As Escolas de Magia da LitFan – volume III

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: As Escolas de Magia da LitFan – volume III.

Olá para todos.  Hoje o PHANTASTICUS retorna com o tema já trabalhado em outros dois posts (e subutilizado em mais outros dois).  A Escola de Magia.  Nos quatro posts que o blog publicou, abordamos a Escola de Magia dentro da saga “Harry Potter”, da brilhante autora Joanne “Jo” K. Rowling.  Mas, podemos fugir um pouco da saga e encontrar outras escolas de magia na Literatura Fantástica ou em outro recanto da fantasia?

Magia 2

Mas, antes disto, relembre os post que citamos.

jotacortizo.wordpress.com/2017/01/21/as-escolas-de-magia-espalhadas-pelo-nosso-mundo/

jotacortizo.wordpress.com/2019/03/24/conheca-mais-escolas-de-magia-espalhadas-pelo-nosso-mundo/

jotacortizo.wordpress.com/2018/06/16/os-corajosos-e-ousados-de-godric-gryffindor/

jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/os-fundadores-de-hogwarts/

Bem, de volta ao tema, o que você entende por “escola de magia”?

Livro DD

Em D&D (Dungeons & Dragons) – jogo de RPG – extremamente inspirado na obra do magistral J.R.R. Tolkien (The Lord of the Rings – O Senhor dos Aneis) – As magias são divididas em oito grupos distintos, chamados de escolas de magia.

Wizard

E cada uma destas escolas é definida por um tema comum, como a ilusão ou a necromancia. São como escolas de especialização.  O mago precisa decidir se tornar um especialista e determinar sua escola de especialização no começo do RPG.

CapaÉ impossível alterar a especialização posteriormente. As oito escolas de magia arcana são: Abjuração, Adivinhação, Conjuração, Encantamento, Evocação, Ilusão, Necromancia e Transmutação.

Abjuração: Magias de proteção, bloqueio ou banimento.

Adivinhação: Magias que revelam informações.

Conjuração: Magias que invocam criaturas ou materiais.

Encantamento: Magias que fornecem alguma qualidade ao alvo ou concedem poder sobre outras criaturas para o mago.

Evocação: Magias que manipulam energia ou criam materiais do nada.

Ilusão: Magias que alteram a percepção ou criam imagens falsas.

Necromancia: Magias que manipulam, criam ou eliminam a vida e a força vital.

Transmutação: Magias que transformam fisicamente o alvo ou mudam suas propriedades de forma sutil.

Mapa acampamentoolimpianos

Se rebuscarmos a LitFan encontramos na obra de Rick Riordan (Percy Jackson & the Olympians – Percy Jackson & os Olimpianos) o mesmo conceito de escola.  Desta vez, não é bem de magia.  O “acampamento” (Camp Half-Blood – Acampamento Meio-Sangue) secreto de semideuses gregos localizado em Long Island.  O acampamento tem fronteiras mágicas.  Lá, os semideuses recebem orientação sobre seus pais (os deuses do Olimpo), treinamento para batalha e outras coisas mais.

O acampamento está dividido em “casas” relacionadas a cada deus olimpiano (cada “aluno” é um semideus, filho do deus correspondente com um humano).  São eles:  Zeus, Poseidon, Deméter, Hera, Afrodite, Ares, Hefesto, Ártemis, Apolo, Atena, Dionísio e Hermes.  Percy Jacson é filho de Poseidon.

Curiosidade: Ainda temos Hades (deus do submundo) que não está representado do acampamento.

Segue um resumo de como começou o acampamento: Os primeiros seis estudantes foram levados para Quíron (o centauro que é Diretor de Atividades) para treinar por Apolo na Grécia Antiga. Seus nomes eram: Enéias, que lutou por Tróia na Guerra de Tróia; O primeiro Jason, que capitaneou Argo; Aquiles, que foi mergulhado no Styx; Atalanta, que era uma renomada caçadora; Asclépio, filho de Apolo, que se tornou o deus imortal da medicina e o primeiro Perseu, que mataria a Medusa. De acordo com vários membros, o acampamento treinou algumas figuras muito famosas, incluindo alguns presidentes dos Estados Unidos como George Washington, filho de Athena. O Acampamento Meio-Sangue começou na Grécia Antiga, no sopé do Monte Pelion, que era a casa de Quíron. Como cresceu em tamanho, ele teve que se mudar para a base do Monte Olimpo, e um dia Apolo apareceu com uma horda de sátiros para ajudar os semideuses a encontrar o caminho para o campo de treinamento. Através dos tempos, o Acampamento Meio-Sangue moveu-se com os deuses e o núcleo da Civilização Ocidental. É um santuário para semideuses, mas antes que houvesse fronteiras mágicas, as coisas eram muito mais perigosas. Certa noite, na Grécia Antiga, um gigantesco exército de monstros invadiu o acampamento, que quase foi apagado da história naquele dia. Na manhã seguinte, os deuses concederam as fronteiras mágicas do Acampamento Meio-Sangue que ficaram lá desde então. Cinco anos antes de Percy chegar ao acampamento, Thalia Grace, filha de Zeus. Chegou perto de morrer na fronteira, disposta a se sacrificar para permitir que suas amigas, Annabeth, Luke Castellan e Grover, alcançassem a segurança do acampamento. Em seus momentos finais, seu pai Zeus teve pena dela e transformou-a em um pinheiro, sustentando sua força vital dentro dela. A posição de sua árvore na fronteira permitiu que seu espírito fortalecesse as fronteiras do acampamento.

Demais!! Rick Riordan soube transformar a mitologia grega em algo inimaginável – até então.

Mago

Mas, que tal uma reflexão? A literatura fantástica tem se tornado escola e casa de muitas pessoas.  Autores e leitores comungam de viver, por alguns momentos, uma fantasia em suas vidas (por vezes tão difícil).  E se compararmos com nossa vida real?  Não é impossível encontrar muitas semelhanças entre a escola mais famosa do mundo bruxo (Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts) e o seu colégio. Claro!! Afinal, é meio óbvio que J.K. Rowling se inspirou no ambiente escolar real para criar o lugar mais fantástico que existe na saga. Mesmo que a sua lista de material escolar (ou a de seu filho ou filha) não pede varinhas mágicas.  É o caso, por exemplo, daquele professor bonzinho que sempre aumenta sua nota na média final e elogia seu esforço, assim como o Flitwick, que ministra as aulas de feitiços em Hogwarts. Ou então, que tal, aquele inspetor que vai com a sua cara e deixa você passear no corredor por uns cinco minutos antes da aula começar, exatamente como o Hagrid faria. Tem também a professora que dá aulas incríveis e inspiradoras, como a McGonagall, e aquela que parece estar falando grego ou etrusco o tempo todo – e olha que ela nem precisa ser tão excêntrica quanto a Trelawne.

Snape

 

E fechando, vamos ser sinceros: Quem nunca teve um daqueles professores que adoram pegar no seu pé, que nem o Severo Snape? Você até sabe que é para o seu bem, mas nunca vai entender o porquê de tanta implicância.

 

A escola, seja ela bruxa ou trouxa, pode ser o lugar mais assustador do mundo. Ou o mais acolhedor! E ainda que você não esteja aprendendo habilidades mágicas incríveis, pode se gabar de que sua vida escolar tem pelo menos uma coisa em comum com O-Garoto-Que-Sobreviveu (nosso querido Harry): uma turma de amigos que tem a ver com você e passa pelos mesmos desafios todos os dias!

Bem.  Acabou por hoje.  Sonhamos um pouco e – quem sabe – aprendemos um pouquinho.  No mínimo, abrimos a mente.

Tentei fazer um post diferente e alusivo – um pouco – como nossa vida “regular”.  Se gostou, curta.  Se não, sua crítica é sempre válida.  E deixe, também, sugestões.

Até logo.  Vejo todos vocês no próximo post.

Jota Cortizo

Versión española: Escuelas de Magia de LitFan – Volumen III.

Hola para todos. Hoy PHANTASTICUS regresa con el tema ya trabajado en otras dos publicaciones (y subutilizado en dos más). La escuela de magia. En las cuatro publicaciones que ha publicado el blog, cubrimos la Escuela de Magia dentro de la saga “Harry Potter” de la brillante autora Joanne “Jo” K. Rowling. ¿Pero podemos escapar un poco de la saga y encontrar otras escuelas de magia en Literatura fantástica o en otro rincón de la fantasía?

Pero antes de eso, recuerda las publicaciones que citamos.

jotacortizo.wordpress.com/2017/01/21/the-magic-schools-spread-by-our-world/

jotacortizo.wordpress.com/2019/03/24/know-more-school-of-magic-scattered-by-our-world/

jotacortizo.wordpress.com/2018/06/16/gold-and-godric-gryffindor/

jotacortizo.wordpress.com/2016/11/26/hogwarts-founders/

Bueno, volviendo al tema, ¿qué quieres decir con “escuela de magia”?

En D&D (Dungeons & Dragons) – juego de rol – extremadamente inspirado por el trabajo magistral J.R.R. Tolkien (El señor de los anillos) – Los hechizos se dividen en ocho grupos distintos, llamados escuelas de magia.

Y cada una de estas escuelas está definida por un tema común, como la ilusión o la nigromancia. Son como escuelas de especialización. El mago debe decidir convertirse en un experto y determinar su escuela de especialización al comienzo del juego de roles. Es imposible cambiar la especialización más tarde. Las ocho escuelas de magia arcana son: abjuración, adivinación, conjuración, encantamiento, invocación, ilusión, nigromancia y transmutación.

Abjuración: hechizos de protección, bloqueo o destierro.

Adivinación: hechizos que revelan información.

Conjuración: hechizos que convocan criaturas o materiales.

Encantamiento: hechizos que proporcionan cierta calidad al objetivo o otorgan poder a otras criaturas para el mago.

Invocación: hechizos que manipulan energía o crean materiales de la nada.

Ilusión: hechizos que alteran la percepción o crean imágenes falsas.

Nigromancia: hechizos que manipulan, crean o eliminan la vida y la fuerza vital.

Transmutación: hechizos que transforman físicamente el objetivo o cambian sutilmente sus propiedades.

Si rechazamos LitFan, encontramos en el trabajo de Rick Riordan (Percy Jackson y los Olímpicos) el mismo concepto de escuela. Esta vez, no es magia. El campo secreto “Campamento Mestizo” de semidioses griegos ubicado en Long Island. El campamento tiene fronteras mágicas. Allí, los semidioses reciben orientación sobre sus padres (los dioses del Olimpo), entrenamiento de batalla y otras cosas.

El campamento se divide en “casas” relacionadas con cada dios olímpico (cada “estudiante” es un semidiós, hijo del dios correspondiente con un humano). Ellos son: Zeus, Poseidón, Deméter, Hiedra, Afrodita, Ares, Hefesto, Artemisa, Apolo, Atenea, Dioniso y Hermes. Percy Jacson es el hijo de Poseidón.

Curiosidad: Todavía tenemos a Hades (dios del inframundo) que no está representado en el campamento.

Aquí hay un resumen de cómo comenzó el campamento: los primeros seis estudiantes fueron llevados a Quirón (el centauro que es Director de Actividades) para entrenar para Apolo en la Antigua Grecia. Sus nombres eran: Eneas, que luchó por Troya en la Guerra de Troya; El primer Jason, que capitaneó a Argo; Aquiles, que se sumergió en el Styx; Atalanta, que era un famoso cazador; Asclepio, hijo de Apolo, que se convirtió en el dios inmortal de la medicina y el primer Perseo, que mataría a Medusa. Según varios miembros, el campo ha entrenado a algunas figuras muy famosas, incluidos algunos presidentes estadounidenses como George Washington, el hijo de Athena. El campamento mestizo comenzó en la antigua Grecia, al pie del monte Pelión, que era el hogar de Quirón. A medida que crecía, tuvo que mudarse a la base del Monte Olimpo, y un día Apolo apareció con una horda de sátiros para ayudar a los semidioses a llegar al campo de entrenamiento. A través de los siglos, Camp Half Blood se ha movido con los dioses y el núcleo de la civilización occidental. Es un santuario para los semidioses, pero antes de que hubiera límites mágicos, las cosas eran mucho más peligrosas. Una noche en la antigua Grecia, un ejército gigante de monstruos asaltó el campamento, que casi fue borrado de la historia ese día. A la mañana siguiente, los dioses otorgaron los límites mágicos del Campamento Mestizo que han estado allí desde entonces. Cinco años antes de que Percy llegara al campamento, Thalia Grace, hija de Zeus. Estuvo a punto de morir en la frontera, dispuesta a sacrificarse para permitir que sus amigos, Annabeth, Luke Castellan y Grover, llegaran a la seguridad del campamento. En sus últimos momentos, su padre Zeus se compadeció de ella y la convirtió en un árbol de pino, manteniendo su fuerza vital dentro de ella. La posición de su árbol en la frontera permitió que su espíritu fortaleciera las fronteras del campamento.

¡¡Demasiado!! Rick Riordan sabía cómo convertir la mitología griega en algo inimaginable, hasta entonces.

Pero ¿qué tal una reflexión? Literatura fantástica ha sido Una escuela y hogar para muchas personas. Autores y lectores comparten en vivir por un momento una fantasía en sus vidas (a veces tan difícil). ¿Qué pasa si nos comparamos con nuestra vida real? No es imposible encontrar muchas similitudes entre la escuela más famosa del mundo mágico (Hogwarts School of Witchcraft and Wizardry) y su escuela secundaria. ¡¡Claro!! Después de todo, es bastante obvio que J.K.Rowling se inspiró en el entorno escolar real para crear el lugar más fantástico de la saga. Incluso si su lista de útiles escolares (o la de su hijo o hija) no pide varitas mágicas. Este es el caso, por ejemplo, de un buen maestro que siempre aumenta su calificación en la calificación final y elogia sus esfuerzos, al igual que Flitwick, que enseña clases de hechizos en Hogwarts. ¿O qué tal ese inspector que va con tu cara y te permite caminar por el pasillo durante unos cinco minutos antes de que comience la clase, al igual que lo haría Hagrid? También está la maestra que imparte clases increíbles e inspiradoras como McGonagall, y la que parece hablar griego o etrusco todo el tiempo, y ni siquiera tiene que ser tan excéntrica como Trelawne. Y para terminar, seamos honestos: ¿Quién nunca ha tenido uno de esos maestros a los que les encanta pisar, como Severus Snape? Incluso sabes que es por tu propio bien, pero nunca entenderás por qué tanta molestia con las mascotas.

La escuela, ya sea bruja o muggle, puede ser el lugar más aterrador del mundo. ¡O lo más acogedor! Y aunque no estás aprendiendo habilidades mágicas increíbles, puedes presumir de que tu vida escolar tiene al menos una cosa en común con O-Boy-Who-Lived (nuestro querido Harry): una clase de amigos que tiene que ver contigo y ve a través de los mismos desafíos todos los días!

Bueno, se acabó por hoy. Soñamos un poco y, quién sabe, aprendimos un poco. Por lo menos, abrimos la mente. Traté de hacer una publicación diferente y alusiva, un poco, como nuestra vida “normal”. Si te gusta, disfrútalo. Si no, su crítica siempre es válida. Y deja también sugerencias.

Hasta luego. Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: images.wallpaperscraft.com/image/book_sphere_magic_sorcery_46753_1920x1080.jpg

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glad-you-came.weebly.com/escolas-de-magia.html

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pt.wikipedia.org/wiki/Percy_Jackson_&_the_Olympians

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vassourasurbanas.com.br/wp-content/uploads/2017/03/AMB07-640×480.jpg

acampamentomeiosangue.fandom.com/pt/wiki/Olimpianos

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camphalfbloodrpg.com/acampamentomeiosangue

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guiadoestudante.abril.com.br/universidades/toda-escola-tem-um-lado-meio-hogwarts/

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O estranho e o bizarro da New Weird

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: O estranho e o bizarro da New Weird.

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Olá para todos.  Hoje o PHANTASTICUS busca dar um pouco mais de luz para uma das variações, ou melhor, de um subgênero da Fantasia/Ficção.  Vamos falar um pouco de (ou da) “New Weird” (que na tradução literal pode ser entendida como “Novo Estranho”).  Me assustei no início – e depois lendo – mais ainda.  Há uma grande evolução na formatação dos subgêneros da Ficção.  Se pensarmos bem, desde que o mundo é mundo, o ser humano se esforça (muito) para determinar caixinhas para seus “assuntos”. Classificar está em nosso DNA. Gostamos de ter controle sobre o que algo é (ou significa) e sobre o que ele não é, na ideia de formar um sentimento de segurança e previsibilidade.

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Sou do tempo em que estávamos restritos ao um gênero literário (o Fantástico) e seus três gêneros – fantasia, ficção científica e terror.  Mas, estes tempos já se foram.  O mercado se segmentou, e com isso “fraturou” a literatura, que se enclausura nos três conjuntos citados: FC (espaçonaves, alienígenas, viagens no tempo), fantasia (castelos, dragões, magia) e horror (vampiros, monstros, criaturas malignas em geral). Busquei me aprofundar – um pouco – no assunto e encontrei mais de vinte subgêneros apenas para a SciFi (Ficção Científica – FC).  Vou listá-los agora.  Prestem atenção, pois há algumas similaridades e muitas diferenças entre eles:

AFROFUTURISTA – Narrativa que combina ficção científica e cosmologia africana;

CIBERPUNK – Ficção que mescla ciência e tecnologia avançadas (cibernética, informática, neuro próteses, realidade virtual) e um certo grau de desordem social.  Diversos derivados estão “nascendo” e aí vão alguns deles:

NANOPUNK – Descreve um mundo em que os nanites são amplamente utilizados e as nanotecnologias são as forças tecnológicas predominantes na sociedade.

BIOPUNK – Se concentra nas implicações da biotecnologia e não na tecnologia da informação. O biopunk está preocupado com a biologia sintética. Ele é derivado do cyberpunk envolvendo hackers, megaempresas de biotecnologia e agências governamentais opressivas que manipulam o DNA humano.

STEAMPUNK – Ficção ambientada numa Era Vitoriana (meados do século XIX) alternativa, tecnologicamente avançada, em que máquinas complexas são movidas não pela eletricidade, mas pelo vapor.

DIESELPUNK – É um derivado do subgênero que apresenta um estilo de arte baseado na estética popular entre a Primeira Guerra Mundial e o final da Segunda Guerra Mundial. O estilo combina as influências artísticas e de gênero do período (incluindo revistas de celulose, filmes seriados, filmes noir, art deco e pin-ups em tempos de guerra) com tecnologia retro futurista e sensibilidades pós-modernas.

STONEPUNK – Refere-se a trabalhos realizados aproximadamente durante a Idade da Pedra, nos quais os personagens utilizam a Revolução Neolítica – uma tecnologia construída a partir de materiais mais ou menos consistentes com o período, mas possuindo complexidade e função anacrônicas.

Temos ainda mais um punhado de termos divergentes com base nos conceitos gerais de ciber e steampunk. Estes são tipicamente considerados não oficiais – mas, ainda estamos buscando as caixinhas para enquadrar os estilos e formatos.

DISTOPIA – Ramo da FC ambientado em um Estado futuro totalitário, em que há um opressivo controle da sociedade;

ESOTÉRICA – Narrativa que aproxima o conhecimento mensurável (ciência) do conhecimento paranormal (ocultismo);

EXOBIOLÓGICA – Ramo da FC que trata das excêntricas formas de vida alienígena;

FC HARD – Subgênero caracterizado por seu interesse nas leis da biologia, da química e da física, no detalhe tecnológico e na absoluta precisão científica;

FC SOFT (também chamada de new wave) – Subgênero cujas tramas tendem a privilegiar os dramas humanos, os relacionamentos e sentimentos, deixando em segundo plano os detalhes do instrumental tecnológico e das leis físicas;

FEMINISTA – Narrativa que veicula a crítica feminista contra a opressão machista e patriarcal;

HISTÓRIA ALTERNATIVA – Ficção cuja trama transcorre num mundo em que a História possui um ponto de divergência em relação à História como nós a conhecemos;

IMORTALIDADE – Narrativa em que a biotecnologia investiga certos meios de neutralizar o processo de envelhecimento, com o objetivo de aumentar indefinidamente a expectativa de vida;

IMPÉRIO GALÁCTICO – Narrativa sobre um império disseminado por toda uma galáxia, conectando milhares de planetas e milhões de civilizações;

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL – Subgênero que trata de softwares, robôs e androides tão ou mais inteligentes do que os seres humanos que os criaram;

INVASÃO ALIENÍGENA – Subgênero no qual uma sociedade extraterrestre tecnologicamente superior invade a Terra com o intuito de tomar o lugar da espécie humana ou de escravizá-la ou, em alguns casos, para usar os humanos como alimento;

PÓS-APOCALIPSE – Narrativa ambientada em um mundo quase sem ninguém, devastado por uma guerra ou uma pandemia;

PRIMEIRO CONTATO – Narrativa sobre o primeiro encontro entre humanos e alienígenas;

REALIDADE PARALELA – Subgênero que trata das outras realidades que coexistem e se comunicam com a nossa, podendo ser acessadas por meio de portais físicos ou mentais;

SATÍRICA – Ficção que se apropria dos principais elementos dos outros subgêneros, exagerando-os ou distorcendo-os;

SPACE OPERA – Ramo da FC que enfatiza a aventura heroica, a ação interplanetária, os cenários exóticos e o enfrentamento épico;

UFOLÓGICA – Narrativa sobre o fenômeno dos discos voadores, normalmente avistados em condições imprecisas, podendo ou não ocorrer uma abdução alienígena;

UNIVERSO PARALELO – Subgênero sobre outro(s) universo(s), separado(s) de nosso próprio universo, mas com pontos de contato, em certos casos formando um multiverso;

VIAGEM NO TEMPO – Ficção baseada no conceito de mover-se para trás e para frente na linha do tempo, de um modo análogo à mobilidade no espaço;

VIDA EXTRATERRESTRE – Narrativa sobre a viagem a outros planetas, e sobre os seres vivos, inteligentes ou não, que vivem lá;

E por último o subgênero escolhido para o post de hoje:

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NEW WEIRD – (Novo Estranho/Esquisito) Ficção que mistura os três gêneros da literatura especulativa: ficção científica, horror e fantasia, não raro absorvendo elementos também da ficção policial. Começou nos anos 90 (tendo seu epicentro em Londres) e se desenvolveu em uma série de romances e histórias publicados de 2001 a 2005. M. John Harrison é creditado com a criação do termo na introdução da novela de China Miéville – “The Tain” (2002). “Weird” (estranho, insólito, bizarro) é um termo frequente na literatura fantástica, principalmente através da revista “Weird Tales” (na tradução literal “Contos Estranhos”), que revelou H. P. Lovecraft e outros grandes autores. Os escritores envolvidos, no subgênero, são principalmente romancistas que são considerados parte dos gêneros de terror ou ficção especulativa, mas que frequentemente cruzam as fronteiras de gênero. Autores notáveis ​​incluem Becky Chambers, KJ Bishop, Steve Cockayne, Paul Di Filippo, M. John Harrison, Thomas Ligotti, Ian R. MacLeod, China Miéville, Alastair Reynolds, Justina Robson, Oh Seong-dae, Steph Swainston e Jeff VanderMeer, entre muitos outros.

De B. Chambers temos o romance “The Long Way to a Small, Angry Planet” (O longo caminho para um planeta pequeno e irritado) publicado em 2014.

Fugindo de sua antiga vida, Rosemary Harper se junta à tripulação multiespécies do “Wayfarer” como atendente de arquivos e os segue em suas várias missões em toda a galáxia. O romance se preocupa mais com o desenvolvimento do personagem do que com a aventura. Cada membro da equipe tem uma história que se desenrola ou uma crise a enfrentar. Eles encontram vários ambientes alienígenas no caminho lento para o seu destino.

Foi selecionado para o Prêmio Arthur C. Clarke de 2016, e ganhou uma indicação para o ” Sydney James Bounds Award” de 2016 do “British Fantasy Awards” de Melhor Escritor Iniciante em 2016.

E um outro ótimo romance do subgênero é do escritor norte americano Jeff VanderMeer.  “Annihilation” (Aniquilação) foi publicado em 2014 e ganhou o prêmio “Nebula” 2015 de melhor romance e o prêmio “Shirley Jackson” 2014 de melhor romance – o primeiro volume da trilogia “Southern Reach” (Comando Sul).  O livro descreve uma equipe de quatro mulheres (bióloga, antropóloga, psicóloga e agrimensora – é a ciência, que se utiliza de conhecimentos da geomática, como ferramenta para a aquisição e gerenciamento de dados espaciais necessários como parte de operações científicas, administrativas, legais e técnicas, envolvidas no processo de produção e gerenciamento de informação espacial, notadamente de campos ou propriedades rurais) que partiram para uma área conhecida como Área X. A área é abandonada e isolada do resto da civilização. Eles são a 12ª expedição. As outras expedições foram repletas de desaparecimentos, suicídios, cânceres agressivos e traumas mentais.  Os demais livros da trilogia – também publicados em 2014 – são “Authority” (Autoridade) e “Acceptance” (Aceitação).

Bem, voltando ao subgênero, tentamos “sair da caixa” e pensar.  Os muitos críticos do movimento acabam errando quando pensam que “new weird” é só uma reunião de jovens iconoclastas (membro do movimento de contestação à veneração de ícones). Os que defendem o “rótulo” vão buscar sua origem na primeira metade do século passado, nos livros do americano H.P. Lovecraft (1890-1937).  Ele, de forma genial, misturou ficção científica, horror e fantasia numa “pulp fiction” em que aliens são deuses e monstros são anjos caídos.

Assim sendo, tentar entender este movimento de ruptura – de fragmentação – é uma das missões do blog.  O PHANTASTICUS não se prende a estruturas pré-definidas e tampouco se junto a grupinhos para rotular coisas.  O blog se atualiza a cada segundo, buscando entender os rumos da LitFan.  O que nos caracteriza é entender e aplicar (já que também sou escritor) a mistura ilimitada de gêneros.

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Fecho o post aqui, com um pequeno texto de Henri Bergson, que foi um filósofo e diplomata francês, laureado com o Nobel de Literatura de 1927.

“De um mal-entendido sobre isso é que nasceu a celeuma entre o realismo e o idealismo na arte. Sem dúvida, a arte nada mais é que uma visão mais direta da realidade. Mas essa pureza de percepção implica uma ruptura com a convenção utilitária, um desprendimento inato e especificamente localizado do sentido ou da consciência, enfim, certa imaterialidade de vida, que vem a ser o que sempre se chamou de idealismo. Por conseguinte, pode-se afirmar, sem jogar de modo algum com o sentido das palavras, que o realismo está na obra quando o idealismo está na alma, e que só à força de idealidade se toma contato com a realidade.”

Até logo.  Vejo todos vocês no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: El extraño New Weird.

Hola para todos. Hoy PHANTASTICUS busca arrojar algo de luz sobre una de las variaciones, o más bien de un subgénero de fantasía / ficción. Hablemos un poco sobre (o) “New Weird” (que en la traducción literal se puede entender como “New Weird”). Al principio me sorprendió, y luego leí, aún más. Hay una gran evolución en el formato de los subgéneros de ficción. Si lo pensamos bien, dado que el mundo es mundo, el ser humano se esfuerza (difícilmente) por determinar las cajas para sus “asuntos”. La clasificación está en nuestro ADN. Nos gusta tener control sobre qué es algo (o qué significa) y qué no es, con la idea de formar una sensación de seguridad y previsibilidad.

Soy de la época en que estábamos restringidos a un género literario (el Fantástico) y sus tres géneros: fantasía, ciencia ficción y horror. Pero, estos tiempos se han ido. El mercado fue segmentado, y por lo tanto “fracturó” la literatura, que se incluye en los tres conjuntos mencionados: FC (naves espaciales, extraterrestres, viajes en el tiempo), fantasía (castillos, dragones, magia) y horror (vampiros, monstruos, criaturas malvadas). en general). Traté de profundizar en el tema y encontré más de veinte subgéneros solo para SciFi (Science Fiction – FC). Los enumeraré ahora. Presta atención, ya que hay algunas similitudes y muchas diferencias entre ellas:

AFROFUTURISTA – Narrativa que combina ciencia ficción y cosmología africana;

CIBERPUNK – Ficción que combina ciencia y tecnología avanzadas (cibernética, informática, neuroprótesis, realidad virtual) y cierto grado de desorden social. Varios derivados están “naciendo” y estos son algunos de ellos:

NANOPUNK – Describe un mundo donde los nanitos son ampliamente utilizados y las nanotecnologías son las fuerzas tecnológicas predominantes en la sociedad.

BIOPUNK: se centra en las implicaciones de la biotecnología en lugar de la tecnología de la información. Biopunk se preocupa por la biología sintética. Se deriva del ciberpunk que involucra piratas informáticos, megaempresas de biotecnología y agencias gubernamentales opresivas que manipulan el ADN humano.

STEAMPUNK – Ficción ambientada en una era victoriana tecnológicamente avanzada alternativa (mediados del siglo XIX), en la que las máquinas complejas no funcionan con electricidad sino con vapor.

DIESELPUNK: es un derivado de subgénero que presenta un estilo de arte basado en la estética popular entre la Primera Guerra Mundial y el final de la Segunda Guerra Mundial. El estilo combina las influencias artísticas y de género de la época (incluidas revistas de pulpa, seriales, películas noir, art deco y pin-ups de guerra) con tecnología retro futurista y sensibilidades posmodernas.

STONEPUNK: se refiere a trabajos realizados aproximadamente durante la Edad de Piedra, en los que los personajes usan la Revolución Neolítica, una tecnología construida a partir de materiales más o menos consistentes con el período, pero con una complejidad y función anacrónicas.

Todavía tenemos un puñado de términos divergentes basados ​​en los conceptos generales de ciber y steampunk. Por lo general, se consideran no oficiales, pero todavía estamos buscando las cajas para enmarcar los estilos y las formas.

DISTOPIA – Sede de FC ubicada en un estado futuro totalitario, donde existe un control opresivo de la sociedad;

ESOTÉRICA – Narrativa que aproxima el conocimiento medible (ciencia) al conocimiento paranormal (ocultismo);

EXOBIOLÓGICO: rama CF que se ocupa de formas de vida extrañas excéntricas;

FC HARD – Subgénero caracterizado por su interés en las leyes de biología, química y física, detalles tecnológicos y precisión científica absoluta;

FC SOFT (también llamada nueva ola): subgénero cuyas tramas tienden a favorecer los dramas, las relaciones y los sentimientos humanos, dejando atrás los detalles de los instrumentos tecnológicos y las leyes físicas;

FEMINISTA – Narrativa que transmite la crítica feminista contra la opresión machista y patriarcal;

HISTORIA ALTERNATIVA – Ficción cuya trama tiene lugar en un mundo donde la historia tiene un punto de divergencia de la historia tal como la conocemos;

Inmortalidad: narrativa en la que la biotecnología investiga ciertos medios para contrarrestar el proceso de envejecimiento con el objetivo de aumentar indefinidamente la esperanza de vida;

IMPERIO GALÁCTICO: narración sobre un imperio diseminado por una galaxia que conecta miles de planetas y millones de civilizaciones;

INTELIGENCIA ARTIFICIAL: un subgénero que se ocupa de software, robots y androides como o más inteligentes que los humanos que los crearon;

INVASIÓN EXTRANJERA – Un subgénero en el que una sociedad extraterrestre tecnológicamente superior invade la Tierra para tomar el lugar de la especie humana o esclavizarla o, en algunos casos, utilizar a los humanos como alimento;

POST-APOCALIPSIS: narrativa ambientada en un mundo sin casi nadie, devastada por la guerra o la pandemia;

PRIMER CONTACTO – Narrativa sobre el primer encuentro entre humanos y extraterrestres;

REALIDAD PARALELO – Subgénero que trata con otras realidades que coexisten y se comunican con la nuestra, y se puede acceder a través de portales físicos o mentales;

SATIR – Ficción que se apropia de los elementos principales de otros subgéneros, exagerándolos o distorsionándolos;

OPERA ESPACIAL – rama de FC que enfatiza la aventura heroica, la acción interplanetaria, el paisaje exótico y la confrontación épica;

UFOLÓGICO: narración sobre el fenómeno de los platillos voladores, generalmente visto en condiciones inexactas, y puede o no ocurrir una abducción extraterrestre;

UNIVERSO PARALELO – Subgénero sobre otros universos, separados de nuestro propio universo, pero con puntos de contacto, en algunos casos formando un multiverso;

VIAJE EN EL TIEMPO – Ficción basada en el concepto de moverse hacia adelante y hacia atrás en la línea de tiempo de una manera análoga a la movilidad espacial;

EXTRATEREST LIFE: narración sobre viajar a otros planetas y sobre seres vivos, inteligentes o no, que viven allí;

Y, por último, el subgénero elegido para la publicación de hoy:

NEW WEIRD – (New Strange / Bizarre) Ficción que mezcla los tres géneros de literatura especulativa: ciencia ficción, horror y fantasía, que a menudo absorbe elementos también de la ficción policial. Comenzó en la década de 1990 (teniendo su epicentro en Londres) y se ha convertido en una serie de novelas e historias publicadas de 2001 a 2005. Se le atribuye a M. John Harrison la creación del término en la introducción de la novela de China Miéville “The Tain”. (2002) “Extraño” (extraño, inusual, extraño) es un término frecuente en la literatura fantástica, principalmente a través de la revista “Weird Tales” (en la traducción literal “Strange Tales”), que reveló H. P. Lovecraft y otros grandes autores. Los escritores involucrados en el subgénero son principalmente novelistas que se consideran parte de los géneros del horror o la ficción especulativa, pero a menudo cruzan los límites de género. Autores notables incluyen Becky Chambers, KJ Bishop, Steve Cockayne, Paul Di Filippo, M. John Harrison, Thomas Ligotti, Ian R. MacLeod, China Miéville, Alastair Reynolds, Justina Robson, Oh Seong-dae, Steph Swainston y Jeff VanderMeer. muchos otros.

De B. Chambers tenemos la novela “El largo camino hacia un planeta pequeño y enojado”, publicada en 2014.

Escapándose de su vida anterior, Rosemary Harper se une al equipo de multiespecies Wayfarer como asistente de archivos y los sigue en sus diversas misiones en la galaxia. La novela trata más sobre el desarrollo del personaje que sobre la aventura. Cada miembro del equipo tiene que enfrentar una historia o crisis en desarrollo. Se encuentran con varios entornos alienígenas en el camino lento hacia su destino.

Fue seleccionado para el Premio Arthur C. Clarke 2016 y obtuvo una nominación para el “Premio Sydney James Bounds 2016” de los “British Fantasy Awards” al Mejor Escritor Principiante en 2016.

Y otra gran novela de subgénero es del escritor estadounidense Jeff VanderMeer. Annihilation se publicó en 2014 y ganó el Premio Nebula 2015 al Mejor Romance y el Premio Shirley Jackson 2014 al Mejor Romance, el primer volumen de la trilogía Southern Reach. El libro describe un equipo de cuatro mujeres (bióloga, antropóloga, psicóloga y agrimensora) que utilizan el conocimiento de la geomática como herramienta para adquirir y administrar los datos espaciales necesarios como parte de las operaciones científicas, administrativas, legales y científicas. técnicas, involucradas en el proceso de producción y gestión de información espacial, especialmente de campos o granjas) que han partido hacia un área conocida como Área X. El área está abandonada y aislada del resto de la civilización. Son la duodécima expedición. Las otras expediciones estuvieron plagadas de desapariciones, suicidios, cánceres agresivos y traumas mentales. Los otros libros de la trilogía, también publicados en 2014, son “Autoridad” y “Aceptación”.

Bueno, volviendo al subgénero, tratamos de salir de la caja y pensar. Los muchos críticos del movimiento salen mal cuando piensan que “nuevo extraño” es solo una reunión de jóvenes iconoclastas (un miembro del movimiento de veneración de iconos). Los defensores de la “etiqueta” encontrarán su origen en la primera mitad del siglo pasado en los libros del estadounidense H.P. Lovecraft (1890-1937). Él ingeniosamente mezcló la ciencia ficción, el horror y la fantasía en una pulp fiction donde los extraterrestres son dioses y los monstruos son ángeles caídos.

Por lo tanto, tratar de entender este movimiento de ruptura, de fragmentación, es una de las misiones del blog. PHANTASTICUS no está vinculado a estructuras predefinidas, ni se aferra a grupos para etiquetar cosas. El blog se actualiza cada segundo, buscando entender las instrucciones de LitFan. Lo que nos caracteriza es comprender y aplicar (como también soy escritor) la mezcla ilimitada de géneros.

Cierro la publicación aquí, con un breve texto de Henri Bergson, que era una f Filósofo y diplomático francés, galardonado con el Premio Nobel de Literatura de 1927.

“Es por un malentendido sobre esto que nació el caos entre el realismo y el idealismo en el arte. Sin lugar a duda, el arte no es más que una visión más directa de la realidad. Pero esta pureza de percepción implica una ruptura con la convención utilitaria, un desapego innato y específicamente localizado de significado o conciencia, en resumen, una cierta inmaterialidad de la vida, que siempre se ha llamado idealismo. Por lo tanto, se puede decir, sin jugar en absoluto con el significado de las palabras, que el realismo está en el trabajo cuando el idealismo está en el alma, y que solo por la fuerza de la idealidad tiene lugar el contacto con la realidad “.

Hasta luego. Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal – aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: xxxxxx

bookwormscientist.com/wp-content/uploads/2017/10/21231240_228328871027927_6122995312564596985_n.jpg

bookwormscientist.com/e-esse-tal-de-new-weird-relato-de-uma-leitora-de-fantasia/

en.m.wikipedia.org/wiki/New_weird

candido.bpp.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1452

en.m.wikipedia.org/wiki/Nanopunk

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en.m.wikipedia.org/wiki/Decopunk

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en.wikipedia.org/wiki/Annihilation_(VanderMeer_novel)

universofantastico.wordpress.com/2010/03/08/o-new-weird/

1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1803200617.htm

citacoes.in/citacoes/945905-henri-bergson-de-um-mal-entendido-sobre-isso-e-que-nasceu-a-cele/

pbs.twimg.com/media/EHJjwLFWwAEqlXH?format=jpg&name=small

fantasticursos.com/wp-content/uploads/2017/03/Insol-Imagem-destacada-2.jpg

pbs.twimg.com/media/EHUtZ67W4Ac4q6P?format=jpg&name=900×900

i.gr-assets.com/images/S/compressed.photo.goodreads.com/books/1405532474l/22733729.jpg

statelegitimacy.files.wordpress.com/2017/11/nrm_1409683091-southern-reach.jpg

i.correiobraziliense.com.br/nVzkBRgMSndIFfGJwmkqfLQP4QE=/675x/smart/imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2018/04/08/671842/20180407155704923325a.jpg

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E voltamos a falar de futuro e de previsões

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: E voltamos a falar de futuro e de previsões.

Lady and gentleman, com vocês ….. Vamos deixar de pompas e seguir.  O PHANTASTICUS volta a falar um pouco mais sobre o futuro.  Sobre as previsões que a LitFan e seus autores geniais fazem (ou já fizeram).

Já postamos várias vezes sobre este tipo de tema, mas ainda é muito pouco pelo potencial que ele (o tema) apresenta.

Quer relembrar alguns dos posts? Veja só:

jotacortizo.wordpress.com/2015/09/27/a-assustadora-visao-do-futuro-de-philip-k-dick-la-aterradora-vision-del-futuro-de-philip-k-dick/ (A Assustadora Visão do Futuro de Philip K Dick – post de 27 de setembro de 2015);

jotacortizo.wordpress.com/2017/10/08/o-futuro-nas-linhas-avassaladoras-de-pkd-e-blade-runner/ (O Futuro nas linhas avassaladoras de PKD e Blade Runner – post de 08 de outubro de 2017);

jotacortizo.wordpress.com/2018/12/16/visao-futuristica-i/ (Visão Futurística I – post de 16 de dezembro de 2018);

jotacortizo.wordpress.com/2018/12/23/o-profeta-da-ficcao-cientifica/ (O Profeta da Ficção Científica – post de 23 de dezembro de 2018);

jotacortizo.wordpress.com/2019/03/09/e-seguimos-com-visao-futuristica-volume-ii/ (E seguimos com “Visão Futurística” volume II – post de 09 de março de 2019).

Chega de relembrar (e isto é só uma amostra do que o blog já pontuou sobre a visão de futuro dos muitos autores que por aqui já “desfilaram”).  Vamos a ação!

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Hoje, vamos do livro (e das previsões) que é considerado, até hoje, como uma das mais importantes e assustadoras distopias da literatura.  Nineteen Eighty-Four (Mil Novecentos e Oitenta e Quatro – 1984), do gênio George Orwell. Na obra, o Partido liderado pelo “Grande Irmão” vigia a rotina, os comportamentos e as relações interpessoais de sua população. A principal tecnologia usada para esse monitoramento são as “teletelas”, que se parecem grandes televisores e estão obrigatoriamente presentes em todas as casas. Também há microfones e câmeras nas ruas e pequenos helicópteros (quase semelhantes a drones) que filmam dentro das casas.  Em 10 de abril de 2016 o PHANTASTICUS postou sobre a esta obra.  Veja:

jotacortizo.wordpress.com/2016/04/10/o-ultimo-romance-de-george-orwell-e-o-surgimento-do-grande-irmao-la-ultima-novela-de-george-orwell-y-la-aparicion-de-gran-hermano/

Hoje, temos diversas tecnologias capazes de monitorar cada instante de nossa vida e as utilizamos todos os dias, sem nos importar muito se alguém está nos espionando ou não. As telas e microfones estão sempre conosco.  Temos os smartphones e seus apps, computadores e alto-falantes de assistentes digitais, que são capazes de capturar informações a nosso respeito por todo o tempo. Em troca de segurança, adotamos tecnologias de vigilância, implementamos sistemas inteligentes em nossas casas, e não nos importamos em ceder os dados coletados para empresas privadas ou para o governo. Pode ser que não exista um “Grande Irmão” usando essas ferramentas para nos vigiar e punir, como acontece no livro, mas o diabo se esconde nos pequenos detalhes.

Conheça um pouco a obra:

O romance é ambientado na “Pista de Pouso Número 1” (anteriormente conhecida como Grã-Bretanha), uma província do superestado da Oceania, em um mundo de guerra perpétua, vigilância governamental onipresente e manipulação pública e histórica. Os habitantes deste superestado são ditados por um regime político totalitário eufemisticamente chamado de “Socialismo Inglês”, encurtado para “Ingsoc”.

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O superestado está sob o controle da elite privilegiada do Partido Interno, um partido e um governo que persegue o individualismo e a liberdade de expressão como “crime de pensamento”, que é aplicado pela “Polícia do Pensamento”. Winston, o protagonista, vive um eterno questionamento sobre governo totalitário do Partido que comanda sua nação e sobre seu líder, o “Grande Irmão”, a figura onisciente e onipresente que está sempre te vigiando. E ele sente-se solitário, porque todos os cidadãos são doutrinados pelo Partido a obedecer, a aceitar o que o Partido determina como verdade, a detestar as coisas do mundo antigo (como o diário que ele mantém e mesmo sem escrever já seria um criminoso, porque pensar um crime é o mesmo que cometê-lo).

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Curiosidade: No livro as nações se dividem em três grandes impérios modernos, que são grandes potências:

Oceania – o maior dos impérios, governa toda a Oceania, América, Islândia, Reino Unido, Irlanda e grande parte do sul da África.

Eurásia – o segundo maior império, governa toda a Europa (exceto Islândia, Reino Unido e Irlanda), quase toda a Rússia e pequena parte do resto da Ásia.

Lestásia – o menor império, governa países orientais como China, Japão, Coreia, parte da Índia e algumas nações vizinhas.

Territórios sob disputa: Outros territórios, como o norte da África, o centro e o Sudeste da Ásia (quadrilátero formado entre as cidades de Brazzaville, Darwin, Hong Kong e Tânger), além de todo o território da Antártica.

A Oceania é dividida em três camadas: o Núcleo do Partido, onde estão as pessoas poderosas, os “Proletas”, o grupo à margem da sociedade, o povo com o qual o Partido não se importa e o Partido Externo, um espaço intermediário que contém os Ministérios:  do Amor, que é responsável por torturar os inimigos do Partido; da Paz, que é responsável por manter a guerra contra a Eurásia ou Lestásia, as outras duas nações; e da Verdade: responsável por falsificar o passado. Fazendo com que as previsões do “Grande Irmão” sempre estejam corretas e removendo as pessoas que não são mais pessoas, que deixaram de fazer parte da história; da Fartura que é responsável pela economia e por divulgar dados astronômicos de produção, que não correspondem à realidade, que acabam gerando fome e escassez.

Winston trabalha no Ministério da Verdade (Miniver, em novafala, um novo idioma que objetiva encurtar os vocabulários, controlando ainda mais o pensamento das pessoas), e se apaixona por Júlia, uma colega de trabalho, e aí começa uma trama perigosa.  Na Oceania se apaixonar é errado, relações entre homens e mulheres devem servir apenas para a procriação. Assim acompanhamos um romance proibido entre pessoas que deveriam obedecer ao Partido e acabam acreditando em uma sociedade secreta de insurgentes que derrubarão o governo, possivelmente junto a O’Brien, um personagem misterioso e membro do Núcleo do Partido.

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Bem, e agora alguns exemplos da predição de G. Orwell:

Em 2013, o ex-técnico da CIA, Edward Snowden, vazou informações sigilosas dos Estados Unidos. Assim, o mundo ficou sabendo sobre o PRISM, um programa de vigilância de agências governamentais para monitorar pessoas em vários países do mundo. Os documentos revelaram que o governo dos Estados Unidos tinha o poder de coletar vários tipos de dados de cidadãos, como histórico de pesquisas, conteúdo de e-mails, transferências de arquivos, vídeos, fotos, chamadas de voz e vídeo, e muito mais. Hoje, os sistemas e aplicativos instalados em dispositivos móveis controlam todo tipo de atividade, como viagens, lojas que visitamos, compras online, questões tributárias, movimentações bancárias, viagens. Imagine, apenas imagine, se uma pessoa, empresa ou governo mal-intencionado colocasse as mãos em tanta informação?

Na China as coisas estão um pouco mais, digamos, “orwellianas”. No final de 2018, o país, que já era bastante criticado por usar tecnologias invasivas de vigilância e monitoramento, inaugurou mais um sistema de câmeras inteligentes incrivelmente poderoso. Desenvolvido pela empresa Watrix, ele pode identificar uma pessoa apenas pela forma como ela caminha e formato do corpo. A identificação pode ser feita a até 50 metros de distância, sem precisar analisar o rosto.

Em julho deste ano, a organização Human Rights Watch descobriu que a polícia em Xinjiang utiliza um aplicativo conectado a uma base de dados com uma quantidade assustadora de informações pessoais da população. Com o aplicativo, as autoridades podem acessar detalhes como cor de cabelo e a altura precisa de uma pessoa, além de dados comportamentais, como consumo de energia, sociabilidade, e até uso de softwares considerados suspeitos.

Bem, Orwell escreveu esta brilhante obra em antes de 1950 – para ser exato, o livro foi publicado em 8 de junho de 1949, um pouco antes da morte do autor que ocorreu em 21 de janeiro de 1950.  George Orwell era um dos pseudônimos de Eric Arthur Blair.  Apontado como simpatizante da proposta anarquista, o escritor faz uma defesa da auto-gestão ou autonomismo.  Muitos anos (mas muitos anos mesmo) das tecnologias “assumirem” parte da nossa vida, George Orwell transformou seu livro em uma obra de alerta.  Escreveu-o animado por um sentido de urgência, para avisar os seus contemporâneos e as gerações futuras do perigo que corriam, e lutou desesperadamente contra a morte – sofria de tuberculose – para poder acabá-lo.

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Stalin, também Hitler e Churchill foram algumas das figuras que inspiraram Orwell a escrever o romance.  No livro, Orwell expõe uma teoria da Guerra. Segundo ele, o objetivo da guerra não é vencer o inimigo nem lutar por uma causa. O objetivo da guerra é manter o poder das classes altas, limitando o acesso à educação, à cultura e aos bens materiais das classes baixas. A guerra serve para destruir os bens materiais produzidos pelos pobres e para impedir que eles acumulem cultura e riqueza e se tornem uma ameaça aos poderosos. Assim, um dos lemas do Partido, “guerra é paz”, é explicado no livro de Emmanuel Goldstein: “Uma paz verdadeiramente permanente seria o mesmo que a guerra permanente”.

Emmanuel Goldstein é um personagem fictício do romance distópico de George Orwell, Mil novecentos e oitenta e quatro. Ele é o principal inimigo do estado, de acordo com o Partido da Oceania totalitária. Ele é descrito como o chefe de uma organização dissidente misteriosa e possivelmente fictícia chamada “A Irmandade” e como tendo escrito o livro A teoria e a prática do coletivismo oligárquico. Ele é visto e ouvido apenas em telão e pode ser uma invenção do Ministério da Verdade, o departamento de propaganda do Estado.  Segundo rumores, é um ex-membro do Partido e um dos primeiros associados de seu líder, ” Big Brother “, mas que se separou no início do movimento e iniciou “The Brotherhood” (A Irmandade). Aparentemente, “A Irmandade” é organizada em células, sendo que cada membro deve ler o Livro, supostamente escrito por Goldstein, “A Teoria e Prática do Coletivismo Oligárquico”. Goldstein é sempre o tema do “Dois Minutos de Ódio”, um programa – do governo – diário que começa às 11:00 da manhã, no qual uma imagem de Goldstein é mostrada na tela de televisão e sujeita a extremo desprezo por parte dos espectadores.

Leon Trotsky pode ter sido a inspiração para George Orwell.

(Infelizmente sem a legenda)

O autor de ficção científica David Brin costuma dizer que o grande mérito da ficção científica não é prever o futuro, mas pintar um futuro tão horrível que as pessoas vão lutar para que ele não aconteça. Neste sentido, 1984 é talvez o livro mais importante dos séculos (considerando o XX e o XXI), porque, a qualquer sinal de tirania, a sociedade lembra (ou deveria) do livro e luta para impedi-la (ou deveria).

Bem, espero que tenham gostado e se servir de alguma coisa, aqui vai um último alerta – dado por nosso autor escolhido:

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“If liberty means anything at all, it means the right to tell people what they do not want to hear” (Se liberdade significa alguma coisa, significa o direito de dizer às pessoas o que elas não querem ouvir).

Vejo todos vocês no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Y hablamos nuevamente sobre el futuro y mostramos.

Señora y caballero, con ustedes … Detengamos la pompa y sigamos adelante. PHANTASTICUS hablará un poco más sobre el futuro. Sobre las predicciones que LitFan y sus genios autores hacen (o han hecho).

Hemos publicado varias veces sobre este tipo de tema, pero todavía es muy poco por el potencial que presenta (el tema).

¿Quieres recordar algunas de las publicaciones? Compruébalo:

jotacortizo.wordpress.com/2015/09/27/a-sustadora-vision-of-filuro-de-philip-k-dick-la-aterradora-vision-del-futuro-de-philip-k-dick/ (A Scary Future Vision por Philip K Dick – posterior al 27 de septiembre de 2015);

jotacortizo.wordpress.com/2017/10/08/o-futuro-on-pkd-e-blade-runner-runner-rates/ (El futuro en las líneas abrumadoras de PKD y Blade Runner – 8 de octubre de 2007 2017);

jotacortizo.wordpress.com/2018/12/16/vision-futuristica-i/ (Visión futurista I – publicación del 16 de diciembre de 2018);

jotacortizo.wordpress.com/2018/12/23/o-profeta-da-ficcao-cientifica/ (El profeta de la ciencia ficción – publicación del 23 de diciembre de 2018);

jotacortizo.wordpress.com/2019/03/09/e-follow-with-vision-futuristica-volume-ii/ (Y seguimos con el volumen II de “Visión futurista” – publicación del 9 de marzo de 2019).

Lo suficiente para recordar (y esto es solo una muestra de lo que el blog ya ha puntuado sobre la visión futura de los muchos autores que han “desfilado” aquí). ¡Vamos a la acción!

Hoy, veamos el libro (y las predicciones) que se considera, hasta hoy, como una de las distopías más importantes y aterradoras de la literatura. Mil novecientos ochenta y cuatro (Mil novecientos ochenta y cuatro – 1984), por el genio George Orwell. En este trabajo, el Partido dirigido por “Gran Hermano” supervisa la rutina, el comportamiento y las relaciones interpersonales de su población. La tecnología principal utilizada para este monitoreo son las “pantallas pequeñas”, que parecen televisores grandes y están necesariamente presentes en cada hogar. También hay micrófonos y cámaras en las calles, y pequeños helicópteros (casi como drones) filmando dentro de las casas. El 10 de abril de 2016, PHANTASTICUS publicó sobre este trabajo. Ver:

jotacortizo.wordpress.com/2016/04/10/the-great-romance-de-george-orwell-and-surgence-of-bigger-irmao-la-ultima-novela-de-george-orwell-y-la- grand herman apparicion /

Hoy, tenemos una variedad de tecnologías que pueden monitorear cada momento de nuestras vidas y usarlas todos los días, independientemente de si alguien nos está espiando o no. Las pantallas y los micrófonos siempre están con nosotros. Tenemos teléfonos inteligentes y sus aplicaciones, computadoras y altavoces asistentes digitales, que pueden capturar información sobre nosotros todo el tiempo. A cambio de seguridad, adoptamos tecnologías de vigilancia, implementamos sistemas inteligentes en nuestros hogares y no nos importa entregar los datos recopilados a empresas privadas o al gobierno. Puede que no haya un “Gran Hermano” usando estas herramientas para mirarnos y castigarnos, como en el libro, pero el diablo acecha en los pequeños detalles.

Conozca un poco sobre el trabajo:

La novela está ambientada en la “Pista # 1” (anteriormente conocida como Gran Bretaña), una provincia del superestado de Oceanía, en un mundo de guerra perpetua, vigilancia ubicua del gobierno y manipulación pública e histórica. Los habitantes de este superestado están dictados por un régimen político totalitario eufemísticamente llamado “socialismo inglés”, abreviado a “Ingsoc”.

El superestado está bajo el control de la élite privilegiada del Partido Interno, un partido y un gobierno que persigue el individualismo y la libertad de expresión como un “crimen de pensamiento”, que es aplicado por la “Policía del Pensamiento”. Winston, el protagonista, vive una eterna pregunta sobre el gobierno totalitario del partido gobernante y su líder, “Gran Hermano”, la figura omnisciente y omnipresente que siempre te está cuidando. Y se siente solo, porque todos los ciudadanos están adoctrinados por el Partido para obedecer, para aceptar lo que el Partido determina que es verdad, para odiar las cosas del mundo antiguo (como el diario que lleva e incluso sin escribir ya sería un criminal porque pensar en un crimen es lo mismo que cometerlo).

Curiosidad: en el libro las naciones se dividen en tres grandes imperios modernos, que son grandes poderes:

Oceanía: el imperio más grande, gobierna toda Oceanía, América, Islandia, el Reino Unido, Irlanda y gran parte del sur de África.

Eurasia: el segundo imperio más grande, gobierna toda Europa (excepto Islandia, el Reino Unido e Irlanda), casi toda Rusia y una pequeña parte del resto de Asia.

Lestasia: el imperio más pequeño, gobierna países del este como China, Japón, Corea, parte de la India y algunas naciones vecinas.

Territorios en disputa: Otros territorios, como el norte de África, Asia central y sudoriental (cuadrilátero formado entre las ciudades de Brazzaville, Darwin, Hong Kong y Tánger), así como todo el territorio antártico.

Oceanía se divide en tres capas: el núcleo del partido, donde están las personas poderosas, las “proletas”, la periferia de la sociedad, la gente que al Partido no le importa y el Partido Externo, un espacio intermedio que contiene los Ministerios de Amor, que es responsable de torturar a los enemigos del Partido; Paz, que es responsable de mantener la guerra contra Eurasia o Lestasia, las otras dos naciones; y Verdad: responsable de falsificar el pasado. Hacer que las predicciones de Big Brother siempre sean correctas y eliminar a las personas que ya no son personas, que ya no son parte de la historia; da Fartura, responsable de la economía y de la difusión de datos astronómicos de producción, que no se corresponden con la realidad, que terminan causando hambre y escasez.

Winston trabaja en el Ministerio de la Verdad (Miniver, en novafala, un nuevo lenguaje que tiene como objetivo acortar el vocabulario, controlando aún más el pensamiento de las personas), y se enamora de Julia, una compañera de trabajo, y luego comienza una trama peligrosa. En Oceanía enamorarse está mal, las relaciones entre hombres y mujeres deberían ser solo para la procreación. Por lo tanto, seguimos un romance prohibido entre personas que deberían obedecer al Partido y terminar creyendo en una sociedad secreta de insurgentes que derrocará al gobierno, posiblemente junto a O’Brien, un personaje misterioso y miembro del Núcleo del Partido.

Bueno, y ahora algunos ejemplos de la predicción de G. Orwell:

En 2013, el ex técnico de la CIA Edward Snowden filtró información clasificada de los Estados Unidos. Entonces, el mundo aprendió sobre PRISM, un programa de vigilancia de agencias gubernamentales para monitorear personas en varios países del mundo. Los documentos revelaron que el gobierno de EE. UU. Tenía el poder de recopilar varios tipos de datos ciudadanos, como el historial de búsqueda, el contenido del correo electrónico, la transferencia de archivos, videos, fotos, llamadas de voz y video, y más. Hoy en día, los sistemas y aplicaciones basados ​​en dispositivos móviles controlan todo tipo de actividad, como viajes, tiendas que visitamos, compras en línea, asuntos fiscales, banca, viajes. Imagínense, imagínense, si una persona, compañía o gobierno malintencionado obtuviera tanta información.

En China las cosas son un poco más, digamos “orwellianos”. A fines de 2018, el país, que ya era muy criticado por usar tecnologías invasivas de vigilancia y monitoreo, inauguró otro sistema de cámara inteligente increíblemente potente. Desarrollado por la compañía Watrix, puede identificar a una persona solo por la forma en que camina y la forma del cuerpo. La identificación se puede hacer hasta a 50 metros de distancia sin tener que analizar la cara.

En julio de este año, Human Rights Watch descubrió que la policía en Xinjiang está utilizando una aplicación conectada a la base de datos con una cantidad aterradora de información personal de la población. Con la aplicación, las autoridades pueden acceder a detalles como el color y la altura del cabello de una persona, así como a datos de comportamiento como el consumo de energía, la sociabilidad e incluso el uso de software sospechoso.

Bueno, Orwell escribió este brillante trabajo antes de 1950; para ser exactos, el libro fue publicado el 8 de junio de 1949, poco antes de la muerte del autor el 21 de enero de 1950. George Orwell fue uno de los seudónimos de Eric Arthur Blair. Nombrado como simpatizante de la propuesta anarquista, el escritor defiende la autogestión o el autonomismo. Muchos años (pero incluso muchos años) de tecnologías que “se apoderan” de parte de nuestras vidas, George Orwell ha convertido su libro en un trabajo de advertencia. Lo escribió con un sentido de urgencia, para advertir a sus contemporáneos y a las generaciones futuras del peligro en el que se encontraban, y luchó desesperadamente contra la muerte, que sufría de tuberculosis, para ponerle fin.

Stalin, también Hitler y Churchill fueron algunas de las figuras que inspiraron a Orwell a escribir la novela. En el libro, Orwell expone una teoría de la guerra. Según él, el propósito de la guerra no es derrotar al enemigo o luchar por una causa. El propósito de la guerra es mantener el poder de las clases altas limitando el acceso a la educación, la cultura y los bienes materiales de las clases bajas. La guerra sirve para destruir los bienes materiales producidos por los pobres y evitar que acumulen cultura y riqueza y se conviertan en una amenaza para los poderosos. Así, una de las consignas del partido, “la guerra es la paz”, se explica en el libro de Emmanuel Goldstein: “Una paz verdaderamente permanente sería lo mismo que una guerra permanente”.

Emmanuel Goldstein es un personaje ficticio de la novela distópica de George Orwell, Mil novecientos ochenta y cuatro. Es el principal enemigo del estado, según el Partido totalitario de Oceanía. Se lo describe como el jefe de una organización disidente misteriosa y posiblemente ficticia llamada “La Hermandad” y por haber escrito el libro Teoría y práctica del colectivismo oligárquico. Se ve y se escucha solo en la pantalla grande y puede ser una invención del Ministerio de la Verdad, el departamento de propaganda del estado. Segundo curso res, es un ex miembro del Partido y uno de los primeros asociados de su líder, “Gran Hermano”, pero que se separó al comienzo del movimiento y comenzó “La Hermandad”. Aparentemente, “The Brotherhood” está organizada en celdas, y cada miembro lee el Libro, supuestamente escrito por Goldstein, “The Theory and Practice of Oligarchic Collectivism”. Goldstein es siempre el tema de “Dos minutos de odio”, un programa diario del gobierno que comienza a las 11:00 a.m., en el que se muestra una imagen de Goldstein en la televisión y está sujeta al desprecio extremo de los espectadores.

Leon Trotsky puede haber sido la inspiración para George Orwell.

(Desafortunadamente sin el subtítulo)

El autor de ciencia ficción David Brin a menudo dice que el gran mérito de la ciencia ficción no es predecir el futuro, sino pintar un futuro tan horrible que la gente luchará para evitar que suceda. En este sentido, 1984 es quizás el libro más importante de los siglos (considerando los siglos XX y XXI), porque, ante cualquier signo de tiranía, la sociedad recuerda (o debería) el libro y lucha por evitarlo (o debería).

Bueno, espero que lo hayas disfrutado y si usas algo, aquí hay una advertencia final, dada por nuestro autor elegido:

“If liberty means anything at all, it means the right to tell people what they do not want to hear” (Si la libertad significa algo, significa el derecho a decirle a la gente lo que no quiere escuchar).

Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

Imagem principal-aescotilha.com.br/wp-content/uploads/2018/04/literatura-fantastica-introducao-parte-1.png

Capa: forte.jor.br/wp-content/uploads/2013/10/nsa_the_world_by_kelevra2k9.jpg

canaltech.com.br/entretenimento/ficcao-cientifica-novas-tecnologias-e-o-futuro-incerto-da-humanidade-parte-1-150233/

namecheap.com/blog/wp-content/uploads/2016/10/surveillance-cctv-security-cameras-96612.jpeg

ifsecglobal.com/wp-content/uploads/2015/03/PrismSkylabs-Pathmap.jpg

literalmenteuai.com.br/resenha-1984-george-orwell/

pt.wikipedia.org/wiki/1984_(livro)

momentumsaga.com/2015/01/resenha-1984-de-george-orwell.html

pt.wikipedia.org/wiki/George_Orwell

s2982.pcdn.co/wp-content/uploads/2017/02/1984-Citizens.png

s2982.pcdn.co/wp-content/uploads/2017/02/1984-Eyes-Collage-1.png

orwelltoday.com/1984bksb.jpg

en.wikipedia.org/wiki/Emmanuel_Goldstein

cdn11.bigcommerce.com/s-y3dqjref7c/images/stencil/1000×1000/products/178/2346/tea-towel-george-orwell__17222.1549291108.jpg?c=2

nyc3.digitaloceanspaces.com/institutoliberal/2017/08/18/blog/politica/george-orwell-fascismo.png

abrilsuperinteressante.files.wordpress.com/2018/05/espionagem_topo.jpg

blogs.iac.gatech.edu/1102dystopia/files/2016/02/ingsoc.jpg

majorcommand.com/blog/wp-content/uploads/2017/08/map.jpg

theverge.com/2013/7/17/4517480/nsa-spying-prism-surveillance-cheat-sheet

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A Bússola e a Roda: Que venham mais momentos

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: A Bússola e a Roda: Que venham mais momentos.

E atenção, respeitável público!!! Chegou mais um post do PHANTASTICUS!!

Oopps! Brincadeira.  Estava querendo abrir o post de uma forma diferente e me lembrei dos apresentadores de circos.  E afinal, quem não gosta de circo?  Bem, o post não tem nada a ver com isso.

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Estava lendo algumas notícias da área literária e de séries quando encontrei a preciosa informação: Estreará no dia 03 de novembro, uma nova série da HBO/BBC.  Chama-se “His Dark Materials” (na tradução literal: Seus Materiais Escuros), que é baseada na série literária de fantasia e ficção científica escrita pelo britânico Philip Pullman e que compreende a trilogia formada pelos livros “Northern Lights” (A Bússola de Ouro) publicada em 1995, “The Subtle Knife” (A Faca Sutil) publicada em 1997 e “The Amber Spyglass” (A Luneta Âmbar) publicada em 2000.  Se você quiser reveja o post do blog de 15 de novembro de 2015     jotacortizo.wordpress.com/2015/11/15/a-bussola-de-ouro-que-guia-philip-pullman-la-brujula-dorada-que-guia-philip-pullman/

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A história envolve elementos de fantasia, como feiticeiras, ursos-polares falantes e daemons, enquanto emprega conceitos e ideias de uma ampla gama de campos, como a física, a filosofia e a teologia. Parcialmente inspirada no poema Paraíso Perdido, de John Milton, a trilogia faz uma reinterpretação do tema da queda da humanidade e foi alvo de controvérsia por conta de seus aspectos de crítica à religião.

A trilogia tem lugar através de um multiverso, deslocando-se entre muitos mundos alternativos. Em A Bússola de Ouro, a história tem lugar em um mundo com algumas semelhanças com o nosso, de estilo similar à era vitoriana, onde a tecnologia não tinha evoluído para construir automóveis ou aviões, sendo os zepelins um notável meio de transporte. Pullman utiliza a retórica para dar a entender que no mundo de Fronteiras do Universo as diversas igrejas cristãs, dentre elas a Igreja Católica, Ortodoxa e as demais Igrejas Protestantes se fundiram: por exemplo, João Calvino, um dos mais notáveis reformadores protestantes, foi no mundo da série um Papa. A Igreja (frequentemente chamada de Magisterium) controla todo o mundo ocidental e provavelmente o oriente também.

Um aspecto distintivo na história de Pullman vem de seu conceito de Daemon. Em vários universos, a partir do nascimento, a alma humana se manifesta ao longo da vida como um animal que sempre fica perto de seu homólogo humano. Daemons normalmente só falam com seus seres humanos, mas podem se comunicar com outros seres humanos e daemons autonomamente. Durante a infância, o daemon pode mudar a sua forma para qualquer animal que desejar, mas na adolescência ele se fixa em uma única forma. A forma final revela a verdadeira natureza da pessoa e personalidade, o que implica que esta está estabilizada depois da adolescência.

O universo de Fronteiras do Universo tem interessante tecnologia; à primeira vista, parece consideravelmente atrás do nosso próprio mundo, mas, em certos domínios, é igual ou ultrapassa nossa. Por exemplo, ressalta que no mundo de Lyra tem-se conhecimento tanto da metafísica, como da física quântica. Em A Luneta Àmbar, usando uma amostra de DNA, uma pessoa pode acompanhar outra de qualquer universo e perturbar o tecido do espaço-tempo para formar um profundo abismo no nada, forçando o alvo a sofrer um destino muito pior do que a morte normal.

E a outra ótima notícia para os aficionados em fantasia e ficção, é a adaptação – esta, na mão da Amazon Studios – da série de livros “The Wheel of Time” (A Roda do Tempo), do americano Robert Jordan.  A série compreende 14 livros (os 3 últimos concluídos pelo americano Brandon Sanderson, após a morte de R. Jordan).  O blog já falou bastante da obra em diversos posts, mas o de que mais gosto é jotacortizo.wordpress.com/2016/08/07/um-mundo-de-luz-e-sombra-onde-o-bem-e-o-mal-travam-uma-batalha-eterna/, publicado em 07 de agosto de 2016 – jotacortizo.wordpress.com/2016/08/07/um-mundo-de-luz-e-sombra-onde-o-bem-e-o-mal-travam-uma-batalha-eterna/

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A Roda do Tempo apresenta vários elementos da mitologias asiáticas e europeias. Além do conceito presente no hinduísmo e no budismo da “roda do tempo”, que dá nome à série, tem inspiração também no respeito pela natureza do daoísmo e os conceitos metafísicos de balanço e dualismo. Na história, há também referências claras ao cristianismo e outras religiões monoteístas, como o “Criador”, análogo ao deus cristão, e Shai’tan, “o Tenebroso”, referindo-se ao diabo (Shaytan é uma palavra árabe usada como um nome para o Diabo em contextos religiosos).

Uma divindade conhecida apenas como o Criador criou o universo e a Roda do Tempo. A Roda não tem fins nem começos, ela apenas existe, e tece os dias na Terra. Ela roda graças ao Poder Único, obtido da Fonte Verdadeira, composta da energia de metades masculinas e femininas (saidin e saidar, respectivamente). Humanos que conseguem manipular essa força são chamados de canalizadores, e a principal organização mencionada nos livros capaz disso são as Aes Sedai, composta exclusivamente por mulheres na era atual da história.

O Criador aprisionara Shai’tan no momento da criação, mas um experimento mal-sucedido de Aes Sedai acidentalmente liberou sua energia maligna no mundo. Este é, portanto, o principal antagonista da série, prometendo poder e imortalidade para aqueles que aceitam se juntar a ele (conhecidos como Amigos das Trevas). Um século depois da quebra inicial da prisão do Tenebroso, inciam-se guerras abertas entre as forças das trevas e os seguidores da Luz, tendo estas como seu líder Lews Therin Telamon, “o Dragão” e líder dos Aes Sedai. Lews Therin lidera um grupo de canalizadores homens e consegue selar novamente a prisão do Tenebroso, mas não sem efeitos colaterais, sendo saidin maculado pelo Shai’Than. Maculados, os Aes Sedai masculinos enlouquecem e causam a ruptura do mundo dando fim a Era das Lendas. As profecias dizem que um dia “O Sangue do Dragão Renascido sobre as pedras de Shayol Ghul libertará a humanidade da sombra”.

Bem, mas o que tem tudo isto a ver com o blog e sua proposta? Nada e TUDO!!

O PHANTASTICUS incentiva a literatura fantástica e as séries televisivas valorizam as obras e seus autores.   Logo, por que não mantermos esta chama acesa e evoluirmos.  Grandes forças da TV/Cinema/Streaming estão arrematando os direitos de diversas obras ficcionais para transformá-las em séries televisivas (vide nossa grande e querida “Game of Thrones” megassucesso exibido pela HBO).  Talvez os mais conservadores se oponham a este “momento”, mas não há escapatória – não podemos lutar contra a evolução.

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Voltando, “The Wheel of Time” já teve suas filmagens iniciadas e tem em seu elenco: Josha Stradowski como “Rand Al’Thor”, Zoë Robins como “Nynaeve”, Barney Harris como “Mat Cauthon”, Marcus Rutherford como “Perrin Aybara”, Madeleine Madden como “Egwene Al’Vere” e Rosamund Pike como “Moraine Damodred”.

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Já a adaptação de “His Dark Materials” trará Dafne Keen no papel principal, alé de Ruth Wilson, James McAvoy, Lin-Manuel Miranda e Clarke Peters. Tom Hooper, vencedor do Oscar por O Discurso do Rei, dirigirá os primeiros dois episódios.

Bem, as duas histórias são muito fortes no conteúdo religioso – com críticas e alusões nítidas e bem definidas.  Ambas, valem a pena a exploração seja nos livros como nas séries que chegarão.

Fim de jogo!!! Chegamos ao fim do post. Espero que todos vocês tenham gostado.    Aproveitem e entrem mais vezes no blog.  Leia quantos posts quiserem e deixe sua opinião.  É muito importante.

Vejo todos no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: La brújula y la rueda: que lleguen más momentos.

¡¡¡Y atención, respetable audiencia!!! ¡Otra publicación de PHANTASTICUS llegó!

¡Uy! Solo bromeaba. Quería abrir la publicación de una manera diferente y recordé a los presentadores de circo. Y después de todo, ¿a quién no le gusta el circo? Bueno, la publicación no tiene nada que ver con eso.

Estaba leyendo algunas noticias literarias y en serie cuando encontré la preciosa información: se estrenará el 3 de noviembre, una nueva serie de HBO / BBC. Se llama “His Dark Materials”, que se basa en la serie literaria británica de fantasía y ciencia ficción escrita por el británico Philip Pullman y comprende la trilogía formada por los libros “Northern Lights”. Gold) publicado en 1995, “The Sutil Knife” publicado en 1997 y “The Amber Spyglass” publicado en 2000. Si desea revisar la publicación del blog del 15 de noviembre de 2015, jotacortizo. wordpress.com/2015/11/15/a-guide-of-hair-philip-pullman-la-brujula-dorada-guide-philip-pullman/

La historia involucra elementos de fantasía como brujas, osos polares y demonios, mientras emplea conceptos e ideas de una amplia gama de campos, como la física, la filosofía y la teología. En parte inspirada en el poema de John Milton Paradise Lost, la trilogía reinterpreta el tema de la caída de la humanidad y ha sido objeto de controversia sobre sus aspectos críticos de la religión.

La trilogía tiene lugar a través de un multiverso, moviéndose entre muchos mundos alternativos. En The Golden Compass, la historia tiene lugar en un mundo que tiene cierta semejanza con el nuestro, similar en estilo a la era victoriana, donde la tecnología no había evolucionado para construir automóviles o aviones, siendo el zepelín un medio de transporte extraordinario. Pullman usa la retórica para implicar que en el mundo de Frontiers of the Universe las diversas iglesias cristianas, incluidas las católicas, ortodoxas y otras iglesias protestantes se han fusionado: por ejemplo, John Calvin, uno de los reformadores protestantes más notables, estaba en el mundo de una serie de papa. La Iglesia (a menudo llamada Magisterio) controla todo el mundo occidental y probablemente también el este.

Una característica distintiva en la historia de Pullman proviene de su concepto de Daemon. En varios universos, desde el nacimiento, el alma humana se manifiesta a lo largo de la vida como un animal que siempre se mantiene cerca de su contraparte humana. Los demonios generalmente solo hablan con sus humanos, pero pueden comunicarse con otros humanos y demonios de forma autónoma. Durante la infancia, el demonio puede cambiar su forma a cualquier animal que desee, pero como adolescente se fija en una sola forma. La forma final revela la verdadera naturaleza de la persona y la personalidad, lo que implica que se estabiliza después de la adolescencia.

El universo de Universe Borders tiene una tecnología interesante; A primera vista parece considerablemente detrás de nuestro propio mundo, pero en algunas áreas es igual o supera el nuestro. Por ejemplo, señala que en el mundo de Lyra hay conocimiento tanto de la metafísica como de la física cuántica. En The Amber Spyglass, usando una muestra de ADN, uno puede seguir a otro desde cualquier universo y perturbar la estructura del espacio-tiempo para formar un profundo abismo en la nada, obligando al objetivo a sufrir un destino mucho peor que la muerte normal.

Y la otra gran noticia para los aficionados a la fantasía y la ficción es la adaptación, en manos de Amazon Studios, de la serie de libros “La rueda del tiempo” del estadounidense Robert Jordan. La serie comprende 14 libros (los últimos 3 completados por el estadounidense Brandon Sanderson, después de la muerte de R. Jordan). El blog ha hablado mucho sobre el trabajo en varias publicaciones, pero lo que más me gusta es jotacortizo.wordpress.com/2016/08/07/um-world-de-luz-e-sombra-onde-o-bem-eo- barely-catch-an-eternal-battle / publicado el 7 de agosto de 2016 – jotacortizo.wordpress.com/2016/08/07/a-luz-and-sombra-onde-o-bem-eo -hacer-batalla-una batalla eterna /

La Rueda del Tiempo presenta varios elementos de las mitologías asiáticas y europeas. Además del concepto presente en el hinduismo y el budismo de la “rueda del tiempo”, que nombra la serie, también se inspira en el respeto por la naturaleza del daoísmo y los conceptos metafísicos de equilibrio y dualismo. En la historia también hay referencias claras al cristianismo y otras religiones monoteístas, como el “Creador” análogo al dios cristiano, y Shai’tan “el Tenebroso” que se refiere al diablo (Shaytan es una palabra árabe que se usa como nombre). al diablo en contextos religiosos).

Una deidad conocida solo como el Creador creó el universo y la Rueda del Tiempo. La Rueda no tiene fin ni principio, solo existe y teje los días en la tierra. Gira gracias al Poder Único, obtenido de la Fuente Verdadera, compuesto por la energía de las mitades masculinas y femeninas (saidin y saidar, respectivamente). Los humanos que pueden manipular esta fuerza se llaman canalizadores, y la organización principal mencionada en los libros Aes de esto son los Aes Sedai, compuestos exclusivamente por mujeres en la era actual de la historia.

El Creador había encarcelado a Shai’tan en el momento de la creación, pero un experimento fallido de Aes Sedai desató accidentalmente su energía maligna en el mundo. Por lo tanto, este es el principal antagonista de la serie, promete poder e inmortalidad para aquellos que aceptan unirse a él (conocidos como Amigos de la Oscuridad). Un siglo después de la ruptura inicial de la prisión Tenebrosa, comienzan las guerras abiertas entre las fuerzas oscuras y los seguidores de la Luz, con su líder Lews Therin Telamon, “el Dragón” y líder de los Aes Sedai. Lews Therin lidera un grupo de fontaneros varones y puede volver a sellar la prisión Tenebrosa, pero no sin efectos secundarios, ya que Shai’Than lo tiñó. Manchado, el macho Aes Sedai se vuelve loco y hace que el mundo se rompa, terminando la Era de las Leyendas. La profecía dice que un día “La sangre del dragón renacido en las piedras de Shayol Ghul liberará a la humanidad de la sombra”.

Bueno, ¿qué tiene que ver todo esto con el blog y su propuesta? ¡Nada y TODO!

PHANTASTICUS fomenta la literatura fantástica y las series de televisión valoran las obras y sus autores. Entonces, ¿por qué no mantener esta llama encendida y evolucionar? Las principales fuerzas de TV / Cinema / Streaming están confiscando los derechos de una serie de obras de ficción para convertirlas en series de televisión (vea nuestro gran y amado mega hit “Game of Thrones” transmitido por HBO). Quizás los más conservadores se oponen a este “momento”, pero no hay escapatoria: no podemos luchar contra la evolución.

Al regresar, “The Wheel of Time” ya comenzó a filmarse y tiene en su elenco: Josha Stradowski como “Rand Al’Thor”, Zoë Robins como “Nynaeve”, Barney Harris como “Mat Cauthon”, Marcus Rutherford como “Perrin Aybara” “, Madeleine Madden como” Egwene Al’Vere “y Rosamund Pike como” Moraine Damodred “.

La adaptación de “His Dark Materials” traerá a Dafne Keen en el papel principal, junto con Ruth Wilson, James McAvoy, Lin-Manuel Miranda y Clarke Peters. Tom Hooper, ganador del Oscar por The King’s Speech, dirigirá los dos primeros episodios.

Bueno, ambas historias son muy fuertes en contenido religioso, con críticas y alusiones claras y bien definidas. Vale la pena explorar ambos en los libros y en la próxima serie.

¡¡¡Fin del juego!!! Hemos llegado al final del post. Espero que todos lo hayan disfrutado. Disfruta e ingresa al blog con más frecuencia. Lee todas las publicaciones que quieras y deja tu opinión. Es muy importante.

Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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pt.wikipedia.org/wiki/His_Dark_Materials

ovicio.com.br/a-roda-do-tempo-serie-de-tv-ganha-sinopse-e-data-de-producao/

omelete.com.br/series-tv/his-dark-materials-hbo-elenco-vozsyfy.com/sites/syfy/files/styles/1200×680/public/wire/legacy/HisDarkMaterials.jpg

wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/e/e3/HisDarkMaterials1stEdition.jpg/220px-HisDarkMaterials1stEdition.jpg

pt.wikipedia.org/wiki/His_Dark_Materials

pt.wikipedia.org/wiki/The_Wheel_of_Time

i.ytimg.com/vi/bmrg8EVHvRg/maxresdefault.jpg

goodereader.com/blog/uploads/images/wheel-of-time.jpg

thumbs.gfycat.com/EqualAdvancedKilldeer-size_restricted.gif

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A Devastação do planeta Terra, ficção ou uma realidade

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A Devastação do planeta Terra, ficção ou uma realidade.

Olá para todos.  Bem, temos acompanhado, no noticiário de todo o planeta, os incêndios que estão consumindo muitos hectares da floresta amazônica.  Há suspeitas de que um dos muitos atos, que estão sendo investigados no âmbito do MPF, é o “Dia do Fogo”, um evento organizado por produtores rurais, sindicalistas, grileiros e comerciantes com objetivo de derrubar parte da floresta e plantar pasto (conforme notícia de diversos jornais).  Bem, apesar de você estar lendo um post do PHANTASTICUS, infelizmente, não é ficção.

Tudo tem de ser investigado e os criminosos julgados e punidos – independente de quem seja.  E que todos estes episódios sirvam como lição e que o povo pressione o(s) governante(s) a mudarem o curso desta trágica história e reverter a situação climática de nosso planeta.

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Mas, seguindo nesta linha e mergulhando na ficção – que é o que efetivamente tratamos aqui – encontramos uma grande obra de uma sensacional autora surgida em 2004 e, finalmente, “catapultada” ao estrelato.  “The Calculating Stars” é um romance de ficção científica da escritora americana Mary Robinette Kowal. O livro foi publicado em 3 de julho de 2018.

Nota: É o primeiro livro da série “Lady Astronaut” e um prequel de seu conto de 2012 “The Lady Astronaut of Mars” (um conto de história alternativa/ficção científica).

Abertura

No romance, logo após o presidente Thomas Dewey levar os Estados Unidos à vitória na corrida espacial em 1952, um meteorito atinge a baía de Chesapeake, destruindo a maior parte da costa leste. Na sequência, a matemática e ex-piloto do WASP, Elma York, calcula que a mudança climática resultante tornará o planeta inabitável dentro de 50 anos. A humanidade precisa deixar o planeta.  Essa ameaça acelera os esforços para colonizar o espaço e leva Elma a ingressar na Coalizão Internacional Aeroespacial em sua tentativa de alcançar, primeiro a Lua, depois Marte.

A narrativa é mais complexa do que parece. M. R. Kowal foca principalmente no papel das mulheres, com Elma lutando contra o machismo para ter uma chance de se tornar astronauta. Lida também com o racismo (na vida real, só em 1978 um cubano foi ao espaço a convite dos soviéticos; o primeiro afro-americano só em 1983), preconceitos por conta de saúde mental (Elma sofre de ansiedade), a politicagem no programa espacial, e a descrença de alguns nas mudanças climáticas (reais) que o planeta atravessa – todos temas que infelizmente continuam atuais.

The Calculating Stars

Capa

Sinopse: Em uma noite fria de verão de 1952, um enorme meteorito caiu na Terra e obliterou a maior parte da costa leste dos Estados Unidos, incluindo Washington D.C. O cataclismo climático que se sucedeu irá logo tornar a Terra inabitável para a humanidade, assim como o último meteorito fez com os dinossauros. Esta ameaça que paira no ar obriga um esforço radicalmente acelerado para colonizar o espaço, e faz com que a maior parte da humanidade tome parte no processo.

A experiência de Elma York como uma piloto WASP e como matemática fornece a ela um lugar nos esforços da Coalização Aeroespacial Internacional para levar o homem à lua, como uma calculadora. Mas com tantas pilotos mulheres habilidosas e experientes e cientistas envolvidas com o programa, não leva muito tempo até que Elma comece a se questionar por que elas também não podem ir ao espaço.

A necessidade de Elma em se tornar a primeira Dama Astronauta é tão forte que mesmo as convenções mais comuns da sociedade não terão uma chance contra ela.

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A recepção de “The Calculating Stars” foi excepcional e o livro ganhou os Prêmios Nebula e Hugo 2019 de Melhor Romance e o Locus de 2019 de Melhor Romance de Ficção Científica.  Além disso, foi indicado ao Prêmio Sidewise de 2019 de Alternativa História e foi finalista no John W. Campbell Memorial Award de 2019 pelo melhor romance de ficção científica do ano.

A Publishers Weekly considerou a obra “excepcional”, com a vida pessoal de Elma “fornecendo um centro humano cativante para os antecedentes apocalípticos”.  James Nicoll elogiou M.R. Kowal por estar disposta a incluir questões raciais e de gênero historicamente precisas.

A autora soube, como ninguém, narrar a jornada de superação de um grupo de mulheres que sofrem todo o tipo de preconceitos para se tornarem astronautas. É uma ficção alternativa, mas totalmente baseada em preconceitos reais.  Seguir a narrativa de Elma é acompanhar uma verdadeira montanha-russa de emoções. Elma não é a personagem perfeita; longe disso. É introvertida, porém fala demais. Sofre com transtorno de ansiedade, muito por causa do preconceito de gênero que sofreu por toda a sua vida. É obcecada, e comete muitos erros ao longo do processo. É uma personagem falha, porém é tão humana que chega a doer.  Muitas de suas falas são poderosas e carregadas de emoção. A obsessão de Elma é algo saudável e é o que a guia por todas as suas conquistas. Mesmo que algumas delas ela não se dê conta até que alguém aponte a ela o que ela foi capaz de fazer.

Kowal tem a capacidade de imbuir suas histórias de uma vida rica, de puxar o coração empático do leitor, enquanto ainda os desafia a considerar os muitos temas que correm como tentáculos nas entrelinhas da narrativa. Sua obra é ao mesmo tempo encantadora e comovente, trágica e esperançosa. As maiores histórias são estratificadas e diferenciadas, e Kowal continua a provar que é mestre em pintar a vida nas telas ilimitadas da ficção científica e em criar universos que imploram para serem explorados – tudo dentro das rígidas limitações da ficção Seus livros nos trazem uma rica experiência que implora para ser lida repetidamente.

Kowal começou essa história de trás para a frente, inclusive antes mesmo da publicação de Estrelas Além do Tempo. Em 2012 lançou em audiolivro (e depois online em texto) o conto “The Lady Astronaut of Mars”, em que uma veterana astronauta contempla uma última viagem espacial. Daí resolveu voltar ao começo. Já publicou a continuação de “The Calculating Stars”, “The Fated Sky”, em que expande alguns dos temas do primeiro, principalmente o racismo e os conflitos políticos em torno do programa espacial e do ceticismo quanto ao aquecimento global. Também lançou alguns contos intermediários, e já tem mais dois volumes a caminho previstos para 2020 e 2021. “The Calculating Stars” é um grande livro de Ficção Científica, não tanto pela inovação ou originalidade, mas pelo extremo detalhamento com que Kowal imagina e desenvolve a história.

Em resumo, é um livro imperdível!!!

Chegamos ao fim do post. Espero que todos vocês tenham gostado.    Aproveitem e entrem mais vezes no blog.  Leia quantos posts quiserem e deixe sua opinião.  É muito importante.

Vejo todos vocês no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Devastación del planeta tierra, ficción o realidad.

Hola para todos. Bueno, hemos estado siguiendo, en las noticias de todo el planeta, los incendios que están consumiendo muchas hectáreas de la selva amazónica. Se sospecha que uno de los muchos actos que se investigan bajo el MPF es el “Día del fuego”, un evento organizado por agricultores, sindicalistas, acaparadores de tierras y comerciantes con el objetivo de limpiar parte del bosque y plantar pastos (como noticias de varios periódicos). Bueno, aunque estás leyendo una publicación de PHANTASTICUS, desafortunadamente, no es ficción.

Todo tiene que ser investigado y los criminales juzgados y castigados, independientemente de quiénes sean. Y que todos estos episodios sirvan como una lección y que la gente presione a las reglas para cambiar el curso de esta trágica historia y revertir la situación climática de nuestro planeta.

Pero siguiendo esta línea y profundizando en la ficción, que es con lo que realmente estamos tratando aquí, encontramos un gran trabajo de un autor sensacional que surgió en 2004 y finalmente “catapultó” al estrellato. “The Calculating Stars” es una novela de ciencia ficción de la escritora estadounidense Mary Robinette Kowal. El libro fue publicado el 3 de julio de 2018.

Nota: Es el primer libro de la serie “Lady Astronaut” y una precuela de su cuento de 2012 “The Lady Astronaut of Mars” (un cuento alternativo de historia / ciencia ficción).

En la novela, poco después de que el presidente Thomas Dewey condujera a Estados Unidos a la victoria en la carrera espacial de 1952, un meteorito golpea la bahía de Chesapeake, destruyendo la mayor parte de la costa este. A continuación, las matemáticas y el ex piloto de WASP Elma York estiman que el cambio climático resultante hará que el planeta sea inhabitable dentro de 50 años. La humanidad necesita abandonar el planeta. Esta amenaza acelera los esfuerzos para colonizar el espacio y hace que Elma se una a la Coalición Internacional Aeroespacial en su intento de llegar primero a la luna, luego a Marte.

La narrativa es más compleja de lo que parece. M. R. Kowal se centra en el papel de la mujer, con Elma luchando contra el machismo para tener la oportunidad de convertirse en astronauta. También trata el racismo (en la vida real, solo en 1978 un cubano fue al espacio por invitación de los soviéticos; el primer afroamericano solo en 1983), prejuicios debido a la salud mental (Elma sufre de ansiedad), politiqueando en el programa espacio, y la incredulidad de algunos de los cambios (reales) climáticos por los que atraviesa el planeta, todos los temas que desafortunadamente siguen siendo actuales.

Sinopsis: en una fría noche de verano de 1952, un enorme meteorito se estrelló contra la Tierra y destruyó la mayor parte de la costa este de los EE. UU., Incluido Washington DC. El consiguiente cataclismo climático hará que la Tierra sea inhabitable para la humanidad, así como El último meteorito hecho con los dinosaurios. Esta amenaza en el aire obliga a un esfuerzo radicalmente acelerado para colonizar el espacio y hace que la mayoría de la humanidad participe en el proceso.

La experiencia de Elma York como piloto de WASP y matemática le proporciona un lugar en los esfuerzos de la Coalición Internacional Aeroespacial para llevar al hombre a la luna como una calculadora. Pero con tantas pilotos y científicas calificadas y experimentadas involucradas en el programa, no pasa mucho tiempo antes de que Elma comience a preguntarse por qué tampoco pueden ir al espacio.

La necesidad de Elma de convertirse en la primera Lady Astronauta es tan fuerte que incluso las convenciones más comunes de la sociedad no tendrán una oportunidad contra ella.

La recepción de “The Calculating Stars” fue excepcional y el libro ganó los Premios Nebula y Hugo 2019 al Mejor Romance y el Locus 2019 al Mejor Romance de Ciencia Ficción. Además, fue nominado para el Premio Sidewise 2019 de Historia Alternativa y fue finalista del Premio John W. Campbell Memorial 2019 a la mejor novela de ciencia ficción del año.

Publishers Weekly calificó el trabajo de “excepcional”, con la vida personal de Elma “proporcionando un centro humano cautivador para los antecedentes apocalípticos”. James Nicoll elogió al Sr. Kowal por estar dispuesto a incluir cuestiones raciales y de género históricamente precisas.

El autor sabía, como nadie, narrar el viaje para superar a un grupo de mujeres que sufren todo tipo de prejuicios para convertirse en astronautas. Es una ficción alternativa, pero totalmente basada en prejuicios reales. Seguir la narrativa de Elma es seguir una verdadera montaña rusa de emociones. Elma no es el personaje perfecto; lejos de eso. Ella es introvertida, pero habla demasiado. Sufre de trastorno de ansiedad, en gran parte debido al sesgo de género que ha sufrido a lo largo de su vida. Está obsesionado y comete muchos errores durante todo el proceso. Es un personaje defectuoso, pero es tan humano que duele. Muchas de sus líneas son poderosas y cargadas de emoción. La obsesión de Elma es saludable y es lo que la guía a través de todos sus logros. A pesar de que algunos de ellos no se dan cuenta hasta que alguien le señala lo que pudo hacer.

Kowal tiene la capacidad de imbuir sus historias con y una vida rica que atrae el corazón empático del lector, mientras los desafía a considerar los muchos temas que se ejecutan como tentáculos entre las líneas de la narración. Su trabajo es encantador y conmovedor, trágico y esperanzador. Las mejores historias están estratificadas y diferenciadas, y Kowal continúa demostrando que es maestro en pintar la vida en los lienzos ilimitados de la ciencia ficción y en crear universos que piden ser explorados, todo dentro de las rígidas limitaciones de la ficción. Sus libros nos traen una experiencia rica. eso pide ser leído repetidamente.

Kowal comenzó esta historia al revés, incluso antes de la publicación de Stars Beyond Time. En 2012 lanzó en audiolibro (y luego en línea en texto) el cuento “La dama astronauta de Marte”, en el que un astronauta veterano contempla un último viaje espacial. Luego decidió volver al principio. Ha publicado la secuela de “The Calculating Stars”, “The Fated Sky”, que amplía algunos de los temas de la primera, en particular el racismo y el conflicto político sobre el programa espacial y el escepticismo sobre el calentamiento global. También ha lanzado algunos cuentos intermedios, y tiene dos volúmenes más en camino en 2020 y 2021. The Calculating Stars es un gran libro de ciencia ficción, no tanto por su innovación u originalidad, sino por los detalles extremos con los que Kowal imagina y se desarrolla la historia.

¡En resumen, es un libro imperdible!

Hemos llegado al final del post. Espero que todos lo hayan disfrutado. Disfruta e ingresa al blog con más frecuencia. Lee todas las publicaciones que quieras y deja tu opinión. Es muy importante.

Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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brasil.elpais.com/brasil/2019/08/27/politica/1566864699_526443.html

en.wikipedia.org/wiki/Mary_Robinette_Kowal

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encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRxxYzit7O9rvRrfg5UESFsVh_Bca1-oBqq2ZiwVCOncKYu_VZt

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ficcoeshumanas.com/fantasia–ficcao-cientifica/resenha-the-calculating-stars-the-lady-astronaut-series-vol-1-de-mary-robinette-kowal

tor.com/2018/07/03/book-reviews-the-calculating-stars-by-mary-robinette-kowal/

cheirodelivro.com/the-calculating-stars-de-mary-robinette-kowal/

entrenosmundosblog.files.wordpress.com/2018/11/prc3aamios-nc3a9bula-e-hugo.jpg?w=592

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Os Unicórnios, ficção ou uma realidade muito distante

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: Os Unicórnios, ficção ou uma realidade muito distante.

Aqui no PHANTASTICUS tudo começa na ficção, mas pode encerrar em uma realidade.  Uma realidade muito distante.  E no post de hoje, vamos falar de um ser encantado que figura no imaginário de centenas de milhares de crianças, jovens e até …. investidores.  Como dito no título do post, hoje vamos falar do UNICÓRNIO.

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Já falamos um pouco sobre este ser mitológico.

Querendo relembrar: jotacortizo.wordpress.com/2016/09/10/a-mitologia-se-funde-a-litfan-com-seus-seres-magicos-e-fantasticos/

Mas, é muito pouco para a importância dele.  Já sabemos que:

Unicórnio é um animal que tem a forma de um cavalo, geralmente branco, com um único chifre em espiral. O nome “unicórnio” deriva do latino unicornis: do prefixo uni- e do substantivo cornu, “um só chifre”. Sua imagem está associada à pureza e à força. Segundo as narrativas são seres dóceis; porém são as mulheres virgens que têm mais facilidade para tocá-los.  Considerado um equino fabuloso benéfico, com um grande corno na cabeça, o unicórnio entra nos bestiários em associação à virgindade, já que o mito compreende que o único ser capaz de domar um unicórnio é uma donzela pura.  Acredita-se ser imortal, mas possivelmente pelo fato de que sua média de vida ser de mais de 1000 anos gerando estas interpretações de imortalidade. Sua longevidade é devido à mágica do seu chifre, o que os apresenta sempre com uma aparência jovem.  O unicórnio tem uma resistência a magia; É imune aos feitiços, as conjurações de morte e a veneno. Seu chifre mágico detecta veneno e cura ferimentos com um simples toque. Além disso, a sua magia lhes permite teleportar, se sentir a necessidade de fugir do perigo.  Permite pouco contato, exceto de donzelas de coração puro – humanas ou elfas.  Este fato tem sido explorado pelos vilões para capturá-los. Uma vez que o unicórnio pode ser tocado, ele se torna uma montaria fiel e que protegerá seu cavaleiro até com sua própria vida.

Mas (tem sempre vários, mas) não é só este unicórnio que a mitologia (e a ficção) conhece.  E com vocês … o unicórnio chinês.

Conhecido como Qilin.  É uma criatura que reside na misteriosa mitologia chinesa. Sua natureza é comparada aos unicórnios  dos mitos europeus, mas seu atributos físicos já são bem diferentes: Tem até o corpo que se aproxima de um antílope, sua pele é feita de escamas, sua cauda peluda (as vezes descrita como cauda igual a de uma raposa), tem uma pelagem nas patas, queixo e no pescoço bem volumosos, e os machos possuem normalmente um chifre (que pode medir cerca de 3 metros), sendo que alguns podem desenvolver mais.

É uma criatura encantadora por sua caridade, generosidade e grande respeito à vida. Ele tem uma enorme compaixão pelos jovens e puros de coração, não tolerando aqueles que abusem deles. Ele nunca irá tirar a vida de um inocente, e os protegem de qualquer ameaça, tornando um protetor implacável, cuspindo fogo entre outras habilidades que são contadas de conto pra conto.

É dito também que o Qilin só aparece em regiões que são governadas por pessoas benéficas ou virtuosas. É muito difícil (raríssima) a aparição de um Qilin, pois ele só aparece para aqueles que tem respeito à vida o mesmo tanto quanto eles têm.  Vê-lo significa um bom pressagio, matá-lo ou ver seu cadáver é um péssimo pressagio. Diz–se que a mãe de Confúcio, enquanto o gestava viu um animal destes, e que mais tarde o filósofo viu um unicórnio morto por caçadores e chorou, pois além de saber que era um sinal de mau agouro, em seu chifre estava uma fita – a fita que sua própria mãe amarrara.

Uma curiosidade sobre o Qilin, é que ele fala facilmente o idioma humano, podendo utilizar a telepatia de acordo com alguns por saber quando estão dizendo a verdade ou não.

No Japão, temos um outro tipo de unicórnio, que acabam sendo conhecidos como Kirin ou Sin You. Eles são valiosos e poderosos e, como seus parentes ocidentais, são um ser solitário. Como os unicórnios chineses que não têm corpo de cavalo, os japoneses têm o corpo de um leão, a cabeça deles tem uma juba abundante e, claro, o chifre – que não pode faltar.

Unicórnios, seja no leste ou no oeste, são caracterizados pela sua bondade e sabedoria; No entanto, o Kirin destaca-se entre todos por distinguir entre o bem e o mal. Na verdade, a lenda conta que Kirin foi capaz de identificar o culpado de algum crime e, quando o fez, colocou o chifre no coração.

Mitologia

O unicórnio é um ser mitológico que aparece em lendas, fábulas e histórias, além de ser utilizado como símbolo esotérico, alquímico e espiritual.

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Existem comprovações científicas, através de um fóssil encontrado no Cazaquistão, de que essa criatura teve seu aspecto real milhares de anos atrás, mas da sua existência permaneceram mitos e imaginários fantásticos, oriundos do contato humano que ocorreu há 29 mil anos com esse animal.  Assim sendo, os unicórnios são tão antigos quanto o tempo. A mitologia nos diz que o primeiro deles, Asallam, veio em uma nuvem que foi impulsionada por um redemoinho branco, e desceu para a terra recém-criada, onde os últimos fogos da criação ainda não haviam sido extintos. Também é dito que Galgallim, o primeiro espírito criado por Deus, deu Asallam e o resto de seus descendentes, um chifre espiral cheio de uma luz tão brilhante que era capaz de iluminar o caminho mais escuro e mais escuro, e dotou-o de um beleza que nenhuma outra criatura no céu ou na terra conseguiu igualar.

Pouco depois, Asallam bateu com um chifre uma rocha da qual emanou uma fonte que apagou o que sobrou do fogo inicial na terra e tudo começou a ser frutífero: as flores, campos, montanhas e mares nasceram, pouco depois eles vieram os primeiros animais que povoaram aquele lugar; É assim que surgiu o jardim do unicórnio chamado Shamagin, que significa “lugar onde há água”, que só podemos conhecer através de livros antigos.

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Este texto acima, foi transportado do livro “The Mythical Creatures Bible: The Definitive Guide to Legendary Beings” (A Bíblia de Criaturas Míticas: O Guia Definitivo para Seres Lendários) da autora Brenda Rosen.

Temos, também, o argentino Jorge Luis Borges que nos brindou com “El libro de los seres imaginários” (O Livro dos seres imaginários).  Ele faz o seguinte posicionamento quanto a unicórnios:

A primeira versão do Unicorn quase coincide com as últimas. Quatrocentos anos antes da era cristã, o grego Ctesias, doutor de Artaxerxes Mnemon, diz que nos reinos do Hindustão há jumentos selvagens muito rápidos, com pelo branco, cabeça roxa, olhos azuis, providos de um chifre afiado na testa, que na base é branca, na ponta vermelha e no meio é totalmente preto. Plínio acrescenta outros detalhes:

“Eles caçam outro animal na Índia: o unicórnio, semelhante ao corpo do cavalo, a cabeça ao cervo, às pernas ao elefante, à cauda ao javali. Seu gemido é sério; um longo chifre negro sobe no meio da testa dele. Ele se recusa a ser levado vivo “.

O orientalista Schrader, por volta de 1892, achava que o Unicórnio poderia ter sido sugerido aos gregos por certos baixos-relevos persas, que representam touros de perfil, com um único chifre.

No “Etimologias” de Isidoro de Sevilha, escrito no início do século VII, lê-se que a cornada de um unicórnio geralmente mata o elefante; isto recorda a vitória análoga do Karkadán (rinoceronte), na segunda viagem de Sinbad. Outro adversário do unicórnio foi o leão, e uma verdadeira justa épica é encontrada no poema “The Faerie Queene” (A Rainha das Fadas), que explica como se deu o combate. O leão se aproxima de uma árvore; o unicórnio, com a testa baixa, ataca; O leão fica de lado e o unicórnio fica preso ao tronco. O poema data do século XVI; No início do século XVIII, a união do Reino da Inglaterra com o Reino da Escócia confrontaria o Leopardo Inglês (Leão) com o Unicórnio Escocês nos braços da Grã-Bretanha.

Na Idade Média, bestiários ensinam que o unicórnio pode ser capturado por uma menina; No “Physiologus Graecus” se lê: “Como eles o prendem. Uma virgem é colocada na frente dele e pula no colo da virgem e a virgem o protege com amor e o arrebata do palácio dos reis.” Uma medalha de Pisanello e muitas tapeçarias famosas ilustram esse triunfo, cujas aplicações alegóricas são notórias. O Espírito Santo, Jesus Cristo, mercúrio e espaço sideral foram figurados pelo Unicórnio. O trabalho de Jung “Psychologie und Alchemie” (Zurique, 1944) histórico e analisa esses simbolismos.

Um cavalo branco com patas traseiras de antílope, cavanhaque e um chifre longo e retorcido na testa é a representação habitual desse animal fantástico.

Leonardo da Vinci atribui a captura do unicórnio à sua sensualidade; Isso faz com que ele esqueça sua ferocidade e se deite no colo da donzela, e assim os caçadores o prendem.

Em resumo: O unicórnio mitológico, provavelmente, tem relação com animal que existiu no período pré-histórico.  Este animal era um antílope com dois chifres tão próximos, no centro da cabeça, que davam a impressão de ser um só.

Curiosidade: Por volta de 350 mil anos atrás, existiu uma criatura, parente do rinoceronte, denominada de Elasmotherium sibiricum ou, simplesmente, elasmoterio, rinoceronte-de-chifre-grande ou unicórnio siberiano.  O unicórnio siberiano, assim, como os dinossauros, foi extinto há milhares de anos.  Alguns seres desta espécie podem ter convivido com humanos primitivos.  É provável que desse contato com os humanos, tenha surgido as primeiras lendas e mitos sobre os unicórnios.

Literatura Fantástica

A figura mítica do unicórnio desperta um fascínio nas pessoas e a vemos figurar na LitFan com fartura.  Alguns livros famosos em que encontramos este ser fantástico são: A saga “Harry Potter”, da escritora J. K. Rowling, os livros “The Chronicles of Narnia” (As Crônicas de Nárnia) de C.S. Lewis, “Elidor” de Alan Garner, “The Last Unicorn” (O Último Unicórnio) de Peter S. Beagle, “The Unicorn Chronicles” (As Crônicas do Unicórnio) do escritor Bruce Coville e no livro “Alice no País das Maravilhas” de Lewis Carroll – isto para citar alguns.

Unicórnio - Alicescotland

Simplesmente fantástico: 9 de abril é considerado o dia do unicórnio. Isto mesmo! Na Escócia, no dia acima se comemora o dia nacional do unicórnio. Para quem não sabe, o unicórnio é o animal símbolo do país.  Perguntas? Bem, de acordo com o folclore, o unicórnio seria o inimigo natural do leão e como o leão era o animal símbolo da Inglaterra, nada mais natural do que os escoceses o escolherem como símbolo. Há uma outra vertente que relaciona a escolha com a cultura celta, onde o unicórnio representa pureza e honra.

De certo, o unicórnio representa o arquétipo de nossa Alma: livre, formosa, pura, alada, cheia de encantos e mistérios.  Ao vermos o unicórnio, projetamos nele a magia de nosso SER, em espírito e força, que podemos alegorizar na sua figura e representação.  Que o unicórnio que existe em nós revele toda a sua magia.  Chegamos ao fim do post. Espero que todos vocês tenham gostado.    Aproveitem e entrem mais vezes no blog.  Leia quantos posts quiserem e deixe sua opinião.  É muito importante.

Vejo todos vocês no próximo post.

cortizo

Jota Cortizo

Versión española: Unicornios, ficción o una realidad muy lejana.

Aquí en PHANTASTICUS todo comienza en la ficción, pero puede terminar en una realidad. Una realidad muy lejana. Y en el post de hoy, hablaremos de un ser encantado que figura en la mente de cientos de miles de niños, jóvenes e incluso … inversores. Como se dice en el título de la publicación, hoy hablaremos de UNICORN.

Ya hemos hablado un poco sobre este ser mitológico.

Queriendo recordar: jotacortizo.wordpress.com/2016/09/10/a-mitology-if-funde-a-litfan-with-your-seres-magicos-e-fantasticos/

Pero es muy poco para su importancia. Ya sabemos que:

El unicornio es un animal con forma de caballo, generalmente blanco, con un solo cuerno espiral. El nombre “unicornio” deriva del latín unicornis: del prefijo uni- y del sustantivo cornu, “un cuerno”. Su imagen está asociada con la pureza y la fuerza. Según las narraciones son seres dóciles; pero son las mujeres vírgenes las que tienen más probabilidades de tocarlas. Considerado como un fabuloso caballo beneficioso con un gran cuerno en la cabeza, el unicornio entra en los bestiarios en asociación con la virginidad, ya que el mito entiende que el único ser capaz de domar a un unicornio es una doncella pura. Se cree que es inmortal, pero posiblemente debido a que su vida media es de más de 1000 años, generando estas interpretaciones de la inmortalidad. Su longevidad se debe a la magia de su cuerno, que siempre les presenta una apariencia juvenil. El unicornio tiene una resistencia mágica; Es inmune a hechizos, hechizos de muerte y veneno. Su cuerno mágico detecta el veneno y cura las heridas con un solo toque. Además, su magia les permite teletransportarse si sienten la necesidad de escapar del peligro. Permite poco contacto, excepto para doncellas de corazón puro, humano o elfo. Este hecho ha sido explotado por los villanos para capturarlos. Una vez que se puede tocar el unicornio, se convierte en una montura fiel que protegerá a su jinete incluso con su propia vida.

Pero (siempre hay varios, pero) no es solo este unicornio lo que la mitología (y la ficción) conoce. Y contigo … el unicornio chino.

Conocido como Qilin. Es una criatura que reside en la misteriosa mitología china. Su naturaleza se compara con los unicornios de los mitos europeos, pero sus atributos físicos ya son bastante diferentes: tiene incluso el cuerpo que se acerca a un antílope, su piel está hecha de escamas, su cola peluda (a veces descrita como una cola como un zorro), tiene una pata muy voluminosa, mentón y cuello, y los machos generalmente tienen un cuerno (que puede medir unos 10 pies), y algunos pueden desarrollar más.

Es una criatura encantadora por su caridad, generosidad y gran respeto por la vida. Tiene una gran compasión por los jóvenes y los puros de corazón, no tolera a los que abusan de ellos. Nunca le quitará la vida a un inocente y lo protegerá de cualquier amenaza al hacer un protector implacable, escupiendo fuego entre otras habilidades que se cuentan de cuento a cuento.

También se dice que Qilin aparece solo en regiones gobernadas por personas beneficiosas o virtuosas. Es muy difícil (muy raro) que aparezca un Qilin, ya que solo aparece para aquellos que tienen el mismo respeto por la vida que ellos. Verlo significa un buen presagio, matarlo o ver su cadáver es un mal presagio. Se dice que la madre de Confucio vio un animal así mientras se gestaba, y luego el filósofo vio un unicornio asesinado por los cazadores y lloró, porque además de saber que era un signo de presentimiento, en su cuerno había una cinta. – la cinta que su propia madre había atado.

Una curiosidad acerca de Qilin es que habla fácilmente el lenguaje humano y puede usar la telepatía según algunos para saber cuándo dicen la verdad o no.

En Japón, tenemos otro tipo de unicornio, que termina siendo conocido como Kirin o Sin You. Son valiosos y poderosos y, como sus parientes occidentales, son un ser solitario. Al igual que los unicornios chinos que no tienen cuerpo de caballo, los japoneses tienen el cuerpo de un león, su cabeza tiene una melena abundante y, por supuesto, el cuerno, que no se puede perder.

Los unicornios, ya sean orientales u occidentales, se caracterizan por su amabilidad y sabiduría; Sin embargo, Kirin se destaca entre todos por distinguir entre el bien y el mal. De hecho, la leyenda dice que Kirin pudo identificar al culpable de algún crimen y, cuando lo hizo, le puso el cuerno en el corazón.

Mitología

El unicornio es un ser mitológico que aparece en leyendas, fábulas e historias, y se usa como un símbolo esotérico, alquímico y espiritual.

Existe evidencia científica de un fósil encontrado en Kazajstán de que esta criatura tuvo su apariencia real hace miles de años, pero quedaron mitos e imágenes fantásticos derivados del contacto humano que tuvo lugar hace 29,000 años con este animal. Como tal, los unicornios son tan viejos como el tiempo. La mitología nos dice que el primero de ellos, Asallam, entró en una nube impulsada por un torbellino blanco y descendió al cielo. recién creado, donde los últimos fuegos de la creación aún no se habían extinguido. También se dice que Galgallim, el primer espíritu creado por Dios le dio a Asallam y al resto de sus descendientes un cuerno espiral lleno de luz tan brillante que fue capaz de iluminar el camino más oscuro y más oscuro, y lo dotó de un belleza que ninguna otra criatura en el cielo o la tierra podría igualar.

Poco después de que Asallam golpeara una roca con un cuerno del que emanaba una fuente que borró lo que quedaba del fuego inicial en la tierra y todo comenzó a ser fructífero: nacieron flores, campos, montañas y mares, poco después de que llegaron los primeros animales que poblaron ese lugar; Así surgió el jardín de unicornios llamado Shamagin, que significa “lugar donde hay agua”, que solo podemos conocer a través de libros antiguos.

Este texto anterior fue tomado del libro “La Biblia de las criaturas míticas: la guía definitiva para los seres legendarios” de la autora Brenda Rosen.

También tenemos al argentino Jorge Luis Borges, quien nos regaló “El Libro de los seres imaginarios”. Él toma la siguiente posición con respecto a los unicornios:

La primera versión de Unicornio casi coincide con la última. Cuatrocientos años antes de la era cristiana, el griego Ctesias, doctor de Artajerjes Mnemón, dice que en los reinos de Hindustan hay asnos salvajes muy rápidos, con pelaje blanco, cabeza morada, ojos azules, con un cuerno afilado en la frente, que en la base está blanco, la punta roja y el medio es totalmente negro. Plinio agrega otros detalles:

Cazan a otro animal en la India: el unicornio, similar al cuerpo del caballo, la cabeza al venado, las patas al elefante, la cola al jabalí. Su gemido es serio; un cuerno largo y negro se eleva en el centro de su frente. negativa a ser tomado vivo”.

El orientalista Schrader, alrededor de 1892, pensó que el Unicornio podría haber sido sugerido a los griegos por ciertos bajorrelieves persas, que representan toros de perfil con un solo cuerno.

En las “Etimologías” de Isidoro de Sevilla, escritas a principios del siglo VII, se lee que el cuerno de un unicornio generalmente mata al elefante; Esto recuerda la victoria similar del Karkadán (rinoceronte) en el segundo viaje de Sinbad. Otro oponente de unicornio era el león, y una verdadera epopeya justa se encuentra en el poema “The Faerie Queene”, que explica cómo tuvo lugar la pelea. El león se acerca a un árbol; el unicornio, con su frente baja, ataca; El león está de lado y el unicornio está unido al tronco. El poema data del siglo XVI; A principios del siglo XVIII, la unión del Reino de Inglaterra con el Reino de Escocia enfrentaría al Leopardo inglés (León) con el Unicornio escocés en los brazos de Gran Bretaña.

En la Edad Media, los bestiarios enseñan que el unicornio puede ser capturado por una niña; El fisiólogo Graecus dice: “Cómo lo arrestan. Una virgen se coloca frente a él y salta sobre el regazo de la virgen y la virgen lo protege con amor y lo arrebata del palacio de los reyes”. Una medalla de Pisanello y muchos tapices famosos ilustran este triunfo, cuyas aplicaciones alegóricas son notorias. El Espíritu Santo, Jesucristo, el mercurio y el espacio exterior fueron calculados por el Unicornio. La obra de Jung “Psychologie und Alchemie” (Zurich, 1944) histórica y analiza estos simbolismos.

Un caballo blanco con antílope, patas traseras de perilla y un cuerno largo y retorcido en la frente es la representación habitual de este fantástico animal.

Leonardo da Vinci atribuye la captura del unicornio a su sensualidad; Esto hace que olvide su ferocidad y se acueste en el regazo de la doncella, por lo que los cazadores lo arrestan.

En resumen: el unicornio mitológico probablemente esté relacionado con un animal que existió en el período prehistórico. Este animal era un antílope con dos cuernos tan cerca del centro de su cabeza que parecía ser uno.

Curiosidad: Hace unos 350,000 años, había una criatura, relacionada con el rinoceronte, llamada Elasmotherium sibiricum o simplemente elasmoterium, Great Horned Rhino o Siberian unicorn. El unicornio siberiano, como los dinosaurios, se extinguió hace miles de años. Algunos seres de esta especie pueden haber vivido con humanos primitivos. Es probable que de este contacto con los humanos surgieran las primeras leyendas y mitos del unicornio.

Literatura fantástica

La figura mítica del unicornio despierta una fascinación en las personas y lo vemos en LitFan con abundancia. Algunos libros famosos en los que encontramos este ser fantástico son: la saga JK Rowling “Harry Potter”, los libros “Las crónicas de Narnia” de CS Lewis, “Elidor” de Alan Garner, “El El último unicornio de Peter S. Beagle, The Unicorn Chronicles de Bruce Coville y Alicia en el país de las maravillas de Lewis Carroll, por nombrar algunos.

Simplemente fantástico: el 9 de abril es considerado el día del unicornio. ¡Eso mismo! En Escocia, el día anterior celebra el Día Nacional del Unicornio. Para aquellos que no saben, el unicornio es el símbolo animal del país. ¿Preguntas? Bueno, según el folklore, el unicornio sería el enemigo natural del león, y dado que el león era el animal simbólico de Inglaterra, nada más natural que los escoceses lo elegirían símbolo. Hay otro aspecto que relaciona la elección con la cultura celta, donde el unicornio representa la pureza y el honor.

De hecho, el unicornio representa el arquetipo de nuestra Alma: libre, hermosa, pura, alada, llena de encantos y misterios. Cuando vemos al unicornio, proyectamos en él la magia de nuestro Ser, en espíritu y fuerza, que podemos alegorizar en su figura y representación. Que el unicornio dentro de nosotros revele toda su magia. Hemos llegado al final del post. Espero que todos lo hayan disfrutado. Disfruta e ingresa al blog con más frecuencia. Lee todas las publicaciones que quieras y deja tu opinión. Es muy importante.

 

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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Capa: celtadigital.com/wp-content/uploads/2019/02/templarios.jpg

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lascosasquenuncaexistieron.com/2017/05/02/unicornios-orientales/

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greenme.com.br/significados/6697-unicornio-significado-espiritual-nr

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listasliterarias.com/2018/06/10-grandes-unicornios-da-literatura.html

vivendoemedimburgo.net/2017/04/09/dia-nacional-do-unicornio/

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A Ficção e os Templários

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: A Ficção e os Templários.

Meus caríssimos amigos, o PHANTASTICUS hoje vai falar sobre “ficção histórica”.  Normalmente, abordamos a Fantasia, a SciFi e o Terror, mas hoje vamos mudar o rumo da prosa.  A Ficção Histórica é o mais comum dos gêneros fictícios. Tecnicamente, a ficção histórica é qualquer história criada no passado, que incorpora características verdadeiras do período, incluindo personagens ou eventos ficcionais. Se buscarmos alguns exemplos ao longo dos séculos e entre culturas, encontramos a “Ilíada” e a “Odisseia”, que tentam recontar a história dos antigos gregos (mas é certo que contém muitos elementos fantásticos).

A verdadeira ficção histórica depende do realismo ao longo de seus elementos de trama. Os escritores da ficção histórica devem ter o cuidado de construir um mundo histórico acreditável no qual a configuração, os personagens e os objetos interagem como seria esperado em sua era. Os personagens devem falar com diálogo de período crível e viajar com os meios de transporte apropriados. Você não deve encontrar um personagem no 1600, por exemplo, dizendo “Isso foi incrível!” Ou andar de bicicleta pela rua. Na ficção histórica, todos os conflitos, eventos de trama e temas devem ser historicamente possíveis no mundo que o autor selecionou.

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Bem, feita a abordagem inicial e as devidas explicações, vamos efetivamente ao tema do post.  Os Cavaleiros Templários.  O blog já abordou – indiretamente – o exército religioso mais famoso de nosso planeta.

Se quiser relembrar, basta utilizar o link: jotacortizo.wordpress.com/2017/07/30/nights-watch-patrulha-da-noite-a-ordem-da-muralha/

A “Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão” (em latim: “Pauperes commilitones Christi Templique Salomonici”), conhecida amplamente como “Cavaleiros Templários”, “Ordem do Templo” ou simplesmente como “Templários”, foi uma ordem militar/religiosa de Cavalaria. A organização existiu durante cerca de dois séculos na Idade Média (no período de 1118 a 1312), tendo sido fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de proteger os cristãos que voltavam a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista.  Os seus membros faziam votos de pobreza, castidade, devoção e obediência, usavam mantos brancos com a característica cruz vermelha, e o seu símbolo passou a ser um cavalo montado por dois cavaleiros. Tendo em conta o local onde originalmente se estabeleceram (o monte do Templo em Jerusalém, onde existira o Templo de Salomão, e onde se ergue a atual Mesquita de Al-Aqsa) assim como o voto de pobreza e de fé em Cristo, denominaram-se “Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão”.

Filipe-IV-o-belo Filipe IV de França

Bem, o sucesso dos Templários esteve vinculado, por muito tempo, a vitória do ocidente nas Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu. Rumores acerca da cerimônia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei Filipe IV de França – também conhecido como Filipe, o Belo – profundamente endividado com a “Ordem”, começou a pressionar o papa Clemente V a tomar medidas contra eles. Em 1307, muitos dos membros da Ordem na França foram detidos e queimados publicamente, sob falsas acusações de heresia e bruxaria. Em 1312, o papa Clemente dissolveu oficialmente a Ordem – a ordem tem seu “fim” em um momento crucial da história.

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No dia 18 de março de 1314, no adro da Igreja de Notre-Dame, em Paris, fora instalado um cadafalso, para anunciar a sentença de prisão perpétua ao Grão Mestre Jacques de Molay, e 3 cavaleiros. Em meio ao anúncio da sentença, De Molay levantou-se bradando sua inocência e a de todos os Templários, que todos os crimes e heresias a eles atribuídos foram inventados e sob as leis da época, a pena por desmentir uma confissão era a morte. Naquele mesmo dia, armou-se uma fogueira próxima ao jardim do palácio, ilha “de La Cité” (Ilha da Cidade), e onde se encontra a praça “Square Vert-Galant”, junto a Ponte Neuf, Paris, onde foram queimados Jacques de Molay e Geoffroy de Charnay.

Curiosidade: Ao líder templário, Jacques de Molay, é imputada a maldição da Sexta-Feira 13, já que ao ser queimado na fogueira teria amaldiçoado seus três algozes, a comparecer diante do tribunal de Deus e, também, amaldiçoando os descendentes do então rei de França, Filipe IV, o belo. Contudo, não há qualquer documento ou registro de tal maldição, além do que, De Molay, e mais 3 líderes Templários, foram queimados no dia 18 de março de 1314, e não dia 13. Tal crença se origina com a morte de seus executores no mesmo ano da morte de Molay; do papa Clemente V em 20 de Abril de 1314, logo em seguida foi o Chefe da guarda e o conselheiro real Guilherme de Nogaret e depois Filipe IV de França em 29 de novembro.

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Após toda esta introdução histórica, vamos falar dos livros – de ficção histórica – que exploram toda a retumbância da ordem.  Começamos com a Trilogia dos Templários, escrita por Jack Whyte.  O primeiro volume “Knights of the Black and White” (Cavaleiros de Preto e Branco) publicado em 2006, o volume 2 “Standard of Honor” (Estandarte da Honra) publicado em 2007 e, fechando a trilogia, “Order in Chaos” (Ordem no caos) publicado em 2009.

Whyte, escritor escocês radicado no Canadá, tem dezenas de livros na linha da ficção histórica, alguns ambientados na época arturiana, outros no período de independência da Escócia e os acima informados no período do ápice e do ocaso templário.

Se incrementarmos a ficção histórica com uma farta “pitada” de romance policial, encontramos muitas opções.  Uma ótima opção de leitura com esta mescla é “The Last Templar” (O Último Templário) publicado em 2005, pelo libanês Raymond Khoury.  Neste livro, tudo começa no ano de 1291, após a queda de Acre, no Reino Latino de Jerusalém, para os sarracenos.  Uma pequena parte dos Cavaleiros Templários deixou a cidade com um pequeno baú. O navio deles, o Templo do Falcão, é danificado por uma tempestade e afunda. Um dos Cavaleiros é mortalmente ferido no evento; ele morre em terra depois de esconder uma pequena bolsa de couro sob uma lápide. Antes, ele cobra do restante da companhia para entregar uma carta codificada ao chefe dos Templários.

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Este último Cavaleiro sobrevivente chega a Paris em 1314, bem a tempo de ver seu Grão-Mestre – Jacques de Molay – sendo queimado na fogueira depois de se recusar a revelar a localização do tesouro dos Templários. O último cavaleiro se compromete a manter a lenda dos Templários livre das ameaças da Igreja Católica.

Sete séculos depois, na cidade de Nova York, quatro homens vestidos de templários e montados a cavalo irrompem na festa de abertura de uma exposição de relíquias do Vaticano no museu Metropolitan, espalhando pânico e roubando os objetos expostos. A arqueóloga Tess Chaykin, uma das convidadas da festa, testemunha quando um dos cavaleiros, que parece liderar o grupo, se atém, como num ritual solene, a um único objeto: um misterioso decodificador medieval.

Após o incidente, o FBI instaura uma investigação sobre o caso liderada pelo especialista em anti-terrorismo Sean Reilly. Juntos, Reilly e Tess se envolvem em uma corrida mortal por três continentes em busca do local de descanso do “Templo do Falcão” e da perturbadora verdade sobre sua carga.

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E, por último, uma das minhas obras preferidas.  “Les Rois Maudits” (Os Reis Malditos) do escritor francês Maurice Druon.  É uma série de sete romances sobre a nobreza francesa e inglesa do século XIV.  E aborda explicitamente o período que os cavaleiros da ordem foram caçados e executados, e tudo que veio após isto.

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Os livros são: Volume I. “Le Roi de fer” (O Rei de Ferro), publicado em 1955; II. “La Reine étranglée” (A Rainha Estrangulada), que foi publicado em1955; III. “Les Poisons de la couronne” (Os Venenos da Coroa), em 1956; IV. La Loi des mâles (A Lei dos Varões), 1957; V. “La Louve de France” (A Loba de França), 1959; VI. “Le Lis et le Lion” (O Lis e o Leão), 1960 e o último “Quand un Roi perd la France” (Um Rei Perde a França), que foi publicado em 1977.

 

 

A história apresenta o “jogo (nem sempre limpo) e a guerra” pelo trono francês e tudo advindo disto.  Mostra a ligação – e depois a ruptura – da Igreja e os cavaleiros Templários e, também, como algumas guerras surgiram (ou foram criadas).

Nota: George R. R. Martin considera essa série a fonte da sua inspiração em combinar a literatura de fantasia com romance histórico, que levou à criação da saga Game of Thrones.

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Maurice Druon

O romance “joga” o leitor no meio da rede de intrigas dentro (e fora) do palácio real francês.  Recomendo com todas as estrelas que vocês quiserem.

Bem, vou encerrando e espero que todos vocês tenham gostado do post.    Aproveitem e entrem mais vezes no blog.  Leia quantos posts quiserem e deixe sua opinião.  É muito importante.

Vejo todos vocês no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Ficción y los templarios.

Mis queridos amigos, PHANTASTICUS hoy hablará sobre “ficción histórica”. Por lo general, nos acercamos a Fantasy, SciFi y Horror, pero hoy cambiaremos el curso de la prosa. La ficción histórica es el más común de los géneros de ficción. Técnicamente, la ficción histórica es cualquier historia creada en el pasado que incorpora características verdaderas del período, incluidos los personajes o eventos de ficción. Si observamos algunos ejemplos a lo largo de los siglos y en todas las culturas, encontramos la “Ilíada” y la “Odisea”, que intentan volver a contar la historia de los antiguos griegos (pero ciertamente contiene muchos elementos fantásticos).

La verdadera ficción histórica depende del realismo a lo largo de sus elementos argumentales. Los escritores de ficción histórica deben tener cuidado de construir un mundo histórico creíble en el que la configuración, los personajes y los objetos interactúen como se esperaba en su época. Los personajes deben hablar con un diálogo creíble y viajar con los medios de transporte adecuados. No deberías encontrar un personaje en el 1600, por ejemplo, diciendo “¡Eso fue increíble!” O andar en bicicleta por la calle. En la ficción histórica, todos los conflictos, los acontecimientos de la trama y los temas deben ser históricamente posibles en el mundo que el autor ha seleccionado.

Bueno, después de haber hecho el enfoque inicial y las explicaciones adecuadas, lleguemos efectivamente al tema de la publicación. Los caballeros templarios. El blog ya se ha dirigido, indirectamente, al ejército religioso más famoso de nuestro planeta.

Si quieres recordar, solo usa el enlace: jotacortizo.wordpress.com 2017/07/30 / nights-watch-patrulha-da-night-a-ordem-da-muralha /

La “Orden de los Pobres Caballeros de Cristo y el Templo de Salomón” (en latín: “Pauperes commilitones Christi Templique Salomonici”), ampliamente conocida como “Caballeros Templarios”, “Orden del Templo” o simplemente como “Templarios”, era una orden Caballería militar / religiosa. La organización existió durante aproximadamente dos siglos en la Edad Media (de 1118 a 1312), y fue fundada después de la Primera Cruzada de 1096, con el propósito original de proteger a los cristianos que regresaban a Jerusalén después de su peregrinación. conquista Sus miembros prometieron pobreza, castidad, devoción y obediencia, vestían túnicas blancas con la característica cruz roja, y su símbolo se convirtió en un caballo montado por dos jinetes. Dado el lugar donde se asentaron originalmente (el Monte del Templo en Jerusalén, donde alguna vez existió el Templo de Salomón, y donde se encuentra la actual Mezquita Al-Aqsa), así como el voto de pobreza y fe en Cristo, “Pobres Caballeros de Cristo y el Templo de Salomón”.

Bueno, el éxito de los templarios ha estado vinculado a la victoria de Occidente en las Cruzadas. Cuando se perdió la Tierra Santa, el apoyo a la Orden disminuyó. Los rumores sobre la ceremonia de iniciación secreta de los templarios crearon desconfianza, y el rey Felipe IV de Francia, también conocido como Felipe el Hermoso, profundamente en deuda con la “Orden”, comenzó a presionar al papa Clemente V para que tomara medidas contra ellos. En 1307, muchos de los miembros de la Orden en Francia fueron detenidos públicamente y quemados por falsas acusaciones de herejía y brujería. En 1312, el Papa Clemente disolvió oficialmente la Orden: la orden tiene su “fin” en un momento crucial de la historia.

El 18 de marzo de 1314, en el cementerio de la iglesia de Notre-Dame en París, se instaló un andamio para anunciar la sentencia de cadena perpetua al Gran Maestro Jacques de Molay, y 3 caballeros. En medio del anuncio de la sentencia, De Molay se levantó gritando su inocencia y la de todos los templarios, que todos los crímenes y herejías que se les atribuían fueron inventados y, según las leyes de la época, la pena por negar una confesión era la muerte. Ese mismo día, se encendió un fuego cerca del jardín del palacio, la Isla “La Cité” (Isla de la Ciudad), y donde está la plaza “Square Vert-Galant”, al lado del Puente Neuf, París, donde fueron quemados. Jacques de Molay y Geoffroy de Charnay.

Curiosidad: El líder templario, Jacques de Molay, está acusado de la maldición del viernes 13, ya que ser quemado en la hoguera habría maldecido a sus tres torturadores, apareciendo ante la corte de Dios y también maldiciendo a los descendientes del entonces rey. de Francia, Felipe IV el apuesto. Sin embargo, no hay ningún documento o registro de tal maldición, y De Molay y otros 3 líderes templarios fueron quemados el 18 de marzo de 1314, no el 13. Esta creencia proviene de la muerte de sus verdugos. en el mismo año de la muerte de Molay; del Papa Clemente V el 20 de abril de 1314, poco después fue el Jefe de la Guardia y el Consejero Real Guillermo de Nogaret y luego Felipe IV de Francia el 29 de noviembre.

Después de toda esta introducción histórica, hablemos de libros, ficción histórica, que exploran la resonancia completa del orden. Comenzamos con la Trilogía Templaria, escrita por Jack Whyte. El primer volumen de Caballeros del Blanco y Negro publicado en 2006, volumen 2 “Standard of Honor” publicado en 2007 y, cerrando la trilogía, “Order in Chaos” publicado en 2009. Whyte, un escritor escocés con sede en Canadá, tiene docenas de libros en línea. de ficción histórica, algunas ambientadas en la era artúrica, otras en el período de independencia escocés, y lo anterior reportado en el período templario vértice y al atardecer.

Si aumentamos la ficción histórica con una “pizca” de novela de detectives, encontramos muchas opciones. Una gran opción de lectura con esta mezcla es “The Last Templar”, publicado en 2005 por el libanés Raymond Khoury. En este libro, todo comienza en el año 1291, después de la caída de Acre en el Reino latino de Jerusalén a los sarracenos. Una pequeña porción de los Caballeros Templarios abandonó la ciudad con un pequeño cofre. Su nave, el Templo del Halcón, está dañada por una tormenta y se hunde. Uno de los Caballeros está herido de muerte en el evento; él muere en tierra después de esconder una pequeña bolsa de cuero debajo de una lápida. Más bien, le cobra al resto de la compañía que entregue una carta codificada al jefe templario.

Este último Caballero sobreviviente llega a París en 1314, justo a tiempo para ver a su Gran Maestro Jacques de Molay ser quemado en la hoguera después de negarse a revelar la ubicación del tesoro Templario. El último caballero se compromete a mantener la leyenda templaria libre de amenazas de la Iglesia Católica.

Siete siglos después, en la ciudad de Nueva York, cuatro hombres vestidos con templarios vestidos de caballo irrumpieron en la fiesta de inauguración de una exhibición de reliquias del Vaticano en el Museo Metropolitano, esparciendo el pánico y robando las exhibiciones. La arqueóloga Tess Chaykin, una de las invitadas de la fiesta, es testigo de cuando uno de los caballeros, que parece dirigir la fiesta, se aferra, como en un ritual solemne, a un solo objeto: un misterioso decodificador medieval.

Después del incidente, el FBI abre una investigación sobre el caso dirigida por el experto antiterrorista Sean Reilly. Juntos, Reilly y Tess participan en una carrera mortal en tres continentes por el lugar de descanso del “Templo del Halcón” y la inquietante verdad sobre su carga.

Y, por último, uno de mis trabajos favoritos. “Les Rois Maudits” (The Damn Kings) del escritor francés Maurice Druon. Es una serie de siete novelas sobre la nobleza francesa e inglesa del siglo XIV. Y aborda explícitamente el período en el que los caballeros de la orden fueron cazados y ejecutados, y todo lo que vino después.

Los libros son: Volumen I. “Le Roi de fer” (El Rey de Hierro), publicado en 1955; II “La Reine étranglée” (La reina estrangulada), que se publicó en 1955; III. “Les Poisons de la couronne” (El veneno de la corona), en 1956; IV. La Loi des males (La ley de los hombres), 1957; Ver “La Louve de France” (El lobo de Francia), 1959; VI. “Le Lis et le Lion” (El Lis y el león), 1960 y el último “Quand un Roi los la France” (Un rey pierde Francia), que se publicó en 1977.

La historia presenta el “juego (no siempre justo) y la guerra” por el trono francés y todo lo relacionado. Muestra la conexión, y luego la ruptura, de la Iglesia y los Caballeros Templarios, así como también cómo surgieron (o fueron creadas) algunas guerras.

Nota: George R. R. Martin considera esta serie como la fuente de su inspiración al combinar literatura fantástica con romance histórico, lo que condujo a la creación de la saga Juego de Tronos.

La novela “arroja” al lector a la red de intrigas dentro (y fuera) del palacio real francés. Lo recomiendo con todas las estrellas que quieras.

Bueno, terminaré y espero que hayan disfrutado la publicación. Disfruta e ingresa al blog con más frecuencia. Lee todas las publicaciones que quieras y deja tu opinión. Es muy importante.

Nos vemos en la próxima publicación.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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Capa: celtadigital.com/wp-content/uploads/2019/02/templarios.jpg

storyboardthat.com/pt/genres/ficção-histórica

pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_dos_Templários

segredosdeparis.com/wp-content/uploads/2018/07/Filipe-IV-o-belo.jpg

images.randomhouse.com/author/235472

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en.wikipedia.org/wiki/The_Last_Templar

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Os Fantásticos exércitos da LitFan II

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

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Versão em português: Os Fantásticos exércitos da LitFan II.

Meus caríssimos amigos, o PHANTASTICUS volta a um tema de muitas nuances.  Guerras e exércitos.  A LitFan respira este clima bélico, mas para que nos mobilize (e ensine) a seguir o caminho contrário.  O blog já mencionou os exércitos da Literatura Fantástica.  Um dos posts foi “Os Sensacionais Exércitos da Literatura Fantástica” (em 02/04/2016) – se você quiser reler, segue o link: jotacortizo.wordpress.com/2016/04/02/os-sensacionais-exercitos-da-literatura-fantastica-los-sensacionales-ejercitos-de-la-literatura-fantastica/

Imaculados 1

Imaculados 2Bem, abriremos o post com uma das forças militares que nos mobilizou, por demais, tanto nos livros quanto na TV.  O PHANTASTICUS traz a força dos Imaculados – força militar que conhecemos nos livros de George Martin – “A Song of Ice and Fire” (Crônicas de Gelo e Fogo).  Os “Dovaogēdy” (em Alto Valiriano – língua fictícia do romance) são uma força militar composta por escravos e usados com defensores, mercenários ou soldados de carreira, soldados fixos, e podem ser adquiridos em algumas Cidades Livres, a que fornece os melhores imaculados é a cidade livre de Yunkai.

Os imaculados são escravos treinados para serem soldados, seu treinamento é brutal, eles são tirados desde a infância de suas mães para se tornarem os soldados “perfeitos”, eles têm um treinamento extremamente rude e brutal, onde de cada 500 “alunos” no máximo 1 a 10 sobrevivem. Neste processo, eles são castrados porque assim os desejos não influenciam, ou seja, eles não estupram além de que assim não possuem relacionamentos amorosos e o seu último teste é ir até uma casa, pegar um bebê de uma escrava, mata-lo na frente de sua mãe e pagar uma moeda de ouro ao dono da criança.

Janizaros

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Este processo ao qual eles são submetidos, em parte nos remete aos soldados Janízaros e as forças militares de Esparta.  Estes, na realidade, podem muito bem ter servido de inspiração para que George Martin elaborasse o formato dos Imaculados.  Os janízaros, constituíram a elite do exército dos sultões otomanos. A força, criada pelo sultão Murade I, era constituída de crianças cristãs capturadas em batalha, levadas como escravas e convertidas ao Islã.  Os jovens eram educados na lei islâmica e na língua turca, ao mesmo tempo que aprendiam a manejar armas e instruídos em artes militares. Os jovens cresciam tendo o próprio sultão como uma figura paterna, por quem estariam dispostos a defender até a morte mesmo contra seu próprio povo de origem. A justificativa para a adoção de um corpo de soldados convertidos em vez de turcos nativos era que os turcos deviam lealdade ao seu povo e às suas famílias, e poderiam tornar-se rebeldes em caso de uma ação do sultão contra outros turcos. Já os jovens cristãos só deviam lealdade ao sultão, e lutariam contra qualquer inimigo por ele.

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Quando ao exército espartano, era a força militar de Esparta, uma das principais cidades-estado da Grécia Antiga. O exército ocupava o centro do Estado espartano, cuja obrigação primordial de seus cidadãos era “serem bons soldados”. Sujeitos ao treinamento militar desde a infância, os espartanos formavam uma das mais temidas forças militares na história.  Era composto em sua maior parte por soldados de infantaria, equipados com lanças curtas, espadas e o “dyplon”, um pequeno escudo arredondado de bronze.

Curiosidade: Quando uma criança nascia em Esparta, ela era submetida a um minucioso exame para comprovar que não sofria de qualquer deformidade ou problema de saúde. Essa avaliação era conduzida pelos anciãos e, segundo a lenda, os bebês “reprovados” eram atirados em um poço chamado “Apothetae”.

Quando chegavam à tenra idade de 7 anos, os meninos espartanos eram tirados de suas casas — e da proteção de seus pais — e levados para iniciar o “Agoge”, ou seja, o treinamento oferecido pela cidade-estado para que eles se tornassem cidadãos de bem e, claro, guerreiros. Os garotos passavam a viver em uma espécie de acampamento militar e recebiam educação formal e física, além de aprender como caçar e sobre a arte da guerra.  Depois, quando alcançavam os 12 anos de idade, os meninos eram privados de qualquer vestimenta — com exceção de um manto vermelho —, e eram obrigados a dormir ao relento. Além disso, com o objetivo de treinar os garotos para a vida nos campos de batalha, eles eram incentivados a encontrar sua própria comida e até roubar a de seus companheiros, embora corressem o risco de serem chicoteados caso fossem pegos.

Uma das etapas mais brutais do treinamento dos jovens guerreiros era um ritual anual conhecido como “Diamastigosis”, que consistia em uma espécie de competição de resistência. Durante esse evento, os adolescentes eram duramente chicoteados diante do altar do santuário de Ártemis Orthia, e o objetivo da cerimônia era testar a bravura e a resistência dos garotos em relação à dor.

Curiosidade: Os espartanos mantinham escravos palestinos a quem chamavam de “Helots”, e eles eram absolutamente terríveis para eles. Entre as muitas atrocidades cometidas contra os escravos estava um ritual chamado “Cripteia”, destinado a semear o terror nos escravos e deixar os meninos prontos para a batalha.

Quando entramos por dentro da história, conseguimos encontrar muita da inspiração de Martin para formar suas linhas.

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Outro exército tirado das páginas incríveis de George Martin e suas “crônicas” são os guerreiros Dothraki.  São um povo de uma cultura de guerreiros nômades em Essos, com uma história conhecida de mais 400 anos, aparentemente pouco antes Aegon I Targaryen desembarcar em Westeros. Eles vieram do oriente, expulsando os camponeses de seus casebres e nobres de suas propriedades, até que sobrassem apenas grama e ruínas desde a Floresta de Qohor até a cabeceira do Selhoru. Os Dothraki são pessoas grandes, possuem o cabelo preto, a pele em tons de cobre e olhos amendoados escuros. Eles possuem uma única cidade permanente – Vaes Dothrak.  Os Dothraki dependem muito de seus cavalos, pois esses animais são uma parte intrínseca de sua sociedade nômade. Eles os usam para alimentação, transporte, para roupas e como fonte de materiais para artesanato, e sua divindade é o Grande Garanhão, espelhando a importância dos cavalos na cultura Dothraki.

Os Dothraki são especialmente habilidosos em equitação e guerra montada. Eles cruzam o Mar Dothraki – uma vasta planície na região central de Essos. Localiza-se a leste das Cidades Livres, norte da Baía dos Escravos, e a oeste das Montanhas Ossos. Sua paisagem de estepes e planícies são o lar dos nômades Dothraki, exímios cavaleiros, que constantemente lutam entre si e com os habitantes das terras vizinhas – em tribos, conhecidas como khalasars que são lideradas pelo khal. Um khalasar é dividido em khas, cada um liderado por um capitão dos khals, os chamados kos. Quando um khal morre, um novo khal pode tomar controle do khalasar ou um khas pode partir e formar novos khalasars liderados pelos antigos kos.

Curiosidade: O arakh é a arma padrão utilizada pelos guerreiros Dothraki. Tem uma lâmina crescente em forma de lua com cerca de dois metros e meio de espessura, quase o mesmo comprimento, tornando-se meio espada e meia-foice. Embora incapaz de penetrar a armadura, o arakh dá ao usuário uma tremenda manobrabilidade dos pulsos.

A principal inspiração de George Martin para elaborar este grupo de cidadãos-guerreiros são os Mongóis e os Hunos.

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Os povos nômades da Mongólia formaram um dos maiores impérios a partir de uma série de conquistas militares continuadas por algumas gerações, tendo seu início ao término do século XII, começo do século XIII. Muitos dos seus oponentes acreditavam que o exército mongol era invencível. A sua campanha na Europa recuou apenas por motivo de morte na família soberana. Os possíveis reclamantes ao trono retornaram para casa com as suas forças e nunca mais voltaram.  Os mongóis eram caçadores e exploravam rebanhos, passando a maior parte da sua vida na sela de seus pôneis das estepes. Aprendiam a cavalgar e usar armas (especialmente o arco composto) ainda com pouca idade. Todo homem saudável com menos de 60 anos deveria caçar e guerrear. Os exércitos das tribos mongóis consistiam em toda a população masculina adulta. Lutavam sobre um código restrito de disciplina.  O saque era feito em conjunto, e por abandonar um companheiro em batalha, a pena era a morte. Esta disciplina, de mãos dadas com liderança, obtenção de informações inimigas, ergueu os mongóis de apenas uma multidão de cavaleiros, a um verdadeiro exército.

hunos

Já os Hunos, como um povo nômade, a vida e sociedade baseava-se no uso de cavalos tanto para as atividades pacíficas quanto para as atividades bélicas. Os hunos migraram da Ásia Central para o Leste Europeu a partir do ano 370, expulsando os povos que antes habitavam aquele território, como os alanos e, mais tarde, os ostrogodos, visigodos e vândalos, iniciando o episódio da história romana chamado de Invasões Bárbaras.

O equipamento do cavaleiro huno era parecido com a de cavaleiros das estepes comuns, sendo um fator importante em combate a sua fúria e impetuosidade para com seus inimigos. As armas usadas pelos cavaleiros hunos eram dardos, espadas longas, machados e o famigerado arco composto.  Para proteção, geralmente os cavaleiros hunos usavam um leve escudo de madeira e, protegendo o resto do corpo, resistentes roupas de lã e, como capacete, uma touca de couro ou um capacete de ferro.  As táticas de guerra hunas giravam em torno da cavalaria, com as tropas auxiliares, membros de outras tribos que eram sujeitos aos hunos, como os ostrogodos, servindo no papel de infantaria. Os hunos agiam predominantemente como cavaleiros arqueiros, assediando o inimigo com salvos de flechas até mesmo enquanto fugiam, usando o chamado “tiro parto”, virando de costas no cavalo para disparar as flechas. Por mais famosos que fossem com seu uso do arco, os hunos também eram exímios usuários de suas espadas, fazendo deles versáteis cavaleiros, igualmente hábeis tanto com o arco quanto com a espada.  Por mais que os hunos se envolvessem em combate direto, muitos levavam as técnicas do estilo de vida das estepes para o campo de batalha. Uma dessas técnicas era o uso do laço contra a cavalaria inimiga. O uso do laço contra os cavaleiros inimigos era para, justamente, tirá-los de seus cavalos e inutilizá-los para o combate, deixando mais fácil para que os outros hunos o matassem ou o capturassem.

Observação: Sioux, Cheienes e várias outras tribos americanas também ajudaram Martin a desenhar este povo bruto e ao mesmo tempo encantador.

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Bem, espero que todos vocês tenham gostado do post. E a minha dica de sempre é viajar – nas linhas da fantasia.  Assim, leiam.  Leiam muito.  Aproveitem e entrem no blog.  Leia quantos posts quiserem e deixe sua opinião.

Vejo todos vocês no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: Los fantásticos ejércitos de LitFan II.

Mis queridos amigos, PHANTASTICUS vuelve a un tema de muchos matices. Guerras y ejércitos. LitFan respira este clima bélico, pero para movilizarnos (y enseñarnos) de la manera opuesta. El blog ya mencionaba los ejércitos de la literatura fantástica. Uno de los mensajes fue “Los ejércitos sensacionales de la literatura fantástica” (el 04/02/2016): si desea volver a leer, siga el enlace: jotacortizo.wordpress.com/2016/04/02/os-sensacionais-exercitos-da- literatura-fantástica-los-sensacionales-ejércitos-de-literatura-fantástica /

Bueno, abriremos el puesto con una de las fuerzas militares que nos movilizó, demasiado, tanto en libros como en televisión. PHANTASTICUS brinda la fuerza de la Inmaculada, la fuerza militar que conocemos de los libros de George Martin: “Una canción de hielo y fuego”. El “Dovaogēdy” (en el lenguaje valenciano superior de la novela) es una fuerza militar compuesta de esclavos y utilizada con defensores, mercenarios o soldados de carrera, soldados fijos, y puede comprarse en algunas ciudades libres, que ofrece la mejor inmaculada Es la ciudad libre de Yunkai.

Los inmaculados son esclavos entrenados para ser soldados, su entrenamiento es brutal, son sacados de la infancia de sus madres para convertirse en soldados “perfectos”, tienen un entrenamiento extremadamente grosero y brutal, donde de cada 500 “estudiantes” a lo sumo 1 a 10 sobreviven. En este proceso, son castrados porque sus deseos no los influyen, es decir, no violan más que porque no tienen relaciones románticas y su última prueba es ir a una casa, sacar a un bebé de un esclavo, matarlo enfrente de su madre y pagar una moneda de oro al dueño del niño.

Este proceso al que están sometidos, en parte nos remite a los soldados del Janissary y las fuerzas militares de Esparta. Estos, de hecho, bien pueden haber inspirado a George Martin para moldear la forma de la Inmaculada. Los janízaros, constituían la élite del ejército de los sultanes otomanos. La fuerza, creada por el sultán Murade I, estaba formada por niños cristianos capturados en batalla, tomados como esclavos y convertidos al Islam. Los jóvenes fueron educados en la ley islámica y en el idioma turco, mientras aprendían a usar armas y se entrenaban en artes militares. Los jóvenes crecieron teniendo al propio Sultán como una figura paterna, por quien estarían dispuestos a defender incluso hasta la muerte incluso contra su propia gente de origen. La justificación para la adopción de un cuerpo de soldados convertidos en lugar de turcos nativos fue que los turcos debían lealtad a su gente y sus familias y podían convertirse en rebeldes en caso de una acción del Sultán contra otros turcos. Ya los jóvenes cristianos debían lealtad al Sultán, y lucharían contra cualquier enemigo por él.

Cuando para el ejército espartano, era la fuerza militar de Esparta, una de las principales ciudades-estado de la antigua Grecia. El ejército ocupó el centro del estado espartano, cuya principal obligación de sus ciudadanos era “ser buenos soldados”. Sujetos a entrenamiento militar desde la infancia, los espartanos fueron una de las fuerzas militares más temidas en la historia. Consistía principalmente en soldados de a pie, equipados con lanzas cortas, espadas y el “dyplon”, un pequeño escudo de bronce redondeado.

Curiosidad: cuando una niña nació en Esparta, se sometió a un examen exhaustivo para demostrar que no sufría ninguna deformidad ni problema de salud. Esta evaluación fue llevada a cabo por los ancianos y, según la leyenda, los bebés “reprobados” fueron arrojados a un pozo llamado “Apothetae”.

Cuando llegaron a la temprana edad de 7 años, los niños espartanos fueron sacados de sus hogares (y de la protección de sus padres) y se los llevó a iniciar el “Agoge”, es decir, la capacitación ofrecida por la ciudad-estado para que se convirtieran en ciudadanos. De bien y, por supuesto, de guerreros. Los niños comenzaron a vivir en una especie de campamento militar y recibieron educación formal y física, así como también aprendieron a cazar y el arte de la guerra. Luego, cuando tenían 12 años, los niños fueron privados de cualquier vestimenta, excepto una túnica roja, y se vieron obligados a dormir al aire libre. Además, para entrenar a los muchachos para la vida en los campos de batalla, se les alentaba a encontrar su propia comida e incluso a robar la de sus compañeros, aunque corrían el riesgo de ser azotados si los atrapaban.

Una de las etapas más brutales del entrenamiento de los jóvenes guerreros fue un ritual anual conocido como “Diamastigosis”, que consistía en una especie de competición de resistencia. Durante este evento, los adolescentes fueron azotados con fuerza ante el altar del santuario de Artemis Orthia, y el propósito de la ceremonia fue poner a prueba la valentía y la resistencia de los niños en relación con el dolor.

Curiosidad: los espartanos tenían esclavos palestinos a los que llamaban “Helots”, y eran absolutamente terribles para ellos. Entre las muchas atrocidades cometidas contra los esclavos había una Un ritual llamado “Cryptia”, diseñado para sembrar el terror en esclavos y preparar a los niños para la batalla.

Cuando entramos en la historia, podemos encontrar gran parte de la inspiración de Martin para formar sus líneas.

Otro ejército extraído de las increíbles páginas de George Martin y sus “crónicas” son los guerreros Dothraki. Son un pueblo de una cultura guerrera nómada en Essos, con una historia conocida de más de 400 años, aparentemente poco antes de que Aegon I Targaryen aterrizara en Westeros. Vinieron desde el este, expulsando a los campesinos de sus chozas y nobles de sus propiedades, hasta que solo quedaron hierbas y ruinas desde el Bosque de Qohor hasta la cabeza de Selhoru. Los Dothraki son personas grandes con cabello negro, piel cobriza y ojos almendrados oscuros. Tienen una sola ciudad permanente: Vaes Dothrak. Los Dothraki dependen en gran medida de sus caballos, ya que estos animales son una parte intrínseca de su sociedad nómada. Los usan para comida, transporte, ropa y como fuente de materiales de artesanía, y su divinidad es el Gran Semental, lo que refleja la importancia de los caballos en la cultura Dothraki.

Los Dothraki son especialmente expertos en montar a caballo y en la guerra de monturas. Cruzan el mar Dothraki, una vasta llanura en el centro de Essos. Está ubicado al este de Free Cities, al norte de Slave Bay y al oeste de Bones Mountains. Su paisaje de estepas y llanuras es el hogar de los nobles caballeros Dothraki que luchan constantemente entre sí y con los habitantes de las tierras circundantes, en tribus conocidas como khalasares que son dirigidas por los khal. Un khalasar se divide en khas, cada uno dirigido por un capitán de los khals, llamado kos. Cuando muere un khal, un nuevo khal puede tomar el control del khalasar o un khas puede partir y formar nuevos khalasars liderados por los antiguos kos.

Curiosidad: el arakh es el arma estándar utilizada por los guerreros Dothraki. Tiene una hoja en forma de luna creciente de aproximadamente dos metros y medio de espesor, aproximadamente de la misma longitud, convirtiéndose en media espada y hoz. Aunque no puede penetrar la armadura, arakh le da al portador una tremenda maniobrabilidad en la muñeca.

La principal inspiración de George Martin para trabajar en este grupo de ciudadanos guerreros son los mongoles y los hunos.

Los pueblos nómadas de Mongolia formaron uno de los imperios más grandes de una serie de conquistas militares que continuaron durante algunas generaciones, a partir de finales del siglo XII, principios del siglo XIII. Muchos de sus oponentes creían que el ejército mongol era invencible. Su campaña en Europa se retiró solo por la muerte en la familia soberana. Los posibles reclamantes al trono regresaron a casa con su fuerza y ​​nunca regresaron. Los mongoles eran cazadores y manadas, y pasaban la mayor parte de sus vidas en la silla de montar de sus ponis de estepa. Aprendieron a montar y usar armas (especialmente el arco compuesto) a una edad temprana. Todo hombre sano menor de 60 años debe cazar y pelear. Los ejércitos de las tribus mongoles estaban formados por toda la población masculina adulta. Lucharon por un estricto código de disciplina. El saqueo fue hecho juntos, y para abandonar a un compañero en la batalla, la pena era la muerte. Esta disciplina, de la mano con el liderazgo, obteniendo inteligencia enemiga, elevó a los mongoles de solo una multitud de jinetes a un verdadero ejército.

En cuanto a los hunos, como pueblo nómada, la vida y la sociedad se basaban en el uso de caballos para actividades pacíficas y bélicas. Los hunos emigraron de Asia Central a Europa Oriental desde el año 370, expulsando a los pueblos que una vez habitaron el territorio, como los Alans y más tarde los Ostrogodos, Visigodos y Vándalos, comenzando el episodio de la historia romana llamado Las invasiones bárbaras.

El equipo de los caballeros hun se parecía al de los caballeros de la estepa ordinarios, y era un factor importante para combatir su furia e impetuosidad hacia sus enemigos. Las armas utilizadas por los jinetes hunos eran dardos, espadas largas, hachas y el arco compuesto infame. Para protegerse, los jinetes hunos usaban un escudo de madera liviana y, protegiendo el resto del cuerpo, ropa de lana resistente y, como un casco, una gorra de cuero o un casco de hierro. Las tácticas de guerra huna giraban en torno a la caballería, con tropas auxiliares, miembros de otras tribus que estaban sujetas a los hunos, como los ostrogodos, que desempeñaban el papel de infantería. Los hunos actuaban predominantemente como jinetes de tiro con arco, acosando al enemigo con rescates de flechas incluso mientras huían, utilizando el llamado “disparo de parto”, dándole la espalda al caballo para disparar las flechas. Famosos como eran por su uso del arco, los hunos también eran expertos en usar sus espadas, haciéndolos caballeros versátiles, igualmente hábiles con el arco y la espada. Tanto como se involucran los hunos. Sin combate directo, muchos llevaron las técnicas de estilo de vida de la estepa al campo de batalla. Una de estas técnicas fue el uso del arco contra la caballería enemiga. El uso del arco contra los caballeros enemigos era precisamente para eliminarlos de sus caballos y hacerlos inutilizables para el combate, facilitando que los otros hunos lo mataran o lo capturaran.

Nota: Sioux, Cheienes y varias otras tribus americanas también ayudaron a Martin a dibujar a esta gente cruda y al mismo tiempo encantadora.

Bueno, espero que a todos les haya gustado el post. Y mi consejo habitual es viajar, en las líneas de fantasía. Así que, lea. Lee mucho Disfruta y únete al blog. Lee tantas publicaciones como quieras y deja tu opinión.

Nos vemos en el próximo post.

Jota Cortizo

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gameofthrones.fandom.com/pt-br/wiki/Imaculados

pt.wikipedia.org/wiki/Janízaro

megacurioso.com.br/historia-e-geografia/100583-como-os-espartanos-eram-treinados-para-se-transformar-em-guerreiros.htm

wiki.geloefogo.com/index.php/Dothraki

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pt.wikipedia.org/wiki/Mongóis

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gameofthrones.fandom.com/pt-br/wiki/Arakh

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O Tesouro de Hoffmann

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: O Tesouro de Hoffmann.

Olá! Como vão todos vocês?  Bem, em tempos de FLIP, o PHANTASTICUS busca no amago da literatura fantástica e encontra um tesouro.  Um escritor conhecido como um dos maiores nomes da literatura fantástica mundial – e que por uma injustiça nossa, nunca foi comentado aqui no blog.  Assim, buscando reparar esta incorreção, falaremos do alemão Ernst Theodor Amadeus Wilhelm Hoffmann, mais conhecido por E. T. A. Hoffman.

A primeira curiosidade sobre o nosso “protagonista”: Sua admiração pela obra de Mozart era tão grande que adotou o nome Amadeus.

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Antes de mais nada se Hoffmann tivesse vivido em nossos tempos, seria o que chamamos de personalidade multimídia; além de escritor genial e compositor, também foi desenhista talentoso e jurista. Entre suas atividades artísticas, além da pintura, da crítica musical e da dramaturgia, exerceu direção teatral, regência orquestral e cenografia. Como compositor, foi autor de música de câmara e outras peças. Crítico musical perspicaz, foi um dos primeiros a proclamar a genialidade de Beethoven.

Hoffman não é muito conhecido aqui por nossas terras, mas suas obras são uma verdadeira preciosidade.  É tido como um dos representantes mais conhecidos da Romantismo alemão e um pioneiro do gênero de fantasia, com um gosto pelo macabro combinado com realismo, que influenciou diversos autores como Edgar Allan Poe, Nikolai Gogol, Charles Dickens, Charles Baudelaire, George MacDonald, Fiódor Dostoiévski, Vernon Lee, Franz Kafka e Alfred Hitchcock.

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Curiosidade número 2: Um fragmento do conto “Nußknacker und Mausekönig” (O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos), adaptado em francês por Alexandre Dumas, inspirou o compositor Piotr Ilitch Tchaikovsky a criar seu terceiro e último balé – o famoso “O Quebra-Nozes”.

A história de Hoffmann “Das Fräulein von Scuderi” (A Senhorita de Scuderi) é algumas vezes citada como a primeira história de detetive e exerceu uma influência direta sobre Poe no romance “Os Assassinatos da Rua Morgue”.  Bem, influências a parte, Hoffmann tem uma série de contos e romances, além de composições musicais e teatrais.  Mas, este não foi o único lado da vida do alemão.  Proveniente de uma família de magistrados, ele – por necessidade financeira – seguiu este rumo em muitos momentos de sua vida, chegando a se torna conselheiro da corte de apelações de Berlim.

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Entre as histórias criadas pela mente brilhante, de Hoffmann, podem-se destacar aquelas que contêm em sua narrativa o tema “do duplo” (o recurso de deixar o leitor na incerteza de determinada figura na história (ser humano ou autômato), presente em muitas de suas obras, entre as quais se destacam “Die Elixiere des Teufels” (Os Elixires do Diabo) (publicado em 1815), “Der Sandmann” (O Homem da Areia) (publicado em 1817) e “Prinzessin Brambilla” (Princesa Brambilla) (publicado em 1820).

“Eu imagino o meu Eu através de um espelho multiplicador: todas as figuras que se movem ao meu redor são Eus, e eu me irrito com o que fazem ou deixam de fazer.” – Disse Hoffmann.

 

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Mas a principal obra do nosso “eleito” é “Nachtstücke” (Peças Noturnas) publicado em 1817.  A obra é uma coletânea de oito contos que combinam um espírito de despreocupação e alegria com sinistros temas da irracionalidade humana. Os contos são redigidos num tom simples e populista.

Der Sandmann

O primeiro conto das peças, é “Der Sandmann” (O Homem de Areia).

Sinopse: No início do conto, o jovem Natanael escreve uma carta para seu amigo, Lothar, irmão de sua noiva Clara, contando uma experiência que acabara de ter: estava em seu quarto de estudante quando alguém bate à porta; ao abri-la, assusta-se com o homem que vê, o qual lhe traz uma lembrança da infância. Era um vendedor de barômetros. Ao ver esse homem, Natanael expulsa-o com tal rapidez que o sujeito praticamente rola pelas escadas. Ele se assusta com seu próprio susto.

Natanael escreve a Lotário explicando o que vira e tanto o assustara. Parte então de uma lembrança infantil e começa a descrever a casa de sua infância, uma casa com pai, mãe e filhos, os quais tinham por hábito, depois do jantar, ficar em torno do pai que fumava seu cachimbo. Mas, de vez em quando, as crianças eram postas na cama mais cedo, pois o Homem da Areia iria chegar. Natanael ouvia os passos pesados de um visitante, com o qual o pai estaria ocupado toda a noite. A babá contara a Natanael que o Homem da Areia era um homem perverso que chegava quando as crianças não iam para a cama, jogava areia nos olhos delas, fazendo com que saltassem fora. Ele então colocava os olhos num saco e os levava para alimentar seus filhos na lua.

Para descobrir mais sobre o Homem da Areia, Natanael se esconde no escritório de seu pai numa noite em que o visitante era esperado. Reconhece o visitante como o advogado Copéllius. De seu esconderijo, ele vê o visitante e o pai no que parece ser um experimento alquímico. Descoberto, Natanael é ameaçado de ter seus olhos arrancados e desmaia.

O Homem da Areia volta uma outra vez a sua casa, e então ocorre uma explosão que mata o pai de Natanael. Muitos anos depois, Natanael reconhece Copéllius no vendedor Copolla. Depois de um período de férias junto a sua noiva, que tenta tranquilizá-lo, Natanael volta aos estudos e decide comprar um binóculo de Copolla, para que este o deixe em paz. Com o binóculo ele vê Olímpia, por quem se apaixona perdidamente apesar de todos os avisos. Natanael enlouquece ao descobrir que Olímpia é uma boneca, construída por Copolla/Copéllius e o seu professor de física. Depois de internado num manicômio, Natanael parece recuperado, quando tenta jogar a noiva, Clara, do alto de uma torre, após olhar outra vez pelo binóculo. Pouco depois, Natanael se atira da torre.

Hoffmann

Curiosidade três: A obra de Hoffmann foi influência até para o trabalho do grande Sigmund Freud, criador da psicanálise.

O mundo perdeu Hoffmann de forma precoce.  Com somente 46 anos, o escritor se foi … Mas sua obra ficou eternizada.

“Como a pobre humanidade inclinada é presa dos restos insignificantes de sua liberdade e constrói um teto artificial para evitar olhar para o céu azul claro”. Frase do nosso homenageado.         

Bem, espero que todos vocês tenham gostado do post. E se querem viajar – viajar nas linhas da fantasia – leiam.  Leiam muito.  Aproveitem e entrem no blog e viajas em quantos posts quiserem.

Vejo todos vocês no próximo post.

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Jota Cortizo

Versión española: El tesoro de Hoffmann.

¡Hola! Como estan todos ustedes Bueno, en el tiempo de FLIP, PHANTASTICUS busca la fama de la literatura fantástica y encuentra un tesoro. Un escritor conocido como uno de los mejores nombres de la literatura fantástica en todo el mundo, y por nuestra injusticia, nunca se comentó aquí en el blog. Así, buscando reparar esta inexactitud, hablaremos del alemán Ernst Theodor Amadeus Wilhelm Hoffmann, mejor conocido como E. T. A. Hoffman.

La primera curiosidad sobre nuestro “protagonista”: su admiración por el trabajo de Mozart fue tan grande que adoptó el nombre de Amadeus.

En primer lugar, si Hoffmann hubiera vivido en nuestros tiempos, sería lo que llamamos personalidad multimedia; Además de genial escritor y compositor, también fue talentoso diseñador y jurista. Entre sus actividades artísticas, además de la pintura, de la crítica musical y la dramaturgia, ejerció la dirección teatral, la regencia orquestal y la escenografía. Como compositor, fue autor de música de cámara y otras obras de teatro. Un crítico musical inteligente, fue uno de los primeros en proclamar el genio de Beethoven.

Hoffman no es muy conocido aquí por nuestras tierras, pero sus obras son un verdadero tesoro. Se considera uno de los representantes más conocidos del romanticismo alemán y pionero del género fantástico, con un gusto por la macabra combinada con realismo, que influyó en muchos autores como Edgar Allan Poe, Nikolai Gogol, Charles Dickens, Charles Baudelaire, George MacDonald, Fyodor Dostoievski, Vernon Lee, Franz Kafka y Alfred Hitchcock.

La curiosidad número 2: Un fragmento del cuento “Nußknacker und Mausekönig” (El cascanueces y el rey de los ratones), adaptado en francés por Alejandro Dumas, inspirado compositor Pyotr Ilyich Tchaikovsky para crear su tercera y última de ballet – el famoso “El Cascanueces”.

La historia de Hoffmann “Das Fräulein von Scuderi” se cita a veces como la primera historia de detectives y tuvo una influencia directa en Poe en la novela “Los asesinatos de la calle Morgue”. Bueno, aparte de las influencias, Hoffmann tiene varios cuentos y novelas, así como composiciones musicales y teatrales. Pero este no era el único lado de la vida del alemán. Procedente de una familia de magistrados, él, por necesidad financiera, siguió este curso en muchos momentos de su vida, llegando a ser asesor del tribunal de apelaciones de Berlín.

Entre las historias creadas por la mente brillante de Hoffmann, el tema “doble” se puede mencionar los que contienen en su narrativa (la posibilidad de dejar al jugador en la figura dada la incertidumbre en la historia (robot humano o), presente en muchas de sus obras, entre las que se destacan “Die Elixiere des Teufels” (publicada en 1815), “Der Sandmann” (publicada en 1817) y “Prinzessin Brambilla” (Princesa Brambilla) (publicado en 1820).

“Me imagino a mi Ser a través de un espejo multiplicador: todas las figuras que se mueven a mi alrededor son yo, y me irrito con lo que hacen o no hacen”, dijo Hoffmann.

Pero la principal obra de nuestras piezas es (nocturna) “elegidos”, “Nachtstücke”, publicado en 1817. El libro es una colección de ocho cuentos que combinan el espíritu de despreocupación y alegría con temas de reclamaciones de la irracionalidad humana. Las historias están escritas en un tono simple y populista. El primer cuento de las piezas es “Der Sandmann” (El hombre de arena).

Sinopsis: Al comienzo de la historia, el joven Nathaniel escribe una carta a su amigo Lothar, hermano de su novia Clara, contando una experiencia que acaba de tener: estaba en su habitación de estudiante cuando alguien llama a la puerta; cuando lo abre, se asusta ante el hombre que lo ve, que le trae un recuerdo de la infancia. Era un vendedor de barómetro. Al ver a este hombre, Natanael lo expulsa con tal rapidez que el hombre prácticamente baja las escaleras. Él está asustado por su propio miedo.

Natanael le escribe a Lothair explicándole lo que había visto y lo asustó tanto. Forma parte de un recuerdo de la infancia y comienza a describir la casa de su infancia, una casa con padre, madre e hijos, que tenía un hábito después de la cena de quedarse con el padre que fumaba su pipa. Pero de vez en cuando los niños se acostaban antes, porque el Sandman llegaría. Natanael escuchó los pesados ​​pasos de un visitante, con quien su padre estaría ocupado toda la noche. La niñera le había dicho a Nathaniel que el hombre de arena era un hombre perverso que vendría cuando los niños no se acostaran, les arrojaran arena en los ojos y los hicieran saltar. Luego puso los ojos en un saco y los llevó a alimentar a sus hijos en la luna.

Para averiguar más sobre el Sandman, Nathaniel se esconde en la oficina de su padre una noche cuando se esperaba al visitante. Reconoce al visitante como el abogado Copéllius. Desde su escondite, ve al visitante y al padre en lo que parece ser un experimento alquímico. Descubierto, Nathaniel es amenazado con que le saquen los ojos y se desmaya.

El Sandman regresa a su casa nuevamente, y luego hay una explosión que mata al padre de Natanael. Muchos años después, Nathanael reconoce a Copéllius en el vendedor Copolla. Después de unas vacaciones con su novia, quien intenta tranquilizarlo, Nathanael regresa a la escuela y decide comprarle un binocular a Copolla, para que pueda dejarlo solo. Con binoculares ve a Olympia, de quien se enamora locamente a pesar de todas las advertencias. Nathanael se vuelve loco cuando descubre que Olympia es una muñeca, construida por Copolla / Copelius y su profesor de física. Después de ser hospitalizado en un manicomio, Nathaniel parece recuperado, cuando trata de interpretar a la novia, Clara, desde lo alto de una torre, después de mirar nuevamente a través de los binoculares. Poco después, Natanael se arroja desde la torre.

Curiosidad tres: el trabajo de Hoffmann fue influencia incluso para el trabajo del gran Sigmund Freud, creador del psicoanálisis.

El mundo perdió a Hoffmann temprano. Con solo 46 años, el escritor se ha ido … Pero su trabajo ha sido eternizado.

“Qué pobre se inclina la humanidad se queda con los restos insignificantes de su libertad y construye un techo artificial para evitar mirar el cielo azul claro”. Frase de nuestro homenajeado.

Bueno, espero que a todos les haya gustado el post. Y si quieren viajar – viajan en las líneas de fantasía – lean. Lee mucho Disfruta y únete al blog y viaja en tantas publicaciones como quieras.

Jota Cortizo

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becodonunca.com.br/resenha/o-homem-da-areia-de-e-t-a-hoffmann/

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O Visionário – da Literatura Fantástica para a vida real

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O BLOG PHANTASTICUS EM DUAS VERSÕES – EM PORTUGUÊS E EN ESPAÑOL.

Versão em português: O Visionário – da Literatura Fantástica para a vida real.

Olá a todos! Hoje o PHANTASTICUS volta a falar de um visionário. Um dos grandes mestres da Ficção Científica e que tem suas linhas tais como predições do futuro (tecnológico).  E o futuro é sempre um mistério para todos nós e, sempre, desperta muito nossa curiosidade. Hoje, por mais que a tecnologia avance freneticamente a cada dia, ainda não somos capazes de prever, com precisão, os acontecimentos que ocorrerão no dia seguinte, tudo que podemos fazer é tentar imaginar algo ou… Ler algumas linhas deste autor. Desta forma, enxergamos o futuro com uma nitidez ímpar. E falando diretamente nisto, ninguém havia pensado na possibilidade de viajar no tempo, até que HG Wells citou algo semelhante em um de seus livros – “The Time Machine” (A Máquina do Tempo), com a primeira edição sendo publicada em 189 – e atualmente, existem muitas especulações sobre o assunto.

O PHANTASTICUS já falou consideravelmente sobre a obra HGW, mas tudo que falarmos é pouco para o merecimento dele.  Se quiser recordar, em nosso post de 22 de março de 2015 falamos sobre sua obra.  Que tal revisitar o post?

jotacortizo.wordpress.com/2015/03/22/h-g-wells-volta-no-tempo-e-muitas-transformacoes-volver-en-el-tiempo-y-muchos-cambios/

Hoje, vamos dar mais passos nas visões do britânico Herbert George Wells.  Primeiro, que tal se dissermos que HG descreve bombas atômicas que alimentavam uma devastadora guerra.  Surpreso!! “The World Set Free” (traduzindo literalmente, “O Mundo Liberado”) é um romance escrito em 1913 e publicado em 1914 que é baseado na previsão de um tipo de arma mais destrutivo e incontrolável que o mundo já havia visto. Ele apareceu primeiro em forma serializada com um final diferente como “Uma Trilogia Profética”, consistindo em três livros: “A Trap to Catch the Sun” (Uma Armadilha para Pegar o Sol), “The Last War in the World” (A Última Guerra no Mundo) e “The World Set Free” (O Mundo Liberado).

Fat Boy (lançada sobre Nagasaki)            Little Boy (lançada sobre Hiroshima)

Um tema frequente da obra de Wells, foi a história do domínio humano do poder e da energia através do avanço tecnológico, visto como um determinante do progresso humano. O romance começa assim: “A história da humanidade é a história da obtenção do poder externo. O homem é o animal que faz uso de ferramentas e que fabrica incêndios… Sempre com um recorde prolongado, salvo por um contratempo de vez em quando. ele está fazendo mais. ”

Muitas das ideias que Wells desenvolve em “The World Set Free” encontraram um desenvolvimento mais completo quando escreveu The Outline of History em 1918-1919.  O romance é dedicado “À interpretação de Radium de Frederick Soddy”, um volume publicado em 1909.  Os cientistas da época estavam bem conscientes de que a lenta decadência radioativa natural de elementos como o rádio continua por milhares de anos, e que enquanto a taxa de liberação de energia é insignificante, a quantidade total liberada é enorme. Wells usou isso como base para sua história.

As bombas de Wells não funcionavam com o mesmo mecanismo da bomba do “Projeto Manhattan”. No livro de Wells, as bombas por divisão atômica explodiam de forma contínua e duradora, espalhando energia destrutiva por muitos dias.  Enquanto a bomba atômica (da realidade da Segunda Guerra) tem um único momento de explosão, com a reação em cadeia causada pela divisão do átomo, criando uma grande explosão de energia devastadora.

Neste livro, Wells descreve, também, o movimento que obriga a humanidade sobrevivente a criar um governo único, que viesse a evitar conflitos futuros – amigos, está é a lógica da existência e funcionalidade da ONU – mais uma predição?

Capa 1

Outro livro, mais predições.  As armas usadas pelos marcianos em “The War of the Worlds” (Guerra dos Mundos) – publicado pela primeira vez em 1897 pela “Pearson’s Magazine” no Reino Unido e pela revista “Cosmopolitan” nos EUA, acontecendo a primeira aparição do romance em capa dura em 1898 – na invasão do planeta Terra foram chamadas de Raios de Calor, uma arma superpoderosa de incineração a partir de um flash concentrado de luz sem ruídos.

Livro The War of Worlds

A arma alienígena se tornou uma realidade em 1960, quando Theodore Maiman lançou o primeiro laser operacional criado em laboratório, nos EUA. Claro que a descrição da obra de Wells não era precisa o suficiente para se estabelecer um laser de luz de verdade, mas possui o mesmo mecanismo dessas armas que apareceram nos EUA. Que funcionam através da concentração de energia dirigida, como ocorre em micro-ondas, radiação eletromagnética, rádio e armas desenvolvidas pelas forças armadas estadunidenses.

The-War-of-the-Worlds-LVandamme-edition-announcement-poster-1906

O romance, escrito entre 1895 e 1897, é uma das primeiras histórias a detalhar um conflito entre a humanidade e uma raça extraterrestre. E a edição foi brilhantemente ilustrada por Henrique Alvim Corrêa, um artista brasileiro que viveu uma vida curta, mas intensa e produtiva (nascendo em 1876 e vindo a falecer em 1910, com 34 anos).

Orson Welles

Mas este livro de Wells deixou uma grande marca décadas depois.  Foi em um Halloween. Em 30 de outubro de 1938 o gênio Orson Welles, até então um competente radialista, dramatiza (de forma exuberante – e extremamente convincente) uma invasão marciana – toda baseada no livro de HG. Neste Halloween, por volta das 20 horas, na Rádio CBS, O.Welles durante seu programa “The Mercury Theatre on the Air” performou a história de “A Guerra dos Mundos”.  E foi tão convincente que milhares de americanos entraram em pânico acreditando na invasão.  Durante uma hora, trechos de músicas eram interrompidos por inserções de notícias extraordinárias relatando a evolução da invasão.  Tudo isto, feito por um ofegante jornalista que, direto do front, falava sobre o que via e a aniquilação que estava por vir.  Em determinado momento, chegou a noticiar que 7.000 pessoas foram obliteradas por uma única nave marciana.

Algumas partes da encenação traziam declarações oficiais do governo, que afirmavam a veracidade da invasão alienígena e pediam que a população não entrasse em pânico.

Observação: O problema maior, foi causado por milhares de pessoas que sintonizaram a rádio após a introdução que anunciava a dramatização.

Quando o pânico e o caos estavam instaurados, a CBS emitiu alertas de que tudo não passava de uma dramatização (mas isto só ocorreu 40 minutos após o seu início).

Os números sobre esta transmissão são assombrosos: 6 milhões de pessoas ouviram o programa, sendo que cerca de 28% acreditaram na invasão.

Uma coisa é certa.  Quando Welles encerrou a dramatização e se despediu dos ouvintes disparou “Se ele não podia ir à casa de cada um comemorando o Halloween, ele acabara de destruir o mundo aos seus ouvidos”.

Um fato importante: Orson Welles, querendo ou não, mostrou ao mundo o poder mobilizador de uma informação catastrófica.  Olha a FAKE NEWS!!

Voltando a obra de HG, poderíamos falar mais e mais.  Tipo: Em “When the Sleeper Wakes”, publicado em 1899, um homem desperta de um sono profundo depois de dois séculos. Ele acorda numa Londres distópica em que os cidadãos são controlados pelo sistema, através de tecnologias de entretenimento, como os atuais audiobooks e a televisão.  Ou talvez, sobre a obra “The Island of Dr. Moreau” (A Ilha do Dr. Moreau), que foi publicada em 1896, onde diversos visitantes se deparam com uma série de experimentos do doutor, uma coleção de criaturas bizarras e híbridas de animais, como o Urso-raposa ou o Homem-leopardo.  Eles são resultados de experiências de hibridismo realizadas por um médico maluco, que queria juntar características animais em corpos humanos, de uma maneira análoga ao que é hoje a engenharia genética.

Mas, vamos encerrar com este gostinho de quero mais.  É provável (muito provável) que o blog volte a falar desde “monstro” da LitFan.  Nossos aplausos ao autor e sua brilhante obra.

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Bem, espero que todos vocês tenham gostado do post. Aproveitem e entrem no blog e leiam quantos posts quiserem.

Vejo vocês no próximo post.

cortizo

Jota Cortizo

Versión española: El visionario – de la literatura fantástica para la vida real.

¡Hola a todos! Hoy el PHANTASTICUS vuelve a hablar de un visionario. Uno de los grandes maestros de la Ficción Científica y que tiene sus líneas tales como predicciones del futuro (tecnológico). Y el futuro es siempre un misterio para todos nosotros y, siempre, despierta mucho nuestra curiosidad. Hoy, por más que la tecnología avance frenéticamente cada día, todavía no somos capaces de predecir con precisión los acontecimientos que ocurrir al día siguiente, todo lo que podemos hacer es intentar imaginar algo o … Leer algunas líneas de este autor. De esta forma, vemos el futuro con una nitidez impar. Y hablando directamente en esto, nadie había pensado en la posibilidad de viajar en el tiempo, hasta que HG Wells citó algo similar en uno de sus libros – “The Time Machine” (La máquina del tiempo), con la primera edición siendo publicada en 189 – y en la actualidad, hay muchas especulaciones sobre el tema.

El PHANTASTICUS ya habló considerablemente sobre la obra HGW, pero todo lo que hablamos es poco para el merecimiento de él. Si desea recordar, en nuestro post de 22 de marzo de 2015 hablamos sobre su obra. ¿Qué tal revisar el post?

jotacortizo.wordpress.com/2015/03/22/h-g-wells-volta-no-tempo-e-muitas-transformacoes-volver-en-el-tiempo-y-muchos-cambios/

Hoy, vamos a dar más pasos en las visiones del británico Herbert George Wells. Primero, que tal si decimos que HG describe bombas atómicas que alimentaban una devastadora guerra. ¡¡Sorprende!! “The World Set Free” (traduciendo literalmente, “El mundo liberado”) es una novela escrita en 1913 y publicada en 1914 que se basa en la predicción de un tipo de arma más destructiva e incontrolable que el mundo ya había visto. En el caso de que se trate de una trilogía profética, se compone de tres libros: “A Trap to Catch the Sun” (Una trampa para tomar el sol), “The Last War in the World” (La última guerra en el mundo) (“El mundo libre”).

Un tema frecuente de la obra de Wells, fue la historia del dominio humano del poder y de la energía a través del avance tecnológico, visto como un determinante del progreso humano. La historia de la humanidad es la historia de la obtención del poder externo. El hombre es el animal que hace uso de herramientas y que fabrica incendios … Siempre con un récord prolongado, salvo por un contratiempo de vez en cuando “Él está haciendo más.”

Muchas de las ideas que Wells desarrolla en “The World Set Free” encontraron un desarrollo más completo cuando escribió The Outline of History en 1918-1919. La novela es dedicada a la interpretación de Radium de Frederick Soddy, un volumen publicado en 1909. Los científicos de la época eran muy conscientes de que la lenta decadencia radiactiva natural de elementos como la radio continúa por miles de años, y que mientras la tasa de liberación de energía es insignificante, la cantidad total liberada es enorme. Wells lo usó como base para su historia.

Las bombas de Wells no funcionaban con el mismo mecanismo de la bomba del “Proyecto Manhattan”. En el libro de Wells, las bombas por división atómica explotan de forma continua y duradera, esparciendo energía destructiva por muchos días. Mientras la bomba atómica (de la realidad de la Segunda Guerra) tiene un único momento de explosión, con la reacción en cadena causada por la división del átomo, creando una gran explosión de energía devastadora.

En este libro, Wells describe, también, el movimiento que obliga a la humanidad sobreviviente a crear un gobierno único, que venga a evitar conflictos futuros – amigos, ¿está es la lógica de la existencia y funcionalidad de la ONU – más una predicción?

Otro libro, más predicciones. Las armas usadas por los marcianos en “The War of the Worlds” – publicado por primera vez en 1897 por la “Pearson’s Magazine” en el Reino Unido y la revista “Cosmopolitan” en los Estados Unidos, pasando la primera aparición de la novela en portada en la invasión del planeta Tierra fueron llamadas Rayos de Calor, un arma superpoderosa de incineración a partir de un flash concentrado de luz sin ruidos.

El arma alienígena se convirtió en una realidad en 1960, cuando Theodore Maiman lanzó el primer láser operativo creado en un laboratorio estadounidense. Por supuesto, la descripción de la obra de Wells no era lo suficientemente precisa para establecer un láser de luz de verdad, pero tiene el mismo mecanismo de esas armas que aparecieron en los Estados Unidos. Que funcionan a través de la concentración de energía dirigida, como ocurre en microondas, radiación electromagnética, radio y armas desarrolladas por las fuerzas armadas estadounidenses.

La novela, escrita entre 1895 y 1897, es una de las primeras historias a detallar un conflicto entre la humanidad y una raza extraterrestre. Y la edición fue brillantemente ilustrada por Henrique Alvim Corrêa, un artista brasileño que vivió una vida corta, pero intensa y productiva (naciendo en 1876 y falleciendo en 1910, con 34 años).

Pero este libro de Wells dejó una gran marca décadas después. Fue en un Halloween. El 30 de octubre de 1938 el genio Orson Welles, hasta entonces un competente radialista, dramatiza (de forma exuberante – y extremadamente convincente) una invasión marciana – toda basada en el libro de HG. En este Halloween, alrededor de las 20 horas, en la Radio CBS, O.Welles durante su programa “The Mercury Theatre on the Air” interpretó la historia de “La guerra de los mundos”. Y fue tan convincente que miles de estadounidenses entraron en pánico creyendo en la invasión. Durante una hora, los fragmentos de canciones se interrumpían por inserciones de noticias extraordinarias relatando la evolución de la invasión. Todo esto, hecho por un ofegante periodista que, directamente del frente, hablaba sobre lo que veía y la aniquilación que estaba por venir. En determinado momento, llegó a informar que 7.000 personas fueron obliteradas por una única nave marciana.

Algunas partes de la escena traían declaraciones oficiales del gobierno, que afirmaban la veracidad de la invasión alienígena y pedían que la población no entrar en pánico.

Nota: El problema mayor, fue causado por miles de personas que sintonizaron la radio después de la introducción que anunciaba la dramatización.

Cuando el pánico y el caos estaban instaurados, la CBS emitió alertas de que todo no pasaba de una dramatización (pero esto sólo ocurrió 40 minutos después de su inicio).

Los números sobre esta transmisión son asombrosos: 6 millones de personas oyeron el programa, siendo que cerca del 28% creyó en la invasión.

Una cosa es cierta. Cuando Welles terminó la dramatización y se despidió de los oyentes disparó “Si él no podía ir a la casa de cada uno conmemorando Halloween, acababa de destruir el mundo a sus oídos”.

Un hecho importante: Orson Welles, queriendo o no, mostró al mundo el poder movilizador de una información catastrófica. ¡Mira a FAKE NEWS !!

Volviendo la obra de HG, podríamos hablar más y más. Tipo: En “When the Sleeper Wakes”, publicado en 1899, un hombre despierta de un sueño profundo después de dos siglos. Se despierta en un Londres distópico en el que los ciudadanos son controlados por el sistema, a través de tecnologías de entretenimiento, como los actuales audiobooks y la televisión. O quizás, sobre la obra “The Island of Dr. Moreau”, que fue publicada en 1896, donde varios visitantes se enfrentan a una serie de experimentos del doctor, una colección de criaturas extrañas y híbridas animales, como el Oso-zorro o el Hombre-leopardo. Los resultados de las experiencias de hibridismo realizadas por un médico loco, que quería juntar características animales en cuerpos humanos, de una manera análoga a lo que es hoy la ingeniería genética.

Pero, vamos a terminar con este gusto de quiero más. Es probable (muy probable) que el blog vuelva a hablar desde “monstruo” de LitFan. Nuestros aplausos al autor y su brillante obra.

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Bueno, espero que todos ustedes hayan disfrutado del post. Disfrutar y entrar en el blog y leer la cantidad de mensajes que quieren.

Los veo en el próximo post.

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¡Bien, tchau!! Espero que les haya gustado el post. Disfrutar y entrar en el blog y leer la cantidad de mensajes que quieren.

Te veo en el próximo post.

Jota Cortizo

Fontes/fuentes:

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Capa: wikimedia.org/wikipedia/commons/a/ad/Celia-hovering-airship_mango_concept-art_02.png

fatosdesconhecidos.com.br/7-livros-que-acertaram-em-cheio-ao-prever-o-futuro/

wikimedia.org/wikipedia/en/5/54/TheWorldSetFreeHGWells.jpg

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gavetadebaguncas.com.br/wells-welles-e-a-invasao-marciana-de-1938/

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