Doppelgänger – Sim ou Não?

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Versão em português: Doppelgänger – Sim ou Não?

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Segundo as lendas germânicas de onde provém, é um monstro ou ser fantástico que tem o dom de representar uma cópia idêntica de uma pessoa que ele escolhe ou que passa a acompanhar, o que hipoteticamente pode significar que cada pessoa tem o seu próprio.  O nome Doppelgänger se originou da fusão das palavras alemãs doppel (significa “duplo”, “réplica” ou “duplicata”) e gänger (“andante”, “ambulante” ou “aquele que vaga”).  Usualmente, é considerado um “fantasma” de uma pessoa viva.

Banshee

Banshee

Algumas capacidades do Doppelgänger se assemelham com a Banshee (é um ente fantástico da mitologia celta (Irlanda) que é conhecida como Bean Nighe na mitologia), pois eles representam também em algumas crenças o sinal de doenças ou morte próxima, reza a lenda que a alma de uma pessoa esta sendo expulsa do corpo, e se projetando de uma forma maléfica, assim levando uma pessoa para o plano astral.

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O termo, ou evento, também é utilizado na Literatura Fantástica.  Seu representante mais famoso é “The Picture of Dorian Gray” (Retrato de Dorian Gray), do irlandês Oscar Wilde (um dos dramaturgos mais populares de Londres, em 1890. Hoje ele é lembrado por suas epigramas e peças – nascido em 1854 e nos deixando em 1900). Nesse romance, Dorian Gray, um rapaz da alta sociedade londrina, posa para um amigo pintor. Ao ver a obra pronta, Dorian manifesta o desejo de permanecer eternamente jovem, como no retrato. Dito e feito. Dorian vende sua alma para conservar seus traços da juventude –mas é o retrato que envelhece.  Em dado momento, Dorian se vê enfurecido e apunhala o quadro.  Os servos da casa acordam ao ouvir um grito do quarto fechado; na rua, os transeuntes também ouvem o grito e chamam a polícia. Ao entrarem na sala trancada, os servos encontram um velho desconhecido, esfaqueado no coração, seu rosto e figura estão secas e decrépitas. Os servos identificam o cadáver desfigurado pelos anéis nos dedos que pertencem ao seu mestre; ao lado deles está o retrato de Dorian Gray, que regressou à sua beleza original.

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Uma das adaptações para o cinema tem a direção de Oliver Parker e foi lançado em 2009 – neste filme, Gray é representado pelo inglês Ben Barnes. Uma utilização interessante do personagem, aconteceu no filme “The League of Extraordinary Gentlemen” (Liga Extraordinária) onde Dorin Gray se junta a heróis (e vilões) da literatura fantástica – Alan Quatermain, a vampira Mina Harker de Drácula, o Homem Invisível, Dr. Jekyll & Mr. Hyde e o Capitão Nemo.  Sob a direção de Stephen Norrington e Gray é representado pelo ator irlandês Stuart Townsend.  O filme foi para os cinemas em 2003.

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Outro livro intenso e muito interessante é um terror psicológico do mestre Stephen King.  The Dark Half (A Metade Negra) publicado em 1989 nos apresenta Thad Beaumont, que é um autor (e alcoólatra) que vive em Ludlow, uma pequena cidade no Maine. Os seus próprios livros não são de sucesso, mas, sob o pseudônimo de George Stark, Thad escreve magníficas novelas sobre um assassino violento chamado Alexis Machine, que é bastante popular e famoso.

Quando Thad Beaumont decide parar de escrever sob o pseudônimo de George Stark, ele e sua esposa Elizabeth decidem interpretar um funeral para o inexistente Stark. Seu epitáfio no cemitério local diz tudo: “Não é um cara legal”.  No entanto, esse não é o fim de Stark e, logo, ele ressuscita de seu ridículo túmulo e mata, horrivelmente, todo mundo que ele entende ser responsável por sua “morte”. Thad, por outro lado, é atormentado por pesadelos surreais, e, não muito tarde, recebe uma visita do xerife Alan Pangborn (um personagem principal na novela “Needful Things”, de Stephen King), fazendo perguntas que até mesmo Thad não pode responder. O dedo de Thad e sua voz são idênticos aos de Stark… e Stark tem deixado bastante evidências nas cenas dos crimes.  Através de seus desmaios, Thad vem a descobrir que ele e George Stark dividem um vínculo mental.  E… Vamos parar para não contar tudo.  O que muitos dizem, é que King se baseou na sua experiência pessoal – já que escreveu vários livros com o pseudônimo Richard Bachman.  Segundo os críticos, os livros de Bachman eram ainda mais sombrios que o de King.

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O livro recebeu uma adaptação para o cinema, que levou o mesmo nome e foi para as telonas em 1993 e foi dirigido por George A. Romero.  Personificando Thad e Stark, tivemos o norte-americano Timothy Hutton.

E por último, um conto do mestre Edgar Allan Poe publicado em 1839 nos “presenteia” com o tema do doppelgänger.  “William Wilson”.  A história começa com o narrador que se chama William Wilson, denunciando seu passado libertino, embora ele não se sente culpado, ele entende que nenhum outro homem foi tentado da mesma maneira antes. Narra a infância e juventude de William em uma escola elisabetano. Ele relata que ele conheceu outro cara com o mesmo nome, como ele, nascido no mesmo dia, 19 de janeiro, data de nascimento. Compete com este rapaz, mas ele facilmente o supera provando assim sua verdadeira superioridade. Esse cara começa a imitar o seu modo de vestir, de andar e até de falar, e chega um momento em que William descobre que ele tem exatamente sua face. Vendo isso, William deixa imediatamente a academia, apenas para descobrir que sua dupla se foi no mesmo dia.

William, com o tempo, estuda em Eton e Oxford, tornando-se cada vez mais depravado e ganhando grandes quantias de dinheiro enganando, com as cartas, um pobre nobre e se envolvendo cm uma mulher casada. Nesta fase sua dupla aparece de novo, com o rosto sempre coberto, sussurrando algumas palavras para alertar outras pessoas sobre o comportamento de William. No último destes incidentes, em um baile em Roma, William arrasta seu duplo para uma antecâmara e apunhala-o. Após a ação de William, um enorme espelho no qual ele vê o rosto do falecido, no momento em que o narrador sente que está falando as palavras: “em mim existias, e em minha morte, vê quão profundamente  assassinaste a ti mesmo” isso significa que ele comete suicídio.

Curiosidade: Pode ser visto que a data de nascimento de William Wilson e Edgar Allan Poe coincide, mas diferem no ano.  Demais!!!

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Jota Cortizo

Versión española: Doppelgänger – ¿Sí o No?

Según las leyendas germánicas de donde proviene, es un monstruo o ser fantástico que tiene el don de representar una copia idéntica de una persona que él elige o que pasa a acompañar, lo que hipotéticamente puede significar que cada persona tiene su propio. El nombre Doppelgänger se originó de la fusión de las palabras alemanas doppel (significa “doble”, “réplica” o “duplicado”) y gänger (“andante”, “ambulante” o “el que vaga”). Por lo general, se considera un fantasma ?? De una persona viva.

Algunas capacidades del Doppelgänger se asemejan a Banshee (es un ente fantástico de la mitología celta (Irlanda) que se conoce como Bean Nighe en la mitología), pues ellos representan también en algunas creencias el signo de enfermedades o muerte cercana, reza la leyenda que la El alma de una persona está siendo expulsada del cuerpo, y se proyecta de una forma maléfica, así llevando a una persona hacia el plano astral.

El término, o evento, también se utiliza en la Literatura Fantástica. Oscar Wilde (uno de los dramaturgos más populares de Londres, en 1890. Hoy es recordado por sus epigramas y piezas, nacido en 1854 y en los Estados Unidos, Dejando en 1900). En esa novela, Dorian Gray, un chico de la alta sociedad londinense, posa para un amigo pintor. Al ver la obra preparada, Dorian manifiesta el deseo de permanecer eternamente joven, como en el retrato. Dicho y hecho. Dorian vende su alma para conservar sus rasgos de la juventud, pero es el retrato que envejece. En un momento dado, Dorian se ve enfurecido y apuñala el cuadro. Los siervos de la casa se despiertan al oír un grito de la habitación cerrada; En la calle, los transeúntes también oyen el grito y llaman a la policía. Al entrar en la habitación cerrada, los siervos encuentran un viejo desconocido, apuñalado en el corazón, su cara y figura están secas y decrépitas. Los siervos identifican el cadáver desfigurado por los anillos en los dedos que pertenecen a su maestro; Al lado de ellos está el retrato de Dorian Gray, que regresó a su belleza original.

Una de las adaptaciones para el cine tiene la dirección de Oliver Parker y fue lanzado en 2009 – en esta película, Gray es representado por el inglés Ben Barnes. Un uso interesante del personaje, ocurrió en la película “The League of Extraordinary Gentlemen”, donde Dorin Gray se une a héroes (y villanos) de la fantástica literatura – Alan Quatermain, la vampiro Mina Harker de Drácula, el Hombre Invisible, Dr Jekyll y Mr. Hyde y el Capitán Nemo. Bajo la dirección de Stephen Norrington y Gray está representado por el actor irlandés Stuart Townsend. La película fue para los cines en 2003.

Otro libro intenso y muy interesante es un terror psicológico del maestro Stephen King. La mitad de la mitad de la mitad de los libros de la saga de la saga Crepúsculo. Sus propios libros no son de éxito, pero, bajo el pseudónimo de George Stark, Thad escribe magníficas novelas sobre un asesino violento llamado Alexis Machine, que es bastante popular y famoso.

Cuando Thad Beaumont decide dejar de escribir bajo el pseudónimo de George Stark, él y su esposa Elizabeth deciden interpretar un funeral para el inexistente Stark. Su epitafio en el cementerio local dice todo: “No es un tipo legal”. Sin embargo, ese no es el fin de Stark y luego resucita de su ridículo tumulto y mata, horriblemente, a todo el mundo que él entiende ser responsable de su “muerte”. Thad, por otro lado, es atormentado por pesadillas surrealistas, y no muy tarde, recibe una visita del sheriff Alan Pangborn (un personaje principal en la novela “Needful Things”, de Stephen King), haciendo preguntas que incluso Thad no puede responder . El dedo de Thad y su voz son idénticos a los de Stark … y Stark ha dejado bastante evidencias en las escenas de los crímenes. A través de sus desmayos, Thad viene a descubrir que él y George Stark dividen un vínculo mental. Y … Vamos a parar para no contar todo. Lo que muchos dicen, es que King se basó en su experiencia personal, ya que escribió varios libros con el pseudónimo Richard Bachman. Según los críticos, los libros de Bachman eran aún más sombríos que el de King.

El libro recibió una adaptación para el cine, que llevó el mismo nombre y fue a las pantallas en 1993 y fue dirigido por George A. Romero. Personificando Thad y Stark, tuvimos el estadounidense Timothy Hutton.

Y por último, un cuento del maestro Edgar Allan Poe publicado en 1839 en los “regalía” con el tema del doppelgänger. “William Wilson”. La historia comienza con el narrador que se llama William Wilson, denunciando su pasado libertino, aunque él no se siente culpable, él entiende que ningún otro hombre fue tentado de la misma manera antes. Narra la infancia y juventud de William en una escuela elisabetano. El relata que él conoció a otro tipo con el mismo nombre, como él, nacido el mismo día, 19 de enero, fecha de nacimiento. Compete con este chico, pero él fácilmente lo supera probando así su verdadera superioridad. Este tipo empieza a imitar su modo de vestir, de andar y hasta de hablar, y llega un momento en que William descubre que tiene exactamente su cara. Al ver esto, William deja inmediatamente la academia, sólo para descubrir que su pareja se fue el mismo día.

William, con el tiempo, estudia en Eton y Oxford, haciéndose cada vez más depravado y ganando grandes cantidades de dinero engañando, con las cartas, a un pobre noble y envolviéndose con una mujer casada. En esta fase su pareja aparece de nuevo, con el rostro siempre cubierto, susurrando algunas palabras para alertar a otras personas sobre el comportamiento de William. En el último de estos incidentes, en un baile en Roma, William arrastra su doble a una antecámara y lo apuñala. Después de la acción de William, un enorme espejo en el que ve el rostro del difunto, en el momento en que el narrador siente que está hablando las palabras: “en mí existen, y en mi muerte, ve cuán profundamente asesinaste a ti mismo” Significa que comete suicidio.

Curiosidad: Puede ser visto que la fecha de nacimiento de William Wilson y Edgar Allan Poe coincide, pero difieren en el año. ¡Muy bueno!

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_Wilde

pt.wikipedia.org/wiki/O_Retrato_de_Dorian_Gray

wikimedia.org/wikipedia/commons/2/24/Lippincott_doriangray.jpg

br.web.img2.acsta.net/r_1280_720/medias/nmedia/18/87/15/73/19895532.jpg

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wikimedia.org/wikipedia/pt/4/40/A_Metade_Negra.jpg

bibliotecadoterror.com.br/2014/09/livros-de-terror-e-fantasia-sobre-o.html

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mythologian.net/wp-content/uploads/2014/07/doppelganger.jpg

es.wikipedia.org/wiki/William_Wilson_(cuento)

misteriosfantasticos.blogspot.com.br/2011/07/doppelganger.html

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armonte.files.wordpress.com/2011/09/william_wilson_by_edgar_allan_poe.jpg

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O Aterrorizante, Louco e Infame pelas linhas de Robert L. Stevenson

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Versão em português: O Aterrorizante, Louco e Infame pelas linhas de Robert L. Stevenson.

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Tudo começa com um romance gótico, com elementos de ficção científica e terror, publicado originalmente em 1886.  Logo se torna grande sucesso no Reino Britânico e em outros países.  “Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde” (no Brasil mais conhecido com “O Médico e o Monstro”) nos apresenta uma narrativa em que um advogado londrino, chamado Gabriel John Utterson, investiga estranhas ocorrências entre seu velho amigo e cliente, Dr. Henry Jekyll, e o malvado Edward Hyde.

Dr. Utterson, resolve entender o que se passa com seu amigo após receber uma carta testamento de seu cliente, o qual deixava toda sua fortuna, caso algo lhe acontecesse, para um desconhecido Sr. Hyde. Quem era o Sr. Hyde? Qual sua relação com Dr. Jekyll? Seria ele um golpista?  Durante suas investigações, o advogado descobre que Hyde quase nunca era visto e, por onde passava, causava grande incômodo. Quando o encontra, sua primeira impressão foi das piores. Simultaneamente, a vida de Dr. Jekyll é cheia de idas e vindas, ora próximo dos amigos, ora em extremo isolamento.  Essa inconstância acaba quando, um ano depois, Hyde mata um idoso a sangue frio e nunca mais, nem ele e nem o médico são vistos. Muito preocupado, um criado chama Dr. Utterson para tentar tirar seu amigo do quarto e entender qual é o mal que lhe acomete… A obra é conhecida por sua representação vívida do fenômeno de múltiplas personalidades, quando em uma mesma pessoa existe tanto uma personalidade boa quanto má, ambas muito distintas uma da outra.

Capa 1

Stevenson utiliza de uma história horripilante para nos mostrar a dicotomia que nos constitui. Dr. Jekyll cria uma droga para liberar esse outro lado de sua personalidade, para fugir de seu “eu” politicamente correto de sempre. O problema acontece quando ele perde o controle das transformações, deixando todos ao seu redor a mercê do obscuro Hyde.

Com menos de 100 páginas, o livro é muito curto (diante de muitos que conhecemos). O curso dos acontecimentos segue de forma muito rápida, entregando fato atrás de fato, sem muito tempo para respirar. Direto e inteligente, o autor constrói uma obra digna de ser chamada de clássico na literatura.

A obra, que foi um sucesso imediato, é uma das mais vendidas de Stevenson. O sucesso foi tão espantoso que, no idioma inglês, é comum a expressão “Jekyll and Hyde” para as pessoas que se comportam de diferentes maneiras em determinadas situações.

Londres ficou agitada.  Adaptações teatrais começaram a ser encenadas na metrópole um ano após seu lançamento, e a partir de então o livro inspirou a realização de diversos filmes e peças O aclamado autor de literatura de terror Stephen King considerou a obra como um dos três grandes clássicos do gênero.  O médico e o monstro é um precursor – senão fundador, ao lado de Frankenstein (ou O Prometeu moderno) publicado em 1818, de Mary Shelley – do gênero da ficção científica. Toda a linhagem dos “cientistas loucos” tem uma dívida com os doutores Jekyll e Frankenstein.

John Barrymore                            Fredric March

Acredita-se que a primeira versão cinematográfica de “O médico e o monstro” seja americana, de 1908, dirigida por Otis Turner e produzida por William Selig. Nesse filme já são introduzidas as personagens da noiva e do sogro do dr. Jekyll, inexistentes na novela de Stevenson, mas absorvidas da adaptação teatral da história, em 1897, por Luella Forepaugh e George Fish.  Desde então, sucederam-se diversas adaptações para o cinema, nos EUA, Dinamarca, Inglaterra, Alemanha e outros países. De 1914 em diante surgem às primeiras paródias ou adaptações livres. Dentre as mais célebres versões da novela de Stevenson estão a de John S. Robertson, de 1920, com John Barrymore (avô da atriz Drew Barrymore); a primeira versão sonora, de Rouben Mamoulian, de 1931, com Fredric March (ganhador do Oscar por sua atuação como Jekyll/Hyde – sendo o primeiro filme de terror a ganhar esta premiação), e a de Victor Fleming, de 1941, com Spencer Tracy, Lana Turner e Ingrid Bergman – todas norte-americanas.

Curiosidades sobre as adaptações cinematográficas: Sobre a adaptação de 1931, o som do coração palpitando na cena da transformação foi do próprio diretor Rouben Mamoulian, gravado depois que correu nas escadas para cima e para baixo, durante inteiros dois minutos.  A enorme quantidade de maquiagem que Fredric March usou para interpretar Hyde quase danificou o seu rosto.  A aparência do Sr. Hyde foi baseada em um homem Neandertal.

A adaptação mais recente da obra foi “Jekyll e Hyde”, um drama britânico de TV composto de 10 episódios. Ele foi ao ar na ITV no Reino Unido de 25 de outubro a 27 de dezembro de 2015. Em 5 de janeiro de 2016, foi anunciada que a ITV havia recusado uma segunda temporada.  A série cria e explora o personagem Dr. Robert Jekyll, um neto do vitoriano Dr. Henry Jekyll, que herdou a personalidade rachada de seu avô e o alter ego violento. A série tem lugar em 1930 em Londres e Ceilão (atual Sri Lanka).

R L Stevenson

Nosso escolhido de hoje, Robert Lewis Balfour Stevenson, nasceu em Edimburgo, na Escócia, no dia 13 de novembro de 1850 e nos deixou – prematuramente – em 3 de dezembro de 1894, com 44 anos vítima de uma hemorragia cerebral.  No momento de sua morte, Stevenson escrevia sua obra-prima inacabada, Weir of Hermiston (romance adaptado no período das guerras Napoleônicas).

Outras obras importantes do autor: 1878 – An Inland Voyage… / 1879 – Travels with a Beraba in the Cévennes / 1882 até 1883 – The New Arabian Nights, The Silverado Champz e Treasure Island (A Ilha do Tesouro) / 1884 até 1887 – A child Garden of Verses, Kidnapped (Raptado) / 1885 – O Jardim Poético da Infância – no original A Child’s Garden of Verses / 1887 – The Merry Men and Other Tales and Fables / 1894 – No vazio da onda – Trio e Quarteto – no original The ebb-tide: a trio and quartette / 1895 – Island Nights’ Entertainments

O autor nos deixou um grande legado e abrilhanta a galeria principal dos grandes mestres da LitFan.

Vamos encerrar o post som uma frase do nosso autor escolhido: “Não julgue cada dia pela colheita que você obtém, mas pelas sementes que você planta”.

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Jota Cortizo

Versión española: El Aterrorizante, Loco e Infame por las líneas de Robert L. Stevenson.

Todo comienza con una novela gótica, con elementos de ficción científica y terror, publicado originalmente en 1886. Luego se convierte en un gran éxito en el Reino Británico y en otros países. “Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde” (El extraño caso del doctor Jekyll y el señor Hyde) nos presenta una narración en la que un abogado londinense, llamado Gabriel John Utterson, investiga extrañas ocurrencias entre su viejo amigo y cliente, Dr Henry Jekyll, y el malvado Edward Hyde.

Dr. Utterson, decide entender lo que pasa con su amigo después de recibir una carta testamento de su cliente, el cual dejaba toda su fortuna, si algo le sucediera, a un desconocido Sr. Hyde. ¿Quién era el Sr. Hyde? ¿Cuál es su relación con el Dr. Jekyll? ¿Sería un golpista? Durante sus investigaciones, el abogado descubre que Hyde casi nunca era visto y, por donde pasaba, causaba gran molestia. Cuando lo encuentra, su primera impresión fue de las peores. Simultáneamente, la vida del Dr. Jekyll está llena de idas y venidas, cerca de los amigos, ora en extremo aislamiento. Esta inconstancia termina cuando, un año después, Hyde mata a un anciano a sangre fría y nunca más, ni él ni el médico son vistos. Muy preocupado, un criado llama al Dr. Utterson para tratar de sacar a su amigo de la habitación y entender cuál es el mal que le acomete … La obra es conocida por su representación vívida del fenómeno de múltiples personalidades, cuando en una misma persona existe tanto una personalidad buena y otra mala, ambas muy distintas una de la otra.

Stevenson utiliza una historia horripilante para mostrarnos la dicotomía que nos constituye. El Dr. Jekyll crea una droga para liberar ese otro lado de su personalidad, para huir de su “yo” políticamente correcto de siempre. El problema ocurre cuando pierde el control de las transformaciones, dejando a todos a su alrededor a merced del oscuro Hyde.

Con menos de 100 páginas, el libro es muy corto (frente a muchos que conocemos). El curso de los acontecimientos sigue de forma muy rápida, entregando hecho de hecho, sin mucho tiempo para respirar. El autor, e inteligente, el autor construye una obra digna de ser llamada de clásico en la literatura.

La obra, que fue un éxito inmediato, es una de las más vendidas de Stevenson. El éxito fue tan espantoso que en el idioma inglés es común la expresión “Jekyll and Hyde” para las personas que se comportan de diferentes maneras en determinadas situaciones.

Londres se agitó. Las adaptaciones teatrales comenzaron a ser escenificadas en la metrópoli un año después de su lanzamiento, ya partir de entonces el libro inspiró la realización de diversas películas y piezas El aclamado autor de literatura de terror Stephen King consideró la obra como uno de los tres grandes clásicos del género. El médico y el monstruo es un precursor – si no fundador, al lado de Frankenstein (o El Prometeo moderno) publicado en 1818, de Mary Shelley – del género de la ciencia ficción. Todo el linaje de los “científicos locos” tiene una deuda con los doctores Jekyll y Frankenstein.

Se cree que la primera versión cinematográfica de “El médico y el monstruo” es americana, de 1908, dirigida por Otis Turner y producida por William Selig. En esta película ya se introducen los personajes de la novia y el suegro del dr. Jekyll, inexistentes en la novela de Stevenson, pero absorbidas de la adaptación teatral de la historia, en 1897, por Luella Forepaugh y George Fish. Desde entonces, se han producido diversas adaptaciones para el cine, en los Estados Unidos, Dinamarca, Inglaterra, Alemania y otros países. De 1914 en adelante surgen a las primeras parodias o adaptaciones libres. Entre las más célebres versiones de la novela de Stevenson están la de John S. Robertson, de 1920, con John Barrymore (abuelo de la actriz Drew Barrymore); La primera versión sonora, de Rouben Mamoulian, de 1931, con Fredric March (ganador del Oscar por su actuación como Jekyll / Hyde – siendo la primera película de terror ganando esta premiación), y la de Victor Fleming, de 1941, con Spencer Tracy, Lana Turner y Ingrid Bergman, todas norteamericanas.

Curiosidades sobre las adaptaciones cinematográficas: Sobre la adaptación de 1931, el sonido del corazón palpitando en la escena de la transformación fue del propio director Rouben Mamoulian, grabado después de que corrió en las escaleras hacia arriba y hacia abajo, durante dos minutos. La enorme cantidad de maquillaje que Fredric March usó para interpretar a Hyde casi dañó su cara. La apariencia del Sr. Hyde se basó en un hombre Neandertal.

La adaptación más reciente de la obra fue “Jekyll y Hyde”, un drama británico de televisión compuesto de 10 episodios. Fue al aire en ITV en el Reino Unido del 25 de octubre al 27 de diciembre de 2015. El 5 de enero de 2016 se anunció que ITV había rechazado una segunda temporada. La serie crea y explora el personaje Dr. Robert Jekyll, un nieto del victorioso Dr. Henry Jekyll, que heredó la personalidad agrietada de su abuelo y el alter ego violento. La serie tiene lugar en 1930 en Londres y Ceilán (actual Sri Lanka).

Nuestro escogido de hoy, Robert Lewis Balfour Stevenson, nació en Edimburgo en Escocia el 13 de noviembre de 1850 y nos dejó prematuramente el 3 de diciembre de 1894, con 44 años víctima de una hemorragia cerebral. En el momento de su muerte, Stevenson escribía su obra maestra inacabada, Weir of Hermiston (romance adaptado en el período de las guerras napoleónicas).

En el caso de que se trate de una obra de arte o de una obra de arte o de una obra de arte. – En el vacío de la ola – Trio y Cuarteto – En el vacío de la ola – Trio y Cuarteto – En el vacío de la ola – Trio y Cuarteto – En el vacío de la ola – Trio y Cuarteto – En el vacío de la ola – Trio y Cuarteto – 1850 – El Jardín Poético de la Infancia – En el original The ebb-tide: a trío and quartette / 1895 – Island Nights ‘Entertainments

El autor nos dejó un gran legado y abrupta la galería principal de los grandes maestros de LitFan.

Vamos a cerrar el post con una frase de nuestro autor elegido: “No juzgue cada día por la cosecha que usted obtiene, sino por las semillas que usted planta”.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

pt.wikipedia.org/wiki/Strange_Case_of_Dr_Jekyll_and_Mr_Hyde

en.wikipedia.org/wiki/Robert_Louis_Stevenson#Novels

pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Louis_Stevenson

abortoliterario.com/2014/10/o-medico-e-o-monstro-resenha.html

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adams.edu/news/img/web-asu-theatre-jekyll-and-hyde-production-fall14.jpg

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cinemarts.com/itemimages/item_183_1.jpg

cantodosclassicos.com/o-medico-e-o-monstro-resenha/

pt.wikipedia.org/wiki/John_Barrymore#/media/File:John_Barrymore.jpg

wikimedia.org/wikipedia/commons/3/34/Fredric_March-1.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Dr._Jekyll_and_Mr._Hyde_(character)#/media/File:Jekyll-mansfield.jpg

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O Oceano Inteligente de Stanisław Lem

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Versão em português: O Oceano Inteligente de Stanisław Lem.

O Phantasticus já citou um dos ótimos livros do autor polonês Stanisław Lem.  No post de julho de 2016 falamos sobre “Kongres futurologiczny” (The Futurological Congress/O Congresso Futurológico) publicado em 1971.

Se você que relembrar o post, segue o link ….   (https://jotacortizo.wordpress.com/2016/07/24/stanislaw-lem-e-seu-congresso-futurologihco/).

Hoje, vamos falar sobre um dos maiores sucessos do autor: Solaris.  O romance de ficção científica, nos leva ao planeta Solaris (que dá título a obra) e começa com a chegada do psicólogo Kris Kelvin a Solaris, buscando esclarecer problemas recentes da conduta da tripulação na única estação – flutuante – de observação do planeta. Logo ele percebe que as coisas não estão indo bem, observando a desordem e abandono das instalações e o comportamento errático dos dois tripulantes sobreviventes. O primeiro tripulante, Snaut, o recebe com medo e suspeita; e o segundo, Sartorius, se recusa a deixar seu laboratório. O que deveria ser o terceiro membro da tripulação, Gibarian, havia cometido suicídio alguns dias antes da chegada do doutor. Snaut enigmaticamente adverte sobre “visitantes”. Buscando entender o que acontece com os tripulantes, Kelvin elabora uma hipótese de envenenamento pela infiltração de gases tóxicos da atmosfera do planeta.

Logo Kelvin descobre que as coisas realmente estranhas acontecem em Solaris, vendo pessoas que não deveriam estar lá. Sem muita demora, o seu próprio visitante aparece: ao despertar da primeira noite de sono, Harey, sua mulher morta por suicídio há mais de uma década aparece ao lado dele, aparentemente sem se lembrar de nada além de sua vida com Kelvin. Em tremendo pânico, o doutor leva a mulher a um foguete, lança-o e coloca-o em órbita. No entanto, Harey retorna em um curto espaço de tempo, sem memória do que aconteceu. Kevin nota que o seu “visitante” não é capaz de estar fisicamente longe dele e, quando é separado, fica tomado por um pânico inexplicável, adquire força sobre-humana e quebra qualquer barreira física que venha a separá-los.

Ele logo chega a conclusão de que não se trata de fantasmas ou algo sobrenatural. Os visitantes estão vivos, são cópias perfeitas e interagem até mesmo com os demais tripulantes.

O doutor vai mudando de estágios, do pânico, estupor e, depois, resignação para ver como a falsa Harey se torna cada vez mais humana.  Apesar de ser uma cópia, ela, sem muita dificuldade, novamente se apaixona por ela. No entanto, logo se torna consciente de quem ele realmente é, e quem não é, e novamente tenta cometer suicídio, mas não consegue, e, portanto, revela que as criações solarianas são praticamente indestrutíveis.  E…

Bem, o livro tornou-se um sucesso estrondoso não só na Polônia, mas em outros países da antiga “Cortina de Ferro”. Por conta da Guerra Fria, alguns anos se passariam até que surgisse uma edição no ocidente. A primeira, francesa, de 1964, serviu de base para a versão em inglês, de 1970, duramente criticada por Lem por não fazer jus às expressões criadas por ele.

Solaris é um livro que extrapola a ficção. Sai do lugar comum e nos trás uma produção incrível.  O planeta coberto por um oceano, que apresenta um comportamento incomum.  O planeta orbita um sistema duplo de estrela (sistema binário) e sua órbita só é regular graças a misteriosa ação do oceano (olha ele aí de novo).  O livro nos presenteia com um organismo vivo singular e… Vamos parar, pois não quero contar detalhes mais significantes do livro.

Está maravilha, teve duas adaptações para o cinema.  A primeira versão de Solaris (em russo Солярис) foi uma produção soviética de 1972, realizada por Andrei Tarkovski – para os críticos, foi um filme extremamente lento, difícil, introspectivo ao extremo em suas mais de duas horas e meia de projeção. Já a segunda de 2002, foi dirigida por Steven Soderbergh, produzido por James Cameron e tendo como protagonista George Clooney – nesta releitura americana, a trama foi “enxugada” para menos de 100 minutos e o visual ganhou um caprichado desenho.  Resultado: Um filme mais empolgante e com mais ação.

Solaris versão tv russa

Curiosidade: Houve mais uma versão de “Solaris” – na verdade está é a primeira – datada de 1968, dividida em duas partes para a televisão soviética – que foi dirigida por Boris Nirenburg.

stanislawlem

Na obra de Lem encontram-se diversos temas recorrentes. Na maior parte de seus livros encontramos os elementos que tradicionalmente definem o gênero de ficção científica, com espaçonaves, especulações e extrapolações tecnológicas e mundos alienígenas. Em Eden (1959), The Invincible (1964) e Tales of Pirx the Pilot (1968), os elementos mencionados servem para criar um clima aventuresco.  Em outros livros eles são usados para dar suporte a críticas sociais, especulações filosóficas e futurologia “séria”: este é o caso de Solaris.

Em resumo: Solaris trata do contato humano com formas de vida alienígenas e se poderíamos uma vez encontrado um organismo extraterrestre, ultrapassar o antropomorfismo (que atribui características e sentimentos humanos a objetos inanimados ou a animais irracionais) inerente ao nosso conhecimento, na tentativa de compreendê-lo. A saga do psicólogo Kris Kelvin e de seus companheiros solaristas, Sartorius e Snow, demonstra a dificuldade que nossa espécie tem de se despir dos seus preconceitos e enxergar o lado do outro, alheio à nosso referencial e concepções prévias.

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Jota Cortizo

Versión española: El Océano Inteligente de Stanisław Lem.

El Phantasticus ya citó uno de los grandes libros del autor polaco Stanisław Lem. En el post de julio de 2016 hablamos sobre “Kongres futurologiczny” (The Futurological Congress / El Congreso Futurológico) publicado en 1971.

Si usted que recuerda el post, sigue el link …. (jotacortizo.wordpress.com/2016/07/24/stanislaw-lem-e-seu-congresso-futurologico/).

Hoy, vamos a hablar de uno de los mayores éxitos del autor: Solaris. La novela de ciencia ficción, nos lleva al planeta Solaris (que da título a la obra) y comienza con la llegada del psicólogo Kris Kelvin a Solaris, buscando esclarecer problemas recientes de la conducta de la tripulación en la única estación – flotante – de observación del planeta. Luego se da cuenta de que las cosas no van bien, observando el desorden y abandono de las instalaciones y el comportamiento errático de los dos tripulantes sobrevivientes. El primer tripulante, Snaut, lo recibe con miedo y sospechosa; Y el segundo, Sartorius, se niega a dejar su laboratorio. Lo que debería ser el tercer miembro de la tripulación, Gibarian, había cometido suicidio unos días antes de la llegada del doctor. Snaut enigmaticamente advierte sobre los visitantes. En busca de entender lo que sucede con los tripulantes, Kelvin elabora una hipótesis de envenenamiento por la infiltración de gases tóxicos de la atmósfera del planeta.

Luego Kelvin descubre que las cosas realmente extrañas suceden en Solaris, viendo a personas que no deberían estar allí. Sin demora, su propio visitante aparece: al despertar de la primera noche de sueño, Harey, su mujer muerta por suicidio hace más de una década aparece al lado de él, aparentemente sin recordar nada más allá de su vida con Kelvin. En un tremendo pánico, el doctor lleva a la mujer a un cohete, lo lanza y lo pone en órbita. Sin embargo, Harey regresa en un corto espacio de tiempo, sin memoria de lo que sucedió. Kevin nota que su “visitante” no es capaz de estar físicamente lejos de él y, cuando es separado, se toma por un pánico inexplicable, adquiere fuerza sobrehumana y rompe cualquier barrera física que los separe.

En seguida llega la conclusión de que no se trata de fantasmas o algo sobrenatural. Los visitantes están vivos, son copias perfectas e interactúan incluso con los demás tripulantes.

El doctor va cambiando de etapas, del pánico, estupor y luego resignación para ver cómo la falsa Harey se vuelve cada vez más humana. A pesar de ser una copia, ella, sin mucha dificultad, nuevamente se apasiona por ella. Sin embargo, pronto se vuelve consciente de quién es realmente, y quién no es, y nuevamente intenta cometer suicidio, pero no lo logra, y por lo tanto, revela que las creaciones solares son prácticamente indestructibles. Y …

Bueno, el libro se ha convertido en un éxito estruendoso no sólo en Polonia, sino en otros países de la antigua “Cortina de Hierro”. Por la Guerra Fría, algunos años se pasaría hasta que surgiera una edición en occidente. La primera, francesa, de 1964, sirvió de base para la versión en inglés, de 1970, duramente criticada por Lem por no hacer justicia a las expresiones creadas por él.

Solaris es un libro que extrapola la ficción. Sale del lugar común y nos da una producción increíble. El planeta cubierto por un océano, que presenta un comportamiento inusual. El planeta orbita un sistema doble de estrella (sistema binario) y su órbita sólo es regular gracias a la misteriosa acción del océano (mira ahí de nuevo). El libro nos regala con un organismo vivo singular y … Vamos a parar, pues no quiero contar detalles más significantes del libro.

Es una maravilla, tuvo dos adaptaciones para el cine. La primera versión de Solaris (en ruso Солярис) fue una producción soviética de 1972, realizada por Andrei Tarkovski – para los críticos, fue una película extremadamente lenta, difícil, introspectiva al extremo en sus más de dos horas y media de proyección. La segunda de 2002, fue dirigida por Steven Soderbergh, producido por James Cameron y teniendo como protagonista a George Clooney – en esta relectura americana, la trama fue “secada” a menos de 100 minutos y el visual ganó un caprichoso diseño. Resultado: Una película más emocionante y con más acción.

Curiosidad: Hubo otra versión de “Solaris” – en realidad es la primera, fechada en 1968, dividida en dos partes para la televisión soviética – que fue dirigida por Boris Nirenburg.

En la obra de Lem se encuentran varios temas recurrentes. En la mayor parte de sus libros encontramos los elementos que tradicionalmente definen el género de ciencia ficción, con naves espaciales, especulaciones y extrapolaciones tecnológicas y mundos alienígenas. En Eden (1959), The Invincible (1964) y Tales of Pirx the Pilot (1968), los elementos mencionados sirven para crear un clima aventurero. En otros libros se utilizan para dar soporte a críticas sociales, especulaciones filosóficas y futurología “seria”: este es el caso de Solaris.

En resumen: Solaris trata del contacto humano con formas de vida alienígenas y si podríamos una vez encontrado un organismo extraterrestre, sobrepasar el antropomorfismo (que atribuye características y sentimientos humanos a objetos inanimados o a animales irracionales) inherente a nuestro conocimiento, en el intento de comprender. La saga del psicólogo Kris Kelvin y de sus compañeros solistas, Sartorius y Snow, demuestra la dificultad que nuestra especie tiene de deshacerse de sus prejuicios y ver el lado del otro, ajeno a nuestro referencial y concepciones previas.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

en.wikipedia.org/wiki/Solaris_(novel)

en.wikipedia.org/wiki/Solaris_(novel)#/media/File:SolarisNovel.jpg

entrecontos.com/2015/08/18/solaris-resenha-gustavo-araujo/

momentumsaga.com/2014/11/por-que-voce-deve-ler-solaris.html

pt.wikipedia.org/wiki/Solaris_(Tarkovski)

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litreactor.com/sites/default/files/images/column/2013/11/solaris-cover.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/Stanis%C5%82aw_Lem

joesgeekfest.files.wordpress.com/2013/11/stanislawlem.jpg

charlesmorphy.blogspot.com.br/2013/01/oceanos-inteligentes-e-flores.html

filmow.com/solaris-t83962/

 

A Odisseia de Arthur C. Clarke

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A Odisseia de Arthur C. Clarke .

No post de hoje, o PHANTASTICUS tem a honra de falar de um dos gênios da ficção científica. Amava as estrelas e desde pequeno manifestava este envolvimento com pela astronomia, a ponto de, utilizando um telescópio caseiro, desenhar um mapa da Lua. Com mais de trinta romances escritos o nosso autor de hoje é … Sir Arthur Charles Clarke.  Sua maior obra é a tetralogia de “Space Odyssey” (Odisseia no Espaço).

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O inglês, que depois se radicou no Sri Lanka (mais conhecido até 1972 com Ceilão), nasceu em dezembro de 1917 e que faleceu em março de 2008 com noventa anos.

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A grande odisseia de Clarke começou com “The Sentinel” (A Sentinela), um conto escrito em 1948 e publicado pela primeira vez em 1951 como “Sentinel of Eternity”, que inspirou o filme de ficção científica de 1968 2001 – Uma odisseia no Espaço.  O livro conta a história de uma estrutura piramidal descoberta na Lua que se revela ser uma espécie de radiotransmissor deixado por uma raça alienígena em tempos remotos, a qual havia percebido a possibilidade de se desenvolver na Terra vida inteligente e civilização. Devido à resistência de seus materiais, os terráqueos são obrigados a destruí-la para poderem analisá-la, o que faz com que ela pare de enviar sinais para seus construtores, revelando para estes a presença de mais uma espécie inteligente no universo: os seres humanos do planeta Terra.

Em 1968 Clarke publicou “2001: A Space Odyssey” (2001: Uma Odisseia no Espaço) livro foi desenvolvido conjuntamente com sua versão cinematográfica, dirigida por Stanley Kubrick, que foi publicado logo após o lançamento do filme. A história é baseada em vários contos de Clarke, sendo notável a influência de “The Sentinel”.

Encounter in the Dawn

Outro conto de Clarke que influenciou 2001 foi “Encounter in the Dawn” (em tradução literal “Encontro na madrugada” publicado em 1953 na revista Amazing Stories), cuja estória em muito se assemelha à primeira parte de 2001, na qual alienígenas influenciam os ancestrais do homem primitivo.

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Voltando a 2001: Uma Odisseia no Espaço, o livro começa nos apresentando uma civilização alienígena antiga que usa um grande monólito de vidro para investigar mundos através da galáxia e, sempre que possível, promover o desenvolvimento de vida inteligente. três milhões de anos atrás, um desses monólitos aparece na África e inspira um grupo de macacos antropoides, quase morrendo de fome e à beira da extinção, a conceber ferramentas para matar animais, e, assim, acabar com a escassez de alimentos. Eles também usam as ferramentas para matar um leopardo que os assedia.

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No dia seguinte, o líder da tribo, Moon-Watcher (tradução literal “observador da lua”), mata o líder do grupo rival e assume o controle de um espaço onde a vida daquela comunidade se desenrola e é dependente, uma fonte de água. MoonWatcher percebe o mundo do qual se tornou “proprietário.”.  Sua postura muda.  O livro sugere que o monólito é o instrumento que induz inteligência nos macacos, e assim neles induz a transição para um nível superior, onde eles desenvolvem a capacidade de construir ferramentas simples, de modo que a caça e a coleta tornar-se mais eficiente.  Depois…

O livro salta à frente, para 1999, quando a jornada de Dr. Heywood Floyd para a base lunar Clavius, localizado na cratera do mesmo nome, em uma nave espacial que é acoplada a uma estação espacial na órbita da terra. Após a chegada, Floyd participa de uma reunião onde um cientista explica que a distorção magnética, encontrada na cratera lunar Tycho, designada Anomalía Magnética Tycho Um (ou TMA-1 por sua sigla em Inglês).  Uma escavação na área revela uma laje preta cujas dimensões têm uma escala exata de 1²:2²:3², ou seja, que a largura da laje é um quarto do seu comprimento e 1/9 da sua altura.  Uma escavação buscando uma extensão da estrutura não encontra mais nada do que o monólito. Com estas medidas, um fenômeno natural é descartado, e com sua idade de três milhões de anos, a possibilidade de ter sido construída pelo homem, também é descartada.

Esta é a primeira evidência de vida extraterrestre inteligente. Floyd e uma equipe de cientistas decidem ir ver o TMA-1, utilizando um transporte lunar. Eles chegam no exato momento do amanhecer na cratera Tycho.  Quando a luz do sol ilumina o monólito pela primeira vez em três milhões de anos a TMA-1 emite um sinal de rádio ensurdecedor para os confins do sistema solar. Rastreando o sinal, este indica o destino: Jápeto, a terceira maior lua de Saturno, onde uma expedição é enviada para investigar.

Discovery One

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O livro continua a história de 18 meses mais tarde, em 2001, a bordo da Discovery One, a nave mais moderna construída exclusivamente para esta finalidade – encontrar algo escondido no satélite de Saturno. Médicos David Bowman e Frank Poole são os únicos seres humanos conscientes na nave. Três cientistas que viajam com eles estão em animação suspensa devendo ser despertados somente quando se aproximarem de Saturno. O sexto membro da tripulação é HAL 9000 (é um acrónimo em inglês de Heuristically Programmed Algorithmic Computer – Computador algorítmico heuristicamente programado), um computador com inteligência artificial, que é responsável por manter a nave em curso e outras funções vitais a bordo.  Daí, muita coisa vem a acontecer com a tripulação e a história toma caminhos impensáveis – mudaram inclusive de rumo, parando em Júpiter.

The Lost Worlds of 2001

Curiosidade: Posteriormente, em 1972, um livro foi escrito descrevendo o trabalho conjunto de Clarke e Kubrick para a produção desta obra, intitulado “The Lost Worlds of 2001”.

2010 odisseia no espaço

Clarke veio a escrever depois “2010: Odyssey Two” (2010: Uma Odisseia no Espaço 2) publicado em 1982. O livro, assim como o primeiro, possui uma adaptação ao cinema, intitulada 2010: The Year We Make Contact.  ATENÇÃO – CUIDADO SPOILERS – Neste livro passam-se nove anos depois da nave Discovery One, do computador HAL 9000 e do tripulante Dave Bowman (principal personagem do primeiro livro) terem ido ao encontro de Júpiter e, consequentemente, do “Grande Irmão” — denominação dada ao grande monólito (AMT-2) encontrado em Júpiter que, a não ser pelo tamanho, é idêntico ao monólito encontrado na Lua em 2001.

Em 1988, Clarke publicou “2061: Odyssey Three” (2061 – Uma Odisseia no Espaço 3) que se passa 51 anos após os eventos de 2010: Odyssey Two. Heywood Floyd, agora com 103 anos, parte numa nave em viagem turística ao Cometa Halley, mas acaba indo para o Satélite Europa, o satélite proibido, em uma missão de resgate, quando uma nave cai ali com seu neto a bordo. O monólito volta a mostrar seu poder a serviço de uma suprema força alienígena que decidiu que a humanidade terá que, forçosamente, desempenhar um papel fundamental na evolução da Galáxia.

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Em 1997 o autor encerra a tetralogia com “3001: The Final Odyssey” (3001: A Odisseia Final).  A odisseia entra em sua fase perigosa e derradeira. Em 3001, inacreditavelmente, a raça humana sobreviveu, temerosa do trio de monólitos que domina o sistema solar. Então, surge um lampejo único de esperança. O corpo de Frank Poole, que se acreditava morto havia mil anos, é recuperado dos gélidos confins da galáxia. E… Arthur C. Clarke leva a maior e mais bem-sucedida série de ficção-científica de todos os tempos a sua conclusão imprevista e surpreendente, dando um salto de mil anos para o futuro.

Sensacional! Em reconhecimento a Clarke, o asteróide 4923 foi batizado com seu nome, assim como uma espécie de dinossauro Ceratopsiano, o Serendipaceratops arthurclarkei, descoberto em Inverloch, Austrália.

Clarke escreve muitas de suas histórias onde as linhas iniciais giram em torno de um quadro científico, que gostava de decorar com um final surpreendente. Resolve a maioria de suas obras com um tom, geralmente asséptico, sem frescura ou artifício, deixando-a com as ideias fechados que mantêm a atenção do leitor. Este estilo só é quebrado para permitir um grau de humor refinado.

Quanto a seus temas que giram em torno de duas ideias fundamentais: o otimismo sobre os benefícios do progresso científico (tão estressado em um momento de algum desânimo após o lançamento de bombas atômicas), e o encontro com as espécies e culturas superiores (sempre em um tom muito condescendente). No quarteto de “Odysseys” chama a cultura superior de “os primogênitos”, agricultores no campo das estrelas, que deixaram sua “semente” em nosso sistema solar na forma de monólitos (como o visto no filme de Stanley Kubrick). Como escritor de ciência, ele sempre foi comparado por sua com outro gênio: Isaac Asimov.

Ufa!! Terminamos.  Gostaram do post? Aproveite e entre no blog e leia quantos posts você quiser.

Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: La Odisea de Arthur C. Clarke.

En el post de hoy, el PHANTASTICUS tiene el honor de hablar de uno de los genios de la ciencia ficción. Me encantó las estrellas y desde una edad temprana manifestado esta participación con la astronomía, el punto de utilizar un telescopio casero, dibujar un mapa de la luna. Con más de treinta novelas escritas nuestro autor hoy es … Sir Arthur Charles Clarke. Su obra más importante es la tetralogía de “Odisea del espacio” (Odisea en el espacio).

El Inglés, que luego se estableció en Sri Lanka (conocida hasta 1972 como Ceilán), nació en diciembre de 1917 y murió en marzo de 2008 con noventa. La gran odisea Clarke comenzó con “The Sentinel” (La Atalaya), un relato corto escrito en 1948 y publicado por primera vez en 1951 como “centinela de la Eternidad”, que inspiró la película de ciencia ficción 1968 2001 – Una Odisea en el Espacio . El libro cuenta la historia de una estructura piramidal descubierto en la luna que resulta ser una especie de transmisión de radio de la izquierda por una raza extraterrestre en la antigüedad, que se había dado cuenta de la posibilidad de desarrollar en la Tierra la vida inteligente y la civilización. Debido a la fuerza de sus materiales, los terrestres se ven forzados a destruirlo con el fin de analizarlo, lo que hace que deje de enviar señales a sus constructores, y les reveló la presencia de otra especie inteligente en el universo: los seres humanos en la Tierra.

En 1968 publicó Clarke “2001: Una odisea del espacio” (2001: Una odisea del espacio) libro fue desarrollado conjuntamente con su versión de la película, dirigida por Stanley Kubrick, que fue publicado poco después de la liberación de la película. La historia está basada en varias historias cortas de Clarke, siendo notable la influencia de “El centinela”. Otra historia de Clarke que influyó en el año 2001 fue “Encuentro en el amanecer” (en “Reunión en la madrugada” literal traducción publicada en 1953 en la revista Amazing Stories), cuya historia es muy similar a la primera parte de 2001, en la que los extranjeros influyen en los antepasados hombre de primitiva.

El libro comienza en la presentación de una civilización extraterrestre antigua que utiliza un gran monolito de vidrio para investigar mundos a través de la galaxia y, cuando sea posible, promover el desarrollo de vida inteligente. Hace tres millones de años, uno de estos monolitos aparecen en África e inspira a un grupo de monos antropoides, casi muerto de hambre y al borde de la extinción, para diseñar herramientas para matar a los animales, y así poner fin a la escasez de alimentos. También utilizan las herramientas para matar a un leopardo que aquejan. Al día siguiente, el líder de la tribu, Luna-Vigilante (traducción literal “Luna de observador”), matando al líder del grupo rival y toma el control de un espacio donde la vida de la comunidad se desarrolla y depende de una fuente de agua . Moon-Watcher percibe el mundo que se convirtió en “dueño.”. Sus cambios de postura. El libro sugiere que el monolito es el instrumento que induce la inteligencia en los monos, y así les induce la transición a un nivel superior, donde se desarrollan la capacidad de construir herramientas sencillas, por lo que la caza y la recolección a ser más eficientes. Después de …

El libro se adelanta a 1999, cuando el viaje del Dr. Heywood Floyd para la base lunar Clavius, que se encuentra en el cráter del mismo nombre, en una nave espacial que está acoplada a una estación espacial en órbita de la tierra. A su llegada, Floyd asiste a una reunión en la que un científico explica que la distorsión magnética, que se encuentra en el cráter lunar Tycho, designado Tycho Una anomalía magnética (o TMA-1 por sus siglas en Inglés). Una excavación en la zona revela una losa negro cuyas dimensiones tener una escala exacta de 1²: 2²: 3², es decir, la anchura de la losa es un cuarto de su longitud y 1/9 de su altura. Una excavación en busca de una extensión de la estructura no se encuentra nada más que el monolito. Con estas medidas, un fenómeno natural se ha caído, y su edad de tres millones de años, la posibilidad de haber sido construida por el hombre, también se descarta.

Esta es la primera evidencia de vida extraterrestre inteligente. Floyd y un equipo de científicos deciden ir a ver el TMA-1, usando un transporte lunar. Llegan a la hora exacta de la salida del sol en el Tycho crater. Cuando la luz solar ilumina el monolito por primera vez en tres millones de años TMA-1 emite una señal de radio ensordecedor a los confines del sistema solar. El seguimiento de la señal, esto indica el destino: Japeto, la tercera luna más grande de Saturno, donde se envió una expedición para investigar.

El libro continúa la historia de 18 meses más tarde, en 2001, a bordo del Discovery One, la nave más moderna construida exclusivamente para este propósito – para encontrar algo escondido en el satélite de Saturno. Los doctores David Bowman y Frank Poole son los únicos seres humanos conscientes en el barco. Tres científicos que viajan con ellos están en animación suspendida deben ser despertados sólo cuando se acerca a Saturno. El sexto miembro de la tripulación es HAL 9000 (es siglas en Inglés programada algorítmico ordenador heurísticamente – heurísticamente programado ordenador algorítmico), un ordenador con inteligencia artificial, que es responsable de mantener la nave en curso y otras funciones vitales a bordo. Por lo tanto, mucho tiene que pasar a la tripulación y la historia toma formas impensables – incluyendo cambiada por supuesto, con parada en Júpiter.

La curiosidad: Más tarde, en 1972, se escribió un libro que describe el trabajo conjunto de Clarke y Kubrick para la producción de este trabajo, titulado “Los mundos perdidos de 2001”.

Clarke llegó a escribir después de “2010: Odisea dos” (2010: A Space Odyssey 2) publicado en 1982. El libro, al igual que la primera, tiene una adaptación de la película, titulada 2010: El Año hacemos contacto. SPOILERS DE ADVERTENCIA – – ADVERTENCIA En este libro van a nueve años después de la nave Discovery One, el HAL 9000 ordenador y miembro de la tripulación Dave Bowman (personaje principal en el primer libro) han ido al encuentro de Júpiter y en consecuencia, el “Gran Hermano” – nombre dado a la gran monolito (AMT-2) que se encuentra en Jupiter que, excepto en el tamaño, es idéntica a la monolito encontrado en la luna en 2001.

En 1988, Clarke publicó “2061: Odisea tres” (2061 – Odisea en el espacio 3) lo que ocurre 51 años después de los acontecimientos de 2010: Odisea dos. Heywood Floyd, ahora 103 años, que forma parte de un buque en viaje turístico hacia el cometa Halley, pero termina yendo al Satélite de Europa, el satélite prohibido en una misión de rescate, cuando un barco se bloquea allí con su nieto a bordo. El monolito de nuevo a mostrar su poder al servicio de una fuerza ajena supremo que decidió que la humanidad tendrá que jugar necesariamente un papel clave en la evolución de la galaxia.

En 1997, el autor termina con la tetralogía “3001: La Odisea Final” (3001: La Odisea Final). El Odyssey entra en su fase final y peligroso. En 3001, increíblemente, la raza humana ha sobrevivido, temerosa de los tres monolitos que domina el sistema solar. Por lo tanto, hay un solo destello de esperanza. El cuerpo de Frank Poole, que se creía muerto durante mil años, se recupera de los confines helados de la galaxia. Y … Arthur C. Clarke lleva la mayor y más exitosa serie de ciencia ficción de todos los tiempos a su conclusión inesperada y sorprendente, dando un salto de mil años en el futuro.

Sensacional! En reconocimiento de Clarke, el asteroide 4923 fue nombrado después de él, como una especie de dinosaurio ceratopsiano la arthurclarkei serendipaceratops, descubierto en Inverloch, Australia.

Clarke escribe muchas de sus historias donde las líneas iniciales giran en torno a un marco científico al que le gustaba decorar con un final sorprendente. Resuelve la mayoría de sus obras con un tono generalmente asépticos, sin adornos ni artificios, dejándola con las ideas cerradas que mantienen la atención del lector. Este estilo solamente se rompe para permitir un grado de refinado estado de ánimo.

En cuanto a sus temas giran en torno a dos ideas fundamentales: el optimismo sobre los beneficios del progreso científico (que tanto han subrayado en un momento de cierto desaliento después del lanzamiento de las bombas atómicas), y el encuentro con las especies y culturas superiores (siempre en un muy condescendiente) tono. En los “Odiseas” cuarteto llama a la cultura superior de “el primogénito,” los agricultores en el campo de las estrellas, que han dado “semilla” de nuestro sistema solar en forma de monolitos (como se ve en la película de Stanley Kubrick). Como escritor de ciencia, que siempre ha sido comparada por ella con otro genio: Isaac Asimov.

Ufff !! Terminamos. Gustado el post? Disfruta y entra en el blog y lee la cantidad de posts que desea.

Nos veremos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_C._Clarke

https://pt.wikipedia.org/wiki/Odisseia_no_Espa%C3%A7o

https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Sentinel

https://es.wikipedia.org/wiki/2001:_A_Space_Odyssey_(novela)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Encounter_in_the_Dawn

https://es.wikipedia.org/wiki/HAL_9000

https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwi658jQ5d7TAhUDEZAKHcutC3sQjRwIBw&url=http%3A%2F%2Fwallpaperdownload.xyz%2Fpt%2Fhal-9000-wallpaper-hd%2F&psig=AFQjCNGwu6Aeg9QhGSJ8SGmtV-uzKl5B2w&ust=1494281220713698

https://pt.wikipedia.org/wiki/2010:_Odyssey_Two

https://pt.wikipedia.org/wiki/2061:_Odyssey_Three

https://armonte.files.wordpress.com/2010/07/arthur_c_clarke.jpg?w=630&h=420

https://cinepop.com.br/vixe-2001-uma-odisseia-no-espaco-tera-sequencia-82718

O Elo Perdido da Fantasia – Lord Dunsany

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: O Elo Perdido da Fantasia – Lord Dunsany.

Você pode imaginar que alguém possa ter inspirado dois grandes mestres da literatura fantástica – J.R.R. Tolkien, C. S. Lewis? Pense! Dos autores que você conhece quem teria está capacidade?

O post de hoje vai abordar um dos pais da fantasia, que e autor de mais de 80 obras publicadas.  Vamos dar uma dica, melhor três: Era nobre, herói de guerra e morador do castelo mais antigo da Irlanda. Vem alguém a sua mente?

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E com vocês … Lord Dunsany ou, como em seu nascimento, Edward John Moreton Drax Plunkett.  Nascido em Londres no dia 24 de Julho de 1878, Plunkett era de família irlandesa cuja genealogia é anterior às invasões normandas.

Killeen Castle 4

Foi o décimo oitavo Barão de Dunsany, sendo herdeiro do segundo título de nobreza mais antigo da Irlanda e habitava um castelo do século XII que é considerado a moradia habitada mais velha do país.  Sensacional! Mas tem mais! Lutou como oficial na Guerra dos Bôeres e na I Guerra Mundial e foi exímio atirador, caçador, desenhista e um gênio do xadrez.

Mas o que é mais importante, para o blog e para toda LitFan, é que foi um escritor que publicou mais de 80 obras em estilos como o conto, a poesia e o teatro e sempre foi um sucesso, em vida.  Daí meu susto.  Lord Dunsany é praticamente um desconhecido de muitas gerações de leitores de LitFan.  Sua obra, a qual gira em torno da alta fantasia, do terror e do sobrenatural, exerceu grande influencia e fascínio em grandes mestres da Lit Fan tais como H. P. Lovecraft, J. R. R. Tolkien, Jorge Luis Borges y Arthur C. Clarke.

Um dos seus trabalhos de maior êxito e notabilidade, “The King of Elfland’s Daughter” (não tem título em português, assim a tradução literal é “A Filha do Rei de Elfland”) conta a história de um casamento entre um homem mortal e uma princesa elfo.  Publicado em 1924, é tido como um dos romances de fantasia mais amados de todos os tempos. Uma obra-prima.

A história se inicia no povoado inglês de Erl, no limiar do século XVI. O Parlamento da cidade diz ao senhor de Erl que quer ser governado por um líder mágico. O senhor então envia seu filho Alveric para a Elfland, uma terra mágica que fica do outro lado da fronteira do crepúsculo, para buscar a princesa de lá, Lirazel, para ser sua noiva. O rapaz, com a ajuda de uma bruxa – Ziroonderell – leva uma espada mágica para a terra perigosa e encontra a princesa. Lirazel se afeiçoa pelo humano e foge com ele.  Os dois têm um filho em Erl, Orion, que será o governante tão esperado pelos moradores. Mas a princesa de Elfland não se acostuma muito bem a terra e aos costumes dos mortais, e esse conflito vai dando forma ao resto da trama.

Uma característica do romance é que contém muitas descrições. É em grande parte permeado por descrições longas tanto de Erl como de Elfland, e não há muitos diálogos. Mas verdade seja dita, é que essas descrições são incrivelmente bonitas.  Você fica maravilhado e se transporta para essas terras. Há, também, um ponto em que um sútil embate da magia com a religião – um exemplo é de que Lirazel não compreende os costumes religiosos dos humanos e, da mesma forma, dos humanos para com ela.  É um livro lento e que exige algum tempo para a leitura, os capítulos são longos e cada um se fecha sem grandes reviravoltas.  Mas é extremamente enriquecedor.  Uma das edições traz uma introdução do nosso querido autor Neil Gaiman.  Show!

Um dos inspirados por Plunkett, nosso grande mestre Tolkien também foi um crítico – um dos destaques de seus questionamentos era sobre como os nomes das obras de Dunsany eram escolhidos: evocados sem se aplicar conhecimento algum.  Enquanto nosso “Senhor dos Anéis” usava regras linguísticas sensatas (segundo ele).

Algumas obras do nosso Lorde: “The Book of Wonder” 1912; “Don Rodriguez – Chronicles of Shadow Valley” 1922; “The Gods of Pegana” 1905; “The Sword of Welleran and Other Stories” 1908; “Time and the Gods” 1905.

Plunkett foi inspirado pelas lendas e o folclore irlandês, celta e do Norte Europeu, além das mitologias grega e oriental.  Também influenciaram os romances de cavalaria e os contos de fadas dos irmãos Grimm e de Hans Christian Andersen. Mas sua mente brilhante tinha vida própria.

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Nosso escolhido nos deixou em 25 de outubro 1957, quando residia em Dublin – Irlanda, mas nos deixou um grande legado em contos, poesias e romances.

Esperamos que hoje façamos um pouco de justiça a este grande mestre da literatura e que ele deixe de ser um praticamente, desconhecido.

Fechando o post, deixo para vocês uma das muitas frases do autor escolhido pelo blog: “A man is a very small thing, and the night is very large and full of wonders.” (Um homem é uma coisa muito pequena, e a noite é muito grande e cheia de maravilhas.).

Gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: El Eslabón Perdido de la Fantasía – Lord Dunsany.

¿Se imaginan que alguien puede haber inspirado a dos grandes maestros de la literatura fantástica – J.R.R. Tolkien, CS Lewis? Piense! Los autores tendrían que saber quién es la capacidad?

El post de hoy va a abordar uno de los padres de fantasía, que es el autor de más de 80 obras publicadas. Vamos a dar un toque, mejor tres: Era, héroe de guerra noble y residente del castillo más antiguo de Irlanda. Alguien viene a la mente?

Y con ustedes … Lord Dunsany o, como en su nacimiento, Edward John Moreton Drax Plunkett. Nacido en Londres el 24 de julio de 1878, Plunkett era familia irlandesa cuya genealogía es anterior a las invasiones normandas. Fue la XVIII Baron Dunsany, siendo heredera del segundo título de la nobleza más antigua de Irlanda y vivía en un castillo del XII, que se considera la vivienda habitada más antigua del país. Sensacional! Pero aún hay más! Luchó como oficial en la guerra de Boer y en la Primera Guerra Mundial y fue tirador de precisión, cazador, diseñador y un genio del ajedrez.

Pero lo que es más importante para el blog y para todos LitFan, que era un escritor que ha publicado más de 80 obras en estilos como el cuento, la poesía y el teatro, y siempre ha sido un éxito en la vida. De ahí mi miedo. Lord Dunsany es un virtual desconocido para muchas generaciones de lectores LitFan. Su trabajo, que gira alrededor de la alta fantasía, terror y sobrenatural gran influencia y fascinación con grandes maestros como Lit Ventilador Howard Phillips Lovecraft, J. R. R. Tolkien, Borges y Arthur C. Clarke.

Una de sus obras más exitosas y notabilidad, ” The King of Elfland’s Daughter ” (“la hija del rey de Elfland”) cuenta la historia de un matrimonio entre un hombre mortal y una elfo princesa. Publicada en 1924, se considera una de las novelas de fantasía más queridos de todos los tiempos. Una obra maestra.

La historia comienza en la ciudad Inglés de Erl, en el umbral del siglo XVI. Parlamento de la ciudad, dice el Señor de Erl que quiere ser gobernado por un líder mágico. A continuación, enviar a su hijo Alveric a Elfland, una tierra mágica que está al otro lado de la frontera desde el atardecer a buscar a la princesa de allí, Lirazel, para hacerla su esposa. El niño, con la ayuda de una bruja – Ziroonderell – toma una espada mágica a la tierra peligrosa y se encuentra a la princesa. Lirazel se une por el ser humano y huye con ella. Los dos tienen un hijo en Erl, Orion, que será el gobernante esperado por los residentes. Pero la princesa del país de los elfos no se acostumbre muy bien la tierra y las costumbres de los mortales, y este conflicto está dando paso al resto de la trama.

Una característica de la novela es que contiene muchas descripciones. Se impregnó en gran medida por las descripciones largas, tanto en Erl como país de los elfos, y no hay muchos diálogos. Pero a decir verdad, es que estas descripciones son increíblemente hermoso. Se maravilla y es transportado a estas tierras. También hay un punto en el que un choque sutil de la magia con la religión – un ejemplo es que Lirazel no entiende las costumbres religiosas de los derechos humanos y, asimismo, humana hacia ella. Es un libro lento y requiere un poco de tiempo para la lectura, los capítulos son largos y cada uno se cierra sin giros importantes. Pero es sumamente enriquecedora. Una de las cuestiones trae una introducción de nuestro querido el autor Neil Gaiman. Mostrar!

Uno de Plunkett inspirado por nuestro gran maestro Tolkien también fue un crítico – uno de los aspectos más destacados de sus preguntas fue acerca de cómo se eligieron los nombres de las obras de Dunsany: evocados sin aplicar ningún conocimiento. Si bien nuestro “señor de los anillos” llevaba reglas lingüísticas sensibles (según él).

Algunas obras de nuestro Señor: “The Book of Wonder” (El libro de la maravilla) en 1912; ““Don Rodriguez – Chronicles of Shadow Valley” (Don Rodriguez – Crónicas de Shadow Valley) en 1922; ““The Gods of Pegana” (Los dioses de Pegana) 1905; ““The Sword of Welleran and Other Stories” (La espada de Welleran y otras historias) en 1908; “Time and the Gods” (El tiempo y los dioses) en 1905.

Plunkett fue inspirado por las leyendas y el folclore irlandés, celta y el norte de Europa, además de las mitologías griegas y orientales. También influyó en las novelas de caballería y los cuentos de hadas de los hermanos Grimm y Hans Christian Andersen. Pero su brillante mente tenía vida.

Nuestra elección nos dejó el 25 de octubre de 1957, mientras vivía en Dublín – Irlanda, pero nos dejó un gran legado de cuentos, poesía y novelas.

Esperamos que hoy en día hacer un poco de justicia a este gran maestro de la literatura y que deje de ser prácticamente desconocido.

Cerrando el post, dejo a usted una de las muchas autor de las frases elegidas por el blog: “El hombre es una cosa muy pequeña, y la noche es muy grande y lleno de maravillas” (Un hombre es una cosa muy pequeña, y la noche es muy grande y lleno de maravillas.).

¿Te gustó el post? Aprovecha el blog y lee la cantidad de mensajes que desea. Y deja tu comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, dejar una sugerencia. Nos veremos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

http://lounge.obviousmag.org/ordem_no_ruido/2013/11/lord-dunsany.html

http://www.lecturalia.com/autor/1668/lord-dunsany

https://tyrionfrost.files.wordpress.com/2009/12/

https://en.wikipedia.org/wiki/The_King_of_Elfland’s_Daughter

https://es.wikipedia.org/wiki/Lord_Dunsany

https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/51B5%2BP66c6L._

https://blogsemserifa.com/2016/10/05/resenha-the-king-of-elflands-daughter/comment-page-

https://books.google.com.br/books?id=jMAYCwAAQBAJ&pg=PT72&lpg=PT72&dq=resenha+Filha+do+Rei+de+Elfland+Por+LORD+DUNSANY&source=bl&ots=FINM7c2qTX&sig=sX1aAnroJyOismNs8AHHeF1z4&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwixnMr8tMrTAhVEIpAKHfg2C9YQ6AEINDAD#v=onepage&q=resenha%20Filha%20do%20Rei%20de%20Elfland%20Por%20LORD%20DUNSANY&f=false

http://manybooks.net/authors/dunsany.html

https://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://t1.gstatic.com/images%3Fq%3Dtbn:ANd9GcTf2uV3Va1heCHT7fR42f2TxI5cIhwjqA1wrV21d2DM4mzi0G&imgrefurl=http://books.google.com/books/about/The_Gods_of_Pegana.html%3Fid%3DBLnfOlL7BDsC%26source%3Dkp_cover&h=400&w=264&tbnid=_XlqQgnXqUc2qM:&tbnh=160&tbnw=105&usg=__mMRqmfbz1OdzSMxsTJiqGoKq9IU=&vet=10ahUKEwjMgO6Wu8rTAhXHhpAKHUykD10Q_B0IxAEwCg..i&docid=RP-s1mCaWyvSmM&itg=1&sa=X&ved=0ahUKEwjMgO6Wu8rTAhXHhpAKHUykD10Q_B0IxAEwCg

http://www.howardandrewjones.com/wp-content/uploads/2014/10/lorddunsany

http://www.sffaudio.com/the-sffaudio-podcast-278-audiobookreadalong-the-wonderful-window-by-lord-dunsany/comment-page-1/

http://www.azquotes.com/author/4224-Lord_Dunsany

https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/originals/9a/c8/36/9ac836e1012bb9410349a99602a05d8f

https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/51K5ORYj58L._SX331_BO1,204,203,200_.

http://i43.tower.com/images/mm120968373/sword-welleran-other-stories-lord-dunsany-paperback-cover-art.

https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/61UiDvsEFOL._SX331_BO1,204,203,200_.

 

Contra tudo e contra todos – A força da Quinta Estação de N. K. Jemisin

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.
Versão em português: Contra tudo e contra todos – A força da Quinta Estação de N. K. Jemisin.
Livro 1
Quando decidi escrever sobre a obra “The Fifth Season” tinha pouca ideia do quanto iria ficar interessado. Sua autora, NK Jemisin, nasceu em Iowa City e cresceu em Nova York e Mobile, Alabama. Ela viveu em Massachusetts por dez anos e depois se mudou para Nova York. The Fifth Season obteve a grande vitória na premiação do Hugo de 2016 como a melhor romance de ficção e “de quebra” recebeu a nomeação para outros 3 grandes prêmios do mundo da LitFan – o Nebula Award , o World Fantasy Award e o Locus Award.

nkjemisin

Em seu site, Jemisin, descarrega toda a tensão (e a raiva) que se deu com a premiação do “Hugo” extremamente questionada pelos acontecimentos do ano anterior (2-15) onde um grupo de votantes da World Science Fiction Society, denominado “Sad Puppies” (tradução literal ”filhotes tristes”) tentou influenciar resultados e promover visões sexistas, racistas e homófobas. Em 2016, contra tudo e contra todos a americana Jemisin faturou o prêmio principal.
         Obs.: NK Jemisin, já sofreu ataque racista do autor (e músico) Vox Day – um dos “Sad Puppies”, e antes de faturar o prêmio de 2016 já havia sido indicada em outras três oportunidades para o Hugo.
The Guardian
A premiação (e a luta) de NK foi muito difundida pela imprensa internacional. O “The Guardian” (jornal inglês) noticiou “NK Jemisin: the fantasy writer upending the ‘racist and sexist status quo’” – tradução literal: NK Jemisin: a escritora da fantasia encolhendo o status quo “racista e sexista”.

Planeta

Voltando ao romance “The Fifth Season” (ainda sem versão traduzida, mas se avaliarmos a tradução literal mais o conteúdo do livro seria “A Quinta Estação” – estação esta relacionada a verão, inverno, primavera …) primeiro livro da série “The Broken Earth” relata um mundo em estado terminal. Em função vários movimentos violentos nas placas tectônicas do planeta, a natureza acaba provocando calamidades geológicas de tempos em tempos. A Quinta Estação nada mais é do que um (ou uma série) de fenômenos tais como uma erupção vulcânica, um tsunami que varre várias regiões costeiras, ilhas que aparecem e desaparecem subitamente ou jorros de ácido, expelidos pela terra, que destroem plantações. Começa com a grande fenda vermelha no único continente do mundo, um mega vulcão, do qual a cinza suficiente para escurecer o céu por muitos e muitos anos. Talvez séculos. O livro também nos mostra um “começo” de história com a morte. Um drama de uma das personagens com um filho assassinado e uma filha desaparecida, que sai em busca de salvação e … vingança. E nos apresenta os orogenos, que exercem o poder da terra como uma arma e são temidos muito mais do que a longa noite fria. Não há misericórdia.
Jemisin soube, através de suas linhas, representar a forma odiosa como as pessoas se relacionam com os orogenes. Suas descrições são tão vívidas que se consegue imaginar uma pessoa comum olhando torto para um rogga (forma pejorativa de se referir a um orogene). O ódio transborda dessas pessoas. Esse preconceito transborda mais claramente nas histórias de Damaya e Essun em que as pessoas chegam até a atacar fisicamente e tentar linchar os orogenes. As cenas em que isso acontece são claras e deixam o leitor horrorizado com o que acontece. Provavelmente a autora consegue este efeito por ela mesma sofrer preconceito por ser uma mulher, negra e parte de um nicho literário ainda repleto de machismo por todos os lados. Essa experiência de vida é que faz as descrições da autora serem tão reais.
Venha conhecer:
Damaya – Uma criança que é dada a um Guardião depois que ela é descoberta para ser um orogene;
Syenite – Também conhecido como Syen, uma ambiciosa orogene de quatro níveis do Fulcrum, que é instruída a ir em uma missão com um orogene de nível mais alto chamado Alabaster.
Alabastro – Um orogene de dez anéis (nível mais alto), capaz de sufocar super-vulcões e de usar o poder de outros orogenes para complementar o seu próprio.
Essun – Uma mãe de dois orogênios, que deixa sua pequena cidade de Tirimo para perseguir seu marido.
Muito bom! A autora americana, já foi indicada a mais de quinze prêmios (Hugo, Nebula, WFA e Locus). Vale a pena conhecer o trabalho desta lutadora.
      Importante: Minha opinião, na LitFan não cabe qualquer atitude racista ou sexista. Na fantasia, não cabe qualquer reserva de espaço – NOSSO ESPAÇO É DE TODOS.
Para fechar o post de hoje, a declaração da nossa autora: “As a black woman I have no particular interest in maintaining the status quo. Why would I?” – Tradução literal: “Como uma mulher negra eu não tenho nenhum interesse particular em manter o status quo. Por que eu deveria?”
E então? Gostou do post? Aproveite, entre no blog e leia quantos posts você quiser. E deixe seu comentário. É muito importante. Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo
Versión española: Contra todo y todos – La fuerza de la Quinta Estación de N. K. Jemisin.
Cuando decidí escribir sobre “La Quinta Estación” trabajo tenía poca idea de lo mucho que estaría interesado. Su autor, N. K. Jemisin, nació en Iowa City y creció en Nueva York y Mobile, Alabama. Ella vivía en Massachusetts durante diez años y luego se trasladó a Nueva York. La Quinta Estación ganó la gran victoria en el premio Hugo 2016 como la mejor novela de ficción y “ruptura” recibió una nominación por otros 3 grandes premios en el mundo de la LitFan – la concesión de la nebulosa, el Premio Mundial de Fantasía y el Premio Locus.
En su página web, Jemisin, descargar toda la tensión (y la ira) que se produjo con la adjudicación de “Hugo” muy cuestionado por los acontecimientos del año anterior (2-15) donde un grupo de votantes de la Sociedad de ciencia ficción del mundo, llamado ” tristes cachorros “(traducción literal” el perrito triste “) trataron de influir en los resultados y promover puntos de vista sexistas, racistas y homofóbicos. En el año 2016, contra todo y contra todos los Jemisin estadounidense ganó el premio principal.
     Obs:. N. K. Jemisin, ha sufrido un ataque racista del autor (y músico) Vox Day – uno de los “perritos tristes” y antes de facturar el premio 2016 ya había sido dicho en otras tres oportunidades a Hugo.
El premio (y lucha) NK fue difundida en la prensa internacional. El “Guardian” (diario británico) informó “N. K. Jemisin: el escritor de fantasía volcar el ‘status quo racista y sexista” – Traducción literal: N. K. Jemisin: escritor de fantasía encoge el status quo ‘racista y sexista’
Volviendo a la novela “The Fifth Season” (versión aún traducidas, pero si evaluamos la traducción literal sobre el contenido del libro es “La Quinta Estación” – la estación está relacionado con el verano, invierno, primavera …) primer libro de la serie ” la Tierra rota “describe un mundo en estado terminal. Debido a que varios movimientos violentos en las placas tectónicas del planeta, naturaleza termina causando desastres geológicos de vez en cuando. La Quinta Estación no es más que uno (o serie) de fenómenos tales como una erupción volcánica, un tsunami que arrasa varias regiones costeras, islas que aparecen y desaparecen de repente o ácido chorros expulsados de la tierra, la destrucción de los cultivos. Se inicia con la gran hendidura roja en el único continente en el mundo, un volcán de mega, que el gris suficiente para oscurecer el cielo durante muchos años. Tal vez siglos. El libro también nos muestra un “comienzo” de la historia con la muerte. Un drama de uno de los personajes con un hijo asesinado y una hija desaparecida, que va en busca de la salvación y la venganza …. Y presenta los orógenos, ejerciendo el poder de la tierra como un arma y se teme mucho más que la larga noche fría. No hay piedad.
Jemisin conocer a través de sus líneas representan la forma odiosa gente se relaciona con orogenes. Sus descripciones son tan vívidas que uno se puede imaginar que la persona promedio en busca de Rogga torcida (forma despectiva de referirse a un orogene). El desborde odio estas personas. Este prejuicio se desborda con mayor claridad las historias de Damaya y Essun donde la gente viene a atacar físicamente y tratar de linchar a los orogenes. Las escenas en las que esto sucede son claras y dejan al lector con el horror lo que sucede. Probablemente el autor logra este efecto por sí sufren perjuicio por ser mujer negro y parte de un nicho literario todavía lleno de machismo en todas partes. Esta experiencia de la vida es lo que hace que las descripciones del autor son tan reales.
Venir a ver:
Damaya – Un niño que se da un tutor después de que ella se descubre que es un orogene;
Sienita – También conocido como Syen un ambicioso orogene cuatro niveles de Fulcrum, que se encargó de ir a una misión con un mayor nivel de orogene llamada alabastro.
Alabastro – A orogene diez anillos (nivel superior), capaces de sofocar súper volcanes y utilizar el poder de otros orogenes para complementar el suyo propio.
Essun – Una madre de dos orogênios, que deja a su pequeña ciudad de Tirimo para perseguir su marido.
¡Muy bien! La autora estadounidense, ha sido nominada a más de quince premios (Hugo, Nebula y Locus WFA). Vale la pena conocer la obra de esta luchadora.
     Importante: Mi opinión sobre LitFan no encaja en ningún racista o sexista actitud. En la fantasía, no es ninguna reserva de espacio – nuestro espacio es todo.
Para cerrar el post de hoy, una declaración de nuestro autor: “Como mujer negro no tengo ningún interés especial en mantener el status quo. ¿Por qué habría de hacerlo “- Traducción literal:” Como mujer negro no tengo ningún interés especial en mantener el status quo. ¿Por qué? “
¿Y entonces? Te gustó el post? Disfruta entre el blog y lee la cantidad de posts que desea. Y deja tu comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, dejar una sugerencia. Nos veremos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:
https://en.wikipedia.org/wiki/N._K._Jemisin
http://nkjemisin.com/
http://escambau.org/2016/08/21/n-k-jemisin-vence-o-hugo-2016-de-melhor-romance-conheca-os-vencedores/
http://www.ficcoeshumanas.com/fantasia–ficcao-cientifica/resenha-the-fifth-season-the-broken-earth-vol-1-de-n-k-jemisin
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2015/08/1675129-premio-hugo-dominado-por-controversia-e-por-categorias-sem-premiados.shtml
http://www.sfwa.org/wp-content/uploads/2011/06/nkjemisin.jpg
http://www.goodreads.com/book/show/19161852-the-fifth-season
https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/61EwRzbMAqL._SX325_BO1,204,203,200_.jpg
https://en.wikipedia.org/wiki/The_Fifth_Season_(novel)#Characters
http://buzzerg.com/223152-vulcano-id-116385.htm
https://www.theguardian.com/books/2015/jul/27/nk-jemisin-interview-fantasy-science-fiction-writing-racism-sexism
https://sffbookreview.files.wordpress.com/2012/07/jemisin-trilogy.jpg
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A Maldição Inimaginável da Horcrux

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Versão em português: A Maldição Inimaginável da Horcrux.

Fã incondicional das linhas de JK Rowling e sua grande criação “Harry Potter” sempre foi um enigma como a autora se inspirou e construiu o feitiço proibido “Horcrux”.
Entender este contexto, sempre foi importante para entender a própria história. Pesquisei bastante e mesmo já escrevendo algumas vezes sobre o tema dedicarei este post ao feitiço.
Leiam os posts abaixo e ajudará a entender um pouco mais:

https://jotacortizo.wordpress.com/2015/12/27/os-incriveis-viloes-da-litfan-los-increibles-villanos-de-la-litfan/
https://jotacortizo.wordpress.com/2016/06/19/as-grandes-batalhas-da-litfan/
https://jotacortizo.wordpress.com/2016/07/30/sera-o-recomeco-da-saga-harry-potter/

Assim, caríssimos amigos, apresento-lhes o feitiço mais abominável da face da Terra. A Horcrux.
Há uma teoria dos fãs de HP sobre o que inspirou JK Rowling na criação do feitiço. Vejam só:

Horus
Hor (ou Horus, em latim – e também Heru-sa-Aset, Her’ur, Hrw, Hr, Hor-Hekenu ou Ra-Hoor-Khuit) era o deus egípcio dos Céus, representado por uma águia. Sua história é contada no livro “Livro para Manter a Alma Viva para Sempre”, escrito em 3.000 a.C.. Hórus era filho de Osíris e de Ísis. Tinha cabeça de falcão e os olhos representavam o Sol e a Lua. Matou Set, tanto por vingança pela morte do pai, Osíris, como pela disputa do comando do Egito. Após derrotar Set, tornou-se o rei dos vivos no Egito.

amuleto de Horus

Perdeu um olho lutando com Set, que foi substituído por um amuleto de serpente, (que os faraós passaram a usar na frente das coroas), o olho de Hórus, (anteriormente chamado de Olho de Rá), simbolizava o poder real e foi um dos amuletos mais usados no Egito em todas as épocas.

Harmachis

Uma das representações de Hórus é Harmachis (Hórus no horizonte), que Hórus como um símbolo de ressurreição, ligado ao sol poente. Quando seu pai, o deus Osíris, foi morto e teve sua alma desmembrada em vários pedaços, foram Hórus e sua mãe, Ísis, quem juntaram as partes para que Osiris pudesse voltar à vida. Assim: HORCRUX = HOR/CRUX = CRUZ DE HÓRUS. Na tradução literal do latim HORCRUX = SUA CRUZ (gosto mais da primeira possibilidade).

Herpo

O bruxo Herpo

Continuando, dividir a alma é considerado um ato de violação e só é possível através de uma ação: matar alguém (ou seja, matar rompe a alma). Há fortes indícios que provam de que a primeira Horcrux foi criada pelo também criador do Basilisco, o bruxo das trevas grego Herpo, o sujo.

O feitiço das Horcruxes é ativado assim que o bruxo mata alguém e insere em objetos, uma parte de sua alma. Consequentemente, impede a morte de seu dono, visto que um pedaço de sua alma ainda está presa à Terra. Quando transferido para uma Horcrux, o fragmento de alma não pode se mudar novamente para outro objeto. Caso o objeto seja destruído, o fragmento de alma será destruído também. Mas… Tem sempre um mas. Mas, J.K. Rowling nunca revelou o processo exato que Voldemort usou para produzir as horcruxes. Pelos livros, sabemos que é magia negra das mais perversas: ele precisa de um feitiço específico, de um ato dos mais vis – um assassinato – e de um objeto no qual colocar o pedaço de alma resultante do processo. Mas a autora nunca ofereceu mais detalhes sobre a magia. Dizem que seria extremamente assustador e… Polêmico. Há uma teoria que fala até em canibalismo. Sim, pra fazer um Horcrux, seria preciso comer a carne e beber o sangue de sua vítima. Cale lembrar que o canibalismo tem, ao longo da história, sido associado com ganho de força, poder ou a saúde do morto. Seja pra adquirir a força de um inimigo morto ou o poder metafórico deste. Mas… (olha ele aí de novo) e quanto a sétima Horcrux – o próprio Harry? Aí, esta teoria perde um pouco sua força. Mas… Outros fãs não consideram Harry uma Horcrux.
Teorias a parte, como Lorde Voldemort chegou ao conhecimento deste poderoso feitiço?

harry potter - Horace Lumacorno

Tom Marvolo Riddle pesquisou sobre as Horcruxes quando ainda era um jovem estudante em Hogwarts. Pelo menos numa ocasião, ele perguntou a Horácio Slughorn – um dos professores – o que aconteceria se a pessoa dividisse a alma em sete partes. Horácio respondeu-lhe, mas escondeu o fato depois.
Foi no outono de 1943 que, sem pensar, Slughorn contou ao aluno Tom Riddle, então com 16 anos, os segredos da magia mais desprezível, conhecida como Horcrux. Riddle era um dos alunos preferidos de Slughorn (senão o preferido) por sua capacidade e inteligência. O professor sempre soube que ele seria alguém importante. Depois de extrair do professor tudo o que queria saber, Riddle começou seu reino de terror sobre o mundo dos bruxos assumindo o nome de Lord Voldemort e se tornando praticamente imortal. Na realidade, o professor não disse muito sobre os Horcruxes, nada que Riddle não pudesse descobrir sozinho, e ele já estava no caminho. Mesmo assim o professor não se perdoou por ter deixado as palavras escaparem de sua boca impensadamente, ele só percebeu o enorme interesse do rapaz tarde demais. Desde então passou a se culpar de toda a destruição, maldades e mortes causadas pelo Lorde das Trevas. Na época, ele era professor de Poções e diretor da Sonserina (Slytherin), e vivia satisfeito com seu Clube do Slugue. Suas aulas, em 1943, eram dadas exclusivamente aos alunos de sua Casa, tais como Riddle, Lestrange e Avery. Todos mais tarde se tornariam Comensais da morte.

As Horcruxes de Lorde Voldemort:

Diario

O Diário de Tom Marvolo Riddle – É um diário, escrito por Tom em sua estadia em Hogwarts. Ele como verdadeiro herdeiro de Salazar Slytherin descobriu e abriu a câmara Secreta e libertou o basilisco. O monstro, sob o comando de Tom, conseguiu matar apenas uma pessoa que estava no banheiro – a aluna Myrtle Elizabeth Warren que é conhecida como Murta que Geme. Está Horcrux foi destruída por Harry com um dente do basilisco.

Anel
O Anel de Marvolo Gaunt – Um anel, pertencente ao avô de Voldemort, Marvolo Gaunt, com uma pedra que brandia o emblema dos Irmãos Peverell. Voldemort conseguiu-o estuporando o tio Morfino Gaunt. Depois, matou seu pai e toda sua família para tornar o anel em uma Horcrux, e fez Morfino ser preso pelo crime. Riddle usou o anel durante a vida escolar, e após terminar Hogwarts o escondeu na cabana dos Gaunt. Dumbledore depois encontrou o anel e o destruiu com a espada de Godric Gryffindor (que por ter sido usada por Harry Potter para matar o basilisco, estava impregnada de veneno).

Curiosidade: A pedra do anel é mais tarde revelada como a “A Pedra da Ressurreição”, uma das “Relíquias da Morte”, que são três: a Pedra da Ressureição, a Varinha das Varinhas e a Capa de Invisibilidade. Era o anel em que o avô de Voldemort, Marvolo Gaunt, usava enquanto ainda era vivo. Supõe-se que ele tenha sido criado para apenas guardar a Pedra da Ressurreição de algum membro antigo da própria família Gaunt. Dumbledore acha o anel, destrói a Horcrux, mas guarda o objeto, agora com a pedra partida ao meio. Dumbledore deixou a pedra para Harry depois de sua morte,dentro do pomo de ouro que Harry capturou em sua primeira partida de Quadribol.

medalhão
O Medalhão de Slytherin – A mãe de Voldemort, Mérope Gaunt, possuía um medalhão herdado de Salazar Slytherin, e em um momento de dificuldade vendera à Borgins & Burke por uma pequena quantia de dinheiro. O medalhão fora comprado por Hepzibah Smith, e Riddle pegou-o junto com a taça de Hufflepuff após matá-la em uma visita. Voldemort tornou o objeto uma Horcrux (matando um mendigo), e o escondeu em uma caverna cheia de magia, de modo que quem a descobrisse fosse morto: a entrada só se revela ao se fazer um sacrifício de sangue na parede de pedra; dentro da caverna há um lago, cheio de Inferis e uma ilha no centro com uma bacia que abriga o medalhão, porém este só se revela após tomar a poção enfraquecedora que enche a bacia.

Taça
A Taça de Hufflepuff – Riddle conseguiu a taça de Helga Hufflepuff assassinando Hepzibah Smith e acusando a elfa doméstica da casa pelo crime. Voldemort confiou a taça à Belatriz Lestrange, que a guardou em seu cofre em Gringotes. Harry, Rony e Hermione invadem o cofre e pegam a taça, destruída por Hermione após pegar as presas do Basilisco morto na Câmara Secreta.

Diadema
O Diadema de Ravenclaw – Um objeto muito procurado por estudantes através dos séculos, o diadema de Rowena Ravenclaw aumentaria a inteligência de quem o usasse. A filha de Ravenclaw, Helena, roubou-o e escondeu-o numa floresta albanesa antes de ser morta pelo Barão Sangrento. Rowena agiu como se nada tivesse acontecido, e ninguém soube do paradeiro da joia, considerada desaparecida – até que Tom Riddle descobriu sua localização persuadindo o fantasma de Helena, conhecido em Hogwarts como Dama Cinzenta. Voldemort escondeu o diadema na Sala Precisa. A descoberta: Harry vai sozinho esconder o livro do Príncipe Mestiço na Sala Precisa, e para marcar o local do esconderijo, coloca um busto, uma peruca, e, em cima, sem ter consciência do que era, colocou o Diadema de Ravenclaw. Assim, quando Harry viu a estatua de Ravenclaw com o Diadema no salão comunal da Corvinal já sabia onde encontrá-lo. O Diadema foi destruído pelo fogomaldito conjurado por Gregory Goyle.

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A Cobra Nagini – Nagini é descrita como grossa e comprida, com a grossura de uma coxa masculina. Voldemort tornou sua cobra uma horcrux após matar uma bruxa chamada Berta Jorkins enquanto ela estava de férias na Albânia e por acaso encontrou Rabicho que o levou para Voldemort e ele a matou após receber informações que lhe eram úteis. Voldemort costumava mandar Nagini em missões, controlando-a com um vínculo mental, mas após descobrir que Harry, Rony e Hermione estavam caçando as Horcruxes, ele a coloca em uma jaula mágica impenetrável. Após ter assassinado Harry, ficou tão confiante de que ela não estaria mais em perigo que a deixou livre, o que permitiu que Neville Longbottom a decapitasse com a Espada de Godric Gryffindor, destruindo a Horcrux.

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Harry Potter – Essa Horcrux é um caso a parte, pois Voldemort não quis que ela fosse criada. Na noite em que Voldemort matou James e Lili Potter, e tentou aplicar, em Harry, a Maldição da Morte (Avada Kedavra), ele deixou um pedaço de sua alma, na marca em que fez no garoto, ou seja, a cicatriz. é um dos fatores que explicam a relação que Harry teve com Voldemort, enquanto este estava vivo. De acordo com as orientações de Dumbledore, todas as Horcruxes deveriam ser destruídas para que Voldemort fosse destruído para sempre. O próprio Voldemort destrói a Horcrux achando que matou Harry, porém ao invés de atingir Potter, Voldemort acaba atingindo uma parte de sua própria alma.

Curiosidade: A dor que Harry sente na cicatriz quando Voldemort está muito ativo é o pedaço de alma nele querendo se unir ao pedaço de alma que restou em Voldemort, querendo sair dele do mesmo jeito que entrou.

Muito bom! Gostaria de considerar que “Não importa se a pessoa consegue ser a mais poderosa, mais rica, mais famosa… Ser imortal, na verdade, não é deixar vários pedaços seus pelo mundo como forma de mostrar que você é o maioral. Não é ter sua memória preservada pelo medo. Ser imortal é viver de forma que tudo feito ao longo da sua passagem pelo mundo dos vivos continue vivendo na memória das pessoas que você deixou para trás, impactando de forma positiva as vidas delas.”.

Faça o bem. Busque as ações positivas. Deixe várias partes de você na memória das pessoas que você ama e que te amam. Faça muitas horcruxes do bem.
Agora para fechar o post de hoje, basta reproduzir o depoimento do grande escritor Stephen King sobre nossa queria JKRow.

Stephen

“J K Rowling criou sete Horcruxes. Ela pôs uma parte de sua alma em cada livro e agora seus livros irão viver para sempre”
Faça uma visita ao blog e leia quantos posts você quiser. E não esqueça, deixe seu comentário. É muito importante. Se preferir, deixe uma sugestão e ajude o blog. Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo
Versión española: La Maldición Unimaginable de la Horrocrux.
fanático de las líneas de JK Rowling y su gran creación “Harry Potter” siempre ha sido un enigma que el autor se inspiró y construyó el hechizo prohibido “Horrocrux”.
La comprensión de este contexto, siempre fue importante para entender la historia. He investigado mucho ya veces me he escrito sobre el tema dedicar este post a deletrear.
Leer los posts de abajo y ayudarle a entender un poco más:
https://jotacortizo.wordpress.com/2015/12/27/os-incriveis-viloes-da-litfan-los-increibles-villanos-de-la-litfan/
https://jotacortizo.wordpress.com/2016/06/19/as-grandes-batalhas-da-litfan/
https://jotacortizo.wordpress.com/2016/07/30/sera-o-recomeco-da-saga-harry-potter/

Así que, queridos amigos, les presento el hechizo más abominable en la Tierra. El Horrocrux.
Hay una teoría de los fans de HP sobre lo que inspiró a JK Rowling para crear el hechizo.

Hor (Horus o en América – y Heru-sa-Aset Her’ur, HRW, Hr, Hekenu Hor o R-Hoor- Khuit) era dios egipcio del cielo, representado por un águila. Su historia se cuenta en el libro “Para mantener el Alma Viva Forever”, escrito en 3000 .. B.C Horus era el hijo de Osiris e Isis. Tenía la cabeza de halcón y ojos representaba el sol y la luna. Establecer matado, ya sea por venganza por la muerte de su padre, Osiris, como la disputa de mando de Egipto. Después de derrotar a Seth, se convirtió en el rey de la vida en Egipto. Perdió un ojo luchando Set, que fue sustituido por un amuleto de serpiente (los faraones comenzaron a utilizar frente a las coronas), el ojo de Horus, (anteriormente llamado el Ojo de Ra), simbolizado el poder real y era una amuletos usados comúnmente en Egipto en todo momento. Una de las representaciones es Harmachis Horus (Horus el horizonte), Horus como símbolo resurrección en la puesta del sol. Cuando su padre, el dios Osiris, murió y su alma se había roto en varios pedazos, fueron Horus y su madre, Isis, que se unió a las partes a Osiris podría volver a la vida. Así: Horcrux HOR/CRUX = HORUS CRUZ. En la traducción literal del latín Horrocrux = SU CRUZ (me gusta más la primera posibilidad).
Continuando, se divide el alma se considera un acto de violación y sólo es posible mediante una acción: matar a alguien (es decir, matar a los descansos del alma). Hay una fuerte evidencia para demostrar que el primer Horrocrux también fue creado por el creador del Basilisco, el mago de la oscuridad griega Herpo sucio. El hechizo de los Horrocruxes se activa tan pronto como el asistente mata a alguien y lo inserta objetos, una parte de su alma. En consecuencia, evita la muerte de su dueño, como un pedazo de su alma aún está unido a la tierra. Cuando se transfirió a un Horcrux, el fragmento de alma no puede cambiar de nuevo a otro objeto. Si el objeto es destruido, el fragmento de alma será destruido también. Pero … Siempre hay un pero. Pero JK Rowling nunca ha puesto de manifiesto el proceso exacto que Voldemort utiliza para producir los Horrocruxes. Los libros, sabemos que la magia negro es la más perversa: se necesita un hechizo específico, un acto de la vis – un asesinato – y un objeto en el que colocar el trozo de alma que resulta del proceso. Pero el autor no ofreció más detalles sobre la magia. Dicen que sería extremadamente miedo y … Controversial. Hay una teoría que habla en el canibalismo. Sí, para hacer un Horrocrux, uno tendría que comer la carne y beber la sangre de su víctima. Cale recordar que el canibalismo ha, a lo largo de la historia, ha asociado con aumentos en la fuerza, el poder o la salud de los muertos. Se trata de adquirir la fuerza de un enemigo muerto o el poder metafórico de esto. Pero … (mira a su alrededor otra vez) y como el séptimo Horrocrux – el mismo Harry? Entonces, esta teoría pierde algo de fuerza. Pero … Otros aficionados no tienen en cuenta a Harry un Horrocrux.
Teorías aparte, como Lord Voldemort vino a la atención de este poderoso hechizo? Tom Riddle investigó los Horrocruxes, cuando era un joven estudiante en Hogwarts. Al menos en una ocasión, le pidió a Horace Slughorn – uno de los maestros – lo que sucedería si la persona que dividen el alma en siete partes. Horacio le dijo, pero ocultó el hecho tarde.
Fue en el otoño de 1943, sin pensar, Slughorn dijo el estudiante Tom Riddle, entonces de 16 años, los secretos de la magia más despreciable, conocido como Horrocrux. Acertijo fue uno de los alumnos favoritos de Slughorn (si se prefiere) por su capacidad e inteligencia. El maestro siempre sabía que iba a ser alguien importante. Después de extraer el maestro todo lo que quería saber, la criba comenzó su régimen de terror en el mundo de los magos tomando el nombre de Lord Voldemort y llegando a ser casi inmortales. De hecho, el maestro no dijo mucho acerca de los Horrocruxes, nada de lo que la criba no pudo averiguar solo, y él ya estaba en camino. A pesar de ello el maestro no le perdona a sí mismo por dejar que las palabras se escapan de su boca sin pensar, sólo se dio cuenta del enorme interés del niño demasiado tarde. Desde entonces pasó a culpar a toda la destrucción, el mal y la muerte causada por el Señor Oscuro. En el momento en que fue profesor de pociones y jefe de Slytherin (Slytherin), y vivía satisfecho con su Club Slug. Sus clases en 1943, fueron dados exclusivamente a estudiantes de su hogar, tales como Riddle, Lestrange y Avery. Todo más tarde se convirtió Mortífagos.

Los Horrocruxes de Lord Voldemort:
El diario de Tom Riddle – Es un diario, escrito por Tom en su estancia en Hogwarts. Él como un verdadero heredero de Salazar Slytherin descubrió y abrió la cámara secreta y liberado el basilisco. El monstruo bajo la orden de Tom, solo podría matar a una persona que estaba en el baño – el estudiante Myrtle Elizabeth Warren quien se conoce como Myrtle la Llorona. Se Horrocrux fue destruido por Harry con un diente de basilisco.
El anillo de Marvolo Gaunt – Un anillo que pertenece al abuelo de Voldemort, Marvolo Gaunt, con una piedra empuñando Emblema Peverell hermanos. Voldemort consiguió estuporando tío Morfin Gaunt. Luego mató a su padre y toda su familia para hacer el anillo en un Horrocrux, e hizo Morfin ser detenido por el crimen. Acertijo utiliza el anillo durante la vida de la escuela y después de terminar Hogwarts se ocultó en la cabina de Gante. Dumbledore luego se encontró el anillo y destruyó con la espada de Godric Gryffindor (que han sido utilizados por Harry Potter para matar al basilisco, se impregnó con veneno).
Curiosidad: La piedra del anillo se reveló más tarde como “La resurrección de piedra”, una de las “reliquias de la muerte”, que son tres: la Piedra de la Resurrección, la Varita de Saúco y la capa de invisibilidad. Era el anillo que su abuelo Voldemort, Marvolo Gaunt, llevaba mientras todavía estaba vivo. Se supone que se ha creado sólo para el almacenamiento de la Piedra de la Resurrección de algún antiguo miembro de su propia familia Gaunt. Dumbledore encuentra el anillo, destruye el Horrocrux, pero guarda el objeto, ahora la piedra dividida por la mitad. Dumbledore dejó la piedra a Harry tras su muerte, dentro de la Snitch que Harry atrapado en su primer partido de Quidditch.
El medallón de Slytherin – La madre de la Voldemort, Merope Gaunt, tenía un medallón heredada de Salazar Slytherin, y en un momento de dificultad vendido a Borgins y Burke para una pequeña cantidad de dinero. El medallón había sido comprada por Hepzibah Smith, y la criba se lo llevó junto con la copa de Hufflepuff después de matar a ella en una visita. Voldemort tiene por objeto un Horrocrux (matar a un mendigo), y se ocultó en una cueva llena de magia, de modo que quien descubrió estaba muerto: la entrada sólo se revela cuando se hace un sacrificio de sangre en la pared de piedra; dentro de la cueva hay un lago lleno de Inferi y una isla en el centro con un recipiente que alberga el medallón, pero esto sólo se revela después de tomar la poción debilitamiento que llena la cuenca.
La Copa de Hufflepuff – Riddle consiguió la copa de Helga Hufflepuff asesinada Hepzibah Smith y acusando a la casa duende de la casa por el delito. Voldemort ha confiado la copa a Bellatrix Lestrange, que lo conservó en su cámara acorazada en Gringotts. Harry, Ron y Hermione invaden la caja fuerte y tomar la copa, destruida por Hermione después de tomar los colmillos de basilisco muerto en la cámara secreta.
La diadema de Ravenclaw – Un objeto muy solicitado por los estudiantes a través de los siglos, la diadema de Rowena Ravenclaw aumentar la inteligencia de su portador. La hija de Ravenclaw, Helena, robó y escondió en un bosque de Albania antes de ser matado por el Barón Sanguinario. Rowena actuó como si nada hubiera sucedido, y nadie sabía el paradero de la joya, considera perdido – hasta que Tom Riddle descubrió su ubicación persuadir al fantasma de Helena, conocido como Hogwarts Dama Gris. Voldemort escondió la diadema en la Sala de los Menesteres. El descubrimiento: Harry va solo ocultar el libro príncipe mestizo en la Sala de los Menesteres, y para marcar la ubicación del escondite, puso un busto, una peluca, y, en la parte superior, sin ser conscientes de lo que se puso Diadema de Ravenclaw. Así que cuando Harry vio la estatua de Ravenclaw con Diadema en la sala común de Ravenclaw sabía dónde encontrarlo. La Diadema fue destruido por Fiendfyre evocado por Gregory Goyle.
El Nagini Cobra – Nagini se describe como grueso y largo, con el espesor del muslo de un hombre. Voldemort hizo sus cargos un Horrocrux después de matar a una bruja llamada Bertha, mientras estaba de vacaciones en Albania y por casualidad encontró Colagusano que lo llevó a Voldemort y él la mató después de recibir la información de que eran útiles. Voldemort utiliza para enviar misiones Nagini, controlándolo con un camino mental, pero después de descubrir que Harry, Ron y Hermione estaban cazando Horrocruxes, lo coloca en una jaula mágica impenetrable. Después de asesinar a Harry, que estaba tan seguro de que ella ya no estar en peligro que queda libre, lo que permitió Neville Longbottom la decapitasse con la espada de Godric Gryffindor, destruir el Horrocrux.
Harry Potter – Este Horrocrux es un caso aparte, porque Voldemort no quería que se va a crear. En la noche que Voldemort mató a James Potter y Lili, y trató de aplicar en Harry, la maldición asesina (Avada Kedavra), dejó un pedazo de su alma en la marca que hizo el muchacho, o la cicatriz. Es uno de los factores que explican la relación que tuvo con Harry Voldemort, mientras estaba vivo. De acuerdo con las directrices de Dumbledore, todos deben ser destruidos Horrocruxes de Voldemort que fue destruido para siempre. Voldemort mismo destruye el Horrocrux encontrar quién mató a Harry, pero en lugar de llegar Potter, Voldemort simplemente llegar a una parte de su propia alma.
Curiosidad: El dolor que siente la cicatriz de Harry cuando Voldemort es muy activo es el trozo de alma en él querer unirse a la pieza de alma que permaneció en Voldemort, con ganas de salir de ella de la misma manera que él entró.
¡Muy bien! Lo consideraría “no importa si la persona puede ser el más poderoso, más rico, más famoso … Ser inmortal, de hecho, no es dejar que varias piezas del mundo como su manera de demostrar que son la regla. No se tiene a su memoria preservada por el miedo. Ser inmortal es vivir de manera que todo lo hecho a lo largo de su paso por el mundo de los vivos para continuar viviendo en la memoria de las personas que dejaste atrás, impacto positivo en sus vidas.”.
Hacer el bien. Buscar acciones positivas. Dejar que varias partes de que en la memoria de las personas que amas y que te aman. Haga muchas buenas Horrocruxes.
Ahora, para cerrar el post de hoy, sólo tiene que reproducir el testimonio del gran escritor Stephen King en nuestra JKRow .

“J K Rowling creó siete Horcruxes. Se puso un trozo de su alma en cada libro y ahora sus libros, vivirá para siempre ”
Haga una visita al blog y lee la cantidad de posts que desea. Y no se olvide, deja tu comentario. Es muy importante. Si lo prefiere, deja una sugerencia y ayudar al blog. Nos veremos en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:
https://jotacortizo.wordpress.com/2015/12/27/os-incriveis-viloes-da-litfan-los-increibles-villanos-de-la-litfan/
https://jotacortizo.wordpress.com/2016/06/19/as-grandes-batalhas-da-litfan/
https://jotacortizo.wordpress.com/2016/07/30/sera-o-recomeco-da-saga-harry-potter/
http://tudo-sobre-potter.blogspot.com.br/2006/08/horcrux.html?m=1
http://hogshead.xpg.uol.com.br/index_arquivos/Horcruxes.htm
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Horcrux
https://pt.wikipedia.org/wiki/Horus
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https://scholarship.rice.edu/bitstream/handle/1911/9929/BaeEg2128_a_illus.jpg?sequence=1&isAllowed=y
http://virgula.uol.com.br/comportamento/como-voldemort-realmente-fazia-os-horcruxes-consumindo-carne-humana-diz-essa-teoria/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Horácio_Slughorn
http://pt-br.harrypotter.wikia.com/wiki/Horácio_Slughorn
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https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lord_Voldemort
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Um Coração de Tinta batendo no peito

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: Um Coração de Tinta batendo no peito.

Em algum momento de sua infância, a alemã Cornelia decidiu ser astronauta. Mas isto passou. Sempre sonhou em viajar pelas estrelas. Mas ela deixou seu sonho de infância para fazer outro tipo de viagem.

collage

Escreveu, escreveu e escreveu. No início, ela ganhava algum dinheiro ilustrando livros, mas rapidamente começou a escrever suas próprias histórias. Começou escrevendo histórias para crianças, tais como a série de livros “Gespensterjäger” e “Wilde Hühner” (tradução literal: Caçador de Fantasmas e Galinhas Selvagens).

Dragon Rider
Em 1997 ela publica “Dragon Rider” (O Cavaleiro do Dragão), seu primeiro grande sucesso internacional, que ficou na lista dos mais vendidos do New York Times por 78 semanas. O livro nos apresenta as façanhas de um dragão de prata chamado Firedrake, de Brownie Sorrel, e Ben, um menino, em sua busca para a parte mítica da cordilheira do Himalaia onde se esconderiam. Mas não parou aí.

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O sucesso continuou em 2000 com “The Thief Lord” (O Senhor dos Ladrões) que, depois de publicado nos Estados Unidos, imediatamente alcançou a 2ª posição da lista dos mais vendidos do New York Times, ficando lá por 19 semanas e vendendo cerca de 1,5 milhões de cópias.

livros
Mas foi um livro muito especial que deu seguimento à sua fama no mundo literário. Em 2004, Cornelia publica “Tintenherz” (InkHeart – Coração de Tinta) que venceu o prêmio “BookSense Book of the Year Children’s Literature” do ano da publicação.

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Coração de Tinta é a primeira parte da trilogia “Die Tintenwelt” (O Mundo de Tinta). Em 2005, temos a continuação da trilogia com “Tintenblut” (Inkspell – Sangue de Tinta), que venceu o segundo prêmio de Funke no ‘BookSense Book of the Year Children’s Literature”, no ano de 2006. A trilogia é finalmente concluída com “Tintentod”( Inkdeath – Morte de Tinta) publicado em 2007.


No primeiro livro, conhecemos Meggie, que é filha de um restaurador de livros antigos, Mortimer Folchart, um apaixonado pela leitura que, contudo, nunca lê nada em voz alta. Mo, apelido dado pela filha e como é conhecido pelos amigos e parentes, vive o drama de ser o “Língua Encantada”, uma pessoa com o incrível dom de tornar real qualquer objeto ou os personagens de um livro bastando ler o trecho em voz alta, com o preço de algo do mundo real desaparecer em troca daquilo que foi trazido do livro. Algo que descobriu tarde demais, ao ler o livro “Coração de Tinta” para Meggie, os vilões do livro ganharam vida e, em troca, a esposa de Mo foi parar dentro da ficção. Desde este dia nunca mais leu nada em voz alta e esconde o precioso livro de Capricórnio, um terrível vilão extraído de suas leituras. As coisas começam a complicar quando Dedo Empoeirado (uns dos personagens do livro trazidos a vida) faz uma visita a pequena família para avisar que o vilão Capricórnio está a procura de Mo. Eles decidem se esconder na casa de Elinor, tia da menina. Mas, a estória ganha um novo clima quando homens misteriosos invadem a casa de Elinor e levam Mo, alegando que deve leva-lo para Capricórnio.

Map

Meggie se vê então, obrigada a partir em uma jornada junto com Elinor e Dedo Empeirado até a aldeia de Capricórnio para tentar resgatar Mo. E é a partir desse momento que Meggie entende que seu pai tem a habilidade de trazer à vida os personagens do livro que ele lê em voz alta, que Capricórnio, Dedo Empoeirado e outros personagens vieram dele. E o conflito maior está no fato que para um personagem sair, uma pessoa precisa de entrar no livro – o que não é um problema pequeno.


Nas telonas, encontramos três adaptações da obra de Cornelia. O filme “The Thief Lord”, baseado no livro “O Senhor dos Ladrões”, foi lançando em 2006 e o filme Inkheart, baseado no livro Coração de Tinta, que foi lançado em 2008, e dirigido por Iain Softley. Brendan Fraser estrelou o papel do protagonista da história. Em 2015 tivemos “Ghosthunters: On Icy Trails”.

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Cornelia, já escreveu mais de 20 livros e ainda tem muito para nos dar e para contribuir com a LitFan.

Espero que tenham gostado de conhecer um pouco da obra de Cornelia Funke envolta de muita fantasia. Aproveite entre no blog e outros posts. Temos muitas histórias e estórias. E não esqueça!! Deixe seu comentário. É muito importante. Ou se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Un Corazón de Tinta pulsante em el pecho.

En algún momento de su infancia, Cornelia, alemán, decidió ser astronauta. Pero esto pasa. Siempre has soñado con viajar a las estrellas. Pero dejó su sueño de la infancia para hacer otro tipo de viaje. Escribió, escribió y escribió. Al principio, ella ganó algo de dinero ilustrando libros, pero pronto comenzó a escribir sus propias historias. Comenzó a escribir cuentos para niños, tales como la serie de libros “Gespensterjäger” y “Wilde Hühner” (traducción literal: caza fantasmas y pollos salvajes).

En 1997 publica ” Dragon Rider” (El caballero del dragón), su primer gran éxito internacional, que quedo en la lista de más vendidos del New York Times durante 78 semanas. El libro presenta las hazañas de un dragón plateado llamado Firedrake, Brownie Sorrel, y Ben, un niño, en su búsqueda de la parte mítica del Himalaya, donde se escondía. Pero no se detiene allí.
El éxito continuado en 2000 con “El señor de los ladrones” (El señor de los ladrones) que después publicó en los Estados Unidos, alcanzó de inmediato la segunda posición de la lista de más vendidos del New York Times, permaneciendo allí durante 19 semanas y venta de casi 1,5 millones de copias.
Pero fue un libro muy especial que siguió a la altura de su reputación en el mundo literario. En 2004, publica Cornelia “Tintenherz” (Corazón de tinta – Corazón de tinta) que ganó el premio “BookSense Libro de Literatura Infantil Año” el año de publicación. Corazón de tinta es la primera parte de la trilogía “Die Tintenwelt” (El Mundo de Tinta). En 2005, se continuó con la trilogía “Tintenblut” (Sangre de tinta – Sangre de pintura), que obtuvo el segundo premio Funke en el ‘libro BookSense de Literatura Infantil Año ‘en 2006. La trilogía se completa finalmente’ Tintentod “(Inkdeath – Tinta muerte), publicado en 2007.

En el primer libro, sabe Meggie, que es la hija de un restaurador de libros antiguos, Mortimer Folchart, un apasionado de la lectura, sin embargo, nunca leyó nada en voz alta. Mo, apodo dado por su hija y como es conocido por amigos y familiares, vive el drama de ser el “Brujo”, una persona con el increíble don de hacer realidad cualquier objeto o los personajes de un libro simplemente leer el pasaje en voz alta con el precio de algo en el mundo real desaparece, a cambio de lo que fue llevado el libro. Algo descubrió demasiado tarde, la lectura del libro “Corazón de tinta” Meggie, los malos libros a la vida, y, a cambio, la esposa Mo se metió en la ficción. A partir de este día nunca leer nada en voz alta y oculta el precioso libro de Capricornio, un terrible villano extraído de su lectura. Las cosas se complican cuando el Dedo Polvoriento (uno de los personajes del libro traído a la vida) hace una visita a una familia pequeña para advertir que el villano Capricorn está buscando Mo. Ellos deciden esconderse en la casa de Elinor, tía niña. Sin embargo, la historia adquiere un nuevo estado de ánimo cuando los hombres misteriosos invaden la casa de Elinor y toman Mo, alegando que debe llevarlo a Capricornio. Meggie ver a continuación, obligado a dejar en un viaje junto con Elinor y dedo Empeirado al pueblo de Capricornio para intentar rescatar Mo. Y es a partir de ese momento Meggie entiende que su padre tiene la capacidad de dar vida a los personajes del libro que lee en voz alta, Capricornio, Dedo Polvoriento y otros personajes procedían de él. Y el mayor conflicto es el hecho de que para un personaje, una persona necesita para entrar en el libro – que no es un pequeño problema.

En la pantalla grande, nos encontramos con tres adaptaciones de la obra de Cornelia. La película “El señor de los ladrones”, basada en el libro “El señor de los ladrones”, fue lanzado en 2006 y la película Corazón de tinta basada en el libro Corazón de tinta, que fue lanzado en 2008 y dirigida por Iain Softley. Brendan Fraser interpretó el papel de la protagonista de la historia. En 2015 tuvimos “Ghosthunters: en los caminos helados”.
Cornelia, ha escrito más de 20 libros y todavía tiene mucho que darnos y para contribuir a la LitFan.
Espero que les guste a conocer un poco de la obra de Cornelia Funke envuelto en mucha fantasía. Aprovecha el blog y lee otros posts. Tenemos muchas historias y cuentos. Y no se olvide!! Deje su comentario. Es muy importante. O si lo prefiere, deja una sugerencia. Nos veremos en el próximo post.
Jota Cortizo

Fontes/fuentes:
http://www.corneliafunke.com/en
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cornelia_Funke
http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQixjob0FXXXFUc2db1W4SzIJOBV_Kdn4ENP4CUXBnvqC64LWIZ
https://en.wikipedia.org/wiki/Dragon_Rider_(novel)
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/pt/d/d6/The_Thief_Lord.jpg
https://jotacortizo.files.wordpress.com/2017/04/c4de0-inkheart25252c2binkspell25252c2binkdeath.png
http://www.farawaynearbybooks.com.au/shop_image/product/389d3c0a5d87c99a52865ee52e2e557c.jpg
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/6/60/Thieflordbookcover.jpg
https://en.wikipedia.org/wiki/The_Thief_Lord
http://photos1.blogger.com/blogger/5464/1610/200/BSBY%20icon.jpg
https://pt.wikipedia.org/wiki/Tintenherz
http://www.fomedelivros.com/2015/06/resenha-coracao-de-tinta.html#.WOkitvnyvIU
http://sobresagas.com/resenha-coracao-de-tinta-de-cornelia-funke/
https://images-americanas.b2w.io/produtos/01/00/item/113468/0/113468005SZ.jpg
http://www.gstatic.com/tv/thumb/movieposters/12149862/p12149862_p_v8_ad.jpg
https://www.fictiondb.com/author/cornelia-funke~41591.htm
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cornelia_Funke#/media/File:Cornelia_Funke.JPG
https://www.creativetourist.com/cms/wp-content/uploads/2015/12/Inkheart-production-pic-02-B-088.jpg
http://i55.tinypic.com/2rpuq02.jpg
https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/81VpQtZ-svL.jpg
http://inkheart.wikia.com/wiki/Inkworld

A Distopia de Duna por Frank Herbert

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A Distopia de Duna por Frank Herbert.

Em outubro de 1920 nascia o americano Frank Patrick Herbert Jr. Seria mais um entre muitos a nascerem no pós-guerra (1º Guerra Mundial). Seria mais um entre muitos que nasceram em famílias de baixa renda e tiveram de fazer imensos sacrifícios. Mas ele tinha um sonho, melhor, tinha uma convicção. Seria escritor.

Dragon

E com luta e persistência aconteceu. Em 1956, lançou seu primeiro romance – “The Dragon in the Sea”. Sim, mas ainda assim, muitos o fizeram e não seguiram a carreira. E eis que em 1965, Frank Herbert publica a sua “obra prima”. “Dune” (Duna). A obra é considerada como o livro, de ficção científica, mais vendido de todos os tempos. “Duna” é continuadamente apontada como uma das mais renomadas obras de ficção e fantasia já lançadas, e um dos pilares da ficção científica moderna. Ao lado das trilogias “Fundação”, de Isaac Asimov, e “O Senhor dos Anéis”, de J. R. R. Tolkien, “Duna” é considerada uma das maiores obras de fantasia e ficção científica de todos os tempos.
Este romance de 1965 acaba se tornando o início de uma série, tendo sua estória expandida em outros cinco livros e um conto, todos escritos por Herbert, além de mais de uma dúzia de outros livros, escritos pelo filho do autor, Brian Herbert, em parceria com o também escritor americano Kevin J. Anderson (todos eles desenvolvidos e publicados posteriormente a morte de Frank Herbert).


“Duna” (o primeiro livro) se passa em um futuro distante no meio de um império intergaláctico feudal em expansão, onde feudos planetários são controlados por Casas nobres que devem aliança à casta imperial da Casa Corrino. O livro conta a história do jovem Paul Atreides, herdeiro do Duque Leto Atreides e da respectiva Casa Atreides, na ocasião da transferência de sua família para o planeta Arrakis (também chamado de Duna), a única fonte no universo da especiaria melange – uma especiaria retirada das areias que aumenta o tempo de vida de uma pessoa. Arrakis é a única produtora da especiaria no universo, e não é possível sintetizá-la. Em uma história que explora as complexas interações entre política, religião, ecologia, tecnologia e escolhas e consequências em alicerce às emoções humanas, o destino de Paul, sua família, seu novo planeta e seus habitantes nativos, os subestimados Fremen, assim como o destino do Imperador Padishah, da poderosa Corporação Espacial a seu serviço e da misteriosa ordem feminina das Bene Gesserit (as mulheres da ordem recebem treinamento, que confere a elas habilidades tão impressionantes que por muitos são consideradas sobrenaturais), acabam todos interligados em um confronto que mudará o curso da humanidade.

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Sobre a irmandade feminina, vale ressaltar que ela tem papel primordial na obra, pois o protagonista é filho de uma integrante desta e contra tudo e contra todos recebe treinamento. Em determinado momento, quando Paul tinha quinze anos, a líder da Bene Gesserit, chega até ele e o intima a participar de um teste. Paul teria de passar por um teste que até então somente mulheres haviam conseguido, o teste do Gon Jabbar. A líder lhe mostra uma caixa onde ele deveria introduzir sua mão, e em seguida o ameaça com o Gon Jabbar, uma agulha contendo um veneno altamente mortal. Então a caixa produz uma dor descomunal na mão de Paul, que deve resistir a dor ou… Morrer. Surpreendendo a todas as expectativas, Paul passa no teste, sendo o primeiro homem a sobreviver a ele.
O enredo nos remete “As Crônicas de Gelo e Fogo” (mas como antiguidade é posto, o correto é o contrário) quando duas poderosas casas se envolvem em um conflito – Os Atreides e os Harkonnen.


O Duque Leto, que governa um planeta denominado Caladan (que nos lembra bastante nosso planeta, pois sua grande riqueza é a água). Em dado momento, o imperador pede para que o duque assuma o poder em Duna, o que certamente não agrada os Harkonnen. O planeta Arrakis (Duna) é onde vive o povo Fremen, que sofre com a escassez de água (o planeta nos lembra um deserto do Saara em nível global) e que buscam maneiras de sobreviverem com o que têm. Esse povo acredita na volta de um “messias” que acabaria com esse problema e traria a paz. E a partir daí a história se desenvolve.

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Algumas das casas de “Duna”: A casa Atreides é uma das grandes casas do império interestelar feudal conhecido como o Imperium. A casa Boro é o sobrenome de Camie Boro, o último descendente do último Imperador. Casa Corrino é a Grande Casa cujos membros governam o Universo Conhecido como Padishah Imperadores por 10.000 anos até Shaddam IV. A casa Harkonnens é formada por antigos inimigos da Casa Atreides, e conspiram com Saddam contra eles.
Herbert, nosso autor, relatou certa vez que uma das inspirações, para o livro foi a história de Thomas Edward Lawrence, mais conhecido como “Lawrence da Arábia”, além disso, as dunas de Florence, no estado do Oregon, também serviram de inspiração primordial para o autor compor as bases de Duna e suas características geográficas.
Duna foi premiado com o “Nebula Awards”em 1965 e com o “Hugo” em 1966 como o melhor livro do ano. Duna foi o primeiro romance de ficção científica ecológico, contendo uma grande quantidade de temas inter-relacionados e diferentes pontos de vista de seus personagens – uma característica presente em todo o trabalho. Outro ponto importante no trabalho de Herbert foi a preocupação com liderança. Ele explorava especialmente a tendência humana de seguir líderes carismáticos de maneira praticamente escrava. Ele lidava profundamente com as fraquezas e potenciais da burocracia e do governo.

Saga Dune
Após o best seller “Dune”, seguiram-se “Dune Messiah” (O Messias de Duna), “Children of Dune” (Os Filhos de Duna), “God Emperor of Dune” (O Imperador-Deus de Duna), “Heretics of Dune” e “Chapterhouse: Dune” (As Herdeiras de Duna), completando a saga a que o Chicago Tribune chamaria “um dos monumentos da moderna ficção científica”. Herbert também é autor de cerca de vinte outros livros, entre eles “The Jesus Incident”, “The Dosadi Experiment” e “Destination: Void”.


Voltando a “Duna”, o livro foi adaptado para o cinema e foi dirigido por David Lynch em 1984. Embora não tenha agradado nem aos críticos nem ao público, Frank Herbert gostou do filme. O filme teve em seu elenco Kyle MacLachlan, Sting (isto mesmo – o cantor pop), Max von Sydow, Patrick Stewart, Linda Hunt, Virginia Madsen, Silvana Mangano e outros. Duna foi transformado em uma mini-série de TV pelo Sci Fi Channel em 2000 – no elenco William Hurt, Alec Newman e Giancarlo Giannini. Foi um sucesso comercial e o Sci-Fi Channel continuou a saga com outras minisséries em 2003, intituladas Filhos de Duna que misturas partes dos livros “O Messias de Duna” e “Os Filhos de Duna”.

Frank
Enfim, Frank realizou seu sonho. SE tornou um dos grandes escritores da LitFan mundial. O autor nos deixou em 1986 mas o seu legado nos acompanha.
Até o próximo post. Abraços!!

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Jota Cortizo
Versión española: La Distopía Dune de Frank Herbert.

En octubre de 1920 eran nacido el estadounidense Frank Patrick Herbert Jr. Sería uno de los muchos a nacer después de la guerra (Primera Guerra Mundial). Sería uno de los muchos que han nacido en familias de bajos ingresos y tuvo que hacer grandes sacrificios. Pero él tenía un sueño, mejor, tenía una condena. Sería un escritor.
Y con la lucha y la persistencia de que ocurriera. En 1956, lanzó su primera novela – “El dragón en el mar”. Sí, pero aún así, muchos no han seguido su carrera. Y luego, en 1965, Frank Herbert publicó su “obra maestra”. “Dune” (Duna). El trabajo es considerado como el libro de ciencia ficción, de mayor venta de todos los tiempos. “Duna” se cita continuamente como una de las obras más famosas de la ficción y la fantasía ya lanzados, y uno de los pilares de la ciencia ficción moderna. Al lado de las trilogías “Fundación” de Isaac Asimov, y “El señor de los anillos” de J. R. R. Tolkien, “Dune” es considerada una de las más grandes obras de fantasía y ciencia ficción de todos los tiempos.
Esta novela 1965 resulta ser el comienzo de una serie, y su historia se expandió a otros cinco libros y una historia corta, todos escritos por Herbert, además de más de una docena de otros libros escritos por el hijo del autor, Brian Herbert, en colaboración con el también escritor estadounidense Kevin J. Anderson (todos ellos desarrollados y publicados después de la muerte de Frank Herbert).
“Dune” (el primer libro) se establece en un futuro lejano en medio de un imperio en expansión feudal intergaláctico donde feudos planetarios son controlados por las casas nobles que deben timbrar la casta imperial Casa Corrino. El libro cuenta la historia del joven Paul Atreides, heredero del Duke Leto Atreides y la respectiva casa Atreides, el momento de la transferencia de su familia en el planeta Arrakis (también llamado Duna), la única fuente en el mundo de la especia melange – una especia extracción de arena que aumenta la vida de una persona. Arrakis es el único productor de la especia en el universo, y no puede sintetizarlo. En una historia que explora las complejas interacciones entre la política, la religión, la ecología, la tecnología y las opciones y consecuencias fundamento a las emociones humanas, el destino de Pablo, su familia, su nuevo planeta y sus habitantes nativos, los Fremen subestimados, así como el destino Padishah emperador, el poderoso gremio del espaciamiento a su servicio y el orden misteriosa femenina de la Bene Gesserit (mujeres de la orden recibir formación, lo que les da habilidades tan impresionantes que muchos se consideran sobrenatural) terminan todos interconectados en una confrontación que va a cambiar el curso de la humanidad.
Acerca de hermandad, hay que destacar que se ha protagonismo en la obra, ya que el protagonista es el hijo de un miembro de éste y contra todo y todos reciben la formación. En un momento dado, cuando Pablo tenía quince años, el líder de la Bene Gesserit, viene a él y le pide a unirse a una prueba. Paul tendría que pasar una prueba que hasta entonces había logrado sólo a las mujeres, la prueba Gon Jabbar. El líder muestra un cuadro donde debe poner su mano, y luego la amenaza con Gon Jabbar, una aguja que contiene veneno altamente letal. A continuación, el cuadro produce un dolor colosal en la mano de Pablo, que debe soportar el dolor … o morir. Sorprendiendo a todas las expectativas, Paul pasa la prueba, el primer hombre para sobrevivir.
La trama nos lleva “Canción de Hielo y Fuego” (pero, ¿cómo se presenta la antigüedad, es correcto de lo contrario) cuando dos casas poderosas están implicados en un conflicto – El Atreides y Harkonnen.
El Duque Leto, que gobierna un planeta llamado Caladan (que nos recuerda bastante a nuestro planeta, debido a su riqueza es el agua). En un momento dado, el emperador le pide al Duque de tomar el poder en Duna, que ciertamente no les gusta el Harkonnen. El planeta Arrakis (Dune) es donde los Fremen viven las personas que sufren de escasez de agua (el planeta nos recuerda un desierto del Sahara a nivel mundial) y la búsqueda de formas de sobrevivir con lo que tienen. Estas personas creen en el regreso de un “mesías” que pondría fin a este problema y llevar la paz. Y a partir de ahí se desarrolla la historia.
Algunas de las casas “Dune”: La casa Atreides es una de las grandes casas de imperio interestelar feudal conocido como el Imperio. La casa Boro es el apellido de Camie Boro, el último descendiente del último emperador. Casa Corrino es la Casa Grande cuyos miembros gobernar el universo conocido como Padishah emperadores de 10.000 años hasta Shaddam IV. La casa Harkonnen se compone de antiguos enemigos de la Casa Atreides, y conspiran con Saddam contra ellos.
Herbert, nuestro autor, una vez contó que una de las fuentes de inspiración para el libro fue la historia de Thomas Edward Lawrence, más conocido como “Lawrence de Arabia”, por otra parte, las dunas de Florencia, en el estado de Oregon, también sirvieron como fuente de inspiración esencial para el autor para componer la base de la duna y sus características geográficas.
Duna fue galardonado con el “Premio Nébula” en 1965 y “Hugo” en 1966 como el mejor libro del año. Duna fue la primera novela de ciencia ficción ecológica, que contiene una gran cantidad de cuestiones relacionadas entre sí y diferentes puntos de vista de sus personajes – una característica que está presente en toda la obra. Otro punto importante en la obra de Herbert fue la preocupación con el liderazgo. Asimismo, se exploró en especial la tendencia humana a seguir a los líderes carismáticos de forma prácticamente esclavo. Se trató profundamente las debilidades y potencialidades de la burocracia y el gobierno.
Después del éxito de ventas “Duna”, seguido de “Dune Messiah” (El Messias de Duna), “Children of Dune” (Hijos de Dune), “Dios Emperador de Dune” (El emperador Duna-Dios), ” herejes de Dune “y” Capitular: duna “(los herederos de dunas), completando la saga que el Chicago Tribune llamaría” uno de los monumentos de la ciencia ficción moderna “. Herbert es también el autor de una veintena de otros libros, incluyendo “El Jesús incidente”, “El Experimento Dosadi” y “Destino: Vacío”.
Volviendo a “Dune”, el libro fue adaptado para la pantalla y dirigida por David Lynch en 1984. A pesar de que no ha satisfecho ni críticos ni al público, Frank Herbert le gusta la película. La película tuvo en su elenco Kyle MacLachlan, Sting (es decir lo mismo – el cantante de pop), Max von Sydow, Patrick Stewart, Linda Hunt, Virginia Madsen, Silvana Mangano y otros. Duna se convirtió en una mini-serie de televisión del canal Sci Fi en 2000 – en el reparto William Hurt, Alec Newman y Giancarlo Giannini. Fue un éxito comercial y el canal Sci-Fi continuaron la saga con otras miniserie en 2003 titulado Los niños de la duna que mezcla partes de los libros “Dune Messiah” y “Children of Dune”.
De todos modos, Frank se dio cuenta de su sueño. SE convertirse en uno de los grandes escritores del mundo LitFan. El autor nos dejó en 1986, pero su legado queda con nosotros.
Hasta el próximo post. Abrazos !!
Jota Cortizo
Fontes/fuentes:
https://suprimatec.com/2016/05/03/21-livros-que-mudaram-a-ficcao-cientifica-e-a-fantasia-para-sempre-16-21/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Duna_(livro)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Frank_Herbert
http://sobresagas.com/resenha-duna-de-frank-herbert/
https://www.blahcultural.com/wp-content/uploads/2014/07/wallpaper-ambrosia-literatura-duna.jpg
http://tediosoc.blogspot.com.br/2016/02/hora-de-ler-duna-duna-1-frank-herbert.html
https://en.wikipedia.org/wiki/Frank_Herbert
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http://terradasfabulas.blogspot.com.br/2014/01/duna-o-livro.html
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http://www.hodderscape.co.uk/wp-content/uploads/2015/05/dune-cover.jpg
https://cdn.bleedingcool.net/wp-content/uploads/2012/02/dune-book-cover.jpg
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/3/3b/Dune-CardGameCover.jpg
https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Dune_Houses#House_Atreides
http://dune.wikia.com/wiki/House_Atreides
https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Dune_Houses
http://www.saidadeemergencia.com/autor/frank-herbert/
http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRDMp59rGfOgGBLYnMBh1kfqHDL1m6lNXvJBjMGvdV0qgFNCWhe
https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/736x/01/fd/ae/01fdae887ed5edc8940bead69efb2424.jpg
http://www.giantfreakinrobot.com/wp-content/uploads/2013/06/1qjqrv.St_.5.jpg
https://imagens.papodecinema.com.br/file/papocine/2015/01/20150120-dvd-filme-duna-legendado-14486-mlb210058056_7433-f.jpg
https://imagens.papodecinema.com.br/file/papocine/2015/01/20150123-duna-02.jpg
https://i.jeded.com/i/dune–mini.13574.jpg
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A Viajante de Diane Gabaldon

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A Viajante de Diane Gabaldon.

Quando decidiu começar a escrever, era apenas para praticar e pesquisar.  O que escreveu, não tinha a intenção de mostrar para alguém. Mas foi um grande sucesso.  Assim foi o começo da carreira, como escritora, da americana Diana J. Gabaldon.

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Filha de um senador americano, Gabaldon publicou o primeiro livro em 1991.  “Outlander” (no Brasil ganhou a extensão “Viajante do Tempo” e na Grã Bretanha o título foi “Cross Stitch”) nos apresenta a enfermeira britânica Claire Randall e seu marido Frank, um professor de história.

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Logo após o término da Segunda Guerra o casal resolve viajar, como uma segunda lua de mel, para a Escócia.  Lá, Frank conduz uma pesquisa de sua história familiar e Claire vai colher algumas plantas e flores perto de um círculo de grandes pedras na colina de “Craigh na Dun”. Enquanto investigava um zumbido perto da pedra principal, ela cai e desmaia.  Nesta queda, ela é transportada para o ano de 1743. Ao acordar, ela se encontra em meio a uma batalha entre soldados britânicos e um grupo de Highlanders.  O oficial da guarnição britânica  era muito parecido com seu marido e se chamava Jonathan Wolverton Randall. E ele tenta aprisiona-la.  Antes que o Capitão Randall possa levá-la à prisão, ele é derrubado e deixado inconsciente por um Gael (um tradicional escocês habitante das highlands – terras altas) chamado Murtagh Fitzgibbons Fraser, que leva Claire para os homens do seu Clã. Murtagh leva Claire para uma casa de campo onde ela conhece Dougal MacKenzie, Rupert MacKenzie, e os outros membros do clã, que a princípio (já que ela está vestida apenas com um vestido de algodão moderno) confundem-na com uma prostituta. Também na casa de campo há um jovem ferido chamado Jamie, aparentemente um parente de Dougal. Claire, começando a suspeitar que ela pode já não estar na Escócia moderna, anuncia que ela é uma enfermeira e sua perícia médica para ajudar Jamie. Os homens se identificam do Clã MacKenzie, e Claire finalmente conclui que ela viajou para o passado. Ela se apresenta como uma viúva inglesa que está viajando para a França para ver sua família. E aí se desenrola toda a história, com Claire a procura de uma maneira de voltar ao seu próprio tempo.

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Curiosidade: Conhecemos um pouco da história da Escócia através dos seus clãs. A sociedade tradicional escocesa funcionava em modo de clã. Os membros de um clã são sinalizados através do nome e das cores do tartan, isto é, do motivo encontrado no kilt. Mas esse método de identificação é relativamente recente e remonta ao século XVIII.  Antes desse período, os tartans eram fabricados com cores retiradas de plantas locais; vários membros de diferentes clãs podiam ter tartans semelhantes.  O prefixo Mac no início da maioria dos nomes próprios   Exemplo: MacDonald é “filho de Donald” significa “filho” (em gaélico escocês).

Livros

Voltando as linhas de D. Gabaldon, o livro foi muito bem recebido pela crítica e pelo público, tanto nos Estados Unidos quanto na Grã Bretanha.  Assim, depois deste primeiro livro (e de seu sucesso) a autora deu andamento a série com “Dragonfly in Amber” (A Libélula no Ambar) publicado em 1992.  O livro teve sequência com “Voyager” (no Brasil “O Resgate no Mar”) publicado em 1993. Depois em 1996 a autora publicou “Drums of Autumn” (Os Tambores do Outono).  Em 2001 tivemos “The Fiery Cross” (A Cruz de Fogo) tendo em sequência “A Breath of Snow and Ashes” em 2005 (Um Sopro de Neve e Cinzas) e em 2009 “An Echo in the Bone” (Ecos do Futuro).

Li

Em 2014, Gabaldon publicou “Written in My Own Heart’s Blood” ainda sem tradução, mas que representaria “Escrito no sangue do meu próprio coração”.

Também em 2014, o canal Starz apresentou a primeira temporada, da adaptação para a TV da obra.  Protagonizada por Caitriona Balfe, Sam Heughan e Tobias Menzies.

Curiosidade: Logo após a exibição do primeiro episódio a série foi renovada para mais uma temporada.  Hoje, a expectativa é pela estreia – em setembro – da terceira temporada.

  1. Gabaldon já tem escritos mais de vinte livros e está entre as grandes autoras da LitFan épica. Vale a pena uma leitura de sua obra.

E então, gostou do post? Aproveite entre no blog e leia quantos posts você quiser.  E deixe seu comentário. É muito importante.  Se preferir, deixe uma sugestão. Te encontro no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: La Forastera de Diane Gabaldon.

Cuando decidió empezar a escribir, que era sólo para la práctica y la investigación. Lo que escribió, no tenía la intención de mostrar a cualquiera. Pero fue un gran éxito. Así era su carrera, como escritor, American Diana J. Gabaldón.

La hija de un senador de Estados Unidos, Gabaldón publicó el primer libro en 1991. “Outlander” (en Brasil ganó la extensión “viajero del tiempo” y en Gran Bretaña el título era “punto de cruz”) presenta la enfermera británica Claire Randall y su marido Frank, un profesor de historia. Poco después de la Segunda Guerra Mundial, la pareja decide viajar como una segunda luna de miel en Escocia. La, Frank conduce una investigación de sus antecedentes familiares y Claire va a cosechar algunas plantas y flores cerca de un círculo de piedras de gran tamaño en el cerro de “Craigh en Dun”. Mientras investiga un zumbido cerca de la piedra principal, se cae y se desmaya. Esta caída, que se transporta al año 1743. Al despertar, ella se encuentra en medio de una batalla entre soldados británicos y un grupo de montañeses. La guarnición británica oficial era muy parecido a su marido y llama Jonathan Wolverton Randall. Y trata de aprisionarlo. Antes de que el capitán Randall le puede llevar a la cárcel, que es derribado y abandonado inconsciente por un Gael (un habitante de tierras altas de Escocia tradicional – Highlands) llamado Murtagh Fitzgibbons Fraser, que lleva a Claire a los hombres de su clan. Murtagh lleva a Claire a una cabaña donde se encuentra con Dougal MacKenzie, Rupert MacKenzie, y los otros miembros del clan, que en un primer momento (ya que ella está vestida sólo con un vestido de algodón moderna) confundirla con una prostituta. También en la casa hay un joven herido llamado Jamie, al parecer pariente de Dougal. Claire, empezando a sospechar que ya no puede estar en la moderna Escocia, anuncia que ella es una enfermera y su experiencia médica para ayudar a Jamie. Los hombres se identifican MacKenzie del clan y Claire finalmente llegaron a la conclusión de que ella viajó al pasado. Aparece como una viuda de Inglés que está viajando a Francia para ver a su familia. Y luego se desarrolla toda la historia, con Claire en busca de una manera de volver a su propio tiempo.

Dato curioso: Sabemos algo de la historia de Escocia a través de sus clanes. La sociedad tradicional escocés trabajó en el modo de clan. Los miembros de un clan se marcan por su nombre y los colores del tartán, es decir, la razón encuentra en falda escocesa. Pero este método de identificación es relativamente reciente y se remonta al siglo XVIII. Antes de ese momento, los tartanes se hicieron con colores extraídos de plantas locales; varios miembros de diferentes clanes podrían tener tartanes similares. Mac prefijo al inicio de la mayoría de los nombres Ejemplo: MacDonald es “hijo de Donald” significa “hijo” (en gaélico escocés).

líneas que regresan D. Gabaldon, el libro fue muy bien recibido por la crítica y el público, tanto en los EE.UU. y en Gran Bretaña. Así que después de este primer libro (y su éxito) el autor ha dado la serie en curso “de la libélula en ámbar” (La libélula en ámbar), publicado en 1992. El libro fue seguido con “Voyager” (en Brasil “Rescate en el mar “), publicado en 1993. Luego, en 1996, el autor publicó” Tambores de otoño “(los barriles de otoño). En 2001 teníamos “El Fiery Cross” (La Cruz de Fuego) con una secuencia “Un soplo de nieve y cenizas” en 2005 (Un soplo de nieve y cenizas) y 2009 “un eco en el hueso” (Future Echoes) .

En 2014, publicó Gabaldón “escrito en la sangre de mi propio corazón”, aún no traducido, pero representaría “Escrito en la sangre de mi propio corazón.” También en 2014, el canal Starz mostró la primera temporada de la adaptación televisiva de la obra. Caitriona Balfe protagonizada por Sam Heughan y Tobias Menzies.

La curiosidad: Después de ver el primer episodio de la serie se ha renovado por una temporada más. Hoy en día, se espera que el debut – en septiembre – la tercera temporada.

  1. Gabaldón ya ha escrito más de veinte libros y es uno de los grandes autores de LitFan épica. Vale la pena una lectura de su obra.

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Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

https://en.wikipedia.org/wiki/Diana_Gabaldon

http://outlander.wikia.com/wiki/Claire_Fraser

http://pesquisa.fnac.pt/n790160/Os-100-Melhores-Livros/Os-100-Melhores-Livros-de-Fantastico-e-Ficcao-Cientifica

https://pt.wikipedia.org/wiki/Outlander_(livro)

https://en.wikipedia.org/wiki/Outlander_(novel)

http://www.dianagabaldon.com/wordpress/wp-content/files_mf/outlandercovermedium.jpg

https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/51BTCXlbcOL._SX307_BO1,204,203,200_.jpg

https://pt.wikipedia.org/wiki/Outlander_(s%C3%A9rie)#/media/File:Outlander_2014.jpg

https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/originals/39/c0/e8/39c0e84dedee92ceaae78b1253cd4b70.jpg

http://i.gr-assets.com/images/S/compressed.photo.goodreads.com/hostedimages/1403371820i/10085418._SX540_.jpg

http://lakehighlands.advocatemag.com/wp-content/uploads/2014/03/Lucifer-Test.jpg

http://www.outlandertvnews.com/wp-content/uploads/2014/07/dianagabaldon_lkp_002.jpg

https://pt.wikipedia.org/wiki/Diana_Gabaldon

http://www.dianagabaldon.com/

http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQmVItZl6kAci7334X-F5e2oJR-5isfCBS6l8lxhQ2ia3Kwez2c

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https://pt.wikipedia.org/wiki/Cl%C3%A3_escoc%C3%AAs