saber. Que o meu nome é Rumpelstilskin!”

A versão em alemão: Heute back ich, morgen brau ich, übermorgen hol ich der Königin ihr Kind; ach, wie gut, dass niemand weiß, dass ich Rumpelstilzchen heiß!

Rumpel-baby

Quando o duende foi entrar-se com a rainha no terceiro dia, ela revela o nome dele e o duende perde sua aposta. Na edição de 1812 dos Contos dos Irmãos Grimm, depois disto, Rumpelstichen foge zangado e nunca mais regressa. O final foi revisto numa edição de 1857 para uma versão mais macabra onde o duende, cego de raiva, bate os pés com tanta força que se parte em dois. Na versão oral, coletada originalmente pelos Irmãos Grimm, ele voa da janela numa panela.

Curiosidade: O nome Rumpelstilzchen é de origem alemã. Era o nome de um tipo de duende, ou gnomo, também chamado de pophart ou poppart que faz barulhos de chocalho em tábuas. Um espírito travesso que faz barulho e move objetos domésticos.

Rumple 1

O desejo de Rumpelstiltskin de algo “vivo” vincula-o a demônios que fazem pactos com mortais para obter criaturas vivas. Seria um ajudante demoníaco com o poder de transformação. De demoníaco, se transforma em uma figura heroica, pelo seu poder de proteger a vida e demonstrar compaixão.  O desafio de Rumpelstiltskin à rainha de adivinhar qual seria seu nome é uma referência ao poder dos nomes. Em religiões antigas, o ato de se saber o nome dos deuses os obrigava a responder e atender a seus adoradores. Saber o nome, uma parte vital da identidade pessoal, representaria uma forma de controle, uma maneira de deter o poder do adversário.

Temos várias adaptações do conto seja para TV, cinema, teatro, espetáculos de rua e por aí vai.  Uma delas é a que Rumpelstiltskin é um dos personagens principais na série de TV “Once Upon a Time”, da ABC, onde ele é dono de uma loja, o Sr. Gold, situada na cidade de Storybrooke, Maine, onde personagens de conto de fadas estão presos sem nenhuma memória de seu verdadeiro eu. Ele é interpretado por Robert Carlyle.  Outra adaptação é (que talvez seja uma das mais famosas aparições de Rumpelstiltskin) no longa “Shrek Forever After” (Shrek para Sempre) que foi para as telonas em 2010, onde o mesmo é o vilão principal da história que mostra Shrek, agora casado e pai de três filhos, vivendo a monotonia da rotina de casado. No dia do aniversário de seus 3 filhos, cansado de não ser mais o ogro temido por todos, Shrek assina um contrato mágico com Rumpelstiltskin e …

Tyrion

Mas se prepare! Tem uma adaptação do duende que tenho certeza você não perderá. Peter Dinklage (Tyrion Lannister de Game Of Thrones) irá produzir e estrelar o novo filme do conto.  O projeto ainda está bem no começo e pode ser que só comece a ser filmado no segundo semestre de 2019 (ou ainda mais tarde). Por enquanto, o enredo está sendo mantido em segredo, também não foi divulgado se a história será num período mais tradicional ou adaptada para os dias de hoje. Então, só nos resta esperar.

Para despedirmos do post de hoje concluo que: Como em toda história, há uma lição de moral ao fim da saga, mostrando a importância da honestidade e da boa-fé. Aprendemos várias lições, com este conto, tais como: que não se deve cantar vitória antes da hora, porém, a maior lição que podemos tirar deste conto, é que o trabalho de tecer, é mais externo, ou seja, preciso do outro para fazer isto, mais que propriamente de nós mesmos, mas que não podemos também, deixar este trabalho completamente aos outros, mas é um trabalho de colaboração, com isto, chegamos a conclusão de que o outro que me ajuda a tecer meu fio de ouro, não é meu inferno, mas meu paraíso, pois me ajuda no processo de maturidade e discernimento humano. No conto aparecem diversos temas recorrentes em contos de fadas como as três provas, a tarefa impossível, o changeling e a barganha difícil. Também há várias perspectivas sobre o papel da mulher na sociedade da época, e a forma como ela se submetia ao poder patriarcal, tanto no seu casamento arranjado pelo pai como tendo que se submeter às ordens do rei ou aos caprichos do duende. A presença feminina é quase ausente, a figura materna não aparece inicialmente, a não ser pelo anel de herança, único bem precioso que a jovem tem da mãe.  Profundo!!

Bem, terminamos! Que tal, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Clásicos V – El inolvidable Rumple.

¡Hola a todos! El PHANTASTICUS da seguimiento al proyecto de valorización de los clásicos de la literatura de fantasía / aventura. Hoy vamos a hablar de un cuento que fue publicado en 1812, pero ya corría de “boca en boca” hacía mucho tiempo. El cuento fue recogido por los Hermanos Grimm – famosos por la compilación de varios cuentos del folclore europeo y unir a todos estos en un libro perpetuándolos hasta hoy. El libro “Kinder- und Hausmärchen” (en España “Cuentos de la infancia y del hogar”) con sus cuentos están llenos de lecciones de morales y saber atemporales que los hacen pertinentes son contados actualmente. Y hablaremos del famoso … “Rumpelstiltskin”

Si usted desea recordar un poco sobre la historia y la obra de estos dos hermanos nacidos en Hanau (una ciudad en Main-Kinzig, en Hesse, Alemania, que está a 25 km al este de Frankfurt) o un poco más de detalles, el enlace del post de 07 de enero de este año titulado “La Saga y la Fama de los Hermanos Grimm”.

jotacortizo.wordpress.com/2018/01/07/a-saga-e-a-fama-dos-irmaos-grimm/

Bien, volviendo a nuestro cuento escogido, la historia comienza con un molinero muy pobre que inventa que la hija es capaz de fiar paja y convertirla en oro – todo para impresionar al rey. El monarca llama a la muchacha, la cierra en una torre con paja y una rueda de hilar, y le exige que transforme la paja en oro hasta la mañana o tendrá su garganta cortada (en otra versión, el rey amenaza con encerrar a la joven para siempre en una torre). Ella ya había perdido toda esperanza, cuando aparece un duende en el cuarto y transforma toda la paja en oro a cambio de su collar; a la noche siguiente, le pide su anillo. En la tercera noche, cuando ella no tenía nada para darle, el duende hace la transformación a cambio del primer hijo que la muchacha da a luz.

El rey se queda tan impresionado que decide casarse con ella, pero cuando nace el primer hijo de la pareja, el duende regresa para reclamar su pago: “Ahora me da lo que me has prometido”. La reina quedó asustada y le ofreció toda su riqueza, si ésta la dejara quedarse con el niño. El duende inicialmente rechaza, pero finalmente acepta hacer un intercambio: la reina podría quedarse con el niño si ella consiguiera adivinar su nombre en el plazo de tres días. El primer día, ella falló, pero antes de la segunda noche, su mensajero oye al duende a saltar alrededor de una hoguera, cantando. “Hay muchas variaciones de la canción, pero la más conocida es:” ¡Hoy yo frito, mañana cocino! ¡Después de mañana será el hijo de la reina! “¡Cosa buena es nadie saber, que mi nombre es Rumpelstilskin!”

La versión en alemán: Heute back ich, morgen brau ich, übermorgen hol ich der Königin ihr Kind; ach, wie gut, dass niemand weiß, dass ich Rumpelstilzchen heiß!

Cuando el duende fue a entrar con la reina el tercer día, ella revela su nombre y el duende pierde su apuesta. En la edición de 1812 de los Cuentos de los Hermanos Grimm, después de esto, Rumpelstichen huye enojado y nunca más regresa. El final fue revisado en una edición de 1857 para una versión más macabra donde el duende, ciego de rabia, golpea los pies con tanta fuerza que se parte en dos. En la versión oral, recogida originalmente por los Hermanos Grimm, él vuela de la ventana en una olla.

Curiosidad: El nombre Rumpelstilzchen es de origen alemán. Era el nombre de un tipo de duende, o gnomo, también llamado pophart o poppart que hace ruidos de traqueteo en tablas. Un espíritu travieso que hace ruido y mueve objetos domésticos.

El deseo de Rumpelstiltskin de algo “vivo” lo vincula a los demonios que hacen pactos con mortales para obtener criaturas vivas. Sería un ayudante demoníaco con el poder de transformación. De demoníaco, se transforma en una figura heroica, por su poder de proteger la vida y demostrar compasión. El desafío de Rumpelstiltskin a la reina de adivinar cuál sería su nombre es una referencia al poder de los nombres. En las religiones antiguas, el acto de saber el nombre de los dioses los obligaba a responder y atender a sus adoradores. Saber el nombre, una parte vital de la identidad personal, representaría una forma de control, una manera de detener el poder del adversario.

Tenemos varias adaptaciones del cuento para TV, cine, teatro, espectáculos callejeros y por ahí va. Una de ellas es la que Rumpelstiltskin es uno de los personajes principales en la serie de televisión “Once Upon a Time”, de ABC, donde es dueño de una tienda, el Sr. Gold, situada en la ciudad de Storybrooke, Maine, donde personajes de cuento de hadas están atrapados sin ninguna memoria de su verdadero yo. Es interpretado por Robert Carlyle. (Que es una de las más famosas apariciones de Rumpelstiltskin) en la larga “Shrek Forever After” (Shrek para siempre) que fue para las pantallas en 2010, donde el mismo es el villano principal de la historia que muestra a Shrek, ahora casado y padre de tres hijos, viviendo la monotonía de la rutina de casado. El día del cumpleaños de sus 3 hijos, cansado de no ser más el ogro temido por todos, Shrek firma un contrato mágico con Rumpelstiltskin y …

¡Pero prepárese! Tiene una adaptación del duende que estoy seguro que usted no perderá. Peter Dinklage (Tyrion Lannister de Game Of Thrones) producirá y protagonizará la nueva película del cuento. El proyecto aún está bien al principio y puede ser que sólo empiece a ser filmado en el segundo semestre de 2019 (o aún más tarde). Por el momento, la trama se está manteniendo en secreto, tampoco se divulgó si la historia será en un período más tradicional o adaptado para los días de hoy. Entonces, sólo nos queda esperar.

Para despedir del post de hoy concluyo que: Como en toda historia, hay una lección de moral al final de la saga, mostrando la importancia de la honestidad y la buena fe. Aprendemos varias lecciones, con este cuento, tales como: que no se debe cantar victoria antes de la hora, sin embargo, la mayor lección que podemos sacar de este cuento, es que el trabajo de tejer, es más externo, o sea, preciso del otro para hacer esto, más que propiamente de nosotros mismos, pero que no podemos también, dejar este trabajo completamente a los demás, pero es un trabajo de colaboración, con esto, llegamos a la conclusión de que el otro que me ayuda a tejer mi hilo de oro, no es mi infierno, sino mi paraíso, pues me ayuda en el proceso de madurez y discernimiento humano. En el cuento aparecen varios temas recurrentes en cuentos de hadas como las tres pruebas, la tarea imposible, el changeling y la negociación difícil. También hay varias perspectivas sobre el papel de la mujer en la sociedad de la época, y la forma como ella se sometió al poder patriarcal, tanto en su matrimonio arreglado por el padre como teniendo que someterse a las órdenes del rey oa los caprichos del duende. La presencia femenina es casi ausente, la figura materna no aparece inicialmente, a no ser por el anillo de herencia, único bien precioso que la joven tiene de la madre. ¡¡Profundo!!

¡Bien, terminamos! ¿Qué tal, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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pt.wikipedia.org/wiki/Rumpelstichen

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poltronanerd.com.br/filmes/rumpelstiltskin-peter-dinklage-73720

berakash.blogspot.com/2017/04/rumpelstiltskin-o-conto-alemao-que-deu.html

beatrix.pro.br/donzela-tecela/rumpelstiltskin/

wikimedia.org/wikipedia/commons/8/8c/Grimm%27s_Kinder-_und_Hausm%C3%A4rchen%2C_Erster_Theil_%281812%29.cover.jpg

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Clássicos IV – A Ilha Misteriosa

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Versão em português: Clássicos IV – A Ilha Misteriosa.

Olá para todos. Fiquei umas semanas sem postar, mas vamos logo “botar a mão da massa”.  O blog PHANTASTICUS continua com o projeto de valorização dos clássicos da literatura de fantasia/aventura.  Hoje, vamos falar de um dos pais ou precursores da ficção científica.  Antes de mais nada, quero reforçar a importância de valorizarmos estes grandes livros, que encantaram muitas gerações – até os dias de hoje.  Boa parte está em domínio público e, assim, vale a pena procurar e (re)ler estas obras.

Como disse, o livro de hoje, pertence a um dos grandes mestres da LitFan.  Que é tido por muitos como o (ou um deles) pai da Sci Fi (Ficção Científica).  Já escrevi sobre ele diversas vezes aqui no blog – seja direta ou indiretamente.

Jules_Verne_by_Bertrand

Se você quer ver um pouco mais sobre este assunto, vá até o post do dia 21 de abril deste ano.  Lá, tentamos explicar um pouco sobre esta paternidade – compartilhada.  Vale a pena.  Olha o link (basta acrescentar o https:) //jotacortizo.wordpress.com/2018/04/21/a-paternidade-da-ficcao-cientifica-paternidade-compartilhada/

E quanto ao livro de hoje, é um dos que mais me inspiraram em minha vida de leitor (e de escritor – pois logo vocês verão meu primeiro livro – queria lançar junto com o sexto livro de “Crônicas de Gelo e Fogo” mas George está com pouca pressa – se é que vocês me entendem). Recheado de aventura e ação, trouxe uma narrativa importante na minha visão de mundo – até então.  É válido ressaltar que para muitos esta pode ser uma leitura ultrapassada, mas supere este preconceito e mergulhe nas páginas do livro e tenho certeza absoluta que quem o fizer, não vai se arrepender.  E que tal começar com nosso clássico de hoje e acabar com o blá-blá-blá.  Com vocês queridos leitores….

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“L’île mystérieuse” (A Ilha Misteriosa) escrito pelo grande Jules Gabriel Verne, conhecido nos países de língua portuguesa por Júlio Verne.  O livro foi publicado em 1874 e daqui a seis anos completará 150 anos. Maravilhoso!!

A história começa na época da Guerra Civil americana, durante o cerco de Richmond, capital dos Estados Confederados da América. Enquanto a fome e as mortes devastam a cidade, cinco prisioneiros de guerra do Norte decidem fugir de forma pouco usual – sequestrando um balão.  Os fugitivos são Cyrus Smith, um engenheiro ferroviário do Exército da União; seu criado negro Neb; o marinheiro Bonadventure Pencroft; seu filho adotivo Herbert; e o jornalista Gideon Spilett. O grupo é completado por Top, o cão de Cyrus.  Um grupo bem díspar em tudo.

Depois de voar sem controle pelo céu tempestuoso por vários dias, o balão cai numa ilha desconhecida, de origem vulcânica. Eles a batizam de Ilha Lincoln, em homenagem ao presidente Abraham Lincoln. Com os conhecimentos e habilidades do brilhante engenheiro Smith, os cinco conseguem se sustentar na ilha, produzindo fogo, cerâmica, tijolos, nitroglicerina, ferro, um telégrafo elétrico simples, uma casa escavada na pedra (chamada de Mansão de Granito), e até mesmo um pequeno barco, capaz de navegar no mar. Eles também conseguem determinar sua posição geográfica, e descobrem que estão a cerca de 2.500 quilômetros a leste da Nova Zelândia., reúne-se para fugir de uma guerra, onde se encontram encurralados, sem hipótese de saída.

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Obs.: As coordenadas da ilha fictícia no oceano Pacífico seriam34° 57′ S 150° 30′ O.

Ao longo da sua estada na ilha, o grupo enfrenta e supera violentas tempestades. Eventualmente, eles adotam e domesticam um orangotango, que batizam de Jup.

Aos poucos, eles vão se dando conta de uma influência misteriosa na ilha, que parece ajudá-los em diversas situações: a inexplicável sobrevivência de Cyrus Smith que havia caído do balão; o misterioso resgate de Top do ataque de um dugongo (da mesma ordem/família do peixe-boi)selvagem; a descoberta de uma caixa cheia de equipamentos úteis, tais como armas e ferramentas e assim por diante.

Tendo encontrado no mar uma garrafa com um pedido de socorro, o grupo decide usar seu barco recém-construído para explorar a ilha vizinha, chamada de Ilha Tabor, onde supostamente há um náufrago. Eles partem, encontram Ayrton, que vivia como um animal selvagem e conseguem trazê-lo de volta para a civilização. No caminho de volta, uma tempestade tira toda a visibilidade, mas eles encontram o caminho de volta graças a uma fogueira na ilha, que ninguém parece ter acendido.

Depois de algum tempo, chegam alguns piratas à Ilha Lincoln. Eles são parte da antiga tripulação de piratas da qual Ayrton fazia parte, e que costumava usar a ilha com como esconderijo. Depois de algum combate com os náufragos, o navio pirata é destruído inexplicavelmente e os piratas são encontrados mortos, mas sem ferimentos aparentes.  Entretanto, seis piratas sobrevivem e, durante um tiroteio com eles, Herbert é ferido seriamente. Embora ele se recupere dos ferimentos, Herbert contrai malária, e é salvo por uma caixa de sulfato de quinino que aparece misteriosamente na mesa da Mansão de Granito.

E eis que, finalmente, o segredo da ilha é revelado. A ilha é o esconderijo final do submarino “Nautilus” e do Capitão Nemo (cujas aventuras são descritas no livro “Vinte Mil Léguas Submarinas”). Tendo escapado das garras do Maelstrom (Maelstrom, moskoëstrom, mælstrøm, mailström ou também moskstraumen é um grande turbilhão de água), o “Nautilus” navegara pelos oceanos do mundo até que todos os tripulantes faleceram. Nemo, agora um homem idoso e levara o “Nautilus” para um dos seus portos submarinos, aquele escavado na cratera vulcânica sob a Ilha Lincoln.

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Fora Nemo quem salvara os náufragos diversas vezes, fornecera a caixa de equipamentos, enviara a mensagem sobre Ayrton, plantara a mina que destruíra o navio pirata e matara os piratas com uma arma elétrica. Pouco depois de ser encontrado pelos náufragos, Nemo morre de velhice, e o “Nautilus” é afundado para ser o túmulo do seu construtor.

Passado algum tempo, a ilha explode numa feroz erupção vulcânica. Alertados pelo Capitão Nemo antes de morrer, os náufragos sobrevivem no único pedaço da ilha que fica acima do nível do mar. A história termina com os náufragos sendo salvos pelo navio “Duncan”, que tinha vindo resgatar Ayrton, e que se dirigira à Ilha Lincoln avisados por uma mensagem deixada por Nemo na Ilha Tabor.  Uau!!

Desde a viagem alucinante, onde têm que se despojar de tudo o que o mundo dito civilizado oferece até à descoberta de uma ilha desconhecida, neste épico de Júlio Verne, você descobrirá a verdadeira essência do ser humano perante as adversidades, a coragem e determinação, a sua capacidade de engenho, a resistência, persistência, a gratidão quer perante cada um dos elementos da equipe, quer perante o Criador, a união e até o carinho entre companheiros. Neste livro, por vezes absolutamente comovente, com situações absolutamente inesperadas e por vezes algo insólitas, Júlio Verne vem mais uma vez demonstrar a sua capacidade visionária. Um livro fantástico.

E sobre Júlio Verne? O que podemos falar (mais)? Esse magnífico escritor e visionário, francês, do século XIX dispensa muitos comentários, afinal permeou a mente sonhadora de muitos de nós na infância, com seus submarinos incríveis, fantásticas máquinas e balões voadores, viagens pelo ar e pelo mar.  Segundo bibliografias referenciais, foi o autor mais traduzido em todo o mundo…148 idiomas em mais de 60 obras de sucesso.

O clássico recebeu muitas adaptações para as telonas e para a TV.  Vejam algumas:

1951 – Série americana dirigida por Spencer Gordon Bennett, em 15 capítulos, estrelado por Richard Crane, Marshall Reed, Karen Randle e Ralph Hodges.

1961 – Produção anglo/americana dirigida por Cy Endfield e estrelada por Michael Craig, Joan Greenwood, Michael Callan e Gary Merrill.

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2005 – Produção americana dirigida por Russell Mulcahy e estrelada por Kyle MacLachlan, Danielle Calvert, Gabrielle Anwar e Patrick Stewart.

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2012 – Viagem 2: A Ilha Misteriosa – Produção americana que adapta (e confunde) o livro do dia mais outras obras de Júlio Verne. Dirigido por Brad Peyton e tendo como cast principal Dwayne Johnson, Michael Caine, Josh Hutcherson e Luis Guzman.

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Para despedirmos do post de hoje concluo com uma frase de Verne: “Não há nada impossível; há só vontades mais ou menos enérgicas”.

Bem, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Clásicos IV – La Isla Misteriosa.

Hola para todos. Me quedé unas semanas sin publicar, pero pronto vamos a poner la mano de la masa. El blog PHANTASTICUS continúa con el proyecto de valorización de los clásicos de la literatura de fantasía / aventura. Hoy, vamos a hablar de uno de los padres o precursores de la ciencia ficción. En primer lugar, quiero reforzar la importancia de valorar estos grandes libros, que han encantado a muchas generaciones, hasta los días de hoy. Buena parte está en dominio público y, así, vale la pena buscar y (re) leer estas obras.

Como dije, el libro de hoy pertenece a uno de los grandes maestros de LitFan. Que es tenido por muchos como él (o uno de ellos) padre de la Sci Fi (Ciencia Ficción). Ya escribí sobre él varias veces aquí en el blog – sea directa o indirectamente.

Si quieres ver un poco sobre este tema, ve al post del día 21 de abril de este año. Allí, intentamos explicar un poco sobre esta paternidad – compartida. Vale la pena. Mira el enlace (sólo añadir el https 🙂 //jotacortizo.wordpress.com/2018/04/21/a-paternidade-da-ficcao-cientifica-paternidade-compartilhada/

Y en cuanto al libro de hoy, es uno de los que más me inspiraron en mi vida de lector (y de escritor – pues pronto verán mi primer libro – quería lanzar junto con el sexto libro de “Crónicas de Hielo y Fuego” pero George está con poca prisa – si es que ustedes me entienden). Relleno de aventura y acción, trajo una narrativa importante en mi visión del mundo – hasta entonces. Es válido resaltar que para muchos esta puede ser una lectura superada, pero supere este preconcepto y sumérge en las páginas del libro y estoy segura absoluta que quien lo haga, no se arrepentirá. Y que tal comenzar con nuestro clásico de hoy y acabar con el blá-blá-blá. Con ustedes queridos lectores ….

“La isla misteriosa” (La isla misteriosa) escrito por el gran Jules Gabriel Verne, conocido en los países de habla portuguesa de Julio Verne. El libro fue publicado en 1874 y dentro de seis años cumplirá 150 años. Maravilloso!!

La historia comienza en la época de la Guerra Civil estadounidense, durante el cerco de Richmond, capital de los Estados Confederados de América. Mientras el hambre y las muertes devastan la ciudad, cinco prisioneros de guerra del Norte deciden huir de forma poco usual – secuestrando un globo. Los fugitivos son Cyrus Smith, un ingeniero ferroviario del Ejército de la Unión; su criado negro Neb; el marinero Bonadventure Pencroft; su hijo adoptivo Herbert; y el periodista Gideon Spilett. El grupo es completado por Top, el perro de Cyrus. Un grupo bien disparado en todo.

Después de volar sin control por el cielo tempestuoso por varios días, el globo cae en una isla desconocida, de origen volcánico. Ellos la bautizaron de Isla Lincoln, en homenaje al presidente Abraham Lincoln. Con los conocimientos y habilidades del brillante ingeniero Smith, los cinco consiguen sostenerse en la isla, produciendo fuego, cerámica, ladrillos, nitroglicerina, hierro, un telégrafo eléctrico simple, una casa excavada en la piedra (llamada Mansión de Granito), e incluso un pequeño barco, capaz de navegar en el mar. También consiguen determinar su posición geográfica, y descubren que están a unos 2.500 kilómetros al este de Nueva Zelanda., Se reúne para huir de una guerra, donde se encuentran acorralados, sin hipótesis de salida.

Obs .: Las coordenadas de la isla ficticia en el océano Pacífico serían34 ° 57 ‘S 150 ° 30’ O.

A lo largo de su estancia en la isla, el grupo se enfrenta y supera violentas tempestades. Eventualmente, ellos adoptan y domestican un orangután, que bautizan de Jup.

A poco, se van dando cuenta de una influencia misteriosa en la isla, que parece ayudarles en diversas situaciones: la inexplicable supervivencia de Cyrus Smith que había caído del globo; el misterioso rescate de Top del ataque de un dugongo (del mismo orden / familia del buey) salvaje; el descubrimiento de una caja llena de equipos útiles, tales como armas y herramientas y así sucesivamente.

Después de haber encontrado en el mar una botella con una petición de socorro, el grupo decide usar su barco recién construido para explotar la isla vecina, llamada Isla Tabor, donde supuestamente hay un náufrago. Ellos parten, encuentran a Ayrton, que vivía como un animal salvaje y logran traerlo de vuelta a la civilización. En el camino de vuelta, una tormenta quita toda la visibilidad, pero ellos encuentran el camino de vuelta gracias a una hoguera en la isla, que nadie parece haber encendido.

Después de algún tiempo, llegan algunos piratas a la Isla Lincoln. Ellos son parte de la antigua tripulación de piratas de la que Ayrton formaba parte, y que solía usar la isla con el escondite. Después de algún combate con los náufragos, el barco pirata es destruido inexplicablemente y los piratas se encuentran muertos, pero sin lesiones aparentes. Sin embargo, seis piratas sobreviven y, durante un tiroteo con ellos, Herbert es herido seriamente. Aunque se recupera de las heridas, Herbert contrae malaria, y es salvo por una caja de sulfato de quinina que aparece misteriosamente en la mesa de la Mansión de Granito.

Y he aquí, finalmente, el secreto de la isla es revelado. La isla es el escondite final del submarino “Nautilus” y del Capitán Nemo (cuyas aventuras se describen en el libro “Veinte mil leguas submarinas”). Habiendo escapado de las garras del Maelstrom (Maelstrom, moskoëstrom, mælstrøm, mailström o también moskstraumen es un gran torbellino de agua), el Nautilus navegaba por los océanos del mundo hasta que todos los tripulantes fallecieron. Nemo, ahora un hombre mayor y llevaba el Nautilus a uno de sus puertos submarinos, aquel excavado en el cráter volcánico bajo la Isla Lincoln. Fuera Nemo quien salvaba a los náufragos varias veces, suministra la caja de equipamientos, envió el mensaje sobre Ayrton, plantó la mina que destruía el barco pirata y mató a los piratas con un arma eléctrica. Poco después de ser encontrado por los náufragos, Nemo muere de vejez, y el “Nautilus” es hundido para ser la tumba de su constructor. Pasado algún tiempo, la isla explota en una feroz erupción volcánica. Al nacer por el Capitán Nemo antes de morir, los náufragos sobreviven en el único pedazo de la isla que está por encima del nivel del mar. La historia termina con los náufragos siendo salvos por el barco “Duncan”, que había venido a rescatar a Ayrton, y que se dirigía a la Isla Lincoln avisados ​​por un mensaje dejado por Nemo en la Isla Tabor. Wow !! Desde el viaje alucinante, donde tienen que despojarse de todo lo que el mundo dicho civilizado ofrece hasta el descubrimiento de una isla desconocida, en este épico de Julio Verne, usted descubrirá la verdadera esencia del ser humano ante las adversidades, el coraje y la determinación, su capacidad de ingenio, la resistencia, persistencia, la gratitud quiere ante cada uno de los elementos del equipo, tanto ante el Creador, la unión y hasta el cariño entre compañeros. En este libro, a veces absolutamente conmovedor, con situaciones absolutamente inesperadas ya veces algo insólitas, Júlio Verne viene una vez más a demostrar su capacidad visionaria. Un libro fantástico. Y sobre Júlio Verne? ¿Qué podemos hablar (más)? Este magnífico escritor y visionario, francés, del siglo XIX dispensa muchos comentarios, al final penetró la mente soñadora de muchos de nosotros en la infancia, con sus submarinos increíbles, fantásticas máquinas y globos voladores, viajes por el aire y por el mar. Según bibliografías referenciales, fue el autor más traducido en todo el mundo … 148 idiomas en más de 60 obras de éxito. El clásico recibió muchas adaptaciones para las pantallas y la televisión. , Que se estrenará en el mes de mayo de este año.

1961 – Producción anglo / americana dirigida por Cy Endfield y protagonizada por Michael Craig, Joan Greenwood, Michael Callan y Gary Merrill.

2005 – Producción americana dirigida por Russell Mulcahy y protagonizada por Kyle MacLachlan, Danielle Calvert, Gabrielle Anwar y Patrick Stewart. –

2012 – Viaje 2: La Isla Misteriosa – Producción americana que adapta (y confunde) el libro del día más otras obras de Julio Verne. Dirigido por Brad Peyton y teniendo como cast principal Dwayne Johnson, Michael Caine, Josh Hutcherson y Luis Guzman.

Para despedir del post de hoy concluyo con una frase de Verne: “No hay nada imposible; hay sólo voluntades más o menos enérgicas “.

¿Bueno, le gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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mundodasresenhas.com.br/resenha-a-ilha-misteriosa-julio-verne/

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resumos.netsaber.com.br/resumo-966/a-ilha-misteriosa

pt.wikipedia.org/wiki/Júlio_Verne

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ricardomoraes.atspace.eu/pt/res/resilham.htm

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Clássicos III – Moby Dick, a fúria branca

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Clássicos III – Moby Dick, a fúria branca.

O PHANTASTICUS continua com o projeto de valorização dos clássicos da literatura de fantasia/aventura.  É primordial reforçar a importância destes grandes livros, para muitas gerações – até os dias de hoje.

O livro de hoje, foi um dos grandes livros que li em minha vida. Recheado de ação e realismo, trouxe uma narrativa importante na minha visão de mundo – até então.  É válido ressaltar que para muitos esta pode ser uma leitura ultrapassada, mas ultrapasse este preconceito e mergulhe nas páginas do livro e tenho certeza absoluta que quem o fizer, não vai se arrepender.  E que tal começar com nosso clássico de hoje.  Com vocês….

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“Moby-Dick; or, The Whale” (Moby-Dick ou A Baleia).

Este livro tem como autor o estadunidense Herman Melville e foi publicado em 1851.  Uma peculiaridade sobre o autor é que ele faleceu – em 1891 – quase completamente esquecido, sem conhecer o sucesso que sua mais importante obra, que estamos abordando hoje, alcançaria no século XX. O livro, foi dividido em três volumes, e quando publicado em 1851 com o título de “A baleia” não obteve sucesso de crítica, tendo sido considerado o principal motivo para o declínio da carreira do autor.

Moby-Dick

O nome da obra é o do cachalote enfurecido, de cor branca, “Moby Dick” que havendo sido ferido várias vezes por baleeiros, conseguiu destruí-los.  O livro foi revolucionário para a época, com descrições intrincadas e imaginativas das aventuras do narrador – Ismael – suas reflexões pessoais e grandes trechos de não-ficção, sobre variados assuntos, como baleias, métodos de caça a elas, arpões, a brancura do “protagonista” Moby Dick, detalhes sobre as embarcações, funcionamentos e armazenamento de produtos extraídos das baleias.

Curiosidade: O romance foi inspirado no naufrágio do navio “Essex”, comandado pelo capitão George Pollard, quando este foi atingido por uma baleia e afundou. Outra fonte de inspiração foi o cachalote albino Mocha Dick, supostamente morta na década de 1830 ao largo da ilha chilena de Mocha, que atacava os navios com premeditada ferocidade.

Ahab

Um dos grandes personagens do livro é o capitão Ahab – capitão do navio baleeiro “The Pequod”. É um sujeito instruído, que o difere dos seus marujos, mas é extremamente ranzinza e teimoso e devido ao seu caráter difícil tem muitos problemas de relacionamento com seus tripulantes. Ainda assim, mesmo com este temperamento, todos o respeitam muito, muito em parte por seu jeito autoritário e explosivo. Ahab é um experiente capitão e tem uma personalidade forte, normalmente odeia ser contrariado e escuta muito pouco as opiniões.  Ahab nutri um ódio profundo pela baleia branca devido ao fato dela ter arrancado sua perna que o obriga a substituir o membro por uma “prótese” de osso de baleia, deixando-o coxo.

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Já Moby Dick, era a cachalote branca temida por todos os baleeiros.  Extremamente inteligente e muito mais forte e de maior tamanho que as outras baleias – diversos relatos apresentavam o gigante branco como defensor das demais e que ela ao ver suas companheiras serem caçadas as ajudava e destruía os baleeiros.

O livro pode despertar rancores quanto a crueldade para com as baleias.  Fato.  Não entenda estes marujos e seus capitães nem como vilões e nem sequer como heróis.  Entenda apenas o fato de que em pleno século XIX esta era uma atividade essencial, dada a dependência do óleo das baleias para fornecer combustível para iluminação das casas e ruas, como lubrificante, e na fabricação de sabão e até mesmo margarina.  Outros produtos de valor eram o espermacete, utilizado na indústria de cosméticos, o âmbar e as barbatanas para fazer espartilhos.

Curiosidade: O autor da obra, realmente trabalhou como marinheiro em navios de caça à baleia. Ele descreve as atividades com minúcia, o papel de cada homem naquele trabalho, os detalhes, tudo com um notável conhecimento de causa.

Por último, não podemos deixar de explora – um pouco – um dos protagonistas.  Ismael, o único tripulante sobrevivente do “Pequod”, é o narrador do livro. Como personagem, ele é alguns anos mais jovem que um narrador. Como ele era o narrador em primeira pessoa, a maioria das críticas de Moby Dick confundiu Ishmael com o próprio autor ou o desconsiderou. A partir de meados do século XX, os críticos distinguiram Ismael de Melville, estabelecendo a consciência mística e especulativa do personagem como uma força central em contraste com a força de vontade monomaníaca do capitão Ahab.  O leitor não é informado quanto tempo depois da viagem Ismael começa a contar sua aventura, a segunda frase “alguns anos atrás” é a única pista. Ele é o narrador, “a sensibilidade envolvente do romance” e “a imaginação através da qual todos os assuntos do livro passam”. Ele molda sua narrativa com o uso de muitos gêneros diferentes, incluindo sermões, peças teatrais, solilóquios, leituras emblemáticas. E há um segundo Ismael, que é o jovem que parte em busca de sustento e aventuras, e entra em uma aventura sombria do qual se torna o único sobrevivente.

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O clássico teve muitas adaptações, seja para cinema, tv e até para HQ’s.  Mas uma das principais foi para as telonas em 1956 e foi dirigido por John Huston, com roteiro de Ray Bradbury. O filme teve Gregory Peck (como Capitão Ahab), Richard Basehart (como Ismael) e Orson Welles (como Mapple) como principais estrelas.  Em 1998 a USA Network produziu a minissérie homônima ao livro e que teve como protagonistas Patrick Stewart (Capitão Ahab), Henry Thomas (Ismael) e Gregory Peck (Mapple).

Bem, terminamos.  Espere aí! Vale fechar com uma frase do nosso escritor de hoje.  Herman Melville: “Aquele que nunca falhou não pode ser um grande homem”.

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Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Clases III – Moby Dick, la furia blanca.

El PHANTASTICUS continúa con el proyecto de valorización de los clásicos de la literatura de fantasía / aventura. Es primordial reforzar la importancia de estos grandes libros, para muchas generaciones, hasta los días de hoy.

El libro de hoy, fue uno de los grandes libros que leí en mi vida. Recogido de acción y realismo, trajo una narrativa importante en mi visión de mundo – hasta entonces. Es válido resaltar que para muchos esta puede ser una lectura superada, pero sobrepase este preconcepto y sumérge en las páginas del libro y estoy segura absoluta que quien lo haga, no se arrepentirá. Y que tal comenzar con nuestro clásico de hoy. Con ustedes….

“Moby-Dick; o The Whale “(Moby-Dick o La Ballena).

Este libro tiene como autor al estadounidense Herman Melville y fue publicado en 1851. Una peculiaridad sobre el autor es que él falleció-en 1891- casi completamente olvidado, sin conocer el éxito que su más importante obra, que estamos abordando hoy, alcanzaría en el siglo XX. El libro, fue dividido en tres volúmenes, y cuando fue publicado en 1851 con el título de “La ballena” no obtuvo éxito de crítica, siendo considerado el principal motivo para el declive de la carrera del autor.

El nombre de la obra es el del cachalote enfurecido, de color blanco, “Moby Dick” que habiendo sido herido varias veces por balleneros, logró destruirlos. El libro fue revolucionario para la época, con descripciones intrincadas e imaginativas de las aventuras del narrador – Ismael – sus reflexiones personales y grandes extractos de no ficción, sobre variados asuntos, como ballenas, métodos de caza a ellas, arpones, la blancura del ” protagonista “Moby Dick, detalles sobre las embarcaciones, funcionamientos y almacenamiento de productos extraídos de las ballenas.

Curiosidad: La novela fue inspirada en el naufragio del barco “Essex”, comandado por el capitán George Pollard, cuando éste fue alcanzado por una ballena y se hundió. Otra fuente de inspiración fue el cachalote albino Mocha Dick, supuestamente muerta en la década de 1830 frente a la isla chilena de Mocha, que atacaba a los barcos con premeditada ferocidad.

Uno de los grandes personajes del libro es el capitán Ahab – capitán del buque ballenero “The Pequod”. Es un sujeto instruido, que lo diferencia de sus marujos, pero es extremadamente ranzinza y terco y debido a su carácter difícil tiene muchos problemas de relación con sus tripulantes. Aún así, incluso con este temperamento, todos lo respetan mucho, muy en parte por su manera autoritaria y explosiva. Ahab es un experimentado capitán y tiene una personalidad fuerte, normalmente odia ser contrariado y escucha muy poco las opiniones. Ahab nutri un odio profundo por la ballena blanca debido a que ella ha arrancado su pierna que le obliga a sustituir al miembro por una “prótesis” de hueso de ballena, dejándolo cojo.

Moby Dick, era el cachalote blanco temido por todos los balleneros. Extremadamente inteligente y mucho más fuerte y de mayor tamaño que las otras ballenas – diversos relatos presentaban el gigante blanco como defensor de las demás y que ella al ver a sus compañeras ser cazadas las ayudaba y destruía a los balleneros.

El libro puede despertar rencores como la crueldad hacia las ballenas. Hecho. No entienda estos marujos y sus capitanes ni como villanos ni siquiera como héroes. Entiende sólo el hecho de que en pleno siglo XIX esta era una actividad esencial, dada la dependencia del aceite de las ballenas para suministrar combustible para iluminación de las casas y calles, como lubricante, y en la fabricación de jabón e incluso margarina. Otros productos de valor eran el esperma, utilizado en la industria de cosméticos, el ámbar y las aletas para hacer corsés.

Curiosidad: El autor de la obra, realmente trabajó como marinero en buques de caza de ballenas. Él describe las actividades con minucia, el papel de cada hombre en aquel trabajo, los detalles, todo con un notable conocimiento de causa.

Por último, no podemos dejar de explotar -un poco, uno de los protagonistas. Ismael, el único tripulante sobreviviente del “Pequod”, es el narrador del libro. Como personaje, él es algunos años más joven que un narrador. Como él era el narrador en primera persona, la mayoría de las críticas de Moby Dick confundió a Ishmael con el propio autor o lo desconsideró. A partir de mediados del siglo XX, los críticos distinguieron a Ismael de Melville, estableciendo la conciencia mística y especulativa del personaje como una fuerza central en contraste con la fuerza de voluntad monomaníaca del capitán Ahab. El lector no es informado cuánto tiempo después del viaje Ismael comienza a contar su aventura, la segunda frase “algunos años atrás” es la única pista. Él es el narrador, “la sensibilidad envolvente de la novela” y “la imaginación a través de la cual todos los asuntos del libro pasan”. Él moldea su narrativa con el uso de muchos géneros diferentes, incluyendo sermones, piezas teatrales, sololones, lecturas emblemáticas. Y hay un segundo Ismael, que es el joven que parte en busca de sustento y aventuras, y entra en una aventura sombría del que se convierte en el único sobreviviente.

El clásico tuvo muchas adaptaciones, ya sea para cine, televisión e incluso para HQ’s. Pero una de las principales fue para las pantallas en 1956 y fue dirigido por John Huston, con el guión de Ray Bradbury. La película tuvo Gregory Peck (como Capitán Ahab), Richard Basehart (como Ismael) y Orson Welles (como Mapple) como principales estrellas. En 1998 la USA Network produjo la miniserie homónima al libro y que tuvo como protagonistas Patrick Stewart (Capitán Ahab), Henry Thomas (Ismael) y Gregory Peck (Mapple). Bien, terminamos. ¡Espera! Vale cerrar con una frase de nuestro escritor de hoy. Herman Melville: “Aquel que nunca falló no puede ser un gran hombre”.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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en.wikipedia.org/wiki/Moby-Dick pt.wikipedia.org

pt.wikipedia.org/wiki/Herman_Melville

br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20110224142349AA45WBh&guccounter=1

pt.wikipedia.org/wiki/Moby_Dick

en.wikipedia.org/wiki/Ishmael_(Moby-Dick)

alinevalek.com.br/blog/2015/01/moby-dick-e-a-crueldade/

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Os corajosos e ousados de Godric Gryffindor

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Os corajosos e ousados de Godric Gryffindor.

O PHANTASTICUS vai falar hoje sobre uma figura enigmática de uma das grandes obras de LitFan dos últimos anos.  Tido como um homem de grande bravura, ousadia e coragem, ele era tido como o melhor duelista do seu tempo.  Seu lema: “Nós vamos ensinar todos aqueles com atos corajosos ao seu nome”.  Com vocês, um dos quatro fundadores da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, Godric Gryffindor.

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Gryffindor é um dos personagens criados pela autora inglesa J. K. Rowling em sua saga “Harry Potter”.  Ele veio de um pântano que agora é conhecido como Godric Hollows (também o lugar de nascimento de Harry James Potter em 31 de julho de 1980) uma pequena vila de West Country, na Inglaterra.  Nasceu em uma família tradicionalmente bruxa, na Inglaterra, em uma época em que poucos admitiam possuir magia em seu sangue, devido às perseguições. Não havia um ensino completo sobre magia, já que poucos bruxos se arriscavam a ensinar e a aprender esta arte, por isso eram necessários vários duros anos de preparação. Então, ainda jovem iniciou seus estudos em escolas de bruxaria secretas por todo o pais. Tornou-se um bruxo bastante poderoso e dominava vários ramos da magia, principalmente a transformação. Ele valorizava muito a coragem, a bravura, o controle dos nervos e o cavalheirismo. A casa que leva seu nome, tem como mascote o leão e suas cores são escarlate e dourado. A diretora desta casa (ao longo dos sete livros) é a professora Minerva McGonagall (professora de Transfiguração e, também, Diretora Adjunta), e o fantasma da casa é Sir Nicholas de Mimsy-Porpington, mais comumente conhecido como Nick Quase Sem Cabeça. De acordo com a escritora, a casa corresponde ao elemento fogo.

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Um dos “acessórios” mais importantes da saga (fora as varinhas) e uma das relíquias dos fundadores da escola de magia, é a espada de Gryffindor.  A arma foi feita há um milênio por duendes, os ferreiros mais habilidosos do mundo bruxo, e é, portanto, encantada. Moldada a partir de prata pura, é cravejada por rubis, a pedra que representa a casa na ampulheta que conta os pontos das casas em Hogwarts. O nome de Godric Gryffindor está gravado logo abaixo do punho.

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A espada foi feita de acordo com as especificações de Godric Gryffindor por Ragnuk, o Primeiro, o mais refinado dos duendes ferreiros, e, portanto, Rei (na cultura dos duendes, o governante não trabalha mais que os outros, mas mais habilmente). Quando ela foi finalizada, Ragnuk a cobiçou tanto que ele fingiu que Gryffindor a havia roubado dele, e enviou subordinados para roubá-la de volta. Gryffindor se defendeu com sua varinha, mas não matou os atacantes.  Ele os enviou, de volta, para o seu Rei enfeitiçados, para entregarem a ameaça de que se ele tentasse roubar Gryffindor novamente, o bruxo iria desembainhar a espada contra todos eles.

Obs.: O duende rei tomou a ameaça seriamente e deixou com Gryffindor a posse da espada, mas continuou ressentido até sua morte. Essa foi a base para a falsa lenda do roubo feito por Gryffindor que persiste, em algumas partes da comunidade de duendes, até hoje.

A espada de Gryffindor pode ter sido inspirada na lenda de Excalibur, a espada do Rei Arthur, que em algumas versões deve ser retirada da pedra pelo devido rei. A ideia de aptidão para carregar a espada ecoa no retorno da espada de Gryffindor para membros merecedores da casa do seu verdadeiro dono.  A espada (assim como uma varinha mágica) parece ser quase consciente, respondendo aos apelos por ajuda dos sucessores escolhidos de Gryffindor; e, assim como uma varinha, parte de sua magia é absorver aquilo que a fortalece e que pode, posteriormente, ser usado contra inimigos.

Se quiser ter uma visão dos quatro fundadores de Hogwarts não deixe de ler o post do PHANTASTICUS de 26 de novembro de 2016: //jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/os-fundadores-de-hogwarts/.

Curiosidade: sobre Godric, que foi um grande lutador pelos direitos dos “trouxas” (conta-se que seria “nascido-trouxa”) –  de acordo com J.K. Rowling.  E sobre sua espada, como as armas forjadas por duendes possuem o poder de absorver tudo que a fortaleça, o veneno do basilisco impregna a espada, permitindo a esta ser usada para destruir três horcruxes de Voldemort (o anel dos Peverell, o medalhão de Slytherin, e a cobra Nagini). Esta espada também foi uma tentativa de Voldemort para criar uma de suas horcruxes, mas ele nunca conseguiu isso graças à vigilância incessante de Albus Dumbledore.

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Um último ponto (e por que não uma curiosidade) sobre Godric é que ele preocupado com a seleção futura dos alunos, tirou o próprio chapéu e tornou-o capaz de classificar os alunos imparcialmente.  E eis que nasceu o Chapéu Seletor.  Mágico isso!

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Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Los valientes y osados de Godric Gryffindor.

El PHANTASTICUS va a hablar hoy sobre una figura enigmática de una de las grandes obras de LitFan de los últimos años. Tido como un hombre de gran bravura, osadía y coraje, él era tenido como el mejor duelista de su tiempo. Su lema: “Vamos a enseñar a todos aquellos con actos valientes a su nombre”. Con ustedes, uno de los cuatro fundadores de la Escuela de Magia y Brujería de Hogwarts, Godric Gryffindor.

Gryffindor es uno de los personajes creados por la autora inglesa J. K. Rowling en su saga “Harry Potter”. Él vino de un pantano que ahora es conocido como Godric Hollows (también el lugar de nacimiento de Harry James Potter el 31 de julio de 1980) una pequeña aldea de West Country, en Inglaterra. Nació en una familia tradicionalmente bruja, en Inglaterra, en una época en que pocos admitían poseer magia en su sangre, debido a las persecuciones. No había una enseñanza completa sobre la magia, ya que pocos magos se arriesgaban a enseñar ya aprender este arte, por lo que eran necesarios varios duros años de preparación. Entonces, aún joven inició sus estudios en escuelas de brujería secretas por todo el país. Se convirtió en un brujo bastante poderoso y dominaba varias ramas de la magia, principalmente la transformación. Él valoraba mucho el coraje, la bravura, el control de los nervios y el caballerismo. La casa que lleva su nombre, tiene como mascota el león y sus colores son escarlata y dorado. La directora de esta casa (a lo largo de los siete libros) es la profesora Minerva McGonagall (profesora de Transfiguración y también directora adjunta), y el fantasma de la casa es Sir Nicholas de Mimsy-Porpington, más comúnmente conocido como Nick Casi sin Cabeza. De acuerdo con la escritora, la casa corresponde al elemento fuego.

Uno de los “accesorios” más importantes de la saga (fuera de las varillas) y una de las reliquias de los fundadores de la escuela de magia, es la espada de Gryffindor. El arma fue hecha hace un milenio por duendes, los hereros más hábiles del mundo brujo, y es, por lo tanto, encantada. Moldada a partir de plata pura, es clavada por rubíes, la piedra que representa la casa en el reloj de arena que cuenta los puntos de las casas en Hogwarts. El nombre de Godric Gryffindor está grabado justo debajo del puño.

La espada fue hecha de acuerdo con las especificaciones de Godric Gryffindor por Ragnuk, el primero, el más refinado de los duendes herreros, y por lo tanto Rey (en la cultura de los duendes, el gobernante no trabaja más que los demás, pero más hábilmente). Cuando ella fue finalizada, Ragnuk la codició tanto que él fingió que Gryffindor la había robado de él, y envió subordinados para robarla de vuelta. Gryffindor se defendió con su varita, pero no mató a los atacantes. Él los envió, de vuelta, a su Rey hechizado, para entregar la amenaza de que si él intentase robar a Gryffindor nuevamente, el brujo desenvaina la espada contra todos ellos.

Obs .: El duende rey tomó la amenaza seriamente y dejó con Gryffindor la posesión de la espada, pero continuó resentido hasta su muerte. Esta fue la base para la falsa leyenda del robo hecho por Gryffindor que persiste, en algunas partes de la comunidad de duendes, hasta hoy.

La espada de Gryffindor puede haber sido inspirada en la leyenda de Excalibur, la espada del Rey Arturo, que en algunas versiones debe ser retirada de la piedra por el debido rey. La idea de aptitud para llevar la espada resuena en el retorno de la espada de Gryffindor a miembros merecedores de la casa de su verdadero dueño. La espada (así como una varita mágica) parece ser casi consciente, respondiendo a los llamados por ayuda de los sucesores escogidos de Gryffindor; y, al igual que una varita, parte de su magia es absorber lo que la fortalece y que posteriormente puede ser usado contra enemigos.

Si quieres tener una visión de los cuatro fundadores de Hogwarts no dejes de leer el post del PHANTASTICUS del 26 de noviembre de 2016: //jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/os-fundadores-de-hogwarts/.

Curiosidad: sobre Godric, que fue un gran luchador por los derechos de los “muggles” (se cuenta que sería “nacido-muggle”) – de acuerdo con J.K. Rowling. Y sobre su espada, como las armas forjadas por duendes poseen el poder de absorber todo lo que la fortalece, el veneno del basilisco impregna la espada, permitiendo a ésta ser usada para destruir tres horcruxes de Voldemort (el anillo de los Peverell, el medallón de Slytherin, , y la serpiente Nagini). Esta espada también fue un intento de Voldemort para crear una de sus horrendas, pero él nunca lo consiguió gracias a la vigilancia incesante de Albus Dumbledore.

Un último punto (y por qué no una curiosidad) sobre Godric es que él preocupado por la selección futura de los alumnos, sacó su propio sombrero y lo hizo capaz de clasificar a los alumnos imparcialmente. Y he aquí que nació el Sombrero Selector. ¡Mágico eso!

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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pt.wikipedia.org/wiki/Godric_Gryffindor

pottermore.com/explore-the-story/godric-gryffindor

pm1.narvii.com/6388/2f2f99af91f21ceae5f90bb42577cfebfbde0f78_hq.jpg

opdiario.com/2015/06/de-jk-rowling-espada-de-gryffindor.html

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pottermore.wikia.com/wiki/Gryffindor_Crest

numsabo.wordpress.com/2010/04/26/as-7-espadas-famosas-da-historia/

cdn1.bigcommerce.com/server600/cfe7c/products/3140/images/8108/Gryffindor-_HP__82582.1507263201.1280.1280.jpg?c=2

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historia-da-magia-rpg.weebly.com/12-godric-gryffindor.html

pt.wikipedia.org/wiki/Harry_James_Potter#/media/File:Harry_James_Potter1.jpg

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Clássicos II – A Ilha do Tesouro, por Robert L. Stevenson

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Clássicos II – A Ilha do Tesouro, por Robert L. Stevenson.

O PHANTASTICUS dá sequência ao projeto de valorização dos clássicos da literatura de fantasia/aventura.  Gostaria de reforçar a importância destes grandes livros, para muitas gerações.   O livro de hoje, foi um dos primeiros que li em minha infância e deu um “sabor todo especial” a minha imaginação. Vale ressaltar que para muitos pode ser uma leitura ultrapassada, mas se der uma chance e mergulhar nestas páginas tenho certeza absoluta que quem o fizer não se arrependerá.  E vamos deixar de blá, blá, blá e começar com nosso clássico de hoje.  E com vocês…..

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“Treasure Island” (A Ilha do Tesouro).  Obra escrita e publicada pelo escocês Robert Louis Stevenson em 1883.

Stevenson foi um influente novelista, poeta e escritor de roteiros de viagem britânico, nascido na Escócia. Escreveu muitos clássicos importantes (que iremos falar futuramente).  Considerado um dos mais importantes escritores britânicos do século XIX, está entre os autores mais traduzidos em todo o mundo. Foi, em vida, também um ferrenho ativista político, crítico social e humanista.

No livro, um garoto chamado Jim Hawkins cujos pais são proprietários e moradores de uma pequena pensão (mais conhecida como Hospedaria Almirante Benbow), numa cidade litorânea da Inglaterra, vive diversas aventuras após a chegada de um velho lobo do mar – Capitão Billy Bones, um ex-pirata, que vem a morrer na hospedaria – em circunstâncias muito misteriosas. Pouco depois que seu pai também morre e Hawkins descobre um mapa no baú do Capitão, que ficara com eles, e parte para uma aventura primeiro a bordo do navio Hispaniola e, depois, na Ilha do Esqueleto (ou Ilha do Tesouro) onde os “X” (sim, mais de um) marcam a fortuna escondida pelo lendário Capitão Flint – o mais sanguinário dos piratas que alguma vez cruzou os mares. O livro é uma narrativa cheia de ação e aventura, falando muito de “bucaneiros e ouro enterrado”. Sua influência é enorme na percepção popular de piratas, incluindo elementos como escunas, a Mancha Negra, ilhas tropicais e marinheiros de uma perna com papagaios em seus ombros.

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Uma curiosidade: Foi nesse livro que pela primeira vez apareceu um mapa do tesouro, onde a arca cheia de ouro enterrada estava marcada com um grande X, hoje tão comum nesse tipo de história.

Enquanto Hawkins é a versão perfeita do garoto aventureiro, conhecemos Long John Silver, o cozinheiro do navio, é a dinamicidade do pirata. Esperto, egoísta, capaz de trair a tudo e a todos, mas com um lado fraco por Hawkins, talvez por ver-se quando mais jovem no menino, ele é o grande personagem da obra. Dono de uma habilidade ímpar com a palavra, capaz de convencer todos de qualquer coisa que quiser, Silver, que fora imediato do Capitão Flint, é, de certa forma, visto com uma reverência temerosa por Hawkins que reconhece sua natureza traiçoeira, mas também suas qualidades que incluem um controle absoluto da muleta que usa no lugar de sua perna perdida anos atrás e sua lábia destruidora, além de um verniz inegável de coragem e uma certa – ainda que extremamente duvidosa – moralidade. Se Hawkins é o protagonista e com quem mais facilmente nos identificamos, é por Silver que torcemos secretamente.

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“Treasure Island” foi originalmente serializado na revista infantil “Young Folks” entre 1881 e 1882 sob o título “Treasure Island” (O Motim da Hispaniola), creditado ao pseudônimo de “Capitão George North”. Foi publicado pela primeira vez como um livro em 14 de novembro de 1883, pela Cassell & Co. (o livro foi publicado um dia após o aniversário do autor, que então fazia 33 anos).

Neste ano, o livro completará 135 anos de publicação. Fantástico!!

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O livro recebeu muitas adaptações para cinema, TV e teatro ao longo do tempo (foram cerca de 50).  Uma delas com Orson Wells interpretando Long John Silver, de 1972 teve uma grande aceitação.  Uma outra produção, de 1990, nos trouxe Charlton Heston as Long John Silver e o então jovem Christian Bale (com dezesseis anos quando do lançamento) como Jim Hawkins.  Demais!!!

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Ler e reler “A Ilha do Tesouro” é um prazer inenarrável. E passar as aventuras de Jim Hawkins, e os piratas com quem ele se envolve, para as novas gerações é obrigação de todos nós. Afinal, piratas com perna de pau e papagaio no ombro são absolutamente irresistíveis.  Não são?

“A ficção é para o homem adulto o que o brinquedo representa para a criança”. Esta frase, atribuída ao escocês Robert Louis Stevenson, representa não apenas o espírito da sua obra, mas, sobretudo, o poder da LitFan enquanto mundo alternativo, um mergulho num mundo paralelo onde o leitor se torna um outro, viajando até mundos distantes e fazendo, da impossibilidade, o seu dia a dia.

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Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Clásicos II – La Isla del Tesoro, por Robert L. Stevenson.

El PHANTASTICUS da seguimiento al proyecto de valorización de los clásicos de la literatura de fantasía / aventura. Me gustaría reforzar la importancia de estos grandes libros para muchas generaciones. El libro de hoy, fue uno de los primeros que leí en mi infancia y dio un “sabor todo especial” a mi imaginación. Es importante resaltar que para muchos puede ser una lectura superada, pero si da una oportunidad y sumergirse en estas páginas tengo certeza absoluta que quien lo haga no se arrepentirá. Y vamos a dejar de bla, bla, bla y empezar con nuestro clásico de hoy. Y con ustedes …..

“Treasure Island” (La Isla del Tesoro). Obra escrita y publicada por el escocés Robert Louis Stevenson en 1883.

Stevenson fue un influyente novelista, poeta y escritor de guiones de viaje británico, nacido en Escocia. Escribió muchos clásicos importantes (que vamos a hablar en el futuro). Considerado uno de los más importantes escritores británicos del siglo XIX, está entre los autores más traducidos en todo el mundo. Fue, en vida, también un férreo activista político, crítico social y humanista.

En el libro, un chico llamado Jim Hawkins cuyos padres son propietarios y moradores de una pequeña pensión (más conocida como Hostal Almirante Benbow), en una ciudad costera de Inglaterra, vive diversas aventuras después de la llegada de un viejo lobo del mar – Capitán Billy Bones, un ex pirata, que viene a morir en el albergue – en circunstancias muy misteriosas. Poco después que su padre también muere y Hawkins descubre un mapa en el baúl del Capitán, que se quedó con ellos, y parte para una aventura primero a bordo del barco Hispaniola y luego en la Isla del Esqueleto (o la Isla del Tesoro) donde los ” “X” (sí, más de uno) marcan la fortuna escondida por el legendario Capitán Flint – el más sanguinario de los piratas que alguna vez cruzó los mares. El libro es una narrativa llena de acción y aventura, hablando mucho de “bucaneros y oro enterrado”. Su influencia es enorme en la percepción popular de piratas, incluyendo elementos como escunas, la Mancha Negra, islas tropicales y marineros de una pierna con loros en sus hombros.

Una curiosidad: Fue en ese libro que por primera vez apareció un mapa del tesoro, donde el arca llena de oro enterrada estaba marcada con un gran X, hoy tan común en ese tipo de historia.

Mientras que Hawkins es la versión perfecta del chico aventurero, conocemos a Long John Silver, el cocinero de la nave, es la dinámica del pirata. Espero, egoísta, capaz de traicionar a todo ya todos, pero con un lado débil por Hawkins, tal vez por verse cuando más joven en el niño, él es el gran personaje de la obra. Dono de una habilidad impar con la palabra, capaz de convencer a todos de cualquier cosa que quiera, Silver, que fuera inmediato del Capitán Flint, es, en cierto modo, visto con una reverencia temerosa por Hawkins que reconoce su naturaleza traicionera, pero también sus las cualidades que incluyen un control absoluto de la muleta que usa en lugar de su pierna perdida años atrás y su labios destructor, además de un barniz innegable de coraje y una cierta -aunque extremadamente dudosa- moralidad. Si Hawkins es el protagonista y con quien más fácilmente nos identificamos, es por Silver que torcemos secretamente.

“Treasure Island” fue originalmente serializado en la revista infantil “Young Folks” entre 1881 y 1882 bajo el título “Treasure Island”, acreditado al pseudónimo de “Capitán George North”. Fue publicado por primera vez como un libro el 14 de noviembre de 1883, por Cassell & Co. (el libro fue publicado un día después del aniversario del autor, que entonces hacía 33 años).

Este año, el libro completará 135 años de publicación. Fantástico!!

El libro recibió muchas adaptaciones para el cine, la televisión y el teatro a lo largo del tiempo (fueron alrededor de 50). Una de ellas con Orson Wells interpretando a Long John Silver, de 1972 tuvo una gran aceptación. Otra producción, de 1990, nos traía Charlton Heston a las Long John Silver y el entonces joven Christian Bale (con dieciséis años en el lanzamiento) como Jim Hawkins. ¡¡¡Increíble!!!

Leer y releer “La Isla del Tesoro” es un placer inenarrable. Y pasar las aventuras de Jim Hawkins, y los piratas con quienes se involucra, para las nuevas generaciones es obligación de todos nosotros. Después de todo, los piratas con pierna de palo y loro en el hombro son absolutamente irresistible. ¿No son?

“La ficción es para el hombre adulto lo que representa el juguete para el niño”. Esta frase, atribuida al escocés Robert Louis Stevenson, representa no sólo el espíritu de su obra, sino, sobre todo, el poder de la LitFan como mundo alternativo, un buceo en un mundo paralelo donde el lector se convierte en otro, viajando hasta mundos distantes y haciendo de la imposibilidad, su día a día.

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Jota Cortizo

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pt.wikipedia.org/wiki/A_Ilha_do_Tesouro

planocritico.com/critica-a-ilha-do-tesouro-de-robert-louis-stevenson/

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deusmelivro.com/mil-folhas/a-ilha-do-tesouro-robert-louis-stevenson-5-4-2016/

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Clássicos I – As Viagens Fantásticas de Gulliver, por Jonathan Swift

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Versão em português: Clássicos I – As Viagens Fantásticas de Gulliver, por Jonathan Swift.

O PHANTASTICUS começa um projeto para valorizar os clássicos da literatura de fantasia.  Dar a devida importância aos grandes livros, que preencheram a infância, a juventude e a idade adulta de boa parte das pessoas – que puderam ter esta oportunidade, pois vamos ser realistas.   Eu cresci com a leitura, brilhante, destas linhas, que me inebriavam e que enriqueceram minha imaginação e minha criatividade.  Bem, seguindo esta linha, vamos ao primeiro clássico.  Um livro que já sofreu várias adaptações para cinema, tv, e o que mais você quiser imaginar, e que nos encanta até hoje.  Com vocês…..

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Gulliver’s Travels – As Viagens de Gulliver.  A obra foi escrita por Jonathan Swift e publicada em 1726 – faltam 8 aninhos para a obra completar 3 séculos de publicação.  Isto mesmo! 300 anos.

Swift, escritor anglo-irlandês, panfletário político, poeta e clérigo, nos apresenta o conflito entre duas ilhas – Blefuscu e Liliput provavelmente inspiradas no conflito entre França e Inglaterra, respectivamente, no começo do século XVIII. E no meio deste conflito temos: Gulliver. O médico Lemuel Gulli, é o único sobrevivente de um naufrágio.  Ele consegue alcançar uma praia desconhecida. Exausto, desaba e adormece. Ao acordar, se vê amarrado até os cabelos ao chão.  Aí, começa a história.  Gulliver é aprisionado por uma raça de pessoas minúsculas, com menos de 15 centímetros de altura, que são os habitantes daquela ilha, de nome Lilliput. Depois de promessas de bom comportamento, ele passa residir em Lilliput e vira um favorito da corte local, e o rei lhe dá permissão para andar pela cidade desde que ele não machuque seus súditos.  Mas, como veremos no romance, o povo de Liliput age de forma traiçoeira contra Gulliver, e depois …

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Inicialmente, os Lilliputeanos são hospitaleiros com Gulliver, mas eles também têm receio da ameaça que seu tamanho representa a eles. Os Lilliputeanos logo se mostram um povo que gosta de exibições de autoridade e poder, e propenso a dar grande ênfase a questões triviais. Por exemplo, qual lado de um ovo que uma pessoa deve quebrar vira a base de uma divisão política profunda dentro da nação. Gulliver ajuda os a subjugar seus vizinhos da ilha de Blefuscu ao roubar seus navios. Porém, ele se recusa a reduzir Blefuscu a uma província de Lilliput, desagradando o rei e sua corte.

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Gulliver é acusado de traição, por, dentre outros crimes, urinar na capital quando ele estava apagando um incêndio e salvando várias vidas, é declarado culpado e é sentenciado a ser cegado. Com a ajuda de um amigo na corte, ele foge para Blefuscu. Lá, ele encontra um barco abandonado, e é avistado por um navio que o leva de volta para casa.  Termina a primeira das viagens do médico.  Mas muitas aventuras ainda o aguardavam – ao todo, o livro se divide em quatro viagens.

O escritor, nos mostra – nesta primeira viagem – as diferenças entre a população das duas ilhas – o povo de Blefuscu se mostra honesto e correto, enquanto os Lillipputeanos são mesquinhos, arrogantes e não cumpridores de suas promessas.  Swift compara com a França e a Inglaterra – dando algumas das características inglesas aos cidadãos de Lilliput, mostrando a má vontade de Swift em relação a seus conterrâneos britânicos.

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Vale lembrar que Swift escreveu este livro ao longo das duas primeiras décadas do século XVIII – onde a Inglaterra ainda vivia um processo de expansão marítima e de novas descobertas. Destacava-se, no período, o exotismo, as diferenças entre os britânicos e os nativos dessas “novas” terras.  Isto tudo, reforça a visão fantástica sobre política, sociedade e tudo mais deste brilhante autor.  E… Bem, vamos encerrar.  Mas que tal aproveitar e buscar este grande clássico e rememorar o quanto ele nos traz de fantasia, ficção, sátira e tantas coisas mais.

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Para finalizar, o livro de J. Swift foi e é um sucesso, recebendo várias adaptações para filmes, televisão e rádio.  Vejam algumas:  Le Voyage de Gulliver à Lilliput et chez les géants: Um curta mudo francês, diritigo por Georges Méliès; As Viagens de Gulliver (filme de 1939): produzido pela Fleischer Studios e Paramount Pictures; The Three Worlds of Gulliver (1960); The Adventures of Gulliver (1968): Série animada dirigida por William Hanna e Joseph Barbera; Gulliver’s Travels (1977); Gulliver’s Travels (1979): Desenho animado feito na Austrália; Gulliver in Lilliput (1982): Minissérie de televisão estrelada por Frank Finlay e Elisabeth Sladen; Gulliver’s Travels (1992): Série de televisão animada; Gulliver’s Travels (1996): Minissérie de televisão estrelada por Ted Danson e Mary Steenburgen; “Gulliver’s Travels” (1999): Drama de rádio das aventuras de Gulliver em Lilliput, produzida pela série Radio Tales para a National Public Radio; Albhutha Dweepu (2005): Um filme malasiano baseado nas viagens de Gulliver, estrelando Prithviraj and Mallika Kapoor; Gulliver’s Travels (2010) Versão planejada para as aventuras de Gulliver em Lilliput, estrelando Jack Black, Billy Connolly, James Corden, Amanda Peet, Chris O’Dowd.

O autor, nasceu em 30 de novembro de 1667 e veio a falecer em 19 de outubro de 1745 com 77 anos.  Terminamos o post com uma de suas frases:

“Um homem nunca deveria ter vergonha de confessar que errou, pois na verdade é como dizer, por outras palavras, que hoje ele é mais sábio do que foi ontem.”

Que tal? Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Clásicos I – Los Viajes Fantásticos de Gulliver, por Jonathan Swift.

El PHANTASTICUS comienza un proyecto para valorar los clásicos de la literatura de fantasía. Dar la debida importancia a los grandes libros, que llenaron la infancia, la juventud y la edad adulta de buena parte de las personas – que pudieron tener esta oportunidad, pues vamos a ser realistas. Yo crecí con la lectura, brillante, de estas líneas, que me embriagaban y que enriquecieron mi imaginación y mi creatividad. Bueno, siguiendo esta línea, vamos al primer clásico. Un libro que ya ha sufrido varias adaptaciones para cine, televisión, y lo que más usted quiere imaginar, y que nos encanta hasta hoy. Con ustedes…..

Gulliver’s Travels – Los Viajes de Gulliver. La obra fue escrita por Jonathan Swift y publicada en 1726 – faltan 8 anillos para la obra completar 3 siglos de publicación. ¡Eso mismo! 300 años.

  1. Swift, escritor anglo-irlandés, panfleto político, poeta y clérigo, nos presenta el conflicto entre dos islas – Blefuscu y Liliput probablemente inspiradas en el conflicto entre Francia e Inglaterra, respectivamente, a comienzos del siglo XVIII. Y en medio de este conflicto tenemos: Gulliver. El médico Lemuel Gulli, es el único sobreviviente de un naufragio. Él consigue alcanzar una playa desconocida. Exausto, deshace y adormece. Al despertar, se ve atado hasta los cabellos al suelo. Entonces comienza la historia. Gulliver es atrapado por una raza de personas minúsculas, con menos de 15 centímetros de altura, que son los habitantes de aquella isla, de nombre Lilliput. Después de promesas de buen comportamiento, pasa a residir en Lilliput y se convierte en un favorito de la corte local, y el rey le da permiso para caminar por la ciudad desde que no lastimar a sus súbditos. Pero, como veremos en la novela, el pueblo de Liliput actúa de forma traicionera contra Gulliver, y después …

Inicialmente, los Lilliputeanos son hospitalarios con Gulliver, pero también temen la amenaza que su tamaño representa a ellos. Los Lilliputeanos pronto se muestran un pueblo que gusta de exhibiciones de autoridad y poder, y propenso a dar gran énfasis a cuestiones triviales. Por ejemplo, qué lado de un huevo que una persona debe romper se convierte en la base de una división política profunda dentro de la nación. Gulliver les ayuda a subyugar a sus vecinos de la isla de Blefuscu al robar sus barcos. Sin embargo, se niega a reducir Blefuscu a una provincia de Lilliput, desagradando al rey y su corte.

Gulliver es acusado de traición, por, entre otros crímenes, orinar en la capital cuando él estaba apagando un incendio y salvando varias vidas, es declarado culpable y es sentenciado a ser cegado. Con la ayuda de un amigo en la corte, él huye a Blefuscu. Allí, encuentra un barco abandonado, y es avistado por un barco que lo lleva de vuelta a casa. Termina la primera de los viajes del médico. Pero muchas aventuras aún le aguardaban – en su totalidad, el libro se divide en cuatro viajes.

El escritor, nos muestra – en este primer viaje – las diferencias entre la población de las dos islas – el pueblo de Blefuscu se muestra honesto y correcto, mientras que los Lillipputeanos son mezquinos, arrogantes y no cumplidores de sus promesas. Swift se compara con Francia e Inglaterra, dando algunas de las características inglesas a los ciudadanos de Lilliput, mostrando la mala voluntad de Swift en relación a sus compatriotas británicos.

Vale recordar que Swift escribió este libro a lo largo de las dos primeras décadas del siglo XVIII, donde Inglaterra aún vivía un proceso de expansión marítima y de nuevos descubrimientos. Se destacaba, en el período, el exotismo, las diferencias entre los británicos y los nativos de esas “nuevas” tierras. Esto todo, refuerza la visión fantástica sobre política, sociedad y todo lo demás de este brillante autor. Y … Bueno, vamos a cerrar. Pero qué tal aprovechar y buscar este gran clásico y rememorar cuánto nos trae de fantasía, ficción, sátira y tantas cosas más.

Para finalizar, el libro de J. Swift fue y es un éxito, recibiendo varias adaptaciones para películas, televisión y radio. Vean algunas: Le Voyage de Gulliver a Lilliput et chez les géants: Un corto mudo francés, diritigo por Georges Méliès; Los viajes de Gulliver (película de 1939): producido por Fleischer Studios y Paramount Pictures; Los tres mundiales de Gulliver (1960); Las aventuras de Gulliver (1968): Serie animada dirigida por William Hanna y Joseph Barbera; Gulliver’s Travels (1977); Gulliver’s Travels (1979): Dibujo animado hecho en Australia; Gulliver in Lilliput (1982): Miniserie de televisión estrellada por Frank Finlay y Elisabeth Sladen; Gulliver’s Travels (1992): Serie de televisión animada; Gulliver’s Travels (1996): Miniserie de televisión protagonizada por Ted Danson y Mary Steenburgen; “Gulliver’s Travels” (1999): Drama de radio de las aventuras de Gulliver en Lilliput, producida por la serie Radio Tales para la National Public Radio; Albhutha Dweepu (2005): Una película maleta basada en los viajes de Gulliver, protagonizada por Prithviraj and Mallika Kapoor; Gulliver’s Travels (2010) Versión planeada para las aventuras de Gulliver en Lilliput, protagonizada por Jack Black, Billy Connolly, James Corden, Amanda Peet, Chris O’Dowd.

El autor, nació el 30 de noviembre de 1667 y falleció el 19 de octubre de 1745 con 77 años. Terminamos el post con una de sus frases:

“Un hombre nunca debería tener vergüenza de confesar que se equivocó, pues en realidad es como decir, en otras palabras, que hoy es más sabio de lo que fue ayer.

¿Que tal? ¿Te gustó el post? Aprovechar el blog y leer la cantidad de mensajes que desea. Y deje su comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deje una sugerencia. Te encuentro en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

pt.wikipedia.org/wiki/As_Viagens_de_Gulliver

sc02.alicdn.com/kf/HTB10Sv6KVXXXXXsaXXXq6xXFXXXP/Gulliver-s-Travels.jpg

3.bp.blogspot.com/_YFbXKOW1NoQ/TRpCGCjyVzI/AAAAAAAAD_A/wut0BJILDZ0/s1600/gullivers%2Btravels.jpg

static.tvtropes.org/pmwiki/pub/images/001_gullivers_travels_2725.jpg

wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/43/Gullivers_travels.jpg/250px-Gullivers_travels.jpg

img.thedailybeast.com/image/upload/c_crop,d_placeholder_euli9k,h_1439,w_2560,x_0,y_0/dpr_2.0/c_limit,w_740/fl_lossy,q_auto/v1492182124/articles/2015/04/23/gulliver-s-prototype-apple-watch/1504223-martyris-apple-watch-tease_hygupy

kino.dk/sites/default/files/styles/k_poster_big/public/media/film/g/gu/gullivers-travels/gulliverstravelsnyplakat_1.jpg?itok=s2waj2A7

kdfrases.com/autor/jonathan-swift

aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/as-viagens-de-gulliver.phtml

aventurasnahistoria.uol.com.br/orinoco/media/images/large/2017/03/17/gulliver-ilustracao.jpg

cinemalivre.net/imagens/capas/as_viagens_de_guliver_1939_to.jpg

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Liberdade! ¡La libertad!

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: Liberdade!

13 de maio de 1888.  Nesta data, chegava ao fim, um dos momentos mais nefastos da história do Brasil.  Nesta data, a “Lei Áurea” é sancionada por Dona Isabel, princesa imperial do Brasil, e pôs ao fim a escravidão no Brasil.  Muita coisa foi feita nestes 130 anos, mas muito ainda tem de ser realizado, para estancar de vez toda a injustiça.  Ainda assim, a lei sancionada foi um grande passo.

A escravidão não foi uma exclusividade de nosso país.  Vem praticamente desde que o homem é homem.  É o momento que o forte, rico e poderoso massacra o fraco, pobre e desprotegido.  O planeta, em todos os seus principais momentos sempre se utilizou deste meio.  Grandes economias foram movidas por escravos.  Desde os faraós do Egito antigo, passando pelo grandioso Império Romano até o poderoso Império Britânico.  Sempre com a finalidade de impor a força ou obter lucros. O poder sobre os destinos de muitos em prol dos bolsos de poucos.

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A data tem de servir para pensar.  Pensar em tudo.  Até em nossas atitudes.  Mas, vamos seguir.  E hoje, o PHANTASTICUS vai explorar um pouco este tema nas páginas de ficção.  E nada melhor que reviver a “libertação da Baía dos Escravos”.  Um momento épico da obra de George RR Martin em sua poderosa série “A Song of Ice and Fire” (Crônicas de Gelo e Fogo) – mais conhecida como “Game of Thrones”, título do primeiro livro e, também, da série da HBO que projetou a obra mundialmente.

ATENÇÃO COM POSSÍVEIS SPOILERS

A “libertação da Baía dos Escravos” é uma campanha militar liderada por Daenerys Targaryen, com o objetivo de libertar a população escravizada de seus mestres nas três cidades, ao longo da costa da baía, que cresceram com proeminência: Astapor, Yunkai e Meereen.  A Baía dos Escravos é uma região geográfica e cultural de Essos. Construída das cinzas do Império Ghiscari, a baía tornou-se o maior centro de compra e venda de escravos do mundo conhecido. Geograficamente, flui para o Golfo da Mágoa.

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Astapor, Yunkai e Meereen se favoreciam da baía e de escravos.  Muitos escravos.  A campanha começou em Astapor (onde Daenerys obteve seu exército de Imaculados) e seguiu seu rumo até a fim da escravidão nestas cidades.  A Targaryen enfrentou com seus exércitos os       “Bons Mestres de Astapor”, Yunkai, os “Filhos da Harpia” e os “Grandes Mestres de Meereen”.  Na série televisiva, já temos a conclusão deste evento enquanto nos livros os embates ainda seguem.

Vou deixando vocês por hoje, com a seguinte reflexão: A escravidão ainda existe, seja pela falta de oportunidades, pela falta de cultura, pela falta de tantas coisas mais.  Assim, é nosso dever combater esta situação – seja com pequenas atitudes.  Pense e reflita.  O que podemos fazer para mudar este quadro.

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post. Valar Morghulis.  Valar Dohaeris.

Vallar

Cortizo

Jota Cortizo

Versión española: ¡La libertad!

13 de mayo de 1888. En esta fecha, llegaba al fin, uno de los momentos más nefastos de la historia de Brasil. En esta fecha, la “Ley Áurea” es sancionada por Doña Isabel, princesa imperial de Brasil, y puso fin a la esclavitud en Brasil. Mucho se ha hecho en estos 130 años, pero aún queda mucho por hacer, para detener de una vez toda la injusticia. Sin embargo, la ley sancionada fue un gran paso.

La esclavitud no fue una exclusividad de nuestro país. Viene prácticamente desde que el hombre es hombre. Es el momento que el fuerte, rico y poderoso masacra al débil, pobre y desprotegido. El planeta, en todos sus principales momentos siempre se utilizó de este medio. Las grandes economías fueron movidas por esclavos. Desde los faraones de Egipto antiguo, pasando por el grandioso Imperio Romano hasta el poderoso Imperio Británico. Siempre con el fin de imponer la fuerza o obtener ganancias. El poder sobre los destinos de muchos en favor de los bolsillos de pocos.

La fecha tiene que servir para pensar. Pensar en todo. Hasta en nuestras actitudes. Pero, vamos a seguir. Y hoy, el PHANTASTICUS va a explorar un poco este tema en las páginas de ficción. Y nada mejor que revivir la “liberación de la Bahía de los Esclavos”. Un momento épico de la obra de George RR Martin en su poderosa serie “La canción del hielo y el fuego” – más conocida como “Game of Thrones”, título del primer libro y también de la serie de HBO que proyectó la obra mundialmente.

ATENCIÓN CON POSIBLES SPOILERS

La “liberación de la Bahía de los Esclavos” es una campaña militar liderada por Daenerys Targaryen, con el objetivo de liberar a la población esclavizada de sus maestros en las tres ciudades, a lo largo de la costa de la bahía, que crecieron con prominencia: Astapor, Yunkai y Meereen. La Bahía de los Esclavos es una región geográfica y cultural de Essos. Construida de las cenizas del Imperio Ghiscari, la bahía se convirtió en el centro de compra y venta de esclavos del mundo conocido. Geográficamente, fluye hacia el Golfo de la Milla.

Astapor, Yunkai y Meereen se favorecían de la bahía y de los esclavos. Muchos esclavos. La campaña comenzó en Astapor (donde Daenerys obtuvo su ejército de Inmaculados) y siguió su rumbo hasta la esclavitud en estas ciudades. La Targaryen enfrentó con sus ejércitos los “buenos maestros de Astapor”, Yunkai, los “Hijos de la Harpia” y los “Grandes Maestros de Meereen”. En la serie televisiva, ya tenemos la conclusión de este evento mientras que en los libros los embates siguen.

Yo los dejaré por hoy, con la siguiente reflexión: La esclavitud aún existe, sea por la falta de oportunidades, por la falta de cultura, por la falta de tantas cosas más. Así, es nuestro deber combatir esta situación – sea con pequeñas actitudes. Piense y reflexione. ¿Qué podemos hacer para cambiar este cuadro?

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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pt-br.gameofthrones.wikia.com/wiki/Libertação_da_Baía_dos_Escravos

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tamazedesigns.files.wordpress.com/2015/11/stargarean.jpg?w=300&h=300

pt-br.gameofthrones.wikia.com/wiki/Baía_dos_Escravos

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Star Wars day – Dia de Star Wars

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A paternidade da ficção científica.

Olá a todos.  Antes de tudo, gostaria de ressaltar que em minha opinião assim como “dia das mães” e “dia dos pais” tem de ser todos os dias assim deve ser com o “Star Wars day” (dia de Star Wars).  Seja vendo um dos filmes e animações ou lendo um dos livros, todos os dias devem ser de Star Wars.  Mas, com algumas horas de atraso (hoje durante a construção do post), venho cá render minha homenagem a este fenômeno chamado “STAR WARS”.

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O 4 de maio é considerado um feriado pelos fãs da franquia “Star Wars” para celebrar a cultura de Star Wars e honrar os filmes. O dia é chamado de “Star Wars day” (dia de Star Wars) por causa da popularidade de um trocadilho com o modo de chamar esse dia em inglês.  Como a frase “May the Force be with you” (em português, “Que a Força esteja com Você”) é uma citação famosa e falada (ou escrita) muitas e muitas vezes nos filmes (e livros) de Star Wars, os fãs comumente dizem “May the fourth be with you” (em português, “Quatro de maio esteja com você”) neste dia. Com isso, pode-se notar que o trocadilho apenas funciona em inglês, ficando sem sentido em português.

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O PHANTASTICUS já fez vários posts sobre a franquia que mostram o quão importante ela se tornou para o mundo da ficção – seja ele em uma película ou em celulose.  Seguem os links de 3 deles para que – caso desejem – relembrem.

/jotacortizo.wordpress.com/2015/11/21/a-fantastica-saga-star-wars-na-literatura-la-saga-fantastica-de-star-wars-en-la-literatura/

/jotacortizo.wordpress.com/2015/12/20/a-literatura-de-star-wars-la-literatura-de-star-wars/

/jotacortizo.wordpress.com/2016/02/21/a-forca-das-mulheres-de-star-wars-la-fuerza-de-las-mujeres-de-star-wars/

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Para ajudar algumas pessoas que não estão “tão afeitas” ao mundo Star Wars e sua cultura, começamos com a ordem cronológica dos filmes – para um melhor entendimento.

Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma — prequela – que foi para as telonas em 1999;

Star Wars Episódio II: Ataque dos Clones — prequela – estreou nos cinemas em 2002;

Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith — prequela – fechou a segunda trilogia em 2005;

Hans Solo – antologia – ainda sem data para ir aos cinemas (previsto para este ano de 2018);

Rogue One: Uma História Star Wars — antologia – estreou nos cinemas em 2016;

Star Wars ou Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança — trilogia original – estreia da primeira trilogia nos cinemas em 1977;

Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca — trilogia original – foi para os cinemas em 1980.

Star Wars Episódio VI: O Retorno de Jedi — trilogia original – fechou a primeira trilogia em 1983

Star Wars Episódio VII: O Despertar da Força — sequela – abriu a terceira trilogia em 2015;

Star Wars Episódio VIII: O Último Jedi — sequela – foi para as telonas em 2017;

Star Wars Episódio IX – sequela – prevista para chegar aos cinemas em 2019;

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A franquia criada por George Lucas foi arremetida a um sucesso – quase – inimaginável.  Alavancados pelo perverso Darth Vader e por seu … upps, quase um spoiler … inimigo Luke Skywalker, a “space opera” conquistou muitos corações.  E quando digo muitos, entendam – SÃO MUITOS!

Na literatura, são mais de uma centena de livros. Infantis, juvenis e para toda geração nerd (e me incluo nesta geração) que acompanha a mais de 40 anos as aventuras neste mundo incrível.

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Só de livros ditos canônicos temos 13 livros.  Veja os títulos:

  • Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma por Terry Brooks;
  • Star Wars Episódio II: O Ataque dos Clones por R. A. Salvatore;
  • Star Wars: Dark Disciple (2015), por Christie Golden;
  • Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith por Matthew Stover;
  • Star Wars: Lordes dos Sith | Lords of the Sith (20 de Junho de 2016), por Paul S. Kemp;
  • Star Wars: Tarkin (November 2014), por James Luceno;
  • Star Wars: Um Novo Amanhecer | Star Wars: A New Dawn (September 2014), por John Jackson Miller;
  • Star Wars Episode IV: A New Hope (1976), por Alan Dean Foster & George Lucas;
  • Star Wars: Heir to the Jedi (2015), por Kevin Hearne;
  • Star Wars: Battlefront: Twilight Company (2015), por Alexander Freed;
  • Star Wars Episode V: The Empire Strikes Back (1980), por Donald F. Glut;
  • Star Wars Episode VI: Return of the Jedi (1983), por James Kahn;
  • Star Wars: Marcas da Guerra | Star Wars: Aftermath (2015), por Chuck Wendig.

Bem, que tal um livro, uma revista, um filme “Star Wars”? E como “aperitivo” deixo um vídeo dos “Boogie Storm”.  Vale a pena ver o vídeo e acompanhar esta turma.

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Día de Star Wars.

Hola a todos. En primer lugar, quisiera resaltar que en mi opinión, así como “día de las madres” y “día de los padres” tiene que ser todos los días así debe ser con el “Star Wars day” (día de Star Wars). Si ve una de las películas y animaciones o leyendo uno de los libros, todos los días deben ser de Star Wars. Pero, con algunas horas de retraso (hoy durante la construcción del post), vengo aquí a rendir mi homenaje a este fenómeno llamado “STAR WARS”.

El 4 de mayo es considerado un feriado por los fans de la franquicia “Star Wars” para celebrar la cultura de Star Wars y honrar las películas. El día se llama “Star Wars day” (día de Star Wars) debido a la popularidad de un juego de palabras con el modo de llamar ese día en inglés. Como la frase “”May the Force be with you” ” (en español, “Que la fuerza te acompañe”) es una famosa cita y hablado (o escrito) muchas, muchas veces en las películas (y libros) fans de Star Wars comúnmente dicen ” May the fourth be with you ” (en español, “Cuatro esté con vosotros”) en este día. Con esto, se puede señalar que el juego de palabras sólo funciona en inglés, no consiguiendo sentido en español.

PHANTASTICUS ya ha hecho varios mensajes sobre la franquicia que muestran lo importante que se ha convertido en el mundo de la ficción, ya sea en una película o en celulosa. A continuación, los enlaces de 3 de ellos para que – si lo desean – recuerde.

/jotacortizo.wordpress.com/2015/11/21/a-fantastica-saga-star-wars-na-literatura-la-saga-fantastica-de-star-wars-en-la-literatura/

/jotacortizo.wordpress.com/2015/12/20/a-literatura-de-star-wars-la-literatura-de-star-wars/

/jotacortizo.wordpress.com/2016/02/21/a-forca-das-mulheres-de-star-wars-la-fuerza-de-las-mujeres-de-star-wars/

Para ayudar a algunas personas que no están “tan afectadas” al mundo de las Star Wars y su cultura, comenzamos con el orden cronológico de las películas – para un mejor entendimiento.

Star Wars Episodio I: La Amenaza Fantasma – prequela – que fue para las pantallas en 1999;

Star Wars Episodio II: Ataque de los Clones – prequela – estrenó en los cines en 2002;

Star Wars Episodio III: La venganza de los Sith – prequela – cerró la segunda trilogía en 2005;

Hans Solo – antología – aún sin fecha para ir a los cines (previsto para este año de 2018);

Rogue One: Una historia Star Wars – antología – estrenó en los cines en 2016;

Star Wars o Star Wars Episodio IV: Una Nueva Esperanza – trilogía original – estreno de la primera trilogía en los cines en 1977;

Star Wars Episodio V: El Imperio Contraataca – Trilogía original – fue para los cines en 1980.

Star Wars Episodio VI: El retorno de Jedi – trilogía original – cerró la primera trilogía en 1983

Star Wars Episodio VII: El Despertar de la Fuerza – secuela – abrió la tercera trilogía en 2015;

Star Wars Episodio VIII: El último Jedi – secuela – fue para las pantallas en 2017;

Star Wars Episodio IX – secuela – prevista para llegar a los cines en 2019;

La franquicia creada por George Lucas fue arremetida a un éxito – casi – inimaginable. Y en el caso de que se trate de una de las más importantes, Y cuando digo muchos, entiendan – ¡SON MUCHOS!

En la literatura, son más de un centenar de libros. Infantiles, juveniles y para toda la generación nerd (y me incluyo en esta generación) que acompaña a más de 40 años las aventuras en este mundo increíble.

Sólo de libros dichos canónicos tenemos 13 libros. Ver los títulos:

  • Star Wars Episodio I: La Amenaza Fantasma por Terry Brooks;
  • Star Wars Episodio II: El Ataque de los Clones por R. A. Salvatore;
  • Star Wars: Dark Disciple (2015), por Christie Golden;
  • Star Wars Episodio III: La venganza de los Sith por Matthew Stover;
  • Star Wars: Lores de los Sith | Lords of the Sith (20 de junio de 2016), por Paul S. Kemp;
  • Star Wars: Tarkin (November 2014), por James Luceno;
  • Star Wars: Un Nuevo Amanecer | Star Wars: A New Dawn (September 2014), por John Jackson Miller;
  • Star Wars Episodio IV: A New Hope (1976), por Alan Dean Foster & George Lucas;
  • Star Wars: Heir to the Jedi (2015), por Kevin Hearne;
  • Star Wars: Battlefront: Twilight Company (2015), por Alexander Freed;
  • Star Wars Episodio V: The Empire Strikes Back (1980), por Donald F. Glut;
  • Star Wars Episodio VI: Return of the Jedi (1983), por James Kahn;
  • Star Wars: Marcas de la Guerra | Star Wars: Aftermath (2015), por Chuck Wendig.

Bueno, ¿qué tal un libro, una revista, una película “Star Wars”? Y como “aperitivo” dejo un vídeo de los “Boogie Storm”. Es importante ver el vídeo y acompañar a esta clase.

https://www.youtube.com/watch?v=Ax7tmaYObIQ

¿Te gustó el post? Aprovecha el blog y lee la cantidad de mensajes que desea. Y deja tu comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, dejar una sugerencia. Nos veremos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – pinterest.pt/pin/317574211210331427/

pt.wikipedia.org/wiki/Dia_de_Star_Wars

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santacarona.com/wp-content/uploads/2017/05/star-wars.jpg

3.bp.blogspot.com/-n6vW7uPyyOA/Vn6iwkfVoGI/AAAAAAAAA6Y/OKFlfC2Mplo/s1600/star-wars-seven-movie-marathon-155731-570×330.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_livros_de_Star_Wars

youtube.com/watch?v=Ax7tmaYObIQ

meliuz.com.br/blog/star-wars-ordem-dos-filmes/

media.giphy.com/media/l0K4k1O7RJSghST3a/giphy.gif

media.giphy.com/media/gDBb286qDqqfm/giphy.gif

s3.amazonaws.com/rapgenius/The-force-will-be-with-you-always-gif.gif

http2.mlstatic.com/kit-livros-star-wars-6-livros–D_NQ_NP_109111-MLB20490604055_112015-F.jpg

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